comerciominho_05011878_733.xml
- conteúdo
-
COMMEnCaA.iL
,
IÍEI.IÍGIOSA
«3
RÍOTICEOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.° 3 E.
■wi»4aa«a<-í^-»K*--iaaB«H«HE3í!»WBB!!SSaaRSE!!SHBSSSSS®HHHS2ffiSSH!
í
PREGO
DA
ASSIGNATURA
!■
Braga,
12
mezes
..........................
6/ANNO s
»
6
»
.
.
-
•
-
•
8^0
*
Correspondências
parlic.
cada
linha
Au
í
Annuncios
cada
linha
.....................
20
|
Repetição....................................
»
“
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUIATÃS
E
SABBADOS.
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PREÇO
EDA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.........................
2&000
»
6
».........................
i$03b
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Rrazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
...............................
10
N.°
733
BHUIA-SVJBWÍ)
5 »!5
JÂXEIRO
8>E »S7S
Iii&trueçAo
popular.
11
Principia
assim
o
primeiro
artigo
de
Instrucção
Popular: «E
’
principio
evidente,
geralmente
acceite
por todas as
escolas
liberaes
que
a
instrucção
popular
é
a
base
de
lodos
os
povos
livres».
Aquelle
principio evidente ficà
mesmo
a
malar...
Se
o
articulista
o
professa
e
acceita,
porque
razão
o
não
demonstra?
Não
vê
que, se
elle
é
evidente
para
si
e
quejan
dos, pode
não
o
ser,
como
realmente
o
não
é,
para
aquelles que
ainda
tem
a
cabeça
no
seu
logar?
E
’
que
alguns
senhores
liberaes
gos
tam
mais
de
demonstrar
a
realidade
dos
seus
princípios
á
luz
sinistra
do
petroleo
e
não
á
luz
da
evidencia
que
os cega.
Mas
receba
um
conselho d’
amigo.
Antes
de
se
arvorar
em
mestre
e
de
se
dizer
amigo
do
povo,
peça-lhe,
pelo
amor
de Deus,
que
lhe
empreste
um
li
vro,
que
até
o
mais
rude
camponez
pos-
sue
e
aprendeu e
alii lerá
e
poderá
me
ditar
neste
principio
bem
mau
evidente
que
o
seu
e
universalmente
acceite (em
todos
os tempos
e
não
hoje
sómente)
por
todos
os
homens
de
bem:
Ama
a
Deus
sobre
Iodas
as
cousas
e
ao proximo,
como
a
ti
mesmo;
e
hade
convir,
se
não
tiver
escravizado
o
juiso
á
iniquidade
e
ao
êrro,
que
tal
é
a
base de
todos
os
povos livres,
e que
tudo
o
mais
quanto
tende
a
satis
fazer
o
sentimento
da
curiosidade
humana
deve
assentar
sempre primeiramente
nesta
base.
Se
tiver alguma
diíliculdade
era
en
tender
isto,
dè
um passeio
pelo
campo
consulte
o
honrado
camponez,
e
elle
lhe
tirará as
cataratas
dos
olhos,
e
se
não
qmzer
ir
tão
longe,
tahez o
vendedor
do
jornal
em
que
escrevinha,
o
esclareça.
O
nosso
amigo
continue
depois
a
la
mentar,
(como
uma
carpideira
dos
nossos
peccados)
o
atrazo
em
que se
vê
a
instrnc-
ção
popular
do
nosso
paiz
e
apresenla-a
em
triste
conforto
com
a
dos
paizes li
vres,
mais
ou menos
adeantados.
Reco
lhamos
uma
das
preciosas
lagrimas d’este
decantado heroe;
«E
querem
que
com
tal
instrucção,
a
cre.mça
saia
da
escola
apta
a
ser
um dia
um cidadão prestante
e
util
ao
seu
paiz»?
De
forma
que
para ser
util
e
prestante
ao
seu
paiz
é
mister
saber
ièr, escrever
e contar
e
mais que isso!
E
o
pobre
operário
que
todos os
dias
verga ao
peso
do
trabalho
e
da
fadiga para o
sustentar
a
si
e
aos seus,
e
ainda
pagar
innocentemente
muitas
demasias, não
é
um
cidadão
prestante
e
util
ao
seu
paiz?!
Por
quem
quer
que
seja,
tenha
ao
menos
piedade
do
senso
commum
!
Não
concluiremos
sem
apresentar ou
tra
pérola
d
’
este
monturo:
«Para
elle
(o
povo)
uma eleição
é
sempre
um aclo re
pugnante
e
de grande
aborrecimento».
E
sabe
porque,
mestre?
Porque, como
muito
bem
diz,
«o
povo
entende
(e cbame-lhe
tolo)
que isto
de
eleições são
inventos
dos
traficantes,
que
para nada servem,
senão
para
anichar
os
aventureiros
á
custa
dos
tolos».
<E
’
realmente a unica verdade
que
ipude
descobrir
no
meio
da
sua cerebri
ha
prelecção».
Para terminarmos
por hoje,
faremos
sómenle.
uma
obsetvação
mais Para
se
ver
o
critério
com
que estes
jornaes
do
liberalismo
costumam
escrever,
é
ler
o
artigo
que se
segue
áquelle
a
que
nos
referimos,
e
que
é dirigido
ao
snr.
mar-
qnez
de
Vallada.
Ahi
já
o
nosso
paiz, «sem carecer
dos
estímulos
dos
Hugos,
dos
Quinets
e
dos Michelets,
dá
a
esses
ratões
civilisa-
dissimos,
uma grande,
magnifica
e
sober
ba
lição, abolindo
a
pena
de
morte».
Em
que
ficamos?
Por
tirn
pede
que
se
melhorem
as
condições
das
cadeias,
mas
isto
com uns
ares
e
feições
de
quem receia
ou
dar
lá
com
o
costado,
porque
talvez
a
consciên
cia
lhe diga
que
elle está incurso
nas
penas
que
as
leis fulminam
aos
que
im
pingem
galo
por
lebre
aos
seus
semelhan
tes,
ou
como
quem
procura
suavisar
as
penas
dos
que
são
victimas
das doutri
nas
deleterias
que
elle e outros
do
mesmo
jaez lhes
dão
sob
o
nome
de
instrucção
popular
e
quejandas
tolices.
A.
M.
A
’
R edneçi&o do «Coiumercio do
VBinhos.
Londres,
77
de
Dezembro,
1.877.
(.ConclueSoJ
II
—
Londres, Dezembro
9. -Importan
tíssimo
como
sem
duvida
parece,
o assum
pto
de
que me
occopei
na
primeira por
ção
desta
carta,
de
outro
vou
tratar
que
muito mais transcendente
me
parece;
pois toca mui
gravemente
aos
interesses
morae.s e
políticos
das
nações
do
mundo.
E’
nada
menos
que
uma
relação
authen-
lica, oílicial.
e
não
-
equivoca,
do
que
é
a
Maçonaria.
Os
leitores
do
Apostolo
recordar-se-
nam
da
minha
opinião conjeciural,
quan
do
noticiei,
como
a
Maçonaria
Irlandeza
linha
rompido
relações e
fraternidade
com
a
de
França; por
esta
dispensar
em
seus
adeptos
á
crença
na
existência
de
Deus.
E
.
s<?_
beni
me
lembro, aventei a
minha
opinião
de
que
a
Maçonaria
Ineglexa
não
deixaria
de
imitar
o
exemplo
da
de
Irlanda;
pois
grande
seria
o descrédito
e
aviliamenle
moral
desta
nação,
em
que a
Maçonaria
se
não
occulta;
em
que
seus
clérigos,
seus
Bispos,
seus dignitários
ecclesiasticos,
tomam parte
e
occupam
cargos
importantes,
em
que
o
Successor
presumptivo
da
Corôa
é Grão-Mestre
no
minal,
e
o
Mini.iro
das Colonias,
Lord
Carnarvon,
o
verdadeiro
Director;
acco-
Ihesse
ou
sanccionasse
professadores
decla
rados de
Atheistso.
Verdade
seja, que (como
já
fiz
notar,
hade
haver
dois
annos,
creio, ao Apos
tolo}, um
funcionário
importante
(Grande
—
Decano
- que
se
considera
um
personagem
na
gerigonça,
seja
qual
for
o
significado
da
tal
dignidade
—
o
Senhor Parkinson)
nos
disse,
e
revelou
solemnemente,
que
o
«Deos
dos Maçons
era
o
mesmo
que
os
Selvagens
da
America
do
Norte
invo
cavam
no
meio
de
suas
vastas
e
verdes
campinas».
Não
obstante
o
ar
um
tanto
romanesco
da
expressão,
em
que me
parece
quiz
7
FOLHETIM
A. Dl
VELAY
0
CONDE
DE
TREAZEk
ROMANCE.
Versão
portugueza.
II
Um
original.
—Empregas
uma
tal
bonhomia
ao
explicar o
leu
humor,
que
ninguém
te
pode
querer
mal,
obtemperou
cordealmente
e
nosso
philosopho;
de
resto, caracter
á
parte,
somos
sempre
os
filhos
da
nossa
raça,
moldados
pela educação
que
rece
bemos,
imbuídos
das
qualidades
e
dos
de
feitos
da
nossa
classe,
comprazemo-nos
em
os
nossos
hábitos
e
permanecemos
na
indolência
até
que
as
terríveis
lições
da
guerra civil
nos
condusem
por
um
momento
á
consciência
da
realidade;
mas
então
já
é
tarde.
—
Ó
teu
humor
faz-te
ver
iliusões
es
tranhas
!
—Quaes
são essas
iliusões?
perguntou
Mauricio.
—
Visto
quereres
que
l
’o
diga,
parece-
me
acreditares
que
nós
possuímos infiuen
cias,
tendências
e
hábitos
de
linhagem,
quando
aclualmente,
longe
das
gradações
de
castas
dislinctas,
nem mesmo existem
classes
sociaes,—todos
gosamos
dos
mes
mos direitos
e
da
mesma liberdade:
Este
nivelamento,
bom
ou
mau,
como
quise
rem,
existe. E’
elle
preferível
ás
classi
ficações
dos
tempos
idos?
Espíritos
dis-
linctos,
e alem disso
em
grande
numero
o
aílirmam,
justa
ou
injustamenle.
A
ver
dade
é
que
nos
vamos
dando
com
elle
geralmenle menos
mal.
—
Meu
caro
Roger,
falias
como um
simples
burguez, disse
Mauricio
que
não
ponde
reprimir
um
movimento de
indi
gnação.
—Como
quererias
enlão
que
eu
fallas-
se?
Não
somos
nós
todos
burguezes?
—
Deverias
notar
pelo
menos
que
ha
peões
e obreiros
mais
ou menos
incultos
d
’
um
lado, e
ricos
mais
ou
menos
cultos
do
outro,
observou
Mauricio.
—
Reconheço
isso. E
d
’ahi?
—
Reconhecerás
lambem
que
ainda
não
passamos
d
’
um
governo, d
’
uina
adminis
tração,
de
leis
e
de
moral
religiosa,
como
outr
’
ora.
Reconhecerás que
o leu
preten
dido
nivelamento
ainda não
prejudicou
os
graus
no
exercito,
a
hierarchia na
ma
gistratura
e
na
administração,
que
os
santos
graus
do
sacerdócio
subsistem
na
admiravel
economia
da
Egreja,
á
frente
da
qual
está
divinamente
estabelecido o
nosso
Santo
Padre
o
Papa,
como
o
nosso
systema
legal
é
regido
pelo nossos
prín
cipes.
.
.
—
Dianlres!
eu reconheço
tudo
isso.
Tomar-me-has
tu
por
um
republicano?
interrompeu
o
conde.
—
Um republicano
inconsciente
como
todo
o
burguez;
mas
ouve.
.
.
—Ouve
tu pela
lua
vez;
admitíamos,
se
o
queres,
duas
cathegorias,
os
ricos
e
os
assalariados.
..
—
Se
o
quero!
exclamou
o
philosopho,
é
necessário
admittir
o
que
resalla
aos
olhos.
Não
lia
meio
de
nivelar
isso.
..
—
D
’
accorlo,
replicou
o
conde; no
entanto
nivela-se
em
certo
modo,
pois
que
cada
um
tem
o
direito
de se
enriquecer.
—
Burguez
!
repetiu
Mauricio
escolhen
do
os
hombros
desdenhosamente.
—Assim,
meu
caro,
excitas-me
com
o
leu
epiltieto.
Que
lerá
a teus
olhos
a
palavra
burguez,
de
que
fazes
um
adje-
ciivo
no
qual
se
condensa
o.
leu
des-
preso
?
—O
burguez é
um
ser
que a
si
pro-
prio
se
desconhece,
que
se
crê
elevado
acima
de
todas
as
coisas,
que não
o
está
ein nada, e
se
nutre de
baforadas
libe
raes,
respondeu
Mauricio
friamente,
accen-
tuando
cada
uma das
palavras
d'esla sen
tença.
—Que
estranho
original
que
tu
és,
meu
caro
camarada
!
Aventuras, sem
da
res
por
tal,
uma
personalidade
desobri-
grante, disse
com
certo
enfado
o snr.
de
Tréazek.
—
Salvos os
artifícios
d
’uma
lingua
gem
de
pura
convenção,
cuja
polidez
em
nada
a altera
essencialmente,
ha
uma so
lidariedade
pessoal
com a
these
susten
tada
por
nós
n
’
uma
discussão
philosophica.
Peço-te
que releves
a minha
brusca
fran
queza;
mas
não
foste
tu mesmo,
meu
caro
Roger,
que
te
exforçasle
a
excitar-
me
?
—
Em
que
?
—
perguntou
o
conde
dis
simulando
um
fino
sorriso.
—
Eu
acreditara
conversar
com um
genlilbomem, cavalheiros
de
sãs
tradições,
e
lu saes-me com a
linguagem
banal
d’um
simples
revolucionário,
respondeu
Mauricio.
—
Ora
vamos,
talvez
eu
tenha
dado
uma
fórma
exaggerada ás
minhas
objec-
ções
contra
as
tuas ideias
pessimistas;
mas
pelo
que
te
respeita,
não
lens
lu
exaggerado
a lua
reacção
contra
o
opti-
mismo
burguez?
—
Não
retirarei
nem
uma
syllaba,
disse
Mauricio
com
energia.
—
No
entretanto
nem tudo
é
mati
nos
burguezes.
—
A
sua presumpçosa
confiança
n
’
el
les proprios é
tão
rilicula
como
peri
gosa.
—
Não
se
lhes
attenderá
pelo
menos
ao
terem
edificado,
por
longos
exforços,
essa potência das classes
medias
que
faz
a força
das
sociedades
modernas,
não
leem
tMo
o mento
de
augmentar
a
riqueza
publica
fazendo
ao
mesmo
tempo
a
sua
própria
fortuna?
—
N
’
esse
ponto
devo
inclinar-me,
por
que elles sabem
fazer
a
sua
fortuna,
emquanlo
eu
não
sube
mais
que
perder
a
minha.
.
.
—Ah !
agora
sim,
começo
a compre-
hender-te:
meu
pobre
amigo,
tu
estás,
sem o
saberes,
do
lado
dos
descontentes.
d
’aquelles a
quetu
a
má
fortuna
tem
ir
ritado;
mas
nós
repararemos
tudo isso,
disse o
conde
olhando
o seu amigo
com
um
sorrir
sympalhico
e
cheio
de
pro
messas.
-
Enganas-te,
Roger.
Eu
não
sou
nem
descontente,'
nem irritado
por
insucces-
sos.
Tinha
rasão
de te
diser,
ha
urn
in
stante,
que
eu
não tivera
nem
desgraça,
nem
infortúnios,
porque
a
perda que
nos
procura
a
descoberta
da
verdade
não deve
ser
olhada como
uma
desgraça,
a
nova
situação
que d’
ahi
resulta
é
bem
preferível
á
primeira.
(
CífUlZlUfi
)
entrar
mais
poesia
que
realidade,
não
vejo inconveniente
em
que
lhe
aceitamos
a
asserção;
se
ella
significa
simplesmente
que
os
laes
devotos
Selvagens
creem
n
’
um
Ente
Supremo,
Creador,
Senhor
e
Regu
lador
do
Universo. O
nosso
Deos,
o
Deos
dos
Christâos,
dos Catholicos,
lambem
é
isso.
O
Senhor
Parkinson, que evidente
mente
não é
escrupuloso
a
respeito
de
religiões,
de
que
se
creia,
ou professe
crer,
em
um
Deos
(visto
que,
na
mesma
cccasião,
nos
diz: «que
acabava
de
ini
ciar
e
admitir
na maçonaria
um Maho-
metano»);
supponho
hade
querer
perten
cer
á
genuina
maçonaria
Ingleza.
Pois
que,
como
também
me
parece
alguma
vez
noticiei
ao
Apostolo,
até
foi
estabele
cer
uma
nova
loja
maçónica
n
’
ufn
dos
Palacios
do
Príncipe
de
Galles.
Como,
porem, lambem
foi
elle
quem
se
gabou,
<le
ter
elle
fraternizado
a
Maçonaria
Ita
liana
com a
Ingleza,
as
quaes
até
enlão
elle
proprio
nos
diz,
que
eram
separa
das;
será
curioso
de
sabermos
agora
de
que
côr
seja
a
tal
Italiana.
Pois
como
se
vai
ver
depois
da
official
e
authen-
tica
declaração
de Lord
Carnarvon,
se
a
bonita
Irmandade
Italiana
fralerniza
—
como
suspeito
muito
—
com a
Franceza,
lerá
lambem
o
senhor
Parkinson
de
cortar
de
novo as
ligações,
que
se
gabava
de
ler
atado,
da
pedreirada
Italiana com
a
Britanica.
Einfim,
se
não
estou
muilo
enganado,
esta
procissão
que
vai
a
sahir,
originada
por
aquellas
terríveis
e supersticiosos
Ir-
landezes,
hade
dar
muito
mais
de
si, do
que
agora
em
geral se
imagina
Veremos
quem
se
engana.
Eis
aqui
agora
o
grande
facto,
que estou convencido
hade
vir
a
dar
de
si
muito
mais
do
que
agora
se
imagina.
Sinto
não
ler
tempo
de
tradu
zir
na integra toda a
longa
columna
do
Times
de
ante-honlem,
onde
vem
a
re
lação
authenlica
do
negocio,
sob
a
epi-
graphe—
t Maçons
Inglezes
e
Francezes».—
e
principiando:
—
«Hontetn
á
noite,
o Conde
de
Car-
narvon, o
Pro-Grão-Mestre
dos
Maçons
Inglezes,
presidiu
a
uma
concorrência
mui
iarga
dos
Membros
da Grande
Loja,
sendo
estes
os
representantes
'das
1
,7i»0
Lojas
que
trabalham
sob
a constituição
Ingleza
A
concorrência
foi
maior que
em
nenhu
ma
occasião
recente
á
excepção
do
dia
em
que
S.
A.
Real
o
Grão-Mestre foi
inslallado.
«Uma
causa
desta
longa concorrência
i
’oi
o
aviso,
de
que
o Grão-Mestre»
/ou
seu
Substituto]
«na
cadeira
da
presidência,
ia
chamar
allenção
ás
recentes
mudanças
nos
princípios
da
.Maçonaria,
feitas
pelo
Graude
Oriente
de França;
eliminando
das
prim
Iras
declarações
a
dedicação
a
Deos
Todo
Poderoso».
Segue-se
aqui
uma
relação
nominal
de
uns
29
ou
30
altos
funcionários,
perso
nagens
notáveis,
na
maior
parte,
da
alta
Aristocrasia,
uns
4
ou
5
altos
clérigos
Protestantes,
uns
empregados
de
capellães
de
lojas, etc.;
e
concluindo
a
relação
pelo
mais
importante,
o
Pro-Grão-Mestre
Lord
Carnarvon,
como
Presidente.
Não
faltava também
o
nosso
notorio
Parkin
son.
Continua
enlão
o
relatorio
da
maneira
seguinte:
—
«Levantou-se
Lord
Carnarvon
Pro-Grão-
Mestre,
entre
muitos
applausos,
e
disse:
—
Que não era
usual
procederemos mo
ções
do
Presidente;
mas
que
taes
ques
tões
havia
que
affectavam
os
mais altos
princípios da
Irmandade,
que
commoviam
a
Maçonaria
por todo
o
paiz;
e
que
tal
era
o caracter
da
questão
de que
agora
ia falar
á
Grande
Loja.
Que
por
sua
par
te,
houvera
elle
estimado
evitar
a
neces
sidade
de
cbamar
attenção
a
este
penoso
assumpto,
que
se
apresentava
em
nome
de
Sua
Alteza
Real
o
Grão-Mestre—
e
era
a
recente acção
do
Grande
Oriente
de
França.
«Que
havia
um
velho
provérbio que
dizia,
não convém
acordar
leões
que
dor
mem;
mas havia
casos
em
que
resultava
grande
perigo
em
se
deixar
de
falar
a
tempo,
e grande
diflieuldade
em
defferir
toda
menção
do
negocio.
«Todos
os membros
presentes
prova
velmente
sabiam na
Grande
Loja, que,
ha
pouco,
o
Grande
Oriente
de
França,
representando
o
corpo
Maçonico
d’
aquelle
Paiz,
fez
uma
alteração
nos
princípios
e
regras
porque
a
Maçonaria
Franceza,
ou
antes
toda
a Maçonaria
do
mundo,
se
achava
ligada.
«0
principio
por
que
a
Maçonaria
Franceza
até
agora se
tinha regido era
nestes
termos:—
«A
Maçonaria
tem
por
O
amimpto é grande.
0
assumpto
é
grande,
e
o
jornal
mui
pequeno
para
se
tratar
de
tanta
cousa
em que
ha
necessidade
de
trazer
á
con
sideração
dos
homens
de
bem.
Depois
d
’
nm
silencio
de
uma
ou
duas
semanas,
voltou
o
illuslre
financeiro
de
Lisboa
&
Açores
a
dar-nos
as suas
revis
tas
no «Jornal do
Commercio»;
mas
é
preciso
observar
que
vem
em frase
cor-
recta e
classica
Dizem
uns
que
esta
demora
fôra
por
que estudava
as
altas
questões,
outros
porque
os
da profissão
lhe
faziam
troça
na
praça,
o
que
reprovamos.
Apresenta-se
de testada
lavada, e
ain
da
bem,
que
é
para
nós
deitar
o
cheiro
nauseabundo
das
aves
ou animaes
carní
voros.
Dá-nos
a
boa
not
cia
que
as
obrigações
4o
caminho
de
ferro
do
Douro
e Minho
tem
lido
uma
grande procura,
mas
que
as
acções
dos
bancos
e
companhias
ainda
que sejam
de
Lisboa
&
Açores
ninguém
as quer.
E
’
porque
se
lembram, talvez,
que
este
banco,
que
tem
apenas
dois mH
contos
de
capital
toma
aos
cinco
mil
de
com
promissos
com o
governo,
nos
seus
em
préstimos,
o que
é
na
realidade
operação
tão
arrojada como
foi
a
do Insulano
na
tomada
das obrigações
da
Companhia,
das
Aguas.
Ora
uma
perturbação
no
governo,
co
mo
uma
pavorosa,
ou
mais
do
que
isto,
uma
guerra
civil
como
a
de
1846 e
1847,
ou
mesmo
uma
janeirada
ou
emboscada,
onde
levaria
os imprudentes bancos
que
tal
inconveniência
commetleram?
Iriam
por
esses
ares,
e
sumir-se-hiam
no
espaço,
como
os
balões,
com
grande
contentamento e
descontentamento
d
uns,
e
choramigas
dos illuslres
directores,
que
sendo
aliás
muito respeitáveis,
tem
au-
gmentado
consideravelmente
os
seus
ne
gócios depois
que
tomaram
as
administra
ções
Já
se
diz
que
o
banco
de Lisboa
&
Açores
é
banco
do
governo,
e
que
o in
sulano
é
da
Companhia
das
Aguas;
mas
isto não
é tanto
assim,
chega
para
mais
alguma
cousa,
porque o
seu
concurso
ao
commercio
e
industria
é
notorio.
A
novidade
nova
(inventada ha
annos
pelo
snr.
Sampaio), que
nos
deu
o
nosso
grande
financeiro
da
rua
dos
Capellistas,
de que
ninguém
quer
acções
de
bancos
e
companhias
devia
ser
acompanhada
de
que
apesar das
lições
de
1876
ainda
ha
quem
empregue
muito
capital
em
fundos
hespanhoes,
esquecendo
o
castigo
bem
merecido
das
suas
imprudências.
Na
realidade
os
capitaes
fogem
sempre
para
a
agiotagem
desde
que
se
lhe
le
vantou
o
templo, e
que é, infelizmente,
tão
frequentado.
Capital
em
propriedade
urbana
só
para
ostentação
e
riqueza
dos
senhores,
e
alguns
para
esfolarem
o
com
principio
seu
a
crença na existência de
'
um
Deos, a
immortalidade
da
alma,
e
a
solidariedade
do
homem».
—Este
prin
cipio
declaratorio
fora alterado
pela
se
guinte
maneira—
tirando as
palavras
ex
pressivas
da
crença
na
existência
de
Deos,
na
immortalidade
da
alma;
e
limitando
a
declaração
a uma liberdade
absoluta
de
consciência
e
á solidariedade
humana.
«Portanto,
o
principio
cordeal da Ma
çonaria
em
todos os
tempos—
a
declara
ção
da
crença
na
existência
do
Altíssimo,
e
na
immortalidade
da
alma
ha
sido
sup-
primida,
em
favor
de uma
illimitada
li
berdade
da
consciência
—
e
tudo
o
mais
que
possa
incluir-se
nesta
expressão.
«Pode
questionar-se
sobre
o
que
se
deve
entender
por
estas
mudanças.
Tem
havido
grande
debate
sobre
o
ponto na
França
mesmo,
e
alguns
dos
que tiveram
parte
na mudança,
tem
dito,
que
ella
si
gnifica
apenas
iliberd
de
de
consciência.
Por
outro
lado,
não
foi
este
o
modo
porque
encaravam esta
mudança
um
muito grande
numero
de
Maçons
Fran
cezes.
Nada
menos
de
76
lojas
em
França
protestáram
conba
mudança
tal;
e
mos-
tráram
por
ahi,
como pensavam
delias,
’
e
não
entendiam serem
mudanças só
de
palavras,
mas
de princípios
e
doutrina».
Eis
ahi
a
primeira
parte
do discurso
importantíssimo
de
Lord
Carnarvon;
que
recebe
sobre
tudo
essa
grande
importân
cia, por
sua autbenticidade.
Sou
obrigado
pela hora,
a
defferir
para
communicação
seguinte
o
resto
deste
muito
grave
as
sumpto.
A. R.
SARAIVA.
mercio
pequeno
dos
logistas,
e
habitan
tes
da
cidade
de
Lisboa.
Consta
que
um
estabelecimento
agrí
cola
e
financeiro
mettendo-se
muito na
segunda
parte,
abandonando
a
primeira,
que
devia
ser
o seu forte,
tem os seus
capitaes
muito
envolvidos
nos
governos
dè
Hespanha
e do
Egypto,
que
esperara
desta,
especulação?
Hade
ser
cousa
boa
E
’
a
política
mettida
em tudo.
Desde
que
se
vão
buscar
homens
po
líticos
para
estes
estabelecimentos,
vê
se
que
uns
querendo
restaurar
n
’
uma
parte
o catholicismo
novo
dos moderados, e
n
’oulra sustentar
o
alcorão
caduco, corn-
inellem
d’
estas
imprudências,
e
compro-
mettera
os
capitaes.
Por
outro
lado
lambem
os
vão
bus
car
para
outros
fins.
Ainda
não ha
muilo
se
fez
isto
coin
respeito a
uma
compa
nhia
privilegiada,
e
que
ainda
um
dia
a
cidade
de
Lisboa
será
obrigada
por
causa
d
ella
a
revindicar
,o
que
a
traição
lhe
fez
perder,
porque
o
direito não
perde
Guerrearam-se
os privilégios desde
1820
a
1834, e
assim
se
chamava
a nação
á
vida
pela
liberdade
esperançosa,
e afinal
deslruiram
uns
e
estabeleceram
outros
mais
odiosos,
e
mais
perigosos
e
preju-
diciaes
aos povos.
Ha
companhias
que
são
o
Estado
no
Estado;
não
se póde
entrar
com
ellas,
e
só por
meios
extraordinários,
iguaes
aos
empregados
desde
1820
a
18'3'
a
,
é
que
se
obterá
a
completa
emancipação
da
na
ção e
do
povo.
Somos
amigos
da
legalidade
e
da
or
dem;
mas
quando
esta
é
invadida
pela
anarchia;
é
dever pugnar
pelos direitos
da
nação
e
das
cidades, a
quem
uma
falsa
liberdade
os roubou.
Nada
de
bancos
e
companhias
privi
legiadas.
Direito
igual
*para
todos; liber
dade
do trabalho e
do
commercio
para
todos
os cidadãos
e
para
lodos
os capi
tães,
porque
só assim
póde
haver
prospe
ridade
numa
nação
Desta
generalidade tire-se
a
especiali
dade que
está
á
vista
de
lodos,
e
po
nham
se
as
cousas
na
verdadeira
ordem
moral
que
deve
existir
n
’
um
povo
e na
ção
cultivada.
A
liberdade
que
escravisa
não
é
liber
dade,
é
uma
burla, e
a
burla
é
crime
grave,
punido
em
todos
os
codigos
dos
povos
cultos.
Isto
vae-se,
dizia
um estadista
hespa-
uhol
antes
da revolução
de
1868,
e
foi-
se;
voltou
pela
traição
e
pela
infamia,
mas
hade
tornar pela
força
das
circum-
stancias
3o
mesmo
ponto.
Entre
nós
as
cousas
caminham
a
um
cataclismo
medonho,
porque
a
immorali-
oade,
a
falta
de
probidade,
o
cynismo
com
a hypocrisia
mais
infame
desafia
a
paciên
cia
do
homem
mais
cordato.
0
assumpto
póde
desenvolver-se.
Ha
muito
que escavar,
em
saindo
das
gene
ralidades.
•
•
*
-------- ------------------------
—
Aos
senhores
que
prégatn a
mo
ral
independente
Moral
sem
religião
é
coisa impossível.
Aos
que
pregam
tão
sacrílega
separação
dizia
em
novembro
de
1877
o Ex.“
‘
u
Gas-
taldi,
Arcebispo
de Turim. n’uma eki-.
quentíssima
pastoral
:
«Nem
se
me
diga
querer-se dar aos
meninos
melhor
educação
moral
possível,
mas
que
se
não
deve
confundir
a
moral
com
a
religião
;
que
se
pode
ler
uma
lerfeita
educação
moral
na
qual
não
en
tre
Deus
nem
alguma
palavra
ou
pratica
religiosa.
A
’quelles
que
assim
faliam eu
respondo
:
«E
não vedes
que
quanto
dizeis
é
uma
loucura,
um
absurdo,
um
engano
do
espi
rito
da
natureza
?
e
que
o
dizer moral
sem
religião
é
como
dizer
quadrado
sem
ângulos
rectos,
circulo
sem
raios
eguaes
;
é
dizer
justiça
sem
direito
e
sem
tribu-
naes,
deveres
sem
consciência,
codigos
sem
legisladores
7
«Que
coisa
é
a
moral?
E
’
o
complexo
de
todos
os
deveres
que
o
homem
tem
a
cumprir.
E
qual
é
o
primeiro
dos
de
veres?
Não
é
por
ventura
o
de reconhe
cer,
agradecer
e
adorar
a
Deus,
que
nos
creou,
que
nos
tem
conservado
e
nos
con
serva
a
existência
;
e
do
qual,
como
de
unica
fonte,
recebemos
todos
os
bens
de
que lemos
gosado
até
agora,
de
que
go-
samos
no
presente,
e
do
qual
sómente
depende
todo
o
nosso
bem
para
o
futuro
n’
esta
terra,
e
a
nossa
felicidade
eterna
no
céo
depois
da vida
actual
?
«Vós fallaes de
moral
sem
Deus,
mas
não advertis
que
começaes a moral
com
o
acto
mais
immoral
que existe,
isto
é
com
uma
solemnissima
mentira,
negando
a
Deus
;
com uma
monstruosa
ingratidão,
desconhecendo-lhe
os
benefícios
;
com
um»
varrida
loucura,
fechando
a
unica fonte do
dever
;
com
uma
evidentissima
contradic-
ção,
supprimindo
quanto
em
vós
esiá
toda
a
aucloridade
e
sancção
moral?
Pode
por
ventura
quem
desconhece
Deus
ler
jámais
uma
conscienc
a
capaz
de
enfrear
as
paixões
da soberba,
da
luxu
ria, da
avareza,
da
vingança,
e
ser levado
a aclos
de
virtude? Quem julga
não
ter
obrigações
para
um
Deus pode
jámais
sentir-se
ligado
por alguma obrigação
para
com
os
homens.
«E
por
outra
parte,
que
coisa
é
a
re
ligião
?
Ella
é
o
complexo
de
todos
os
nossos
deveres
para
com
Deus; o
qual
ao
passo
que nos declara
que
o nosso
primeiro
dever
consiste
em
amal-o
com
todo
o
coração,
toda
a
alma,
todas
as
forças,
accrescenta
logo
que
não
podemos
amal-o
senão
amando todos
os homens
d’esta
terra, sem
excepção
alguma, ainda
os nossos
figadaes
inimigos,
e
amando-nos
todos
um por
um como
a
nós
mesmos.
«D
’
aqui
se
vê
ser
coisa manifesta
que,
na
pratica,
moral e religião
são
uma
e
a
mesma
coisa
;
pois
quem
falta
ao
primeiro
ponto
da
moral
quem
não
ama
a
Deus,
e
falta ao segundo
preceito
da religião,
quem
exceplua
do
seu
amor
ainda
que
seja ura
só
homem.
E por conseguinte
pretender
separar
a
moral
da
religião,
é
pretender
o
impossível, é
um
vão
e
sa
crílego
desejo
de
homens
defeituosos
do
coração
ou
da
cabeça.
E o
querer
instruir
e
educar
creanças
e
jovens
sem
lhes
fallar
de
Deus,
e
sem
os
exercitar
praticamente
na
religião
que
Deus
tem
ensinado aos
homens
e
quer
que
elles
pratiquem, não
é educal-os,
mas
pervertel-os,
corrom-
pelos
;
é
formal-Os -ptrra
—
mnal
em
toda
a
sua
extensão,
e
de
modo
algum
edu
cal-os
para
o
bem.»
Até
aqui
o
Ex.
mo
Arcebispo
de
Turim.
Agora
vamos
escutar
um
lestemuho
que
ninguém
poderá taxar
de
suspeito,
nada
menos
que
o
de
um
deputado
fiancez,
constitucional,
do
tempo
de
Luiz
Filippe,
quando
se
tratou
de
supprimir
o
ensino
religioso
nas
escolas,
que
de
mais a
mais
falia
com
o
eloquência
dos
factos.
E
’
ci
tado
pela
Unitá
Catlolica
de
16
de
no
vembro.
«Permitli,
dignos
collegas,
que
antes
da votação
vos
conte
um
facto
do
qual
não
ia
muito
tempo eu
proprio
fui
testemu
nha.
Conheci um
pae
de
família, nobre
o
rico,
hoje
muito
desgraçado.
Educado
na
escola
de
Voltaire,
não
tinha
elle
que
rido
que
seus
filhos
recebessem
algum
ensino
religioso,
e passou pelo desgosto
de
vèr
o
primeiro,
depois
de
malbaratada
a
sua legitima,
associar-se
a malfeitores
e
subir
a
um
patíbulo
;
a
filha
lornar-se
a
fabula
da
cidade
por
sua
desaforada im-
moralidade,
e
o
terceiro
fi
ho
transformado
>elos
vicios
em
cadaver ambulante
entrar
ior
casa dentro
e
expulsar
o
pobre
velho,
depois
de
o
haver
coberto
dos
mais
atro
zes
insultos.
Eu
o
vi
de
novo
no
hospital
de
loucos
de Charenton,
onde nos
mo
mentos
de
lúcido
intervallo,
se
accusa
a
si
mesmo
de
ter
assassinado
os
proprios
filhos,
e
os
seus
gritos
despedaçam o co
ração.
Agora,
senhores,
vede
se
tendes
a
coragem
de
votar
em
favor
da
pro
posta».
A
um
bacharel
pela
universidade
de
Coimbra
ao
qual
anda
alguém
se
lembra
de
ter
ouvido
um
ou
dois
dias
depois
da
sua
formatura entre
outras
impiedades
e
tolices,
que
se
tivesse
filhos
não
permil-
tiria
que
se
lhes
faltasse
de
religião,
e
que
tendo
filhos
os
primeiros
livros
que
hes
faria
ler
seriam
os
de
certo
auctor
anti-calholico
e tem
pouco
moral,
acon
teceu-lhe quasi
o
mesmo.
Se um
filho
não
subiu
ao
cadafalso
não
fui
certamenle
por
que
o
não
mereceu. 0
resto...
pouca
dif-
ferença.
Não
ha coisa mais
natural
;
e
por
que
assim
o
reconhecem
até
mesmo
homens
iouco
ou
nada
religiosos,
é
que
procu
ram
que
seus
tjlhos sejam religiosamenle
educados
no
santo
temor
de
Deus,
e
evi
tam
mostrar-se
impios
em
sua
presença.
Contou-nos
um
amigo
que
o
celebre
me
dico
e
deputado
Dr.
José
de
Moraes
quan
do
se
entregava
a
certas
liberdades
de
livre-pensador
com
seus
collegas,
estava
sempre
espreitando
para
a porta, e
alguma
vez
lhe
escapou
:
«Que
não
oiçam
meus
fiihos!»
Aos que lh
’
o
estranharam
deu
uma severa
lição
accrescentando
:
«Deus
me
livre
que
elles
sigam
as
minhas
idéas
!...»
Este
homem
passava
por materialista
e
atheu;
mas morreu
catholico
«á moda
da
sua
terra,»
pedindo
e recebendo
muito
a
tempo
os
últimos
Sacramentos,
graças
talvez
ás
orações
de
uma
gua
piedosa
fi
lha.
Quem
ignora
que
Diderot,
o
encyclo-
pedista,
ensinava
o
calhecismo
com
todo
o
affecto
e
paciência á
sua
filhinha? que
Jorge
Biron, apezar
de protestantes
e
íeior
que
isso, incrédulo,
entregou
sua
fi-
ha
para educar n’um
convento
a
umas
)oas
freiras
da
Romanha?
e
que, se
qui-
zessemos
exemplos
pátrios,
até
na
redac-
ção
do
Jornal
do
Commercio,
um dos
an
tros mais
horríveis
de
impiedade
em
Por
tugal,
encontraríamos
d
’estas
felizes
con
tradições
para
citar?
Do
mal
o
menor
;
roas
por
que se
não
ha
de
ser
completaroente
logico
?
Maldito
respeito
humano!
maldito
in
teresse,
ou
malditas
paixões
viciosas!
Veja-se
a este
respeito
e
a
outros
si-
milhantes a
nota
3/,
no Appendice
do
Liberalismo
Desmascarado
por
um
Jesuila,
eic.,
cujo
l.° vol.
acaba
de
sair
á
luz
em Guimarães,
desafiando
as
iras
d£
toda
a
liberalasia
que
cerlamenle
lhe
não
hade
responder, porque não
póde.
O Liberalis
mo
Desmascarado, continuação
da
Maçona
ria
Desmascarada,
é
um livro
que
muito
recommendamos
a
todos.
GAZSTILHÍ
Tiro.—
Consta-nos
que
o revd.0
pa
rodio
de
S.
Pedro
de
Merelim
esteve
pa
ra
ser
victima
d
’um tiro
que
dispararam
contra a sua
residência
na
noite
de
31
do
mez
passado.
Ignora
se
quem
foi
o
auclor
d’
este
criminoso
alternado.
O
Meiísageira do
Coração de
de*u*.—
Publicou-se
o
caderno
10
do
tomo
4.°
deste
boletim
publicado
sob
a
direcção
do
revd
mo
dr.
José
Rodrigues
Cosgaya,
e
editado
pela
Livraria
Catho-
lica
portuense.
Este
n.°
corresponde
ao
mez
de ja
neiro
corrente.
■Sibliotheea
da
juventude
cltri-
«tã.—A
Livraria
Catholica
Portuense
vae
emprehender
a publicação
de
pequenos
mas
elegantes
volumes
de
romances
mo-
raes
e religiosos
e
outras
obras
para
a
juventude
christã.
E’
um
emprehendimento
digno
de
toda
a
protecção.
«A
Esperanças.—
Mudou
para
este
titulo
a edição
popular da
«Naçao»,
que
até
o
dia
3
do
corrente
saia
com o
de
«Correio
da
Tarde».
A
«Nação»
começou
desde
aquelle
dia
a
publicar-se
de tarde.
Cura
dos panarieios. —
De
um
nosso
amigo,
diz
a
«Correspondência
de
Portugal»,
tivemos
a
seguinte carta:
«Vi
com
sentimento
que
o
honrado
capitalista
de
Lisboa,
o
snr.
Ribeiro
da
Cunha,
caracter
sympathico
a toda
a
gente
tivera
a
vida
em
perigo
com um
panarício
de
mau
caracter.
O
facto
infe
lizmente
não
é novo.
Alguns
teem tomado
tão
feia
phase
que
a
vida
dos
pacientes
é
declarada
em
perigo
porque
em
alguns
casos
sobrevem
o
tétano.
E
’
porém
occasião
de
contar
um
caso
acontecido
commigo. Tive um
panarício.
Não
ha
de
certo tumor
mais
doloroso!
Eu ardia
em
febre
e
era
chegado
o
mo
mento
da operação,
a
que
tinha
resisti
do
muito.
Mas
ao
mesmo
tempo
entra
no meu
quarto
o
snr.
José
Bernardo
Mendes
da
Fonseca
Vasconcellos,
proprie
tário
de
Freixo
de
Numão.
Oppõe-se o
meu
amigo
á
operação,
e assegura-me a
mim
e
ao
operador
que
me
dará
allivio
em
poucas horas.
Dito e
feito
!
Umas
papas
de
pevides
de
marmello pisadas
a
frio,
e
renovadas
de
tres
em
tres
horas
ao
principio
e
depois
com
maiores
espa
ços
serenou-me
o
horroroso
soffrimenlo,
a
ponto
de
poder
dormir,
o
que não
ti
nha
podido conseguir
havia
quatro
dias.
A
cura
fez-se
rapida
e
fiquei
com
o
dedo
são
e sem
o
mais
pequeno
signal
do
tumor.
—F?
assim,
dizia
o
meu
amigo
José
Bernardo,
que
lá nas
nossas serras cu
ramos
os
panarícios,
e
nunca
este
reme-
dio
falhou.
Dispensamos
o
ferro.
Como
tenho
visto
algum
mundo
tenho encon
trado
remedios populares
que
fariam
a
reputação
de médicos.
nos
que
estavam
na
Herzegovina
marcham
para
a Albania.
Londres
3
—
O
ministro
da
marinha
alTirmou
que
o
governo
decidiu
tomar
parle
na resolução
da
questão
do
Oriente
sem
que
ainda
assim
pessoa
alguma de
seje
a
repetição
da
guerra da
Crimèa.
A
resposta
não
é
considerada
como
offnsiva
para
a
Inglaterra
e
o
ministro
disse
que
antes
de
dar
conhecimento
á
Turquia
da
resposta
da
Rússia
a Ingla
terra
procurará
conhecer
as
intenções
dos
•genéra.es- russos.
Vioviíiienlo do Hospital de S.
Hareo*.''^
Doentes existentes
em 23
de
dezembro:
66
homens
e
83
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda: 10
homens
e
15
mulheres.
Sahiram:
13
homens e
12
mulheres.
Falleceram:
1
homem
e
2
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
29
de dezem
bro:
62
homens
e
84
mulheres.
M. Carlos.—
Lèmos
na
correspondên
cia
de
Paris
para
o «Commercio
do
Por
tos:
•
O
pretendente
D. Carlos,
que chegá-
ra
ha
pouco
a
Paris,
acaba
de
sair de
França
por
ordem
do
nosso
governo.
Deu
se
um
facto
singular,
que
é
referido
do
modo
seguinte
pelo
jornal
«O
Universo»:
«Os
habitantes
de
Passy
foram
testi-
munhas,
hontern
de
manhã,
de um
es-
pectaculo
que
não
deixava
de
ler
certo
attraclivo.
«D. Carlos,
dando
o
braço
a
D.
Isabel
de
Bourbon,
e
as
pessoas do
séquito
da
mãe
do
rei
D.
Affonso
beijando
a
mão
do
duque
de
Madrid
no
proprio
momento
em
que
os
representantes
dos
dous
ramos
de
Hispanha
se
separavam:
eis
aqui
um
d
’
esses
acontecimentos
que
não
se
vèem
lodos
os
dias.
<A
explicação d
’islo
é
muito
simples.
Logo
que
D.
Isabel
soube
que
D.
Carlos
chegára
a Paris,
de
regresso
do
Oriente,
apressou-se
a
visital-o,
como
praticara
com
a
duqueza
de
Madrid.
«Annuncia-se
que
D.
Carlos
pagará
brevemente
a
visita
a
D. Isabel.»
Quando
foram
interrompidas
as
nego
ciações para o
casamento de D.
Affonso
XII com
sua
prima
D.
Mercedes,
disse
ra
se
que
a
rainha
Isabel
se
oppunha ob
stinadamente
a
este
consorcio
e
que
era
a
causa da ruptura das
negociações.
Sabe-se
agora
que
o
rei D. Affonso,
não
podendo
vencer
a
resistência
da
rai
nha-mãe,
decidiu-se
a
prescindir
da
an-
nuencia
de
D.
Isabel.
Esta
veio a
Pa
ris.
O Natal em
Paria. —
Da
mesma
correspondência
extraclamos
o
seguinte:
Natal! Natal!
Segunda feira, á
noute.
Paris
apresentava
um aspecto
festivo.
O
Natal
d
’esle atino
esteve
muito brilhan
te.
O prazer
alliou-se
á
caridade.
A
fes
ta
dos
alsaço-lorenos
leve
logar
no thea-
tro
do
Chatelet, para onde foram
con
vocados
5:000
alsacianos
(entre
elles
3:000
creanças).
pelos
quaes
foram distribuídos
vestuários,
livros,
objectos
uleis
de
toda
a
especie,
bonecos,
golosinas,
etc.,
etc.
O
valor
d
’
estes
objectos
não
era
inferior
a
50:000
francos.
As
egrejas,
á
hora
da
missa
do
gallo,
estiveram
cheias,
principalmente
nos
bair
ros
dos
arrabaldes
de
S
Germano
e
da
Magdalena. Nas
egrejas
dos
bairros
de
operários,
a
aílluencia
não
era
menor.
Mas
o
quadro
mais
curioso
foi aquelle a
que
assisti
no arrabalde
de
S.
Germano.
Eu
ceei
n
’
uma
casa
da
rua
do
Bac,
que
confina
de
um lado
com
a
rua
de
Se-
vres
e do
outro
com
o
edificio
das
Mis
sões
estrangeiras.
Estavamos
á
sobreme-
za,
acabavam
de
dar
doze horas,
quan
do
de
golpe
ouvimos
um
grande
sussur
ro.
Os
convivas
conlemplam-se,
apppli-
cam
o
ouvido. Rehôa
no
immenso
jardim
das
Missões
um
formidável
fragor
de in
strumentos
guerreiros,
depois
ouvem-se
gritos,
cantos,
uma
especie
de
melopeia
de
combale.
—
Não
se
assustem,
diz,
sorrindo,
o
dono
da
casa.
E
’
uma
cousa
muito
cu
riosa.
Vejam!
,E
abriu
a
janella. A
noite
estava
es
cura;
cahia
uma
chuva
fina
e
densa.
E
n
’
esta
obscuridade
apparecem
repentina
mente
duzentos
balões
venezianos,
azues,
vermelhos,
verdes,
de
todas
as
côies,
que
sóbein,
descem,
grupam-se
e
formam
fi-
nalmente
um
espesso
batalhão.
São le
vados
por
jovens
missionários,
de com
prida
sotaina,
e
barba
preta
Os
balões
projectam
n
’este
grupo
de
homens
um
clarão
sinistro.
A
um
gesto
de
um
sa
cerdote,
um tam-lam
chinez abala
os
ares
•
e
regouga
tres
vezes.
A columna
move-
Guerra do
Oriente.—
Os
últimos
lelegrammas relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Ragusa
31
—
Romperam-se
as
negocia
ções
para
a
rendição
de
Antivari. O
com-
mandante
Selim-Pachá, pretendia
sahir
com
as
armas,
bandeiras
e
canhões
para
Scutari.
Os
montenegrinos
recomeçaram
o
bom
bardeamento.
Plymoulh
31
—
A
esquadra
ingleza
de
Mancha
e
os
navios
em commissões
re
ceberam
ordem
de estar
promptos
a
par
tir
em
16
de
janeiro.
Paris
31
—A
agencia
russa
diz
que a
Rússia tomará como
declaração
de
guerra
quaesquer
medidas da
Inglaterra
para
oc-
cupação
territorial
no
Oriente.
A
Rússia
regeitará
qualquer
mediação
que
nãb
seja
pedida
por
ella,
inas
está
prompta
a
ac-
çeitar
as
propostas
da
Porta,
se esta
as
dirigir
isolada
e directamente
ao quartel
general
russo.
Paris
1
—
Os
russos cercam
Sofia, ha
vendo
tomado
sem
resistência
varias
al
deias
fortificadas.
Os
turcos
que
perma
neciam
para
os
lados
do
Lom
vão
em
retirada,
mas
incendiando as
aldeias.
Londres
1
—
As
avançadas
russas
pas
saram
os
Balkans
entre
Abkonak
e
Sofia.
A
sua
cavallaria
occupa
a
estrada
de
Sofia
e
ameaça
o
caminho
de
ferro.
O
«Daily
News»
publica
um
telegram-
ma
de
Vienna
dizendo
que
o
conde
Zichy
embaixador
da
Áustria
em Constantinopla
conseguiu
persuadir
a
Porta
que
designasse
suas
condições
de
armistício
e
as
enviasse
a
Boget
e
ao
gabinete
de Vienna.
A
Rússia
respondeu
á
Inglaterra
que
se
os
turcos
desejam
o
armistício
devem
diri
gi,-se
directaniente
ao
commandante
em
chefe
das
forças
russas.
O
«Times»
não
considera
esta
resposta
oflensiva para
Inglaterra.
A
Rússia
tem
260:000
enfermos
na Bulgaria.
S.
Petersburgo
1
—
E
’
geral
a
convicção
de
que
o
resultado
do
impedimento
de
Inglaterra dependerá
do
espirito
em
que
fôr
iniciada
qualquer tendencia
pacifica,
isto
é,
que
deve
ter
como
ponto
de par
tida
que
as
indicações
de paz
hão
de
corresponder
aos
sacrifícios feitos
pela
Rússia.
Constantinopla
31
—
Varias
potências
convidaram
a Porta
a acceitar
o
armistí
cio.
O
conselho
de ministros
resolveu
acceitar
o
armistício,
mas a
resposta
da
Rússia, por
intermédio
da Inglaterra,
não
é
ainda
conhecida.
Londres
2
—
Tem
havido
numerosos
«meelings»
para
protestar
contra
a
par
ticipação
na
guerra,
decidindo
que o go
verno
não
deve
tomar
compromisso
algum
diplomático
antes
da
abertura
do
parla
mento.
As municipalidades
de
Lee
is
e
Ber-
mingnam
votaram
pela resolução,
pedindo
á
Inglaterra
que mantenha
stricta
a neu
tralidade.
O
«Times»
publica
um
lelegram-
ma
de
Vienna, clizendo
que
o
partido
de
paz de
Constantinopla
faz
grandes
exfor-
ços,
apoiados
por
Mahmova-Pachá
e
Du-
mat,
sendo
provável
que
a
Turquia
faça
propostas
directas
á
Rússia.
Uulro
despacho
de
S.
Petersburgo
as
segura
que
as
negociações
directas
entre
a
Porta
e
o quartel
general
russo
não
explicarão
as
potências neutras
interes
sadas á
Rússia; seria
muito
mais
mode
rada
do
que
se
julgava
sobre
as
condi
ções de
paz,
principalmente
na
questão
dos
Dardanellos.
O
«Standarl»
e o
«Morning Daily
News» dizem
que
a
resposta
da
Rússia
não
é
oflensiva
para
a
Inglaterra.
O
«Daily
Telegraph»
insere
um
telegramma
de
Creta
em
data
de
1
annunciando
que
ten
lo
va
rias
famílias
chrislãs
procurado entrar
no
Retimo,
a população
turca
atacou
as
e
fechou-lhes
as
portas,
perseguindo
de
fa
cas
em
punho
o
cônsul
inglez.
Os soldados
turcos
permaneceram
im
passíveis.
Parts
2—
0
conselho
de
ministros
em
Constantinopla
acceitou
o armistício.
A
agencia russa
repele
que
a
mediação
da
Inglaterra
é
inacceitavel.
A
Rússia
respeita
os direitos
de
terceiro,
e
não
recusa
a
sua cooperação
nas
questões
que
lhe
di
gam
respeito.
A
Rússia,
longe
de
ler
ciú
mes
da
Inglaterra, deseja
antes
a
estreita
união
dos
dois paizes,
cooperando
para
o
bem
geral.
Constantinopla
2—Corre
o boato
de
que
a
Porta
resolveu
enviar Ruschid-Pa-
chá
ao
quartel
general
russo,
para
tractar
do
armisticio.
Paris
3
—Todos
os
corpos
montenegri
se ao
som
d
’
esta
singular
musica.
To
dos
os
missionários
se
esganiçam
a
can
tar:
<
Nasceu o
Menino
Deus!
etc.,
sobre
um
rylhmo
marcial,
compassado
sempre
pelos
monotonos
e
fúnebres
sons
do
lam-
tam.
Os
balões venezianos
oscillam,
dão
volta á
roda
do
immenso
parque;
a
melo
peia
affasla-se,
volta,
vae,
gira,
exlingue-
se;
e
os
multicolores
fogaréos
acabam
por
desapparecer
na
capella,
onde
aquelles
valentes
vão
orar.
—
Carne
para
selvagens!
—diz
brutal
mente
um dos
convivas.
Eflectivamente,
quantos
d
’
entre
elles
voltarão
da
China
ou
da
Cochinchina?
A
parle
curiosa
do
quadro
é
certa
mente
o uso
do
tam-lam
como
instru
mento
musico,
ou de reunião.
O
tam-lam
serve
para tocar
á
missa,
para
annunciar
a
hora
das
refeições,
de
dormir,
etc.,
etc
„
n
aquelle
sublime
albergue
de
martyres»
que
se
chama
as
Missões
estrangeiras.
Contra a* frieira*.—
O
«Jornal
das
senhoras»
do
Porto,
publica
a
seguinte
receita
contra
as
frieiras:
Na
estação
que atravessamos, e
com
o
grande
frio
que
se
tem
feito
sentir,
crêmos
vir
muito
a
proposito
esta
re
ceita.
As
frieiras apparecem
o mais
frequen
temente
nas
mãos,
mas
succede
a
muitas
pessoas
apparecerem lambem
nos
dedos
dos
pés,
no
calcanhar,
no
lobulo
da
ore
lha
ou
na
ponta
do
nariz
Eis
a
receita
contra
o
ílagello hybernicio:
Banhar
os
siiios
atacados
com
uma
agua na
qual
se
fizeram
ferver
balatas,
e
á
qual
se addicionam
algumas gotas
de
extracto
de cambo,
e
depois
applica-
se
uma
pomada
preparada
em
banho-ma4
ria,
composta
dos ingredientes
seguin
tes:
Banha
simples
....
30
graminas
Creosote
........................
10
goias
Extracto de
chumbo
.
10 »
Extracto
de
lhebaina 20 centigrammas.
As
pessoas
que
não
quizerem
usar
d
’
esta
receita,
por
a
acharem complicada,
poderão
usar
de
qualquer
d
’estas.
Banhos
d
’agua
em
que
se
haja
deita
do
a derreter
sal
d
’
alumen.
O
emprego da glycerina.
Quando
as
frieiras
estão
ulceradas
po
dem
applicar
se
compressas
embebidas
em
extracto
de
chumbo
e
aguardente
cam-
phorada
misturados
em
parles
eguaes.
A’ caridade.—
Imploramos
a
carida
de
das
almas
piedosas para
que
se
lem
brem
da
infeliz
Luiza
Ferreira
com
uma
esmola;
acha-se gravemente
enferma,
e
vive era
extrema
miséria.
Reside
na
rua
de
Guadelupe,
n.°
4.
Appelo á caridade.
—
Pedimos
ás
almas
caridosas
uma
esmola
para
o pobre
Antonio
Joaquim
da
Moita,
official
de sa
pateiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultimo
grau
de pobreza,
não
podendo,
pelo
seu
mau
estado
de
saude,
ganhar
meios
para
sua subsistência, de
sua
mulher
e
filhos.
A’* pessoas
caritativa*.—
Na
rua
Direita,
da freguezia
de
S.
Pedro
de
Ma-
ximinos.
n.°
18. existe
uma
entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e filha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soifre
dores
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
’
*
alwia caridosa*. —
Recommen
damos
ás
almas
caridosas
uma infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.
“
13, (solão).
Tendo
80
annos d
’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a qualquer
trabalho,
lucta
com a
miséria extrema.
No
Asylo
de
S.
José
de
S.
Lazaro
ha
dinheiro
para
dar
a
juro
por
escrptura
cem
hypolheca.
Quem
pertender
dirija
o
seu
requerimento
á junta
administradora
do
mesmo
Asylo.
(678)
Quem
quizer
arrendar
a
casa
n.°
7_
no
campo
das Carvalheiras,
falle
com
Joa
quim
Antunes
Alves,
na
rua
do
Campo,
d
’
esla
cidade,
que
está
auctorisado
para
este
fim.
(680)
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Tendo
a
administração
do lheatro
de
S.
Geraldo
resolvido
arrendar
o
mesmo
para
bailes
de
mascaras,
ou
para
ou
tro
qualquer
genero
de
espectaculos
per-
irittido
pelos
estatiuos
do
mesmo
thea-
tro
desde
u dia
20
de
janeiro
de
1878
até
ao
dia
6
de março
do mesmo
an-
no
previne
os
interessados,
afim
de
que
dirijam
as
suas
propostas
em carta
fe
chada
até
ao
dia
15
do
corrente
a
qual
quer
dos
administradores
d’
aquelle
thea-
tro
para
os
fins
convenientes.
Braga
1
de
janeiro
de
1878.
Os
administradores
Visconde
de
Pindella
José Borges de Faria
(679)
José
A.
Freire
de
Andrade.
DINHEIRO
dá-se
sobre
qualquer
obje-
cto
de
valor.
Rua
das
Palhotas
n.°
83.
(681)
COLLEGIO DE
S.
LUIZ
EM
BRAGt.%
As
simpalhias
que
este
Instituto
re
ligioso
e
scientifico
ha
merecido
a
mui
tas
famílias
do
nosso
paiz
teem
sido
su
periores
á
espectativa
que
seu
director
abrigava
ao
lançar
hombros
a tão
bene-
íica, quanto
espinhosa
empreza.
A
prova
está
em
que,
sendo
decorri
do
pouco mais
d
’
um
anno
da
sua
funda
ção,
a
casa
em
que
actualmente
se
en
contra,
não
póde
comportar
os
trinta
e
tantos
alumnos
internos
que
já
possue
com
aquella
harmonia
e
regnlarilade
que
deve
existir
debaixo de
todos
os pontos
de
vista.
Mas
tendo
presistido
á
fundação
d
’
es-
te
estabelecimento o
ardente
desejo
du
promover,
nos
tempos
actuaes,
os sagra
dos
e
ponderosos
interesses
da
Egreja
e
da
sociedade,
e
desejando
portanto
o seu
director
corresponder
á
benevolencia
e con
fiança
que
tem
recebido
dos
chefes
de
família,
julgou
dever
proporcionar
aos
jo
vens
educandos
uma casa
que
reunisse
todas
as condições
e
elementos
necessá
rios
debaixo do
ponto
de
vista
material,
disciplinar,
religioso,
e
litlerario.
E
na verdade,
depois
de
dados
não
poucos
passos
e
vencidas
algumas
diífi-
culdades
nada
deixa a
desejar
por
qual
quer
lado
que
se
considere
Ao
passo
que
é situado
na
cidade,
é
como
se
o
fora
em
plena
aldeia
da
luxuriante
e
saudavel
pio-
vincia
do
Minho.
Além
de
grandes
e
apra-
siveis
recreios
no
campo
e
inleriormente
para
dias
chuvosos,
possue
vastos
salões
para
durmitorios,
aulas,
e
quartos
de
pre
feitos
e
professores,
de lórma a poder
comportar
para
cima
de
100
alumnos.
Por
dentro
e
por
fóra
é
construída,
com mais
que
aceio,
com
luxo, pois é,
quando
não
mais,
um
dos
melhores
palacios
da
Roma
Portugueza.
N
’este Collegio
se
ensinam,
(como
con
sta
do
seu
programma, que
será
enviado
a
quem
o
requisitar),
pelo
que respeita á
parle
lideraria,
lodo
o
curso
dos
prepa
ratórios;
e
pelo
que
diz
respeito á
parte
religiosa,
além
do
máximo
escrupulo na
escolha
dos compêndios
adoplados
e
nas
pessoas
que
fazem
parte
do
professorado
e
corpo
disciplinar,
ha
lambem
uma aula
de
curso
elementar
de
Religião
(catechese)
nos
dias
feriados;
e
em
breve
haverá
uma
outra
aula
de
curso
superior
de
Religião,
na qual
serão matriculados
lodos
os
alum
nos
de
inslrucção secundaria:
isto,
além
do Director
Espiritual,
que assistirá aos
alumnos
com
paternal
solicitude.
A
mudança
da casa
estará
effectuada
nos princípios
do
proximo
mez
de janei
ro,
precisamenle
no fim
das
ferias
do
Na
tal.
(667)
rt I SCH.F
Pertende-se
fallar,
para
sua utilidade,
com
Francisco
da
Cunha
Abreu,
(ilho
na
tural
de Joaquina
Rosa,
da
cidade
de
Guimarães,
aonde
nasceu,
mas
residiu
em
Braga desde
creança,
e
d’
aqui
foi
pa
ra
o
Porto
para
um
armazém
de
solla
lia
cerca de
10 annos
Pode
dirigir-se
a
Lu iza
Maria
Gomes,
largo
de
S.
Sebas
tião,
Braga.
(677)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
cjr
.«
x
»«
rk
:
si
'
c
-;1
o
»
k
prkç
«
s
NA
8.
a
(MS4E,
Para
S.
Vicente,
Pernambuco, Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayres
Acceilando
lambem
passageiros
de
3.'
1
classe,
com
trasbordo
no
Bio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPI\AS,
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior do Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco
PELtt MSÍS.V1O FREÇ® P»RA 0 RIO »E JA1VEIRO
IMQOETIS
A
a
vi
H
u
E
LISBOA
NEVA
.....................
13 de
Janeiro
I
ELBE......................... 13
de
Fevereiro
MONDEGO.
.
.
28
de
Janeiro
(
MINHO
....
1
de
Março
PREÇOS
GOMMODOS
Cada
paqtiete «Tensta eoiupanhia
leva
a
bordo
eriadai
e
cwginbeiros
poi-tiigurzeH
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
na
elasgea.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
proiinciul,
a
conducção para,
Lisboa é
por
conta
da
C
mpanhia.
Os
passageiros
com trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante a
demora precisa para
obter
trasbordo.
A
bordo
ob
posatogeiro* t«em
grátis cama, roupa de
eatna, co
mida
feitsk
por esoiiitiieiriH
portugueses, vinho <1
hub
vezes por
dia,
assistência medica, serviço de criadoa e entras despezns.
A
EXPE.RIENC1A
de
mais
de
um
quarto
de
século tem
feito
com
que
os
paquetes
d’
esta
companhia
(a
mais
antiga na
carreira
do
Brazii)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso
pela limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo, e
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência que
teem
de
passageiros
e
pelos innu-
meros
agradecimentos que
hi
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
ma'as do
correio, e
por
este
serviço recebe a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
coaduzir
Suas
Magestades
o Imperador
è Impe
ratriz
do Brazil, como também S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas as
principaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua do
Souto.
Banco
Commercial
de Braga
Por ordem
do
exm
0
presidente da
as
sembleia
geral
convidam-se
os
srirs.
ac
cionislas
d'este
banco
a
reunirern-se
em
assembleia
geral
no
dia
10
do
corrente,
pelas
10
horas da
manhã
na
casa
do
mesmo banco
para
os
(ins
designados
no
artigo
25
dos
estatutos.
A
lista
dos
snrs. accionistas
acham
se
á
disposição
dos
mesmos
snrs.
na
lhe-
souraria
do
banco,
e
na
sua
caixa
Filial
no
Porto.
Braga
2
de
janeiro de
1878.
O
secretario.
Gonçalo
Anlão
de
Macedo
Sá
e
Abreu.
REPRESENTAÇÃO
DA
GAMARA
MUNICIPAL
A
assignatura
dos
cidadãos
que
adherem
á
representação
que
a
ca-
mara
municipal
d
i
rije
a
S.
Magesta-
de,
para
sobreestar
na
perlenção
da
Companhia
do
caminho
de
ferro do
Porto
á
Povoa
do
Varzim
e
Villa
No
va de
Famalicão,
de
seguir
com
a
mesma estrada
até
Chaves,
acha-se
nas casas
dos
snrs.
Manoel
Bento
de
Carvalho,
ao
cruzeiro
da
Senhora
Branca
—
Malhias
Dias
da
Fonseca,
largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
e
Manoel Ignacio
da
Silva Braga, ao
arco da
Porta
Nova.
Jeronymo José
Pereira Pinheiro
&
Fi
lhos,
participam
que
admitliram
para
so-
cio
da
sua
casa
commercial
desde
o
dia
l.
°
de
outubro
de
1877,
seu
irmão Ma
noel Cândido
Pereira Pinheiro, e
que
a
firma
social
passa
a
ser
d
’
aqui em
diante
(676)
Pinheiros &
Irmão.
MESSAGEI
k
O
Almanak
para
1878
Por
José
d'Oliveira
Cardoso.
A’
venda
nas
principaes livrarias
e
em
casa
de
João
Ignacio
Berq^rdino,
em
Fol-
gosa
do
Douro.
Preço
50
rs.
e
a
40
rs.
de
10
exem
plares para
cima.
(674)
Grande
«iepositn
«le holacha
e
hiMCOtiloH «ia
Fabrica Nacional a
vapor, em JLisboa
DE
Eduardo
Conceição
Silva
ã
Irmão
Deposito
no
Porto,
rua
dos
Inglezes,
38
—42
N
’
esle
grande
deposito
se
vendem
as
bem conhecidas
qualidades
de
bolacha
e
biscoutos,
qualidades
estas
que
rivalisam
com
as
inglezas,
e
teem
a
vantagem
de
serem
sempre
frescas
e
muito
mais
bara
tas,
tanto
em
caixas
como
avulso;
porisso
chamamos
a attenção dos
snrs.
consum-
midores.
N’
esie
mesmo
deposito
se
vendem
fa
rinhas
«las principaes
fabricas
de
Lisboa:
de Bento
Antonio,
João
de
Brito
Caramujo,
Manoel
José
Gomes,
&
Filhos,
e
da
NACIONAL,
EM SANTO
AMARO.
(664)
CIRURGIÃO RBMT1STA
DA
Escola
Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
No SJeito
«S
f
Vinbms
elo
»■«>
—
rua
de S.
Marcos n.°
15 —
ha
as
seguintes qualidades
de
vinhos
:
Palhete,
—
Meza
n.°
1.
Estes
vinhos
teem,
augtnento
de 10
reis
e
garrafa.
Sem
nugme.ntu «!e prero i
—
F.
n.°
I
;
F.
n.»
2
;
F.
n.°
3
;
F.
n.°
5.
=
V.
n.u I
;
V.
n.°
2
;
V.
n.°
3
; V.
n.°
4
<=Bastardo
de
1863
=
Vinho
branco
n.°
1
;
=*
Vinho
branco
n.° 2.
Vinho
branco
de
1863.
=
Moscatel
n.°
1
;
Moscatel
n.
v
2;
Moscatel
secco
—
Malvasia
adamada
n.°
2 = Malvasia
secca.
=
Gcropiga
loira
;
Ge-
I ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1;
Lagrima
loira.
especialidades
Vinho
de 1840=
Alvaralhãode
1840
—
Roncão
de
1820=
Lacrima-chrisli.
Vinílaos
de
diflerentes proeeden-
eii»«
:
Collares
;
Madeira,
de diversos
pre
ços
e
•muiio
baratos
;
Xerez;
Moscatel
de
Setúbal
;
vinho de
Valdepena
;
Bordéus ;
Champa'gne.
NO MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA
:
Doce
de
toda
a qualidade
de
fructa,
tanto
em
sêcco como
em
calda
;
licores
francezes
;
massas
para
sopa
;
farinha
de
diversos
legumes
;
conservas
; mostarda
;
peixe d’escabeclie
;
sardinhas
de
Nantes;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com
caixas
de cartão
muito
bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e preto ;
bolacha
ingleza
de
diversas
—
rpra+nhiffes ; biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
;
quei
jo
londrino,
papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas
próprias
para
o Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Ha um
excellenle
restaurante,
e
se
apromptam
consoadas
de qualquer
comi
da,
tanto
em carne, como
em
doce.
=
Tem
sempre
fiambre,
e
aos
domiugos
fazem-se
alli
pasielinhos
de massa
á
franceza,
tanto
de
caroe
como
de
diversos
doces
=
Mor-
cellas
de lombo de
porco e de
doce: aprom-
lando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
— RUA
DE
S.
MARCOS
—
15
(643)
Compra-se
um
prédio
de
casas
no
cen
tro
da
cidade que
esteja
bem
construído
e
que
seja
aceado, não
se
faz
questão
de
preço, contanto
que
não
exceda
a
réis
15:0í)0$000.
Quem o tiver
nestas
condições
póde
fallar no
escriptorio
deste
jornal.
(67o)
PROFESSOR
DE
COMMERCIO
Acaba
de
chegar
a
esta
cidade
um
professor
com
muitos
annos de
pratica
de
ensino
do
curso
completo, etc.
Também
lecciona
só
qualquer
das dis
ciplinas, como:
escripturação
mercantil
ge
ral
ou
especial,
contabilidade
commercial,
systema
monetário
e
cambial,
metrologia
universal;
geographia,
historia
e
direito
commercial;
algébra,
economia
política,
dezenho,
callygraphia,
línguas,
etc.
Está
aberta
a matricula
até
ao
l.° de
dezembro,
dia
em
que
se
inaugurará
o
curso.
Preço
em
classe
—
2^500
(Curso
diurno
Parlicularmenle—
4$oOO)
e
nocturno.
Rua
do
Conselheiro
Januario, 31.
(622)
Solicitador
—
A. Lopes da
Gama
—
Tnypa» n.° 5 — S*orto
<613)
COAIMITOK
Quem
quizer
ser
coadjutor
em
S.
La-
zaro,
falle
com
o
parocho.
BRAGA,
TYP0GRAPHIA LUSITANA—1877
Parte de Comércio do Minho (O)
