Echos do Minho
- Descrição
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Echos do Minho, n.º 0122, de 14/03/1912.
Equipa: Director e proprietario: José Joaquim Pereira Villela; Administrador: Francisco José de Paiva; Editor: Clemente de Campos Almeida Peixoto
[Destaques de Capa]
- Inexplicavel moralidade (Não especificado) [Política]
- Portugal d'hoje e Portugal d'outr'ora (Não especificado) [Patriotismo]
- O general Malaquias de Lemos diz que não beijou a bandeira (Não especificado) [Política]
- A prisão do ministro inglez em Beja (Não especificado) [Diplomacia]
- Cousas do Registo Civil (Não especificado) [Administração Pública]
- O Tribunal das Trinas - O seu fim (Zarco) [Justiça]
- O Clero da Archidiocese de Braga, e o Senhor Arcebispo Primaz (Clero do Arciprestado de Guimarães) [Religião]
- E' inqualificavel! Um attentado contra a liberdade de consciencia (Não especificado) [Religião]
[Conteúdo Gerado por Inteligência Artificial, pode conter erros] - Data
- 1912
- Criador
- Director e proprietario: José Joaquim Pereira Villela
- Administrador: Francisco José de Paiva
- Editor: Clemente de Campos Almeida Peixoto
- Abrangência espacial
- Braga
- Data de emissão
- 14 de março de 1912
- É parte de
- Echos do Minho
- volume
- 122
- Titular dos direitos
- Biblioteca Pública de Braga
- Contribuidor
- pt Digitalização realizada no âmbito do projeto NORTE2030-FEDER-02711500, financiado pelo Programa Regional do Norte 2021-2027 (NORTE2030).
- Conjuntos de itens
- Echos do Minho