comerciominho_16031878_763.xml
- conteúdo
-
FOLUA.
BllEILWíOSA
K3 KOTICIOSAk.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
6.°
ANNO
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes
..............................
1§600
»
6
»
..........................
Correspondências
parlic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição
....................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS TERÇÃS,
QUINTAS
E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSÍGNATURA
Províncias,
12
mezes
.....................
»
(i
»
.....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte. .
Folha
avulso
................................
2&000
1$050
3&600
3&600
10
N.° 763
reas
de
via
reduzida
que,
partindo
de
Cha
ves
pelo vai
do
Tamega,
uma
vá
encon
irar
o caminho
de
ferro
do
Minho, na
estação
de
Famaiicão,
e
outra
a
do
Douro
na
estação
da
Regua.
2.°
Que
lhe
seja
concedida
a
sub
venção
de
7:000^000
reis
por
cada
ki-
lometro
d’
eslas
vias
ferreas
para
con
struir.
Pelo
que
respeita
ás direclrizes
das
linhas propostas,
reconhece
esta
junta,
que
ellas
serviriam
direclamente
as
im
portantes
povoações
de
Chaves,
Fafe
e
Guimarães,
que
pela
estação
de
Famali-
cão
íicariam
ligadas
com
o
caminho
de
fe
ro
do
Minho,
e
hem
assim
Villa
Pouca
d
’
Aguiar
e
Villa Real,
que
pela
e-tação
da
Regua
se
ligariam
ao caminho de
ferro
do Douro.
Nenhuma planta
mostra
porém quaes
serão reaimente
as
posições
das
directri-
zes
que resultarão da
forma
do
terreno,
faltando
egualmente
os
perfis
ou
cotas
que
indiquem
quaes
as
declivilades
que
será
preciso
admittir
na construcção
d'estas
vias
ferreas,
para
se
vencerem
os
notá
veis
accidemes
do
terreno,
que
n
’
esta
parte
do
paiz
constituem verda
feiras
dif-
iiculdades
á
realisação
das boas
condições
de
viabilidade,
dilliculdades
que
talv.
z
não
iam
ser vencidas
senão
á
custa
de
taes
desenvolvimentos nos
traçados
que
lhe
façam
perder
o
seu
caracter
primiti
vo
e
as
vantagens
que
se
lhes
attri-
buem.
Quanto
á
subvenção
pedida
pela
com
panhia
parece
a
esta
junta
que
a
im
portância
de
7:000$00l)
reis
por
kilome-
tro
não
será
exagerada,
em
altenção
ao
custo das
obras
que
no
terreno
de
que
se
trata
não
pode
deixar
de
ser
elevado,
e
pela consideração
de
que
o
rendimento
kilomelrico
da
exploração
será
provavel
mente
pouco considerável,
pelo menos
nos
primeiros
annos.
Deve
porém
observar-se
que
lodos os
raciocínios
e
cálculos que
se
baseiam
nas
presumidas
intenções
das
vias
ferreas propostas,
carecem de fun
damento
emquanlj
os
estudos
dos
res-
pectivos
projectos
não mostrarem
com
a
necessária
clareza
e
precisão,
a
verdadeira
posição
das direclrizes adoptadas
e
a
sua
extensão definitiva, que
provavelmente
será
muito
maior
do
que
a
proposta
pela com
panhia.
Esta
incerteza
sobre
o verdadeiro
com
primento
das
linhas
a
consltuir
obsta
a
que
se
possa
fixar
a
importância
total
da quantia
com
que
o
estado
leria de
concorrer
para
a
sua
execução,
quantia
que
dependeria
também
dos orçamentos
approvados
e
do
calculo
do
rendimento
provável
da
exploração.
Julga esta
junta
conveniente observar
que
entre
Bougado
e
Santo
Thyrso está
em
construcção
pela
«Minho distric
rail-
way
company
limited»
um
caminho
de
fer
ro
com
a
largura
de
via
de
lm
,(57
para
ser
explorado
por
locumotivas,
devendo
prolongar-se
até
Guimarães,
segundo
o
actual
estado
da
concessão,
a que
se
re
fere
o
decreto
de
18 de fevereiro
de
1875
Entende
esta
junta
consultiva,
em
vista
do
que
fica
exposto,
que
para
ga
rantir
a
boa
distribuição
das vias
ferreas
no
paiz,
obter
as
melhores
condições
da
sua
construcção
e
do
seu
uso
na satisfa
ção
das
necessidades
publicas,
e
para
regular
e facilitar
a
solução
de
pretenções
d’
esla
natureza,
muito
conveniente
seria
que
fossem adoptadas
as
seguintes
dispo
sições:
f.°
Que
com a
maior
urgência
se
proceda
á
organisação
do
plano geral
dos
caminhos
de
ferro
do paiz
para ser ap
provado
e
determinado
por
lei,
devendo
a
elaboração
d’
este
plano
e
os
respeclivos
BRAC
í
A
—SABBABO
16 DE
fflLARÇO
DE
1898
Caminho de ferro para Chaves,
Debaixo
desta
epigrafe,
e
precedido
d
’
algumas
palavras directivas,
a
«Religião
e
Patrias,
de
Guimarães,
publica
o
se
guinte
parecer
da Junta
Consultiva
d
’
Obras
publicas:
«A
proposta
apresentada
pela
compa
nhia
do
caminho
de
ferro
do Porto
á
Povoa
de
Varzim envolve
uma
importante
questão
de
administração publica,
não
só
porque
se
trata
de
determinar o
systema
de
vias
ferreas
a
construir
na
provincia
de Traz-os-Monles; mas
lambem
porque
se
pretende fixar
o
modo
de occorrer
aos
encargos
da
sua
construcção.
E
’
tão
impoitante
a
influencia
das
vias
feireas
sobre
o
desenvolvimento
da
riqueza
publica,
e
sobre
a
administração
e
defeza
do
paiz,
que não
deve,
por
consideração
al
guma,
um
tão
poderoso
meio
de
acçào
e
de progresso,
deixar
de
ficar
á
inteira
e
eflicaz
disposição
do
governo
da nação;
d
’aqui
a
necessidade
de que
o
poder cen
tral
intervenha,
dirigindo
superiorinenle
o
traçado,
construção
e
a
exploração
das
vias
ferreas,
quer
seja
conslruido-as
di-
rectamente,
com
fundos
do
thesouro
pu
blico,
como
acontece
com as
estradas
or
dinárias,
quer
seja
concedendo
auxilio
pela
forma
mais
conveniente
ás emprezas
que
se
encarreguem
da
sua
construcção,
sendo
essencial
que
a
propriedade
e posse
das
vias
ferreas
do paiz
seja
reversível
para
o
estado
em
períodos
determinados,
mediante
as
justas
indemnisações
que
forem
devidas,
segundo
os
contratos.
Por
outro
lado
é
também
da
maior
impoitancia
que
as
vias
de
communica-
ção
accelerada
sejam
construídas segundo
as
direclrizes
mais
convenientes
aos in
teresses
públicos,
e
segundo
as
melhores
condições
leclmicas
e
económicas
que
per-
mittirem
a
forma
e
natureza
do
terreno,
afim
de
que
dos
sacrifícios
feitos
para
se
obltrem
estes
poderosos
meios
de
prosperidade
publica,
se
consigam
os
me
lhores
resultados
possíveis;
d’
aqui
a ne
cessidade
da organisação
de um
plano
geral
de
vias
ferreas
para
lodo
o paiz,
não
devendo
nenhuma
via
de
communi-
caçâo d
’
esta
natureza
ser
construída
se
não
fizer
parle
da
rede
geral
determi
nada.
E
’
certo
que
as
emprezas
constructo-
ras
de caminhos de
ferro
podem
dispor
de
pessoal
competente
para
o
estudo
das
linhas, cuja adjudicação
solicitam,
mas
ha sempre a
leceiar
que
ellas
tenham
mais
em
vista
o
seu
interesse
parti
cular
de
que
os
interesses
gerae* do
paiz.
E’
por
esta
razão
que
se
torna
ne
cessário
que
seja
o
estado quem,
pelos
funccionarios
seus
dependentes,
faça
es
tudar
o
plano
geral
das
direclrizes
das
vias
ferreas
que
devem
formar
a
rede
das
communicações
acceleradas.
Nenhuma
via
ferrea
deverá
ser con-
stiuida,
com
auxilio
do
estado ou
sem
«He,
se a
direclriz se
não
achar
incluída
no
plano
geral devidamente approvado,
e
se
a
seu
respeito não tiverem
sido
cum
pridas
todas
as
disposições
da
lei
que
deve
regular
esta
matéria, como aliás
tem
por
mais
de
uma
vez sido recom-
meudado
por
esta
junta.
Tratando
agora
do
que
propõe
a com
panhia
do
caminho
de
ferro
do Porto
á
Povoa
de
Varzim,
na
sua
memória,
nom
esta
junta
que
aquella
companhia
A
concessão
de
duas
linhas
fer
estudos
serem
executados
por
funcciona
rios dependentes
do governo,
convindo
determinar
em
primeiro
logar
os
pontos
forçados
dos
traçados
por
meio
de
reco
nhecimentos
feitos sobre
terrenos,
e
pro
ceder
depois
aos
estudos
dos
projectos
definitivos,
quando
o governo o
julgar
conveniente;
2.
°
Que
nenhuma
linha
ferrea
de
in
leresse
gerai deve
ser
concedida,
com
auxilio
do
governo
ou
sem
elle,
sem
que
faça
parte
do
plano
geral
determinado
por
lei,
e
só
depois de approvados
os
respe-
ctivos projectos
definitivos,
e em
virtude
de
lei
especial
que
auctorise
a
imtnediala
construcção da
linha;
3.
®
Que
na
lei
que approvar
o
plano
geral
das
linhas
ferreas se
comprehendam
as
disposições
necessarias
para
regular
a
forma
e
condições
da
concessão,
estudos,
construcção e exploração
das
mesmas li
nhas,
qualquer que
seja
o
motor
empregado
na
tracção
dos
vehiculos;
4.
°
Que
todas
as
linhas
ferreas,
com
o
auxilio
do governo
ou
sem
elle, re
verterão
á
propriedade
e posse
do es
tado,
em
prasos
não
superiores
a no
venta
e
nove
annos,
reservando-se
ainda
o
governo
o
direito
de
resgatar
as
linhas
ferreas
nos
p
riodos
que
forem
determi
nados
nos
com
ratos
antes
de findarem
cs
referidos
prados;
5.
®
Que o governo reserve
o
direito
de
exercer
pelos
seus
agentes toda
a
fis-
calisação
que
julgar
conveniente,
tanto
na
execução
dos
estudos
como
na
conslruc-
ção
e
exploração
de
todas
as linhas
fer
reas
que
concedeu,
obrigando-se
as
com
panhias
concessionárias
a
fornecer
todos
os
esclarecimentos
que
lhes forem
exi
gidos
pelo
governo
e
nas
occasiões
em
que
este
os
julgar
necessário?,
e bem
assim
a
coadjuvar
os
serviços
públicos,
por todos
os
meios possíveis,
segundo
fôr
estabelecidos
nos
contractos;
G.®
Que
será
justo
e
conveniente que
o estado
concorra,
quando
fôr necessá
rio,
com um
auxilio
para
a
construcção
das vias
ferreas
legalmente
auclorisadas
sob
a fórrna que
fôr
julgada
mais
con
veniente,
dependendo
a
importância
d’
es-
te
auxilio
do completo conhecimento
das
condições
da
linhas
a
construir,
do
seu
rendimento
provável
e
dos
interesses
eco-
nomicos
e defeza
do
paiz,
que
tenham
de
ser
allendidos;
7.
°
Que
a
qualquer
companhia
ou
par
ticular
poderá
ser
concedida
a
faculdade
de
fazerem
estudar
á
sua custa
e
sob
a
fiscalisação
do
governo,
os
projectos
das
vias
ferreas
de
que pretenderem
a
con
cessão
em
uma
linha
determinada
por
lei
e
com
auclorisação do governo,
respon-
sabilisando
se
as
mesmas
companhias
ou
particulares
pelos
prejuízos que na
execu
ção
dos
estudos
possam
causar,
e median
te
as
garantias
que
o
governo
julgar
ne
cessarias,
segundo
o
que
estabelecem
os
respeclivos
regulamentos.
São
estes
os princípios
segundo
os
quaes
esta
junta
entende
devem
ser
re
guladas
as concessões
de
novas
vias
fer
reas.
Não
tendo
a
companhia
do
caminho
da
ferro
do
Porto
á
Povoa
de
Varzim
acom
panhado
a
memória
em
que
solicita
a
concessão
das
linhas
ferreas
de
Chaves
a
Famaiicão
e
á
Regoa,
com
os respeclivos
projectos
ou
ao
menos
com
os
esclareci
mentos
e dados
mais
indispensáveis
paca
se conhecerem
devidamente quaes
as
ver
dadeiras
condições
technicas
e
económi
cas
em
que
íicariam
aquellas
linhas, pa
ra
a
construcção
das
quaes
pede
a
mes
ma
companhia
a
subvenção
de.
7:000-^000
reis
por
kilomelro,
não
se
julga
esta
jun
ta
suflicienlemente
habilitada
para ennttir
um
parecer
sobre
o
deferimento
d
’
esta
pre-
tenção.
Attendendo,
porém,
á
demora
que
ine
vitavelmente
haverá
na
organisação
do
pla
no
geral
das
vias
ferreas
do
paiz
e
á
urgência
de
dotar a
provincia
de
Traz-
os-Montes,
com
as
vias de
communicação
accelerada,
de
cuja
exploração
advirá
ás
linhas
ferreas
do
estado
do
Minho
e
Dou
ro
notável
augmento
de
receita;
Convindo
animar
a
iniciativa
particu
lar
no
emprehendimento
d
’eslas
obras
e
na applicação dos
capilaes existentes
no
paiz
á
realisação
de melhoramentos
de
tão
reconhecida
e urgente
necessidade;
Sendo
por
outro
lado
certo
que a
re
ferida
companhia
(em
dado
evidentes
pro
vas dos
seus
recursos
e seriedade
na
construcção
das
vias ferreas
do
Porto
á
Povoa
de
Varzim
e
do
seu
prolongamen
to
até
Villa
Nova
de Famaiicão,
a
primei
ra
das
quaes
está
em
regular
exploração
com
grande
vantagem
para
o
publico
e
sem
encargo
algum
para
o
estado, pare
ce
a
esta
junta
consultiva
que
a
preten
são de
que
se
irada
poderá
ser
a
[tendi
da
quando
forem
apresentados
projectos
das
vias
ferreas
solicitadas,
se
elles
mos
trarem
que
as direclrizes e
as condicções
technicas e econornicas
adoptadas
são
as
que
mais convém
aos
interessec
geraes
do
paiz»
Por
este
parecer,
com
que
nos
con
formámos,
vê-se
claramente
que
a Com
panhia
do
caminho
de
ferro
do
Porto
á
Povoa, apdada pelos
capitalistas
e
in
fluentes
de
Guimarães,
tem
já
trabalhado
e
muito;
emquanto
nós só
temos
pala
vreado.
De
cada
vez mais
nos
vamos
ca
pacitando
de.que neste
negocio
anda
quem
mire
a
tirar
d
’elle
partido
político
de
pre
ferencia
aos
interesses
da
localidade.
Isto
mesmo
já
o
ouvimos
ás
pessoas
imparciaes,
que
teimam
em
querer
mais
ovos
e
me
nos
flores.
Diz-se
no
parecer:
Julga
esta
junta
cenvenienle
observar
que
entre Bougado
e
Santo
Thyrso
está
em
construcção
pela
t
Minho
dislrict
rail-
way
company
limited»
um
caminho
de
ferro
com
a
largura
de via de
4'
n
,67
para
ser
explorado
por
locomotivas,
devendo
prolongar-se
até
Guimarães,
segundo
o
actual
estado da
concessão,
a
que
se
re
fere
o
decreto
de 48
de
fevereiro
de
4875.
Esta
observação
da
Junta
vem corro
borar
o
que por
vezes
temos
dicto:
—
que
tendo
sido
leita
uma
concessão
á
compa
nhia
Minho dislrict
railway,
e
havendo
esta
já
feito obras,
não
é
possível
que
vão
para
Guimarães
dois
caminhos
de
ferro
parallelos.
Ora como
em
Braga ninguém
se po
dia lembrar
que
tal
fosse
a
prelenção
de
Guimarães;
porisso
não
foi ainda
organi-
sada
uma
planta
em
fórma
para
ser
apre
sentada
ao
governo,
afim
de
este
a
man
dar
examinar
juntamente
com
as
duas
de
Guimarães.
Embora
um
pouco
tarde,
ali
mentamos
a
esperança
de
que,
sendo
aos
poderes
competentes
apresentada
uma
direclriz
preferível,
mais
economica
e
que
melhor
satisfaça aos
povos
do
norte
da
arovincia,
esses
puderes
não
deixarão de
a
tomarem
na
conta
devida,
não
conce
dendo
privilégios
a
uma
companhia
p.io
unico
facto
de
ter
esta
mais
amigos que
a
protejam.
Dissemol-o,
c
repelimos
mais
uma
vez:
nada
de
precipitações
neste
negocio;
ma
dureza
e
circumspecção
é
o
que
recom-
mendamos
como
absolutamente
indmen-
sa
vel.
A
percgrisação perlitgueM «
£5oma.
xxv
(Conchuàoj
Concluirei
pela
mesma
fórina
por
que
principiei.
Estou
convencido
de
que
a
peregri
nação
porlugueza
de
18(
7
não
será
a ul
tima.
Portugal,
que
por
aqueila
occasião
des
pertou
do
profundo
lelhargo
em
que
ha
tantos
annos
jazia, não
deixará
emtnur-
checer
os
louros, então,
com tanta
gloria,
colhidos.
A
peregrinação
porlugueza recordou aos
povos
estranhos
os
grandes
fastos
da
nossa
historia.
Cumpre não lh
’os
deixar
outra
vez
esquecer.
Os
nossos antepassados legaram
nos
um
nome,
qne
devemos
conservar.
Heroes,
combatendo
pela
fé, é
pela
fé
também
que nós honraremos sua me
mória.
O
grande
movimento
religioso
do
nosso
século
st
rá
na
histeria
um
motivo
de
en
grandecimento
para
os
povos
que
o
acom
panharem.
Sigamol-o,
pois,
qne
é
dever
imposto
pelos
nossos avós.
Não
julguemos
que
é
muito
o
primeiro
passo
que
dêmos.
Com
o
perigo que
augmenta,
cresce a
obrigação
que
nos
chama.
Avante
pois
!
Voltaremos
a
Lourdes
e
a
Roma,
uma,
muitas
vezes, até
que
o céo
se canse
de
nossas
supplicas,
e
o
inferno
trema
de
nossa
constância.
Portugal
tem
no
amor do
Papa
uma
divida
grande,
que
necessita
pagar.
Pagai
a-heoios, pois,
nós,
que
somos
seus
filhos
A
fé
sobrepõe-se á
política
;
e embora
esta
lhe
crie
por
vezes diíiiculdades,
não
entibiará nunca
nossa dedicação.
M.
MARINHO.
Lêmos em a
«Nação»:
Estamos
auctorisados
para
annunciar
que
o
Senhor
Dom
Miguel
de
Bragança,
quando
foi apresentar
a
expressão
do
seu
respeito
e
filial
adhesão
ao
Papa
Leão
XIII, de
quem recebeu
todas
as
distinc-
ções,
pediu e
obteve
de Sua
Santidade
uma
bênção
especial
para
Portugal.
A PIO IX.
Se
o teu
vulto
gigante
é
já
da
historia,
Que
o perpassar
dos
tempos
desafia;
Hão
de os
tempos
correr,
e dia
a
dia
Mais
se
ha de
sublimar
tua
memória.
Impassível no mar da eterna
gloria,
Do
mysterio,
da
paz,
e
da
alegria,
Se
entre
hosannas
o
céo te
victoria,
Dão-te
os
prantos
da
terra
ampla victoria
No
fragôr
do
luclar
accéso
e
vario
De
um
século
de
opprobrios
e
prestígios,
Só
depuzeste
a
cruz
no
teu
calvario.
Triunphaste
de
insídias
e
litígios;
Mas,
se abro dos teus
feitos
o
summario,
Da bondade
me assombram os
prodígios.
J.
B.
Rossa.
I)rmon8traç<ieH de
sentimento pe
lo
morte do SS.
Padre Pio
IX.
Apullia
—
No
dia
24
do
mez passado,
o
revd.
0
parocho
d
’
esta
freguesia,
com
mais
ecclesiasticos,
celebraram
exequias
com
missa,
ofíicio e
absolvição,
achando-
se
devidamente
collocada
uma
eça
na
egreja.
Villar
de
Frades,
dia 20,—Santa Maria
de
Marlim,
dia
27,
—Santa Chrislina
da
Pouza,
dia
1
do corrente.
Houve
em
todas
estas ires
egrejas,
promovidas
pelos
seus
revd.
ts
parochos
e
com assistência
do
clero
das
proximidades, exequias,
com
missas,
officio
e
responsos.
berreiros.
—
No
dia
4,
o
revd.*
reitor
Antonio
José Fernandes
Villela,
celebrou
missa
com
Livera
me
e absolvição. Já
no
dia
1
1
de
fevereiro
linha
celebrado
ou
tra,
e
nas
preces
fez
uma
allocução
e
convite
a
seus
freguezes,
que se
reuni
ram
em
grande
numero.
Joanne.
—
No
dia
4,
fizeram-se n’
esta
egreja
exequias
solemnes
por
iniciativa
do
revd.
0
parocho,
actua!
arcypreste
de
Villa
Nova
de Famalicão. Fôram
muito
concor
ridas
de
parochos
e ecclesiasticos,
em
nu
mero
de 41,
e
muito
povo,
todo
com
re
colhimento
e decencia.
Caslellões,
no
mesmo
concelho,
e
Santa
Lucrecia,
no de
Braga.
—
Os
revd.
ns pa
rochos
d
’
estas
freguezias
celebraram
mis
sas
com
grande
concorrência
de
fieis,
que
tinham
sido
convidados
na
occasião
das
preces.
Santa
Marlha de Pinho.—
Os
padres
Cândido Lourenço
Pereira
de
Carvalho
e
Henrique
Peres
dos
Santos,
celebraram
missas,
com
assistência
de
muitos
fieis,
e
uma
grande
parte
d’elles
fizeram
suas
com-
munhões
e
sulfragios
logo
que
alii
chegou
a
triste
nova.
Villarinho
das
Cambas.
—
O
revd.
0
ab
bade
Joaquim
Alvares
da
Silva,
findas
as
preces, celtbrou uma
missa.
Chaves.
—
O revd.
0
vigário geral
da
co
marca
Antonio do
Nascimento Vieira Ri
beiro,
fez
celebrar
a
expensas
suas,
na
egreja
matriz,
no
dia
15,
oíficios
fúnebres,
com a divida
decencia,
a
que
concorreu
o
clero
d
’
aque!la
praça
e
circumvisi-
nhanças.
Amarante.
—
No
magestoso
e
amplo
tem
plo
de
S.
Gonçalo
d
’
Amarante,
celebra
ram-se
no
dia
l.° sumptuosas
exequias.
Ofiiciou
o reverendo
arcypreste, a
quem
se
reuniram
mais
73
ecclesiasticos
que
a
con
vite
do
mesmo
se
tinham
reunido
e
coad
juvado,
concorrendo
a
este
lúgubre acto
encorporadas
procissionalmente
todas
as
confrarias
da
villa,
a
irmandade
da
Mi
sericórdia,
e
a
corporação
dos clérigos
com
a
sua
rica
cruz
papal
arborada,
as
aucto-
ridades
locaes
e
uin
immenso
concurso
de
povo.
O
templo
achava-se
decorado
de
preto,
e
na
capella-mór,
sobre
8
coluin-
nas,
se
elevava
uma
urna
funeraria,
com
inseripções
e emblemas
pontifícios.
O revd.
0
prior
da freguezia
é digno
de
louvor
pela
iniciativa
e trabalho
que
teve
n
’
estas de
monstrações.
Affife.—
No
dia
21
de fevereiro
cele
braram-se
exequias
solemnes
na
egreja
d
’Afiife, do
concelho
de
Vianna.
O
tem
plo
achava-se
vestido
de
luto,
e
ao
meio
d’
elle
levantava-se
uma eça
imponente
encimada
pela
tlieara
pontifícia,
que
a
cobria.
Houve
officio
a
grande instrumental,
ao
qual
presidiu
o
revd.
0
abbade
d
’
Anco-
ra,
acolitado
pelos
snrs. padre
Manoel
Gonçalves
e palre
José
Bento.
Foi
orador
o
revd.0 João
José
Fer-
nan
les
Teixeira,
que
não
desdisse
nesta
occasião
os
créditos
que gosa.
Concorreu
a
este
acto
o clero
das
freguezias
d’
AIIife,
Carreço.
Ancora,
Riba
d
’Ancora,
Soutello,
S. Pedro
e
Gonti
nhães,
celebrando
missa
n
’
aquelle
dia
todos
os
padres
assistentes
pela
alma
de
Pio
IX.
Assistiram
igualmente
as
irmandades
da
freguezia,
e
formaram-se
duas
alas
de
tochas
até
á
porta
da
egreja.
Foi
im-
mensa
a concorrência
de
povo,
sendo
ne
cessário
as mulheres
estar
de pé.
8.
Bento,
em
Vianna.
—
No
dia
26
houve
lambem
exequias
na
egreja
de
8.
Bento,
em
Vianna.
Ofiiciou
o
revd.8
arcipreste
d
’aquella
localidade,
havendo
officio,
missa
e
absol
vições
ao
tumulo.
Direcçào
do
Asylo
d
’
Órfãs
e
Desampa
radas,
em Vianna.—No
dia
25
a
Direc-
ção
do Asylo
d
’
Orfãs
e
Desamparadas,
em
Vianna,
mandou
rezar
uma
missa
pela
alma
de
Pio
IX,
a que
assistiram
a
di-
recção,
as
asyladas, o
revd.
0
arcipreste
e
muitas
outras
pessoas.
SanfAnna,
em
Vianna.
—
No
dia
4
de
março
houve
lambem
exequias
no
con
vento
de
SanfAnna,
em Vianna,
constan
do
de officio,
missa e
responsorios.
A
maior
parte
dos
parochos
do
ar-
cipreslado de
Vianna
annunciaram
e
re
zaram
uma
missa
nas
egrejas
da
sua pa-
rochia para
suffragar
a
alma
de
Pio
IX.
O
Arehiduque
Franeiseo Carlos
José.
No
dia
8
do
corrente
falleceu
da
vida
presente o
Archiduque
Francisco
Car
los
José,
pae
de
S.
M.
o
imperador
da
Áustria,
em
favor
do
qual
renunciára
a
corôa
em
2
de
dezembro
de
1848.
O
fallecido
Archiduque
nasceu
em
7
de
dezembro
de
18'12,
filho
do
imperador
Francisco
I
e
de
sua
segunda
mulher
a
imperatriz
Maria Thereza
Carolina
Jose-
plia,
(ilha
de
Fernando
I,
rei
das
Duas
Sicilias;
casou
em
4
de
novembro
de
1824
com
a
Archiduqueza
Sophia
Frederica
Dorothea Guilhermina,
filha
deMaximilia-
no
I,
rei da Baviera.
Era
pae
de
S.
Alteza Imperial
e
Real
o Archiduque
Carlos
Luiz
José
Maria,
ca
sado
com
S.
Alteza Imperial
e
Real
a
Archiduqueza
Maria
Thereza de
Bragança,
segunda
irmã do
Senhor
Dom
Miguel.
Como
legitiinistas
e como
calholicos
pedimos
as
orações
dos
leitores
pela
alma
do
augusto
finado.
GAZETILHA
Laiuperemie.
—
Expõ-se
segunda-
feira
na parocbial
egreja
de
S.
Lazaro.
Telrgra
nima
.
—
O
snr.
dr.
Jerouymo
Pimentel
enviou
de
Lisboa,
no
dia
14,
o
telegramma
seguinte:
iSó
amanhã,
15,
pode
ser
recebida
a
commisão
Conferenciei
largamente
com
os
snrs. Fontes
Pereira
de
Mello
e
Lou
renço
de
Carvalho,
e
obtive
a
certeza
de
que
não
se faria
a
concessão
sem
se
preceder
aos
necesssarios
estudos.
Isto
é
positivo,
affirmo
lh
’
o».
Te-Deum.
—
A
Irmandade
dos
cléri
gos
de S.
Pedro
e
S.
Thomaz
d’
Aquiuo
celebiam
boje,
por
3
horas
da
tarde,
na
egreja
da
Lapa
um
solemne
Te Deum
em
acção
de
graças
pelas ascenção de
S.
San
tidade
Leão
XIII ao solio pontifício.
«1
Civíiiãação».—
Com
muito
pra
zer
annunciamos a
reapparição
d’
esle
va
lente
jornal
catholico
publicado em
Pon-
la Delgada,
e
que havia
suspendido
ha
pouco.
Felicitamos
o
nosso
dislincto
collega.
Exequias
por
Pio IX.—
Tendo
a
maioria
dos
habitantes
de
Braga
destinado
fazer umas
exequias
poraposissimas
por
alma
do
Summo
Pontífice
Pio
IX,
para
o que
se
formou
uma
grande
commissão,
s.
exc.
a
o
snr.
Arcebispo
convidou
os
cavalheiros
componentes
da
mesma
a
reu
nirem-se
nos
salões
do
seu
Paço,
no
dia
13.
Ahi
com
toda
a
franqueza
lhes
disse
que,
havendo
resolvido
celebrar umas
exequias
de
per
si
só,
alguém
lhe
sug-
geri
a
a
ideia
de
qne, para que
estas
fos
sem
não
sómente
dignas
da
alta
pessoa
a
quem
eram
feitas,
mas
também
da
au
gusta Braga
Primaz
das
Hespanhas, se
ria
melhor
que
os
diversos indivíduos
e
corporações, que
tencionavam
celebrar
actos
idênticos,
se
reunissem lodos
e
se
fizessem umas
exequias
unicamente,
mas
com ioda a
pompa
possível;—
lembrança
a que
s.
exc.
a
annuíra;
e
poriss»o
se
as
sociava
á
commissão,
—
que
representa
Io
da
a
cidade—
não
só
pessoalmenle,
como
com
a
verba que
esperava dispender n’
a-
quellas
que contava celebrar.
Abriu-se
em
seguida
a
subscripção
pelos
prezentes.
S.
exc.
a
revd.
ma
subscreveu
com 30
libras;
o
snr.
Deão
com
8;
o
snr.
Joa
quim
José
Fernandes
com
6;
o snr.
de-
zembargador
Anlonio
Pinto
da Costa
Re-
bello
com
5;
seguindo-se
depois
os
res
tantes
cavalheiros
com
aquillo
que
cada
um
podia,
altingindo
logo
a
cifra
a cérca
de
100
libras.
Exequhe
de
Pio
IX
em
S.
Ben
to
d»
Vietoria, no Porto.
—
A
Asso
ciação
Catholica
da
cidade
do
Porto
man
dou
fazer,
no
dia
10, solemnes
exequias
por
altna
de
Pio
IX,
na
vasta
egreja
de
8.
Bento
da
Victoria,
d
’
aquella
cidade.
Foram
feitas
com
a
maior
pompa
Depois
da
missa,
de
que
foi
celebrante
o
snr.
padre
Couto,
seguiu-se
um magni
fico
sermão
prégado
pelo
snr.
conego
Santos
Monteiro.
O
templo eslava
todo
forrado
de preto,
vendo-se
espalhados
por
elle vários
es
cudos contendo
as
datas
principaes
da
vida do
saudoso
Pontífice.
A
orchestra
desempenhou
bellamenle
o seguinte:
Magnificai
grande,
de A.
da
Silva
Lei
te:
—
Invilatorio,
de
Francisco
Eduardo
da
Costa:—
Matinas
grandes,
de
David
Peres:
—
Benedictzis,
de
A.
da
Silva
Leite.
Foi numerosíssima a assistência
de
fieis
de
todas as
classes.
Falleeímento. —
Por
9
horas
da
ma
nhã
d
’
hontem
falleceu, depois
de
curtos
mas
dolorosos
soffrimentos,
o snr.
Fortu-
nalo
Machado Guimarães, abastado
pro
prietário
do
campo
de
D. Luiz
I.
O finado contava
66
annos
d'edade.
Duque
tle
tíenovi».—
O
snr.
duque
de
Génova,
na
visita
que fez
ao
Bom
Jesus
do
Monte,
deixou
para
aquelle san
-
ctuario
a
esmolla
de 18$000
reis.
Ponte «obre o Eima.—
No
dia
12
concluiu
se
o
lançamento
da
ponte
sobre
o
Lima,
em
frente
de Vianna.
Ao
terminar
o
lançamento
queimaram-
se
muitos
f
guetes.
palres
n
S
o
mana eanaelltei.
r<as.—
() cura
de
Monlagno.
no
condado
de
Molissa, reino de
Nápoles,
dava
par
penitencia
aos
camponezes
que
confessava,
plantarem
alguns
pés d
’
oliveira, de vide
ou
d'outras
especies
de arvoredo;
e
assim
conseguiu
tornar
muito
productivo,
apra-
sivel
e
semelhante
a
um pomar
um ter
reno
alé então
arido,
sècco
e
falto
de
vegetação.
A
patria.
—
A
patria
é
a
mãe com-
mum,
na
unidade
da
qual
se
peneiram
e
confundem
os indivíduos
afastados;
é
o
nome
sagrado
que
exprime
a
mistura
vo
luntária
de
iodos
os
interesses
em
um
umeo
interesse,
de todas
as
vidas
em
uma
unica
vida
perpetuamente
duradoura.
- -Lammenais.
I.
cõi-a,
—
Muitas
pessoas,
mesmo as
que
leem
vivido
na
África,
ignoram
que
ha
Ires
especies
de
leões,
os
leões
negros,
os
leões
pardos e
os ruivos.
Assim
é.
O
leão
ruivo
é
o
indigena
da
Algeria;
é
mais
grosso
que
os
seus
congeneres,
provavelmente
porque
vive
no
paiz
das
pastagens,
e porque
um
alimento
mais
abundante
permitte
á
sua
organisação
to
mar
mais desenvolvimento.
O
leão
pardo
vive
nas
planícies
da
TripoiilanL;
é
pouco
commum
no
norte
d
’A
trica.
Finalmente,
o
leão
negro,
tem
a
sua
patria
além
do Sahara.
E’
originário
dos
paizes
desconhecidos
que
visitam
os
viajantes que
parlem
á
busca
das
fontes
do
Nilo,
que
explora
vam
a África
equatorial. E
’
mais
feroz
que
nenhum
outro,
compraz
se
na
car-
nagem
e
viaja
conslanlememe.
Só franqueia
as
planícies de areia
que
se
estendem
entre
as montanhas
eqnato-
riaes
aos
planaltos
do
litloral, quando
a
fome
o
obriga.
O
leão negro é
ordinariamente mais
pequeno e
mais
provido
de carnes
que
os
outros;
a
sua
pelle
é
a
mais
estimada,
a
sua
caça
a
mais
perigosa.—
;«D.
de
Portugal»).
Pansageni <le iflercurio sabre
o disco «lo sol.—
No
dia
6
de
maio,
um
acontecimento,
que
desde
muito
des
perta
a
atlenção
dos
sábios,
vae
realisar-se.
O
planeta
Mercúrio
passará
sobre
o
disco
do
sol.
Esie
acontecimento
será
para
os
aslronomos,
motivo para observações
muito importantes.
Dois
sábios M. M.
Angol
e
Charles
André,
que
já
tinham observado
na
Nova
Caledónia, a
passagem
de Vénus, estão
encarregados
de
organisar
uma
expedição.
O
Instituto
escolheu
como
estação mais
favoravel
para
as
observações
Ogden,
no
estado
de
Utah,
na
America.
Um
millionario
amigo
da
sciencia
poz,
diz
o
«Debats»,
á
disposição
dos
dois
via
jantes
os
30:000
francos que
lhes
são
necessários.
Os observadores partiram
já
para
a
sua
missão.
Movimento do Hospital de S.
lHareoi.
—
Doentes existentes
em
3
de
março:
81
homens e 100
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
26
homens
e
12
mulheres.
Sahiram:
18
homens
e
11
mulheres.
Falleceram:
2
homens
e
1 mulher.
Ficaram em
tratamento
em
9
deMirço
90
homens
e
100
mulheres.
Guerra do
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do Oriente,
são
os que
seguem:
Constantinopla
12
—Ha
grande
sobreex-
citação
na
Syria,
pronunciando-se
o
mo
vimento
favoravel
á
annexação
do
Egypto.
O
sultão
está
doente.
Paris 13—
A
esquadra
ingleza
tahiu
da
bahia
de
Fouzet,
e
foi
ancorar
em
Ismid.
Andrassy
informou
a
junta
dos
delegados
húngaros
de que
a
Áustria
não
consen
tirá
járaais
a
extensão
da
Bulgaria até
ao
mar
Egeu,
nem
que
a
occupação
russa
du
re
mais
de
6
mezes.
A
junta
húngara
votou
por
unanimidade
um
credito,
a
pedido.
A Rússia consen
tiu qne
a
Grécia
seja representada no
congresso
em
Berlim.
8.
Pelersbnrgo
13
—
0
jornal «S.
Pe-
tersbnrgo»
contesta
que
as
potências
de*
vam
acceitar previamente
a
condição
de
submetler-se
ás decisões
do
congresso,
j
Accrescenta que
o congresso
deve
discn-
;
lir
diversas
questões
que
não
teem
caracier
europeu.
Deve
chegar
amanhã
a
S.
Peters-
burgo
o general
Ignatieff,
e immediatamen-
te
depois
serão
commtinicados
ás
grandes
potências
os
preliminares
de
paz.
Foi des
mentido
o
boato
de
lerem os
russos
occu-
pado
a
Bessarabia
romnania.
O
pineipe
Oma-
sed
representante
ollicioso
da
Russia
jun
to
do Vaticano,
vae
partir
para
Roma.
Paris
13
—Corre
o
boato
de
que
os in-
glez.es
estabeleceram depositos
de
munições
e
viveres
na
ilha
de
Penedos.
Berlim
14
—Ainda
não
foram
expedidos
os convites.
As
negociações
tem
progre
dido
depois da
ultima
semana.
partugnie»
falleciiluN.
—
De
14
a
13 de
fevereiro,
falleceram
os
seguintes
súbditos
porluguezes:
Manoel
José Caminha,
49 annos,
viuvo;
José
Jacintho
Rodrigues,
32
a.,
solteiro;
Manoel
de Almeida
Esleves, 16
a.;
Antó
nio
Caneceiro
da
Costa,
19
a.,
s.;
Manoel
Gomes
Bandeira,
28 a.,
s.;
Antonio
Mar
ques
31
a
,
s.;
Felis
Pinto.
2.3
a.,
ca
sado;
Rosa
Maria
de
Jesus,
37
a.,
c.;
José
Pereira
Machado.
50
a.,
c.; Manoel An
tónio
da
Silva,
37
a.,
s.;
Agostinho
An
tonio
da
Assumpção,
2'1
e
tantos annos,
s.;
José
de
Oliveira
Bastos.
15
a.;
Mi
guel
Pereira da
Silva,
12
a.;
Custodio
José Fernandes, 28
a.,
s.;
José
Gomes,
20
a.,
s.;
João
José
de
Castro,
26
a., c.;
José
Pinto
d
’
O
iveira
França,
59
a,,
c.;
Manoel
Augusto
Betteucuurt.
27
a.,
s.;
Maria
Gondinho
da
Silva;
48
a.,
v.
A’
ULTIMA H02A
Um
telegramma
dirigido
pela cotnmis-
são
á
Assoei
ação
Commercial
diz
ter-se
conseguido
a
nossa
pretenção
—
o
proce
der-se
ao
estudo
da
directriz.
CONVITE
Tendo
fallecido
o
snr.
Fortunato
Ri
beiro
Machado Guimarães,
convidam-se
e
pede-se
aos
seus
amigos
o
favor
de
as
sistir
ao
oflicio
de
corpo
presente
que se
lhe
hade fazer
no dia 17
do
corrente
mez, na
capella
da Ordem
Terceira
de
S.
Francisco,
d
’esla
cidade,
pelas
II
ho
ras
da
manhã, e
d
’
alli
acompanharem
o
corpo
ao
cemiterio
publico.
Por
mim
e
por
sua
sobrinha
e prima.
Custodio
Mendes
di
Silva
Braga.
sem medicina
por
SAUBE À
TODOS
gantes,
nem despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha de
saúde,
KSVAUBSClÈaE
Dl) BAIUIY
úe Londres.
30 «sinos dt’invurfevei euceeaso
4
Combatendo
as indigestões
(dispe
psia)
gastrica, gastralgias,
flegmas,
arro
tos,
ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pi-
tuilas, nauseis,
vomitos,
irritação
intesti
nal,
bexigas,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma.
falta
de
respiração,
opressão,
congestões,
mal
dos
nervos, diabethes,
de
bilidades,
todas
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
dos
bronchius,
da be
xiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se
a
do du
que
de
Pluskow
e da
exm.
a
sr.r.a
mar
queza
de
B
ehan,
da
snr.*
duqueza
de
C»s-
tlesloard,
do
Lord
Stuard
de
Decies,
par
dTnglalerra,
do
doutor
e
professor
VVur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.° 48:614.
-
A
snr.a
marqoeza
de
Brehan,
de sete annos
de
doença
do
figado,
d
’estomago,
emraagrecimeoto,
pal
pitações
nervo-as
em
todo
o
corpo, agita
ção
nervosa
e
tristeza
mortal.
Cura
n.°
62:986
—
M
ie
Martin,
de
sup-
pressão
da
menstruação
e
dança
de
São
Guido,
declarada
incurável,
perfeilamente
Curada pela
Kevaleseiòre.
Cura
n.°
65:112.—
E.
Payard, de gas
Iralgia
e
vomitos.
Não
podia
suster-se
de
pé,
nem dormir,
tendo
sempre
a
cavida
de
do
estomago
intumecida.
Cura
n.°
62:845.
—
M.
Boiliet,
cura,
de
36
annos
de
asthma
com
suffocações du
rante
a
noite.
Cura
n.°
70:421.
—
M
A.
Spadaro,
de
u
>na
constipação
obstinada
de
no\e
annos.
Era
terrível,
e
distioctos
médicos
tinham
declarado
que
oão
havia meio
de
c.u-
ral-a.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios. —
Preços
lixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha de
lata,
de
*/4 kilo,
300
;
de
lji
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
10400
res;
de
2
‘
/
t
kilos,
30200
reis; de
6
ki-
los,
60400;
ede
12
kilos,
120000
rs.
Os
biscoitos da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
10400
reis.
O
melhor chocolate para
a
saúde é
a
aTtsâsfíteiere cboeolíntada
4
ella
res-
titue
o
appeitite,
digestão,
somno, energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais fracas,
e sustenta
dez
vezes
mais
jue
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó e
em
paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
chave-
aas,
800
reis;
de
48
chavenas,
10400;
de
120
chavenas,
30200
reis,
ou
25
reis
cads
ehaveiH.
í>U
ÍI4HHY «fc C.a
M.1IITED. -
Place
Vendôme,
26,
Paris.
77
Regent-
street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmacauticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os seus pedidos ao
deposito
Central
;
snr
.
Serzedello <Jc
C.
a
Largo
do
Corpc
Santo
16,
kisfios»,
(por
grosso
e
miudo)
;
Az,.vedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31
32,
Barrai
&
irmãos,
rua
Aurea, 12—Por
i»,
J. de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE DOURO E
MI
NHO.
—
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
ssareelfog,
Antonio
João
de
Sni^a
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
3ri»8n,
Domingos J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17 —
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua do
Souto.
—
Vianna
do
C’»s-
íeiào,
Aflouso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29 e
33.
—
Pen»ttel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha; E. J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de D.
Pedro,
105
a 108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Amonio,
225 a 227.
—
Ponte
do
14-
ma.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoo do VnrsíKi, P.
Machado
de
Oli
veira,
pharma.—
VaSença
do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
d- Conde,
a
.
L.
Maia
Torres
pharm.
MaoEcmmos
í?
H;
ff
ffff
.?
ff
Rffff
!fH
Manoel
José
Gomes da
Rocha
e
sua
mulher
M;ria
da Conceição
Gomes
da Ro
cha,
exlremamente
penhorados
pelas atten-
çôes
que
receberam
de
todas
as
pessoas
que
os
cumprimentaram
e
lhe
prestaram
seus
serviços
pela
occasião
do
fallecimento
de
sua
innocente
e
presada
lilha
Maria
da
Gloria,
a
todas
muito
reconhecidamenle
agradecera
e
pedem
desculpa
de
o
fazer
por
este
meio.
(797)
OOTNUIOS
D.
Maria
Ernilia
da
Concei
ção
Bibeiro
Carvalho
Cabrai,
da
cidade
tio
Porto,
constando-
lhe
que
Francisco
Manoel
da
Silva
Leite,
do
lugar
da
Deve-
sinha,
da
freguezia
de
Navarra,
da
comarca
de
Braga,
pretende
vender
algumas
propriedades
que
fazem
parte
de
um
prazo
canso,
foreiro
á annunciante,
vem
prevenir
para
que
ninguém
contracte
com
o
mesmo a
com
pra
das
ditas
propriedades,
em-
quanto
que
a
annunciante
não
prestar
seu
consentimento
e
não
lhe
forem
pagas
as
pensões
que
se
acham
em
divida,
sob
p-
na
de
ficarem responsáveis
pelas
mesmas
penso
is,
e
sujeitos
aos
eífeitos
consignados
na
lei,
re
sultantes de
u
n ta!
contracto.
COMPANHIA GERAL BRAGA-
RENSE.
A Exc.
ma
Snr.
a
D
Ernestina
Au
gusta
Freire
d
’Andrade requereu a
esta
direcção,
para
que se
lhe
passem
segun
das
vias
das
acções
n.°
120
e
130,
d
’
eaa
Companhia,
porque
se lhe
desencaminha
ram
as
primitivas,
o
que
se
faz
publico,
para
que,
se
alguém
se
julgar
com di
reito ás mesmas,
assim
o declire
n
’este
escriptorio
dentro
de
30
dias
da
data
d
’
este.
Expirado
este prazo, caso
não haja
reclamação
em
contrario,
passar-se-bão
segundas
vias,
com
resalva.
Braga,
14
de Março
de
1878.
Os
Direclores
Da
Companhia
Geral
Bracarense
João
Fernandes
Valença.
(796)
José
Ferreira
de
Magalhães.
ARREMATAÇÃO-
Pelo
juizo
de
direito
d
’
esta
comarca
de
Braga
e
escrivão
do
6.“
oflicio
Pessa,
no
dia
31
do
corrente
mez
de
março
pe
las
10
horas
da
manhã
na
Praça das
ar
rematações
á
porta
do
Tribunal
do
dito
juizo
no
largo
de
Santo
Agostinho
d
’
esta
cidade
de
Braga,
se
hão
de
arremartar
e
entregar
a
quem
mais der
e lançar
sobre
a
quantia
de
1000000
reis,
as
proprieda
des
abaixo
declaradas
descriptas
e man
dadas
arrematar
no
inventario a
que
se
procede
por
fallecimento
de
José
Anto
nio
e
mulher
Ànna
Maria,
moradores
que
foram
no
lugar
do
Monte,
da
freguezia
da
Morreira
d
’
esta
comarca,
para
paga
mento
de dividas
do
cazil
dos
mesmos
fallecidos,
cujos
bens
são
os
seguintes.
Uma
morada
de
cazas
terreas
com
re-
partimento
e
rocio,
sita
no
lugar
dito
do
monte
da
freguezia
da
Morreira,
alodial,
confronta donascenle com caminho
do
Monte,
do
poente
com os
Eidos
de
José
Ferreira
Mendes,
e
norte
com
Eido
e
cazas
de
José
Bernardo
Gonçalves.
Um
Eido
lavradio
que produz
hortas
vinho
e
fructa
silo no
mesmo
lugar
e
freguezia,
que
confronta
do
poente
e
sul
com
ca
minho
do
monte nascente
com
a
Bouça
do
Rio,
norte
com
Francisco
Rodrigues,
com
2
dias
de
agua
em
cada
semana
da
poça da
Bouça,
e
parte
para
o
norte
é
alodial
e
o restante
é
de natureza
de
prazo.
Por
este
mesmo
annuncio
e
Edi-
taes,
que
se
aílixarão
são
citados
lodos
os
Credores
incertos
do
mesmo
cazal
in
ventariado
para
assistirem
á
dita Praça
e
requererem
o
que
lhe
convier.
Braga
9
de março
de
1878.
Verifiquei.
Antonio
Brandão
Pereira.
O
Escrivão
(793)
J.
L. d
’
Oliveiri
Pessa.
THEATRO
DE
S. GERALDO
Em conformidade
com o
artigo
8.°
do
Estatuto
da
associação
do
thealro
de
S.
Geraldo são
convidados
os socios
da
mesma
para comparecerem no
salão
do
thealro ás
12
horas
da
manhã
do dia
17,
do
corrente
para
se
tratar
da
eleição
da
nova
Administraçãe,
e
bem
assim
da
ar
rematação
dos
camarotes
8
de
1
.
a
ordem
e
17 da segunda,
e
dos
arrendamentos
do
café
e
loja
do
dito thealro.
Braga
10
de março
de 1878.
O
presidente
da
assembleia
geral
(792)
Jerongmo
da
Cunha
Pimentel.
CARREIRAS
Dl ARI AS.
Manoel
Antonio
de Castro
Teixeira,
d
’
esta
cidade,
faz
publico
que
vae
montar
mais
uma
carreira
diaria
de
Braga
a
Sa
lamonde,
tendo
seu
principio no
dia
25
do
corrente,
saindo
de Braga
ás
6
horas
da
manhã e
de
Salamonde
ás
2
da
tarde.
Continuando
com
a
mesma
carreira
que
já
tem,
a
sahir
de
Braga depois
da
che
gada
do
comboio
das
11
horas,
e que
volta
de
Salamonde
ás
5
horas
da
ma
nhã.
Os
bilhetes
vendem-se
na
Praça
do
Barão,
na
casa
do snr.
Ribeiro
Braga e
em Salamonde no
Hotel
do
snr.
José
Ro
drigues Fulú.
Braga
14
de
março
de
1878.
Pelo
annunciante— Ribeiro
Braga.
(862)
Banco Commercial de.
Braga, em
mo
rataria
Sociedade anoiiyiiia — responsabi
lidade
limitada
Não
tendo
vingado
na
assembleia
geral
dos
accionistas
do
Banco
Commercial
de
Braga
no
dia
4
do
corrente,
a
eleição
ile
todos
os
vogaes
que
leem
de
compor
a
commissão
liquidutaria
do
mesmo
ban
co,
é
indispensável
convocar
uma
nova
assembleia
para
se
elegerem
os
vogaes
que
faltam,
assim
como
lambem
para
a
eleição
da
meza da mesma
assembleia
em
virtude
de
terem
apresentado
suas
demis
sões
o
presidente,
vice-presidente
e se
cretários:
e porisso a direcção
do
dito
Ban
co convida
os
snrs. accionistas
a
reuni-
enn-se
em
assembleia
geral
no dia
27
do
corrente
ás
11
e
meia
horas
da
ma
nhã no
Thealro
de
8.
Geraldo,
a
fim
de
se
proceder
á
eleição
para
os
indicados
cargos.
Braga
7
de
março
de
1878.
Os Direclores
Manoel
José
da
Costa
Guimarães
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Al
meida
Manoel
José
Lopes
dos
Santos.
ARREMATAÇÃO.
No
dia
17
do
corrente,
pelas 11
ho
ras
da
manhã,
serão
arrematadas
a
de
molição
da
obra
de
pedra
e
a
reconstruc-
ção da frontaria
e
paredes
laleraes
da
egreja
de
S.
Pedro
de
Maximinos,
d
’
esta
cidade, no
anro
da mesma egreja.
A
planta
e condições
da obra
estão
patentes
na
residência
do
respectivo
pa-
rocho.
O
presidente
da
junta
(795) Manoel
Jo<è d'Oliveira
Guimarães.
IMPORTANTE.
Na
terça
feira
19
do
corrente,
achar-
se-ba á
venda no
campo
da
feira
do
gado
uma
Vacca
Turina,
com
um
louro
de
criação,
na
manhã
do
mesmo
dia
pode
ser
vista
na
estalagem
da
Luzia
nos
Chãos
de
Baixo.
E
’ ainda nova
e
poderá
ser
tratada
a
venda
com
seu
dono.
(803)
Domingos
José
Dias
d
’Araújo.
RETRATO
E
BIOGRAPHIA
DE
MO
IX
2*.
ECS-
Tabacaria Bracarense.
CSRUKIGIÃO DESTESTA
DA
Escola
Americana
Consultorio
a
toda
a hora,
tanto
de
lia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta de
S.
Francisco)
n.°
22.
(800)
ESTANTERIA
Vende-se
uma
e
vidraças
de
porta
na
vestimenlaria
Rocha.
(~88)
>x>xxor<x<x<x<x\
VELOUTINE
GH
les
FAY
POLVO
DE
ARROZ
ESPECIAL
PREPARADO
CON
BISMUTO
INVISIBLE
Y
ADHERENTE, dá a/ cútis frescura y trasparencia.
I
nventor
CHARLES
FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
Se vende
en
las Farmacias,
Perfumerias, Peluquerias y tiendas de quincalla.
00
Farmaoia
de HOGG, 2, rue de Gastiglione, Paria
(Único proprietário). í
flIGAD0
SD'fRESC0S
Dl
BAGALAO de
Prescripto por
todos os médicos e empregado com o mayor succeso
contra
:
as
enfermidades do peito, aflciçôcs escrofu
losas,
tosses
clironicas, rlieumatisiuos,
magreza crianças, das impigenics,
fluxos
brancos,
debilidade geral, etc.,etc.
Agradavel e facilde
tomar.—Desconfiar das falsificações.
3
Exigir-se-ha
a marca da
Fabrica juntó que encobro
a
capsulo de
cada frasco de feitio triangular, e a firma
*■—"
HOGG
e Cia,
que devera achar-se sobre o rotulo.
OLEO
HOGG
Deposilos
nas principaes Pharmacias e em Lisboa, nas casas de B
arreto
,
rua
do
Loreio, 88 e 30. A
zevedo
e
Filhos,
B
arral
e
I
rmão
; ern
Porto,
nas*casas
de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
; em
Coimbra,
Salvador F
erraz
.
DA
COMPANHIA
FABIHL
SLNGLR
17,
RUA
DE S. VIGESTE, 17
BRAGA
Cirande
retlueçõo de preços
em todas as maehinaa de
costura da
COMPANHIA FABRIL
SINGER
Os
únicos
fabricantes de
machinas,
com
casas
estabelecidas
em
Portugal, para
fornecer
directamentea
ao
publico.
e
as
que
obtiveram
maiores
prémios
na
exposição
universal
de
Philadelphia.
GRANDE
FACILIDADE
DE PAGAMENTOS
PARA
ADQUIRIR
AS
MELHORES M
kCHINAS
CONHECIDAS
MAfS
DE
UM
ANNO
DE
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DA
COMPANHIA SF\AS8IKEH^
17,
RUA DE
S. VICENTE, 17
.BS
3 ‘2
.
%
%
.
Q7
Quem
quizer
arrendar
a
casa
n.°
7,
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rua
do
Cam
po,
d
’
esla
cidade,
que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
DINHEIRO
A JURO.
A
Iimandade
de
Santa Maria
Magda-
lena,
da
Falperra, tem
para
dar
a
juro
1:350^000
reis.
Braga
2
de fevereiro
de 1878.
O
secretario
—Padre
Luiz Gomes
da
Silva.
(735)
DINHEIRO A JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
ULTIMA
NOVIDADE
GANDÁRELLA
<^C.
a
Campo de SasaC’Anna
Grande
sortido
para a
Quaresma
e
Semana
Santa.
Acaba
de
chegar
a
este
estabeleci
mento
direclamente
das
melhores
fabricas
de
Paris
um
grande
sortido de
Brilhan
tinas
pretas
de
seda,
failles
e
glacés,
bem
como
merinos
pretos
de pura
lã,
tornando-se
a
sua
boa
qualidade
e
os
seus
modicos
preços
dignos
da
altenção
publica.
(780)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
GRA1VDE
REDUCÇÃO
»E
PRfÇftS NA
3.a
CLASSE.
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e
Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
3
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO,
CANPOS, VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco.
PELO
MESMO
PREÇO
QUE P % A <> RIO B»E
JANEIRO
PAQUETES
A SAIK
ͻE
LISBOA
TAGUS
......................... 13 de Marco
I
NEVA
..........................
13
de Abril
GUADIANA
....
29
de
Março |
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
PREÇOS
COMMODOS
Cada paquete d
’eeta
companhia
leva
a
bordo
criado*
e
com
in
hei roo
portuguezea
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
aw elaeseg.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
C
mpanhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento e hospedaria
gratuita
í
durante
a
demora
precisa
para
obter trasbordo.
A
bordo o» pasaiageiroH teem grátis cama, roupa de cama, co*
mlda
feita
por cosinheiros
portuguezes,
vinho duni vezes por dia,
assisteneia medica, serviço de eriados e outras
despezas.
A
EXPER1ENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes d’
esta
|
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do Brazil) sejam conhecidos
pela
regularidade, velocidade
j
e
segurança excepcional; além d’
isso
pela
lirapesa,
boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a bordo,
e
pelos melhoramentos mais modernos
tanto
para a
hygiene como
para a commodidade
’
dos passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que ha
archivados
em
varias
agencias.
SÂO
ESTES
0S
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
i
ma'as
do
correio, e
por
este
serviço
recebe a companhia um
importante subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador e
Impe-
|
ratriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
rua
dos
Inglezes,
23,
de
GUILHERME
C.
TAIT.
Para
esclarecimentos
em
Braga
o
snr. João
Manoel
da
Silva Guimarães,
rua
do Souto.
A BELLEZA
DAS SENHORAS
Pomada
sympathica,
para destruir,
de
momento,
o
pello
da
cara
e
mesmo
cabel-
lo
em
quantidade,
sem
causar
o
menor
damno
á
pelle.
Xarope
peitoral de Rei
Empregado
com
os
melhores
resulta
dos
nas
moléstias
pulmonares,
tosses
an
tigas
e
modernas,
bronchites
agudas
e
chronicas.
broncorrbea, catharro pulmonar
seja
qual
fôr
o
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
resia.
tisica,
catharro
suflocante,
angina
nervosa,
tosse
asthmalica,
escarros
de
san
gue,
etc. etc.
Os
efleitos
d
’este
verdadeiro especifico
são
seguros
e
rápidos
e é
considerado
na
opinião
publica
o
melhor
medicamento pa
ra
laes
padecimentos.
A’
venda
em Braga'
nas pharmacias
Pipa
à.Irmão,
Orphãos
e
Alvim.
Em Guimarães na pharmacia
de
Pereira
Martins.
Deposito
principal na
phar
macia
Lisbonense,
Largo
do
Corpo
Santo
-LISBOA.
(762)
ESTEIRAS
PARA FOilHAR
SALAS.
Manoel
Dias
da
Silva,
premiado
na
exposição
de
Braga
em
1863,
na
Inter
nacional
Portuense
em 1875,
nade
Vien
na de
Áustria
em 1873
e
na
de Phila
delphia,
em
1876,
laz
publico
que
tomou
conta
do estabelecimento
de
esteiras
da
rua
do Souto n.°
40
e
40
A,
d’esta
ci
dade,
aonde
o
fabrico
das
esteiras
prin
cipia
a
ser
no
systema
de Lisboa
e
Porto.
Também
lava
e compõe sendo precizo.
No
mesmo
estabelecimento
ha
sortimento
de capachos
de esparlo.
(761)
VENDE-SE
Em
uma
das
melhores
ruas
d'es-
/
ta
cidade
uma
morada
de
casas,
em
muito
bom
estado.
No
escri
ptorio
da
administração
d
’
este
jornal,
se
diz
com
quem
se
trata.
(787)
JOSÊ ANTONIO FERREIRA
GOMES.
5, íhift Xova,
5
BRAGA
Com
estabelecimento
de
pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e
chá
—
cartonagem
para
j
dezenho,
floragem
e aprestes
para
flores
—
stearina,
pós
finos
para
gomma,
etc.,
etc.
N’
este
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra um completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
escripturação mercantil,
bem
como
papeis-
e
artigos
para
escriptorio.
Também se
encontra
um
sortido
de
chá
hyson
desde
800 a
1^400
rs.
459
gram.,
e muitos
ou
tros
artigos
proprios
de seu
negocio que
tudo
vende
por
preços commodos.
(725)1
c/i
orusis
hloiólieas.
Eis a ;ui
mais
Cimentes mediços que
- imos
que
exerço a medicina,
ibocidu
a
e.-te ine<iicaiii>-uu>
de
Bl.ssni
vanlagems iaeonh-rUi-
■i-e
iodos
os outros ferreos e eu
romo
o melhor anti-chlurmi
T>-
DOVBLE,
ej-presidentf da
Ar.’:U
Em
bons
uiccionarib
28
—
3»
s,
r.
Payeune
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorèto
n.
(27
*)
BRAGA,
TYP0GBAPHIA
LUSITAKA
—
1878.
I
I
1
I
I
1
1
i
1
l
I
í
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!
4
(
a
d
r
li
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o
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11
n
o
i
j
z
d
P
I
Parte de Comércio do Minho (O)
