comerciominho_16021878_751.xml
- conteúdo
-
FOE.Ba.%
BEKÍS.ÍÍÍSÍ&SA
E'7
^
sí
^^
í
:
t
OS.ti.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOVA
N.° 3
E.
-
--- ------
6.°
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.............................. l£(it)O
»
6
»
..........................
850
Correspondências
parlic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
....................
20
Repetição
....................................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS.
QUITAS E
SABBADOS.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.........................
2S000
»
6
»
.........................
1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda forte. .
3&600
Folha
avulso...............................
18
N.
‘
751
BBAGA
—
SABBAMO (6 BK
FEVEREUtO
BK
1»?»
Uma
inlerstelinçAo
«2o «mr.
vi«eon-
«le
«le
ffloreirts «te 9<ey.
0
snr.
visconde
de
Moreira
de
Rey
annunciou
na
sessão
da
caniara
dos
de
putados,
no
dia
12,
uma
iulerpellação ao
snr.
ministro
dos
negocios
estrangeiros
para
saber
se
o
Papa
unha
recusado
re
ceber
a
rainha.
0
snr.
ministro
da
marinha
disse que
faria
constar
ao
seu
collega
os
desejos
do
snr.
deputado,
e
accrescentou
que
o
Pa
pa
tinha
resolvido
não
receber
nenhum
dos
prmcipes hospedes
do
Rei
da
Italia,
por
occaaião
das
exequias
de
Victor
Ma
nuel.
Naturalmente
a
rainha
de
Portu
gal
estava comprehendida
n’esta
providen
cia
generica
que
linha
por
fundamento
as
divergências
entre
o Vaticano
e
o
Quirinal.
Foram
sensatíssimas
as
palavas
do
snr.
ministro
da
marinha,
como
é
cla
ríssimo.
Agora
quanto
ao
snr.
visconde,
dire
mos:
Parece
incrível,
que
na
occasião
em
que
o luto
e a
dôr
trazem
na
mais
pro
funda
consternação
milhares
de
calholicos;
na
occasião
etu
que se
fazem
púb icas
demonstrações
de
sentimento
pela
morte
do
maior
homem
d’
esle
século, o
itnmor-
tal
Pio
IX; parece incrível,
repetimos,
que
haja
quem,
menospresando
essa
dôr,
e
ainda cOnculcando"
os
preceitos
mais
triviaes
da
delicadeza,
se
lembre
de
pe
dir
satisfações
ácérca
dos
actos
dos
der
radeiros
momentos
d
’
aquelle
amado Pon
tífice.
Como
o
snr.
visconde
de
Moreira
de
Rey
patenteia
a
extrema
pequenez
da
nossa
política
pequenina!
Mas
venha
cá,
snr.
visconde: ou,
na
occasião
a
que
allude,
o
Santo
Padre
tsiava
gravemente
enfermo,
—
e
tão
enfer
mo
que
pouco depois
falleceu
—
;
ou
ha
via
motivos
especiaes entre
o Vaticano e
o
Quirinal... E
o
snr.
visconde por
certo
entende
muilo
das
razões
d'
estado.
Se
a
Senhora
Dona
Maria Pia
fosse
ao
Vaticano
receber,
como
simples afi
lhada,
a bênção
de
seu
augusto
Padrinho,
essa
não
lhe
,
seria
negada,
nem
mesmo,
e
aind»
mais,
no
leito
da
dôr,
por
tão
carinhoso
e
bondosíssimo
Pae.
Parece
nos,
porém,
que,
como
sobe
rano,
o
Summo
Pontífice
nào
deveria
re
ceber
publicamente
quem
alli
ia
do
Qui
rinal,
que
lhe tinha
sido
roubado
e
por
tal
motivo se
acha aberta
com
chaves
falsas.
Com
plena
certeza—
jura
l-o-ia
mos
—a
Senhora
Dona
Maria
Pia
nào
sollreria
o
desgosto
de
mão
ser
no
Vaticano
recebi
da,
se
acaso parlicularmente
impetrasse
aquella
graça.
Em
junho
de
1871,
tolo o
inundo
cathoiico
enviou
a
Roma
deputações
para
felicitar
o
Santo
Padre
Pio
IX.
De
Por
tugal
foi
uma composta
de
nove
mem
bros,
cujos
nomes
se
acham
inscriptos
a
paginas
144
do
1.°
tomo
dos
Discursos
do
Santo
Padre
Pio
IX.
Na
occasião
em
que
a
deputação
foi
publicamente
recebi
da,
em
2l
do mesmo
mez
de
junho,
um
Príncipe
portuguez,
que
se
achava
em
Roma,
bons
desejos
teve
de
acompanhar
a
commissão,
á
qual
se
haviam
aggrega-
do
umas
vinte
e
tantas
pessoas
da colo-
nia
porlugueza.
Mas, como
conciliar
esse
aclo
com a
chamada
política
externa
?
Podemos
dar
testimunho
de que,
nes
se mesmo
dia, o
santo
e
bondoso
Pio
IX
mandou
ao
grande
Hotel
Minerva
um
seu
camarista
felicitar
o
Príncipe,
e
si-
gnificarlhe,
que,
não
sendo
conveniente
recebei
o
com a deputação
publica,
na
qualidade
de
soberano
e
e
Ponlifice,
o
receberia
em
audiência
particular,
fixada
para
as 10 horas
da
noite,
—
o
que
se
eífeciuou,
durando
aquella
até
ás
12
horas.
Este
facto
leve
logar
poucos
dias
an
tes
da
entrada triunfal
—
que
presencea-
mos—de
Victor
Manuel,
pelas
portas
de
Roma
para
o Quirinal.
Temos
aqui
a
notificar
que
o
facto
passado
com
a
Senhora
Dona
Maria
Pia
se
deu na
occasião
em
que
o
mesmo
Victor
Manuel
saia,
morto,
d
’
esle
palacio
invadido,
para
o
Paotheon.
Se
em
1871,
pelas jtaes razões
dis
tado,
não
foi
recebido
um Príncipe
por
tuguez;
como
se
havia
de
proceder
ditle-
rentemenle
e
n
1878 com
uma
rainha,
que
nesta
qualidade
alli
se
dirigia,
quan
do a política
ainda
não soífréra
modifica
ções
que
tal'
permittissem?
Recommendamôs
ao
snr.
visconde in-
lerpelhnte
que
se
deixe,
ao
menos-
nesta
occasião
tão
solemne,
de
fazer
poliliquice
mesquinhissima
e tacanhíssima.
Com
certeza
que
os
seus
constituintes
hão
de
estar
muilo
uíanos
com
estas
brilhaturas
do
snr.
visconde...
beteiios
a
alegar
serviços, merecimento
e
boi
vontade
de
melhorar
e
fazer
prospe
rar
o
edifício
social,
e
os
que conseguem
calçar
as
botas, pregam
dois
e
mais
pon
tapés
no
compromisso
que
fizeram
com
os
eleitores,
e
ás
duas
por
tres derrubam
ministérios,
e
fazem-se
ministros,
desman
chando
uns
o
que
fizeram
os
outros,
e
se
conseguem
um
certo
tempo
de tirocí
nio,
apresentam-se
sem
pudor
ornamen
tados
de
cuides, viscondes,
barões,
e
de
novos
Cresos
á
custa
do
trabalho
dos
escravos,
a
quem
chrismaram
trocando-
lhes
o
nome
e
os epiihetos,
e
encheu
lo-
Ihes
as
barrigas
de
vento!
Póde
alguém
duvidar d
’
isto
?
Não
conheceram,
como
eu
conheci
muitos
d
’
esses
homens
que
ahi
campeiam,
e
na
pobreza
da sua
origem, que
nada
arriscaram
nas
luctas
de 1832, 33
e
34,
que
nada
fizeram,
e
que
entrando
no
banquete por
meio
de
bilhetes
falsificados,
hoje
arrotam
de
fartos,
de
fidalgos
e
de
potentados
?
Não
tem
visto,
e
não
estão
vendo
as
farças
que
lodos
os
annos
se
representam
em
S.
Bento,
amontoando escândalos
so
bre
escândalos,
e
ruinas
sobre
ruinas
?
Que
leem
feito ha
mais de quarenta
dias
essas
cortes
que
ahi
estão,
e
que
se
reunein
ás
duas
horas
da
tarde para
perguntas
e
respostas
por
espaço
de
duas
horas
e
2$880
por
cabeça?
Que
faz
essa
camara
de
pares
muda,
impassível
e
sem
iniciativa?
Os
deputados
estão
fazendo
o
papel
de
lieis
de feitos
que
levam
os
requeri
mentos
de
interesse
particular
a
despa
cho.
Fazem
pergun
as
aos
ministros,
ou
vem
as
respostas,
levantam
moções
de
censura
e
de
elogios,
segundo
o
bom
ou
o
mau-
gosto
de
cada
um.
0
chefe
do
poder
aproveita
o
voto de
censura
par-
lidaria
como
sentença
de
interd
cção
da
da
em ultima
instancia,
desfaz
hoje
o
que
fez
hontem;
mala
vivos
e
ressuscita
mor
tos;
a
camara
dos
pares
nào
se meclie,
e
deixa
passar
carros
e
carreias.
E
no
fim
d
’
eslas votas
de
’
’t
ocos
pócos
dizem-
nos
que
as
camaras
são
para
o
povo e
do
povo,
e
não
do
rei,
nem
para
o
rei.
Isto
passa-se entre
nós,
porque
não
ha
inslrucçáo
política
na
grande
maioria
dos
portugueze»,
que
se a
houvera,
jun
tar-se-iam
pacilicamenle
em
fórma
de
comícios,
e
declarariam
como
revogadas
as
procurações
dos
seus
procuradores.
Pois
porque
nào?
Se
os
deputados
ȋo
do
povo,
e
para
o
povo,
é
o
povo
e
nào
o
rei,
que
tem
o
direito
de despedil
os
quanlo
não
cumpram
a
sua missão: dar
este
direito
ao rei
ou
ao
poder
executi-
é
uma
invasão,
e
uma usurpação do di
reito
alheio,
e um contrasenso político.
Já
que tem
deixado
passar
este
para
doxo
com
as
honras
de principio
de
di
reito publico
constitucional,
nào
se
admi
rem, nem
se
queixem
de
que
o
rei
fi
zesse o
que
fez:
estava
no
seu
direito,
e
é
senhor
da
sua
vontade:
queixem-se
de
si
e
da
sua
obra.
Estudem
mais e melhor,
e não
se
met
iam
a decoriões
antes
de
tempo:
conten-
tem-se
com
as
lições
dos
mestres
e
da
experiencia.
e depois
appareçam.
Os
nossos
troianos
dizem qu«
o
actual
ministério grego,
ou
de
gregos,
é
immo-
ral,
esbanjador,
e
odioso
ao
paiz;
em-
quanto
que
o
substituído
se
occupava
em
reparar
os males,
injustiças,
ladroeiras,
immoralidades,
e
desperdícios
dos
que
fo
ram
chamado»
para
substitutos
depois
de
terem
sido substituídos.
Nem tem faltado
quem
diga
urbi
et
orbe
que
esta
manobra
foi
necessária
pjra
cobrir
com
a
mania
do
diabo
as
torpeza»
jque
iam
mostrar-se!
Quando
terá
o
povo
portuguez
juiso,
e
a
consciência
dos
seus
direitos
?
Tantas
lamúrias,
tantas
pragas,
tantas
maldições
a
saírem
de
tantas
boccas
to
dos
os
dias,
e
em
todos os
cantos
do
paiz, e
nada
mais do
que
gemer
!
0
contribuinte.queixa-se
do
pezo
e
da
desigualdade
do
tributo
com
que
o
car
regam.
,
Os
paes
queixam
se
de
lhes
tirarem
os
filhos
para
soldados,
e
das
tranqui-
bernias
commettidas nos
processos
do
re
crutamento
pira
isentar
os
favorecidos,
e
opprimir
os
infelizes.
0
povo
queixa-se da elevação
dos pre
ços
de
todos
os
generos,
e
da
falta
de
protecção
na
sua
vida
oprimida
Os
que
tem
pleitos
judiciaes,
quei-
xam-se
da enormidade
das
custas,
e
emo
lumentos
dos
salafrarios
do fôro,
que
lhe
levam
couro
e
cabello;
queixam-se
da
de
mora
na carreira
e
decisão
das
demandas;
queixam
se
da
ignorância
e
insuficiência
de
muitos
juízes
e
otficiaes
tribunicíos,
e
fogem
da
justiça
como
o
diabo
foge
da
Cruz.
E
por
fim
não
ha quem
se
não
sinta
incommodado
no
meio d
’esse
exercito
de
empregados fiscaes,
alfande-
gaes,
administrativos,
polieiaes,
civis,
dis-
trictaes,
municipaes,
que trazem o
rei
na
barriga,
que
armam
laços
e
semeam
argolas
para
apanharem
a
caça
meuda,
e
que,
sendo
os
monopolistas
da
liber
dade.
a
vendem
aos
metros, a as
litros
e
aos
grammas,
re luzindo-a
a
solidos
e
a
líquidos,
segundo o preço, e a
goela
dos compradores!
Os mais
pacientes
appelam
para
o
tempo,
crando
que
não
ha
bem
que
sem
pre
dure,
nem
mal
que não
acabe;
mas
estes
são
os
pouco»;
os muitos
berram
a
bom
berrar,
e
parece
que
leem
razão.
Pois
quando
vimos
nó»
o
que
estamos
vendo e
temos
visto
de
44
annos
a
esta
parte ?
Promessas
sobre
promessas,
e
todas
ficam em sapatos
de
defuntos.
Elegem-se deputados
para
promovtr
o
bem
moral
e
material
do
paiz,
tanto
quanto
comportam
as
suas
circumstancias;
e
esses
procuradores
falazes
(com rarís
simas
excepções)
traclam primeiro
de
aninhar-se,
e
de
aninhar
os
parentes
e
aíiilhados
nas
casas
e nichos
do
orçamento,
e
quem
não
póde
que
trapaceie.
Quando
chega
o
tempo
de fazer
de
putados,
apparece
uma
chusma de
trom-
Se
assim,
foi,
a
emenda
é
peior do
que
o
soneto.
De que
vale
a
manta
sem
quebrar
o
chocalho?
E
que
coisa
mais
faial
do
que
a
má
opinião
do
monarcha
no juiso, e na
coijsciendia publica
?
!
Quererão
a
democracia? A
democracia
em
um
paiz
podre
de
corrupção,
em
um
paiz
aonde
querem
todos
ser
fidalgos,
em
ura
paiz aonde
não
ha
amor
pátrio
nem
virtudes
civicas,
é
a
sentença
de morte
social,
e
a
maior
das
pragas que
póde
cair
na
humanidade.
Se
disserem
que
se
deve
acabar
de
uma
vez
para
sempre
com estes
governos
hermafroditas,
ou
machafemeas,
que
não
geram
ne produzem senão
necessidades
e
dôres;
se
disserem
que
o
governo
nas
mãos
de
um
monarcha justo,
illustrzdo
e
amante do
seu
povo,
como
foram
muitos
dos
reis
passados
é
o
remedio
unico
para
pôr termo
aos males
passados
e
presentes,
e
para
evitar
os futuros. Se
disserem
isto,
e
se
o
fizerem,
dirão
o
que
o
sim
ples
instincto
dieta,
e
farão
o
que
a
sal
vação publica
imperiosamente
exige.
Isso
que
ahi
está não
presta
para
na
da;
fichas
de jogo
sem
valor no
mercado
com
que
os
parceiros
se
illudem,
ou
niu-
tuamente
se
favorecem,
ora
alteando,
ora
baixando-lhe
o
cambio,
como
fazem
os
judeus.
Nova
especie
de
alchimistas,
des
tros
na
arte
de
cambiar
papeis
por
me
tal
precioso,
e
de
inventar
palavrinhas,
e
palavrões
de
sentido
mystico
para
se
acreditarem
como
santos*
aos
olhos
dos
tolos,
e
dos
papalvos,
a
quem
trazem
iiludidos
com
festanças
e
foquetadas
em
ordem a
desvairarem
e
entretel-os
para
lhes meterem
as
mãos
nas algibeiras,
e
lhes
tirem
as
bolsas,
como
fazem
os
la-
rapios
nos
mercados
muito
concorridos,
e nos
ajuntamentos
de
arraial.
Acabe-se
a
chiadeira: acabe-se
a
moda;
que
já
não
agrada,
e que
por
muilo
vista
e
usada,
perdeu a
belleza
e o
encanto.
Venha
uma
nova
exposição
de
novas
fi
guras
com melhor trage;
pois
que
as
que
se
vèem estão
vistas
e
safadas;
são
chapões
sem cifra,
sem
valor
no
mercado
e
sem
peso
nem feitio.
Nada
de votos nem
de
eleições
em
quanlo
as
urnas
estiverem
nas
mãos,
e
debaixo
da
influencia
dos padres
do
pa
gode.
A
sorte...
a
sorte., que
é
menos
cega,
e
menos
ambiciosa,
do
que
os
con
trabandistas da
soberania,
porque
do
mal,
o
menos.
Regeneremos-nos emquanlo
é
tempo.
José
de
Freitas
Amorim Barbosa.
-——
■----
Coimbra,
14 «le fevereiro.
(Do nosso correspondente).
Ha
já
tempo
que
não
temos
cumpri
do com
a
obrigação
que
nos
imposemos,
de lhe
enviar
as
noticias
d’
esta
Lusa
Alhe-
nas.
Mas
nem
as
tem
havido
dignas
de
menção,
nem
os
nossos
affazeres
nos
tem
permillido
narrar-lhe
algumas
pequenas
cousas,
que,
revestidas
d
’
um
certo
pala-
vriado,
que
costumam
adoptar
os
localis-
tas
em
fallencia
de
acontecimentos,
po
diam dar
para
uma
carta
setnsaborona.
Hoje, porém,
ha mais
alguma
cousa,
que
me
apresso
a
participar
aos
dignos
leitoras
do
«Commercic».
Temos
em
primeiro
logar
as
exequias
solemnes
celebradas
na
Sé
Cathedral
por
alma
do
Grande
Ponlifice
Pio
IX.
Foram
elias
imponentes,
principalmen-
le
pelo
grande
concurso
de
fieis
de
to
das
as
classes
e
condições,
que
assisti-
ram
a
ellas com
a
maxima
compostura;
o
que
raras
vezes
acontece
n
’
esta
terra,
onde
a
buliçosa
mocidade
gosta.de
fazer a
sua
partida,
mesmo
dentro
do templo
do
Senhor.
Tanto
nas
matinas
d
’
hontem
a
gran
de
instrumental,
como
nas
laudes
e
mis
sa
d’
hoje, ofiiciou
o
exm *
bispo-conde.
Assistiu
o
snr.
governador
civil,
ca
ntara
municipal,
e
mais
auctoridades
ad
ministrativas
e
judiciaes,
vice
reitor
da
Uni
versidade,
decanos e lentes
das
differen-
tes
faculdades,
professores
do
lycen,
e o
corpo
académico
na
sua quasi
totalidade.
Dentro
das
grades
da
capella-mór
viam-
se
alguns
titulares
—
o
par
do
reino
Mi
guel
Osorio,
visconde
das
Cannas,
V.
de
S.
Jeronimo,
etc.
etc.,
e
um
numeroso
concurso
de
ecclesíasticos;
assistiram
iam
bem
as difierentes
irmandades
e
corpo
rações
da
cidade, ahimnos
dos
collegios
dos
orfãos.
e
dos
particulares.
Fazia
a
guarda
de
honra
a
força
d
’
in-
fanteria
aqui
estacionada.
Tudo
correu
bem
n
’esta
solemnidade.
Na
capella
da
Universidade
houve tam
bém
hoje
missa por
alma
do
Gran
le
Pon
tífice,
a
qne
assistiu
o
corpo
docente,
empregados d
’
este estabelecimento
e
estu
dantes.
Na
Misericórdia
vão
também
celebrar-
se
exequias
solemnes.
—
Deu
hontem
entrada
n
’esta
cidade o
arcebispo
Primaz
de
Braga S.
ex.
’
entrou,
levando á
Lente
a
cruz alçada.
Era se
guido
d
’alguns
trens;
mas
seria
acompa
nhado
de
muitos
mais,
se
alguém
tives
se
conhecimento
da
suã
vizita.
S.
ex.
a
dirigiu-se
á
sua
quinta,
que
possue
junto
á
cidade.
—
0
mercado
htterario
d
’esta cidade
foi
últimamente
abastecido
de
grande
numero
de
jornaes.
Em
menos
de
meia duzia
de
dias
apparécer-ara
tres—
«Gazela
de
Coim
bra», «Justiça»,
e
«Partido
do
Povo».
Todos
estes
jornaes
são
«progressis
tas»,
menos
a
«Justiça»
que
é
republi
cano.
Ha
hoje,
pois,
aqui sets jornaes
polí
ticos
e uns n.ve
lilterarios
e
scienliti-
cos.
—
Fez
hontem
exame
de
licenciado
em
Theologia
o
dislincto académico
Alves
da
Hora,
que foi
o
primeiro
classificado
do.
seu
curso
em
lodos os
annos.
E
’ um man
cebo
muito modesto,
mas
de
muito
saber
e muito
eloquente.
0
snr.
A.
da
Hora,
tenciona
defender
tbeses
d
’
entro
em
pouco.
—
Apresentou-se
hontem
no
theatro
de
I).
Luiz
a
celebre rainha
das
aguas.
Foi
muito
applaudida,
mas
muito
mal
recebi
da pela
companhia
que
do
Porto
veio
pa
ra
o
mesmo
theatro.
Fez
fiasco
completo.
OZETILHÀ
0emon»trafõe« de (entiment»
pela ei8f»rte do SS. Podre
Pio IX.
—
No dia
13,
a
Direcção
do
Azylo
de
D.
Pedro
V,
fez celeb’rar
uma
missa na
egreja
da
Penha,
a
que
a
mesma
assis
tiu
com todas
as
azyladas
e
mestras
—
No dia
14,
a
Associação
das
Confe
rencias de S.
Vicente
de
Paulo.
n
’
esta
cidade,
fez
celebrar também
uma
missa
entoada
por todo
o
clero
associado,
no
templo
do
Salvador,
á
qual
concorreram
os
socios
e suas famílias,
assim
como
muitos
fieis.
0
revd
m*
padre
Senna
Freitas,
que
foi
o
celebrante, subiu
ao
púlpito
para
dizer
duas
palavras
sobre
a
morte
do
SS.
Padre Pio
IX.
0
eloquentíssimo
orador,
sem se
pro-
pôr
fazer
o
panegyrico
de
Pio
IX, porque
os
poucos
minutos
de
que tinha podido
dispôr
para
preparar-se
lh
’
o
não permit-
tiam,
limitou-se a
fazer
algumas
conside
rações
e a
exprimir
os
seus
filiaes
e
chris-
tãos
sentimentos
ácerca
da
infausta
morte
de
S. Santidade
Deplorou
em
sentidLsima
phrase
este
profundo
golpe
que a Egreja
acaba
de
solfrer,
invocado
os
numerosos
títulos qne
Pio
IX
linha
á
veneração
e
ao
intimo
aífecto
<le
lodos
os
catholicos,
mas accrescentou
que
a sua
morte
não
íizera
mais do
que consagrar
a immorta-
lidade
a
que
o
grande
Papa
já
tinha
di
reito,
e
que
o
seu
nome
permanecerá
indelevel
no
livro
da
historia
e
no livro
dos
nossos
corações.
Disse
que
Deus
não
quizéra
prolongar
por
mais
tempo
o
já
tão
longo
martyrio
do seu
Vigário,
$
que
era
proprio
de
peitos
generosos
aunerir,
embora com
dôr,
ao
supremo desígnio
da
Providencia,
qne,
tornan
l.o-nos
orfãos,
to
davia,
fizera
cessar
as
immensas
amarguras
qne
por
tantos
atravessaram
a
alma
de
Pio
IX.
tendo
recebido
a
sagrada
Communhão,
para lucrarem
o
jubileu.
A
festa
principal
de
S.
Theotonio
fica
para
a
primeira
segunda-feira
depois da
Pascoa.
Orará
n
’«ssa
occasião
o
snr.
D.
Joaquim
da
Boa-Morte.
A«ylo «Se
Í9.
í»ed!ro
V.—
Já
paSSOU
na
camara
hereditária
o
projecto
de
lei
que
manda
dar
a
este
asylo,
para
seu
estabelecimento,
o
edifício
que
foi
das
religiosas
da
Penha.
Damos
os
parabéns
ao
asylo,
e
a
Bra
ga.
Felizmente
não
caiu
em
mãos
que
o
profanassem
aquelle
edifício
religioso.
E
’
este
antigo
convento
edificação
de
D.
Rodrigo
de
Moura
Telles,
egregio
pre
lado
d
’
esta
archidiocese,
a
quem
Braga
deve
a
construcção,
ou
restauração
de
sete ou
oito
edifícios
públicos,
entre
os
quaes
o
desenvolvimento
do
sanctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte.
Contrastaria.
—
Publica
boje
n
’
este
jornal
um communicado, o
snr
Antonio
Casimiro
da
Costa,
ensaiador
real
e
vi
sual
do
ouro, por
exame
feito
na
Casa
da
Moeda,
em que ficou plenamente
ap-
provado, como
opportunamenle dissemos.
No
referido communicado
pede
este
artista
ditlinclissimo
para
que
os
Con
trastes
representem aos
poderes
compe
tentes
afim
de
haver
uma
lei
reguladora
da
contrastaria;
visto
qne
a
vigente
ainda,
foi
promulgada
em
1688!!
Parece
incrível que não
se
tenha
at-
tendido
convenientemente
a
e
le
ramo
do
commercio
e
industria,
de
cuja
importân
cia
não
é
licito
dmidar.
0
pedido feito
pelo
snr. Casimiro da
Costa
é
da
maior
utilidade,—
não
só
para
a
ourivesaria,
como
para
o
publico;
por
isso
é
de
crer
que
os
snrs.
contrastes
o
tomem
na
devida
consideração,
e
for
cejem
para que
seja feita
a
lei
respecli-
va;
e
no
caso
de
não
serem
attendidos
immediatamente
pelos
poderes
competen
tes,
então
realisarem
o
alvitre
apresentado
pelo snr.
Casimiro
da
Costa:
—
de aceor-
darem
na
igualdade
de loques,
para
ob
star
a
muitos
inconvenientes,
alguns
dos
quaes
se
referem
no
communicado de
que
vimos
falhndo.
Aguardamos
o
procedimento
dos
snrs.
Contrastes
ácerca
d
’
este
negocio.
Staile
em
beneficio,
—
Na
segunda-
feira
ha
no
theatro
de
S. Geraldo
um
baile
de
mascaras,
em
beneficio
d
’
um
ar
tista.
Dá-se
em
prémio
um
objecto
de
oiro
á
melhor exhibição que
lá
apparecer.
s»
Syllabwa—
Todos
faliam
a
este
docum-mo
pontifício;
poucos,
porém,
o
têem
lido,
por
isso
que
a
revolução
uão
ha
cessado
de explorar
os
preconceitos
e
de
excitar as
paixões
contra
a
dotrrina
ahi
ensinada.
A
evolução
comprehendeu
com summa
habilidade
qne
o
Syllabus
era
uma me
tralha
fora
de
enormíssima força
contra
a
propaganda
do
erro;
e,
pois,
o
seu
mai
r
empenho
tem
sido
impedir,
por
tolos
os
meios,
a
leitura
e
o
exame
das
theses
ahi
remitas
e
coordenadas
Por
isso
mesmo,
a
luta,
nos
tempos
actuaes,
entre
a
Egreja
e
a
revolução,
é
uma
luta immensa
e
de
incalculável
alcance.
Não
ha
tregoas,
por
que seriam sem
vantagem
alguma,
não
havendo
transaeção
possível.
Á
Egreja
tolera
o
mal,
propler
duri-
liam
corais
hominis;
mas,
não
entra
em
accordo
com
elle,
porque
a t
lerancia
não
é,
não
póde
ser
a
harmonia
do
ver
dadeiro
e
do
falso.
Pio IX
mostrou-se
verdadeiramenle
inspirado
por
Deus,
quando
tomou a
firme
deliberação
de promulgar
o
Sylla
bus
A
revolução
queria
surprender
a
so
ciedade,
suscitando
ao
mesmo
tempo
to
dos
os erros,
e fazendo-os
marchar
em
co-
lumna
cerra
la
contra
a
Egreja.
Melhor
resposta
não
podia dar-lhe
o
grande
Pontífice:
sahiu
ao
encontro
de
tão
formidável exercito,
elle
.
só
, a;enas
fojrle
por sua
auctoridade
de
Chefe
visivel
da
Egreja, e
n
petiu
contra cada
nrn dos
taes
erros
o
anathema
proferido
por
seus
antecessores
E
’
digno
de
lastima
o
furor
impo
tente
do
espirito
revolucionário
contra o
Syllabus.
Pretendem
os
revolucionários
que o
Syllabus não
venha
a
ser
o verdadeiro
codigo
politico
nas
socidades
christãs;
é,
porém,
uma
pretenção
vã,
por
que
a
voz
pontifícia
continuará
a
ser
ouvida
por
todos
os
fieis, sem
embargo
dos
obstáculos
de
toda
a especie
levantados
pelos
governos
cúmplices
e
pelos
reis fracos.
Um
jornal
europeu,
<Le Corrier
de
0
orador
buscou
insinar
o
lenitivo
no
auditorio
que o escutava,
recordando-lhe
que
se
a
vida
se
apagara
no
chefe
visível
da
Egreja,
o
seu
Chefe
invisível
e
immortal
velava
sobre
ella
e
sobre
ós
seus desti
nos,
e
que
Elle
daria
á
Egreja,
para
lhe
enxugar
as
lagrimas
da
viuvez,
um
Pon
tífice,
que,
se
não
puder
fazer
esquecer
Pio
IX
(o
que
de
certo
não
é
possível)
nql-o
faça sempre lembrar
pela
simi-
Ihança
dos
elevados
dotes que
aureolavam
o
precedente.
Disse
que
a
sua
convicção
intima
era
que
Pio IX já
gozava
no
Ceo
da
visão
intuitiva
dos
justos,
embora
lhe
sufragás
semos
ainda
na
terra
o esp;
rito,
como
nos
cumpria;
e
invocou,
enlevado
no
enthu-
síasmo
da
sua
piedade
christã
a
beba
alma
de
Pio
IX,
supplican
lo-lhe
que
in
tercedesse
pela
Egreja
Calholica
sobretudo
n
’
esla
crise
tão
solemne
do
Conclave que
em
Roma
se reúne
no
dia
19 d'este,
por
Portugal,
pela
c<>tholica
Braga,
segunda
Roma,
a
quem
com
não
men
>s
razão
que
á
primeira
bem
podia
chamar
sua,
e
im
plorou
a
sua
segunda
e mais
fecunda
bên
ção
para
a Conferencia de
S. Vicente
de
Paulo,
creada
sob
os
auspicio»
da
sua
primeira
bênção,
e
que,
ajoelhada
agora
a
seus
pés,
lhe
oflerecia
o
tributo
das
suas
lagrimas
sinceras,
e
continuaria
sem
pre
a
considerai
o
com
o
grande
Vicante
de
Paulo
pelo
seu
grande prototypo
de
cari
lade,
na
evolução
das
obras
de
car
dade
a
que
se
votou.
Terminou
este
acto
com o
responso e
absolvição cantados pelas
religiosas,
e
as
sistência
dos
associados,
com tochas.
Últimos sni>ment3i de K*io IX.
—
No
dia
6
do
corrente,
(quarta-feira) á
noite.
Pio
IX
sentiu o
calefrio
da
febre.
0
sotnno
interrompeu
se-lhe
pelas
3
ho
ras
da
manhã
de
quinta-feira.
A
’
s
8
as
vias
respiratórias
embaraça
ram-se
lhe.
o pulso
tomou-se
rápido
e
a
inlelligencia
mantinha-se lúcida.
A
s
11,
as
extremidades
cobriram-se-
lhe
de uma
côr
livida,
e
a
respiração
dif-
ficultou-se-lhe.
Ao
meio
dia,
o
Papa,
conservando
serena
a
sua alma, tirou
de
sob
o
tra
vesseiro
o
Crucifixo
e
abençoou a
assis
tência,
o
Sacro
Collegio
e
os
diplomatas
d
Hespanha
e
França,
ajoelhados.
0
grande
penitenciário
recitou então
o
Profteiscere
e
o
aclo de
coniricção,
e
Pio
IX
respondeu
:
•
—
Cot
voslro
santo
ajuto.
Fôram
as
suas
ultimas
palavras.
Nbsto
começa
o
estertor.
0
psdecente
fez
signal
de
que
não podia
fallar.
0 grande
penitenciário
pediu-lhe
a
bên
ção
para
os
cardeaes.
0
Papa
ergueu
a
dextra, olhou em
volla
e
deu a
bênção
requerida.
A
’
s
tres horas
e
quarenta minutos,
as
palpebras
fecham-se-lhe,
começa
a
agonia
a
fronte
inunda-se-lhe
de
suor
e
deslisam-
Ihe
abundantes
lagrimas,
ao longo
do
rosto.
A
’s
a
e
30,
o
grande
penitenciário
principiou
as
suas
preces.
Dava
o
pendulo
5
horas
e quarenta
e
cinco
minutos,
quando
o
Pontífice
fai
leceu.
—
Bequiem ceternani
dona
ei, Domine,
proferiu
em
voz
grave
o
penitenciário.
IVetieia« de
Hosnit.
—
A
Unilá
Ca-
tholica.
e vários
correspondentes
de
Roma
para
jornaes
estrangeiros
dizem constar-
lhes
que
o
rei
Humberto
lem deitado
mui
to
sangue
pela bocca, no
Quirinal.
0
cadaver
de
Pio
IX
foi
esta
madru
gada
exposto
ao
publico.
A
multidão
cor
reu
em
grande
afíluencia
ao edifício,
bei
jou
lhe
os
pés
e
demonstrou
a
sua
grande
magua
em
diversas
manifestações
eloquen
tes.
—0
governo
reforçou
a
guarnição
da
cidade.
—
Falla-se
de
uma
Bulia
posthuma
que
annulla
o
«veto»,
fundando-se
em
que
as
naçõ°s
que
gosavam
d
’
esse
direito con
sentiram
no
despojo
da
Eg-reja.
—
Uma
nova
candidatura,
a
do
cardeal Morichini, dis
puta
a
victoria,
com
probabilidades de
exilo,
ás
dos
cardeaes
Pielro
e
Simeoni.
—
Morichini
é
dos
mais
antigos
no
Sacro
Gollegio, sendo
o
5.
0
por
a
ordem
da no
meação.
Nasceu
em
Roma
a
21 de No
vembro
de 1803,
e
era
o secretario
d»s
memoreaes.
Prwee».
—
Nas
egrejas
da
cidade,
já
se
concluíram
as
preces
publicas
pela
eleição
do
novo
Summo
Pontífice,
na
conformidade
das
determinações
do
snr.
arcebispo
Primaz.
S. TJiíotonio
—
No
dia
18
do
cor
rente
tem
de
haver
no
templo
dos
Con
gregados
uma
missa
cantada em
louvor
de
S. Theolonio,
por
ser
o
seu
dia.
ToJos
os
irmãos
associados
devem
as
sistir
áquelle
acto,
e
visitar
o
Santo,
Genéve»,
escrevendo
sobre
a
moral
revo-
lucionaria,
exclamava.
«Por
que
tantas
recriminações
contra
o
Syllabus
? E' por
que
o
Syllabus
mos
tra
aos povos
a
falsidade
e
a
immorali-
dade
dos
princípios
em que
se
apoiam
as
malversações
das
aucloi
idades
políti
cas.
0 Syllabus
detende
os
direitos
do
po
vo,
os
direitos
dos
particulares,
os
direi
tos
do
pae,
os
direitos
do
orfào,
em sum
ma,
os
direitos
de
lodos
contra
as
insa
ciáveis
ambições
dos
legisladores,
dos
funccionarios,
e
dos
poderosos
que
explo
ram.
no
proveito exclusivo
de uma
aris
tocracia
sem tradições,
a
fraqueza
e
a
inexperiencia
das
classes populares.
0
Syllabus
é
o tutor
do
opprímido
contra
o
oppressor,
do
fraco
contra
o
lyranno:
e,
pois, desencadearam-se
tantos
odios
e
tantas
calumnias
para
impedirem
esta
necessária
reivindicação da moral do
christianismo
contra
as
theorias
e
as
pra
ticas
immoraes do progresso
moderno».
Ainda
bem
que
a
revolução
prometle
não
recuar.
Isto
é
uma
vantagem;
porque
a
causa
christã poderá
triunfar
definitivamente,
supplanlando
de
uma
vez
o
erro
e
a
he
resia
.
0
Syllabus
é
a
ban
leira
de
todos
os
catholicos
na
grande
luta
travada,
diz
a
«
Esperrnça».
e'heg?v«Ss»
.
-S.
M.
a
Senhora
D.
Ma
ria Pia
chegou
ante
honte
de
manhã
a
Lisboa, acompanhada
do
príncipe
D.
Car
los,
do
regresso
da
Itaba.
Uaryng»
c*rti£ls>a8.
—
0
«Times»
dá
alguns
detalhes sobre
a applicação
da
la-
rynge
artificial
que
foi
praticada
na
pes
soa
de
James
Honston,
canteiro,
de
29
annos,
pelo
dr. Foulis de
Glasgnw
Este orgão
artificial
é
um
instrumento
aperfeiçoado
pelo dr.
Irvine.
E
’
a
primeira
vez
que
se
fez
ta!
ope
ração
em
Inglaterra.
Com
vários successos praticou
se
aquel-
la
operação
em
vários
pontos,
especial
mente
em
Vienna,
em 1873;
o
dr.
Bil-
lolh
tirou
a larynge a
um
doente,
e
o
dr.
Gussembauer
tentou
substituil-a
por
uma
aitificial.
Mas
o
caso
do
dr.
Honston
é
um
verdadeiro
triumpho
para
a
arte,
atten-
dendo
a
que
a
saude
do
enfermo
melho
rou,
depois
da
transformação
da
sua
la
rynge.
Altribue-se
este
successo
á
lentidão
e
ao
cuidado
com
que
a
operação
foi
feita.
0
dr.
Fonlis,
depois
da
ter
cortado
a
traahm-arleria,
introduziu-lhe
um
tubo
pa
ra
obstar
a
que
o
sangue
invadisse
os
pulmões.
A
operação
durou
duas
horas
e
meia.
Havia
sido
apjdicado
ao
doente
o
chloro-
formio.
0
orgão respiratório,
que
foi
subslit
tuido
pelo
natural,
compõe-se
de
dosilu-
bos,
um
dos
quaes
desce
para
a
trachéa-
artéria
e
outro sóbe
para
a
bôca.
hieeii(9io«
em
SParis.
—
Eis,
segun
do uma
estatística
recente,
qual
foi
o
nume
ro
d
’
incendios
em
Paris
durante
o anno
de
1877:
Não
foram
menos
do
2,192.
I8Í
foram
o
resultado d
’accidentes;
1,707
de
terminados
por
descuido
ou
imprudência,
113
devidos
a
vicios
de
construcção,
175
a
causas
desconhecidas,
e
3
finalmenle
á
malevolência.
A
cifra
aproximativa
das per,
das
soffridas
pelas
victimas
d
’
estes
incên
dios
foi
de
2
370,
380 francos.
HibSietliecag
tEsíasías-Utai-
<lo«.—
Segundo
um relatorio
oflicial
sobre
as liibliotheeas
d
’
este
paiz,
existe
actual-
mente
ali
3862 bibliolhecas
publicas,
pro-
vislas
de
13
milhões
de
volumes.
E
’
um
augmenlo
de
35
bibliolhecas
desde
as
ultimas
estatísticas
publicadas
em
1870-
E
’
interessante
recordar que
em
1800 não
se
contavam
nos
Estados-Unidos
senão
49
bibliolhecas
encerrando
sómenle
80,00o
volumes.
Guvrra
«lo
Orionío.
—(Js
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Paris
12
—Quatro
couraçados
inglezes
receberam ordem
de
partir
para
Gibral
tar,
onde
encontrarão
instrucçôes.
Assegura
seque
a
Turquia
recusa
deixar
passar
os
Dardanellos
á
esquadra
ingleza,
.ameaçando
bombardeal-a.
Vienna
12—
A
França
e a
Italia
sus
penderam
a
ordem
de partida
para
as
res-
peclivas
esquadras,
em
vista
da
tranquil-
lidade
relativa
de
Constantinopla.
A
Áus
tria
guarda provisoriamente
a
mesma
re
serva.
Constantinopla
.12—
E
’
inexacto
que
a
Porta ameaçasse
a
esquadra
ingleza com
bombardeamento.
O
almirante
Hornby
re
tirou porque
o
governador dos
Dardanel
los
declarou
que
não
linha
instrucçôes,
e
por
tanto se
limitaria
a protestar
contra
a
passagem
da
esquadra.
Sadullap,
embai
xador
turco
ern Berlim, substilue
Sadvk-
Pa
’c!'á.
como
delegado
das negociações
com
a
Bussia.
S.
Pelursburgo
13
—
Os russos
entraram
-em
Constantinopla
em
todas
gs
eventua
lidades,
para
pisseio
militar
corno
òs al-
lemães entraram
am
Paris
em
1871,
mas
não
para
occupação
duradoura.
Constantinopla 13
—
A
esquadra
ingle
za
passou
os
Dardanellos
e
penetrou
no
mar
de
Marmara,
com
direcção
a esta
ci
dade.
Londres
14—
Os
jornaes
inglezes con
firmam
a
noticia
de
que
transposeram
Pont
m
os
Dardanellos
6
couraçados
in
glezes.
os
quass
deviam
chegar
esta
ma
nhã
a
Constantinopla.
O
«Times» publica
um
telegramma
de
S.
Petersburgo,
dizendo
que
as
negocia
ções
para
a
conferencia djs
potências
es
tão
suspensas
momentaneamente.
Correm
boatos
de
a
Áustria
estar tra
tando
da
mobilisação
parcial
do
exercito.
O
archi-duque
Alberto
foi
chamado
a
Vi-
enna.
O
«Standart»
diz
que
ã
Inglaterra
deve
proceder
»ó»inha em
caso
de
neces
sidade.
Portugurzrm falieeirlos.
—
Nos
me
zes
de
novembro e
dezembro trados,
fal-
leceram
na
cidade
de
Santa Maria
de Be-
lem.
Pará,
os seguintes:
Francisco
Soares
Leal,
67
annos, casa
do.
José
Maria Rodrigues,
30
annos,
sol
teiro
Manoel
da
Cunha
Bastos,
41
annos,
ca
sado.
Antonio
Joaquim
Correia, 35
annos.
ca
sado, natural
de
Braga.
Tinha
sociedade
commercial
com
seu
irmão,
ausente
em
Portugal,
sob
a
firma
Correia
&
Irmão.
Os
seus
tvres
calculam-se
em
cerca
de
qua
renta
contos
de
reis,
moeda
brazileira.
Deixou
viuva
e
dois
filhos
menores.
Francisco
José de Azevedo, 23 annos,
casado.
Henrique
Fernandes
Pinto,
21
annos,
solteiro,
do concelho
de
Gaya.
Jacintbo
Alves
da
Rocha,
31
annos,
solteiro;
deixou
fortuna
que
se
calcula
em
cerca
de
triuta
contos
de
réis,
moe
da brazileira,
consistente
em bens
de
raiz
e
precentagens
da
safra do
assucar
annu-
aes, do
engenho
cafezal,
onde
era
admi
nislrador.
A
herdeira
é
sua
mãe
Maria
Alves
de
Souza
residente
na
freguesia
de
Meixomil,
concelho
de Passos
de Ferreira.
Estas
informações
fôram
prestadas
por
seu
tio
0
eommendador
Forlunato
Alves
de
Sousa,
proprietário
d
’
aquelle engenho,
e
a
cargo
de qnem
se.
acham
os
respectivos
bens.
José
Maria
Pereira,
61
annos,
casado.
Appelo
á
—
Pedimos ás
almas
caridosas
uma
esmola
para
0
pobre
Antonio
Joaquim
da
Motla,
ollicial
de
sa
pateiro, morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultiriío
grau
de
pobreza,
não
podendo,
pelo
seu
mau
estado
de
saude,
ganhar
meios
para
sua
subsistência,
de
sua
mulher
e
filhos.
A*
me«»na.
—Recommendamos
á
ca
ridade
publica,
Antonio
de Passos,
mo
rador
na
rua
das
Palhotas
n
0
57.
.4
’
»
g»eissí»i»i*
caritativas.—Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S
Pedro
de Ma-
ximinos.
n.°
18,
existe
uma
enlrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
(ilha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soffre
dores
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
’
s
almas ®4*ríd®Bas. — Recommen-
damos ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
18,
(solão).
Tendo
80
annos d
’edade,
e porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
rabalho,
lucla
com
a
miséria
extrema.
Nenhuma;
e
assim teria
sido
bem me
lhor
para ambos.
Nem eu
houvera
passado
pelo
insulto
que
soffri,
não
só
injusta,
mas innocente-
mente;
nem
0
snr.
Mengo
teria
pratica
do
uma
acção
que,
além
de
ser
já
em
si
criminosa,
se
tornou
escandalosa;
não
serviu
para
desagraval-o
perante
nenhu
ma pessoa
sensata;
não
0
acreditou
como
cavalheiro,
nem como
homem de
bem,
e
podia
prejudical-o
em
seus
interesses
bem
mais
que 0 artigo
que
tanto
0
exasperou.
Fará
0
snr.
Mengo
0
favor
de
dizer-
me que
utilidade
lhe
resultou de
me ha
ver
batido?
O
sitnples
prazer
de bater
n
’
um
padre?
já
disse
que
0
não
creio;
e isso
não
era
uti
lidade.
A
satisfação
de
castigar
por
suas
mãos
um
offensor,
e
a
conveniência
de
corrigil-o
para que
de futuro se
emendasse?
Quanto
á
offensa,
já
mostrei
que não
era eu 0
offensor,
e
que
0
snr.
Mengo
nào
podia
ter
nem
ainda
bem
fundada
presumpção
de
que
0
lôrà.
Demais,
os
desforços
pes-
soaes
são
puníveis
por
todas
as
leis
das
sociedades
bem governadas,
e,
fóra
de
certos
e
determinados
casos,
ninguém
a
sangue
trio
as
desculpa,
e,
muito
menos,
louva.
O snr.
Mengo tinha,
no
caso
de
0
ter
eu
offend'do,
os
meios
legaes
de
desaf
fronta á sua disposição.
Quanto
á
correcção,
essa,
para
ter
al
gum
logar
devia
suppor
a
certeza
da
of
fensa;
ainda
assim, perderia
-muito
em
efficacia
só
pelo facto
de
ser
um
crime
castigado
com
outro crime.
Punir
uma
infraeção
das
leis
por
meio
d'ouira
in-
fiacção
d
’
ellas, ainda
maior
e
mais
fla
grante,
nào é
por
certo
expediente
muito
accommodado
a
produzir
a
emenda do
cul
pado.
Eu
não
era
culpado.
Ainda
que
0
fos
se
não
admilto nem
reconheço
no
snr.
Mengo
auctoridade
alguma
para
applicar-
ine
aquella
correcção.
Porisso
é
que" lhe
mostrei
e
vou
mostrando
que
não
tenho
em
conta
alguma
as
palavras
que
me
dirigiu
á
porta
da
loja
para onde
me
re
colhi.
A
admoestação
que
me
fez
era
por
todos os
lilulos
mal
cabida
e
completa
mente
desauctorisada.
Eu
ouvia
calado,
mas
não
foi por respeito
á
sua
pessoa.
A
minha
altitude
não
era
a d
‘
uma
crean-
ça
que
ouve
respeitosa
as
admoestações
que
lhe
faz
0
pae
ou
0
superior
apoz
0
castigo
que
ella mereceu
por
qualquer
travessura.
Não
levo a
tal
ponto a
timi
dez,
e
creia
0
snr.
Mengo
que
me
sobra
em
força
moral
0
que
me
falta
era
for
ça
physica
A
minha
altitude
pois,
quer
recebendo
sem
resistência os
seus
murros,
quer
ouvindo
calado
as
suas
admoesta
ções,
explica
se
bem
agora
pela
minha
força
moral
Não
devo
lambem
deixar
aqui
passar
de
todo
desapercebido
0
discurso
que
fez
no
tribunal
0
snr.
dr.
Alexandre
Braga,
advogado
do
snr. Mengo.
Estou
arrependido
de
não
haver
to
mado
nota
de algumas
passagens
d
’esse
discurso
que
bem
podiam
ser
designa-
daraente
commenladas
e respondidas
em
capitulo
á
parte.
Far-lhe-hei,
ainda
as
sim,
algumas
observações breves
e mui
to
comedidas.
Sei
que
a
um
advogado,
quer
defenda,
quer
accuse,
são,
e
com
razão,
concedi
das certas
liberdades; mas
parece
me
que
s. ex.
a
n
’
aquella
occasião
as
u
irapassou
bastante.
Não
se
limitou, no
desempenho
da
hon
rosa
funeção que lhe
estava
commettida,
a
aproveitar
os
elemenios
que
lhe
forne
cia
0
depoimento
das
lestimunhas do
reo
e
a
desculpa
ou
altenuante
que este alle-
gou,
bem
como
os recursos
de
sua
tão
celebrada eloquência
e
nunca desmentida
aptidão.
Como
disse,
ou
deu
a
entender,
não
quiz
perder
a
occasião
de
desabafar
con
tra
a
«Palavra»,
não
esquecidos
ranco
res.
Rompeu,
pois, em
invectivas
con
tra ella
e
seus
redactores,
fazendo allu-
são
especial
ao quer
que
era
que,
pelos
modos, se
escreveu
n
’
esse jornal
acerca
de
seu
fallecido
irmão,
e depois
d
’
este
fallecer.
Se
0
snr
Alexandre
Braga
quizer
tor
nar
conhecidos
0
valor
e
a
justiça
de
suas
invectivas,
indico
lhe
um
meio
muito fá
cil
de
0
conseguir:
é
repetil-as
de
novo
em
logar
e
de
fórma
que
os
redactores
da
«Palavra»
lhe
possam
dar
condigna
resposta.
Tome
0
meu
conselho, e
veremos
de
pois quem
leva
a
melhor.
7
de
fevereiro
de
1878.
Padre
Manoel Joaquim
de
Mesquita
Pi-
mentel.
COHBK8POSDEKCIA
Explicação ar» publico
(Continuado
do
n.°
antecedente.)
Eu
não
era
0
auctor:
que
duvida
po
dia
ter em
dizer
que
0
não era?
Se
0
snr.
Mengo
se
julgava
pessoal
mente
offendido
pelo
artigo,
e
se
podia
Compromeller-me
a que se lhe desse
a
satisfação
que
exigia
pela
verdadeira ou
supposta olfensa,
que
duvida
podia
ler
em
tomar
tal
compromisso?
SECÇÃO
D£
COMMUMICADOS
AOS
SNRS
CONTRASTES, E
A
’
OURIVESARIA
EM
GERAL.
Pedido,
e dcelat-açíío.
Aos
ill.m«
s
snrs.
Contrastes
do
ouro,
como
representantes
e
fiscaes da
ourive
saria,
vou
por
este
meio fazer um
pedido,
para
0
qual
chamo toda a
attenção:
Como
0
Regimento
concernente
á
ou
rivesaria.
a melhor
parte
do
qual
tem
sido
leltra
morta,
se
não
cumpre
em
rasão
de
contbr
exigências
hoje inadmissíveis;
e
como
este ramo do
commercio
e
da
industria
não
pode
existir sem
uma
lei
própria,
por
cuja falta
elle
não
pode
prosperar;
seria
de
inconlesta
vantagem
pira
todos 0
sol-
licitar-se
do
poder
competente
a
reforma
da
lei
respectiva.
Essa
reforma
será
facílima
de
conse
guir
de
harmonia
com as
camaras muni-
cipaes,
que
devem representar
ao
poder
competente
para
que
este
incumba
ao
Director
da Casa
da
Moeda,
ou a
uma
coram
ssão
especial,
a
revisão
do
Regi
mento,
e a
fixação
do
toque.
O
actual
Director,
alem
d
’
tirn
caracler
justiceiro
e
recto,
possue
todas
as qualidades
requeri
das
para
este
fim
E
’
de
grande necessidade
que
os
meus
collegas,
ou
a
ourivesaria,
tratem
da
obtenção
dessa
refórma
emquanto
as
ca
maras
legislativas
funccionam.
O
tractado
do
commercio
com
a
França
está
a
ter
minar
e
precisamos
saber
se,
continuando
a
importação,
0
toque
deverá
ser
deter
minado pela
nossa
lei,
00
se,
na
falta
desta,
teremos dois
toques,
para
obviar
a
concorrência
ás nossas
obras.
Como os
seus
antecessores,
os
actuaes
Contrastes
consentem
a
venda
das
peças
francezas,
assim como algumas
das
na-
cionaes,
sem
marca,
em
manifesta
oppo-
siçào
com
0
Regimento.
A
continuar
esta
irregularidade,
ver-me-hei
obrigado
a
ado-
alar
uma
marca
especial
para
as obras
no
toque
da
lei
franceza,
da
qual
farei
uso
a
quem
m
’
a
solicitar,—
visto o
con
ceito
em
que
esta
é
tida
entre
os
meus
collegas
ourives
—
, ficando
assim
em
nosso
beneficio
os
direitos
de
importação,
que
são
50 reis
em gramma.
Observarei
aos meus
collegas,
—
a
uns
cora
toda
a
amisade,
e
a
todos
com
a
devida
consideração
—
que,
emquanto
não
houver
aquella
precisa
refórma,
é
d
’extre-
ma
necessidade
e
bem
commum
0
virem
a
um
accôrdo
afim
de
haver
sempre
igual
dade
de
Contraste
para
Contraste.
Sem
querer
oflender
melindres,
lem
brava que
todos
seguissem
a
opinião
e
procedimento
do
digníssimo
Contraste
do
Porto,
e como
utlimamente
qnería proce
der 0
meu
amigo
0 snr.
Caetano
Bar
bosa,
digno
Contraste
em
Braga;
porque
do
modo
porque
se
tem
até
hoje
proce
dido resulta 0
não
haver igualdade
e
con
fiança
entre
os
contrastes,
como
devem
saber,
e
eu
me
abstenho
de
especialisar.
As
faltas
que
d
’
ahi
resultam
proveem
de
não
haver
a lei a
que
nos
temos
refe
rido.
E
ainda
farei
notar,
que,
se
peço
para
que
se
determine
a
igualdade
no
toque,
é
porque
vou
usar,
não
d
’
um
de opi
nião,
mas fixado
realmente
para
a
minha marca,
e
o
qual
não
baixarei
sem
nova
declaração na
qual
expenda
as
cau
sas.
A
melhor
occasião
que
tive
para
co
nhecer
dessas
irregularidades
a
que acima
alludo, proporcionou-se
emquanto
esperei
que
se
me
fizesse
a
marca
e
depois
qoe
li
0
nosso Regimento.
Porisso,
e
por
mo
tivos
de
concorrência,
originada pela
des
igualdade,
mandei,
indirectamente,
marcar
a
minha
obra
a todos
os
contrastes.
A
continuarem
estes
do
modo
como
procedem,
acabam
irremediavelmente
com
esta
instituição.
DECLARAÇÃO.
'
Segundo
0
disposto
no
capitulo
II.
0
da Contrastaria,
ainda
em vigor
embora
se
não
cumpra,
são
applicadas
penas
ao
Contraste
que
marcar
obra
que não
es
teja
na
lei, e
ao
fabricante que
fizer
essa
obra.
Em
vista d
’esta
disposição, e
em
ra
são
do
exame
que
tenho, é
claro
que
não
posso
jámais
allegar
ignorância
nas
obras
que
fabrico;
porque
em
caso
de
questão
attinenle ás
mesmas,
qualquer
dos
con
trastes
poderia
desculpar-se
com
ter
mar
cado
a
peça
em
attenção
ás
minhas
ha-
bditações
e
á
confiança
que
em
mim de
positava.
Se
eu
antes
de
fabricar
as
mi
nhas
obras,
fizer
ao
ouro
um
exame
reaL
—-como
tenho
tenção
de
fazer
—será
risí
vel
sugeitar
as
ditas
obras
a
ensaios
vi-
suaes.
Resolvi
porisso
marcar
as
minhas
obras
com
um
G,
significativo
de
garantia,
encimado por
uma
coroa.
Esta
marca
foi
feita pelo
primeiro
gravador
da
Casa
da
Moeda,
0
qual
ficou
com
um exemplar
para
averiguações
futuras,
em
caso
de
questãçL
A
minha
marca
só
terá
valor,
quando
for
encontrada
cora
a
marca
da
fabrica
que
é
J.
C.,
e
será posta só
em
parte
d’onde não
possa
haver
mudança.
Espero
que
esta
minha
marca
tenha
aceeitação igual
á
dos
meus
collegas,
não
obstante
ser
paramente particu
ar.
A
dos
snrs. contrastes em exercício
é
um
1,
que
querem
que
signifique
lei[?)
Só
declararei
0
loque que
dou
ás
mi
nhas
obras,
um mez
depois
da
publicação
d’
esta
declaração;
porque
espero que os
meus
colegas
venham
a
um
accôrdo,
e
estabeleçam
um
toque igual.
Estabelecida,
ou não,
essa
igualdade,
farei
aequisição
■forna
das
peças
que fabrico,
marcada
e
aesada,
com
0
competente
bilhete
de
ca
da um
dos
contrastes,
e
far
lhe-hei
o
ensaio
real. Conhecido
0
toque
que
ado-
)tam,
e
0
modo
como
procedem
com
as peças
ôccas,
então
fixarei
0
meu,
se
guindo
0
procedimento
dos
mais
compe
tentes.
Termino
declarando
que,
se
nada se
fi
zer,
publicarei
mensalmente
um boletim
mostrando
0
toque
aloptado
por
cada
um
dos
contrastes,
e
guardarei
os
res-
peclivos objectos
por
espaço
de
8
dias,
para,
no
caso
de
haver
contestação, podrF
conhecer-se
da
veracidade
do
toque.
E
’ a
maior
vantagem que
posso pres
tar
aos
meus
collegas,
e
á
ourivesaria
em
geral.
Braga,
1 i
de
fevereiro
de
1878.
Antonio
Cazimiro
da
Costa.
THEATRO
D
E
S.
GERALDO
BAILE
DE
MASCARAS.
Domingo
17
de
fevereiro.
Segunda-feira
18.
EM
BENEFICIO DE UM
ARTISTA.
Dá-se
UM
OBJECTO D
’
OURO.
de
pré
mio,
á
mascara
que
apresentar
melhor
exibição.
Principia
ás
8
horas
da
noite.
ÃGaiSlCIMSKTOS
João
Maria
Araújo
Esmeriz,
e
sua
mu
lher,
Roza
de
Lima
Araújo
Esmeriz,
agradecem
em
extremo a
todas
as
pes
soas que
os
cumprimentaram
por
oc.-
casião do
fallecimento de
sua
innocente
filhinha
Lucinda,
e
bem
assim
a todas
as
pessoas
que
a acompanharam,
e
assistiram
ao
respon-o
de
gloria que
leve
logar
na
noite
de
9
do
corrente
no real
templo
de
Santa
Cruz,
protestando
a
todas
0
seu
indelevel
reconhecimento.
(756)
D,
Thereza
de
Jesus
Vieira
Machado,
achando-se
quasi
restabelecida,
dos
in-
commodos
de
sua saude porque
tem
pas
sado;
Bem
por
éste
meio
agradecer
a
to
dos
os
exc.'
“
'
s
snrs.
e
exc.[nas
snr.
’
s
e
mais pessoas,
que
tiveram
0
incommodo
de por
muitas
vezes
saber
de
suas
me
lhoras,
e
a
todos
protesta
seu
vivo
reco
nhecimento.
(755)
ANNUNCK
ESTEIRAS PARA FORRAR
SALAS.
Manoel Dias
da Silva,
premiado
na
exposição
de
Braga
em
1863.
na
Inter
nacional
Portuense
em 1875,
na
de
Vien-
na
de
Áustria
em
1873
e
na
de Pi.ila-
delphia,
em
1876,
faz
publico
que
tomou
conta
do
estabelecimento
de
es'eiras
da
roa
do Souto n.°
40 e 40
A,
d
’esta
ci
dade,
aonde
o
fabrico
das esteiras
prin
cipia a
ser
no
sistema
de
Lisboa
e
Porto.
Também
lava e
compõe,
sendo
presizo.
No
mesmo
estabelecimento ha
sortimento
de
capachos
de
espado,
(761)
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Em
virtude do
despacho
proferido
pe
io
Tribunal
do
Commercio
d
’esta
cidade,
no
processo
da
prorcgação
de
moraloria
requerida
pelo
Banco
Commercial
de
Bra-
^ga,
sào
convidados
os
snrs.
accionislas
do
mesmo
Banco, por
deliberação
do
Conse
lho Fiscal,
a
fim
de
no
dia
4
de Março
proximo
pelas
II
e
meia
horas da
manhã,
reunidos
em Assemblea
geral
extraordi
nária.
elegerem
os membros
accionislas da
commissão
mixta,
que
tem de
proceder
á
liquidação
do
mesmo
Banco.
Fica
por
este
modo
sem
effeilo
o
annuncio
anterior
para as
eleições dos
dif
lerentes
cargos que se achavam
vagos.
Braga
16 de
fevereiro
de 1878.
No
impedimento
do
presidente
O
vice-presidente
Antonio
Brandão
Pereira.
BANCO
DO
ALEMTEJO.
Sociednde anónima, responsabili
dade
limitada.
CAPITAL
1.200:0000000
Dividendo
do
2°
semestre de
'1811
A
’s
segundas,
quartas
e
sextas-feiras
de
cada
semana,
a
começar
no
dia
18
do
corrente,
pagar-se
ha na
thesouraria
do
Banco
do Minho,
desde as
10
horas
da
manhã
até
á
1
da
tarde,
o
dividendo
do
2.°
semestre
de
1877, na razão
de
3
0/0
ou
30000
reis
por
acção.
Braga lo de
fevereiro
de 1877.
Pelo
Banco
do
Minho
como
agente do
Banco
do
Alemtejo,
Os
Gerentes
Domingos
José
Soares.
(763)
João
Margues
da
Silva.
A
EELLEZA
DAS
SENHORAS
Pomada
sympathica,
para
destruir,
de
momento,
o
pello
da cara
e
mesmo
cabei-
lo
em
quantidade,
sem
causar
o
menor
damno
á
pelle.
Xarope
peitoral
de
Rei
Empregado
com
os
melhores
resulta
dos
nas
moléstias
pulmonares,
tosses an
tigas e
modernas, bronchites agudas
e
chronicas.
broncorrhea,
calharro
pulmonar
seja
qual
fôr o
seu estado, pneumonia,
pleu-
resia.
tisica,
calharro
suflocante,
angina
nervosa, tosse
asthmalica,
escarros
de
san
gue,
etc.
etc.
Os effeitos d’esle
verdadeiro
especifico
são
seguros
e
rápidos e é
considerado
na
opinião publica
o
melhor
medicamento
pa
ra
taes
padecimentos.
A
’
venda
em
Braga,
nas
phai
macias
Pipa
&
Irmão,
Orphãos
e
Alvim.
Em
Guimatães
na
Pharmacia
de
Pereira
Martins.
Deposito
principal
na
phar-
rnacia
Lisbonense,
Largo
do
Corpo
(Santo
—
LISBOA.
(762)
MONTE
PIO
DE S.
JOSÉ.
O
presidente
e
mais
membros
da Me
za
provisória,
elegida
e
auctorisada
pela
Assembleia
Geral,
de
10
do
corrente,
convidam
todos
os
socios
que
estejam
no goso
dos
seus
direitos,
a
comparece
rem
nos
baixos
do
edifício
do
lyceu,
d
’esta
cidade, no dia
17
do
corrente
ás
9 horas
da
manhã, afim
de se
proceder
á
eleição
definitiva,
de
harmonia
com
as
disposições dos
respectivos
Estatutos.
O
presidente—
Antonio
Domingues
Al
vim.
Vice-presidente
—
Antonio
José
da
Silva
Mello.
1.
°
secretario—
José
Antonio
Peixoto
Braga.
2.
°
secretario
—Antonio
Luiz
Rodrigues.
(760)
_______________________________
Solicitador
—
A.
Lopes
da
Gama
JB«erif>torio—Taypaa n.° •
—
Porto
(613)
RAPAZ.
Necessita-se
d’um
mesta
cidade
para
loja de
DROGAS
E
PHARMACIA.
Falia-se
no
escriptorio
d
’
este
jornal
(741)
SALLA
E LOJA.
Aluga-se
junto
ou
em
separado
na
rua
do Souto.
O
pretendente
falle na inesma
rua
e
vestimenleria
Rocha.
(739)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria
de Santo
Amaro da
Sé
tem
dinheiro para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
LE
.ILLER
di
>
B
à
M/S
ei
des
BBMOISELLES.
ANNO
XXIX.
Períó:
’
ise»
sl
ANNO
XXIX
Publica-se
no dia I.’
de
cada
mez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos itinumtraveis
m Ihoramentos
successivamente
introduzidos,
é
hoje
este
jornal
de
modas
uma verdadeira inciclopedia
de
todos os
lavores
proprios
para
senhoras.
A
utilidade
e
esmerado eslillo
de
sua
redacção,
as
preciosas gravuras
de
figurinos,
já
em
preto, ji
a
côres,
os padrões
riscados
em
tamanho
natural,
de
modo a permittireui
a
qualquer
pessoa executar
todos
os
toiletle^
publicados; os
modelos
de tapeçaria,
colorid
>s
com admiravel
mestria,
e
de
lacii
reproducção;
grandes
tiras
de bordados com as
iniciaes
das
suas assignantes; numerosos
traba
lhos
de
crochet,
guipure,
tricot
etc.;
penteados,
chapéus,
rouparia
musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
pillorescos,
guarnições
para
vestidos,
e
desenhos
de
passama-
nería,
tornam
esta
publicação
a
mais
sedutora
e
completa, que
uma senhora
ou
uma menina
podem
desejar
Le
Conseiller
des
Dames
et
des
Demoiselles é
o único
periodico
que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e
padrões,
com
tal
clareza,
que
possam
copiar-se
com a maior facilidade.
PREÇO
PARA
PORTUGAL,
POR
ANNO
20100
REIS.
Para
facilitar as
assignaturas,
o
director
do
Le
Conseiller
des
Dames
et
des
Demoiselles,
entendeu-se
com
a
administração d’este
jornal,
em
Braga, rua
Nova,
3,
para
onde
podem
ser
dirigidas,
acompanhadas
do
seu importe.
Também
se
encarrega,
mediante
pequena
retribuição,
de
remetter
ás
senhoras
assignantes
os
brindes
que
escolherem.
(INCORPORADA
POR CARTA
REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
URAK9K
KE»tJ€ÇA<F BK 8»R
í
.ǫS
S.a
CEASSE.
Para
S. Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
3
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE DO
SUL, PORTO
ALEGRE.
CAMPIVAS.
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORI
a
,
MACEIÓ,
e
outros
pontos xlo
litorul
e
intei
ior
da
Brazil,
ao
sul
de Pernambuco.
p
»
eeo
jies
.
w
®
rsutç®
paka
o
b
»
io
e
»
e
jaxeieso
NEVA
. .
MONDEGO.
Í^QlJLTiíS
A
SAIR
DE
LISBOA
.
13
de
Janeiro
I
ELBE
..........................
13
de
Fevereiro
.
28.de
Janeiro
|
MINHO
....
1
de
Março
PREÇOS
COMMODOS
Cadia
jgaífiue-te
eoMspamidaáfi,
leva a
bordo
eríadss»
e
eessKsbeísros
portuguezea
j>«r»
commodidade
dos
passageiros
de
ioda®
a®
classe».
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porta
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a conducção
para
Lisboa
e
por
conta
da
C
<mponhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter trasbordo.
A horda
pa»»is»íf
e«rt»a
teean grati» eenia, roupa de eema, eo-
mida
feita,
por
eosiuiuícos p«»rt»»a«aezs-s, v isilio dana veze» jises- tlsa,
medica,
iservi^o
de ertndcs e «sssíraã desgíesa®.
A
EXPER1ENCIA
de
mais
de
um
quarto de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’esta
companhia (a
mais
antiga na
carreira
do Brazil)
sejam conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além d’
isso
pela limpesa, boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a bordo, e
pelos melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygicne
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO É
COMPROVADO
pela
grande concorrência
que teem de
passageiros
e
pelos innu-
meros
agradecimentos
que
ha
arc.hivados
em varias
agencias.
SÂO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção das
suas
malas
do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia um importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador e Impe
ratriz
do
Brazil,
como
lambem
S.
A.
o
Infante D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
TORTO
na
rua
dos
Inglezes,
23,
de
GUILHERME
C. TAIT.
Para
esclarecimentos
em
Braga
o
snr.
João Manoel
da Silva
Guimarães,
rua
do
Souto.
Banco
Mercantil de Braga
Desde
o
dia
6
de fevereiro por
dian
te
está aberto
o
pagamento
do 2.° se
mestre
de
1877,
á
razão
de
2
1|2
p.
c.
ou
10250
por
acção
na
thesouraria
d’
este
Ban
co.
em
todos
os
dias
desde
as 10
horas
da
manhã
até
á
uina
da
tarde,
e
no Por
to
na
sua agencia
na
Praça
de
D.
Pe
dro.
C1IX4
PARA AZEITE
No
largo
de S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que
leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(700)
A
K18 E .VIA T A Ç Ã ®.
No
dia
24
do
corrente,
pt
las 11
horas
da
manhã,
no
adro da
egreja
de
S.
Pedro
de
Maximinos,
d’
esta
cidade,
será
arre
matada
a
conslrucção
da
fronlaria
da
dita
Egreja,
segundo
o
desenho,
á
vista
na secretaria da
junta
de
parocbia,
resi
dência parochial.
Braga,
9
de
fevereiro
de
1878.
O
presidente
da
junta,
Manuel
José
d
’
Oliveira
Guimarães.
(754)
OM i. AKAÇÃO.
Antonio
José Gonçalves Nogueira,
de
clara,
para
todos
os
eíleitos,
que
por
escriptura
publica
feita
em
24
de
janeiro,
na
nota
do
tabellião
Bastos,
d’
esla
cidade,
foi
dissolvidada
a
sociedade,
que
havia
formado entre
si.
e
os snrs.
Joaquim
Au-
>
gusto
de
Carvalho
e
João
Augusto
d’
Oli-
veira
Braga, soh
a
firma
de
Carvalhos
&
C.
a
da
qual
era
primeiro
socio
capita
lista.
recebendo,
e
cada
dos
referidos
snrs.,
o
que
lhe
pertencia
nos
haveres
da
refe
rida
sociedade.
E
declara mais. que continua
com
o
mesmo
ramo
de
negocio,
e com
as
mesmas
garantias
como
até
hoje,
sob
a
sua
unica
responsabelidade
e firma
de seu
nome,
na
sua
casa
da
rua
do Souto n.°
9.
Braga
9
de
feveriro
de 1878.
-
_______________
(7
58)
'
JOSÉ
ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
A,
Kua
A’ovst,
5
BRAGA
Com estabelecimento
de
pregagem
de
todas
as
qualidad
s,
mercearia,
papel
e
chá
—
cartonagem
para
dezenho,
floragem
e
aprestes
para
flores
—
stearina,
pós
tinos
para
gomma,
etc.,
etc.
N
’esle
antigo
e
acreditado
estabeleci-
|
mento
se
encontra
um
completo
sortimen-
■
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
I
escripliiração
mercantil,
bem
como
papeis
|
e
artigos
para
escriptorio
Também
se
I
encontra
um
sortido
de
chá
hyson
desde
|
800
a
10400
rs.
459
gram.,
e
muitos
ou
tros
artigos
proprios
de
seu
negoeio
que
i
tudo
vende
por
preços
commodos.
(725)
FLUIDE
IATIF
DE
JONES
Por >uas
profrieiadtt btntficat,
goza
este
pro-
ducto de
alta
e merecida reputaçSo. Suacixa e ama
cia
a pello,
allivia
ai irrilaçõti causada» pelas
mu-
danfac
dc
clima, pelos banhos do mar, impressões
desagradavels
do vento ou do
calor,
etc, etc.
Uma
simples applicaçSo faz desapparecer as ra
chaduras
das mios e
dos
beiços. Preço 650
reis.
PARA
0S
CUIDADOS
DO
TOUCADOR
A
muito
digno de ser
recommandado á Sabão
latif,
que possue
todas as
propriedades suavizan-
tes
doFluide,
e um aroma delicadíssimo. PreçoSOOr*,
23,
Boulevart
des
Capucines, Paris,
De
Fronte da
entrada do
Grand-Hotel.
Fabricante
de
Escovai
Inglesai
Perfumeria,
Lo/a
de
papel,
Objetos
de
Fantasia,
Estojos
diversos,
Cutelaria,
Artigos
de
Luxo,
Luvas,
etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêto
n.
‘
28—
30
(26
*)
DINHEIRO
A
JURO.
A
liinandade
de Santa
Maria
Magda
lena, da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
1:3500000'
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario
—Padre
Luiz
Gomes
da
Sdva.
(735)
«■r—
VCTWB
U~.-a
wi»
!owonr
trznr
i<oii|iim»"n
m oi r» r
xssmovr^-Mmunnnex-.
vk
n=aaa®o
Quem
qiiizer
arrendar a casa
n."
7,
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna*do
Cam
po,
(1
’
esta
cidade,
que
está
anctorisado
para
este
fim.
(713)
V
IH
(JKSIA ®
í> ET
i S T A
APPROVADO
pela
ESCOLA MEDiCO-CI ií
t
RGI»
CA
DO PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.
n
19.
BRvGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
Jirte
e
continua
operando
grátis,
pobres
«
soldados.
'
ft««t
BRAGA,
TYPOGKAPHIA LUSITAKA-
í 87 8.
Parte de Comércio do Minho (O)
