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- conteúdo
-
COMMnEttCIA.IJ9
€iMOSA. SE
rVOTMCJMOSJ.-Sk.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
6.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.............................. 1&600
»
6
»
PUBLICA-SE
j
Correspondências
partic.
cada linha
Annuncios
cada linha
....................
?
Repetição....................................
850
40
20
10
ÁS
TERÇÃS, QLIÃTÃS E SABBADOS.
PIIEÇOJ
[DAJ
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.....................
»
))
6
»
...................
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha avulso
...............................
wxê^ãai
2^000
1&050
3&600
3&600
10
N.°
774
BRAGA-OOtlMll
fiS
»K
A5RSRÍ!-:
»E
fiSSS
A* Redaeção
«Cosiunereio i!»
Minho».
Londres,
30
de Março,
1878.
bUMMARIO.
[Contiini^çilo]
I.
—
Insidioso
artigo
do
Times,
ado
çando,
na primeira
parte
a
boca
aos
Ca
tholicòs,
com
dizer
verdades,
incontestá
veis,
a
respeito
do
Catholicismo
e
do
Pa
pa;
isto
para
fazer, na
segunda
parte,
sobresahir
mais o
triumpho
Protestante
(triumpho
que é
mais
da
Inglaterra
que
do
Piemonte),
evidentemente
applaudindo-
se
de
que
o
Pontifice
d’ora
em
diante
não
é já
Soberano,
mas
súbdito
ou vas-
sallo.
II.
—
Conclusão do
importantíssimo
ar
tigo
de
relações
authenticas sobre
o Ma
çonaria—
sobre
qne,
provavelmente
com-
mentarei
um tanto
na
minha
próxima
e
ultima
carta.
Veja-se
como
este
inwarcial moralista
político
(o
Times)
pôe
tão
equitativa
e
verdadeiramente as culpas
a
quem
as
rnerece:
—
«Na
Allemanha
(diz
elle)
ha
guerra
aberta
entre
a
auctoridade
do
Estado
e
a
da Igreja;
Bispos
Catholicos
Romanos
es-
tam
em
risco
diário
de
serem
multados,
incarcerados;
e
suas
Sés
declaradas
va-
cantes;
e
o
Príncipe
Bismarck reproduz
hoje
em
dia
as
fortes
medidas
dos
Impe
radores
Romanos
do
4.°
século».
—
Vejam
que
elogio
fúnebre
o
Times
aqui
se
dei
xou
fazer
a
seu
amigo
Bismarck
!
Ainda
porem
lhe
faz
favor
em
o
não
comparar
a
Nero
ou Calligula!
«Na Italia
vai
um
coníliclo
semelhan
te,
e
mais
grave ainda
em
seu
caracler,
pois
ameaça
pôr
em antagonismo
todas
as
forças
religiosas
com
todas
as
forças
civis
do
paiz».
Sam curiosas
as
appreciações
que
se
guem,
e
vou
copiar, a
respeito
dos
dois
paiz.es,
que o
Times
com
razão
associa
(ou
antes
os
seus
actuaes
Governos),
pois,
como
é
bem
sabido,
se
estara
dando
as
mãos,
para guerrearem
e
abaterem
quanto
podem a
R
ligião
Catholica.
Diz
elle;
—
-Na
Germania
a
exislencia
do
Protes
tantismo assegura
uma força de
reserva
religiosa
e
moral
independente do
Calho-
licismo
Romano;
mas
na
Italia
um
con-
ílicto
entre
o
Catholicismo
Romano
e
o
Governo
pode
tornar-se
coníliclo
entre
a
religião
e
a
negação
delia».—Exactamente
entre
a
revolução
e
usurpações
Italianas,
fomentadas principalmente
pelo
Protes
tantismo
Inglez;
que
para
isso
aproveitou
uma
escoria
de
Italianos
qne
por
aqui
havia
refugiados
—
e
eu
conheci
vários dos
mais
notáveis
até,
—
sem
religião
alguma,
nem
Protestante
nem Catholica
(os
quaes
todos
d
’aqui
felizmente
fizeram
vispare.
para
irem
ser
«patriotas»,
semi-Britâni
cos,
cm
sua
terra
natural,
assim
que
esta
se
tornou
colonia
do
Protestantismo
In-
glez). As moções
atheas
e
tolas,
que al
guns
Membros do
Palratorio Italiano
tem
feito
com
admiravel
e
ridícula
sutliciencia,
dando
por finda e conhecida, dentro
de
poucos
annos, esta absurda
crença
e
fa
bula
do
Christianismo,
confirma a previ
são do
Times
quanto
aquelle
perigo
que
aponta,
de
poder,
na
mesma
Palia,
a in-
docilidade
dos
Catholicos
e
do
Papa vir
a originar
coníliclo
entre
o
alheismo
e
as
crenças
Christãs.
Eu
desejava
porem,
que
o
escriptor
no
Times
me
dissesse,
^se
está
persua
dido,
de
que
os
taes
mui
suficientes
pro-
phelas
do
Citorio,
que
predizem
essa
próxima
catastrophe
e
extineção
do
Chris
tianismo,
se declarariam
e
tornariam
Christãos
crentes,
e
mesmo
Catholicos,
caso
que o
Papa
se
tegozijasse de ser
despojaio
e
roubado,
e
viesse
muito
ale
gre
e
satisfeito
ao
Quirinal
beijar a
mão
e
agradecer os
seus favores
ao
ladrão
Galantuomo
?—
Continúa
o
nosso
Times:
—
«
vlguma cousa analoga
se
está
pas
sando
em
França;
e
na
verdade,
o
mo
mentoso
problema
dos
paizes
Catholicos
Romanos
é,
se,
com
effeilo,
a
religião
poderá manter-se
em
utiião
cora as forças
da
vida
política
e
social.
Esta
vasta de
cisão
depende
n’um
grao
que
ninguém
pode
calcular,
da disposição
do
proximo
seguinte
Papa.
E
’
verdade,
que elle
não
pode
alterar
os
dogmas;
mas o
po
ler
de
interpretação é
illimitavel
na
Communhão
Romana,
e
o
compromisso
é
a lei
da
vida. Italiana
e
Papal.
Uma
cousa
é
o
admittir
tacitamente
dogmas,
e
outra
obri
gar
a
crel-os;
e
a
infallibilid>de
não
obri
ga
um
Papa
a
imitar os
aclos
do
seu pre
decessor».
—Advirta-se
que
isto diz
um
Protestante,
que
não
sabe
o
que
é
ser
Calholico.
Dezembro
1'i.—Quero continuar
tran
screvendo
este
notável artigo,
tão
e\tre
mamente
Inglez,
e
onde,
o
que na
rea
lidade
se
quer,
é
de
anteraao
cantar
o
triumpho
Anglicano,
proclamando
d
’ora
em
diante
como
extinguida
a
Indepen
len-
cia
do
Papa;
isto
se
irá
vendo. Continúa
dizendo:
—
«A
esperança
dos
prominentes
Esta
distas da
Europa
é,
que
nesta
occasião
se
eleja
um
Papa que reconheça
em maior
grao
de
que
Pio 1X
a
inevitável
pressão
do
pensamento moderno,
e
do
desinvolvi-
menlo nacional»
fscilicet,
da
revolução
promoúda
pelo
impulso
da
Inglaterra,
e
por
instrumento
principalmenle
da
Maço
naria, sua
criada
—
como
n
’
outra
parte
desta
correspondência se
mostrará,
quando
eu continuei
a
relação do
discurso
de
Lord Carnarvon,
na
Grande
Loja
etc.,
que
encetei
pela
maia
precedente).
«Tanto
a
Germania
como
a
Italia
devem
estar
involuntariamente
em guerra
com
o
Pa
pado.
Nenhum estadista ou
Monarcha
en
tra
voluntariamente
n
’
uma
lula
com in
fluencias
tão
poderosas
quaes
as
que
em
lodos
os
tempos se
apresentaram
cober
tas
com o nome
da
religião;
e
bem
en
tendido
é
que
o
Governo
de
Berlim
não
menos
que
o
de
Roma»
(isto
é
do
Qui
rinal
ladrão)
«estimariam
muito
uma op-
portunidade
para
alguns
termos
de ac-
comtno
lação
com
a
Igreja
Catholica
Ro
mana».
—
De
tal
não
duvidamos,
sem tão
pouco,
de
que
isso
havia
de
ser
no
caso,
de
elles
dois
ditos
Governos
serem
quem
diclasse
os
taes
lermos
de
acommodação
.
E
na
verdade,
razão
tinham
e
granle
para
estimal-o;
podendo
então
gabar-se
altamente
(á
vista
do
que
o
Times mesmo
nos
diz
na
primeira
parle
do
aitigo);
pois
seria
nada
men<>s,
que
dobrar-se
o
«Chefe
«da
Igreja Catholica
Romana,
da
mais
«poderosa
e
mais
venerável
das
Conimu-
«nidades Christãs», ao
Protestante
Dicta-
dor
da
Prussia e
ao
aladroado
Fumador
de
Turim,
hoje
usurpador
do Quirinal.
«Se
termos
taes» (continua
o Times)
«não
podem obler-se,
apresenta-se
uma
perspectiva
prenhe
de
desastres
para
toda
a
Europa.
Mas
se
fosse
eleito
um» (da
escolha
do
Times)
«que
discernisse
a
pru
dência
de moderar
a
severa política
de
seu
predecessor,
poderia
estabelecer-se
uma
boa
intelligencia
gradual
entre
o
Papa
e
os
Soberanos
modernos»
(que
'deixáram
de
ser
«Soberanos»
no
rigor
da
palavra
—
pois
não
sam
mais
do
que
súbditos,
que uns
maniquins.
uns
paos-de-cabelleira,
ás ordens
de partidos e
facções)
«e
a
Igreja
Catholica
Romana
cessaria
de
ser
olhada
como
irreformaveln
. Q Entendem
isto?
Reílectem,
que
o
Protestantismo
é
denominado
pelos
Protestantes,
e
mesmo
por
muitos
Catholicos,
a
Reformação?
—
Pois
tirem as consequências
que
saltam
aos
olhos,
e
vejam
onde
se
dirige todo
o
sentido
desta
extraordinária
revelação
encapotada do
grande
oráculo Anglicano).
Continúa
elle:
—
«A
perspectiva
de
um
tal
resultado
é
inteiramente
obscura.
Papas
não
succedem
um
a
outro
como os
Soberanos
secula
res,
e ha
sem
duvida, neste momento
as
mais
elaboradas
intrigas
em
progresso
para a eleição
do
Successor
de Pio
IX.
As
influencias
em
acção
ficam fora
de
calculo, e
sam
quasi
innumeraveis.
Umas
rivalidades
internas
dos
Cardeaes e
das
grandes
instituições
e sociedades
da
Igreja
Catholica
Romana.
Ha
ciúmes
nacionaes,
locaes,
e
políticos
e
uma
rede
mais
com
plicada
de
influencias do
que
aqnella
que
em Roma
se
vai
pôr
em
acção,
nunca
se
viu
antes
na
historia.
Some-se
a
impor
tância
e
delicadeza
de
todas
outras
elei
ções
á
vista
da
de um
Papa. E
’ preciso
que haja maioria
de
dois
terços
entre
os
Cardeaes presentes,
e
regulamentos os
PALAVRÕES
Epistola
poética
do P.
Longhaye,
da
Com
panhia de
Jesus,
intitulada
Les
Brands
mots,
extrahida
dos
«Étudès
Religieuses,
Philosophi-
ques»,
etc,
de
1877.
EPISTOLA
l-e
mnnnmenl
complete
ninsi
snn
aclion
Grace
à
lui, progrés
sai it,
la
Flécoluliou
ibre
anjourd'hui
duns
íair,
dons
la
vaix,
da>ii
le
livre,
S
dus
le
moí palpitanl
le
lecteur
la
se'il
vivre.
V.
H
ugo
.—
Contemplalions.
Palavrões,
palavrões...
contagião
moderna.
A
razão'
abdicou
e
o
palavrão
governa.
Que
nadas
tão
gentis
a
erguerem pasmaceira!
Que
mó de
charlatães
dos
palavrões na
feira
!...
Este
altentos
nos
quer,
quer-n
’
os
aquelle
attentos.
«Era
tres
bateis
cheguei
da
terrados
portentos,
Conde
trago
ao
mortal
direitos,
liberdade.
Eis
a
hora
do
resgate; em pé, Humanidade!..»
«Senhores, vinde
a
mim;
eu
sou
a
tolerância»
«Pois
eu,
senhores,
pondo
um
termo
á
ignorância,
Dei
o
amor
do
saber
por
bases
ao porvir;
Eigado
ensino ahiesta
meu
celebre
elixir.»
«Senhores,
o
mortal
e
o
dogma
ao
pé
coxêa,,
E
eu quebro-lhe
os
grilhões
ao
resplendor da
idêa...
E
1
’idée
au
vol
pur
sou
eu,
o
Pensador,
O gram
velho
sou
eu, eu
sou
o
gram
censor,
Hugo
o
Senador,
o
genio
da
Fotice,
Hercules
—
Tabaréu,
Olympio
—
Jocrisse!»
«Senhores,
vinde
aqui;
formemos
o
congresso,
Que
o
balão
vae
encher
(e
grátis) ao
Progresso.»
«Senhores,
aqui
estou... ignoro
donde
emano,
Chamo-me
monodelpho,
e
o
sabichão
bimano.
Unico
sabio
sou,
unico
positivo;
Abaixo
o absoluto e
viva
o
relativo.
Lá
vae uma
lição:
Respeito
ao proletário
Direito
humano
o
fez
da
terra
proprietário...
Era
Paris claro
está;
lá
fóra
zero
é
nada...
O
anno
oitenta
e no...»
Basta
de
patacoada!
Berram
todos
a
um
tempo.
A
turba, essa aturdida
Assiste
em
ar
de
esperta á
farça
fementida!
Ai
quanto
vae
descendo
o
espirito
francez!
Mas
quem
é que dá
voga a
uns
sábios de
extremez?
Que
demonio
produz
nos
craneos
tal
vertigem
C
’um chocho
babaréo que
faliam
ou
redigem?
Com
bolhas
de
sabão,
com
manequins
de
palha,
Com
meteoros
subtis,
que
o
menor
vento
espalha?
Ai!
emquanto
a
razão
discorre e
os
tenteia,
Quando
acha
o
fogo
fatuo,
a
palra
sem
idéa,
Áo
egoismo
vil,
que
morre
por
brilhar,
Atirara
de
lisonja
uns
doces
p
’ra
chupar.
Em
dolosa
penumbra
a
luz
então
se
arrara,
E
íica
o
palavrão,
que
o
fraco
me
adulara.
—
Natureza—
Dizeis,
enlenda-se
—prazer
—
Fallaes-me
em
—
Liberdade
—
e
sinto-me
ferver,
Sem
reparar
sequer
*fue, em
tão
louca
impudência,
Sonho
do
proprioDeus
c
’o
augusta
independencia!
—
Egualdade
—
me
encanta, e
já,
sem
mais
estudo,
Proponho-me
ser
grande
e
ser
de
todos
tudo.
—
Publica
opinião
—que
fada! que
sereia!
E
’
sultana
do
mundo,
ouvi-a,
saudei-a...
Custa
pouco e
depois...
contenta-se a
vaidade,
Porque
ella
me
rediz—Direitos,
Liberdade.
E
que
mortal
ha
’
hi
de
genio
tão
bravio,
Que
as
orelhas
não
fite
ao
som
d
’
um
elogio?
Empertiga-se
a
gente,
e
diz:—
hein!
se
eu quizesse
Mostrar quem
sou!
—
Pensarem tal
já
me
embe
vece,
E
se
de
meu
valor
alguém
me
faz
memória,
Sou qual
monarcha
a
ouvir
fallar
de
sua
gloria.
Tal
é
dos
palavrões
a
magica
traição;
Ha
quem
me
adule?
Zás!
—
tem
carros
de
razão.
Amigo,
p
’
ra
ser trunfo,
ahi
vae
receituário:
Encha-se
bem
de
vento
o
orgulho
humanitário,
Descubra-se
depois em
fofos
palavrões
Aérea
perspectiva
ás
mais
vilãs
paixões,
_
E
irrite-se o
capricho
á
indócil inconstância.
Não
vemos
no
brinquedo
a
turbulenta infancia
Ura
farrapo
arvorar
e,
por
tão
ruim
bandeira,
Esfalfar-se
e
correr
manhã e
tarde
inteira!
Assim
veremos
logo as turbas
animadas
Acudirem
ao
som
das
syllabus
amadas,
Veremos
que
o
ardor
é tal
que
as
inflamma
E
as leva
ainda
alem
de
nosso
grani
Prograraraa.
«Muito
bem,
diz
Fuão,
seja
esse
officio
meu,
No
sec’lo
do
saber
o
espertalhão
sou
eu.
Suba
o
panno;
vou ser heroe
de
papelão,
Ura
Mirabeau
postiço, a
sombra
de
Danton,
Levo
por
capital
descoco
desmarcado,
,De
tudo,
e
até
de
mim,
desprezo
calculado,
Da
sentina da
imprensa uns
trinta palavrões,
Um
gesto
magistral e uns
sólidos
pulmões
Na
Bélgica
é
prudente
ir
pondo uma guarida,
E
nos
bandos de
Albion
a bolsa
guarnecida.
Já
que
Rei-Povo
tem
achaques
de
inconstante,
Cumpre-nos
ter
o
pé
no
estribo
a
cada
instante.
Vamos
álém
canal;
se
sae
mal
a intentona,
Rir
e
beber
o
sangue
a
França
toleirona.
Tempo
virá
que
inda
ella
estatuas
p
’
ra
nós
peça
E
outros
depois de
nós
lhe
preguem outra peça.
E
quando
a
hora
vier
em
que
eu
estenda
a perna,
Deixo
a
meu
successor
na
grã-farçola
eterna
Meus
ocos
palavrões, riquíssimo
thesouro,
Já
que
hoje
o
ouropel
tem
a
valia
de
ouro.»
A
comedia é
eterna,
a scena
essa varia,
Já
alegre, já
de
espectro
em
phantasmagoria:
Pois
p
’ra melhor
lograr o
gado
toleirão,
Depois
do
doce
mel, descobre-se
o
papão.
E
que
espectros não
vêm
da
negra
edade-media!
Os
impostos,
a
geira,
os
dizimos,
a
inédia,
Masmorras
e
barões
co
’
a
dextra
em
sangue
quente,
Grilhões, p
ra
corpo
e
alma,
o
padre
omnipotente
Mantendo
a ignorância
á
força
de
fogueiras
E
outras
(a
academia
ouviou-as!..)
frioleiras,
Que
ao
sabio
Michelet,
ao
mestre
do
bom
tom,
C
’
uns
ares
de
propbela
empresta Charenton.
Dizeis
—Regime
antigo—
a
gente
a
face
vêla
,
Dizeis
—
Direitodivino—e
logo
o espanto a gela.
Como?
em
logar
de
Deus
o
Rei
sempre
a
fruir!
Deus
sem
constituição,
e
o
Rei
cá
seu
Vizir!
.
De
Maistre
por
conselho, o
algoz
por seu
ministro!
[Continúa]
algumas
bazes
de
paz;
mas
que
deviam
considerar-se
como
preliminares,
e
não
co
mo
dilinitivas
no
que
se
referia
ás
po
tências
europeias;
e
assentou
terminante
mente
que
as
questões
que
afletassem
os
interesses
europeus
se
concertariam
com
as
potências
europeias,
e
que
dava
ao
go
verno
de
S.
M.
claras
e
terminantes
se
guranças
d’
isso.
Em 4
de
fevereiro,
o
em
baixador
d’
Austria
communicou
um
lele-
grarnma
convidando o
governo
de
S.
M
a
uma
conferencia
em Vienna,
e
o
governo
acceilou
a
proposta.
Em
3
de
fevereiro,
S.
E.
dirigiu
uin
formai];
convite
a
lor
l
Derby,
no
qual
dizia:
«
Austria-IIungria
na
sua
qualidade
de
potência
signataria
dos
actos
inteinaeionaes
que
tiveram
por
objecto
regular
o
systema
político
do
Oriente,
re
servou
sempre,
em
presença
da
guerra
actual,
sua
parte
d
’in(luencia
para
o
ac
cordo
dilinitivo
das
condições da
futura
paz.
0
governo
imperial
da Russia.
ao
qual
participamos
nosso
modo de
vêr,
apre
ciou
a
completamente.
Hoje,
que
acabam
de
ser
firmados
os
preliminares
da
paz.
parece-nos
chegado
o
momento
de
estabe
lecer
o
accordo da
Europa
sobre
as
mo
dificações
que
devam
soffrer
os
tractados
acima
mencionados.
O
modo
mais
a
pro-
posito
de
chegar
a
este
accordo,
nos
pa
rece
ser
a
reunião
d
’uma Conferencia
das
potências
signatarias
do
tractados
de
Pa
ris
de
1836
e
do
protocolo
de Londres
de
1871».
No
dia
9,
o governo austríaco
pro-
poz
que
em
vez
de ceiebrar-se a
Confe
rencia
em Baden
Baden, como
antes
se
havia
pensado, se
reunisse o
congresso
em
Berlim.
O governo
de
S. M.
respondeu
que
não
tinha
objecçào
nenhuma
que
fa
zer a
esta
mudança
de
logar;
mas
que jul
gava
«era
de
desejar
se
conviesse,
antes
de
tudo,
que todas
as
questões
suscitadas
pe
lo
tractado
de paz
deveriam
submelter-se
á
discussão
do
Congresso,
e
que
nenhu
ma
alteração
nas
coisas
previamente
es
tabelecidas
pelos
tractados
teriam
validez
ate
que
houvessem
recebido
a
approvação
das
potências».
Em
12
de
março,
pediu
o
conde
de
Beust
que
se
aclarassem
os
pontos
mencionados
na
nota
do
dia
9,
an
tes
de
que
se
acceitasse definitivamente
o
Congresso.
E
no
dia
13
se
explanou
n
’es-
tes
termos
a
primeira
condição:—
Que de
ve
ficar
terminantemente
entendido,
antes
de entrar no
Congresso,
que todos
e
cada
um
dos
artigos
do
tractado será apresen
tado
ao
Congresso,
não
para que
neces
sariamente
sejam
aceeites,
mas
para
que
desde
logo
se
considere
quaes
exigem
a
acceilaçw
das
potências
e
quaes
não».
No
dia I4,o embaixador
russo
communi
cou
este telegramma
do
príncipe
Gortscha
koff:
«Todas
as
potências
sabem
já
que
o
texto
completo
do
tractado
preliminar
de
paz
lhes
será
communicado
tão
depressa
como
se
mudem
as
ratificações,
publican
do-se
simultaneamente
aqui,
Nada
ha
oc-
cuilo».
No
dia
17,
lord
Loftus
recebe
o
seguinte
Memorandum
do
príncipe
Gorts-
chakofl:
«Em
respola
ao
despacho
em
que
lord
Derby
replicou á
proposta
do conde
de
Beust,
relativa
á
reunião
do
Congres
so,
tenho
a
honra
de
repetir
as
seguran
ças
que
o
conde
Schowalofl
havia
já
da
do
respeito
a
que
o
tractado
de
paz
se
rá
textualmente
communicado
ás
potên
cias antes
do
Congresso
mesmo
cada
uma
d
’
ellas
lerá liberdade
d
’
acção e
aprecia
ção».
Mas
n
’
um
despacho
do
dia
18,
lord
Loftus
annuncia que
Gortschakoff
lhe
disse
que
não
imporá
silencio
a
nenhum
mem
bro do
Congresso,
e
que
só
acceitará
a
discussão
n
’
aquillo que
affecle
aos inte
resses
da
Europa.
E
lendo
pedido
lord
Derby
uma
explicação
d
’estas
palavras,
o
conde
Schowalofl enviou-lh
’
a
assim conce
bida:
«□
príncipe
Gortschakofl
me
encar
rega
de dizer a
S. S.
que
o
tractado,
o
nnico
que
existe, porque
não
ha
compro
missos
secretos,
se
communicará
ao
go
verno
de
S. M.
em
toda
a
sua
integrida
de
antes
do
Congresso.
0
governo
da
rai
nha,
como os demais,
tem
plena
liberda
de
de
apreciação
e
acção
no
Congresso,
o
mesmo
qu^a
Russia:
mas
não
pode
exi
gir
se
que
só
a
Russia. entre
todas
as
po
tências,
contráia preliminares
compromis
sos».
No
dia
21,
lord
Derby
replica
que
não
podia
abandonar
a
altitude,
já
bem
definida,
e
que
deve
ficar
consignado
an
tes
do
Congresso,
que
todos os
artigos
do
tractado devem
apresentar-se
ao Con
gresso
para
considerar
os
que
entre
elles
caiam
sobre
sua
competência,
assim
como
tão
pouco
podia
acceitar
a
opinião
do prín
cipe imperial
de
que
por
isso se via
cohi-
bida a
opinião
e
acção
da
Russia.
Em
26,
o
conde
Schowaloff
notificou
que
o
gabi
nete imperi.l
mantinha
sua
opinião
acres
mais elaborados
se
lazein rigorosamente
observar
para
verificar
esla
maioria.
Julgou-se
possível
que,
nas
circunostan-
cias
da
presente
crise,
estes
regulamentos
fossem
dispensados,
e
que
os
Cardeaes
procedessem
a
urna
eleição
informal,
mas
valida,
no
momento
em
que o
Papa
seja
falleciçido.
Mas
o
Vaticano
tem
que
levar
em
conta
os
Governos
da
Europa
que
a
sua
decisão
affecte.
«Entende-se
que
o
costume
pelo
qual
se
permitte a
vamos
Estados
da
Europa
oppòr
seu veto
quanto
a
especificado
Car
deal,
não será
tornado
em
conta,
como
inexpediente
e
obsoleto;
nus
os
Governos
do
Hei
dltalia
e
do
Imperador
da
Ger-
inania
farám
saber,
provavelmente, que
suas
relações
com
o
Papado
dependeram
do
caracter
da
eleição,
e
da
escolha
dos
eleitores
«O
Governo
Francez
entende
que
tem
interesses
proprios;
alguma
gente
suppõe,
não
sabemos
com
que
fundamento,
que
a
obstinação
do
M
.reeiial
Mtc-Mahon
é
in
citado
de
alguma
sorte
pelo
desejo
de
empregar
as
influencias
do
seu partido
nas deliberações
do
Conclave».
Tal
sup-
posição
parece-me
a
mim e
creio assim
parecerá
a
quasi
tola
gente,
muito
im
provável.
Este ortigaz
do
Times, que,
como
lacrao
tem
o
veneno
e
o
ferrão
na
cauda,
conhece
dizendo:—
«Não
ha
razão
adequada para
uma de
rivação
de
precedente
na eleição;
pelo
contrario,
a
novidade
excepcional
da
oc
casião
presente parecia
dictar
a
mais
es
crupulosa
observância
do
mesmo prece
dente.
Em
todo
o
caso»
(aqui
vem
o
rabo
do
escorpião,
e
seu
envenenado
ferrão),
«o
novo Papa
ha de
assumir
a
liara
sob
novas
condições
n
’
uma importante
rela
ção.
Pio
IX
tinha
sido
Soberano
tempo
ral.
e
com
elle
tratavam
em
termos
de
igualdade
os
mais
poderosos
Estalos
do
mundo,
e
era
obedecido
como
regulador
por
uma sociedade
altiva
e
rica.
Este
caracter
não
podia neile
desapparecer
ainda
mesmo
que deslbronado
fosse»,
(veneno
refinado}
«e
o
novo
Papa
será
um grande
Ecclesiaslico.
possuirá
certas
privilégios
in
violáveis, a
desbotada
imagem
da
Sobera
nia; apezar disso,
não
será nem
jámais
havera
sido
Soberano».
A.
R.
SARAIVA.
—,34,-,
------
<1<»
©«-tente.
Começamos
hoje a
transcrever
do
«Jor
nal
da
Manhã»
o- seguinte
documento,
cuja
importância
escusamos
de
encarecer:
<
Despacho
de
lord
Salisbury
ás
potências
da
Europa
Eorehig
Office,
i.° d'abril
de
1878.
—
Ex.
ino
Snr.
—
Senhor:
Recebi
ordem
da
rai
nha
de
rogar
a
V.
E.
que
participe
ao
governo
junto
do
qual
se
acha
acreditado,
a
altitude
que
o
governo
de S.
M.
julgou
de
seu
dever
adoplar
com
respeito aos
preliminares
de
paz
celebiados
entre
os
governos
ollomauo
e russo
e
a
reunião
do
Congresso
europeu
para
o exame do
re
ferido
tractado.
Em
14
de
janeiro,
em
vista
das noticias
que
recebeu
o
governo
de
S.
M.
de
que
estavam
próximas
a abrir-
se
as
negociações
de
paz,
o
governo
deu
inslrucções
a
lord
Lollus
para que
puzes-
se
em
conhecimento
do
príncipe Gorlscha-
koff,
que,
na opinião
do
governo
inglez,
qualquer
tractado
de
paz
entre
os
belli-
geranles
que
affectasse
os
tractados de
18a6
e
1871,
deveriam ser
i:m
tractado
europeu,
que
careceria
de
validez
sem
o
conhecimento
das
potências
que
foram
par
te
naquelles
tractados.
Em
23
de
janeiro,
o
governo
russo
respondeu
assegurando
que
não
intentava
resolver
por
si
mesmo
questões
europeias
que
se
relacionassem
com
a
paz. O
governo
de
S.
M.,
sabendo
que
as bases
da
paz
haviam
sido
ajus
tadas
entre
os
delegados
turcos
e
russos
em
Kyzaniiuk,
enviou
inslrucções
a
lord
A.
Lollus
em
29
de
janeiro
para
que
de
clarasse
que
o
governo
de
S.
M.
reco
nheceria
qualquer
accordo
verificado
por
delegados
russos
e
turcos
para celebrar um
armistício;
e com
re
peito
ás
bazes
de
paz,
manifestasse
que,
calculando
que
aquellas
modificavam
os
tractados
europeus
e affe-
ctãvam
os
interesses
geraes
britânicos,
o
governa
de
S M.
não
concederia
validez
al
guma,
a
menos
que
fossem formalmente
spprovadas
pelas
potências signatarias do
tractado
de
Paris.
Em
39
de
janeiro,
lord
A
Loflus
com
mtimcou
esta
declaração
ao
príncipe
Gor-
hchakoff,
e
S.
A.
respondeu
que,
para
effectuar
um armistício,
eram
necessárias
centando:
«Como
se deu
distinclas
inter
pretações
á
liberdade
d
’
acção
e
apreciação
que
Russia
crê
de
seu
direito
reservar
se
no
Congresso,
o
gabinete
imperial
define
sua altitude n
’
estes
termos:
«Russia
dei-
«xa a
todas
as
potências
a
liberdade
de
«suscitar
no
Congresso
todas as
ques-
«tões
das
quaes
creia
que deve entender
■
o
Congresso; mas
reserva-»e
a
liberdade
de acceitar
ou
não
acceitar a
discussão
id
’
essas
questões».
0
governo deplora
profundamente
a
de
cisão
que
a
Russia
annuncia u
’
estes
ter
mos: «Até
que
ponto
as
estipulações
do
tractado
implicam a decisão
das
potências
europeias,
não
é
coisa
que
agora
se
possa
decidir;
mas
ainda
assim,
se
grande
nu
mero
d
’
ellas merecessem ser approvadas,
a reserva
d’
utn
direito discriccioual a
submettel-as
á
discussão
das potências não
podia
dar
logar á
mais mínima
objecção.
Uma
analyse
do
tractado
seria
sulficien-
te
para
demonstrar
que
o
governo
de
S.
M.
não
podia
acceitar
a
discussão
par
cial
ou
o
exame
fragmentário
de
suas
disposi
ções
n
’
um Congresso
europeu.
Todas
as
Estipmações
maleriaes
que contém
sepa
ram
se do
tractado
de 1836 «Pela
decla
ração
adjunta
(o
primeiro
protocolo
da
Conferencia
celebrada
em
Londres
em
187
1),
os
plenipotenciários
das
grandes
potências.
inchisLé
Russia,
reconheceram
«que
é um
principio essencial
das
leis
internacionaes
que
nenhuma
potência
possa
desligar-se
por
si
mesma
das
obrigações
d
’
um
tracta
do
sem
o
consentimento
das
partes
con-
tractanles,
por
meio
d
’um
accordo
ami
gável».
E’
impossível
para o
governo
de S.
M.,
sem
violar
o espirito
d
’
esta
declaração,
dar
sua
acquiescencia
a
que
se
prive
as
poten
cias
do
conhecimento
dos
artigos
do
no
vo
tractado,
que
modifica os
tractados
exi
tentes,
oppon
lo-sea
elles.
A
nalu
eza ge
ral
do
tractado,
se o
eífeito combinado
de suas
varias
estipulações
é sobre
os in
teresses
das potências
signatarias,
dá ou
tra
dicisiva
razão
contra
a
discussão
par
cial
d
’aquellas.
As consequ
ncias
praticas
mais importantes
do
tractado
são
as
que
se
referem
ás
nações
do
Sudoeste
d
’
Eu-
ropa.
Pelos
artigos
que erigem
a
Nova
Buigaria
se
cria
um
forte
Estado
slavo,
sob
os
auspícios
e
intervenção
da Russia,
que
possuirá
portos
importantes
na
costa
do
mar
Negro
e
no Archipelago, que
lhe
darão
influencia
preponderante
política
e
commercial
n
’
aqelles
mares.
Assim
cons
tituído,
desapparecerá
entre
a
maioria
sla-
va
uma
considerável
massa
de
povoação
que
é
grega por
sua
raça e
sympalhias,
e
que
vê
com
alarma
sua
absorpção
fu
tura
d
’
uma
eommunidade
extranha
a
e
la,
não
só
por
sua nacionalidade,
senão
tam
bém
por
suas
tenlencias
políticas
e
vín
culos
religiosos.
As
estipulações
em
virtu
de
das
quaes
este
novo Estado
fica sub
mettido
ao
governo da Russia,
estão
pra-
ticameme escolhidas;
sua
admnistração
or
ganisada
por
um
commissario
russo,
e
o
ensaio
de
suis
instituições
sob a
interven
ção
d
um exercito
russo,
indica
suflicien-
lemente
o
systema
político
de
que
ha de
formar
parte
no
provir.
{
Conclue
no
proximo
n.°)
BIBLIOGRAPHIA.
A
Hiblia e a líatureza.
Entre
a
Biblia
e a
Natureza,
por
serem
ambas
palavra de
Deus,
ha
perfeita
harmonia.
Kurtz
[
Bibelund
Aslronomie).
Desde
que
a
sciencia,
era
progressivas
aífirmações,
passou
dos
livros
aos
jornaes,
das
eschvlas ás
praças,
das universidades
aos
ajuntamentos,
dos
mestres
e
sábios
aos
presumidos
e
ignorantes, raro
não
é,
antes
vulgaríssimo,
ouvir
violentas,
mas
injustas
declamações
contra
a
fé
em nome
dazão,
contra
a
revelação
em
nome
da
phiiosophia,
contra
a
Biblia
em
nome
da
natureza.
Já
não
são
as
velharias
vollaireanas,
sepultadas
no pó
das
bibliolhecas,
que
os
illuminados
espanam
e
assoalham
á
luz
do
sol; são importantes descobertas geo
lógicas,
brilhantes
observações
astronómi
cas,
concludentes
combinações
chimicas
que
eiies
fazem
brilhar
em
mil
cambiantes
aos
olhos
do povo
incauto e
ignaro
para
lhe
embaciar,
senão
eclipsar,
o
symbolo
augusto
ile
sua fé.
Estacando
na
superfície
das
cousas,
como
o observador
que
desde
a praia
explica
o fluxo
e
relktxo
d
’
uraa
onda
pelo
movimento
d
’outra, que
a
precede-
contentando-se
com
a
relação
apparente
dos
objectos,
como
se
fôra
a
resolução
do
problema
da
natureza
intima
dos
seres
apregoam
a
ultima
palavra
da sciencia
hodierna,
que,
apesar
de
a>Jiant>da,
está
ainda,
no
sentir
judicioso
dos
mai res
sábios,
no
começo
de
suas
lucubrações,
E’
necessário,
pois,
lançar
um
dique
a
esta
torrente
despedaçadora
dos
vínculos
que
prendem
o
homem
a
Deus.
E
’
pre-
ciso
mostrar
que
os
factos,
julgados ia.
contraversos
pelos
naturalistas,
longe
de
se opporetn,
antes
se
conciliam
com
os
dados bíblicos.
E
’
mister
que
á
seme
lhança
do
que
fizeram
os
principaes
apo
logistas
do
Chrislianismo,
os
progressos
da
sciencia
venham
prestar
homenagem
e
exaltar
a
narração
genesiaca.
Henrique
Reusch,
um
dos
maiores
exegetas
catholicos
pela
critica
sã,
expo
sição
completa
e
e
egancia
de
fórma,
avantajou-se
no
triumpho
em
que
vingára
os
livros
santos,
arrancando-os
da
baba
immiuida
de
seus
inimigos, estancando-
lhes
a
gargalhada
infernal
com
que ridi-
cularisavam
a
cosmogonia
Mosaica,
a
pri-
meira
que
falia
dos
tempos
primitivos.
Evidenciando
que
a
Biblia
não
tem por
fira
dar-nos
inslrucções
ácerca
das
scietj-
cias
phisicas,
mas
sim
ensinamentos
do
gmáticos
e
tnoraes;
que
a
inspiração
não
foi
dada
aos
escriptores
sagrados
para
augmentar
seus
conhecimentos
scienlificos,
mas
sim
para
nos
instruir
ácerca
das
ver
dades
religiosas;
que
a
Biblia falia
dos
phenomenos
e
leis da natureza
como
o
fana
um
homem
qualquer,
que
falia
se
gundo
o
que
lhe
parece
ver,
o
lheologo
allemão
pulverisa
as
mais
fortes
objeções
levantadas
em
nome
da astronomia e
da
geologia
contra
a
narração
genesiaca, con
seguindo
firmar
cada
vez
mais
a
conci
liação da
Biblia
com a
verdadeira
scien
cia
phisica.
a
sua
obra
magistrai
—A
fíiblia
e
a
Natureza,
dividida em dois
volumes,
ha-
bilmente
traduzida
do
allemão
era
lin
guagem portugueza
pelo
distincto
profes
sor
de
linguas
dr.
João
Manoel
Corrêa,
editada
pelo
snr.
Chardron,
são
trinta
e
quatro
lições
ácerca
da historia
biblira da
creação
em
sua
relação com
as
sciencias
naturaes.
E
’
uma adm
ravel
alavanca
com que
o
clero,
que
mais
obrigação
tem
de
de
fender
o
sagrado
deposito
da
fé,
póle
destiuir
o
edifício,
apparentemenie solido,
de infundadas e
gratuitas
accusações,
ar-
chiteiado
pela
sciencia
sem
Deus
para
es
calar
o
céo.
E’ um
poderoso
arsenal,
enjás
armas
de
rija
tempera
podem
ser
usadas
pelo
dextro
manejador,
não
para
es;
dngardear
o
inimigo
nas
encruzilhadas,
mas
paia
o
accorainetter
de
rosto,
e reduzil-o
alfnn
ao
abatimento
do vencido.
E
’
um pharol
de
segura
e
vivíssima
luz
cora
que
o
formoso
crente
póde
mos
trar
nos
arcanos
da
natureza
o
dedo
de
Deus.
Ninguém
se julgue
dispensado
de
pos
suir
esla
brilhante
defeza do
livro
sa
grado
Ejiitisperensie.
—
Expõe-se
segunda
feira
na
egreja
parochial
de
S.
Pedro
de
Maxirninos.
indulgência
plenaria.—
Todas
as
pessoas
de um
e
outro
sexo
que, tendo-
se
confessado
e
commungado,
visitarem
na
quinta-leira
mór
o
altar
do
Santíssi
mo
Coração
de
Jesus,
no
templo
do
Col
legio Ursulino, d
’
esta
cidade,
ganham
In
dulgência
plenana
e
remissão
de
lodos
os
peccados.
E
’
lambem
applicavel
ptor
molo
de
suffragio
ás
almas
do
Purgató
rio,
como
melhor
consta
do
Breve
de
Roma,
obtido
e
publicado
em
7
de
se
tembro
de 1877.
í<’eistsvida«ie
<!e
Sessíjora
das
Uôres.
-Verificou-se
hontem,
como
an-
nunciámos,
a
festividade
de N.
Senhora
das
Dôres,
no
magesloso
templo
dos
Con
gregados.
>
Dezoito
lustros
com
profusão
de
luzes
faziam
sobresair
lindissitrsamente
a
magni
fica
armação
do
mesmo, a qual,
podemos
afoilamente
dizel-o,
era
d’execução
tão
primorosa
e
de
tão
hello
eífeito,
como
nunca
vimos
nesta
cidade.
Este
templo,
unico
no
seu
genero,
tora duas
salientes
cornijas,
uma
das
quaes
corre
sobre
os
altares
e
serve
de
base
ás
varandas,
e outra
remata
as
paredes
e
pega
tio
lecto.
Os
panos
intermédios
das
cornijas
e
dos
altares
achavam-se
forrados
Hospedes.
—
Estiveram
ha
dias
n
’esta
cidade, onde
vieram
cumprimentar
o
snr.
governador civil
do
nosso
districto,
os
snrs.
governador
civil, ofiicial
maior
e
juiz
de
direito
de
Vianna
do
Caslello.
RTelogto.—
Já
trabalha
o
relogio
da
municipalidade,
mandado
ultimamente
col-
locar
na
torre
dos
Congregados.
tjíaestão
«to Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
questão
do Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres
9
—
O
«Times»
considera
que
o resultado
da
discussão
no
parlamento
inglez foi,
na
opinião
do
paiz
e
do
governo,
tranquilizadora
para
a
Europa.
As
decisões
approvadas
não
são posi-
tivamente
bellicos<s;
mas constituem
cer
tas
precauções
para
os
interesses
postos
em
jogo
e
pelos
quaes
a
Inglaterra
está
prompla
a
fazer
os
últimos
esforços.
S. Petersburgo
9—0
«Jornal
de S.
Petersburgo», consignando
a
corrente
pa
cifica
que se
manifesta
sob
a
influencia
moderadora da
Allemanha,
diz
que
para
ella
dar
bom
resultado
é
necessário
ter
em
attenção
aos
factos realisados
e
ga
rantir
por
forma
differente
o
tractado
de
1836
e
as
vantagens
obtidas
pelos
chris-
tãos.
Se
o
congresso se
reunir
para
discutir
as
garantias
serias,
não
será da
Rússia
que
lhe
virão
os
obstáculos
quando
a
Eu
ropa
tractar
das
questões
sem sophis.mas
nem
ciúmes,
mas
com
o
desejo
sincero
de
obter
soluções
duradouras.
Lonfres
10—
0
«Times»
publica
ura
despacho
de
S.
Petersburgo,
datado
de
hontem,
dizendo
que
já
foi
publicada
a
resposta
de
Gortschak
ff
á
circu'ar
de
Sa-
lisbury
ás
potências.
Gorlschakoíf
declarou
que
os
prelimi
nares
do
tractado
de
S.
Stefano,
suscepti-
veis
de
modificação,
deixam
margem
para
a
circulação
de
lodos
os
interesses.
Refuta
ponto
por
ponto
as objeções
de Salisbury
e
accrescenta:
Desejamos
saber
como
Salisbury
in
tende
conciliar no
tractado
o
direito
da
Inglaterra
e
das potências,
com o
bem
estar
das
populações.
Destjimos
igualmenle
saber
conforme o
tractado
de
S
Stefano
indica,
se
Salysbury attingra
a este
fim,
tomando
em
consideração
os
sacrifícios
da
Rússia,
o
que
a
circular
não
indica.
Termina
dizendo
que
a
circular
de
Salis
bury
não
contém
nenhuma
solução
para
estas
questões
nem
propostas
de
pratica
que
possam,
assegurar
accordo
nas
diíli-
culdades
actua»s.
Os
jornaes
inglezes
comrnenlam
todas
as
respostas
de
Gortschokoff.
0
«Times»
e
o
«Standard»
reconhe
cem
que
só
o
congress»
deve
decidir
o
que ha de substituir
o
tractado
de
S.
Stefano.
0
«Daily
Telegraph»
vê
que
a
disposi
ção
.
da
Rússia
em
submetter
o
tractado ao
congresso
é
no
sentido
pedido
pela
Ingla
terra.
A camara
dos
deputad
s
votou
por
una
nimidade uma mensagem
reprovando
o cha
mamento das
reservas.
S
Petersburgo
10
—
Foi
expedida
hon
tem
ás petencias
a
resposta
á
circular
de
Salisbury.
Ainda
que
a
resposta
do
chanceller
da
Rússia
seja implícita
na
acceitação
do
congresso,
crê-se
que
existem
ainda
mui
tos
obstáculos
á reunião
do
congresso,
que sómente
se
realisará
se
a
Allemanha
tomar
decididamente
a iniciativa
para
re
solver
a
Inglaterra
a
tomar parte
n
’
elle.
Peslh
10
—
Tizza
declarou
na
camara
dos
deputados,
na Hungria, que
é
im
possível
admitlir que
a
Austria
fique
iso
lada em
caso
de
guerra,
pois
que
os
povos
visinhos
comprehenderam
que
é
seu
interesse aproximarem
se
da Austria.
Berlim
10
—
0
imperador
da
Allemanha
recomeçou
os
passeios
de carroagem.
Constantinopla
10
—
Tem
havido
fre
quentes
entrevistas
entre
o
embaixador
da
Inglaterra
com
os Pachás
Hamet,
Vefik
Safvet,
Reo>
f
e
Osman.
A
Turquia
inclina-se
para
a
política
ingleza.
Londres
11
—0
«Times»
publica
um
despacho
de
S.
Petersburgo,
dizendo
que
o
horisonte se
entenebreceu
novamente
em
consequência
dos
discursos
prefe
ridos
no
parlamento
inglez
e
pela
hesita
ção
da
Allemanha
em interpor
a
sua
me
diação.
Um
telegramma
de
Constantinopla
para
o
«Standard»
annuncia
que
os
russos
insis
tem
em
occupar
as
fortalezas do
Bosphoro
e
Bataum, ameaçando
complicações
em
caso
de
recusa.
ffi.iviiirnt;» do
Kí«9sg»it«al
do
S.
Jínreot.
—
Doentes
existentes
em
31
de
j
março:
10o
homens
e
102
mulheres.
cota
armação,
fingindo
admiravelmente
o
alto
re
]gvo
«lo
estuque
do
tecto,
e
os
altares
e varanias
decorados
com
ricos
damascos
se
m comtudo
cobrirem
a
pedra,
assim
como também
ticavam
á
vista tados
os
capiieis
e
restantes
peças
de
pedra que
resahem
no
templo.
Diremos
de
passagem
que o
bello
es-
tuque
do
teclo
d
’
esta
egreja,
ha tempos
limpado,
é
tradicção
ler
sido o
primeiro
q
U
e
se
levantou
em
Braga.
O
arco
cruzeiro,
esmera
lamente
tra
balhado,
apresentava
um
eííeito
imponente,
e
foi
collocado
de
modo
que
em
nada
afffontava
a
capelh-mór
e
o
Ihrono,
ainda
ha
pouco
doirado
de
novo.
O
altar
da
Senhora
via-se
adornado
com
muita
riqueza,
com
muitas
jarras
de
proçelana
e centenares
de
lumes
em
cas-
liçaes
e
serpentinas.
Esla
esplendida armação faz
muita
honra
ao
seu
executor, o
distinctissimo
artista
d
’
esta
cidade,
snr.
José
Pereira
da
Cunha,
armador
da
Casa
Real.
A
musica
do
snr.
Domingos
Paiva
houve-se
excellentemente,
tanto
no
instru
mental
como
nas
vozes.
Dentre
estas
sobresaim
tres meninas
dos
snrs.
Ramos
e
Pinheiro, os
quaes
por
devoção
para
com
a SS. Virgem, e em
cumprimento
de
promessa
alcançaram
licença
especial
do
ex.'
“
u
Prelado para
ellas
alli
irem,
como
em
tempo lambera
foi
concedido
á
failecida
condessa
do
Casal
Estas
meni
nas
desempenharam
com
muita
correcção
e
gosto
os papeis
que lhes couberam.
O
ou
o
snr.
conego
Alves Mendes
que
fez
um panegyrico
dos
mais
eloquen
tes
que
se
leem
ouvido
nesta
cidade.
Durante toda
a
festividade
esteve
á
porta
d
>
templo
um
piquete
de
bombeiros
voluntários,
com
a
bomba
e
aprestes.
Hnnte-pio «Se
S
José.
—
Os
SOCÍO3
do
Monle-piode
S.
José
deliberaram
fazer,
a
expensas
suas,
uma
pomposa
festa
ao
glorioso
Padroeiro
d
’
aquella
instituição,
a
qual
lerá
logar
logo
que
sejim
con
cluídas
as obras
a
que
se
está
procedendo
na
nova
casa
que
alugaram
no
largo
de
Santo
Agostinho
para
a
reunião das assem
bleias
geraes
e
da
direcção
ProeiHBão
dc
Paasan.—Saiu
hon-
tem a imponente
procissão
de
Passos.
Em
seguida
ao guião
e
Senalus
ia
a
irmandade
de
Santa Cruz,
com numero
sos
Irmãos,
e
a
communidade
dos
semi
naristas
de
S. Pedro.
Precedendo
o
andor,
e
em seguida
a
este,
iam
muitos
anginhos
com
vários
em
blemas
da
Paixão.
Depois
do
palio
seguia-se
todo
o
re
gimento
dhnfanteria
8, precedido
da banda
respeciiva.
S.
exc.
a
revd.ma o snr.
arcebispo
não
ponde,
como
tencionava,
a
coinpanhar
a
procissão,
em
rasão
de se achar
ainda
incommodado; mas
ordenou
que
a
com-
mnnidade
do
Seminário
Concifiar
a
acom
panhasse.
Os
Passos
estavam
lodos
bellamente
ado
nados,
para
o
que
os
devotos tiveram
de
trabalhar
toda
a
noite
d
’
ante-hontem
quando
pela
mudança
do
tempo
souberam
da
saida da
procissão.
faslre
BeeR.
—
Segundo
dizem de
Roma,
acha-se
gravemente
enfermo
o
il-
luslre
Padre Beck, geral
dos
Jesuitas.
—
Tem
logar amanhã
era
Prado
a
procis
são
de
Passos,
para
ver
a
qual costuma
ser
grande
a concorrência
de
povo
d
’
esla
cidade
Foram
requisitados
para
este
acto
qua
tro
soldados
de
cavallaria,
quarenta
d
’
in-
Tanleria e
os
porte-machados.
Feira
«íe>
S.
Hísrsras
.
—
Na
alimeda
do
campo
de
Sant’
Anna
já
se
andam
a
construir
as
barracos
para
a
próxima
feira
de
S.
Marcos.
Candidatos a» magistério
niario.
—
Q
jury
dos
exames
de
candida
tos
ao
magistério
primário,
é
composto
dos
seguintes
snrs.
Commissario
dos
estudos.
Domingos
Moreira
Guimarães;
João Dias
d
’Araujo;
Manoel
Messias
Mendes
Fragoso; Joaquim
José
Malheiro da
Silva;
Luiz
Gomes da
Silva;
Manoel
Alves
de
Castro;
Joaquim
da
silva
Barros;
e das
snr.
as
D.
Anna
Maria
de
Sousa;
D.
Maria
Elisa
Lopes
da
Silva,
e
D
Candida
Clara
Oliveira
Aze
vedo
.
^«meação.
—
Foi
nomeado
sub-dele-
gado
de
sande
em Vieira, o
snr.
Sebas
tião
Duarte
de
Macedo,
facultativo
do
Port
do
da
camara
d
’
aqn.elle
concelho.
£
&
&
tres
<5
f
e
7
,
—
c*o
n
t
i
n
u
a in
Enfermos
os snrs.
Alfredo
Passos,
e
dr.
Antonio
José
Pinto
da
Casta Riiwilo.
Fazemos
votos
pelas
m
lhoras
dos
illus
tfes
enfermos
Entraram
durante
a
semana
finda:
13
homens
e
18
mulheres.
Sahiram:
21
homens
e
17
mulheres.
Falíeceram:
3
homens
e
2 mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
6
de
abril
9I
homens
e
101
mulheres.
CONVITE
Os
abaixo
assigoados,
parentes
e
her
deiros
do
fallecido
sur.
Fortunato
Ribeiro
Machado
Guimarães,
.
querendo
commemo-
rar
o
passamento
do
mostno
snr.
resolve
ram
mandar celebrar
uma
missa de
re-
quiem
por
sua
alma, no
dia
13
do
cor
rente
pelas
10
horas
da
manhã,
a
qual
deverá
ter
logar
na
egreja
da
Ordem
Terceira
de
8.
Francisco,
d
’
esta
cidade;
e
pedem
a assistência
dos
amigos
do
fi
nado
a
tão
religioso
acto.
Braga 11 d’Abril
de 1878.
Custodio
Mendes
da
Silva
Braga.
Anna
Amalia
Mendes
da
Silva.
Emitia
Adelaide
Mendes
de Carvalho.
Francisco José
Vieira
de
Carvalho.
(833)
ih
,
i
, ...... Mrrmumntwi
ÀGMDmiSSíOS
0
conselheiro
Manoel
Juslino
Marques
Murta,
não
lhe sendo
possível
ag'adecer
individualmeme a
todas
as
pessoas
que
se
dignaram
saber
da
sua
saude,
e
o
com-
primentaram
no
seu regresso de Lisboa
a
esta
cidade,
o
faz por este
meio,
de
que
pede
disculpa
assignando
a
tolos
a
sua
indelevel
gratidão
pelas
novas
provas
de
estima
que
assim
lhe
deram.
Braga
9
d
’
abril
de
1878.
Os
abaixo
assignados. summamente
reconhecidos
pelas
distinctas provas
de
consideração
e
estima,
com
que
os hon
raram
innu
neraveis
cavalheiros
deste
con
celho
de
Villa
Verde,
do d’
Amares
e
da
cidade
de
Braga, que
se
dignaram
não
só
cumprimentai-os
por
occasião
da
in
fausta
morte
de
sua
presada
esposa,
ir
mã,
prima e
cunhada,
D.
Anna
Ventura
d
’
Arnorim
Soares
d
’
Azevedo,
e
da
de
sua
filha
e
sobrinha
D.
Anna
de
Campos
d’
Aze-
vedo
Soares,
mas também
assistir
aos
seus
funeraes; penhorados
ainda
pela
muita
dedicação,
com
que
um
subido
numero
de
revd.
os
ecclesiasticos
generosamenle
concorreu
a
celebrar
os
respeclivos
oífi-
eras,
que no
dia
21
de março findo
e
no
l.°
do
corrente
mez
tiveram
logar
na
egreja
de S.
Paio
do
Pico; e
não
lhes
sendo
possível
dirigir-se a
cada
um,
par
ticularmente,
aproveitam
este
meio
para
darem
a
todos
um
testimunho
claro
da
sua
eterna
gratidão
e
profundo
respeito.
Antonio
de
Campos
d"Azevedo
Soares.
Antonio
d
’
Amorim
Soares
d
’
Azevedo.
0
Padre
João
Xavier
de
Campos
d
’
Azevedo
Soares.
Francisco
de Campos d’
Azevedo
Soares.
(812)
Domingos
José Dias e sua
mulher
Maria
da
Conceição
Pinheiro
Dias,
summamente
penhorados
pelos obséquios
que recebe
ram
de
todas
as
pessoas
tanto
seculares
como
ecclesiasticos,
que
os
cumprimen
taram
e
lhes
prestaram
serviços
por
oc
casião do
fallecimento
de
sua
cunhada
e
irmã Maria
Rosa
Pinheiro,
servem-se
deste
meio
para
agradecer
a todas
e prolesla-
rem-lhe
sua
gratidão
indelevel.
(846
-
i
I
-
,
\
o
EBKTOS
flí»
OizlS.
P<Jo
juizo
de direito
desta
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
Freitas,
a
requerimento
de
Custodia
Maria
Gomes,
viuva,
e
sua
filha
Maria Gomes
d’
Araujo,
âuctorisada
por
seu
marido
Manoel
d
’
Arau-
jo,
da freguezia
de
Santa
Maria
de Fer
reiros,
desta
cornai ca,
correm
edites
de
dez
dias
citando
e chamando a
todas
as
pessoas
incertas
que
se
considerem
com
direito
e
acção
a
duas inscripções
d
’assen-
tamento
do
valor
nominal de
300,8000 reis
cada
uma,
designadas
com
os
n.os
37:304
e
37:505,
pertencentes
ao
expolio do
fi
nado
José
Lourenço
Gomes
de Castro,
morador
que
foi
na
freguezia
de
Ferrei
ros,
desta
comarca,
e
que averbadas
se
acham
em
nome
de
seu
irmão
e
thio
dito
José
Lourenço
Gomes
de
Castro, para
na
2.
a
audiência
deste
juizo.
posterior
ao
praso
dos
éditos,
que
começará
a
correr
depois
do 2.°
annuncio
na folha
olficial,
ver accusar-lhes
as
citações
e
assignar
o
termo de
duas
audiências
para
opporem
o
que-tiverem
á
dita habilitação sob
pena
de
revelia
e
lançamento.
Declarando
que
as
referidas
audiências
se
fazem
ás
se
gundas
e
quintas-feiras
de
cada
semana,
exceplo
nos
dias
sanctificados
ou
feriados
que
se
transferem
para
os
seguintes,
quando
o
não
sejam
lambem.
Braga
4
d’
Abril
de
1878.
O
escrivão
do
l.°
officio
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei
a
exactidão.
(852)
Pereira
Lobato.
Associação
Commercial
de
Bene
ficência em Braga.
Por
deliberação
tomada
em assembleia
geral
do
dia
10
do
corrente, são
con
vidados
lodos
os
socios
d
’
esla
associação
a reunirem-se
na
casa
da
mesma,
tio
dia
15
do
dito
mez,
pelas
7 horas da tarde,
para
os
fins
de
que
trata o §
unico
do
artigo 39.°
dos
estatutos.
Braga
11
d
’
Abril de
1878.
Francisco
José
Vieira
de
Carvalho,
Estrada
districtal
n.°
5.
de
Barcellos
a Mont’Alegre
LANÇO
DO
BICO
A
AMARES
Pela Reparlição
Districtal
de
Obras
Publicas
de
Braga,
annuncia-se
que
no
dia
24
de abril
pelas
12
horas
da
manhã
na
administração
do
concelho
d
’
Amares,
perante
o
respectivo
administrador
e
d
’
um
empregado da
Repartição
supra
menciona
da
sé
procederá
á
arrematação
por
licita
ção
verbal
em
hasta
publica
de
duas
ta
refas
de
servi
iões
no
lanço
da estrada dis-
trictal
supra
mencionada,
comprehendida
entre o
Bico
e
Amares,
sendo
a
baze
de
Hcitação
a
quantia
de 575$000
réis.
As condições
para
a
arrematação
e execu
ção
dos
trabalhos
acham-se
patentes
na Re
partição
Districtal
de Obras
Publicas, todos
os
dias
não
impedidos,
desde
as 9
horas
da
manhã
até
ás
3
da tarde,
para
quem as
qui-
zer
examinar,
hem
como
se
acharão
pre
sentes
no
acto
da arrematação.
Repartição
Districtal
de
Obras
Publicas
de
Braga 8 de
abril
de
1878.
O
l.°
engenheiro,
Antonio
Plácido de
Vasconcellos
Peixoto.
(855)
JOSÉ
ANTONIO FERREIRA
GOMES
—5
Ptua
Nova
de Souza
5—
Com
estabelecimento
de mercearia,
pregagens
e
objectos
para
flores
e
de
es-
criplorio.
Vende
pregos
de
arame
de todas
as
dimenções.
Ç8í3)
A
QUEM CONVIER.
Aluga-se
até
o
proximo
S.
Mi
guel
na
rua
das Aguas d
’esta
ci-
dade
uma
morada
de
casas
com
2
andares,
tem o n.°
85
e
trata-s»
na
rua
Nova
de Santa Cruz,
com
Magalhães
Júnior.
(817)
A QUEM
SE QUIZER ESTABE
LECER
Lucra certo
PASSA-SE
um
estab
lecimento
situado
no
melhor
sitio
de
Braga,
muilo
amplo
com
armação
nova
que
serve,
sem
fazer
mais
despesa
alguma,
para
loja
de
fazen
das,
de modas,
de quinquilharias
ou
para
o
ramo
de
negocio
que
actualmente
tem.
Está
forrado
exteriormente
a
pedra
már
more
e
é
o
mais vistoso
da
cidade.
Fa
cilita-se
o
pagamento
a
praso
por
letras,
que
oflereçam solhabilidade.
Em Braga
carta
com
as
eniceaes
G
C.
rua
de
Jano
n.°
2,
no
Porto
á redação
do
jornal
«Pri
mevo
de
Janeiro».
(849;
Arrematação
de bens de raiz
Por
deliberação
da
commissão
liquida
tária
do
Casal
do
illm.
0 snr.
Manoel Go
mes
da
Silva
Mattos, da rua
d
’Agua
d
’es-
la
cidade,
creada
pela
escriptura
publica
celebrada
na
nota
do
Tabellião
Ribeiro,
aos 7
de
dezembro
de
1877,
tem de
ser
vendidos
em
praça
no
salão
do
theatro
de
S.
Geraldo
ás
11
horas
do
dia
28 do
corrente
mez,
a
casa
nobre
numero 7
do
Campo
de
Sant
’Anna,
as
quintas
e
bens
situados
nas
freguezias
de S.
Victor,
e
de
Gualtar,
e
bem
assim
os
fóros pertencen
tes
ao mesmo
casal.
Em
casa
do
snr. Paulo José
da
Costa,
no
largo
do
Barão
de
S.
Martinho podem
ser
examinados
os
mappas
descriptivos
com
os
esclarecimentos
precisos
e
respeitantes
aos
bens
do
casal
em
liquidaçã».
O
pagamento
dos
bens
e
foros
que
fo
rem
arrematados
deverá
ser
feito
dentro
de
oito
dias,
mediante
um
recibo
interino,
com
dedução
do
importe
dos
laudemios
re-
lalivamenle
áquelles
bens,
que
tendo
a
na
tureza
de praso, a
commissão
não
te
nha
podido
distinguir
dos
bens
allu-
diaes,
devendo
celebrar-se
as
escriptura
d\ssas
compras
dons
mezes
depois,
den
tro
de
cujo
periodo
os
respectivos
dire-
clos
senhorios
são
convidados
a designar
aos compradores,
á
face dos
tilulos,
os
bens
de cujo
valôr
tenham
direito
a
lau-
demio.
Os
directos
senhorios
suppõe a
com
missão
serem
o
Arcediago
de Braga,
a
Casa
dos
Bravos,
a
exm.
a
Camara,
a
con
fraria de
Nossa
Senhora
da
Abbadia
da
Porta
do
Souto,
a
confraria do
Subsino
da
freguezia
de
Gualtar,
e
o
exm.°
snr.
Francisco
Falcão,
a
exm.
a
snr.
a
1).
Ma
ria
Ignacia
de
Faria
Machado,
e
o
snr.
João
Leite
de Magalhães da freguezia de
Lamaçães
d
’
este
concelho.
Braga
3
de
abril
de 1878.
A
commissão
liquidataria
Henrique
Freire d
’Andrade
Manuel
Luiz
Ferreira
Braga
(837)
Antonio
Santos
d
’
Azevede
Magalhães.
VENDE-SE
Uma
mora
la
de
casas
de
um
pri-
Í
ilí
L
meiro andar
com muitos
commodos
p
ara
familia,
boas
lojas,
poço
com
muito
boa
agua,
e grande quintal,
já
bem
plantado
e
muito
a
vmhado,
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra
n.°
55. Para tratar
no
n.“
57
C.
(851)
Vende-se
uma
morada de casas
;
de dois andares
na
rua
do
(Lampo
*4
--
í
**
‘
(antiga
Porta
de
S.
Francisco),
disignada
pelo
n.°
21 e
21
A.,
é
alu-
dial,
pode
ser
vista a
qualquer
hora do
dia
trata-se
no
Banco
Mercantil.
(830)
Dinheiro a
juro
Quem pretender
tomar
a
juro de lei
a
quantia
de
3500000
reis, sobre
hypothe-
ca,
dão-se na
rua de
S.
Victor
d
’
esta
ci
dade,
n.e
76.
(839)
pão
we
i.ó
Na
rua
das
Aguas n.°
—
70,
fazem
se
roscas
de
pão
de
ló
da
mais
superior
qualidade,
e
de
todos
os
tamanho;
e
em-
feitadas
á
vontade
do
freguez.
(8.35)
.
BBAGâ
Vendem-se
os
prédios
20
a
20 B,
21
a
21
A,
22
a
22
C,
sitos
na
ina
dos
Ca-
pellistas.
Para
tractar-se,
entrada
da
mes
ma
rua,
22
C.
(838)
Já
proveniente de algum
defeito
de
constituição,
já
de
accidente,
curada
com-
pletameote
pelo
tratamento
de
Mad.
Lachapelle.
Consultas das 3
ás
5.
27, rue Mon-
thabor,
perto
Tolherias,
Paris. ;3'J
-£-)
(INCORPORADA POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
ciiunve
hkvucçã
»
i
>
k
pkiçom
s.
a
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayres
LE
COUSEILLEíí
1)ES
DAMES
ET
DES
DEMOISELLES.
ANNO
XXIX.
ilustrado.
ANNO
XXIX
Publica-se
no dia
I."
de
cada
mez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos
innumeraveis
melhoramentos
successivamente
introduzidos,
é
hoje
este
jornal
de
modas uma
verdadeira
inciclopedia
de
todos
os
lavores
proprios para
senhoras.
A utilidade e e-ínerado
eslillo
de
sua
redacção,
as
preciosas
gravuras
de
figurinos,
já
em
preto,
já
a
côres,
os
padrões
riscados
em
tamanho
natural,
de
modo a
permittirem
a
q
lalquer pessoa executar
lodos
os
loilelles publicados;
os
modelos
de
tapeçaria,
colurid>s
com
admiravel
mestria,
e de
íacil
reproducção;
grandes
tiras
de bordados
com
as
iniciaes
das
suas
assignantes;
numerosos
traba
lhos
de
crnchet,
guipure,
tricol, etc.; penteados,
chapéus,
rouparia,
musicas,
agua
relas,
rendas, enigmas pilloresc
s,
guarnições
para vestidos,
e
desenhos
de
passama-
nería,
tornam
esta
publicação a
mais sedutora
e
completa,
que
uma
senhora
,
ou
uma
menina
podem
desejar
Le
Conseiller
des
Dames
et
des
Demoiselles
é
o
unico
periodico
que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e padrões,
com
tal
clareza,
que
possam
copiar-se
com
a
maior facilidade.
PREÇO
PAR\
PORTUGAL,
POR ANNO
20100 REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas, o director do
Le
Conseiller
des
Dames
el
des
Demoiselles,
entendeu
se
com
a
administração
d
’
este
jornal,
em
Braga,
rua
Nova,
3,
para
onde
podem
ser
dirigi
las,
acompanhadas
do
seu
importe.
Também
se
encarrega, mediante
pequena retribuição,
de
remetter
ás
senhoras
assignantes
os blindes que
escolherem.
Acceitando
tarnbem
passageiros
de
.8."
classe,
com
trasbordo
no
Pio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
CATARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL, PORTO
ALEGRE.
CAMPINAS,
S. PAULO,
CANPOS,
VICTORlt,
MACEIÓ, e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco
PP!,O
MES.TXO
FKKÇO 9V« 5» » K %. O R fl O Í»E
JANEIRO
Linimento
BOYEK- MIGUEL para caval-
los. lazi-riíl'.,
a»
vezes
de
fogo e não deixando
veslipmsdo
seu emprego
NI
ichbl
,
pharnn-
ceuiK-o em
Aix
(na Provença) França. -
Preço t.ítoiireis.
—
Em
Lisbua o
snr Birrclo,
Lorelo, n°28 —3O.é25)
PAQUETES
A
S\IK
uE
LISBOA
TAGUS
.....................
13
de
Marco
i
NEVA
..........................
13
de
Abril
GUADIANA
....
29
de
Março
[
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
PREÇOS
COMMODOS
Cada
paquete
e
o
sts
passista
leva
a
bordo
criados
e eusinheirou
porínguezes para
commodidade
dos
passageiros
de
toda»
ns
Sendo as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em qualquer Agencia
proiinciul,
a
conducção
para
Lisboa
e
por
conta
d
t
C
nnpanhia.
Os
passageiros
com trasbordo no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter
trasbordo,
A borda
os
paMtiyriroa
teem
ejratís
casas»,
roxagm de
caasars, ca-
! nilila
feita
por
com
»
a»5sesros
jaos-tssgasezes, vissíao thia» vezes por dia,
asuioteiteii*
medica, «es-viç-o
íte ®ri»»«So»
e
outras
deapezas.
A
EXPERIENCIA de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga na carreira do
Brazil)
sejam conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’
isso
pela
limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento e
accoraodações
a
bordo,
e"
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
(
dos
passageiros.
I
iSTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
leem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que ha
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
ma'as do correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio,
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador
e
Impe-
-
ratriz do Brazil,
como
lambem
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
?
rua
dos
Ingiezes,
23,
de
GUILHERME
C.
TAIT.
Para
esclarecimentos
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da Silva Guimarães,
rua
do Souto.
DINHEIRO A JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da
Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
Quem qnizer
arrendar a
casa
n.°
7.
no
campo
das
Carvaihheiras,
falle
com-
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rna
do Cam
po,
d
’
esta
cidade,
que
está
atictorisado
para
este
fim.
(713)
Vende-se
uma
porção
de
traves
de
castanho.
Quem
pertender
dirija-se
á
rua
da
Boa-Vida
n.°
24.
LÍNGUA
FRANGEZA.
Ensina-se
na
rua
de S.
Victor
n.°
1,
em
Braga.
(828)
UNIVERSO
ILLUSTRADO.
Publicou-se
o
3.°
fascículo
correspon.
dente
ao
mez
de março.
Eis
o
sumniarij
do
que
contém:
ARTIGOS
N.°
9.-
—
Castello
de
Heidelberg
(Alle
manha)
—A
Idéa
Nova--ldéa
geral
do
raio
e
seus
eíleilos
(physica)—Asia—
Sobre
q
nome
Évora
—Largo
de Nazareth
no
Pará
(Brazil)
—
Oriental
(poesia)
—
Inconvenien.
tes
do
caminho
de
ferro
(continuação)
—(j
verdugo
(conclusão)
—
Mosaico.
N.°
10.
—Uma
vista
da
cidade
de
Ma,
cau
—
Quaresma
—
A
estalagem
vermelha-,
O soldado—
Nova
egreja
de
FonthiH-Gifford
(Inglaterra)
—
0 seu
tumulo
(poesia)
—Sei
tas
religiosas
—
Morte
tragica
de
homens
e
mulheres
celebres—
Ailucinações
(p esia)-
Galeria
de
homens
celebres
(Al-hazem)-
Inconvenientes
do
caminho
de
ferro
(con-
clusão)
—As
duas
sympathias
(poesia).
N.°
11.—
Os
chupameis
do
Brazil
—
Do
raio
e
seus
effeitos
(conclusão)
—
O
soldado
—
Galetia
de homens
celebres
(Ali-Abbas)
—
O
amor
e
as
mulheres
(continuação)
—
Typos
nacionaes
—Digressão ao
Thibet-
A
estalagem
vermelha
(continuação)
—
Mo.
saico.
N.®
12.
—
Van-Dick
—
0
paiz
dos dia
mantes
—
Contos
da
minha
avó —G.leria
de
homens
celebres
(Ali-Ben-Rodhuan)
—
O
martyr
obscuro
(poesia)
—
Castello
de
Nottingham
(Inglaterra)
—
Os
sapatos
—
Preito
de aflecto (poesia)
—
A
estalagem
vermelha
(continuação,
—
Deus
(poesia)-Os
obreiros—
Mosaico.
N.° 13.—O
invalido
—
A
estalagem
ver
melha
(continuação)
—Cogitações
(poesia)
—Nomeações
d
’
optica—
Escola
de
Cowling
(Inglaterra)
—
Galeria
de homens
celebres
(Ali-Bey)
—O
amor
e
as
mulheres
(con
tinuação)
—
Os
obreiros
(continuação)—
Uma
entrevista
amorosa
(poesia)
—
Bibliographia
—
Mosaico.
GRAVURAS
N.°
9.
—
Castello
de
Heidelberg
(Alle
manha).
Largo
da
Nazareth
no
Pará
(Brazil).
N.°
10.
—
Uma
vista
da
cidade de
Ma
cau.
Nova
egreja de
Fonthill Gifford (Ingla
terra).
N.°
11.—
O
chupa-mel
do
Brazil.
Uma
camponeza
dos
subúrbios
de
Es-
tremoz.
N.°
12.
—Van-Dick.
Castello
de
Nottingham
(Inglaterra).
N
0
13.
—
Ura
voluntário de
quatro
annos.
Escola
de
Covvlinge
(Inglaterra).
RETRATOS DE PIO IX.
Na administração d
’
este
jornal
ven
dem-se bellos
retratos
oleograficos,
em
ponto
grande,
do
fallecido
Ponliíice
Pio
IX.
Com
caixilho
em
preto
com
friso
doi
rado
—
700
reis.
Só
o
retraio
—
200
reis.
MVROS
SíE WISS.% E SEMAVA
SANTA
Grande
e
variado
sortimento
com
ca
pas
de marfim, tnadre-perola,
tartaruga,
ébano,
massa,
veludo
e
couro'da
Rússia,
de
700,
1$()()0,
1^200
—
1^401’
M800-
2^000
20500,
208')0,
30000—
4000o
50000
-60000,
605(10,
70200,
80000—9^000
120000,
140000
e
160000
reis
cada
um.
27
—
Praça
do
Barão
de
S. Martinho
—
27
(831)
_____ _______ ____________
PIANO
DE
MEZA
,
Vende-se
um
de
7
oitavas
dc
b°
,n
ai)
Clor.
Tiala-sí
com
Antonio
Fernandss
Goffl®
de Campos,
no
campo
de
SanUAnna
d’
esU
cidade.
(824)
BRAÇA,
TYPOGIUPHIA
UJSITAWÁ
—
>
878.
Parte de Comércio do Minho (O)
