comerciominho_12031878_761.xml
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-
fc*6’
FOLHA.
<COJMIMÍ'E».€2WA.»L
s
,
RKJLICIOSA. TS NOTICIOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
GOSTA,
RUA NOVA
N.°
3
E.
6.° ANNO
PREÇO
DA ASSIGNATURA
Oraga,
12
mezes...............................1&600
»
6
»
.............................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição
....................................
850
10
20
10
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO
Províncias,
12
mezes
.....................
»
6
».......................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso
................................
DA ASSIGNATURA
2S000
1S050
3S600
3&600
10
S8?
N.»
761
BRAGA
-
TEKÇ A-FEIRA
I ® S»K
ffllAHÇ» E>E IS9#
«>
uneeting.
Teve
logar
anle-honlem
o
meeting
promovido
peia
desta
cidade,
a
n.°
passado.
Associação
Commercial
que
nos i.eferimos
em
o
O
lhealro
de
S.
Geraldo,
local
esco
lhido
para
este
imponente
coinicio,
es
tava
litteralmenie
cheio
de
cidadãos
de
tod>s
as
ciasses;
e
se
elle
tivesse
as
di
metisôes
do
Golisseti
.
estamos
certos
de
que
não
bastaria
a
comportar a mnumera
multidão
que aili
accorrn.
Por
9
e
meia
horas
da manhã,
loi
abtrta
a
sessão
pelo
snr.
Fernando
Las
liço,
presidente
da
Associação
Commer-
cial.
Usaram
da
palavra
os
snrs:
Penha
Fortuna,
Jerouymo
Pimentel,
desembar
gador
abbade
de
S.
Pedro
de
Maximinos,
José
Maria
Rodrigues
de
Carvalho. Cu
nha
Vianna,
Alves de
Moura,
Manoel
Joaquim
Gomes,
José
Borges Pacheco
Pereira,
e
Adolpho
Pimentel.
Todos
discursaram
muito bem,
expon
do
clara
e
eloquenlemenle
as
vantagens
de
que a
proji-clada
linha f,
rrea
para
Chaves
siga
a
direclriz
do Vai e
do
Cá
vado.
Se da
bôcca
ifuui
ou
outro
ora
dor s.irarn
allusôes
menos
consentâneas
com
o
lim
d
’aquella
reunia
>,—
uma
das
quaes
allusôes
vinha com vista
á
nossa
humilde
pessoa;
ainda
assim
todos estes
oradores
se
conservaram
ã
altura
do
as
sumpto.
Pelo
que
nos
diz
respeito
nào
pedmos
explicações,
porque enten
íemos
que
d
’
ellas
qua>i
sempre
resultam
set-nas
desagradaveis,
como
as
que alii
estiveram
imin
mentes.
Findos
os
discursos,
ficou
decidido,
sob
a
primeira
proposta
do
snr.
Penha
F
rluna,
qu-
uma deputação
composta
dos
snrs.
Fern.mdo
Castiço,
do
presidente
da
camara
municipal,
e
dos
snrs.
depu
lados
pvr
Braga,
Barcellos, Villa
Verde
e
Vieira vão
ciirectamenle
representar
aos
snrs.
ministros
ácêrea
deste
assumpto,
pedindo
que se
mande estudar
a
direclriz
do
Cávado,
e
depois
de
bem estudada
e
Confrontados
os
estudo»
com
a
de
Gui
marães, se
decida
maduramenle,
não
se
fazendo
por nnquauto
concessão
alguma.
E
’
justíssimo
este
nosso
pedido,
e
não
acreditamos
que
nenhum
governo,
seja
de
que
parcialidade
iôr,
nol-o
desat
enda.
Nào
vamos
pedir
que
se
nos
conceda
j;>
a
faciura
da
estrada
do
Cávado;--pedi
mos que
se
proceda
aos
necessários
es
tudos,
e
que
depois
se
decida
a
questão.
Das
concessões
preciptadas e
de
la!
ta
d
’esludos
urolumios
estamos
nó»
já
sof-
frendo
tristes
consequências.
Nào
nos compelindo,
nem
podendo,
dar
conselhos
aos
illustrados
membros
da
deputação
nomeada;
vamos
comtudo lem
bra
r:
Que
na
representação
que
fizerem
ao
governo,
mencionem
o
quanto
as prec>
pitaçôes são
sempre
prejtidiciaes ao
pòvo
e
ao
thesouro;
como
aconteceu
cm»
o
caminho
de
ferro
do
Mmho.
que
em
vez
de seguir o
primeiro
traçado.
—
que
era
d
’
Ei
tnezinde.
Santo
Ihyrso,
Ponte
de
Cervos,
Baga,
Ponte
do Lima
e
Vian
na
—seguiu
mais
para
o
poeuie,
vindo
assim
camar
grandes prejuisus
aos
povos
do
centro
da
província.
Também
por
pre
cipitação
e
falta
d
’
esludo
proprio
se
gas
taram
inutilmente,
60
a
80
coutos
de
reis
na
estrada
de
Guimarães
para
o
rorlo.
per
Siuto
TbyrsO,
e
cujas
ruínas
se
podem
vi
r
da
nova estrada, no
siiio
da
Alagdaleiia.
U
estado
perdeu,
e
só
lucrou
a
cidade
de
Guimarães,
pois
liceu
com
duas
estradas:
uma para
Villa
Nova
e
outra para
a
Ponte
de.
N-grellos.
As
tolhas
d
aquella
cidade
dizem,
pari
favorecerem
o
seu
pedido,
que
a
estrada
cuamada
do
Bougado,
na
qual,
segundo
corre,
se
leem ga»to
mais
de cento e
tantos contos,
achando-se
já
assentes
os
rads
em alguns
kilomelros,
será traba
lho
perdido;
pois
que
os
de
Guimarães
se
nao
querem
aproveitar
d
’elle. De
duas
uma:
ou
isto
é
uma
estratégia
da
com
panhia,
ou
uma
completa
burla
e
f.mbo
ao
publico
e
aos accionistas.
Quem
se
ria
o culpado
disto?
Decerto
quem
lhe
concedeu
o
privilegio
d
’
expioração.
O
que
pedimos,
dizemol-o
mais
uma
vez,
é
que
nào
haja
precipitação
nas
con
cessões,
que
se
pretendem,
>em
que
os
traçados
sejam
madnramente
estudados.
Lembramos
lambem
que
o
resumo
dessa
representação—
onde
devem
ser
to
cados
estes
pontos-dia
da
entrega e
resposta
dos
ministros seja logo
pub
içada
pela
imprensa
de
Lisboa, cmn
referencia
á
qual
o
será
depois
pela
nossa
impren
sa;—
para
que
quando
os
snrs.
ministros
faltem
ao
promettido podermos então
for
mular
as
nossas
queixas
com
plena
lega
lidade
e
justiça.
Referimos ha
pouco
que
nos
discur-
d
’alguns
oradores
houve
allusôes,
que
reprovamos:
nào
nos
passaram
também
desapercebidas
dua»
que
nos pareceram
dirigir-se-nos.
Disse-se
que
só
um
jornal
de
Braga
fallára
no meeting e
o
apoiara.
Se
essa
^ilusão se.
entendia
comnosco,
veio
diri
gida
erradamente.
Nós
nào
falíamos
an-
ticipadamenie
nesse
meeting,
por
doas
razoes:
eslavauios
persuadidos
de
que
elle
era
intempestivo,
pelo
menos.
Tendo
já
:
havido
um
outro
para
o
tim
sugeito,
na
casa da
camara,
onde
compareceram
os
I
vereadores,
varias
c
rporações
e
as
sum-
)
midades
da
cidade,
alii se
resolveu en
viar
uma
representação
ao
gov
ruo.
Cre-
i
mos
que
a
representação
teve
esse
des-1
■
tino;
no
entretanto
ign
.ramos
se
de
Bra-1
ga
loi
alguém expt
essameute
a
Lisboa
j
;
apteseutal-a:
ora
soppondo
que
assim
i
i aconteceu,
parece
nos
que
uma
segunda
:
lepresentaçáo
seria
escusada.
Além
d
isso
só
exira-oíliculmente
sou-
i
bemos que
na
Associação
Commercial
I
houve
uma
reunião para se
Itaclar deste
I negocio,
e
para
a
qual
não
tomos eon-
i
vidadus;
nào
obstante
haver
para
comnosco
;
um
duplicado
motivo
para
o sermos.
Já
i
muito laroe
viemos
a
saber
o
que
alii
se
passára,
e
porisso
nào
tivemos
tempo
para
dizer
mais
do
que
respectivamente
dissemos
em o
n.* anterior
deste
jornal.
Por
hoje rematamos dizendo
que p-.ra
apotarmos
o
voto
de
louvor
aos
auctores
do
meeting
é
necessário
que
elles
não
durmam
ao
som
dos
applausos: trabalhem,
e
tra-balhem
assiduamente,
com
methodo,
como
Lzein
os
nossos
émulos,
apresen
tando
mais
obras
do
que palavras.
Braga,
além >)a
justiça
que
lhe
assiste,
Ictn
recursos
suílicientes,
que
postos
era
acção
podem
dar
oplimo
resultado.
Nesta
questão,
como
d
sse
um
dos
oradores,
nao
Jeve
haver
gregos
ou
troianos;
pois
quem
nao
é
poi
nós,
é
contra
nós.
Em tempo
e
logar
proprio
exporemos
mais
amplamente
as
nossas
ideias
sobre
este
assumpto.
O
estado
melindroso a
que
o
libera
lismo
tem
conduzido
Portugal,
tem
for
çosa
uenle
de
terminar
em
breve.
Não
é
possível
que
x
urna
nação
viva
por
mais
tempo
á
beira
de
mil
precipi-
cms
Semeou-se
a
imineralidaie
a
mãos
cheias
e
os
fructo»
que
se
colhe
n.
co
mo
de
semente
maldita,
sã
>
todos
de
mal
dição
e
em
farta
colheita.
A
estatística
criminal
de
nossos
dias
ha
de
ticar
marcada
com o
ferrete
da
execração
í
época
em
que
vivemos,
ser
vindo
lambem
de
corpo
de
delicio
con
tra
os apostolo»
da
corrupção,
levantado,
i>or
nossa
desgraça,
ás
regiões
do
po
der.
Os
exemplos
quando
ve
u
de cima,
acham
de
prornpto
seguidores
e
com
mui
ta
facilidade
abrem
a
escola
da
deprava
ção
cujos
pesirmos
fructos ainda
deixam
veneno
ás
gerações que
estão
por
vir.
N’isto
não
ha
só
vãos
receios,
ha
o
testimunho
dos
factos
que
póde
mais
qu-
todos
os embustes.
Ha
poucas
semanas
que
o
snr.
D.
Luiz,
deiniltin
o
ministério
Avila
e
Boiama.
pe
io
grande
crime
de
ser
entre
os
minis
térios
liberaes,
o
mais
sensato,
economis
ta
e
religioso,
para
dar
ingresso
no
tem
plo
do
Poder,
ao
ministério
desperdiçador
do snr.
Fontes
Pereira
de
Mello,
já
tão
conhecido
do
povo
pela
sua
alia
maneira
dc
governar'!
Triunfaram
os compadres, porque
novos
nichos
serão
creados!
Perdeu a
religião,
p>rque
os
impios
poderão á
livre
vontade
corromperem
as
turbas
prégando-lhes suas nefandas
dou
trinas.
Vamos
ter
o
registro
civil,
disse
oi
ministro
da
justiça
o
snr.
Barjona
dei
Freitas,
no
parlamento
no
dia
3'1
de
ja-
;
neiro
ultimo
E emão
não
vamos progredindo?
Não
■
é
um
futuro
bonito
o
que
nos
prepara
o
liberalismo?
Mas
o que
lia
a
esperar
dos
|
homens
de 183Í?
Poderá
sair
alguma
ideia
feliz
di sistema
que
para
o
paiz trouxe;
tanta
mizeria
e
deshonra?
Não
é
o
espirito
partidário,
quem
nos
1
■
faz
traçar
estas
poucas
e desalinhadas
pala
I
vras
conlta
o sistema
do
Mindello:
é
oj
seu amor
á
verdade
e ao
paiz
quem
os
|
lem
inspirado p.ira desmasc-rar.
quando
ap
az,
a
hediondez
d
esses
governos
de
estúpida
e
ascorosa
immoralidade,
que
ahi
nos teem
ha
longo tempo
feito ar
rastar
uma
vida
toda
cortada
d
’acerbas
amarguras,
que alii
nos
teem
levado
ao
mais
pungente e ignominoso
poste
de
aviL
lamsnto,
que
ahi
no<
teem
embrenhado
n
’
um
labyr ntho
de infortúnios,
muitos
d
’el
les
iiremediáveis
que
alii
nos
leem
sugado
a
substancia,
e
individado fabulosamen
te,
que
ahi
nos
teem
insultado
e
perse
guido
a
religião, roubado
a
egreja,
e
des
virtuado
uma
iinmens-díde
de.lilh
s
d'es
ta
oulr’ora
bem
feliz
terra
de
Portu
gal.
Mas
não
apparecerá
n
’e4te
céo
tão
tenebroso
um
iris
de esparança
e
de
ven
tora?
Temos
fé
que
Deus
não
desampara
rá,
o seu
tão
querido
Portugal,
loi
elle
mesmo
quem
o
allirmou
ao
grande
Af-
fonso
Henriques,
na
miraculosa
apparição
d’
Ouriq
ue!'
Portugal,
Portdgal, levanta
tua
nobre
cabeça
coroada
de
torres
e moste-ros,
mi
ra-te
no
leu
aurífero
Tejo e
verás
como
eras
grande,
rica
e
poderosa entre
toda«
as
nações
da
Europa!
Ergue-te,
esqueleto
de
morte,
levanta
a
lua
foice,
sacode
os
vermes
que
te
poiluem,
e-maga
os
reptis
que
te
corroem,
as
osgas
torpes
que
te
babam,
as
larga-
lixas
peçonhentas
que
passeiam
atrevidas
por
leu
sepulcro
deshonrado.
Ergue-te,
pobre
Porlugal
e
diz
ao
li
beralismo, que
te
deixe
em
paz!
.
iz
l
;
e
que
nào
venda
as
p-edr-s
d
teus
tem
plos,
que
nao façam
palheiros e estreba-
lias
de tuas
egrejas, que
não
propaguem
doutrinas
contrarias
a
um
reino
tão ca
lho.ico,
que
não
delapidem
os
dinheiros
de
teus
pobres
li
lhos,
e.............................
Que
diremos
mais
?
Que
ternos
a
convicção
de
que
este
estado
de
cousas
não
ha
de durar
muito
tempo,
porque
contra
o
liberalismo
ba
o
Deus
super
omnia.
J.
Jf.
/?.
Valente.
AG
A S»ECB ?í Sv A'3
<»
Monsenhor
de
Sanguigni, Arcebispo
de
rharro.
Núncio
Aposiolico
n esta
côrle,
prohindamenie
commovido
pela
grande
ma-
nif-stação
dos
sentimentos
do
clero
e fieis
de
todas
as
classes
da
sociedade,
assim
da
Lisboa
co
i
o
das
províncias,
na
occasião
da
dolorosa
morte
do
Papa P o
IX
de
glo-
ri-
sissimi
e
sant
memória,
<■
da
feliz
exal
tação
do
Santíssimo
Padre
Leão
XIII
á
Ladeira
de
S.
Pedro;
0
veodo-.«e
na
im
possibilidade
de
agradecer
in livolualmen-
le
ás
innumeraveis
pessoas
de todas
as
c-asses,
incluindo
damas
da
maior
ilistinc-
çâo,
que
durante
os
dias
do
nojo
pelo
re
ferido
triste
acontecimento,
que
cobriu
de
lulo a
Egreja
c
<> inundo,
sem
interrupção,
com o
maior
alan
e
piedosa
dedicação,
quer
pcssoalmentu
no
palacio
da
Nuncialtira,
quer
por cartas e lelegrammas,'
lhe
dirigiram
pezames,
e
depois
pelo
mesmo
modo
ihe
apresentaram
<>s
seus emboras
e felicita
ções pela
ascensão
de
Sua Santidade
o
Papa
Leão
XIII
á
Gam-Pa
de
S
Pedro,
0
que a
lodos
encheu
de jubilo;
serve-se
«Peste
meio
para
agradecer
a
todos
viva
e
cordealioeiile rstes
aclos
solemnes
que
lesiimunharn
a
pieuade
dos
fieis
do
reino
h.ielissimo,
e
a
sua dedicação
ao
Summo
Pontífice,
aclo»
de
que deu conhecimen
to
a Sua
Santidade
0
Papa
Leão
XIII,
que apreciando-os
altamente
invocou
so
bre
lodos
do
fundo
do
coração
a
Bênção
Aposlolica.
Palacio
da
Nunciaiura,
6
de
março
de
------ —
-
-
O
1’adre MeceEti.
À
chrislandade
perdeu
0 seu
chefe,
0
pae
bem
amado,
o
seu
amigo
mais
es-
iremoso.
A
sciencia
acaba
de
perder
a
sua
o
aior
gloria, 0
seu
interprete
mais
con
sciencioso
Duas perdas
immensas. que não
co
brem
de
>ucto
so
a
Ilalia,
mas
0
mundo
inteiro.
Pio
IX
e
0
Padre Secchi eram
os
vultos
mais
grandiosos,
que
chamavam
as
attenções
cara
a
península
iialica,
e
ambos desapparecem
rm
menos
d’tim
mez.
Pio
IX,
dizia
0
ultimo,
ua
sua derra
deira
d ença,
apenas
me
precede
d
’
ah'uns
dias
na
eternidade.
Assim
previa
0
Padre
Secchi
o
seu
iransilo
proximo,
e
n
’essas
palavras quasi
propheticas,
exprimia
0
anhelo
de
ir
reu
nir-se
ao
grande
Pontífice,
que
tanto
<>
«stimiva e
apreciava,
como
estimava
e
apreciava
tudo
quanto
era
nobre,
elevado
e
excellente.
Depu
s
da
grande
perda
universal,
s.da
pelo
pa
.-an-nto
do
Egrégio
Pontí
fice
nenham.i
p
ml
a
ser
mais
seus •.
cl c
prof.Híd.imente
amargurada
como
a
morte
di
ilíustre
sibio,
gloiia da.scen
ia,
h
ura
.
heroica
Sociedade
e
Je
11;.
Se
entre
as
sciencias,
em
’ (*.«e
Stí
ostra
o
engenho
humau
>.
.
j,;_
mille
parallclo
com
a
divina
scienciu
das
malhematicas,
e
se
entre
estas
o
ramo
d.Minado
ao estudo
das
maravilhas da
abobada
celeste
é
o
mais
virente
e
fron
doso.
o
homem, que neste se tornara
eminente
passados
é
uma
i
colpem
hender a
dade
balho.
0
Padr
«la
mais
scietiçias
eg
uai
a
do
d
viu
o.
homem,
que
n
’este
e,
superior
a
todos
os
seus ante-
,
e
c<»ntemp«>raneos,
sem
duvida
celebri
iade, ante a qual
quantos
são
capazes
de
grandeza
do
g-mio,
s
do
estudo,
a
consciência
se
des-
compre-
assídui-
no tra-
adquir
n
na
historia
é
tran-cendenle
das
que
d
Hicilmente
será
por
sem
duvida
immorre
Secchi
formosa
um
logar,
0
Padre
Seccbi
já o
dissemos,
além
de
ecclesiastico
era
membro
da
de
de
Jesus
e
não
deixará
de
parecer
estranho
aos
sabichões
da nossa
epodia,
que
um
jesuitá
fosse
um
gran
le
malhe-
maticu,
um
astronomo
de
primeira
plana,
que dvixa
apoz
si
descobertas
e
da
mais
alta
importância
para a
dos
ceus.
Taes
sio
os
preconceitos
«pie
levolentis
escriptores
ligeiros
de
dias tem
feito
c
ear
entre
as
cla
se*. me-
Socieda-
estudos
sciencia
os
ma
nossos
E
facto
averiguado
que
a
verdadeira
a
alta
e
eminente
sciencia
conduz
sem-
pre
e
invariavelmente
para
o
sentimento
religioso
e
deste
para
a
religião revela
da.
Quem
«Fella
desvia
e
afasta
fatalmente
e a
ignorancia
atrevida,
a
petulância
or-
guliiosa,
a
vaida
ie
«dfendida.
N
estas circumílancias diflicilinènle se
mantém
a
serenidade
de
espirito,
a
cz
de ideias,
a isempçâo pr«j«
isa
nao
tesvalar
de
erro
em
erro
até
no
lo
:açal
mimun
lo
da
descrença
e peior
ainda
na
sua propagação,
assacando
ca-
lumctas
e menospresando
a
virtude
e
as
cousas
santas
O Padre Secchi
esiava
n
’
essas emi
nências da
,i-.iencia,
em
que
as
crenças
sae
corroboradas
pelo
raciocínio
e
pela
observação,
em
que elles
se
tornam
soli-
'
as
e
iuabalaveis,
e qtiasi
se
attinge
a
de
monstração
plena,
Purisso,
rodeado
de
respeitos
de
lodos
os
g.ibios,
chamado
a
fazer
p-irte de
to
das
as
associações scienlificas,
consultado
de
lod.i
a
p«r(e,
escutido
como
um
ora-
ciil«>,
nana lhe
dava
tanta
honra
como
a!
modesta
e
pubre
roupeta
dos
perseguidos
i
filhos
de
Santo
Ignacio,
d
’
esses
homens.
e«ta
só
erguer
os-
.
em
luci-
para
cahir
uma
allocução
breve,
mis
eloquente;
e
todos
com
profunda
satisfação
notaram
a
íirmeza
de
suas
palavras.
A
noite
illuminaram-se
muitas
casas
em
signal
de
rtvgosijo
, *Xo
Corso
houve
uma
demonstração
uoslii.
foram
quebradis algumas
vidraças.
; es-
*Xo
Corso
houve
uma
demonstração
I
especialmente
as
do palacio
1
’
heodófi;
(tas
«cenas repetiram-se
aimh
em otitros
pontos.
A
tropa
e
a
política
dispersaram
os
grupos
<|
ainotinaiiores»
.
Ao enlhnsi
isnj:)
que
se
n
>la
em Ro-
m.
n,.L.
«
«
v
X!H
á
ca_
enthusiasmo-
em
toda
a
céo
as
ma
s
em
toda
a
mr,
pela elevação
de
Leão
deira
de
Pedro,
responde <>
de
tolo o
mundo
c-tholico;
p:.rte
os
catholicos
elevam ao
fervorosas
acções
de
graças;
K1I1
lwlll
a
|.arte
levantam umSi
>nos
o
grito:
Viei
Leào\
XIIl.
Vira
o
Ponli/ice
liei!
A
%1T11H
À
dipcremenle
illiutridas
a
quem
dominam,ia
quem
a civilisação
de\.
que
o
epilheto
de
jesuíta
é
arremessado
tatuas,
mais
merecidas
do
que
tantas,
em
............. ......... ........................
1
athonta,
uma
que
a
palhota
a
o
cinzel
malbaratam
o tempo
ttfinpinoãn
ri*»-
n
q
-«
r»
‘
á
cara
de
muitos
c<iino
uma
;
infamia
e
todavia
não
ha
associação
ne
nhuma
sobre
a
terra
que conte
tão
grau
le
numero
da
homens
virtuoso-,
dedicados,
esto
iinsíis,
sábios
ti
admiráveis,
como
a
•Stsciedide
de
Jesus
viveiro
fcraeissimo
de
santos,
obreiros
laboriosos
na
scieiicia
da
salvação
e nos conhec.mentos
hnman <s,
que
mais
engrandecem
e
elevam
o
es-
pii
tio.
(>
Pa
1re
lustre,
que
riosa,
como
sus
udiiiion
seus
cerain
do
fulgur.itii
loria
outros
qu
sua
modéstia
passaram
c
a
íi
Ic.
As
descob
rias
legadas
pelo
Padre
Sec-
a.ii
ficam
para
ensinr-ento
dos
«pie
consagram
ao
culto
da
formosíssima
Secchi
é
mais
nm
nome
il-
uo
nosso
tempo
a
tão
glo-
seguida
Companhia
de Je
venerando catalogo
dos
notáveis,
que
tem
mere-
e
dos
homens,
uns
que
astros
brilhantes
na
his-
profana
e
seientifica,
cobertos
com
vida
em
árduos
■
que
o
mundo
ignora
ou
litige
mas
que
no
ceu
compensa.
Secchi.
tatholico
convicto,
irrepreheusivel,
jesuíta
dedicada,
aslruimrno
mais
notável
do
no.-.so
como
observa
ior
consciencioso
e
ao
membros
ceu
como
«eclesiástica,
sombra
da
ignorar
senão
desvirtuar,
tem
reservada
condigna
r
0 Padre
Padre
foi o
<
s.jcfiioj
seguro.
Como deixaria e,!le
de
ser
caltiolico
fervente
consagrando
a
sua
immemsa
acti
vi
iade
inleiioctual
á
magestosa
contem
plação
da
mais
imponente
manifestação
da
grandeza
de
Deus?
Qual
será
o mathematic
mente
dedicado
á
humanas,
que
no
nomenos
ceb.-st^s..
iy
iismo
degr.oiante
ou
pelo
>
consolador
?
Gomjinl o
vailo
de
pouco
danaram
as luctas
glmiot
os dois
maiores
gemos
da
nossa
êspos
«lomimin
lo
mas
reg«õe>
ve!
abysmo
«leiras
reate
seus
vindotr
os.
Ambos
elles
foram
calholic;s
fervo
rosos
e
nao
se
envergonhavam
de
con
fessar
publicamenle
as
su
s
crenç
s
r«di-
verdadeira-
primeira
das
s
leneias
meio
do
estudo
dos
fe-
e
dos
triunlvs da ana-
deixàr
dominar
peio matéria-
>s m-zes a
ban
astronomia
«lu
Secchi,
aquelie
sob
j
ra!iamente nas
vastissi-
nualyse.
este
no insou
la-
observaçao, duas
verda-
que
são
assombro
dos
contemporâneos
e
serão
espruto
dos
da
Leverrier
morreu
repelindo
as
palavras
«lo
velho
Simeào,
gravadas
no
Evangelho;
Secchi
expirou
envolto
na
sagrada
rou
peta
de
Saolo
Ignacio «le Loyola,
essa
roupeta,
que
é
assumpto
de
mofa
para
os
e-eriptores,
que
estudam
a
sciencia
e
a
historia
nos
botequin
e
nas
orgias.
Liibn.tz
e
Nevvton
eram
homens
siti-
ceramente
religio
os;
Galileu e Riepler o
foram
egualmente,
emb
ira
seja
hoje
moda
apontar
aquele
como
victima
da
intolerância
papal
sem
embargo
dos
em
«I.
tos
escriptos
de Schleideu,
Wisemati.
Reumont
e
da própria «Gazela
universal
de Augsburgò»
(insuspeita
para
os
catliolieos)
provarem
até
á evidencia
Ga
ileu
fôra sempre
catholico
e
não pas
sa-a
por
esses
lerri>eis
flagícios
e
«jue
tanto
se
fazem
sobresair.
Quem
tiver
curiosidade
de
questão,
veja
o
que
escreveu
um
astro-
nome
dislincto,
Lalande,
e
também os
dormmenios
na
obra
allemã
—Beílrage zur
'i
>' iiut.
isch
en
(iesc
4 ichle.
Levm.mr
e
o
Padre
Secchi
imitaram os
seus
predecessores
e
seguiram
lhes
as
pi
sadas
na
crença e
no
amor
seieniifico.
|
não
que
torturas;
vér
esta
chi
se
_
.. .„
............
sciencia
<h«s
astfos;
ahi
encontrarão
este-:
um
provido
arsenal
para
seu
estudo
;*
amplos
trabalh««s, <|ur*
larlem
sua
curiosi
dade
e
srn-iem
seu
,
espirito.
A
sciencia cobre-se de
hiclo
pela
sua
:r.,;:le,
e
«
religião
perde
n'elle
um
SSuqu»
s.
-Chegou
ante-
liontem,
ás
9
horas
da manhã,
a
esta
«.
o
príncipe
Thomaz
Alberl
«
Saboia,
duque
de
Génova
e
Senhora D Alai ia
Pia.
seguiu
«lo
Monte.
A
udou
para o
Porto,
Vicmr
de
primo
da
morte,
n
suo
digno
da
sociedade
c
liara,
e
do
altar
que
servia.
íhira
a
Ralia
loi
um
prejuízo irrei
ravel,
bastante
para
sastioso
o
presente
em
q«<e
se
mi
íi
S.
A.
Bom
Jesus
á
í
da
tarde,
parimdo
ás 4
boio
expresso.
Foram
á
esta
o
snr.
/
oílicialidaiie do
o
qual
apresentou
com musica;
bem
geial
servindo
de
pa«le dos
seus
repartições.
para
o
sanctuario
do
«Ponde
regressou
a
cidade,
n’um
com
assignàlar
como de-
.
atino,
se
um
ficlo
anterior
lhe
náo
houve«a
já
dado
um ca-
rarler
veriladeirametite
fúnebre.
Os
romeiros
«la
v
rimle
e
do
geuio
iam
á
I
alia
para
contemplar
os
dois
esplen
didos modelos,
que
ahi
deparavam,
Pio
IX
e
<>
Padre
S-cchi.
Hoje
encontram
apenas
dois
tumulos.
Mas
o
pipado
e
a
sciencia
não
mor
rem.
ambos
tem grandiosa
missão
,»
cum-
uella
só
a
entregará
uas
mãos
<ío
!n>litiiid«>r;
esta
resplendecerá
em
magniiicencia
na
immenvidade
pnr;
;
divino
toda
a
sua
Deus.
de
JS?
4»
5
s c
â
s»
M
Conde
de
Siimodães.
«?« SUwssaa.
da sand:'
do
io
XIH
são
óptimas.
-.......— ..rwoo
o
novo
Papa
Le;
Sua
Santidade
for
lo
mo.io
seguinte:
Fiarichi:
secretario
presidente
("•
nosso
Santo Padre
o
governo,
de
estado.
da
propaganda.
Simeoai.
B-rtolini:
ritos.
Martiiielii
Moriehini.
Sacconi:
Prodatario
Ciceoiini
e
Amviiti:
Camareiros
secretos
participantes.
A
coroação
teve
logar
no
dia
3,
como
d’
ella
mandou
dizer
para
a
«Union»
o
seu
primeiro
redaclor
o snr.
visconde
Mayol
Oe
Lupé, a
seguinte
noticia:
«
Assisti
liontem á
coroação
de
S.
S
Leão
XIII
3.
«A
cerimonia
não
podii
ser
mais
ponenie;
assistiram
ciucoenla
e
cinco
deães
c
uns
trinta
bispes.
secretario
Camerlengo.
dos memoriue
mi
ca
r-
«Começou
pela
obediência
prestada
por
todos
os
eardeaes
e
bisp««s,
durante
o
canto
de
terça
na
capella
Ducal.
«Depois
o
Papa,
levado
na
sua
Sedia,
foi
processianalmente
conduzido
á
capella
Pautiina
para
a
adoração do
San
issimo
Sacramento,
e
ualli á
capella
Sixlina,
onde
foi
celebrada a
missa
Papal.
Os
se
nhores
Li Bouillerie
e Lequette
desem
penhavam
as
funeções
de.
bisp«as
assis
tentes
«Ioda
a
nobreza
rom<na.
o
corpo di
pl.miatieo.
e
muitos
personagens assistiram
á
cerimonia.
«Depo«s
da
missa
teve
logar
a
coroa
ção
solemne
do novo Papa', e
a
ho
menagem
dos
cardeaes
e bispos
presen
tes.
«Depois o
Santo
Padre
levantou-se
e
«ieu
a
sua bênção
solemnè
mesmo
capella
Sixtina.
Formou-se
então
cortejo,
como
principio,
para
conduzir
o
Pana
á
do»
paramentos,
onde
o
cardeal
di
tro
lhe dirigiu
as
felicitações
do Sacro
Collegio. Sua
Santidade
respondeu
na
no
sala
ção
dogmatica
da
Immaculada
Conceição,
a
do
Centenário,
a
da
canonisação
de
tan-
t-
s
martyres
e
sanctos
a
quem
collocou
sobre
os
altares,
a
das
'pppariçõts
«le
La
Salette,
de
Lourdes
e
Marpingen
;
a
do
res
tabelecimento
da jerarchia
calhnlic.a
na
In-
glaterra
e
Hollanda, a
da
reunião d>
C
m-
cilio
do
Vaticano
e
da
dellin ção
dogma-
tica
da
infallibihdade
«lo
comino
pontdice,
a
daç
peregrinações
e
g
andes
d
mativor
que
«he
foram
afferecidos,
a
«la
celebra
ção
de
todos os
aimiversarios
da
sua
pri
meira
coinmiinhào,
da
sua
ordenação de
Sacerdote, da
sua
elevação
ao
episcopa
do,
da
sua
exaltação
a->
Solio
p
mtdi
-m,
e
a
gloria
de
ver
humilhados
pela
Mão
de
Deus
ou arrependi
los
muitos d
>s
que
>e
tinham
declarado
seus
inimigos.
í
Para
pro«ar
o amor
e
respeito
«jue
i
ihe
consagravam
aquell«-s
mesmos
que
po
diam
passar
por
inimigos,
apontou
o
facto
da singular
amizade
<le
Amadeu, fiiho
da
Victor
Manoel,
e
da
princtza
Clotilde
sem
pre
dedicados
a
Pio
IX
The
;
its-«».
—
A
companhia
do
circo
Price
de Lisboa
deu-nos
já
duas
represen
tações,
sendo a
primeira
oo
sabbado
e
a
segunda
no
domingo.
Todos
os
artistas
Irnhalhain
opiitnamenie
«*
executam
os
exer
cícios
mais
surprehendetres.
tomaram
parte
nestas
representações
tres elephanles
admiravelmente
amestra-
cujas
sortes
ires
eleplianles
çito
cumprimentar a
S.
A.,
Aicemspo
Primaz,
o
coroncd
e
—
J
do
regimento
d
’
infaiiteria
8,
nma
guarda
d
’
honrà
co
no
o
snr.
secretario
governador
civil,
com
i
empregados,
e
«ihmtrus
deputação
da
camara,
a«lmi-
i
com.
eiho,
clr.de de
p
«iicia
grande
numero
dos
seus
subordina
los.
vários
outros
cavalheiros,
.»
©a»sh.»íie.»
domingi
ferencia
orador
o
di^no
Directur
E
ma,
o snr.
pádre
J«.ão
0
snr.
padre
toda
a
proíiciencia
Disse
qm:
não
fallar
no
infausto
lutou
todo
o
orbe
—a
dre
Pio
IX,
e
<
‘
«H.1IS
ItifâÍH
0
5
U
IflíliJilo
beratio
dos
seus
domínios,
e
o
tificado
ermo
Vigário
«le
Christo
e f
cessor
de
S.
Po
iro.
Faltando
de
Pio |\
como
Soberah'
ialou
a>
notáveis
imv«s
que.
den aos
J7
lu
i>roj.iri,i
que
e
_
—Houve
n<>
por
i
horas
da noite,
uma
con-
a
casa
desta Associação,
sendo
—
.
Espiritual
da
mes-
•LAo
Anlonio
Velloso.
Vídmso
discursou
com
por
espaç.o
d
’uma
hora,
podia
dispensar-se
de
acontecimento
què
a
morte
«lo
e.n-
Santo
Pa-
<le
compendiar os actos que
CÍ/Í110
so-
seu
pm-
a
re-
reformas
e
instituições
seus
súbditos,
como
o
. . ■
-
estabeleceu
«>
regímen
mumcipal
de R
.mia
;
i(
amnistia
que
deu
u
-
começojlo
s,«u
remado;
a
creaçào
da
Consulta
d’
Estadu
nara
ser ouvi,la
nos
.
,
.
, ■
.
.
-
reforma
ou
mo
dilicação
das leis,
imposição
de
tributos,
exarae
dos orçamentos,
etc; a
assemblea
grandes
negocios.
como
dos
repres!
nianles
das
principaes
cidades
que
elle
creou.
Outro
Mulu
proprio
de
de
dezem
bro
de
1847
que
organisou o
conselho
de
ministios,
«•.reando
junto
a
este*
um
cor
po
(ie auditores.
A
Constituição de
14
dos
por
mister
Edmonds
são
mi
verdade
Amanhã
faz o
seu
beneficio
mister
CfjSíegíáu
—■■
Tove
logar
ha
dias
neste
collegio
a
distribuição
dos
prémios
ás regeneradas que
mais
dis-
tincias
se teem
tornado
pelo
mérito
dos
seus
trabalhos
em
herdades,
crochets,
etc.
Uma
das
recolho!,is
eniregou á
exm.'sur.
a
viscondessa
de
Pmdella
um lenço
bordado
içom
um
brazão
e
a
inicial
P.
Esta
offerta
|
<
ra
I
ria
j
em
panheiras,
este
pobre
e
primeir.»
trabalho
das
soas
mãos
a
humil
ío
filha Fiiviaua
da
Gloria».
A
este
acio
assistiram
varias
famílias
das
mais
gradas
ÍS
nhece
Povo»,
não
foi bem,
vamente
tarde
do
dia
3
a
acompr.nhada
da
s
gninle
dcdicata-
«A*
exm
a
snr.*
presidente
cfferece,
seu
nome
e
em
n<-m
das suas
com-
«a«o
«8<»
o
nosso
que
o
«
ue
ao mod
ks
."
8
í5.
?Ia-
—
D«t sobejo
co-
coilega do «Amgo
do
«Commercio
do
Minho»
mal
informado
relaii-
:u
porque
procedeu
na
16
do
corpo
praça
n.
’
1
de
policia
civil,
Mm«. J,jS
ê
de
Mello,
qm»
fecham
a
noticia
respectiva
No-entanto,
quer
lama
ioda a
respoosaíiiiidade do
seguinte:
A
narração
que
m-ste jinul
se
publi
cou
do
tacto
aim-.hdo.
esú
de
perfeita
>
das
bslimu-
orado
16;
está
de
perfei:
asseveração
aqneile
incidente
com
a
estas
linhas
de
março
de
LS48
que
estabelecia
—
D««us
P
Lonseibos
deliberanles
para
a
di.cussão
e
votação uas
leis.
A recusa
do
Ponldice
de
J
fazer
guerra á
Áustria
com
o
tim
de ti
rai
lhe o
reino
lombardo-veneziano
como
lhe
pedia
a
camara
dos
deputados
:
a
re
sistência
que
oppôz
aos planos
d’
aquelles
que
o
queiiam
Lizer
presidente
d
uma
re
publica
que se
comporia
de todos
os
es-
tad
,-s
da
Italia.
.
Os bemdicios
que
liberalison
aos
seus
súbditos
a
sua
munificência verdadeira-
tnf-tiie
real com
que
dotou
muitos
estaba-
lecimen;os
e
creou
novos,
como
a
Biblio-
0
|t>c
^
«ha.
o
Seminário
pontifício, o das
Missões
estrangeiras
e outros.
0
procedimento
sempre
moderado
e
prudente
com
que
respondeu
ás
calumnias
e
á
rebellião
«los
proprios
subdilus
illudí-
dos
e
arrastados
á
revolta,
fugindo para
Gaeta-e
supplieando
não
o
auxilio
d-s
homens
mas
o
de
Deus
por
intervenção
da
Virgem
Immacnlada.
E
com
a
resenha
destes
e
muitos
outros
actos
do Rei
Pon
tífice,
provou
ser elle
o verdadeiro espe
lho
dos
soberanos,
que se
qatizessem
se-
gu«i
as
suas
lições
e
os
seus
conselhos
não
se
tornariam,
como
hoje
são,
joguete
dos
revolucionarias.
Paliando
de
Pio
IX
como
Pontiíice,
i
apontou
os
grandes
actos
do
seu
poiviíi-
cado
e
as
esplendidas
glorias
com
que
Deus*
compensou
e
premiou
os
seus
grandes
mailyrios.
A
gloria
de
ultrapassar
os
dias
com de
S.
Pedro
no
pontificado, a
da deílini-
harmonia
cmi
o
epoimento
nhas
no processo
policia
n.°
ma
com
a
presencearam
(perfeita
harmonia
i
facto,
cremos.
A
mãe
do
torneiro
com
quem
este
deu,
—
uma
pobre
e
«irt-.osa
vima
<1-.;
annos
—
ha
9 dias
que
s-
.
...
.............. .
pelo
grande
crime
de
pedir
succ«,-r
‘o
para
.
I...
<
«.<
A
...
-
» *
•
i
.'
.
contra
o
i
harmo-
tio-
oas
que
;
está
reali
fade
de
do
se
60
ias
que s-
acha
na
cadeia
obst.r
á
morte imminente d-.i
Pela decisão
d-
s
trib.unaes
seu
ilibo!
a
que
esta
j
«questão
<
slá
aíTecta,
verá
o
collçga
:do
do
Poio»
qual
de
nós
f«i
me-
lii<>r
informado,
tarde
<
‘
pitai
de
S.
Marcos
o
cadav
mem
n
’um
«
Amigo
voiwwtw.
—
Foi
hontem
de
conduzi.Jo
psra
o
deposito
do II«.«s-
------ -
-
_-..„ver
d’
um
ho-
que
nos
dizem
apparecêra
morto
«stanca-rio
na
fregnezia
de
Adaufe.
Ainda
nao
obtivemos
informações
mais
minuciosas
a*«tii»ac:.s^õe«.
—
Continuamos
a
en-
i umerar
as
recebidas
ultimamente:
A
mãe
dos desamparados,
por
,P.
Escricli
e
Fraticisco
P.
Entrala.
H.
D
este
romance publicado
pela
cmpreza
Flores
Românticas
recebemos
apenas
o
3.°
em
preza
o
.3
primei-
volume.
Pedimos
á
ilhutrada '«••
obséquio
de nos
enviar as
dois
ros.
—
Museu
Technologico,
N.®
7.
Temos
recebido
todos
os
n.
os
cados
d
’
esta
bella
revista,
de
que
redor
o
snr. Maia
Alcoforado.
Abre
cada
n.®
por
uma belJissima
publi-
Oi
é
gra
tuia,
e
contem
artigos magníficos
na
súa
especialidade.
A
d’
esle
ultimo n.°
representa a
Ca
pella
da
Vista-Alegre,
a
casa
d
’habilação
a
r
r
a
i
r
s
t
s
ti
c
Fi
e
v.
a
j
Os
administradores
d
’
esta
fabrica
de
porcelana
e
o
largo
da
Feira.
Imprensa
em
optimo
papel
e
bom
ty-
po,
esta
publicação
formará
uma
collec-
ção
interessantíssima
—
Da
acredílndissima Etnpreza
Horas
Kotna,dicas
recebemas
as
obras
seguin
tes:
—
1 velhinha
que morava
n’
um
sa
pato.
E
’
um
conto
p
ra
crianças
perten
cente
á coilecção
de que
era editor
o
snr.
J.
íi
Verde,
e
de
que
hoje é
proprie
tário
sor
David
Corazzi,
proprietário também
(1
’aq.uellai
etnpreza.
E’
adornado
d
’
estampas
colori
tas.
—
As
tragelias da
côrte.
por
Augusto
Naquel
—
Versão de
A.
M.
da
Cunha
e
Sá
Está
publicado
o
volume
1
d
’
este
ro
mance,
cujo
entrecho
é
interessantís
simo.
Mr.
Lebeau,
consiste
em
neutralisar
o
vi
rus,
antes
que
este
complete
a
sua
obra
de
destruição,
pois
está
admittido
pela
sciencia
que
esta
terrível
enfermidade é
incurável,
quando
se
tenha
deixado
ao vi
rus
o tempo
necessário
para
occasionar
profundas
alterações
no
organismo,
espe
cialmente
no
systema nervoso
A
base
da
formula
é
constituída
pelo
amoníaco
que
se
applica
em
uma
infu
são
administrada
em doses
variaveis,
se
gundo
a
corpulência do
animal,
cujo
tra
tamento
deverá
começar
dentro
de
Ires
dias
depois
da
mordedura
ou
inoculação
e
continuar
durante
quatro
ou
cinco
dias
seguidos.
Mr.
Lebeau
propõe
aos
seus
collegas
o
uso
do
seu
tratamento, não
só
nos
ca
sos
de
hydrophobia,
mas
ainda
nas
mais
enfermidades
virulentas,
para
que
de
taes
ensaios
resulte
deíinitivamente
o
conhe
cimento
da
sua
importância.
íluerra
sSt»
—Os
últimos
lelegramma» relativos
á
guerra do
Oriente,
«6o
os que
seguem:
Paris
8
—
0
«Journal
des
Debats» in
sere
um despacho
de
Berlim,
dizendo
que
a
Turquia
parece
resolvida
a
resistir
á
sua
partilha
e
que
vae
enviar
tropas
pira
a
Bosnia.
Londres
8
—
Em presença
da
influen
cia
dominante
de
Bismaik, o
gabinete
in
glez
hesita
em
adherir
ao
congresso.
0
«Daily-New»
publica um
lelegrain-
ma
de
Berlim,
dizendo
que
a França
e
a
Inglaterra
ainda
não
responderam
ao
convite
para
o
congresso,
mas
quer accei-
tem
ou
não,
é
certo
que
o
congresso se
reunirá.
Um
telegrarnma
do
correspondente
pa-
riziense
do
«Timesj
anuência que
a
França
consentirá
em
todas
as
medidas
tenden
tes
a
certilicar
a
Inglaterra
da
seguran
ça
do
canal
de
Suez,
mis
que
a
dissuade
de
occupar
o
Egyplo,
pois
deseja
fizer
causa
comnium
com
a
Inglaterra na
questão
egy-
pcia.
Londres
8
—Northecole. respondendo
a
Hartmgeon,
na
camara
dos
deputados,
de
clarou
que
não
podia
dizer
a
datát
da
reunião
da
conferencia.
A
Inglaterra
aecei-
ta
que
a
conferencia
se
retina
em
Ber
lim.
Provavelmente
faz-se-ha
representar
por
Lord
Lyons.
Na
camara
dos
lords,
Derby,
disse
que
o<
accòrd-is
concernentes
da conferencia
—As Índias
Negras,
por
Julio
Ver-
ne
—
Versão
de
Pedro
Viloeira.
Já
temos'
dicto
por vezes o
que
valem
todas
as obras
do
hureadissimo
Julio
Vertic,
optimatnenle
traduzidas,
e
luxuo-
samente
publicadas
por
esta
etnpreza.
Li-
(iiitamos
nos
a
anuunciar
mais
um
volu
me
d>
fecundo
e
erudiclo
escriptor
fr
an-
cez.
Altí»
«8i»<’neç
Ao.
—Sua
Santidade o
Paira
Leão
XIII
ço*ceden
com
paternal
bondade
a
bênção
apostólica, ao
jornal <L’
Dl),
ui.
orgáo
otlicial
do
partido
legin-
niirta
francez,
aos
seus
r
daclores.
e
aos
seus
assignantes,
escreve
a
«Esperança».
0
sr
visconde
de
Mayol
de
Lupé,
redaclor
principal
dhiquella
folha,
e
que
fôra
ncebido
no
dia
26
de
fevereiro, ás
7
horas
d
;
t
rde,
em
audiência
particu
lar,
por
Sua
S.ntila
m,
refere
para
Pa
ri-,
nos
termos
seguintes
o
que
alli
se
passou:
«O
Santo
Padre
dignou-se
fallar-me
dos
nossos
trabaihos < otn
um
benévolo
interes
se
e
precioso
incitamento.
Disse-me
que
nos abençoava
de
todo
o
coração;
e.
de
pois
de
ter
pronunciado,
em
aíta
voz.
as
paGvras
de
bênção,
insistiu
particularmen
te
nos
serviços,
prestados pela imprensa,
sugeila
ao ensinamento
da
Santa
Sé,
e
na
liruuza
que
é
necessário
desenvolver
pa
ra
a
defesa
dos
princípios.
«'ua
Santidade,
indicando-me
que
a
sua
coroação
seria
celebrada
domingo
pro-
xiiu
.
no
interior
da
egreja
de S.
Pedro,
e
tao
íolemticmenie
quanto
as
ciicunr lan
ças
o
permutem,
dignou-se
convidar-me
par
assistir.
«Ficarei,
pois,
para
o
grande
dia,
cm
o
Em
de
inciinar-me
deante
do
Poniilice
coroado,
viva
imagem
de
tudo
o
que
a
«Union»
venera
e
defende».
Guerra
«•«
Cuí»». —A
paz
em
Cuba
conciqin-se;
as
condições
expressas
em
deis
-decretos,
são
as
seguintes,
escreve
o
«D.
de
Poitugal»:
1.
a
Que
desde
a
próxima
legislirtura
a
ilha
de
Cuba,
como
a
de
Porto Rico,
terá
representação
nas
côrtes
segundo
a
sua
população
e
lerrilorio.
2.
a
Que
as
leis
pfovinciaes
e
municipal
sé
appiicanio
a
Havana, pela
forma
que
em
Porto
Rico.
3.
’
Que
se
sollicilará
'
;o
governo
hes-
paniioi
a applicação
suecessiva,
com
as
modificações
que
julgar
convenientes, á
ilha
de
Cuba,
conforme o
que
dispõe o
artigo
87.°
da constituição,
das
lei»
com
plementares, que se
polmulguem
na
pe
nínsula
1.
”
Que
lodos
os
escravos
existentes,
comprehen-lidos
na constituição
de
10
de
fevereiro,
ficarão livres,
sempre
que
se
apresentem
á
aucloridade
ames
do
tim
de
Março.
2. °
Que
os
donos
dos
escravos,
que te
nham
tomado
parte,
ou
auxiliado
a in
surreição
não
serão indemnisados.
3.
°
Que
os
donos,
que
não se
encon
trem
no
caso
segundo,
*e<ão
indeinnisa-
dos
com
altenção
á
lei
de abolição
gra
dual.
4.
°
Determina a
íórmt
cmno
hão
de
s
er
expedidas as
células
da
liberdade.
A
rajv».
—
Mr.
Libeau,
veterinário
francez,
que
se
tem
dedicada
ao estudo
e
cura
da
raiva,
julga
haver descoberto o
retiied
o
para
.
esle mal,
depois
de
muitas
Wpe-ienoias
em
que
maculou o
virus em
vari
>s
aaimaes,
sujeitando-os
desde
logo
a
un
tratamento
especial. O
processo
de
sómente
foram
trocados
depois
de
ter
con
sultado
as
outras
potências
principalmen
te a Áustria que
tomou
a
iniciativa
da
reunião.
0
governo
declarou
que
os
despachos
já
foram publicados;
que
mio
acceitará
antes
de
«anccioiiada pela
Europa
nenhuma
rno-
didcaçao
nos
traclados
existentes;
o
go
verno
lambem
deseja
que
todo o
traclado
russo-iurco
e
não sómente
uma
parte,
seja
submeitida
á
conferencia.
Derby
anuunciou
que a
Pérsia
desmente
o
boato
de
ceder
á
Rússia
um
districlo
persa
sobre
o
mar
Ca
i
pio
Londres
9
—
0
«Times»
publica
um
despacho
de
Vicnna, dizendo
que
todas
as
potências
acceilaram
o
congresso.
A
França
exprimiu
a
esperança
de
que
o
congresso
se limite
a
tractar
da
questão
do
Oriente.
Berlim
8
—Um
lelegramma
da «Gaze
ta
Nacional»,
datado
de
Vienna,
em
8,
annuncia
que
a Rússia
parece
oppôr-se
á
occiipaçào
da
Bosnia
e
d.i
Herz.egovma
pela
Áustria
e
que
se
propõe
a
liquidar
com
a
Turquia
para resistir
ás
tropas
austría
cas.
Vienna
8
—
Anersperg
declarou que
o
congresso
das
potências
não occupará ou
tra
questão
sento
o regulamento dilinitivo
da
questão
do
Oriente.
SBCÇÃO
Dâ «MUíEOOS
Foi
nomeado
regedor
de
S
Mamede
de
Vermil
o
snr.
Joaquim
Covello.
A
es
colha
não
podia
ser
melhor
nem
mais
acertada,
pois
que
o
snr.
Covello
além
de
ser
um
homem
de
probidade
e
honradez,
é
bem visto
e
respeitado
por
todos.
A
quem
compeliu
esla acertada
nomeação
d
’
aquelle
envio
os
meus
parabéns.
Algures
5
de
março de
1878.
*
*
*
Os
abaixo
aasignados,
summamenle
pe
nhorados
para
com
lodos
os exm.”
snrs.
que
se
dignaram assistir
no
dia
3
do
corrente
aos
oílicios
celebrados
na
capel-
la
de
N. S.
Branca
por
alma
de
sua
sem
pre
chorada
Tia, D.
Sophia
Frederico Pin
to
de
Sousa
Cominho,
e
se
dignaram
acompanhar
o*cadaver
da
mesma
á
sua
ultima
morada,
e
bem
assim
a
todas
as
pessoas,
que
por
esta
occasião se
digna
ram
procural-os,
agradecem
por
este
meio,
e
a
todos
protestam
sua
indevel
grati
dão
Braga
7 de
março
de
1878.
MaUiilde
de
Sousa
Kopke
Cardoso.
(790)
Manoel
Augusto
de
Mendonça
MISSA FÚNEBRE
Quinta-feira
13
do
corrente manda
a
Direcção
do Asylo
de
D.
Pedro
V
ce
lebrar
na
egreja
do
Hospital,
por
se
achar
impedida
a
da
Petiln,
com a
func
ção
do
sagrado
Lausperenne,
mis»a
de
•
Requiem»
por
alma
do
exm.°
com-
'
mendador
João Joaquim
de
Carvalho
Bra-
i
ga,
bemfeitor do
mesmo
asylo.
Terá
lo
gar
ás
9
horas
da
manhã,
com
assistência
da
Direcção
e
pessoal
interno do mesmo
asylo.
Braga,
secretaria
do
Asylo, 11
de
mar
ço
de 1878.
0
secretario,
Padre
Luiz
Gmies da
Silva.
TiltÃTKO
DE
S. GERALDO
Em
conformidade
com
o
artigo 8.®
do
Estatuto
di
associação
do
theatro
de
S.
Geraldo
são
convidados
os
socios da
mesma
para
comparecerem
no
salão
do
theatro
ás
12
horas
da
manhã do
dia
17,
do
corrente
para se
tratar
da eleição da
nova
Adminislraçãe, e
bem
assim da
ar
rematação
dos
camarotes
8
de l.
a
ordem
e
17 da segunda,
e
dos arrendamentos
do
café
e
loja
do
dito
theatro.
Braga
10
de
m
>iço
de
1878.
O
presidente
da
assembleia geral
(792)
Jeronymo
da
Cunha
Pimenld.
RETRATO E
BIOGRAPHIA
Tabacaria Bracarenss.
Banco Commercial de Braga, em
moratoria
Soeicdada
anwnytna
— fcvj)on»a!ji-
líiiusle lituituda
Xão
tendo
vingado
na
assembleia
geral
dos
accionislas
do
Banco
Commercial
de
Braga
no
dia 4
do
corrente,
a
eleição
de
lodo*s
os
vogaes
que
leem
de
compor
a
commissão
liquidstaria
do
mesmo
ban
co,
é
indispensável
convocar
uma nova
assembleia
para
se
elegerem
os
vogais
que
faltam,
a«sim como
lambem
para
a
eleição
da
meza
da mesma
assembleia
em
virlude
de
terem
apresentado
suas
demis
sões
o
presidente,
vice-presidente
e
se
cretários:
e
porisso
a
direcção
do
dito
Ban
co
convida
os
snrs.
accionislas
a
reuni-
erm-se
em
assembleia
geral
no
dia
27
do
corrente
ás
11
e
meia
horas
da ma
nhã
no
Theatro
de
S.
Geraldo,
a
tim
de
se
proceder
á
ele.ção
para
os
indicados
cargos.
Braga
7
de
março
de 1878.
Os
Direclores
Manoel
José da
Costa
Guimarães
João
Evangelista
de
Sousa
Torres
e
Al
meida
Manoel
José
Lopes
dos
Santos.
Fabrica
a vapor
de, fnni ção de
[erro e metaes
TraveHHt* «lo
S. JíoAo—ISrag;».
Nesta
fabrica,
unica
na
província
da
Minho,
fabnea-se
toda
a
qualidade
de
obra,
tanto
de
ferro
como
tle
metal.
O
propt
ietario
da
mesma não se
tem
pou
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento de
industria
á
altura
de
poder
compelir
em
tudo
com
as
f
bricas
de igual
genero
do
Porto
e
outras loca
lidades,
e
em
parte
o tem conseguido,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se fazem
obras
de todos
os
tamanhos
e
qualidades
pelos
preços
que
possam
ser
encontrados
no
Porto.
Nesta
fabrica
fund-m-se
peças
de
pezo
de 5,000
kilos,
e
maiores,
sendo
preciso,
achando-se
já
muitas
obras fundidas,
co
mo
são:
buxas
para
eixos
de
carruagens,
moinhos
para
moer
tintas,
pe-
para me
zas
de
mármore
ou
de madeira,
bancos
para
jardins,
botnbas
de
qualquer
pres
são e
comprimento,
grades
para sacadas
ou
jardins,
columnas
e
consolas
para
lampeões,
prensas
para
copiadores,
fuzos
de
novo
sysiema
para
lagares,
ferros
para
alfaiates
e
chapelleiros,
tapetes
e
venti
ladores
para
soalhos, canos
e
tubos
para
agua,
joelhos
de
todas
as grossuras.
Tam
bém
concerta
todas
as
obras
deste
géne
ro.
—
Preços do
Porto
Braga,
Fundição
do
Minho.
0
Proprietário
—Antonio Germano
Ferrei-
rinha.
A
COMMISSÃO
ADMINISTRATIVA
DO
REAL
SuNt.TUARIO
DO
BOM
JESUS
DO
MONTE,
faz
publico
que
acceõa
pro
postas
para o
arrendamento
por
t
mpo
de
um
anno,
que
hade
comtçar
em
29
de Setembro
do
corrente
anno,
e
termi
nar
em
igual
dia
e
mez
do anno
de
1879,
do
Hotel
denou.inado—Boa
Vista—
com
seu
quintal
e
agua,
sito
no
local
do
mesmo
Sanctuario.
As
condições
do
arrendamento
estão
patentes
a
quem
as
quizer
ver
ou
d
’
ellas
tirar
copia,
todos
os
dias não
Bancliíicados,
em
casa
do
iil.iU0
snr.
João
Augusto
da
Cuhlpi,
mo
rador no
largo
do
Barão
de
S.
Maninho.
As
propostas
devem
ser
assignadas,
e
remetlidas
até o
dia
10
do proximo mez
de
Abril
ao
signaiario
d
’
este
annuncio,
morador
no
Campo
de
:
anUAnna
n.°
13.
0
Presidente
da
Commissão
J
>^e Maria
Rodrigues de
Carvalho
(789)
A BELLEZA
DAS SENHORAS
Pomada
sympathiea.
pira
destruir, de
inom
nlo,
o
pedo
caia
e
mesmo cabel-
lo
em
quantidade,
sem
causar
o
menor
damno á pelle.
Xarope
peitoral de Rei
Empregado
com
os
melhores
resulta
dos
nas
moléstias
pidmonares,
tosses an
tigas
e
modernas,
bronchites
agudas
e
chronicas. broncorrhea.
catharro pulmonar
seja qual
fôr o
seu estado,
pneumonia,
pleu-
resta.
tisica,
catharro
suílocanie,
angina
nervosa,
tosse
astbmatica,
escarros
de san
gue.
etc.
etc.
Os
eíleitos
d
’
esie
verdadeiro
especifico
são
seguros
e
rápidos
e
é
considerado
na
opinião
publica
o melhor
medicamento
pa
ra
taes
padecimentos.
A’
venda
em
Braga*
nas
pharmacias
Pipa
&
Irmão,
Orphãos
e
Alvim.
Em
Guimaiães
na
pharmaeia
de
Pereir;i
Martins. Deposito principal
na
pliar-
macia Lisbonense,
Largo
do
Corpo
Santo
-LISBOA.
(762)
DE
Acham
se
á
venda,
em
ponto
peque
no,
e
cujo
producto
é para o Dinheiro
de
S.
Pedro,
em
casa
do
snr.
M. J.
V.
da
Rocha,
rua
do
Souto.
Preço
200 reis.
CAIK&
M»<«.-< AKESTE
No
largo
de S.
Migue!
O-Anjo,
n.
”
14.
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bmn
estado
que
leva
cinco
pipas,
e toda
fmrada
de
castanho.
(100)
ESTE8K4*
FAI5A FOItRfR
S
A
B< 4 3.
Manoel Dias da Silva,
premiado
na
exposição
<ie
Braga
em 1863,
na
Inter
nacional
Portuense
em
1873,
na
de
Vien-
na de
Áustria
em
1873
e
na
de
Plítla-
delphia,
em 1876.
laz
publico
que tomou
conta
do
estabelecimento
de esteiras
da
rua
do Souto n.°
40
e
40
A,
d
’
esta
ci
dade.
aonde
o
fabrico
das
esteiras
prin
cipia
a
ser
no
systema
de
Lisboa
e
Porto.
Também
lava
e
compõe
sendo
precizo.
No
mesmo
estabelecimento
ha
sortimento
de
capachos
de
esparlo.
(761)
OLTIÍÂ
HOVIOADE
GANDARELLA
^C.a
Campo de 3ant’Anni*
Grande sortido
para
a
Quaresma
e
Semana
Santa.
Acaba
de chegar
a
este
estabeleci
mento
directamente
das melhores
fabricas
de Paris
um
grande
sortido
de
Brilhan
tinas
pretas
de
seda,
failles
e
glacés,
bem
como merinos
pretos
de pura
lã.
tornando-se
a sua
boa
qualidade
e
os
seus
tnodicos
preços
dignos
da
atlenção
publica.
________________
(780)
CASA.
E
CAMPO
Preciza-se
comprar
uma
pequena
pro
priedade
que
conste
de
uma pequena
casa
embora
seja
terrea,
com
alguma
ter
ra
lavradia
e
alguma
agua,
em
volta
de
Braga,
preferindo-se
na estrada de
Bar-
cellos
ou
na
das
Caídas
das
Taipas. Quem
tiver
deixe
carta
no
escriptorio
d
’
esle
jor
nal
a
L.
D.
dizendo
onde
é
a
proprieda
de,
para
se
ir
vêr.
(791)
(JlKURGlA®
BB.4T18TA
DA
Escola Americana
Consoltorio
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite Rua do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(687)
DINHEIRO
A JURO.
A
Irmandade
de Santa
Maria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
1f
350^000
reis.
Braga
2
de fevereiro
de
1878.
O
secretario
—
Padre Luiz Gomes
da
Silva.
(735)
< p’p/íÇ TV'nTrr¥<r
, j L
HrA
D
-
l
0
UrL; •. . ; l'L.1 ’ L
MIGUEL
AUGUSTO, FONSECA & CARDOSO
EEPOSITOS FILiAES:
DE
E.í
4
JJ© 4.
Prviuiailoti
e»iu meiittiha de t.aclesi»e na
F.xpos içãw E nttu-iiaeiuual
i
‘orluriue de
1883, e na í°5iéladeíplaia de
Sf-58.
Tendo
os
proprietários
d
’
esta
fabrica sido
vicnmas das
mais
cruéis
e
vis
fal
sificações,
fazem saber
aos
snrs. consumidores
de
seus
productos. que
leem altera
do
a
inscripção
e
desenho
dos
invólucros
ou cintas que
cingem
os
seus
bem
con
ceituados
e
conl)ecidos=Csaa«TOB esjseeiaess
í»ssvaneM
—
,
em
massinhos
de
8
cigaros;
e
por
isso
chamam
a
aitenção
dos
mesmos
snrs.
consumidores,
para que
não
sejam
illudidos
na
sua
boa
fé,
scienlificando-os
de
que
os
rotulos,
além d’um
leão
(dislinctivo
e
marca
d’
esta
fabrica)
em
maiores
proporções,
legenda
da
tirma
dos
proprietários
—
Miguel
Augusto,
Fea«Ma «fe Cardoso—,
levam^ao
lado,
escripto
em
caracteres
bem
legíveis
e
em
sentido
transversal IWASWI
CEÃCj
e
pe
dindo
lhes
para
que se dignem
bem
attentar na
inscripção
e
marca
que
acima
re
produzem,
evitando
assim
o
serem
ludibriados.
Não
encarecem
os
proprietários
a
excellencia da
qualidade
d’
estes
cigarros
e
mais productos
sahidos
da
sua
fabrica,
porque
os
snrs.
consumidores
os
conhecem
de
sobejo para
os
poderem
avaliar;
e
ao
que
visam,
tendo
feito
a
alteração
na
m-
scripção
e
servindo-se
da
publicidade,
é
evitar o
descrédito da
sua
fabrica
em
de
trimento
seu
e
dos
snrs.
consumidores
que
os
obsequeiam
com
a
sua
preferencia,
a
qual
diligenciarão
fazer
sempre
por
merecer,
primando
cada
vez.
mais
em
aper
feiçoar
os
seus productos.
(694)
Miguel
Augusto,
Fonseca
3c
Cardoso
->>?■
1'
kua
DES.
MARCO
í
L-
$
vende
papeis
pinb.-
dos
para
guarnecer
saPas,
<
íindissimos
çGSfos,
a
prin-
||
cipiar
em
80
reis
a
peça.
----
jft
Vende
oliu, tinLíS e
/L
vernizes
para pinturas
e
casas,
tu
ío
de
boa
qtiálí-
AJ
$
d
;de.e
preços
muito
resu-
,,y
midos.
W
O
aL
$
T
&
$
Vende cimento
ronia-
Ar
,
*■
-
$ no
pura
vedar
aguas,
ges-
■-
'Ê
so
para estuques
de ca-
la sas,
tudo de
primeira
qua-
lidaue.
CI3&VII&3ÃO
JBKAiTBSTA
APPHOVADO PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S. Marcos
n.°
i9.
BRvGA.
.
Eaz tudo
qui-nto
diz
respeito
á
sus
arte
e continua
operando
grátis,
pobres
e
■toldados.
■
688
A
QUEM
MAIS DER.
Vende-se
na
rua
da
Ponte
d
’esta
ci
dade
uma
morada
de
casas
com
os
n.
,s
70,
71
e
72,
tem
poço
e
um
grande
quintal
que
já
tem
rendido
uma
pipa
de
vinbo.
Trata-se
na rua
das
Palhotas
n.° 2,
e
na
Senhora
a
B
anca
ij
.°
15.
(782).
Quem
quizer
arrendar
a casa n 0
7.
no
campo das Carvalhheiras, falle
cou
Joaquim
Antunes Alves,
na
rna
do
Cam
po,
d
’esta cidade, que
está
auctorisãdo
para
este
fim.
(713)
R.
das
Flores,
298
St'í'0.
Kiin Aures, 208
JOSÉ
ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
S, Rna Sova, &
BRAGA
Com
esiabelecimento
de
pregagern
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papei
e
chá—
cartonagem
para
dezenho,
tloragem
e
aprestes
para
llôres —
stearina,
pós
finos
para
gomma,
etc.,
etc.
N
’este
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra um completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
escripturação
mercantil,
bem
como
papeis
e
artigos
para
escriptorio
Também
se
encontra
um
sortido
de
chá
hyson
desde
860 a
1$400
rs. 459
gram.,
e
muitos ou
tros
artigos
proprios
de
seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços
commodos.
(725)
Os
Bí»y»iUe«s(,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pecloranie,
são
o
melhor
dos
remedios até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis. —
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de Santo
Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621)
JOSE
’
DA bILVA
IU
j
.XD
â
O
Com
loja
<le fato festo
'13—
Largo
do
Barão
de
S.
Mnt
linho
—
-
13
Participa aos
se.us amigos e
fre-
gttezes.
tanto
d
esta
enfade
como
das
provi»c.i»s
que
tem um
bonito
e
va<iado
sortimento
<le
fato
fei
to, cà'imitas paia
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
i$500.
2$00O
e
2^500
íeis;
tudo
fazenda*
modernas.
Guarda
pós de
casimira
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
rms
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
pauao
familiar,
e
meoles,
bvoets de
gmgurau
de
seda
e
de
castmira
de
iodas as
qualidades, de
300 rs.
até
80
1
;
o
aula.-,
de
seda
de
to-
d
s os
le-t:
Encarrega ■
se
de
fazer
qualqmr
obra
que
lha
seja
eucomniendada,
'
e.
prompti-
fica-se
a licar
com
eíL
quando
não
fique
i
voiitàde do freguez.
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro da
Sé
tem
dinheiro
para dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
VENDE-SE
Em
uma
das
melhores
ruas <l’es-
7
ta
cidade
urna
morada
de
casas,
•
em
muito
bom
estado.
No
escri.
ptorio
da
admini.-tração
d
’
este
jornal,
se
diz
com
quem
se
trata.
(787
I
■!
!■!■>■
■■
!■
,11I
l.l.g
»
>
.
i
Wwmi.riUMU
i
r
c
U-.ter.
3.-
M .
te rt.
-
1
ESTANTERIA
Vende-se
uma
e vidraças
de
p<
rta
nj
vestimentaria
Rocha
(788)
RAPHAEL
ou
o
.VJe
ss
i
tas?
devoto
e
huiruido
Cullecção
de m
uives
e
meditações,
com um
diiihiipi
eu!'é
mn
sacerdote e
aquelle
me-
nino;
e.ctivdo'
dis
obras de
vartos
ando
res
subias
e
pi
dosos,
COORDENADOSPELO
PADRE
J.
.1. C.
DE
SEQUEIRA
Acha-se
i
venda
unicamente
no
escri-
ptorio
da
«Palavra»,
Cim»
de
Vdla
n." 25.
Preço,
120
reis
—
pelo
correio,
140.
—
Encar
fernado.
220
—
pelo
correio,
240
rs,
E
’
pago
adiantado.
LI
VKA
RIA
BOHhALO
Trav»»»» «1 a Vieíaria »».° <4®, 3.°
isesrSivr,
KjAisbcta
N
’
este
estabelecimento
ba
um
variado
sortimento
de
differeutes
obras,
Roman
ces,
Historias,
Comedias,
Dramas,
Scenas
Cómicas
e
Almanachs
para
1878,
e
faz.-se
abatimento
para
negocio,
e
remetlem-se
os
catálogos
grátis,
e
qualquer
das obras
abaixo
mencionadas
são remei tidas francas
de
p
rte
aquem
enviar
o
seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL
DAS
DAMAS,
tratado de
fa
zer
flôres
artiliciaes
ornado
de
estampas
500.
MANUAL
1)0
CÕSINHEIRO,
motl»
de
preparar
as
melhores
iguarias
da cosi-
nha
por
ugueza
e
franceza.
arte
de
co
peiro
e pasteleiro
210.
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR, livro de sortes
di
vertidas tanto de
mãos
como
de cartas e
physica
recreativa,
ornado
de
80
estam
pas
500,
manual
do
conserveiroe
CONFEITEIRO,
modo de fazer bollos
pas
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
DANSA.
arte
de
aprender
a dansar
sem
mestre
120,
MANUAL
DAS SINAS,
et-
piicação
das sinas
e
sonhos
120.
BREVE
COMPENDIO
DE
0 R
A
Ç
Õ
E
S
E
D
E
V
0
Ç
0
E
8
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devsções
tndtil-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima Raccolta.
Com
approvação
de
S. Exc.&
Rev.mi
o
Snr.
D.
Joào
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua Nova
n.'
3
E.
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porlí
na
Livraria
Catholica,
Praça
de
B.
Pedro-
e
na
Portuense
de
Manuel
Malheiro,
rtii
do
Almada,
Preço
em
brochura.
.
.
.
160 reis
»
encadernado
....
240
»
«3c»
«Sí-ptaí«do
frt»»e<*z
O CONDE
ALEERTO
DE MUÍ
^rsíiitsíísiieiKílíí
»»o eneerro«oeRtto
per>al
saaessbrtrt
«la
ohira
doa
eirctilost
casíioHcot
«ie
«>perwriwM
TRADUZIDO
PELO
PABHK
MBSIXi
FMKITA»
Dedicado
ás Associações Catholicas
do
Porto e
Braga.
Vende-se
n
’esta
redacção
por
60
rs.
PADRE
SENNA
FREITAS
6
”
rí‘
ç®
....
5410
s
-.
vím
A
’
venda
na
Livraria
Catholica
IKrtuí
8
se,
praça
de D. Pedro.
131.
BBAGA,
TYPOGUAPHIA
LUSÍTA^A-
— 187&
A
-
-
Parte de Comércio do Minho (O)
