comerciominho_10091878_834.xml
- conteúdo
-
STOSL.KSJW.
COIWttlMLEHLCMJlkffJ,
«IZLIUIOSA
JE RiOTlC ff OS A,.
TODA
A CORRESPONDÊNCIA
DEVE
SER
DIRIGIDA
*
FR
ANCA
DE
PORTE
PARA
A
RUA
NOVA N.°
4.
BHAGA-TEa&Ç.VFEI-iA.
S»
IÍE
SETIiMJEKtt
EJE
flSíS
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
6.° ANNO
Braga,
12
mezes
...............................
1&600
»
6
»..........................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
.....................
20
Repetição
....................................
10
Eleições.
Agora
que
as
facções,
em
que
se
acha
fraccionado o
partido
liberal,
se
agitam
em
todo
o
paiz
em
férvida
lucta
eleito
ral,
não
serão
lidas
sem
algum
interesse
as
seguintes
reflexões,
escriptas
por penna
insuspeita,
e
copiadas
por
nós
de
um
opusculo,
hoje
bastante
raro, do
snr.
Si-
mão
José da Luz Soriano,
intitulado
—
Uto
pias
desmascaradas
do
Syslema
liberal.
Ouçamos:
«Póde
portanto
dizer-se
que
desde
1831
até
hoje
as
nossas
camaras
legislativas
tem
representado
menos
a
nação
do
que as
facções
do
paiz, sendo
mais
um
conselho
do
governo,
do
que
um
tribunal
da
opi
nião
publica
para lh
’a
fazer
abraçar.
E
’
portanto
uma pura utopia
o
que
d’
antes
se
pensava
sobre
este
ponto.
O
facto
des
mente a
theoria. Todos
os
que
n’essas
côrtes
tem
pretendido
cadeira
o
primeiro
passo,
que
deram
jjera
a
conseguirem, foi
alistarem-se
n
’
uma
das
facções
militantes
publica
e
clubisticamente,
porisso
que os
clubs,
como
já
dissemos,
são
o'fóco
e
a
causa
motrix
das
facções.
Para se obter
um
triumpho eleitoral
todos
os
meios são
licitos,
por
mais
indecorosos
e
immoraes
que
sejam,
não
duvidando,
recorrer
a
el
les
tanto
o governo,
como
os candidatos
a
uma cadeira parlamentar.
Promessas
de
empregos, condecorações
e
dinheiro,
inti
mas
alianças
de
corruptos
e
corruptores,
protecção
aos
immoraes
e
faccinoras,
ol-
lértas
de prolecções
e
bons
officios, e
(i-
nalmente
baixesas e indignidades
de
toda
a
ordem,
tis
a
pintura
íiel
de uma
epocha
de
eleições,
pintura
tanto
mais
verdadei-
1
ra,
quanto
mais
animada
e
concorrida
é
a
votação
dos
eleitores.
Em
todas
as
lo
calidades
se
estabelecem
agentes
e
se com-
missionam
delegados,
sem
moral
nem
con
sciência
e
ás vezes
mesmo
cobertos
de
crimes,
que
todos
se
disfarçam,
comtanto
que similhantes
agentes
e
delegados
te
nham
coragem
para
calumniar
os
adver
sários
dos patrones,
a quem
servem,
que
sem
nenhum
escrupulo
prometiam,
dêem
e
ameacem
em
nome
de
quem
os
occu-
pa,
segundo
as
circumstancias
o
pedirem,
que falsifiquem
os recenseamentos,
que
assaltem
as
egrejas
para
viciar
as
urnas,
e
finalmenle
que a
todas
estes
títulos,
sempre
meritórios
em
tempo
de eleições,
reúnam
o
de saber
falsificar,
ou
mesmo
sumir
as
actas,
sendo necessário.
A
tan
tas
e
tão
abjectas
torpezas
se
abalançam
estes
miseráveis,
que
lodos
nós
vemos,
e
conhecemos,
na
esperança
de
obterem
u
® titulo,
uma
condecoração
ou
um
em-
Prtgo
publico, e com
tanta
mais
razão,
quanto
por
similhantes
meios teem
visto
que
outros
os
alcançam,
posloque
mui
tps haja
igualmente
que
na
sua
especta-
•'va
tenham
ticado
illudidos,
porque
em-
tim
o
desprezo
e
o
abandono,
depois do
triumpho
alcançado,
também
não
é
caso
raro
durante
estas
occorrencias.
Desgraça-
damente
o
governo
tem
sido
a
alma
e
a
de
tão
indecentes manejos, porque
Capitaneando
uma
das
facções,
que
se de-
Oilem,
e
querendo
como
tal
vencer
as
eleições
para a
tua
conservação
no
po
der,
não
se
peja
de
entrar
em
transaeções
Wmoraes, com
homens
d
’
aquella
nature-
2a
>
ou directamente
por
si,
ou
pelos'
seus
delegados,
e
pessoas
da
sua'
con
fiança...,....»
«Por
menos
consideração
que
mereça
d®
indivíduo
qualquer,
se
se
constituiu
6111
potência
eleitoral,
póde
contar
por
si
Co® a
consideração
e a
benevolencia
dos
®
|nislros,
os
quaes
pela
sua
parte
o
an
tepõe
no
exercício das
suas
habilidades
aos
mais
illustres
cavalheiros
do
paiz,
aos
homens
da
mais
opulenta
fortuna
e
ás
maiores
reputações
scientificas,
sem
in
fluencia
eleitoral.
Qualquer
d
’
aquellas
po
tências
é tudo
no
regímen
constitucional,
sendo
ellas
as
de
maior
valimento
junto
do
governo,
e
aquellas
cujos
serviços
ou
desde
logo
se
agalardoam,
ou
de
rem
ssa
ficam
na
mente
para galardão
em
occasião
opporluna».
«Vencidas
as eleições
segue-se
a
paga
dos
mercenários,
ou
d
’
»qoelles que
com
a
consciência
venderam
a
patria,
a
honra
e
os
amigos.
E
’
então
que o
ministério,
ou directamente por
si,
ou
sollicitado
pe
los
seus
candidatos, dá
os
litulos,
as
con
decorações
e
os
"empregos,
apropriando-os
á
corrupção
dos
agraciados,
ao
passo
qne
por
outro
lado
vae
distituindo
os
que
lhe
não
deram
decidido
e
eflicaz
apoio,
em
bora
votassem
segundo
a
sua opinião
e
consciência.
Assim obtem as
honras
e
os
empregos
públicos
homens
indignos,
or
dinariamente
faltos dos
mais
indispensá
veis
requisitos
para
adequadamente
os
exercerem;
homens
que
pela
sua
condu-
cta
vão excitar
os
povos
a
conspirar
con
tra
as
auctoridades,
pelos
vexames
com
que
osopprimem,
e
torpezas
que no
exer
cício
das
suas
funeções
commettem.
As
sim
se
tem
promovido
a
immoralidade
no
paiz,
e
assim
se
tem
este
levado
a
aclos
de
revolução,
cuidando
que
assim
se
li
vra
do jugo,
que
a
facção
dominante
lhe
impõe,
quando
vae
buscar
outro
do
mesmo,
ou
de
peor theor
......
»
«Tal
é
o
modo
porque se
tem
dado
a
existência
ás
maiorias
dos
nossos parla
mentos,
os
quaes
por
estas
causas
jámais
se
poderão
olhar
como
a genuina
e
li
vre
vontade
da
nação
.........
E
’
assim
que
os
escândalos
do
parlamento
e
os
da
sua
eleição
tem
feito
entibiar
a
fé
mais
viva
d
’
aquelles
mesmos,
que
mais-
afieiçoados
se
mostravam d
’antes
ao
syslema
repre
sentativo,
cuja
queda
talvez
hoje
vissem
com
mais
satisfação
do
que
magua.
E
’
portanto
um facto que
as
cortes,
taes
como
se
ideavam
antes
da
sua
convoca
ção
entre
nós,
são
uma
verdadeira
uto
pia,
que
jámais
se
realisa,
caducando
por
tanto
a
primeira
e
a
mais
importante
base
das
crenças
liberaes—
a
de
que essas cor
tes
haviam
de
representar
fielmenle
a
na
ção,
zelar
os
interesses
do
paiz,
e
fazer
a
felicidade
publica,
obrigando
o
governo
a
cumprir com
os seus
deveres.
—
O
syste-
ma
eleitoral,
a
quem
portanto
devem
a
sua exislencia,
é
por
conseguinte
falso
e
illusorio».
Até
aqui
o
snr.
Soriano.
Isto,
que
elle
publicava em
1838,
é
ainda
hoje a
pura
verdade.
O
povo
soberano
vende
o
seu
voio
por litros
de
vinho,
que
lhe
pagam
os
influentes
eleiloraes,
os
quaes
também
recebem
em
paga
dos
seus
ser
viços
os
seus
titulos,
as
condecorações
e
os
empregos
públicos.
E
’
tudo
um mer
cadejar
infame,
escandaloso
e
geral!
E
depois
d
’
isto
ha
ainda
quem
acre
dite
de
boa
fé
na
excellencia
do
syslema
liberal?
Parece
impossível!
D. M.
S.
JOSÉ
MARIA
DIAS DA COSTA.
Deixou
este
valle
de lagrimas e
sof-
frimentos,
para
comparecer
na
presença
do
Eterno,
o
editor do
«Commercio
do
Minho» e
da
«Semana
Religiosa»,
o
nos
so
confrade
nas
lides
jornalísticas
o
snr.
José
Maria
Dias da
Cosia.
eje
xy-zw-O'; ^AVÇ^^«F5Egg»s,5?jge-xs2XK».i-?
a,
w.
.
.
■
PREÇO
d
X
assignatita
PUBLICA-SE
ÃS TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
Províncias,
12
mezes
............
2&00Ô
»
6
»
............
1&05G
»
sendo
duas
assignaturas
3&60®
Brazil,
12
inezes, moeda forte.
.
3^600
Folha
avulso..................... 1
'-0
N.°
834
Falleceu
no
dia
3
do
corrente,
arre-i
balado
quasi repenlinamente
no
vigor
da
vida,
apesar
dos
annos que
tinha.
Tendo-se
enfileirado
nas
phalanges
do
partido
legitimista;
e tomado
uma
parle
muilo
acliva
nas
suas
luctas,
quasi
des
de
os primeiros
arreboes
da
juventude;
foi
sempre
campeão
firme
das
suas
cren
ças
políticas.
Se
leve
acaso
erros
d’
én-
lendimento, como sectário d
’uma
causa
que
é
contraria
ao
espirito
progressista
do
nosso
século;
ninguém
de cerlo
o
acoi
mará
(Ferros
de
vontade
na
sua
vida
mi
litante
de
partidário. Fazemos
lhes
justi
ça
inteira.
Era
amigo
dos
melhoramentos d
’esla
cidade;
e
tomava
sempre
calor,
em
quan
tos
trabalhos
podiam
concorrer
para
o
seu.
engrandecimento
social.
Apparecia
con
sta
nlemenle na
vanguarda
d’elles.
Servia
sempre
quanto
podia,
por
si
e
por
seus
amigos,
a quem recorreu
á
sua
dedicação
oílicíosa,
sem
differençar
ad
versamos
políticos
em similhante
occa
sião.
O
partido
legitimista
bracarense,
na
morte
do
snr.
José
Maria
Dias
da
Cosia,
perde
um
dos
membros
mais
fervorosos,
mais energicos,
e
mais
dedicados da
pro
víncia
do
Minho:
e
Braga
perde
um
dos
seus
cidadãos
mais prestimosos,
e
de
mais
relações
com
elevados
cavalheiros
de todo
o
paiz.
Damos
sentidos
pezames,
á
sua
fami
lia
eslremosa
á
qual nos
prendem
laços
d
’
amisade e
de sangue,
tomando
parte
sin
cera
e
cordeal na
dor
que
a punge,
e
pedindo
a
todos
os
bracarenses,
pelo
eter
no
descanço
do
finado,
as
preces
e
ora
ções
devidas
aos
mortos.
—(«Diário
do
Mi
nho»).
Falleceu
ante-hontem,
por
uma
hora
da
tarde, o
decano
da
imprensa bracaren
se, o
snr.
José
Maria
Dias
da
Costa,
ci
dadão
geralmente
estimado
pelo
seu ca
rácter
franco,
generoso
e
serviçal.
O
il-
luslre
era
finado
editor do
«Gommercio
do
Minho»,
da
«Semana
Religiosa»
e
dal
gumas
obras
religiosas.
Foi
oflicial
maior
do
governo
das
armas
da
província
do
Mi
nho,
e,
como
campeão
fervoroso
do
ca-
tholicismo, deu
sempre
manifestas
e
evi
dentes
provas
do
mais
alto
zelo.
Dedi
cado
d
’alma
e
coração
á
política
do snr.
D.
Miguel,
soube
sempre
defendel-a
com
nobreza
e
enthusiasmo,
quer
nos
campos
da
batalha, quer
no
jornalismo.
A
sua
morte foi
uma verdadeira
surpre-
za,
um
acontecimento
inesperado,
que
sinceramente
consternou todos
os
seus
ami
gos
e
ainda
mesmo
os
seu»
adversários
Conversava
elle
risonhamente
com
sua
ex-
tremosissima
e
dedicada
irmã,
quando,
le
vando
as
mãos ao peno
e
soltando
um
grito abafado,
cerrou
pa<a
sempre os
olhos.
A’
inconsolável
esposa,
a
sua
virtuo
sa
irmã,
e
a
seu
primo
o distincto
escri-
ptor
Dias
Freitas,
os
nossos
pezames
pela
irreparável
perda
que
acabam
de
sof-
frer.
O illustre
finado
contava
67
annos
de
edade.
Sobre
o
tumulo
do illustre
decano
do
jornalismo
bracarense, sobre
a
campa
do
heroico
e
fervoroso
campeão
da
Eg
ejade.
Christo,
as
nossas
lagrimas,
as
nossas
sau
dades,
os
nossos
respeitos.—(«Amigo
do
Povo»).
Ainda ante-hontem,
como
os
leitores
se
recordam, noticiávamos
que
se
acha
va
enfermo
o snr.
José
Maria
Diaâ
da
Costa,
nosso
collegae
proprietário
do
«Com
mercio
do
Minho»,
e
hoje
lemos
ã
accres-
centar
a
triste
nova
de
seu fallecimento.
Baixou
ao
tumulo ainda
no vigor
da
eda
de.
Todos
temos
virtudes
e
vicios,
,
por
aquellas
se
desculpam
estes.
Defendeu
e
militou
pela causa,
em
que
se
alistou,
ha
annos;
convicto
das
suas
ideias,
foi
cam
peão
firme,
e
denodado batalbador.
Embora
filiado
n
’
um
partido,
cuja
causa
não
se
harmonisava
com
o
progresso
de boje,
respeitamos
sempre
O
homem,
e
sincera
mente
deploramos
a
sua
morte,
que
foi
durante
a
sua
carreira
política inabalavel
em
suas
convicções,—
apesar
das
lutas, e
das
recriminações
que
os
outros
partidos
lhe
faziam.
Discutia,
não
offentlendo,
o
que
infelizmente
não
se
encontra.
Braga
deve
muito áquelle
prestante
liiho
que
sempre
trabalhou
para
o
seu
engrandeci
mento.
O partido
legitimista
perde
n’
elle
um
dos
seus
mais
fervorosos
adeptos,
e
defensores.
Um
sentido
pezame
a
sua
fa
mília,
em
cuja
dor
tomamos
parte.—
(«Jor
nal
da
Manhã»).
Falleceu
o
snr.
José
Maria
Dias
da
Costa,
decano
dos
jornalistas
bracarenses,
e
proprietário
dosjornaes
«Commercio
do
Minho»
e
«Semana
Religiosa».
Era
con
vencionado
d
’Evora
Monte e
foi
secreta
rio
d
’
um
batalhão,
no tempo
do
snr. D.
Miguel, que
corresponde
aos
actuaes
ár-
chivistas.
Era
um
cavalheiro
bemquisto,
muito estimado
pelas
pessoas
de todos
os
partidos.—
(Correspondência
de
Braga
para
o
«Commercio
Portugoez»).
Foi
Deus
servido
chamar
á
sua
pre
sença
o
nosso
amigo
e
companheiro
nas
lides
jornalísticas,
o
snr.
José
Maria
Dias
da
Costa,
proprietário
do
«Commercio do
Minho».
Já
hontem tínhamos
noticiado
a
sua
doença,
e
hoje
recebemos
de
B.aga
a
noticia
do
seu
fallecimento.
A
pessoa,
que
nos
transmiltiu a
tão
triste
noticia,
não.
nos
dá esclarecimento
algum;
nós
porém,
que
o conhecíamos,
cremos
que
havia
de
morrer
como
mor
re
o
verdadeiro
christão.
i»
José Maria
Dias
da Costa foi
sempre
um
fiel
soldado
da legitimdade,
e
á
causa
da
Religião prestou,
como bom legitimis
ta
que era, importantes serviços.
A
sua
morte
é
muito
sentida,
e com
rasão,
porque
José
Maria
Dias
da
Cos
ta
não
podia
ter inimigos.
Temos
o
dever
de
nos
resignar
com
os
decretos do
Altíssimo,
e
de
pagar
ao
amigo
que
acabamos
de
perder
o
tribu
to
de
christãos.
Oremos
pois pelo seu
eterno
descanço.
A sua
familia
damos os devidos
peza
mes.
—
(«Nação»).
>
___________
Os
jornaea
de
Braga
trazem-nos
a
no
ticia
de
haver
alli
falleçido
quasi
repentina
mente
o
snr.
José
Maria
Dias
da
Costa,
editor
do
«Commercio
do Minho»
e
da
«Semana
Religiosa».
Sentimos
muito
este
acontecimento
Apesar
de militarmos
em
campos
po
líticos
diversos,
respeitávamos
o
falleçido
pela
conslancia das
sua i
crenças.
O
partido legitimista
perdeu
um
dos
seus
mais
prestantes
soldados,
e
a
cidade
Je
Braga
um
cidadão
que
sempre
havia
pugnado
pelos
seus
melhoramentos.
Acompanhamos
os
nossos
collegas
do
«Commercio
do
Minho» no
profundo
p-••
sar
pela
morte
do
Seu companheiro de
tra
balhos.
Joaquim
Martins
de
Carvdho.
(«Couimbrciense»).
Falleceu
no
dia 3
do
corrente, na cG
dade
de
Braga, o
sn>
.
José
Maria
Di.;s
oa
Costa,
editor
do
«Commercio
do
Jíinhu»
e
da
«Semana
Religiosa-.
O
partido
legitimista
bracarense,
na
morte
do
snr.
Dias
da Costa, perde
um
dos
membros
mais
fervorosos,
mais
enér
gicos.
e mais
dedicados
da província
do
Minho,
e
Braga
um dos
seus filhos
mais
prestantes.
Aos
nossos
collegas
do
«Commercios
e
«Semana»
e
á
famiba
do
finado,
damos
os
nossos
sentidos
pezames.
—
(«Progres
so»).
No
dia
3
do
corrente,
pela
uma
hora
da
tarde,
voou á
mansão
do
Eterno
a
al
ma
do
snr.
José
Maria
Dias
da Cosia,
decano
da
imprensa
bracarense
e
edilor
do «Commercio
do
Minho»
e
da
«Sema
na
Religiosa».
O
finado,
que
contava
67
annos
dhdade,
foi
oflicial
maior
do
governo
das armas
da
província
do
Minho
e
um
dos mais
slre-
nuos
e
conscienciosos defensores
da polí
tica
do
snr. D.
Miguel.
A
sua
illustre
familia,
e denominadamen
te
a
seu
primo
e
nosso
collega
e
amigo
o
snr. Dias Freitas, d
’
aqui
enviamos
sen-
tidissimos pezames.—
(«Imparcial»).
Suis
ragios
|>or
alma
«8
o
bjís
-.
José
Miaria
Eíias
da
Costa.
—
O
revd.
1110
snr.
padre
João
Rebello
Cardoso
de
Menezes
celebrou,
no
domingo,
uma
missa,
no
templo
do Populo,
aonde
con
correu
grande
numero
de
senhoras
e
ca
valheiros
amigos
do
finado.
No
dia
5
celebraram
missas,
em
Visel-
la,
tres
sacerdotes,
entre
os
quaes o
nosso
parente,
padre
José
Maria
da
Costa
Dias.
No
dia
7
celebrou
missa
o
revd.
mo
snr.
abbade
de
Requião,
José
Vieira de
Sousa
Coutinho.
Hontein
mandou
a redacção
d
’
este
jor
nal
e
o
pessoal
da
typographia
dizer
uma
missa,
na capeíla
de
S Pedro de
Rales,
na
Sé.
Foi
celebrante
o
revd.mo
snr.
dr.
Egydio
Azevedo,
secretario
de
s
exc.
a
revd.
‘
na
o
snr.
arcebispo
Primaz.
Assistiram
grande
numero
de
senhoras
e
cavalheiros,
entre
os
quaes
nos
recor
dámos
de
ter
visto
os
seguintes:
dr.
Pe
dro
Barbosa
do
Conto
Cunha
e
Mello,
dr.
Pereira-Caldas,- dr.
Patrocínio
da
Costa.
José Cardoso
da
Silva
Guimarães,
João Antonio
da
Silva Pereira,
Luiz
Ba-
ptista
da
Silva,
João
Esmeriz,
João
Ca-
simiro
da
Costa,
José
Maria
Esteves
An
tunes,
Manoel
Ignacio
da
Silva
Braga.
Joaquim
Leal,
João
Baplista
da
Silva.
Francisco
José
Alves,
Rodrigo
d
’
Oliveira,
João
Baptisla
Ribeiro,
Francisco
Vicente
da
Silva,
João
dos
Santos,
João
Xavier
de
Sousa
Araújo, Estevão José
de
Lima,
José
Velloso,
e
os
revd.
os
Porphirio
da
Silva e
José
Lopes.
Estavam
igualmente
representadas
as
redacções
dos
jornaes
d
’
esta
cidade,
assim
como
as
corporações
dos
typcgraphos
que
trabalham
na sua
composição.
Agradecemos
a
todas
as
pessoas
que
altenderam
ao nosso
convite.
0rdeni
*
çS»».
—
^-Sua
exc.
a
revd.
nia o
snr.
arcebispo
Primaz,
no
proximo
do
mingo,
15
do
corrente,
pelas
9
horas
da
manhã, confere
ordens
menores,
e
no
dia
21 á
mesma
hora
as ordens
de
sub-
diacono,
diácono
e
presbytero.
Donativos.—
O
snr.
Manoel
Lopes
do Soccorro.
brazileiro,
ao
retirar-se
ha
dias
do
pittoresco
local
do
Bom Jesus
do
Monte,
deixou
ao
sanctuario
125
libras:
o
snr.
José
Antonio
Gonlemplóu
o
mesmo
sanctuario
com
80$000
reis.
Feira.
—
Fez-se
ante-honlem
a
leira
da
Misericórdia,
que
no
sitio
assim
deno
minado
na
freguezia
de
Ferreiros
tem
lo
gar
annuabnenle.
Foi
concorr.idissima, especialmente
de
gado
vaccum
e
cavallar
Não
houve
a
mais
pequena
desordem.
ítoísj»e<ien.
—
Estão n
’esla cidade
os
snrs.
dr.
João
José d’
Aranjo
Borges,
juiz
de
direito
da
comarca
de
Villa
Real;
Ga
briel
Queiroz,
capitalista
d
’
aquella
villa;
Narciso
Martins
da
Silva
Mattos,
negocian-
da praça
do
Porto.
cie
ãoa et
*
u
uris.
—
Começa
ram
hontem
os
exercícios espifituaes,
na
capella
do Paço
para
a
próxima
ordena-
geral.
Sãp
dirigidos
pelo
esclarecido
e
piedoso
sacerdote
padre
João
Rebello.
Jí.
Senlior da
Boa-Vista.
—
Nos
dias'
21
e
22
do
corrente ha
de
festejar-
se,
na
capella
das
Carvalheiras,
a
Ima
gem
de
N.
Senhor
da
Boa-Vista,
erecta
junto
á
mesma
capella.
No
dia 21
será
vislosamente
illumi-
nada
a alameda,
em
cujo
centro
have
rá basar
de prendas, findo
o
qual
se
queimará
numeroso
fogo d
’
artificio.
No
dia
22
cantar-se-ha
missa
a
grande
in
strumental,
terminando
a
festividade
com
sermão
e
TeDeum,
de
tarde.
Concluirá
depois
o
basar.
Coufereneia
de
S.
Viceníe «3e
Paulo.
—
A
Conferencia
de
S.
Vicente
de
Paulo
d
’
esta
cidade,
em
sessão de
8
do
corrente,
deliberou,
por proposta
do seu
Pre-idente,
mandar
celebrar
uma
missa
de
requiem
na egreja
de
Nossa
Senhora
do
Carmo,
no dia
12
do
corrente,
pela
alma de
José
Maria
Dias
da
Cosia;
porisso
roga
a
todos
os
seus
associados
queiram
assistir a
este
tão
piedoso
e
caritativo
acto,
que
terá
logar
pelas
10
horas
da
manhã
do
mencionado
dia.
Outrosim,
ordenou
que
fosse
lançado
na
acla
um
voto
de sentimento,
pela mor
te
de tão
benemerito
socio.
A
Formesi
*
Rsssiitisiaiís.
—
Recebe
mos
a
ultima
caderneta
da
Formosa
Lu
sitânia.
vertida,
prefaciada
e
annotada
pe
lo
príncipe
dos
nossos
escriptores
d’hoje,
o
snr.
Camillo
Castello Branco.
Durante
a
distribuição periódica
das
cadernetas
d
’
esta
obra
luxuosíssima,
nun
ca
deixámos
de
nos
referir
com
o
mere-
cidç
louvor
á
Formosa
Lusitania,
cuja
nacionalisação
muita
gloria dá
a
tradu-
ctor,
e
editor.
.
Texto,
estampas, papel
e
impressão,
tudo
é
magnifico. E
as
notas?!
Ah!
es
sas...
basta
dtzer-se
que
são
da
penna
inimitável
de
Camillo.
Resta-nos
agradecer
ao
snr.
Manoel
Malheiro,
o editor arrojado
da
Formosa
Lusitania,
a
valiosa
acquisição
d
’
este
for
moso volume.
Conaelho
de
districto.—
Foram
nomeados:
vogaes
eflectivos
do
conselho
de
districto
d
’
esta
cidade
os
snrs:
Jeronymo
Pimentel,
Antonio José
Pi
menta
Gonçalves,
Domingos
Moreira
Gui
marães,
e
José
Antonio
Rebello
da
Silva.
Substitutos:
Constantino
Ferreira
d
’
Al-
meida,
João
Barboza
de
Mendonça,
Lúcio
Antonio da
Costa,
e
Antonio
Pinto
de
Mendanha.
Peregrinação.
—
Conforme diz
o
«Osservatore
Romano»,
548
jornalistas
catholicos
prometlem
tomar
parte
n
’
oma
peregrinação
a
Roma,
por
occasião do
anuiversario
da
exaltação do
Papa
Leão
XI11
ao
throno
pontifício.
sseewara.
—
0
governo
italiano
acaba
de
recusar
o
Placel
ao arcbbispo
de
Pa-
lerrao.
Monsenhor
Celesia, nomeado
ulti-
mamente
pelo
Summo
Pontífice
Leão
XIII
para
a dieta
egreja.
Muito bem
!
!
Partidí».
—
Sahirain
de
Lisboa
para
Paris, seguindo
por
Madrid,
os
snrs.
Lu-
ciano Cordeiro
e
Aílonso
Pequito,
secre
tários
da
sociedade
geographica
de
Lisboa.
—
Vao tomar parle
no
congresso
de
geo-
graphiq
commercial, na
capitai da
França,
como
delegados
de
Portugal.
Engenheiro
«iro.
—
Q
snr.
Cândido
Celestino
Xavier
Cordeiro,
enge
nheiro
nosso
em
commissão
fóra
do
paiz,
acaba
de
ser
encarregado
d
’examinar
a
penitenciaria
de
Lovama, na
Bélgica.
A
Keaeçito.
—
Com
este
titulo,
e
de
sempenhando-o
no
seu
desenvolvimento,
•fundaram
um
jornal
no
Brazd
os
estu
dantes
da
universidade
de S. Paulo.
E
’
redactor
principal
o
snr. Manoel
Joaquim
da
Silva
Filho
:
o
jornal
é
orgao do
Circulo
dos
estudantes
catho-
licos.
Agradecemos
os
n.os
recebidos,
todos
valentemente
escriptos.
l
*
riMão.
—
Foi
prezo
em
Bordéus
o
snr.
dr.
Pereira
Jardim,
que
viajava
alli
em
recreio.—
Deu
logar a
esta
prisão
a
muita
siuiilhança
do
nosso
conterrâneo,
com
o
auctor
d
’um
roubo importagilissi-
mo
de
joias,
eflectuado
na
França
em
1877.
Desatado
o
nó
do
engano,
foi
solto
o
snr.
dr.
Pereira
Jardim.
Inconveniente
das
simiihanças
nas
phy-
sionomias!
Tremores
de
terra.
—
Na
madru
gada
do
dia 2
para
3
do
corrente,
sen-
liu-se
um
tremor
de
terra
em Setúbal.
A
oscillação
era
de
norte
a
sul;
e
a
du
ração
foi
pequena.
Nó
dia
4,
pelas
11
horas
e 3
minu
tos da
manhã, sentiu
se
também
ura tre
mor de
terra
em
Coimbra,
mas
um
pou
co violento.
Feliztnenle,
nio
ha
desgra
ças
a
lamentar.
marroens
e
Tanger.—
Segundo
as
ultimas
noticias,
vae
diminuindo
a
inten
sidade
do
cholera
em
Marrocos:
e
em
Tanger,
tem
melhorado
muito.
Os
estudos ulteriores
dão
ao
cholera
a indole
sferadica
Viagem na
Slespasalu»
—Na
obra
assim
intitulada,
em
francei,
dízem-se
coi
sas
incríveis
do reino visinho. E
’
como
n
’
outras
obras
a
respeito
de
Portugal.
Os
jornaes
hespanhoes
estão
vertendo
as
passagens
de
mais
chiste, e
promoven
do
com
ellas
a
hilaridade
dos
seus
con
terrâneos.
Consolem-se
comnosco
os
nossos
vi-
sinhos
da
patria do
Cid
e
Cervantes.
Natafragio
no
Tamisa.—
0
vapor
«Rouvell
Caribe»,
navio
destinado a
car
regamento
de
carvão,
metleu
a pique
o
vapor
«Princeza
Alice»,
occasionando
a
morte
a 550
pessoas,
das
quaes,
a
maior
parte, eram
mulheres e creanças.
0
«Rou
vell»
continuou
a
sua
derrota sem
prestar
soccorro
algum aos naufragos.
Londres
6.—
Crê-se que
subiu
a
700
o
numero
dos
afogados
na
catastrophe
do
«Princeza
Alice».
Dizem
os
mergulhado
res
que
encontram
os
cadaveres
aos
gru
pos
de cinco
e
seis.
Falíeciniento.
—
Falleceu
em
Runa
o
antigo
livreiro
edilor
da
rua
do
Ouro,
Lisboa,
o
snr.
Antonio
José
Fernandes
Lopes,
que
reproduziu
grande
numero
de
clássicos
por-
tugnezes,
entre
os
quaes
a
Tavola
redon
da;
o
Elucidário
de
Viterbo;
o
Mappade
Portugal,
de
J.
B. Castro;
as
Obras
de
Hocage,
e
muitas
contemporâneas,
laes
co
mo
Os
Fastos da
Egreja,
.de
Rebello
da
Silva,
e
muitos
dramas
e
romances:
dei
xando
em
ser
um
fundo
considerável des
sas
edições.
Era
de
Bouro
no
Minho,
cu
proximi
dades.
Viagem.
—
Monsenhor
Jicobi,
núncio
em Vienna,
foi
a
Roma
dar
contas
das
suas
negociações
com
a
Rússia,
e
do
es
tado
da
egreja
na
Bosnia
e
Herzegovina.
Preaenle
honroso.
—
-Recebeu-se
na
Sociedade
de
Geographia,
em
Lisboa,
como
presente
do
snr.
conde
de
Tereno,
mi
nistro
de
Fomento
em Hespanha, uma
esplendida
obra,
intitulada
Cartas
de
ín
dias.
E
’ um grosso
volume
in
folio
de
877
paginas
de
texto afora
os
fac-similes,
ma
gnificameríte
impressos
em
papel
de luxo.
Contém
este
volume
cartas
inéditas
de
Colombo,
Vespucio,
Barlholomeu
de
ias
Casas,
e
de
muitos outros,
governa
dores,
vice-reis,
prelados,
religiosos, ca
ciques,
etc.
E
’
uma
collecção valiosissima,
que
encerra
as
mais
valiosas
informações
sobre
a
historia das
índias
hespanholas.
Os
fac-similes
das
assignaturas
e
dos
documentos
são
numerosos,
e
feitos
com
grande
nitidez
e
primor
artístico.
Seria
para
desejar
que
o governo
por-
luguez
imitasse
o
procedimento
do
gover
no
hespanhol,
ordenando
a
publicação
dos
riquíssimos
documentos
que
possuímos,
acerca
de nossas descobertas
e
conquis
tas.
jVoticia®
«la
Iradia.
—
0
snr. arce
bispo
primaz
do
Oriente
beneficiou
o
hos
pício
do
Sagrado
Coração
de Maria,
da
villa de
Margào,
com
o importante
dona
tivo
de
490
.xerafins,
em
prata,
que
ha
bilitaram
aquelle
estabelecimento
a sus
tentar
mais
tres
inválidos,
como a
respe-
cliva
direcção
deliberou
n
’
uma
das
suas
ultimas
sessões.
—
Por
occasião
da abertura
do
tumu-
o
de
S
Francisco Xavier,
que
teve lo
gar
no
dia
18
do
corrente,
beijaram
o
corpo
do
santo,
com
permissão
do
snr,
arcebispo
primaz,
cerca
de 100
pessoas,
algumas
das
quaes
lambem
fizeram
locar
n
’
elle
as fitas
que
levavam.
MSha
efie
—A
ilha de
Chy-
pre,
porto
avançado,
póde
facilitar
hoje
á
Inglaterra
a
defeza da
Anatolia:
e
dá-lhe
acção
directa
sobre
a
Syria,
por
onde
passa um
dos caminhos
em
projecto,
da
Europa
para
as índias.
Toda
a
imprensa
de
Londres
discutia
ainda,
ha
alguns
dias, a
these
sustentada
por
Sir
Frederico
Goldonei
l,
que
via
n
’
um
caminho
de ferro que
se construísse d
’
um
porto
da Syria
ao Eulrates
e
ao golpho
Pérsico,
o
melhor
de
todos
os
caminhos
da
Índia.
No
plano
de
Frederico,
a
ilha de
Chy-
pre
apresentava-se quasi
com
uma espe-
cie
de
testada de linha
dos
caminhos
de
ferro
do
Eufrates
Não
se
póde
julgar
cliimerico
este pro
jecto.
JLtiKiisda».
—
Vae publicar
se
nos Es-
tados-Unidos
uma
nova versão
em
inglez
do
immortal
poema
de Camões,
os Lu
síadas.
E’
devida a
mr.
James
Edwin
Re
viu,
editor e
proprietário
da
Brilish and
American
Mail.
0
traductor
principiou
ha
4
annos
a
sua
ob.ra
;
e
antes
de
prose-
guir,
publicou,
como
specimen,
as
18
pri
meiras
estancias
que
enviou
aoillustre
poeta
Longfelow,
pedindo-lhe
a
sua
opinião.
Es
te
escreveu-lhe
uma
lisonjeira
carta,
ani
mando-o
muito a que
concluísse
a
sua
empreza.
A
traducção
é em
oitava
rima
e
verso
por verso
—
dilliculdade,
que
só
se
poderia
vencer
com
grande
conheci
mento
da
lingua
portiigneza.
fui
lecssías.
—Desde
14
a
17
de agosto,
falleceram
no Rio
de
Janeiro,
os
seguintes
súbditos
portugue-
zes:
Domingos
José
da
Costa,
17
annos,
solteiro;
Manoel
da
Cruz,
24
a.
s.;
Sera
fim
Ferreira
de
Sousa,
32 a. c.;
Bernar
do.
José
Pereira
de
t^ousa,
56 a.
s.;
Ma
noel
da
Silveira
Rego.
32
a.
s.;
Francis
co
da
Silva
Machado,
22
a.
s.;
Antonio
Gonçalves
dos
Santos.
35
a.
s
;
Jerony
mo
da Cruz
Neves,
47
a.
s.;
Conslanti-
no
Paião,
24
a.
s.;
Balbina
Velloso
de
Freitas,
42
a.
c.;
Agostinho
José
d
’
Alrnei-
da,
50
a
s.;
Antonio
Monteiro
da Mota,
21
a.
s.
Maria
Rosa
de
Castro,
74
a.
c.;
Leonel
Joaquim
Alvão,
38
a.
c.; Manoel
de
Oliveira
Resina,
34
a.
c
;
José
Vieira
d
’
Aratijo
Vianna,
a.
s
;
João
José
d
’Al-
meida, 74
a.
c.
CONVITE
Os
abaixo
assignados
mandando
cele
brar,
na
quarta
feira,
ll
do corrente,
uma
missa
e
responso
por
alma
do
snr. José
Maria
Dias
da
Gosta,
convidam
os
seus
pa
rentes,
e
pessoas
das
suas
relações
e
das
do
finado
a
assislireti^á
mesma.
Este acto
terá
logar
no
templo
do Po
pulo
ás
10
horas
da
manhã.
Braga
6
de
Setembro de
1878.
Manoel
Ignacio
da
Silva
Bragt.
Francisco
Marques Soares
d
’Azevedo.
Joaquim
José
Vieira
da
Rocha.
José
Maria
Pereira.
Joaquim
Leal.
João
Ferreira
Torres.
Domingos
José
de
Sousa
Aguiar.
José
Antonio
Alves.
VARIEDADES
Coaversi
*
c«»m
nirstre
Failr®.
Liberdade!
palavrão
prenhe
das
tem
pestades,
que
trasem o
mundo convulso
ha
quasi
um
século!
0
que
é
a
liberdade?
E’
o
direito,
que
todos
os
indivíduos
tem
de
fazer
o
que
quizerem,—
dirão os
mestre
escolas.
Mas
quando
o
seu
exercício
depender
de
forças,
e
de
meios
superiores
aos
de
que
cada
.
um
pó ie
dispor; ou
quando
muitos
quizerem,
cada
qual
para si, a
mesma
coisa,
a
que
ficará
redusido
esse
direito? A
um simples desejo,
—
dirão os
laes
mestres.
Bem
anteviram
elles a
impossibilidade
de
reduzirem
a
acto
a
potência; e
restrin
gindo
o
sentido
do
vocábulo,
disseram:
que
todo
o homem
.
póde
fazer
o
que
alei
lhe
não
prohibe; e
deixar
de fazer
aquilloa
que
a
mesma
lei
o
não
obriga.
Muito
obrigado,
mestre
Pedro;
mas
isso
é tão velho, como
as socied
.des.
0
ho
mem
conhece
pelo
instineto,
pela
razão,
e
pela
consciência
que
nasceu
sugeito
a
lei
natural, á
lei
religiosa,
e
á
do estado,
em
que
viu
o
dia,
e
em
que
vive; e
para
estabelecerem
a
reciprocidade
dos
interes
ses da
communidade,
pozeram
os
mestres
velhos
como
regra
esta
regra
quod
alten
prodesl,
et
libi
non
nocel, ad
id cs
obli-
galus.
Muito
obrigado,
mestre
Pedro!
mas
não
ganhastes
alviçaras:
nós
já
cá
sentía
mos,
e
conhecíamos
a
doutrina;
o
que
po
rem
ignorávamos
era:
que
a isso
se
cha
masse
liberdade!
Vós
porem
fizestes
o
baplismo
da
creançà,
que
já
era
velha
e
pozestes-lhe
um
nome
novo, que apagastes
com
os
Sanctos
0'eos,
e
que
vestistes
d
’enleite»
para
se
lhe
não
verem
as
lesões
interio
res,
contoliidas
nos
apertos do
parlo.
**iEnlretenhamo-nos
um
bocado
de
tem-
poT
Dizei
me
cá,
mestre
Pedro,
o
que
è
q
U
e
leva
o homem
a
querer,
e
a não
que
rer?
não'será
o
conhecimento,
instinctivo,
ou
scienlifico,
do
bem
do
que
quer,
e
do
mal,
que
não
quer?
o
conhecimento
do
prazer e
da
dor?
Não podeis
negar estes
princípios;
e
admittidos
elles, dizei-me
ainda;
em que
está
essa liberdade se
o
homem
tem
necessariamente,
e
z
pelo
im
pulso
da
sua
intelligencia,
e
do
instincto
da
sua
conservação,
de
seguir
e
adoplar
o
que
é
bom,
e
de
rejeitar
o
que
é
mau?
Se
tu,
mestre
Pedro,
dissesses:
que
no
concurso
de
muitos
bens,
ou
no
de
muitos
males,
que nos
cercam,
nós
podemos escolher
o
melhor
entre
os
primeiros,
eo menor
entre
os
segundos,
e
segundo o permitirem
as
circumslancias concomitantes;
n'este
caso
concedo-te
a
liberdade;
mas
a
liberdade
da
escolha,
que
é
o acto
d
’essa
potência
da
alma:
liberdade
porem
de
fazer
o
que
a
lei
não
prohibe,
e de
deixar
de
fazer-
se,
a
que ella
não
obriga,
nem
é
defini
ção,
nem
texto
que possa
servir
nas
pa-
nellas
da
cabeça
humana.
Se
tu,
mestre
Pedro,
tivesses
dicto
qtiaes
são
essas
leis, que
obrigam,
e
que
desobrigam,
para
que
cada
qual,
e
todos
(içassem
sabendo
os
limites d’essa
liber
dade,
e
as
regras
do
seu
exercício;
al
guma
coisa
ulil terias
feito;
e
porem
tu
fostes Velhaco, como velhacos
foram
os
teus
mestres:
proclamaste
a
tal
liberda
de,
mas
deixaslel-a
presa pelo
pé,
ficando
com a
ponta
da
cadeia
na mão
em
or
dem,
e
no
dainoado
intuito
de
augmentar-
Ihe
os anneis,
e
de
a
apagares
no
dilu
vio
das
leis, que
tendes
derramado
sobre
a
cabeça
da
matrona!
E
não
te
cae
a
cara
de
vergonha,
com
a
tua
obra?!
O
que
é,
aonde
está,
em
que
consiste
essa
liberdade li-
berdadeira,
que
apregoastes
por
.todas
as
trombetas
dos
trombeteiros
chalaças,
e
que imbutes
d
’
envolta
com
os
descaros
da
imprensa
relaixada,
e
relaixadora;
com
a
rede
dos
tributos,
com
a
corrupção
do
suífragio,
com
o
indifferentismo
para
com
os
vicios,
com
o despreso
da
educa
ção
publica,
e
com o
exemplo
do
vosso
viver
á
redea
solta,
e
licenciosamente?!
E'
a
isto
que
chamaes
liberdade?
Era
isto
o que
queríeis?
Inspirou-vos
o
espi
rito de
Sylla?
Conclui
depressa
a
vossa
obra,
dae
contas
ao. senado,
e
retirae
vos
ao
lar
domestico,
até
que o
Cezar
tome
conta
do estado.
Não
nos
quebrem
os
ouvidos
com os
grilos,
e
vivorios
á
liberdade,
porque nunca
fomos
mais escravos,
do
que
no
tempo
presente,
nem
tivemos
tantos
senhores
de
cutello,
e
baraço
em
punho:
um exercito
fiscal
invade a
propriedade,
as
artes,
os
oflicios.
e
as
industrias!
Um
enxame
de
vadios
fardados,
e
por fardar
nos
cerca,
e
vexa por
todos
os
lados!
As
escolas,
os
liceus,
e
academias
vomitam
sem
des
canço
rapases
enfeitados,
ambiciosos,
e
semeadores
-da
immoralidade,
e
da
cor
rupção!
O
luxo-
luxuria,
e
a
vaidade
in
vade.
e
predominam
todas
as
classes!
Roma,
depois
da
conquista
do
mundo,
caiu
na
moleza,
e
afogou-se
nos
prazeres,
e
per
deu
a
liberdade!
O
exemplo
vem
de
longe,
e
ressurge
do
meio
das
ruinas!
Triste
condão
das
sociedades
humanas? Pompeu
recusava-se
a
uma
batalha
decisva
com
Cezar
para
não
'arriscar
a
liberdade da
sua
palria
ás
mãos
do
vencedor;
perdeu
se, e perdeu
o
que
queria
conservar
como
o
seu
unico
titulo
de
honra!
Os
novos
Catilinas
fingiram
con
ceder
a
liberdade
dos
escravos
para
al
gemarem
os romanos e terão
de.soflrer
o
mesmo
destino.
A
historia
da
revolução
franceza
é
fértil
d
’
exemplos.
Liberdade!
palavrão prenhe
-
de
tem
pestades!
monstro
trilingue!
Quem
te
não
conhece!
Liberdade,
vinda
da
mão
do escravo
para
brazão
do
senhor!
quem
te
chamou?
Que
viestes
tu
cá
fazer?
E o
que
é
que
tens
feito?
Enriqueceste o
paiz?
Morali-
saslel-o?
Tens-lhe dado
ma
or
representa
ção
no
estrangeiro?
Tens
formado
algum
diplomata
distincto,
algum
sabio
que
illu-
mine
o
mundo?!
Algum
ministro
modelo?
Algum
Caning,
algum
Palmerston?
Diz
e
mostra-nos
os
truclos
doirados
dos
teus
ramos?!
Foste
a
inventora
da
telegrafia
eletrica,
dos
caminhos
de fer
ro,
ou
fizeste
já
alguma
descoberta,
que
nobilite,
e
que
enriqueça
o
paiz?
Miserável perdulária!
Miserável
invejo
sa!
Miserável
opressora!
Vives
de
empré
stimos
para
vestires
á
modal
Nutres
os
teus
vicios
e
sustentas as
tuas
extrava
gâncias
sugando
o
sangue
do
povo, que
correu
aos
vivas,
e
aos
foguetes?!
E
estás
a
rever-te
nas
tuas
vaidades.
Liberdade
fementida,
e
apócrifa!
Foge
d’
este
paiz:
fecha as
portas
do
lhesouro
das tuas
falsas
riquezas.
Eu só
amo,
e
quero
a liberdade proclamada
pelo
Filho
de
Deus;
aquella,
que
abre
as
portas do
ceu.
José
de
Freitas Amorim
Barbosa.
SECÇÃO
D£ COMUNICADOS
(1067)
Antonio B.
Pinto de
Mddureira.
Snr.
director
do
tCommercio
do
Minho».
Tendo
escripto
folha
e
meia de
pa
pel.
em
resposta
ao
communicado
do
snr
Domingos Manoel
de
Mello
Freire
Barata,
presidente
da
commissão
legitimista de
Braga,
inserlo
no
seu
periodico
n.°
832,
reduzi a,
por
pedido
d’
amigos,
na
fórma
e
no
tamanho
ás
seguintes
linhas,
que
peço a
graça
de
transcrever
no
proximo
numero.
O
apresentante
d’
esta
vae
aucto-
risada
a
satisfazer
toda a
despeza;
por
que
tenho surnmo
empenho
—
em
que no
proprio
logar
da
accusação
ahi
figure
a
contradicta.
No presupposlo.de
ser
servido
—
sigo.
0 snr.
Batata,
pretendendo
defender-
se
d
’
accusação
de
desleal
que
lhe
fez
a
«Opinião Publica», por não
dar
prompto
cumprimento
a
uma
circular
do
centro
do
seu
partido,
ailega
em
sua
defesa
—
que
estava
doente
assim
como
o
snr.
vice-presidente
da
commissão
—;
e
que
logo
que
a
recebeu
se
apressara
a
dar-
me
d
’ella conhecimento,
ENVIANDO-M’
A
A
MEU
PEDIDO,
para
que
na
qualidade
de
secretario
fizesse
cumprir as
instruc-
ções.
E’
mais
uma
torpe
velhacaria, que
s.
exc.
a
addicciona
no
seu
triste
epitaphio!
0
snr.
Barata
esteve doente
em ju
nho;
mas já em
29
do
mesmo
foi
comigo
e
vários
amigos
ao
Porto,
jantou,
como
bom
catholico,
de
peixe,
e regressando
a
Braga
não
achou
alteração
na
sua saude;
o
que
me
affirmou
e
ao
nosso
honrado
amigo
o snr.
Vieira
da
Rocha
Como
é
notorio
e
por
lodos
sabido, s.
exc.
a
,
que
aliás
mostra-se
pouco,
sahia
á
missa,
foi
á
eleição
da
meza
da
irmandade de
Santa
Cruz
e
recebia
os
amigos
em
sua
casa.
Em
21
de
julho,
epoca
em
que recebeu
a
circular
podia, se quizesse,
fazer, não
digo
uma,
mas
tresenlas
reuniões
dos princi-
paes
influentes
do
seu partido.
0 mal
era
outro.
Um
dia,
que
falei
com
s.
exc.
a
nos
claustros
dos
Congregados,
disse-me
—que
recebeu
uma
carta
do
centro
de Lisboa
respeito
a
eleições
camararias,
que
queria
responder,
mas
não
se
lembrava
do
en
dereço do
signatário,
*
o
qual vinha
n
’
uma
outra
que
eu
tinha,
e
me
pediu
lhe
man
dasse
ARKEMA.TAÇÃO
O
conselho
administractivo
do
regímen-
lo
de
infanteria
8,
tendo
de
proceder
á
arrematação
do estrume das
latrinas
do
regimento,
convida
as
pessoas
que
deseja
rem
concorrer
á
dita
arrematação
a
com
parecerem
no
indicado
conselho
no
dia
26
do
corrente
mez,
pelas 11 horas
da
manhã.
Quartel
em
Braga
10
de
setembro
de
1878.
O
secretario
do
conselho
Bernardo
Osorio,
Alferes
d
’
mfanteria
8.
•
OUTBO-SIM
O
conselho
administrativo
do
regimento
de
infanteria
8,
faz
publico,
que
para
I
cumpnmento
das
ordens do
ministério
da
guerra
de
7
do
corrente
mez,
tem de
'
proceder
novamente
a
arrematação
do
for
necimento
das
rações de
forragens
para
a
tropa
que existe
vier
a
existir n
’
esta
cidade
ou
por
ella
transitar
no
período
que
de
correr
do
l.°
de
outubro
do
presente
Nem
mais
uma
uniea
palavra
a
res
peito
da
celebre
carta,
nem
a
minima
in
dicação
para
que
eu
fizesse a
convocató
ria.
Se
depois
quiz
saber
do
conlheudo
da
mesma,
foi
necessário,
como
s.
exc.
a
des
graçadamente
confessa,
que
eu,
já
duvi
dando
da
sua condticia,
me
abalançasse
a pedil-a
ao
seu filho mais
velho, que
a
deixou
simplesmente para
me
ser
entre
gue
em
casa
do
meu
amigo,
snr.
Ribeiro
3raga.
S.
exc.a
sabe
muito
bem
o
que
respondeu
a
um
cavalheiro
—
-que
lhe
aconselhou
a
reunião
da
commissão.
—E
disse.
Ah!
Como resto
de
consideração
e
res
peitosa
homenagem
para
com o
snr.
Do
mingos
Barata
dou-lhe
os
parabéns
pela
eleição
de
seu
filho
Nicolau
para
mem
bro
da
commissão
districtal,
com
300$000
reis
de
ordenado;
e
do
despacho do
ou
tro
seu
filho
Francisco,
para
delegado
do
procurador
regio,
na
ilha
Graciosa.
A
banhos
na Povoa do
Varzim 7
de
setembro
de
1878
e
oito.
e,
como
conseqtlencia
inevitável,
a
escan-
desceocia ou
a
díarréa,
os
vomtlos
contí
nuos,
a
atrophia,
as
caimbras,
os espas
mos,
a
morte.
Reconheceu
se
que a' di
gestão
de uma
creança,
uma
vez
com-
promeltida,
as
drogas
mais
bem
escolhidas
não
teem
poder
de
reparar
o
mal! E’
um
flagello
para
a
familia
e para
o
paiz
esta
cruel destruição! Ha
comtudo
um
meio
simples
e
pouco
dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem sido
provado
durante
vin
te
e oito
annos;
é
sustentar
as
creanças
de
peito
e
as
creanças
doentes
e
fracas
de
qualquer
edade
coíd
a
Revalescière
Barry,
ires
vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida
com
agm
e
sal.
Si’,
âsíaSsaseatte, o
sustento
par
exeelleneia
que,
elle
««»
e»n«egue
evitar
iado»
os
accidentes
da in
fância.
Citemos
algumas
das
provas
abundan
tes
da
sua influencia
invariavelmente salu
tar,
mesmo
nos
casos
mais
desesperados
Cura
n.°
80:4'16.-0 snr.
ooutor
F.
W.
Beneke,
professor
de medicina
na
Uni
versidade
de
Marbourg,
refere-se
da
se
guinte
maneira á
clinica
de
Berlin,
em
8
de
abril
de 1872:
«Nunca esquecerei
que devo a
vida
de
um
de
meus
filhos á
Revalescière
Du
Barry.
«A
creança,
na
edade
de
quatro an
nos,
soflria
sem
causa
apparente,
uma
atrophia
completa,
com
contínuos vomitos
que
resistiam
á
mais
cuidadosa
dieta
a
duas
amas
e
a
todos
os
tratamentos
da
sciencia medica.
A
Revalescière
fez
parar
immediaiamente
os
vomitos
e
res
tabeleceu-lhe completamente
a
saude
em
seis
semanas.
De
todas
as
minhas
expe
riências
feitas
posteriormente
com
a
R
*
>-
valesesére
obtive
os
mesmos
resultados.
E
’
quatro
vezes
mais
nutritiva
que a
caine».
Cura
n.°
70:410.
—
Fabrica de
Gran-
villars
(Alto
Rheno)
12
de
julho
de
1868.
Senhor.—
Considero-me
feliz
por
poder
di
zer-lhe
que
o
meu
primeiro
filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
durante
um
an-
no
pela
sua
Kevalcacãére,
e
que
a
sua
saude
e
o
seu
desenvolvimento
são uma
maravilha
para todo
o
mundo.
Não
ha
na
aldeia
creança
tão forte
cotno
o
meu
fi
lho era
relação
á
sua
edade.
—
M
eucier
.
Cura
n.°
87:421.
—
Bruxeilas,
23
de
junho
de
1874.
—O
meu
filho
mais
novo,
abandonado
na
edade
de
quatro
para
cin
co
mezes
pelos
médicos,
não
queria
to
mar
uein
digeria
alimento
algum,
e
acha
va-se,
por
consequência,
n
’
um
estado
de
fraqueza que punha
em
perigo
a
sua exi
stência;
fui
então
que
lhe
fiz
preparar
um
caldo
de
Revalescière
fraco,
que
eile
comeu
com
apetite,
e de
que
continuou
a
ali
mentar-se
excíusivameate
durante
alguns
mezes.
H
>je,
que
tem
onze
annos
de
eda
de,
é
forte
e
gusa
saude.
—
D
eswekt
.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do que a car
ne, sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preçcs
fixos
da
veada
por
miado
em
toda
a
pe
nínsula
:
Ein
caixas
de
folha
de
lata,
de
*
1
/
i
kiló,
500;
de kílo
890
rs
; de
ura
kí
lo,
1$40O
reis;
de
2
1/»
kilqs,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$400; e
de
12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoitos
Ja
Revalescière
que
se
po
dem
comer
ã
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
raeljiór
.chocolate
para
a
saúde
é
.
a
RcvaBeaeière
ehoeolatadta
?
ella
res-
tituè
o
úppetlite,
digestão, sopao,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creançâs
as
mais fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mair
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
seio
esquentar.
Em
pó
e
eia
paus,
em
caixas
de
folha
dt
lata
de
12
chavenas
T 300
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chaveoas,
1^400
;
dt
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
1>U
BABB¥
M.MT
SJSJ.
Piace
Vendòrae,
26,
Paris. 77
Regent-
Streel,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
.
snr.
Serzedello
&
G.
a
Largo
do Corpc
Santo
16,
Uíshoa,
(por
grosso
e miudn)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Áurea,
12
—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua da
Banharia,
77.
OEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
phartn.
—
S8®reeSI®s,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
phartn.,
Largo
da
Ponte.
—
toga,
Domingos j.
V.
Machado,
drog.,
praça
MunicipG,
17
—
Antonio
A.
Per
ira
Maia,
Phariíi.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
VâssEams
4o
Ca»-
Aflouso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
SALVAE
AS
CREANÇAS
Pei
a
doce
Revalescière
du Barry de Londres.
—
Por
toda a
parte
se
deplora
que
a
créança
—a
alegria
da
familia
e
a esperança
da na
ção—
é
muito ma!
tratada. Sómente
devi
do
â
ígnorancia
d'as
mães
e
das
amas,
mor
rem
ellas
no
primeiro
antio,
60:009
em
França
e
40:009
em
Inglaterra
!' Esta
mi
séria.
é
devida
ou
a
uma
aiimen
açao
de
leite
muito frequente, ou
antes
ao
uso
do
leite
de
vacca
ou
de
cabra,
ou
á
açorda
—
alimentos inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente,
trazem
uma
irritação
da
mucosa,
A. de
Barros, drog.,
Rua
grande,
140.
—
CruímarSee,
A.
J.
Pereira
Martins
4
pharm.—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José, J.
da
Silva,
drog..
Rua da
Rainha,
29
e
33.
—
Perswflel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira, pharm..
Casa
Vermelha;
E.
J,
Pinto, pharm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160; Fontes
& C.a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a 108;
Antonio J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio, 225 a
227.—
Ponte
do M-
ma.
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
—
Pnvoa
do
Varzim,
P.
Machado de
Oliveira, pharma.—
Voleisça
do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa,
d» Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
A&aADECIMENTOS
Mj!
® f
ÇõJ!
Thereza
Philomena
Pinto d’
Oliveira,
Leonardo
Pinto
d
’
Oliveira
e
Joaquim
Ma-
riano
Pinto
d
’Oliveira,
agradecem
ás
pes
soas
que
por
occasiào
do
passamento
de
sua
filhinha e sobrinha Candi
la
os
obse
quiaram,
quer
tomando
parte
no
acom
panhamento
e
assistindo ao
responso
de
Gloria,
ou
por qualquer modo
significan
do-lhes
os
seus
sentimentos.
José Anacleto de
Figueiredo
e
sua
tnu-
Ifier
agradecem
por
esta
fórma
a
todas
as
pessoas
de
sua amizade e relações
que
os
cumprimentaram
e
lhe
prestaram
ser
viços
por
occasiào
do
fallecimento
do
seu
innocente
filho
Eugênio;
não
deixando
de
especialisar
o
muito rev.°
director do
Col-
legio
dos
Órfãos,
pela
fineza
que
se
dignou
dispensar-lhes.
A
todos
se
confessam
sum-
mamente
gratos.
(1054)
sá
fes
is
lá
H
àá
O
abaixo
assignado,
julga
ter
agrade
cido
pessoalmente
a
todas
as
pessoas
d’
esta
cidade
e
fóra
da mesma,
que
por
elle,
directa
e
indirectamente,
se
interessaram
e
o vezitaram
varias
e
repetidas
vezes,
por
occasião
da
gravíssima
e longa
enfermi
dade
que
o
prostrou
no
leito da
dôr,
e
da
qual,
pela
summa
bondade
de Deus,
se
encontra ainda
em
convalencencia;
mas
podendo
acontecer
que
involuntariamente
deixasse
de
cumprir
esse
dever
para
com
alguns,
lhes
agradece
por
este
meio,
ma
nifestando
a
uns
e outros
indelevel
re
conhecimento,
e
protestando
que
jámais
esquecerá
tão
disiinctos obséquios,
e
tão
geraes
demonstrações
de
interesse,
que
lhe
dispensaram.
Braga
30
—
8
—
78.
Francisco
Jacome de
Sousa
Pereira
de
Vasconcellos.
(1057)
'
‘
í
vICrS
CASXEaKO
OU MVKÇASTO
Precisa-se
um
com
o
tempo
afindar,
ou
para
dar
tempo.
Rua
-de D. Pedro
V. n.®
24
—Braga.
(1068).
anno
a
30
de setembro de
1879,
cuj?.
’
arrematação
terá
logar
no
dia
17 do
actual
roez
pelas
1
1
horas
da
manhã.
As
propostas
para
a
dita
arrematação
serão feitas
em
carta fechada,
devendo
os
proponentes
á
mesma
para
serem admit-
tidos
á
licitação,
fazer
o deposito
de
500$000
reis
em
dinheiro, ou em
títu
los de
divida
publica
fundada
pelo
seu
valor
no
mercado.
As
condições
acham-se
exaradas
no
regulamento
de
fazenda
militar
de
16
de
setembro
de 1864
e
ordem
do
exercito
n.®
19
de
2
de
agosto,
que
estarão
pa
tentes
no
indicado
conselho
todos
os
dias
não
santificados
desde
as 9
horas
da ma
nhã
até
ás
2
da
tarde.
•
Quartel
em
Braga
9
de
setembro
de
1878.
O secretario
do
conselho
Bernardo
Osorio,
(1070)
Alferes
d
’
infanteria
8.
Vendem-se
tres
acções
do
Banco
do
Minho,
no
campo
de
Sanl
’
Anna n.°
41.
(1052)
ARRENDA-SE
Uma
casa com
bastantes
commodida-
des, quintal e
agua,
na
rua
dos
Chãos
n.°
29.
Trata-se
na mesma casa.
(1060)
AI
ROVEITEM-SE
Vende-se
a
bonita
casa construída de
novo,
na
rua de
S.
Marcos n.°
53, bem
como
os
moveis
que
a
adornam,
em
ra
zão
de
seu
dono
se
ausentar
para
Boe-
nos-Ayres;
podendo
o
comprador
íicar
com
a
ametade
do
preço
a
juro
de
4
p. c.
com
hypotheca
na
mesma
casa,
por tem
po de
um anno.
Para
vêr-se,
de
manhã,
das
9
ás
11
—
e
de
tarde,
das
4
ás
6
—
podendo
tratar-
se
com
o
snr.
Francisco
José
Ferreira
Torres,
na
mesma
rua, que
se
acha
au-
ctorisado.
(1061)
Declaração
D.
Maria
Julia da Silva
Braga,
declara
para
os
devidos
effeitos,
que achando-se
habilitada
para negociar,
por
escriptura
que
se
acha
registada
no
Tribunal
Com-
mercial
d
’esta cidade,
passou
procuração
com
lodos
os
poderes
a
seu marido
Do
mingos
José
Alves
Braga, que
também
se
acha
registada
para
a
representar
em
to
dos
os
negocios
que
achar
convenientes;
e
delara
mais
que
já
abriu
o seu
estabele
cimento
de sola
e
cabedaes,
e
mais
ar
tigos
concernentes
ao
mesmo
negocio,
o
que
tudo
vende
pelos
preços
mais resu
mido
possível.
(1026)
■Buncu
Commercial
de Braga em
liquidação.
Sociedade
anonymn
—
responsabi
lidade
limitada
Por
ordem
do
exc.m°
snr.
vice-
presidente,
e
a
requerimento
da
commis-
são
liquidataria
do
Banco
Commercial
de
Braga,
são
convidados
lodos
os
accio-
ni?las d’
este
estabelecimento
a
compare
cerem
no
dia
11
do proximo
setembro,
na.casa
do
Banco,
pelas
11
horas da
ma
nhã,
alim
de
ser
discutido
um
projecto
de
regulamento
para
a
continuação
da li
quidação,
e tralar-se de
outros
assumptos
concernentes
á mesma
liquidação
do
Bam
co,
conforme
as
circulares
d
’
esta
data
dirigida
aos
mesmos
snrs.
acciomstas.
Braga
23 d
’agosto
de
1878.
O
secretario
(1052)
Manoel
Duarte
Goja.
ARREMATAÇ.B
I;O\NTE
O
MINISTÉRIO DA FAZENDA
Xo
«ísta
S .£ »Je
Keiemliro,
svií
meio
<lia
'
LISTA
N.°
3:320
4.
a FORMA
85>
£
SSrJT
Z&
S®
CONCELHO
DE
AMARES
Deus pertencentes
ao
passal
do
parocho
da
freguezia
de
.Goães
Numpr«»s
3
Os
campos de Paicelhos
de baixo
e de cima, com agua de
rega coi
e
lima, do ribeiro, produzem pão, vinho eherva; partem do na- lle
cente
com
o ribeiro, norte com terras de Faustino, poente e
snl
com
a estrada
—
664$500
reis
4 O campo da Vinha Velha
de baixo e de cima, que produz pào,
vinho
e pasto
; que
parte
do nascente
com
terra de Faustino
e
com caminho, norte com
terra do mesmo Faustino, e poente
com
terras do
Chapado
—
747?)8OO
reis
Bens
pertencentes
ao
passal
do abbade
da
freguezia
do
Fiscal
5 O campo
denominado da
Metade, que produz pão, vinho e azeite
e
que parte
do nascente
com
terras de Bernardino d’Azevedo,
norte
e nascente com terra de Antonio José Ribeiro-e José Joa
quim
do Valle,
poente com estrada, e
sul com a mesma, e ser
vidão de
Bernardino de Azevedo —
565$020 reis
Segunda Repartição da
Direcção
Geral
dos Proprios Nacionaes, 8
de 1878.=
Ma
celino
Augusto
Leite.
(1066)
226^008
de Agosto
HF
HOGG,
Pharmaceutico, 2, rua de Castiglione,
Pariz, unico preparador.
DE
fê
Debaixo
desta
forma especial a
pepsina he
posta
inteiramente ao abrigo do contacto do
ar; desta maneira
este
precioso
medicamento
nem se altera nem perde as suas proprie
dades,
e
a
sua
efíicacia
lie
então
certa.
As
Pílulas de
Hoog
são de trez
preparações differentes:
1»
PÍLULAS
DS
HOGG
com
pepsina
pura,
contra
as
máes
digestões,
as azias,
os
vomitos
e
outras
affecções
especiaes
do
estomago.
2
o
FILULAS
DE
HOGG
com
pepsina
unida
ao ferro
reduzido
pelo
hydrogenio,
para as
aílecções
do estomago
complicadas
de
fraqueza geral, pobreza de sangue, etc., etc.:
são
egualmente
muito
fortificantes.
3°
PÍLULAS
DE
EOGC
com
pepsina
unida ao
iodureto
de
ferro
inalterável,
para as
doenças escrolulosas, Ij/mpnaticas e syphiliticas, na phthisica, etc.
A Pepsina
pela
sua união ao ferro e ao iodureto de ferro modifica o que estes dois
agentes
preciosos
tinham
de
muito
excitante
sobre o
estomago das pessoas nervosas or
irritáveis.
As Pilulas
dellogg vendem-se somente.emfrascos
triangulares,nas principaes
pharmacías.
Deposito
em
r:, &
Irnrw,
Banharia,
77
—
79.
(34»,
im
oraras
TRATAMENTO
(sem
necessidade
<le
repoiso
nem
regimen)
por
Mad.
Lachapelle,
professora
parteira, das
enferm
dades
das
mulheres,
inllammações,
ulceras,
consequên
cias
do
parlo,
desarranjo
d<is
orgãos,
causas
frequentes
e
ás
vezes
ignoradas da
es
terilidade,
languidez,
palpuaç-i
e<
debilidade,
doenças
nervosas,
enfraquecimento
e
muitas
enfermidades
reputadas i
o
uráveis
—
Os
meios
de
cura
que
emprega
Mad.
La-
chapelle.
simples
e
infalliveis.
s
io o resultado
de
assíduos
estudos
e
observações
pra
ticas.
i
onsuhações
das d ás
3
-Ruo
Monlhebor,
27, perto
Tulherias,
Paris.
(40-H-)
Empregadas
com o mais
grão
successo,
depois mais
de
40 annos por a maior parte
dos
médicos por curar a chlorosis (fluxo
tranco)
doança
das
mancebas
filhas e to
das
as
moléstias
chloróticas. Eis aqui a
opinião dos
mais eminentes médicos que as
tem
experimentado:
« Depois
35 annos que exerço a medicina,
«tenho
reconhocido a este medicamento
« (Pilulas
de
Blaud)
vantagems incontesta-
«
veis sobre todos os outros ferreos e eu
«
o
miro como
o
melhor anti-chlorótico. »
D* DOUBLE,
ex-présidente
da
Academia
de
Medicina.
« De
todas
as
preparações
ferreas que
«
nos hão dado bons resultados no trata-
«
mento
das affeições
chloróticas, as pilu-
«
las
de
Blaud
parece-nos
devem estar na
« primeira
fila. » —
Diccionario
univ. de
Medicina,
t. n, page 99.
Como
prova da authentlcidade, o
nome do inventor está
gravado sobre
cada
pílula como aqui junto
Depósitos
:
Paris, s, r.Payenne.
Em
Lisboa, snr.
Barreto, Lorèto
n.°
18
—30
ALUG\M-SE
as
casas
n
0
21.
no
Campo Novo
do
Reduto,
nobres
e
com
muitos
commodos.
Trata-se
na casa
iniine-
diaia
n.°
22.
(981)
l
llOMÍS sOillrlS
d:> Banco Cdm-
merctal de iíi
a-a
Compram-se
em
casa
de
Valença.
Fi
lho
&
C.
a
,
á
Galeria,
Braga.
(1022)
Vende-se
uma
morada
de casas
:
sita
na rua
da
Cruz,
dc
Pedra
n.u
/'■
;>
“
Ji
6
a
6
A
de 2
and.ues,
aguas
furtadas,
Fjas
sotto,
quintal
e
agua.
Trata-se
cora Francisco
M.rtins
da
Silva
Araojo.
«orador na
mesina
rua ca
sa
n.°7, coutigua
áquella.
(í-62)'
vahações
a
bali
mento
Ires
quintas
parles
265^800
299,5120
ARRENDA-SE
o 12.°
andar
da
casa
n.°
11
em a
rua
das
agoas
d
’
esta
ci
fade.
Tra-
la-se
com
seu
dono
na
mesma.
(984)
DINHEIRO
A
JURO.
A irmandade
do
Marlyr
S.
Vicente,
tem
em
ser
a
quantia
de
800$000
reis
para
mutuar
por
hypotheca
de
raiz.
(1056)
Aluga-se
a
casa n.°-
17
da rua
\ '
dos
Sapateiros
trata-se
na
rua
Nova
..vâ-Aià.
n 0
5
g.
HIAYÍJÍ.VELS
'
Vende-se
um
par
de
bons
rewolvers,
grandes
e baratos
nas Palhotas
n.°
83.
(1053)
DINHEIRO A
JURO
Até
á quantia
de 250:000
réis
dá-se
sobre
hypoleca
na
confiaria
de
Santo
Amaro
da
Sé
Primaz.
Trata-se
com
o
secretario
da
mesma,
padre
Francisco
Lobo, na
rua
do
Poço
d
’
esla
cidade.
1014
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES
—
5
Rua
Nova
de
Souza
5
—
Com
estabelecimento
de mercearia,
pregagens
e objectos
para
flores
e
de
es-
criplorio.
Vende
pregos
de
arame
de todas as
dimenções.
(843)
58
-Bua
do Carvalhal—
58
Fazem-se
chapéus
de
palha,
seda
e veí-
ludo,
para
senhora, e
vestidos
á raoda.
Preços
rasoaveis.
PHARMACIA
A.
D.
ALVIM
Tem
deposito,
das aguas mineraes
do
Gerez.
em
garrafas
de
8/0 e
vidros de
4/0-
para
collegas
fornecem-se
com abatimento,
rãsoavel.
Pomada
sympathica,
para
destruir
de
promplo
o
pello
da cara
e
mesmo cabel-
lo
em
grande
quantidade,
sem
causar
damno
algum.
AGUA
DE
LA
REINA
—
Especifico
por
excellencia
para
tirar
toda
a
qualidade
de
sardas
e
panno
do
rosto,
seja
qual
fôr
a
sua
origem.
A
FLOR
DA
MOCIDADE
—
Infallivel,
para
restabelecer
aos
cabellos
e
á
barba
a
sua
côr
primitiva.
O
vigor
do
Cabello
de
Ayer.
OLEO
DA
PÉRSIA
para lazer
nascer
e
crescer o
cabello.
fortiflcando-lhe
a
raiz
e
dando-lhe
a
côr
desejada.
Vendem-se
os
referidos
preparados
na
Pharmacia
A.
D.
Alvim.
AGUAS
MINERAES
Vendem-se
na
pharmacia
de
Anlonio
Domingues
Alvim,
na
praça
d
’
Alegria
—de
Vidago, Verim,
d
’
Enlre-os-Rios,
de
Sei-,
dlilz,
das
Caídas
da
Rainha,
do
Gerez,
das
Pedras
Salgadas,
de
Cabeço
de
Vide,
Al
calinos
de
Moura
e
de
Vichy.
(996-T)
ALUGAM-SE
a
começar
do
S.
Mi
guel em
diante,
as
casas
n.°
16 e
17,.
na
rua
de
Santo
Anlonio
das
Travessas,
cotn
boas
accommodações,
construídas
de
novo;
tem
saida
para
a
nova
tua
das
Carvalheiras.
Trata-se
com
João
da
Costa.
Palmeira.
(1017-T)
Aluga-se
a
casa
n.°
da
Boa-Vista.
88
da
rua
(906)
Os
BebwçasSeH
myliheos,
de
na
tureza
balsarnica, calmante,
peitorpl
e
ex-
pectorante, são
o
melhor
dos
remedios até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa 200
reis.—Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito
no
Porto,
PHARMA
CIA
CENTRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227.
Unico
deposito
em
Braga,
PHARMA
CIA
DOS ORPHÃOS,
praça
Municipal.
(994)
BRAGA,
TYPOGRÀPHIA
LUSJTAKA--1878.
VENDA
DE CASAS
No
largo
da
Ponte
de
S.
João
ao
enlr2r
na
r,ia
d°
Paemanle
(la-
do
esquerdo)
vendem-se
as
duas
moradas
de
casas
construídas
de novo,
juntas
ou
separadas;
trata-se
na
rua.de
S.
Marcos
com
Anlonio
Silverio
de
Paiva.
Arrenda-se
na
rua
de
S.
Marcos,
o
andar
superior
da
casa
que
habita
Auto
nio
Silverio
de Paiva,
em
frente
ao
con
vento
dos
Remedios.
Prefere
se
uma
se
nhora
de
probidade
com creada,
ou
eccle-
siasúco idoso.
Póde
ver-se
a
qualquer
hora.
(916)
Parte de Comércio do Minho (O)
