comerciominho_10011878_735.xml
- conteúdo
-
ClOMMJEaKSAS.. RELIGIOSA
Kí TVOTICIOSzA..
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
6?
ANNO
| PREÇO DA ASSIGNATURA
1&600
850
40
20
10
Braga,
12 mezes
.........................
»
6
»
..........................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição...........................
.
.
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS,
QllÁTÁS
E
SÁBBÀBOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.........................
'<
»
0
»
....................
»
sendo
duas
assignaturas
1
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
I
Bolha
avulso
....
2S000
Uoso
3
$>600
3$>600
10
N.
”
735
BRWA-
<BU8
SfffA-FSilE» %.
W .
E»E
ja
.^
eebso
«
se
ms
8
íísis-saeção
pssjsíslar.
IV
Ternos
sobre a
meza
o
n.”
86
do
«Amigo
do
Povo#
O
artigo
de
fundo intitulado
agora=
Sciencia popular
—
é
já o
quinto
da
tnes
tna
especie, e
versa
sobre
phenomenos
ele
ctricos.
As
mçserias
e
queixas
que
está dando
este
doente,
como
diria
o
nosso
clássico
D.
Francisco
Manoel
de
Mello,
reclamam
da
nossa
parte
toda
a
attenção
e
pedi-
mol-a
lambem
ao leitor.
Oiçamos:
«Vamos
ás
provas
—
dissemos
no
ulti
mo
artigo.
Co
o
o
leitor não
poderá,
sem
algum
trab
lho,
lembrar-se
perfeitainéhle
da
ideia
contida
n
’
aquella
phrase,
temos a
honra
de
lembrar-lhe
que a superstição,
a
má
fé.
e
a
ignorância
tristíssima
e
singela
(!)
vèem
no
raio
não
uma
manifestação
das
leis
da
natureza,
mas
um
terrível
mensa
geiro de
Deus,
um
castigo
da Providencia
Divina».
O
resto,
que
não
é
tão
pouco,
afina
pelo
mesmo
diapasão.
Falla-se
do
raio
e
apresenta
depois
muitos
factos
de
sacer
dotes,
de
egrejas,
etc.
fulminados
pele
raio
com
o
que
intenta
provar
quç
o
raio
não
é
um
castigo
de
Deus,
nem
um
mensageiro
da
Providencia
Divina, aliás,
«não
buscaria
de
preferencia
os recintos
on
de
os
lieis contriclos
e
crentes
elevam
preces
ardentes
e
fervorosas
ao
Senhor
dos
mundos.
Estudemos
detidamente
esta
parle da
peça.
Se
o leitor
bem
reílectir
verá
sem
grande
dilliculdade
que
aqui
se
nega
o
dogma
da
Providencia,
que
se lhe
dá
o
nome
de
superstição,
ignorância,
etc.,
e
que
finalmente
se
arvora
o
absurdo
Sy
stems
do
fatalismo, consequência
neces
sária
da
negação
d
’
aquelle
dogma.
Senão,
vejamos
d’tim
lado
a doutrina
do
jornal
e
do
outro a
doutrina calhoiica
e
philo-
sophica
sobre a
Provid
ncia
applicando
a
ao
caso'
presente.
O
«Amigo
do
Povo#
diz:
«A
super
stição.
a
má fé
e
a
ignorância
tristíssi
ma
e
singela
vèem
no
raio, não
uma
ma
nifestação
das
leis
da
natureza,
mas
um
terrível
mensageiro
de
Deus,
um
castigo
da Providencia
Divina#.
A
Religião
proclama
que
Deus
go
verna
todas
as
coisas
creadas
por
meio
da
sua
Providencia,
dogma este
que
é
commnm
á Revelução
e á
razão. 1
oda
a
Escriptura
Sagrada,
tanto
do Velho,
com*
do
Novo
Testamento
tende
a
firmai o com
exemplos,
com factos
e
com claríssimos
textos.
D
’enlre muitos
escolheremos
al
guns apenas.
No
livro da
Sabedoria,
cap.
8
v.
i.
n
lêmos:
Allingil
a
fine
in
finem
forliter
el
dispond
omnia
suaviter.
Ella
toca
desde
utira
extremidade
até
á
outra
com
forta
leza
e
tudo
dispõe
com suavidade.
No
cap
2.°
v.
13
Non
esl
alius
Deus,
quam
lu,
cui
cura
esl de
omnibus;, Xào
ha
ou
iro
Deus, senão
tu
que de todas
as
coisas
tens
cuidado.
Nos prov.
16,
v.
9, Cor hominis
dis
pond
viam
suam; sed
Domini
esl dirigire
gressus
ejus.
O
coração
do homem dispõe
o
seu
caminho;
mas
da
parle
do
Senhor
está
dirigir
os
seus
passos.
Em
3,
Math.
6,
v.
26:
Bespicile
vola-
lilia
coeli,
quoniam
nonserunt,
negue
me-
tunl
negue
congregam
in
horrea
el
Paler
vester
coeleslis
pascil
ea:
Olhae
para
as
aves
do
ceu
que
não
semeiam,
nem
se
gam,
nem
fazem
provimentos
nos ceilei-
ros;
e
copilu
lo
vosso
Pae
Celestial
as
sustenta.
No
mesmo
Evangelho,
cap.
10, v 29,
Nonne
duo
passeres
asse
veneunl:
el
unus
ex
Mis
non
cadel super
lerram
sine
Pa
lre
veslro, e
no
v,
30
Veslri autem et
capilti
capilis
onnes
numerali
mui.
Não
se
vendem
dois
passaros
por
um
asse;
e
um
iPelles
não
cairá
sobre
a
terra
sem
vosso
Pae.
E
áté
os
mesmos
cahellos
da
vossa
cabeça
todos
elles
estão
contados.
Estes
textos
apresentados
por
todos
os
tbeologos
calholicos
provam
á
saciedade
que
tudo,
abs
lutamente tudo,
está
sub
mellido á
Providencia
Divina, quer
na
ordem
material,
quer
na
moral,
quer
na
sobrenatural.
A
tudo
preside
a
Providencia
Divina
desde
as
coisas
mais
insignificantes
até
ás
mais
elevadas.
Eis
o
d
igma
cathólico,
fundado
nas
Escripturas,
sem
que
todavia
destrua
os
dogmas
da
liberdade
humana,
do peccado
original
e
outros
que o
são
lambem
de
sã
philosophia.
Muitas
objeeções
poderia
o
antagonis
ta
oppor-nos
por
ignorância
ou
má
fé:
prevemol-as;
mas
uão
estamos
agora
a
alalhal-as.
Quaesquer
que
sejam,
ha
muito
que
tem
uma
cabal
e
irrespondivel
refutação
nos
tbeologos
e nos
escriptos de
todos
os
philosophos
catholicos.
Eis
o
que
diz
o
Cath.0 do
Cone,
de
T. (parte
!.
â
cap.
2.°
quest.
21.
3
):
«Assim
como
a
existência
de todas
as
coisas
resultou
do
supremo
poder,
sabe
doria e
bondade
do
Crea
or,
assim
tam
bém
se
a todas
as
cousas
creadas
dei
xasse
de
assistir a
sua
perpetua
provi
dencia
e
de
as
conservar
com
a
mes
ma
força
com
que
foram creadas
desde
o
principio,
immedialampnie
volve
riam
ao
nada
[stahm
ad
nihilum
recide-
renlf
e
é
o
que
a
Escriptura
declara
quan
do
diz: Quomodo
possèt
aliquid
permane
re,
ntsi
lu noluisses
aul
quod
a
le voca-
lem
non
essel,
conserva/elur?»
E
na
verdade,
como
muito
bem
se
exprime
um
philosopho,
como
é
que
as
coisas
creadas,
que
não
tem
em
si
a
razão
d
’
existencia
e que.
no
segundo
instante
de
sua
existência
são
tão
contingentes
co
mo
no
primeiro,
poderiam
conservar o
ser,
e
o
modo de
ser,
faltando-lhe aquel
la
força em
virlu
le
da
qual
existem?
P-o-
derá
o
raio
solar, existir sem
o
sol
Ou'
o
pensameato sem
a
faculdade
de
pensar?
Não
perca
o
leitor de
vista
o
alvo
a
que
miramos;
e que
nos
apraz
allingir
d
’este
modo.
Continuaremos
a provar
,o
dogma
da
Providencia,
mas
agor.i
á
luz
da
tradi-
diçào
e
da
razão,
ainda
que
a
vòo
d
’ave,
para
nos
não
aífastarmos do
nosso
inten
to;
depois
aferiremos pela
doutrina
expos
ta
as
palavras
do
nosso
adversário,
que
ja
citamos
e
para
as
quaes
çhamamos
a
attenção,
porque
tencionamos demorar-
nos
n
’
esle
assumpto
e
aproveitarmos
o
ensejo
para
muitas
reflexões
que
julgarmos
a
proposito.
esperando
da
benevolência
do
leitor
que
nos
relevará
os
erros
de
gram
mgitica
que
por
ahi
fervilham
e
o
mais
que
o
nosso
antagonisia
houver
por
bem
descobrir
nos
nossos escriptos.
Elle
sabe
bem
que
piesumpção
e
agoa
benta,
cada
qual
toma
a
que
quer.
A.
jpereíjfis»açã»
pos-tzagueza
m
£S«#s«s».
A NOVA IlOMA
Nunca
de
parte a
parte
se
trabalhou
tanto,
nunca foi
maior
a
actividade
que
ao
presente
se
desenvolve
por
ambos
os
lados,
Não
é
menor
o contrâste
que
aclual-
mente
se
obsei
va
na grande
cidade.
Hoie
como
nos
primeiros
séculos
do
Christianismo,
dois principois
se
gladiam
alli
em
lucta
gigante,
dois
elementos
cor
rem
a
encontrar-se,
em
formidável
cata
dupa.
De
um
lado
está
o
Vaticano
com
to
das
as
suas
gloriosas
tradições-,
com todo
o
seu
passado
de
dezenove
séculos, e.
o
que
mais
vale
ainda,
com
a
força
da
ver
dade,
e
com
o
império
que
lhe
dá
a
sua
missão
divina.
Do
outro
levanta-se
o
Quirinal,
com
todo
o
poder
da Revolução,
com
todo
o
arrojo
de
um
aventureiro.
O
primeiro
representa
a
crença
de quasi
tresenlos
milhões
de
calholicos.
o
segundo
simbolisa
as
tendências
e
aspirações
de
lodos
os
revolucionários
da
Europa
e
do
mundo.
N
’
aquelle
um
pobre
Velho
octogenário
recorda
a
seus
filhos,
que
de toda
a
parte
o procuram,
estas
palavras
do
Divino
Mestre
;
—
Vigiae
e
orae
para
que
não
se-
jaes
colhidos
em
tentação.
N
’
este
um príncipe
ambicioso
brada
a
seus
soldados:
—carregae
as
armas
é
es-
lae
attentos,
para
que
nos
ajudeis
a
levar i
a
cabo
nossas
tentativas
e
usurpações.
Acolá
é Pio.
IX,
rico
no
meio da
sua
j
pobreza,
grande
nas
suas
humilhações,
ioile
no
abandono
official
a
que
o
vota
ram.
Aqui
é
Victor
Manoel,
pobre
no
meio
da
sua
opulência,
humilhado
nos
seus
triumphos,
fraco
entre
as
quatrocentas
mil
bayonetas
que
o
cercam
No
Vaticano reina
a
tranquillidáde
no
soffrimenlo,
a
confiança
apesar
do
jde-
samparo.
No
Quirinal
ha
o
desassocego
não
ob
stante.
as
victorias,
o receio,o
susto
a
des
peito
nas
allianças.
Com o Papa,
oram,
soílrem
e esperam
os
fieis
de
todo
o orbe.
Com
o
rei
de
Ilalia,
conspiram,
agi
tam-se
e
perseguem
os revolucionários
de
lodos
os
paizes.
Eu
vi
em
Roma
estas
duas
corren
tes.
Oiiservamoi-as
lodos
quanlcs
lá
fomos,
e
pó
tem
d’
ellas
dar
testimunho
os
mi
lhares.
e
milúares
de
peregrinos
que
de
toda
a
parte
aílluiram
á
Cidade
Eterna,
por
occasiào
do jubileu
episcopal
de
Pio
IX.
No
dia
3
de
Junho,
anniversario
d
’
esia
consagração,
ires mil
cairos
conduziam
ao
Vaticano
os italianos
que
iam
felicitar o
Papa
por
um
lai
acontecimento
No
mesmo
dia
e á mesma
hora,
cerca
de
cento
e
cincoenta
ape-
nas
levavam
ao
Quirinal
os
que
desejavam
cumprimentar
o
rei
que
celebrava então
a
festa do
Es
tatuto.
O
primeiro
não
foi
annunciado,
como
o
segundo,
pelo
estrondo
das
paradas
e
salvas da artilheria.
Terminou
em
silencio
como
principiara
;
mas
em compensação
quando
o
Vaticano
cerrava
á
noite
suas
portas,
alegre
pelas
demonstrações
de
que
fóra
alvo ifaquelle
dia.
no
Quirinal
o
ru
far
do
tambor
mandava
dispersar
os
triolas
que
irrompiam
n
’
um excesso
de
enthusiasmo.
Para
o
Vaticano
correm
os
soldados
da
cruz,
os apostoles da
'civilisação
peio
Christianismo.
No
Quirinal
numeram-se
os
canhões
que
hão
de
entrar
em campanha
e
de
creta-se o progresso
pela
espada
D
’
estes
dois
princípios,
assim
oppos-
tos,
nascem
duas
ordens
de
idéas
lam
bem
contrarias
;
que.
manifestando-se
em
toda
a
parte
pelos
seus
efleilos
no
seio
da
sociedade,
se
encontram
mais
visivel
mente
em
Roma.
No
dia
da
solemnidade.
de
Corpus
Cdirisli
uma
multidão
innumera
de lieis
invadia
a
basilica
de
S.
Pedro
;
e
aili,
de-
btuçada
sobre
o
tumulo
dos
Apostolos,
orava
recolhidamente.
A
’
mesma
hora,
no
theatro Apollo.
os
promotores
de
um
meeling blasphemavam
contra
Dcrns
e
contra a
Ègreja
;
e
vomi
tando
insultos
sobre
o
Papa
e
sobre
os
calholicos,
(Benvolta
com
o
imprescindível
yivorio.
á
republica,
obrigavam
a
policia
a
intervir,
mandando-os
para
s
‘
uas
casas.
Apesar
de nunca
as
ter
visto
abertas,
em
quanto estive
em
Roma, defronta-se
a
cada
passo
com
escolas
livres
ao
lado
dos
templos
catholicos.
Encostado
ao
pslacio do-cardc-al
vigá
rio
está
um
d
’esles
estabelecimentos
com
o
seu
rotulo
escripto
cm
.grandes cara
cteres
dourados
.sobre
o
frontispício, ao
passo
que
no
antigo Collegio Romano
foi
mandada
raspara
palavra
Jesus
que
d
’
ar-
tes
se
lia
no
centro do
edifício.
Formando
estas
duas
com
ntes. ha
na
Cidade
Eterra
duas
populações
inteira
-
mente distinctas
e
separadas
; uma
pi*
-
dosa
e
crente
; outra
racionalisla
e alhea.
A
primeira
vive
paciente
e
resignada.
A segunda
é
irrequieta
e
insoffrida.
Vèem
se
enfileirados
n
’
aquella-
todos
os
grandes
de
Roma,
a
maxima
parte da
classe
media
e
um
sem-numt
ro
de
des-
herdados
da
fortuna, que
vão
agradecer
ao
Papa o
muito
que
por
elles
reparte.
Marcham
n’
esta
os
íunccionarios pú
blicos,
alguns
romanos de vida
estragada,
muitos
judeus
e
todo o
immenso
prole
tariado,
que
se
importou
quasi
inteira-
mento
de fóra
por
occasião
íto
assalto
á
Porta
Pia,
para
as
demonstrações
de
re-
gosijo e
celebração
do
plebiscito.
Estes
desgraçados
viveram
por
muito
tempo assoldadados
pelo
lhesouro
;
mas
como
este
e
agora
de
todo exhausto
e a
I
verba
produzida
pela venda
dos
conven
tos,
egrejas
e
casas
pias está
esgotada,
vociferam,
roubam
e
ameaçam,
sendo
ne
cessário
que
uma
numerosa poliria
lhes
ande
sempre
no
encalço
para que
se
não
aproveitem
do
petroieo.
Tal
é,
em
summa,
a
Roma
da actua-
iidade.
Descrever
a
grandeza de suas
incom-
mensuraveis
basílicas,
com
as
preciosida-
d-s
sem
conta
que
lá
se
admiram, fallar
dos
seus
magníficos
retábulos
e
riquíssi
mos
mosaicos
que
tanto
exalçam
;
arte
christã,
seriademasiado
longo
para
quem
tem
precisão
de
incurtar
caminho
Revolução
e Calholicismo
alli
teem
ambos
a
sua
séde.
E
nunca
estes
dois
princípios
se
mos
traram
mais frente a
frente.
M.
MARINHO.
Contava
51
annos
d
’
edade,
era
capel-
lão
da
casa
Real,
e
parochiava
aquella
freguezia
desde 11
de
novembro
de
1865
Era
natural
da
freguezia de Mós,
conce
lho de Villa Verde,
e
foi
parocho
coita
do
da
freguezia
de
Semelhe,
d’
este
con
celho
de
Braga.
A
sua
morte
foi
muito sentida, por
que
era
um
ecclesiastico
dotado
de
raras
virtudes.
Guerra
do
Oriente.—
Os
últimos
telegrainmas
relativos
á guerra do Oriente,
são
os
que
seguem:
Paris
5.
—
Assegura
se que
Andrassy
recusou
appoiar
as
combinações
da
In
glaterra,
porque
ella visa
o slalu-quo
que
é impossível
fazer
acceitar
pela
Rús
sia.
Londres
5.
—Segundo um
telegramma
publicado
pelo
«Standart»,
os
turcos
leriam
evacuado
Sofia.
Vários
navios
couraçados
inglezes
cru-
z>m
diante
de
Creta.
Pireu
e
<alomia.
Constantinopla
í.
—
Os
russos
tomaram
Sofia,
mas
Mahamoud-Pachá
foi
substituí
do.
A
tomada
de
Sofia
foi feita
sem
re
sistência
Paris
5.
—
De
Bncharest cbnfirmam
a
tomada
de
Sofia.
Mahamoml
pediu
para
ir
responder
pes
soalmente
á
camara
dos
deputados.
O
grão-vizir pediu
a
sua
demissão, a
qual
não
foi
«cceile.
A Porta recebeu
já
a
resposta
da
In
glaterra.
Constantinopla
8.
— A
Porta
solicitou
um
armistício
por
intermédio
de Inglater
ra.
as
condições
são
ignoradas
por
em-
quanto.
Reouf-Pachá foi
nomeado
commandan-
ie
em
chefe
das
forças
turcas
da
Eu
ropa.
Paris
7.—
‘
-Os
russos
passaram
os
des
filadeiros de
Tchipka
abandonados
pelos
turcos.
Londres
7.—
A
carta
de
Gladstone
repete
que
a
situação não
torna
neces-
sara
a
acção da
Inglaterra.
S.
Peiersburgo.
—
Dizem
vários
tele-
grammas
particulares aos periódicos
rus-
ros
que,
devido
aos
conselhos
da
Ingla
terra
a
Porta
decidiu negociar
directamen-
íe
com
a
Rússia.
Os
delegados
turcos
e
russos
reuni
rão
hrevemente
Da
conferencia
entre
Gortschakoff
e
L'»rd
Softus,
consta
que
foi uma
scisào
suscitada
pelo
grbinete inglez
que
pro
vocou
o reviramento
da
política
de
In
glaterra.
Um
despacho de
Vienna
para
os
pe
riódicos
russos annuncia
que
até
agora
não
foi
ainda
confirmado
o
boilo
do
en
contro
dos
delegados
turcos
e
russos
pa
ra
as
negociações
do
armistício.
Constantinopla
7. — Foi
recebida
de
Ma-
hamoud-Damal
Pachá
a
demissão
que
pe
dira.
Londres
8.—
O
«Morning
Post»
diz
que
comquanto
se
tenham
trocado
importan
tes
negoci-çôes com S.
Peiersburgo,
as
probabilidades da
conclusão
d’um
armis
tício
em
vez
de
augmentarem,
parece
que
vão
diminuindo,
não
sendo possível
pre
ver
o
que
acontecerá.
Carta
de
í>.
Ra»hel de IScsar-
bon.
—
A
visita
da
snr.
1 D.
Izabel de
Bourbon
a
seu Augusto
Sobrinho,
o
snr.
D.
Carlos,
continua
a
preoccupar
os es
píritos, especialmente
em
H-spanha.
(1) Isto
é,
cuberlos
com
opas
das
Ir
mandades
nas
egrejas.
Aquella
snr.a
publicou
no
«Figaro»
uma
carta,
declarando
que as
suas
rela
ções
com
D.
Carlos não tinham nenhuma
importância
política,
e
que
não passavam
de relações de
familia.
Esta
explicação,
comtudo.
não
é
acceite
por
todos,
e
al
guns
jornaes
affonsistas
vèem
um
certo
ponto
negro
em
tudo
isto.
«La
Espana»,
por exemplo, diz:
«O
procedimento
do
governo
franctz
em
re
lação
a
D.
Carlos,
a
instancias, como
se
suppõe,
do nosso,
dá
ao
assumpto
um ca
rácter
de importância
que
fòra
inútil
des
conhecer.
Se
as
visitas,
feitas
a
D. Car
los
pela Augusta
Mãe
do nosso
monar-
cha,
não
passaram
de
affectuo>as
mani
festações
de famil
a,
porque
se
tomou
tão
violenta
determinação?
Paia que
n
’esla
occasião,
e
quando
menos
se esperava,
se
lizerain
tão
manifestas essas
relações,
que
se
suppunham
de
lodo interrompidas
ou
mortas?
Terá
relação
com este
assum
pto
a
demissão
que
se
suppõe
dada
pelo
marquez
de Moulins,
nosso
embaixador
em
França?»
Parecem-nos
rasoaveis
estas
reflexões
da
«Espana»;
deixamos,
porém,
aos
lei
tores
o
aprecial-as,
e
para
satisfazer-lhes
a curiosidade,
transcreveremos
a
carta que
je
«. A.TT
u at
BIBLIOGRA.PHIA.
Cura» lheorieo e pratico de
Pedagogia
Se
os
preceplores de
vossos
filhos
só
o
forem,
de
nome,
causarão
a
ruína
da
vossa
família.
(Platão).
Formar
o
homem
oa
criança
sob
o
tríplice
ponto
de
vista
de
sua
natureza
phisica,
intellectual
e
moral
—
eis
o
alvo do
preceptor.
Para
conseguir,
porém
o
aperfeiçoa
mento
d
’
esta
natureza,
multíplice nas
ma
nifestações
e
ntiica
na essencii,
tem
o
pedagogo de
cultivar
os
germens e
desen
volver
as
forças
da
criança,
isto
é,
de
educar
e
instruir,
ou,
propriamente
fal
tando,
de
educar,
visto
que
a
inslrucçào
é
parle
accessoria,
embora
integrante,
da
educação.
E
como
alcançará
o
desenvolvimento
e
direcção
das
faculdades
da
criança, de
modo
que
ella
receba, desde
logo,
o
cu
nho
indelevel
que
deve
marcar
a
sua
«
xistencia
moral?
Reunindo
ás
qualidades
pessoaes,
indispensáveis
á
vocação
do
pre
ceptor,
o
conhecimento
dos
princípios
e
meios
práticos
que
a
pedagogia ensina
para
se
cumprir
devidamente
tão
elevada
missão.
E
nada
melhor para
conseguir
este
íim
que o «Curso
lheo'rico
e
pratico
de
Pedagogia» de
Michel
Charbonneau,
tradu
zido
da
3.
a
edição
para
linguagem
ver
nacula pelo
snr
Raposo
Botelho.
Esta
obra,
editada em
língua
vulgar,
pelo
snr.
Ernesto
Chardron,
é
hem
su
perior
em
valimento,
pelo
methodo
em
pregado,
desenvolvimento
das
matérias
pedagógicas,
correcção
e
elegancia
de
es-
tylo,
a
muitas
outras
que
sobre
este
as
sumpto
leem
sido
publicadas.
Thery, Matter,
Pestalozzi,
Niemever,
madama
Necker
de
Saussure,
íicam
muito
áquem
do
Direcior da
Escola
Normal
de
Melun.
()
curso
theorico
e
pratico
d
’
este.
in
signe pedagogista
falia:
l.°
da
dignidade
de
preceptor
c
das
qualidades e condições
necessárias
para
exercer
dignamente
suas
íuneções,
tanto
com
relação
á vida
exte
;
rior
como
á
disciplina
da
escola;
2.°
da
educação
phisica,
intellectual e
moral das
crianças;
3.°
da
instiueção
e ensino das
mesmas;
4.°
da
organisação
das escolas.
Cada
uma
d
’
estas
parles,
em
que
M.
Charbonneau
dividiu
o
seu
curso
de
pe
dagogia,
é
subdividida
em
vários
capim-
los,
parag.-aphos,
e resumos, onde
sobre-
salie
um
profundo estudo
e
longa
expe
riência.
Os
diversos
pontos ou
matérias
relati
vas
aos
meios
práticos, que
o preceptor
deve
empregar
para
facilmente
conseguir
desenvolver
o espirito e formar
o
coração
das
crianças,
são
tratados
com
inexcedi
vel
mestria
e
iníallivel
aproveitamento.
E
’
um
tratado
completo
de todos
os
conhecimentos
indispensáveis
e
uíeis ao
pedagogo
para bem
cumprir
os
deveres
da
sua
missão
espinhosa,
mas
social.
Façam
aequisição
d
este
livro
os
que
tem
a
seu
cargo o
desenvolvimento
e
di
recção
das
crianças,
e
a
escola
será
cada
vez
mais
progressiva,
e
tomará
um
cara
cler
inteiramente
diveiso
d
’
aquelle que
hoje
apresenta
entre
nós
na maior
parte
dos
casos.
Será
mais
f
cil,
pela
suavidade
e
agra
do, o
ensino
transmiltido
ás
creanças,
a
‘disciplina
escolar
mais
íielmente observa
da,
a
instrucçào
mais
profícua, o
cargo
do
precepior mais
leve
e
meritorio.
Tornal-o
conhecido
a
quem
porventura
não
tenha
noticia,
d
’
elle
será
bastante
para
que
elle seja possuído;
possuil-o será
o
mesmo
que
ler á
mão um
seguro
e
pro
digioso
meio
de
energicas
reformas
e
progressivos
desenvolvimentos
que hão de
redundar
em
proveito
das crianças,
uti
lidade
das
famílias,
honra
e
gloria
dos
professores.
UZETim
— Faileceu
em
Lisboa o
snr.
conde
de
Tornos
d
’
Algodres.
Outro.—
Na
madrugada
de
5
faileceu
em
Vianna
do
Caslello
o
reverendo
pa
dre
José
Manoel da
Moita,
arcypreste
d
’âqaelle
julgado
e
parocho
collado da
freguezia
de
Santa
Maria
Maior da
mes
ma
cidade.
a
snr.»
D.
Izabel
de
Bourbon
dirigiu
ao
«Figaro»:
«Snr.
Redaclor
principal
do
«Figaro»
«Senhor;
Não
está
no
meu
caracter,
nem
nos
meus
costumes
recorrer á
im
prensa,
nem
ainda
para
me
defender
de
ataques
indignos
e
injustificados;
porém
quando
se
abusa
do
meu nome
pira
desnaturalisar
os
actos
mais
simples
e
na-
turaes
da minha
vida
privada;
quando
aventureiros
políticos
bem
conhecidos usam
da
publicidade
para
prejudicar
todos
aquel-
les
que
teem
para
comigo
alguma consi
deração
e
respeito;
quando
intentem
ex
plorar
a
minha
situação
para
estraviar
a
opinião
publica,
não
tacillo
em
inter
vir,
afim
de
restabelecer
a
verdade.
«As
minhas
boas
e
cordeaes
relações
com meu
primo
D.
Carlos
e
minha
so
brinha
I).
Margarida
de
Bourbon,
não
são segredo
para
ninguém.
Nunca
des
mereci
a
sua
consideração,
nem
elles.
a
mmha;
e
além
d
’isso
não
quero
despresar
os
laços de
parentesco que
nos
unem,
e
que
a
desgraça
estreitou.
»D.
Margarida
de
Bourbon
«é
madri
nha
de
minha
filha,
a
infanta Èulalia;
não
é
pois
para
extranhar que,
pondo de
parte
quanto
diz
respeito
á
política,
os
membros
de uma
fami
ia
conservem
relações
muito na-
turaes.
«O
snr.
Conde
de Chambord
pensava
da mesma
maneira,
quando
recebia
os
Príncipes
d
’
Orleans.
«Que
razão ha
para
expulsar
d
’este
paiz
generoso
e
hospitaleiro
um
dester
rado,
cuja
situação
aclual
nada
tem de
hostil,
e
a
quem querem
perseguir
por
minlia
causa
?
«Ha
mais
de
que
uma
calumnia
na
supposição
de
que
eu
conspiro
contra
o
meu
muito
amado
filho,
a
quem
tenho
sa
crificado
tudo
?
«Não é
irritante
o
pensar
que
por
uma suspeita imaginaria
esta
hospita
lidade
fíanceza,
a
quem
pedi
o
repouso
da
minha
vida
política,
rasgue
as
suas
ti
adições
«Dirijo-me á
vossa
lealdade,
snr.
re
dactor,
para
fazer
conhecer
a
verdade
ácerca
das boas
relações
que existem en
tre
meu
sobrinho
e
eu,
relações
que
não
leem
nada de
commurn
com a
política.
Se lòra
de
outro
modo,
teria
o
valor
de
dizei
o,
e
o
sentimento
de
deixar
a
Fran
ça,
pelo
qual
faço
votos
ião
ardentes,
como
pela
minha
própria patria.
«Recebi,
Snr.
Redaclor
etc.
«IZáBEL
DE
BOURBON.
Paris, 29
de dezembro.
Asgàss»
deve
ser!—No
«Diário
de
Noticias»
de
30
de
novembro
lêmos
o
seguinte:
«Realisou-se
o
mez
passado,
pela pri
meira
vez.
«a
loja
maçónica
União
Con
stante,
do
Rio
Grande, a
encommendação,
icom
o
corpo presente,
do
irmão
João
Kohler,
fallecido
n’
aquella
cidade. 0
tem
pio
foi
todo
coberto
de
luto,
destacando-
se
entre
corôas
de
saudades
os
nomes
dos
irmãos
fallecidos.
No centro
erguia-
se
o
cenotaphio.
As
orações
fúnebres
fo
rain feitas
pelas primeiras dignidades».
Assim
é
que
deve
ser!
Visto
a ma
çonaria
ser
«a
sua
religião
para si»;
visto
ter
ella
os
seus
ritos
e
o
seu
ritual
im
presso
paia a
administração do
baptismo
e
do matrimonio,
assim
como para
as
exequias
e
oíiicios
fúnebres
dos
seus
de-
funclos;
visto
tratar
os
catholicos*de pro
fanos,
e
de
profana
a
religião
calholica;
visto
não
exigir
crença
em
nenhum
dogma
sobre-natural—
nem
sequer no
da
existên
cia de
Deus
pessoal
—
para
serem admitti-
dos
á
profissão
os seus
frades,
ou
Ir.-.,
desde
o
1.°
até
ao 33.
V.
graus...,
lá se
arranjem
com as praias
de
casa,
como
se
costuma
diser,
e
não
venham
incom-
modar
os
profanos.
Teem
os
seus templos
(lojas:
assim
lhes
chamam indifferenle-
metite);
deixem-nos
tranquillus
em
nossas
egrejis;
leem
as
suas
cerimonias,
orações
(?
?)
e
ritos
sublimes,
deixem-nos
com
as
nossas
«superstições da
Edade
Media»
de
que
tanto
escarnecem
quando
não
acham
meio
oportuno
de lhes mostrar um
res
peito
hypocrita,
para as
profanar
com
sacrilégios
mais
ou
menos
escandalosos.
Diz
o
noticioso
«Diário»
que
a
União
Uonslanle
«pela primeira
vez» preeenceou
entre
as
suas
coiumnas
uma
«encoinmen-
daçào
com
o
corpo
presente».
Já
era
bem
tempo
que
cumprissem
os
mações
do Rio
Grande
essa
prescripção
da
sua
disciplina.
Porque a
não
cumprirão
também
os
nossos
mações?
Será
por que
a
Egreja
ainda
tem
aqui
alguns
ossos
que
roer
ou
que
esbichar?
Ou
será
por
que
ainda
é
preciso illudir
alguns
papalvos
que
leem
a
simplicidade
de crer
que
se
pode
ser
muito
bom
calholico
e
filio da viuva.
discípulo
de
Adhonrão,
frade
dos
tres
pònlinhos
?
—A
proposito
diz
o
«Apostolo»
de
7
de
novembro;
«Nós
não
queremos
que
os
maçons
sejam
perseguidos
e
encarcerados
como
foram os nossos
Bispos;
apenas
queremos
que
elles
sejam
consequentes
comsigo
mesmos.
Nós
não
os
vamos
perturbar
em
suas
lojas,
por
isso
queremos
lambem
que
os
senhores
maçons
não
nos
venham
per
turbar
ern
nossos
templos.
Querer
ser
catholico
sem
obedecer
ao
Papa
é
o
non
plus
ultra
da
loucura.
Esta
hybriedade
monstruosa de
catholi-
cos
com
maçons
opados
(I)
não
póde
continuar
por
mais
tempo».
Isto
é
tão
rasoavel
que
até
o
«Diário
de Noticias»,
se
pudesse,
ou
antes
se
lhe
fosse permittido diser
o
que
sente,
appro-
varia.
Mas
não
é
livre,
coi ado!. .
Deve
causar
compaixão
ver
a
gente
o
prox.imo
n
’uma
posição
como
a
sua,
por
que
é
'riste
devéras.
—
Ao
concluir
o que ahi
fica
lêmos
no
«Apostolo»:
«Encommendação
maçónica.
—
O
«Diário
lo
Rio
Grande-
noticíi
que a
União
Constante
fez
celebrar
pela
primeira
vez
a
encommendação
maçónica
do ir.
‘
.
fal
lecido
João
Kohler.
u
templo eslava
<le
luto
(havia
estar
ue
gala!)
e
a
concur-
rencia
foi
numerossima.
Esta macaqueaçào
das ceremonias
ca-
lholicas,
são
o
transnmplo do
que
ha
de
mais
sicrilego
e
ridículo,
aos
olhos
dos
verdadeiros
crenles.
A
maçonaria
que
não
crê
na Missa,
nos
Sacramentos
e
nas
absolvições
do
sacerdote,
em
nome
de_
Jesus Christo,
arremeda
o
rito calholico,
encomtnenda o
seu
ir.-,
ao
Supremo
Pedreiro
Universal,
e
retira
do'
templo satisfeita
por haver
cumprido
um
dever
!
Pobre
defunclo!
Deus
se
compadeça
de tua
alma,
em
sua infinita
misericór
dia,
porque
os
tens
irmãos
não
fizeram
mais
do
que
aponlar-le
o
caminho
do
in
ferno.
0
«Diário
do Rio
Grande»
termina
a
sua
noticia
com este
trecho:
«E’
de
esperar
que,
a exemplo
da
União
Constante,
todas
as
sociedades
maçónicas
procedam
de
igual
modo».
Quem
dera
!
Ao
menos neste ponto
estamos
de
accordo
com
o maçonico
«Dia-
rio
do
Rio
Grande».
Por
que não
ha de
estar
de
accordo
com
nós
ambos
o
in
color
e
todos
os demais
orgãos
da
libera-
laría
maçónica
de
Portugal e
até
os altos
snrs.
da
Academia?
Por
que
não?!...
N
uvíi
divisão
eteãt»a-aL—
Na
ca
mara
dos
deputados
o
snr.
marquez
d
’
Avi-
bi
apresentou
o
projeclo
da
reforma da
lei
eleitoral,
cujas
disposições
são:
Auctorisação
ás
commissôes
do
recen-
ceamenlo
para
procederem
a nova
divisão
de assembleias;
Direito
de
suflrsgio
a todos
que
sai
bam
ler
e
escrever,
com modo
de vida
conhecido, e
aos
chifes
de
familia.
em
bora
esta
não
seja sustentada
por
elles;
Eleição
das commissôes
do
recensea
mento
em 7 de
janeiro;
O
total
dos
círculos,
incluindo
os
do
ultramar
é
segundo
o projecto,
de
130.
O dislricto
de
Braga
fica,
segundo
aquelle
projecto,
com
8
círculos, que são:
Barcellos,
Famalicão
com
Espozende,
Braga,
Villa
Verde, Amares com
Bouro
e
Lanhozo,
Celorico
com
Cabeceiras
de
Bas
to,
Fafe
com
Vieira,
Guimarães.
IHvr«»
preeiog».
—
10
Século
XIX.
em face
da
consciência
e
da
Egreja.
—
con
ferencias
pelo R.
Padre
Roux.
—
Versão
de
D.
Miguel
de Sotlo-May
>r.
—
Porto,
Li
vraria Portuense
de
Manoel Malheiro;
rua
do
Almada
121.»—Edição
de
1877.
—
Preço :
500
réis.
Este
livro,
que
lemos
e
saboreámos
do
principio
ao
fim,
é
precioso
em
todo
o
sentido
—no
fundo,
na
substancia, e
na
forma.
O
fundo
não
póde
ser
mais
interes
sanle
na
actualidade.
As
seis
conferen
cias
de que
se
compõe,
são
seis
bellissi-
mos
tratados
sobre—
o XIX
século
preva
ricador
e
reparador—a forma
intellectual
da
prevaricação
(profundidade extensão
do
erro
moderno),
—forma
pratica
da
preva
ricação:
egoísmo
contemporâneo,=a
fé
ca
lholica..,
completa...
defendia,—
Confiança
pela palria
e pela
Egreja,—
acção
catholica
no
mundo
moderno;—além
das
notas
e
addicção
do
traduclor,
que
é
o
mesmo
da
Egreja
Triumphante
no
Concilio
do Vati
cano
tbasta
dizer
isto...).
Ler
este
livro,
é
pouco
;
deve-se
reler
e
meditar
Mais
lodos
os que
tiverem
«cura
d
’al
mas»
por
qualquer
titulo,
(e quem
é
que
mais
ou
menos
a
não
tenha?,
ou
a
quem
é
que não
com
prebende
o docebit
unus-
quisque
proximum
suum?)
devem
diílun-
dir
oppotlune
et
importune,
devem
fazer
propaganda
fervorosa
das
salutares
idéas
em que
este
livro
abunda.
Elle
não
foi
publicado
para
a
França
unicamente,
mas
sim
para
todo
o
mundo
;
e
(querendo-se
especialisar)
para
essa
parte
interessantís
sima
da
humanidade
que
se
chama
«raça
latm*»—a
nossa
roça
—de um
modo
muito
particular.
At !
dos
calholicos
esquecidos
do
seu
baptismo, ai
!
das
sociedades
la
tinas
se
não
allendem
ás
indicações,
ás
exprobrações
amorosas, e
aos
conselhos
repassados
de
profunda
sabedoria,
abun
dantemente haurida
no
Evaiigdho.
em
que
abunda
o livro
impagável
que
recommen-
damos.
—
Mas
então,
dirá
alguém,
já
se
vê
que
esse
livro
visa
a
mui
alto,
— á
sal
vação
das
sociedades
=
: ora
eu,
pobre
particular,
o que
posso
lazer
para
allin
gir
tão
elevado
e
tao dilfleial
escopo?
Não
correrei
perigo
(e
perder o
meu
tempo,
estudando
problemas
«a
pique»
que
cer-
tamente
me
não
é
dado
resolver?
Erro
crasso e
erro
funesto,
de
que
em
todos
os
tempos se tem
soffndo,
e
mais
ainda,
quiçá,
n
’um
proxiino
futuro
se
terão
de
soffrer
as
falaes
consequên
cias
!
Inércia
cobarde
e
aviliadora
pergui
ça,
embuçada
no
falso
pretexto
de illuso-
ria
humildade
que
tão
cara
nos póde,
nos
ba-de
sair,
não a
repellindo a
tempo
com
o
desdem
que
merece,
como
tentação
do
anjo
máo,
que
ás
rezes
se
transforma,
para
enganar
os morlaes,
em
anjo
de
luz
!
Não
é
sabido
que
para
reformar
o
mundo,
o
meio mais
facil
e mais
seguro
consistiria
em
que
cada
um
se
reformasse
a
si proprio
?
Pois
applique-se
o
principio,
confiando
no
divino
auxilio; acrescente
se
um
pouco
de
zelo,
de
coragem
e
de
solida instruc-
ção
sobre
os
males
presentes
e
os
meios
de
remediai
os=assumpto
que
é
tractado
por
mão
de
mestre
no
Século
XIX
em
face
da
consciência
e
da
Egreja
—,
e
co
lheremos
os
fruclos,
e
ver
se-hào
os
re
sultados.
Em
todo
o
caso,
«se
o mal vier
ao
mundo,
não
será
por
culpa
nossa».
Parece-vos
pouco?...
Aos
benemeritos
snrs
Malheiro
e
Sot-
to-Mayor
deve
se
gratidão,
—
quasi
tanta
como
ao
eloquente
orador
o
Revd.
0
Roux,
Jesuila
fiancez
dosque mais
e
melhor tem
estudado
as
questões
sociaes
religiosas
do
nosso
tempo.
fTEovcsnent» d»
Sãoggiitai de S.
(Htareos.
—
Doentes
existentes
em
30
de
•dezembro:
62
homens
e
81 mulheres.
Entraram durante
a
semana
finda:
15
homens
e
21
mulheres.
Sahiram:
15
homens
e
12
mulheres.
Falleceram:
1
homem
e
2
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
5
de
Janeiro
GO
hmnens
e
95
mulheres.
A.’
earãdjsde.—
Imploramos
a
carida
de
das
almas
piedosas
para
que
se
lem
brem
da iufe.iz
Luiza Ferreira
com
uma
esmola;
acha-se
gravemente
enferiiia,
e
vive
em
extrema
miséria.
Reside
na
rua
de
Guadelupe,
n.°
4.
Ajsjpeio
n caridade. —
Pedimos
ás
almas
caridosas
uma
esmola
para
o
pobre
Antonio
Joaquim
da
Motla,
oílicial
de
sa
pateiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
nltimo
grau
de
pobreza, não
podendo, pelo
seu
mau
estado
de
saude,
ganhar
meios para
sua
subsistência,
de
sua mulher e
filhos.
,%
’
b
p^síH«»ai3 cnritAtivas.—
Na rua
Direita,
da
freguezi*
de
S Pedro
de
Ma-
ximinos,
ti.°
18,
existe
uma entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
filha
de paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soffre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo a
com uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A.
’»
alatas caridosas.—
Recommen-
darnos
ás
.
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
13, [soldo]. Tendo
80
annos
d
’
edade,
e
porisso sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,}
lucta com a
miséria
extrema.
SECÇÃO
DE ÍOMMHKKADOS
Amigo
Editor.
E’
eslranhavel o
afinco
com
que
o
Snr.
Governador
Civil
do
Dislricto
insiste
em
escrever
—
que
o
thesoureiro
da
ir
mandade
da
Misericórdia,
d
’esta
cidade,
se
achava
alcançado, para
com
a
mesma,
em
alguns
contos
de
reis,
por d
’
elles
pre
cisar
para
utilidade
do
seu
cazal.
Iniciou,
S.
Exc a, esta
teima
no
de-
sarrasoado
Alvará
de
dissolução
da
meza
ultima
que,
coitada,
apenas
contava
oito
dias
de
existência,
e
n’
este
documento
me
presenteou
com
uma
carapuça
tão
grande
e
tão
mal
talhada
que,
por
mui
tas
volt«s
que
lhe
dei,
jámais se
amoldava
á
minha
cabeça.
A
prenda
era
da moda—mas
não
me
servia;
e
por
isso
dei-me
pressa
em
a
devolver
ao
Snr.
Governador
para
a
re-
metter
a
quem
de
direito
pertença,
pois
não
supponho
que
o
iliusire
magistrado
seja
carapuceiro
de
feira.
Mas
já
se
tinha
escriplo
—que
o
the
soureiro
da
irmandade
da
Misericórdia
distrahira
d
’
esla,
e
em
proveito
do
seu
cazal,
alguns
contos
de
reis.
As
fezes
estavam
atiradas—
era
neces
sário remediar
a
uodoa.
Escrevi,
então,
ao
Snr
Governador
Civil,
em
data
de
23
de
Setembro,
pro-
vando-líie
o
equivoco
e
pedindo-lhe
a
gra
ça
de
reparar o
damno
S.
Exc.*,
estando
a
sahir
para
Lisboa,
teve
a
bondade
de
me
mandar
participar
pelo snr.
1.®
Oílicial
—
que
na
sua
volta
para
esta
cilade
me
satisfaria
condigna-
nlente
(1).
O
Snr.
Governador
Civil chegou
a
esta cidade,
e
a
reparação
condigna
não
appareceu
ainda
—
ao
menos
que
eu
o
sai
ba.
O
que
sei
é—
que
a
asserção
inju
riosa
repetiu
se
em
segunda
edição
mais
correcla,
augmenlada
e
com o
carimbo
oílicial
da
commissào
administradora.
Parece-me
não errar
na
apreciação,
quando
leio
a
portaria
de
14
de
Dezem
bro
de
1877,
assignada
pelo,
Snr.
Minis
tro
do Reino,
na qual,
depois
de
louvar
o
relalorio
da
commissào
administrativa
da
Misericórdia
de
Braga
—indica,
no
2.°
§,
o
procedimento
a
haver
com relação
ao alcance
do
thesoureiro
da
Misericórdia.
Do
thesoureiro da
Misericórdia!!
Como
se
escreve
tão
levemente em
matéria
de
tanta
gravidade,
e
por
quem
!
.
A
primeira leveza
leria
sua
desculpa
no
furor
de
exterminar
toda a
murta
uos
jardins;
era
uma
falta
que
eu
dei
xava
passar
franca
de porte por
o
tran
sito
ser
curto
e
conhecido:
mas a
repe
tição,
que
já
entrou
no
gabinete do
mi
nistro
e
leve
a
importância do
«Diário
de
Noticias»,
por
via
do
«Conimbricense»
.
não
lhe
faltando
a publicação
no
«Diário
da
Minho»,
etc.
essa
não posso,
nem
devo
deixar
passar
por
mais
tempo,
sem
a
de
vida
rectrticação,
que
mê justificará pe
rante
a porção
do
publico,
em
cujo
es
pirito
o
infeliz
termo
de
Misericórdia
lerá
talvez
deixado
alguma impressão
menos
benigna.
E
já
que
alguém
se
esqueceu
dos
seus
deveres:
Seja
pois
notorio
em
toda
a parte,
e
de
maneira
bem
explicita,
que
a
admi
nistração
da
Real
Irmandade
da
Miseri
córdia
<ie
Braga,
que
devia
acabar
sua
gereucia
em
30
de Junho
passado,
se
compunha
de
13
vogaes
—
que
linha
tres
lhesourados—Misericórdia, Hospital,
Ex
postos
—
que
eram
tres
pessoas
distinctas
e
tres thesoureiros verdadeiros:
que
An-
lomo
Bernardino
Pinto
de
Madureira
era
thesoureiro da
Misericórdia
—
que Joaquim
José
Gonçalves
Loureiro
era
thesoureiro
do
Hospital
—
que
Manoel
Antonio
da
Sil
va Pereira
Guimarães
era
thesoureiro
dos
Expostos
—
cada
um
com
a
sua
receita
e
despeza
própria,
cada
um
com
a
sua cai
xa,
cada
um
com a
sua
escripluração
e
cada
um
com
a
sua
responsabilidade.
O
thesoureiro
da
Misericórdia
satisfez.
(2)
Desculpe,
amigo
Editor,
e
peço-lhe
a
graça de
mandar transcrever
essas
linhas.
Braga
8
de
Janeiro
de
1876.
Antonio
B.
Pinto
de
Madureira.
(2)
«O
irmão
thesoureiro
da
Misericór
dia,
Antonio
Bernardino
Pinto
de
Madu
reira,
entregou
ao
novo
thesoureiro
o
irmão
Bernardmo
José
da
Cruz, lodo
o
saldo
de
suas
contas,
como
consta
do
Termo
do
f.°
de
Setembro
de
1877
a
fl.
103
v.—
Braga
3 de
Setembro
de
1877.
O
Escrivão da
Meza
da
Misericórdia
Lourenço
da
Costa
Gonçalves
Pereira
Ber-
nardes
».
BANCO
DA
COVILHÃ.
Sociedade
anonyma
—
Responsabilidade
li
mitada
Capital
3.0»»t00»5»0»
reis
í.
a
emissão
—
reis
750:000^000
dividido
em
7:500
acções
de 1008000
reis
cada ■
uma.
Balanço
em
31
de
Dezembro
de
1877.
Activo
Accionisias
.............................
Lettras
descontadas
e
a
receber.........................
Empréstimos
s.
penhores.
Contas
corrent. cora
caução
Etteitos
deposilados
.
Papeis
de
credito.
.
.
.
Agencias
no
paiz.
.
.
.
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
Diversos
devedores
.
.
.
Mobília
e
utensílios.
.
.
Despezas
d
’inslallação
.
.
Caixa
...................................
Letras
em
liquidação.
.
.
4005000
352:758^758
163:2375785
293:1885772
12:0005000
9:4675800
27:8475913
13:4975-280
10:3865054
1:9375139
2:6385815
23:5135038
3:2715293
917:9665669
Passivo
■
Capital
...................................
Fundo de
reserva.
.
Funlo
para
o
ediíiaio
do
Banco
.................................
Depositos
á
ordem
.
Ditos
a
praso.
....
Devidendos
a
pagar.
.
Credores
d
’
effeitos
deposi
tados
...............................
Diversos
credores
.
.
.
Agentes
no
paiz
. .
.
Agentes
no
estrangeiro.
Mesadas
......
Ganhos
e
perdas
....
750:0005000
4:7775265
3005000
6:
1165327
93:4305630
1:5105000
12:0005000
13:3785310
2:1675034
6615780
1675500
29:0075803
917:9665669
Covilhã
31 de
Dezembro
de
1877
Os
Directores
A.
Baptista
A-
Leilão.
J.
d
’
A.
Vaz
de
Carvalho.
SiCDS
A TODOS
sem
medicina, pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU
BABRY
de
Londres.
30
aaATtftH
«2’
ixsvariwveí s»weeeas«s
6
Combitenlo
as
indigestões
(dispe
psia) gasliica,
ga-tralgia,
flegtna,
arrotos,
amargor
ua
bocca,
pituitãs,
nauseas, vo-
mitos, iriitações
iutestinaes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas,
tosse,
astbma,
bexigas,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
as desordens
no
peito,
na
gargan
ta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
(igado,
dos
rios,
dos
intesliuos,
da mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85:00
curas,
comprehendendo
n
’
ellas
as
da
duqueza
de
Casllestuart,
do
duque
de
Pluskow,
da
marqueza
de
Brehan,
de
Lord
Sluart,
par
d
Inglaterra,
do
doutor
e
professor
Wur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
65:811
.
—
Mr
.
A.
Bruneliére,
cura,
de
uma
dispepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos
médicos
lhe
darem
só
pou
cos
mezes
de
vida.
Cura
n.°
62:476.
—
Saiote Romaioe-des-
lles
(Saône
et-Loire.
—
Senh< r.
—
Bemdito*
seja Deu»! A
Revalesciêre
du
Barry
poz
fim
aos
meus
18
annos
de
solfrtmenios
do
estomago
e
dos
nervos,
de
fraquezas
e
de
»uores
nociuroos.
—
J.
C
ompabet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719.
—
H
yduopsia
,
UETENÇÃO.
—
Tres
destes
casos
foram
ra
dicalmente
.curados.
Para
as
tosses
adqui
ridas
por
um
resfriamento,
produz a
sus
pensão
repentin
imente;
para
as
retenções
de
ourina
e
doenças
de
estomago,
pro
duz
o
melhor
etleilo
e dbsipa
a
melan
colia.
—
L
angevin
,
cura.
Cura
n.
u 48
816.
—Certificado
d
>
ce
lebre
doutor
Redolpho
Wurzer.
B>nn,
19
de
janeiro de
1855.
—
A
RevalcMcièr»
'ubstiluiu
admiravelmente
toda
a
medici
na
em
muitas
doenças,
sobretudo
nas
dia
bethes,
constipações
obstinadas
e habituaes,
assim
como
nas
dtarréas
nas
all
cçô>s
dos
rins
e
da bexiga,
uas
contracções
e
nas
hemorihoidas,
assim
como
nas
doenças
pulmonares
e
dos
bronchios,
nas
tosses.e
na
tisic-.
—
Doutor
R
ud
. W
urzer
,
Memb
o
de
varias
sociedades
scientificas.
E
’seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
lixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a pe-
ninsula
:
Em
caixas
de
folha
de lata, de
*/
4
kilo,
500
;
de
*/,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo.
15400
res; de
2
*/,
kilos, 35200
reis;
de
6
ki-
los,
65
400;
e
de
12
kilos, 125000 rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciêre.
que
se
po-
lem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas a 800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a.
HevaSeaeière
ehiietdiilatta |
elêa
res-
titue
o appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de
folha
de
lata
de
12
chavenas,
500 reis;
de
24
chave-
uas,
800
reis;
de
48
chavenas,
I54OO;
da
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cada
chaveni.
»1J
RARRY
«fi? C.a I.SVIMTKO. —
Piace
Vendôme, 26,
Paris.
77
Regent-
Street, Londres.
Valverde,
Í^Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguista», mer-
cieiroS,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
7
snr.
Serzedello
&
C.
3 Largo
do
Corpo
Santo 16.
lasboa,
(por
grosso
e miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de D Pedro.
31,
32.
Barra!
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—Por-
*®,
J
Je
Sousa
Ferreira A
Irmão, tua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.
=
Aveiro,
F.
E.
da Luz
e
Gosta,
pharin. —
Barcv-lloN, Antonio João de
Sousa
Ramos,
pbartn..
Largo
da
Poete.
—
D
xnmgosJ.
V
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharoi.,
rua
dos
Chãos
31—
Pipa
&
Irmão,
rui
do
Souto.
—Víaam* «9»
«!»«-
teKSa,
Aílonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog..
Rua
grande.
140.
—
Rwimarffisvs A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José, J.
da bilva,
drog..
Rua
da Bainha,
29
e
33.
—
1Vn*a«l,
Miranda, pharrn.
—
»
“
<»río,
M.
J
de
Sou
sa Ferreira
&
Irmão,
Rua da
Banha
ria, 77;
J.
R.
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos, 36;
Viuva Desirè
Ralnr,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a
227.
—
P«ní«
«8® fc».
sm
».
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pbanu.
—
«Ea
Vsvrzim,
p.
Machado de
Oliveira,
pliartra.—
Vaieitça
do
tímiiH,
Fiancisco
José
de
Sousa, pharm.—
WilM
«1»
a
.
L.
Maia
Torres,
piurn
.
DESPEDIDA
Jeronymo
Pimentel
tendo
de
partir
para
Lisboa,
e
não
podendo
despedir-se
pessoalmenle
de
todas
as
pessoas
das
soas
relações
e
amisade,
recorre
a
este
meio
para
lhes
oflerecer
alli
0
seu
limitado
pré
stimo.
D.
Anna de
Jesus
Leite,
D.
Amélia
Leite
Machado, e
marido
João
Vicente
(1)
Snr. A.
li.
P.
de
Madureira.—O
Ex.
“
lu
Snr.
Governador
Civil
d
’
esle
Dis
lricto
partiu
para
Lisboa
no
dia em
que
recebeu
a
sua
carta
de
23
de
setembro
ultimo,
e,
como
não
tivesse
tempo
de
res
ponder, encarregou-me
de participar
a
v.
que
na
sua volta
para
esta
cidade
satis
faria
a
v.
condignamente;
o
que
lhe
par
ticipo
em
desempenho
da
ordem
"que
me
foi
dada.
Assigno-me
com
a
mais
subida
consi
deração
e
aflecluosa
estima
De
v. etc.
3—
10
—
77.
Gaspar
Pizarro.
Machado,
e
o
Bacharel
Manoel
José
Lei
te
Braga,
agrade-cem
do
coração
a
todas
as
pessoas,
que
os
cumprimentai
aro
por
occasião
do failecimento
de
sua sempre
chorada
mãe
e
sogra
D.
Narcisa
Eflige-
nia
Leite
Braga,
e,
extremamente
penho
rados.
aos cavalheiros,
que
assistiram
aos
respectivos
oílicios
fúnebres,
tributando a
lodos
profundo reconhecimento.
(689;
At
tenção
Quem
quizer
arrendar,
ou
com
prar
uma
morada de
casas,
sita
na
rua
do
Souto,
d’
esla
cidade,
de
n.
os
14.
II
A
e
14
B.
de
dous
an
dares,
com
boas
lojas,
falle
com
seu
do
no,
Bernardo
da
Cunha
Pinto
Barbosa,
morador
na
rua
do
Corvo,
ou
Hortas,
n,°
1.
Deixa-se
ficar
em poder
do com
prador
parte
do
seu
preço,
vencendo ju
ros
de
5
por
cento.
(690)
Banco de
Guimarães
São
convidados
os
snrs.
accionistas
do
Banco
de
Guimarães
a
reunirem-se
na
ca
sa
do
mesmo
Banco,
no dia
1o do
cor
rente
pelas
10
horas da
manhã,
para
os
fins do
art.
41
dos
estatutos.
Banco de
Guimarães,
7
de
janeiro
de
1878.
0
Presidente da
Assembleia
Geral
(691)
Barão
de
Pombeiro.
BANCO
DO
MINHO
Pôr
ordem
do
exiu.y presidente são
convidados
os snrs.
accionistas
deste
Ban
co
a
reunirem
se
em
assembleia geral
or
dinária
no
dia
15
do
corrente
pelas
11
horas da manhã,
para
os fins
consigna
dos
no artigo 34
dos
Estatutos.
Braga
7
de
janeiro
de 1878.
0 secretario
da
Meza
(686) João
Gonçalves
Pereira
Bastos.
Banco Commercial Agrícola e
In
dustrial de
Vitla Beal
(Sociedade
anonyina de responsa
bilidade
limitada)
São
convidados
todos
os
accionistas
d’
esle
Banco
a
concorrerem á
assembleia
Geral
que
ha
de
reunir-se
na
sede
do
mesmo
Banco
em
20
do
corrente
pelo
|
meio
dia,
para
lhe
ser
presente
o
rela
tório
e
contas
da
Gerencia
e
parecer
do
Conselho
Fiscal,
com
relação
ao
anno
de
1877,
e
se
proceder
á
eleição
da
meza
da
Assembleia
Geral
e Conselho Fiscal.
Na
segunda
reunião,
cujo
dia
ha
de
ser
designado
na
primeira,
tem
de
discu
tir
se o
relatorio
da
Gerencia,
e
como
es
tá
terminou
o
seu
mandato,
proceder-se
á eleição
de
nova
Gerencia,
—art.
os
42
a
46
dos estatutos.
Villa
Beal, 3
de
janeiro
de
1878.
Por auctorisação
do
exm.0
vice-presidenle,
O
l.°
secretario,
l)r.
Augusto Guilherme
de
Sousa.
(685)
VSíSBl
CASAS
Quem
perlender
comprar
uma
morada
de
casas
designadas
pelo
n."
47
e
47
A.
sitas
na rua
do
Sou
to,
d’
esta
cidade,
falle
com
José
Alves
d’Araujo,
morador
na
ma
de
S.
Marcos,
d’
esla
mesma
cidade,
casa n.° 10
e
10
A.
com
o
qual
se
póde
conlractar,
pelas
her
dar
por
disposição
lestamentaria de
sua
fallecida
thia
Maria
Josefa Alves.
(692)
Venda
de bens de raiz
•
Por
deliberação
da
Commissão
liqui
datária do casal
do
exm.*
’
Manuel
Gomes
da
Silva
Mattos,
creada
por
escriptura em
7
de
dezembro
ultimo
feita na
Nota
do
Tabelião
João
Marcos
(1
’
Araujo Ribeiro,
tem
de
ser
arrematadas
e
entregues a
quem
mais
der,
convindo
os
preços,
a
casa nobre n.°
7
do
Campo
de
Sanl
An-
na,
as
bes
quintas
bem
conhecidas
de
Guallar,
proximo
á
estrada
de
Chaves
e
da
egreja
d’
aquella
freguezia,
com
a
de
nominação
de
quintas
da
Pia,
da
Bouça,
e
de
Viilar,
e
linalmente
o
campo
junto
ao
l
ido
do
Padre
com frente para
am
bas
as
ditas
estradas.
Esta arrematação
terá
logar
no
salão
do
Thealro
de
S.
Geraldo
ás 11 horas
do
dia
27
dõ corrente
mez.
Em
casa do
snr.
Paulo
José
da
Cos
ta,
tio
largo
do Barão
de
S Martinho,
estão
patente»
os
esclarecimentos
que
foi
possível
obter
não
só
dos
encargos
de
i
cada
um
dos
ditos
prédios,
como
dos
fo-|
ros
e
bens que pertencem
a
cada
um.
Braga
7
de
janeiro
de
1878.
Henrique
Freire
d’
Andrade
Manuel
Luiz
Ferreira
Braga
Anlonio
dos
Santos
Azevedo
Magalhães.
(693)
RUA DE
S. VICENTE
N.°
84
NOVO
ESTABELECIMENTO
DK
Domingos
Rodrigues
da
Silva
Braga
J?r8»ss«-ê»'o
hnrutriro t!e Sraga.
Grande
sortimento
de
fazendas
de
lã,
seda,
e algodão,
assim
como
ratinas.
pa
nos
sedões,
cazimiras
pretas
e
de côies,
guarda-chuvas
e
miudezas,
damascos
de
dillerentes
cores
e
qualidades;
que
tudo
vende
per
preço o
mais
commodo
possi-
•vel.
(681)
CAMX.4
ÍPA5S »
AZEITE
No
largo
de
S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que
leva cinco
pipas,
e
toda
forrada
<le
castanho.
(683)
THEATRO
DE S.
GERALDO
Tendo a
administração
do
the.tro
de
S.
Geraldo
resolvido
arrendar
o
mesmo
tara
bailes
de
mascaras,
cu
para
ou
tro
qualquer
genero
de
espectaculos
per-
rritlido
pelos
estatutos
do
mesmo
thea-
tro desde o dia
20
de
janeiro
de
1878
até
ao
dia 6 de
março
do mesmo aú
no
previne
os interessados,
afim
de
que
dirijam
as
suas
propostas
em carta
fe
chada
até
ao
dia
15
do
corrente
a qual
quer
dos administradores
d
‘
aquelle
thea
lro
para
os tins.convenientes.
Braga
1
de janeiro de 1878.
Os administradores
Visconde
de
Pindella
José ilorges de Faria
(679)
José
A.
Jreirede
Andrade.
.
■■■
■
«■
—T
—
.w
—
i
am
i — i■
Crasítle
depoaito
fJe lí sjls»«-b;« e
biseouto» dta
£?t»bs-iea. Saeienai a
vnpar,
em
Lishoti
DE
Eduardo
Conceição
Silva
cl'
Irmão
Deposito
no
Porto, rua
dos
Inglezes,
38—
42
N
’
esle
grande
deposito
se vendem
as
bem
conhecidas
qualidades
de
bolach-a
e
biscoutos,
qualidades
estas
que
rivaiisam
com
as
inglezas,
e íeem
a
vantagem
de
serem sempre
frescas
e
muito
mais
bara
tas,
tanto
em
caixas
como
avulso; porisso
chamamos
a
altenção
dos
snrs.
consum-
midores.
N
’este mesmo
deposito
se
vendem
fa
rinhas
cias
principaes
fabricas
de
Lisboa;
de
Bento
Antonio,
João
de
Brito
Caramujo*,
Manoel
José
Gomes,
&
Filhos,
e
da
NACIONAL,
EM
SANTO
AMARO.
(664)
•
Banco
Commercial de Braga
Por
ordem
do
exm
’
0
presidente
da as
sembleia
geral
convidam-se
os
snrs.
ac
cionistas
d’
este
banco
a
reunirem-se
em
assembleia
geral
no
dia
1(J
do
corrente,
pelas
10
Goras
da
manhã
na
casa
do
mesmo
banco
para
os'
íins
designados
no
artigo
25
dos
estatutos.
A
lista
dos
snrs.
accionistas acham
se
á
disposição
dos
mesmos
snrs.
na
the-
souraria
do
banco,
e
na
sua
caixa
Filial
no
Porto.
Braga
2
de
janeiro
de 1878.
O secretario,
Gonçalo
Anlão
de
Mtcedo
Sã
e
Abreu.
DINHEIRO
dá-sc
sobre
qoal<juer
obje-
cto
de
valor.
Rua das
Palhotas
n.°
83.
(681)
fltlAL
Dã caio
ecmr
33 sc
.4 e»
eaí
ho
k
as
ta
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Csipiíaa
................
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela r»a
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
curo,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
eereaes,
roupas,
moveis,
ferrament-s,
e
8ob>e
todo
e
qual
quer
objecto
do vaiot
não
inferior
a
10o
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito
a
pra-
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias
des
de
a- 9
hera da
manhã
até ás 7 da
nciie,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
aç
meio
dia.
O
gefenie
—
A.
G.
Ferreirino
1.
CiaUB&ÍSEÃO OESÍTÍSTA
DA
Escola
Americana
Consultono
,a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(687)
flítVS£C
S ÃO »ESiTSgT .4
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Rua
de S.
Marcos n.°
19.
BR
à
GA.
Faz
tudo qunto
diz
respeito
á
sua
arte
e
contiuúa
operando grátis,
pobres
e
soldados.
688
r. KJ TO 24
Quem
quizer
ser
coadjutor
em
S.
La-
zaro,
faile
com o
parocho.
,
No
Asylo
de
S.
José
de
S.
Lazaro
ha
dinheiro
para
dar
a
juro
por
escrptura
com
hypotheca.
Quem perten
ler dirija 0
seu
requerimento
á
junta
administradora
do
mesmo
Asylo.
(678)
MESSAGEIRO
Almanak
para
18
’78
Por
José
d
’
Olireira
Cardoso.
A
’
venda
nas
principaes
livrarias
e
em
casa
de
João
Ignacio
Bernardino,
em
Fol-
gosa
do
Douro.
Preço
50
rs,
e
a
40
rs.
de
10
exem
plares
para
cima.
(674)
Solicitador—
Lopes
dá'Gnina
Escriptoí-—
Tayjsas n.° » —
Porío
(613)
Quem
quizer
arrendar
a
casa n.°
7,
no
campo
das
Carvalheiras,
falle
com Joa
quim
Antunes
Alves,
na
rua
do
Campo,
d
’
esta
cidade,
que está anctorisadó
para
este
fim.
(680
Linimento
BOYER-MICHEL para caval-
los,
fazendo as vezes
de
fogo
e
não deixando
vestígios
do
seu
emprego M
iciiel
, pharm-i-
centico em Aíx
(na
Provença) França. —
Preço
1,000 reis.—Em
Lisl>
a
o
snr.
llirreto.
tz.relo,
o
0
28—
30/25)
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E DEVOÇÕES
ADOPTADAS PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta e
muito
augnientada
com
novas
orações
e
devoções
mdul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
•
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvagão
de
8.
Exc.
&
Bev.",a
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
ma
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Cathoiica,
P<aça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense
de
Manuel
Malheiro. rua
do
Almada.
Preço
em
brochura. . . .
160
reis
»
encadernado
....
210
»
IdVíiÀKIA
B0B.ÚAU)
TrstvcsBRi
c!
í
»
Vãeinría s>s.° -St?, 3."
is»táac*,
Ssifeiboiv
N
’
esle
estabelecimento
ha
nm variado
sortimento
de
diíTenmtes obias,
Roman
ces,
Historias,
Comedias. Dramas,
Seenas
Cómicas
e Ahnapachs para 1878,
e
faz-se
abatimento
para
negocio,
e
remetlem-se
os
catalogos
grátis,
e
qualquer
das obras
abaixo
mencionadas são
remettidas francas
de
porte aquem
enviar
o
seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL
DAS
DAMAS, tratado
de
fa
zer ílôres artiliciaes
ornado
de estampas
500,
MANUAL DO
COS1NHE1RO, modo
de preparar
as
melhores
iguarias
da
cosi-
nlia
jmriugueza
e
franceza,
arte
de
co
peiro
e
pasteleiro
210,
MANUAL DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
sortes
di
vertidas
tanto
de
mãos como
de
cartas
e.
phvsica recreativa,
oinado
de
80 estam
pas
500,
manual
do
conserveiro
e
CONFEITEIRO,
modo
de
fazer
bollos pas
teis.
doces,
gelados,
240.
MANUAL
DE
DANSA,
arte
de aprender
a
dansar
sem
mestre
120, MANUAL
DAS
SINAS,
ex
plicação
das
sinas
e
senhos
120.
blSGUKSJ
«Sepuíitdo
®fsSh«Sí«»o
O
CONDE
ALBERTO
DE
MUN
Fnm
íssis
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írí
I
w
síí
»
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TRADUZIDO
PELO.
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ESSA
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s
Dedicado
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e
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redacção
por
6
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rs.
BRAGA, ÍYPOGiíAPHIA
LUSÍTAN
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8?7.
Parte de Comércio do Minho (O)
