comerciominho_07121878_871.xml
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-
JKS
1E NOTICIOSA.
REDACTOilES
—
D.
Miguel Sollo-Mayor e Ur. Custodio Velloso.—D1RECT0R—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel
y/afj?>aM«ifissii8«ítjB:a^
6."
ANNO
PHEÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes...............................1
>>
6
»..........................
Correspondências
partic.
cada linha
Annuncios
cada
linha
....................
I
Repetição
....................................
156(10
850
40
20
10
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E
SABBADOS.
PHEÇO
DA
ASSIGNATURA
25000
15050
25600
35600
10
Províncias,
12
mezes.
»
»'
Brazil,
12
mezes,
Folha
avulso
.
6
»
.....................
sendo
duas
assignaturas
moeda
forte.
.
N.
‘
871
Curvar-se-hão
amanhã
milhões
de
fieis
junto dos altares
da
Virgem
para
celebrarem
o
adoravel
myste
rio
da sua
Conceição Immaculada.
Unanimes
todos
na
crença
d’es-
le
dogma,
porque o orgão
infalli-
vel
da
verdade
poz
termo,
definin
do-o,
a
toda a
discussão, louvaremos
os
desígnios
da
Providencia,
que
para
estes
tempos,
e
para
o
ponti
ficado
de
Pio
IX
—um
dos mais il-
luslres
successores de
S.
Pedro
—
coroavam aquelles
homens
de
viva
fé
as
acertadissimas
medidas,
que
para
defensão
do
reino
e
manuten
ção
da
nossa
independencia
haviam
tomado
nas
referidas
côrtes.
E
não os
illudiu,
como
não
po
dia
illudil-os,
a
confiança,
que
pu
nham
na protecçãoda
Virgem.
Gran
díssimos
perigos
correu
a santa
cau
sa
da
patria;
especialmente
quando
a
política
dTIespanha
conseguia
da
Europa
que
nos
abandonasse,
e
quan
do
os
seus
exercitos
convergiam
pa
ra as nossas fronteiras apertando-
nos
em
um
circulo
de
ferro.
Baldado,
porém,
foi
o
empenho
j
dos
que
pretendiam
voltar
a
tyran-
nisar-nos. O
negrume,
de
que
o
ho-
risonte
da
diplomacia
se
mostrara
por
algum
tempo carregado,
dissi
pa-se
como
por
milagre; e
as
duas
j
batalhas
de
Ameixial
e
Montes-Cla-Í
ros,
em
que o
valor
Portuguez trium-
I
phava
da
superioridade
numérica
dos
!
Castelhanos,
vem
alfim
decidir
o
pleito
a
nosso
favor
e
consolidar
nos
sa
liberdade
e
independencia.
Assim
correspondeu
a
Virgem
reservara
a
gloria
d’
aquella
definição
dogmatica,
tão
desejada
em
tempos
Immaculada
á espectativa
do
reli-í
anteriores.
gioso
povo,
que
cheio
de
fé
e
de
I
Se,
porém,
antes
que
a
Santa
?
esperança,
se
havia
collocado
á
som-
;
Sé
proferisse
o
seu
oráculo
infalli-|bra do
seu
augusto patrocínio,
vel,
alguém
havia
no
grémio
dal
E
como
estamos
fallando da
Con-
Egreja
Catholica
que,
mais
talvez
ceição de
Maria
em relação
a
Por-
pela
velleidade
de
argumentar
em,
tu
g
a
i
5
na0
prescindi»•emos de
reçor-i
uma
questão,
que
a
Egreja
ainda !d
ar aqui
ao
leitor
uma
circumslan-
nao
decidira
terminanlemente,
do
,
c
j
a
também
para
o
nosso
paiz
assás
que por
intima convicção,
sustenta-
gi
or
j
osa
.
Q
ae
remos fallar
da
intui-'
va
haver
sido
a
Santíssima
Virgem ç
ao
como
q
ae
prophetica,
com
que
lambem
participante
do
original
pec-;
0
ma
jor
jos nossos
oradores
sagra-
cado,
em
Portugal
toda
una
via
essa d
os
previu
e
annunciou
a
approxi-
doutrina
era
de
ha
muito
repellida,
I
os
nossos
lheologos honravam-se
de'
ser eslrenuos
defensores
da
Concei
ção
Immaculada,
e
o
nosso
governo,
i
em
homenagem
ao
sentir quasi
uni-
■
versai
dos
catholicos,
e
á
crença,
que
bem
se
podia
dizer
unanime,
í
do
paiz,
ordenava
que
em o
nosso
i
primeiro
estabelecimento litlerarioí
-
,
,
.
„
1
,
.i
i
eme
se
apresentava
a
devoral-o
e
a
se
prestasse juramento
de guardar
"
1
.
,
e
defender
aquelle
Augustissimo l
Mysterio.
Ainda
mais.
Arrojado
de
Portu
gal
o
Leão
d
’
Hespanha,
e
recobra
da
a
nossa
autonomia
pelos
heroes
de
1640,
o
rei,
que
aquella
glorio
sa
revolução
collocára
no
throno,
não
tardou
em
escolher
para
defen
sora
especial
do
reino
a
Poderosa
Virgem
sob o
titulo
da
sua
Imma-
culada
Conceição.
A
’s
religiosas
dis
posições
do
monarcha
corresponde
ram
accordemente
os
sentimentos
do
paiz.
Reunidos
em
côrtes
os
Tres
Estados
em
1646,
alli
se
tomava
solemnente
por
Padroeira
do
reino
a
Senhora
da
Conceição,
com
o
cen
so
annual
de
50
cruzados
de
ouro
á
sua
Imagem,
que
se
venerava
na
capella
real
de
Villa
Viçosa.
Com
este
acto
de
religiosíssima
piedade
a
approxi-
mação
dos tempos,
em
que
o
do-1
gma da
Immaculada
Conceição
iaI
ser
emfim
definido
pela
Egreja.
Prégando
o
P.
Vieira
d
’
este
Au
gusto
Mysterio,
depois
de
procurar
uma
confirmação
d
’elle
na
historia
ide
Sansão, quando
o
valente
israe
lita
affogava
entre os
braços
o
leão,
t
Iseus paes,
que
caminhavam
em
sua
companhia,
termina
poi»
estas
me
moráveis
palavras:
«E
será
(o
.Mysterio
da
Concei-
«ção)
sempre
problema?
Não;
por-
«que
da
mesma
historia
consta
que
«Sansão
revelara
o
enigma
a
sua
«esposa
E
assim
como
Sansão
o
re-
«velou
a sua
esposa,
e
por
meio
«d
’
ella
o
intenderam
iodos,
assim
«Christo
finalmente
acabará
de
o
«revelar
a
sua Esposa,
a
Egreja,
«como'
já
tem
começado.
E como
«fôr
definida
por
ella a
verdade,
ces-
«sará
a
controvérsia,
e
será
conhe-
«cida
e
festejada
de
todos.»
Assim
da
mesma terra
onde
tão
unanimemente
se
cria
haver
sido
Alaria
concebida
s
m
a
menor
ma
cula
da
culpa,
sahia
lambem
o
ad
mirável
prenuncio de vir
a
ser esta
um
dia
a
crença
universal do
mundo
catholico.
Hoje
—
-com
entranhavel
maguao
dizemos—
já
n
’csta
terra
fidelíssima
se
alevantam
vozes,
qué negam
o
que
nossos
passados
sempre
firme
mente
creram!
E
’
que
a impiedade
tem
feito
aqui,
como
em
toda
par
te,
os
seus
dolorosos
estragos.
Mas
a
grande
maioria
da
nação
ainda
guarda
ufana
a
rica
herança
de
fé
e
de
piedade
dos
seus
maiores,
ain
da
corre
pressurosa
a
prostrar-se aos
pés
da
Virgem
sem
mancha
conce
bida,
a
affirmar
a sua
crença inaba-
lavel
n
’
esta
divina
prerogativa
da
Mãe
de
Deus,
e
a
protestar-lhe
que
continua
a
reconhecel-a como
pode
rosa
Protectora.
Perdoae
pois,
Senhora,
aos
pou
cos
díscolos,
que Vos
oflendem,
em
attenção
aos
muitos
fieis,
que
Vos
adoram,
e não
retireis
os
Vossos
olhares
de
piedade
de
sobre
este
paiz,
que
implora
humilde
as
Vos
sas
celestes
bênçãos;
e
especialmen
te
de
sobre
esta
cidade,
que
n
’um
insigne
monumento
erigido
á
vossa
immaculada
Conceição transmitte
ás
edades
futuras
a
mais
solemne
pro
va
da
sua
fé,
do
seu
amor
e
da
sua
devoção
para
com-Vosco.
d
.
m
.
s.
VOTO
Quando
a rosada
aurora
surgir
no
horisonte,
irei
colher
as
flores
nascidas
junto
á
fonte,
qual
se
desliza
placida
pelo
relvoso
chão;
E
ainda
rociadas
do
orvalho
refulgente,
heide
formar
com
ellas
uma
c
’
rôa
ridente
para
ornar
tua
Imagem,
Virgem
da
Conceição.
T.
SOTTO-MAYOR.
Cedo
irá
sumir-se
mais
um
anno
nas
trevas
dos
tempos,
para
outro
despon
tar
n
’
este
século
de
decadência
moral.
Inebriado
o
mundo
com
as
cantile
nas
das
sirenas
liberaes,
caminha,
cami
nha
sempre,
sem
parar
na estrada da
corrupção
e
do
crime.
No
pequeno
decurso
de
um
anno,
ou
antes,
de
mezes,
viu
a Europa
levantar
tres
mãos regicidas
contra
tres
raonar-
chas
europeus!
A Piovidencia
aparou
esses golpes;
mas
se
tres
soberanos
náo
loram victi-
mas
dos
çoripheus
liberaes,
não
foi
por
vontade
de
algumas
escolas
suas,
que
de
todo
querem
eliminar
os
reis.
Embora
digam
que
os
liberaes,
que
o
são
de
bons
sentimentos,
reprovam
taes
attentados,
é
sempre
dos
seus
differentes
grupos
que
a
mão regicida
se
tem
le
vantado
contra
os
monarçhas
legítimos
ou
intrusos.
Ha
meio
século
que
a
mão
regicida
se
levanta quasi annualmente;
ha meio
século
quasi
que
um
grande
e
nobre
par
tido
sotlre
resignado
a sorte
de
vencido
e
as injurias
do vencedor,
aqui,
como
na
Hispanha,
como
na França, como na
ha-
lia,
e
vendo,
ora
adular
um
idoío, ora
levantar
contra
elle
o
ferro
traiçoairo
ou apontar-lhe
o trabuco,
esse
partido,
ou
antes
essa
maio
ria
de
povos
que
gemem
agrilhoados
á
sombra
de uma
prostituta
baptisada
core
o nome
augusto
de liberdade;
esses
co
rações
generosos
levantam
unanimes
um
grito
de indignação
e
de
desespero.
Apontae-nos,
senhores
liberaes,
apon-
tae-nos
a
mão
de
um legitimista
que
te
nha
levantado
o
punhal
ou
apontado
o
trabuco
contra
aquelles
que collocastes
em
throno
para
mais
certo lhes
poder
des
atirar.
Dizei-nos
se
os
regicidas
se
escondem
entre
nós,
ou se sahem das
vossas filei
ras.
E
sois
vós
os
que
nos
accusaes
de
sanguinários,
de
amantes
de forcas
e
de
fogueiras,
e
de
muitas
coisas
mais.
A
geração
passada
caiu
debaixo de
vosso poder
para
expiar
suas
faltas.
Sof-
freti
resignada
o
ca«tigo
que
a
Divina
Providencia
dictou
em
sua
sabedoria,
mas
acatou
o
preceito
do
Todo-Poderoso,
que
escreveu
no
seu
codigo
divino:
—
Não ma
tarás.
—
Hoje
se
levanta
uma
geração
no
va
e
cheia
de
vida,
que
ante
si
vê
des
moronar-se
uma
sociedade
onde
impera
o
despotismo
com
o
nome
de
liberdade,
a
destruição
com
o
nome
de progresso,
a
anarchia
chamada
ordem,
a
miséria
na
cional
chamada
divida,
e, o
que
é
ainda
peior mal,
o
desprezo
e
a
perseguição
por
todos
os
meios
á
religião
de nossos
paes
em
nome
da
liberdade
de
pensa-
mentol
Para
onde
caminhamos?
Para
onde nos
levam?
Que
mais
querem
de
nós?
Agrilhoados
pelo
vosso
poder,
que
vae
desmoronando,
esperamos
que
vós
mesmos
vos
anuiquiieis.
Seremos
simplesmente
mé-
ros
espectadores
na
tragédia
de vossos
desvarios
de
governante
e
governados,
mas
a
nossa
mão, (estae descançados)
nunca
levantará
contra vós
o
ferro
ho
micida.
Podereis
sim
encontrar-nos
tal
vez
no
campo
da
batalha
desafiando-vos
para
o
ultimo
combate
que
tenha
de
íe-
rir-se
entre
nós,
mas
nunca
na
vossi
ten
da
entraremos
de
punhal, nem
vos
apon
taremos
á
traição;
se
vencermos,
entre
garemos
a vossos
filhos,
não
a
bandeira
nicolor.
mas
a
bandeira das
Quinas,
a
de
Aflonso
e
João
I;
de
uma
só
côr,
que
só
uma
é
a
nossa
fé
em
Deus, só
uma
a
patria
que
amamos, só
um o
rei
que
defenderemos quando
essa
bandeira
fluctuar
nas
.muralhas
de
nossas
cidades,
nas
ameias
de nossos
castellos,
nos
mas-
tos
de
nossos
navios,
no
pdacio
de
nos
sos
reis;
veremos
acatadas as
leis,
respei
tada
a
auctoridade,
a
ordem
restabeleci
da
e a
religião
exaltada;
mis
emquanto
não
despontar
o
dia
do
resgate,
o
dia
do
triunfo,
o
d a da ordem,
o
dia
da
lei,
o
dia
da
moralidade,
o
dia
que
um
dia
ha
de
querer Deus para
gloria
Sua,
esperaremos
confiados
t/Elle,
armados
só
com as armas
da
oração
por
um povo
que
soffre,
com
a
esperança
de
uma
patria
captiva
que
geme,
com
a
resigna-'
ção
de
um
proscripto
que
anceia
vêr
se
na
patria
<ie seus
paes,
e
com
a
cora
gem
dos
bnvos de
1640.
Na
estrada
do
crime
cammhaes
para
o
precipício
com
o
punhal
levantado,
e
despennaes-v
>s
no abysmo,
emquanto
nós
vamos,
confiados
no
Todo-Pcderoso,
lan
çando
os
alicerces
a
um
novo
reimdo
de
paz,
de
ordem
e
verdadeiro
pro .rms
in-
tellectuaí
e
moral,
para
grangta-mos
a°
HBSEHV»«K&
bênçãos
de
no»sos
tiihos,
e
para
que
uma
lagrima
de
saudade
venha
orvalhar
um
dfa
a
pelra
que
cobrir
os
nossos
restos
«aortaes.
J.
A.
----- - •^ça£Z-«£x»^»'-
—
A
Pastoral
«t«
w.
exe.
*
rev.
1”
o
snr.
arcebispo
Primai,
inserta no
n.°
Sít»
do
«Coinmercio
do
Mi
nho».
Com
a
devida
venia transcrevemos
do
uosso
collega
de
Lisboa,
a
«Familia»,
o
qifé
sobre
esta
veneranda
Pastoral
acaba
de
publicar
no
dia
30
do mez
passado.
Applaudindo
com
todo
o
enthusiasmo
e
agradecendo
cordealmenie
este
acto
de
s.
esc.
”
rev.®
a
que
reputamos
de
tam
gran
de
alcance
sociai
e religioso,
tencionava-
mos
tomar
a liberdade
de dizer
duas pa-
lavras sobre essa Pasloral, desde
que
a
vimos
publicada
na
«Semana
Religiosa
Bra-
carense»,
folha
official
d
’
este
arcebispado.
Damos,
porém,
a
palavra
ao
nosso
mencionado
collega
que
se
nos adiantou,
poupando-nos
um
trabalho,
que
julgáva
mos
do
nosso
dever
de
jornalistas
ca-
tèolicos:
e
fazemos
inteiramente
nossa
a
apreciação
do
collega,
que
condensa
perfeitamente
o
nosso
juizo:
«O senhor
arcebispo
de
Braga
acaba
de
dar
um
passo
de
maxiraa
importância
a
favor
de
seus diocesanos,
convidando
o
cábido, vigários
geraes, arcyprestes
e
pa-
rochos
a
dar
a
Bênção
solemne,
todos
os
domingos,
com
o
Santíssimo
Sacra
mento, exposto
á
bocca
do
sacrario.
Teve
por
fim,
animando
a
fé,
predis
por
os
christãos
commetlidos
á
sua
vi
gilância,
para
a
eternidade
feliz,
ponto
a
que
devem
dirigir
os
setís
pensamentos,
desejos
e acções.
A
causa
da semi-exposição
do
Santís
simo
Sacramento
não
póde
ser
mais
jus
ta,
e
mais
digna
de um
prelado, que ze
la
o
hem
das
almas,
e
por
conseguinte
publica,
ou
que
diz
relação
immediata
á
melhor
das causas
publicas,
qual
a
santi
ficação
dos
fieis, meio
indispensável
para
conseguimento
da
bemaventurança
eterna.
O
senhor
arcebispo
determinou-se
não
só
pelo
que
a
disciplina
auctorisava,
mas
também pelo
exemplo
de
outras
dioceses
em
diversos Estados Catholicos.
Foi
o
primeiro
em
Portugal.
E
assim
devia
ser.
Foi
de
Braga,
que
a
Fé
Catholica,
desde
o
século
i."da
Egreja,
raiou
para
tpdo o
paiz.
que
expira
no
oceano
aus
tral;
e
se
em
tão
dilatado
periodo
tem
sido
primaz, é
uma consolação
para
o
ppvo
portuguez,
que
a
cabo,
perto de
ÍDO
lustros,
o
seu
prelado,
era
providen
cia salubérrima,
ainda
hoje
seja
o
primei
ro I
E
’
para
crer-se,
que
o exemplo
do
norte
irá
lavrando
até
ao
extremo
sul,
e
então
mais
uma
prova
de
que
a
prima-
sia
não
é
um
nome,
mas sim
uma
rea
lidade.
uzirim
Imenacultvdift
Conceição
.
—
A
’
rna-
nhã
festeja-se
a
Immaculada
Conceição
nos
seguintes
templos:
Paço
ar
chiepisco
pai.
—
Mi ssa solemne,
a„que assiste
s.
exc.
a
revd.
IIia
,
o
corpo
docente
e
estudantes do
curso superior
de theologia,
e
sermão
pelo
revd.IUU
dr.
Albuquerque,
professor
do
Seminário.
—
Populo.—
Missa
solemne
de
manhã,
Ladainha
e
sermão de
tarde
pelo
revd.
,n
°
«ir.
conego
dr.
Figueiredo
Terceiros.
—
Missa
solemne, Ladainha
e
sermão
de
tarde.
Conceição,
Penha
e
Salvador.—
Missa
solemne
e
Ladainha.
■■ublicaçõe».
—
Temos
recebido
va
rias publicações, que iremos
mencionando:
—
Almanach do clero
para
o
anno
de
fô79
—
Redigido
por
Luiz
Pereira
de
Sampaio,
presbylero.
E'
o
terceiro
anno
da
publicação
de
es.te
livro,
muito
digno do
excedente
aco
lhimento que tem
tido.
Abre
com
ura
fidelíssimo
relraio
pho-
tflgraphico
do
exc.
rao
snr.
D.
Américo,
bispo do
Porto,
acompanhado
d
’
uma
bem
eicripta
e
minuciosa
biographia
pelo
snr.
Gqnçalo
d’
Alhaide.
Além das matérias d’iiiteresse geral,
publica
prosas
e
versos
dos
snrs.
Pires
dfi
Lima,
Garcia
Diniz,
Costa
Pinto,
Tho-
mpz
Ribeiro,
João
de
Deus,
padres
Ser-
rão,
Seabra, Viegas, etc.
—
O
Século XIX
em
face da
consciên
cia
e
da Egreja
—
Conferencias
pelo
revd.
0
Padre
Roux.
—
Versão
de
D.
Miguel
Solto-
Mayor.
Sobre
esta
2
’
edição
já
ha
dias
in
serimos
n’
esta
folha
um
artiguinho
do
snr.
padre
Chrispim
Caetano
Ferreira
Ta
vares,
e
porisso
limitamos-nos
a
recom-
mendal-a aos
leitores.
—Alravez
d
’
África
—
Viagem
de
Zanzi-
bar
a
Benguella
por
V.
L.
Cameron—
Tradusido
do
inglez
por
Francisco
de
Len-
caslre.
Distribuiu-se
o
fase.
n.°
6
d
’esta
obra
illustrada,
edição
dos snrs.
Mattos
Mo
reira
&
C.
“
—
Curso
de
Philosophia
elementar,
por
D.
Jaytne
Balmes
—
Tiaducção de José
Si
mões
Dias,
professor
de
Litteratura
no
lyceu
nacional
de
Viseu.
Recebemos o
volume
II
d’
esta
obra,
editorada
pela
casa
Chardron.
Depois
de
recebermos
o
volume
pri
meiro,
que não
nos
foi
enviado,
dire
mos
algumas
palavras
sobre
a
mesma.
gSenefleio.
—
Alguns
estudantes
dão
no proximo
domingo
um
especlaculo
no
lheatro
de
S. Geraldo, em beneficio
de
uma
familia
necessitada.
Falleeimenio. —
Falleceu ante-hon-
tem
o
snr.
Trislão
da
Silva,
empregado
na
camara
ecclesiastica
de
Braga.
Aos
seus
o
nosso
pesame.
Julgamento».—
Foi
quarta-feira
jul
gado
no
tribunal
judicial
d’
esta
cidade
Antonio
de
Lima,
o
Bolegães,
accusado
de
ter
roubado
uns
bois.
Foi
condemna-
do
em
15
annos
de degredo
para
uma
das
nossas
possessões
de
1.
*
classe
em
África.
No
mesmo
dia
foi
julgado
Antonio
Bar
bosa
da
Moita,
da
freguezia
de
Cossoura-
dos
do
concelho
de
Barcellos,
accusado
do
crime
de
escalatnenlo
e
arrombamen
to
d
’
uma casa:
absolvido.
—
Na
quinta-feira
foi
julgada
Josepha
Soares,
do
logar
d
’
Aspa,
freguezia
de
Fis
cal da
comarca
d
’
Amares,
por
ter
subtraí
do
a
uma
companheira
objectos
avaliados
ein
27$060
reis:
absolvida.
Anniversario
da«
Almas
em
S
bazaro.
—
Nos
dias
15
e 16
é
o
anni-
versario
das
almas
de
S.
Lazaro,
ura
dos
mais
esplendidos,
que se
fazem
n
’
es-
la
cidade.
E
’
orador
o
reverendo
Fran
cisco
Pinto
da
Silva Rego, reitor
de
S.
Christovão
do Pico.
E’
este
sacerdote
um
talento
raro, e de
quem
os
bracarenses
muito
teem a
esperar.
A
Homa!
a
Rama!—
Publicou-se
a
2.»
edição
d’esta
formossima
valsa
para
piano,
por
A.
M.
S.,
iniciaes
sob
que
se
occulta
um
notabilíssimo
talento,
e
um
cavalheiro
de toda
a
respeitabilidade.
Brevemente
seremos
mais extensos
ácerca
d
’
esta
mimosa
composição,
que
se
acha á
venda
n’
este
escriptorio.
Bispo
da
Onat-da.
—
Falleceu
este
respeitável
e
venerando anceão.
O
fallecido, D.
Manoel
Martins
Manso,
era
decano
dos
prelados
portuguezes.
Nas
cera
a
21
de
novembro
de
1793.
Era
doutor
em
theologia
e fora eleito bispo
do
Funchal
em
18
de
abril
de
1849
e
confirmado
em
28
de maio
do
anno
im-
mediato.
Ficamos
sabendo...—
A
«Reforma»,
immundo
jornal
protestante
do
Porto,
sob
a epigraphe—
a
questão do
registro
civil
diz
o
seguinte
no
seu
n.°
8:
«Por
falta
de
accordo
entre
os
mem
bros
do ministério e do
conselho d
’
Es-
tado,
com
relação
ao
regulamento
da
lei
sobre
o
registro
civil,
acaba
de pedir
a
sua
demissão
o
exc.,nu ministro
da
justiça,
Barjona
de Freitas.
D’
esta
vez,
ainda
triumphou
o
cleri-
calismo,
porém
confiamos
em
Deus, que
um ministério
composto dos homens
mais
avançados
d
’
este
paiz,
e
que
hoje
se
acham
filiados
no
partido progressista,
o qual
outr’ora
tanto
honraram e
ennobreceram,
os Passos, José
Estevão,
duque
de
Loulé,
Sá
da
Bandeira
e
tantos
outros,
cortando
por
preconceitos
e prejuízos,
que
hoje
não
tem
razão
de
ser,
ha
de
tornar effecliva
essa
lei,
que
é
de
uma
palpitante
neces
sidade
para
a
emancipação
religiosa
d
’este
paiz.
Assim o esperamos,
e
cremos que
estas nossas esperanças
de
hoje
hão-de
ser
a
realidade
de ámanhã».
Ficamos sabendo
que
os
discípulos de
Luthero,
ou
a
vivora
protestante,
que veio
aninhar-se
no
Porto,
gosta
do registro
civil
e
dos
avançados
liberorios.
Tarabem
nós
esperamos
d
’
elles
a
tal
emancipação
com
que
nos
ha
de
vir
a
li
berdade
da
profissão
religiosa
e
tudo
quanto
roubaram
aos
frades.
Que fortuna!!!!!!
Sov»
fórmula
de
juramento
—O
juramento
que
Passavanti,
o
regici
da italiano,
prestou
quanto
a
não
ter
cúmplices, foi concebido
nos termos se
guintes:
«Juro
por
Christo,
homem
por excel-
lencia,
e
pela republica
universal,
que
não
tenho
cúmplices
e
que só
deliberei pra
ticar
o
que
fiz.
Se
quizesse
mentir,
ne
garia,
mas
não
proferiria
este
juramento,
que
para
mim
é sagrados.
Isto
deve ir
com
vista aos
carrilhos
de
qualquer
especie.
Monte-Pio.
—
No
dia
8
do corren
te
reunir-se-hão
em
assembleia
geral ex
traordinária
os
socios
do
Monte-Pio
de
S.
José,
para
discussão
e
approvação
de
novos estatutos
IfeafaEque.
—
Descubriu-se na
séde
do Banco
Ultramarino
em
Lisboa
um
desfalqne
superior
a
100 coutos.
Estão
presos
o
thezoureiro e
outros
empregados
do Banco.
Bodo
aos
pregog.
—
Para
comme-
tnorar
o
anniversario
glorioso
do i.
u
de
Dezembro
de
1640,
o
snr. commendador
Faria
Machado, de
Barcellos,
mandou
distribuir
a
todos
os
presos
das cadeias
d
’
aquella
villa, um
abundante
bodo,
com
posto
de
sopa,
vacca e
arroz,
carne
assa
da,
figos
seccos,
vinho
e
pão,
e
dar
a
cada
um
d
’
elles
100
reis
em
dinheiro.
Tremor
«le
terra.—
Um
tremor
de
terra
causou
grandes
desastres
na
parte
meridional
do
Estado
de
S.
Salvador,
em
2
d
’
outubro.
O
primeiro abalo
durou
40
segundos
e
terminou
com
um
choque
semelhante
a
um
forte
levantamento
do
solo;
as
os
cilações
foram
na
direcção
sudoeste
e
são
attribuidas
a
uma
erupção
do
vulcão
de
Tecana.
As
cidades
que
mais
soífreram
foram-
Guadalupe,
Nova Guadalupe,
Chinatneca,
Usulutan,
Jucnapa, Caperio
del Arenal,
Santiago
de
Maria, Tecapa, Triunfo
e
San
Buena
Ventura.
Nova Guadalupe
e
Chínameca
ficaram
por
assim
dizer
destruídas
completamente;
em
Jucuapa
quasi
todas
as casas
desaba
ram,
sepultando
debaixo
das ruinas
innu-
rneras
famílias.
Uma
parte
da
população dirigiu-se
em
massa para
a
grande
praça
da
cidade
pa
ra
escapar
ao
desabamento
das
pare
des
e
telhados das
casas.
Envenenamento.
—
Com
data
de
22
d
’outubro
ultimo, communicam
de
Loan-
da
ao
«Imparcial»:
A
familia e
empregados
da casa
do
snr.
Eusebio
Serodio Gomes,
no
Dondo,
foram envenenados.
E
’
empregado
d
’
aquella
casa
o
nosso
patrício
Avelino
de
Faria
Monteiro
Gui
marães.
que
também
tomou
o
veneno.
Suspeita-se
que
o
cosinheiro,
que
é
de
cor
negra,
foi
quem
applicou
o ve
neno, para
se
vingar
do
dono
da
casa,
com
quem
tinha
lido
uma
pequena
desa
vença.
Felizmente
não
ha
victima
nenhuma
a
lamentar.
O
veneno de
que
o
vingativo
negro
usou
suppõe
se
ser
o
Banbun,
um
dos
mais
atrozes.
Portuguezes
falleciílos.—
No
Rio
de
Janeiro,
falleceram
desde
o
dia
12
até
13
de
novembro,
os
seguintes súbditos
por
tuguezes:
Francisco
Antonio
dos
Santos, 52
a.,
c.;
Francisco
José
Martins
Pinto, 46
a.<
c.;
Plácido
Joaquim
de
Mello,
55
a.,
v.;
Francisco
Mendes
de
Figueiredo,
24
a.,
s.;
José
Christovão
Sequeira
de
Abreu,
31 a.,
s.;
José
da
Cruz Campos, 37
a.,
c.;
Joaquim
Fernandes
de
Carvalho,
23
a.,
s.;
Francisco
Silveira
da
Rosa
Furtado,
50
a.,
s.;
Maria
Isabel
de
Lima,
42
a.,
c.;
Maria
Augusta
da
Camara,
31
a.,
v.,
Brazilio
Lopes,
35 a.,
s.
TELEGRAMMAS.
S.
Petersburgo
3
—O
czar pronunciou
uma
allocução
em
Moscow.
Agradeceu
os
sacrifícios
feitos
durante
a
guerra.
Es
pera
que
em
breve
será
concluída
a
paz
definitiva
cotn
a
Turquia. Em
seguida
agradecendo
as provas
de
dedicação
ma
nifestadas
pelos moscovitas
por
occasião
dos
tristes
casos
occorridos
em
S.
Pe-
lersburgo
e
outros
pontos
da
Rússia,
ac-
crescenton:
Tenho esperanças
de
que
quando eu não
existir
alimentareis
iguaes
sentimentos
por
meú
filho
successor;
tam-
bem
espero
que
me
ajudeis
a
desviar
a
mocidade
do
caminho
perigoso
e
para
onde
a arrastarem homens
indignos
da
confiança.
Deus
queira
permittir-nos
que
vejamos as
instituições da
Rússia
desen
volverem-se
pacifica
e
legalmente
e
só
isto
poderá
garantir no
futuro
o
poderio
da
Rússia
Lahore
3
—Corre o
boato
de origem
bem
informada
de ter
havido
batalha
em
todo
o dia
de
hontem
entre as tropas
do
general
Roberts
e
os
afghans
no
desfila
deiro
Rivera.
São
desconhecidos
os
resultados.
Chegaram
a
Kirk
no
desfiladeiro
de
Bolan
as
reservas
da
columna
Queltn.
Constantinopla
3—
A questão Novi-Ba-
zar está virtualmenie
resolvida
pela
occu-
pação
mixta.
Lahore
4 -E
’
oflicial
não
ter
occorrido
hontem
nenhum
ineidente
no
desfiladeiro
de
Kiber.
Ha
noticias
authenticas
que
Djallalad
foi
evacuada pelos
afghans.
ÀSIOSMIITOS
Os
abaixo
assignados,
julgam
ler
agra
decido
a
todos
os
illum.
08
e
exm.
os
snrs.
que
lhes
fizeram
a
honra
de
os cum
primentar
por occasião
do fallecimento
de seu
muito
presado
avô
e
sogro, João
Pedro
Pereira
Pinto
Barreto,
e
se
digna
ram
assistir
ao
oflicio
de
sepultura
na
real
capella
da
Misericórdia
d’esta
cida
de;
mas
podendo ter-se
dado
alguma
fal
ta
involuntária
no
cumprimento
d
’
este
de
ver,
vem
por
este
meio
protestar
a
lodos
o
seu
profundo
e
indelevel reconheci
mento.
Joaquim
Augusto
Barreio Pimentel
Joaquim
Manoel
Dias
Pinheiro.
(2137}
Joaquim
José
Leite
Pereira
e
suas
ir
mãs,
não
lhe
sendo
possível
agradecer
pessoalmente
a
todas
as
pessoas
que
os
cumprimentaram
e
prestaram
seus
ser
viços
por
occasião do fallecimento
de
seu
presado
pae
o
bacharel
Pedro
Leite
Pe
reira,
da freguezia
de
Panoias,
fazem-no
por
este
meio
protestando
a
todas
o seu
reconhecimento
e
gratidão.
(2138)
ANNUNC10S
ATTENÇÃO
Quem
pretender
comprar
uns
appa-
relhos
de
moinho
de
vento,
novos,
com
bons
panos
de
lona,
na
Porlella
de
Va-
de,
comarca
de
Villa
Verde,
trata-se
com
José
Antonio
Rodrigues da
Porlella
de
Vade,
por
preço
muito
comtnodo.
(2143)
José
Duarte
Pregueiro
&
Irmão
fazem
publico
que
desde
hoje
em
diante
sus
pendem
a
carreira
diaria
que
tinham
d
’
es-
ta
cidade
para
a
Povoa
do
Varzim.
Braga,
7
de
dezembro
de
1878.
José
Duarte
Pregueiro
&
Irmão.
(2144)
VENDE-SE
OU ALUGA SE
O
Kiosque
situado
na Praça
Munici
pal.
Quem
o
pretender
falle
com
Paul®
José
Themotheo,
morador
na
mesma.
(2145)
MONTE-PIO
DE
S. JOSÈ
Por
ordem
do
snr.
Presidente
da
as
sembleia
geral,
são
convidados todos
os
socios
que
estejam
no
goso
dos
seus
di
reitos
a
reunirem-se
em
assembleia ge
ral
extraordinária,
na
casa
da
Assiciação,
no
largo
de
Santo
Agostinho,
no dia 8
do
corrente
mez
á
1
hora
da
tarde,
para
a
discussão
e
approvação
dos novos estatu
tos.
Braga
1
de
dezembro
de
1878.
O
2.°
secretario
(2134)
José Antonio
Peixoto Braga.
NOVO
HORÁRIO.
Francisco
Mesquita,
d’esia cidade,
e
Joaquim
Alves
Vinagreiro,
da
Povoa
de
Laníioso,
fazem
publico, que
as
suas
di
ligencias
que
saem
da
casa
do
snr.
Ri
beiro
Braga
em
direitura
á Senhora do
Porto ás
6
e
12
horas
da
manhã,
che
gando
ás
9
e
meia
horas
da
manhã
e
4
e
meia da
tarde,
e
a
Braga ás 9
e
meia
da
manhã
e 5
horas
da
tarde,
(icam
saindo
desde
o
dia
5
do
corrente
in-
clusivè,
as
6
e
meia
da
manhã
e 1
da
tarde.
Preçoai
De
Braga
ao
Pinheiro
160
De
»
á
Povoa
200
De >
á
Snr.a do
Porto
300
Braga
4
de
dezembro
de
1878.
Pelos
annunciantes
(2139)
Ribeiro
Braga.
Carreiras
diarias
Francisco
José
de
Barros &
Narciso
José
Marques,
annunciam
ao
publico
que
abrem
duas
carreiras
diarias
entre
Braga
e
Senhora
do
Porto
a
principiar
no
dia
6
do corrente
inclusive,
a sair
de
Braga
ás
6
horas
da
manhã
e
2
da
tarde,
chega
á Senhora
do
Porto
ás
9
da
manhã
e
5
da
tarde,
sae
da
Senhora
do
Porto
para
Braga
ás
6
horas
da
manhã
e
1
da tar
de,
e
chega
a
Braga ás
9
da
manhã
e
4
da
tarde.
Preçoat
De
Braga
ao
Pinheiro
160
De
»
á
Povoa
200
De
»
a
Simães
240
De
»
á
Snr.
3
do
Porto 300
Escriptorios
em
Braga, em
casa
de
Domingos
Alves
Pereira,
Praça
do Barão
de
S.
Martinho;
na
Senhora
do
Porto,
em
casa
de
Antonio
Joaquim
Gomes
Bar
roso.
Braga
3
de
dezembro
de
1878.
Francisco
José
de
Barros
(2142)
Narciso
José
Marques.
DECLARAÇÃO
O
abaixo
assignado
constando-lhe
que
alguém
mal
intencionado
anda
propalan
do
que
elle
fizera
escriplura
de
divida,
vem por
este
meio
protestar conlra
si-
milhante
calumnia,
desafiando
o
calumnia-
dor
a tirar
da
conservatória
qualquer
cer
tidão
que
possa desmentir
a
sua
affirma-
tiva.
Braga
4
de
dezembro
de 1878.
Antonio
José Cerqueira
da
Sih>a
Braga.
(2140)
ATTENÇÃO
Uma
senhora
de
boa familia
e
fina
educação,
achando-se
completamente
ha
bilitada
para
leccionar pianno,
resolveu
dar
lições
fóra,
e em
sua
própria casa;
igualmente
ensina
bordados:
a
branco,
a
cabello,
matiz,
escomilha,
ouro,
etc.
A
quem
convier, dirija-se
á
loja
do
snr.
Lomar,
na
rua
do
Souto.
(2130)
Conferencia
de
S.
Vicente
de
Paulo
São
convidados
todos
os
membros
da
Conferencia
de
S.
Vicente
de
Paulo
para
assistirem,
segundo
o
Estatuto,
á
missa
que tem
de celebrar-se
no
dia
8
do
cor
rente,
na
egreja
do
Salvador,
pelas 8
horas
da
manhã.
Dinheiro
sobre
penhores
REWOLVERS
REWOLVERS
REWOLVERS
Armas
caçadeiras, etc.,
etc., etc.
Não
ha
de
certo
offertas
mais
elegantes
e
mais
bonitas
e
ao
mesmo
tempo
mais
uteis n
’
esta
época
do
Natal
do
que
as
armas,
principalmente
havendo occa-
sião,
como
agora
acontece,
de
serem
obtidas
por
preços
verdadeiramente
excepcio-
naes
e
garantindo-se
a
sua
qualidade.
A
nossa grande
manufactura
R.
J. é ha muitos
annos
conhecida
em
toda
a
Europa
pela
qualidade
e superioridade
dos
seus
productos,
que
hão
de
ser
expe
didos da nossa
succursal
de
Liverpool
pelos
preços
abaixo
mencionados
e
franco
de
porte,
sendo
a
sua
importância
enviada
em valles do
correio,
cheque
de
Banco,
dinheiro
em
lellras
(a
posta
ingleza
não
expede
mercadorias
para
serem
reembol
sadas
no
estrangeiro).
Todos
os
artigos
vão
acompanhados
da
nossa
garantia
pelo
tempo
de
dois
an
nos,
e
nós
compromettemo
nos
a restituir
a
importância
do
objeclo
quando
este
não
satisfaça
aos fins
a
que
é
destinado.
PREÇO
CORRENTE
Rewolvers
de
6
tiros,
systema
Lefaucheux,
de
cabo
d’ebano
esculplurado
fr.
5
Rewolvers
de
6
tiros,
systema Laíaucheux,
de
marfim
...................................
*
8
»
»
>
»
»
incrustado ...»
9
Rewolvers
de
6
tiros,
systema
Buldog,
fogo central,
ébano.......................
>10
»
>
>
»
>
marfim.......................
»
12,50
»
7 »
>
Smilh
Wesson
com
extractor
automático
•
>
19
Rewolvers
de
>
tiros,
systema
Smilh,
madre
pérola
e
prateado .
.
.
.
>
24
Rewolvers
de
7 tiros, systema
Rozenzi
com extractor
automalico,
desar
mando-se
inteiramenle
sem
parafuso.
Este
systema
é
o
mais
engenhoso
de
lodos
quantos
se
conhecem,
com incrustação
d’ouro....................... »
30
Carabina
Flobert,
6
millimetros
de
nogueira
esculpturada.............................
»
18,50
»
>
8
»
d
’
bano
...............................................................
>22
Armas
caçadeiras
de
2
canos,
80
centimetros,
cal.
16
a'
20 (á
escolha)
verdadeiras
camaras
inglezas
......................................................................
»
28,50
Armas
caçadeiras
duplo
Lefaucheux
.....................................................................
>
34,50
»
»
>
>
estrida
com
chave
dupla
.......................
» 42,50
Armas caçadeiras
duplo
Lefaucheux
canos
de
80 cent, coronha
ingleza
gra
vura
incrustação
.............................................................................................
> 87,50
Armas
caçadeiras,
percussão
central
dupla, verdadeiras
estrias
Bernard,
systema
Reylly
(o
melhor
que
se
conhece)..............................................
>
122,50
Todas
as
armas
estão
contidas
em
estojos
de
couro
e
são
garantidas
por
dois
annos.
E. H. ROSENZI &
G.a
U, Briíngwiek,
Street,
Iiiverpool,
Ingleterre
(2133)
GRANDE RIFA LOTERICA
QUE SE
EXTRAHIRÁ POR MEIO DA
I.OTEIUA
KTnilililffllilll
l)K IIÊSMi
BB
£3
BB
BBHHBIO
BB
1W8
PROSPEGTO
DOS PRÉMIOS
1
de
Um
piano, novo
e
garantido,
do
conhecido
auctor
«Gaveau>,
modelo
n.°
1,
com
o
n.°
8612,
comprado
e
depositado
no
muito
acreditado
armazem
da
viuva
de
José
de
Mello
Abreu,
para
o
bilhete
que
contiver
o
numero
em
que
sahir
o
primeiro prémio
de
2.500:000
pesetas.
1
de
Uma
nova
e
excellente
machina
de
costura,
para
familia,
do
afamado
auctor
«Singer»,
para
o
bilhete
que
contiver
o numero
em
que
sahir
o segundo
prémio
de 1.250:000
pesetas.
1
de
Um
relogio
d
’ouro, experimentado,
para
homem,
do
fabricante «Jnlien
Gene-
ve»,
com
uma
excellente
caixa d
’
ebano,
para
o
bilhete
que contiver
o
nu
mero
em
que
sahir
o
terceiro
prémio
de
750:000
pesetas.
2
de
Um
par
de
castiçaes
de
prata,
para
cada
um dos bilhetes
que
contiver
qual
quer
dos numeros
em
que
sahirem
os
2
prémios
de
250:000
pesetas.
4
de
Uma
duzia
de
colheres de prata,
para
chá,
para
cada
um dos
bilhetes
que
contiver
qualquer
dos numeros em que
sahirem
os
4
prémios de
125:000
pesetas
20
de
Um
talher
de
prata,
composto
de
faca,
garfo
e
colher,
com
a
competente
caixa,
para
cada um dos
bilhetes
que
contiver
qualquer
dos
numeros
em
que
sahirem os
20
prémios
de 50:000
pesetas.
30
de
Uma
bolsa
de
prata,
para
homem
ou
senhora,
para
cada
um
dos
bilhetes
que
contiver
qualquer
dos
numeros
em
que
sahirem
os
30
prémios
de
25.000
pesetas.
40
de
Uma entrada para
a
Habilitação
Loterica,
com
direito
a
uma
cautela
de
600
reis,
em
séries
de
6
loterias,
no
valor
cada
entrada,
de
3$6O0
reis,
para
cada
um
dos
bilhetes
que
contiver qualquer
dos
40
numeros
cujas
3
ultimas
lellras
sejam
iguaes
ás
3
ultimas
lettras
do
numero
em
que
sair
o
prémio
de 2.500:000
pesetas
99
prémios.
CADA
BILHETE
PARA. ESTA RIFA CONTÉM 20 NUMEROS
E
CUSTA
700 REIS
Aluga-se
ou
vende-se
o
magnifico
pa
lacete
do
fallecido
visconde
de S.
Laza-
ro,
silo na rua
de
S.
Lazaro
d
’
esta
ci
dade,
com
frente
para
a
rua
do
Raio.
Tem
cocheira,
jardins,
pomar,
quin
tal,
agua
em
todos
os
andares,
excellen-
tes
vistas
e
commodos
para
uma
nume
rosa
familia.
Também
se
arrenda
ou
vende,
junta
ou
separadamente
d
’
este
prédio,
como
mais
convier,
o
prado
contíguo
ao
quintal
d
’elle;
o que
tudo
póde
ser
visto
a
qualquer
hora
do
dia.
Para
tratar
na
gerencia
do
Banco do
Minho
ou
na
rua
do
Alcaide,
n.
e
23.
(2089)
ALUGA-SE
um excellente
pian-
110
Por
^$300
reis
raensaes
por
tempo
de
tres
annos,
ficando
no
fim
d’
este
praso
proprietária
do
pian
no
a
pessoa
que o
allugar.
Trala-se
na
rua
Nova
n.°
5
—E.
(2092)
Os
Rebuçados niytilicoo,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
peclorante, são
o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico deposito
no
Porto.
PHARMA
CIA
CENTRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227.
Unico deposito
em Braga, PHARMA
CIA
DOS
ORPHÃOS,
praça
Municipal.
(2080)
ÁPPAR1CI0
&
M
á
LHEIRO
99,
Praça
do
Barío
de
S.
Martl-
nho,
9
9
Receberam
grande
sortimento
de:
Chapéus
modelos
para
snr.
*
e
creança.
Flores,
plumas
e
cascos
para chapéus.
Malhas
de
lã
para
creança.
Toucas
para
senhora
e creança.
Colarinhos
e
punhos.
Colarinhos
de
bretanha
de
linho para-
mililares,
duzia
a 1^000 e
l$200
rs.
Meias
de
lã
em cores.
Copos,
cálices
e
garrafas.
Jarras
de
differentes
qualidades.
Faqueiros
para
meza.
Machinas
para
fazer
a barba,
a
700
rs.
Chavenas
e pires.
Oleados
para
mezas.
Serviço
para quano.
PREÇOS
FIXOS
Vendas
a
dinheiro.
Muita altenção
Alluga-se
do
S.
Miguel
por
diante,
2
iredios
recentemente
reconstruídos
de
no
vo,
com
os
n.
08
27
e
28,
eitos
na
rua
de
D.
Pedro
V,
com
quintal
ajardinado
todo
morado,
e
com
agua.
Tem
commo
dos
para
numerosa
familia,
e dos
2.°
*
andares
gosam-se
os pontos
mais
impor
tantes
de
Braga.
Passa
ao
pé
da
porta
o
americano.
A tratar com
o
seu
pro-
irietario
nos baixos
dos
mesmos
onde
po
dem
ser
vistas
a
toda
a
hora
do
dia
e
iodem
ser
occupadas
desde
já. (949-Q)
CIRlJBCllAO
BEVTISI A
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRDRGI-
CA
DO PORTO
Rua
de S.
Marcos
n.°
49.
BRAGA.
Faz tudo quanto diz
respeito
á sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(801)
Os
prémios
annunciados
n
’
este
prospecto,
acham-se
desde
já patentes
no
Es
tabelecimento
de
Loterias,
de Lourenço
Marques d
’Almeida,
na
rua
das
Flores
n.°
112,
para onde
deve
ser
dirigida
qualquer encommenda
de
bilhetes.
GYS.X KS
Na
Caixa
Penhorista
Bracarense,
rua
de
D.
Gualdim,
ao
pé
da Roda,
dá-se
dinheiro
sobre
prata,
ouro,
joias,
roupas
e outros
mais
objectos
que
tenham
va
lor
de
cincoenta
mil
reis
para
cima;
tem
grande
abatimento nos
juros.
Acha-se aberta
desde
as
7
horas
da
manhã
até
ás 8
da
noite.
Bf.
W.
A
quem comprar
de
5
bilhetes paru
eima,
concede
se
o
abatimento
de
p»r
cento.
(2100)
Quem
quizer
comprar
um
casal
de
cysnes
pretos,
creação
d
’
esle
anno,
póde
dirigir-se pessoalmente,
ou
por
carta
a
caza
de
N.
Senhora
da
Aurora
em
Ponte
do
Lima.
(2126)
DINHEIRO
A
JURO'
A
confraria
de
Santo
Amaro da
Sé
Primaz,
tem
para
mutuar,
a
quantia
de
5000000 reis.
(2065)
ALUGAM-SE
as
casas
n.°
21,
no
Campo
Novo
do
Reduto,
nobres
e com
muitos
commodos.
Trata-se
na
casa
imme-
diata
n.°
22.
(981)
GOFRE
DE
FERRO
Quem o
tenha para
vender,
falle
nx
rua
Nova
n.°
4.
LECCIONAÇÃO
Na
rua
Direita
da Cruz
de Pedra,
n.°
38
lecciona-se
PHILOSOPHIA,
RHETO-
RICA
e
FRANCEZ.
Habilita-sc
para
exame.
MACHINAS
PACA
COSER
SL
O
KTIilIJLS
DA
Companhia
fabril
SINGER
11
—
ru»
ile
S.
Vicente
—
11
BRAGA
As
melhores
machinas
para
costura
que
todo
o
inundo
conhece
e
que
nunca
tive
ram
rival.
Vendeu
no
anno
de
1877,
«89:818
machinas
de
costura!!!
mais
90:10®
que
em
1876.
A
Companhia
Fabril
Vende
as
suas
magnificas
e
sempre
acreditadas
machinas,
ao
alcance
de
todas
as
fortunas,
a
prestações
de
500
rei»
•emunneH
sem
prestação
de
entrada
ou
10
por
cento
a
menos
a
prompto paga
mento.
MACHINAS
LEGITIMAS
Para famílias, alfaiates, costureiras,
cliapelleiros
e
sapateiros
A COMPANHIA FABRIL
Garante
todas
as
suas
machinas
não
só no
seu
bello
trabalho, como na sua
immensa
duração,
com
séria
garantia.
Avisamos
o publico
que te
nha todo o
cuidado
para não
ser
enganado com as machinas
imitações,
como algumas pes
soas.
por infelicidade d’ellas, o
tem sido.
As machinas
legitimas SISÍGEI»
só
se
encontram
á venda
na
Sub-succursãl
da
COMPANHIA FABRIL SINGER
17, RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
e
nas casas estabelecidas
em todas
a
ca
pitães
dos districtos
de
Portugal
e
His-
panha.
Ensino
esmerado
e
grátis
em casa
do
comprador
Peçam
cathalogos
illustrados
com
lista
de
preços, que
se
enviarão
GRÁTIS.
AKGVIA
DE FOGO
A
quem
a
perdesse,
dando
os
signaes
certos,
e
pagando
as
despezas
feitas, en
trega
se na
residência
do
abbade
do
Sal
vador
de
Trandeiras
do
concelho
de
Bra
ga.
(2125;
M1LA BBAL INfiLEZA
(INCORPORADA
POR GARTzl REAL EM 1840)
PAQUETES A
VAPOR ENTRE
Lisboa,
ptçtos
do
Brazil e
[Ho da
Prata
0
paquete
de
13
faz
esçala
por
8.
Vicente,
Pernainbuen,
Bahia,
Rio
de
Janeiro
e
Santos.
-
0
de
28
vae
de
Liaboa
a
■
I
*
ern«nbueo,
Maceió, Bahia,
rio
de
Ja
neiro
e
Santas.
t
Ambos
estes
recebem
lambem passageiros
de
3.
a
classe
para muitos
outros
por
tos
com trasbordo.
Em
29 ou 30
loca
em
Cnrrii
e
Vígo
lambem
um
paquete d’
esla
companhia
e
de
lá
segue
em
direitura
para
Montevidew
e
Buenos
Ayre»,
para
evitar
quarentena.
PAQUETES
A
SAIR
DE
LISBOA
MINHO...................
em
29
de
Novembro NEVA......................
em
13
de Janeiro
TAGUS.....................
em
13
de
Dezembro
MONDEGO...............
em
28 de
Janeiro
GUADIANA
....
em
28
de
Dezembro
!
ELBE..........................
em
li-
de
Fevereiro
BE
CAREJU.
E
\
rl
«O
TAMAR,
em
29
ou
30
de Novembro
Os
paquetes
d
’esta
Companhia
que
sabem
de
Lisboa
a
13
e
28 levam
a
bor
do
criados
e
cosinheiros
portuguezes,
e
os
que
sabem
de
Carril
e
Vigo
a
29 ou
30,
levam-os
hespanhoes
para melher
commodidade
de
todos
os
passageiros.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia Central
no
Porto
ou
em
qualquer
correspon
dência
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
e
Vigo
é por
conta
da
Companhia.
A
bordo o»
pussageirua
teem
grátis
cama, roupa
de
cama,
co
mida
feita
por
cosinheiros portuguezes
e hespanhoes, vinho duas
ve
zes
por
dia,
assistência
medica,
ses-viço
de
criados
e
outras
deepezas.
A
EXPERIENC1A de
mais
de
27
annos tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’esta
companhia
(a
mais
antiga
na carreira do Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança excepcional; além
d
’isso
pela limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygiene como
para a commodidade
dos
passageiros.
IS10
É
COMPROVADO
pela
grande concorrência
que
teem de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que
ha archivados
em varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez para
a conducção das
ma'as
do
correio, e
por
este serviço recebe a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ES1ES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador
e Impe
ratriz
do Brazil,
como
lambera S.
A.
o Infante D.
Augusto.
Para
mais
e
bilhstes
de
passagem:
agente
no
Porto,
(>iiiiherinf
C.
Tait,
rua
dos
Inglezes.
23;
e
nas
províncias
nas correspondências
estabelecidas
em
todas
as
principaes
cidades
e
villas.
S
e
»
SS
S®
S»
SER
|
Em
13
|
PERIODICO
0 MAIS
ELEGANTE
E
MAIOR
DE
TODOS
OS
DE
MODA
If nl
Edição—
Dois
numeros
por
mez:
numeros
gravados,
aguadas
e
moldes.
—
Um
anno,
5$20U
reis
—
seis
mezes,
2$900
reis.
NOTA
—
Edição
espeeinl
para
eoatisreirim 96
figurinos e
numerosos
moldes
cortados
de
tamanho
natural.
— Um
anno.
11-5300
reis
A
administração
do
Commercio
do
Minho
recebe
as
assignaluras.
pus
f
VEL0UTINE CIF FAY
X POLVO
DE ARROZ
ESPECIAL PREPARADO CON
BISMUTO
INVISIBLE
Y
ADHERENTE,
dá al cútis
frescura y trasparencia.
x
I
nventor
CHARLES
FAY,
9,
rue
de
la
P
aix
,
PARIS
JOSE
DA
SIL
FIJFDÃO
Com iie
fato
feito
13
—
Largo
do
Barão
de
S. Martinho
—13
Participa
aos seus
amigos
e fie-
guezes,
tanto
d
esta cidade
com<
^
as
Proviuciasque
tem
um
bouiio
lil
I
8 V3r
‘a
^°
sortimento
de
fato
fei
to,
casimiras
para
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a l$500,
2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroula-
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles,
bonets
de
górgurâo
;ie
seda
e
de
casitnira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
800
•
manias
de
seda
de
lo
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe seja
encommendada,
e
prompti-
íica-se
a
ficar
com
ella
quando não
fique
á' vontade
da
freguez.
2.°
Edição
—
Cincoenta
e
dous nume
ros
por
anuo:
numerosos gravados,
aguadas
e moldes
cada mez.
—
Lm
anno.
1
1$300
reis—
seis
mezes,
5$700 reis.
Linimento
BOYER-MICHEL para caval-
tos,
fazendo as vezes
de fogo
e não deixando
vestígios do
seu
emprego M
ichel
, pharma-
ceutico em
Aix
(na Provença) França. —
Preço
1,000 reis. — Em
Lisb-.ii
o
sair
B.irretu,
Lorelo, n
0
28
—
30.
Quem
perdesse
um
botão
de
ouro,
de
camisa,
dirija
se
á
rua
de
S
Vicente,
n.°
5.
Dando-se
os
signaes
certos
e
pagando
o importe
d
’
este
annuncio,
se
entregará.
(2127)
1
OS;
M
FIRO
No
Collegior
dos
Orpliãos
precisa-se
de
um
cosinheiro
e
de um ajudante
de
co-
sinhã.
Quem
pretender,
falle
no
mesmo
Collegio.
-2124)
1
RUA
DE
S.
MARCOS,
N.
*
5.f
H
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
saltas,
||
lindíssimos
gostos,
a
prin-
&
®
cipiar
em
80
reis
a
peça.
$
Vende olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas, tudo de
boa quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
8
Vende
cimento
roma-
no
para
vedar
aguas, ges
so para estuques de
ca
sas,
tudo de primeira
qua-
iidade.
As Verdadeiras
í
çlLULAs
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r-.
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a
SÃO
AS ÚNICAS
@
©APPROVADAS
PELA
ACADEMIA
DE MEDICINA®
g.)
DE PARIS
@
@
Por
sua Pureza
e inalterabilidade
@
S
CURAM
as escrófulas, a instifflclencia do
sangue, a
anemia paludosa,
X
FORTIFICAM as constituições fracas
'iv
ou arruinadas,
©
AJUDAM a formação das jovens, etc., etc.
@
&
A
Exigir
nossa
grma,
Spf Qr ®
•aqui jur.cta,
posta
na
áS;
parte inferior
de um __--------
O rotulo verde.
'*
—
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Pharmacies,
40,r.Bonaparid,
Paris
@
©©©©@®@©®@S©®@-®©a
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ALTO
D0UB0
BA
CASA
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VIIzRA JP®«
CA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’este
armazém
se
encontram a
retalho
as
seguintes qualidades
de
vinhos
engar
rafados:
Responde-se
e
garante-sea
pureza
e
boa qualidade de todos estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
(
tí
-4
í
)
Vinho
tinto
de meza. (sem
garrafa)
150
>
t
»
»
.
190
s
Lagrima
....................................
20(t
»
Branco
de
meza
........................
210
»
tinto
de
meza
fino.
270
»
de
prova
secca.
.
.
.
.
300
«
Malvasia
de
2.
’
........................
360
»
»
velho................................
400
»
.Malvasia
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão ....................................
700
»
Alvaralhão...................................
650
» Velho
de
1854
. .
.
.
600
»
a
retalho
para
meza
50
e
quartilho
tinto,
e branco 120.
^0,
o
Dinheiro a
juro
Ha
na confraria de Santo
Antonio
da
Praça
Municipal
a
quantia
de
65<
!
$000
reis
para
mutuar.
O secretario
—
Padre
Fran
cisco
Maria.
(2117)
RESPÔNSAVEL—laiz Baptista da Silva
BRAGA,
TYPOGIIAPHSA LUSITAKA--1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
