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jfob
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caoiiiEsici.i.L.,,
hs
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»T3«:
k
»
s
%.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
GOSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
P
reço
da
assignatura
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
6.°
ANNO
Braga,
12
mezes.
.....
1&600
»
6
»
.............
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha.......
20
Repetição
....................................
PUBLICA-SE
ÃS
TERÇÃS,
QUINTAS
E SABBADOS.
Províncias, 12
mezes......................... 2&000
»
6
».........................
I&050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Rrazil,
12
inezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso...............................
N.*
747
^c*wrn
lriirn r-m
iilii
lii’Vri a ní liii
BRAGA^QUÍISTA-FEIRA
7 »E
lKVEI»i:i 840
OE
1S7S
Igualdade, liberdade e fraternidade,
eis
as
tres
palavras
magicas,
com
que
os
modernos
reformadores
pretendem
tor
nar
feliz
a sociedade.
Mas
onde estão
os
seus
actos
passados,
que
nos sirvam
de
norma
para
o
futuro?
Serão
os
de
Paris,
Cariagena
e Alcoy
?
E
comtudo
o
povo
inexperiente
escuta
com
avidez
aquellas
nefandas
doutrinas!
Sabeis
qual
é
o
alvo
de
seus
inten
tos?
E
’
elevarem-se,
fazendo
do
povo de
graus
para
chegarem
á
realidade
de
seus
dourados
sonhos.
Ergueram
os
olhos pa
ra
cima,
e
viram
alguém
que
lhes
ficava
mais alto.
Mas
se
na realidade
elles
são
os
aposto
les
da
igualdade,
onde
existe
o
demo
crata
sincero,
que
nunca
subisse
as ata-
petadas
escadas
dos palacios
dos
gran
des,
que
tugisse do
bulício das
cidades,
que
se
vestisse
dos
pobres
andrajos
do
pobre,
e que
fosse
habitar
a
humilde
choupana
de
colmo,
por
onde
o
vento
entra
em
fortes
rajadas,
em
noule
tem
pestuosa
de
inverno?
Onde
o
que
foi
soccorrer
o
infeliz
que jazia
devorado
pela
fume
e
pela
sêde,
o
que
aconselhou
a
resignação,
a
con
formidade,
e
os salutares
conselhos do
Christianismo
ao
desgraçado,
que jazia
no
leito
da
dôr,
a
braços
com
a
desespe
ração
e a
doença?
Se
sois
verdadeiros
pregoeiros da
igualdade,
liberdade
e
fraternidade
itni-
tae
sequer
o
missionário.
Oh
!
esse
sim
é
o verdadeiro
amigo
da
humanidade,
sem
distineção
de
gen
tes,
de
sexos,
de condições
e ainda
de
religião.
Ao
barbaro
é
cultura,
ao rude
doutrina,
é
vigor
ao
fraco,
consolação ao
l
triste,
remedio
e
soecorro
promplo
a
to
dos
os
que necessitam.
j
Esta
nobre
e
brilhante
conquista
le
vada
a
efteito
só
pelo
impulso
do
exem
plo
e
da
palavra.
Não
deixa
apoz
si
es
sas
calamidades,
ruinas
e
morticínios
de
que
vos
lornasteis
de
sobejo
conhecidos
*
em
Paris
e
Alcoy.
E
quantas
vezes
elle
sacrifica a
sua
própria
vida
pela
felicidade
de
seus
irmãos?
Vêde-o
no
meio
dos
sertões
africanos,
tendo
por
docel
os
braços
d
’uma
cruz
á
qual
se
encosta,
e
a
seus
pés,
no
plano
inferior
a
esse
cotaoro
a
que
subiu
uma
turba
de homens estranhos,
aos
quaes
falia
d
’
um
Ente
ignoto.
Oihae depois
pa
ra
áquelles
homens,
dVntre
os
quaes
!
ainda
ha
pouco se
soltavam
palavras
de
furor
e
de
morte,
e
vède-os
ajoelhados
a
seus
pés
confessando
o
mesmo
Deus
que
o
missionário
invocava.
Mas
infelizmenle
nem
sempre
o
mis
sionário
encontra flores,
lambem
muitas
vezes
topa
com
cruéis espinhos.
Vêde-o
cair
asseteado
junto
áquella
mesma
cruz,
pela
seita
envenenada
que
se
arremessára
d
’
entre
a
turba
tanaliea.
A
’
primeira
fltxa
despedida,
seguem-se
milhares
a
cravarem-se
no
corpo
do
va
lente
toldado
da Cruz,
que
desarmado
e
1
sem
resislencia,
abraçado
ao
symbolo
da
■
nossa
fé,
e
com
os olhos fitos no
céo,
despede
a
grande
alma,
com
o
sangue
que
a
borbotões
lhe
saía pelas
feridas,
a
tingir
o
campo
como
a
iorrar-lh
’o
de
purpura
para
sobre
ede
cair
o santo ca-
da'er! Nem
uma conlorsão
se
lhe
nota
no
sereno
rosto,
nem
uma
palavra
de
impercaçào
se
lhe
solta
dos
lábios
mo
ribundos,
nem
o
fulgor d
’
um pensamento
,
d
’odio lhe
relampeja
nos
olhos
que
pres
tes
se
vão
cerrar
para
sempre,
e
se
a
palavra
lhe
esvaece
sobre
os
lábios
com
os
alentos
vitaes,
essa
palavra
só
tem
um
som
para
exprimir,
uma
grande
ideia
para
significar
—
Perdão
para
este
povo,
oh
DeusI
O
missionário
nunca
foi
visto
recuar
do
pé
da
cruz,
porém
morrer
junto
d
’
el-
la,
sim,
muitas
vezes,
diz
um
notável
escriptor
do
nosso
tempo
!
Oh
!
são
estes,
na
realidade,
os
ver
dadeiros
benemeritos da
sociedade,
pré-
gam a
liberdade,
igualdade
e
fraternida
de chrisiã
e
muitos
sellara-n
’a com
san
gue,
mas
com
o
seu,
e não
com
o
do
proximo
!
Vamos, mãos
á
obra,
sacrificae
vos
pelos
povos
que
vivem
sepultados
nas
trevas
da
ignorância,
instrui-os nas
ver
dadeiras
maximas
do
Evangelho,
e
se
íôr
necessário,
derramae
o
vosso
sangue,
como faz o
missionário!
Emquanto
o
não
fizerdes
sereis
tidos
como
uns
embusteiros,
e
uns
sybarilas
que
mentis
descaradamente
ás
turbas.
Quereis
estabelecer
a
igualdade,
e
ella,
longe
de
ser
a
suprema lei
da
natureza,
é
a
sua
mais
completa
negação
!
Desde
a
humilde
ílorinha
que vegeta
á
beira
da
estrada, até
ao
frondoso
ce
dro
que
parece
tocar
com
a
sua rama
gem
o
firmamento, desde
a
ondinha
que
brandamente
vem
espreguiçar-se
na
areia
da
praia,
até
á
furiosa
vaga
devastando
na
sua
passagem
o pobre
lenho,
fructo
d
’
um
trabalho
insano
e
honrado,
desde
a
innocente
oyelhinha
que bala no ou
teiro.
até
ao
sanguinário
tigre que
ruge
no
deserto,
desde
a
fresca
brisa que
nos
deleita
nas
calmosas
tardes
do
estio,
até
á rajada
que
silva da
montanha
e
fustiga
os
topos
das
arvores
e
as
coro
las
das
flores,
desde
o
seixosínho
até
á
massa
enorme
de
granito
e mármore
que
orna
os
palacios
e
os templos,
desde o
mansinho
regato
que
se
des isa suavemen
te
por
entre
salgueiraes
e
vergeis,
até
ao
occeano
que
brame furioso, nunca
encon
trareis
vestígios
da
igualdade
I
E
assim
é
a
igualdade
civil]
Desde
Platão
até
Lycurgo
vereis
a
verdade d’
esta
minha
verdade.
Platão
fazia republicas
ideiaes,
e
por
isso
nào
duvidava
sacrificar
a
industria
e
a
familia.
Lycurgo
não
ousou
destruir
a
familia,
mas
deixou
a industria
»os
escravos.
Con
seguiu
fazer
duas
nações
d
’um povo
pe
queno,
convertendo
os spartanos
em
(la
geilo
do
genero
humano,
os
illotas
em
artistas e
escravos
dos
primeiros.
Eis
tudo
quanto
conseguiu
o
maior
democrata
da
antiguidade.
Passou
jaor
ci
ma
dos
sentimentos
mais
nobres
da
na
tureza,
esmagando
o
coração
da
mãe.
Apa
gou
do
coração
do
homem
o
amor
pelos
seus
semelhantes.
E
nem
assim
pôde
estabelecer
a
igualdade
entre
o
seu
povo,
porque
não
pôde
acabar
de
o
embrutecer.
Podereis
reduzir
o
homem
a
bruto,
alterar
as
leis
da
natureza e
abolir
os
mais
santos
afleclos?
Se
podeis
contae
com igualdade,
se
não
podeis
sois uns
impostores
quando
nos andaes
a
fallar de
igualdade,
liber
dade
e
fraternidade.
Apagae
do coração
da
mulher
o amor
maternal,
e nós
vos perguntaremos
onde
beberá
a
creança
as
santas
crenças
da
patria
e
da
religião?
Extingui
o
amor
de
pae,
e
nós
vos perguntaremos
onde
se
encontrará
o
amor
pelo
trabalho, os
mi
lagres
da
industria, essa santa
abnegação
que
muitas
vezes
leva
o
homem
a sacri-
ticios
com
que não
póde,
ou
com
o
in
tuito
de
deixar,
por
sua
morte,
um bo
cado
de pão
a
seus filhos
e
a
sus
esposa?
Oh
!
baldado
empenho,
a
familia exis
tirá
sempre,
porque
ella
foi
santificada
na
Santa
Casa
de
Nazareth,
nas
pessoas ado
ráveis
de Jesus, José
e Maria!
E
’
tão
legitima
a
desigualdade,
que
até
deante
de
Deus,
os
homens
não
são
iguaes!
Deus
é
que
é
igual
para
todos,
porque
no
administrar
a
justiça
é
que
está
a
verdadeira
igualdade.
Os homens
não
são
iguaes perante
Deus,
porque
uns
vão
para
a direita,
outros
para
a
esquer
da,
isto
é,
uns
são
bons,
outros são
maus,
uns
praticam
a virtude, outros
aborrecem-n
’
a e amam
o
vicio,
para
uns
ha
as
consoladoras
palavras:
Vinde,
bem
ditos
de
meu
Pae,
possuir
o
reino dos
céos,
para
outros
ha
as terríveis
palavras:
Ide
malditos
para o fogo
eterno.
Finai
men
te,
para
uns
ha
o
céo,
para
outros ha
o
inferno
com
todos
os
seus
horrores.
Desisti,
pois, dos
vossos nefandos pro
jectos,
porque
ainda
que
deveras
quizes-
seis
estabelecer
a
igualdade,
nunca o
con
seguireis
porque
teríeis
que
luclar
com
myslerios
e
segredos
que
não
é
dado
á
razão
humana
desvendar.
Considerae
que
não é
com petroleo e
incêndios
que
estabelecereis
a
igualdade
entre
a
sociedade.
Se
quereis reformar
*
os
costumes
e
fazer
a
felicidade
de
vossos
irmãos,
fazei
como
os
missionários,
diífundi
as
verda
des
salutares
do
Christianismo,
e
sereis
como
elles
bemfeitores
da
humanidade,
e
recebereis
mil
bênçãos
de
todos
os
co
rações
generosos
e
agradecidos
J.
M.
R.
Valente.
ORAÇÃO.
que
se
deve
rosar
diariamente
durante
o
anno
de
1878,
pedindo
o triunfo para
a
Egreja
e
a
conservação da
preciosa
vida
de
Pio
IX:
«Omnipotente
e
Clemenlissimo
Senhor,
concedei
á
Egreja
todo
o
auxilio
e
bem
assim
ao
nosso
Santíssimo
Padre
o
Papa
Pio
IX.
opprimido
por
tantas
e
tão
graves
necessidades.
Os
annos
e
as
dores
aílligem
o
Santo
Pontífice, concedei-lhe
pela
Vossa
Divina
Providencia,
as
forças
necessárias
para
valorosamente
pelejar contra
os
Vossos
inimigos.
Defendei
benignamente a
Egreja
nas
luclas
que
sustenta
contra
o
erro,
e
contra
as injurias
que
lhe
dirigem
os
seus inimigos,
e
perdoando
lodos
os
nos
sos
peccados,
glorificai o
Vosso
Santo
No
me,
e concedei-nos
o
dom de
uma
boa
vontade,
copa
o
fructo
d
’aqnella
paz
que
os
angélicos
côros,
por
occasião
do Nas
cimento
de
Nosso
Senhor
Jesus
Christo,
annunciaram
aos
homens.
Amen».
jCom
approvação do
Ordinário).
GAZETILHA
Tra«Bfereaielaa.
—
O
Correspondente
de
Lisboa
para
o
«Primeiro
de
Janeiro»
diz que
as
transferencias
dos
governado
res
civis
continuam,
estando
resolvida
a
transferencia do snr.
Joaquim Cabral de
Faro para
Braga.
O
snr.
marquez
de
Vallada
era
trans
ferido
para
Portalegre, mas consta que
não
acceila
e
que
pediu
a
sua
demissão.
Para
Faro
vae
como
governador
civil
o
secretario geral
d
’
Evora.
Ha
muitos
outros
dislriclos
para
que
se
indigitam
nomes,
mas
nada ha
de
positivo.
Um
faeto brutal.
—A
«Palavra»,
de
30,
publica o
seguinte:
Contaram-nos
que
na
estação
de
Celte
tiraram
bilhete
no
sabbado
duas
irmãs
da
caridade,
e que. quando
se
dirigiam
para
entrar
no comboyo
foram repellidas
por
um
empregado
bruLl
e
ímpio
que
lhes
dirigiu
quantas insolências
lhe
vieram
á
cabeça,
dizendo
que
as
não
deixava
em
barcar,
porque
iam fazer
perigar
o
com
boyo,
etc.
O
que
admira
é
que.
entre as
pes
soas que
presencearam
um
tal escandalo,
que
é
um
attenlado
contra
a
liberdade
individual,
e
um
roubo,
porque
lhe
fize
ram
perder
a
passagem
paga, não
appa-
recesse
uma
que
interviesse
em
seu
fa
vor,
não
para
quebrar
a
cara
ao
energú
meno,
mas
simplesmente
para
representar
ao
chefe da
estação
que
fizesse
entrar
na
ordem
áquelle
endiabrado.
Uns
fazem
o
mal.
outros
consentem-no,
porisso
é
que
tudo
assim
caminha
!
?Sonte-g»i<»
de
S.
Jn.é__
Alguns
dos
socios
d
’este
Monte-Pio
pedem-nos
para
darmos
publicidade
a
uma copia
do
requerimento
que
os
mesmos acabam
de
mandar
ao snr. presidente
da
Assembleia
Geral
e
o
qual
é
feito
nos
termos
se
guintes:
Ex.mo
snr.
Presidente
e
mais
de
Meza
Dizem
os
abaixo
assignados,
socios
do
Monte-Pio
de
S.
José,
d
esta
cidade,
que
tendo-se
dado
o
facto
de
serem
excluídos
alguns
socios
sem
moiivo
que
justifique
um
tal
procedimento,
por
se
não haver
dado
algum
dos
casos designados
no
ar
tigo
61
dos
- Estatutos
da
Associação,
veem,
firmados
na
disposição
do
ariigo
44
dos
mesmos
Estatutos,
pedir
que se
convoque
extraordinariamente,
Assembleia
Geral,
para
o
dia,
logar
e
hora
que
a
Meza
designar,
afim
de
que
na
mesma
Assembleia
se
conheça,
e
tome
uma
re
solução
legal
sobre
o
indicado assumpto.
Portanto
P.
a V. Exc.as
se dignem
deferir
designando
dia.
local
e
hora
para
a
reunião
da
dita
Assembleia
Geral,
e
mandando
que
esta
se
con
voque
de
harmonia
cem
o
disposto
no
aitigo
38,
dos
Estatutos
E.
R.
M.
Braga
4
de
Fevereiro de 1878.
Manoel de
Barros
Braga.
Antonio
de
Limos
Amorim.
Manoel
Ribeiro
de
Carvalho
Júnior.
Manoel
Gomes
Barboza.
José
Carvalho
Júnior.
Antonio
José da
Silva
Fonlella.
Joaquim
José
da
Costa.
Francisco
José
Ribeiro.
José
da
Silva
Pereira
de
Vasconcellos
Miguel da
S.
a
Per.a
de
Vasconcellos.
Manoel
José
da
Gosta.
Francisco
José
da
Fonseca.
Domingos
José
Alves.
José
Antonio
Alves.
José
Antonio
Peixoto
Braga.
Bernardino
Antonio
da
Silva.
Luiz
Pinto
Martins.
O
despacho
que este requerimento leve
foi
vocal,
dizendo
o snr.
presidente
«que
«não
despachava
porque
tinha
pedido
a
«sua demissão».
Perguntando
lhe
a commissão,
que
lhe
foi
entregar
o requerimento,
a
quem
se
devia dirigir, respondeu
o
mesmo
snr.
presidente
«que
não
sabia».
iUelhuii-ns.
—
Já
se
acha
quasi
res
tabelecido
do
incommodo
que
utlimamen
te
soffreu,
o snr.
dr.
Mendes Fragoso,
pro-
mais
de
cem dos
inimigos, e
muitos
es-
tropeados.
O que
admira
é,
a
Providen
cia
divina, deixar
o
Rodrigues
illeso,
sem
a
menor
ferida,
etc.
Chegada do
primeiro eombeyo
a Viannn.—
A
’
s
4
horas
da
tarde
de
domingo
chegou
ao
grande
aterro
sobre
o
Lima,
em
frente
de Vianna,
o primei
ro
comboyo,
composto,
além da
machi-
na
e
fourgon.
de
algumas carroagens
sa
lão,
onde
iam o snr.
engenheiro-director
da
exploração do
caminho
de
ferro
do
Minho,
outros
muitos
engenheiros, algu
mas
senhoras
e
vários
cavalheiros.
A
este
respeito
diz
a
«Aurora
do
Li
ma»:
Na
estação
de
Darque
era
esperado
o comboyo
por
uma
enorme
multidão
de
povo,
que
enchia
as
collinas
próximas,
e
no
grande
aterro sobre
o
Lima,
onde
de
pois
o
mesmo
comboyo
parou
junto
ao
pilar
encontro
da
ponte,
também
alli se
encontravam
muitas
famílias,
e
muito po
vo,
que
saudavam
com alegria
os
viajan
tes
e
o grande
melhoramento
de
que es
tá prestes
a
ser
dotada
esta
cidade.
Tocava
alli
a
banda
de infanteria 3,
a
qual depois
acomponhou
os viajantes,
que
seguiram'
para
esta
cidade
embarcados.
Pouco
depois
o
mesmo
comboyo
re
gressava
ao
Porto no meio
dos
vivas e
acclamações
de
todos'.
Segundo nos
informam,
a
inaugura
ção
oíficial terá
logar
no
dia
17
ou
24
do
corrente
mez.
Não
houve
o
menor
incidente
desagra
dável
no
percurso
da
linha,
desde
Bar-
cellos
até
ao
Lima,
tendo o comboyo
atra
vessado
perfeilamente
o
grande
tonel
do
Tamel,
o
tunel
de
Santa
Lucrecia
e
o
viaducto
de
Durrães.
3>ementea.—
Em 1863,
havia
na
In
glaterra e
Galles,
cuja
população
se
cal
culava
em
I9.686:7i>1,
um
total
de
36:762
pessoas
dementes,
ou uma
d
’
estas
em
cala
354
d
’aquellas.
Em
1
de
fevereiro
de
1877,
havia
augmenta
lo
o
numero
até
66:636,
de
24:545:300
a
que
linha
sido
a
população,
resultando
um
louco
para 369
indivíduos
encephalicamente
sãos.
Os casos
de
loucura
dão-se
mais
entre
os
proletários.
Guerra
d»
Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á guerra do
Oriente,
são
os que
seguem:
Vienna
1
—Os jornaes de
Vienna
con
firmam
que
chegou
com
muita
brevidade
a
resposta
da
Rússia á
nota
de
Andrassy.
A
Rússia acceita
complstamente
as
recla
mações
da
Áustria.
Reconhece que
as
condições
dos
preliminares
da paz
podem
ser
modificadas.
Sómente
o
consentimento
da
Europa
as
tornará
definitivas.
Athenas
31
—
A
assembleia nacional
cretense proclamou
a
destituição
do
go
verno
turco
e
annexação
da
ilha
de
Creta
á
Grécia.
Paris
2
—
Confirma
se
que a
Rússia
não
se
oftpõe á
reunião
do
congresso
das
po
tências.
Ainda
não
foi
confirmada
a
assi
gnatura
dos
preliminares da
paz.
Londres
2
—
Northcote
disse na
camara
dos depmados
que
julgava
ter
sido
assi
gnado o armistício
no
dia
31,
em
An-
drinopla, mas
que
não
havia
ainda
a
con
firmação.
O
governo
grego
ordenou
que
12:000
homens
transpozessem
a
fronteira.
O
sultão telegraphou
ao
czar
solicitando-
lhe
que
detenha
a
marcha
das
suas
tro
pas,
e
acceitando
as
condições
da
paz.
O
czar
respondeu
favoravelmente.
Novecentos
negociantes
da
«City»
as-
signaram
uma
mensagem
de
confiança
ao
governo.
Os
russos
soíTreram
um
revez
em
Ba-
toum,
perdendo
3:000 homens.
Os
mirdhi-
tas foram
batidos pelos
turcos.
Cairo
2—
Foi
assignado
em
Andrino-
pla
o
protecolo
das
bazes de
paz
e
ar
mistício.
S.
Pelersburgo 3 —
0
gran-duque
Ni-
colau telegraphou
de
Andrinopla
em
31,
annunciando
que
a
Porta
acceitou as ba-
ZcS
da
paz,
e
que
foram
assignados
os
preliminares
do
armistício.
O
gran-duque
ordenou
a
suspensão
das
hostilidades
na
Europa
e
na
Asia. Os
turcos
evacuam
as
fortalezas
no
Danúbio.
Paris
4—Partiram
de
Malta
para
a
bahia
de
Besika
3
coraçados
inglezes.
A
Porta
ordenou
que
a
guarnição
de
Widdin
capitule.
A
Grécia
resolveu
executar
as decisões
tomadas.
A
pesar
do
armistício
o exercito
helenico
avança
para
a
Thessalia,
sem
en
contrar obstáculos.
S. Petersburgo
4
—Chegou
hoje a
esta
cidade
o
general
Cialdini.
O
imperador,
passando
revista
a uma
divisão
do
regimento
de
Vibourg,
disse:
fessor
de
filosofia
no
lyceu
d
’
esta
ci
dade.
Maia tr««. —
Acabam
de
vêr
a
luz
publica,
em
Coimbra,
o «Partido
Demo
crático»,
e
a
«Justiça».
Em
Lisboa
appareceu
«A
Ave»,
orgão
da
classe académica.
Síotieias
agricolaa. —
Ein
Fornos
de
Algodres conctuiu-se
a apanha
da azei
tona,
cuja
producção
foi
mais
que
regu
lar.
Tem-se
vendido
algum
azeite
a
4$500
e
4^800
reis
o
almude.
O
vinho
desceu.
Vendeu
se
já
a
l$a00,
l$!00
e l$200
rs.
Os cereaes
lambem
não
teem
subido.
Dizem
da
Guarda
que
o
aspecto
das
searas
n
’
aquelle
districto
continua
a
ser
bom;
as
forragens
verdes, prados
de
aze
vinho
e
os
pastos
dos
montes,
teem
sof-
frido
com
as
geadas
e
írios.
—
De
Ponta
Delgada dizem
que
a qua
dra
vae
excellente
para
a
agricultura.
Tem
havido
as
chuvas necessárias
para
as
se
menteiras
cujo
aspecto
era
favoravel.
A
laranja
linha
bom
preço:
cada
caixa
de
primeira
qualidade
valia
de
20
a
40
schil-
Ings.
A
sociedade
de
agricultura
n
’aquella
cidade conlralára
em
Macau
dois
chins
para
trabalharem
na
cultura
e
manipula
ção
do
chá.
—
De
Faro
dizem
que
estão
perdidas
muitas
sementeiras.
No
concelho de
Loulé
a
varíola
fazia
estragos
nos
gados
lanígero
e
caprino
Os
gados,
em
geral,
estavam
magros
por
falia
de
pastos.
<ne<l<»eta. —
Uma
folha hespanhola
conta
a
seguinte
anedocta:
-
-Dize-me,
meu
menino,
qual
é
hoje
a
carreira
mais
lucrativa?
—A
do
cavallo.
—Perdeste
o
juiso?
—
Não
perdi,
não,
senhor.
—
Pois
se
um
cavallo
ganha
3
000
duros
correndo
ape
nas
dois
minutos!.
.
Fiillreimeiitt» de uma erntenu-
ria.—
Finou-se
ha
dias
uma
crealura
ver
dadeiramente
legendária
nas
terras
de
Ga-
fanha,
n’
essa
zona
feraz que
demora
a
quasi
dois
kilometros
da cidade
de
Avei
ro,
diz o
«Campeão
das
Províncias».
A
snr.
’ Joanna
da
Gramata era
uma
camponeza,
a
quem a
chronica
adjudica
va
mais
de
120
annos.
Foi
casada
tres
vezes,
tinhas
muitos
filhos
e
grande co
pia
de
netos
e
de
tataranelos.
Era
do
tada
de
espirito
bondoso,
acolhia
a
todos
os
seus
com
boa
sombra,
possuia
cabe-
daes,
que
a
tornavam
mèdianamente
abas
tada.
Vova
e*tatuti sj.sHsiei». —
Além
das
tres
estatuas,
que se
conheciam,
de
guer
reiros
gallaicos,
duas
das
quaes estão na
Ajuda
e
outra
em
Vianua
do Castello,
appareceu
uma
quarta
em
certa excava-
ção
que
se
fez
em
Fafe.
Estes
monumentos
são
muito
interes
santes.
A
esculplura
diflere
muito
da
ro
mana
e
prova
que. pelo
menos
em
certos
logares
da
Península,
as
artes
conservaram
caracteres particulares
que
o
jugo
romano
não
conseguia
extinguir.
No
relatorio
de
Hubner,
traduzido
e
publicado
pela Academia
das
Sciencias
de
Lisboa
ha
uma
estampa
que
representa
a
estatua
de
Viatrna.
Com
a
estatua
’ appareceram
em
Fafe
moedas
e
outros
objectos,
a melhor
parte
dos
quaes
levou
um
brazileiro
para
o
Rio
de
Janeiro
Portuguezea
falleeidea.
—
No
dia
12
de
janeiro, falleceram
no
Rio
de
Janeiro
os
seguintes
súbditos
porlugue-
zes:
Manoel
José de Mello,
37
annos,
sol
teiro;
Clarisseaux Malheiro
Marcial,
48
a.,
s
; Antonio Fernandes, 70
a.,
s.;
Anto
nio
Martins,
27
a.,
s.;
Pedro
Ferreira,
35
a.,
s
;
Manoel
Vaz
Teixeira,
42
a.,
casado
FgrrjaN
a concurso.—
Está
aber
to
o
concurso
por
provas
publicas
para
provimento
das
egrejas
parochiaes
de
S.
João
da Ribeira,
no
concelho
de
Rio
Maior;
Nossa
Senhora
da
Consolação
de
Arrenlella,
no
do Seixal;
S.
Barlholomeu
<
‘
a
Castanheira
no
de
Villa
Franca
de
Xira;
S.
Lourenço
da Maiorga -e
S
Se
bastião
do
Vallado,
no
de
Alcobaça;
e
Nossa
Senhora
da
Graça
da
Abrigada,
no
de Alemquer.
ha
poucos. —
Defendendo
os
portugtiezes,
na
Índia,
orna
praça,
um
alentado
soldado
pegou
em
um
barril de
polvora
(chamava-se
fulano
Rodrigues),
e
mecha
acceza,
e
diz:
Guardem
que
levo
a minha
morte,
e
a
dos
inimigos:
logo
saltou
no
meio
d
’
elles
e
deu
logo
ao
barril,
de
cujas
resultas
voaram
pelos
ares
«Felicito-vos
com
o
armistício,
cujas con
dições
satisfactorias
devem
ás
nossas
bra
vas tropas, que
provaram
não
lhes
ser
impossível
cousa
alguma;
mas
estamos
ainda
longe
do fim. Devemos
conservar-
nos
prestes
até
que
obtenhamos
um
prémio
duradouro
e digno
da
Rússia.
Athenas
3—
0
exercito
grego
passou
hoje a fronteira
ás
2
horas
da
manhã
e
marcha
sobre
lhaumaco.
Paris
3
—
Os russos
permanecem
em
Kodosto,
Tchourla
e
Burgus.
A
Porta
ordenou
a
Ilabbarl-Pachá
con
servasse
a
esquadra
turca
prompta
a seguir
para
as
aguas
gregas.
Foi
levantado
o
blo
queio
do Mar
Negro.
Vienna
4—0
gabinete
dirigiu
ás
po
tências
signatarias
do
trata
lo
de paz
um
convite
formal
para
a
reunião
de
uma
conferencia
em Vienna.
Zlertes 11’tistix egreja.—
Por
0C-
casiãe
dos
fune
f
aes
de
Victor
Manoel,
celebiados
na
caihedral
de
Mdão,
occor-
reu
uma
calasiroptie
pungentissims.
O
município
tmha
de-tinado
a
maior
parte
da
egreja
aos convidados, a
quem
dava
ingiesso
unicamente
uma
porta,
sem
que
se
permittisse
entrada á
multidão,-
—
que
esperava
cá fóra,
no
adro,—
em
quan
to
aquelles
não
tivessem
tomado os
seus
logares
lá
dentro.
Demais
a
circulaçío
estava
interrom
pida
n>
interior
da
egreja
por
varias
di
visões
de
madeira,
a
cuja
collocação
se
oppozera
inutilmente
o
arcebispo,
deslman-
do-se
ao
povo, que
devia entrar por
uma
porta
e
sahir
por
outra,
apenas
uma
nave.
Ora,
succedeu o que
muitas
pessoas
ante
viram,
Peneirou
a
multidão,
a
quem
não
pô-
da
comer
pJiçada
alguma, nem
tão
pou
co
dar
sahida
a
outra
porta,
que estava
ainda
fechada,—e
cheia
quasi
toda
a
ca
lhe
Irai
de
convidados,
houve
uma
confu
são
terrível,
perecendo
cinco
pessoas
e
fi
cando
gravemente
lecionadas
outras
mui
tas.
AddiçAo. —
O
canhão
de
100
tonela
das construído
por
Amstrong
em
Elswick
para
o
governo
italiano,
e
experimentado
em
Spezzia,
voltará
brevemente
á Inglater
ra
para que
seja
augmentado
o
seu
actual
calibre
de
23,17
centímetros
aié
44,9.
O
peso
do
projectil
subirá
de
208 a
1:031
kd<
grammas.
Agtpelo
á
cnridr»<Be. —
Pedimos ás
afinas
caridosas
uma
esmola
para
o pobre
Antonio
Joaquim
da Motla,
oíficial de sa
pateiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultimo grau
de
pobreza, não
podendo,
pelo seu mau
estado
de
saude,
ganhar
meios
para
sua
subsistência,
de
sua
mulher
e
filhos.
meuma.
—
Recommendamos á ca
ridade publica,
Antonio
de
Passos, mo
rador
na
rua
das
Palhotas
n
0
57.
.%
’
■
prannai
enritativa«.—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S
Pedro
de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
enlrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e filha
de
pae«
exlremamente
pobres,
que
continuamente
soffre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
’«
nlmaa
eafido«n«. —
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
13, (solão).
Tendo
80
annos
d
’
edade,
e
porjsso
sem
poder
applicar-se
a qualquer
trabalho,
lucta
com
a
miséria
extrema.
VARIEDADES
A’a «enhoraa.
As
senhoras
devem
ser
como
o
sol,
porque
aquece
e
dá
vida;
porém
não
de
vem
ser
como o
sol,
porque
se
notam
n
’
elle
mil
manchas.
As
senhoras
devem parecer-se com
a
lua
porque
é
companheira
inseparável
da
terra; porém
não
se
devem parecer
com
a
lua,
porque
faz
no
mez
trinta
caras.
As
senhoras
devem
ser
como balões
acrostalicos,
porque
sempre
se
elevam
para
o
ceu;
porém não
devem
ser
como os
balões
acrostalicos,
porque
se
lhes
não
tóde
dar
direcção.
As
senhoras devem
ser
como
as
obreias
jorque
servem
para
guardar
es
segredos;
torém não
devem
ser
como
as
obreias,
aorque
andam
nas
línguas
do
mundo.
As
senhoras
devem
ser
como
as har
pas,
porque
são
o
symbolo
e
o
emblema
da
harmonia,
porém
não
devem ser
como
as
harpas,
porque
a
cada
momento
se
desafinam.
As senhoras
devem
ser
como o
vidro,
porque
nada
do que
tem
dentro
encobre;
porém
não
devem
ser
como
o
vidro,
porque
é
de
natureza
mui frágil.
As
senhoras
devem
ser
como
os
espe
lhos,
porque
dizem sempre a
verdade;
porém
não
devem
ser
como
os
espelhos,
porque
nem
todas
as
verdades
se
di
zem.
As
senhoras
devem
ser
como
a
aréa,
porque
é
subtil
e
mui
fina;
porém não
devem
ser
Como
a
arêa.
porque não póde
servir
de
basç
para
edilicio
durável.
As
senhoras
devem
parecer-se
com
o
vinho,
porque é
lodo
cheio
de
espirito;
porém
não
se
devem
parecer
com
o
vinho,
porque
tira
o
juizo
á
gente.
As senhoras
devem cultivar
a
leitura,
porque
lhes
torna
o
espirito;
porém não
devem
cultivar
a
leitura,
porque
quasi
sempre escolhem
novellas
que
lhes
der-
rancatn
o
gosto, e
lhes
estragam
os
cos
tumes.
As
senhoras
devem todas
lêr
este
ar
tigo,
porque
lhes
dá
bons
conselhos;
po
rém
não
devem
lèr este
artigo,
porque
hão
de
dizer
muito
mal
do
aothor.—(«Pa
lavra»).
SAUDE
A
TODOS
sem
medicina
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
reva
.
lescière
DL
BAKRY de
Londres.
80 »nno» ifinvariavel auceesas
2
Combatendo
as
indigestões
(despepsia)
gastrica,
gastralgia,
llegma,
arrotos,
amargor
na bocca,
pituiias,
nauseas,
vomitos,
irrita
ções
inteslinaes,
bexigas,
dueuleria,
cólicas,
o-ise,
athsma,
falta
de respiração,
oppre<são,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes, debili
dade,
todas as
desordens
no
peito,
na gar
ganta,
do
alilo, dos
bronchios,
da
bexiga,
do
figado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue,
85:000 curas
en
tre
as
quaes
conlam-se
a
do
duque de
Pluskow,
da
ex.
ma
snr.
a
marqoeza
de
Brehan,
Lord
Stuart
de
Dicies, par
d
’ln-
glalerra,
o
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311
.
—
Vervant,
28
de
mar
ço,
1866
—Senhor.
—
Bemdilo
seja
Deus!
A
sua
Revaleseière
salvou
me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naturJmente f.aco,
estava arruinado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito
an
nos,
tratado
sem
resultado
algum lavora-
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
SSevalea-
eière
me
{restituiu
a
saude.
—
A.
B
rune
-
lière
,
cura.
Cura
n.11
78:364.—
Mr.
e
rn.
me
Leger,
de doença
do
figado, diarrhea,
tumor
e
vó
mitos.
Cura
n.°
68:471.—
Mr.
Pierre
Castel-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade, de 85
annos;
a
Hevalescière
re
moçou-o.
«Prégo,
confesso,
visito
os
doen
tes,
dou
grandes
passeios
a
pé,
e
sinto
o
espirito
lúcido
e
a
memória
fresca.»
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do que a car
ne,
sem
esquentar,
economiza
cincoenta
vezes o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
da
folha de
lata,
de
*/
4
kilo,
500
;
de
ili
kilo
800
rs
; de
una
kilo,
4$4OO
res;
de
2
*/,
kilos,
3$200 reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12 kilos, 12^000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalescière
que
se
po-
Jem
comer
a qualquer
hora,
vendem-se
am
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saóde
é
a
a»v«ieaeière
ehoeelfttada;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno, energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
]ue
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
pó
e
em paus, em
caixas
de
folha
de
lata de
12
chavenas,
500 reis;
de
24
cháve
nas,
800 reis;
de
48
chavenas,
4^400;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
£>V íSAHtn
«fe
C?
LimiTED.-
Place
Vendòme,
26,
Paris. 77
Regenl-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir os
seus
pedidos
ao
deposito
Centrai
;
snr.
Serzedello
&
C.a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Eisboa,
(por
grosso
e
miúdo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D. Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
«o,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
OEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.™
Aveiro,
F.
E.
da Luz
e
Costa,
pharm.
—
Harcclloc,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos, pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Braja,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A. Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
à
Irmão,
rui
do
Souto.
—
Vianne:
doèas-
t«i§»,
Aflonso
drog.,
rua
da Picota;
J«
A. de Barros,
drog.,
Rua
grande.
140.
—Stuimarftes,
A.
J.
Pereira
Martios,
pharm.—Aotonio
d
’
Araujo
Carvalho.
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva, drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Penaftel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M. J.
de
Sou
sa Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè Rahir,
Rua de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a,
dreg-.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105 a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Plia
!
macia
Central,
Rua
de
Sat-
to
Antonio, 225
a
227.
—
Ponte
do
14-
m»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povo»
d®
Vnrziní,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.—
Valcwça do Hinb®,
Francisco José
de
Sonsa,
pharm.
—
Villa
d®
Cosade, A.
L.
Maia
Torres
pharm.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Domingo 10
de
fevereiro.
BAILE
DE
MASCARAS.
Principiará ás 8 horas
da
noite.
Cumprindo
um dever
da
mais
viva
gratidão,
vou
por
este
meio
agradecer
ao
distinclo
medico,
o
exc.
n)
°
snr.
dr.
Vieira
da
Cruz,
os
inestimáveis
serviços que,
na
qualidade
de
facultativo
do
Monle-Pio
Commercial,
prestou
a
meu
filho,
na
grave
enfermidade
que ultimamente
solíreu.
Apraz-me testimunhar
que o snr.
dr.
Vieira da Cruz é um dos mais
notáveis
membros
da
nobilíssima
classe a
que per
tence;—
não
só
pela
sua
reconhecida
scien-
cia,
mas
principalmente
pela
inexcedivel
dedicação
e
desinteresse
com
que
tracta
os
doentes.
Serei,
pois,
mais
um
dos
muitos
que
devem
a
s.
exc.*
reconheci
mento
indelevel.
Braga,
5
de
fevereiro
de
1878.
(744)
Antonio
de
Freitas Guimarães.
Anna
Adriana
Rosa
de
Mello,
suas
filhas
e
filho
padre João
Manoel
de
Car
valho,
agradecem,
gratíssimos,
a
todas
as
pessoas
que
os cumprimentaram
por oc
casião
da
morte do
seu
bom
esposo e
pae, Antonio
José
Gomes
de
Carvalho,
e
especialmente
aos
snrs. ecclesiasticos
que
disseram
missa
gratuitamente
e
as
sistiram
aos
oflicios
fúnebres.
A
todos
o nosso
mais
vivo
reconhe
cimento.
(737)
|
M W r í 'i " i
s
t
1
i
s
RAPAZ.
Necessita
se
d’
um
n'esta
cidade
para
loja
de
DROGAS E
PHARMACIA.
Falla-se
no
escriptorio
d
’
este
jornal
(741)
BSS3OLUÇÃO
BE
S9CÍEDABE.
Antonio Martins de
Oliveira,
rezidente
n
’
esta
cidade
de
Braga,
faz
publico,
que
por
escriplura
de
26
de
janeiro
de
1878,
celebrada
no escriptorio
do
Tabellião. A
n
-
tonio José
Gonçalves
da
mesma
cidade,
dissolveu
a
sociedade commercial
que ti
nha
estabelecido
com
João
Correia
Braga,
ficando
o
aclivo
*
passivo
do mesmo
es
tabelecimento
pertencendo,
e
a cargo
do
dito
João
Correia
Braga.
(743)
a
9
a
PREVENÇÃO.
O
absixo
assignado,
tendo
em
12
de
abril
de
1876 prevenido pelo
«Commer-
cio
do
Minho»
em
seu
n •
481,
de
que
nada
devia
por
letras,
tanto
como
accei-
tante
ou
sacador,
n
’esta
cidade
ou
fóra
d
’
ella;
não
tirmaria
quando não
fosse
elle
apresentanle,
e
prevenia
pois
as
Exc.
‘
n,
‘
Direcçôes
de
Bancos
e
Companhias,
bem
como
aos
particulares
que
não
descontas
sem
letra
alguma
que
lhes
fosse apresen
tada
por terceiro,
pois
que
(içavam
sendo
consideradas
falsas.
Desde
a data
acima,
o
abaixo
assignado apenas
em
6
de
ou
tubro
de
1877
endossou
a
Francisco
José
Vieira,
a
favor
do
Monle-Pio
dos artistas
uma
letra
de
20(*$O00
réis, acceitou
em
21
do
mesmo
mez
e
anno
uma outra
de
1:700$000
réis
a
favor de
João
Antonio
Gonçalves
Braga,
não
tendo
firmado
mais
que
estas,
nem
continuará
a
firmar.
Qual
quer
letra
que
com
sua
firma
se
apresente,
será
considerada
falsa e
porisso
procederá
contra
os
auctores
da
falsificação.
Braga
4
de
fevereiro
de
1878.
(740)
João
da
Costa Palmeira.
ahhebataç
A
o
.
O
conselho
administrativo
do
regimento
de
infanteria
8,
faz publico,
que
termi
nando
em
28
do
presente
mez
o
actual
contrato
para
o
fornecimento
da
carne
de
vacca.
para
consummo
no
rancho
do
regimento
e
dieta
dos
uoenles
em trata
mento
no
hospital
regimental;
tem de pro
ceder
a
nova
arrematação
para
o
forne
cimento da
mesma
carne,
a
qual
terá
lo
gar
no
dia
19,
do
corrente, peias
12 ho
ras
do
dia,
na
salla
das
sessões
do
mesmo
conselho.
Quartel
em
Braga,
4
de fevereiro de
1878.
O
secretario
do
conselho,
Bernardo
Ozorio,
(746) Alferes d’infantena
8.
COBPÃSHIA
VtíÇ.ÍO no
MINHO.
Esta
companhia,
a
principiar
no
dia
2
de
fevereiro,
altera
o
serviço
de
dili
gencias
e
malla-po->la,
entre
Braga,
Arcos
e
Monção,
da
seguinte
fórma:
Parte
de
Braga
a
l.
a
diligencia
ás
6
h.
da manhã;
a
segunda
depois
da chegada
do
primeiro
combeyo,
e
a
terceira
e
tnalla-
posta
depois
da
chegada do
ultimo
com-
boyo.
De
Monção
para
Braga
a
f.
*
ás
5
h
da
manhã,
a
2.
a
ás
5
h.
da
tarde,
e
a
3.
a
e
malla-posla ás
8
da
noite.
Dos
Arcos
para
Braga
ás
6,
e
9
h.
e
15
m.
da
manhã
e
ás
9,
15 e
12
da
noite.
Tem
serviço
directo
para
Valença.
Porto
29
de janeiro de
1878.
Os
gerentes,
Antonio
Pereira
Cardoso.
(742)
Manoel
Silva
Neves.
VENDA
DE
PROPRIEDADES.
Vende-se
a
casa
n.°
25 no
campo
de
SanfAnna,
a
casa
n.°
51
na
rua
de
S.
Marcos,
a
casa
n
*
14 na rua
de
1).
Gual-
dim,
a
casa
n.®
99 m
rua
das
Aguas, e
a
casa
n.°
125
e
126
na rua
da
Ponte
e
com
frente
para
o
largo
de
8.
Lazaro.
Esta
casa
pela
sua
situação
e
pelo
grande
quintal
e
abundancia
d’
agua
que
tem,
é
muito própria
para um estabelecimento fa
bril.
Na
rua
do
Anjo
n.®
6,
dão-se
escla
recimentos
e
trata-se da
venda.
(745)
IHÍLAKAÇÃO.
O
abaixo assignado,
casado,
morador
no
logar
e
freguezia
de
Cerva,
declara
que
nada
deve
nesta
data
ao
snr.
Ana-
cleto Gonçalves,
viuvo,
residente
nesta
mesma
fregu-ezia,
e
como
herdeiro
que
ficou
de
João Gonçalves
do
Queiroal,
e
se
o mesmo
snr.
Anaclelo
tiver
alguma
reclamação
a
fazer,
queira
apresentar
seus
tilulos
no
praso
de
15
dias,
a
contar
da
data deste,
para em
caso
legal,
ser
incontinenti
pagos,
e
dar baixa aos
ma
nifestos
na
Fazenda
Nacional.
Cerva
31
de
janeiro
de 1878.
(734)
Manoel
Maria Alves
Pereira.
Narcisa
de Sousa
Araújo
Menezes,
viu
va
de
Antonio
Bravo
de Queiroz,
mora
dora aclualmente
na travessa das
There-
sinhas,
d’
esia
cidade,
previne
o
publico
para
que
ninguém
contrate
com
D.
The-
reza
da
Graça
Domingues de
Lima,
sol
teira
de
maior
edade,
moradora
na rua
de
S.
Vicente
da
dita
cidade
(irmã
d»
reverendo
abbade
da
freguezia
de
Tibães,
d
’
este
concelho de
Braga),
sobre
os
bens
da
herança
da
annuncianle
pois
que
esta
já
reclamou
por
escriptura
de
27
de
ja
neiro
do
corrente
anno,
na
nota
do
Ta
bellião
d’
esta
cidade,
Antonio Carlos
de
Araújo
Moita,
a
supposta
e
falsa
doação
que se
diz
fizera
aquella
D.
Tbereza
da
Graça
Domingues
de
Lima
por
escriplura
lançada na
nota
do Tabellião
da comarca
de
Villa
Verde
Antonio Thomaz
Lopes
d’
Azevedo
Guimarães,
em
data
de
26
de
fevereiro
de
1877,
pois
que em logar
de
uma
escriptura
de
divida
da
quantia
de
9í$800
rs.,
da
qual
é
o
dito
abbade
de
Tibães
fiador, se
lavrára
uma
doação
abu
sando
assim
da
avançada
edade,
falta
de
ouvir,
simpleza
e
ignorância
da
annun-
ciante,
com
cuja
reclamação
vae anullar
e
tornar
de
nenhum
eífeilo tal
escriptura,
e
usar
da
competente
acção,
o
que
se
an-
nuncia
para
que
de
futuro
ninguém possa
allegar
ignorância
Braga 29
de
janeiro
de
1878.
D. Narcisa
de
Sousa
Araújo
Menezes.
(Segue-se
o
reconhecimento).
(729)
JOSÊ
ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
5,
Bua
Nova, 5
BRAGA
Com
estabelecimento
de pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e chá
—
cartonagem
para
dezenho,
íloragem
e
aprestes
para
llôres
—slearina,
pós finos
para
gomma, etc.,
etc.
N’
este
antigo
e
acred
lado
estabeleci
mento
se
encontra
um
completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios para
escripluração
mercantil,
bem
como
papeis
e
artigos
para
eseriplorio. Também
se
encontra
um
sortido
de
chá
hyson desde
800 a l$400
rs.
459
gram.,
e
muitos
ou
tros
artigos
proprios
de
seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços commodos.
(725)
ÉDITOS
DE
30 DIAS.
Pelo
juizo
de
direito
da
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão Gonçalves,
se
publicam
éditos
de
trinta
dias,
a ci
tar
o
interessado
Pedro
da
Costa,
sol
teiro,
ausente
em parte
incerta
no
im
pério
do
Brazil,
bem
como
os
credores
e
legatarios
incertos
do
casal
do
finado
Francisco
da
Costa,
morador
que
foi
na
freguezia
de
Teboza. da
mesma
comarca,
afim de
no
dito
praso,
a contar
do
ultimo
annuncio
que
se
publicar
sobre
este
mesmo
objeclo,
o
sobredito
interes
sado assistir
aos
lermos-,
e
os
referidos
credores
e legatarios, deduzirem
seus
créditos e
direitos,
e
isto no inventario
orphanologico
que
se
processa
do
dito
finado.
Braga
trinta
de
janeiro
de
mil
oito
centos
setenta
e
oito.
Verifiquei.
Antonio
Brandão
Pereira.
O
escrivão
do 5.®
oflicio
(733)
Antonio
José
Gonçalves.
VENDA DE
MONTADO.
A
Companhia
Edificadora
e Industrial
Bracarense,
recebe
propostas
era
carta
fechada
até
o
dia
15
do
corrente,
para
a
venda
de
55,160
metros
quadrados,
de
montado,
no
Monte
de
S. João
da
Ponte,
que
faceia
com
a
estrada
de
Guimarães,
até
meia
encosta
do
inonle
do
Picoto.
Para
mais
esclarecimentos
no
escriptorio
da
Companhia,
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
6
a
12.
Braga
1
de
fevereiro
de 1878.
(731)
DINHEIRO
A
JURO.
A
Iimandade
de
Santa
Maria
Magda-
lena.
da
Falperra, tem
para
dar
a
juro
1:350^000
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
(735)
NOVO HORÁRIO
Manoel
Santa
Marinha
e
Coinpanhi»
Antonio
do Couto
da
cidade
de
Guima
rães.
fazem publico,
que
a
sua diligen
cia
que
diariamente
tem
a sahir
de
Braga
ás
5
horas
e
meia
da manhã em
direi
tura
a
Guimarães,
Fafe,
Ganlarella
e
Arco,
fica
saindo
desde
o
dia
9
em
diante
ás
5
horas da
manhã.
Os bilhetes
ven-
dem-se
na çasa
do
bem
conhecido
Ri
beiro
Braga.
Braga 4
de
fevereiro
de
1878.
(738)
Pelos
annuncianles,
Ribeiro Braga.
SALLA E LOJA.
Aluga-se
junto
ou
em
separado
na
rua
do
Souto.
O pretendente
falle
na
mesma rua e
vestimenteria
Rocha.
(739)
JVenda
de
casas
e
terras
de
matto
Quem
quizer comprar
as
propriedades
abaixo
mencionadas
pode
dirigir-se
á
rua
do
Souto,
casa
n.® 38,
onde
se
póde
tra
tar
do
seu
ajuste.
Duas
moradas
de
casas,
de
um
an
dar,
com terreiro
e
poço,
sitas
na rua
Direita da
Cruz
de
Pedra,
n.
08
29 e
29
A,
30
e 39
A,
lendo
no fundo
do
terrei
ro
duas casas
lerreas
com sairia
para a
rua
do
Beco.
Uma
casa
terrea
com
quintal,
sita
na
rua
da
Boa
Vista,
n.°
72.
Oito
casas
terreas
com
quintal
e
poço,
sitas
na
dita
rua,
n.°*
117
a
124,
cujas
casas
ficam em
frente da
Carreira
da
ca
sa
das
Hortas.
.
Duas
casas de
dous
andares,
com
quin
tal
e
poço
mieiro,
sitas
na
dita
rua,
n.
‘
s
127
a
127 B, 128
a
128 B.
Oito
leiras,
ou bouças
de
matto
e
pi
nheiros, sitas
no
Monte
de
Tibães
na fre
guezia
de
Mire
de
Tibães,
denominadas
do
Engenho,
do
Arco, de Pevidal,
do
An
jo,
e
ao
pé
da
Capella de
S.
Gens. (728)
Banco
Commercial Agrícola e In
dustrial
de Villa Beal
(Sociedade «nonymtr de responsa-
bilidade
limitada)
A
Gerencia
annuncia que
em
9
de
fe
vereiro
proximo
começara
o
pagamento
do
dividendo
do 2.®
semestre
de
1877, na
razão
de 3
p.
c.
ou l$500
reis
por
ac
ção,
nas
agencias
de
Lisboa,
Porto,
Bra
ga,
Vianna,
Caminha, Guimarães, Fafe,
Covilhã,
Vizeu
e
Guarda.
Banco
de
Villa
Real,
30
de janeiro
de
1878.
Os
Gerentes
Francisco
Ferreira
da
Costa
Agarez
Agostinho
José
da Costa.
(730)
BANCO
COMMERCIAL DE
BRAGA.
São
convidados
os
snrs.
accionistas
do
Banco
Commercial
de
Braga
afim
de
no
dia
11
de
março
proximo,
pelas
II
e
meia
horas
da
manhã,
reunidos
cm
as
sembleia
geral
extraordmaria
na
casa
da
mesmo
Banco,
procederem
ás
eleições
de
2
secretários,
1
director,
3
supplenles,
e
1
membro
do
Conselho
Fiscal,
visto
acharem-se
vagos
estes
cargos
em
vir
tude
das
recusas
apresentadas.
Braga 1 de
fevereiro
de
1878.
No
impedimento
do
presidente
O
vice-presidente
Antonio
Brandão
Pereira.
Banco Mercantil de Braga
Desde
o
dia
6
de
fevereiro
por dian
te
está aberto o
pagamento
do
2.
”
se
mestre
de
1877,
á razão*
de
2
1|2
p.
c.
ou
I$2o0
por
acção
na
thesouraria
d’
este
Bjn-
co,
em
lodos
os
dias
desde
as
10
horas
da
manhã
até
á
uma
da
tarde,
e
no
Por
to
na
sua
agencia
na
Praça
de
D.
Pe
dro.
•
Solicitador—
A.
Lopes da Gama
Escriptorio
—
Taypas n.° S — Porto.
(613)
ClKl
tUílÃO DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz tudo
quanto
diz
respeito á
sua
arte e
continua
operando
grátis,
pobres
e
4ilda
íos.
(688)
CIRIRGIÃO DENTISTA
DA
Escola
Americana
Consullono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(687)
No
IJeposito
de
Vinhos do líoil-
ro
—
rua
de S.
Marcos n.°
15 —
ha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete.
—
Meza
n.°
1.
Estes
vinhos
teem.
augmento
de
10
reis
e
garrafa.
augmento
de
preço
i
—
F.
n.°
1
; F.
n.®
2
;
F.
n.« 3;
F.
n.°
5.
=
V.
n.«
I
;
V, n.° 2;
V.
n.«
3
;
V.
n.°
4
«=»Bastardo
de
1863 =
Vinho
branco n.°
1;
=
Vinho
branco
n.®
2. Vinho
branco
de
1863.
==■
Moscatel
n.°
1
;
Moscatel
n.°
2
; Moscatel
secco
=
Malvasia
adamada
n.°
2=
Malvasia
secca.
—
Geropiga
loira
;
Ge-
ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840
=~
Alvaralhão
de
1840—
Roncão
de
1820=
Lacrima-chrisli.
WiulioB
de diíTerentes
proeeden-
«ias •
Collares
;
Madeira
de diversos
pre
ços
e muiio
baratos
;
Xerez;
Moscatel
de
Setúbal ;
vinho
de
Valdepena
; Bordéus
;
Champagne.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA:
Doce
de toda a
qualidade
de
fructa,
tanto
em
sêcco
como
em calda
;
licores
francezes ;
massas
para
sopa
;
farinha de
diversos
legumes;
conservas;
mostarda;
peixe
d
’
escab*eche
;
sardinhas
de
Nantes;
ostras
frescas
em
lalãs
;
amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e preto
;
bolacha
ingleza
de
diversas
qualidades
; biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
;
quei
jo
londrino, papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas
próprias
para
o
Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Ha
um
excellente
restaurante,
e
se
apromptam
consoadas
de
qnalqtier
comi
da,
tanto
em carne,
como
em
doce.
=>
Tem
sempre
fiambre,
e
aos
domiugos
fazem-se
alli
pastelinhos de
massa
á
franceza,
tanto
de
carne
como
de
diversos
doces
=
Mor-
^cellas
de
lombo
de
porco
e de doce:
aprom-
tando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
— RUA
DE
S.
MARCOS
—
15
(643)
ÍU
TOSSIS.
Os
Hebuçados
inytilieoa,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos remedios até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.
—Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça Municipal.
(621)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria
de
Santo Amaro
da Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
Kua
tlog
Capellictaa, £8
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos abaixo
exarados
pelo
menos
preço possível, a
saber: chilas
largas
bem
sortidas,
tinas
em
côr,
e
bom panuo.
a
80,
90,
100
e
110
o
covado;
ha
linda
len
çaria
de
seda e
selim,
tanto para
senho
ra,
como
outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para
homem
e
se
nhora;
castiçaes
de
metal,
e
vidro;
jarras
de
procelana;
agoas
de
colonia;
collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos
criís; lenços
de
cambraeta
de
linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em
diflerentes
tamanhos;
adere
ços
e brincos;
sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgorão.
largas,
para
homem,
modernas;
lençaria
de
côres
em
algoção,
cassa,
sarja,
melim,
e
d
’
outras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos de
bertanba
de
linho;
colchas
brancas,
para cama;
pós
d
’
arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo de
tudo
e
barato.
(606)
FILIAL
D
a
CAIXA
ECOSTOiTIICA
PENHORISTA
Sociedade anónima
de responsabilidada
li
mitada
Cupital
................ 500t000$000
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entiada
pela
rua
do
Campo
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito, cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sob<e todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
10(>
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito
a
pra-
so
ou á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis.
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A.
G.
Ferreirin^a.
CAIAI
PARA
AZEITE
No
largo
de
S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(700)
to
BUA DE
S.
M \BCOS,
N
5.'^
\ entíe
papeis
?
inl
■-
ff
dos
para
guarnecer
sJlas,
hihlissitnos gostos, a
p <n-
cipiar
eni
80 reis
a
peç.t. ®
Vende
olio,
tintas e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
Vende cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges-
1
O
so para
estuques
de ca
sas,
tudo de primeira
qua
lidade.
BREVE
COMPENDIO
DE
0
RAÇÕES
E
D
E
V 0 Ç
Õ
E
S.
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
conecta
e
muito
augnientada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas, e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
8.
Exc.
&
Rev.
m
*
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.'*
3 E,
e
nas
principaès
livrarias;
e
no
Porto
na Livraria
Catholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na Portuense
de
Manuel
Malheiro.
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160reis
»
encadernado
....
240
»
lívbaw
7\
”
bokd
Ã
l
^
* I
Travesnn «la
Vietoria
n.° 48, i.°
andar, I.ínbca
N
’
este estabelecimento
ha
um
variado
sortimento
de
diflerentes
obras,
Roman
ces,
Historias,
Comedias,
Dramas,
Scenas
Cómicas
e
Almanachs
para
1878,
e
faz-se
abatimento
para
negocio,
e
remellem-se
os
calalogos
grátis,
e
qualquer
das
obras
abaixo
mencionadas são
remettidas
francat
de
porte
aquem
enviar
o seu
importe em
estampilhas.
FLUIDE
IATIF
de
JOHES
Por
suas propriedade» bcne/tcac, goza este
pro-
ducto
de alta e merecida reputação. Suaetza e ama
cia
a
pelle,
allivia
as irritaçBei causadas pelas mu
dança»
de
clima, pelos
banhos do mar, Impress&es
desagradavels
do vento ou do
calor,
etc, etc.
Uma
simples applicaçSo faz desapparecer as ra
chaduras das mios
e
dos
beiços. Preço 650
reis.
PARA
OS CUIDADOS
DO
TOUCADOR
É
muito
digno
de ser
recommandado õ
Sabão
■atif.
que possue
todas as
propriedades suavizan-
tes
do Fluide, e
um a
roma
delic
adíssimo.PreçoBOO
r*.
23, Boulevart
des Capucines,
Paris,
De
Fronte
da
entrada do
Grand-llotel.
Deposito
em Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêto
n.°.
28
—
30
(26
•)
Fabricante
de
Escavas
Inglesas
Perfumeria,
Loja
de
papel,
Objetos
de
Fantasia,
Estojos
diversos,
Cutelaria,
Artigos
de
Luxo,
Luvas,
etc.
Linimento
..
VEI
1
-
\11C11
■
I.
p.lra
caval-
!o>.
íazen.io
a-
vezes
de
fogo
e
não deixando
ve-iie
<.s
,|<. sl-i;
emprego
Xticnm.,
pharm
a-
<
m
Víi
[a,,
1'rovença)
França.
-
Pre<<:
t
">i'
—
Em
’
Lisboa
o
snr
B.rrcto,
Lorêto,
11
0
28
-3O.f25)
JOSE
DA
>ILV
a
EUA DÃO
Ctwzs»
I«j« <5e fato
feito
13—
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
—13
MANUAL
DAS
DAMAS,
tratado
de
fa
zer
llôres
artificiaes
ornado
de
estampas
1500.
MANUAL DO
COS1NHEIRO,
modo
•
de
preparar
as
melhores
iguarias da
cosi-
!
nha
poriugueza
e
franceza.
arte
de
co-
ipeiro
e
pasteleiro
240,
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
sortes
di
vertidas
tanto
de mãos
como
de
cartas e
physica
recreativa, ornado
de
80
estam
pas
500,
manual
do
conserveiro
e
i
CONFEITEIRO
modo de
fazer
bollos
pas
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
i
DANSA,
arte
de
aprender
a
dansar
sem
I
mestre
120,
MANUAL
DAS
SINAS,
ex
plicação
das sinas
e
sonhos
120.
™RÃPHAEL
OU O
iVienino ilevotr» e
instruído
Collecção
de orações
e
meditações,
com
um
dialogo
entre
um
sacerdote
e
aquelle
me
nino;
extraclos
das
obras
de
vários ando
res
sábios e piedosos,
COORDENADOS PELO
PADRE
J.
J.
C.
DE SEQUEIRA
Acha-se
á
venda
unicamente
no
escri-
ptorio
da
«Palavra»,
Cima
de
Villa
n.° 25.
Preço,
120
reis
—
pelo
correio,
140.
—
Encardernado,
220—
pelo
correio,
240
rs.
E
’
pago
adiantado.
LIVKÃKIA
í
TEIGEMO CHAKDR0N
BRAGA
Uitianaa
publicaçõe»
t
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
guezes.
lanto
d
esta
cidade
como
da«
províncias que
tem um
bonito
e
variado
sortimento
de
fato
fei
to,
ca-imiiãs
para fato
muito
baratas,
cortes
de
çalça a 1$500,
2$000
e
2$500 teis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimira
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600 reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
patino
familiar,
e
mentes,
booets de
gorgorão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
<80
d
;
manias
de
seda
de
to
dos
os
feiiios.
Encarrega-se
de
fazer qualquer
obra
que
lhe
seja
eucommendada,
e prompti-
fica-se
a
licar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade do
Leguez.
(
obras
completas
)
PADRE
RIVAUX
Historia
Ecclesiastica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da
6
a
edição,
por
Francisco Luiz
de
Sea-
bra,
3.
vol...................................
3^000-
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião
chrislão,
traduc-
ção
do padre
Mesquita
Pimentel
1
vol.....................................................
1^200
BALMES
0
Protestantismo
comparado
com
o
Calholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação europea,
4
vol.
2$400
PADRE
MACH
Quem quizer
arrendar
a
casa
n.° 7,
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquiinf
Antunes
Alves,
na rna
do
Cam
po,
d
’
esta
cidade, que
está
anctorisado
para
este
fim.
(713)
Maná
do
Sacerdote,
1
vol. br.
500
cart...............................................
$600
Ancora
de
Salvação,
1
vol.
br.
500
cart . ....................................... $600
D.
MARIA
DO PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas nos preceitos
do
Decálo
go, 1 vol
........................................
$500
DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
PADRE
SENNA
FREITAS
Preço
500
reisi
A
’ venda
na
Livraria
Catholica
Portuen
se,
praça
de
D.
Pedro,
131.
Sermão
sobre
a Divindade
de
Nosso
Se
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço
..................
200
rs.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—
1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
