comerciominho_06111878_858.xml
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-
COMMEBCIO
RELIGIOSA,
POLITICJk IK ^'OTIÍ^Í>S.%.
REDACTORES
—D. Miguel Sollo-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.—D1RECTOR—Anlonio Joaquim de Mesquita Pimenlel.
6.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes
...............................
1&600
»
6
»..........................
Correspondências
parlic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetrão....................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÃS TERÇAS,
QUINTAS E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1&050
3&600
3&6O0
10
Províncias,
12
mezes
.....................
»
0
»
.....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso................................
N.° 858
BBABA
—
QU1KÍTA-FEIK<
o
b
>
r
NOVEIHBRO
DE
18Í8
Os altentados
audazes
contra
a
vida
dos
imperantes,
na
Europa,
reproduzem-
se
successivamente.
Assombra, tamanho
arrojo
dos
agentes
temerários das socie
dades
secretas.
O
fanatismo
da
seita,
que
lhes
arma
o
braço
regicida,
é
de
tal
in
tensidade,
que
lhes
cega
a
razão,
embota
os
sentimentos,
e
colloca-os
na
aresta
do
abysmo
que
lhes
engole
a
alma
e
o
corpo.
Quantos
homens
d
’estes
tem havido
no
inundo,
que
de
heroes
imaginam
ha
ver
as palmas, que
lhes
pode
ceifar
um
crime,
ou
de
victimas
cuidam
conquistar
a
compaixão,
que lhes
enderece
e tribute
a
humanidade!
Loucos na
terra
e
na
vi
da;
perdidos
no
tumulo;
e
maldictos
da
posteridade!
A
estes
lhes
alastra
o
cami
nho
da
vida
o erro
de seus consocios,
ou
os escolhos e
agruras,
tam
asperas
e
dolorosas,
como o
nefando
intento
a
que
alvejam;
e
depois
da
tentativa
malograda
ou vingada,
falhando os
lauréis
a
enra
mar-lhe
a
fronte, ou
as
turbas
com
a
admiração
e
o aplauso,
chega
apenas
o
algoz
com
a
sentença
fatal
para
os
exe
cutar,
a
urna
funerária
para os
encerrar,
e a
posteridade
severa
para
os
julgar,
inexorável.
Para
que
um
nome
d’esles
loucos
se
ja
memorado
no
livro
dos grandes
cri
mes,
é
mister
ser
ahi
inscripto
com san
gue
humano!
Para
que
seja
memorável
nos
annaes
da
humanidade,
é
preciso
re-
gistal-o
a
mão
de
um
carrasco,
embora
o
canonisem,
no seio
das
suas
sessões,
os
que
lhe
chamavam,
em
vida, afoula-
menlos
de
desgraçados
consectarios!
A
responsabilidade d’
estes
acontecimen
tos,
ao
estalarem
na
scena
do
mun
do, que espantam
e
surprehendem, pô
de,
porem,
e
deve
attribuir-se
lambem
áquelles
que
estão
prestes
a
ser
victi
mas
do
braço armado
dos
aggressores.
O
cego
instrumento
do
cr
me cede
á
voz
.que
o
impulsiona
no
antro
dos
conspira
dores;
mas culpados
são egualmenle os
que
sopraram
e
semearam
os
ventos
das
tempestades
de
que
colhem
agora
amar
goso
fruclo.
E
’
que
n
’
aquelles
cerebros
naufraga
ram,
sem
redempção,
os
princípios
reli
giosos,
e
dissiparam-se
inteiramente
os
esplendores
da
sã
razão,
e
obbteraram-se
para
sempre
as
verdades
divinas
que
constituem
a
felicidade
espiritual.
Triste,
mas
irremediável
deserto,
que
só
pôde
ser
repovoado
pelo
influxo
da
graça,
quan
do
aprouver
ao
braço
divino
conceder que
n
’
elle
brotem
e
floresçam
de
novo
as
sa
lutares
e
viridentes
ideias
da
regeneração
christã
!
Diante
de
uma
propaganda
seduclora,
ensinando
a
escravidão
da
humanidade
pela
escravidão
das
turbas,
em
nome
de
prodigiosa
liberdade
e
de
esplendente
ci-
vilisação,
os direitos
do
homem
alleam-
se
até
o
orgulho,
do
orgulho
até
á
inso
lência,
e
da
insolência
até
ao crime,
e a
auctoridade
social
é
afogada
por
entre
os
clamores
arrogantes
dos
cidadãos
desvai
rados.
Se
as
suas
vozes
são
attendidas
e
os
seus apetites
saciados,
não
penseis
que
se
desatam
em
harmonias
de
bênçãos
para
os
poderes
públicos,
não.
Irrompem
em
mais
audaciosas
exigências
inspiradas
e
alimentadas
pela
fortuna
dos
successos
anteriores.
Mas
se
a
reacção
auctoriiaria
se
er
gue
a
castigar
esse
refluxo
de
paixões
ruins, e
a
sustei
o
com
o
dique
da força
em
nome
da
lei,
e
com
a
voz
da
razão
em
nome
da ordem social,
acovardam-se
os
lumultuarios,
e
somem-se
no
seio
das
cavernas
onde
planeam tenebrosamente a
vingança
violenta
das
suas
aspirações.
Den
tro
em pouco,
n
’
uma
rua
ou praça
pu
blica
tentam,
inesperadamenle,
fazer
des-
apparecer
o
vulto
que,
no vertice
da
py
ramide
social,
reputam
o
maior
estorvo
á
conquista
do
seu
ideal
democrático.
São
logicos.
Falalmente
logicos.
En
sinaram-lhes
os
princípios
da
dissolvente
revolução,
extraíram
elles
as
intrínsecas
consequências.
No codigo
falsea
to
dos
direitos
hommaes
nem
as
próprias coròas
deslumbram
pela
seberania;
nem
as
togas
pela
veneração; nem
as
mitras
pela
reli
giosidade.
Alli
endeúsa-se
o
homem
livre,
para conseguir
ser
libertino.
O
resto
che
ga
depois.
Apparece
hoje
com o
nome
de
nihilismo;
ámanhã chama-se
socialis
mo;
honlem
era
o
communismo;
hoje
ap
pel
ida-se
o inlernacionalismo.
São
as
fôr
mas
externas
em
que
vazaram
as
suas
aspirações,
e
que
lhes
apparenta
a
diffe-
rença
de
doutrina
e
de
intuitos.
Na
es
sência
existe
a
homogeneidade
ala
origem
e
a
harmonia
da
acção:
revolução
e
anar-
chia.
Os
seus
effeitos,
sentiu-os
Luiz
Filip-
pe
e
Napoleão
III,
em
França;
o
impe
rador Guilherme,
na
Allemanha;
os
pre
sidentes
das
republicas,
na
America
do
Sul;
Alexandre
II,
na
Rússia
e
o
gene
ral
chefe
da
policia;
na
Hespanha,
Izabel
11, Amadeu,
Narvaes,
O
’
Donnell
e
Prim;
e
ha
poucos dias
D.
Atfonso.
Triste
situação
a
d’
estes
monarchas
!
Uns,
oriundos
da
eschola
doutrinaria
que
depois pretende
sepultal-os,
estão
entor
pecidos
por
falta
de um
ponto
de
apoio
iirme
e
mabalavel
em
que
sustentem
a
sua
posição
e
a
sua
grandesa.
Outros,
embora
derivados
de
solido
e
legitimo
berço,
adoptando
uma
política
fatal, dei
xaram
medrar
a
hydra
que
os
pretende
agora
engolir
com
as fauces
da
soberania
nacional.
Estes,
abertos
os
olhos
do
bom
critério
político,
ain
ia
podem
aguentar
a
tormenta,
è
não sossobrar
á
voz
da
tem
pestade,
convolando para
o caminho
se
guro
dos
legítimos
direitos
populares
e
sociaes.
Áquelles
.........
como
nào
satisfa
zem
ás
aspirações
verdadeiras
da
nação
onde
imperam......
Oiçam
o
que
narram
de
Madrid
ácer-
ca
da
recepção
de
D.
Aifonso
na
sua
re
cente
viagem
ás
províncias
do
Norte
de
Hespanha.
Vem
de
molde, para ensina
mento.
Comprova,
á
maravilha,
o
nosso
asserto:
«D.
Affonso continua
na
sua
percursão.
(Era
a
16 de outubro
ultimo).
«Recebido cortez
e
até
carinhosamen
te,
se
não
com
grande
enlhusiasmo,
ao
menos
com
sinceridade
e
estima
nas ci
dades
de
Castella
que
tem
visitado,
vol
tou-se
complelamente
a
face
das
cousas,
desde
o
momento
em que,
atravessando
o
Ebro,
penetrou
no
território
vascon-
gado.
«Ninguém
o
offende,
nem
sequer
uma
pessoa deixa
de
tratal-o
na
sua passagem
como
se
irada o
representante
da
au
ctoridade
n
’
aquellas
comarcas,
que
rendem
verdadeiro culto
a
este
principio
salvador
das sociedades;
porem,
os
povos, as
mas
sas
dos
campos e
das
cidades,
como
se
obedecessem
a
uma
combinação
mutua,
permanecem
em
reserva
e
silenciosos,
sem
que
a
mais
pequena
das
manifestações
venha
a demonstrar
que entre
o
gover
nado
e
o
governante
existem
outros
laços
de
união
que
não sejam
os
que
impõe
a
força,
nem
outras
considerações
que
não
sejam
as
prescriptas
pelo dever
a
povos
sérios
e
dignos,
que
não
são por sua
na-
turesa
exaltados,
nem
se
entregam
a
es
sas
manifestações
ruidosas,
sempre
inúteis
ou
contraproducentes.
<E
’
uma
severa
licção
aos
poderes
públicos,
dada
por
um povo digno
do
nome
de
grande, que tem
a
consciência
do
seu
direito,
e
sabe
conler-se
dentro
dos limites
que a
situação
do
momento
lhe
aconselham,
conducta
que
só
sabem
seguir
com
tino
e
acerto
os
povos edu
cados
e
dirigidos
absolutamente
pelas
ma-
ximas
do
catholicismo».
c.
V.
Inatruefno
l
’
«Htnral
sobre
o Pro
testantismo.
Nas circumstancias
anormaes
em
que
se
ia
collocando a
cidade do
Porto,
mi
nada
lenta
e insidiosamenle
pelo
protes
tantismo,
como
se
não
bastaram
os outros
males
de
não
pequena
monta,
que
alli
tem
seu
íóco,
graças
á
leltra
morta das
nossas
leis,
e
ao
pedantismo e
inércia
da
maioria
das
nossas
auctoridades, sem
au
ctoridade,
que
mais
servem
de
destruir
que
de
edificar,
de
desmoralisar
e
cor
romper
que
de
preservar
do
contagio,
de
manter
a
ordem
e a lei
que
de
deixar
impunes
os crimes e
opprimida a justiça
e
o
direito,
em
tal
conjunclora,
a
In-
strucção
Pastoral
do
Preiado
a
ninguém
podia
surprehender,
como um aclo de
zelo
pastoral,
como
o cumprimento
d
’um
dever.
Collocado
por
Deus
á
frente
d
’
uma
porção
da
grey
universal,
confiada ao Pon
tífice
romano,
é
evidente
que
lhe
corria
o
indeclinável
dever
de escorraçar
o
lobo
e
de
precaver
as ovelhas
contra
os
in
tentos
e
ciladas
(Paquelle.
Na
espinhosissima
mLsão
que
lhe
foi
confiada,
nem
podia
deixar d’ouvir
os
rugidos
da
fera,
nem
os
gritos
das
victi
mas.
Provocado impudente
e
cynicamente
por quem
conhecerá
tudo,
menos
o
qne
seja
honra,
dignidade,
respeito
e
obediên
cia,
não podia
obliterar a
obrigação
que
sobre
elle
pesava
de
vir
á
estacada
vin
gar
a
pureza
da
doutrina,
de
que
é
le-|
gitimo
apostolo,
depositário
e
guarda, co
mo
também
instruir
os
seus
smados fieis
sobre
o caracter,
indole
e
natureza
dos
falsos
apostolos
do êrro
e
da
corrupção.
De
que
maneira
porém
o
fez?
E
’
nisto
principalmente
e
nas ^esperanças
que
a
todos
deu
direito
a
conceber
de
futuro,
que
devem
encontrar-se,
por
certo,
mo
tivos
de
regosijo
e
de verdadeiro
jubilo.
Com
efleito
o
zelo
apostolico,
uma
dignidade
episcopal
inexcedivel,
uma
allian
ça
de caridade com
a
justiça
completa,
senão
inimitável,
porque
a
caridade sem
justiça
é
frouxidão
e
laxismo,
e
a
justiça
sem
caridade
é
dureza
e rigorismo,
uma
firmeza
de
lógica
irrespondivel,
e
final
mente
uma linguagem,
sobre
castigada
e
polida,
por vezes eloquente
e
sempre
pa
ternal
e
accessivel
ás
diversas
intelligen-
cias,
tudo transluz
e
se
deixa ver n
’essa
Inslrucção
Pastoral-typo
que
vem
opu-
lentar
a
collecção
dos
mais
importantes
aclos
episcopaes
do
mesmo
genero,
e
que
deve
ser
archivada
com justo
titulo
entre
as principaes
da
mesma
diocese.
A
opportunidade
da
occasião
para o
apparecimento
em
publico d
’
esse
docu
mento
prelaticio,
talvez
não
poderá
ser
mais
azada. O
augusto
príncipe
da
Egreja
inspirou-se
em
boa
hora,
já
nas
circum
stancias
especiaes
da
diocese,
já
no
exem
plo do
Pontífice
actualmente
reinante,
que
acaba
de
verberar com
seu
Verbo
sagrado a
mesma
peste
que
lentára
tomar
fóros
de senhorio
na
própria
Cidade
Eter
na,
centro
da unidade
catholica, já
nos
exemplos
de
venerandos
collegas
que
na
visinha Hespanha arcaram
impávidos
e
destemidos
com
a
hydra,
praticando
aclos
que
lhes
tem
attrahido
innumeros
pro
testos
de
veneração,
de
amor,
respeito
e
gratidão
da parte
de
lodo
o
clero
e
da
maioria
dos
fieis.
Finalmente,
devem
ainda
ser
motivo
de
ineflavel
consolação e
incentivo
de
nova
coragem
e
ardor a
t<dos
os
seus
fieis
súbditos, para
terçarem
ao
lado do
seu
Prelado
com denodo
e
perseverança
contra
o
inimigo commum
da Egreja e
da
sociedade, as
esperanças
bem
fundadas
de
que
os
nào
desamparará
jámais
quem
tão
valorosamente levanta com
ra
zão e
justiça
o
grilo
de
guerra
contra
o
protestantismo.
Muito
desejáramos
esmaltar
as
colum-
nas do nosso
modesto
periodico
com
a
inserção
de tão
grandioso
e
elevado
do
cumento
de prégação apostólica,
se
o
pou
co espaço
de que dispomos, a
circumstan-
cia de
ser
trisemanal,
a própria
natureza
d’
esse trabalho,
a
sua
muito
extensão,
e
finalinenle
a
inserção
de assumptos
for
çados,
nol-o
permiltissem
sem
desdouro
do
efleito,
do
lustre
e
da
inexcedivel
proficiência
e
encadeamento
com que é
tratado
o
seu
objecto.
E
’ certo,
em boa hora
isto se
diga
e
se
possa
dizer
sempre,
a
lepra
do
pro
testantismo
não
tem
ainda
perpassado
por
esta
nobre,
leal
e
antiga
cidade
de
Braga.
Os abutres
vão
sempre
para
onde
lhes
cheira
a carne
pôdre;
e
a
não
ser
que
lhes
agradasse
a
carne
dos cavallos
e
dos
animaes
que
morrem
nos
montes
próxi
mos e por
outras
partes,
nào
tinham
aqui
que
debicar:
e
quando
tivessem
e
tentassem
penetrar
aqui,
aprenderiam
a
propila
custa o
que
vale
e
pôde
um
povo
que
timbra
em
ser
catholico e
se
uíana
de
possuir
um
prelado
que
os
não
dei
xai
ia
locar
na
Arca
Santa
das nossas
crenças.
Sem
embargo,
como
a
doutrina
que
serve
de
salutar
remedio,
também serve
de
excellente
preventivo,
a
Inslrucção
Pastoral
do
ex.
mo
e
revd.
lli
° Bispo
do
Porto,
serviria, quando
muitas
outras
van
tagens
não
tivesse,
(que
as tem),
ao
me
nos,
de
prevenção,
e
nunca pôde olvidar-
se
a maxima,
que,
n’este
caso,
frisa
a
proposito:
Mais
vale
prevenir
que
reme
diar.
Mas
se
pelos
motivos
expendidos
não
inserimos
tão
preciosa
pastoral,
consola-
nos
a
lembrança
de que
s. exc.a
revd
hade
ter
tido
em
conta
e
consideração
a
alta
conveniência que
porventura
deve
ha
ver
em
se
fazer uma edição
avultada
pa
ia
ser
profusamente divulgada,
não
pela
dio
cese
sómente,
mas
por
todo
o
paiz.
Será
para umas
partes preservativo,
para ou
tras
remedio,
para
a ma
jor
j
a
reíIiec
jj
0
e
preservativo
ao
mesmo
tempo.
Uma
outra
edição
em
condições
mó
dicas,
tornar-se-ia
também
muito accessi
vel
para
áquelles que
tem
apenas o
pão
de
cada
dia, mas
q
ue
es
t
ao
en)
cj
rC
um-
slancias
de
colher
iructo da
sua leitura.
E
dizemos
isto,
sem
embargo de
sa
bermos que
ella
está
sendo lida
por
to
dos
os
parochos á
estação da
missa
Con
ventual
em
domingos successivos.
Tal
é
o
proceder
do
inimigo
que
ora
se
combate:
copiosa diffusão
de
pamphle-
los, e
mil
especies
de
impressos
e li
vros
impregnados da
monstruosa
heresia
que
professam
ou
fingem
professar,
é
um
dos principaes
cavallos
de
batalha
dos
protestantes,
e,
por
certo,
que
um dos
expedientes
mais
perigosos
e
funestos.
Da
mesma
sorte
é
justo
e
natural
que
se
pro
ceda
com
o
antídoto
que
houver
de
des
truir
o que
produz o
genio
da
iniquidade.
Também
não entramos
na
analyse
do
preciosíssimo
documento
de
que
nos
le
mos
vindo
occupando,
o
que
não
pode-
-
1
. ........
Ml,
.........................................................................................................................................
riamos
fazer
por
certo,
a
menos que
per-
tendessemos t
eer
lhe
encomios
e
bradar-
lhe
applausos,
de
que
nem elle
carece,
nem
a
nossa
penna
saberia
condigna
e fiel
mente
traçar no
papel.
Façam
d
’
elle
acquisição
lodos
os
ca-
tholicos;
e
qualquer
que
seja
a
sua po
sição,
saber
e condição,
leiam-no
todos
com
pr
funda
meditação,
repouso
e
des-
preoccupação
d
’
espirilo.
E
supérfluo
é
dizer
que
impossível
nos
parece
que
pos
sa
sustentar-se
d
’
um
modo
mais magistral,
mai's
brilhante
e
invencível a
auctoridade
da
Egreja
Calholica e
refutar
o
livre
exa
me
do
prule
lantismo,
os
seus êrros
prin
cipaes,
e
os
males
que
produz.
Sua
exc.
a
revd
ma
termina
chamando
ao
seu
posto
os
presbyteros,
os
parochos,
os prégadores
e
todos
áquelles
emtim que
d
’um
modo
ou
d
’
oulro
podem
e
devem
cooperar
com o
Prelado na debellação
d'esse
flagelloGrande
appelo
é
este!
Oxalá
saibam
elles
corresponder
aos
bra
dos
do
seu
superior,
e
compenetrar
se
bem
dos
seus deveres!
Embora
sua
ex.
a
revd.
,na
não
falle
nomeadamente
na
imprensa,
nós
damos-
nos
por
chamados
também
ás
armas; que
não
vá
lambem
o
inimigo
repelhdo d’um
ponto,
ousar
asyiar-se
na
capital
d
uma
diocese,
onde,
mercê
de
Deus,
não
pôde
até
hoje
encontrar guarida.
A
invocação
á
Virgem
Immaculada,
com
que
remata
seu
trabalho
apostolico.
é
d
’uma
suavidade
tão
terna, d
’uma ener
gia
tão
rasgada,
d
’uma
devoção
tão
pro
funda
e
sincera que
o
fecha
com
chave
d
’oiro.
Vamos
concluir; que não
queremos
dar
azos
a
qne
a
má
fé
ou
a
cegueira pre
tenda
lançar
á
conta
de
gralnDo,
exagge-
ro
ou
favor,
o
qne
nos
é simplesmente
inspirado
pelo
espirito
de
justiça,
pelo
nosso
dever de
jornalista,
e
pela
alegria
que
experimentamos
ao tomarmos o
pezo
e
a
importância
ao
acto
do ex.
m
°
Pre
lado
do
Porto.
Sua
exc.
a
revd.ma
,
cujo coração
extre-
mamente
aífavel, bondoso
e
delicado
de
ve
ler passado
por
angustiosos
lances
durante o
tempo
da
espinhosissima
mis
são
que
desempenha,
deve,
a
estas ho
ras,
sentir
a
consciência de
ter
princi
piado
a descarregar
se
d
’
uma
tremenda
e
dura
responsabilidade,
e bem
assim
gosar
a
satisfação
de
ler
levado ao
coração
dos
seus
fieis
diocesanos,
e
ainda
de
muitos
que
o
não
são,
um
ineffavel
prazer, a
par
das
mais
gratas
esperanças.
Homa
lhe
seja
tributada, e
justiça
lhe
seja
feita
!
A.
M.
xo
sçjí
»'*»-
laiMbut»,
3
de navemhru de 13'98.
(Do
nusso correspondente i.
Está-se
repelindo
ainda
mais uma
vêz
urn
d
’
esses
desacatos,
a que o
liberalis
mo
qiier
como
á
menina
dos
seus
olhos.
O
circulo
95
está procedendo á
elei
ção
do
deputado, que
tem
de ir,
em
ja
neiro
proximo,
ao
synedrio de
S.
Bento.
E’
um
verdadeiro
escandalo
o
modo
como
se
fazem
as
eleições
n'esta
terra
de
catholicos.
Os
templos
são convertidos
em
praças,
onde
estão
em
almoeda
as
consciências
dos
eleitores;
e
ainda na
occasião,
em
qne
o
sacerdote
celebra
o
santo
sacrifício
da
Missa,
a
grila
dos
pregoeiros
conlon-
de-se
com
as
preces
do
Ministro
da
Egre
ja.
onde
não
ha
parochos, como
o
dos
Anjos,
que
não
permitiam
que,
durante
a
Missa,
se
façam
chamadas,
antes
or
denam
que
se
suspendam
os
trabalhos
eleitoraes.
Habituaram
o
povo
a
estar no
tem
plo
como
se
estivéra
em
qualquer
circo,
e
o
resultado
ahi se
está
colhendo.
Oh!
muito
deve
a
nação
á
liberdade!
Effectivamenle
lemos
lido
comnosco
o
celebre
general
Grani.
A
imprensa
tem-lhe
feito
muitas
znm-
baias.
O bomem
fez
outr
’ora
barris.
Não
se
deu
bem
com
o oflicio,
já se
vê.
De
dicou
se,
pois,
á
política,
o melhor d
’
el-
les
para
se
fazer
fortuna,
quando
se
é
realmenle
esperto;
e
á
fé
que
não
visi
taria
agora
as primeiras
côrtes
da
Eu
ropa,
se
fôra
ainda
mestre
tanoeiro.
Por
cá
lambem
temos lido,
11
’
esles
últimos 44
annos, alguns que,
se não
fizeram
toneis,
e
pipas,
em rapazes,
ven
deram chitas
e algodões, e
dedaes, e
ou
tras
coisas
mais,
e
teem
subido,
subido,
mas
nào
pela
estrada
real
dos
verdadei
ros
serviços
ao seu paiz.
como
Grani,
senão
pelas
tortuosidades
da
trica,
e
da
rebeldia
á
patria,
aquem
aliás
devem
amor
e
fidelidade.
Espera-se
uma
carregação
de projeclos,
que
devem
de
ser
convertidos
era
outras
tantas
leis,
todas
ellas
tendentes a
feli
citar
ainda
mais,
e»la
já
prosperrima
na
ção.
EHa
vae
singrando
tão
felizmenle
pelo
mar
bonançoso
do
progresso
moral,
e
material,
que
só
algum «cabelleira»
phyrro
nico
e
despeitado
diz
mal
da
cousa.
As
penitenciarias,
e
os
Tavares,
Con
fundem, todavia,
os
praguenlos.
que pre
tendem
ahi
a
lodo
trance
desacreditar 0
paternal governo
regenerador,
dizendo
que
vivemos
n
’
uma
época
de revoltante
despo
tismo,
que
0 povo
não
póde,
e
não deve
pagar
mais,
nem
tanto,
quando
toda gen
te
sente
que
0
tributo
é
agora
suavíssi
mo,
como
nunca,
que
a lista
civil
não
póde
continuar
assim, porque
a
còrte
ca
rece
de
muito
mais
dinheiro
para
as suas
caçadas,
mormente no
tempo
das
galli-
nholas. para
os
seus
jantares, passeios,
e
viagens,
para
as
suas
festas
esplendi
das.
etc.,
etc.,
etc.
Mas,
0
que,
além
d
’
este
caminhar in
cessante
pela
estrada
de tudo
quanto
nos
ha
de
levar ao
ultimo
grau
de
decadên
cia
material,
0
que
nos deve
de
fazer
sossobrar
0
animo,
a
todos
nós,
que
sen
timos que setn
moralidade, e
sem
reli
giosidade
não
ha,
nem
póde
haver, ver
dadeira
prosperidade publica,
é a
perti
nácia
do governo
liberal
na
vereda
da
indifferença
pela
causa
da
religião,
e
da
moral
do
paiz.
Elle
mesmo
está
gostando
os
amarís
simos
fruclos,
que
tem
produzido
a mal
dita
arvore,
que
a
revolução
implantou,
e
tem
cultivado,
com
todo
0
esmero,
no
solo
da
patria.
A
indifferença
do governo
tem sido
contagiosa,
e
não
só
a
indifferença,
senão
a impiedade com
todo
seu
séquito
de
abo
minações.
Pobre
povo!
Mas,
em
compensação,
dá-se-nos
a es
perança
de
que
0
governo
irá
ao
parla
mento
propôr
uma
lei,
que
restitua
ao
paiz
uma
segunda
linha.
Não sei
até
que
ponto
0 boato
seja
verdadeiro;
mas
terá
graça
vêr
os
homens
tão
hostis
ás
milícias,
pedirem
a
resur-
reição
d
’
ellas,
embora
com
outro
nome.
O
tempo
de
armar
á
popularidade
pas
sou.
Julgam-se
seguros,
e
oxalá
que
não
estejam
abraçando
a
nuvem
por
Juno!...
Todavia, não
me
parece
a
nova
certa.
O
governo
pensa,
cerlamente, que
não
merece
as
sympathias nacionaes. A con
sciência
dos
seus
aclos
grita-lhe,
sem
du
vida, -que
muitos
teem
cahido
desastrosa
mente,
e
com
muito
menor
motivo,
pa
ra
ir
acordar
as iras,
e
a
resolução do
povo;
não
iria,
pois,
armal-o.
Seria
par
vo dando
corda
para
0
enforcarem.
Veremos
se
se
illudem,
ou
se
me
il-
ludo.
Entretanto,
vamos
gozando
d
’
esta
paz
octaviana,
á
sombra
da
qual todos
chiam,
menos
os
que leem
talher
d
’
ouro
á
me
za
do
orçamento,
porque
ainda
os
em
pregados
mal
retribuídos
luclam
com
mui
tas
difliculdades.
Não
está
contente 0
chefe
de
familia,
porque 0
fisco exige
impostos
exorbitai)
tes
para
satisfazer
0
juro
da
enormís
sima
divida,
que
0
governo
liberal
tem
contribuído,
além
de
muitas
despezas,
sob
color
de
necessidades
publicas,
supér
fluas,
e
porisso
escandalosas;
queixa-se,
porque
todas
as
generos
indispensáveis
á
vida
estão
fabulosamente
caros; perde
a
paciência,
porque 0
obrigam
a
sacrilicios
superiores
ás
suas
forças,
para que
algu
mas
dúzias
de
parasitas
se
regalem,
quan
do
se
não
locupletam.
O
desgosto
aqui,
como
em
toda
par
te,
é
geral;
e
se
nem
todos
desejam
sahir
d
’este
estado
violento
pela
mesma
porta,
ninguém deixa de
anceiar
que
suba
ao
poder,
quem
faça
um ultimo
esforço
no
intuito
de
libertar
a
nação
de
tamanha,
e
tão
abjecta
oppressão.
E
’
inútil
dizer-vos
qual
0
unico
meio
eflicaz
ao
fim,
que
0
paiz
anhela
sofre
gamente.
Não
é
de certo
com 0
systema
pseu
do-liberal
que a
nação se ha
de
regene
rar.
Dil-o bem
eloquentemente
0
longo,
e
cançado período
de
quasi
meio
século
de
decepções
e
de
protervias,
de
promessas
pãllazes, e
de
iniquidades
contra
a
patria
'
cotnmum.
No
dia
31 d
’
oulubro
fez
annos
0
rei
dos
liberaes,
0
neto do
1.®
imperador
do
1 Brazil.
Nem
elles
mesmos
se
alegráram!
Recepção
na
Ajuda,
luminárias
nas
repartições
publicas,
e
nos
quartéis,
thea-
tros,
e
disse!
Quem
póde
confrontar
0
passado
com
0
presente,
vê
a
incommensuravel
diffe-
rença
das
duas
épocas,
a
monarchica,
e
a
revolucionaria.
—
Parece
que
a
Emilia das
Neves pe
diu a
sua
aposentação.
E’
uma
nova
tris
te
para
os
amigos
da
scena
portugueza.
Mas
aquelia
disttncla
actriz
está
um tan
to velhota, embora
ainda
de quando
em
quando
enthusiasrae
as plateias
meiha-
inorphosean
lo
se
em
travesso
rapaz,
e
de
tal
modo
que
ninguém
sabia
de
certo
se
realmente
era
uina
mulher
sexagenaria,
se
um
endiabrado
garoto.
Todavia
as
suas
glorias
passaram,
como
tudo
passa
n
’
es-
te
valle
de lagrimas.
Deixará,
porém,
urn
logar
mui
dillicil de ser
substituído.
—
A
proposíto
de
disciplina
militar,
n
’esles
tempos
de
progresso,
contar-vos-
hei uma anedocla,
que
mostra
assaz
os
quilates
da
subordinação
actual:
Passava,
ha
pouco,
por
uma
das ruas
d
’
esia
capital,
um
sargento
aspirante, ex
cessivamente
baixo,
da
altura,
dizem me,
do
annão
dos
Assobios,
pouco
mais,
ou
menos,
no
momento
em
que se
encon
trou
com
um
corpolento,
e
desempena-
do
cabo
da
municipal.
Vendo
0
micros
cópico,
e
imberbe aspirante,
que
0
ca
bo
lhe
não
iizera
continência, exlrauhou-
Ihe
a
falta.
O
cabo
perfilou se,
e
emper
tigou-se
0
mais
possível
que
poude
diante
do
rapasito,
e
respondendo
á
arguição,
disse:
«Tem a bondade
de
repetir,
snr.
aspirante,
que
aqui
não
se
ouviu».
Aludia
á
distancia
que
ia
do
pygmeu
ao
gigan
te, que
assim
mofava
do
pobre
aspirante.
Este
ficou desapontado, e,
engolindo
0
epigramma,
deixou
ir
em paz
0 gra
nadeiro.
Até
breve.
A.
©0
bisgjos
hespitutuies.
—
Estes
bis
pos
faliam corajosamente
a linguagem
da
verdade
e
da
consciência,
sem
se
impor
tarem
com
as
conveniências do respeito
humano
ma!
entendido.
Elles
comprehen-
dern
a
necessidade
de
dizer,
alto
e
bom
som.
o
que
o
interesse
publico,
e
o
bem
da religião
exigem
se
faça
bem
nolorio.
No dia
17
de
outubro
chegou
a
pe
regrinação
hespanhola
a
Roma,
e
depois
do
meio
dia
foram
os
peregrinos
recebi
dos
na
sala
Ducal
pelo
egregio Pontiíice
Leão
Xlll. A
saia
não
foi sulficiente,
pa
ra
accomraodar
tão
grande
numero,
mais
de
duas
mil
pessoas,
e
foi
necessário
abrir
a
sala
Real.
A
’
írenle
da peregrinação
ia
0
snr.
bispo
de
Huesca,
que
leu
a
mensagem.
AÍi!
aquelia
linguagem
levanta
os
âni
mos e
accende
a
coragem.
Com
uma
santa
liberdade
e
franqueza própria
d’um
príncipe
da
Egreja
elle
,
em
nome
da
na
ção
hespanhola,
ahi
representada
por
cente
nas
de
hespanhoes,
protesta
a
firme
e
fiel dedicação
da
Hespanha
calholica
á
Egreja
e
á
Santa
Sé,
e
deplora
a
incon
cebivel
cegueira
dos
governos,
que
aban
donando
a
sé
aposlolica
no
meio
das
tri
bulações,
e
prestando
seu
apoio a
esta
guerra
escandalosa
que se faz
á
religião,
concorrem
lambem
para
destruírem
os
fundamentos
de lodos
os
thronps,
e
deixam
cahir
a
sociedade
n
’
um
abysmo
de
males. E
faltando
assim,
0
bispo con
fessa
que
nada
teme,
e
que
nada
pó de
abalar
sua
firmeza
inquebrantável
Esta
linguagem
contrasta
visivelmente
com a
d’
outros
bispos
palacianos,
que te
mem
dizer
toda
a
verdade mil e
se
ins
piram, nào do
temor
de
Deus,
mas
do
temor
dos homens, para
fallarem
uma
lin
guagem, e
usarem
um
estylo
accommo-
dado
ao
respeito
dos governos
que
oppri-
mem
e
algemam
a
Egreja.
A
indignação
cabe
também
ao caracter
episcopal,
como
coube
no
animo
do
pro-
prto
Mestre
divino
quando
os
vendilhões
querem
fazer
do
templo
de
Deu-;,
ou
da
egreja,
espelunca
de
ladrões,
como
esta
mos
vendo.
Se
os
arrojos
dos
governos
contra
a
religião
os
não
incitam
a
fallar,
e
se
a
profanação
das
cousas
santas,
e
as
violências
e
usurpações
feitas á
Egre
ja
os
não inllammam
de
santa
indignação;
que
males
e
que
attetilados
aguardam
pa
ra
romperem
esse
silencio
que
os
accu-
sa
e
essa
indolência
que
os
crimina?
Nem
0
exemplo
de
tantos
collegas
que não
temeram
0
exilio,
as
algemas,
e
os cár
ceres
os
anima?
Fogem
ao
combale?
de
sertam
do campo
catholico?
Hade vir
0
incitamento,
e
0
álerta
!
da
sentinella
estranha
á egreja
portugue
za,
e n
’este
nosso
campo
da
egreja
luzi-
tana
não
se
hade
ouvir
0
brado
da
ata
laia
da
Egreja?
Fallem, clamem,
bradem
os
nossos
bispos, se
não querem
um dia
exclamar
bem
pezarosos:
F® mibi
quia
lacui.
r
ffs»eatr<».
—
Ante-honlem e
honlem
abriram-se
as
portas
do
nosso
thealro
de
"S.
Geraldo
a
uma numerosa e selecla
concorrência,
que alli
foi
admirar
a
Es-
tuduntina
Portugueza,
que
executou
d
’
um
modo
admiravel
algumas
peças
musicaes.
Digam
o
que
disserem,—
é
certo
que
esta
pequena
troupe
pode,
com
vantagem,
pleitear
primasias
á
Edudantina
hespa-
nhola,
que ha
tempos
veio
a
esta
cida
de.
Tem apenas
um
defeito, e
para
nós
todos
imperdoável:
—
é
composta
de
portu-
guezes.
Honlem
0
espectaculo foi
era
benefi
cio
do director da Esludanlina,
0
nota
bilíssimo
guitarrista J.
M.
dos
Anjos.
Alem
de
varias
peças
de-
musica
des
empenhadas
pela Esludanlina,
o
benefi
ciado
executou
brilhanlemente mimosas
va
riações
n'um
instrumento
de
pau
e pa
lha,
e
uma
scena
cómica
—
«O
homem dos
sete
instrumentos».
A
excellente
companhia
drarnatica
do
Raquel
tomou
parte
n
’
estas
duas
recitas,
desempenhando
irreprehensivehnente
as
comedias
Moços
e
velhos,
Lua
de
mel,
e
(J
caso
do
Lopes.
Tanto
a
Esludanlina
como
a compa
nhia
foram
eu
husi
isticamente applaudidas.
tít»
jsortiiBSíiesBei)
|>re0«»a eu»
í>a>
Swaney.
—Ha
já
informações
minuciosas
dos
acontecimentos
de
Ajudá.
São
de
via
in-
gleza,
vem
algumas
no
«Times»
de
qua
tro,
outras
tem-as
0
governo.
Confir
mam
e
esclarecem
os
factos
sabidos.
A
origem
do
conllicto
é
ser
0
tal rei de
Dahomey
um refinado
caloleiro.
Mandou
elle
fazer
umas
èncommendas
a
Lagos,
povoação
a
que dá 0
nome
o
rio
de
Li-
goa,
por
intervenção
do
snr.
Ignacio
de
Sousa
Magalhães,
negociante
alli estabele
cido.
Aviadas
as encommendas
0
rei
de
morou-se
em
pagar.
O
snr.
Magalhães
foi
a
Abomé,
capital
do reino,
que
dista
de
Ajudá
umas
90
milhas
a
N.
e
4
NO., em
companhia
de
sua
esposa
para
reclamar
0
dinheiro.
O
rei
negro
porém,
não
só
negou
0
pagamento,
mas
ordenou
que 0
credor
e
sua
esposa
fossem
^metlidos
a
ferros
e
presos
em Abomé.
E
réceiando
que
0
coinmandante do
forte
de
S.
João
Baplista
de
Ajudá tivesse
conhecimento
do
facto,
e
lhe
fizesse alguma
surpreza,
mandou-lhe
um convite
muito
amavel
para
que
lhe
viesse
fallar.
O
pobre
alfe
res
caiu
na
arriosca,
indo na
melhor
boa
fé
acompanhado
de
sete
soldados,
parte
da
guarnição
do
forte.
Apenas
chegados
á presença
do
rei
foram
cercados
por
grande
numero
de
soldados
e
amazonas,
e
tiveram
a
mesma
sorte
que
0
snr. Ma
galhães,
sendo
mettidos
a
ferros
e
condu
zidos
á
prisão.
O
snr.
Magalhães
e
sua
mulher
con
tinuavam
presos.
Do
commandante
e
dos
sete
soldados consta
que estavam
sendo
*
objeclo
de
muitos
insultos,
sendo
obriga
dos todos
os
dias
a
fazer
exercícios
mi
litares
para
divertimento do rei.
Prende
ram
também
todos
os
europeus
estabele
cidos
em
Wnydaha,
não
lhes
deixando
coinmunicar
com
os
navios surtos
no
porto
e
só
lhes
consentiam
irem
a
bordo pa
gando
os
habitantes
sommas
em dinheiro,
sendo acompanhados
por
uina
escolta
e
ameaçados
de
morte caso
tentassem
eva
dir-se.
Ao
cônsul
inglez
alli
residente
nem
lhe
era
permittido
escrever
cartas.
Estas’
declarações
forara
feitas
por
al
guns
dos
europeus
que
tiveram
a
felici
dade
de
fugir.
A 20
de
setembro
0
rei
de
Dahomey
mandára
atacar
e
saquear a
aldeia
de
Biwi,
massacrando
grande
nu
mero
de
habitantes,
500
dos
quaes
haviam
sido
esquartejados á
vista
do
rei.
Os
governos
interessados
parecem
de
terminados
a
tratar
0 rei
de
Dahomey
co
mo
pirata,
especialmente
por
ler
violado
o
tratado
concluído
com
a
Inglaterra
no
anuo passado,
em
que 0 rei
se
compro-
metlia
a
não
tornar
a
prender
os
nego
ciantes
europeus
alli
estabelecidos.
A
for
taleza
de
Ajudá
foi
fundada
em
1680 por
ordem
de D.
Pedro
11;
esteve
abandona
da
por
muito
tempo,
e
foi
reoccupada
em 1852
pelo governador
de
S.
Thomê
e
Príncipe,
0
snr.
J. M.
Marques,
que
alli
creou
uma
companhia
de rnelicias.
Na
fortaleza
ainda
está
0
resto
da
guarnição,
um
sargento,
um
cabo
e
cinco
soldados,
os
quaes,
senão
foram
illudidos
pelo
rei,
ainda
pódem
manter
alli
a
ban
deira
portugueza.
até
á
chegada
de
algum
soccorro.
—
(D. N.J
Obíto.
—
Falleceu
ha
dias
o
revd."
padre
Franzelin,
da
Companhia
de
Jesus,
irmão
de s.
em."1
"
o
cardeal
Franzelin,
e
Superior
do
collegio
de Bolzano,
no
Tyrol.
JVeopbyta.
—
O
«Univers»
annuncia
que
Mademoiselle
Margarida
de
Rothschild,
filha
do
chefe do ramo
allemão
d esta
casa,
sollicitou
da
auctoridade
ecclesiasti-
ca
de
Linburgo
a
sua
admissão
na
Egreja
cathobca.
O deão
de
Francforl
foi encarregado
de
catechisar
o
joven
neophyla.
«tonversões.
—
Na
Oceania
e
ern
Cey-
lão
houve
grande
numero
de
conversões
durante a Semana
Santa.
Entraram
no
grémio
do
Catholicismo
120
protestantes
e
400
pagãos.
que
servem
oa
missiona-
rios?
—
Vejamos:
Os
missionários
catholicos,
na
China,
livraram
4:000
creanças
de
serem
viclimas
da
fome.
Os
collegios
e
hospícios
estão
cheios,
e
as conversões
entre
pessoas
abastadas
leem
sido
numerosíssimas.
Paeaamento
—
Em
Malaga falleceu
o'bispo
d’
aquella
diocese,
o
exc.
ins
sr.
Perez
Martinez.
O seu funeral
foi
feito
com
grande
pompa
e
muito
concorrido.
Hlaspeiie.
—
Esteve
ante
hontem
n
’
es-
ta
cidade
o snr.
dr.
Rodrigo
de
Mene
zes,
deputado
por
Guimarães.
FeiradeS.
em
Pena
fiel.
—
Nos
dias
II
e
12
do corrente
faz-
se
em
Penaliel
a
grande festa
ao
S.
Marlinho,
havendo
tfesles
dias
a
feira
animal;
que
costuma
ser
muito
concorrida.
A direcçãò
do
caminho
de
ferro
d»
Minho
e
Douro estabelece
comboios
de
ida
e
volta
a
preços
reduzidos.
JVov»
eurreira
de vapores —
A
Companhia
da
«Mala
Real
Ingleza»
deli
berou
estabelecer
uma terceira corrida men
sal
de
vapores
entre
Southampton
e
o
Rio
da
Prata,
com
escala
por
Carril
e
Vigo,
e
d
’ahi
em
direitura
a
Montevideu
e
Buenos-Ayres.
O
primeiro
paquete
deve
sahir de
Sou-
ibamplon
a
21,
locando
em
Carril
e
Vigo
no
dia
29
ou
30.
B"ersegiMâçi»o
religiosa.
—
Em
Fran
ça
é
cada
vez
maior
a
perseguição
que
as
anctoridades
republicanas
fazem
ás
es
colas,
que
são
dirigidas
pelos
irmãos
igno-
rantinos
e
pelas religiosas
que
se
empre
gam
na educação dos
meninos.
O
go
verno
francez não
quer
escolas
cathoiicas
e
tolera
toda
a casta
de
perseguição
que
as
suas auctoridades
praticam contra
os
mestres
e mestras
que
educam
segundo a
lei
de
Deus! Esperem
pela
volta,
que
ha
de
ser boa.
ciwa-iwBo
acbadis.Encontrou
se
re
centemente
n’
um
manuscriplo
da
biblio-
theca
de Walraf, em Colonia, uma rese
nha
preciosa
concernente
á
morte de
Gut-
temberg,
do
celebre
inventor
da
lypogra-
hia.
O
manuscriplo
de
que
se
tracta,
contém
poesias
latinas
d
’
um tal
João
Butz-
bach,
e
n
’
um
d’
esles
poemas,
datado
de
1514,
composto
d’uns
2,000
versos,
falia
da
recente
invenção,
graças
á
qual
se
po
dem
publicar
rapidamente
as obras
d
’es-
criplores
antigos;
mas
acrescenta
que
es
ta
descoberta
foi
fatal
para seu
inventor.
Com
effeito,
este
havia
sido
surprehendi-
do em
sua
casa
por
uma quadrilha
de
gente
mal intencionada,
atado,
conduzi
do
em uma carruagem
e
estrangulado.
A
historia
termina
com
esta reflexão,
pouco
opportuna:
«O
amor
do
lucro
é
muito
a
naiude
causa,
de
nossa
ruma».
Pr«»g
ressoai
do
Catholieismo.
—
Mr.
Haerne
prepraou
um
bello
trabalho
estatístico
sobre
os
progressos
do
Catho-
licismo
nos
paizes
em
que
se
falia
inglez
(Inglaterra
e Estados-Unidos
da
America)
D’
esle
trabalho
se
deprehen
le
que
em
1837
haviam
na
Inglaterra
791
egrejas
e
capellas
cathoiicas
romanas, servidas
por
11
la
padres;
e
que
em
1877
o
numero
dos
edilicios sagrados
subiu
a
1815
com
2083
ecclesiasttcos. Ha vinte
annos
não
se
encontravam
na
Inglaterra
senão
20
casas
religiosas
do
sexo
masculino,
em
quanto
agora
se
contam
.73.
Em
1857
existiam
97 mosteiros ou
casas religiosas
do
sexo fetnenino;
em
1877
esta
cifra
su
biu
a
239
e
no
mesmo
período,
o
nu
mero
dos
collegios
e dos
seminários
se
tem
mais
que
redobrado.
Passemos
ás
colonias.
Em
1875
ha
viam
em
todos
os
domínios
da
Grã-Breta
nha,
(comprehendi
la
a America
ingleza,
a
índia,
a
Australia,
as
índias occiden-
taes)
41
sedes
episcopaes, e
archepisco-
paes.
Em
1876
este
pumero era
dobra
do.
Se se
toma
o
Canadá
para
exemplo
do
progresso
do
catholicismo
nos
paizes,
em
que
o
protestantismo
era
professado
pela
quasi
totalidade
da
populaçio
até
es
tes
últimos
tempos,
se
vê
que
em
1869
o
numero
das
egrejas
cathoiicas
era
de
779,
emquanto
em
1878
tinha subido
a
913,
e
durante
o
mesmo
periodo
de
sele
annos
o
clero
chegou
de
768
a
1171.
No mesmo
tempo as
casas
religiosas
pas
saram
de
73
a
196.
As
escolas catholi-
cas
para
uma
população
total
de 1,882,000
almas
são
3139,
isto
é.
uma
escola
para
cada
grupo
de
600
pessoas.
Nos
Estados-Uaidos o
primeiro bispa
do
foi
fundado no
anno
de
1790.
Qua-
lorze
annos
antes,
em
1776,
anno
em
que
foi
declarada
a independencia,
não
havia
nos
Eslados-Uoidos senão
23
000
catholicos
sob
a
direcçãò
de
25
padres,
em
uma
população
total
de
3,200,000
almas.
Em
1855
os
catholicos
eram
já
2
000,000
e
vinte
annos
mais tarde
6,500,il00!
Estes
numerosos
catholicos
são
governados
por
56
bispos,
5358
pa
dres,
com
5056
egrejas e 3711 oratorios.
Em vinte
annos
as casas religiosas
cres
ceram
de
15
para 95,
e
as
convenluaes
do
50
para
225.
Em
1876 contam-se
46
academias
cathoiicas femininas
emquanto
em
1806
não
havia
senão
uma
em
toda
a
extensão
dos Estados.
De
1800
a
1876
os
collegios consagrados
a
in-
strucção
calholica
atigmeniaram
de
2
a
61.
Nos
Estados-Unidos a
inclinação
para
o
catholicismo
romano
é
devido
á
influen
cia
natural
da
emigração
ingleza.
Os
An-
glo-Americanos
de
nascimento
e
de origem
irlandeza
sommam
agora
4,000,006.
B£seol«s
*
«atíaoSscas
em
EíssitureaS.
—Monsenhor
Paoli,
bispo
de
Bukarest
publicou
uma
relação interessantíssima
so
bre
as
escolas
calholico-romanas
do
sexo
masculino
na
Roumama,
e
sobre
o
Semi
nário
Episcopal
de
Bukarest,
anno
esco
lar
de
1877-78.
A
escola
primaria
é
di
vidida
em seis
classes, que comprehendem
377
discípulos,
dos
quaes
256
catholicos
de
todas as
nacionalidades.
A
escola
se
cundaria
dividida
em
Ires
classes
conta
127
alumnos, 78
dos
quaes
são
catholicos.
O
Seminário
Episcopal
conta
26
alum
nos,
11
dos
quaes
estão
no
seminário
grande.
Estes
progressos
religiosos são
de
vidos ao
zelo
infatigável
do
venerando
bispo
de
Bukarest.
Portuguezeg
faJleeiâos.
—
•
No
Rio
de
Janeiro, falleceram desde
o
dia
7
até
13
de
outubro,
os
seguintes
súbditos
porlu-
guezes:
José Jo®quim
Faria
F.
Braga,
58
a.
s;
José
da
Rocha,
67
v;
Francisco
Marques,
25
c;
Manoel
Correia,
35
s; Manoel
Vil-
lela,
28
c;
Anlonio Joaquim
de
Souza,
31
s;
Manoel
Dias Cardoso
Reis,
82 v;
Maria
Henriqueta
Soares Albuquerque,
35
c;
Màcario Sebastião
Fahricio;
65
c;
João
Martins
Ferreira,
28
s;
Jacintho,
23
c;
Anlonio,
filho
de José
Lourenço,
12
a;
João
Narciso
Jorge
Pego,
44
s; Caetano
Luiz
de Magalhães,
54
s;
Emilia
Rodri
gues
dos
Santos,
38
c;
Mathilde
Joaquina,
65
s; Adelino José
Martins,
22
s;
Joaquim
Anlonio
de
Moura,
50
s; Domingos
de Aze
vedo,
17
a; Casimiro
da
Graça,
12
a;
João
Gonçalves
Pacheco,
24
s;
Joaquim
Nunes
Tavares,
32
s;
Miguel
José
Eugê
nio,
32
s;
Juliana
Patrícia,
22
c;
Pedro
Antonio
Lino,
58
s;
José
Anlonio
Alves,
18
s;
Manoel
Ferreira
das
Neves,
37
s;
Elvira
Isabel
Medeiros,
22
c;
José
Alves
Pinho,
31
s;
Antonio
Nunes
da
Silva,
54
s;
Delfina de
Jesus,
32
c.
Desde
11
a
15
de
outubro falleceram
em
Pernambuco
os
seguintes:
Mariano
Andrade
Silva,
58
c;
Aniceto
Ferreira,
12 a;
Serafim José
Alves
de
Carvalho,
50
c.
succumbiu
ao gelado sôpro
d
’
aquelle
pa
voroso
mensageiro
da
morte,
que
o
veio
arrebatar d’
entre
os
carinhos
da
sua
fa
mília
extremosa
e
das
solicitudes dos seus
amigos
dedicados!
1
Embalado
pelas
ardentes
aspirações
de
um
futuro
esperançoso
e
brilhante,
exta
siado
ante
o
desdobrar-se
da
vida,
que lhe
corria
amena
e
alegre,
João
Sarmento
Varella
foi
victitna
de
uma
pluysica pulmo
nar,
que
o
precipitou
frio
cadaver
na
profunoa
cova
do
seu
tenebroso
sepul-
chro
!
Pobre
amigo!
por
entre as
douradas
visões
dos
teus
desesete
annos,
no
meio
das
seductoras
e
deslumbrantes
esperan
ças,
que
acalentavam
o teu
seio palpi
tante
de
amor
e
de
vida,
quando
é
que
tu
te
lembrarias
que
tão
breve
o
tufão
enregelado
da
morte
havia
de
crestar a
tua
mimosa
existência
e
reduzir-te
a
um
punhado
de
pó. que
a
rajada
impetuosa
do
destino
havia
de
espalhar
no
fundo
se-
pulchro,
sobre
o
qual
cahiu
hoje,
tremen
da
e
sonorosa,
a
fria
campa?!...
O
leu
futuro,
que
ambicionaras
cheio
de
delicadas
e
fragrantes
rosas
da
felici
dade e
aureolado
com
as
mais
viçosas
flo
res
do
amor,
cahiu,
qual
vaso de
barro,
partido
e
quebrado
em
mil
fragmentos,
que
o
negro
manto
do
olvido em breve
cobrirá
e
fará
esquecer!
Succumbiste,
pobre
amigo,
ás
lufadas
agrestes
e
geladas,
que
sopraram
furibun
das
e fataes
de
alem-lumulo e
arrastaram
a
tua
esperançosa
existência
á
negra
vo
ragem
da sepultura!...
E
’
tão
triste
morrer na
primavera da
vida
!!
Foi para nós
tão
doloroso
e
tão
cho
rado
o teu
passamento,
amigo,
quando
anhelavas
ser
a
vida e
a alegria
da
tua
extremosissima
e
consternada
familia!...
Ai
! agora
só nos
resta
derramar
amar
go
pranto
sobre
a
fria
lousa,
que
cobre
as
luas
já
tão
frias cinzas
!
agora
sómente
a
nossa profunda dôr
poderá
mitigar
se
com
fervorosas
orações
e
fundir-sè
em
co
piosas lagrimas,
que
irão
regar
os
tristes
goivos
e
as
quasi
myrradas
perpetuas
plan
tadas
em volta
do teu
funereo
moimento!...
Acceila,
pois,
ó
alma
pura
e
genero
sa,
que
voaste
tão
premaluramente
á man
são
celestial,
acceila,
em
testemunho de
viva
e
pungente
saudade,
o
amargo
pran
to,
que
me
inunda
as faces, e a
triste
e
inconsolável
angustia,
em
que
me
pros
trou
o leu
inesperado
passamento!
Braga
31 de
outubro
de
1878.
Arlhur
Damos.
ASSÍÍCIAÇî
C
&TSIOLWA.
Segundo
ordena
o
nosso
estatuto, na
sexta-feira
próxima,
dia
8
do
corrente,
celebrar-se-ha
na
egreja
do
Carmo,
ás
no
ve
horas
da
manhã,
uma
missa
resada
por
todos
os
socios
failecidos.
Os
socios
que
se
confessarem
e
com-
mangarem poderão
lucrar
indulgência
ple
nária,
visitando
aquella
egreja,
e orando
eonforme
a
intenção
do
Soberano
Pontí
fice
pelas
necessidades
da
Egreja
Gatho-
lica
e
do
seu
Cabeça
visivel,
extirpação
das
heresias e conversão
dos
peccadores.
O
direclor
espiritual
Padre João
Antonio
Velloso.
iwwiM
ixaMtajgniMo
r
mmimn-ww
i
win»
TELEGRAMMÁS.
NECBOLOOÍ
Ver
o pobre mancebo
Em
quem a seiva
reluz,
No
sonho
cândido
e
puro.
Nas
glorias
do
seu
futuro,
Dourando a
vida
de
luz.
De
crenças, de
amor,
de
fé;
Vel-o
finar-se
Ião cedo,
Como
as vozes
d
’
um
segredo...
E
’
dor
de
mais,
pois
não
è?
!...
C
asimiro
de
A
breu
.
D
’alem da
campa
fria
negro
phantas-
ma ergueu-se
tétrico,
caminhou
por
entre
os
tristes
cyprestes
da
habitação
funerea
dos
mortos
e veio,
implacável
como
o
destino, terrível
como
a
voz
dos
prophetas
de
Syão,
sentar-se
á
cabeceira
do
pobre
moço,
que,
entre
o
despontar
das
suas
desesete
primaveras,
ua
quadra
florente
da
sua risonha
e
esperançosa
mocidade,
Paris
2
—
Extinguin-se
a
febre
amarel-
la
em
Jaint-Louis
do
Senegal.
Estão
sendo
trocadas
explicações
en
tre
a
Áustria
e
a
Turquia,
ácerca
da con
centração
de forças
turcas
nos
arredores
de
Novi-Bazar.
O
Vaticano
tenciona
restabelecer
as
suas
relações
com
a
Suissa.
Londres
2
—Assegura-se
que
as
tropas
do
Afghanistan
estão
sendo
exercitadas
por
officiaes
russos.
Vienna2
—
O
snr.
Tisza
apresentou
ho
je
o
tratado
de
Berlim
na
mesa
da
ca-
mara
dos
deputados
da
Hungria.
Londres
4
—Os
jornaes
desmentem
a
noticia
dada
pelô
«The-Globe»
de
estar
tractada
entre
Portugal
e
a
Inglaterra a
cessão
de Lourenço Marques, mediante
o
pagamento
de
2:700
contos
a
Portugal
e
que
o
governo
inglez
ia mandar
con
struir
immediatamente
um caminho de
fer
ro
de
Lourenço
Marques
ao
Transwal.
O desmentido
accrescenla
que
o
ca
minho
de
ferro
vai
ser
construído
por
accordo
e
com
garantias
dos
dois
gover-
nos,
obedecendo
ao
traçado que,
partindo
de
Lourenço
Marques
ou
de
Delagha
e
atravessando
o território
portuguez,
se
di
rige
á
Pretória,
capital
de Transwal,
ho
je
occupada
pela
Inglaterra.
q
«Observer»
desmente
que
o gover
no inglez
tenha
pedido
o
accordo
das
po
tências
para
insistir
na
execução
do
tra-
ctado
de
Berlim.
Paris
3—
O
snr. D.
Roque
Barcia
di
rigiu
ao
direclor da Agencia-Havas uma
carta,
ácerca
da
declaração
de
Monca-
si,
com
referencia
ao snr.
Barcia.
A
car
ta
diz
o
seguinte:
«Protestei
sempre
contra
o
assassínio;
não
podem tornar as minhas ideias
res
ponsáveis
pelas
conclusões
que
o
fanatis
mo
tirou
d’
ellas.
Londres
4—
Dizem
noticias
de
Simla
que
o
ultimattim
inglez
ao,emir
do
Af-
ghanislan
exige
a
resposta
até
20
do cor
rente.
Banco
Commercial
de
Braga,
em
liquidação
Soeiednde
anonyma
de
responsa
bilidade
limitada.
Resumo do
aclivo
e
passivo
deste
Banco
em
31
de Outubro de
1878.
Aetivo
Caixa:
dinheiro
existente.
.
Papeis
de
credite.
Ditos
das
cauções das z.
cor
rentes
liquidadas.
.
.
.
Hypothecas
de
Raiz
.
.
.
Acções
de
c.
própria.
.
.
Agentes
no
paiz.
.
.
.
Ditos
no
estrangeiro.
.
•
Letras
descontadas. .
.
.
Ditas
a
receber
.......................
Ditas
de
concordatas
a
receber
Ditas
em
liquidação.
. .
Contas
correntes
com
garan
tia
....................................
Empréstimo
sobre
penhores.
Diversos
devedores.
.
.
.
Accionistas
por
prestações
a
receber
..............................
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
Despezas
de
liquidação
.
.
20:179^210
361:705^116
223:742^919
1:733-3000
273:9683000
51:0363722
20:8013115
29385.3372
2:7213100
25:0833350
137:1223393
159:9383822
98:5683114
22
5343280
1:2123500
1:4753815
2493760
1.434:4873978
Passivo
Credores privilegiados
Por
depositos
judiciaes .
Por
depositantes.
.
.
.
Por
dividendos
a
pagar.
.
Por
notas
a
recolher. . .
Por
saques
do
Brazil.
.
Por
agencias
no
paiz
e
no
estrangeiro
...................
Commissão
liquidataria
.
Credores
por
encontros
a
fazer
em
diversas
contas
activas
................................
53955
1:8593145
7153920
1303000
1
:0393755
1593218
4:7973973
24:0213969
Credores
chirographarios
Por
promissórias
....
341:6263783
Por juros a
pagar.
.
.
.
11:8193120
Contas
geraes
Capital
..................................
1:000:0003000
Ganhos e
perdas.
. .
.
48:3113540
1.434:4873978
Braga
5
de
Novembro
de 1878.
A
commissão
liquidataria
João
Luiz
Pipa.
Manoel Duarte Goja.
Joaquim
Jeronymo
Ferreira.
Francisco
José
Vieira
de
Carvalho.
Antonio
José Antunes
Reis.
Manoel Anlonio
da
S.a
Pereira
Guimarães.
AiBOSCiraTOS
W
«
w
»
■-
♦
■* • 4
6
» * 4» 4 4 i
H 4
* *
tJs
abaixo
assignados
agradecem,
muito
penhorados,
a
todos
os
cavalheiros
que
no
dia
21
do mez corrente
assistiram
ao
en
terro de
sua
innocente
filhinha
e
neta
Ade
laide,
0
qual
teve
logar
no
mosteiro
do
Bom
Jesus
da
Cruz,
em
Barcellos.
Especialisam
aos
revd.
mos
ecclesiaslicos.
que
n
’
aquelle
acto
prestaram
os
seus
ser-
■viços gratuitamente.
A
lodos
protestam
gratidão
indelevel.
Joaquim
Gomes
de
Figueiredo.
Anna de
Jesus
Leite
de
Figueiredo.
Francisco
José
Leite.
(2077)
i» *4
M
o
H
’
á
C4.
M
W
H
Os
abaixo
assignados,
extremamente
penhorados
para
com
as
pessoas
de
suas
relações
e
amisade,
que
lhes
prestaram
serviços
por
occasião
do
fallecimento
de
sua presada
mãe
e
sogra,
Anna
Joaqui-
na
Candida,
no
dia
24
d’
oulubro
findo,
agradecem
por
este
meio,
na
impossibi
lidade
de
o
fazer
pessoalmente,
como mui
to
desejavam,
tributando-lhes
sua
eterna
gratidão
e
reconhecimento.
José
Cardoso
da
Silva
Guimarães
Emilia
d
’Ascensão
Joanna
de
Jesus
da
Costa
Guimarães.
(2088)
Os
abaixo
assignados,
na
mais
abso
luta
impossibilidade
de pessoalmente
agra
decerem a
todas
as
pessoas
que
lhes
fi
zeram
a
honra
de
os
cumprimentar,
por
occasião
do
fallecimento
de
sua
sempre
chorada
filha,
irmã
e
sobrinha
Anna
Au
gusta
de
Faria,
assim
como
aos
cavalhei
ros
que
acompanharam
seu
cadaver
ao
Cemiterio
Publico,
o
fazem
por
este
meio,
protestando
a
lodos
o
seu
eterno
reco
nhecimento
e
gratidão.
Antonio
Leonardo
de
Faria
Faviana
da
Conceição
Vasques
Julia
Henriqueta
de
Faria
Francisco
Leonardo de
Faria
Augusto
Emilio
dos
Santos
Faria
João
José
da
Silva
Faria.
(2084)
ANNUNCIOS
Pelo juizo
de
direito
d
’
esta
comarca
e
carlorio do
6.°
oílicio
Pessa,
correm
e
pendem
seus
termos
uns
auctos
d
’in-
venlario orfanologico,
a
que
se
procede,
por fallecimento
do
reverendo
Antonio
Vicente
de
Sousa
Dias,
abbade
que
foi
na
freguezia de Nogueira,
concelho
da
Ponte
da
Barca,
em
que
é
invenlarian-
te
seu
irmão
João Vicente
de
Sousa
Dias,
viuvo,
da Villa
dos
Arcos
do
Vai
de-Vez;
porisso
pelo
presente são chamados
e ci
tados
todos
os credores
iusertos
e legatá
rios,
residentes
fóra
da
comarca,
para
que
no
praso
de
30
diais,
a contar
do
2.°
annuncio,
venham
ao
mesmo
inven
tario deduzir seus
direitos, ou
mesmo
assistir
aos
termos
d
’
elle,
sob
pena
d
’
is-
so
lhe
não
ser
admittido
findo
o
referi
do
praso. E para
que
conste
se
afíixa-
ram
edilaes,
e
vae
haver o
presente
an
nuncio
na
fórma
da
lei.
Braga
2
de novembro
de
1878.
O
escrivão
do
processo
José
Luiz
d’
Oliveira
Pessa.
Verifiquei.
(2086)
A.
Carneiro
de Sampaio.
No
Porto,
uma
casa
particular
recebe
hospedes
permanentes,
e
aos
dias,
a
500
reis.
Moinho
de
Vento,
37.
(2087)
Aluga
se ou
vende-se
o
magnifico
pa
lacete
do
fallecido
visconde
de
S.
Laza-
ro,
sito
na
rua
de
S.
Lazaro
d
’
esta
ci
dade,
com
frente
para
a rua do
Raio.
Tem
cocheira,
jardins,
pomar,
quin
tal,
agua
em
lodos
os
andares,
excellen-
tes
vistas
e
commodos
para
uma nume
rosa
família.
Também se
arrenda
ou
vende,
junta
ou
separadamente
d
’
este
prédio,
como
mais
convier,
o prado
contíguo
ao
quintal
d
’elle;
o
que tudo póde
ser
visto a
qualquer hora
do dia.
Para
tratar na
gerencia
do
Banco
do
Minho
ou
na
rua
do
Alcaide,
n.°
23.
(2089)
Vende-'se
uma
vaca
ingleza
raça
tou-
rina
com
a primeira
cria,
que
dá
muito
leite.
Informações
Cruz
de
Pedra
n.°
93 A.
(2075)
ARREMATAÇÃO PERANTE O MINISTÉRIO DA FAZENDA
Xo
dia
11
®
da Novembro
de
S®38,
ao
maio
dia
LISTA N.° 1841
3.3
FORMA
DISTHICrO
»E HI14G1
CONCELHO
DE
GUIMARÃES
Fóros
pertencentes
ao
cabido
da
insigne
e
real
collegiada
de
Nossa
Senhora
da
Oliveira
de
Guimarães
imero»
,
Avaliações
5
Eôro
annual
de
200
reis,
38
836
de
pão
meiado,
14,688
de
com
abatimento
marra,
duas
gallinhas,
um
carro
de
palha
de trigo,
laudemio
de
20
por cento
da
terça
parte,
imposto
no
Casal do
Pinheiro,
freguezia
de
Santa
Eulalia
da
Nespereira
--Emphyleuta,
João
Borges
Pacheco
Pereira
—
7780566
reis
6220854
6
Fôro
annual
de
220
reis,
38,836 de
pão meiado, 14,688
de
marrã,
duas
gallinhas,
um
carro
de
palha
painca,
laudemio
da
terça
parte,
imposto
no
meio Casal
do
Pinheiro,
freguezia
de
Santa
Eulalia
da Nespereira.
—
Emphyteula,
Domingos
José
de
Sousa
—
709Í580
reis
5670664
(2085)
Procurador
de
si mesmo
Publicou-se
o
4.°
Porte d’
esta
util
pu
blicação.
Contém
matéria
correspondente
ie
ao
lôro
civil,
33
formulas
de
requeri
mentos
para se applicarem
em differen-
tes
casos.
Preço,
160
reis Requisições
feitas
a
J
I.
da
Costa,
Rua
Lagares
44—3,
Jsboa,
acompanhado
da
importância
em
estampilhas.
Companhia
dos
Banhos de Vi-
zella
Soeiedade
anonymi»
de
respnnsa-
bilidade
liniititda
São convidados os snrs.
accionistas
apagarem n’
esta
cidade
ao
l.°
ou
2.°
si
gnatário,
ou
em
Vizella ao
3.°, até
o
fim
(O
corrente
mez,
a quinta
prestação
de
■
00000 reis
por
acção.
Guimarães
1
de
novembro
de
1878.
Os
directores
Antonio
José
Ferreira
Caídas
Antonio
Peixoto
de
Mattos Chaves
Joaquim Bibeiro
da
Costa.
(2079)
APPARICIO
27,
Praça
do
Barão
de
S.
Mar-
linho,
27
C.
Recebeu
de Paris:
grande
variedade
de
llòres,
plumas,
fivellas
e
formas
para
cba-
jeus. Tudo
proprio
para
a
estação
de
inverno.
Preço
*
sem
competidor.
CHAPÉUS MODELLOS E CASACOS
Apparicio,
previne
as
suas
exm as
fre-
guezas
que
nos
primeiros dias
do
mez
de
novembro
recebe
de
Paris
grande
sor
timento
de
chapéus modellos
para
senho
ra
e
creanças,
casacos,
e
muitos
objectos
de
novidade.
Coroas e ramos para Cemiterio
Na
loja
de Apparicio,
ha
grande
va
riedade
de
coroas,
ramos
e medalhões
para
ornar
mausoleos.
Preços
de 300
a
40500
cada
um.
27,
Praça
do
Barão de
S.
Marlinho,
27
C.
(2053)
ATTENCÂO.
o
Antonio
Manoel
Nunes
Lopes,
acaba
de
estabelecer-se na
rua
dos
Chãos
n.°
34,
com objectos
de
ouro
e
prata,
e
lambem
faz
toda
e
qualquer
obra que se
Itie encommende,
com
a
maior
perfeição
e
por
preços
muito
economicos.
(2073)
A
QUEM
INTERESSAR.
Sub-aluga-se o
primeiro
andar
da casa
n.°
32
do
campo
de
D.
Luiz
I,
o
qual
se
compõe
de
quatro
boas
salas na
frente,
e
um bom
gabinete
nas
trazeiras.
Quem
o
pertender
póde
dirigir-se
á
commissão
liquidalaria
do
Banco
Commercial
de Braga.
(2083)
iiami
I
’
ará
«
brazil
Precisa-se
de
um homem que
tenha
4(4
a
50
annos.
mais
ou
menos,
para
seguir
aara
o Pará.
Deseja-se
afliançada a
sua
conducta,
e
que
enlenda
de
lavoura.
Quem
pretender
terá
todas
as
despeza&
jara
o
seu
transporte,
grátis.
N
’esta
redacção
se
diz
quem
é
o
pre
cisado.
(2078)
Vende-se
uma
morada
de
casas
3
sita
na
rua
da
Cruz
de Pedra n.°
0
a
0
A.
de 2
andares,
aguas
furtadas,
lojas,
sotto,
quintal e
agua.
Trala-se
com
Francisco Martins
da.
Silva Araújo,
morador
na
mesma
rua.
ca
sa
n.°7,
contígua
áquella.
(862)
APROVEITEM-SE
Vende-se
a bonita
casa
construída
de
novo,
na
rua
de
S.
Marcos
n.°
53,
bem
como
os
moveis
que
a
adornam,
em
ra
zão
de seu
dono
se
ausentar
para
Boe-
nos-Ayres;
podendo
o
comprador
ficar
com
a
ametade
do
preço
a
juro
de
4
p. c.
com
hypotheca
na
mesma
casa,
por
tem-
)0
de
um
anno.
Para
vèr-se,
de
manhã,
das
9
ás
11
—
e
de
tarde,
das
4
ás
6
—podendo
tratar-
se
com
o snr.
Francisco José
Ferreira
Torres,
na mesma
rua,
que
se
acha
ati-
ctorisado.
(1061)
VENDA
DE
QUINTA
Vende-se
a quinta
de Cima,
na fre
guezia
de
Caires,
concelho
de
Amares..
Tem montados
sufficientes,
e
agua abun
dante
que
póde
regar
mais
propriedades.
Trata-se
em
Braga
no
Campo
Novo
n.°
1.
(2063)
Declaração
D. Maria
Julia
da
Silva
Braga,
declara
para
os
devidos
effeitos,
que
achando-se
habilitada
para
negociar, por
escriptura
que
se
acha
registada
nó
1
Tribunal
Com
mercial
d
’
esta
cidade,
passou
procuração
com
todos
os
poderes
a
seu
marido
Do
mingos
José
Alves Braga,
que
também se
acha
registada
para
a
representar
era
to
dos
os
negocios
que
achar
convenientes;
e
delara
rnais
que
já abriu
o
seu
estabele
cimento
de
sola
e
cabedaes,
e
mais
ar
tigos
concernentes
ao
mesmo
negocio,
o
que
tudo
vende
pelos
preços
mais
resu
mido
possível.
(1026)
DINHEIRO
A
JURO.
A
irmandade
do
Martyr
S.
Vicente,
tem
em
ser
a
quantia
de
8000000
reis
para
mutuar
por
hypotheca
de raiz.
(1056)
ALUGAM-SE
as
casas
n.°
21,
no
Campo
Novo
do
Redoto,
nobres
e
com
muitos
commodos.
Trata-se
na
casa
imme-
diala
n.°
22.
(981)
Na
rua
de
S.
Vicente
d
’esta
cidade de
Draga,
vendern-se
as
casas
n.
os 34
—34
A,
e as
de
n.°
3õ,
com
seu
quinta], com
sa
bida
para
a
rua da
Escoura.
(2016)
Muita al
tenção
Alluga-se
do
S.
Miguel
por
diante, 2
prédios
recentemente
reconstruídos
de
no
vo,
com
os
n.
os
27
e
28,
eitos
na
rua
de
D.
Pedro V,
com
quintal
ajardinado
todo
morado,
e
com
agua. Tem
commo
dos
para numerosa familia,
e
dos
2.
’s
andares
gosam-se
os
pontos
mais impor
tantes
de
Braga. Passa
ao
pé
da
porta
o
americano.
A
tratar cora
o
seu
pro
prietário
nos
baixos
dos
mesmos
onde
po
dem
ser
vistas
a
toda
a
hora
do
dia
e
podem
ser occupadas
desde
já.
(949-Q)
DINHEIRO
A
JURO
A
confraria
de
Santo
Amaro
da
Sé
Primaz,
tem para
mutuar,
a
quantia
de
5000000 reis.
(2065)
RESPONSÁVEL
—Luiz
Baplista da Silva.
BRAGA, TYPOGRAPHIA LUSITANA—
1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
