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h
c
»
sos
.
i
.
etc
?*o'rac:í«>s.%.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
GOSTA,
RUA
NOVA N.°
3
E.
nMKmyiw
6.* ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes
..............................
1&600
n
6
»..........................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição....................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS. QUINTAS E SABBADOS.
r
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•
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KCtfyâãiZã ■ m
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Wà
iÍll M
i
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
U050
3&600
3&600
10
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
»
....................
»
sendo duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso...............................
N.
‘
758
SSSESSSZK
BRASA
TERÇA-FSíR* » »3i
MARÇ® BE t»1?»
BençSo ip.i»toli«i».
Tendo
as
redacções
d
’
este
jornal
e
a
da
«Semana
Religiosa
Bracarense»
envia
do
para
Rema
uma
felicitação particular
a
S.
Santidade
Leão
XIII
pela
sua
exal
tação
ao
Pontificado;
na
madrugada do
dia
2,
anniversario
natalício
do
Santo
Padre,
estas
mesmas
redacções
enviaram
lambem
pelo telegrafo um
resumo
dessa
felicitação
nos termos
seguintes:
Ad
Secretarium
Sumrni Ponti-
fteis
Roma
Scriptores Ephemeridum Hebdo-
-mada Religiosa Bracarensis, et
Commercii
do Minho Beatissimum
Palrem
reverenter salutant.
Ao
Secretario do
Summo
Pon
tífice
Roma
Os
escriptores dos jornaes A
«Semana
Religiosa
Bracarense», e
«Commercio
do Minho» respeitosa
mente
felicitam o Santo Padre.
lo
i-
■
IS!
>8
se!
15
is
IB
Este
teslimunho
da
nossa filial
sub
missão
á Cadeira
de
Pedro
foi
mui
be
nignamente
acolhida
por S.
Santidade,
como
se
vê
do
seguinte
telegramma
que
recebemos
ás
10 horas
da noite
d
’
aquelle
mesmo
dia:
Directoribus Ephemeridum
He-
bdomada
Religiosa
Bracharensis, et
Commercii do Minho
Braga
Summus
Pontifex scriptoribus
earum ephemeridum
grato animo
Apostolicam Benedictionem imperti-
tur.
M.
Lasagni
Pro Secretarias
Slatus.
Aos redactores
dos jornaes «Se
mana Religiosa Bracarense», e «Gom-
mercio
do Minho»
Braga
O Summo Pontiíice
concede da
melhor
vontade a Bênção Apostólica
aos
collaboradores
destes
jornaes.
M. Lasagni,
Pro Secretario do
Estado.
i-
JS
io
i-
)•
0
i-
e
i-
E
s-
E
e
t-
O
snr.
padre
João
Rebello
Cardoso
de
Menezes,
Vice-Reitor
do
Seminário
Conciliar de
S.
Pedro,
também
no refe
rido
dia
felicitou
pelo
telegrafo
ao
Santo
Padre,
resumindo
igualmente
uma
outra
felicitação
de
sua iniciativa,
nos lermos
seguintes:
Ad Secretarium Sumrni Ponti-
ficis
Roma
Seminarius
Bracharense Beatis-
simum
Patrem
reverenter salutat
t
per
ascensum ad
Pontificatum,
ejus-
gue
anniversarium natalitium.
Joannes
Rebello.
Ao
Secretario
do Summo Pon
tífice
Roma
O
Seminário Bracarense respei
tosamente felicita
o
SS.
Padre pela
sua
elevação ao
Pontificado, e pelo
seu
anniversario
natalício.
João Rebello.
Esta felicitação
obteve
a
resposta
se
guinte:
R.
D.
Joanni Rebello
Braga
Summus Ponlifex Superioribus
et
alumni istius Seminarii gratias
agens Apostolisam Beneditionem per-
amanter
impertitur.
M.
Lasagni Pro Secretarius
Status.
Ao
Revd.0
João Rebello
Braga
O
Summo
Pontífice agradece
muito
do coração
aos superiores
e
alumnos do Seminário, e lhes con
cede
a
Bênção Apostólica.
M.
Lasagni,
Pro Secretario do
Estado.
A*
Revlaeção do iCoiufflereift do
SEinlao».
Londres,
23
de
Fevereiro, 1878.
Bem
que
só
tivesse
interrompido,
no
fim
do
anno proximo
passado, a
corres
pondência
regular
para
o
Apostolo,
escre
vi,
todavia, duas
ultimas
cart-.s
do fim
de
Dezembro,
que
intento
remetter
ao
Commercio
do
Minho;
porque
sam
de
in
teresse,
mas
não d’a«|ueíle
que
perde
com
a
demora da publicação.
Remetto
a
breve
carta
que
escrevi
a
18 do
corrente
pela
mala Franceza;
por
ter
já
alguma relação
com
o
grande
acon
tecimento
de que
ante-hontem
se
divul
gou
a noticia, a
eleição
do
novo Pon
tífice.
Não
foi
escolhido
o
nosso
Cardeal
Ar
cebispo,
o
qual,
por
motivos
que
a
mim
me
occorriauí,
eu
julgava
podia
ser
util
á
Igreja
como
Papa: a
Providencia
Di
vina
porem,
resolveu
o
negocio
melhor
do
que eu, humildemenle,
aventurava,
sabindo
eleito
com
tal
concordância
de
votos
n
’
um
Conclave
dos
mais
numerosos
—
o
mais
numeroso
talvez,
—
que
jamais
se reuni
ram, exaclamente
o
homem
que
mais
accommodado parece ás
circumstancias,
e
que
até
agora
tenho visto approvado
ge
ralmente
como
digno
succeaaor
de
Pio
IX.
No
meu
entender,
esta
eleição
é
uma
nova
evidente
prova
do
cuidado
que Deos
tem
da
Sua
Igreja,
e
do
Mondo
Catho-
lico.
A.
R.
SARAIVA.
I.
—
Para
o
Apostilo
tem
preeedencia
naturalmente
as
noticias
tocantes
ao
gran
de
acontecimento
que
hoje
mesmo
come
çou
a
preparar-se
em
Roma,
a
eleição
de
um
novo
Chefe da
Igreja Universal,
do
Representante
de
Christo
na
Terra,
do
Successor
de
S. Pedro,
da
Cabeça
visível da
Igreja.
Os
papeis
publicos,
segundo
as
infor
mações
que
recebem
de
seus
correspon
dentes
em
Roma,
em
data
de
hontem
(porque
já quasi
se
não
faz
caso de
no
ticias
senão
telegraphicas),
dando
conta
dos
preparativos
para
o Conclave,
do
nu
mero
dos
Cardeaes
que
se
juntaram
em
Roma,
etc.,
aventuram
conjecturas
sobre
quaes
dos
ditos
purpurados
terão
mais
probabilidade
de ser ou
não
chamados
ao
Pontificado.
Quanto a
mim,
parece-me
inleiramen-
te
ocioso
tomar
conta
alguma
d
’essas
conjecturas,
que
podem
ser
inteiramente
vãs,
e
quando
em
menos
de
uma
sema
na
sabemos,
provavelmente,
quem
é
que
a Providencia
Divina
desejou
que
substi
tuísse
o
grande
Pontífice
que
Ella
reti
rou
deste
mundo
tão
recentemente.
Pela
minha parte,
nada
estranharia
se
o
nosso
Cardeal
Mamng
sahisse
eleito, não
obstan
te
as
nenhumas
probabilidades
que
para
isso
parece
haver.
E
no
meu
conceito,
era
a melhor escolha
que
seus collegis
podiam fazer
nas
presentes circumstancias;
nem
tenho
tempo,
nem teria
utilidade
alguma,
de
expor
os
motivos
e
razões
desta
minha
opinião,
fundada
em
consi
derações
do
maior
peso,
•
absolulamente
despidas
de
interesse,
salvo o
que con
sidero
ser
da
Igreja
Catholica.
Isto,
já
se
entende,
até
onde
chegaram
minhas
fra
cas
luzes
e
cogitações;
pois a
Divina
Vontade
sabe
melhor
o
que
deve
e
hade
ser,
não
obstante
lodos
os
cálculos
hu
manos
em
contrario.
O
que
porém
me
dá
muito
cuidado,
principalmente
porque
ha
muito tempo
o
tenho
dado,
ca
de
mim para
mim,
por
causa
assentada,
é
uma
noticia
dada
pelo
\
Monde,
em
Paris,
segundo
communicaçõ
s
que
diz
tem
de Roma
a
tal
respeito;
e,
que
o
Governo Italiano,
scilicel
LADRÃO,
tem
determinado
deitar as
unhas
ao
Va
licano,
e
a
tudo
quanto
elle
contém,
como
«propriedade
nacional»,
(que
hoje
quer
dizer
roupa
de
Francezes) e
mandar
o
Pontífice
para
o
palacio
de
S.
João
de Latrão.
Só
uma circuinstancia
ha nisto
que se
lhe
poderia
achar
como razão
de
ser,
para
ladrões
mais
que
sutliciente.
e
vem
a ser:
—
Que
S.
João
de
Latrão,
ha-i
vendo
sido
usurpado
semeeremonia
por
Nero
á nobre familia
dos
Latranos,
que
elle
fez
destruir
para
lhe
ficar
com os
bens,
foi
dado
ao
Pontiíice
por
Conslan-
tino
quando
este
se
tinha
convertido
ao
Chrisnanismo.
Assim
é
a
mais
antiga
e
legitima
possessão
do
Summo
Pontiíice.
Porém
os laes
naci
analisadores do
Vati
cano
farão
pouquíssima
ceremonia
em
nucionalisar
da
mesma
sorte
o
Palacio
de
Latrão,
a
Basílica,
o
Museu,
e
quanto
por
lá
se
encontre
que
valha
a
pena
de
bifar-se.
Por
acinte,
sem
duvida,
no
mesmo
dia
em
que
se
fazia
na
Capella
Sixtma
o
ollicio
funeral
pelo
Papa,
faziam
os
La
drões
outro
esplendido
funeral
por
Victor
Manoel
no
Patheão
d
’Agrippa.
II.
—
Não
tenho
tempo
de dizer
mais
sobre
a
questão
Russo-Turca
senão que
nas
apparencias
que
lhe
vejo, entendo
descobrir
um
andamento
para
se
vir
a
compor o negocio
sem
mais
guerra;
por
meio
de
tratado,
agora
entra
a
Rússia
e
a
Turquia,
e
mais
tarde,
modificado
e
sanccionado
então
ein
Conferencia
ou
Congresso
Europeu
das grandes Potências.
\
Rússia,
todavia,
não
hade
ficar sem
uma
boa iodemnisação
pelas
despezas
e
perdas na
guerra.
Só
pude
lançar
agora
essas
linhas
no
papel,
e nem
de
revel-as
lenho
já
tempo;
para a
Malla
Ingleza
larei
por
escrever
mais
a
proposito.
A.
R.
SARAIVA.
ConvenesonradioN
dEvora .TIonte.
Tendo
nós
reproduzido
com
muita
sa
tisfação
o
que
o
nosso
collega
do
«Co-
nimbricense»
escreveu
ácêrca
da
Memória
que
enviamos
ao snr.
ministro
da guer
ra;
pedem-nos
que
transcrevamos
tam
bém n
’
estas
columnas
o
que
por
essa
occasião, sobre
o mesmo
objecto,
publi
cou
em
a
«Nação»,
o
nosso
amigo
e
companheiro,
o
snr.
major
convenciona
do,
Manoel Vaz
Guerreiro d’
Aboim.
Eis o
artigo
d
’
este cavalheiro:
«Na
sessão da
camara
elecliva
de
21
de
janeiro
ultimo,
se
ouviu
a
voz
do
snr.
deputado
J. J.
Alves,
perguntando
ao
governo
se
estava
resolvido
a
propôr
alguma
medida
a
favor
dos
ofliciaes
da
convenção d’
Evora-Monte,
não
considera
dos.
O
snr.
marquez d
’
Avila
por parte
do
governo,
respondeu
que
havia
de con
ferenciar
com
o
seu
collega,
afim
de
se
melhorar
a
sorte
dos
referidos
ofliciaes.
Mão
me
surprehendeu
a
pergunta
do
snr.
deputado, nem
a
resposta
do
snr.
pre
sidente
do conselho,
costumando
ha
perlo
de
30
annos
em
quasi
iodas
as
legisla
turas
tratar-se
d
’
este
assumpto,
e a mu
sica tem
sido sempre
a
mesma,
com
dif-
ferenles
locadores,
mas
com
igual afina
ção;
e qual
tem
sido
o resultado?
O
es-
carneo
e
a
burla
com
todo
o
seu
cor
tejo!
E
as
nobres
victimas da
sua
bonra
e
dever
votadas
ao
ostracismo ha 43
an
nos,
arrancando-se-lhes vil
e
covardemente
as
dragonas
dos
postos
que
tinham
obtido
peia
escala
do
exercito no
serviço da
sua~
patria.
conferidos
por
um governo legal
mente
constituído,
e aprasimento
de
toda
a
nação.
Foi-lhes
corta
ia
injastamente
a
sua
carreira
militar perdendo
por
este
fa
cto
os
seus
annos
de serviço
ao
paiz, e
despresando-se
os
seus
direitos
adquiri
dos.
Hoje
quasi
lodos
os
martyres
da pa-
iria
já
não
existem;
os que
escaparam
ao
punhal
libertador
na
carnificina
dos
annos
de
1834,
1835
e
1836,
encanecidos
pe
los
annos,
e
ainda
mais
pelos
desgostos,
fome
e
miséria,
teem
baixado ao
tumu
lo;
e o
diminuto
numero
d
’
elles
que
ainda
existe, são
poucos
os
que não
es
tendem
a
mão
á
caridade
publica.
Acredito
no
sincero
desejo
que
nutre
o
illustre
deputado
em
prol
da
justiça a
que
leem
direito
os
ofliciaes
d
’
Evora-Monte,
o
que
cordealmente
«econhecido
agradeço,
posto
que tenha certeza
do
infructifc.ro
resultado.
Também me
diz
a
minha
con
sciência
que
se
o partido
político
a
que
o
nobre
deputado
pertence estivesse
no
po
der
no citado
de
21
de janeiro uilimo,
talvez
com
muita difliculdude
s.
exc.a
trataria
do
assumpto
em
questão,
porque
o
seu
chefe politico
lhe
embargaria
a
v
Oz,
cumprindo
o odioso
principio
estabelecido
ha
43
annos,
entre
os
chefes
dos
diffe-
rentes partidos
de
que
se
compõe
a
fa
milia
liberal,
impugnarem
toda
e
qualquer
medida
de
reparação
proposta
a
favor
dos
ofliciaes
convencionados
d’
Evora-Monte,
principio
iniciado
pelo
intolerante,
ran
coroso
e
vingativo
marquez
de
Sá,
de
detestável
memória.
Deus lhe
tenha
per
doado.
Os
ofliciaes
d
’
Evora-Monte
não se
re-
bellaram
contra
pes-oa
alguma,
obedece
ram
ao
governo
que
a
nação
inteira
se
guindo o
nosso
direito
pátrio
constituiu
e
legitimou jpem
ser
coagida p
r
forças
nacionaes,
iAm
estrangeiras, não
foi
ne
cessário
as
tropas
de Clinton, Naipeir
e
Rodil...
Em
1847
parte do
exercito
li
beral
sa
rovolucionou
na
cidade
do
Porto
contra
a
auctoridada
da snr.
1
*
D.
Maria
da
Gloria,
então
chefe
do estado,
termi
nada
esta
revolução
pela
entrada
no
reino
de tropas
hespanholas,
os
oííiciaes
dos
corpos
revolucionados,
nada perderam,
porque
foram
reintegrados
nos
postos
que
lhes pertenciam
pela
escala
do
exercito,
e
até
os
primeiros
sargentos
foram
despa
chados
alferes de veteranos,
por
os julga
rem
com
direitos
adquiridos.
E
’
um
per-
feito
contraste
terem
os
militares
moder
nos
direitos
adquiridos,
e
os militares
que
serviram
a
antiga
monarchia
perde
rem
esses
direitos?!!
Os
palavrões balofos
de
liberdade,
fraternidade
e egualdade,
l»o
apregoados
pela família
liberal
teem
o cunho
da elasticidade.
Concluo
este
com
merecido
louvor
á
memória
do
snr.
duque
de
Saldanha,
que
por excepção
foi o
tinico dos chefes
do partido
libe
ral
que
sempre
pugnou pela
justiça
devida
á
honra
e
fidelidade
dos
oííiciaes
d
’
Evora-
Monte,
porque
s. exc.* abrigava
no
seu
coração
u sublime
virtude
de
não
co
nhecer
os
inimigos
políticos
senão
no
campo
da
batalha,
dizia-lhe
a
sua
con
sciência
que
a
convenção d
’
Evora-Monte
foi
sophismada
pelos
vencedores,
que
na
sua
«xecução
se
arvoraram
pelo
direito
da
força
em
juízes
e
partes, sophisrnando
cavilosamente
o
art.
3.°
da
dita
conven
ção
em
prejuiso
dos
vencidos.
Não
sou
adulador,
não
posso
ser
taxado
d
’
este
nome,
porque
o
nobre
marechal
já
não
existe.
O
que
é
de
Cezar,
da-se
a
Cezar,
foi
o
snr.
duque
de Saldanha
que
em
1831
melhorou
a
sorte de
uma
parte
dos
oííiciaes
de
que
se
trata,
cujos
p
c
tos
datavam
de
uma
certa
epocha,
foi
devido
a
iniciativa
de
s.
exc.
a
o
huma
nitário
decreto^
de
13 d
’
agosto
de 1870.
que
acobertava
da
miséria
o
resto
dos
oííiciaes
que não
foram
considerados
em
1831, cujo
decreto
foi
annullado
pelo
parlamento,
influenciado
pelo
snr. bispo
de
Vizeu
e marquez
d
’
Àvila:
e
se
o snr.
duque de
Saldanha em
qualquer
das
duas
citadas
epochas
não
apresentou
uma me
dida
rasgada,
exigida
pela
justiça
e
re
clamada
pelo
bno
nacional
a
favor
dos
alludidos
oííiciaes,
foi
porque
o
partido
mais
exaltado
da
familia
liberal
lhe
fa
zia barbara
opposição.
Foi
este
partido
que estando
no
poder
iniciou
a rescisão
do
contracto
do
tabaco
garantindo
os
postos,
soldos
e
honras
tabacaes
concedi
das
pelas
ttez
caixas
aos
seus
servidores;
e para mais
aggravante
injustiça
oflere-
ceram
a
aposentação aos mesmos empre
gados.
considerando
os
annos
de
serviço
feito
ao
remo
tabacal,
como
se fossem
feitos
á nação.
Os
servidores
de trez
ne
gociantes
de
tabaco
leem mais direitos a
serem
considerados
pelos
poderes
do
es
tado,
do
que
os oííiciaes
do
antigo
ex
ercito portiiguez
que serviram a
nação!!!!
Veja-se
como é
administrada
a
justiça
liberal.
Ferragudo
(Algarve)
9
de
fevereiro
de
1878.
G
Aboim.t
----
_
--------
4>
eonelnve
«la
merte
<£o
(Conclusão
)
Tendo
até
aqui
fallado
da
morte
e
elei
ção
do
Papa,
diremos
agora
alguma
coi
sa
da sua
coroação,
posto
que
muitas
d
’eslas pomposas
ceremomas não
possam
aclnalmenie
ter
logar
em
Roma.
O
Summo
Pootifice.
no
dia destinado
para
a
coroação,
que
ordinariamente
é
o
domingo
immediato
depois
da
eleição,
é
levado
no
meio
de
grande
pompa
na
se
dia
geslaloria
á
basílica
de
S.
Pedro
;
e
depois da
homenagem
dos cardeaes
no
throno,
entoa
Tercia,
durante a
qual
S.
Santidade
se
reveste
dos
paramentos
pon-
liticaes
e
lendo
os
cardeaes,
prelados
e
Bispos
tomado
os
ornamentos
brancos
e
mitra,
fazem
a
procissão
em
volta
do côro :
quando
o
Summo Pontífice
chega
junto
da
capella
de
S.
Procés
e
Martiniano,
um
dos
mestres
de
ceremonias
tendo
na
mão
um
comprido bastão
prateado,
em
cuja
extremidade
estão
aladas
umas
estopas,
lança
o
fogo
a
estas
estopas,
e
diz
para
o
Pontífice
:
Pater
saneie,
sic
transil glo
ria
mundi.
Terminada
a
procissão,
começa
a
mis-
sa
pontifical,
e
á
Gloria
do
tumulo
dos
apostolos
S.
Pedro
e
S. Paulo,
debaixo
do
altar
da
Confissão
eleva-se
o
canto
d
’
nmas
ladainhas,
que
por
esta
occasião
se
costumam
cantar
desde
remota
anti
guidade,
e
são
da
fórma
seguinte
:
Exaudi
Chrisle, (o côro responde)
:
Domino
Nostro
N...
a
Deo
decreto
Sum
mo
Tonlifici
el
universali
Papce
vila
!
E
se
repete
isto
tres
vezes,
e
depois
conlinía
:
Salvator
mundi,
O côro
responde :
Tu
illum
adjuva, (E
repete-se
tres
ve
zes).
Saneia
Maria,
Tu
illum
adjuva.
(E
repete-se
tres
ve
zes).
Saneie Mihael,
Tu
illum
adjuva.
Saneie
Gabriel,
Tu
illum
adjuva.
Saneie
Joannes
Baptista,
Tu
illum
adjuva, etc.........
.-.
Depois
da
missa,
recebe
o Pallio
das
mãos
do cardeaÇdiacono
;
e
no
fim,
na
grande
janella
do Vaticano,
o
primeiro
car
feal-diacono
ahi
o
coroava
com
a
liara.
Depois
da coroação
ia
tomar
posse da
egreja
de
8.
João
de
Latrão,
que
póde
chamar-se
a
calhedral
do
mundo
calholi-
co,
por
isso
que
é a
calhedral
de
Roma.
0
Pontífice
atravessava
uma grande
parte
da
cidade,
recebia
as
chaves
d
’ella
e
as
da Basílica,
onde se
cantava
um
Te-Deum,
e
dava
a
bênção
ao
povo e
avul
tadas
esmolas.
---
—
.«ÓSfc
-««
w
--------------
8J
eat»íí
nwíraçííem
sie
sentimetit»
pelu
<lr>
S*a-
dt-e
8»ií» IX.
S.
Miguel
de
Roriz,
e
annexa
Qui-
raz.—
O
revd.0 abbade
Antonio
Fernando
Villas-Boas.
depois
dos
3
dias
de
pre
ces,
a
que
concorreu
muito povo,
e
de
ter
feito
uma breve e
commovenle
al-
locução
a
seus
freguezes,
mostrando
não
só
a
necessidade
da
prece,
como
o de
ver
de
suíTragar
e orar
pelo
failecido Pon
tífice, convidou-o
para
o
dia
19,
no
qual
se
celebraram
6
missas,
com
a
assistência
de
immenso
povo,
trajando
luclo,
havendo
muitas
communhões
por
alma
d’
aquelle
a
quem
pediam
que
recebesse
no
céo
estas
demonstrações
de
saudade
e
amor,
e
que
pessa
ao
Eterno
pelos
filhos
d’
esta
terra,
que
tanto
o
amavam
Cornes,
(concelho
de
Caminha).
— O
revd."
abbade Luiz
Antonio
Barboza,
de
pois dos
tres
dias
de
preces,
17,
18
e
19,
fez
celebrar
umas
decentes
exequias,
no
dia
20, na
sua
egreja,
a
qual
se
achava
decorada
de preto e com
eça
no centro.
Officiou
e
celebrou a missa
e
responsos,
a
que
assistiram
mais de
30
parochos
e
ecclesiaslicos
das
visinhança,
as
irmanda
des
e. confrarias,
e
immenso
povo.
Arnoia,
de
Celorico
de
Basto
—
O
revd."
abbade
João
Baptista
da
Guerra
Machado,
celebrou
missa
no
dia
27,
com
Libera
me
e
responsos
cantados
e absolvi
ção,
com
assistência
do
clero
e muitos
lieis.
Morreira,
Figueiredo,
Tenões, Caires,
Besteiros.
Louzado,
S.
Miguel de
Seide,
S.
Mamede
cTArcae
Mancellos,
(havendo
n
’esta
practica)
Torgueda,
com dous
ec
clesiaslicos,
todos estes
revd.
os
parochos
celebraram
missas,
ás
quaes
assistiu gran
de
numero
de
freguezes.
Idies.—
O
revd.
0
abbade
celebrou
no
dia
20
do
p.
p.
exequias,
com
assistência
dos
parochos
das
freguezias
de Santo
Es
tevão
de
Barrozas,
de Rivinhade, de S.
Vicente de
Souza,
o
seu
coadjutor,
o
de
Santa
Margarida
de Louzada e
o
de
Tor
rados,
padre
Domingos,
que todos
celebra
ram também
missa.
Castro
Laboreiro.
—
Depois
das
respec-
livas
preces,
o
revd.0
Manoel
José
Gon
çalves,
que
se
acha
encarregado
d
’esta
freguezia,
com os
ecclesiasticos
d’esta
e
da
de
Fiães,
celebraram
um oíficio
com
a
assistentia
de
muitos fieis.
S. João
das
Caídas
de
Vizella.
—
O
revd.*
abbade
d
’
esta
freguezia, celebrou
missa
com
a
assistência
das
confrarias,
mestres
régios
de
ambos
os sexos
e
seus
alnmnos,
e
grande
numero de
fieis.
Krrmõra
de Qunrrsina.
—
Em
vez
da
catechese popular
que lodos
os
do
mingos
se
fazia
na
egreja
do
Hospital,
ha
verá
durante
a
Quaresma
sermões
ás
sextas-feiras,
pelas
5
horas
da
tarde
na
mesma
egreja.
Estes
sermões
são
mandados
fazer
pela
Associação
Catholica,
e
teem
por
fim
especial
instruir
e
preparar os
fieis
para
bem
fazerem
a
sua
confissão quaresmal,
como
é
preceito
da
Egreja.'
Fallecimentn.—
Falleceu
no
dia
2
do
corrente
n
’
esta
cidade
a
exc.tua
snr.
1
D.
Sophia
Frederico
Pinto
de Sousa
Cou-
tinho
Cardoso
de
Menezes,
filha
dos
exc.
raos
snrs.
Aires
Pinto
de
Sousa
Coulinho
Co-
xofel
Alcoíorado e
Lencastre
e
D.
Maria
do
Carmo
de Mendonça
Cardoso
de
Me
nezes.
Era
senhora
de
grandes
virtudes,
e
muito
considerada.
Deixou
herdeiro
a
seu
sobrinho
o
exc.
1110
snr.
Manoel
Augusto
de Mendonça
Cardoso.
I<Du*perenii«.
—
Começa
amanhã
6,
ao
meio
dia,
na
Sé
Calhedral
a
Exposi
ção
do
Sagrado
Lausperenne,
e
continua
até
ao
meio
dia
de
8.
Por
esta
occasião
começa a
Exposição no
Paço
Archiepis-
copal,
onde este anno
se
celebra
com
matinas,
da
fórma
seguinte:
O
sagrado
Lausperenne
na
capella
do
Paço
Archiepiscopal
deverá
começar
na
sexta
feira,
dia
8
de
Março,
o
qual
n
'es
te
anno
será
feito
segundo
o
rito
roma
no,
observando-se
a
Instiucção de
Cle
mente
XII
de 1
de
Setembro
de
1830,
e
por
isso
chamada
Clementina
;
e
na
fórma
seguinte:
Primeiro dia,
sexla feira, dia
S
de
Março.
A
missa
começará
ás
10
horas,
sendo
votiva
do
SS. Sacramento,
por
isso
que
não
é
dia
duplex
de
1.*
ou
2.®
classe
ou
algum
dos
outros
exceptuadosna
Clemen
tina
;
com gloria
e
credo,
e
uma
só
ora
ção
considerando-a
como
pro
regravi.
Con-
sagrar-se-ha
na
missa
a
Hóstia
que
deve
expôr-se,
e
no
fim
se
fará
a
procissão
cantando
o
Punge
língua
etc.,
e
can-
lar-se-hão
no
fim
d
’ella
o
tardum ergo
e as
Litanias
com
os
versos
e
orações
do
ritual.
Na
tarde
do
mesmo
dia,
ás
3
horas
e
meia,
cantar-se-bão
matinas
do
oíficio
do
SS.
Sacramento composto
pelo
Angélico
Doutor
S.
Thomaz
d
’
Aquino.
por
manda
do
do
Papa
Urbano IV no
século
13,
e,
que
segundo
diz
sua
lenda
no
breviário,
mereceu por
isso
ouvir miraculosamente
da
bocca
do proprio
Jesus
Christo=toie
scripsisli de
me. Thoma.
=
Es<e
sublime
e
poético
oflicio
será
cantado
a
canto-chão,
sendo
a
musica
os
responsorios,
e
o
Te-
Deum
será
a
córos
de
musica
e
canto-
chão,
segundo
o uso
de
Roma.
Segundo
dia,
sabbado,
dia
9
de
Março.
A
missa
será
ás
10
horss,
e
cantada
em
altar
lateral,
e
será
votiva
pro
puce
com
commemoração
do
Sacramento
sob
unica
conclusione,
sem
Gloria
e
sem
credo
e
no
fim
benedicamus
Domino.
A
côr
dos
paramentos
da
missa
será
rôxa.
A
’
tarde,
pelas mesmas
horas
do
dia
antecedente,
haverá
matinas
na
fórma
do
dia
anterior.
Terceiro
dia,
domingo,
dia
10 de Março.
A’s
9
horas
e
meia
da
manhã,
ha
verá
Tercia
cantada
na
fórma
do
costume,
e como
é
domingo,
far-se-ha
o
asperges.
A
missa
será
da
Dominga,
por
isso
que
é
privilegiada
e
excepluada na
inslrucção
Clementina
com commemoração
do
Sa
cramento.
A
côr
dos
paramentos
é
rôxa.
Os
ministros
não
usam
Dalmaticas
por
que é
dia
de
penitencia
rigorosa,
mas sim
planeias
pelicadas
ou
dobradas
por
diante
que
tiram quando
cantam
a
Epistola
e
Evangelho,
tomando
então
o diácono o
es-
toão
etc.,
na
fórma do
ceremonial.
Esta
missa
deve
ser
cantada
no
altar
da
ex
posição.
O
rito
é semiduplex
de
1?
classe.
A Epistola é
de
S.
Paulo
ad
Corinlh.
2,
em
que o Apostolo exhorta
os
fieis
á
penitencia,
dizendo
=
Ecce
nunc
lempus
acceplabile, ecce
nunc
dies
salulis
=■=
etc.
O
Evangelho
é
de
S. Math., 4, em
que se refere
o
rigoroso
jejum
de
Christo
por
espaço
de
quarenta
dias
e
quarenta
noites,
depois
do
qual
permitliu
o mes
mo Senhor,
que
o
demonio
por
tres
ve
zes
o tentasse.
A
l.a
tentação
foi
de
gula
=^dic
ul
lapides
isli
fianl
panas=,A
qual
Christo
rebateu
dizendo
==non
solo
pane
vivit
homo
sed
ex
omni
verbo
quod
pro-
cedit
ex
ore
Dei.
A
2.
a
de vangloria
-=
milte
le
deorsum
==
etc.,
ao
que
Christo
respondeu
=
Non
lenlabis
Dominum
Deum
luum=A
3.
’
d
’
ambição
e
idolatria
=
ado-
raveris
me
=
“
ao
que Jesus
respondeu
com
sancta
indignação
=-vade,
sálana
;
scrip-
lum
est enim
:
Dominum
luum
adorabis,
el
illi stli
servies.
A
santa
Egreja com
este
Evangelho
n
’
este
dia
quer
apontar-nos
para
o exemplo
de
Christo
no
jejum
e penitencia,
e
lambem
na
resistência
ás
tentações
de que
nin
guém
é
exemplo n’
e»te, mundo.
O
PreUcio
será
o
quadregimal
e
no
fim
=Benedicamus
Domino.
Concluída
a
missa e
tomando
o
ce>
lehrante
o
pluvial
rôxo
etc.,
cantam-se
as
Litanias
etc.,
até
o
=Domine
exaudi
orationem
meam
—
,
e
incensado
o
Sacra,
mento
se
fará
a
procissão
da
reposição,
|
e
cantado o
Pange
língua
etc.,
com
verso
!
e
oração
respectiva,
terminará
o
Sagrado
I
Lausperenne
com a
bênção
do
SS.
Sacra
mento.
As
missas
serão
cantadas a
córos
de
canto-chão e
musica,
e
com
acompanha,
mento
d
’
orgão e
baixos,
chainado=-de
ca
pei
ia.
Acolytarão
ás
tres missas
os
seguintes:
Diácono
—
Feleciano Gomes Borges.
Stib-diacono—
João
Gomes
de
Sousa
I
Barroso.
Tiiuriferario
—Joaquim
Gonçalves
Mar
ques.
Cantarão
as
lições
do
oíficio
do
SS.
I
Sacramento
á
tarde
na
sexta
e
no
sab-1
bado
os
seguintes:
1.
"
nocturno.
f.a
lição—O
sub-diacono— João
Luiz
Alves
da
Cruz
Júnior.
2.
a
lição
—
O
sub-diacono—
Antonio
Bar-
ros
de
Carvalho.
3.
“
lição—
O
sub-diacono—João
Baptis-
la
Ramalho.
2.
»
noclurno.
1.a
lição
—
O
sub-diacono—
Collegial
—
I
Antonio
Martins
Ledo.
2
a
lição—O
sub-diacono
—
Collegial—
|
João
Gomes
Barroso.
3.
a
lição
—
O
diácono
—
Collegial —
Fele-
|
ciano
Gomes
Borges.
3.
6
noturno.
l.
a
lição
—
O
revd.
0
Perfeito
do
Colle-
j
gio dos
orfãos
de S.
Caetano,
padre
Joa-
I
quim
da
Silva
Barros.
2.
3
lição
—
O
revd.
0
Perfeito
do
Semi
nário
Conciliar, Padre José
Gonçalves I
Vianna.
3.a
lição—
O
revd.0
oíliciante,
por
isso
í
que
é
Oíficio
solemne.
São obrigados a
as-islir
todos
os
tres
dias
aos
oíficios
de
manhã
e
de
tarde
to
dos
os
estudantes
d
’ordens
sacras
tanto
internos
como
externos
do
Seminário, pelo
quê
serão
dispensados
das
aulas
na
sex
ta e
no sabbado.
No
Domingo
á
Tercia,
missa e pro- !
cissão
são
obrigados
a
assistir
lodos os
I
estudantes
do curso
superior
do
Seminário.
Cenvidam-se os
que
não
teem
ordens
sacras
para
assistirem
ás
matinas,
prin-
'
cipalmente
os
que
souberem
canto-chão,
devendo
levar
Breviários
que
tenham
o
’
oflicio
do
SS.
Sacramento.
Primeiro
«íonníivo rao Santo
Padre.
—
Mgr.
de
Ségur
informou
o
no-
|
vo
Papa
de
que
apresentará
a
S.
Santi
dade
a
sotnma
d
’
um
milhão de
francos,
a titulo
de
primeiro
donativo
ollerecido
pelo
Episcopado
francez.
l>e
«jwe noa eerve « patiesa? -
Umas senhoras
que
na
tarde
d
’ante-hon-
lem
passavam
na
rua do
Souto
estiveram
em
risco
imminente
de
serem
victimas
d
’
um mascara
que
cavalgava
uma azéma-
la.
quiçá
menos
irracional
do
que
o
ca-
valleiro.
Indo
os
dois
a
toda
a
brida,
pouco
tempo
tiveram
aquellas
senhoras
de
se
desviarem,
achegando-se
o
mais
possível
para
a
parede;
mas
nem
assim
ficaram
livres,
porque
o
que
ia
mais
alto
dos
dois
dirigiu
o
outro para
cima
do passeio,
e tão brutalmenie que
um'
dos
transeun
tes
por um
apice não
ficou
esmagado.
Pouco
mais
adiante o
tal
guixote
sem
pre
logrou
deixar
com
um
pé
esmaga
do
uma
pobre
mulher que
também ia
passando.
E
o
que
fazem
os
snrs.
policias,
cujo
incrível
desmazelo
—
senão
inutilidade
—
nos
vae
saindo
não
pouco
salgado?
Sovo
Camerlenyo. —
Foi
nomeado
Camerlengo
da
Santa
Egreja
o
cardeal
Schwarlzenberg.
Baile.—
Alguns
rapazes
enthusiastas
deram
no
sabbado
um
baile
a
alguns
ca
valheiros
das
suas
relações,
o
qual
se
ef-
fecluou
nas
salas do
Hotel Particular.
Tudo
correu
do
melhor
modo
possível-
O
serviço
foi
profuso
e
escolhido.
Quasi
todos
os mascaras
apresentaram-
se
muito bem
vestidos
e
alguns
com
cos
tumes
riquíssimos.
Dançou-se
animadamenle
até ás
3
ho
ras
da
madrugada.
leataimnto.
—
Falleceu
no dia
4
de
fevereiro
José
Antonio
Pereira
Gonçalves,
natural
e
baptizado
na freguezia
de Sou-
tell».
bispado
de
Braga,
filho
de
Felicia-
no
Gonçalves,
já
fallecido, e
de
D.
Maria
Rosa
Pereira,
residente
em
Portugal.
Era
casado
com
I).
Deolinda
Pereira
de
Magalhães
Gonçalves,
de
quem
houve
um
íilho,
que será
baptizado
com
o
nome
de
José.
Nomeou
testamenteiros:
l.°,
sua
mulher
■que
será
tutora de
seu
filho;
2.°,
seu
irmão
Anlonio
Pereira
Gonçalves,
e
3.®,
Anlonio Teixeira
Machado.
Seu
funeral
será
o
mais
simples
pos
sível,
e
(içaram a
cargo
do
testamen
teiro os
stiffragios
por
sua
alma,
celebran
do-se
10
missás
pela do
seu
pae.
Declarou
que
os
bens
que
possuia
e
suas
dividas
constam
da
escripltiração
de
seus
livros
commerciaes.
Instituiu
universaes
herdeiros
de
seus
bens,
inclusive
a terça,
sua
mulher
D.
Deolinda
Pereira
de
Magalhães
Gonçalves
e
seu
filho José.
Marcou
o
prazo
da
lei
para
conclusão
deste
testamento,
leito
a
16
do
mez
íin
do
por
Jeronymo
Antonio Guimarães,
ap-
provado
pela labellião
Canlanheda
Jú
nior,
e
aberto
pelo
D.
juiz
da
prove
doria.
SJ
íosco
©«mmes-cis&í
rfl®
KSraga.
—
Foi
hontem a
eleição
dos
membros
da
commissão liquidataria d
’
aquelle
Banco,
feita
pelos
accíomstas.
Será
esta
composta
de
tres
membros
e dois
suoplentes.
Foi
esta
sessão
muito
concorrida,
e
não
menos
disputada
a
eleição,
tendo
en
trado
na
urna 246
listas.
A’
hora
em que
o
nosso
jornal
vae
entrar
na
machina,
ainda
é desconhecido
o
resultado
do
escrutínio.
Sermões
—
Nos
sermões
que n
’estes
ires
dias
ha
no
Carmo
prégou
ante hon
tem
o
snr
padre
João
Rebello.
e
hon
tem
o
snr.
padre
Albuquerque.
Hoje
pre
ga
o
snr.
Fr
Manoel
da
Madre
de
Deus.
®
«Be
XIII.
—
O
bra-
zão
de
que
usava
o
cardeal Pecci antes
de
subir
ao alto
cargo
de Successor de
S.
Pedro
era
composto
do
modo
seguin
te.
Este
brazão,
que
como
todos
os
escu
dos
cardinalícios
está
collocado
entre
o
chapéo
pastoral, as borlas e
o
enlace
des
tas,
é
composto
de
uma
cruz
arcehispal
sustentada pelo
campo
do
escudo que
se
acha
dividido
em
quatro
partes.
As
duas
primeiras são
formadas
de
traços
horisontaes,
sobre
as
quaes
e
jun
to
ao
vertice
do
angulo
superior
esquerdo
do
primeiro
quartel
se vè
uma pequena
estrella.
Nos quartéis
inferiores
vé-se em
cada
um
d
’
elles
uma
pequena
llôr. cuja
classe
não
se
póde
determinar
precisamen
te.
A
físSírtes» H.ritpp est» EísseM.
—
A
«Gazette
de
Eissen»
insere os seguintes
dados
relativamente
á
situação
etn que se
acha
a
grande
fabrica
de fundição
de
Krupp,
que
sem
contestação éa
primeira
do
mun
do:
O numero
dos
operários
da f
brica
eleva-se
actualmenle
a
8:500.
A
fabrica
pessue
na
Allemanha
4
mi
nas
de
carvão
e
562 de
ferro,
cujos
pro-
duetos
ella
consome.
O
numero
de,
operários
que
trabalham
nas
minas
é de
5:300.
As
minas
de
ferro
no
norte
da
Hes-
panha
pódem
produzir
anuualmente
200:000
toneladas
de
mineral,
para
o
transporte do
qual Krupp
possue
quatro
grandes
vapo
res.
As
oíficinas,
que
são
cinco
com
qua-
torze
fundições,
occupam
7:000 operários.
Nas
3:277
casas
para
habitação
dos
operários
situadas
perto
de
Eissen
e
per
tencentes
a
Krupp,
habitam 16,200
pes
soas.
Os
operários
fornecem-se
de
todos
os
ohjectos
de
comida,
fato,
calçado,
inoveis
etc.
de
vinte
e
duas
lojis,
que
vendem
estes generos
pelos mesmos
preços
por
tjue
os
adquirem.
A
padaria
produz
mensalmente
195:000
KÍlogrammas
de pao.
As
escholas
mdustriaes
para
as
rapa-
r|gas
e
as escholas de
trabalho
femeni-
00
foram
cursadas
em
1877
por 2:000
creanças
e
250
adultos.
A
fabrica
de
Eissen
possue:
2)3
cal
deiras
a
vapor,
294
machinas
a
vapor,
da
«orça
de 2
até
1:000
cavallos
(total
11:0)0
cavados),
77
ditas
da
força
de
100
kilogram-
ffi
etros'
até
50:000.
A
fabrica
produz
diariamente:
2:700
<q
S/?
ll
U3
(li
111111
medida
linear de
melros),
350
chapas
para rodas,
locomotivas
e
vvagons,
180
para
vvagons,
1:ilJ0
molas
1:500
obazes,
etc.
»o9
ej
xos
(
|j
r
odas
diversat
Pãra wagons,
Janeiro
os
seguintes
súbditos
porltigue-
zes:
Agostinho
da
Rocha,
36 a.,
c.;
José
da
Silva
Campos.
26
a.,
c..;
Joaquim
José
da
Silva,
26
a.,
s.;
Roza
Emilia
da Conceição, 75
a.,
s.;
Margarida
de
Jesus,
55
a.,
c.;
Secundino
Ramalho,
41
a.,
s.; Manoel Garcia da
Roza,
25
a.,
s.;
João
Garcia
da
Silva,
38
a.,
v.;
Se
bastião José
Pereira,
15
a.,
c.;
Narcizo
d
’Oliveira, 25
a.,
c.; Miguel
de
Deue
Faria,
32
a,,
c.;
Francisco
José
do
Rego,
60
a.,
c.;
Luiz
José da
Silva,
20
a.,
s.;
Maria
das
Dores
Souza
da
Rocha, 49
a
,
c.;
José.
Homem de
Noronha;
52
a.,
v,;
Bento
Rodrigues
da
Gosta
Soares, 37
a
,
c.;
João
Lopes
Pereira,
40
a., s.;
Francisco
Elyas
José
Pinheiro,
56
a.,’
c.;
José
Simão
Eulelio,
30 a., c.;
José
Joa
quim
Pereira,
43
a.,
c.; José
Anlonio Pereira
Gonçalves,
41
a.,
c.;
João
Alves, 35 a.,
c.;
Domingos Mattos
24
a.,
c.;
Jachinlho
Telles
Teixeira,
24
a.,
s.; João
Pereira
da
Silva,
12
a.;
Antonio
Martins
de
Carvalho,
20 a.,
s.; João
Dutra.
23
a,,
v.;
Francisco
Pinto
Guimarães, 14
a.;
Cypúano
José
de
Oliveira,
47
a ,
c.;
Roza
dos
Santos
Oliveira,
22
a.,
s.;
Ageslinho
Fernandes
de
Mattos,
34
a.,
s.;
Francisco
Alves,
19
a.,
c.;
José
de
Magalhães,
36
a
,
v.;
Jorge
Alves
de
Oliveira,
34
a.,
s.;
João
Campos,
39
a.,
c.
;
Domingos
José
Fontes,
24
a., s.;
Maria
da
Conceição,
69
a.,
c.;
Benediclo
Antonio
da
Sd»a
Pereira
do Lago, 49
a.,
c
;
José
da
Rocha
Júnior,
47 a.,
s.;
Oscar
Kopke
Severim,
22
a.,
s.; Maria
José
Vieira
de
Mello,
23
a.,
s
;
José
Jacinlho
de Mendonça
Nora.
18
a.,
s
;
João
da Costa, 22
a.,
s.;
Herminio
Car-
rera, 22
a
; Francisco da
Costa
Ribeiro,
25
a.,
s;
Bas
lio
Manoel
Gonçalves,
17
a.,
s.;
Miguel
Pereira Ferreira,
24
a.,
s.;
José
de
Sá
Balão,
26
a
,
c.;
Catha-
rina
Fernandes,
21
a.,
c.;
Manoel
An
tunes
Barata,
30
a.,
c.;
Maria
da
As
sumpção
Borges,
37 a.,
ç.; Francisco
Ro
drigues
da
Costa,
30
a.,
c.;
Anua
Do-
mingues
Simões,
38
a., v.;
José
Conslan-
lino,
35
a.,
s.;
Guerra
«So
©rseiate.—
0$ últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os que
seguem:
Paris 1
—
Ha
grande
agitação
em
Paris
entre
os
possuidores
de
mulos
oltomanos,
os
quaes declararam que estando
a
Tur
quia
notoriamente
impossibilitada
de
pagar
á
Rússia,
esta não
tem
direito de exigir
indemnisação
que
virá
pesar
real-mente so
bre
os
crédores
da
Turquia.
Estes
prepa
ram
vários
protestos
que
serão
apresen
tados na
conferencia.
Londres
2—
0 <
Times»
insere
um
des
pacho
de
Vienna,
dizendo
que
as
nego
ciações
para
a
conferencia
progridem
com
lentidão.
A
Áustria,
acceilando os
conse
lhos
da
Allemanha
abandonou
completa
mente
a
ideia
da
guerra,
mas
occupará
a
Bosnia e
a
Herzegovina
se
a
Rússia
mantiver
as
suas
pretenções.
Constantinopla
1
—
E
’
provável
que
a
esquadra
ingleza
venha
ancorar
na
bahia
de
Ismid, que
é
a
mais
próxima
de
Cons
tantinopla.
aliHAs
bem-fazej«M.
—Recom-
mendamos
ás
almas
bem-fazejas
Manoel
Vicente,
cocheiro
(o
Trintanario),
casado,
entrevado,
que
está luctando
com
a
maior
das
misérias—
a
fome.
Mora
na
rua
de
S.
Gonçalo
n.°
21.
Durante
um
mez
fabricam-se
n
’
aquel-
le
vasto
estabelecimento
mais
de
300
ca
nhões
de diversos
calibres,
isto
é: 250
peças de
campanha,
30
canhões
de
0
’
n
,
15,
15
de 0
m
.25.
8
de
0,n
, 28
e
1
-e
0m
,35.
Desde 1817
tem-se
fabricado
15:000
ca
nhões.
.
Gonsomem-se
diariamente
1:800
tone
ladas
de
carvão ordinário e
de coke
nas
differentes
oídicinas. Estas
são
illuminadas
por
21:215
bicos de
gaz.
O
movimento
dos maUriaes
effectua
se
por
meio
de
14
locomotivas
e
537
vva-
gone,
coll
içados
sobre
39
kilotnetros
de
caminho
de
ferro
de
via larga;
e
10
lo
comotivas
e
210
wagonnetes
sobre
18
ki-
lomelros
de
via
reduzida.
O
serviço de
communicações
na fabri
ca
é
feito
por
41
estações
lelegraphicas.
Além
de
tudo
isto
existe
um
corpo
de
bombeiros
com 63 indivíduos
e
8
bom-
bas
de
extineção
de
incêndios.
fenn»
el«4rícti.—
O
«Diário
de
Por
tugal
s
dá
a
seguinte
noticia:
Esta
invenção
do
Th.
Edison
tem
uma
importância
de
primeira
ordem.
Imagine-se
uma
penna
ordinaria
tendo
na
sua
extremidade
superior
um
pequeno
motor
magnético,
mmroscopico,
que
iima
simples
pilha
de
dois
elementos
faz mo
ver,
rapidamente,
dando
54
voltas
por
segundo.
Na
arvore
d’este
pequenino
aparelho
está
disposto
um excêntrico,
que
em
cada
revolução
empurra
Ires
vezes
uma agulha,
alojada na
caneta e
obriga-a
a
sair do
cone
por
que
terminou
a
mesma
caneta,
de
modo
a
poder
abrir
9:609
buracos,
por
minuto,
em
um
papel,
O
papel,
com
o
desenho
feito
por
este
processo,
é
disposto
em
uma
imprensa
e
os
rolos
de
tinta, passando nos oriticios,
estampam
no
papel branco
um
desenho
muito
nítido
e
de
um
lindo
efíeito.
Podem
tirar-se
500
600
copias
de
uma
gravura,
por
hora,
sendo este
tra
balho
feito
por
um
simples
operário.
Exta*i«4i«a.—
Desde 1852
até 39
de
junho
de
1877
dispendeu-se
em
obras
de
utilidade
publica,
a
quantia
de 98.013
contos
de
réis, sendo
19.243
em
cons-
trucçào de
estradas;
2.648
em
conserva
ção
de
estradas;
719
em
reparos;
2.452
em
subsidias
para
estradas
districtaes
e
municipaes;
32.657
em
caminhos
de fer
ro:
3.311
em
portos
e
rios;
2.880
nos
telegraphos; 7.723
nos correios
e postas;
1.728
nas
matas
do
estado;
1810 no
en
sino
agricola
e industrial;
í
236 nos
tra
balhos geodésicos;
1.099
em
subsídios
e
emprezas
de
navegação;
384
em
exposi-
çôee;
305
em
pharoes.
A expeeiçAe
de IPas-ãs.—
A
expo
sição
mais
notável
e
concorrida
fii
a
de
Paris
em 1867,
como
se
prova
pela
se
guinte
estatística:
Epoc. Cidades.
Exposit.
Visitantes
1851
—
Londres
—
13:917
—
6:039:195
1855-
Paris
—
23:954-
5:162:339
1862
-
Londres —28:653
—
6:211:105
1867
— Paris
—
56:226-10
2
10:680
1872-
Vianna
-42:674-
7:254:600
1876
—
Philadelph.
— —
—
9:887:625
UtoiM aeío»
«8o
hovo
Papa.—Os
jornaes
calholicos
citam
dois
actos
do no
vo
Papa,
que
com
a
maior satisfação
re
produzimos:
A
Monsenhor
Mermiilod,
o
illustre
Bis
po
de
Génova
perseguido
pelos revolucioná
rios
da
Suissa,
dirigiu
o
seguinte
leíegram-
ma:
«O
Papa
Leão
XIII,
vos
abençoa
com
toda
a
eílusão,
a
Vós,
desterrado
por
liei
a
Jesus
Ch
isto, ao
voss»
clero
e
ao
po
vo
fiel».
O
outro
acto
é
uma
exhortação
diri
gida
á
imprensa
catholica
para
que
«con-
linúe
pela
senda
trilhada».
De
joelhos
ouvimos
a
exhortação do
Santíssimo
Padre
e
recebemos
a
Sua
Bênção
Apostólica
para
fortalecidos
por
ella
po
dermos
seguir
a
senda
trilhada.
Katatiatiea na
índia.— □
lerrilorio
sujeito
á
administração
britanica na
Índia
coinprehende
999:831
milhas
e
191.665:415
habitantes.
Os
estados
indígenas
teem
milhas
573:052
e
48.233:987
habitantes.
Comprehendendo
as
possessões
france-
zas
e
porluguezas
a
Índia
toda
tem
uma
’
superticie
de
1.481:150
milhas
quadradas
e
uma
população
de
239.978.595
habitan
tes.
Na
índia
ingleza dos
191
milhões
de
habitantes
são:
hidios
139.343:820;
Sikhs,
1.174:436;
Mahometanos;
40.877:125;
tíou-
dhistas,
2 832:851;
897.682
chrislãos;
va
rias
religiões,
5.417:304,
sem
religião
conhecida
552:227.
Por twijsiesesi
—
De
2
a
7
de
fevereiro,
falleceram
no
Rio
de
Appelo aí caridade. —
Pedimos
ás
almas
caridosas
uma
esmola para
o
pobre
Antonio1 Joaquim
da
Motta,
oílicial
de
sa
pateiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultimo
grau
de
pobreza,
não
I
podendo,
pelo
seu
mau
estado
de saude,
1
ganhar
meios
para sua
subsistência,
de
Isua
mulher
e
íilhos.
V
mesma.—
Recommendamos
á
ca
ridade publica,
Anlonio
de Passos,
mo
rador
na
rua
das
Palhotas
n.°
57.
SAUSE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa farinha de
saúde,
as
DU
BARR.Y de
Londres.
3JÍ
d’invi»riavel suecesso
1
Combatendo
as
indegesiões
(dispepsias)
gaslrica
,
gastralgia
,
flegma
,
arrotos,
amargôr
na
boeca, pituitas.
oauseas,
vo,
mitos,
irritação
intestinal,
bexigas,
diarrea-
diseoteria,
collicas, tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nenos,
diabethes, debilidade,
todas
as
des
ordens
no peito.,
na
garganta,
do
alito,
des
bronchites,
da
bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
ao
cerebro
e
do
sangue,
85:090
curas
entre as
quaes
con
tam-se
a
do
duque
de
Pluskow
das
ex.
mas
snr.
as marqueza de
Bréhan,
duqueza
de
Castlestuart,
dos
exm.
os
sn<s.
Lord
Stuart
de Decies,
par
d
’lnglilerra
o
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
N
0
49.842;
M.me Mane
Jurie
Joly,
de
cincoenta
aunos
de
constipação,
indiges
tão,
nervoso,
insomnias,
asthna,
tosse,
•latos,
espasmos
e
nauseas.
—
N.°
46:270:
M.
Roberts,
d
uma
constipação
pulmonar,
com
tosse, vomitos,
constipação
e
sor
tez
de
25
annos.
—
N.° 46:210:
O
doutor
em
medicina
Martin,
d
’
uma
gastralgia
e
irrita
ção de estomago, que o
faziam
vomitar
15
a
18
vezes
por
dia, durante
oito
annos.
—
N.°
46.218: o
coronel
Wat-on,
de
got-
ta,
nevralgia
e constipação
ob-tinada.
—
N.
s
18:744:
o
doutor
em
medicina
Shorland,
d
uma
hydropisia
e
constipação.
—
N.
tt
49:522:
M.
Baldwin,
completa
prostaçào,
paralysia
da
bexiga
e
dos
membros,
em
consequência de
excessos
da
mocidade.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedi.ns.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
ll
l
kilo,
500
;
de
4
/
4
kilo
800
rs
;
de
ura
kilo.
1^400
res; de
2
*/
s
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6^400;
e
de
12
kilos,
12$000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
quo
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vetscem-se
em caixas
a
800
e 1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
q
ella
res-
titue
o
appetlile,
digestão,
soiuuo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezts
maic
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
oídinario,
sem esquentar.
Era
pó
c
eai
paus,
etu
caixas
de folha
de
lata
de
12
chaveuas,
500
reis;
ae 24
chave-
uas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400
;
de
120
chavenas,
3$200 reis,
ou
25
reis
cada
chaveoa.
wu
rfB
<íV
i,oirrKi».
—
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regtnt-
streei,
Loadres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguisus,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
din-
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corjo
Santo
16,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro.
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
to,
J,
de
Sousa
Ferreira
A
Irmão,
rua da
Banharia,
77.
DEPOSITOS ENTRE
DOURO
E
MI-
NHO.
=
í^veirs»,
F. E.
da
Loz
e
Costa,
pharm. —
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Pot.le.—
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A. Pereira
Maia, Pharm.,
rua
dos
Chãos
31 — Pipa
&
irmão,
rua
do
Souto.
—Viamina
d®
<ias-
s®-s.o,
Aíiouso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua
grande.
140.
—Gaimarlc».
A. J.
Pereira
Martins,
pharm.—
Anlonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
P>MwíIef,
Miranda,
phartn.
—
Fort®.
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E. J.
Pinto,
pharm., Laigodos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drog-..
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Aulouio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225
a
227.
—
IF
omí
®
«Bo
Ixi-
«■*».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
4
’s
pessoas
caritaíivas.—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de 16 annos
de
idade,
e (ilha
de
paes
extremamente
pobres,
que
conlinuamente
soffre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo-a
com
uma esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
alíiímr earidowns.—
Recommen
damos
ás almas caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
18,
(solão).
Tendo 80
annos
Tedade,
e porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lucta com
a
miséria
extrema.
—
Ftsvoa
d®
Viarziim,
P.
Machado
de*
Oliveira,
pharma.
—
Vnienfa do
llinho,
Francisco José
de
Sousa,
pharm
—
A.
L.
Maia Torres
pha m.
------------------
--í.130®.■t-riSU'-.?
-
.FaiWWIT^à
Beraardino
José da Cruz, não
poden
do,
em
consequência
d’
uma
queda
que
deu.
agradecer
pessoalmente
a
todas
as
pessoas que
o
obsequiaram
e cumprimen
taram,
por
occasião
do
falíecimenlo
de
sua
cunhada,
D Maria
Angelina
de
Mel
lo e
Almeida,
serve-se
d
’este
meio,
pro
testando
a
todos
sua indelevel gratidão.
Por
esta
occasião
agradece
igualmente
a
todas
as
pessoas
que
se
tem
dignado
visital-o,
e
procurado
saber
de
seus
in-
commodos
de
saude.
(785)
VENDE-SE
A BELLEZA DAS SENHORAS
Pomada
sympalhica,
para
destruir,
de
momento,
0
pelio
da
cara
e
mesmo
cabei-
lo
em
quantidade,
sem causar
o menor
damuo
a
pelle.
Xarope
peitoral de Rei
Empregado
com
os
melhores
resulta
dos
nas
moléstias pulmonares,
tosses
an
tigas
e
modernas,
bronchites
agudas
e
chronicas.
broncorrhea,
calbarro
pulmonar
seja
qual
fôr o
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
resia.
tisica,
catharro
sufiocante,
angina
nervosa,
tosse
asthmatica,
escarros
de
san
gue.
etc.
etc.
Os
efleitos
d
’este
verdadeiro
especifico
são
seguros
e
rápidos
e
é
considerado
na
opinião
publica
o
melhor
medicamento
pa
ra
laes
padecimentos.
A
’
venda
em
Braga*
nas
pharmacias
Pipa
&
Irmão, Orphãos
e
Alvim.
Em
Guimarães
na
pharmacia
de
Pereira
Martins.
Deposito
principal na
phar
macia
Lisbonense,
Largo
do
Corpo
Santo
-LISBOA.
(762)
Em
uma
das
melhores ruas d’
es-
la
cidade
orna
morada
de casas,
em
mu
ito
bom
estado.
No escri-
ptorio
da
administração d
’este
jornal,
se
diz
com
quem se
trata.
(787)
AUVIÇAWAS
Quem
achasse
uma
medalha
d
’
ouro
desde
o
Theatro
até
á
rua
da
Boa-Vista,
queira
ter
a
bondade
de
a
entregar a
Custodio
José
Maria
Lamego,
morador
na
mesma,
n.°
103,
que
se
lhe
darão
al-
viçaras.
(786)
L
-
..................
ESTANTERIA
Vende-se
uma
e
vidraças
de porta
na
vestimentaria
Rocha.
(788)
ESTEIRAS
PARA FORRAR
SUAS.
JOSÊ ANTONIO FERREIRA
GOMES.
&,
Sina Nova,
S
BRAGA
Com
estabelecimento
de pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e
chá
—cartonagem para
dezenho,
íloragem
e
aprestes
para
tlôres
—
slearina,
pós
tinos
para
gorntna,
etc.,
etc.
N
’este
antigo
e
acreditado estabeleci
mento
se
encontra
um completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
escripturação
mercantil,
bem
como papeis
e
artigos
para
escriptorio.
Também
se
encontra
um
sortido de
chá
hyson
desde
800
a
l$400
rs.
459
graru.,
e
muitos ou
tros
artigos
proprios
de seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços
commodos.
(725)
ISur»
<3
o» Capells
sine, f3
Manoel Dias
da
Silva,
premiado
na
exposição
de
Braga
em
1863,
na
Inter
nacional
Portuense
em
1875,
na
de
Vien-
na
de Áustria
em
1873
e
na
de
Phila-
delphia,
em
1876,
faz
publico
que
tomou
conta
do
estabelecimento
de esteiras
da
rua
do
Souto
n.°
40
e
40
A,
d’esta
ci
dade,
aonde
o
fabrico
das
esteiras
prin
cipia
a
ser
no
systema
de
Lisboa
e
Porto.
Também
lava
e
compõe
sendo
precizo.
No
mesmo
estabelecimento
ha
sortimento
de
capachos
de
esparto.
(761)
A
QUEM
MAIS DER.
Vende-se na
rua da
Ponte
d
’
esta
ci
dade
uma morada
de
casas
com
os
n.
os
70, 71
e
72,
tem
poço
e
um
grande
quintal
que
já tem
rendido
uma
pipa de
vinho.
Trata-se
na
rua
das
Palhotas
n.®
2,
e
na
Senhora
a Branca n.°
15.
(782)
VACO A
TORINA
PARA LEITE.
ÉDITOS
DE 30
DIAS.
Pelo
juizo
de
direito
da
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
2.
’ oílicio
João
Mar
cos
d’
Aranjo
Ribeiro,
correm
éditos
*de
30
dias
a
citar todas
as
pessoas
incertas,
ou credores
e
legatanos
desconhecidos
e
domiciliados
e
residentes tora
da
comarca,
do
casal do
fallecido
Anlonio
José
Villaça,
viuvo,
morador
que
foi
no
logar
das
Choças
on
Cairascas,
freguezia
de
8.
Barlholomeu
de
Tadim,
d
’
esta
mesma
co
marca,
para
que
no
prediclo
prazo ve
nham allegar
e
deduzir
o
seu devito
no
inventario
a
que por
falíecimenlo
do
mesmo,
por
este
juizo
e
cartorio do
pre-
dicto
escrivão
se
procede,
assistindo
aos
termos
do
mesmo,
sob
pena
de,
á
sua
revelia
seguir
lodos
os
termos,
e
ser
ati
nai
julgado
por
sentença.
Vende-se
uma
ainda
nova
de primeira
qualidade
n
’
este
genero,
com
um
vitello
nascido
em
16
de fevereiro
corrente.
Quem
a
pretender
pode dirigir-se
á
freguezia de
Chamoim,
no
concelho
de
Terras
de
Bouro,
casa
de
Domingos
José
Dias
d
’
Arajo.
(783)
W
S
j
A8
CIRIJRÊJIî
DESTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA
MEDIGO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
braga
.
Defronte
da
Alfândega.
Tem
no
seu
estabelecimento
os seguia,
tes
ohjectos abaixo
exarados
pelo
menoj
preço
possível,
a saber;
chilas
largas bem
sortidas,
finas
em
côr,
e
bom patino.
a
80,
90,
100
e
11O
o
covado; ha linda len.
çaria
de
seda
e
selim,
tanto
para
senho,
ri,
como
outros
proprios para
assoar
guardasoes de
seda,
para
homem
e
sei
nhora;
castiçaes
de
metal,
e
vidro;
jarras
<le
procelaua;
agoas
de
colonia;
collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me-
rinos
brancos;
pannos
crtís;
lenços
de
cambraeta
de
linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas.
em
difíeremes
tamanhos;
adere,
ços
e
brincos;
sapatos
de
borracha,
pellj.
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
os
gorgotão.
largas,
para
homem,
modernas;
lençaria
de
côres
em algoção,
cassa,
sarja,
metim,
e
d
’
outras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós
d
’
arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um sortido
completo de
tudo
e
barato.
(606)
ri
dl
<2
r.
RIJA
DL
S.
MARCOS,
N.õ
H
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
sitHas,
’
4|
lindíssimos
gostos,
a
prin-
cipiar
em
80
reis
a
peça.
S?*»
----------------
jg
Vende
oíio,
tintas
e
TV
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
qmdi-
dade.e
preços
muito
resu-
midos.
—------
H
Vende
cimento
rorna-
á:
no
para
vedar
aguas,
ges-
®
so para-estuques de
ca-
Q
,sas,
tudo
de primeira
qua-
lidade.
No
»
io de Vincou
í
!
íí
Sson.
ro
—
rua
de
S.
Marcos n.tf
15
—
ha as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete,
—
Meza
n.°
1. Estes
vinhos
teera,
augmento
de
10
reis
e
garrafa.
Sem
augmento <le preço
s
—
F
n.°
I
;
F. n.°
2
;
F.
n.°
3;
F.
n.°
5.
=
V.
n.°
1
;
V.
n.°
2
;
V.
n.«
3
;
V,
n.°
4
=
—
Bastardo de
1863
=
Vinho
branco
n.
’
1
;
=
Vinho
branco
n.*
2.
Vinho
branco
de
1863.
=■
Moscatel
n.°
1
;
Moscatel
n.
“
2
; Moscatel
secco
=
Malvasia
adamada
n.0
2=
Malvasia
secca.
=
Geropiga
loira
;
Ge-
ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de 1840
=
Alvaralhão
de
1840-
Roncão
de
1820=
Lacrima-chrisli.
Vinhos <!e differentee procedeu-
eias
s
Collares ;
Madeira,
de
diversos
pre
ços
e
muito
baratos
;
Xerez;
Moscatel
de
Setúbal;
vinho
de Valdepena
;
Bordéus;
Champagne.
•
CAIXA
FAMA AKH1TK
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
tíA
:
Doce
de
toda
a
qualidade
de
fructa,
tanto
era
sêcco
como
em caída
;
licores
francezes
;
massas
para
sopa
;
farinha
de
diversos
legumes;
conservas;
mostarda;
peixe
d’
escab<eclie
;
sardinhas
de Nantes;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com
caixas
de cartão
muito bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e
preto
;
bolacha
ingleza
de
diversas
qualidades
;
biscoito
vallongense,
o melhor que
se
fabrica
;
quei
jo londrino,
papel,
tlaméngo
e
suiço. E
muitas
outras
coisas
próprias
para
o
Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Braga
18
de
fevereiro
de 1878.
O
escrivão
João
Marcos
d
’Aravjo
Ribeiro.
Verifiquei a exactidão.
João
Carlos
Pereira
Lobato
d
’Azevedo.
(784)
ULTIMA
NOVIDADE
GANDARELLA
<^C.a
Cniupo de SanPÃnua
Grande sortido
para
a
Quaresma
e Semana
Santa.
Acaba
de
chegar
a
este
estabeleci
mento
directamenle
das melhores
fabricas
de Paris
um
grande
sortido
de
Brilhan
tinas
pretas de
seda,
failles
e
glacés,
bem
como
merinos
pretos de pura
lã.
tornando-se
a
sua
boa
qualidade
e
os
seus
inodicos
preços
dignos
da
altenção
publica.
(780)
Paz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
CIRURGIî RESTISTA.
DA
Escola
Americana
Consultono
a toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(687)
DINHEIRO A
JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
Quem
quizer
arrendar
a
casa
n.°
7,
no
campo das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim Antunes
Alves,
na rua
do
Cam
po,
d’
esta
cidade,
que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
No
largo
de
S.
Miguel-O-Anjo,
n.° 14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que
leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(700)
DINHSIRO A JURO.
A
Iimandade
de
Santa
Maria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
1:350^000
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario
—
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
(735)
Os
I3ebuçacIoiB
ntytíHcoci,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectoranle,
são
o melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL, rua
de
Santo
Anlonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR
PHÃOS,
praça Municipal.
(621)
Ha
um
excellente
restaurante,
e
se
apromptam consoadas
de
qnaiqtier
comi
da,
tanto
em carne,
como
em
doce.
—
Te®
sempre
fiambre,
e
aos
domiugos
fazem-se
alli
pastelinhos
de
massa
á franceza,
tanlc
de carne
como
de
diversos
doces
=
Mor-
cellas
de
lombo
de
porco
e
de doce:
aprom-
tamio-se
também
caixas enfeitadas.
15
—
RUA
DE S. MARCOS
—
15
(643)
Lisboa
o
snr
Barreto, Loreto, n.° 28
—
30/25)
BRAGA,
TTPOGRAPHIA
LUSITAMA
—
1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
