comerciominho_05021878_746.xml
- conteúdo
-
&
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
6.°
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.............................. 1&600
»
6
»..........................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição....................................
850
40
20
10
PUBLICÂ-SE
ÁS TERÇÃS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1Ã050
3&600
3&600
10
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
».....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso.....................
N.
’
746
BH4G4 TERÇA-FEIRA & DE
FEVEREIRO DE 193»
N
’um
dos
últimos
n.
‘
s
da
«Nação»,
de
parámos
com
uma
carta
escripta
pelo
snr.
bispo
do Pará
ao
parocho
da
Vigia,
na
qual
exprime
a
soa
dôr
ao saber:
que
um
certo
mestre
de
primeiras
lettras
d
’
aquella
paro-
chia
ensinava aos
seus
discípulos—
que a
Santíssima
Mãe
de
Jesus
Christo
não fôra
Virgem
depois
do
Nascimento
d
’Este,
pois
que
tivera outros
filhos:
doutrina
esta
tão
profundamente
heretica
que
o proprio
dia
bo
nunca
admittiu.
nem
professou!
O
illustre
e
zeloso
prelado
brazileiro,
combatendo
esta
horrenda
blasfémia,
essa
linguagem
sacrílega
do
tal
mestre
do a,
b,
c,
que merecia
a
lingua
cortada
pela
raiz,
examina,
e explica
os dois
logares
do
Evangelho,
em
que
os
hereges,
e
os
sacrílegos
se
fundam
para
assentarem
a
heresia:
e
eu,
que
creio
no
mysterio
da
Conceição
Immaculada
ainda
mais
do
que
na luz
do
sol (porque
a
luz
é
coisa
que
me
entra
pelos
olhos)
e o
mysterio
asso
ma
em
minha
alma
sem
necessidade
de
impressões
corpor
aes...
eu,
que
sou
chris-
tão
pela
graça
de
Deus,
e
que
não
pode
ria
crer
ém
Deus,
se
não
acreditasse
si
multaneamente na
Conceição
immaculada
da
Mãe
do
Filho
de
Deus...
eu,
natu
ral
de
um paiz,
de que Ella
é Padroeira,
não
posso,
nem
devo
esconder debaixo
do
alqueire
a
minha
alampada
para
ficar
ás
escuras,
e
não
alumiar
com
a
fraca
luz
d
’
ella,
aos
que
a
não
tem
melhor.
Para mim
não
era
preciso
que
houves
se
o
dogma:
elle
não
augmentou
a
minha
crença;
e
isto
por
duas
rasões:
uma.
por
que
nas
orações
da
Egreja
sempre
a
Mae
de
Christo
foi
tida,
e
tratada
por
«Vir
gem
sem
peccado
concebida»:
e
a outra,
porque
uma
vêz
sabido,
e
uma
vèz cri
do
—
que ha
um
Deus
Creador
de
tudo
quanto
existe
:
que
este
Deus
é
Santis
simo
e
Puríssimo
por essencia:
que
quiz
fazer-se
Homem
para
morrer
pelos
ho
mens: ha
de
necessariamente
crer-se,
que
a
Mulher
por
Elle
escolhida
para
sua
Ès-
posa,
e
Mãe de
seu
Filho
na
terra,
não
podia
deixar
de
ser
sempre
Virgem,
e
isen
ta
do
peccado
original,
ainda
quando
es
te
peccado
houvesse
sido
venial;
e
outro
sim
ha
de
crer-se:
que
no ventre em
que
foi
gerado
o
Filho
de
Deus,
nenhuma
ou
tra
creatura
poderia
ser
gerada
depois
d
’
Elle;
e
isto
porque,
nem
na
lei
escri
pta.
nem
na
da
graça,
outro
santo
póde
occupar
o
Sanctuario, senão
o
Santo
dos
Santos.
Deus é a
Sutnma
Perfeição,
e
não
po
dia
permillir
que
Aquella,
que
havia
san
tificado
pela presença do
Seu
Corpo,
e
da
Sua
Divindade,
fosse
corrompida
pela
co
pula
carnal.
A
Omnipotência
Divina
não
linha,
nem
tem
poder
para
communicar-se
o
pecca
do: se
podese,
nem
o
peccado
de Adão
teria
as
consequências
que
teve;
nem
pa
ra
remil-o
seria
mister
que
um
Ente
da
natureza
infinita
viesse
a«
mundo
em
fi
gura
humana
dar
satisfação
ao
Pae,
que
estava
n
’elle Eis
aqui as rasões da
minha
crença antes
do
dogma.
Bem
sabia
eu
da
questão
levantada
en
tre
os
Dominicos,
e
os
Franciscanos
so
bre
este
ponto,
que
estes
sustentavam,
e
os
outros combaliam;
bem
sabia
eu que
q
franciscano
Scoto,
ao
entrar no
salão,
em
que publicamente
se
discutiu
entre
os.
theologos
das
duas
religiões
a
Conceição
Immaculada
de
Maria,
vendo
a Sua
Ima
gem,
ao
entrar,
se
lhe
dirigira,
e lhe
disse: •
Senhora! venho
aqui
para
defender
a
vossa
causa»:
e que
Ella abaixou
a
ca
beça
para
mostrar-lhe
o
seu assentimen
to:
sei
isto;
mas
a these
não
era
ainda
en
tão
dogmalica,
e
podia-se
negar,
e
discu
tir
sem
peccado.
Bem
fez
portanto Pio
IX
em
fazer o
que
fez para
que
a
crença
fosse
uma
só
entre
religiosos,
e
senhores
do
mundo
christão.
Mas
vamos ao
Evangelho
de
S.
Mathens,
com
que
os
hereges,
os
impios,
e os
mes
tres
do
a,
b,
c,
argumentam.
Diz
elle
(cap.
1,
vers.
18):
«que
es
tiando
já
Maria desposada
com
S.
José,
«antes
de
cohabitarem,
se
achou
ter
Ella
«concebido;
o
que
vendo
S.
José,
como
«era
homem
justo,
e
não
queria
infa-
«mal-a,
resolveu
comsigo
deixal-a.»
Todo
o
mundo
sabe que
a
gravi
dez
da mulher
se
conhece
por
um
de
dois
modos,
sendo
o
mais ordinário
a
grossura,
e
conformação
do
ventre;
e
foi
por
este
que
S.
José conheceu
o
estado
da
Esposa;
isto
é,—
passados
mais de tres
mezes
de
gravida,
porque
tant
s
tinha
a
gravidez
quando
a Senhora
foi
visitar
sua
Prima,
sendo
muito
depois
d
’esta visita
que
o
Santo
deu
pelo
successo:
e
d
’
aqui
se
vê
que S. José não
só
era
homem
jus
to,
mas
casto,
e
virgem,
porque
nem
co-
habitára
tantos
mezes
com
Ella,
nem
Deus
poderia
consentir
que
fosse
Companheiro,
e
Esposo
da
Mãe
de
seu
Filho,
senão
um
homem
virgem,
como
Ella
era.
Cominúa
o
Evangelho
(vers.
20)
«Que
■
andando
S.
José
com
o
pensamento
de
«deixar
a
Esposa,
lhe
appareceu
em
so-
«nhos
um
Anjo,
e
lhe
dissera:
não
te-
«mas
receber
a
Maria
porque
o
que
n
’EI
«la
se gerou
é
obra
do
Espirito
Santo.»
Aquietou
S.
José com
esta
advertên
cia
celeste,
e
fez
como
o
Anjo lhe
Unha
mandado;
isto
é,
deixando
se
ficar
viven
do
em
companhia
da
Esposa,
como
dan
tes.
«Elle
(diz
o
vers.
25)
não
a
conheceu,
«emquanto
Ella
não pariu
ao
seu
Primo-
«genito, e
lhe pôz
por
nome
Jesus.»
E
’
do
verbo conhecer,
e
da
palavra
primogénito, que os
doutores
de
cartilha
do
a,
b,
c,
e
que
os
discípulos
do
Theo-
logo
das
covas
de
Salamanca
fazem
o
seu
cavallo
de
pau
grego
para
a conquista
de
Troia!
Que
miséria,
e
que
desgraça!
Em
que
língua do
mundo
significa
a
palavra conhecer—
que o
homem
commu-
nica
carnalmente,
com
a
mulher,
ou
esta
com
o
homem? E
quererá
o
verbo
coba-
bilar
dizer
mais,
ou
ouira
coisa,
do
que
viver
na
mesma
casa?!
Póde,
nas
duas
palavras,
achar-se
figura, que
junte
a
ideia
que
os
doutores
do abecedario concebem
e
publicam?
Ha
no
Evangelho
anteceden
te, consequente,
ou
circumstancia
conco
mitante,
que
favoreça,
ou
que
induza
sen
tido
figurado
n
’aquellas
palavras?!
Não ha
no
mesmo,
e em
outros
Evangelhos,
e
em
muitos
logares
do
Velho
Testamento
expressões
próprias
para
significar
o
acto?
Não
se
expnme
esse
mesmo
Evangelho
pelo
verbo
proprio,
e
genuino
quando
pou
co antes trata
da
Genealogia
de
Christo?
Sabia
S.
José,
quando
desposou
a
Ma
ria,
que
Ella
havia
de ser
a
Mãe
do
Fi
lho
de
Deus?
De
certo
o
ignorava
como
Ella
o
ignorava:
se elle o
soubesse,
elle,
homem
justo, e humilde
olficial
de car
pinteiro,
reputaria-se
indigno
de
tamanha
honra;
e
Ella
não
se
teria
atemorisado
quando
recebeu
a saudação
angélica
da
bocca
do
Anjo.
Se,
pois,
não
conheceu
aquella
Mulher
que
desposou,
no
que
era,
no
que
valia,
e
no para que
eslava
destinada;
a
decla
ração
do
Anjo
em
sonhos
socegou-o
ti
rando-o
do
cuidado,
que
trazia
no
pen
samento, mas
não
o
convenceu
no
que
lhe
revelou
no
vers.
21:
pariel
autem
(Uium...
el
ipse
enim
salvum
faciel
populum
suum
a
peccatis
eorum
Os
sonhos
pódem
afugentar
ideias
fan-
lasticas.
como
a
que
S.
José
trazia na
ca
beça,
mas
não
pódem
convencer da
rea
lidade
dos
acontecimentos.
Logo
que,
porém,
nasceu
o
Filho
da
Virgem, e
S.
José
ouviu
a musica, e
os
cânticos
dos
Anjos
no presepio;
logo que
presenciou o concurso
dos
pastores
n
’
es-
sa
mesma
noite
a
adorar
o
recemnascido;
logo
que
viu chegar
os
Magos
guiados
por
uma
estrella,
foi então
que
conheceu
que
a
Esposa
era
a
Esposa
de
Deus,
e
que
o
Filho
era
o
"Filho
de
Deus.
Eis
aqui
como
se
entende
o
conheceu
do
Evangelista.
Conheceu-a
no
que era.
no
que valia,
e
o,
para que
fôra
destinada;
conheceu
a
santidade,
e
as
virtudes d
’
A-
quella
Mulher;
mas
não
como
o
marido
que
conhece
a
mulher
na
noite
das bo-
das.
E
se
assim
não fôra, que motivo,
ou
impedimento
poderia dar-se
para
a
não
conhecer
(no semido
dos
impios)
antes
do
nascimento
do primogénito?!
Para
explicar
o
versículo
sem
oflender
a
Virgindade
da
Santíssima,
já
houve
quem
dissesse:
que
S. José
era
viuvo,
e
que
li
nha
filhos
quando
se
desposou
com
Maria,
concluindo
d
’aqui
—
que
eram
estes
os
Ir
mãos
de
Christo.
Este
facto
nunca
pôde
averiguar-se,
e
repugna
com
as
tradicções,
e
com
o
ensino calholico
que
tem
a
S.
José
por
virgem;
e
se
assim
é
(e
o
é
de
certo)
dirão
os
hereges
que
tanto
melhor
para
elles,
porque
se Jesus foi
primogé
nito,
não
ha primogénito
sem
segundo,
ou
mais
genilos,
e
que
portanto
Maria
communicou
depois
com José,
e
José
com
Maria.
Má
lógica,
porque
põem
um
principio
que
não
serve
á
conclusão,
e
Ura
uma
conclusão
sem
princípios.
A
palavra
primogénito
quer
dizer
—
o
que
primeiro
foi
gerado,
e
nunca
—
que
depois
d
’elle
houvesse
outros
gerados
no
mesmo
ventre,
e
pela
mesma
mulher.
Que
outro
nome
deve
dar-se
ao
primeiro
filho,
ainda
que
sejo
unico,
do
que—
primogénito!
O
primeiro filho
de
qualquer
mulher,
que
morra d
’
esse
parto,
deixará
de
ser primo
génito. ainda
que
não
tenha
irmãos?!
Jesus
Christo foi
na
verdade
verda
deiro
primogénito,
porque
foi
unico,
e
aon
de
elle
foi
gerado, nenhum
outro
podia
sel-o:
e
o
Evangelista
chama-lhe
primo
genito,
não
porque
a
Mãe
tivesse
depois
outros
filhos, mas
sim
para
mostrar que
os
não
tivera antes,
ratificando
a
verdade
da
resposla
da
Virgem
ao
Anjo: «Como
«póde isto acontecer, se
eu
não
conheço
«homem?»
Tanto
a
Mãe
como
o Filho
eram
des
cendentes
de
Abrahão,
do
qua
Idescendia
todo
o
povo
judaico; e não
só
como
fi
lhos
do mesmo
Pae
commum,
como
lam
bem
por
seguirenra
mesma
religião
e
o
mesmo
culto
era
entre
elles
muito na
tural,
que
se tratassem
por
irmãos,
como
hoje
se
tractam
os
mações,
ou
filhos
do
Mestre
d
’
Obras
do
Templo
de Salomão,
como
elles
querem
Não era, pois,
tanto
por
pobreza
da
lingua
habraica,
como
pelo
espirito
reli
gioso,
e
de
nobreza
de
origem,
que
os
primos,
os cunhados,
os
sobrinhos
e
os
parentes,
e
até
os
estranhos
se
tratavam
por
irmãos
uns
aos
outros.
Este
espirito
de
fraternidade ainda
hoje
existe
entre
os
judeus
espalhados
por
ledo
o mundo.
Eis
aqui
as
respostas,
e
as
observa
ções,
e o
ensino
que
deve dar-se
a
todos
os
mestres
do a,
b,
c,
e
do
Alcorão
das
heresias,
já
que não
ha Santo
Ollicio,
que
lhes
arranque
as
linguas.
José
de
Freitas
Amorim
Barbosa.
-----------
<a—
■’
........................... ....... ....
Sueeinta
analyae «le alguma*
■uacaqiieirada*.
(ConcluaSo)
<A
philosophia
não se
occupa«de
Deus»
(!
pois a
Theodicea
não
é
uma
parle da
philosophia,
doutor?):
«só
a fé nol-o
reve
la».
Assim
o
disseram
certos
tradicionalis
tas,
condemnados
pela
Egreja.
O
bom
sen
so
e
a
razão
natural
dizem
o
contrario
A
Biblia
não
faz
mais
que
confirmar
o
que
proclama
a razão
nas
seguintes
palavras:
Coeli
enarranl
gloriam
Dei
et
opera
tnanuni
ejus
annuncial
(irmamentum
(Ps.
18).
E
ain
da
mais claro
:
Invisibiha enim
ipsius,
a
creatura mundi,
per
ea
quoe
fada
sunl,
in-
lelleclu,
conspiciuntur...
ita
ul
sinl
inexcu-
sabiles
Quia
cuin cognovi^senl
Deum, non
si-
cut
Deum
glori/icaverunl
aut
gratias
egerunl:
sed
evanuerunt
in
cogitationibus
suis
(1),
el
obscuratum
est
insipiens
cor eorum !Bom.
1.
20
e
21).
1
«Parece-me
isto
absolutamenle
ortho-
doxo»
(não
se
occopar
com
Deus
a
philo
sophia,
e
só
a
fé
nol-o
revelar,
mas
não
a
razão!).
E
que
tal,
o
nosso
doutor
Barata
con
vertido
em
theologo,
e
taxando
orihodo-
xias
de
doutrina,
segundo
lhe «parece» !
Mas
o
que
lhe
parece
aqui orthodoxo,
mais
adiante
lhe
parecerá heretico,
como
vere
mos.
•
Illustrado
Século macaquisla,
eu
te
saú
do, já que
produzes
taes
pimpolhos!
«Comtudo
a
Egreja,
que
quer
ser
ain
da
hoje a perceptora
do
povo»
(usurpan
do
os
inauferiveis
direitos
do
Século!).,.
«e
a
interprete
aulhenlica
da
doutrina
de
Jesus»
(atrevimento
inaudito !)
«mistura
a
religião
e
a
política...
declarando-se
ain
da por
cima»
(se
fosse por
baixo...,
pas
se!)
«irreconciliável
com
o
espirito
do
sé
culo»
(p.
8;
Ainda
se
fosse
só
do
século
com
let-
tra
pequena...
mas
até
do
Século com
let-
tra
grande
!
Horror
!—
horror
!
E
aqui
é
que bale
o
ponto,
—
ao
me
nos
um
dos pontos
principaes.
E’
um
d
’a-
quelles
irts
de
que
falia
S.
João
Evan-
gellista
:
Superbia
vitce...
«O
transformismo
(isto
é
o systema ma
caqueiro
que
se vae
defendendo,
embora
também
se
negue)
«deixa
á
consciência
de
cada
um
o
livre
arbítrio
de
escolher
o
auctor
d
’
aquelle
organismo
primitivo,
ou
de
acceilar
que
elle
é
autogono,
e
foi
for
mado
á
custa
dos
elementos
mineraes,
quer
por
uma
só vez
no
momento
preciso
da
evolução
planetaria,
quer
reproduzmdo-se
quotidiana
e
por ventura
simultaneamente
em muitos
pontos
da
sua
superfície»,
(o.
8
e 9).
O
que
não
admitte
o
tal
snr. lansfor-
mismo,
é
que
Deus
tenha
creado
o
ho
mem
á
sua
imagem
e
similhança
sem
pre
cisar
para
isso
das «evoluções
dos
orga
nismos»
{Instituto,
n.°
12
da
2.a
serie,
p.
265
no
artigo
do
snr.
dr
Barata);
mas
sobre
isso,
e
sobre
outras
coisinhas
mais,
que
não
estamos
agora
para
esmiuçar,
por
que
se
nos
vae
acabando
o
papel,
e
talvez
mais
ainda
a
paciência,
quer
o
snr.
dou
tor
que,
por esta
occasião,
se
lance
um
veu.
Mas olhe
cá,
doutor;
vamos
dar-lhe
uma
A
lodos
os
pseudo-philosophos,
mais
ou
menos
materialistas
paulheistas,
macaquei
ros,
se
refere
aqui
por certo
o
esciitor
divinamenle
inspirado,
o
grande Paulo,
o
Apostolo
das
gentes. O
texto
é
tão
cla
ro,
que não se
póde
duvidar.
meninos
que precisamos
d
’
escola,
que
di
zemos
sandices,
e
etc.,
etc.
Ora,
com
similhantes
adversarios
como
o
collega,
toda
a
discussão
é
impossível.
Pois
até
o
Imparcial
quer
ser
nosso
mestre-escola...
Horror!
Mandae-nos
governadores
ci
vis,
mandae-nos
pásadas
de
tonterias,.,.
mas
guardae
e
aferrolhae
a
sele
ferrolhos
a
vos
sa
sabença, ó incríveis.
Fnlleeimento.
—
Falleceu
hontem
o
exc.
mo
snr.
Diogo
de
Freilãs
Mello
e Faro,
tio
dos
exc.
m
°s
viscondes de Pindella.
O
nobre
finado lem hoje
ollicios
fúne
bres
no
lemplo
de
Santa
Cruz.
Comprimentamos
a
illuslre
familia
ano
jada.
Staneo
Cosíimeretal
de Braga.—
Está
convocada uma reunião
extraor-
Minaria
da
assembleia
geral
d
’
esle
Banco,
para
o
dia
11
de
março
proximo
por
11
e
meia horas
da
manhã,
afim
de
n
’
ella
se
proceder
ás
eleições
de
2
secretários,
1
di-
reclor,
3
supplentes
e
1
um
membro do
conselho
fiscal,
cargos
vagos
pelas recusas
feitas.
4s«oeiação
Comniercial.—
Houve
no
dia
30
do
passado,
reunião
da
assem
bleia
geral
d
’
esta
Associação
afim
de se
proceder á
eleição,
—
acto
em
que
ficaram
escolhidos
os
snrs:
Presidente
—
Fernando
Castiço;
vice-
presidenle
—
Manoel
Joaquim Gomes;
l.°
secretario—João
Augusto
d’
Uliveira
Braga;
2.°
—
José
Antonio
Rodrigues
Braga.
Direcção:
Presidente
—
José
Antonio
Rebello
da
Silva;
Secretario
—J.
Fernan-
des
Valença;
Thesoureiro
—
M.
José
de
Abreu.
Directores:
J
Joaq
>im
Dias
Pereira
e
Joaquim
J.
G. Salgado.
O
relatorio
é
concebido
nos
termos
seguintes:-
«Senhores:
—A
direcção
da
Associação
Commercial
de Braga,
que,
em assem-
blea
geral
de
18
de
fevereiro
do
anno
P’
oximo
passado,
vos
dignastes
reeleger,
chegou
ao
fim
da
sua
gerencia e,
cônscia
dc
haver
cumprido
com
os
seus deveres,
vem
hoje
dar-vos
conta
dos
seus
actos,
não
só
para
corresponder
á honra
que
lhe
fizestes,
como
lambem
para
dar
cum
primento
ao disposto
no
artigo
18
n.°
4
do
regulamento.
Não
poderemos,
porém,
mencionar
grandes
augmentos
e
prosperidades,
porque
o
anno findo,
cheio
de
receios, duvidas
e
hesitações,
foi
rellexo
vivíssimo
da crise
quiçá mais violenta
por
que
tem
passado
o
commercio
d
’
este
paiz;
crise
que
amea
çou
absorver
tudo,
e que
ainda
boje
se
conserva como
que
latente.
Todavia,
.apesar
tintas
diílicuidades,
não
deixamos,
como
extremamente dedicados
ao progresso d’esta
instituição,
de
empregar
toda a
nossa
aclividade
em
beneficio
d
’
esta
casa. No
entanto,
com
magoa
o confessamos,
quasi
nada conseguimos:
a
esperança
de
ele
varmos
o
numero
dos
socios
a
uma
al
tura
bem
satisfatória,
desvaneceu-se com
pletamente,
pois
<que
nos
faltaram
os
re
cursos
essenciaes
para
realisarmos
o
nosso
desejo.
Ainda
assim,
por
cartas
de
convite,
podémos
conseguir
que
se
inscrevessem
mais
7
socios,
que,
com
140
que
exis
tiam,
perfazem
o
numero
de
147.
D’
estes,
só
pagaram
as respeclivas
annualidades
137,
deixando
de
fazel-o
10
e
despedindo-se
7;
ficando
apenas,
por
consequência,
130
socios
effectivos.
Com
data
de
20
de
março
proximo
passado,
foi
enviado
ao nosso
exc.
mo pre
sidente
um requerimento assigtiado
por
10
socios, no
qual
pediam
convocação
d’
uma
assemblea
geral
extraordinária,
aara
n
’
ella
se
discutir
a
forma
de repre
sentarmos
ao governo
de
S.
M.
sobre
o
augmento
excessivo
da
contribuição
indus
trial.
Como
sabeis,
a
representação
foi
elaborada
e
entregue
ao deputado
por
esta
localidade
o
snr.
conde
de Bertian-
dos.
Egualmente
nos
cumpre
participar-vos
que,
com
data
de
20
de
dezembro
proxi
mo
passado,
foi
enviado ao
nosso
exc.
m°
presidente
um
requerimento
assignado
por
10
socios,
pedindo-lhe
convocação
de
as
semblea
geral
para
se
discutir
qual
o
me
lhor
modo
de
representar
ao
governo
de
S.
M.
ácerca
da
pretensão
da companhia
do
caminho
de
ferro
do
Porto
á Povoa
de
Varzim, pretensão
que,
a
eflectuar-se,
anniquilaria
completamente
o
nosso
com
mercio
e
a
nossa
industria.
Reunida
esta
associação
em
assemblea
geral,
resolveu
adherir
á
representação
da
camara mu
nicipal
«d
esta cidade
a
qual
representa
ção,
não
se
oppondo
á
pretensão
da
men
cionada
companhia,
pede
ao
governo
de
S.
M.
que,
antes
de
se
manifestar,
mande
novidade,
d
’
esla
vez
não
pegam
as
bichas:
ou
antes
o ven
é
podre,
rasgou-se
e
ca-
biu
ein
fanicos
...............................................
Continuaremos? Póde ser. Mas...
cus
ta
tanto
!
<nSgyy«g!gg!»JB2».g
_____
J
------- ---------------- "
fta*
&AZETILEÀ
Festividade®.
—
Como
noticiamos,
no
sabbado
leve
logar na Sé a
festa
vul
garmente
chamada
das
Candeias.
S.
exc.a
re*d.
,na benzeu
a
cera, acto
feito
com
toda
a
magestade própria—,
fez
a pro
cissão
e depois
assistiu
á missa de cir
culo. Assistiram
os
seminaristas
de
S.
Pedro,
orfàos
de
S.
Caetano,
e
estudan
tes
do
curso
superior,
etc.
h.
Santa
Egreja
celebra
(ifa
quéTIè
dia~
a
festa
da
Purificação
de
Maria
Sanctissi-
ma,
indo
Elia ao
templo quarenta
dias
depois
do
parto,
purificar-se
e offerecer
duas rolas
ou
duas
pombas como
pobre,
e
ao
mesmo
tempo
apresentar
seu
Divino
Filho
como
primogénito,
oíIerecendo-0
a
Deus
e
resgatando-0
depois por
cinco
ciclos
d’ouro, segundo
prescrevia
a
lei
inoisaica,
tendo
logar
por
essa
occasião
o
encontro
dos
santos
velhos
Simeão
e
Anna,
que
reconheceram
o
Messias,
sau-
dando-0
com
alegres cânticos.
Esta
festa
Li
estabelecida
na
Egreja
pelo
Papa
Gelasio
no
V
século,
para
des
truir
as
festas
pagãs
dedicadas
ao
deus
Pan,
chamadas Lupercaes.
E
’
n
’este
dia
que
se
benze
a
cera
que
tem
de servir
na
Semana
Santa
para
a
celebração
dos
mysterios da
paixão
e
morte
do
Salvador,
a
qual
bênção
é
feita
depois
de
Tercia
com
rito feriai
e
para
mentos roxos;
e
no
fim
se
faz uma pro
cissão
com
as
tochas
accezas,
e
por
isso
esta
festa
se
chama
das Candeias
ou
Candelaria.
Esta
procissão
teve principio
no
VI
século,
para
terminar
umas
ridí
culas
festas,
também pagãs, chamadas
Amburbaes,
que
os
romanos
faziam
de
cinco
em-
cinco
annos na
occasião
da co
brança
dos tributos
que pagavam as
na
ções
vencidas,
e
do
recenseamento quin-
quennal.
Assim
vae
a
Egreja
lembrando
a
seus
filhos os mysterios
da
redempção
e
o
quanto
devem
a
J.
Christo
e
á
sua
esposa,
a
Santa
Egreja.
No
fim
da procissão
UtH
logar
a
missa
solemne
com rito
duplex
de
2.“
classe,
«e
com
paramentos
de
côr branca.
Ao
Evangelho,
e
desde
a elevação
da
sagrada
Hóstia
até
á
communhão.
os
as
sistentes
eslíCUâm
com
as
velas
accezas,
para
significar
que
Jesus
Christo
é
o
que
dizia
o
santo
velho
Simeão,
a
verdadeira
\ui=lumen
ad
revelalionein
gentium
el
gloria
plebis,
etc.!/
—
Além
das■destividades
do
costume
nas
demais
egrejas
e capellas,
festejou-
se,
no templo
de
S.
Vicente,
N.
Senhora
da Luz,
havendo
Exposição,
missa
solemne
a
intrumental,
e de
tarde
sermão
préga-
do
pelo
revd
*
abbade
de
Sabariz.
—No
dia
3
festejou-se
o
milagroso
S. Braz.
em
Gualtar
e
no logar
do
Car
mo.
Por
ser
domingo
e
fazer
um
tempo
bellissimo
concorreu
muito
povo
ás
duas
romarias,
a
que
no
dia
antecedente
já
tinha
affluido
grande
numero
de
romeiros.
tfleza <le Siinto
Amaro, da
Sé.
—A
nova
Meza
d’esta
Confraria,
a
cuja
eleição
se
procedeu
no
dia
2
do
corrente,
ficou
assim
composta:
Juiz, Francisco
Joaquim
Garcia.
Cartorário,
revd.
0
José
Gonçalves
Vianna.
Secretario,
revd.
0
Francisco
Maria
Lo
pes
Pereira
Lobo.
Vedor,
Antonio
José
Barbosa
Pinto.
Thesoureiro,
Francisco
Alves Veiga.
Procurador,
José
Joaquim
da
Silva
Reis.
Mordomos, João
José
Lopes
da
Costa,
e
João
Maria
Araújo Esmeriz.
Ao
«Impareial».—
Termina
este
nos
so collega
a
tirada
em
que
pretendeu
res-
porrtler-nos, dizendo
que
nos
fiquemos
em
paz.
Obrigado.
D'envolta
com
varias coisas
a
que
não
damos
trôco,
falla-nos
o
Imparcial
em
a
nossa
peregrinação
a
Roma,
e
intromete-a
alli
não
sabemos
a
que proposito.
Diremos, no-entanto,
que
esperámos
opportunidade
para
a
repetirmos.
—e o
col-
iega pode
ir
arranjando
as
sandalias,
e
di
rija-se
a
Meca,
de que
certamente
ha
de
vir
satisfeita.
Questões
de gôsto.
Mas
a
final
de
contas,
o
collega
não
póde
ser
tomado
a
serio Mais
uma
desil-
.usão
para
nós, que
somos
uns ignoran-
'òes,
ou
desfructadores
insupportaveis, ou
proceder
aos
estudos
convenientes
afim
de
saber qual
das duas
directrizes
ofle-
recerá
mais
vantagens ao
paiz:
se
a
linha
por
Guimarães,
Fale,
Basto, Vidago
até
Chaves,
se
a que,
transpondo
a
bacia
do
Cavado,
e
cortande
centros
riquíssimos
de
incalculável
beneficio
para
o
commercio
e
industria
nacional—
seguisse
d
’aqui
para
Chaves.
A
nossa representação
foi
entre
gue
a
uma
commissào
composta
dos exc.
m(”
senhores:
—
conde
de
Berliandos, deputado
por
este
circulo,
Jeronymo
da
Cunha
Pi-
menlel,
deputado
por
Barcellos,
Manoel
Joaquim
Alves
Passos,
deputado
por
Villa
Verde,
Antonio José
Antun-s
Guerreiro,
deputado
por
Chaves
e Montalegre,
e
Ma
noel
Joaquim
Penha
Fortuna, vice-presi-
denle
da nossa
camara
municipal.
Esta
associação,
senhores,
confia
tanto
na
justiça
da
sua
causa,
na
superioridade
e
conveniência
da
linha
pelo
valle do
Cavado,
que
firmemente
espera
ser
atten-
dila
pelo
governo
de
S.
M.
Em
nome,
porém,
dos
nossos
interesses,
do
progres
so
d
’
esla
boa
cidade,
do
nosso
commer
cio
e
da
nossa industria
cumpre
estarmos
d’
alalaia
para
nos
havermos
sempre
com
aquella
energia e
com
aquelle
vigor,
que
o
caso
deve
inspirar-nos.
Estabelecida
que
seja
esta
communicação
com
a
riquíssima
província
de Traz-os-Monles, Braga
er-
guer-se-ha
florescente,
esplendida
de
vi
gor
e
de
esperança,
e
crente
no
futuro.
Çnritio do Oriente.—
Da
<
Pala
vra»
transcrevemos
o seguinte:
Segundo
uma
carta
de S.
Petersburgo
á
«Gazeta
da
Allemanha
do
Norte»,
o
verdadeiro fim
da
guerra
para
a
Rússia
era
alcançar a
libertação
dos
christãos
e
a
sua
egualdade
completa
cotn
os
mutul-
inanos
nas
relações
política, religiosa,
ju
dicial
e
social.
Este
devia
ser
o
fundo
das
condições
da paz.
As compensações
pelo
sangue
derra
mado, as
despezas
feitas
durante
a
cam
panha,
etc.,
seria
accessorio,
80:000
rus
sos
tinham já
caido
por
esta
causa
ideal,
e
naluralmente
outros
80:000
etlavam
promptos
para
a
carnificina, se
fossem
aceessarios.
O
correspondente
cita
a
seguinte ane-
docla, referida
ao
mez
de
setembro
do
anno
passado.
Um
psrlamentario
russo, mandado
pa
ra
tratar
da
questão
dos
feridos
russos
prisioneiros,
jantava
á
meza
de
Mehemel-
Aii,
em
companhia
dos. oíficiaes estran
geiros.
A
conversação,
em
linguagem
franceza,
versava
ácerca
dos
lastimáveis
conílictos
entre
as
duas
nações
visinhas. Mehemet-
Ali
disse então,
a
meia
voz,
e
em
alle-
mã
>,
ao parlamentario
russo:
—
Não
aconselhei esta
guerra,
e em
Constantinopla
apresentei a
minha
opi
nião
contraria
a
ella;
porém, as
palavras
douradas
dos
snrs.
inglezes
em
Constan
tinopla
têem
sempre
mais
peso
«jtie
as
minhas.
Parece
que um
oílicial
inglez,
que
es
lava
presente,
comprehendendo
o
general
oltomano,
pretendia negar
a aílirmativa
d’
elle;
mas Mehemet-Ali declarou que
sus
tentaria
o
que dissera.
Um
telegramma
de
Constantinopla,
datado
de
25
annuncia
que
os
prelimina-
re»
da
paz
assignados,
contêem
as
se
guintes
condições:
Indemnisaçao
da
guerra
de
5u0 mi
lhões
de francos
e
occupação
de
Baium,
Kars
e
Erzeroun,
até
o
pagamento
inte
gral;
abertura dos
estreitos
aos
navios
de
guerra
russos;
autonomia
da
Bulgaria
so
bre
a
base
já adoptada
no
Libano;
a
Tur
quia
nomeará
um
governador
chrislão
mas
esta
nomeação dependerá
da
annuen-
cia
das
potências; o
principado
búlgaro
não
comprehenderá
a
Thracia
e
será
li
mitado
ao
sul pelos
Balkans,
è
será
pro
clamada
a
in
lependencia
da
Servia
com
uma
pequena
rectilícação
de
fronteiras.
O
Montenegro
obterá
Antivari,
bina parte
do
lago
Scutari,
Niksich
e
Spouz.
Parle
do
exercito
russo
entraria
em Constan
tinopla,
onde
seria
assignado
o
tratado
de
paz
definitivo.
O governo
oltomano
mandou formar
um
conselho
de guerra para
julgar
os
eommandantes,
que
faltassem
aos
seus
deveres.
O
primeiro julgamento
será
o
do
comraandante
de Ardahan
Occupa-se
a
imprensa
allemã
da
ques
tão
do
Oriente,
e
diz
que,
havendo
sido
entabuladas
as
negociações
para
se
con
cluir
um armistício,
éra
de
esperar
que
em
breve, se
assignasse
a
paz.
Em
Berlim
uma
folha
semi-ofTicial
nota
que
as
condições
da
,paz
não
serão
defi-
nitivamenle
lixadas
unicamente
pelos
bei-
ligera;
tes,
e que
a
solução
de
uma
parte
das questões
pendentes
não
poderá
reali-
sar-se
sem
o
assentimento e
cooperação
das
potências
europeas.
Manifesta
também
a opinão,
de
que,
em
presença,
das
relações
que
aclualmente
existem
entre
as
potências,
provavelmente
se
«conseguirá,
ainda
mesmo
n
’esta
phase
difficil
das
complicações
orientaes
resol
ver
a questão, sem
se
perturbar
a
paz
geral.
Mtovitxieiit» «Ei» 3Z«sg»itn3 dl® 9.
sTSaa-eos.
—
Doentes
existentes
em
20
de
janeiro:
73
homens e
103
mulheres.
Entraram
durante
a semana
finda:
19
homens
e
15
mulheres.
Sahiram: 10
homens
e
16
mulheres.
Falleceram:
2
homens
e
1
mulher.
Ficaram
em
tratamento
em
26
de Janeiro
80
homens
e
103
mulheres.
Appeln
á
caridade. —
Pedimos
ás
almas
caridosas
uma
esmola
para
o
pobre
Antonio
Joaquim
da
Motta,
oílicial
de
sa
pateiro,
morador nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultimo
grau
de
pobreza,
não
podendo,
pelo seu
mau
estado
de
saude,
ganhar
meios
para
sua
subsistência,
de
sua
mulher
e
filhos.
A
’ síBcsiMa.
—
Recommendamos
á
ca
ridade
publica,
Antonio
de
Passos,
mo
rador
na
rua
das
Palhotas
n.°
57.
A
’
b
pessoa® caritativas.—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S
Pedro de Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
filha
de pacB
extremamente
pobres,
que
continuamenle
soífre
dores
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A's
alanas caridosas. —
Recommen-
damos ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
13,
(solão).
Tendo
80
annos d
’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lucta
com
a
miséria
extrema.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Domingo 10
de
fevereiro.
BAILE
DE
MASCARAS.
Principiará
ás
8
horas
da
noite.
€ONVÍTE
Os
abaixo
assignados
con
vidam
as
pessoas
das
suas
re
lações
de
amisade e
as
de
seu
fallecido
e
estremecido
tio
Dio
go
de
Freitas
Mello
e
Castro,
para
assistirem
aos
officios fú
nebres
que por
alma
d
’
este
se
teem
de
celebrar
na
egreja
de
Santa
Cruz
pelas
11
horas
da
manhã
do
dia
5
do
corrente.
Braga
4
de
fevereiro
de 1878.
Viscondessa de
Pindella.
Anna
Elvira
de
Freitas.
Visconde
de
Pindella.
morramos
Thereza
de
Jesus
Vieira
da
Silva
Pe
reira,
suas
irmãs
e sobrinhas
agradecem
muito
penhoradas
a
todos
os
ex.
“
10
’
snrs.
que
se
dignaram
cumprimenlal-as na
occasião
do fallecimenl<|
de
seu
querido
pae
e
avô
Antonio
José
Vieira,
protes
tando
a
todos
a
sua
indelevel
gratidão.
'(736)
Anna Adriana
Rosa
de
Mello,
sins
filhas
e filho
padre
João
Manoel
de
Car
valho,
agradecem,
gratíssimos,
a todas
as
pessoas
que
os
cumprimentaram
por
oc-
casião
da
morte do-
seu
bom
esposo
e
pae,
Antonio
José
Gomes
de Carvalho,
e
espeeialraente
aos
snrs.
ecclesiasiicos
que
disseram
missa
gratuitamenle
e
as
sistiram
aos officios
fúnebres.
A
todos
o
nosso
mais
vivo
reconhe
cimento.
(737;
BANGO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
São
convidados
os
snrs. accionistas do
Banco
Commercial de
Btaga
atim
de
no
dia
1
1
de março
proxirno.
pelas
I
I
e
meia horas
da
manhã,
reunidos
em
as
sembleia
geral
extraordinária
na
casa
do
mesmo
Banco,
procederem
ás
eleições
de
2
secretários,
I
director,
3
stípplentes,
e
1
membro
do
Conselho
Fiscal,
visto
acharem-se
vagos
estes
cargos
em vir
tude
das
recusas
apresentadas.
Braga
1
de
fevereiro
de 1-878.
No
impedimento do
presidente
O vice-presideníe
Antonio Brandão Pereira.
VENDA DE
MONTADO.
A
Companhia
Edifica tora e
Industrial
Bracarense,
recebe
propostas
em
carta
fechada
até
o dia 15
do
corrente,
para
a
venda
de
53,160
melros quadrados,
de
montado,
ho
Monte
de
S. João
da
Ponte,
que
faceia
com
a
estrada
de Guimarães,
até
meia
encosta
do monte do Picoto.
Para
mais
esclarecimentos
no escriplorio
da Companhia,
rua
da
Cruz
de Pedra
n.°
6
a
12.
Braga
1
de
fevereiro
de
1878.
(731)
ARREMATAÇÃO.
O
conselho
administrativo
de
infante-
ria
8,
faz
publico,
que
para
cumprimento
das
ordens
do
ministério
da guerra,
de
23
de janeiro
(indo, por
já Se
acharem
promptas
e
devidamente modificadas
as
condições
que
estarão
patentes no
mesmo
conselho
lodos
os
dias
nào
santificados
desde
as
9
horas
da
manhã
até
ás
2
da
tarde; tem
de
proceder
novamente
á
arrematação
em
hasta publica,
das
obras
necessárias
para
resguardo
de
parte
já
construida
no
quartel
do
Poptilo,
cuja
arrematação
lerá
logar
no
dia
19
do
cor
rente
pelas
11
horas
da
manhã,
na
salla
das
sessões
do
referido
conselho.
Quartel
em
Braga, 1.°
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario
do
conselho,
Bernardo
Ozorio,
(732)
Alferes
d
’
infanteria 8.
ÉDITOS
DE
30
DIAS.
Pelo
juizo
de
direito
da
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão Gonçalves,
se
publicam
éditos de
trinta
dias,
a
ci
tar
o
interessado
Pedro
da
Costa,
sol
teiro,
ausente
em
parte
incerta
no
im
pério
do Brazil,
bem
como
«>s
credores
e
legalarios
incertos
do
casal
do
finado
Francisco
da
Costa,
morador que foi
na
freguezia
de
Tehoza,
da
mesmi
comarca,
afiih
de
no
dito
praso,
a contar
do
ultimo
annuncio
que
se
publicar
sobre
este
mesmo
objecto,
o
sobredito
interes
sado assistir
aos lermos, e
os
refer
dos
credores
e legalarios,
deduzirem
seus
créditos
e
direitos,
e
isto
no
inventario
;
orphanologico
que
se
processa
do
diloj
finado.
Braga
trinta de
janeiro
de
mil
oito
centos
setenta
e
oito.
Verifiquei.
Antonio
Brandão
Pereira.
0
escrivão
do
o.°
oílicio
(733)
Antonio
José
Gonçalves.
DINHEIRO
A
JURO.
A
Irmandade
de
Santa
M>ria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
1:3,505000
reis.
Braga
2
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario—
Padre
Luiz
Gomes
dt
Silva-.
(735)
DECLARAÇÃO.
O
abaixo
assignado, casado,
morador
no
logar
e
freguezia
de
Cerva,
declara
que
nada
deve
nesta
data
ao snr.
Ana-
cleto Gonçalves,
viuvo,
residente
nesta
mesma
freguezia,
e
como
herdeiro
que
ficou
de
João
Gonçalves
do
Queiroal,
e
se o
mesmo
snr.
Anacleto
tiver
alguma
reclamação
a
fazer,
queira
apresentar
seus
titulos
no
praso
de
15
dias,
a
contar
da
data
deste,
para
em
caso legal,
ser
inconlinenli pagos,
e
dar
baixa
aos
ma
nifestos
na
Fazenda
Nacional.
Cerva
31
de
janeiro
de
1878.
(734)
Manoel
Maria Alves
Pereira.
NOVO
HORÁRIO
Manoel
Santa
Marinha e Companhia
Antonio
do Couto
da
cidade
de
Guima
rães.
fazem publico,
que
a
sua
diligen
cia
que
diariamente
tem
a
sabir
de
Braga
ás
5
horas
e meia
da
manhã
em
direi
tura
a
Guimarães,
.
Fafe,
Gandarella
e
Arco, fica
saindo
desde
o
dia 9
em
diante
ás
5
horas
da
manhã. Os
bilhetes
ven
dem-se-
na
casa
do
bem
conhecido
Ri-
beiio
Braga.
Braga
4
de
fevereiro
de
1878.
(738) Pelos
annunciantes, Ribeiro Braga.
SALLA
E
LOJÃ.
Aluga-se
junto
ou
em
separado
na rua
do
Souto.
O
pretendente
falle
na
mesma
rua
e
vestimenteria
Rocha.
(739)
JOSÈ
ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
&,
Utua Ai ova, .»
BRAGA
Com
estabelecimento
de pregagem
de
todas
as qualidades,
mercearia,
papel
e
chá
—cartonagem
para
dezenho, íloragem
e
aprestes
para
ilôres
—
slearina,
pós
finos
para
gomma,
etc.,
etc.
N’
esle
anligo
e
acred
tado
estabeleci
mento
se
encontra
um
completo sortimen
to
de
livros
em branco,
proprios
para
escripluração
mercantil,
bem
como
papeis
e artigos para
escriplorio.
Também
se
encontra
um
sortido
de
chá
hyson
desde
8t)0
a
15400
rs.
459
gram.,
e
muitos
ou
tros
artigos proprios
de
seu
negocio
que
tudo
vende por
preços
commodos. (725)
Narcisa
de Sousa
Araújo
Menezes, viu
va
de Antonio
Bravo
'le
Queiroz
mora
dora
aclualmente
na
travessa
das
There-
sinhas, d’
esia
cidade,
previne
o
publico
para
que ninguém
contrate
com D.
The-
reza
da
Graça
Domingues
de
Lima,
sol
teira
de
maior
edade,
moradora
na
rua
de S.
Vicente
da
dita
cidade
(irmã
d«
reverendo
ahbade
da
freguezia de
Iibães,
d
’
este
concelho
de
Braga),
sobre
os
bens
da
herança
da anntincianle
pois
que
esta
já
reclamou
por
escriptura
de 27
de
ja
neiro
do
corrente
anno,
na
nota
do
Ta-
beliião
d
’esia cidade,
Antonio
Carlos
de
Araújo
Molía,
a
supposla
e
falsa
doação
que
se
diz fizera
aquella
D.
Thereza
da
Graça
Domingues
de
Lima
por
escriptura
lançada
na
nota
do
Tabellião
da
comarca
de
Villa
Verde
Antonio
Thomaz
Lopes
d
’
Azeve.do Guimarães
em
data
de
26
de
fevereiro
de
1877,
pois que
em
logar
de
uma
escriptura
de
divida
da
quantia
de
915800 rs.,
da
qual
é o
dito
abba
le
de
Tibáes
(iador,
se
lavrára
uma
doaçao
abu
sando
assim
da avançada edade,
falta
de
ouvir,
simpleza e
ignorância da annun-
ciante,
com
cuja
reclamação
vae
anullar
e
tornar
de
nenhum
elfeilo
tal
escriptura.
e
usar
da
competente
acção,
o
que
se
an-
nuncia
para
que
de
futuro
ninguém possa
aliegar
ignorancia
Braga
29
de
janeiro
de
1878.
D.
Narcisa
de
Sousa
Araújo
Menezes.
(Segue-se
o
reconhecimento).
(729)
Sqlicitádór—
X.
Lopes
da
Gama
í
Kser«|»«OF*»
—
n.° &
—
Porto
(613)
Farmaoia
de HOGG, 2, rue
de Caatiglione,
Paris (Unico proprietário). &
HIGADOS
” FRESCOS I
■
f.W.V.W
”
Dl
A
BACALAO de
I
*
Prescripto
por todos os médicos
e empregado com o mayor succeso
contra
: as
enfermidades do peito, affeiçôes
escrofu
losas,
tosses
chronlcas, rlieumatismos,
magreza
crianças, das implgcmes,
fluxos
brancos, debilidade geral, ctc.,etc. 3 irOQQ X
Agradavelefacil
de tomar.—
Desconfiar
das falsificações.
3
z;
zK
j»
Emgir-se-ha
a marca
da
Fabrica juntó que encobro
£
a
capsulo de
cada frasco de feitio triangular, e a firma
HOGG
e Cia, que aevera achar-se sobre
o rotulo.
■•WW»*
Depositos nas principaes
Pharmacias e em Lisboa,
nas casas de B
abbeto
,
rua
do
I.oreto, 28 e 30. A
zevedo
e
Filhos, B
arrai
,
e I
rmão
;
em Porto,
nas*casas de
A
lbano
A
bílio
A
ndbade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
; em
Coimbra, Salvador F
erraz
.
______________________
OLEO
HOGG
LE
CONSEILLER
DES DAMES
ET
DES
DEMOISELLES.
ANNO
XXIX.
Periódico
ilustrado.
ANNO
XXIX
Publica-se
no
dia
l.°
de
cada
mez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de um
anno.
Graças'
aos
innumeraveis
melhoramentos
successivamente
introduzidos,
é
hoje
este
jornal
dê
modas
uma
verdadeira
inciclopedia
de
todos
os lavores
proprios
para
senhoras.. A
utilidade
e
esmerado
estillo
de
sua
redacção,
as
preciosas
gravuras
de figurinos,
já
em
preto,
já
a
côres,
os
padrões
riscados
em
tamanho
natural,
de
modo a
permittirem
a
qualquer
pessoa
executar
todos
os
toilelles
publicados;
os
modelos
de
tapeçaria,
coloridos
com
admiravel
mestria,
e.
de
tacil
reproducção;
grandes
tiras
de
bordados
com as
iniciaes
das
suas
assignantes;
numerosos
traba
lhos
de
crochet, guipure,
Iricol,
etc.;
penteados,
chapéus,
rouparia,
musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
pittorescos,
guarnições
para
vestidos,
e desenhos de
passama-
neria,
tornam
esta
publicação
a
mais sedutora
e
completa,
que
uma senhora
ou
uma
menina
podem
desejar
Le
Consejller
des
Dames
el
des
Demoiselles é
o
unico
periodico
que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa dos
desenhos
e
padrões,
com
tal
clareza,
que
possam
copiar-se
com
a maior
facilidade.
PREÇO
PARA
PORTUGAL,
POR ANNO
25100
REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas, o
director
do
Le
Conseiller
des Dames
el
des
Demoiselles, enlendeu-se
com
a
administração
d’
este
jornal,
em
Braga, rua Nova,
3,
para
onde
podem
ser
dirigidas, acompanhadas
do seu importe.
Também
se
encarrega,
mediante pequena retribuição,
de
remetler ás
senhoras
assignantes
os
blindes
que
escolherem.
Fogão
de
ferro
Vende-se por
135500
rs.,
com dois
fornos
e
deposito
de
agua,
em
muilo
bom
uso.
Póde
ser
visto
na
rua
do
Forno
n.°
12
A.
Na
mesma
casa
também
se
vende
oito
mezas de
pinho
de
diversos
tama
nhos.
(727)
Venda
de
casas
e
terras
de
matto
Quem
quizer
comprar
as
propriedades
abaixo
mencionadas
pode
dirigir se
á rua
do
Souto,
casa
n.°
38,
onde
se
póde tra
tar
do
seu
ajuste.
Duas
moradas
de
casas,
de
um
an
dar,
com
terreiro
e
poço,
sitas
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra,
n.
os
29
e
29
A,
30
e
39
A,
lendo
no
fundo
do
terrei
ro
duas
casas
terreas
com
saida
para
a
rua
do
Beco.
Uma
casa
terrea
com
quintal,
sita
na
rua
da Boa
Vista,
n.°
72
Oito
casas
terreas
com
quintal
e
poço,
sitas
na
dita
rua,
n.os
117
a
124,
cujas
casas
ficam
em
frente
da Carreira da
ca
sa
das
Hortas.
Duas
casas
de
dous
andares, com
quin
tal
e
poço
mieiro,
sitas
na
dita
rua,
n.°
s
127
a
127
B. 128
a
128
B.
Oito
leiias,
on
bouças
de matto
e
pi
nheiros,
sitas
no
Monte
de
Tibães
na fre
guezia
de
M
re
de
Tibães,
denominadas
do Engenho,
do
Arco,
de
Pevidal,
do An
jo.
e
ao
pé
da
Capella
de
S.
Gens.
(728)
Banco Mercantil de
Braga
Des-le
o
dia
6
de
fevereiro
por
dian
te
está
aberto
o
pagamento do
2.°
se
mestre
de
1877,
á
razão
de
2 t|2
p.
c.
ou
15250
por
acção
na
lhesouraria
d
’
este Ban
co,
em
lodos
os
dias desde
as
10 horas
da
manha
até
á
uma da
tarde,
e
no
Por
to
na
sua
agencia
na
Praça
de
D.
Pe
dro.
C*1L4
AZB1TK
No
largo
de
S.
Migueí-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que leva
cinco
pipas,
e toda
forrada
de castanho.
(700)
DINHEIRO
A
JURO
A
Contraria
de
Santo
Amaro
da Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
bypo-
theca.
(706)
Banco Commercial Agrícola
e
In
dustrial
de Vilta Beal
(Soeiedade
unonyma de responsa
bilidade
limitada)
A
Gerencia
annuncia
que
em 9
de
fe
vereiro
proxirno
começara
0 pagamento
do
divi
lendo
do
2
°
semestre
de 1877,
rja
razão
de 3
p. c. ou
15500
reis
por
ae-
çào,
nas
agencias
de
Lisboa.
Porto,
Bra
ga,
Vianua,
Caminha,
Guimarães,
Fafe,
Covilhã,
Vizeu
e
Guarda.
Banco
de
Villa
Real,
30
de
janeiro
de
1878.
Os
Gerentes
Francisco
Ferreira
da
Costa
Agarez
Agostinho
José
da
Costa. (730)
CX&lLJÍSeiIÃl»
DEMISTA
a
PPROVADO
pela
escola
medico
-
cirurgi
-
CA
DO PORTO
Bua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BIUGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis, pobres
e
mldados.
(688-
I
M
DlWIIlil
di
Jli
rLuhmW
CIRURGIÍO
DESiTSSTTA.
DA
Escola
Americana
Consnllono
a toda
a
hora,
tanto
de
dia
como de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S. Francisco) n.°
22.
(687)
VEAÍÍ9A.
DE CA8.A
Vende-se
uma
casa
na
rua
<la Poi.te,
n.°
s
69,
69
A
e
69
B,
com dous
andares.
Quem
a
pretender
dirija
se
ao
campo
de
SanCAnna,
n.
’
48
B.
(722}
LOTERIA BE
LISBOA
loíwío Btóagos.3
€om
entubelreianento eMpeeial de loteria», nffiançado no governo
eivil do
Portó.
RUA
DAS FLORES,
112
a
114,
PORTO.
N’
este
feliz
e
muito
conhecido
estabelecimento,
continua
a
encontrar-se
sempre
á
venda,
os bilhetes
e
mais
fracçõès,
os
quaes se
vendem
pelos
preços
mais
mo-
tiicos
possível.
Salisfazem-se promptamente
para
as
províncias,
quaesquer
encommendas
que
se
jam
feitas,
vindo
acompanhadas
da
sua
respectiva
importância,
em
vales
dó
correio,
ou
estampilhas, do
mesmo,
ou
ainda,
em
quaesquer
bilhetes
que
n
’
outras
extracções
hajam
sido
premiados,
mesmo
que
não
tenham
sido
comprados
n
’
este
estabelecimen
to;
e
depois de
cada
uma
extracção, remelle-se
(gratuitamente)
a
lista
geral
dos
prémios
a
lodos
os
freguezes.
Igualmenle
se
satisfazem encommendas
para
o
Brazil,
em
pequena ou
grande
quan
tidade.
Em
quaesquer
terras
do
reino,
onde
este
estabelecimento
não
tenha
correspon
dentes
priviligiados,
se aceitam correspondentes
mediante
as
condições
usuaes.
Este estabelecimento,
que
bem
pode
dizer-se
um
dos
mais
felizes
do
Porto,
tem
sempre
vendido
grande
numero
de
prémios,
pelo
que
se
torna
recommendavel.
Dista
<1
ob
prémios maiores
vendidos
n’e*te
«ntabeieeiniento desde
• principio
do corrente anno, até
fim de setembro últimos
Na 22?
extracção,
em
1
de
fevereiro
n.°
4018
com
100$000
>
23.»
»
>
9
>
»
1866
>
10
$000
» 28.’
»
27
de março
>
1207
>
100$000
>
»
»
>
»
»
>
1860
>
100$000
>
30?
>
>
14
de
abril
>
1228
>
100$000
>
31?
>
>
24
>
>
2253
>
100$000
»
s
»
>
»
>
»
2258
>
100$000
>
32?
>
>
2
de
maio
»
2012
>
5:000$000
>
»
»
>
»
>
»
1179
>
400$000
>
33?
»
>
11
»
>
2289
>
1,006$000
>
>
>
>
» »
»
172
>
100$000
»
34
»
»
•
19
>
» 1932
>
100$0()0
> 35?
>
>
29
»
> 4014
>
5:000$000
>
36?
>
>
5
de
junho
>
1871
>
100$0Ó0
»
38
a
»
»
23
»
>
177
100$'00
»
2?
>
>
12
de
julho
»
2032
6:000$000
.
3?
>
>
21
»
» 2004
>
100$0u0
»
4?
>
>
1 de
agosto
>
2299
>
200$000
>
» »
>
»
>
»
1347
100á000
»
6?
>
>
21
>
>
1248
10(
’
$0<í0
»
7?
>
>
30
»
>
1735
»
1(J(i$000
> »
» .
>
»
> 3761
»
100$000
»
10?
»
>
29
de
setembro
»
2341
200$0<
0
»
» >
>
»
»
»
1076
ioo$ooo
(614)
DA
COMPANHIA
FABBIL
SINGER
17,
RUA DE
S.
VIGENTE,
17
BRAGA
Cirande
redueçfio <le
preços
em todais as maehinas de costura da
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
Os
únicos
fabricantes
de machinas,
com
casas
estabelecidas
em Portugal,
para
fornecer
direclamentea
ao
publico,
e
as
que
obtiveram
maiores
prémios
na
exposição
universal
de
Philadelphia.
GRANDE
FACILIDADE
DE
PAGAMENTOS
PARA
ADQUIRIR AS
MELHORES
MACHINAS CONHECIDAS
MAIS
DE
UM
ANNO
DE
PRAZO
Em
preataçòea de :;«(> «Si. semanais, em
todas aa maehinaa
USEM
ENTRADA
ALGUMAII
Ou
IO
por cento d’abatimento a prompto
pagamento
K N
SI XO
ORITIS EM
CASA DO COMPRADOR
Peçam catalogas illuslrados
Com
listas
dos
preços
e
condições
na
SUB-SUCCURSAL
DA
SINGER
17,
RUA
DE S.
VICENTE, 17
15li
.<
<«A
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
GRA.VDK REHUCÇlo DE
PREÇOS NA 8?
CI
m
ASSB.
Para
S. Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
a
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S. PAULO, CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ, e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco.
PELO
MESMO PREÇO QUE
PA KA O RIO DE JANEIRO
PAQUETES
A
SAIR hE
LISBOA
NEVA..........................13 de
Janeiro ( ELBE
.....................
13
de
Fevereiro
MONDEGO.
.
.
28
de
Janeiro
|
MINHO
....
1
de
Março
PREÇOS
COMMODOS
Cada
paquete d’
eeta companhia
leva
a
bordo
eriadoa e eo*inheiro*
portuguez.es
para
commodidade
dos
passageiros
de
toda* aa eiaeses.
Sendo as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para Lisboa
é
por
conta da
Companhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro, teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante a demora
precisa
para
obter trasbordo.
A
bordo os passageiros teem grátis eama, roupa de cama, co
mida
feita por eosinheiros
portuguezea, vinho duas vezes
por dia,
assisteneia
medica,
serviço de
eriadoa e outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com que os
paquetes
d’esta
companhia
(a mais
antiga na carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’
isso
pela limpesa, boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo, e pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para a
hygiene
como
para a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É COMPROVADO
pela
grande
coiicorrenciaque
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que ha
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez para a
conducção
das
suas
malas do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a honra
de
conduzir Suas
Magestades
o
Imperador e Impe
ratriz
do
Brazil,
como lambera
S.
A.
o
Infante
D. Augusto.
TODAS
AS
INFQiíMAÇÕES
e
bilhetes
de passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
G.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas
agencias e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as principaes
cidades
e
villas.
Agente
em Braga
o
snr.
João
Manoel da
Silva Guimarães,
rua
do Souto.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente-
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
deveções
mdul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com approvaçào
de
S.
ExcA
Rev.m*
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga, na
rua
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Calholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na Portuense
de
Manuel
Malheiro.
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160reis
»
encadernado ....
240
»
LIVRARIA
DWEVIii CIIAílDRON
BRAGA
Ultima*
publicações
(OPRAS
COMPLETAS)
PADRE
RI VA
UX
Historia
Ecclesiaslica
,
desde
o
seu
co
meço
até 1876,
traduzida
da
6
a
edição,
por
Francisco
LuizdeSea-
bra,
3. vol
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3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
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leza
da
religião
chrislão,
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ção
do padre
Mesquita
Pimentel
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BALMES
O
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
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Maná
do
Sacerdote,
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PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas
nos
preceitos
do
Decálo
go.
I
vol
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DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de
Nosso Se
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé
Ca
thedral
de
Coimbra.
Preço. .....
200
rs.
PADRE
SENNA
FREITAS
Preço
.... SOO rei*
A’
venda
na
Livraria
Calholica Portuen
se,
praça
de
D.
Pedro, 131.
RAPHAEL
ou o
Menino
devoto e
inatruido
Collecção
de
orações
e
meditações,
com
um
dialogo
entre
um
sacerdote e
aquelle
me
nino;
exlraclos
das
obras
de vários
aucto-
res sábios e
piedosos,
COORDENADOS
PELO
PADRE
J.
J.
C.
DE
SEQUEIRA
Acha-se
á
venda
unicamente
no
escri-
ptorio
da
«Palavra»,
Cima
de
Villa
n.°
25.
Preço,
120
reis—-pelo
correio,
140.
—
Encardernado,
220
—pelo
correio,
240
rs.
E
’
pago
adiantado.
BRAGA,
TYPOGKAPHIA LUSITANA—18’8.
Parte de Comércio do Minho (O)
