comerciominho_03121878_869.xml
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-
ETOBUXA.
I€ELI<iIOSL%8
Paa.ITSLCA
ER
REDACTORES—D.
Miguel
Solto-Mayor e Dr Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim ‘de Mesquita Pimenlcl.
3?..
6.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATUHA
.
1&600
850
40
20
10
Braga,
12
mezes.
.
» 6
»
Correspondências
partic. cada linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição
....................................
PUBLIGA-SE
ÁS TERÇAS,
Q11 ATAS E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1&050
Províncias,
12
mezes.
»
6
»
.
»
sendo
duas
assignaturas 3»600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3^609
Folha
avulso
N.°
869
•
íí
)
uÍÍQB«tí
8B.4»A-TERÇA-FKIR
< 3
»ÍS
SSKZF.VIKiW
UK
flSÍ»
A
fabula
d
’
aquelle
homem,
que cami
nhando
com
os
olhos
no ar
a
contem
piar
os astros,
foi
precipitar-se
em
um
poço,
traduz-se
por
ahi bastantes
vezes
em
realidade
palpavel.
Afíigura-se-nos
um d
’
estes homens
can
didamente
ingénuos,
que,
remontados
em
altíssimos
pensamentos,
marcham
sem sa
ber
por
onde,
aquelle
cavalheiro,
que
es
creveu
um
projecto
de
Programma
para
a
organização do
partido catholico,
publi
cado
em o n.°
da
«Palavra»
de
23 de
novembro.
Fazemos
inteira
justiça
ás
intenções
do
alludido
cavalheiro,
suppondo-as
re-
ctissimas,
porque
as
vemos
abonadas
pelo
testimunho
de
um
sacerdote
tão
digno
como
illuslrado—o snr.
padre
José
Vi-
ctorino
Pinto
de
Carvalho.
Estamos
po
rém
convencidos
de que
o
seu
zèlo
o
cegou
um
pouco,
e
que
embebido
na
theoria
da
formação
de
um partido
ca
tholico
em
Portugal,
deixou
de
attender
aos
inconvenientes,
que
se
dariam,
se
tal
partido
houvesse
de
organisar-se
consoante
o
programma
confeccionado
por
s.
exc.
a
Fixemos
por
um
pouco
as
nossas
vis
tas
sobre
esse
programma.
Diz
o
primeiro
artigo:
«Para
salvar
os
povos
do
abysmo,
que
se
lhes prepara,
e
os
sagrados
princí
pios
da
moral—
Deus,
Religião,
Patria
e
Liberdade
—é
criada
nos
reinos
de
Portu
gal
e
Algarve
e
seus
domínios,
uma
As
sociação
de
homens
de
todas
as
ciasses
da
sociedade,
que professem
os
sagrados
princípios
da
Religião
Calholica
Apostólica
Romana
e
o
systema,
político
Monarchico
Representativo,
representado
pela dynastia
da
Snr.
*
D.
Maria
Jl,
de
saudosa
me
mória» .
Para
se
escrever
uma
cousa
d
’
eslas
é
necessária
uma candura
incommensuravel,
ou
então'
que se haja
descido
ha
poucos
dias
do reino
da
lua
1
De
fôrma
que
o
auctor
do
projecto;
só
acha
dignos
de
serem aggremiados
no!
futuro partido
catholico
aquelles,
que
pro
fessam
o
syslema, e
que
reconhecem
a
dynastia,
sob
cujo
regímen a
Religião
Calholica
Aposlolica
Romana
tem
sido
atacada
em
Portugal,
a
Egreja
roubada,
o
clero perseguido
e a
moral
publica
re
baixada,
até
ao
ponto
de
se vêr
por
toda
a
parle
a
mais
synica
e
desenfreada
cor
rupção
de
costumes!!
Admittido,
como
não
póde
deixar
de
admitlir-se que
a
Pievolução
é
em nossos
dias
a
grande, a implacável
inimiga
do
Catholicismo
e
da
Egreja
Romana;
que
o
syslema
monarchico
representativo
tem
si
do
em
toda
a
parte
—
inclusivamente
em
Portugal
—
implantado
pela Revolução,
por
que
n
’elle
encontra
um
instrumento
de
geito
para
os
seus
sinistros
fins;
e que
a
própria
dynastia
reinante
está
n’
este
reino
ainda
por
obra
e graça
da
Revo
lução,
que para
isso
envidou
to
las
as
suas
forç-s;
—
admittido
e
demonstrado,
como
está,
tudo isto,
é
todavia
a similhanles
elementos,
corrompidos
e
viciados
com o
contado
immutido
do
monstro
revolucio
nário,
que
se
pretende
ir
buscar
o
nervo
do
grande
exercito,
destinado
a
vindicar
os
sagrados
princípios
da
Religião
e
da
moral
calholica
!
Parece
incrível,
não
já
que
isto
se
escreva,
mas
que
se
conceba
e
se
pense!
iE
para
onde
arnjaes
vós
então
os
homens
do
partido,
que
não
só
não
tem
aberrado
uma
só
linha
da
senda
do
Ca
tholicismo,
mas
que
é em
Portugal
o
unico,
que
sem
trepidações,
sem
.dissi
mulações,
sem condescendências
e
sem
ambages
se
tem
conservado
sempre
na
brecha
defendendo
a
santa
causa de
Deus
e
da
sua Egreja
?
I
Querereis
acaso
obrigar-nos
a
deser
tar
a
nossa
bandeira impolluta,
a
rene
gar o
tmsso
credo, que tem
por
base
o
grande
lemma
—Religião,
Patria
e
Rei
—
para nos
irmos
curvar,
em
genuflexões
sacrílegas,
diante
do
bezerro
de ouro,
igoalmente
adorado
pelos
discípulos
de
Adonirão,
e
para
nos
enfileirarmos
sob
o
estandarte,
que
em
vão
forcejaria
por
es
conder
nas
suas
pregas
os
princípios
fa-
taes
de
89, porque
elies
fulgem
alii
com
uma
luz
sinistra,
que
só
deixará de
ferir
os
olhos
dos
absolutamente
cegos
do
corpo
e
da
alma ?
Oh!
Isso
nunca!
Md
vezes
nunca!
Uma
unica
voz
poderia
mandar-nos
para
esse campo.
Era
a
palavra soberana
e
infalllivel do
successor
de Pedro.
Mas
esse,
longe de
nos
indicar
simi-
Ihante
caminho,
antes
nos
premuniu
con
tra
qualquer
laço, que
de
lá
quizessem
armar-nos,
fulminando
repetidas
vezes
os
que
ao
glorioso
titulo
de
Catholicos
ad-
diccionam
a
mais
que
suspeita
qualificação
de liberaes,
e
aflirmando positivamente que
os
considera
mais
perigosos
do
que
os
proprios
incrédulos.
E,
de
mais
d
’
isso, excluídos
do
la!
partido
catholico
em
projecto
os que
não
professam
as
instituições
e
a
dynastia
reinantes,
com
quem
pretende
o incó
gnito
cavalheiro
preencher
as fileiras
d
’elle?
Achará
no
grernió liberal
um
cento
de
homens,
que
queiram
sinceramente
pu
gnar
pelos
interesses
da Religião
Calho
lica
?
Ou
contará
para
este
fim, com
os
que,
em
prova
de
amor
e
respeito
á
mesma
Religião,
ahi leem
expulsado
as
ordens
religiosas,
secularisado
as
irman
dades
e
confrarias fazendo-as
apenas
de
pendentes do
poder
civil,
attentado
por
diversos
modos contra
a propriedade
ec-
clesiastica,.
corrompido e
deixado
corrom
per
n
’um
sentido
anti-religioso
o ensino
oííicial,
desprestigiado
o
clero,
desconhe
cido
e
zombado
da
auctoridnde
do
Pon
tífice
Romano, vendido
egrejas
ás
com-
munhões
hereticas
no
meio
da
própria
capital
do
paiz, aberio as
porias
a
pro
paganda protestante,
e
emfim
promulga
do
leis
absolutamente
contrarias
ao es
pirito
catholico,
e
repassadas
do
odio
á
Egreja,
que
ressuma
de
quasi
todos
os
actos
da
gente
minielleira
nos
4Í
annos
do
seu
nefasto
e
irreligioso governo?
Deplorável
íllusão, ou
antes
imperdoá
vel cegueira
!
Nole-se
porém
que a
porta,
que
se
nos
cerrara
no
artigo
1,°
do
projecto, pa
rece
entre-abrir
se
de nóvo no § unico
do
mesmo
artigo.
Ahi
estatue-se
que
po
derão
ser admiridos
os
caihoiívos,
que
adoplpm
outros
systemas
políticos,
uma
vez
que
os
não
propaguem
na
Associa
ção.
Entendemos
perfeitamente
Se
quizer-
mos
entrar
na
Associação, havemos de
fingir,
pelo
menos,
que
so
nos
liberaes.
Reservam-nos
alli
o papel
de
hypocritas
políticos!...
Muito bem!
Nós
porém
é
que
não
estamos
por
isso.
Ha
quasi
meio
século
que
sustenta
mos
bem
alto
os
nossos
princi
ios
—
pri-
meiramenle
entre
os
punhaes
dos
sicários
liberaes,
depois
no
meio
das querellas
e
das
muletas
dos
tribunaes
libérrimos,
e
hoje
ouvindo
convtantemente
em
volta
de
nós
os
uivos
de uma
imprensa
desenfrea
da,
que ora
n
.s
ameaça
e insulta,
ora
nos
apóda
e
escarnece.
E todavia
não
hesitamos
um
só
mo
mento
na
aflirmação
do
que
somos
e
do
que
queremos.
Primeiramente
catholicos,
depois
legi
ti
mistas;
é
o
nosso
credo.
Ha
vemos
de
repetil-o
sempre.
Nem
estar
mos
bem
em
parte
alguma,
onde
a
con
fissão
d
’elle, franca,
aberta
e
leal
nos
seja
vedada.
Concluindo
pois diremos,
que
regei-
tamos
in
limine
o
vosso
programma,
fi
lho
de
um
zelo,
que
cremos
bem
inten
cionado,
mas
que
é
de certo
mal
appli-
cado.
E
se
não
tivéssemos
em
conta
a
pu-
resa
das
vossas
intenções, aconselhar-vos-
iamos,
que
visto
quererdes
para
membro
nato
e
prleclor
da
vossa associação
o
snr.
D.
Luiz,
poderieis
fundir-vos
com
a
ou
tra
associação
liberal do
Porto,
de
que
é
—
nos
parece—presidente
honorário
o
príncipe
D.
Carlos,
e
assim
de
braço
dado
marcharíeis
á
conquista
do
universo.
D.
M.
S.
Codigí» Penal
da Egreja.
Recebemos
este precioso
opusculo
que
lambem
se
subintitula: A
Constituição
Aposlolicce
Sedis,
do
SS.
Padre
Pio
IX,
publicada
em
outubro
de
1869.
O
muito
esclarecido
e
virtuoso
pres
bytero
João
Rebello
Cardoso de Menezes,
viee-reitor
do
Seminário
Conciliar,
d
’esta
cidade
de
Braga, commentando
e
anno-
tando
a
famosa
Constituição
Apostolicce
Sedis
do
grande
Pontífice
Pio
IX,
com
razão
cognominou
o
espinhoso,
quanto
profícuo
trabalho,
a
que
se
dedicou,
com
i
o
titulo
de Codigo Penal da
Egreja.
A
obra
é
dividida
em
tres
partes
prin-j
cipaes.
Na
primeira,
a
importantíssima
Consti
tuição,
cujas
disposições, em
pleno
rigor,
são
de direito
canonico
commum, é
apre
sentada
na
lingua
sublime da
Egreja,
e
paralielamenle
acompanhada
da
versão
por-
tuguéza.
Na segunda,
o erudito sacerdote
ex
põe,
desenvolve,
e
analysa
tão
minuciosa
e
magislralmenle
o
eximio
documento
pontifício,
que
não
sabemos
o
que
roais
devemos
admirar
ahi,
se a
clareza
da
linguagem,
se
a
lucidez da
expressão,
se
a
ordem
lógica
das
ideias,
se a
concisão
do
pensamento,
se
a
brevidade
da
expo
sição,
sem
que
nada
falte,
nem
sobeje
para
cabal
e
perfeita
intelhgencia
de
toda
a
Constituição
Aposlolica
Espirito
pene
trante,
vigoroso
e melhodico,
levou
esta
segunda
parte
do
seu
trabalho
á
perfei
ção,
addicionando
nos
logares competen
tes
todos
os
decretos
e
disposições tri-
dentinas,
a
que
faziam
referencia
os
ar
tigos
da
mesma
Constituição,
facto
este
que
mais
realça
o
mérito incontestável
do
seu primoroso
trabalho.
A
terceira
parte
tem
por objecto
um
catalogo
completo
de
todas
as
proposições
condemnadis
debaixo
de
pena
d’
excommu-
nhão,
e
cujo
ensino
ou
defeza
é
prohibido
debaixo de
pena
d
’
excommunhão
reserva
da
ao Pontífice
Romano.
.
A
razão
porque
o
profundo
theologo
ultima
o
Seu
trabalho
d
’esta
maneira,
elle
proprio
a
dá
no
vestíbulo
d
’essa
parte:
«Pareceu-nos
necessário
transcrever
aqui
as
proposições
condenanadas
debaixo
de
pena
d
’excommunhão;
porque
havendo
a
onslituição
Aposlolica;
Sedis
imposto
p
na
d
’excommunhão
reservada
simpliciter
ao
Pontífice
Romano
a
lodos
os
que
defen
dessem
ou
ensinassem
publica
ou
parti
cularmente
alguma
das
proposições
condem-
nadas
pela
Sé
Aposlolica,
debaixo
de
pena
d
,
excommunhão=lat(e
senlenlice
—
era
ne
cessário
que
se
soubesse
quaes
eram
es
tas
proposições».
O
auctor
dedica
o seu
trabalho
ao
exc.
ini>
e
revd.
mo
snr.
D.
João
Chrysos-
lomo
de
Amorim
Pessoa,
arcebispo e
se
nhor
de
Braga,
por
ordem
do
qual
fez
esse
mesmo
trabalho
e
pede
a
sua
exc.a
revd.
ma que
o
producto
do
opúsculo seja
applicado
em
beneficio
dos
colleyiaes
po
bres
do
seu
Seminário.
Seria
supérfluo encarecer
o
grande
e
valiosissimo
serviço
que
o
revd.rno
snr.
padre
João
Rebello
acaba
de
prestar com
tanta dedicação, zelo
e
mestria
principal
mente
ao
clero. Obras
como
estas
re-
commendam
se
por
sua
própria
natureza
e
tornam-se
convenientissimas,
senão
mesmo
necessárias nas
mãos de muitos
sacerdotes,
mórmente
dos
que
se
dedi
cam
ao confessionário
e á
vida
'paro
chial.
Entre
muitos
outros
assumptos
e
dis
posições
d
’
alli
se
vê
com
toda a
lucidez
e precisão
em que
peuas incorrem
os
duellistas,
padrinhos, etc.,
os
simoniacos,
os
mações
ou
pedreiros
livres,
os
maus
jornaes,
os
corpos
legislativos, deputados,
legisladores,
príncipes
e outros
que
fazem
leis contra
a
liberdade
e
direitos
da
Egreja,
os
que
lêem,
vendem,
defendem
e
imprimem
livros
prohibidos,
os
que
le
vam recurso
á
coroa
contra
a
sentença
do
Prelado
ecclesiaslico, os
compradores
de
bens
eeclesiaslicos
etc.,
etc
Que
a
obra se
torne
conhecida
e
ma
nuseada
quanto
é
mister
e
que o
inde-
fesso
e
virtuosíssimo
obreiro
da Egreja
Calholica.
revd.™
0
padre
João
Rebello,
coja
existência
tem
sido
um
martyrio
im-
menso
consagrado
ao
serviço
da
Egreja
e
da
Sociedade
veja
coroados
os
seus
ex-
forços,
são
os
nossos
mais
ardentes
de
sejos.
Demais,
aquelle
q
;e
comprar
a
obra,
sobre
fazer
uma
aequisição
valiosa,
con
corre
lambem
para
a
sustentação
dos
alumnos
pobres
dos
Seminários.
Eis
principalmente,
o
motivo
porque
não
po
demos
deixar
de
transcrever
o
que
a
respeito
do
mesmo
assumpto
de
que
nos
temos
occupado
diz
o
nosso
collega
a
Fa
mília.
Esle
opusculo
de
170
paginas,
cujo
producto
será
applicado
a
bem
dos
alum
nos
pobres,
que frequentam
no
Seminar
o
de
Braga,
é
mais
uma prova
do
zelo
in
cansável
do
illoslre
vice
reitor,
e da
sua
caridade,
estendendo
por este
modo
a
mão
a
seminaristas, que
sob
direcção
de
tal
superior,
um dia
virão
a
ser
luz
da
egreja,
alivio
e
consolação
dos
povos,
como
curas
de
almas.
E
’
esta
a
primeio
necessidade
da
egre
ja
poitugueza,
para
a qual bem
convinha
que
olhassem
lodos
os
catholicos,
atten-
fiendo
á
conservação,
augmento
e
brilho
dos
seminários,
já
preferindo-os
com
suas
esmolas,
ou
legados,
já
concorrendo
com
despezas
em
auxilio
de creanças
pobres,
em
que
se
divisam
boa índole,
habilidade
e
talento,
e
que
por
tudo
isto
promettem
bom futuro.
Aproveitar,
digamos
assim,
pei filhar
estas
creanças
a fim
de
eieval-as
ao
sa
cerdócio,
é
obra
de
caridade
a
mais
su
blime,
e
lambem a
mais
rendosa,
pe
rante
Deus,
a
favor
d
’
aquel<es,
que
a
praticam.
Imagine
se
o
que
é
um parocho
inlel-
|
ligente.
zeloso,
e
activo n
’
uma
freguezia;
i.ilten
ia
se.
n
’
esle
caso,
quantas
almas tira
do
lodo
dos
vicios,
encaminha
e
ditige.
até
lhe abrir
<8
portas
da eternidade
feliz.
Tome-se
em conta
as
boas
obras,
que
de dia
a
dia,
de
annos
a annos
o
cari
doso
parocho pratica
em
beneficio
de
seus
freguezes:
e
quem tem a
m
ior
parte
n
’
eplas
obras
senão
aquelle
bom
Catholico,
que
por
suas
esmolas
elevou
■ã
desamparada
creança
ao
sublime
estado
do
sacerdócio,
e
o
constituiu
anjo
entre
os
homens?
Ha
tantas
associações
para cousas
boas;
mas
entre
nós
falta
ainda
uma associação,
para
cousa
melhor
—
óptima
—
o
amparo
a
creanças
com destino ao
ministério eccle-
siastico.
E
não
será
diflicil
estabelecel-a,
ago
ra,
que
temos
o
exemplo
do
snr.
Padre
João
Rebello
Cardoso
de
Menezes.
Referindo-nos
ao
Opusculo,
p'ra
se
conhecer quanto
são
puras
as
vistas
do
seu
auctor.
bastará só
apresentar o se
guinte
logar,
a
paginas
43.
sobre
a
censu
ra
em
que
incorrem
os
que
lerem
livros
prohibidos.
«E
’
questão
se
os
jornaes
que
propa
lam
herezias
e
estão
nas condições
ditas
na censura,
de
que
estamos
tratando,
se
acham
ou
não
comprebendidos
n
’
ella
Uns
aífirmam
que
sim,
com
o
funda
mento
de
que
esta
doutrina
se
collige
da
Allocução
do
SS.
Padre
Pio
IX
do
1.°
de
Dezembro de
1874.
Outros
negam
com o
fundamento de
que na
Consti
tuição
só
se
prohibem
os
livros:
e
como
os
jornaes
não
são
livros,
e
as
penas
cpmo odiosas se
devem
entender
no
sen
tido
restricto,
por
isso
não
estão
com-
prehendidos
na
censura.
Devemos
porém
notar,
que
ainda
mesmo
que
não
incorram
na
censura
os
que lêem, compram,
defendem,
propalam
maus
jornaes, nunca
jamais
se
poderão
isentar
de
gravíssimo
peccado,
pois taes
jornaes
são
prohibidos
por
direito
natural;
e
havendo
(como
quasi
sempre
acontece)
perigo
de
perversão
na
leitura
de
taes
pe
riódicos,
nem
mesmo
o
Papa póde
dis
pensar n
’este
ponto.
(Vide
S.
Aff.
de
Lig.,
App.
dos
livros
prohibidos,
cap.
I
n.°
12).
Não
podemos
deixar
de chamara atten-
ção
dos
nossos
collegas
no
sacerdócio,
e
de
todos
os
mais
lieis,
que
ainda
con
servem
um
vislumbre de
fé
em seus
co
rações,
para
o
grande
mal
que
alguns
jornaes
estão
fazendo.
E’
e
tem
sido
esta
a
arma
mais poderosa,
de
que
a
impiedade se
tem
servido
para
espalhar
a
descrença,
a
indifferença,
a
corrupção
e
a
immoralidade
no
presente
século,
e
vivendo
os
jornaes
ou
periódicos
das
as
signaluras,
claro
está,
que áquelles que
assignam,
com pram,
e
espalham
taes
jornaes,
directamente
concorrem
para
to
dos
estes
males
que
d
’aqui
se
seguem,
e
são
co-réos
n
’
este
gravíssimo
crime
de
lesa
magestade
divina,
e
de
lesa-socieda
de!!!
Juntem-se
os
verdadeiros
calholicos,
á
frente
dos quaes
devem
estar
os
pa
dres,
e
não
assignem
nem
comprem
taes
jornaes,
e
farão
a
maior
guerra á
im
piedade
e
á
immoralidade».
Abraçam.>s
complelamente
esta
dou
trina,
e
insistimos
em
que
aos
paes de
familia,
e
aos
parochos
sob
responsabili
dade
gravíssima,
toca
o
repellimento
de
impressos,
quer
jornaes,
quer
opusculos,
envenenados,
e
venenosos.
Qual
seria
o
pae
de
familia,
que
dei
xaria
penetrar
no seio
da
familia
cousa
qualquer,
por
bella
que
fosse,
desconfian
do
pelo
menos,
que n’
ella se
continha
algum
elemento
de
peste,
e
que
poderia
logo
causar
a
morte
a
elle,
e
a
todos
os
seus?
Qual seria
o
parodio,
que
não
advirliria
o
seu rebanho para
que se
abstivesse
de
recorrer a
elementos,
que
envenenam
e
matam?
Os
jornaes
incrédulos
são
tudo
isto
no
sentido
moral,
e
concorrem
lambem
pe
los
máos
exemplos,
que
diflundem,
como
suicídios,
e
outros
escândalos.
Cumpre
pois
haver
crusada
contra
estes vandalos
da
falsa
civilisação
moderna.
—
--
----
Iiisboa,
3G
sle
novetnbro
«Se
19
9
9.
(Do
nosso correspondente).
Temos
estado
desde 23
aqui
em
tem
poral
desfeito.
Ainda
não
cessou
de
cho
ver,
mais
ou
menos
copiosamente,
O
vento,
sueste,
açouta,
sem
piedade,
o
Tejo,
cujas
ondas
estão
pondo
em
continuo
e
temeroso
movimento
as
muitas embar
cações,
que
o
povoam.
Consta
que hou
ve
alguns
sinistros
no
dia
23,
de
que
resultaram
algumas
mortes.
Todavia,
ago
ra.
oito
da
noite, o
vento amainou,
e
pouco
chove
já.
—
Ainda
não
podéram substituir
o
Bar-
jona. Não me
parece
que
seja um
bom
symptoma para
a
situação. Poucos dei
xam
já
de
tapar o nariz,
dizendo—
jam
Corno
se póde
explicar
o
facto,
a
não
ser
pela
convicção,
que
toda
gente
nu
tre
de
que
o
poder
está
moribundo,
e
ja
em
decomposição?
Deixal-o
hir,
embo
ra
não
venha, como
não
vem
de
certo,
melhor
—As
amabilidades
de
uma
certa
im
prensa,
que não faz
senão
corromper,
e
diflamar
a
hones
idade,
nem
sempre
en
contram
as
suas
victimas
impassíveis;
e
porisso,
recebeu
o
«Jornal
do
Commer-
cios,
ha
dois,
ou Ires
dias,
a
visita
dedous
cavalheiros
d
’esta cidade,
que,
em
no
me
do
Visconde da
Ribeira
Brava,
o
pro
curaram
para
saber
se
as
injurias
vomi
tadas
pela
alludida folha
contra
o
snr.
Heredia,
pae
do
referido
Visconde,
eram,
ou
não
da
redacção.
Um dos
redactores
respondeu
negativamente. Exigiram
que
declarasse
o
nome
do
auctor
das
injurias,
e
o
redactor
negou-se,
dizendo
que
que-
rellasse da folha.
0
Visconde
fez-lhe
a
vontade.
Veremos
em
que
param
as
mo-
das.
—
Li
com
desgosto,
no
vosso
jornal
de 20
do
corrente,
algumas
allusões
me
nos
justas
contra
dous
dos
mais
distin-
clos
membros
do
partido
legitimisla,
os
snrs. Pereira da
Cunha,
e
Pinto
Coelho.
Vi-as
na correspondência
de
Londres.
Protesto
contra
o
que
alli
se
lê
con
tra
o
illibado
caracter
d’aquelles
dous
ho
mens,
a
quem
o
Rei
e o
partido
fiel
devem serviços
eminentes.
Se
qualquer
d
’
elles
quizesse
vender
a
honra
pelo
prato
de
lentilhas,
quem
duvida
que
seria
mui
to
festejado no
campo,
para onde
deser
tasse,
e onde,
de certo,
obteria
posição
muito
elevada?
—A
alhmosfera polilica
vae-se nublan
do
aponto
de
ameaçar grande
tempesta
de
no
Oriente,
e
na
Europa
também.
As
forças
inglezas,
segundo
commumcam de
Calcuttá,
já
passaram
as
fronteiras. Pa
rece
que a
lucta
está
travada; estou
que
a
Rússia
aproveitará
o ensejo para
dar
uma
severa licção
á
Inglaterra.
E
’
assaz
significativo
o
facto,
que
refere
um
dos
telegrammas
mais
recen
tes.
isto
é,
que
o
general
Kaufmann,
no
momento
de
entregar
a
espada
de honra
ao
enviado
afghan,
para
o
emir Chir-Ali,
lhe
dissera:
«Quem
está de
accordo
com
a
Rússia,
nada tem
que
temer.
»
Mas,
não
é
só no
Oriente que
os
ares
se
ostentam
de
má catadura.
0
modo co
mo
foi
recebido
em
Vienna o
Rei
de
Nápoles,
mostra
que
o
governo
do impé
rio
austríaco
está
um
tanto
disposto
a
arreganhar
o dente
ao
italianissimo.
A
obra
da
iniquidade,
meu
amigo,
tem
de
cahir; quem
sabe
se
mais
cedo
do
que
muitos
esperam!
—
Hoje
devia
de
ser
o
ultimo
benefi
cio
da
Emilia
das
Neves.
Eaz
pena
vêr
desapparecer
da scena
artistas
como
aquel-
la
actriz,
qne
de
certo
deixa mui
gratas,
e
saudosas
recordações.
Mas,
ninguém
se
póde
furtar
á
tyrannia
da
acção
do
tem
po.
0
sol
brilha
no
seu
zenith
e
nos
deslumbra,
para
d
’ahi a
algumas
horas
se
sumir,
e
nos
deixar
nas trevas.
Ella,
a
grande
actriz,
elevou-se
até
onde
raras sobem.
Desppareceu
do
palco,
mas
levando
comsigo
a
certeza
de
que
o
publico,
que
a
applaudiu frenelico
nos
longos
annos
da
sua brilhante
carreira
artística,
se
despede
de
Emilia das
Neves
com
muita
saudade.
—
Diz
um
dos jornaes
que
o
suicida
do
16
foi
enterrado
catholicamente,
porque
o
snr.
Patriarcha
tendo
consultado
o
ci
rurgião-mor,
este
respondera
queo
sui
cida
estava
allucinado.
D
’
este
modo
todo
o
homicida, que fere
a sua
victima
n
’
um
acto
de
enfnrecimento,
não
deve
de
ter
a
responsabilidade
da
morte
que
dá
ao
seu
similhante.
Todavia
estou
que
se o>
alludido
cirurgião-mór
fosse
morto
ás
mãos!
de
qualquer
soldado
do
seu
corpo,
a
es
posa,
ou
o
filho,
não
poderia
acabar,
cer-
tamenle,
comsigo, vendo que não
levavam
perante o
conselho
de
guerra
o
assassí
nio,
porque
um
facultativo
qualquer
aífir-
mára
que
o
criminoso
fôra
victima
de
uma
allucinação.
Outro
jornal,
porém,
assevera
què
o
cabo
a
que
lenho
alludido,
fôra
sepul
tado
civilmenle.
Não
sei
ainda
onde
está
a
verdade;
mas
sei
que
tudo
isto
de
li
beralismo
está podre,
e
que
estamos
nas
mãos de
gente
apenas
hábil
para
commet-
ter erros,
e continuar
a
expor
o
paiz
ao
dó,
e
á
irrisão
das
nações,
que
outr
’
ora
nos
queriam,
e
temiam.
—
Ainda com
relação ao
temporal,
dir
vos
hei.
meu
excellente
amigo,
que
cau
sou
efftíctivamente
no
Tejo
alguns
sinis
tros
e
entre
elles
o
naufragio
de
um
ca-
hique
de
um
dos
negociantes
d
7
esta
pra
ça,
Não
eslava
seguro,
e
dirigia-se
a
Olbão,
com uma
importante
carga.
Eoi
proximo
de
Carcavellos,
e
de
noite, on
de
teve
logar
a catastrophe.
Pereceram
quatro
ou
cinco
pessoas,
entre
ellas
o
capitão,
e
um
filho
de
12
annos.
Cabe
admirar
o
espirito
humanitário,
e
a
genti
leza
dos
empregados
inglezes,
da
estação
telegraphica
do
cabo submarino,
que,
zom
bando
da
braveza
das ondas, alguns d
’
el-
les
lográram
arrancar
das
garras
da
mor
te
os tripulantes
salvos,
os
quaes
rece
beram
na
estação
o
mais
carinhoso
ga-
zalhado,
e
todos
os
soccorros
possíveis.
Um
dos
inglezes
foi
de
tal modo inspi
rado do
desejo
de
acudir,
e
de
salvar
todos
os
naufragos,
que pelo
escuro
da
noite
impenetrável
se
lançou
ao
Tejo,
le
vando na
cabeça
uma
lanterna
acceza,
e
foi
até
onde
eslava
o
navio
submergido
para
vêr
se,
porventura,
havia
ainda al
guém
em lucta com
as
ondas
embrave
cidas,
e
indómitas,
e
o
traria
para
junto
dos
companheiros
salvos.
Honra
aos
bravos
e
beneficentes
in
glezes,
aquem
a
causa
da
humanidade
de
veu
tão
relevantes
serviços
n
’
aquellas ho
ras
de
suprema
angustia!
Todo
vosso
A.
BIBLIOGRAPH1A
©
secul«>
XIX
em
faee
dt»
cttnaeÊen-
eãa
e
ila
Egreja
Conferencia pelo
rev.°
Padre
Roux.—
Ver
são
de
I).
Miguel
Solto
Mayor.—
Editor
Manoel
Malheiro.
—
(2
*
edição).
No
meio
d
’uma
grande
multidão
de
obras
damninhas
ou
superficiaes,
que
dia
riamente
apparecem
á
luz
da
publicida
de,
passam
muitas
vezes
quasi
desaperce
bidos
livros
repletos
de
ensinamentos
pre
ciosos
e
de
avisos
os
mais
salutares;
tal
é
a
importante
obra
do
Padre
Roux,
da
egregia
Companhia
de
Jesus
—
0
século
XIX
em
face das
consciência
e
da Egreja.
Homens
orgulhosos,
inimigos
de
Deus
e
da
sociedade teem
propalado
êrros
que
pódem
produzir
grandes
catastrophes
se
não
forem
rijamente
combalidos
e
exter
minados:
e
é
dever
do
orador
e
escri-
ptor
catholico
estudar
os
erros
do
seu
tempo
e
refutal-os.
Santo
Agostinho,
se
vivesse
hoje,
em
vez
de
combater
em
seus
sermões
e
es
criptos
os
manicheus,
os
arianos,
os
pns-
cillianistas,
os
donalistas
e
os
pelagianos
combiteria
os erros
do
século
XIX,
que
não
são
nem
menos
perigosos,
nem
me
nos seductores
que
os
que
affligiram
a
Egreja
Calholica
no
século
IV.
Mais. Assim
como
os
médicos
procu
ram
curar
as
doenças
que
se
lhes
apre
sentam,
da
mesma
sorte
o
orador
e
es-
criptor
catholico
devem
procurar extermi
nar
os
êrros
que
grassam
em
torno
de
si,
e
tanto
mais
quanto
a
alma é
supe
rior
ao
corpo,
o
ceo
á
terra,
a eterni
dade
ao
tempo.
Tal
é
o proceder
do
jesuíta
Roux.
Tomou
elle
o
pulso
á
sociedade
actual,
conheceu
que
estava
perigosamente
doen
te e
procurou
cural-a.
Se ouvirmos suas
lições
e
procurarmos
traduzil-as
em
factos,
talvez
que
a
grande enferma
recupere
a
saude
perdida:
do
contrario quiçá
faltem
forças
capazes
de exterminarem
o
socia
lismo
que já
ameaça
ufano
esses
opulen
tos
que
o
auxiliaram, protegendo
o
thea-
tro
desmoralisador,
o
romance
immoral,
o
livro
impio, e
o
jornal
anli-calholico.
As
conferencias do
mencionado
jesui-
la,
prégadas em Notre
Dame
de
Paris,
publicadas
em França
e
oílerecidas
pelo
auctor
aos
membros
das
associações
ca-
tbolicas
d
’aquelle
paiz,
são
um
verdadei
ro
primor:
e
a
traducção
no
nosso
en
tender,
é
fiel
e
correcta.
Lemos
esta
preciosa
obra
desde
o
prin
cipio
até
ao
fim,
e
sem
restrição
algu
ma,
muito recommendamos
a
todos
sua
leitura,
mas
principalmente
aos
paro
chos
e
aos
oradores
e
escriptores
calholi
cos.
0
snr.
D.
Miguel
Sollo-Mayor,
tradu
zindo
esta obra
e
o
snr.
Manuel
Malhei
ro,
editando-a,
prestaram
um
grande ser
viço
á
Religião
e
á
sociedade.
Vae
estar
á
venda,
a
2,
a
edição
d
’
esta
excellente
obra.
Oxalá
que
a
muitos
seja
provei
tosa.
Em
outra
occasião
Jallaremos
de uma
outra
obra
não
menos
importante,
verti
da também
do
francez
pelo
mesmo
tra-
ductor,
e
editada
igualmente
pelo
men
cionado
snr.
Malheiro,
é A
Egreja
Triuin-
phanle
no
Concilio do
Vaticano.
Padre
Chrispim
Caetano Ferreira
Tavares.
S1ZETIEHA
.<«»
nosso
nauito
estimável
eul-
lahorador,
n
ex.
lno
snr.
liiiorim
Barbosa.
—
Temos
ha
dias
em nosso
poder
uma
trépbca
de
s.
exc.a, dirigida
ao exc.
rao
snr.
Sousa
Monteiro,
sobre
as
exequias
celebradas
em Lisboa por
alma
de
Alexandre
Herculano.
Não
lhe
temos dado
até
hoje
publici
dade,
por
motivos
que
particularmenle
expomos
a
s. exc.
a, motivos
estes
abso-
lutamente
estranhos
á
questão
sobre
que
versa o
seu
escripto.
No
proximo
n.°
esteja
s.
exc.
a
certo
que
satisfaremos
com
todo
o
gosto,
como
é
do
nosso
dever,
ao
seu
pedido.
Damos
esta
satisfação
por
s.
exc.
a
nos
ter
extranhado
n
’
uma
carta
recente,
a
demora,
que
aliás,
tem
sido
apenas
de
dois
ou
ires
numeros.
Festejos
do
l.°
de
Dezembro.
—
Esteve solemne e
imponente
a
comme-
moração
festiva
da
nossa independencia
nacional. Assiram ao
Te-Deum,
celebrado
na
Sé Cathed.al,
todas
as
auctoridades
seculares
e
ecclesiasticas.
0 orador, o
revd 0
Porfirio
Antonio
da Silva,
fâmulo de
s.
exc.
a
revd.ma
,
pro
nunciou
um discurso verdadeiramente
elo
quente,
profundamente
patriótico,
e
em
tudo
e
por tudo
digno
do
numeroso
e
selecto
auditório
que
o
escutou
commovi-
do
e
com
a
mais
profunda
altenção.
Os
revd.
inos
padres
do Collegio
do
Es
pirito
Santo,
também
commemoraram
esse
dia,
proporcionando aos
collegiaes
recreios
e
representações,
repassadas
de
patriotis
mo.
Os
festejos
d’
este
dia
merecem
maior
extensão
do
que
nos permitte
hoje
a
íalta
d
’espaço.
Fatiaremos
em o
numero
se
guinte.
Coriigo
Penal
dt»
Egreja,
oh
s
»
Con
*
tituiçAo
ApoBtolie»
Sedia.
—
Recebemos
esta
valiosa
obrinha,
fructo
de
não
pequenas
lucubrações
do revd.
!n® pa
dre
João
Rebello
Cardoso
de
Menezes,
vice-reilor
do
Seminário
Conciliar
de
S.
Pedro.
Como
nos
occupamos
d
’
ella em
outro
logar,
aqui só
diremos
que ella
se
acha
á
venda
na
redacção
da
«Semana
Religiosa»
e
no
[Seminário
de
S.
Pedro;
em Guimarães,
em casa
do
revd.
m
“
snr.
padre
Abilio
Augusto
de
Passos;
na
Povoa
de
Lanhoso,
em
casa
do
revd."
10
snr.
dr.
fr. Florentino
de
S.
Thomaz;
em
Barcellos
em
casa
do
revd
,no
arcipreste;
no
Porto,
em
casa do
snr. José
Carlos
das
Neves,
na
rua
das
Flores,
n.°
224.
Xwtieãa»
«Se
Aesgoía.—
Consta que
se
apresentaram
78
sobas
ao chefe
do
concelho
de
Ambaca,
prestando
vassala
gem.
—
Falleceram:
em
Mossarnedes,
o
al
feres
de
caçadores
o,
Jacintho
de
Sousa
Velloso;
em
Loanda
o
capitão
de
caça
dores
3,
Domingos Augusto
Correia
Gui
marães;
e
no
hospital
militar
d’esta
ul
tima
cidade
os
degredados
Salvador
Mo
reira
e
Augusto
Moreira
0
fallecido
capitão
Domingos
Augusto
Correia
Guimarães,
era
filho do
nosso
presadissimo
e
respeitável
amigo,
o
snr.
João
Luiz
Correia
Júnior,
d
’
esla
cidade.
Comprehendemos
a dôr dos
desolados
paes,
á
qual
nos
associamos
do
imo
co
ração;
mas
não
procuramos consolal-os
com
palavras
banaes,
porque
a
familia
que
este
acontecimento
enluta
sabe
muito
bem,
como
poucas
infelizmente,
que
só
a
religião
christã
tem
balsamo
para
taes
golpes.
Aos
leitores
pedimos um
P.
N
por
alma
do
finado.
«.SesMtií»®!»,
|i®i- Paulo Eéval.
—
A
’cerca
d’esta
esplendida
obra,
cujo
primeiro
volume
já
corre
impresso,
tra
duzido
e
annotado
pelo
snr.
padre
Senna
Freitas,
o
«Diário
Illustrado»
publica
as
seguintes
linhas,
devidas
á
penna
d
’
um
escriplor
mui
notável:
Os
Jesuítas!
de
Paulo
Feval
são
uma
obra
de
sensação,
não
só
porque são um
livro de
viva
provocação,
arrojada
e
cons
ciente,
sobre
a
eterna
questão
dos
jesnis-
tas,
e
da
sua
influencia
benefica
ou
no
civa
sobre
a
sociedade,
mas
também
por
que
exprimem
um
importante
facto
psy-
chologico,
a
conversão
profunda,
consuma
da
do
auctor.
Este
livro,
a
tantas res
peitos
notável,
encontrou um
traductor
digno
d
’elle,
um
estyllista
brilhante,
úni
co
para
aquelle
-genero
de
tarefa,
e
digo
!
unico,
porque
sendo
um
dos
mais
iliu-tra-
|dos
ecclesiasticos
portuguezes
comprehen-
:deu
perfeitamente
o
espirito
de
Feval,
e
porque
conhecendo
admiravelmente
as
jduas
linguas
não
deixou
escapar
a
mais
insignificante
nuance
de pensamento,
o
mais
rápido
toque
de
expressão,
não per
deu
tuna
só
pérola das que
o
auctor
dos
Jesuítas!
lançou,
como
uma
chuva
phan-
taslicamente
iriada,
sobre
a
sua
nova
obra.
Dispondo
de
muito
pequeno
espaço
para
apreciação
de
nada
menos
que
dois
livros,
e todos
interessantes,
vejo-me
obri
gado a
arrancar
do
livro de
Feval
uma
pagina
que
ao
mesmo
passo
revela
o
mó
bil
do
auctor e
a
competência
do
tradu-
ctor:
«Havia
confiado
aos
jesuítas
os
meus
dois
filhos
mais
velhos,
e
o mesmo
foi
a
respeito
dos
dois
mais
moços,
logo que
attingiram
a
edade
conveniente.
Mas
com-
preheudia
eu
então
toda
a
grandeza
mo
ral
do instituto
de
Santo
Ignacio?
Estou
em
que
não,
porque,
a
final
só
conhe
cia
dos
jesuítas
o
hymno,
entoando
indi-
rectamente
em
seu
obséquio
pela
sanha
impotente
dos seus
calumniadores.
«Carecia
de
algo
mais:
dormia no
re
gaço
da
minha
prosperidade
mundana,
e
era-me
mister
nada
menos
que
um
cas
tigo
para
me acordar,
e
lagrimas
de
dor
que
me descerrassem os
olhos.
Entrou
commigo
o castigo;
e
a
dor,
a
dor
igno-
la,
salteando-me
de chofre,
deixou-me
fulminado.
N
’
esse
momento, porém,
en
tre
todos
solemne,
em que
o
animo
dos
feridos
vaciba
e
estrebucha,
solicitado
em
parte
pelo
arrependimento
e
a
vida,
em
parte
pela
insurreição
e
a
morte,
fui
as
sistido
por
um
jesuita,
que
applicou
o
crucifixo
á
minha
agonia
e
me
resus-
citou
da
desesperança.
«E
vim n
’
um
dia,
que
ficará
sendo
o
mais
bello dos meus
dias,
ajoelhar-me
em
modesta
capella'de
jesuítas, perante
o
tumulo
em
que
jazem
os
restos d
’
a-
quelle
manso,
humílimo,
e
galhardo
es
pirito,
d
’
aquelle
apostolo, d’
aquelle
jesui
ta,
Pedro
Olivaint,
que
repousava
entre
mim
e,
o altar,
e
orava
pelo
que
escre
ve
estas
linhas,
no
momento
em
que
eu
recebia
na
hóstia
sacrosanla
do
taberná
culo
o
amplexo
reconciliador
do
meu
Deus».
Temos
que
contestar-nos
com
esta
ra-
pida
transcripção,
que,
não
obstante,
bas
tará
a dar
ideia do
livro,
do
seu
alcan
ce
religioso,
e
dos primores e
finos
qui
lates
da
versão
portugueza,
devida
á
pen
na
experimentada do snr.
padre
Senna
Freitas.
JVotíeias
da
Imíis.
—
Estava-se
pre
parando
tudo
parà
a exposição
do
cor
po de
S. Francisco
Xavier,
o
apostolo
das
índias.
Esperavam-se
visitantes
da
Eu
ropa
e
de
vários
pontos afastados
da Azia.
—
Falleceram:
em
Coelim,
o
antigo
advogado
Joaquim
Antonio
Maria
da
Cu
nha;
em
Paugim,
do
cbolera,
José
Filip-
pe
de
Quadros,
escripturario
da
contado
ria
geral
e
empregado
prestante;
em
Na-
chinola,
Francisco
Xavier
Cardoso,
the-
soureiro
verificador
da
alfandega
de San-
quelim.
®
regicida
J«»wo
Oliva.—
Teve
logar
no
dia
26
ás
11
horas
e
meia da
ma
nhã
no
tribunal
crimiminal
de
Madrid
a
vista
da causa
instaurada
contra
o
regici
da
João
Oliva.
O
local
achava-se
com-
pletamente cheio
d
’um
numeroso
e
esco
lhido
publico,
que
ouvii; com
religioso
silencio
a
peroração
do
snr.
fiscal
na
qual
confirma
a
sentença
de
pe
na
capital
imposta
peio
julgado.
Portuguezes
falleciilos—
No
Rio
de
Janeiro, falleceram desde
o
dia
7
até
9
de
novembro,
os
seguintes
súbditos
portu-
guezes:
Antonio
Pereira Cardoso,
20
a;
Do
mingos
Antonio
de
Amorim,
66
s;
Viclo-
rino
de
Sá
35
s;
Anna 5
a,
filha de
João
Jacinlho
de
Araújo;
Antonia
Rosa
Duarte,
39
c;
Francisco
Peixoto
Pereira,
24
s;
Maria
Augusta do Carmo
20
v;
Caetano
Agostinho
Gomes
21 s;
Manoel
da
Costa
Sampaio,
39
s;
Manoel,
filho
de
Moreira
Rosa,
3
a;
Antonio
José
da
Gosta,
53
c;
Ambrósia
Francisca,
40
s;
Antonio
Joaquim
Teixeira
Carrazedo,
45
s;
Maria Elisa
da Conceição,
40
c.
Guiné
portugueza.
—
O
gentio
das
visinhanças
de
Rolor,
na
Guiné por
tugueza,
repetiu
agora,
mas
em
maior
escala,
um
dos
seus
antigos
altentados;
invadiu
Bolor,
destruiu
habitações,
gene-
ros
armazenados
e
perpetrou
alguns
as
sassinatos.
As
aucloridades
portuguezas
trataram
logo
de reprimir a
invasão
e
de
punir
os
cabeças
de
motín.
JSotas
falsas
—
Ha
uns 11
annos
foram
degregaios
pira
Angola
dois
indi
víduos
d
-a
appellido
Silveira,
convencidos
de fabricarem
e
passarem
notas
falsas
do
banco
de
Portugal. Gozavam
esses
indi
víduos
no
seu
degredo,
que
era
prepatuo,
de certas
complacências
da
auctori
lade,
.
ra
allenção
a
serem
bam
educados
e
pertencerem
a
famílias
conhecidas
e
ricas]
de
Portugal
Ultimamente resolveram elles
imitar as
notas
do
banco
Ultramarino,
que
circulam
n
’aquella
província,
e
os bilhetes
da
junta
de
fazenda.
Uma
denuncia
a tempo
evitou
a
emissão
d
’
aquelles
títulos íiducia-
tios, e
facilitou
a
apprehensão
dos
instru
mentos
do
crime
e
dos
indivíduos n
’elle
implicados.
fandrmnafSeR.
—
Na
semana
pas
sada
foi
julgado
no
tribunal
d’esta
cida
de,
Faustino
José
da Costa,
pelo
crime
de
bigamia.
Foi
condemnado
a 4
annos
de
prisão
maior
celular,
em
alternativa
de
6
annos
de
prisão
maior
temporária
com
trabalhos.
—
Também foi
julgado
José
da
Silva
Braga, da freguezia
de
S.
Marnede
d
’Este,
d
’
este
conselho,
por
ter
sublrahido
uns
pedaços
do
chumbo
do cano
das
aguas
da
fonte
publica
de
Santa
Lucrecia,
ten
do para
tal
fim
inutilisado
a
canalisação
das
mesmas
aguas.
Foi
condemnado
a
um
mez
de
cadeia,
por
já
estar
preso
ha
muito
tempo.
Ambulâncias
pnstaeM.—
Começa
no
dia
I.®
de
janeiro
proximo
o
serviço
das ambulancias postaes
do
caminho
de
ferro
do
Douro
e
Minho.
Os
zulus em
Iiourenfo
Jlar-
«auea.
—
Londres
28
—
Aííirma o
«Standard»
que
em
fins
de
outubro
era
muito
amea
çadora
a altitude
dos
zulus
contra
o
dis-
tricto
poriuguez
de
Lourenço
Marques.
O
commandante
da
esquadra ingleza do
Cabo
da
Boa
Esperança
resolvera
visitar
a
villa
e
conferenciar
com
a
auctoridade
portu
gueza.
Casamento.—
Lê-se
em a
«Nação»
de
sexta-feira,
29:
Realisou-se
hoje,
pela
uma
hora
da
tarde,
na
egreja
parochial
dos
Anjos,
o
casamento
da
snr/ D.
Maria
Amalia Pe
reira
da
Cunha e Castro
com
seu
primo
o
snr.
Manoel
Paes
de Sande
e
Castro,
mancebo
dotado
das
mais
nobres
quali
dades
e
representante
de
uma
das
mais
illustres
(amiiias
das nossas
províncias.
Foram
madrinhas
da
noiva
sua
prima
e
cunhada
a
snr.
a
D.
Maria
Ainalia de
Almada,
e
sua
tia
a
snr.
a
Fonte
Nova;
e
padrinhos
irmão mais
moço,
o
snr.
Sande
e
Castro
e seu
lio
de Sabugosa.
Os
nossos
parabéns
a
Que
saudades,
meu Deus,
que
saudades
não
lenho d
’
aquelle ser angélico e
formo
so
que
era
o
sol de minha
vida,
o
or
valho
que humedecia,
refrescava
e
fecun
dava
a
aridez
de
meu
coração!
Ao
golpe
terrível
da
morte
se
deve
seu desapparecimento!
embora,
no
seio
luminoso
de
Deus esplandece
agora
aquel
le
espirito,
que
tão
bem comprehendia o
meu!
Na
terra
embalde
a
procuro:
de
noi
te,
por
noite
serena
e
calma,
julga
vel-a
a
minha
fantasia,
fitando-me
d’enlre
os
esplendores
d
’
algum
astro
divino
e
bri
lhante.
Que
saudade,
meu
Deus, que
saudade!
Já
que
eu
não
posso,
dize-lhe
tu
as
lagrimas
que
derramei
pelo
seu desappa-
recimento, e
á
sua
lamilia
envia-lhe
um
confôrto
pela irreparável
perda!
tes
movem
a José
Antonio
da
Cunha
Mo
reira,
d
’
esta
cidade,
e
outros,
e
que
os
ditos
Manoel
Antonio
da
Silva
Chaves
e
mulher,
devem
a
este
executado
na
qua
lidade
de
cessionário
de
Anna
Correia
e
marido
Antonio
Gomes
Alves
da dita
fre
guezia,
para
que
a
venham deduzir
a
es
te
juizo,
sob
pena
de
serem
lançadas,
e
de
ser
a
mesma
quantia
levantada
pelos
sobreditos
exequenles.
Braga
28 de
novembro
de
1878.
Verifiquei
A.
Carneiro
Sampaio
O
escrivão
Braga,
2
de dezembro
de
1878.
(2136)
C.
S.
P.
TELEGRAMMAS.
(2132)
Antonio
José Gonçalves.
condessa da
do
noivo,
seu
Miguel
Paes
de
o
snr.
Marquez
ss.
exc.
as
ASSOCIAÇÃO
CATHO&ICA
São
convocados
todos
os snrs.
associa
dos
para
no dia
9
do corrente
elegerem
na
fôrma do
estatuto
a
nova Junta
Di-
rectora
e
Commissão.
A eleição começará
ás 10
horas
da
manhã.
O
secretario
Joaquim
José
Malheiro
da
Silva.
A
Junta
Directora
da
Associação
Ca-
tholica,
resolveu
fazer
uma
solemne
aca
demia
religiosa
no
em
honra'
da
sua
Immaculada,
para
snrs.
associados
Começará
ás
7
os
dia
15
do
corrente,
Padroeira,
a
Virgem
a
qual
convida
todos
e
associadas,
horas
da tarde.
O
secretario
Joaquim
José
Malheiro da
Silva.
NECROLO&Ià
Constantinopla
21—Desde
que
as
ques
tões
austríaca
e
grega
entraram
em
bom
caminho,
a Rússia parece querer appro-
ximar-se
da
Turquia.
Londres
23—
A
Rússia insiste nova
mente
pela
assignalura
do tractado
de
finitivo.
Roma
28—
0
rei
recebeu
hoje
as fe
licitações
do
corpo
diplomático.
Terminou
a
Passavanti,
ou
antes
será
enviado
ao
procurador
geral.
Continuam
as prisões
socialistas.
Teem
sido apprehendidos muitos
cumentos.
Assegura
se
que um
indivíduo
preso
em
Florença fez
revelações importantes.
Londres
29
—
Dizem
de
Berlim
ao
«Times»
que
os
periódicos
de
S.
Peters-
burgo
annunciam
que
Cher-Ali
concen
tra
o exerçito em
Caboul,
que
está
mui
to
fortificada.
Annunciam
de
Sofia
ao
«Daily
News»
que
em
Redifa
os circacianos
incendiaram
1200
casas
da aldeia
dodistricto
de
Men-
link
(Macedonia;
e
massacraram
todos
os
habitantes.
Noticia
um
telegramma
de
Bombaim
que
a
columna
Aurum
prepara-se para
atacar
Paina.
Pesth
28
—
Na noite
de
23
foi
atira
da
uma bomba
ao
interior
do
palacio
de
Tisza,
causando
grande
emoção.
Não feriu
pessoa
alguma.
Paris
29
—O
governo
da
Nova
Cale
dónia
praticipa que as
columnas
mo
veis
continuam
aperseguir
os
insurgenles
no
districto
de
Oya.
O
resro
da
colonia está
tranquila.
Dorme
em
paz, filha
adorada,
Flor
que o
estio
deixou
fanada
o
estio
deixou fanada
HENRIQUE
DA
C.
instrucção
do processo
hoje
ANNUNCIOS
do-
ARREMATAÇÃO
Pelo
juizo
de direito
d
’
esla
comarca
de
Braga,
e
escrivão
do
6.°-
oflicio
—
Pessa,
no
dia
22
do
futuro
mez
de
dezembro
por
10
horas
da
manhã,
na
praça
pu
blica
das
arrematações
á
porta
do Tribu
nal
d’
este
juizo,
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho,
d’
esta
cidade, se
tem
de
pro
ceder
á
arrematação
dos prédios
abaixo-
declarados,
penhorados
aos
executados
Domingos
Joé
Alves
Braga
e
muiher,
negociantes,
moradores na rua
dos
Chãos,
d
’
esta
mesma,
na
execução
que
contra
elles
e
o
curador
da
massa
fallida
dos
mesmos.
Antonio
Mendes
Ribeiro,
da
ci
dade
de
Guimarães,
lhes
move
n
’este
juizo
a
Gerencia
do
Banco
do Minho,
com
cidade,
cujos
prédios
seguintes:
casas
sobradadas
sita
d’esta
cidade,
desi-
13, 13
A,
e 13 B,
O
conselho
administravo
do
regimento
d
’
infanteria
n.° 8,
faz
publico, que no
dia
14
do
proximo
mez
de
dezembro pelas
11
horas
da
manhã, na
sala das
sessões
do
mesmo
conselho,
tem
de proceder
á
arrematação
dos
medicamentos
para
os
doentes
em tratamento
no
hospital
mi
litar.
Convida
concorrer
á
no
local e
pois
as
pessoas
que
desejarem
dita
arrematação
a comparecer
hora
acima
indicado.
em
Braga
30
de
novembro
largo
de
Santo
Quartel
1878.
O
secretario
do
conselho
de
séde
n
’
esta
mesma
a
arrematar são
os
Uma
morada
de
na
rua
dos
Chãos,
gnada
com
os
n.°
s
com
suas
pertenças,
de
natureza
alludial,
avaliada
livre
de
reparos no
valor
de
reis
3:0004000.
Outra
morada
de
casas
sobradada
e
situada
na
mesma
rua
dos
Chã
s,
de
natureza
de
prazo, designada
pelo
nume
ro
14,
avaliada
livre
de
foro
e laudemio
no liquido valor
de
2:0174300
reis.
Outra
morada
de
casas
d
’um andar
situadas
na
rua
de
Guadelupe, d
’
esta
mes
ma,
que
se
acha
devidida
em
duas e
ha
bitadas
por
dois
inquilinos,
com
os
n.°
s
16
e
17,
com
seu pequeno
quintal,'
ava
liada
livre do
foro
no
liquido
valor
de
4394'300
reis.
Uma
morada
de
casas
terreas
com
seu
quintal
designadas
pelo
numero
7 situada
na
rua
do
Charqueiro,
d
’esta
mesma,
cidade
de
Braga,
e
uma
outra
morada
de
casas
terreas
com
seu
quintal
situa
da
na
mesma
rua designada
pelo
n.°
7,
de
natureza
de
prazo,
avaliada
livre do
Toro
e
laudemio
no
liquido
valor de
reis
5174413.
Outra
morada
de
casas
situada
na
dita
rua
do
Charqueiro,
com
seu
quintal,
designada
pelo u.° 4,
avaliada
livre
do
foro
e
laudemio,
por
ser
de
natureza
de
prazo,
no liquido
valor
de
4314143
reis.
E
finalmente
outra
morada
de casas
situada
na
rua
das
Aguas,
d
’
esta
mesma
cidade,
com
um
andar
para
a
rua
e
dois
para
as trazeiras,
designadas
pelos
n.08
91, 92
e
93
B,
de
natureza
de
prazo,
com seu
chaguâo e
poço,
avaliadas
pelos
louvados,
e
com
o abatimento
do
foro e
laudemio
no liquido
valor
de
2:8434360
reis.
Valores
estes
porque
têem
a entrar
em
praça.
Todas
as
pessoas
que quizerem
arre
matar
os
ditos
prédios
podem
comparecer
no
indicado
dia,
hora
e
local.
Por
este
mesmo
annuncio
e
pelos
editaes
que
se
passarão
são
citados
e
cha
mados
todos
os
credores incertos
dos
di
tos
executados,
afim
de
assistirem,
que
rendo.
a
esta
praça
e
allegarem
o di
reito
que
tiverem.
Braga 30
de
novembro
de
1878.
Bernardo
Osorio,
Alferes
d
’
infanteria
8.
(2129)
vida,
quando
tudo
mundo
lhe
brota
va
um
jardim
cheio
de
flores
e
perfumes,
quando
nos
raios
de
luz
que
scintillam
nos
espaços
traduzia
um
futuro
suave
e
puro
como
as
suas
nobres
aspirações
—
deixou
de
existir
Anna Maria da Concei
ção!
Contáva
apenas
18
primaveras
esplen-
chamando
todas
as pessoas
que se
con
didas,
que
eram
o
encanto,
a
doçura,
a
alegria
de
todos
os
que
a
conheciam.
Aquella frente
eburnea,
aquelles
olhos
formosíssimos
que
irradavatn
fulgores
di
vinos,'
aquella
bocca
pequenina
como
um
botão
de
rosa,
e,
como
elle
encantadora
—
aquella
vida,
emfitn,
que
tão
florescen
te
e
risonha
se
apresentava
a
todos, ex
tinguiu-se
como
ao
cahir
da
tarde se
ex
tingue
na
fímbria do
horisonle
a
luz
do
astro
enorme.
florescência
Na
lhe
sorria,
quando
da
o
EOITOS
1®
»I4S
Pelo
juizo
de
direito d
’
esla
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do escrivão
Gon
çalves
se
passam
editaes
pelo
praso
de
dez
dias,
a
contar
da
publicação
do
se
gundo
annuncio,
citando,
requerendo
e
siderem
com
algum
direito
ao
credito
aciivo
da
quantia
de
cento
e
vinte mil
reis
resto
da de cento
e
cincoenta
mil
reis,
que
a
requerimento
dos
exequenles
José
Antonio
Ferreira
e
mulher Maria
Jo-
sefa,
da
mesma
cidade,
foi penhorada
em
mão e
poder
de
Manoel
Antonio da
Silva Chaves,
e
mulher
Anna
Joaquina
I
Corrêa,
moradores
no
logar
do
Carreiro,
freguezia
de
Palmeira,
desta
mesma,
co
marca,
na execução que aquelles
exequen-
Verifiquei.
A.
(2135;
José
Garneiro
de
Sampaio.
O
escrivão
Luiz
d
’
Oliveira
Pessa.
ATTENÇÃO
Uma
senhora
de
boa
familia
e
fina
educação,
achando
se
completamente ha
bilitada
para
leccionar
pianuo,
resolveu
dar
lições
fóra.
e
em
sua
própria
casa;
igualrnente ensina
bordados:
a
branco,
a
cabello,
matiz,
eseomilha,
quem
convier,
dirija
se
á
loja
Lomar,
na
rua
do Souto.
ouro,
etc.
A
do
snr.
(2l3ll)
MONTE PIO DE S.
JOSÈ
Por
ordem
do snr.
Presidente
da
as
sembleia
geral,
são
convidados
todos
os
socios que
estejam
no
goso
dos
seus
di
reitos
a
reunirem-se
em
assembleia ge
ral
extraordinária,
na
casa
da
Assiciação,
no
largo
de
Santo
Agostinho,
no
dia
8
do
corrente
mez
á
1
hora
da
tarde,
para
a
discussão
e
approvação
dos
novos
estatu
tos.
Braga 1
de
dezembro
de
1878.
O
2.°
secretario
(2134)
José
Antonio
Peixoto
Braga.
ÉDITOS
DE 50 DIAS
Pelo juiso
de
direito da
comarca
de
Braga,
e
carlorio
do
escrivão
Ribeiro,
correm
éditos
de 30
dias
a
citar
todos
os
credores
e
legalarios
desconhecidos
ou
residentes
fóra
da
comarca,
que
porven
tura
tenham
algum direito
ao
espolio e
herança
da
fallecida
Anna Joaquina
de
Barros.
moradora
que
foi
no
logar de
Lobreu,
freguezia
de
Santa
Maria
de
Fer
reiros,
d
’
esla
comarca,
para
que
no
predito
praso
o
venham
deduzir
e allegar
todo
e
tal
direito,
no inventario
orphanologico
a
que
pelo
dito
fallecimento
se
anda
pro
cedendo
por
este
mesmo
juizo
e
carlo
rio
do
predito
escrivão,
sob
pena
de,
á
sua
revelia
se
seguirem
todos
os
termos,
e
ser
aíinal
julgado
por
sentença.
Braga 25
de
novembro
de
1878.
O
escrivão
João
Marcos
d
’
Araújo
Ribeiro.
Verifiquei
a
exaclidão.
(2131)
A.
Carneiro
de
Sampaio.
ARMA
»E FtlGO
A
quem a
perdesse,
dando
os
signaes
certos,
e
pagando
as
despezas
feitas,
en
trega
se na
residência
do
abbade
do
Sal
vador
de
Trandeiras
do concelho
de
Bra
ga.
(2125)
CYSNES
Quem
quizer
comprar um
casal
de
cysnes
pretos, creação
d
’
este
anno,
póde
dirigir-se
pessoalmente,
ou
por
carta
a caza
de
N
Senhora
da
Aurora
em
Ponte
do
Lima.
(2126)
Quem
perdesse
um
botão
de
ouro,
de
camisa,
dirija-se
á
rua
de
S
Vicente,
n.°
5.
Dando-se
os
signaes
certos
e
pagando
o
importe
d
’
este
annuncio,
se
entregará.
(2127)
AVISO
No
dia
19
do
corrente mez foi
diri
gida
ao
Banco
Commercial
de
Braga,
pelo
seu agente
no
Porto,
uma
carta
incluindo
uma promissória
do
mesmo Banco
n.°
2480
de
n.°
405^000,
e
uma
letra de
n.°
IOC$000
datada
de
16
do
corrente,
cuja
carta
com
a referida
letra
e
pro-
missoria
se
desencaminhou;
previne
se
pois,
para
que
senão
faça
transaeçao al
guma
a tal
respeito;
e
pede-se
o
especial
favor
á
pessoa
que
por qualquer
circum-
staucia
a
tenha em seu poder,
de
a
fa
zer
entregar no
Banco
ou
na
agencia
do
mesmo,
na
rua
das
Flores
n.°
144
no
Porto.
A
QUEM
INTERESSAR.
Sub-alupa-se
o
primeiro
andar da
casa
n.°
32
do
campo
de
D. Luiz
I,
o
qual
se
compõe
de.
quatro
boas
salas
na
frente,
e
um
Lom
gabinete
nas
trazeiras.
Quem
o
pertender
póde dirigir-se
á
commissão
liquidataria
do
Banco
Commercial
de Braga.
(2083)
cõ
^Í
nhêíbo
No
Co
legio
dos
Orpbãos
precisa-se de
um
cosinbeiro
e
de
um
ajudante
de
co-
sinha.
Qtem
pretender,
falle
no
mesmo
Collegio.
ç2124)
Dinheiro
a
juro
Ha
na
confraria
de
Santo
Antonio
da
Praça
Munii
ipal
a
quantia
de
650^000 reis
para mutuar.
O
secretario
—-Padre
Fran
cisco
Maria.
(2117)
REWOLVERS
REWOLVERS
REWOLVERS
Armas caçadeiras,
etc., etc., etc.
Não
ha
de
certo
offertas
mais
elegantes
e
mais
bonitas
e
ao
mesmo
tempo
mais
meis
n’.esta
época
do
Natal
do
que
as
armas,
principalmente
havendo
occa-
sião, como
agora
acontece,
de
serem
obtidas
por
preços
veidadeiramente
excepcio-
naes
e
garantindo-se
a
sua
qualidade.
A
nossa grande manufactura
R.
J.
é
ha
muitos
ânuos
conhecida
em
toda a
Europa
pela qualidade
e
superioridade
dos seus
productos,
que hão
de
ser
expe
didos
da
nossa
succursal
de
Liverpool
pelos
preços
abaixo
mencionados
e franco
de
porte,
sendo a
sua
importância enviada
em
valles do
correio,
cheque
de
Banco,
dinheiro
em
lellras
(a
posta
ingleza não expede mercadorias
para
serem
reembol
sadas
no estrangeiro).
Todos
os
artigos
vão
acompanhados
da
nossa garantia pelo
tempo
de
dois an
nos,
e
nós
comprometlemo
nos
a restituir
a
importância
do
objecto quando
este
não
satisfaça
aos
fins
a
que
é
destinado.
PREÇO
CORRENTE
Rewolvers
de
6
tiros,
systema
Lefaucheux,
de
cabo
d
’
ebano
esculpturado
fr.
5
Rewolvers
de
6
tiros,
systema
Lafaucheux,
de
marfim...................................>8
»
»
»
>
»
incrustado
...»
9
Rewolvers
de
6
tiros,
systema
Buldog,
fogo
central,
ébano
............................
»
10
»
»
s>
»
»
marfim............................ »
12,56
»
7
»
»
Smilh
Wesson
com
extractor
automático
.
»
19
Rewolvers
de
»
tiros,
systema
Smilh,
madre
pérola
e
prateado
.
...»
24
Rewolvers
de
7
tiros, systema
Rozenzi
com
extractor aulomatico,
desar
mando-se
inteiramente
sem
parafuso.
Este
systema
é
o
mais
engenhoso
de
todos quantos
se
conhecem,
com
incrustação
d’
ouro
............................
»
30
Carabina
Flobert,
6
millimetros
de
nogueira
esculpturada.................................. »
18,50
»
»
8
»
d
’
bano....................................................................
»
22
Armas
caçadeiras
de
2
canos,
80
centimetios,
cal.
16
a
20 (á
escolha)
verdadeiras
camaras
inglezas...................................................................... ......
28.50
Armas
caçadeiras
duplo
Lefaucheux..................................................................... ...... 34,50
»
»
»
»
estrida
com
chave dupla
............................
»
42,50
Armas
caçadeiras
duplo
Lefaucheux
canos
de
80
cent,
coronha
ingleza
gra
vura
incrustação
.....................................................................
.
....
t
87,50
Armas
caçadeiras,
percussão
central dupla,
verdadeiras
estrias
Bernard,
systema
Reylly
(o
melhor
que
se
conhece)
.............................................. ......
122,50
Todas
as
armas
estão
contidas
em
estojos
de
couro
e
são
garantidas
por
dois
annos.
E.
H.
ROSENZI & G.a
1»,
Brunswick,
Street,
liverpool, Snyleterre
(2133)
Mi
*
ira
M
WWr'Ci'iriWMWa
*
'ja»-
JÍ a.■wwwwwamasusrA.i.v
*
.
«icâsuvsimw
GRANDE
RIFA
L0TER1CA
QUE
SE EXTRAHIRÁ POR MEIO
DA
IMBIÁ fflWDMIA BE MU
W& U
BS
flS
PROSFEGTO
DOS PRÉMIOS
1 de
Um
piano,
novo
e garantido,
do conhecido
auclor
«Gaveau»,
modelo
n.°
1,
com
o
n.°
8612,
comprado
e
depositado no
muito
acreditado
armazém
da
viuva
de
José
de
Mello
Abreu,
para o
bilhete
que
contiver
o
numero
em
que
sahir
o
primeiro
prémio
de
2.500:000
pesetas.
1
de
Uma
nova
e
excellente
machina
de
costura,
para
familia,
do
afamado auctor
«Singer»,
para
o
bilhete
que
contiver
o
numero
em
que
sahir
o
segundo
prémio
de 1.250.000
pesetas.
1
de
Um
relogio d
’
ouro,
experimentado,
para
homem,
do fabricante «Jnlien
Gene-
ve»,
com
uma excellente
caixa d
’
ebano,
para
o
bilhete
que
contiver
o
nu
mero
em
que
sahir
o
terceiro
preimo
de
750:000
pesetas.
2
de Um
par
de
castiçaes
de
prata,
para
cada
um
dos
bilhetes
que
contiver
qual
quer
dos
numeros
em
que
sahirem
os
2
prémios
de
2511:000
pesetas.
4
de Uma
duzia
de
colheres
de
prata,
para
chá,
para
cada
um
dos
bilhetes
que
contiver
qualquer
dos
numeros
em
que
sahirem
os
4
prémios
de 125:000
pesetas
20
de
Um
talher
de
prata,
composto
de
faca, garfo
e
colher,
com a competente
caixa,
para
cada
um
dos
bilhetes
que
contiver
qualquer
dos
numeros
em
que
sahirem
os
20
prémios
de
50:000 pesetas.
30 de Uma
bolsa
de
prata,
para
homem
ou
senhora,
para
cada
um
dos
bilhetes
que
contiver
qualquer
dos numeros
em
que
sahirem
os
i.O
prémios
de
25.000 pesetas.
40
de
Uma
entrada
para
a
Habilitação
Loterica,
com
direito
a
uma
cautela
de
600
reis,
em
séries
de
6
loterias,
no valor
cada entrada,
de
3$6O0
reis,
para
cada
um
dos
bilhetes
que
contiver
qualquer
dos
40
numeros
cujas 3
ultimas
lellras
sejam iguaes
ás
3
uíli.mas
lettras
do
numero
era
que
sair
o
prémio
de
2.500:000
pesetas
99
prémios.
CADA BILHETE PARA ESTA
RIFA CONTÉM 20 NUMEROS
E
CUSTA 700 REIS
Os
prémios
annunciados
n
’
este
prospecto,
acham-se desde
já
patentes
no
Es-í
labelecimento
de
Loterias,
de
Lourenço
Marques
d
’
Almeida,
na
rua
das
Flores
n.°
112,
para
onde
deve
ser
dirigida
qualquer
encornmenda
de
bilhetes.
JV.
-
jí
.
A
comprar
«Se
3
bâ,IEse8eH
gsarss
esssírs,
abatimento
de
1® por
centro.
coiicede
B9>
o
(2100)
DINHEIRO
A JURO
A
confraria
de
Santo
Amaro
da
Sé
Primaz,
lera
para mutuar, a
quantia
de
500$0f)0
reis.
(2065)
ALUGAM-SE
as
casas n.°
21,
no
Campo
Novo
do
Reduto,
nobres
e
com
muitos
coraraodos.
Trata-se
na
casa
imme-
diata
n.°
22. •
(981)
AiTWcio
4
mnnae
f
‘
rnça
«iro
Enrão
«Se
S.
Marti-
nho,
8Í
Receberam
grande
sortimento
de:
Chapéus
modeios para
snr.®
e
creança.
Flores,
plumas
e
cascos
para
chapéus.
Malhas
de
lã
para
creança.
Toucas para
senhora
e
creança.
Colarinhos
e
punhos.
Colarinhos
de
bretanha
de
linho
para
militares, duzia
a
1^000 e
l$200
rs.
Meias
de
lã
em cores.
Copos,
cálices
e
garrafas.
Jarras
de differentes
qualidades.
Faqueiros
para
meza.
Machinas
para
fazer a
barba,
a
700
rs.
Chavenas
e
pires.
Oleados
para
mezas.
Serviço
para
quarto.
PREÇOS
FIXOS
Vendas
a
dinheii
*
o.
DLNHlímO
A
JUHiÃ
A
irmandade
do
Martyr
S.
Vicente,
tem era
ser
a
quantia
de
800^000
reis
para
mutuar
por
hypotheca
de
raiz.
(1056)
Na
rua
de
S. Vicente
desta
cidade
de
Braga,
vendern-se
as
casas
n.
os 34
-34
A,
e
as
de
n.°
35,
com
seu
quintal,
com
sa
hida
para
a
rua
da
Escoura.
f2U16)
APROVEITEM-SE
Vende-se
a
bonita
casa
construída
de
novo,
na
rua
de
S.
Marcos
n.°
53,
bem
como
os
moveis
que
a
adornam,
em
ra
zão
de seu
dono
se
ausentar
para
Boe-
nos-Ayres;
podendo
o
comprador
ficar com
a
ametade
do preço a
juro
de 4
p.
c.
com
hypotheca
na
mesma casa,
por tem
po
de
um
anno.
Para
vêr-se, de
manhã,
das
9
ás
11
—
e
de
tarde, das 4
ás
6--podendo tratar-
se
com
o
snr.
Francisco
José
Ferreira
Torres, na
mesma
rua,
que
se
acha au-
ctorisado.
(1061)
DINHEIRO
A
JURO
A
irmandade
de
Nossa Senhora
da
Torre
tem
1:000^000
reis
para
dar a
juro.
O
secretario
—
padre
Luiz Gomes
da
Silva.
(2114)
COFRE DE FERRO
Quem o
tenha
rua
Nova n.° 4.
«
*13
«CTiwRr
.*
c-«
para
vender,
falle
na
RESPONSÁVEL
—
Luiz
Baptista da Silva
BRAGA,
TYFOGRAPau
LUSITAKA—1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
