comerciominho_03081878_819.xml
- conteúdo
-
folha
.
cohmshcial
,
s«5>*».^
£2
^«yrscsosA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
6.° ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
1&600
850
40
20
10
Braga,
12
mezes..........................
»
6
».............................
Correspondências
partic. cada linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição.......................................
PUBLICA-SE
AS
TERÇÃS.
QUINTAS
E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
»
.....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
Folha
avulso................................
2S00&
Í&050
3^000
3M0®
16
N.° 819
BHAGA
—
SAínSliKI
3
AGOSTO
DE
1398
Entrada
da
Imagem
da
Virgem
Immaculada
A
Commissão
do
Monumento
do
Sameiro,
annuncia
com
summo
pra
zer
aos
habitantes
(Festa
cidade,
que
na
tarde
de
quarta
feira
7
do
cor
rente chegará
á
estação da
via-fer-
rea
a
sagrada
Imagem
da
Virgem
Immaculada,
mandada
esculpturar
em
Roma,e
que
ali
foi
benzida
pelo
Summo
Pontífice
de
santa
memória
Pio
IX.
Ao
toque
do
Angelus, hora
com-
memorativa
do
mysterio
da
celeste
annunciação
feita
á
Virgem
de
Na-
zarelh,
será
a sacra
Imagem
condu
zida
para
a
egreja
do
Populo
para
ser
exposta
no
dia
immediato
á
pu
blica
veneração
dos
fieis,
havendo
n
’
esse
dia
pomposa
solemnidade
n
’
a-
quelle
templo.
Convidam-se
os
habitantes
d
’
esta
religiosa
cidade,
tão
devota da
Vir
gem
Immaculada,
a
tomarem
parte
n
’
este
santo regosijo
illuminando
n
’
essa noite
as
suas
casas, e,
poden
do
ser,
também
as
fronteiras
dos
tem
plos
consagrados
á
SS.
Virgem.
A
devota
e
perfeita
Imagem da
Senhora
estará
patente
até
o
dia
25
do
corrente
mez,
em
que
será
trans
portada
para
o Real
Santuario do
Bom
Jesus
do
Monte,
tendo
prece
dido um tridno de
preces
a
Deus
Nosso
Senhor
pelas
necessidades da
Egreja,
e
do
Pontífice,
nos
dias
22,
23
e
24
do
corrente.
Uma
peregrinação
saindo
na
ma
drugada
do dia
25
e
levando
consi
go
a Sacra
Imagem
irá
visitar
o
R.
Sanctuario
do
Bom
Jesus,
ende
terá
logar
uma
solemnissima
funeção re
ligiosa.
Tal
é
a
resolução
que
em
ses
são
do
dia
31
do
passado
mez de
ju
lho
foi
tomada
pelos
membros
da
Commissão
que
estavam
presentes.
O
presidente
Conselheiro
Francis
co
Xavier
de
Sousa
Torres
e
Almeida.
Secretario, Padre
José
Silverio
da
Silva.
Thesoureiro,
Antonio
José
Vieira
Machado.
Canção
sagrada
Damos
as quadras
que
ao
som
da
musica
se
hão
de
cantar
na en
trada
da sagrada Imagem
da
Vir
gem
do Sameiro,
e
roga-se
ao
fieis
que
as
decorem
e
copiem,
para
que
todos
formem
côro
saudando
a
Ma
ria
com
santo enthusiasmo.
Ave,
ave!
Virgem
pura.
Ave
1
Mãe
De
ternura.
E’
s
bem
vinda,
Mãe
d
’
amor,
Obra
prima
Do
Senhor.
E
’
s
a
nossa
Alegria.
Nossa
esp
’rança,
O’
Maria.
Teus
louvores
A
’
porfia
Cantaremos
Neste
dia.
A
musica
d
’
estes
versos
será
a
mesma
da
conhecida
poesia:
Virgem
pura
Tua
ternura,
etc.
Entrada
da sagrada Imagem
Antes
do
toque
das
Ave-Marias
uma
banda
marcial
sahirá
do
campo
de
Sant’
Anna
para
a
estação
da
via
ferrea,
e
tirando-se
para fóra
da
casa
da
estação
o
caixão
forrado
de
damascos
que
encerra
a
sacra
Ima
gem, depois
de
collocada
no
carro
ornamentado
que
a
ha
de
transpor
tar,
recitar-se-hão
de
joelhos
as
ora
ções do
Angelus, e
no
fim
sairá
acompanhada
pela
illustre Commis
são
para
a
egreja
do
Populo,
can
tando-se
as
quadras
acima
cscriptas
ao
som
dos
intrumentos
da
banda
«Philarmonica
Bracarense».
O
templo
illuminar-se-ha
exterior
mente,
e
estará fechado,
mas
poderá
gosar-se
da
grade
exterior
a Imagem
da
Senhora,
que
na
manhã
do
dia
seguinte
estará
patente.
Em
frente do
templo
illuminado
tocará
a
musica,
e
haverá algum
fogo
d
’arlificio
no
campo
da
Feira.
A
Commissão
dirige
um
pedido
que de certo
será
bem
recebido
dos
bracarenses—
que
se
illuminem
as
casas
e
as
fronteiras
dos
templos
consagrados
á
SS.
Virgem.
Como
se
poderá
a
Braga
fiel
e
augusta
recusar
a
tão
justo
pedido?
Ã
questão
eamararia.
Respondendo ao
«Amigo do Povo»
ácêrca
d
’
umas
suppost s
ingratidões
allri-
buidas ao
partido legitimista, a
que
nos
honrámos
de
pertencer; nas linhas
que
dirigimos
áquelle
jornal
e.mmittimos
mais
uma
vez
a
nossa
opinião
sobre
o
cami
nho
seguido
por legilimistas
na
próxima
eleição
catnararia.
Tendo
nós
consultado
a «Nação»,
orgâo
oflicial
do
nosso
parti
do,
sobre a
doutrina
expendida
no artigo
a
que vimos
alludindo, obtivemos
como
resposla
a
transcripção
integral
d
’
esse
artigo
com
a
nossa
assignatura,
nos
dois
jornaes
«Nação»
e
«Esperança»,—
o
que
significa evidentemente
que
o
nosso pro
cedimento
na
aclual
conjunctnra
tem
a
plena
approvação
dos
chefes
do
partido
legitimista.
Repetimos
ainda
uma
vez:
O
partido
legitimista
deve abster-se
inteiramente
da
lucta,
como
partido.
E
aquelles
que
n
ella
entrarem
servindo-se
do
nome
d
’
elle
como
pretexto
para
seus
fins, abusam
d’
um
mo
do
indigno
da faculdade
que lhes
é
conce
dida.
Umu
licção
d
’
hi8tori(
*
.
O
«Jornal
do
Commercio»,
voltando
em
2
do
actual
a
O
marlyrio
de
S.
Pe
dro,
a
proposito
de
uma
carta
do
snr.
Manoel
Bernandes
Branco,
abaixou
a
voz
altaneira
com
que
a
28
do
passado
(ju
nho)
negara
a estada
de
S.
Pedro
em
Roma,
e
o
seu
martyrio
n
’
uma cruz
de
cabeça para
baixo.
«Em
Roma,
dizia
elle,
não
se
conhecia nem
usava
crucificar
de
cabeça
para
baixo; e
no
entanto diz-se
que
S.
Pedro
soffrera
esse
genero
de
martyrio,
que
era
somente
usado
entre
os
Parlhos».
Agora,
porem,
depois
que
recebeu
a
carta
do snr.
Bernardes.
o
qual
mui
de
licadamente
lhe
fez
sentir
o
inconveniente
de
fallar em
coisas
que
se
ignoram, e
lhe
recommendou
que
lesse
a
obra
de
Justo
Lipsio
(p.
6i,
65)
De
cruce
libri
tres,
escreveu:
«Segundo
a
obra
que
nos
cita
o
snr.
Bernardes,
ficaríamos
sem
saber
onde
teve
origem
o
modo
de crucificar
de
cabeça
para
baixo,
se
não
tivéssemos
conheci
mento
do
que
refere
Potter
na
sua
Hisloire
du
Christianisme».
E
’
um
ponto
de
que
se não
tratou,
e
sobre
o
qual
não
disse
uma
só
palavra
o
articulista,
que se
limitou
a
aílirmar
que
só
se
usava
entre
os
parthos.
Toda
a
sua
bagagem
scienlifica n’
esle
particular
do
martyrio
de
S.
Pedro
foi-lhe
emprestada
por
um
auctor
protestante
da
primeira
metade
do
século
passado,
cha
mando-se arcebispo
de Cantuaria,
e
como
tal
interessado
em
negar
a
estada
e
mar
tyrio
de S.
Pedro
em
Roma.
Suspeito,
e
muito moderno
para ter
anctoridade.
E
continúa
assim
o
periodo
que
inter
rompemos:
«Que
os
outros
povos
copiassem dos
Parlhos,
ou
que
estes
levassem
em
suas
conquistas
o
seu
modo
de
suppliciar a ou
tras
regiões,
não
tratamos
de
averiguar
para o nosso
caso
[mas
então
para
que
affirmou
que
sómente
os
parlhos
o
usa
vam?).
Pode-se
dizer
que
em
França
também
se crucificou,
«nas
não
que fosse
esse
o
costume
de
executar
os
crimino
sos».
Logo
também
em
Roma pôde
S.
Pe
dro
ser
crucificado
de
cabeça
para
baixo,
sem se
dizer,
como
o
não disse
ninguém
que
fosse
este o
costume.
O
que
aqui
vêmos
é um
subterfúgio
pouco
habilmente
preparado para fugir
a uma
difliculdade
em
que
o
metteu
o
seu
impetuoso
airti
catholicismo.
E
para
desnortear
os
seus
leitores
recapitula
as
rasões
da
sua
ne
gativa,
pelo
que
lambem
recapitularemos
as
que
as destroem.
1.
°
«O
silencio
de
S.
Paulo».
Esta
rasão
é
meramente
uma
prova
negativa;
e
tal
qualidade
de
provas
não
tem
valor
algum,
quando
não
veem
re
forçadas
com
alguma
prova
positiva,
contra
um
facto
positivo;
mas
além
disso
é
ir
racional
como
que
induz
ao
absurdo.
S.
Paulo
na
sua
Epistola
aos
Romanos
não
falia
em
S.
Pedro,
mas
também
não
falia
em
S.
João
Evangelista
na
sua Epistola
aos
Ephesios,
nem
falia
em
S.
Thiago
na
sua
Epistola
aos
Hebreus,
e
como
o
seu
silencio
a
respeito
de
S.
Pedro
prova
que
elle
não
esteve
em
Roma,
o
seu si
lencio
a
respeito
de
S. João
deve
provar
que
não
esteve
em
Epheso,
e
de
S.
Thiago
que
não esteve
em
Jerusalém.
2. °
«Ser
desconhecido
dos
romanos
o
crucificar
de
cabeça para baixo»,
de
que
usavam
os
parthos.
Este
esmigalhou
o desde
que
teve
de
reconhecer
que
os
egypcios
também o
empregavam,
e
confessou
que
teriam
po
dido
conhecer outros
povos
este
suppli-
cio;
e
porisso
passamos
adiante.
3.
°
«Não
se
fazer
menção
nos
Ados
dos
Apostolos
do
apostolado
de
S.
Pedro,
que
não
saiu
da
Galilea,
da Samaria
e
da
Judea».
Não
é
exacto
isto.
Os
Ados
dos Apo
stolos
até ao
cap.
XV
faliam
com
deten
ção do
apostolado
de
S.
Pedro não
só
nas
regiões
cujo
nome
acabamos
de
lèr,
mas
até na Syria, em que
não
falia o
articulista.
D
’
ahi
por
diante, como este
livro foi
escripto
por S
Lucas,
discípulo
de S.
Paulo
a
quem
accompanhou
nas
suas
viagens
até
á
sua
primeira
prisão
em
Roma,
só
deste
se
occupou.
O cap.
XV
faz
menção
do
Concilio
de
Jerusalem
em
51
ou
52.
Mas
ainda
que
os
Ados
ajuntassem
a
Syria
sómente
á
Judea,
Samaria e Gali
lea,
nem
porisso podia o
articulista
af-
(irmar
que S.
Pedro não
apostolou em
nenhuma
outra
região.
Na Epist.
de
S.
Paulo
aos
Gaiatas
(II)
lemos
que,
«tendo
vindo
Cephas
(S.
Pedro?)
a
Antiochia,
lhe
resisti
em
sua
face,
porque era
repre-
hensivel.
Porque
antes
que
chegássemos
os
que
eram
enviados
por
Jacob,
comia
com
os
gentios;
mas depois
que
chega
ram,
subtrahia-se,
e
separava-se,
temendo
escandalisar aos que
eram
circumcidados
(vv.
II,
12)».
Se
considera
Cephas
o
mesmo
Apostolo
que
S
Pedro,
ahi
o
tem
em
Antiochia,
contra
o
que
linha
aílir-
rnado,
se
o considera
outra
pessoa,
não
póde
sustentar
que
houve
continuas
e
graves
dissenções
entre S.
Pedro
e
S.
Paulo.
Mais:
a
primeira
Epist.
de
S.
Pe
dro,
datada
de
Babilónia,
diz
claramente
que
apostolou
fóra
dos tres
pazes
que
lhe
marcou:
em
Roma,
se
tomar
Babi
lónia
no
sentido
figurado
em
que
se
to
mavam
os primeiros
chrislãos;
em Babi
lónia,
se
a tomar
no
sentido
litteral.
Em
qualquer
dos
casos
o
resultado
é
o
mesmo,
n
’esle
ponto.
O
historiador
Eusebio,
narrando
o
mar
tyrio
de
S.
Pedro,
aflirma
-que
no
Egypío
alguns
marlyres
soffreram
aquelle
suppli-
cio
(a
cruz
voltada
para
baixo),
que
era
dado
aos
malfeitores»:
e
querendo
con-
tradictar
este testimunho
diz: «Tudo
con-
jecturas,
tudo
versões
mais
ou
menos
duvidosas,
copiadas
por escriptor
(Euse
bio) que
graves
historiadores
tem
em
pouca
consideração,
por
ser
muito
into
lerante
em assumptos
religiosos,
plagiario
e
pouco
conhecedor
da
língua
grega».
Quem
falia
em
conjecluras, e
em
ver
sões
mais
ou
menos
duvidosas?
quem
ainda
não
arriscou
nenhuma
importante
que
não
fosse
logo
contrariada!
Os
graves
histo
riadores
são
protestantes
que
escreveram
a sabor
de
suas
aversões,
e
que
não
po
dendo
contradizer Eusebio
procuraram
des-
accredital-o.
Eusebio
era
«muito
intole
rante
em
assumptos
religiosos»,
tão
in
tolerante
que
foi
protector
dos
arianos
junto
do
imperador,
e
não
perdia
occa
sião
de
os
encher
de
favores.
Serão
mais
tolerantes
os
protestantes
cujas
inépcias
copia?
Chamam-lhe
plagiario
por
ter
co
piado
nas
suas obras o
que
de melhor se
tinha
e
cripto
antes
d
’
elle;
mas
era
esse
o
fim
principal
e
declarado
das
suas
obras:
mas
aquelles
que
hoje
plagiam
dos
que
os
precederam,
mas
sem
o
declararem,
não
serão
plagiários?
Ora,
isto
é
o
que se
vê,
dentro
e
fóra
d
’
esle
paiz. E
’
possível
que
íosse
«pouco
conhecedor
da
linga
grega»; mas
nasceu
na
Palestina,
onde
eslava
muito
vulgari-
sada
no
seu
tempo, e
já
de
muitos
ân
uos
antes;
o
seu
nome
Eusebio é
grego;
foi
bispo de
Cesarea
na
Palestina,
e todas
as
suas
obras
escreveu-as
em
grego.
Conhecerão
melhor
esta
lingua
o
no
ticiarista,
e
os
censores
de quem foi
co
pista irreflectido?
E
vamos
ao
final
do
«Jornal do
Com
mercio»:
«Admiltindo
que
elle
(S.
Pedro) ti
vesse
aquelle
fim,
o
que
não
está demon
strado,
pois
que
desde
a
sua
ultima
dis
puta
em
Jerusalem,
no
anno
52
da
nossa
era,
não
apparecem
noticias
delle,
nem
nos
escriptos
dos
evangelistas,
nem
em
outros
documentos
d
’
esse
tempo».
Não
sabemos se o
«Jornal
do
Com
mercio»
quer
a
certidão
de
obito
de
S.
Pedro
para
dizer
que
está
demonstrado
o
tim
que
leve
o
p.iucipe
dos Apostolos;
mas
se
não
é
isso,
hade
convir
que
não
me
rece
o
nome de
critico.
O
articulista
que
não
léu
o
Novo
Te
stamento e
não sabe
nem o
que
seja,
nem o
que
n
’
elle
se
contém,
atreve-se
a
escrever
o
período
que
deixamos
co
piado.
Repetimos
que
em Jerusalem
nenhuma
disputa
S.
Pedro
teve,
a
não
ser
com
os
do
Conselho
da
sua
nação;
o
que
diz
em
contrario
o
«Jornal
do
Commercio»
de
nuncia
a
repugnância
que
o affasta
dos
livros
do
Novo
Testamento;
é
lambem
essa
a
causa
unica
para
dizer
que
depois
do
«anno
52
da
nossa
era,
não
appare
cem
noticias» de
S.
Pedro.
Pois
não
o
serão,
e
bem
aulhenticas
as
que
de
si
mesmo
dá
na
1.
a
Epist.,
do
A.
58,
e
a
2.
a
,
do
A.
63?
N
’
este
anno,
pois,
o
decimo
terceiro
posterior
á
sua
data
de
52,
ainda
>.
Pedro vivia. Estas
noticias
valem
bem
quaesquer
outras.
Queria
co-
nhecel-as
sem
se
dar
ao
trabalho
de
estu
dar
!
Se
não
se
limitasse
a
seguir pégadas
do
seu
antecessor n
’esta desgraçada
cri
tica,
e
a
copiar
meia
duzia
d
’
escriptores
bordalengos, não
teria
exigido
que
os evan
gelistas
incluíssem
no
Evangelho
noticias
de S.
Pedro,
ou
que
escrevessem
livros
para
satisfazer
a
supérflua
curiosidade
do
articulista,
e
outros
que
taes.
O
unico
evangelista que escreveu
fóra
do
Evange
lho
foi
S.
Lucas,
e
este
mesmo,
apezar
de
ser
companheiro
inseparável d’
elle
não
só
ommilliu factos
de
grande
importância,
como
a
sua segunda
prisão
e
o
seu
mar
tyrio,
o
que já
tivemos
de notar,
mas
até
a
discussão
entre
os
dois
Apostolos,
que
só
pelo
proprio
S.
Paulo
sabemos.
De
modo
que
é
o
proprio
hiper
critico
o
primeiro
a
conculcar o
critério
que
aca
bava
d
’estabelecer,
tão
inepto
reconheceu
que
era.
Ainda outra exigencia.
mas
esta só
mente
accusa descommunal
ignorância da
historia.
Qoiz
achar
nos
documentos do
tempo
de
S.
Pedro
noticias
da
sua
estada
e
do
seu
martyrio
em
Roma;
pois
bem,
ahi lhe damos
tres,
um
do
proprio
S.
Pedro,
e
os
outros
do
Papa
S.
Clemente,
e
do Bispo
Santo
Ignacio.
No
1°,
Ep.
dirigida
aos
christãos do
«Ponto,
Galacia,
Capadócia,
Asia,
e Bi-
thinia»,
diz
S.
Pedro.
«A
egreja que
está
em
Babilónia, escolhida
comnosco,
e
Marcos
meu
filho
vos
saúdam».
Toda a
antiguidade
considerou
Babi
lónia
como
representando
a
Boina
pagã
segundo
o
modo
de
fallar
dos
primitivos
christãos.
Foi só
no
século
XVI
que
Cal-
vino
e
depois
d
’
elle
outros
protestantes
se
lembraram
de
que
devia
lomar-se
esta
pa
lavra
no sentido
litlerai.
para
poderem
negar
que
este
Apostolo
tivesse
morrido
em
Roma.
Logo
veremos
que
esta
pertenção,
continuada
recentemenle,
nada
tem
de
ra-
soavel.
S.
Clemente
(contemporâneo
e compa
nheiro
de S. Pedro e
S.
Paulo,
e
Papa
no
anno
91),
na
sua Ep.
aos
de
Corintho
dá
testimunho do
martyrio d
’
estes
Santos
Apostolos
em Roma,
e
nas
Const.
Apost.
(liv.
7)
aflirma
ter
sido
por
S.
Pedro
or
denado
Bispo em
Roma;
e
quando
seu
fim
se
aproximava,
deixou-lhe
o
episc
pado
de
Roma.
Santo
Ignacio
martyr,
bispo de Smir-
na,
e
discípulo
como
aquelle
dos Aposto
los,
escrevendo
aos
Romanos
pede
lhes
que
se
não
opponham ao
seu
martyrio,
mas
não
lh’
o
«ordena
como
o
fizeram
Pedro
e
Paulo».
Todos
estes
documento
são
d
’
esse
tem
po
; e ominittimos outros muitos
do
l.
°
e
2.°
século
por
nos
parecerem inú
teis.
Quanto
a
Babilónia,
que
o
noticiarista
ocamilliii,
cuidando
que
d
’
este
modo evi
tava
uma
grandíssima
difliculdade;
quinto
a Babilónia,
não
ha
remeJio
senão
con
servar-lhe
a
significação de
Roma, que
sempre
leve, tanto
porque
não
havia
no
tempo
de
S.
Pedro
egreja
nenhuma
em
Babilónia,
sendo
posteriormente
a
431
que
alli
se
findou
uma,
e
se
lhe
deu
Bispo;
como
porque
a
egreja syriaca,
que
já
contava
cmco
séculos,
e
na
sua
jurisdic-
ção
incluía
Babilónia
e
seu
termo,
não
só
nunca
revindicou
para
si
a
gloria
de
ter
sido
a
residência,
e o logar
do
mar
tyrio
de
S.
Pedro,
mas
até
pela
sua ly-
thurgia.
a
sua
historia,
e os
seus
melho
res
escriptores,
assim
antes
como
depois
da
heresia
de
Nestorio,
confessou
e
feste
jou
a
morte
de
8.
Pedro
em
Roma,
numa
cruz
voltada
para
baixo.
O
mesmo
dizemos
da
egreja
Jacobita,
da
Arménia,
de
todas
as outras
egrejas
do
Oriente,
o
que
ellas
não
fariam
se o
Príncipe
dos
Apostolos
não
tivesse
mor
rido
em
Roma;
e
mais não
queremos
pas
sar
a
quem
do
quinto
século.
S. M.
ORIENTE.
tratado
«le
Berlim.
(Continuação)
As fortalezas
Art.
11.° O
exercito
otlomano
não
fi
cará
mais
na
Bulgaria.
Todas
as
antigas
fortalezas
serão
arrazadas
á
custa
do prin
cipado,
no
prazo
de um
anno,
ou
mais
cedo
se
puder ser.
O
governo
local
to
mará
immediatamenle
medidas
para
as
destruir,
e
não
poderá
mandar
construir
outras
novas. A
Sublime Porta
terá o
di
reito
de
dispôr
a seu
livre
arbítrio
do
material
de guerra
e
outros
objectos
per
tencentes
ao
governo
otlomano, e
que
te-
nhun ficado
nas
fortalezas
do
Danúbio,
já
evacuadas,
em
virtude
do
armistício
de 31 de janeiro,
assim
como
os
que
se
achassem
nas
praças
fortes
de
Choumla
e
de
Varna.
Art.
12.°
Os proprietários musulma-
nos,
ou
outros
que
estabelecerem
a
sua
residência
pessoal fóra do
principado,
po
derão n
’
elle
conservar
os
seus
immoveis,
arrendando-os
ou
fazendo-os
administrar
por
terceiros.
Uma
commissão
turco-bul-
gara será
encarregada
de
regular,
no
de
curso
de
dois
annos,
todos
os
negocios
relativos
ao
modo
de
alienação,
de
explo
ração
ou
de
uso,
por
conta
da
Sublime
Porta,
das propriedades
do
estado
e dos
estabelecimentos
pios
(vacoufs),
e
as
ques
tões
relativas
aos
interesses
dos
particu
lares
que
alli
podessem
encontrar-se
com-
promettidos.
Os
que
sairem
do
principado
da
Bulgaria,
os
que
viajarem
ou
se
de
morarem
nas
outras
partes
do
império
ot-
tomano,
serão
submettidos
ás
auctoridades
e
ás
leis
ottomanas.
Ao
sul
dos
Balkans
Art. 13.®
Constitue
se
ao
sul dos
Bal
kans
uma
província
que
tomará
o
nome
de
Roumelia
Oriental,
e
que
ficará
col-
locada
sob
a
auctoridade
política e
mili
tar
directa
de
sua
magestade
imperial
o
sultão,
em
condições
de
autonomia
ad
ministrativa.
Terá
um
governador geral
christão.
Art. 14.°
Os
limites
da Roumelia
Orien
tal
serão:
Art.
15.°
Sua
magestade
o
sultão
terá
o
direito
de
prover
a
defesa
das
fron
teiras
de
terra
e
de
mar
da
província, le
vantando
fortificações
nas
suas
fronteiras,
e
coilocando alli tropas. A ordem
inte
rior
da
província
da
Roumelia
Oriental
se
rá
mantida
por
uma
gendarmeria
indíge
na
auxiliada
por
milícia
local.
Para
a
composição d
’estes
dois
corpos
cujos
ofli-
ciaes
serão
nomeados
pelo
sultão,
ter-se-
ha
em
conta,
confirme
as
localidades,
a
religião
dos
habitantes.
Sua
magestade
im
perial
compremette-se
a
não
emp'egar
tro
pas
irregulares,
taes
como
os
bachi-bu-
zuks
e circassianos,
nas
guarnições das
fronteiras.
As
tropas
regulares
destina
das
a
este
serviço
não
po lerão
em
nenhum
caso
estar
aboletadas
ou
alojadas
nas
ca
sas
dos habitantes;
quando
atravessarem
a
província
não
poderão
deter-se n
’
ella.
Art
16.®
O governador
geral
terá
di
reito
de
chimar
tropas
ottomanas
no
ca
so
de
que
a
segurança
interior
ou
ex
terior
da
província se
encontrasse
amea
çada.
Na
eventualidade
prevista,
a
Subli
me Porta dará
conhecimento
d
’
esla
deci
são,
assim
como
das
necessidades
que
a
justificarem,
aos
representantes
das
potên
cias em
Constantinopla.
Art.
17.®
O
governador
da
Roumelia
Oriental
será
nomeado
pela Sublime
Por
ta,
com
o
assentimento
das
potências,
por
cinco
annos
Art.
18.° Immedialamente
depois
da
assignalura
do
presente
tratado,
formar-se-
ha
uma
commissão
européa para
elaborar,
de
accordo
com
a Porta
Oltomana,
aor-
ganisação
da Roumelia Oriental.
Esta
com
missão
terá
que
determinar,
no
espaço
de
tres
annos,
os
poderes
e
as
attribuições
do
governador
geral,
assim
como o
regí
men administrativo, judiciário
e
financeiro
da
província,
tomando
por ponto
de
par
tida
as
diflerentes
leis
acerca
dos vilayels
e
as
propostas
feitas
na
oitava
sessão
da
conferencia
de
Constantinopla.
O conjun-
cto
das
disposições
determinadas
para
a
Roumelia
Oriental
serão
o
assumpto
d
’um
lirman
imperial, que
será
promulgado
pe
la
Sublime
Porta,
e
do qual
fará partici
pação
ás
potências.
Art.
19.v
A commissão
européa
será
encarregada
de examinar,
de
accordo
com
a
Sublime
Porta,
as finanças da provín
cia
até
ao
complemento
da
nova
organi-
sação.
Art.
20.°
Os
tratados,
convénios
e ac-
cordosOnternacionaes
de
qualquer
nature
za
que sejam, concluidos
ou
por
concluir
entre
a
Porta
e
as
potências
estrangeiras,
serão
applicaveis
na
Roumelia Oriental
co
mo
em
todo
o império otlomano. As im-
munidades
e
privilégios
adquiridos
pelos
estrangeiros,
seja qual
fôr
a
sua
condição,
serão
respeitados
n
’esla
província.
A
Su
blime
Porta
compromette-se
a
fazer obser
var
alli
as
leis
geraes
do
império
sobre
liberdade religiosa
a
fa»or de todos os cul
tos.
Art.
21
®
Os
direitos
e
obrigações
da
Sublime
Porta,
no
que
diz
respeito
aos
caminhos
de
ferro
na
Roumelia
Oriental,
conservam
-se intregralmente.
A
occupação
russa
Art.
22.
®O
effectivo
do
corpo
de
occu
pação
russo
na
Btfgaria
e
na
Roumelia
Oriental, será
composto
de
seis
divisões
de
infanteria
e
de
duas
divisões
de
ca-
vallaria, não
excederá
de
50:600
homens,
e
será
mantido
á
custa
do
paiz
occupa-
do.
As
tropas
de occupação
conservarão
as
suas
communicações
com
a Rússia,
não
só
pela
Roumania,
segunlo
os
accordos
a
concluir
entre
os
dois
estados,
mas
lambem
pelos
portos
do
mar
Negro, Var
na
e
Bourgas
onde
poderão
organisar-se
para
a
duração da
occupação
da
Roume
lia
Oriental
e
da Bulgaria
pelas
tropas
imperiaes
russas
que
está
fixada em nove
mezes
a
datar
da
assignalura
do
presente
tratado.
O
governo
imperial
russo
compromet
te-se
a
terminar,
no prazo
ulterior
de
tres
mezes,
a passagem
das
suas
tropas atra
vez
da
Roumania
e
a
evacuação completa
d
’
este
principado.
A
parle
da
Áustria
Art.
23.°
As
províncias
da Bosnia e
da
Herzegovina
serão occupadas
pela
Aus-
tria-Hungria O governo
da Auslria-Hun-
gria,
não
desejando
encarregar-se
da
admi
nistração
do
sandjan
de
Novi-Bazar,
que
se
estende
entre
a
Servia
e
o Montene-
gro
na direcção
sudoeste,
até
além
de
Mi-
trovitz,
a
administração
oltomana
conti
nuará funccionanlo
alli
todavia, afim
de
as
segurar
a conservação
do
novo
estado po
lítico,
assim
como
a
liberdade
e
a
seguran
ça das
vias
de
communicação;
a
Áustria-
Hungria
reserva-se
o
direito
de
conservar
guarnição
e
ler
estradas militares e
com-
merciaes
em
toda
extensão
d
’
esla
parte
do
antigo
villayet
da
Bosnia.
Damos hoje o
novo
programma
dá
iIlustre
Commissão
do
Monumento
para
os
festejos
da
entrada
da
Ima
gem
da Virgem
Immaculada.
Differe
notavelmente
do
primeiro
programma, que
era
sem
duvida
mais
pomposo,
mas
que
nas
actuaes
cir-
cumstancias se
tornava
inexequível
em
razão
da mais
urgente
necessi-
dade de
concluir
a obra
da
capella
onde
se
ha
de
collocar
a
nova
Ima
gem.
S.
Domingos.
—
Com
missa solcmne
e
sermão
festeja
ámanhã
o
recolhimento
de
S.
Domingos
da
Tamanca
o
seu
glorioso
Padroeiro.
E
*
ortiiignl
antigo
e moderna
Recebemos
o
fascículo
126.° do
importante
diccionario
Portugal
antigo
e
moderno,
cuja
publicação
esteve
interrompida
em
razão
da
pertinaz
doença
que
soffreu
o
seu
inde-
fesso
auctor,
o
nosso
amigo
snr.
Pinho
Led.
Termina
com
este
fasciculo
o
volume
sétimo
e começa
o
oitavo
com
a lettra
G.
eieitoi-aes.—
Em
se
gunda
reunião
da
commissão recenseadora
que
teve
logar
ante
hontem. foi
por esta
adoptada
a
designação
das assembleias
elei-
toraes
feita
ha
dias
pelo
conselho
de
di-
stricto.
EE
oím
-íesajM
do
ilonte.—
O
pho-
lographo
Fiiiz, da cida
le
do Porto,
esteve
alguns
dias
no
Bom
Jesus
do
Monte,
po
r
conta
da
Commissão
do
Sanctuario,
tirando
vistas
dos melhores
pontos,
que
serão po-
slas
á venda,
como
receita
para
o
mesmo
Sanctuario.
Anniineio
jubilou».
—
Allte-hontein
percorreu
as
ruas d
’esta
cidade
uma
banda
de musica,
e lançaram-se
muitos
foguetes
annunciando
aos
biacarenses
a
chegada
ao
Porto
da
sagrada
Imagem
Je
N.
Se
nhora da
Conceição
destinada
á
capella
do
Sameiro,
a qual
será
na
próxima
quarta-
feira
condusida
para
esta
cidade,
conforme
o
programma que
hoje publiâmos
no
pri
meiro
logar
d
’esta
folha.
Tranwfes-esaeis»
de
festivtdade.
—
Foi
transferida
para
o
domingo
II
do
cor
rente
a
festivi
fade
do
Corpus
Crisli,
que
tinha
de
se
effectuar
ámanhã
na
parochial
egreja
de
S \
iclor.
Motivou esta
transferencia
a
eleição
ca-
mararia a
que
n
’
aquella
egreja
se
vae
pro
ceder.
Failecimento.—
No
dia
23
de
junho
falleceu
no
Rio
de
Janeiro,
para onde
de
Pernambuco havia partido
afim
de procu
rar
allivio
aos
seus
solfrimentos,
o
nosso
patrício
o
sur.
Antonio
Ferreira
d
’
Almeida,
irmão
do
nosso
presado
amigo
o
snr.
dr.
Constantino Ferreira
d’
Almeida,
illustrado
sacerdote
d
’
esta cidade
de
Braga,
e
pnmo
do
snr.
Constantino
Rodrigues
d
’Almeida
Braga,
aclualmenle domiciliado
na
cidade
do
Recife,
d
’
aquelle
império.
A
estes
cavalheiros
o
nosso
pezame.
fflelhorfts.
—
Ao
exc.mo
snr.
D.
San-
cho
Manuel de
Vilhena,
nosso
especial
amigo
e
um
dos
poucos
existentes fun
dadores
do
jornal
«A
Nação»,
damos cor-
deaes
parabéns
pelas
melhoras
que
tem
experimentado
nos seus
padecimentos,
e
fazemos
votos para
que
ellas
sejam
com
pletas.
CoMeuraos.
—
Por
decreto
de
3')
de
julho
foi
mandado
abrir
conrcursos
docu
mental,
pelo
prazo de
30
dias
a
contar
d
’aquella
data,
para
o provimento
das
se
guintes
egrejas:
Britello (S.
Martinho),
concelho
de
Ponte
da Barca,
diocese
de Braga.
Carniçães
l(Nos
‘-a
Senhora
da
calçada),
concelho
de
Trancoso,
diocese
de
Pinhel.
Figueiró
da
Serra
(Nossa
Senhora
da
Conceição),
concelho
de
Gouveia,
diocese
da
Guarda.
Melgaço;
(S.
Paio),
concelho
de
Mel-
gaço,
diocese
de
Braga.
Murça
(Santa
Maria),
concelho
de
Murça,
diocese
de
Braga.
Valle
íSanta
Calhirina),
concelho
e
dio
cese
de
Beja.
Villa
Nova
de
Mtiiiia
(Santa
Maria), con
celho
da
Ponte
da
Barca, diocese
de
Bra
ga.
Este
é
por
provas
publicas,
e
a
contar
do
dia
26 de
julho.
.E
os
-
bsrks
eí»»»deis
*
ní»d
—
O
«Ami
des
Campagnes»
refere
que
os jornaes
«Pe-
tile
Republique
française»,
«Petil
National»
e
«Pelit
Lyonnais»
foram
condemnados,
os
dois primeiros
a
2:000 francos
de
multa,
6:000
francos
de
datnnos
e
per-
das,
e
os
gerentes
a
trez
mezes
de
pri
são;
e
o
ultimo
a
1:000
francos
de
mul
ta,
e
5:000
francos
de
damnos
e
perdas,
e
o
seu
gerente
a
um
mez
de
prisão.
Além
d
’isso aquelles á publicação
da
sen
tença
em
dez
jornaes,
e
este
em
cinco.
Deu
causa ao
respectivo
processo,
in
tentado
pelo
Superior
geral
das Escolas
Christãs,
o caríssimo
irmão
Irlide,
o
ter
o
primeiro
d
’
estes jornaes
propalado,
e
os
outros
transcripto
a
noticia,
que
irmã
da
escola
de
Chàlilíon
(Cole-d
Or)
linha
maltraclado
com a
maior
das bru
talidades
uma
das
suas
discipulas.
Em
Lille,
o
«Grelot»
foi
condermado
por
diffatnação
e
falsas
noticias
contra
os
PP.
Dominicanos a
500 francos
de
muita,
500
francos
de
damnos
e
perdas,
e
pu
blicação
da
sentença
em
cinco
jornaes.
Se
por cá
se fizesse o
mesmo,
qnan-
tos
jornaes
liberorios
escapariam
da
cadeia-
e
quanto
não
ficaria
engoiado
o colre das
chafaricas
e
dos
propagandistas de vario
tamanhos
e
feitios?!
Ctirieso.—
Um
pariodico
de
Vienna,
a
«Folha
dos
estrangeiros»,
refere
o
se
guinte
facto occorrido
na
Bulgaria:
Alguns bandidos
entraram
em
casa
d
’
utn padre
para
roubar,
e
declararam-
lhe
que
comprehendiam
que
iam
commet-
ler
um
peccado,
mas
que
tencionavam
tomar
parte na
guerra
contra
os
in
fiéis,
e ten
lo
isto
de valer-lhes
a
absol
vição,
peccado
de
mais
ou
de
menos
pouco
influiria
na
conta.
O
padre,
tornou-lhes
mui
tranquilla-
mente:
—
Se é
para
fazerem guerra
aos
in
fleis,
não
só
lhes
darei
dinheiro,
mas
até accrescenlarei
lambem
a
minha bênção.
Assim
dizendo,
entregou-lhes
800
ru
blos,
foi
buscar
agua
benta,
e
aspergiu-os
com
profusão.
Os
bandidos
retiraram-se
e o
padre
correu
á egreja
e
tocou os
sinos
a
reba
te.
Acudiu
o
povo,
e pondo-o
ao
cor
rente
do
que
succedera,
convidou
os
seus
freguezes
a
sairem
em
busca
dos
ladrões,
aos
quaes
facilmente
reconheceriam,
pois
que
o
padre
os
tinha
aspergido
com
tinta
de
escrever
em
vez
de
agua
benta.
Effectivamente,
os
bandidos
foram
al
cançados
e
não
tiveram
meio
de
negar;
os fatos,
a
cara
e
as
mãos,
manchados
de
tinta
denunciaram-nos
claramente.
I?í
»
visnetito
«Io
Ilííspiíi
*
!
ale
S.
tHareoa
—
Doentes
existentes
em
21
de
julho:
64
homens
e
102
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
33
homens
e
23
mulheres.
Sahiram:
19 homens
e 22 mulheres.
Falleceram:
5
homens e
3
mulheres.
Ficaram
em tratamento
em
27
de
julho
73
homens
e
100
mulheres.
freça
alas
eereaea.
—
Na
terça-feira
ultima,
n
’esta cidade,
o preço
dos
cereaes
foi
:
Tngo
................................................
800
Centeio........................................
540
Cevada............................................ .
480
Painço
..............................................
500
Milho
branco
................................
•
440
»
amarello
...............................
4o0
Milho
alvo....................................... 550
Feijão
branco
................................
800
»
vermelho..............................
900
»
amarello
....
700
»
rajado
................................
600
»
fradinho...............................
500
Batata
..............................................
560
Azeite.
......
5^200
Auvu
ealatniUade.
—
Os
habitantes
de
Algarve
estão assustados
por
causa do
llagello
destruidor
das
figueiras,
cuja
pro-
ducção
formava
uma
das
principaes
fon
tes
de
receita d
’
aqnella
província.
£Se:»etlio
contra
ua
bexigas.—
Uma
revista
estrangeira aconselha
e
re-
commenda
o
processo
usado
peio
doutor
Pioch
para
combater
as
bexigas,
cujo
tra-
claraento foi
praticado
com
bons
resulta
dos
durante
uma
das
ullimas
epidemias
da
dita
enfermidade
que
reinou
em
Lyon.
As
epocha
mais
perigosas
para
o enfermo
são:
durante
os
trez
primeiros dias,
no
caso
de que
não
possa declarar-se a
eru
pção,
e durante
a
febre
para
a
superução,
quando
as
pustulas
se
inflamam,
e
n
’
este
estado
critico
para
o
enfermo,
ó
quando
tem
applicação
o
tractamento
do
doutor
Pioch,
que
modifica
a
rapidez
da
supu
ração,
e
ainda
a
natureza
do
puz
va-
rioloso.
Consiste
no
melhodo
curativo
em
cobrir
lodos
os
grãos,
desde
o
séti
mo
dia
a
patir da
apparição
da
enfermi
dade
com
uma
mescla
de
trez
partes
de
glicerina
e
uma de
tintura
de
todo,
operação
que
se
pratica
facilmente
por
meio
d
’
um
piucelzinho,
repetindo
se
cadaqui-
fro
horas
durante
quatro
dias,
isto
é,
até
o
dia
12
a
partir
da
origem
da enfermi
dade.
Questão
do
©riesite.
—
Os últimos
lelegrarnmas
relativos
á
questão
do
Oriente,
são
os
que seguem:
Londres
30
—Na
camara
dos
deputados
o marquez Hartington
sustentou
a
sua
moção
contra
o
governo
e comparou
as
de
clarações
pedidas
pela
Rússia antes
da
guer
ra
com
as
estipulações
do
tractado
de
Ber
lim.
A
discussão
continuará
hoje
com
viva
cidade.
0
governo
tem
assegurado
grande maio-
f|
a
na
camara
dos
lords.
Granville
disse que
em vista
da
maio
ria
de que
dispõe
o governo,
julgava
inu-
fazer
qualquer
proposta
referente
ao
tractado de
Berlim.
Lord
Beaconsfield
desafiou
a
opposição
a
propor
um voto
de
censura.
Vienna
30
—As
tropas
austríacas
occu-
Param
Gradiska,
na
B
snia.
A
guarnição
hirca
já
se
retirou. A
Turquia
ratificou
0
tractado
de
Berlim.
Os
monlenegrinos
estão
descontentes
das decisões do
con
gresso;
partiram
3:090
para
juntar-se
aos
insurgentes
da
Herzegovina.
Os russos eva
cuaram
Dubroudscha.
Londres
31
—Proseguiu
na
camara
dos
deputados
a
discussão
da
moção de
Har
tington.
Gladslone
filiou
durante
3
ho
ras,
defendendo
a
politica
do
seu gabine
te,
con
lemnando
a
politica
do
governo
actual,
e a
convenção
de
junho.
O
ministro
Cross
responde
ao
snr.
Gla-
dstone;
a
discussão
foi
adiada
para
depois
de
amanhã.
Lord
Beaconsfiel
e Gladslone
trocaram
varias
cartas
relativamente
a
epithetos
de
que
lord
Beaconsfield
argne
Gladstone.
Augmenlam as
probabilidades
de
que
a
Áustria
e
a Turquia, concluam uma
convenção
analoga
á
convenção anglo-
turca.
Vienna 31—
Corre
o
boato
de
que
os
turcos
se
recusam
a
evacuar
Varna
sem
que
previatnenle
os
russos
se tenham
afas
tado
a
18
léguas
de
Constantinopla.
A
occupação
da
Bosnia
e
Herzegovina
estará
completa
em
15
de
agosto.
Berlim
31
—
A
Allemanha
ratificou
o
tra-
clado
de
Berlim.
Em Seragivo,
capipal
da
Bosnia,
está-
se
em
completa
anarchia.
Os
insurgentes
distiluiram
o
governador
e
saquearam
o
arsenal.
Londres
31—Jenkins
annunciou
que
fa
rá
urna
interpellação
para
saber
se
a
conven
ção anglo-turca não
é
contraria
ao
tractado
de
Berlim.
Selvagens
na
exposição.
—
Cinco
pelles
roxas
visitaram
no
sabbado ultimo
a
exposição
universal,
diz
um
collega.
Estes
selvagens, cuja
apparição
produ
ziu
verdadeira surpreza
no
Campo
de
Mar
te,
e
no
Trocadero,
eram
acompanhados
por
um
oílicial americano
que
lhes
servia
de
interprete.
São
de
estatura
elevada,
e
trazem
na
cabeça
um diadema
adornado
com
pennas
de
varias
côres.
O
seu
traje
é
simplíssimo,
pois
consiste
n’
uma
camisa
de
couro
com
um
cinturão
cheio de
ava-
lorios.
SECÇÃO
D£
C0MMU1ÍICAD0S
Snr.
redactor.
Surprehendeu-me a
leitura
d’
um
com-
municado
do
snr.
Antonio
Augusto
dos
Santos,
de
Avelanoso,
concelho
de
Vi-
mioso,
inserto
em
o
numero
1391
da
«Democracia»
sob
a
epigraíe=O
cura
de
Avelanoso
e
a
sua
Marlia=,
no
qual
gra
tuita
e
profundamenle
se
avilta
o
cará
cter
illibado
do
eximio
dr.
Antonio Au
guslo
Rodrigues,
que,
no
impedimento
do
exm.°
e
revm.0
prelado,
ora
preside
ao
rigimen
da
diocese
de
Bragança
e
que
por
seus
discretos
actos
governalivos
tem
captado
a
estima
geral
da genle sensata
d
’
esta
diocese.
Não
posso,
pois,
ficar silencioso ven
do
tão
vilmente conculcada
a
dignidade
e
virtude
d
’
aque'le
inoffensivo
ecclesiastico.
O
celebre articulista, snr.
redactor,
de
pois de
invectivar
contra
o
seu
encom
mendado
e
sua
«marlia»,
prorompe
em
frase
desbragada
contra
o
exm.°
gover
nador,
por
este
haver
desdenhado
uma
delação,
feita
contra
o
mencionado
paro
dio
—
Francisco Meirinhos
—
, e
lhe
ler
si
do
reiterada
a
carta
d
’
encommendação,
ousando
até
apodal-o
de
cúmplice das
im-
pndicicias
do
snr.
Meirinhos.
Eis
o
vomito
pestilento
do
asqueroso
reptil:
«Ha
mezes
foi dada
pelos
habitantes
de
Avelanoso
uma parle
contra
elle
fen-
commendado) ao
snr.
governador
do
bi
spado
de
Bragança.
E
o
que
fez
o
snr.
governadoí?
Em
logar de
punir
o
crime
e
fazei
o
apartar
da
sua Marlia,
fez
exa-
ctamente
o
contrario; deu
lhe
de
novo
a
encomtnendação, e mandou-lhe
melter
a
sogra
em
casa;
vivem
todos
em
commum.
Prova
isto que
sua
exc.
a
olha
pouco
pa
ra
seus deveres
em
matéria
de religião;
do
contrario
não
procederia
assim
»
Sendo,
como
é,
conhecida
a
rectidão
do
exm.°
snr.
Antonio
Augusto
Rodrigues
que,
no
exercício da
sua auctcridade sabe
usar
de brandura
não
remissa,
e
empre
gar
o
rigor, depois
de esgotados os
meios
que á
prudência
lhe
aconselha
para
con
quistar
aquelles
súbditos,
que,
poslergan
do
seus
deveres,
se
transviam
e
immer-
g.em
no
lodaçal
do
crime,
o
que
assaz
é
demonstrado
pela
resenha
dos
fados,
oc-
corridos
na
diocese,
cuja
notoriedade
me
dispensa
de
enuraeral-os, para não
assoa
lhar
os
defeitos
alheios,
nem
descer
á
no
menclatura d
’
alguns
delinquentes
que
es
tejam
já
corrigidos:
quem acreditaria
que
o
dito
governador
insinuasse, ou,
para
reproduzir
os
termos
elegantes do snr.
Santos,
mandasse
ao
snr.
Meirinhos
met-
ter
a
«sogra»
em
casa?!
D
’
onde
houve
o
snr.
Santos
esta
noticia?
Seria
de
entre
vista ou
escriplo
particular
que
se
com-
municasse entre
o
parocho
e
o
governa
dor?
Oh! a
existir tal relação,
sem
duvi
da
era
ella
uma
energica admoestação,
como
em
casos
idênticos
faz sempre o
snr.
Rodrigues.
Achar-se-ha
accentuado
na
mesma carta
d
’
encominendação
o
precei
to
filantrópico
de alimentar
a
«sogra»?...
Asserções
assim
infundadas,
e
frases
tão
arbitrarias,
arremessadas ás
faces
veneran
das
do
exm.°
governador
com
ar
de
igno
minia
e
tripudio,
bem
denotam
a
im
pudência
e
descaro
do
famoso
escrevinha
dor.
O
snr.
Santos
deverá
córar
de
ru
bor,
se
o
pejo e
a
vergonha não
lhe
tiverem
sido
crestados
já
das
faces.
Que
este
indivíduo,
snr.
redactor,
agrupando-se
a
socios da mesma laia,
em
uma
orgia
in
frene
formulasse taes
frases,
disputando
ás
regateiras
a
sua
linguagem
hedionda,
e
repartindo
entre
si
a
mutua
e
estulta
hilaridade,
ainda
se
comprehende;
mas
que
viesse
polluir
a
imprensa
com
taes
disla
tes...,
e
que
haja
folhas
jornalísticas
que
se
aluguem
e
degradem
a
inserir
nas
suas
columnas
períodos
d
’esta
ordem,
cuja iné
pcia
e
falsidade
é
de
primeira
intuição,
isso
não se
explica
pelos princípios
da
dignidade
e
decôro,
devidos á
mesma im
prensa!!...
Ommittindo
o
resto
do
artigo
do
snr.
Santos,
fértil
em
impropérios,
e
baldo
de
lógica
e
verdade,
farei
apenas
menção
de
parte
d
’
um
outro
trecho,
em
que
imme-
recidaraenle
se
queixa
da
«pretendida
in
justiça» do
snr.
governador.
Continua
assim:
«Foi
de
novo
dada
uma
encommen-
dação
a
elle
e
á
sua
Marlia.
Diga-me,
snr.
redactor,
podemos
nós
acreditar
em
aucloridades
religiosas?
Podemos
nós estar
com
attenção
ao
sacrifício
da
missa
dita
por
este
hypocrita?
etc.
etc.»
Não
abusarei
mais da paciência
dos
leitores
do
«Commercio
do
Minho»,
tran
screvendo
palavras
estólidas,
e ideias
ex
travagantes;
nem
perguntarei
ao
snr.
San
tos
pelo
titulo
que
auctorisa
a
nova
Dia
conisa
a
quinboar
a
administração
da
freguezia.
Admiro
sim
que
o
snr.
San
tos,
educado
n
’
estas
terras,
onde
não
se
descura
ainda
a
instrucção
religiosa,
mi
nistrada
pelos
paes
em
os lares
domésti
cos,
ou
supprida pelos
mestres
nas
esco
las
primarias, chegue
a
ostentar
a
sua
crassa
e
supina
ignorância
a respeito
da
essencia
do
sacrifício
da
missa!...
Ignora,
porventura,
que
o
valor
d
’
esle sacrifício
em
nada
depende
da
boa
ou
má
conducta
do
oíTerente
visivel,
e
que
a
sua
virtude
e
eflicacia
proveem
illesas
da
Innocenle
Victima
que
alli
se
immola
em
holocausto
incruento,
commemorando
a
instituição
do
Sacramento
Eucharislico
era
a
noite
da
Ceia,
e
o
cruento
sacrifício
do
Calvario,
em
que
o
Martyr
do
Golgolba regenerou
o
genero humapo?!...
Eu
não
quero,
snr.
redactor,
justificar
com
isto
o
procedimento
irregular
d’
alguns
mi
nistros
do
altar;
nem mesmo
conheço
o
snr.
Meirinhos,
a
quem,
sendo
verdadeira
a
accusação,
cordealmente
peço
a
sua
emen
da
salutar, evitando assim o escandalo
que,
porventura,
tenha
causado,
e
pou
pando
as
penas
que
o
exm.°
governador
necessariamente
lhe
ha
de
comm
mr,
de
pois
de
certificado
do
crime
por
meio
de
prévio
e
maduro
exame,
a
que provavel
mente
já
tenha
procedido,
o
qual
se
pó
de
fazer sine
slrepilu
judicii,
o
que
o
snr.
Santos
plenamente
desconhece.
A
inserção,
pois,
d’estas
mal
elabora
das
linhas
no
seu
muito
lido
e
acreditado
jornal
augmentará
a gratidão d
’
este
que
se
lisongea
ser
De
v.
etc
Benaposta
de
Mogadouro
27
de
julho
de
1878.
Padre
José
Antonio
Marcos
Cordeiro.
Snr.
redactor.
A
imprensa
não
é
só,
ainda
bem, o
poste
onde
se
expõem
ás
vaias da
opinião,
reputações
as
mais
intemeratas.
Se espíri
tos
baixos
e
sordidos
pretendem
inocular
em
homens,
cuja
sanidade moral
não
foi
contestada ainda,
o
virus
de suas
ulce
ras
moraes
e
o
toxico corrosivo
de
suas
paixões:
a
imprensa,
na
accepção
mais
augusta e
veneranda
da
palavra,
essa
Vestal
que conserva inextinguível
sempre
o
fa
cho
d
’onde irradia
de
luz a
verdade
em
explendorosos
reverberos,
levanta-se
como
arbitro
entre
as
velleidades
mesquinhas
de
pretenciosas
nullidades,
e a
dignidade
in
sultada,
e
o
seu
verbo
Incido
e
imparcial
é
o
desforço
da
verdade
manchada
em
suas
candidas
vestes
pela baba
fétida,
no
jenta,
asquerosa
e
peçonhenta
da
calum-
nia.
Para
esta
imprensa
appelamos
nós,
não
para
beneficiar
uma
causa
que
vae
a
transitar
no julgado incorruptível
da opi
nião
publica,
mas pira protestar
com
to
das as
forças
de
que
a
verdade
é
capaz,
contra
a
calumnia
vil
e
repugnante
de
que
tem
sido
alvo
um
nosso
superior
e
col
lega.
O
rev.0
dr.
Manoel
da
Silva Vianna
foi
insultado
n’um
papelucho, que
feliz
mente
já
não
faz fé,
por
um Proteu
que
sob
a
capa
traiçoeira
do
anonyino
se
jul
ga
a
salvo
da execração
publica.
Disse,
e
para
seu mal
escrevinhou esse
pretencio-
so
alguém
que
o
dr. Silva
Vianna, na
sua
qualidade
de
arcypreste d
’
este
dislri-
cto
ecclesiastico
de
Vianna
do Castello,
abusava
da
sua
auctoridade,
tornando
a
movei
de
manejos
eleitoraes,
e
n
’este
sen
tido
não
cessava
de
fazer
pressão sobre
os
parochos
do
concelho.
Como
cidadãos
e
como
sacerdotes,
com toda
a
força
e
energia
de
que
somos
capazes,
protesta
mos
contra
tal
calumnia,
e
teremos
cum
prido
o
impreterivel
dever
de
restabele
cer
a verdade,
declarando
solemnemente,
como
declaramos,
que
jámais
recebemos
insinuação
alguma
em
sentido
político do
muito
rev.
”
dr.
Manoel
da
Silva
Vianna,
arcypreste
do districlo
ecclesiastico
de
Vianna do
Castello.
O
abbade
de
Santa
Leocadia
de
Ge
raz
do
Lima,
José Anlonio
Pereira
da
Moita.
Francisco
Maciel
da Costa,
prior
de
Carvoeiro.
Padre
Domingos
Gomes Pereira
do
Cou
to,
encommendado
de
Serreleis.
Francisco
Antonio
de
Mattos,
abbade
de
Cardiellos.
Manoel
José
Gonçalves
Borlido
Mar
tins,
encommendado
de
S.
Salvador
da
Torre.
Luiz
Vieira Antunes,
abbade
de
La-
nhezes.
Joaquim
José de Puga, encommenda
do
da
freguezia
de
Villa
Mou.
Guilherme
Pereira
de
Castro,
encom
mendado
de
Villar
de
Morteda.
Anlonio
Joaquim
Gonçalves
Borlido,
encommendado
da
freguezia
de
Nogueira.
Francisco
Manoel
Pereira, abbade
de
Amonde.
Antonio
Norberto
de
Brito,
abbade
de
S. Loorenço da
Montaria.
Abbade
de
Mazarefes, José
Martins
da
Silva.
Palre
Manoel
Máximo
da
Silva
Vian
na,
abbade
de Sub
portella.
Anlonio
da
Costa
Torres,
abbade
de
Mujães.
Padre
Bernardo
Peixoto
Novo,
encom
mendado
de
Alvarães.
Antonio
Pereira
de
Castro
Peçanha,
reitor
em
Villa
Fria.
Antonio
Luiz
Gomes
da
Cunha,
reitor
de Villa-Franca.
Bernardino
Dias
Marques,
encornmen-
dado
de
Deão.
Joaquim
Dias Marques
de
Mattos,
en
commendado de
Villa
de
Punhe.
Antonio Lopes
de Faria,
encommen-
dado
de
Portella
Suzã.
O
encommendado
de
Santa
Marinha de
Geraz
do
Lima,
Anton
:
o
José
Lopes.
O
vigário
de
Santa
Marinha
de
Geraz
do
Lima,
José
do
Coração
de
Jesus.
Custodio
de
Jesus
Vieira
Lopes, ab
bade
de
Capareiros.
O
parocho
de
Afiife,
José
Francisco
dos
Reis.
João
Lourenço
de
Araújo,
parocho
en
commendado
de
Castello
do
Neiva.
O
abbade
de
Perre, Cândido
Caetano
da
Silva.
O reitor, Tbomaz
José
de Carvalho.
O
abbade
da
Meadella,
Domingos
Dias
Cor
rei
a
Fanba.
O
prior
de
Areosa,
José
Narciso
da
Costa-
O
encommendado
de Carreço,
Manoel
Fiiippe
Ennes
Pereira.
Prior,
Pedro
Affonso
Ribeiro.
José Antonio
da
Cunha
Solto
Maior,
parocho
encommendado
de
S.
Roinão
de
Nejva.
João
Cândido
da
Silva,
parocho
en
commendado
de
Santa
Maria Maior.
Não
protesto,
mas
é certo
que
do
muito rev.0
arcypreste
do
julgado
não
te
nho
recebido
preceitos
alguns
que
digam
respeito a eleições.
O
prior
de
Anha,
Anlonio
da
Costa
Pe
reira.
Declaro
debaixo
da
minha
palavra
de
honra,
qne
o muito
digno
arcypresle,
d’
esle
arcyprestado,
o
dr.
padre Manoel
da
Silva
Vianna,
me
não
lem
fallado
respeito
a
política,
o
que,
sendo
neces
sário,
jurarei.
Outrosim
auctoriso
o
mesmo
senhor
para
que d
’esta minha declaração possa
fazer
o
uso
que
lhe convier.
Santa
Manha de
Portozello
19
de
julho
de
1878.
O
parocho, Pedro
de
Sequeira Pinto Quei
roz.
IMBIIWW
MS
MEL
.
Já
proveniente
de algum
defeito
de constituição,
já
de
accidente,
curada
com
pletamente
pelo
tratamento
de
Mad.
Lacbapelle.
Consultas
das
3
ás
5.
27,
rue Mon-
thabor,
perto
Tolherias,
Paris.
(39
-H-)
ANNUNCIOS
Collegio dos
Órfãos de S. Caetano
Não
se
tendo
verificado
a
arrematação
annunciada,
a Commissão
administrativa
do
Collegio
dos
Órfãos
de
S.
Caetano
faz
publico
que até o
dia
11
do
corrente
mez
ás
onze horas
da
manhã,
recebe
pro
postas
em
carta
fechada,
para
a
adjudi
cação
da
demolição e
apeamento
da
par
le
de
pedra
dos
edifícios
situados
nas
Car
valheiras,
onde
tem
de
ser
erigido
o
novo
edificio
do
Collegio,
em
conformidade
com
as
condições
patentes
na
secretaria
do
mesmo
Collegio.
que
pódem
ser
examina
das
todos
os dias
não
santificados,
desde
as
9
horas
da
manhã
até
ás 3
da tarde.
As
propostas
deverão
conter
a
decla
ração
de
que
os
proponentes
se
prestam
a
depositar
no
cofre
da
administração a
importância
de
5
por
cento
do
preço
da
adjudicação,
por quanto
se
offerecem a
fazer
a
demolição
e
apeamento indicado,
e
o
nome do
concorrente.
As
cartas
devem
ser
subscriptas do
seguinte
modo:
—
Proposta
para
a
demoli
ção
e
apeamento
da
parte
de
pedra
dos
edifícios
das
Carvalheiras,
pertencentes ao
Collegio
dos
Órfãos de S. Caetano.
No
dia
e
hora
indicada
serão
as
pro
postas abertas
na
presença
dos
proponen
tes,
e
a
adjudicação
feita,
se
convierem os
preços
oflerecidos.
Braga
1
de
agosto
de
1878.
(1013)
LINHA
QUINZENAL
DE PAQUETES
A
VAPOR
CRODB REOUCÇÃO
»E
PREÇOS
JVA
8.
a
Cia
ASSE.
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e
Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
a
classe, com
trasbordo
no
Pio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ,
SANTA
CATARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO, CANPOS, VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco.
PECO
MliSJIO
PREÇO
QUE
PARA
O
RIO
UE
«JANEIRO
PAQUETES
A
SAIR
DE
LISBOA
NEVA
...................................
13
de
Julho
I
ELBE
...................................
13
de Agosto
MONDEGO.......................... 28 de
Julho
|
MINHO................................
28
de
Agosto
PREÇOS
COMMODOS
OURIVESARIA
DE
INDUSTRIA
NACIONAL
DB
Cada
paquete
d
’
est<«
companhia
leva
a bordo
eriadoa
e
cosinheiros
portuguezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as
elasses.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é por conta
da
Companhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio de
Janeiro,
teera
sustento e hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter trasbordo.
A
bordo
os
passogeires
teem
grátis
eama,
roupa
de
eama,
eo-
mida
feita
por
eosinSieiros portuguezes,
vinho
duas
vezes
por
dia,
assisteneia
medica,
serviço
de
criados
e
outras despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto de
século
tem
feito
com que os paquetes
d
’
esta
companhia
(a mais
antiga
na
carreira
do
Brazil) sejam conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso
pela
limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo,
e
’
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para a
hygiene
como
para a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que
ha
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
malas
dò
correio, e
por
este
serviço
recebe a companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES a
honra
de
conduzir Suas
Magestades
o
Imperador
e
Impe
ratriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS AS INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
’
rua
dos
Inglezes, 23,
de
GUILHERME
C.
TAIT.
Para
esclarecimentos
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva Guimarães, rua
do Souto.
COLLEGIO
BK
N.
SENHORA
31
*
CONCEIÇÃO
Lisboa,
rua
da
Esperança,
224
Estabelecido
n’
um
vasto
edificio,
bem
situado, com
bom
recreio,
e quartos se
parados
para
os
alumnos.
A
recommendação
d
’
esta
casa
de
edu
cação
faz-se pela
sua
existência
de
qua-
renta
annos,
com créditos
reconhecidos.
Os
Estatutos
e
mais
esclarecimentos
dão-se
no
Collegio.
No
proximo
anno
leclivo
precisa-se
d
’
um
ecclesiastico
para
o
internato,
como
ca-
pellão e
professor.
O
Director
Geral
(997-S)
Joaquim
Lopes
Carreira
de
Mello.
INJECÇÃO
HYGIENICA
BALSAMIGO
PROPHITATIGO
Esta
injecção
é
a
unica
e
eílicaz
que
cura
em
seis ou
oito
dias
toda
a
qualida
de de
purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga,
na
pharmacia
Alvim,
á Porta
Nova.
Em Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz, rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal no Porto na Phar-.
macia
Madureira,
rua
do
Triunfo
n.°
142
proximo
ao Palacio
de
Christal.
Preço
de
cada
frasco
—
400
rs.
(861)
WWâ
w»
Os
Rebuçados
mytilieod,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o melhor
dos
remedios
até
hoje conhecidos
nas
doenças
lossicolosas.
Caixa
200
reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito
no Porto,
PHARMA
CIA
CENTRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227.
Unico
deposito
em Braga,
PHARMA
CIA
DOS
ORPHÃOS,
praça
Municipal.,
(994)
JOSÉ ANTONIO FERREIRA
GOMES
—5
Bua
Nova de
Souza
5—
Com
estabelecimento
de
mercearia,
pregagens
e
objectos
para
flores
e
de
es«-
criptorio.
Vende
pregos
de
arame
de
todas as
dimenções.
(813)
Rua
doa
Capellistag,
18
ANTONIO
CASIMIRO DA COSTA
ENSAIAD0R
VISUAL
E
REAL
DO OURO, APPROVADO PELA
CASA
DA MOEDA
5
—
Rua
Nova
de
Sousa
—
3
BRAGA
N’
este
novo
estabelecimento
vendem-
se
e
compram
se
pedras
preciosas
e
ob
jeclo
de
ouro
e
prata.
Concérta
e
encar
rega-se
de
mandar
fazer
toda
a
obra
da
sua
arte,
com
a
maior
perfeição
e
gos
tos
mais
recentes.
A
maior
parte
dos
objectos
são
man
dados manufacturar
com toque
fixo,
e
ga
rantido
com
marca
especial,
particular,
e
pelo
ensaio
real.
3, Rua
Nova de Sousa, 3.
(923)
Muita
attenção
Alluga-se
do S. Miguel
por
diante,
2
prédios
recentemente
reconstruídos
de
no
vo,
com
os
n.
cs
27 e
28,
eitos
na
rua
de
D.
Pedro
V, com
quintal
ajardinado
todo
morado,
e
com
agua. Tem
commo-
dos
para
numerosa
familia,
e
dos
2.
ís
andares
gosam-se cs pontos
mais
impor
tantes
de
Braga.
Passa ao
pé
da
porta
o
americano.
A
tratar
com
o
seu
pro
prietário
nos baixos
dos
mesmos
onde
po
dem
ser
vistas
todos
os
dias,
das
4
horas
da
tarde
por
diante.
(949-Q)
VENDEM-SE
duas
moradas
de
casas,
uma
na
rua
do
Anjo,
com
os
n.°
s
11
e
11
A.
e
outia
na
rua
de
D. Pedro,
com
o
n.°
1;
quem
as
perlender
procure
o
dono n
’
esta
todos
os
dias,
(exceptuando
os
dias
sanclificados),
desde
as
8
até ás
10
horas
da
manhã.
(978)
Companhia
Edificadora e Indu
strial Bracarense.
Sociedade
nnonyma
de
responsa-
Ildade
limitada.
Por
ordem
do
Exc.
,no
Presidente do
Conselho
Fiscal
são
convidados
os
Snrs.
Accionistas
dVsta
companhia a
reunirem-
se
em assembleia
geral
ordinaria
no
dia
8
do
proximo
mez
de
agosio pelas
10
ho
ras
da
manhã,
no
escriptorio
da compa
nhia
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.
os
6
a 12.
para
os
fins
designados
nos
art. 27
e
28
dos
Estatutos.
Braga
e escriptorio
da
companhia 2B
de
julho
de 1878.
O
secretario
(1009)
José
Pinto
Barbosa.
VENDA
DE CASAS
No
largo
da Ponte
de
S.
João
ao
entrar
na
rua
do
Paemante
(la
do
esquerdo)
vendem-se
as
duas
moradas de
casas
construídas
de novo,
juntas
ou
separadas; trata-se
na
rua
de S.
Marcos
com
Antonio
Silverio de Paiva.
Arrenda-se
na
rua
de
S.
Marcos,
o
andar
superior
da casa
que habita
Anto
nio
Silverio
de Paiva, em frente
ao
con
vento
dos
Remedios.
Prefere
se
uma
se
nhora
de
probidade
com
creada,
ou
eccle-
siastico
idoso.
Póde
ver-se
a
qualquer
hora.
(916)
Quem
quizer
arrendar a
casa
n.°
7,
no
campo
das
Carvalheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rua
do
Cam
po,
d
’
esla
cidade,
que está
auclorisado
para
este
fim.
(1006)
P1DÍD0
A
Meza
da
Santa Casa
da
Misericór
dia,
d’
esta
cidade,
tendo
em
consideração
a avulladissima
despeza
qne
está
custan
do
o
fornecimento
de
pannos
e
fios
para
o
curativo
de
feridas
no
Hospital
de
S.
Marcos,
empenha ireste acto
de
caridade
a
devoção
de
seus
concidadãos.
O
Escrivão
Dr.
Domingos
Moreira
Guimarães.
(1002)
ALUGAM-SE
as
casas n.°
21,
no
Campo
Novo
do
Reduto,
nobres
e
com
muitos
commodos.
Trata-se
na
casa
imme-
diala
n.° 22.
(981)
AKRfMíinsí:
Desde
o
proximo
S.
Miguel,
tres
moradas
de
casas
de 2
andares,
construí
das
de
novo,
com
quintal
e
agua,
na
rua
de
S.
Geraldo n 0 18,
20
e
22
Trata
se
na
mesma rua
n.°
17.
(943)
Vende-se
uma
morada
de
casas
sita
na rua
da
Cruz
de Pedra
n.°
g
a 6
A,
de
2
andares,
aguas
furtadas,
lojas,
solto,
quintal
e
agua.
Trata-se
com
Francisco
Martins
da
Silva
Araújo,
morador
na mesma
rua,
ca
sa
n.°7, contígua
áquella.
(862)
Vende-se
para pagamento
de
dividas,
uma
morada
de
casas,
edificada
de
novo,
na
rua
da
Sé,
antiga
de
Maximinos,
desi
gnada
pelos
n.
os
16
e
17,
bem como tam
bém
se
vende,
em
Santa Eulalia
de
Te-
nões,
suburbios
d
’
esla
cidade,
uma
pro
priedade
rústica,
chamada da
Herdade,
toda
morada
sobre
si;
trata-se
no
Banco
Mercantil.
(927)
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço
possível, a
saber: chilas
largas
bem
sortidas,
finas
em
côr,
e
bom
panno.
a
80,
90,
100
e
110
o
covado;
ha
linda
len-
çaria
de
seda
e
setim,
tanto
para
senho
ra,
como
outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para
homem
e
se
nhora; castiçaes
de metal,
e
vidro;
jarras
de
procelana;
agoas
de colonia;
collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos
crus;
lenços
de
cambraeta
de
linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em
difierentes
tamanhos;
adere
ços
e
brincos; sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgorão.
largas,
para
homem,
modernas;
lençaria
de
côres
em
algoção,
cassa,
sarja,
melim,
e
d
’
outras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de
bertanha
de linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós d
’
arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de
tudo
e
barato.
(838)
Instrucção
Primaria e Francez
Na
rua
Nova
de
Santa
Cruz,
n.°
9,
acha-se
aberto
um
curso
de
Instrucção
Primaria
e
Francez,
que
é
regido
pelo
ordinando
Antonio
Joaquim de
Mesquita
PimenleÇ
e por
seu
pae,
bacharel
formado
em
direito pela
Universidade
de
Coimbra.
Aluga-se
a
casa
n.°
88
da
rua
da Boa-Vista.
ARRENDA-SE
o
2.°
andar
da
casa
n.°
11
em
a
rua
das
agoas
d’
esta
cidade.
Da
ta-se
com
seu
dono
na mesma.
(984)
Parte de Comércio do Minho (O)
