comerciominho_02041878_769.xml
- conteúdo
-
í
R
gv
ED1T0R
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.
E.
O
6.° ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes
..........................
))
®
****.
’
i
*
7/1
Correspondências
parlic. cada linha
4b
Annunciós
cada
linha....................
Repetição
....................................
ABSMSX.
OE fiSSS
A
Conferencia
«!e VàeeKíe de
pau!» «ssn Rrag», ® « pohresa
e
si v
í
*
1'HJ
®
•
Ha
quatro
mezes
apenas;
mal era co
nhecido
entre
nós
o
nome
de
Conferencia
(j
e
s Vicente de
Paulo,
e a
cousa
que
este
nome
representava
menos
conhecida
era ainda.
No
dia 8
de
dezembro
de
1877,
con
sagrado
a
cotnmemorar
a
Festa
da írn-
maculada
Conceição
de
Maria,
a
Associa
ção
Catholica
de
Braga
determinara
cele
brar
uma
Academia religiosa.
Foi,
pois,
n’
esse
dia,
que
um
dos oradores, o
snr.
padre
J. Senna
v
discurso
sobre
o
do
século XIX,
lançou
tiinidamenie
a
nu
merosa
assembleia
que
o
escutava
a
ideia
da
inauguração
de
uma
Sociedade
e
U
01
?'
I
ferencia
de
8.
Vicente
de
Paulo na cidade
Bra^a
depois
de
ler
exhibido
qual
a
sua
I
origem,
natureza,
objeclo,
e
fim;
fim
su
blime
como o
Evangelho,
porque
se ie-
sume
no
soccorro
prestado
á indigência
mais
acareadora
da
compaixão,
qual
a
que
não
esmóia
de
porta
em
porta,
mas
curte
resignada
a
cruel
fome
entre
as
quatro
paredes
gretadas
de um
casebre.
Boa
a
não mais
era
a
semente
lan
çada,
e
o
terreno
em
que
cahia
era
o
I
coração
sensível
e
generoso
dos
catholi-
cos
bracarenses.
O
pensamento
do
orador
aào
podia
deixar
de
ser
unanimemente
'
applaudido,
como
foi.
No
dia seguinte
reuniram
se alguns
cavalheiros
no salão
das
sessões da
As
sociação
Catholici,
organisou-se
uma
Me-
za,
inscreveram-se
alguns
socios, disse-se
de
novo
algumas
palavras
sobre
o fim
da
Conferencia,
e
fez-se
a
leitura
do
seu
re
gulamento. A
sociedade
data
d
esse dia
o
primeiro
da
sua
existência.
ú
|
Começou,
como
se
vê,
sem a minima
l
ostentação. Votada
aos pobres,
não
nascia
como
o herdeiro
de
um
monarcha,
mas
como
o
obscuro
filho
de
ura
pobre.
Não
embocou
tubas,
nao
redigiu
programmas
1
I
lisongeiros,
não
poz
mira
em
ser
conhe-
''
I cida
de
outros
senão
de
Deus
e
da
indi
gência,
a
quem
póde
chamar
sua
dama,
como
Francisco
de
Assis
chamava
á vir
tude
da pobreza, atravez
da
penna
epica
do
Danle.
Baplisada
assim
na
humildade,
sagrada
no mais
puro
espirito
da
caridade,
prin
cipiava
com
o
cunho
genuino
das
obras
de
Deus.
Abençoou-a
Deus,
e
tem
tomado
nm
incremento, e
ganho
uma robustez sde
organisação
que
nem
ella
mesma
ousára
esperar
nos
primeiros
dias
da
sua
infancia.
Hoje
conta
cem
socios
effectivos.
além
de
muitos
honorários,
e
subscriptores.
A
cifra
das
famílias
envergonhadas soc-
corridas
pela
Conferencia
de
S.
Vicente
de
Paulo
sóbe
actualmente a
29,
apezar
de
ter
apenas
de
existeacia,
como
já
dissemos,
quatro
mezes
(incompletos).
As
suas
sessões
teem-se
feito
com
a
maxima regularidade
todas
as
semanas,
e
não
ha
sessão
em
que
não
seja
proposta
I
e
admittida
alguma
familia,
ou
algum
po
bre
á
participação
do óbulo
da
referida
Conferencia.
Este
óbulo,
porém,
chega
á
I
mão
do
pobre
anonymamente.
E
’
um
so-
|
cio
que
lh’o dislribue
por
meio
de
um
car-
I
tão
que
representa
um
genero
qualquer
alimenticio, mas o
pobre
ignora
quem
lh
o
I envia;
é
um
corpo
colleclivo
e
nao
é
nin-
I
guein em
particular.
A mão
do
bemfeitor
|
não
a
surprehenderá
jámais
o
olhar
devas-
I
sador
do
publico; que
a
Coníerencia en-
I tendeu,
e
entendeu
bem
que
a
planta
de-
Freitas,
ao
terminar
movimento
calholico
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QIOTAS E SABBÀBOS.
licada
da
caridade
medra
muito
melhor
á
sombra
que
aos
raios
da
luz
O
pobre,
porém,
não
carece
só
de ali
mento,
carece
lambem
de
vestuário
e
con
chego contra
o
frio.
A
Conferencia
tem-se
jí
visto
obrigada
a
comprar
lençoes
e
co
bertores
para
dar-lhe.
Mas
estas
despezas
de
maior
vulto
em
breve, talvez,
se
tor
narão
superiores
aos
seus
modestos
recur
sos
pecuniários.
Em
vista
disto.
descendo
á
arena
da
imprensa,
a
Sociedade
de
S.
Vicente
de Paulo,
ufana, que não
esquiva,
por
vir
advogar
a causa
da miséria,
esten
de
a
mão
aos
catho'icos
bracarenses,
e
pede
lhes
que
com
o
refugo do
seu
guar
da-roupa
vistam
os
membros
nús
de
Jesus
Chrislo, dignando-se
dirigir
qualquer
roupa
branca, ou
exterior,
que
já
tenham
aban
donado
ou
algum
cobertor
oumanta,
obje-
clos
que mais
são
reclamados,
ao
Fiel
da
rouparia,
o
snr.
Francisco
Marques
Soares
d
’
Azevedo, morador na rna
de
Santo An
tonio.
Julgaríamos
ter
em
menos
*--r
cterisa
os
filhos
da
cidade
de
a
s
e
e
e
á
u
a
o
n
o
B
!a
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias, 12
mezes..........................
■
»
6
»
.....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso
...............................
realise,
porque
lodos
com
ella
lucraremos.
Ria-se
embora
a
incredulidade,
zombe
isso
a
Ria-se
embora
o
indiUerentismo;
—
que
tem
com
nossa
fé
?
Vamos
a
Lourdes
que
lá
ílue
nancial
de
infinitas
graças.
E
quando
houvermos
realisado
a
nossa
romaria,
sentiremos
então
lodo
o
bem
de
nossa empreza.
o
ma-
2&0Q0
1&050
3&600
3&600
10
N.° 769
Este
n.°
i>ão
desdiz,
antes
corrobora,
o
lisongeiro
conc<
ilo
que
d
’
ista
publica
ção
fizemos
quando
saiu
o
primeiro.
Contem:
Resposta
a
uma
pergunta
—
O
papel
do
clero
na
imprensa —
Exame
dal
gumas
asserções
que
se
encontram
n
’
um
folheto
protestante
—Nossa Senhora >
jo
grado
Coração—
Associação
scienlifica
Sa-
de
Bruxellas
—
Empréstimo de
dinheiro a
ju-
ros
—
Secção
de
documentos
recentes
'da
Santa
Sé
—
Secção
bibliograptiica—
Cbroniea
—
Miscellanea.
o
elevado
espirito
de
beneficencia
christã
que
care-
cterisa
os
filhos
da
cidade
de
Braga,
se
lhes
pretendessemoa
recordar
o
mérito
de
similhante
acto
perante
a
moral,
e
sobre
tudo
perante
a
fé,
e
as promessas evan
gélicas.
A
projectadí* peregrs««*ç5o
Ejtssss-dea.
a
uma
Ijawaper***»*®.
—
Expõe-se
amanhã
1
na
egreja
parochial
de S.
Victor.
<S«»mbeíro*
voluntário».—A
be-
nemerita
Companhia
dos
bombeiros
volun
tários
festejou
hontem
o
primeiro anniver-
sario
da
sua
instituição.
Ao
meio
dia uma
banda
de musica to
cou
á
porta
da
estação,
e
á
noite
dentro
da
mesma,
que
se
achava
embandeirada
e
illuminada,
e
esteve
até
altas horas
expus
ta
ao
publico.
0
Co>ss*bsȒos
<3e
recreio.—
Desde
O
I.
d
’
este
mez
ha
corabois
de
recreios,
a
pre
ços
reduzidob,
do
Porto
para
Braga
e
Vi-
anna.
s.
—
Recebemos
as
seguin
tes,
que
muito
agradecemos:
—
Pio
IX
—
Sua
vida,
sua
historia
e
seu
século,
por
Villefranche
—
Versão
pre
faciada por
Camillo
Castello
Branco.
Distribuiu-se
a
ultima
caderneta
deste
magnifico
livro
que
é,
como
diz
um
es-
criplor,
o
maior
monumento
que
se
pôde
levantar
a
memória
do
Augusto
Pontífice,
que
foi
o
rssombro
do
século
XIX.
Nestas
poucas
palavras
esta
compen-
'
diada
a
importância
desta
obra,
editada
pela
respeitável
casa
dos
snrs. Mattos
1
Moreira
&
C.
a
,
com
escriplorio
na
Praça
■
de
D.
Pedro,
68,
Lisboa. Emquanto
á
versão
portugueza,
basta
dizer-se
que
é
Castello
Branco,
o
príncipe
escriptores
dTioje.
da
mocidade
christã
para
a
—La
Naturaleza
—
Revista
e
da
sua
app
icação
ás
artes
tria.
de
sciencias
e
á
indus-
Recebemos
os n.
os
14 e
15
semanario
illustrado que
se
Madrid,
destinado
a
vulgarisar
naturaes.
Alem
de
notáveis
artigos
scientificos
adornam
estes
n,
os
varias e primorosas
gravuras.
E
’ uma publicação
brilhantís
sima.
d’
este
beiio
publica
em
as
sciencias
—O
Rei
dos
mendigos—
Romance
his
tórico,
por
Paulo
Féval
—
Versão
de
Julio
de
Magalhães.
Ha
muito
que
está
annunciada
romaria
de
peregrinos portuguezes
a
Lour
des.
Não
sabemos em
que
estado
de
reali-
sação
estará
o
plano;
mas
o que
affirma-
mos
é
que
elle
deve
merecer
a
coadju-
vação,
como
por
certo
merece
as
simpa-
thias
de
todos
os
catholicos
fidelíssimos.
Foi
um
pensamento
felicíssimo,
que,
realisado,
como esperamos
que
seja,
deve
produzir resultados
excellentes.
Em
Lourdes
tudo é
proprio
a
afer
vorar
a
piedade
e
augmentar
a
devoção.
Quando recordamos
aquellas
paragens,
tão
bellas,
tão
amenas,
sanctiticadas
pela
presença
da
Santíssima
Virgem,
como
que
sentimos
ainda
a
maga
saudade
com
que
deixamos
taes
logares.
Que
doçuras
alli
se
respiram!
que
bellezas,
que
encantos
1
Parece
que
a Virgem ao
visitar
aqucl-
les
silios,
outr
’
ora
ermos
e
desertos,
lhes
enmmiinicára
parte
de
seus
atlractivos.
,
-
.
.
.
.
,
Uma
peregrinação
a
Lourdes
é sempre|
pelo
sabl
°
auct0
^
proveitosa.
E
se
na
que
está
projectada,
vao
co
mo
se
diz
alguns
enfermos,
quanto
mais
!
grata
não
deve
í
._.
—
...
Rainha dos céos?!
.
E
será
porventura
a
Virgem
indilfe
1
Ivu.v
—
---------
.
.
.
,
occidente,
vão
alli
implorar
a
oua
•
lecção
e
misericórdia?
Cremos
que
não; mas
que o
p
—
ser
quantas
graças
alli
não
tem sido
obti-
i
das
bem differentes d’aquelias
que
se
pro
curavam?
.
,
Mmuitas
vezes
nao
é
o
allivio
as
en
fermidades do corpo aquelle
de
que
mais
necessitamos,
embora
d
’isso estejamos
per
suadidos.
E
só
depois
de
obtida
a paz e
tran-
quillidade d
’
espirito
de que eslavamos
privados,
é
que
reconhecemos
o
beneficio
que
recebemos.
Póde
ser,
póde,
que
os
nossos
enter-1
mos,
indo
a
Lourdes,
nao
consigam o
bem
temporal
que
desejam,
mas
nem
por
isso lhes
será
perdido
o
tempo
e
sacri
fícios
que
empregarem.
O que
é
certo
é
que
todos
devemos
tmpenhar-nos
em
que
a
peregrinação
sejrevista.
de
Camillo
dos nossos
que
—
Guia
encaminhar
vojon.
Distribuiu-se
a
caderneta
f.
a d’esta
obra,
que
a
empreza
Serões Românticos
está
editando.
Será
ornada
com
vinte
es
tampas,
desenhadas
por
Columbano
Bor
dado
Pinheiro,
e gravadas
por
A.
Pedroso,
e
Coelho.
Tomam
assiguaturas
n’
esia
cidade
o
snr.
Luiz
Pinto
Martins, na
typographia
d
’
este
jornal,
e
na Casa
Havaneza, largo
do Barão
de
S.
Martiíily).
á
perfeição
—
Pelo
Abbade
Che
de
abrir
com
este
bello
volume
uma
serie
de
livrinhos
que
comporão
a
sua
Biblio-
llieca
da Juventude
Catholica.
«Perfeição
da
Donzella»
é
o titulo dado
..
.
i
-
.:
i.
_
.
—
4
sempre
a
uma
menina
a
quem
n'elle
se
dirige,
procurando formar-lhe
a
alma
na
emeimu»,
uu—
v ^.escola da
virtude;
mas
muito
bem fez
o
ser
ella
aos
olhos
da
traductor
em
alterar aquelle titulo
lornando-o
extensivo
aos
dois sexos,
porque
os
sau-
..
dáveis
conselhos
ali
dados,
as
maximas
rente
ás'miseViàs dos que d’
e°ste extremo
I
religiosas
tão
amoravelmenle
postas
em
re-
renltí
a
...
.
E..............
e
.......... o-
levo
para serem
bem
comprehendidas
pela
especialidade
dos
leitores,
são
por
igual
pareça
applicaveis
ás
meninas
e
meninos.
‘
’
Muito
recommendamos
este
livrinho
aos
paes
de
família,
e
não
menos
aos
di-
reclores
de
collegios.
—O
Ensino
—Jornal
do
Collegio
Por
tuense
—
Dedicado
aos
paes.
Está
publicado
o
n.°
10
d
’esta
publi
cação
de
que
é proprietário
o snr
P.
T.
Alvares
Ferreira,
proprietário
também
do
Collegio
Portuense.
—
Revista
Catholica
—Redigida
pelo Pa
dre
Chrispim
Caetano
Ferreira
Tavares.
Editor
E ‘
Chardron.
—
Ao Paiz, o barão
de
Lagos.
Tracta
do
empréstimo
real
de
1832.
—
Jornal
das Damas.
—
Proprietário
e
editor
—
Joaquim
José
Bordalo
—
Lisboa.
Publicou-se
o
n.°
133
d’esta
interes
sante revista de modas,
unica
no
seu
ge-
nero
que existe
em
Portugal,
contendo
ia
descripção
das mais elegantes
toilettes
para
passeio,
visita,
baile,
tbeatro,
noiva;
para
meninas
etc.,
etc., com
o
detalhe
nicas,
fichus,
e todas
as
indicações
ten
dentes
a
modas;
artigos
de
litleratura,
.poesias,
etc.
Acompanha cada numero
i
d
’
este
jornal
dois
bellos
figurinos
gravados
■
e
iiluminados
em Paris,
e
alternadamente
uma
folha
de
debuxos
e
moldes
para
cor
tar
fato de
senhora.
Acompanha
este
n.*
um
desenho
eni
gmático
intitulado
onde
esláo &
editor
e
o
redaclor
do
«.Jornal
das
Damas»
?
A
fome na
Císina.—
São
horroro-
sissimas
as
noticias
do
norte da
China-.
A
fome
assolara
a
província
de
Shan,
onde
9
milhões
de
habitantes
estão
ameaçados
da
morte, accrescendo
a
isto o
terrível
inverno
com
um
temporal
e
chuva
em
Hong-Cong
de
14.°
abaixo
de
zero.
O
go
verno
imperial
carece
de
elementos
para
poder
fazer face a lao
lerrivei
calamida
de,
e
a
caridade particular
é deficiente pa
ra occorrer
a
tantas desgraças.
As
creanças
são
assassinadas,
e
depois
de
cosidas,
servem
de
alimento
!
Nos
mer
cados
vendem-se
crianças
pelos
preços
de
i
500
réis
pouco
mais
ou
menos
1
Milhares
de
cadaveres
permanecem
nas
estradas,
onde
os
cães
e
os
abustres
disputam
entre
si
a
sua presa
!
A
Livrai
ia
Catholica
Portuense
acaba
dos
mais
modernos
chapéus,
paletols,
lu-
•
31
a
o
u
u
»
v v*
•
Em
6
de janeiro,
rebentou
um
incên
dio
em Tien-Sin
onde
se
achavam
50:000
refugiados;
morreram
2:300
mulheres
e
cri-
Está publicado
o
n.°
2
d
’
esta
óptima atiças
que
se
achavam
alojadas
em
bura-
cos.
•'m7T?r®xCTR~r-
•xaaranxjM,wxMBKn
íSeclajMraçãa.
—
Tendo
o
encarregado
de
negocios
de
Hespanha
em
Lisboa
re
clamado
contra
a
falta
de cumprimento,
por
parle
das
auctoridades
administrativas
das
disposições
do
art.
19.°
da
conven
ção
consular
de
21
de
fevereiro
de
1870,
por
portaria
do
ministério do
reino
foi
de
terminado
que
os
governadores
civis dos
di
triclos
do
continente
do
reino
e
ilhas
adjacentes
expeçam
terminantes
ordens
aos
administradores
de
concelho
ou
bairro
pa
ra
participarem
com
o
maior
escripulo
e
exatidão,
aos rcspectivos
agentes
consula
res,
o
fallecimento
de qualquer
súbdito
hes-
panbol
que
occorra
nos
mesmosj
concelhos
ou
bairros,
e
responsabilisando-se
os
refe
ridos
funccionarios
pelas
ommissôes
que
commelterem
em serviço tão
recommen-
dado.
M-:»ws-««-ono naufrágio.
—
Londres,
25
—
Virou
se
proximo
da
ilha
de
VVhight
o
navio-escola
da
marinha
ingleza,
deno
minado
«Eurydice
com
26
peças
monta
das.
Vinha
de
Barbados.
De
300
homens
que
tinha
a
bordo
só
se
salvaram
2.
—
Kâ fiaeu
—
O
«
Land-
Wirths-
chaftliclies
W
cheublatt»,
jornal de
Praga,
assignala
a
seguinte
cura
que
ultimamen-
le
recebeu
o
rheumalismo:
Uma
molhe
1-
que
linha
um
braço
pa-
ralytico
e
atormentado por
dores
rheuma-
licas
tendo
ouvido
dizer
que
um certo
ren
deiro
das
visinbanças
se
linha
curado
da
mesma
doença
em
resultado
de
uma
pi
cadora
de
vespa,
resolveu
fazer
a
expe
riência
do
proveitoso remedio
Expoz-se
ás
picadoras
de
centenas
de
vespas
e
com
isto
obteve
um
resultado
pro
digioso.
Na
noute
seguinte
dormiu
tran
quilamente
sem
que
a
importunasse
o me
nor
signa!
de
dôr.
Tracton
em
seguida
de
fazer
diminuir
a
inchação
com
um
simples
banho,
e
des
de
essa occasiào
a
mulher
nunca
mais
sen
tiu
incommodo
algum rhenmatico.
Oi*
eaniinho» «5e fez-r«» Mtsapes»-
<.««,
—
A
America
é
o
paiz da
iniciativa.
Da
invenção
á
applicação
de
qualquer
pro-
jecto
não medeia
tempo
algum;
o
que
o
americano
pensou,
executou-o
prompia-
rnente.
A
parte
d>
cidade de
New.York,
que
dá
sobre
o
rio
é,
como
é
natural,
essencial
mente
commercial.
O
movimento
immenso,
incalculável,
re
sultado
d
’
uma
actividade
collossal,
mal po
dia
conter-se
nas
estreitas
ruas
d
’esta
parte
da
cidade.
Como resolver o
problema?
Faça-se um
caminho
de
ferro
aerio,
dupliquem-se
as
sim
os
meios de
communicação
e
de
trans
porte.
O
caminho
de
ferro fez-se.
Os
rails
assentam
sobre
pilares
collo
cados
a
oito
metros
do
solo,
sustentados
por
columnas,
solidas
e
ligeiras.
Estas
co
lumnas
são fixas
nos
extremos
dos
pas
seios,
não
impedindo
a
circulação
das
pes
soas
ou carros,
e
servem
de
supporte
aos
candieiros
da
illuminação.
De
espaço
a
espaço
ha
plataformas,
em
foniu;tmicação
com
o
sol»,
que são
as
est
ções.
Esta
especie
de
caminhos
de
ferro,
não
tem
lido
grande
acceitação,
e,
não
obs
tante
existirem
em
New-Ycrk,
na
parle da
cidade
que
apontamos,
o
seu
emprego
não
se
tem
divulgado
nem
n
’
esta,
nem em
outras
cidades
da America.
Em
Londres
tentou-se
estabelecer
em
elevator
rail-road,
porém,
mais
tarde
foi
esta
idea,
substituída
por uma
outra,
a
dos
caminhos
de
íerro
nècropolilanos
,
que
fmiccionam
com
grande proveito.
M.
Vauthier,
em
Paris,
propoz
a
cons-
trucção d
’um
caminho
de
ferro,
na
eleva
ção
de
seis
metros
do
solo,
sobre
os
bou-
levards
exteriores
sómente,
e
sobre
os
caes
do
Sena.
iMmgevidade.—
O
caso
mais
notável
de
longevidade
que
se
conta
nos
últimos
annos
é
a
de
um soldado russo que
mor
reu
c.om
perlo de
200
annos: linha
torna
do
parte na
guerra
dos
30
annos.
Sainl Mong,
escocez,
viveu
18-5
annos.
Peter
Czarten.
húngaro, 183.
Henricb
Jan-
sen,
inglez.
169.
Thomaz
Dame,
inglez,
153.
Daarkenborg,
dinamarquez,
143.
Joka
Epingham,
allemão,
136.
Deviam ter
muito
que
contar,
se
a
sua
memória
conservasse
a
devida
lucidez.
Sn
rcç«is
BubBtituiçôe».—
Por
decreto
datado
de
20
do
corrente,
é
li
xado
oa
quantia
de
2404090
réis
o
pre-
ço
das
subliluições
dos
recrutas
do
anno
de
1878,
para os
effeilos
das
leis
do
re
crutamento
não
prejudicados
pelas
dispo
sições
da
carta
de
lei
de
17 de
abril
de
1873.
O
preço
das
substituições para
os
re-
Iractarios
será
de
6404000
réis,
oito
ter
ças
partes
d
’
aquelle
acima
fixado,j
corres
pondente
aos oitos
annos
de
serviço
effe-
ctivo
a
que
estão
sujeitos
os
recrutas
re-
fractarios,
nos
termos do
artigo
4.
“
da
lei
de
9
de
setembro
de
1868.
Templo
dedicado ao
Ssgrado C®-
s-ação de Jesus.—
Leão
XIII
não
é
menos
devoto
do
Sagrado
Coração
de
Je
sus
do
que foi
Pio
IX.
Já
antes
da
sua
exaltação
ao
Pontifi
ca
lo
tinha
dado
provas
do
seu
infatigável
zelo
em
propagar
a
devoção
ao
Sagrado
Coração
de
Jesus.
Foi
a
diocese
de
Pe-
rusa
uma
das
primeiras
dedicadas
ao
Co
ração
de
Jesus,
e
foi
ainda
o Bispo
d’
es-
ta
diocese
dos
primeiros
a
promover
a
liga
do
Apostolado da
Oração.
Agora
tem
o
projecto
de
levantar
em
Roma
um
tem
plo
dedicado
ao
Sagrado coração
de
Je
sus.
Origem <!a palavra
«leeo-epito.—
A
comparação
da vida
humana
ao
arder
ou
ao
apagar-se
de
uma
lampada,
encon
tra-se
vulgarmente
nos
auctores
latinos,
como
se vê
das
palavras—
senes
decrepili.
Plutarcho
dá
a
seguinte
explicação
d’
es
ta
melaphora:
os
antigos nunca
apagavam
as
suas
lampadas;
mas deixavam-as
apa
gar
por
si,
dando,
como
qualquer
póde
observar,
pequenos
estallidos;
d
’
aqui
veio
que
o
estar
uma
lampada a ponto
de
apa
gar-se
se
chamou—
decrepitarc,
deixar
de
dar
estallidos.
Por
este
motivo
se
deu
o
nome
de
de
ciepiti,
decrépitos,
aos velhos
que
estão
á
borda
da
sepultura.
Conto orientai
—
la
a
acabar
o
an
no.
Assentado
á
sombra
de
uma palmeira,
o
rico Hassan deitava
conta
com
extrema
satisfação
ás
boas
obras
que
linha
prati
cado.
«Quatro
bolças
á
mesquita dTspanhan,
e
trez
á
grande
caravana
de
Méca:
mais
uma
esmola
a
uma
santo derviz, para
re
zar
por
mim;
mais
um
pão por
semana
á
minha
visinha, que, apezar
de
ser
pobre,
sustenta
e
educa
um
orphão».
Em
quanto
cheio
de
contentamento Has
san
põe
deanle
dos
olhos
do
Eterno
es
tas
diversas
parcellas,
vê
uns
dedos
deli
cados,
que
apagam o
que
elle acabara
de
de
escrever,
á
excepção
da ultima
verba.
0
persa
volta
a
cabeça
enraivecido,
pa
ra
punir o
insolente
que
vem perturbar
os
seus
cálculos.
Um
genio, cujas
azas
resplandecem
co-
[
mo
se
fossem de
oiro,
e
vestido
com
um
vestuário
ethereo,
estava
encostado á
sua
cadeira.
«Sou,
lhe
disse
o
Anjo,
aqueliea
quem
Deus incumbiu o
levar
perante
o
seu
thro
no as
boas
obras
que, semelhante
ao
per
fume de
um
sacrifício,
são
feitos
sem
in
teresse,
e
que
por
isso
são
verdadeira
mente
meritórias.
Segundo
as
instrucções
que
tenho,
emendei
o
calca
o
que
estavas
fazendo».
Assim
foliou
Azariel
ao
orgulhoso
ho
mem
rico,
e
como
uma
leve
nuvem
de
sappareceu
deante
dos
olhos
d
’
el!e.
Quetitão
«8i»
«íriente.—Os
llltimos
telegrammas
relativos
á
questão
do
Oriente,
são
os
que seguem:
Londres
28
—
Derby
deu a
sua
demis
são
de
ministro
dos
negocioa
estrangeiros.
Beaconsfield
disse
na
camara
dos
pa
res
que a
demissão
de
Derby
foi
motivada
pela
resolução
de
o
gabinete
mobilisar
as
forças
de
reserva.
—
Diz
o
«Daily
Telegraph»
que
o ga
binete
examina
a
resposta da
Rússia, a
qual
persiste
em
manter
certas
disposi
ções
do
tr»c<ado
de
paz
.
Esta
folha
conclue
afiirmando
que
o
congresso
não reunirá.
Ó
«Times»
diz
que
se
desvaneceu
quasi
completamente
a
esperança
da reu
nião
do
congresso.
O
«Daily
News»
noticia
que
o
secre
tario
de
Gortschakoff
dissera
que
Ignatieíf
é
portador
para
Vienna
de um
verdadeiro
ullimatum,
que
significa:
Marcharemos
com
a
austria
ou
contra
a
Áustria.
—O
ministro
da guerra declarou
na
camara
dos deputados
que
é necessário
chamar
a
reserva
e
o
exercito
de milí
cias;
espera
se
segunda-feira
a
mensagem
da
rainha
com
proclamação,
chamando
as
reservas.
Lyons,
actual
embaixador da
Inglaterra
em França,
ou
o
marquez Sa-
lisbtiry,
secretario
do
estado
da
reparti
ção
itidia,
substituirá
Derby
ex-ministro
dos
esirangeiros.
O
governo
ordenou
pelo
ministério
da
marinha,
que
aparelhem
to
dos
os
navios
de
transportes
de
tropas.
Os
jornaes
inglezes
certificam
a
gravidade
da
situação
com
a
sahida
de
Derby
do
ministério. O
«Morning
Post»
e
o
«Daily
Telegraph»
dizem que
a
Rusda concen
tra-se
ag',ra
em
presença
de
um
gabinete
resoluto
e
homogeneo.
Vienna
29—
Ignatiefí
foi
authorisado
a
prometier
á
Austria
a
reslriação da fron
teira
do
Montenegro
e
da
Bulgaria,
e
a
extensão
da
fronte ra
austríaca.
Se
a
Áus
tria
acceitar
isto,
a
Rússia começará a
operar.
Londres
29
—
Parece
que Ignatiefí,
con
versando
com
o
correspondente
do «Daily
Telegraph»,
disse
que
não
via
rasão
para
a
Inglaterra
não
tomar
a
ilha
de
Meteli-
ni.
Corre
em
Vienna
o
boato
de que
Igna-
tielí irá
a
Berlim,
Paris
e Roma. As
Iro-
pas
brancas
de
Jamaica
estão
promptas
a
embarcar
para
a
Inglaterra.
S.
Petersburgo
29—0
czar,
passando
revista ás reservas de
engenheria
e
atira
dores
da
guarda,
disse:
Espero
que
se
for
des
chamados
a
tomar
parte
na
acção,
mostrareis
a
mesma
bravura
que
vossos
camaradas.
Londres
29
—
Northcot
disse
na
cama
ra
dos
deputados
que
a
communicação
da
correspondência
relativa
ao
congresso
tem
sido
retardada,
porque
algumas
potências
ainda
não
consentiram
a
publicação,
e
é
uso
o
pedir consentimento
Espera-se
que
os
documentos
possam
ser
distribuídos áma-
nhã,
e espera-se
também
a
mensagem da
rainha
a
respeito
das
tropas
de
reserva
serem
communicados
na
camara,
segunda-
feira,
e
discutido*
no mesmo
dia.
Londres
30
—A
mensagem
da
rainha
será
discutida quinta-feira próxima.
O
«Times» diz
que
a
nomeação
de
Sa-
lisbury
póde
ser
considerada
como
segu
rança
que
se
não
adoptará
medida
algu
ma
de
hostilidade
á
Rússia.
A
nomeação
de
Salisbury
falicitará
as
negociações.
®
tratada
«I»
paz.—
Transcrevemos
d'um
collega
o seguinte,
ácêrca
do
tratado
de
S.
Stefano:
O
tratado
da
paz
compõe
se
de
vinte
e
nove
artigos,
os
quaes,
no
seu conjun-
clo,
são
mais
ou
menos
conformes
com
os
diversos resumos
que
tem apparecido.
Ha
porém
a relevar certas
differenças
ácêrca
de
muitos
pontos
importantes,
a
saber:
A
extensão
do
terrilorio
do
Montene
gro
terá
mais que
o
dobro, salvo a
ra
tificação
por
nma
commissão
européa.
na
qual
serão
representados
a
Porta
e o
Mon-
lenegro.
0 Montenegro
torna-se
um
principado
independente.
As
relações
entre
o
Montenegro
e a
Poria
serão
reguladas
no
futuro
de
ac-
cordo
entre
a
Rússia, a
Porta
e
o
Mon-
tenegro.
A
questão
da delimitação
das fronteiras
da
Servia
será
decidida
por
uma
commissão
turca
e
servia,
onde
será
representada a
Bulgaria.
No
que
diz
respeito
á
Bulgaria,
ella
lorna-se
um
estado autonomo;
as
condições
d
’esla
autonomia
são,
com
pequena
dif-
ferença,
as
mesmas
que
já
foram
publi
cadas.
Mas
sobresae
do
texto
authenlico
que
depois
d
’
um
anno
d
’
esle
novo
regímen
po
lítico
a
Porta, a
Rússia e
os
gabinetes
europeus
poderão
entender-se
mutuamente,
afim
de juntar
um
membro
delegado
es
pecial
aos
membros
da
commissão
imperial
russa.
A
indemnisação
de
guerra
é
de
um
milhar,
quatrocentos
e
dez
milhões
de
rublos.
Esta
indemnisação
será
paga
parle
em
terrilorio,
paiteem
dinheiro,
nas condições
já conhecidas.
Na
Bosnia e
Herzegovina
as
proposições
de
refórmas
européas
communicadas
aos
plenipotenciários
otlomanos
serão
imme-
diatamente
applicadas,
salvo
as
modifica
ções
que
forem
julgadas
necessárias,
de
accordo
entre
a
Turquia,
a Rússia
e
a
Austria.
O
Bosphoro
e
os
Dardanellos
ficam
abertos,
tanto
em tempo
de
paz,
como
em
tempo
de
guerra, aos estados
neutros
que
saiam
ou
se
dirijam
para
os
portos
russos.
A
Rússia evacuará
o
terrilorio
occupido
pelas
suas
tropas n’
um
praso
de
tres
me
zes, a datar
do
dia
em
que
o
tratado
de
paz tiver
recebido
a sancção
das
potên
cias.
Uma
porção
das
tropas
poderá ser
embarcada
nos portos
do
mar
Negro
e
do
mar
e
de
Marmara.
O
terrilorio
occupado
pelas
tropas
russas
na Asia
será
evacuado
no espaço
de
seis
mezes,
a
contar
do
dia
da
conclusão
da
paz
definitiva.
As
parles contratantes
estão
formalmente
ligadas
contra
si
desde
o
momento
em que
tenha
logar
a
troca.
A
cooperação
das
potências
não
é
ex
pressa
mente
mencionada
como
necessária
para tornar
definitivo
o
instrumento
da
da
paz,
mas
é
admittida
como
principio
de
uma
maneira
indirecla.
Para
melhor
comprehensão
do
doeu,
mento a
que
nos
referimos damos
os
se
guintes
artigos:
Artigo
l.°
O
Montenezro
é
declarado
independente
e
recebe Gatzko,
Ri.hov,
Ros-
hai,
Neksich,
Spuz,
Podgoritza,
Zibliak.
A
navegação
da
Boyana
será
regulada
peia
commissão
européa.
Art
2.°
á
Servia
toma-se
independente
e
obtem
Nich,
o
valle
do
Drtna
e
o
Pe
queno
Svornik.
Art.
5.°
A
Romania
torna-se
indepen
dente.
Fará
valer
os
seus direitos
a
mna
indemnisação,
que
será
discutida
entre
as
duas
partes.
Art
6
0
A
Bulgaria
formará
um prin
cipado
autonomo
tributário,
com
um
go
verno
christão
e
uma
milícia
nacional.
A
fronteira
definitiva
da
Bulgaria
será
traçada
por
uma
commissão
turco
russa,
antes
da
evacuação
da
Roumania.
(Um
mappa
vae
junto ao
texto
do
tra
tado).
Esta fronteira irá
de
Vronna
Kastoria
por
Karadagh,
Kadrina
e
os
montes
de
Granimos,
de
conlluenm de
Magienidza
e
do
War
lar
(ao
oeste
de Salonica)
até
ao
meio
da
Beschiílgul,
alcançará
as
costas
do
mar,
costeando o
golpho de
Kavala,
Buromgor
1
e
a
cordilheira
do
Tchatepé
até
aos
montes
de
Khodope.
A
linha
atravessará
a margem
lo
Ar-
dabra,
deixará
de
lado Andrinopla
,
che
gará
por
Scnlek
Borgas ao
mar
Negro,
prolongar-se-ha
até
H-kim
Tabiassi,
dLhi
até
Mungalia.
e
seguirá
o
limite
do
Sand-
jak
de
Fu
dja
até
abaixo
de Bassowa,
so
bre
o
Danubm.
Art
8.°
Durante
dois
anncs
a
Bulga
ria
será occupada
pelos
russos,
que
dei
xarão
alli
seis
divisões
de
infanleria
e
duas
de cavallaria;
ao
todo
30:900
homens,
o
muito,
que
serão mantidos
á
custa
<la
Bulgaria.
Art.
9.°
O
tributo
será
estabelecido
sobre a
renda
media
da
Bulgaria
por
meio
d
’
uma
mutua
int.elligencia
entre
a
Turquia,
Rússia,
e
outras
potências.
A
Bulgaria
assume
as
obrigações
da
Turquia
para
com
a
companhia
do
caminho
de
ferro
de
Ruslchuk
a
Varna.
Art.
12.
u
As
fortalezas
do
Dannbio
de
vem
ser
arrasadas;
é
prohibido
construir
fortificações
sobre
o
Danub
o
e
passar
os
navios
de
guerra
ao
rio.
Art. 13.°
Em
Creta,
a organísação
de
1868
será
appbcada
d
s
maneira
mais
stricia.
Uma
organisação
an
Ioga
será
estabeleci
la
no
Epiro,
na
Thessalia
e
nas
outras
par
tes
da
Turquia
da Europa.
Uma
commissão
especial
fixará
os
p.ormenarès d’esla
orga
nisação
Serão
submetlidos
ao
exame
da
Porta,
que consultará
a
Rússia
antes
de
pôr
em
vigor
a
nova
organisação
Art.
16.°
A
Arménia
obterá
reformas
segundo
as
necessidades
locaes,
e
será
proseguida
contra
os
Kurdos
e
Tcher-
kessos.
Art.
19.°
A
indemnisação
a
pagar
será
de
1410 (?)
milhões de
rublos.
Os habitantes
e
os
territórios
cedidos
á
Rússia
equivalem
a 1:100
milhões
de
ru
blos;
o
pagamento
dos
outros
390 milhões
será
regulado
depois.
Art.
20.°
O
imperador
da
Rússia con
sente que
a
indemnisação
possa ser
paga
pela cessão
do
sandjak
de
Touifcha, (que
póde
ser
trocada
com
a
Bessarabia,
Arda-
han,
Kars,
Balum,
Bayasid,
até
Soghanli-
Dagh.
i^io
2X
—
Já
Deus
co
meça
a
glorificar
o
seu
grande
servo,
con
cedendo
por
sua
intercessão
as graças
que
quer.
A
13 de
janeiro ultimo,
uma
donzella
de
Saint-Charaond,
proximo
de Lyon (Fran
ça),
Estcfania Thiollière, estava
para
ser
operada
de uma
exlase
de
que
padecia,
havia
dois
annos,
e
que,
a
pouco
e pou
co,
linha
deslocado
a
unha
do
dedo
grande
do
pé
direito.
Embora
que
a
operação
fosse
feita
com
toda
a
pericia possível,
dois
dias depois
manifestaram-se crises
nervosas,
as
quaes
continuaram
sob
di*
versas
formas, e
com
maior
ou
menor
du
ração,
desde 17
de
janeiro
a
19
de
fe
vereiro. Com
a
impressão
causada
por
es
tas
crises,
as
entranhas
e
o eslomago
ces
saram
de funcionar
utilmente.
Estes
dois
orgãos
tornaram-se
naniW
doridos,
a
ponto
que
o estomago
não
'l
0
‘
dia supportar
senão
mui
pouco
alimento-
Apareceu
logo uma fistula
na chaga
e
os
remedios,
ainda os
melhores, não
fazia®
mais
do
que
aggravar
o
mal
A
18
de
fevereiro,
a
doente
não
p
’
*
dia
supportar
alimento
algum
e
a
sua
fraqueza
era
já
extrema.
N
’
esse
dia,
seu
naes
deixaram
de applicar-lhe
remedios
e
resolveram não
procurar
recurso
algum
sen
ão
n
’
aquelle
que,
á
sua
vontade,
dá
a
enfermidade
oti
a
cura, segundo
o
julga
conveniente
aos
interesses da
sua gloria.
Começaram
por
conseguinte
uma
novena
de
orações,
alim
de
obterem
de
Deus,
por
intercessão
de
Pio
IX,
a
cura
da
sua
que
rida
enferma,
para
glorificação
do
grande
e
venerado
Pontifice,
cujas
exequias
ti
nham
sido determinadas
para
o
dia
18
de
fevereiro.
Applicaram
ao
mesmo
tempo so
bre
a
perua,
porque não
podia
ser
appli-
cado
sabre
o
dedo
da
doente,
um
parche
de
tios
qne
tinha
servido
para pensar
as
feridas
de
Pio
IX.
Pôde
logo
mover
o
dedo,
mas
doendo-lhe
ainda.
No
dia
se
guinte,
pôde o
parche
ser
applicado
imme-
diatantenle
sobre
a
chaga;
então
a dôr
que
durava
noite
e
dia,
havia já
cinco
semanas, desappareceu
immediatamente
e
não
tornou
mais.
O
estomago,
que,
na
vespera,
não
po
dia
coin
uma simples colher
d
’agna
c<>m
assacar,
supportava
sem
violência
a
fadiga
de
quatro
refeições
copiosas.
Reapparecerain
as
forças.
D
’ahi
a
dois
dias
a fenda
eslava
cica
trizada,
e
a doente
podia
calçar-se,
ir á
egreja, e
fazer
o
serviço
domestico que
iinba
por costume fazer,
c
m
melhor
saude
que
a
qne
tinha
antes
da
operação:
tal
é
a
substancia
da
narração
dirigida
peio
proprio
pae
da
doente
ao
Ec/to
de
Faur-
viere.
O
honrado
e
feliz
Camillo Thiollière
com
a
sua
familia
toda
ciê
que
esta
cura,
tão
prompta
e
tão
completa,
é
devida
á
intercessão de
Pio
IX:
muitos
jornaes
em
França
lêem
repetido
esta
noticia,
qne
nós
esperamos
e cremos
que
não
será a
ultima;
porque
Pio
IX
ha
de, ainda
lá
do
Ceo
e
por
muito
tempo,
confundir
os
inimigos
da
santa
Egreja,
que elle tão
sabia
e
gloriosamente
governou.
—
L.
P.
SAL
VAE
AS
CKEANUAS Peia
doce
Revalesciêre du Barry de Londres.
—
Por
toda
b
parte
se
deplora
qne a
creança
—
a
alegria
da
familia
e
a
e-
p
rança da
na
ção
—ó
muito mal
tratada.
Sómente
devi
do
á
igíior
incia
das
mães
e
das
amas,
mor
rem
ella»
no
primeiro
anno,
60:000
era
Franç:
•:
40:000
em
Inglaterra I
Esta
mi
seria
é
devida
ou
a
uma
alimentação
de
leite
muito
frequ
utoh
antes
ao
uso
do
leite
de
vacca
ou
de cabra, ou
á
açorda
—
alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente,
trazem
uma
irritação
da
mucosa,
e,
como consequência
inevitável,
a
escan-
deseeocia
ou
a diarréa,
os
vomitos
contí
nuos, a
atrophia,
as
caimbras,
os
espas
mos,
a
morte.
R
conheceu
se
que a
di
gestão
de
(ima
creança,
uma vez
com-
prouiettida,
as
drogas mais
bem escolhidas
nào
teem
poder
de
reparar o
mal
!
E
’
um
ílagello
para
a
f-milia
e
para
o
paiz
esta
cruel
destruição!
II.»
comtudo
um meio
simples
e
pouco
dispendioso
de o
conse
guir,
e
que
tem
sido
provado
durante
vin
te
e
ouo
annos; é
sustentar
as
creanças
de
peito
e
as
creauças
doentes
e
fracas
de
qualquer
edade
coíb
a
Hevaleucière X9s»
Bnrii-y,
ires
vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida
com
agua
e sal.
j
.
’,
íâi»s»8aa»esaSe,
o suatenio por
exeeSSemeia
que, elle só ettneegtae
eviiwr
tinte*
«*
m
aceádetstes
«is»
in-
fnneia.
Citemos
algumas
das
piovas
abundan
tes
da
sua
influencia
invariavelmente
salu
tar,
m
saio
nos
casos
mais
desesperados
Cura
n.°
80:41S.
—
O
snr.
doutor
F.
W.
Beneke,
professor
de
medicina
na
Uni
versidade
de
Mirbou
g,
refere-se
da se
guinte
maneira
á
clinica
de
Berlia,
em
8
de
íb.il
de
1872:
«Nunca
esquecerei
que
devo
a
vida
de
um de
meus
filhos
á
E&evs»leseãére ííu
Barry.
«A
creança,
na
edade
de
quatro
ân
uos,
solfria
sem
causa
appareote,
uma
atrophia
completa,
com coutiuuos
vomitos
que
resistiam
á
mais
cuidadosa dieta
a
duas
amas
e
a
todos
os tratamentos
da
Scieocia
medica
A
Revalesciêre
fez
parar
immeJiatameiite os vomitos e
res
tabeleceu-lhe
complelamente
a saude
em
seis semanas.
De
tolas as
minhas
expe
riências
feitas
posteriormente
com
a
Ke-
valesieiéí-e
obtive
os
mesmos
resultados.
E
’
quatro
vezes
roais
nutritiva
que
a
carne».
Cura
n.
u
70:410.
—
Fabrica
de Grau-
Y'da
s
(Alto
Rheuo)
12
de
julho de
1838.
Seniior.—
Considero-me
feliz
por
poder
di-
Zl
r-llie
que o
meu primeiro filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
duiante
um
an
ho
pela
sua
HtevaScseÈére,
e
que
a
sua
saude
e
o
seu
desenvolvimento
são
uma
maravilha
para
todo
o
mundo.
Não
ha
na
aldeia
creança
tão
forte
como
o
meu
fi
lho
em
relação
á
sua edade. —
M
ercier
.
Cura
n.°
87:421.
—
Bruxellas,
23
de
junho
de
1874.
—O
meu filho
mais
novo,
abandonado
ua
edade
de
quatro
para
cin
co
mezes
pelos
médicos,
não queria
to
mar
csern
digeria
alimento
algum,
e
acha
va-se, por
consequência,
o
’
urn
estado
de
fraqueza
qne
punha
em
perigo
a
sua exi
stência;
foi
então
que
lhe
fiz
preparar
um
caldo
de
Revalesciêre
fraco,
que
elle
comeu
com apetite,
e de
que
continuou
a
ali-
ment
r-se
exclu-ivamenle
durante
alguns
mezes.
H je,
que
lem
onze
annos
de eda
de,
é
forte
e
gosa
saude.
—
D
esvvert
.
E
’
seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne, sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
e:n
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/*
kilo,
□00
; de
1
/
s
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
4
$400
ces;
de
2‘
/
t
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12
kiios,
12$00Ó
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciêre
que
se
po
dem
comer
a qualquer
hora.
vendetn~se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
í&evftíeseière
cSioeaSaladta
j
ella
res-
tuue
o
appettite, digestão,
sotnoo,
energ'a
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
nr
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinari
,
se<ii
esquentar.
Sm
pó
e
em paus,
em
caixas
de folha dt
lata
de
12
chavenas,
600
reis;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1$4Ó()
;
dt
120
chavenas, 3$200
reis,
ou
25
reis
cadi
.lijveui.
MU BABKI
M.WEW.--
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regenl-
Streei,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceulicos,
droguistas,
mer-
ciei
tos,
etc.,
das províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
sar.
Serzedelio
&
G.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Hiis&oa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea, 12
—
Post-
4®,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=Aveíro,
F. E. da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Ê3s»«-®e5í®a, Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
«írwgs»,
Domingos J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
-Pipa
&
Irmão, rua
do
Souto.—
Viiuuin
sio
Ò»
h
-
teiie,
Aíionso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande, 140.
—
SoSEíasBairâes. A.
J. Pereira
iMartins,
phartn.
—Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
siiva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29
e
33. —
Prs»s>íie8,
Miranda,
phartn.
—Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
irmão.
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D. Pedro,
105
a
108; Antonio J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Amonio,
225
a
227.—
8®essi®
do
íd-
titts.
A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
sfls»
Warsim,
P.
Machado
de
Oiiícra,
pharma.—
Valentça
dh»
’
ííní»o,
Francisco
José
de
Sousa, pharm.—
Vill®
a?,
Cotwtfie,
a
.
L.
Maia
Torres
pharm.
VEHDâ
DE
TRAVES.
Vende-se
uma
porção
de
traves
de
castanho.
Quem
pertender
dirija-se
á
rua
da
Boa-Visia
n.°
24.
AOS
MESTRES PEDREIROS
Na
quinta
de
.Mattos,
congosta
de
Tor
neiros,
proximo
á egreja
de
S.
Victor,
ha para
vender
calleiros
de
pedra,
e
pe
dra
d
’
alvernaria.
Trala-se
com o
sor. An
tonio
do
Lyceu.
(823)
PIANO
DE
MEZA
Vende-se
um
de
7
oitavas
de
muito
bom
auctor.
Trata
se
com
Antonio
Fernandes
Gomes
de
Campos,
no
campo
de
Sant
’
Anna d
’
esta
cidade.
(824)
Programma
dos e ames de ad
missão
nos Lyceus Nacionaes.
t
Vende-se
por
40
reis
na
Portaria
do
Lyceu.
Também
se vende
programmas para
mestres
d
’
escolas.
PBEVENÇÃO
GA.ars9AKEI.S4A
«ft
c.a
Com
loja de fato feito
e
por
medida
no
campo
de
SanCAnna.
O
annunciante
previne
0
respeitável
publico
de
que
conlinúa com
0
seu
es
tabelecimento,
e
que
nada
tem
com
uma
nova
loja
de
alfaiate
aberta
na
rua
de S.
Marcos
pelo snr.
Manoel
José
de Lima,
seu
ex-official.
(826)
MUITA
ATTENÇÃO.
A
Meza
de
Nossa
Senhora
do
Carmo,
d
’
esta
cidade
tendo
de
mandar
solhar
0
pavimento
da
sua
egreja,
convida
por
esta
iórma
a
todas
as
pessoas
que
tenham
alli
ossadas
de parentes
e
as
queiram
remo
ver,
0
façam no
prazo
de
20
dias
da
data
deste.
Braga
1
de
abril
de
1878.
O
Secretario
da
Irmandade
(825)
Padre
José'
Silverio
da
Silva.
NGVO
HORÁRIO
Alexandre José Pereira
Calheiros,
da
villa
do
Pico,
participa
ao
respeitável
publ.co,
que
0
seu
carro
diário
que
sae
desta
cidade
ás
2 horas da
tarde,
em
di
reitura á
villa
do
Pico,
principia a
sahir
ás
3
horas
da
tarde
no
dia
31
do
cor
rente.
O
seu escriptorio
é
na
esquina
dos
Chãos
de
Baixo,
em
casa
do
snr.
Ma
noel
Barros,
loja
de funileiro.
Promette
0
bom tratamento
aos
seus freguezes,
co
mo
até
aqui,
e
espera
0
procurem.
Preços
os
do
costume.
Braga
29 de
março
de
1878.
Alexandre José
Pereira
Calheiros.
O
encarregado
—José
Joaquim
da Silva.
(819;
COaiV®CAÇÃO »E CKEí9ímES.
Pelo
respectivo
juiz
commissario foi
designado
0
dia 10
do
futuro
mez
d
’
abril,
ás
12
horas
da
manhã, na
casa do
tri
bunal commercial d
’
esta
cidade,
para
a
convocação
dos
credores
do
Banco
Com
mercial
de
Braga,—
reunião
que
terá
por
tim
a
eleição
da
commissão
liquidataria,
a
qual
será
composta
de
ires
membros
eílectivos,
e
dois substitutos,
—
lendo
os
mesmos
credores
d
’
apresentar,
no
acto
da
reunião,
os
litulos
comprovativos
dos
seus
créditos; e,
quando
representados
por
procuradores,
deverão
estes
apresen
tar,
não
só
a competente prochtração,
como
também os
titulos
comprovativos
dos
créditos
de
seus
constituintes.
Braga 27
de
março
de
1878.
O
escrivão
do
tribunal
commercial,
(820)
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
JOSÊ ANTONIO
FERREIRA
GOMES.
S, ?!«><*
Nova, 5
BRAGA
Com
estabelecimento
de pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e
chá
—
cartonagem
para
dezenho,
íloragem
e
aprestes
para ílôres —stearina,
pós
finos
para
gomma,
etc.,
etc.
N
’este
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra um
completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
escripturação
mercantil,
bem
como
papeis
e
artigos
para
escriptorio.
Também
se
encontra
um
sortido
de
chá
hyson
desde
800
a
l$400
rs. 459 gram.,
e.
muitos
ou
tros
artigos
proprios
de
seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços
commodos.
(725)
DINHEIRO
A JURO
A
Confraria
de
Santo
Amaro
da
Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca.
(706)
VENDE SE
,z«y
Uma
morado
de casas
de
um
pri-
meiro
andar
com
muitos
commodos
fc-âsím
p.
ira
fam
i|j
ai
boas
lojas, poço
com
muito boa
agua,
e
grande
quintal,
ji
hem
plantado
e
muito
a
vinhado,
na
rua
Direita
da
Cruz
de Pedra n.°
55.
Para
tratar no n.°
57
C.
VENDE-SE
Uma
pia
de
pedra,
que
leva
uma
pipa
d
’agoa,
na
rua
Direita da
Cruz
de
Pe
dra
n.°
57 C.
(818)
A
BELLEZA
DAS SENHORIS
Pomada
sympalhica,
para
destruir,
de
momento,
0
pello
da
cara
e mesmo cabel-
lo
em
quantidade,
sem
causar
0
menor
damno
á pelle.
Xarope peitoral de Rei
Empregado
com
os
melhores
resulta
dos
nas
moléstias
pulmonares,
tosses
an
tigas
e
modernas, bronchites
agudas
e
chronicas,
broncorrhea,
catharro
pulmonar
seja
qual
fôr
0
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
resia,
lisica, catharro
suflocanle,
angina
nervosa, tosse
asthmatica,
escarros
de
san
gue.
etc. etc.
Os
efleitos
d
’este
verdadeiro
especifico
são
seguros
e
rápidos
e
é
considerado
na
opinião
publica
0
melhor
medicamento pa
ra
taes
padecimentos.
A’
venda
em
Braga
k
nas
pharmacias
Pipa
&
Irmão, Orphãos
e
Alvim.
Em
Guimarães na
pharmaeia
de
Pereira
Martins.
Deposito
principal
na
Phar
macia
Lisbonense,
Largo do
Curpo
Santo
-LISBOA.
(762)
ESTESKAS
PARA
FORRAR
SADAS.
Manoel
Dias
da
Silva,
premiado
na
exposição
de
Braga
em 1863,
na
Inter
nacional
Portuense
em 1875,
na
de
Vien-
na
de Áustria
em 1873 e
na de
Phila-
delphia,
em 1876, faz
publico
que
tomou
conta
do
estabelecimento
de
esteiras
da
rua
do
Souto
n.°
40
e
40
A,
d’
esta
ci
dade,
aonde
0
fabrico das
esteiras
prin
cipia a
ser
no
systema
de
Lisboa
e
Porto.
Também
lava e
compõe
sendo
precizo.
No
mesmo
estabelecimento
ha
sortimento
de
capachos
de
esparto.
(761)
CIRURGIÃO
OESTISTA
DA
Escola Americana
Consultono
a
toda
a hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(800)
Vendem-se
trez
moradas
de
ca-
i;
sas,
coniiguas
umas
ás
outras,
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra
com
os
n.
08
22,
23,
e
23
A.,
lendo
um
bom
e grande quintal
poço,
e
outras
casas
na
fundo
do
referido quintal
com
frentes
para
0
Beco.
Quem
pertender
dirija-se
ao
vendedor,
nas
casas
n.°
23
A.
(816)
VENDE-SE
Etn
nma
das
melhores
ruas d’es-
ta
cidade
orna
morada
de
casas,
e
ein
niujt
0
bom
estado.
No
escri
ptorio
da
administração
d
’este
jornal,
se
diz
com
quem
se
trata.
(787)
DINHEIRO
A
JURO.
A
Irmandade
de
Santa
Maria
Magda-
lena,
da
Falperra,
tem
para
dar
a juro
1:350$000
reis.
Braga 2
de
fevereiro
de
1878.
O
secretario—Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
________________________
(735)
Quem quizer
arrendar
a
casa n.°
7,
no
ca.i.po
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
11a
rna
do
Cam
po,
d
’
esla
cidade,
que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
CAIXA
PARA
AZEITE
No largo
de S.
Miguél-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender uma
caixa
em
muito
bom
estado
que leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(760)
s»w»^wc;
O
ks
.
ja
.€
íaa
<
$
A
Vende papeis pinta-
dos
para guarnecer
saltas,
&
lindíssimos
gostos,
a
prin
cipiar
em 80
reis
a peça
V
’
Vende
oíio,
tintas e
vernizes para
pinturas
de
casas,
tu
Jo
de
boa quali-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
K
H Vende cimento
roma-
$
no
para
vedar
aguas,
ges-
so
para
estuques
de
ca-
O sas, tudo
de primeira
qua-
iidade.
$
d
Os
Rebuçadog
mytiiieos,
de
na
tureza
balsaniica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
sào
o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200 reis.—Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227, no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621
j
ÍJIMJUJIÃW
UF.STJBTÂ
APPROVADO
PELA
ESCOLA
MED1CO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Ruà
de
S.
Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continua
operando grátis,
pobres
e
soldados.
(801)
Premindos
com medalha de
fl.acles«e
na ííxjJoaíçSo Internacional
Portuense
de lg®5, e na
Philadelphla de 189®.
Tendo
os
proprietários
d
’esta fabrica
sido
victimas
das mais
cruéis
e
vís
fal
sificações.
fazem
saber
aos
snrs.
consumidores
de
seus
produclos,
que
teem altera
do
a inscripção
e
desenho
dos
invólucros
ou
cintas
que
cingem
os
seus
bem con
ceituados
e
conhecidos
—
rros espeeíaes
I»av»n®s==,
em
massinhos
de
8
cigaros;
e por isso
chamam
a
attenção
dos
mesmos snrs.
consumidores,
para
que
não
sejam
illudidos na
sua
boa
fé,
scientificándo-os de
que
os
rotules,
além d’
um
leão
(dislinctivo
e
marca
d
’
esta
fabrica)
em
maiores
proporções,
legenda
da
firma
dos
proprietários
—
Migwel
Aogwsto, Fonseca s® Cardes»'—,
levam
ao
lado,
escripto
em
caracteres
bem
legíveis
e
em sentido
transversal
MAKCA
JLEA
síç
e
pe
dindo-lhes
para
que
se
dignem
bem
attenlar
na
inscripção
e
marca
que
acima
re
produzem,
evitando
assim
o serem
ludibriados.
Não
encarecem
os proprietários
a
excelfencia da
qualidade
d’
estes
cigarros
e
mais
productos
sahidos
da
sua
fabrica,
porque
os
snrs.
consumidores
os
conhecem
de sobejo
para
os
poderem
avaliar;
e
ao
que
visam,
tendo
feito
a
alteração na m-
scnpção
e
servindo-se
da
publicidade,
é evitar o
descrédito
da
sua fabrica
em
de
trimento
seu
e dos
snrs.
consumidores
que
os
obsequeiam
com
a
sua
preferencia,
a
qual
diligenciarão
fazer sempre
por
merecer,
primando
cada
vez
mais
em aper
feiçoar
os
seus
produclos.
(694)
Miguel
Augusto,
Fonseca
8:
Cardoso
DA
COMPANHIA
FABRIL
S1NGER
17,
RUA
DE
S.
VICENTE,
17
BRAGA
íís-asítle
retlueçA» .Se
preços «:ia íosSai-j as ssiaehsnag de costura da
COMPANHIA FABRIL SINGER
Gs
únicos
fabricantes
de
machinas,
com
casas
estabelecidas
era Portugal, para
fornecer
directamentea
ao
publico,
e
as
que
obtiveram
maiores prémios
na
exposição
universal
de
Philadelphia.
GRANDE
FACILIDADE DE PAGAMENTOS
PARA
ADQUIRIR
AS MELHORES
MACHINAS
CONHECIDAS
M
ais
dz
um
anno
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huzo
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prestações de JJOO
S5
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Com listas dos
preços e condições na SUB-SUCCURSAL
DA
JEL
USINÍGE
17, RUA
DE S. VICENTE, 17
■P®
■ O
"í;
Pio
IX em Miniatura ou Desumo
da
Historia
de Pio
IX.
Pelo
Padre
Luiz
B.
C.
Pacheco.
A
’
venda
no
escriptorio
d
’
este
jorna).
Preço
300
reis.
Fab
ica a vapor
dj fundição de
ferro e metaes
Traveua de
S. «Soão—Braga.
Nesta
fabrica,
unica
na
província
do
Minho,
fabrica-se
toda
a
qualidade de
obra,
tanto
de
ferro
como
de metal,
q
proprietário
da
mesma não se
tem
pou.
pado
a
sacrifícios
para
poder
elevar
este
melhoramento
de
industria
á
altura de
poder
competir
em
tudo
com
as
fabrica»
de
igual
genero do
Porto
e
outras loca,
lidades,
e
em
parte
o
tem
conseguido,
pois
que
no
seu
estabelecimento
se
fazem
obras de
todos
os
tamanhos
e
qualidades
pelos
preços
que
possam
ser
encontrados
no
Porto.
Nesta
fabrica
fundem-se
peças
de
pezo
de
3,000
kilos,
e
maiores,
sendo
preciso,
acbando-se
já
muitas obras fundidas, co
mo
são:
huxas
para
eixos
de
carruagens,
moinhos para
moer
tintas,
pés para
me-
zas
de
mármore
ou
de
madeira,
bancos
para jardins,
bombas
de
quMqoer
prés-
são
e
comprimento,
grades
para
sacadas
ou
jardins,
columnas
e
consolas
para
lampeões,
prensas
para
copiadores,
fuzos
de
novo
syslema para
lagares,
ferros para
alfaiates
e
chapelleiros,
tapetes
e
venti
ladores
para
soalhos,
canos
e
tubos
para
agua,
joelhos
de
todas
as
grossuras.
Tam-
bem
concerta
todas
as obras deste
gene
ro.
—
Preços
do Porto.
Braga,
Fundição
do
Minho.
O
Proprietário
—
Antonio
Germano
Ferrei,
rinha.
Dicciunano Prosodico de Por
tugal
e Drazil
por
Antonio
José
de Carvalho
e
João de
Deus.
1
vol.
—
1$00O
reis.
Remette-se
pelo
correio
a
quem
man
dar
1$030.
Todos
os
pedidos
devem
ser
feitos
a
Pacheco
&
Barbosa
—
Lisboa.
No
Brazil,
a
Lopes
do
Couto
&
Filhos
—
Rio
de Ja
neiro.
JOSE’
DA S1L VA P V:\DA0
Com
Hojw ale
fato feito
13
—
Largo
do
Barão
de S.
Marlinho
—
13
Participa
aos
seus
amigos
e
fre-
g^zes.
lauto
d
esta
cidade
como
das
proviuciasque
tem ura
bonito
I
e
va
'
iado
sortimento
de
falo
fei-
LtàU
’
*
’
lo,
casimiras
para
faio
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
l$500,
2$000
e
2$300
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de
casimita
e
de
aipa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panuo
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de iodas
as
qualidades,
de
300
rs.
até
800;
naantas
.de
seda
de to
dos
os
feitios.
Eucarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
prompti*
íica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas, e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de S.
Exc.
&
Rev.
m
*
o
Snr.
D.
João Chrysostomo de
Amorirn
Pessoa, Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.
’
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Catholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense
de
Manuel Malheiro, rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160
reis
»
encadernado
....
240
»
PADRE
SENNA
FREITAS
Preço
.... &®O reis
A
’
venda
na
Livraria
Catholica
Portuen
se,
praça
de D.
Pedro,
131.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1878.
Parte de Comércio do Minho (O)
