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JFOff.SIA COJMMEíWlAlo. B&KiLSWaSBSA
ÍEÍ raorjr a so '•■ íí>®ízsa. -
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA DIAS
DA
GOSTA,
RUA
NOVA
N.°
3 E.
PREÇO
DA
ASMV
j
AAI
LIÍA
j
Braga,
12
mezes............................... 1&600
6.°
ANNO !
»
6
»
........................ 850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Ânnuncios
cada
linha
....................
20
Repetição....................................
D*
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUINTAS E SABBÀDOS.
PREÇO DA ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes
................
2^000
»
6
»
...............
l&OiíO
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso........................
10
N.*
757
n.
‘
rto
ro,
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OB
1)
2 CE
MARÇO
DE
1878.
E
’ hoje um dia
de gala para toda
a Christandade; por ser o do anni-
versario
natalício do nosso Santís
simo Padre
Leão XIII, que Deus
aca
ba de eleger para Seu Vigário na
terra.
Como calholicos
fervorosos, como
dedicadíssimos
á Cadeira
de
Pedro,
a
que
sempre nos ligou affecto o
mais
acendrado, como
um
dos mem
bros da deputação portugueza que
foi felicitar o fallecido
Pontífice sendo
admittida
em audiência
publica de
21
de
junho
de
1871, aífirmando
assim
mais
e mais a
nossa absoluta
adhesão
á
Santa
Sé; nós sentimos-
nos transportados de jubilo ao com-
memorar este anniversario.
Sim,
Santissimo Padre, nós
Vos
felicitamos
como filhos humildes
mas
amantíssimos,
como crentes da
Religião que Jesus Christo veio im
plantar na
terra, e cuja causa temos
defendido e
continuaremos a defen
der,
não nos
desamparando para
isso
o
auxilio
do ceo.
Nós Vos felicitamos
ainda como
filhos
d’esta cidade augusta, tão an
tiga como fiel. Foi ella, para não
desmerecer
primazia, a
que, em
toda
a
Península, primeiro celebrou
a fe
liz
nova
da ascenção de V. Santi
dade ao solio pontifício, poucas ho
ras
depois que ella foi annunciada
ifessa
capital
do orbe catholico;—•
fausta nova
transmitida pelo egregio
e
sollícito
Prelado d’esta archidio-
cese, e que nós logo manifestamos
pela imprensa, quando os
repiques
festivaes
dos sinos, ás 6 horas da
manhã, a annunciavam
aos fieis bra-
carenses.
Felicitando pela primeira vez a
V.
Santidade,
ifestc dia, implora
mos
humildemente
a
Vossa paternal
Beução
para
nós e
nossa
familia,
para
todos os collaboradores d’este
jornal, e para
os que auxiliam a sua
sustentação.
O
l’
apa Leão XIH.
Nasceu
a
2
de
março
de
1810
na
villa
de
Carpinelo,
diocese
de
Ànagni,
descendente
de
uma
nobilíssima
família,
Joaquim
Pecci.
E
como
Deus
o
destinava
a
reger
a
Sua
Egreja
em
tempos
tão
dif-
ficeis,
deu-lhe
dotes
que
desd* logo
o
distinguiram
entre
os
da sua
edade.
Mas
sigamos
a or-Jem
chronoiogica
do»
fa
ctos.
De seu
talento
e applicação
deu
as
primeiras
provas
no
Collegio
Romano,
onde
cursou
humanidades
com
grande
elo.
gio
dos
mestres
e
sem
despertar
rivali
dades
nos condiscípulos,
attraia
pela
ame
oidade
e
delicadeza
do
iracio,
pela
mo
déstia
com
que
se
apresentava
nos
actos
escolares,
e
pela
virtude
com
que
os edi
ficava.
IPaqui
passou
á Academia
de
eccle-
siaslicos
nobres
onde
cursou
direito
e
lheologia,
e
por
tal
sorte
o
fez
que
o
Santissimo
Padre
Gregorio
XVI
compre-
hendeu
logo
quanto
podia ser
ulil
ao
serviço da
Egreja o
joven
Sacerdote,
e
o
nomeou
Seu
Prelado
domestico.
Era
honroso
o logar,
mas
pequeno
para
o
emprego
d
’
aquella grande
intelligencia,
o
que
obrigou
o
Santo
Padre
a
procurar-
lhe
coliocação,
on
le
melhor
podesse
ser
vir
a
Egreja.
Nomeou-o,
pois,
seu
dele
gado
no
districto
de
Beneveneto,
Spolello
e Perugia,
e
depois passou
a
exercer
egnaes
funeções
em
Portici.
De
como
se
houve
no
desempenho
d’estes
cargos,
fal
iam
ainda
aquelles
povos
com honrosa
saudade,
porque
á
paz
e
segurança
que
n
’elles
estabelecera,
succederama
devassidão
e
os
dias
de
luto
que
a revolução
lhes
tem
dado.
Com
os annos
augmentava
em
mere
cimentos,
e em 1843
já Gregorio
XVI
via
n
’elle
o
homem
proprio
para
o
repre
sentar
em Bruxellas,
como
Núncio
Apos-
tolico.
Não
lhe
permilliti
porém
a
satide
demorar-se
alli
por
muito
tempo;
regres
sou
a Roma,
deixando
profundas
saudades
na Beigica,
onde
fez
á
Egreja
importan
tíssimos
serviços,
apezar
do
pouco
tempo
que
alli
se
conservou.
Leopoldo
I
linha
pelo
Núncio
Pecci
a
mais
distincta
con
sideração,
de
que
lhe
deu
públicos
tesli-
m
unhos.
Pela
morte
de Mons.
Filesio, Bispo de
Perugia,
os
habitantes
d
’
esta
cidade
pe
diram
para
seu Prelado
a
Mons.
Pecci,
já
a
este
tempo
preconisado
Arcebispo
de
Damietto.
Gregorio
XVI
annuiu
a
este
pedido, no interesse
d
’
aquella
diocese,
pre-
conisando-o
Bispo de
Perugia
no
con-
sistorio
de
19
de
janeiro
de
1816, e
creando-o
na
mesma
occasião
Cardeal
da
Santa Egreja
Romana,
reservando-o
in-
pello
No
mez
de
junho
d
’csse
mesmo
anuo
morreu
Gregorio XVI,
não
podendo
por
isso publicar esta
nomeação;
porém
o
seu
Successor,
Pio
IX,
o Grande,
não
avaliava
em
menos
o
talento,
as
virtudes
e
servi
ços
prestados
á
Egreja
por
Mons.
Pecci,
e
por
isso no
Consistorio
de 9
de
dezem
bro
de
1853
o
proclamou
Cardeal
da
Or
dem
dos
Presbyteros,
com
o
titulo
de
S.
João
Chrysostomo.
Continuou,
comtudo,
o
Eminenlis
imo
Cardeal
Pecci
á
frente
da
sua
diocess
de
Perugia,
edificando
aquelles
povos
com
a
santidade da
sua
vida,
auxiliando-os
com
a
sua
tão
notoria caridade,
e
guiando-os
na
estrada da
verdade
com
a
sua
illustra-
ção e
zelo,
até
que,
em
1876.
em se
guida
á
morte
do
Cardeal
Antonelli, o
Papa
o
chamou
a Roma.
Em
novembro
ultimo foi
nomeado
Camerlengo.
Pio
IX,
prevendo
ialvez
a sua
próxima
morte,
collocou
n’
aquelle
logar
o
homem,
que
julgava
mais
proprio
para
vigiar
pela
Barca
de
Pedro
emquanto
o Conclave
não
escolhesse Aquelle
que
a
devia
governar.
E
os
Cardeaes,
reconhecendo
as
qualidades
que
o
adornam,
viram
no
Cardeal
Pecci
o
Successor
digno
de
Pio IX,
e
como tal
o
declararam precedendo
todas
as
forma
lidades
legaes.
Temos
hoje
á
frente da
Egreja
Leão
XIII;
a
seus
pés
pomos
os
mais
humil
des
votos
de
submissão
e
respeito:
e
n
’
elle
confiamos
tanto como
Pio
IX,
por
que
tem
o
mesmo
poder,
a mesma
mis
são
a cumprir,
as
mesmas
promessas a
seu
favor.
Nada
conseguiu
a revolução,
de
Pio IX, nada
conseguirá
de
Leão
XIII,
com
a
mesma
energia
do
seu
antecessor
pronunciará
aquelle
jsubhme
non possu-
mus,
que
só
por
si
fasia a
gloria
de Pio
BRAÍH-
9
DE
í
TIARÇO
DE
S»?»
A
soberania
do
povo
é
o
grande
e
fatal sofisma,
que
serviu
de
base
á
re
volução
franceza,
e
a
todos
os
governos
revolucionários
que
tem agitado,
e
que
agitam
os
povos
da
Europa
desde
aquella
epoca fatídica
até
hoje.
Por
longo
tempo
sepultado
nos
escri-
ptos
de
Buchnan
e
de
Jurieu,
esse
so
fisma
surgiu
da penna
seductora
de
Rous-
seau,
sem
advertir
nas
consequências
que
produziria no
mundo!
Elle,
que
tinha
por
muito cara
qualquer
revolução,
que
custasse
uma unica
gota d«
sangue,
não
previu
que
o
faria
derramar
em
jorros
aos milhares
de
innocenles sacrificados
á
furia
popular
do
povo
soberano!
A
soberania
(dizem
os
discípulos
da
nova
escola)
está
no
povo, porque
no
povo
está
o
poder;
e
como
não
póde
ha
ver
leis
permanentes
e
irrevogáveis, o
povo
tem
o
direito
de
destruir
as anti
gas,
e de
crea*r
outras
novas;
e
sendo
assim,
o
governo
não
é
mais,
nem
ou
tra
cousa do
que o
ministro,
ou
o dele
gado
do
soberano.
E»iabeleceu-se a maxima;
mas
ninguém
se
deu
ao
cuidado
de
provar-lhe
a
ver
dade,
e nem
ainda o
de
mostrar
o
que
é
que
se
entende
pela
palavra
povo;
pa
lavra
que
admitte
differenles
significados.
A palavra
povo
quererá
exprimir a
ideia
da
multidão
sem leis,
sem
chefes,
sem
convenções,
e
tal
como
possam
os
homens
ser
considerados
no
estado
natu
ral
?
Neste
sentido
o
povo
póde
ser
I
do
como
independente,
mas
não
como
so
berano,
porque
a soberania
só
póde con
ceber-se
e
existir
no momento
em
que
exista
um
Estado
e
um
governo.
Imagi
nar
nesse
povo,
em
seu
estado
natural
a
soberania
é
o
mesmo,
na
opinião
dos
melhores
publicistas,
do
que suppor
o
governo
antes
de
existir
governo.
O
po
vo,
bem
longe
de
ser
soberano,
nesse
estado;
nem
mesmo
póde
chamar-se
po
vo,
salvo
se
quizerem
dar
irrisoriamente
o
nome
de
soberania
a
essa
licença
in
dócil,
que não
conhece
leis
nem magis
trados.
Onde
todos
são
independentes
nin
guém
é soberano.
Quererão
que
a palavra
povo
sirva
para
designar
uma
nação
civiiisada
com
chefes
e
governo
reconhecido?
Neste
caso
a
palavra
comprehende
to
da
a
nação,
e
não
aquella
parle que
os
latinos
designam
pela
palavra
plebe,
e á
qual
impropriamente
chamamos
povo,
pois
que
ella
fóriua
a
classe
mais numerosa
da
sociedade.
Na
linguagem
revolucionaria
as
pala
vras—
multidão,
povo,
e
nação
significam
a
mesma
coisa;
e
á
sombra
de
um equi
voco,
e
por
um
abuso
visivel de frases
dá-se
a
uma parte
a
denominação
e
os
direitos
do
todo,
preparando-se
por
estes
meios
a
dissolução
social,
pois
que
a
so
ciedade
não
existe fóra das
relações
e
dos
direitos
que
a
sua
instituição
esta
belece
entre
todos
os
membros
que
a
compõem.
Nenhum
povo
merece
chamar-
se
povo,
senão
depois
de constituído
po
liticamente.
Quando
c.a
França
o
terceiro
Estado
se
persuadiu
que era elle
quem
formava
a nação,
não
foi
díflicil á
população
o
persuadir-se
de
que
era
ella
o
povo;
e a
dupla representação
concedida
a
esse
es
tado
na assembleia dos
estados
geraes,
a
reunião
das
ires
ordens
em
uma só
as
sembleia
ou
camara,
e
os
suffragios
con
tados por
cabeça
destruíram
a
constitui
ção,
e
com
ella
a
nação franceza.
No
caso
em
que
uma
nação
inteira
representada
em
assembleia
legitima
em
que,
todas
as
ordens
do
Estado
conservem
o
logar
e
a
influencia
que
lhes
são
pró
prias
e
devidas,
se
proponha
de
accordo
com
o
soberano
a reformar
ou
a
modi
ficar
as
leis
constitutivas
ou
organicas,
essa nação
usará de
um
direito
que
nin
guém
poderá
contestar-lhe:
mas
este
di
reito,
fatiando
em
rigor
logico-politico,
não
é
a
soberania,
pois
que a
ideia
de
soberania
comprehende
a
de
sugeição.
e
nenhum
povo
póde
ser
simultaneamente
e
debaixo
das mesmas
relações,
súbdito
e
soberano.
Q
ial
é
portanto
o
sentido
em
que
os
tilosofos
revolucionários
querem
que
a
soberania
exista
no
povo?
Será
porque
na
instituição
dos
governos
a
auctoridade
dimanou das
turbas?
Será
porque
ella
conserve
o
direito
de
abolir
um,
e
de
crear
outro
governo?
Examinemos
estes
princípios
para
ficarmos
sabendo
se
o
di
reito
que d’
elles
se
segue
é
fundado
so
bre
a
natureza,
e
se
os
povos
interessam
em
reclamai-o.
Subindo á
epoca
da
instituição da
so
ciedade.
acharemos, não
um
povo,
ou
uma nação;
e
sim
uma tropa confusa
de
indivíduos
independentes,
que,
cançados
de um
estado
em
que
lodos se dizem
senhores, sem
que
nenhum
o
seja,
dese
jam
sair
d
’esta
anarchia
sem
comtudo
se
acharem
unidos
senão pela
vontade
com-
miim
de
instituírem
um
governo.
Cada
indivíduo,
gosando
ainda
da
sua
independencia.
e
de
toda
sua
liberdade
natural,
concorre
então
com o
seu
voto
para
instituir
o
corpo
político:
nesta
hi-
polhese
póde
dizer-se
que
a
soberania
veio
originariamente
da
multidão,
por
ser
no
consentimento
geral
que se
acha
a
causa
do
poder
soberano.
Poderemos
porém
admittir
similhante
hipothese?
Não
nos
ensina
a
historia
por
modo
incontrariavel,
que
desde
o
princi
pio
do
mundo
cada
uma familia
não te
ve
outro
soberano
senão
o
seu
chefe
na
tural: que
a
auctoridade
paterna
era
a
exclusiva, e que
todo
o
contracto
entre
o
pae
e
os
filhos
era
desconhecido
e
regeitado:
que
muitas
famílias,
descenden
tes
de
um
pae
commum, se
separaram
uma das outras,
como
o
tronco
de
uma
arvore se
divide
em
vários
ramos:
que
em
seguida
todas
as
nações,
provindo
de
um
só
chefe,
partindo
de
um
só
ponto,
passaram
a
diflerentes
paizes,
conservando
cada
uma os
seus
chefes
naturaes,
que
lançaram
os
fundamentos
do
Estado,
di
rigindo
e
governando
os
povos:
que estes
chefes
primitivos
e
claramente
designados
pelos
seus
nomes continuaram
a
sua
re
presentação,
e
oflicios
nos seus
descen
dentes
?!
Quero será
capaz
de
mostrar-nos
um
só
documento, ou
monumento
da anti
guidade,
que
prove
ou
ainda
que induza
terem
havido
essas
assembleias, essas
eleições,
esses
convénios
imaginados pelos
revolucionários
para
fundamento
das
so
ciedades
humanas?
O
povo
nunca
possuiu
o
direito
da
soberania,
porque
a
soberania
só
come
çou
no
momento
e pelo modo
e
meios
porque
o soberano
foi
d
’
ella
investido.
Gombater
sem
descanço
este
êrro,
I
origem
fecunda
dos
males
das
sociedades
modernas,
deve
ser
o
objecto
dos
exfor-
ços
de
todos
os
homens
que
interessam
na
felicidade
publica
Nós
o
faremos
como
nol-o permitli-
rem
as
nossas
forças
e boas desejos.
José
de Freitas
Amorim Barbosa.
Aviiaa
ds» director
eentf»! do
Aposíadado em
g®ort«gal a «odos
os dês-e®4or«8S dioseísffisaos ®
pi*e-
Kiiííeíiteis l«i*aes.
A
todos
os
Associados
da
nossa PIE
DOSA
LIGA urge
cumprir
com
o
sagrado
dever de
gratidão
para
com
o
Summo
Pontifice
Pió
IX,
fallecido
ha
pouco,
com
immensa
magoa
dos
Calholicos.
boi Pio
IX
qne
animou,
enriqueceu
de
innumeras
indulgências,
graças
e
privilégios
o
nosso
Apostolada;
d’
E!le
é
que
recebeu
os Es
tatutos,
a organisação
do
Resario
Vivo,
da
Communhão
Reparadora.
Em
vista
de
tudo
isto
recommendamos
aos
nossos
directo-
res
e
presidentes
de
lodo o
reino
para
que
convidem
todo
o
povo
a
fazer
Com-
munhã)
geral
na
primeira
dominga de
Quaresma,
oílerecendo
as
indulgências da
Communhão
por
alma
do
defunto
Pon-
tiíice.
Santa
Marinha.
De
lodos
vós
infimo
servo
P.
Luiz
Prosperi.
i,
6 i
Z 1 TI1 I A
A
caridade
d®
l*i« SX.—
Foi es
te
o
thema
escolhido
pelo
snr.
padre
João
Rebello
Cardoso
de
Meneses,
na
ora
ção
fúnebre
por
s.
rev.
ma
recitada
nas
exequias
que
por
alma de Pio
IX
a
de
voção
do
SS.
Coração
Agonisanle
de
Je
sus fez
hontem
celebrar
no
templo
do
Collegio.
0
snr.
padre João
Rebello
desenvolveu
este
thema
com
a
proficiência
e
uncção
que
todos
n
’elle
reconhecem,
e
que
fez
derramar
abundantes
lagrimas
ao piedoso
auditorio
qne
tão
religiosamente
o
escutou.
'ffe
SJeum.—
0 Te-Deum
celebrado
em
acção
de
graças
pela
elevação
ao
so-
lio ponlificio
de
S
Santidade
Leão XIII,
pelo
clero
de
Geraz,
na
egreja
de
Mon-
sul,
é
digno de
menção especial.
A
’quelia
solemnidade,
feita com
todo
o
aparato, a instrumental
para
o que
gra
tuitamente
se prestou
a
capeila
d
’
alli,
concorreu
muito
povo.
Numerosos
fogue
tes
subiram
ao
ar ao principiar
e
ao
ter
minar
d
’
aquelle.
acto.
Os
ecclesiasticos
d
’aquellas localidades
estão
promovendo
aili pomposas
exequias
por
alma
de Pio
IX, o
Grande.
—Hontem
de
tarde cantou-se
no
tem
plo
do convento
de
Santa
Theresa,
d
’
esla
cidade,
um
Te-Deum
lambem
pela eleva
ção
de
S.
Santidade
Leão
XIII
Sermões «Se Quaresflia,—
Nas sex
tas-feiras
da
Quaresma
haverá
sermões
na
egreja
do
Hospital,
que
terão
lugar
ás
cin
co
horas da
tarde.
Estes
sermões
tem
por fim especial en
sinar
e
preparar
os
lieis
para
fazerem
bem
a
sua
confissão
quadragésima!.
Convite.—
Tendo
a
pia
Associação
das
Filhas
de Maria,
d
esta
cidade,
re
solvido
fzer
celebrar
na egreja
dos
Re
médios,
exequias
por
alma de
S.
S.
Pio
IX,
as
abaixo aisignadas
convidam
todas
as
associadas
a
concorrerem
a
este
pie
doso
acto,
que
terá
logar no
dia
4
de
março
ás
10
horas
da manhã,
bem como
a
ofErecerem n
’
e«se
mesmo
dia
uma
com
munhão pela
alma
do
mesmo
Pontifice.
Presidente—
D.
Maria
Gracinda
da
Luz
Marinho
Falcão.
Secretaria
—
D.
Rita
de
Cassia Barbosa
Solto-Maior.
JEx
ploraçSs» africttna.—
Morreram
em
Zanzibar
os
capitães
Maes e
Crespei,
dois dos
chefes
da
expedição
belga
pira
exploraçã®
africana.
Sobrevivem
outros
dois,
Ernesto
Mamo
e Cambier.
0
capitão
Cres
pei
devia
ser
o
chefe
da
primeira estação
africana.
5*wg»r
aflcnntas
eosn benefleieB.
—
Sem
embargo
da
geral estima
que
Mon
senhor
Mastai gosava em Imola,
tinha
com-
ludo
alli
alguns
inimigos;
n
’esle
ponto
não
podia
fazer
differença
de todos
aquelles
que
adquirem
as
sympalhias
publicas. Deseja
va conseguir
pôr
termo
a
estas
inimizades,
e
chegou
pouco e
pouco,
a
conseguil-o.
Apenas
uma
linha
resistido: era a
do
fonfalonero
(governador)
da
cidade
A
es
posa
d’
esle
magistrado
afUigia-se
muito
com
os
sentimentos de
odio
qne seu
marido
alimentava
contra
o
bispo
d’
Imola
e
com
o procedimento
inconveniente
que,
por
muitas
vezes,
tinha
usado para com
o
prelado.
Havia já
muito
tempo
que
esta
digna
senhora
imaginava
um
expediente
qne po-
desse
mudar-lhe
esta
tendencia.
Estava
aquella
senhora
para
ser
mãe:
esta
circum-
stancia
pareceu-lhe
suggerida
pela
Providen
cia
para
realisar
se
uma
tal
reconciliação.
«Se
Monsenhor
Mastai,
dizia a
nobre
dama
comsigo,
quizesse
ser
padrinho
d
’es-
te
meu filho
que
Deus
vae dar-me,
meu
marido
não
poderia
deixar
de
mudar
de
pensar
a
seu
respeito: toda
a
sua
indis
posição
e
odio
desappareceriam,
com
cer-
tesa,
depois
de
contrahido
o
parentesco
por S. Em.
a
com
o nosso filhinho».
Apresenta
se
ao
bispo,
comraunica-lhe
o
seu pensamento
e
projecto.
O
bispo ap-
prova
e
agradece.
«Sim,
diz
elle.
acceito
de
muita
boa
vontade
o
ser
padrinho
d’
esse
filho
de
bên
ção.
Muito
estimo
por
sirnilhante motivo
grangear
um
amigo
mais»!
Mas
infelizmente
havia uma
dificulda
de
Nas
disposições
em que
o
governador
se
achava
para
com
o
Cardeal
não
annui-
ria
a
convidai
o
para
padrinho
de
seu fi
lho.
Era
mister
pois
que
o
prelado
fosse
o
proprio
a
offerecer-se.
A
senhora
apre
sentou
este
embaraço
—
«Não
tem
duvida,
respondeu
com
bondade
Monsenhor
Mastai;
eu
fallarei
n
’
is-
so».
L>go
no
dia
seguinte
se
offereceu oc-
casião.
Tinha
que
haver
no
paço
episco
pal
um conselho
para
tractar-se
da
admi
nistração
do
hospício
da
cidade
ao
qual
o
gonfalonero
não
podia
deixar
de
assis
tir.
No
fim
da
reunião,
o
bispo
dirigiu-se
ao
governador
com
a
sua
natural
benevo
lência,
e
como
se
tivesse
esquecido tudo
o
que
havia
de
rancor
e
odio
no cora
ção
do
seu
amigo,
disse-lhe:
—
«Querido
conde,
recebei
as
minhas
felicitações;
vi
hontem
a
condessa,
vossa
digna
esposa,
a
qual
me
deu
parte
da
vossa
commum
felicidade:
em breve te
reis
mais
um
filho
na
vossa
familia.
E’
uma
grande
alegria
que Deus
vos
envia;
e
eu quero
associar-m»
a
tanta
ventura.
A
proposito,
já
escolhestes
padrinho
1
—
Ainda
não,
respondeu
o conde
com
todo
o sangue
frio.
—
Tanto
melhor
!
acudiu
lõgo
o
bispo,
cujo
olhar
e
palavras
tinham
tomado o
acento
da
mais delicada
benevolencia;
tan
to
melhor;
pois
que
tenho
um
para
olle
•
recer-vos...
e.
.
sou
eu.
—
Vós!...
vós!...
nunca,
nunca!»
-
O
governador
não
tinha
polido
deixar
de
pronuteiar
uma
tal
exclamação;
e me
nosprezando
as
regras
da
mais simpfcs
cortezia,
voltára
as
costas
e
sahira.
Monsenhor
Mastai sentiu-se
profunda
mente
magoado
por
não
ter
podido ga
nhar
aquelle
coração
ulcerado;
mas
a sua
caridade
persuadiu-lhe
que
não
era nego
cio
perdido:
promelteu
voltar á
carga
em
melhor
occasião.
Um
mez
depois
o
bispo d
’
Imola
era
já
Pio
IX,
e o
conde
recebia
um
bilhe
te
contendo
estas
simples
palavras:
«Não
qoizesle
acceiiar
por
padrinho
de
vosso
filho
o
bispo
d
’
Imola,
quereríeis
ac-
ceitar
o
bispo
de
Roma»?
Pondo-se
a
caminho,
o
conde
correu
ao
Quirinal
a
lançar-se aos
pés
do
San
to
Padre.
A
’
vista
d’
isto
cremos
poder
affirmar
que
a
caridade
de
Pio
IX, sempre
obse
quiosa,
sempre
paciente,
sabia
ganhar
to
dos
os
coraçõe»,
diremos
mais:
sabia
con
verter
em
amigos
seus
os
seus
proprios
inimigos.
Um»
estreita
mitagros». —
Lê-se
no
<
EI
amigo
del
Paris»,
de
Copiapo:
Um
successo
maravilhoso,
chama
a at-
tenção
das
auctoridades
ecclesiasticas
e
dos
habitantes
de
La
Paz.
O
Illm.
0
Sr.
Bispo
d’
aquella
Diocese,
em
visita
pastoral
ao
Sancluario
de
Chu-
chulaya,
onde
se
venera
a Santíssima
Vir
gem
sob
a
invocação
da
Natividade,
obser
vou
com
surpresa, que,
na fronte
d
’
esta
Imagem, se
manifestava
uma
estrella, qua-
Ilnuho
induatrioao.—
Na
terça-fei
|
ra
um
cavalheiro
d
’
industria
entrou na
loja
d
’
ourivesaria
do snr.
Fonseca,
do
largo
do
Paço,
e
pediu,
para
examinar,
duas
das
melhores
correntes
de
relogio
que
aquelle snr.
tivesse.
Logo
que
o
ra-
toneiro viu
o
snr.
Fonseca
distraido
com
outras
pessoas que
se
achavam
na sua
loja,
raspou-se
com
aquelles
objeclos.
Estão prezos,
por
suspeitos,
tres
in
divíduos,
um dos
quaes
foi reconhecido
pelo
snr. Fonseca,
como
sendo o
auctor
da
gentileza.
Diz-nos alguém
que
o
individuo
in-
digetado,
assim
como
vários
outros,
já
são
conhecidos
da
policia.
A
ser
isto
verdade,
como
é
que
os
laes
da
segu
rança
publica
deixam
passear
e trabalhar
íivremente
estes
maraus?
Exg»«eiçS<»
de
Paris.—
As
18
es
tatuas
collossaes
que
devem
ornamentar
a
fachada
principal
do
grande
palacio
da
exposição
no
campo
de
Marte,
represen
tam:
Inglaterra,
índia
ingleza,
Áustria,
America
meridional,
Estados-Unidos,
Sué
cia,
China, Espanha;
Rússia,
Bélgica,
Grécia,
Dinamarca,
Pérsia,
Egypto, Ja
pão,
Paizes
Baixos
e
Portugal.
São
18
os
esculptores
encarrega
los
da
ornamenta
ção,
e
tiraram
á
sorte
o
n-me
do
paiz
qu-
deviam representar
em
pedra.
Mr.
Samson,
habil
artista,
representará
o
nosso
Portugal.
—
Um
telegramma
de
Roma,
em
26,
refere
ter morrido
o sabio
padre
Secchi.
ierrivel
fltagclta, —
Escrevem
de
Damão,
que
o
porvir
d
’
aquella
província
apresenta
um
aspecto
muito
carrancudo.
Ao
estado
da
extrema
carestia
em
que
s« está
desde
o
anno
passado
veio addi-
cionar-se á péssima
colheita
do
anno
de
77, de
sorte
que
a
gente
da
Praganã
co
meçou
a
alimentar-se
de
folhagens
e
raí
zes
silvestres.
Principiaram
já
os
roubos á
mão
ar
mada,
de
artigos
alimentícios,
e
na
semana
passada
um
individuo
d
’
uma
das aldeias
da
Pragana,
o
qual
tinha
em
casa
algum
mantimento
comprado,
foi
espoliado
de
tudo
e
assassinado,
diz
a
dndependencia
Portugueza
».
Das
rendas
da
Praga^ã
espera-se
muito
pouco
este
anno.
Parece
que
os
emprega
dos
públicos
não
poderão
ser
pontualmente
pagos.
tfitaehini*
—
Trabalha-
se
em
Paris
n
’
um
balão
de 36 metros
de
diâmetro
e
com um
volume
de
25:000
metros cúbicos,
para
elevar
simultanea
mente
50
pessoas
a
50
melros
de
altitude,
durante
a
epocha
da
exposição.
0
balão
é
cheio
de bydr-
genio
puro,
preparado
expressamente;
o estofo,
imper-
miavel
ao
hydrogeneo,
será
feito
de teci
dos
e folhas de
camchouc,
alternativamente
sobrepostas;
a
barquinha
formando
uma
galeria
circular
de 18
melros
de
circum-
ferencii,
será
munida
de
todos
os
instru
mentos
de
physica
necessários.
0
cabo
que
hade
conter
o
balão
captivo
e
que
será
installado
no pateo
das
Tolherias
é
de uma
solidez
tal
que
póde
supportar
a
traeção
de
quinze
mil
kilogrammas.
Guerra
turso-rnssa,—
0
numero
total
das
victimas
da
guerra
turco-russa
eleva-se
até
hoje
a
500:000.
A
Rússia
até
fins
de
janeiro tomou
ao
inimigo:
606
peças,
9:600
tendas
de
cam
panha,
140:260
espingardas
e 21:000
ca
vallos.
Os
turcos
abandonaram
nos
campos
de
batalha
200:060
armas
de
toda
a
casta;
só
os
tcherkesses
perderam
13:000
lanças
e
punhaes.
Os russos
tomaram
só
na
Asia
660
peças,
16:000
tendas
de
campanha,
42:000
espmgardas
e 18:000
cavallos.
Na derrota
de
Schipka
os
russos re
colheram
500
milhões
de
cartuchos.
A
Servia
tomou
em
52
dias
238
pe
ças,
l
:
':000 espingardas,
37
bandeiras
e
um
milhão de
ducados
em
munições
e
vi
veres.
As perdas
dos
russos
orçavam
em
fins
de janeiro
por
90
mil
homens.
As
perdas
dos
turcos
são
avaliadas
em
100
mil
homens,
afóra
outros
tantos
mil
búlgaros
d
’
ambos
os
sexos,
assassinados
na
vindicta final
da
Turquia.
Os servios
perderam
em
25
dias
5:000
homens;
e
os
rumenios
não
perderam
me
nos
de
50:000.
Em
Constantinopla
estão
120:000
fu
gitivos.
As
estatiscas
russas
accusam 50
mil
e
duzentos
prisioneiros
na
Asia com 14
pachás;
e
113:000
na
Europa
com
15
pachás.
si
invisível olhando
de
perto, porém
mm
perceplivel
e
brilhante
em
distancia.
Crendo
a
principio
que
isto
fosse
ef-
feito
de
alguma
illusão
oplica
ou
da
re-
fraeção
da
luz
na
fronte
ou
na
coroa
da
Virgem,
mandou tirar
a
dita
coroa
da
ca-
beça
da
Imagem,
mas
como continuasse
o
brilho
da
estrella
apezar
d
’
essa
precau
ção,
o
Sr.
Bispo
creu necessário
proee-
der
ás
correspondentes
deligencias para
o
esclarecimento
de
um
facto
tão
extraor
dinário.
Com
effeilo,
mandou
levantar
imme-
diataroente
uma
informação
de
testemu-
nhas,
entre as
quae»
figuram
o
sub
per-
feito
da província,
o
intendente,
e
ou
tras
pessoas
notáveis,
além
de
um
numero
considerável de
indivíduos
nacionaes
e
es
trangeiros;
e
todos uniformemente
hão
de
clarado que
semelhante
successo,
não
pó
de
allribuir-se
senão
a
um
prodígio
so
brenatural.
Com estes testemunhos,
e
com
as
mais
indagações
que ainda
se
vão
accumulando,
fica, pois,
provado
qne
a
estrella
scintil-
lante
que
se
vê
na
fronte
da
Virgem
de
Chuchulay
é
um
fado
authentico
e
mila
groso.
O
ruaior nnvta
«3®
gxies-rs»
ele
t«n9»s n®
Está-se
construin
do
em
Castellamare
um
novo
couraçado,
llalia,
e
que
será
o
maior navio
dê
guerra
de
todas
as
armadas.
Terá
15:600
tone
ladas,
mais
5:000
que
o
Duiltio,
26
cal
deiras,
6
chaminés
em
dois
grupos
de
3,
e
4
canhões
de
grande
calib
e
em
duas
plata-formas
circulantes,
da
força
de
500
cavallos
CJuerre*
«is»
©s-»»sata.
—
Os
últimos
ttlegrammâs
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que seguem:
Londres
20—0
«Daily
Telegraph»
pu
blica
um
despacho
de
Pera,
em
23,
di-
sendo
que
ain
la
não tinham
sido
assi-
gnadas
as
condições
de
paz,
nas
quaes
persiste
consignada
a
entrega
de
6
coura
çados
turcos
á
Rússia.
Os
russos
exforçam-se para
persuadir
a
Turquia
de
que
consinta
a
entrada
das
tropas
russas
em
Constantinopla.
A
Tur
quia
recusa.
Bucharest
25—
Houve
sessão no
sena
do.
Foi
retirada
a
moção
de
Stohurdz
depois
da
declaração
de
Bratiano,
aífir-
mando
que o
exercito
roumanio
não
passará
o
Dauubio
e
que
a
paz
será
negociada
directamente
com
a
Turquia
ou
na
con
ferencia. A
moção
de desconfiança
foi
em
seguida
rejeitada,
sendo
approvada
outra
moção
reprimindo
a
confiança
ao
governo
e
recommendando
lhe
que
defenda
os
in
teresses
e
direitos
do
paiz
na
próxima
conferencia.
Paris
27
—
O
governo
ingiez
comprou
cavallos
para
artilheria
e
transportes,
e
encommendou
50:0)6
sacos
para
arèa.
Os.
caminhos
de
ferro
austríacos
recebe
ram
ordem
de
preparar
os
transportes
ds
tropas.
Os
officíaes
foram
mandados
reunir
aos
seus
regimentos.
S.
Petersburgo
26—
Desmente
se
que
a
Rússia
queira
annexar
a
Bosnia
á
Ser
via.
Pera
27
—
Espera-se
que
por
toda
esta
semana
seja
assignado
o
tratado
de paz,
que
está
sendo
discutido
n
’
alguni
pontos
secundários.
Não
é
verdade
que
o
gran-
duque
Nicolao
jante
hoje
em
casa
de
Reouf-
Pachá.
O
commandante
em
chefe
do
exercito
russo
terá
uma
entrevista
com
o
sultão
logo
depois
de
assignada
a
paz,
e
reti-
rar-se-ha
immediatamente.
Londres
27
—A
«Pail
Mall
Gazette»
an-
Huncia
que
lord
Na
píer,
commandante
de
Gibraltar,
será
nomeado
commandante
de
um
corpo
expedicionário
em
caso
de
guer
ra.
Londres
28
—
E’
cada
vez
maior
a
adi-
vidade
nos arsenaes
inglezes.
Foi
posls
em
pé
de
guerra
uma
bri
gada
da
guarda.
Diz
o
«Standart»
que
a
escolha
de
Na-
pier
significa
que
os
lermos
de
paz
não
foram,
modificados
e
se
a
Rússia se
ne
gar
a
fazer
concessões
seremos
obrigados
a
recorrer ao
ultimo
argumento
das na
ções.
A
’
a
ahim bem-fnzejns.
—
Recom
mendamos
ás
almas
bem-fazejas Manoel
Vicente,
cocheiro
(o
Trintanario),
casado,
entrevado,
que
está
luctando
com
a
maiof
das
misérias
—
a
fome.
Mora na
rua
de
S.
Gonçalo
n.°
21.
Ajípfilo á caridade. —
Pedimos
ÍS
almas
caridosas
uma
esmola
para
o
pobre
Antonio
Joaquim
da
Motla,
official
de
sa
pateiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
221
acha-se
no
ultimo grau
de
pobreza,
não
podendo,
pelo
seu
mau
estado
de saude,
ganhar
meios
para
sua
subsistência,
de
sua
mulher e
filhos.
mesma.
—Recommenlamos á
ca
ridade
publica,
Antonio de
Passos,
mo
rador
na
rua
das
Palhotas
n.° 57.
pe»»«»s
earitatívas.—Na rua
Direita,
da
freguezia
de
S
Pedro
de Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
(ilha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuaménle
soffre
dores
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfãzejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo divino
amor
de
Deus.
As
»Bsa»a«
e;»s-sii<»Mí»s.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bèrnabé,
n.°
18,
[solão], Tendo
80
annos
d
’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho, iucta
cora a
miséria
extrema.
no
pela
sua
Hevaleaeíére,
e
que
a
sua
saude
e
o
seu
desenvolvimento
são
orna
maravilha
para
todo
o
mundo. Não
ha
na
aldeia
creança
tão
forte
como
o
meu
fi
lho
em
relação
á
sua
edade.
—
M
ercier
.
Cura n.° 87:421.
— Brnxellas,
23
de
junho
de
1874.—
O
meu
filho
mais
novo,
abandonado
ua
edade
de
quatro
para
cin
co
m
zes
pelos
médicos,
não
queria
to
mar
nem
digeria
alimento
algum,
e
acha
va-se,
por-
consequência,
n
’um estado
de
•fraqueza trtié
punha
em
perigo
a
sua
exi
stência;-
fp;
eutào que
lhe
fiz
preparar
um
caldo
de
Revalescière
fraco,
que
elle comeu
com
apetite,
e de
que continuou
a
ali-
meutir-sç
èxcíusivamente
durante
alguns
mezes,
H
ju,
que
tem
onze
annos de
eda
de,
é
forte
e
gosa
saude.—
D
eswert
.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
tixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe-
□
insula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4
kilo,
500
;
de */,
kiio
800
rs
; de
ura
kilo,
10401
ras;
de
2
i
l«
kílos,
30200
reis;
de
6
ki
los,
60400;
«de
12
kilos,
120000 rs.
Os
biscoitos
da
Revalescière
que se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
o
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
acraleiBeièire
efceeolretada
;
ella res
tituo o
appettite,
digestão,
somoo, eis
erg
a
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creançai
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
matt
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
«
eui
paus,
era
caixas
de folha
ck
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
chave-
800 reis,
de
48
chavenas,
10400;
de
12U
chavenas,
30200
reis,
ou
25
reis
cad;
ch.jveu.1.
babbi
c.’
uisaaTE».--
Ptace
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
•àtr
u,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmacíjuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
o.s
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
G.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Risboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça de
D.
Pedro. 31,
32.
Barrai
&
irmãos,
rua
Aurea, 12—
F®r-
é
®,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.
=
Aveír®,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
sSâi-eelSoa,
Antonio
João
de
Sousa
Rainos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
fiSipagá»,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharin., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Viajares»
do
©sse-
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande
140.
—
@saiíressrsE»«j,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog..
Rua
da
Bainha, 29 e
33.
—
FereafieJ,
Miranda,
pharra.
—
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria.
77,
J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha; E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
CeJofeila,
160; Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Phaimacia
Central,
Rua de
San
to
Antonio, 225
a
227.
—
Preníe
d®
14-
m»
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
«5®
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—Vaíereça
58®
Wsrehe,
Fiancisco
José de
Sousa, pharm.
—
Vííls»
a.-
©wrade,
A.
L. Maia
Torres,
pharm.
THEATRO
DE
S. GERALDO
BAILE
DE MASCARAS.
Domingo,
segunda
e
terça-feira.
Preços de
assignatura
para
os
tres
bailes:—
!?
ordem
5J000,
2.'
6^000,
3.a
20400.
Avulsos: —
Para
domingo,
1.
’
ordem
20000, 2
a
2$500, 3.
a 10000.
Segunda-
feira,
1.
a
ordem
10600,
2.*
10800,
3.
a
800.
Terça
feira,
l.
a
ordem
20500,
2.a
30900,
3.
a 10200.
Entrada
geral
240
reis.
Principia
ás
8
horas
da
noite.
SALVAE
AS CHEANÇAS
peia
doce
Revalescière
du
Barry
de
Londres
—
Por
toda a parte
se
deplora
que
a
creança
—
a
alegria da
família
e
a e«perança
da
na
ção
—
é
muito
mal
tratada.
Sómente
<tevi-
do
4
ignorância das mães edas
amas,
mor
rem
ella» no
primeiro
anno,
60:000
em
França e
40:000
em
Inglaterra
!
Esta
mi
seria
é
devida
ou
a
uma
alimentação
de
leite
muito
frequente,
ou antes
ao
uso
do
leite
de
vacca
ou
de
cabra,
ou
á
açorda
—
alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente, trazem
uma
irritação da
mucosa,
e,
como
consequência
inevitável,
a
escan-
descencia
ou
a durréa,
os
vomitos
contí
nuos,
a atrophia,
as
caimbras,
os
espas
mos,
a
morte.
Reconheceu
se
que a
di
gestão
de
orna creança,
uma
vez
com-
protnertida,
as
diogas mais
bem
escolhidas
não
teem
poder
de
reparar
o
mal
1
E
’
ura
ílagelío
para
a
fainilia
e
para
o
paiz
esta
cruel
destruição!
Ha
cointudo
um
meio
simples
e
pouco
dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem
sido
provado
durante
vin
te e
oito
annos;
é
sustentar as creanças
de
peito
e
as
creanças
doentes e
fracas
de
qualquer
edadecom
a
S®vs»les«iès-e
Bairry,
ires
vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida
com agua
e sal.
E
’
,
flnalmente,
o ««atstento p»r
exeellenein
que, elle «® eamaegue
«vix.ii-
to«ioH os
aceàdentes da
itt-
frtaocii».
Citemos
algumas
das
piovas
abundan
tes
da sua
influencia
invariavelmente
salu
tar,
mestno nos
casos
mais
desesperados
Cura
n.° 80:416.
—O
snr.
doutor
F.
W.
Beneke,
professor
de
medicina
na Uni
versidade
de Marbourg,
refere-se da
se
guinte maneira
á
clinica
de
Berlin,
em 8
de
abril
de
1872:
«Nunca
esquecerei
que
devo
a
vida
de
um
de
meus
filhos
á
Revaleseiére
Du
Baa-ry.
«A
creança,
na edade
de
quatro ân
uos,
solina
sem
causa
apparente,
uma
atrophia completa,
com
coutinuos
vomitos
que
resistiam
á
mais
cuidadosa
dieta
a
duas
amas
e
a
iodos
os tratamentos
da
scieocia
medica.
A
Kevaieaeiére
fez
parar immediaiamente
os
vomitos
e
res
tabeleceu-lhe
complelamente
a
saude
em
seis
semanas.
De
todas
as
minhas
expe
riências feitas posleriortnenle
com a
Re-
val®aeiés-e
Obtive
os
mesmos
resultados.
E' quatro
vezes
mais
nutritiva
que a carne».
Cura
n.°
70:410.
—
Fabrica
de
Gran-
villars
(Alto
Rheno)
12
de
julho
de
1858.
Senhor.-Considero-me feliz
por
poder di-
ler-llie
que o
meu
primeiro
filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
durante
um
an
ÉDITOS
DE
30 DIAS.
Pelo
juizo
de
direito da
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
2.*
oílicio
João
Mar
cos
d
’
Araujo
Ribeiro,
correm éditos de
30 dias
a
citar
todas
as
pessoas
incertas,
ou
credores
e
legatários
desconhecidos
e
domiciliados
e residentes
fora
da
comarca,
do
casal
do
fallecido
Antonio
José
Villaça,
viuvo, morador
que
foi
no
logar
das
Choças
ou Cairascas,
freguezia
de S.
Barlholomen
de Tadim,
d
’esta
mesma
co
marca,
para
que
no
predicto
prazo
ve
nham
allegar e
deduzir
o
seu
devito
no
inventario
a
que
por
fallecimento
do
mesmo,
por
este
juizo
e
cartorio do pre
dicto
escrivão
se
procede,
assistindo
aos
termos
do mesmo,
sob
pena
de,
á
sua
revelia
seguir
lodos
os
termos,
e
ser
afi
nai
julgado
por
sentença.
Braga
18
de
feveteiro
de
1878.
O
escrivão
João
Marcos
d
’
Araújo
Ribeiro.
Verifiquei
a exactidão.
João
Carlos
Pereira
Lobato
d
’
Azevedo.
(784)
GANDARELLA ^G.a
Cmiipo de Saní
’lnna
Grande
-sortido
para
a
Quaresma
e
Semana
Santa.
Acaba
de chegar
a
este
estabeleci
mento
direcíamente
das
melhores
fabricas
de
Paris
um
grande
sortido
de
Brilhan
tinas
pretas de
seda,
failles
e
glacés,
bem como
merinos prelos
de pura
lã,
tornando-se
a
sua
boa
qualidade
e os
seus
modicos
preços
dignos
da
alteração
publica.
(780)
A BELLEZA DAS SENHORAS
Pomada
sympalhica, para
destruir,
de
momento,
0
pello
da cara e
mesmo
cabel-
lo
em
quantidade,
sem
causar
0
menor
damno
á
pelle.
Xarope
peitoral de Rei
Empregado
com os
melhores
resulta
dos
nas
moléstias
pulmonares,
tosses
an
tigas
e modernas,
bronchites
agudas
e
chronicas,
broncorrhea,
calharro
pulmonar
seja
qual
fôr
0
seu
estado, pneumonia,
pleu-
resia,
tisica,
calharro
suflocante,
angina
nervosa,
tosse
asthmatica,
escarros
de
san
gue,
etc.
etc.
Os
effeitos
d
’este verdadeiro
especifico
são
seguros
e
rápidos
e
é
considerado
na
opinião
publica
0
melhor medicamento
pa
ra
taes padecimentos. A’
venda
em
Braga'
nas
pharmacias
Pipa &
Irmão, Orphãos
e
Alvim.
Em
Guimarães
na
pharmaeia
de
Pereira
Martins.
Deposito
principal na
phar-
macia
Lisbonense, Largo
do
Corpo Santo
-LISBOA.
(762)
JOSÊ
ANTONIO FERREIRA
GOMES.
A
QUEM MAIS DER.
Vende-se
na
rua
da Ponte
d
’esta
ci
dade
uma
morada
de casas
com
os
n.
t!
70,
71
e
72,
tem
poço
e
um
grand#
quintal
que já
tem
rendido uma pipa
de
vinho.
Trata-se
na
rua
das
Palhotas
n.#
2,
e
na
Senhora
a
Branca
n.
n
15.
(782)
VACCA
TORINA
PARA LEITE.
Vende-se
uma
ainda
nova
de
primeUa
qualidade
n
’esle
genero,
com
um
vitello
nascido
em
16
de
fevereiro
corrente.
Quem a
pretender
pode dirigir-se
á
freguezia de
Chamoim,
no
concelho
de
Terras
de
Bouro,
casa
de Domingos
José
Dias
d’
Arajo.
(783)
&, Rrea
Sova, S
BRAGA
Com
estabelecimento
de pregagem
de
todas
as
qualidades,
mercearia,
papel
e chá—cartonagem
para
dezenho,
floragem
e
aprestes
para
ílôres
—
stearina,
pós
finos para
gomma,
etc.,
etc.
N’
este
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra
um
completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios para
escripturação
mercantil, bem
como
papeis
e
artigos
para escriplorio
Também
se
encontra
um
sortido
de chá
byson
desde
800
a
l$400
rs.
459
gram.,
e
muitos
ou
tros
artigos
proprios
de
seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços
commodos.
(725)
CAIXA
PARA AZEITE
No largo
de S.
Miguel-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para vender
uma caixa
em
muito bom
estado
que
leva
cinco
pipas,
e
toda
forrada
de
castanho.
(700)
LARGO DE
N,
S.
A BRANCA N.°
4 E 5, BRAGA.
Trocam-se
acções
de diversos
Bancos,
por
promissórias
do
Banco
Commercial
de
Braga.
(764)
BO
ALTO
DOURO
BA CASA
BE VIRE A
PftlCl
RUA
DO
SOUTO
N.° 15
—
Braga.
N
’
este armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados:
Vinho
tinto
de meza.
(sem
garrafa)
150
» »
»
>
.
190
>
Lagrima
.....................................
200
»
Branco
de
meza........................
210
»
tinto
de
meza
fino.
270
>
de
prova
secca.
. .
.
.
300
t
Malvasia
de
2.a
.........................
■
360
»
»
velho
...............................
400
»
Malvasia Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão
....................................
700
»
Alvaralbão
..................................
650
»
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
pa?s
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
(
t
14
í
)
JOSE
’
DA SILVA
FUNDÃO
Com Soja
falo feito
13—
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
—
13
Participa
aos seus
amigos
e
fre-
guezes,
tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias que
tem
um bonito
e
variado
sortimento
de
falo fei
to,
casimiras
para
faio
muito
baratas,
cortes
de calça
a
l$5Ó0.
2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimira
e
de alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas de 600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400 reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles,
bonets
de gorgurão
de seda e
de
casimira
de
todas as
qualidades,
de
500 rs.
até
801);
manias
de seda
de
lo
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando não fique
á
vontade do fieguez.
CmiJKCíIî
BEVTISTA
1PPROVADO PELA
ESCOLA
MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BIUGA.
Faz
tudo
quanío
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
:688)
CIRURGIÃO
BEVTISTA
DA
Escola Americana
ConsuItorio
a
toda a
hora,
tanto
de
dia
como
de noite
Rua
do
Campo (antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22. (687)
Deposilos:
Paris, S, r. Payennr.
Em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêto
r.iNpiv^au.;:-
ruiu 1? naus
grà->
suecesso.
■pii:.-
urus
de
4o ânuos por a
maior parle
dos
médicos
por curar a chlorosis
(/luxo
branco)
doença
das mancebas (ilhas
e
to
das
as moléstias chioróticas. Eis
a^ui a
opinião
dos mais
eminentes médicos que. as
tem experimentado :
«
Depois
?.:> annos que
exerço a medicina.
«
tenho
reconhecido
a este medicamento
«
(Pílulas de Blutid' vantagems inconiesta-
«
veis
sobre
lodos os
outros
ferreos e eu
«
o
mi
o como o melhor anti-chloróiico.
«
Dr
DOUBLE,
ex-préxidente
da
Academia
de
Medicina.
« De
Iodas as preparações
ferreas que
í
nos
lião
dado bons
resultados no trata-
«
luento
das aíTeiçòes chioróticas,
as pihi-
«
las
<le
«>lând
parece-nos devem
eslar na
<■ primeira
tila. » —
Diccionario
uni'",
de
Medicina,
t.
n, page 99.
Como prova
da
authenllcidade
nome
do inventor estâ gravado
cada
piiula como aqui junto
n.
’
28—
30
(27
*)
^
bkíí
:^&
m
,-
-
^rwjtjey ..^yxzaaae»»««^5flas^4^fttrax&«u&<Mt^
ÃiU
«EH
IWrEZA
DA
COMPANHIA
FABRIL
SINGEB
17,
RUA
DE
S.
VICENTE,
17
8RÂGA
Crande
redueção «!e
preços em todas as maehinas de costura dn
COMPANHIA FABRIL SINGER
Os
únicos
fabricantes
de
maehinas,
com
casas
estabelecidas
em Portugal,
para
fornecer
direclamentea
ao
publico,
e
as
que
obtiveram
maiores prémios
na
exposição universal
de
Philadelphia.
GRANDE
FACILIDADE
DE PAGAMENTOS
PARA
ADQUIRIR AS MELHORES MAEHINAS
CONHECIDAS
MAIS
DE
UM ÀNNO
BE
PR/-ZO
Em
prestações de
«£%><>
«emanai»,
em
todas as maehinas
USEM
ENTRADA ALGUMA!!
Ou IV por eento d’abatimento a prompto pagamento
MSIVO
ORATIS EM CAS4 DO CORPRAnOR
Peçam catalogas illuslrados
Com
listas dos preços e
condições na SUB-SUCCURSAL
DA
COMPANHIA. ■TzAKB
ES.S.BL, SI ZA’CJ SC KS.
17,
RUA DE
S. VICENTE, 17
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
6RANDE REDUCÇAO
DE PRfǫS A.-4 S.a
CEASSE.
Para S. Vicente, Pernambuco, Bahia,
Rio de Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayres
Acceilando
também passageiros
de
3.
s
classe, com.
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ,
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE, CAMPINAS.
S. PAULO,
CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco.
PELO MES.tl»
PREÇO QUE IRARA D íSIt» DE JANEIRO
No
Deposito
de Vinhos do Dou
ro
—
rua
de S.
Marcos
n.®
lo
—
ha
as
seguintes
qualidades de vinhos :
Palhete,
—
Meza
n.®
1. Estes
vinhos
leem,
augmenlo
de
10
reis
e
garrafa.
Sem augniento de preço
t
—
F.
n.®
1
; F.
n.®
2
;
F.
n.°
3;
F.
n.°
5.
=
V.
n.«
I
;
V.
n.°
2
;
V.
n.«
3
;
V.
n.°
4
«=Bastardo
de
1863
■=
Vinho
branco n.®
1
;
=
Vinho
branco n.®
2.
Vinho
branco
de
1863.
=■
Moscatel
n.°
1
;
Moscatel
n.
u
2
;
Moscatel
secco
—
Malvasia
adamada
n.°
2
=
Malvasia
secca.
=
Geropiga
loira
;
Ge-
ropiga
branca. =
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima
loira.
apromptam
consoadas
de
qnalquer
comi
da,
tanto
em
carne,
como
em
doce.
— Tem
sempre
fiambre,
e
aos domingos
fazem-se
aili
pastelinhos de
massa
á franceza,
tanto
de carne
como
de
diversos doces
=-Mor-
cellas
de
lombo de
porco
e
de
doce:
aprom-
tando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
—
RUA
DE
S.
MARCOS
—
15
(643)
ESPECIALIDADES
Vinho
de 1840=—
Alvaralhão
de
1840
—
Roncão
de
1820
—
Lacrima-christi.
Vinho» de diflereiites procedên
cias
:
Collares
; Madeira,
de
diversos
pre
ços
e
muito baratos
;
Xerez;
Moscatel
de
Setúbal
;
vinho
de
Valdepena
;
Bordéus
;
Champagne.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA
:
Doce
de
toda
a
qnalidade
de
fructa,
tanto
em
sêcco
como
em
calda
;
licores
francezes
;
massas
para
sopa
;
farinha
de
diversos
legumes
;
conservas
;
mostarda
;
peixe
d’
escalA!clie ; sardinhas
de
Nantes;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de di
versas
qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito
bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e
preto
;
bolacha
ingleza
de
diversas
qualidades
;
biscoito
vallongense,
o melhor que
se
fabrica
; quei
jo
londrino, papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas próprias
para
o
Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Ha
um
excellenle
restaurante,
e
se
apwçB.
Rua
dos l'«pelli«ta8, £3
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço
possível, a
saber;
chitas
largas bem
sortidas,
finas em
côr, e
bom
panno.
a
80,
90,
100
e
110 o
covado;
ha
linda
len-
çaria
de
seda e
setim,
tanto
para
senho
ra,
como
outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de seda,
para
homem
e
se
nhora; castiçaes
de
metal, e
vidro;
jarras
de
procelana; agoas
de
colonia;
collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolôes;
me
rinos
brancos; pannos
criís;
lenços
de
cambraeta
de
linho
para
bolso;
jarras pra
teadas,
em
diflerentes
tamanhos; adere
ços
e brincos;
sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança, oureilo;
gravatas
de
seda,
ou
gorgorão.
largas,
para
homem,
modernas;
lençaria
de côres em algoção, cassa,
sarja,
melim, e
d
’
oulras qualidades;
lunetas
de
grau
e oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de
bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós
d
’
arroz
era
caixinhas
de
vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de
tudo
e
barato.
(606)
DINHEIRO
A
JURO.
A
Irmandade
de
Santa Maria
Magda-
lena, da
Falperra,
tem
para
dar
a
juro
l:350$000
reis.
Braga 2
de
fevereiro
de
1878.
O secretario—
Padre
Luiz Gomes
da
Silva.
(735)
PAQUETES
A
SAIR
d
E
LISBOA
TAGUS
.....................
13
de
Março
í
NEVA...............................13
de
Abril
GUADIANA
....
29
de
Março j
MONDEGO.
.
.
28
de
Abril
PREÇOS
COMMODOS
Cnda
paquete d’
eata companhia
leva
a
bordo
criado» e
eosinheirog
porttiyuezea pam
commodidade
dos
passageiros
de
iodas as el&M«eis.
Sendo as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
proiincial,
a
conducção
para Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
Os
passageiros
com trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter
trasbordo.
A
bordo os passageiros teem grátis cama, roupa de eama, co
mida
feita por cosinheiros portuguezes, vinho duas vezes
por dia,
aggtateneia
cnedlea,
serviço de criados e outra» despezas.
A EXPERIENCIA
de
mais
de
um quarto
de
século
tem
feito
com
que os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga na
carreira
do Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e segurança
excepcional;
além d’
isso
pela
limpesa, boa
ordem, bom
tratamento e
accomodacões
a
bordo,
e'
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygiene como
para a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO pela
grande concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos que
ha
archivados em varias
agencias.
SÃO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para a
conducção das
suas
malas
do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador e
Impe-
;
ratriz
do Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
I).
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
|
rua
dos
Inglezes,
23,
de
GUILHERME
C. TAIT.
Para
esclarecimentos
em Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua do Souto.
Os Ktefouçadoa
«aj-tUiew»,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante.
são
o melhor
dos
remedios até
hoje
conhecidos
nas doenças tossicolosas.
Caixa
200
reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Anlonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria de
Santo
Amaro
da
Sé
tem
dinheiro
para
dar
a
5
0/0
sobre
hypo-
theca. •
(706)
Quem
quizer
arrendar
a
casa
n.°
7,
no
campo
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
ma
do Cam
po,
d
’
esta
cidade, que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
BREVE
COMPENDIO
DE
0
RAÇÕES
E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcla
e
muito
augmentada
com
novas
orações e
deveções
indul-
genciadas, e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolla.
Com
approvação
de
8.
Exc.
&
7?etí.ma
o
Snr.
D.
João Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se em Braga,
na rua
Nova
n.
“
3
E,
e nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria Calholica, Praça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense
de
Manuel
Malheiro,
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160reis
»
encadernado
....
240
>
RAPHAEL
ou
o
JSesiinis devoto e
instruido
Collecção
de
orações
e
meditações,
com
tiir.
dialogo
entre
um
sacerdote
e
aquelle
me-
mino; extractos das
obras
de vários
auclo-
res sábios
e
piedosos,
COORDENADOSPELO
PADRE
J.
J.
C.
DE SEQUEIRA
■
•
li
Acha-se
á
venda
unicamente
no
escri-
ptorio
da
«Palavra»,
Cima
de
Villa
n.°
25,
Preço,
120
reis
—pelo
correio, 140.
—
Encardernado,
220
—pelo
correio,
240
rs.
E
’
pago adiantado.
L1VHAB1A
BOKDALC)
Trnvessa
d» Vietcria
n.°
4*,
í.°
andar,
UisUjoa
N
’
esle
estabelecimento
ha
um variado!
sortimento
de
differentes obras, Roman-|
ces,
Historias, Comedias,
Dramas,
Scenas^
Cómicas
e
Almanachs
para
1878,
e
faz-se!
abatimento
para
négocio,
e
remeltem-se
os
catalogos
grátis,
e
qualquer
das
obras
abaixo
mencionadas
são
remettidas
francas
de
porte aquem
enviar
o seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL
DAS
DAMAS,
tratado
de
fa
zer
flôres
artificiaes
ornado
de
estamnas
500.
MANUAL
D
‘
J
COSINHE1RO,
modo
de
preparar
as
melhores
iguarias
da
cosi-
nha
poriugueza
e
franceza, arte
de
co
peiro
e
pasteleiro
240,
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
sortes
di
vertidas
tanto
de
mãos
como
de
cartas
í
physica
recreativa,
ornado
de
80
estam
pas
500.
MANUAL
DO
CONSERVEIRO
E
CONFEITEIRO,
modo
de
fazer
bollos
pas
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
DANSA, arte
de
aprender
a
dansar
seffl
mestre
120,
MANUAL
DAS SINAS,
ex
plicação
das
sinas e
sonhos
120.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1
878.
Parte de Comércio do Minho (O)
