comerciominho_02021878_745.xml
- conteúdo
-
COMMERCIJLI., KEDIGIOSA NOTICIOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA NOVA
N.°
3
E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
6.° ANNO
Braga,
12
mezes.............................. 1&600
»
6
»
..........................
^50
Correspondências
pa-rtic. cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
....................
20
Repetição
....................................
PUBLICA-SE
ÂS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes......................... 2&000
»
6
».,...
1^030
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso............................... qg
N.*
745
BRAGA-
SAEUt.AOO «
DE
FEVEREIRO
DE
1S?S
O purtamentariiin»
porltiguM
apreciado
por
um «los «ren»
«e-
etarios
maia
competente».
O
insuspeito
snr.
Joaquim
Martins de
Carvalho
tem,
desde
ha
tempos,
publi
cado
no
seu
illustrado
«Conimbncense»
uma
serie
d’
artigos,
que
muito
desejára
mos
que
fossem
meditados
por
todos os
.iberaes
ainda
não
desilludidos.
N
’elles expõe
o esclarecido jornalista
os
podridões
do
systema
que
felizmenle
nos
rege,
e
fal
o de
modo
tal
e
com
lai
competência
e
desassombro, que
muito
honra o
seu
caracter.
,
Ainda
ha
dias,
em
vesperas
do
desen-
lance da
crise
ministerial,
dizia
o
snr.
Martins
de
Carvalho:
«Estamos
quasi
no tim do
mez
de
ja
neiro.
e
todo
esse
tempo
tem
sido
gasto
em
inlerpellações,
discursos
e
prelecções
no
parlamento.
«Trata-se
apenas
de
dar
largas
ás
am
bições
pessoaes
e
partidarias;
procura-se
satisfazer
os
odios
e
as paixões,
enco
brindo-se
tudo
isso
com a
capa
do
bem
publico.
«Os
contribuintes,
e
toda a nação
as
sistem
a
este
espectaculo,
vendo
malba
ratado
o
seu
dinheiro,
e
descurados
os
seus mais
caros
interesses».
Analisando
depois
o
«cabos
a
que
está
redusida
a
politica
em
Portugal»,
e
refe
rindo-se
á
primeira
das
duas
soluções
da
crise,
—
a
dissolução
da
camara,
ou
a
queda
do
ministério
—
de nenhuma
das
quaes
o
erudicto
escriptor espera
«algum
bem
para a nação»;
concluía
o
seu ar
tigo
com
os
seguintes*
paragrafos,
que
pas
samos
a transcrever:
«Se
são
dissolvidas
as cônes,
temos
renovados por
toda
a
parte
os costumados
escândalos
eieiloraes;
essa
escola
de
de»
moralisação,
de
corrupção
popular,
sem
que
haja
outro
resultado
do que
uma
nova
camara
de
deputados
multicor,
que
vae
continuar
as
mesmas
intrigas,
o
mesmo
facciosismo
que
tem
havido
na
actuaí
ca
mara
elecliva.
«O
povo
ficará
de
toda
a
fórma
ex
plorado
pelos
mandões
políticos;
os
tri
butos
irão
sempre
crescendo;
a
divida
publica
augmentará
como
até
aqui
sem
cessar;
e
só ganharão
os especuladores
políticos,
os
homens
sem
caracter
nem
dignidade.
<
X
historia
do
passado
é
que
nos
indica
qual
ha de
ser
o nosso
futuro.
«Em theoria
a
camara
dos
deputados
deve
ser
a
advogada
dos
interesses
públi
cos.
A
pratica,
porém,
tem
mostrado,
que
não
passa
de ser
um foco
de
intrigas
e
uma
escala
de
pingues
empregos.
«O
pobre
povo
é
que
serve
de
de
grau
para
subirem
os
ambiciosos; e
o
que
é
mais,
nunca
chega
a
desenganar
se
e
a
conhecel-os, por
mais
decepções
por
que
passe».
Por
estas
verdades,
sabidas
dos lá
bios
d’
um liberal, podem
os leitores
fazer
uma
ideia
das
grandes
FELICIDADES
que
a
Obra
de
34
veio
traser
a
este desgra
çado
paiz,
a quem
dia
a
dia mais
abei
ram
do
abismo,
donde,
se
Deus se
não
amercia
de
nós,
não
mais
será
solevan
tado.
O
estado
netunl da Europa.
E’
melindrosa
e
diíficil
a
situação
da
Europa.
Seus
acontecimentos,
imprevistos
quasi
todos, contradictorios
muitos,
importan
A
’s
obras
de
caridade
que
lemos
exer
cido
para
com o
enfermo
empestado
tem
elle
respondido
com
algumas
asneiras
de
quando
em quando,
principalmente
na
secção
a
que
chama
piparotes,
que
é,
por
assim
dizer,
o
charco immundo
onde
chafordam
desvergonhadamenle
os escre
vinhadores
d’
aquelle
papelucho
detestável,
como
chalorda
o
porco
no
monturo.
Para
quem
não
tenha
ainda o
gosto
inteiramente
estragado,
aquella
chaga
as
querosa
é
o espelho
fiel
d
’
homens
per
vertidos,
desvairados
e
corruptos
até
á
medulla
dos
ossos.
Ninguém dá
o
que
não
tem. Ntmo
dal
quod
non
habel.
Mas,
ainda
assim,
se
ninguém
póde
ser
obri
gado
a
dar
o
que
não
tem,
ninguém
é
obrigado
a
dar
o
que
tem,
principalmente
se
a
unica
cousa,
que
tem
para
dar,
são obscenidades, injurias,
garolices, ar-
rieiradas
e
para
os
que
dão
estas
cousas
fez
a
sociedade
a
cadeia;
principalmente
se
se
não
possuem
senão
tolices
para
di
zer, e
para
estes
ha
hospitaes.
Bem
diz o
povo,
este
ignorante
que
tem
mais
sciencia
que os nogentos
pe
dantes
que
infestam
a
sociedade:
Muilo
bruto
come
o
pão
do
Senhor
’
Tudo
anda
invertido;
e
é
isto
para
nós uma prova
de
todo
o
valor
da
exis
tência
(1’
um
dia
de
Juizo
Universal,
onde
se
equilibrem
lodos
os
desequilíbrios
!
Geme,
dia e
noute,
o
desgraçado
no
fundo da
íugubre
enxovia,
estorcendo-se
a
braços
com
uma
morte lenta, desam
parado
dos
amigos
e
dos
homens,
sepul
tado
no
abysmo
da
dór,
engolphado
no
amago
da
tristeza,
e
muitas
vezes
victi
ma
d
’uma
má
leitura,
ao
passo
que
o
jornalista depravado
e
propagador assala
riado
do
mais terrível veneno
pelo
corpo
social,
ri,
canta,
folga,
zomba,
insulta,
mofa,
escrevinha,
assassina
a
alma
do
seu
irmão,
entra
nas
orgias,
e depois
de
tudo
isto
e
muilo
mais
em
todos
os
dias
que
Deus deita
ao
mundo,
é
o
cavalheiro
honrado,
o homem
de
boas
prendas,
de
esclarecida
inlelligencia,
de
boas
qualida
des,
de
costumes irreprehensiveis
(!
j;
é
o
non
plus ultra
do
talento,
da virtude,
o
maior
dos homens!
Elle, o
zangão
satanico
da
sociedade!
Elle,
o devasso
requintado
e
gasto
pela
obra da
impiedade
e
da
infamia !
Elle, o
cancro
asqueroso
que
empesta
os
seus semelhantes,
a
quem
suja
de
sobrepensado!
Elle, o
pedantismo
e
a
vaidade
louca
em
pessoa,
que
pensa
ser
tudo, sendo
apenas uma
cousa:
um reptil
venenoso e
prejudicial,
mais
venenoso
que
a
vibora,
mais nocivo
á
sociedade
que
o
philoxera
aos
vinhedos!
Muito
longe
nos
levariam
estas con
siderações....
Só diremos
ainda
uma
vez:
Tudo
eslá
invertido
!
Emquanlo
a
essas
baboseiras
não
lhe
respondemos.
Já
lhe
dissemos
porquê
e
lh
’
o
repelimos
por
meio
d
’um
conto.
Oiça
lá
mestre.
Narra a
Escriptura
Sagrada
que
Ba
laam,
falso
propheta,
instado
por
Balac,
rei
dos
Moabilas,
para
amaldiçoar
o
povo
hebreu,
afim
de
que
este
fosse
mais
fa
cilmente
vencido,
se
pozéra
a
caminho
montado
n
’
uma burra
contra
as
ordens
expressas
da
Divindade.
Chegado
a
certo
ponto,
a
burra
não
andava
por
mais
que
Balaam
a
fustigava.
Foi
enlao
que,
por
poder
de Deus,
a
burra disse:
Que
le
fiz
eu
para
me
fe
rires
assim,
já
pela
terceira
vez?
Quid
feci
libi?
cur
percutis me,
ecce
jam
tertio?
E
Balaam
respondeu:
Porpue
tu
o
mere
ceste,
porque
fizeste escarneo
de
mim:
nào
ter
eu
uma
espada
para
te
matar!
Quia
commeruisti et
illusisti
mihi;
ulinain
tes
todos
elles,
produzem
a
hesitação
nos
espíritos.
Qual
será
o futuro
dos
povos'
1
(1)
Distingo,
diria
um
escholastico...
Mas
o
doutor
bem
conhece
o
argumento,
e
bem sabe
que
elle
é
irrefutável.
Não
estejamos
pois
a
perder tempo.
E’
esta
a
pergunta
que
em toda
a
parle
se
faz,
e
que
em
toda
a
parte
se
deixa
sem
resposta.
A
questão
do Oriente
disputada
com
armas,
veio
crear
mais
hypolheses,
sus
citar
novos juizos;
mas
tudo conlinúa
ainda
duvidoso
e
incerto.
E
a
França?
—
Quem
póde
devidamen
te
avaliar
os
males
que sobre
ella
pe-
zatu?
Debatem-se
alli
todos os
interesses,
a
agitação
é immensa,
os crimes
repetem-
se
com
uma
rapidez
incrível,
todos
que
rem
alguma cousa,
poucos
se
accordam
no
que querem,
—
parece
que
ninguém
sabe
o
que
quer.
Com
tal
situação
não
é
possível
pre
ver
a que
porto
irá
a
França
ancorar,
sem
uma
ideia
permanente.
íica
depen
dente
de Deus
e futuro d’aquelle
reino.
Ninguém
sabe
o
que
a
Itália
virá
a
ser,
quando
observa
as
viclorias
succes-
sivas
da
Rússia.
A
Inglaterra a
braços
com
mil
difi
culdades,
querendo
intervir
na
guerra
do
Oriente,
mas
com
medo
da
Prussia
e
da
Áustria,
sustendo
a
marcha
de
suas
es
quadras.
Mas
qual
será
o
motivo
de
toda
esta
agitaçao
?
Será
que
se
esteja
dando
na
Europa
uma grande
batalha
entre
a
monarchia
e
a
democracia
?
Será
que
a
peleja
se
reduza
só
ao
combate
entre
os
governos
corrompidos
e
os
moralisados?
Será
sómente
a
corrupção
que
se agi
ta,
e
o
gemo
da
moral
que
se
ergue
para
a
subjugar?
Quem
sabe?
O
que
para
nós
é
certo,
é
que tudo
se
move,
e
que
são diversas,
que
são
opposlas
as
oscillações
d
’
este
movimento
geral.
Deus
não
aballa
assim
debalde
os
co
rações
dos
impérios,
e
uma
nova
era
deve sair
d'esle
cahos,
uma
era
para
muitas
gerações.
Se
assim é,
o
que
ninguém
contes
tará,
a
França
d
’
onde
saiu
o
signal
de
alarme,
nào
póle
continuar,
por
mais
tempo,
a
torturar-se
sobre
bases
ephe-
meras,
hade
reconstruir-se
sobre
princí
pios
certos.
A
Ilalia
e
a
Prussia
deixaram
de
per
seguir
a Egrsja
e
começaram
para
estes
dois
reinos
dias
mais
felizes,
a
Inglaterra
será
menos
egoista,
e
voltará
menos dis
simulada
á
scena
diplornatic»,
e a
Rússia
terminando
essa
lucta
encarniçada
em
que ostenta lodo
o
seu
poder
e
maestria
dará
a
paz
aos vencedores
e
a
liberdade
aos
vencidos.
Ter-se-ha
ganho
muilo
em
toda
a
parte,
o
futuro
não
trará
os
êrros
do
passado,
nem
conservará
as
loucuras
do
presente.
Nós,
se
nos
é
permittido
lazer
votos,
fazemol-os
pela
verdadeira
liberdade,
pela
moral,
pela
paz e
pela
legitimidade
de
todos
os
povos
!
Deus
ouça
nossas ardentes
supplicas.
J.
M.
R.
Valente.
Inotrueçõo
popular.
XII
Temos
mostrado
ao
leitor
em
toda
a
sua nudez muitas
blasphemias
e
descon-
chavos
em
matéria
religiosa
publicados
pelo
«Amigo
do
Povo».
haberem
gladium
ul
le
percuterem
(Nume*
ros
cap.
22)
'
Santo
Agostinho
commentando
esta
passagem
diz
que
não
sabe
qual
admirar
mais:
se
a
burra
ler
fallado,
se
Balaam
ler-lhe respondido.
Pois
para
que
não
digam
o
mesmo
de
nós,
isto
é,
para
que
o
leitor
não
te
nha
de
estar
a
examinar
do
que
deva
admirar-se
mais.
se
do
«Amigo
do
Povo»
íallar,
ou
de nós lhe
r<
spondermos,
limi
tamos-nos
apenas
a
responder-lhe
para
a
semana
dos
nove
dias,
para quando
as
gallmhas
tenham
dentes,
para
as
Kalen-
das
gregas,
ou
então,
se
não
fôr d’
al»u-
ma
essas vezes,
pua
a
Ressurreição
dos
Capuchos.
L
para
que
vá
tendo confiança
na
nos
sa
palavra,
prevenimol-o
desde
já
que
vamos
occnpar-nos
da
sua
/alta
completa
de respeito
a
aucloridade,
do
desprezo
e
odio
que
vota
á
Egreja, etc., etc.
A
nossa
questão
não
é
pessoal,
caro
amigo.
Embora
o
finja,
porque
lhe
faz
conta,
apostamos mil
contra
um
que
so
mos
interpretes
da
maioria
dos
bracaren-
ses, que
não
póde
deixar
de
abominar
e
punir
a petulância
dos
inimigos
das
suas
crenças,
as
quaes
são
a
aica
santa
que todo
o povo,
que
quer viver, existir
e
prosperar,
deve
sempre
defender
como
o
mais
precioso
dos
thesouros,
porque
na
verdade,
a
Religião
o é.
’
A.
M.
Sueeinia
d®
luactiqueiradas.
[Coiilinuaçào]
«Torna-se
pois necessário
fazer
actual-
mente
uma
distineção
ignorada
pela
theo-
logia,
a
saber—
que
ha
uma independen
cia
completa
(?!)
enlr«
o
objecto
da
fé
e o
da sciencia (1).
E
’
preciso
dizer
isto
muitas
vezes
para
que se
possa
ser
ouvido»
(Pag-
7).
Proval-o
não
é
preciso,
pois
não
snr.
doutor?
Basta
dizel-o;
«dizer
isto»...
Ipse
dixil,
ou
altos
ephas
!
como
se
exprimiu
o
meu amigo
N.,
arranhador
de
grego.
Eslá
dito!
Sium
manda
e
prelo
obe
dece
!
Mas
devéias
juiga
que
ainda
estamos
nesse
tempo
?
Para
discípulos
que
leem
medo,
poi
causa
<Io
exame, passe (e
nem
sempre)!
Alas
para
outros,
ouvintes
ou
leitores...
São
capazes de
responder:
«ni-
kies
de
Virgílio»,
deixando-o
com
nm
di
naso;
ou de
encolher os
hombros.
E nao
ha
remedio
senão
atural-os.
E
duro,
mas...
é
fatal,
dizia
o
snr. Luciano
Cordeiro.
Veja
lá
os
seus
coílegas,
lentes
uni
versitários.
e
muito
illustrados
redactores
da Revisla de
Theologia
se
estão
pelos
autos.
Era
o
que
faltava!
A
proposjlo:
a
tal
Revista parece
que
vae
desmoronando,
por
modo
indirecto
mas
eílicaz,
a
caranguejoja secular.
Honra
lhe
seja,
e
nunca
as
mãos lhe
dôam.
O
architeclo
da
caranguejola
supradicta
não
tuge
nem
muge.
Estribará
suas
esperanças
de
vicloria
na
conspiração
do silencio?
Se
até
ao
escholar
académico
Eduardo
Nunes
deixou
em santa
paz
(cosa que
esperava),
depois de
seus
eru-
ditos
e
concludentes
artigos—
a
Theologia
e
a
sciencia
da
natureza
-
publicados
no
«Instituto»,
d
’
onde
expulsaram,
para
assim
dizer
(ao
menos
por
algum tempo:
—
queira
Deus
que
para
sempre)
a forçada
tbeoria
das
adaptações,
transformismos,
macaqueiradas
!
São
assim
os valentes!
Depois., baso-
fias.
—
Mas
ames
isso
do
que
sermos
tes-
limunhas
de
novo
chorrilho
de
dislates
para
deffender
o insustentável.
Continuemos
a
transcrever.
«A
eschola
allemã»
(da
qual
se
acha
namorado
o pobre
do
«Século»)
«não
só
sustenta
ha
muito
esta
these»
(a
mais
tontinha
das theses
existentes
ou
possí
veis),
«para exclarecer
os
refractarios
do
seu
paiz» (os
christãos
em
geral,
mas
principalmente
os catholicos),
«mas
pro
paga
est'outra
—
que
o
materialismo
con
temporâneo,
o
materialismo
scientifico»
(?
—
menos
isso!)
«nada
tem
de commum
com
esse
materialismo
grosseiro,
que
consiste
no
despreso
da
virtude
e
do
de
ver,
e,
na
satisfação
de
todos
os
appetites
baixos
e
impuros»
(pag.
8).
Como «nada
tem
de
commum»
?!
Se
dá
licença
(ou
quer
dê,
quer
não),
tem
tudo.
Que
imporia que lheoreticamente
o
tal
materialismo
pseudo-scientifico não
faça
explicita
profissão
(assim
é
elle
par
vo
!)
do
despreso
da
virtude,
e
do
dever,
se,
admittidos
os seus
princípios,
tão
es
túpidos
como
immoraes,
lógica
e
forço
samente lá
se
vae
dar
?
Não
se
quer
dizer
que
um
materia
lista
não
possa
praticar
algumas acções
boas
e
humanilarias.
Ha
homens
melho
res
que
os
seus princípios,
especialmente
quando
isso
lhes
faz conta,
ou
quando
permiltem
que
o
coração
lhes
vença
a
cabeça
Não se
quer
dizer
lambem
que
um
materialista
se
deixe
arrrastar
conti-
nuamenle
por
appetites
baixos
e
impuros
(espiritual
e
christãmente
fallando
—
note-
se...):
Até
um
calculo
bem pouco
ou
nada
virtuoso o
pode
a
isso aconselhar.
O
que
se
nega
é que
a
virtude
propriamente
dita,
o
vencimento
constante,
muitas
ve
zes
diffieil
e
doloroso
de
si
mesmo,
a
heroicidade
da
dedicação
e
do
sacrifício,
dos bens
da
fortuna
não
sómente,
mas
de
uma
vida inteira
(o
que
se
admira,
por
exemplo
em
missionários
catholicos
e
em
Irmãs
da
Caridade)
seja
coisa
na
tural
e
duradoura
onde
não
haja
a
crença
no
sobre-nalural.
o
amor
e
temor
de
Deus,
o
espiritualismo
christào
n
’
nma
pa
lavra.
Já
se
viu
algum
Santo materia
lista
?
Haverá
materialistas
explorando
o
cen
tro
de
África
(não
aflirmamos
nem
nega
mos),
businados
por
todas
as
trombetas
da
fama,
por amor
da sciencia;
o
que
quer
dizer quasi
sempre
á
procura
de
uma
gloriola
fútil
e
passageira;
mas
mos
trando
pralicamenle
o
amor
e
carinho
dos
missionários
catholicos
aos
selvagens,
sacriticando-se,
morrendo
por
elles
aos
centenares,
aos
milhares
sem
outras
ar
mas
na
mão
mais que
a
cruz
e
o
breviá
rio;
exercendt)
as humildes
funcções
das
Irmãs
da
Caridade ou
dos
ignorantinhos
das
Escholas
christãs
no’
centro
dos
hos-
pitaes,
curando
chagas
ascorosas
e
assis
tindo
a
coléricos
ou ensinando
o alpha-
beto
a
indios
rudes
e
a negros
boçaes;
—
isso
ainda
está
para
se
ver:
e
quando
se verá
!
?
Quanto
aos
«appetites
baixos
e
impu
ros»,
mas
gostosos
e atlraclivos
para
a
natureza humana
decahida,
e
quanto
a
outros
appetites
não
menos
seduciores,
como
os
da
ambição,
da vingança,
da
gula,
inveja, etc.,
diga
nos
o snr.
dou
tor
por
vida
sua.
se nao
ha
inferno
a
te
mei
nem
ceu
a
esperar,
nem
stquer
alma
humana que
sobreviva
ao
corpo
e
haja
de
dar
contas
a
um
supremo
Juiz,
que
motivo
assás
forte
poderá
haver
para
co-
hibir
um
convicto
materialista,
quando
este
se
não
veja
ou
se não
sinta
vigiado
de
perto
pela
policia
?
Responda-nos
se
é
capaz:
ou
não
se
dignando
baixar
até
nós,
responda
pelo
menos
sobre
este
ponto
ao seu
contra
ditório
amigo Lavelaye.
lloc
opus,
hic
labor
/
tS
&.
&
«
a
&
sa
u
seus parentes,
e
nossos amigos,
enviamos
cumprimentos
de
pezames.
(Jma obra magnifica.—
Brindou-
uos o notável editor
portuense,
o
snr.
Manoel
Malheiro,
com a
l.a
caderneta
do
livro intitulado A
Formosa
Luzitania,
es
cripto em
inglez
por
lady Jackson,
e
vertido,
prefaciado
e
annotado
pelo
nosso
primeiro
romancista,
o
snr.
Camillo
Cas-
teilo
Branco.
O
merecimento
litlerario
d
’
esta
bri
lhantíssima
publicação
está acima
de
lodo
o
elogio,
desde
que
se
declinam
os
no
mes
da
aticlora
e
do
traductor.
Emquanto
ás
condições
lyp<'gralicas,
não
nos recor
damos
de
ter
saido
dos prelos portugue-
zes
obra
mais luxuosa.
As
gravuras,
de que ella
é
adornada
são bellissimas,
e
d
’uma fidelidade admi
rável.
Ao
snr.
Malheiro
os
nossos
agradeci
mentos.
e
parabéns.
Julgamento.
—
No
dia
30
foi
julga
da no
tribunal
do l.°disiricto
do
Porto
a
causa
intentada
contra
o
snr.
Fran
cisco
da
Silva
Mengo, pelo nosso
coliega
da
«Palavra»,
o
revd.m"
snr.
Mesquita
Pimenlel.
O
snr.
Mengo
foi
condetnnado
na
multa
de
4$0u0
reis, e
nas
custas
do
processo.
Falleeimento.—
No
dia
30
do pas
sado
falleceu nesta cidade,
o
snr.
Antonio
José
Gomes
de
Carvalho,
capitão
d
’infan-
teria
do
exercito
real,
convencionado
em
Evora-Monte,—
mais
um
dos
que
44
an
nos
vãmente
esperaram
que
se
lhes
cum
prisse
a promessa
do
subsidio
da conven
ção,
o
qual
subsidio
nunca
chegou
a
re
ceber.
O
finado
pertencia
ao
numero d
’
aquel
les,
actualmenle poucos existentes,
a
qtjem
o
governo
offerecia
o
entrarem
para
o
corpo
de
veteranos,
como
l.°
sargento,
ou
brigadas,
—
o
ultimo
dos
quaes postos
elle
exercera
até
1827 no antigo
regi
mento
dhnfanteria
9.
Este
oíferecimenlo
foi
repellido
dignamente
pelo
snr.
Gomes
de
Carvalho;
porque
era
indecoroso,
e
até
desairoso
que
quem tinha
cingido
uma
banda
e
assentado
dragonas
de
ca
pitão,
e
servira de
major
n
’
um
corpo
de
2.
a
-Tinha,
fosse
agora
collocar
no
braço
divisas
de
sargento.
O
finado
era,
além
de muito
religioso,
um
cavalheiro
de
inquestionável
honradez,
—
qualidades
que
lhe
deram
ingresso
na
administração
d
’
algumas
das
principaes
casas,
a
qual
exerceu
emquanto
lh’
o per-
miltira
a
saude,
—
ganhando
assim
com
o
suor
do
seu
rosto
o
pão
para
a
sua
fa
milia.
Falleceu nos
braços
dos
seus
filhos,
que
Deus
lhe
concedera
digníssimos
de
tal
pae;
—rasão
porque
não
exhalou
o
ultimo
alento
n’
um
hospital, como
tantos
dos
que
foram
seus
companheiros
Aos
filhos
do
finado
damos
cordeaes
pesames,
como
antigo
companheiro
e
amigo
delle;
e
aos leitores
pedimos
um
P.
N.
por sua
alma.
Revista de
direita administra
tiva.
—
Do
seu redaclor
e
proprietário,
o
exm.*
dr. José Caetano
Preto
Pache
co,
advogado
dislinctissimo
nos auditórios
do Porto,
recebemos
o
n.°
1
d’
esta im
portante
revista,
que
ifaquella
cidade
co
meçou
a
publicar-se ha
dias.
São
collaboradores
u
’
este
periodico
os
snrs
:
Dr.
Antonio
de
Assis Teixeira
de
Ma
galhães,
lente
de
direito
na
Universidade
de
Coimbra,
conselheiro
José
Silvestre
Ri
beiro, vogal
do supremo
tribunal
adminis
trativo,
conde
de
Valbom,
nosso
embai
xador
em
Madrid,
conselheiro
Paulo
de
Azevedo Coelho
de
Campos, chefe
da 2.’
repartição dó
ministério
do reino,
conse-
selheiro
Henrique
da
Gãma,
vogal
do
su
premo
tribunal
administrativo,
Julio
Mar
ques
de
Vilhena,
advogado
em
Lisboa
e
deputado ás
côrles,
Ernesto
Rodolfo Hin-
tze
Ribeiro,
advogado
em
Lisboa, e
D.
Manoel
Colmeiro.
Exarando
estes
nomes,
e
dizen
lo
que,
ak
!
m
da
explanação
dos
assumptos
con
cernentes
ao
direito
administrativo,
esta
revista
dá lambem
a
codificação
de
toda
a
legislação
respectiva
desde
1822;
pa
rece
nos
ter
mestrado
a grande
importân
cia
d
’
uma
tal
publicação,
que
se
torna
quasi
indispensável
aos
governadores
civis,
secretários
geraes,
advogados,
etc.
frio
na
Swissa.
—
Tem
sido
hor
roroso.
A
12 do
corrente
baixou
o
thermome-
tro
em
Genebra
a
7
graus
negativos;
em
Berne
a
12;.
em
Brassus
a
2i);
e
assim
também
no Simplon
e em
Chaleaux
d
’
Ax.
Note-se
qne
estas
observações
effe-
ctuaram-se
pelas 9
da
manhã.
De
noite,
o
frio
é
mais
intenso ainda.
E
’ curioao.
—
Effecli
vamenle,
não
dei
xa
de
ser
curiosa
a
seguinte
estatística
de
nascimentos:
Segundo
participações
oíficiaes,
dos
21130
que
tm
1877
houve
no
Estado
de
Minnesota, nos
Estados-Unidos,
550
foram gemeos,
8
triplos
e
1
quadruplo.
Satiafaçito.—
O
«Amigo
do Povo»,
n
’
uma
sua
local
magestalica,
ou
mesmo
republicana,
epigrafada
«Nós, o «Com
mercio do Minho»
e
os
«Dois
Mundos»,
empraza-nos
para
que
declaremos
como
lhe
fomos
surripiar
uma
noticia
respei
tante
á recepção
dos
«Dois
Mundos».
Ora
lá
vae
a
verdadinha
nua
e
crua.
Estando
ausente
da
cidade, por doen
ça,
o
localista
do
jornal,
e
indo
este
ve
lho
commercieiro
a
sair
para
fóra de
casa,
pediu
nos
um
dos
tipógrafos
que
lhe
dei
xássemos
matéria: dissemos-lhe,
que
em
chegando
o
localista
lhe
indicassem
que
tinha
a
accusar
a
recepção
d
’
umas
seis
ou
sete
obras
scientiíicas,
e
alguns
jor-
naes,
dando o
primeiro
logar
aos
«Dois
Mundos».
Quem
tomou
este
recado,
ven
do
que
o
localista
não
viera
ainda,
e
de
parando
com
umas
noticias
sobre
aquelia
illtislração,
—
em tres
jornaes
que lhe
fi
caram
á
vista;
furtando-se
ao
facil
tra
balho de
as
analysar,
leve
a infelicidade
de escolher, para
mandar
a outrem
com
pol-a,
a
do
«Amigo do
Povo».
Este
é
o
facto.
E’
claro
que n’
elle
não houve inten
ção
de
offender
ninguém,
e
muito
menos
de nos
apropriarmos
as
glorias
do
«Amigo
do
Povo»,
as
quaes
dispensamos
perfei-
tissimamente.
Destas
reclamações
pode
riam
muitos
outros,
e
com
mais
direito,
fazel-as;
assim
como
nós
as
fariamos,
se
ignorássemos
a
pratica
seguida
entre
jor
nalistas.
Pode,'
pois,
o
coliega
guardar
muito
bem
guardadas
as
suas
grandes
e
pe
quenas
ideias, que
ninguém
lhes
inveja
a
paternidade
(?);
pode
ainda
continuar
a
chamar
nos
velho
commercieiro,
(não nus
recordamos
de
Evora-Monte),
rude
conten
dor,
reaccionario,
com o
que
nada
nos
afflige:
o
que
não
admitlimos,
é
que,
d
’
en
volta
com
estas
amabilidades,
venham
d’
estas
coisas:
«...
que
o
nosso
rude
contendor
nos
«introduza a
mão
nos
bolsos
e nos
ar-
«ranque
o
lenço,
esperando
que
não
avi-
«semos
a
policia,
isso
não,
não
o
concebe
rmos
nem
toleramos».
Olhe
que
isto
é
feio,
mórmente
para
um
menino,
esperto
como
um
alho
—
pois
d
z
se
que
o
menino
j
mio com os
cafés,
licores e
vinóos
finos,
bebia
azeite,
rasão
porque
saiu
espertinho
—
;
va
andando
com a
sua
vida,
e
deixe
se
de
contender
com
um velho,
demais
a
mais
rude,
e
que
decerto
não
o
irá
denunciar
á
po
licia, nem
lhe chamará
os nomes
com
que ceilos
jernaes
o
teem
brindado.
E
está dito então.
Suerra
«8<»
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra do
Oriente,
são
os
que seguem:
Paris
29
—A
assignalura
dos
prelimi
nares
da
paz
ainda
hontem
á
noite
não
era
annunciada
em Constantinopla.
O
parlamento
turco
pede
que
seja
cha
mado
Mídhal-Pachá.
As
condições russas
excitaram
os âni
mos na Hungria.
Londres
29
—
Accentua-se
a
attitude
da Áustria;
um
despacho
de
Vienna,
da
tado
de hoje e
publicado
pelo
«Daily
Te-
legraph»
annuncia
que
é
idêntica
á
da
Inglaterra
a
nota que
a
Áustria
enviou
á
Russsia,
advertindo-a
de
que
os
resul
tados
da
guerra
devem
ser
submettidos
a
um
congresso
das
potências.
Se
a
Rússia
rejeitar
essa
ingerência,
a
Áustria terá
de
recurso
os
meios
ex
tremos.
A
Áustria não
sancionara
medida
al
guma
que
implique
maiores
diffieuldades
entre
a
Rússia
e
a
Turquia.
Paris
30—
A
correspondência
diplomá
tica apresentada
no
parlamento
insere
um
«memorandum»
a
Derby, enviado
em
13
de janeiro pelo
conde
Sehouvaloff
em
baixador
russo,
disendo
que
a
occupação,
mesmo
temporária,
de
Constantinopla
pela
Rússia
seria
motivo
para
a
Inglaterra
re
tomar
a
liberdade de
acção.
SchouvaloíT
respondeu
que
a
Rússia não
deseja
a
con
quista
de
Constantinopla,
mas
que
se
re
serva
a
liberdade
da
sua
acção,
que
é
di
reito
de
qualquer.
Os
russos continuam
avançando.
Londres
30
—
0
«Echo»
diz
que
o
bem
fundado
boato
de
que
a
Áustria
recusa
aventurar-se
aos
perigos de uma
acção
commum
com
a
Inglaterra,
sem
ter segu
rança
de que
não
se
encontrará
isolada
ulteriormenle, isto
em
resultado
dos
ata
ques
que
estão
soffrendo
o
parlamento
actual
e
o
ministério
inglez.
O
deputado
conservador
por
Grave-
send,
o
capitão
Bedford-Pim, apresentará
amanhã
na
camara
uma
solução,
disendo
que,
tendo
o
czar
pelas
condições
de
paz
illudido
as suas
promessas
solemnes,
é
chegada
a
occasião
de
collocar
em
pé
de
guerra
o
exercito
e armada
nacio-
naes.
Appelo sí
caridade. —
Pedimos
ás
almas
caridosas
uma
esmola
para
o pobre
Antonio
Joaquim
da
Motla,
oílicial
de
sa
pateiro,
morador
nas
Carvalheiras,
n.°
22;
acha-se
no
ultimo
grau
de
pobreza, não
podendo,
pelo
seu
mau
estado
de
saude,
ganhar
meios para
sua
subsistência,
de
sua
mulher
e
filhos.
4’ «nesma.—
Recommendamos
á
ca
ridade publica, Antonio
de
Passos,
mo
rador na
rua
das
Palhotas
n.°
57.
pessoas
caritativas.—
Na
rua
Direita, da
fregtiezia
de
S.
Pedro
de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
lilha
de paes
extremamente
pobres,
que
conlinuamente
sotfre
dôres
tão
acervas,
que só
as almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
alliyio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
s atui»»
earidoaa». —
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S. Bernabé,
n.°
13,
(solào).
Tendo
80
annos
d
’edade,
e
porisso
sem
poder applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lucta com
a miséria
extrema.
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Sabbado
2
e
domingo 3
de
fevereiro.
BAILE
DE
MASCARAS.
Principiará
ás
8
horas
da
noite.
SAflaE
A
TOOOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DU
BAliliY
de Londres.
3ÍÍ
anno» «l’iwv»riavel
«vaeevt*».»»
1 Combatendo
as
indegesiões
(dispepsias)
gastrica,
gastralgia
,
flegma,
arrotos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vo,
nntos,
irritação intestinal,
bexigas,
dianea-
disenteria,
collicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabeihes,
debilidade,
todas
as des
ordens
no peito
na
garganta,
do
alito,
dos
bronchites,
da bexiga,
do
íigado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da mucosa, do cerebro
e
do
sangue
85:000
curas
entre
as
quaes
con
tam-se
a do
duque
de
Pluskow
das
ex.
mas
snr.
as
marqueza
de
Biéhan,
duqueza
de
Casllestuart,
dos
exm.
cs
sms.
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’
lnghterra
o
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
N
0
49.842:
M.me
Marie
Jurie
Joly,
de
citicoenia
annos
de
constipação,
indiges
tão, nervoso,
insomnias,
asthma,
tosse,
Gatos,
espasmos
e
nauseas.
—
N.°
46:270:
M.
Roberls,
d
’
uma
constipação
pulmonar,
com
tosse,
voraitos,
constipação e
suraez
de
25
ãnoos.-N.0 46:210:
O doutor em
medicina
Martin,
d
uma
gastralgia
e
irrita
ção
de
estomago, que
o
faziam
vomitar
15
a
18
vezes
por
dta,
durante
oito
annos.
-N.°
46.218:
o
coronel
Watson,
de
got-
ta,
nevralgia
e
constipação
obstinada.
-N.#
18:744:
o
doutor
em
medicina
Sborland,
d
uma
hydropisia
e
constipação.
—
N.°
49:522:
M.
Baldwin,
completa prostação,
paralysia
da
b
xiga
e
dos
membros,
em
consequência
de
excessos
da
mocidade.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne, sem esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedi>s.Preços
lixos
da
vènda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folba
de
lata,
de
f
/
A
Jkilo,
—
Dizem
nos
que
já
pedi
ram
a
demissão
de
administradores
do
concelho
os
snrs:
Soares Rr.ssel,—
Braga; Augusto
Coe
lho,
—
Vieira;
Guilherme
Norton,
—
Villa
No-a
de
Famalicão;
F.
Dias
Lima,—
Villa
Verde; Fclgeiras,
—
Guimarães.
Falleceu
em
Visella
o
snr.
Manoel
de Sousa Ribeiro,
rico
proprietá
rio
d
’
aqutl!a
formosíssima
povoação.
Aos
500
; de
*/a
Icilo
800
rs
; de
um
kilo,
l$40C
res; de
2
*/,
kilos,
3$200 reis;
de
6
ki
los,
6^400; ede
12
kilos, 12^000 rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a 800
e
1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseière e?í<B«o!ftía«ia;
elia
res-
titue
o
appeltite, digestão,
somno,
energa
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creançat
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mau
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
otfdinark.
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
dé
fb
’ha-(Br
lata
de
12
chaveuas,
500
reis;
de
21
.cháve
nas,
800
reis;
de
48
chaveuas,
1^400;
dr
120
chavenas,
3$200reis<
ou
25
reis
càd>
chaveoa.
»U
BÂBBY
aSs
e.
s
IiIfllTEB.
Piace
Vendòme,
20-,
Paris.
77
Reg«nt-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguisías, mer
cieiros,
etc.,
das províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
à
C."
Largo
do
Corpc
Santo
16,
sasboa,
(por
grosso
e
miúdo)
;
Azevedo
Filhos,
praça de D.
Pedro,
31,
32; Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
Por
tu,
J
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
«Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Cosia,
pharm.—
S3arceHo«,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm,,
Largo
da
Po^te.
—
Ilragta,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Mutíicipd,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chà^s
31
—
Pipa
á
Irmão
,
rua
do
Souto.—
Vianna
do
Uaa-
teiSo,
Afionso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barres,
drog.,
Rua
grande
>4
.
—
Guimarites
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,'
Cam
po
da Feira,
1;
José, J.
da
biiva,
drog..
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Psnsftel,
Miranda,
pharm.
—
s
B«r4o,
M.
J.
d»-Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
(.'asa
Veimelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drog-..
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
Sa<
-
to
Antonio,
225
a
227
—
Ponte
do
Ui-
mw.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
«fio Varzim,
P.
Machado
de
Oíiteira,
pharma.
—
VnScnçs» do
ftiniio,
Fiancisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
ViBIa
«8®
(t«nde,
A.
L.
Maia Torres
pharm
Manoel
Igrtacio
da
Silva
Braga
e
sua
mulher
Maria Anastacia
da
Silva
Braga, agra
dece
a
todas
as
pessoas
que
os
cumpri
mentaram
por occasião
da
morte
de
sua
sogra
e
mãe.
(721)
José
Maria Lupe
dã
Rocha,
filha,
cu
nhadas,
sobrinhas
e
sobrinho
Antonio
Joa
quim
Pereira
de
Moraes,
extremamenle
penhorados
pelas
provas
de
sentimento
e
amisade
que
receberam
d’
aquellas
pessoas
que
os
cumprimentaram
por
occasião
do
fallecimenlo
de
sua
sempre
chorada espo
sa,
mãe,
irmã
e
lia,
Maria
da Luz Ennes
da
Rocha,
e
bem
assim áquellas
pessoas
que
acompanharam
o
cadaver
da
finada
ao
cemiterio
publico,
no dia
18
do
cor
rente
mez
de
janeiro; a
todos
em
geral
vem por
este
meio agradecer
e
protestar
uma
gratidão
eterna
e
teslimtinhar
o
ínais
profundo
reconhecimento.
(726)
de Villa
Verde
Antonio
Thomaz
Lopes
d
’
Azevedo
Guimarães,
em
data
de
26
de
fevereiro
de
1877,
pois
que
em
logar
de
uma escriptura
de
divida
da
qumlia
de
91^800
rs.,
da
qual
é
o
dito
abbade
de
Tibães
fiador,
se
lançára,
digo,
hador,
se
lavrára
uma doação abusando
assim
da
avançada
edade,
falta
de
ouvir,
simpleza
e
ignorância
da annunciante,
com
cuja
reclamação
vae
a
mulher
tornar
de
ne
nhum
eífeilo
tal
escriptura, e
usar
da
com
petente
acção,
o
que
se
annuncia
para
que
de
futuro
ninguém
possa
ailegar
igno
rância
Braga
29
de janeiro
de
1878.
D.
Narcisa
de Sou^a
Araújo
Menezes.
(Segue-se
o
reconhecimento).
(729)
ANTIGA
CASA
LOUREIRO!!
5,
Rno N
ova
, 5
BRAGA
Com estabelecimento
de
pregagem,
mercearia,
papel
e
chá—
cartonagem para
dezenho, floragem
e
aprestes
para
llôres
—
stearina,
pós
finos para
gomina,
etc.,
etc.
N
’
esle
antigo
e
acreditado
estabeleci
mento
se
encontra
um
completo
sortimen
to
de
livros
em
branco,
proprios
para
escripturação
mercantil,
bem
como
papeis
e
artigos
para
escriplorio.
Tarnbem
se
encontra
um
sortido
de
chá hyson desde
800 a 1$400
rs.
459
gram.,
e muitos
ou
tros
artigos
proprios de
seu
negocio
que
tudo
vende
por
preços
commoJos.
(725)
Fogão
de
ferro
Vende-se
por 13á5OO
rs.,
com
dois
fornos
e
deposito
de
agua,
em
muito
bom
uso. Póde
ser
visto
na
rua
do
Forno
n.°
12
A.
Na
mesma
casa
lambem
se
vende
oito
mezas
de
pinho
de
diversos
tama
nhos.
(7.27)
Venda
de casas e
terras
de
matto
Quem
quizer
comprar as
propriedades
abaixo
mencionadas
pode
dirigir-se
á
rua
do
Souto,
casa
n.°
38,
onde
se
póde
tra
tar do
seu
ajuste.
Doas
moradas
de
casas,
de
um
an
dar,
com terreiro e
poço,
sitas
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra,
n.os
29
e 29
A, 36
e
39
A,
lendo
no
fundo
do
terrei
ro
duas
casas
terreas
com
saida
para
a
rua
do
Beco.
Uma
casa
terrea
com
quintal,
sita
na
rua
da
Boa
Vista, n.°
72.
Oito
casas
terreas
com
quintal
e
poço,
sitas na
dita
rua,
n.
cs 117
a
124,
cujas
casas
ficam
em
frente da
Carreira
da ca
sa
das
Hortas.
Duas casas
de
dous
andares,
com
quin
tal
e
poço tnieiro,
sitas na
dita rua, n.1”
127
a
127
B,
128
a
128 B.
Narcisa
de
Sousa
Araújo
Menezes,
viu
va
de
Antonio
Bravo
de
Queiroz, mora
dora
aclualmente
na
travessa
das
There-
sinhas,
d
’
esta
cidade,
previne
o
publico
para
que ninguém
contrate com
D.
The-
reza
da
Graça
Domingues
de
Lima,
sol
teira de
maior edade,
moradora
na
rua
de S.
Vicente
da
dita
cidade (irmã
de
reverendo
abbade da
freguezia
de
Tibães,
«Peste
concelho
de
Braga
.
sobre
os
bens
da
herança
da
annunciante
pois
que
esta
já
reclamou
por
escriptura
de 27 de
ja
neiro
do
corrente
anno,
na
nota
do
Ta-
bellião d
’
csta
cidade,
Antonio
Carlos
de
Araújo
Moita,
a
snppoéta
e
falsa
doação
que
se
diz
fizera
aquella
D.
Théreza
da
Graça
Domingues
de
Lima por escriptura
lançada
na
nota
do Tabellião
da
comarca
Oito
leiras,
ou
bouças
de
matto
e
pi
nheiros,
sitas
no
Monte
de
Tibães
na
fre
guezia
de M
re
de
Tibães,
denominadas
do
Engenho, do
Arco, de Pevidál,
do An
jo,
e
ao
pé
da Capella
de
S.
Gens.
(728)
Banco Mercantil de Braga
Desde
o
dia
6
de
fevereiro
por dian
te está
aberto
o
pagamento
do
2.°
se
mestre
de
1877,
á
razão
de
2
1(2
p.
c.
ou
I$2o0
por
acção
na
lhesouraria
d
’
este
Ban
co,
em
todos
os
dias
desde
as 10
horas
da
manhã
até
á
uma
da
tarde,
e
no
Por
to
na
sua
agencia na Praça
de
D.
Pe
dro.
Banco Commercial Agrícola
e In
dustrial de Villa Real
(g«eseda«Je
tinonyma
de responsa
bilidade
limitada)
A
Gerencia
annuncia
que
em
9
de
fe
vereiro proximo
começará o pagamento
do
dividendo
do
2.°
semestre
de 1877,
na
razão
de
3
p. c.
ou
1^500
reis
por ac
ção,
nas
agencias
de
Lisboa,
Porto,
Bra
ga,
Vianna,
Caminha,
Guimarães.
Fafe,
Covilhã,
Vizeu e
Guarda.
Banco
de
Villa
Real,
30
de
janeiro
de
1878.
Os
Gerentes
Francisco
Ferreira
da
Costa
Agarez
Agostinho
José
da
Costa
(730)
Banco
de
Guimarães
O
dividendo
do
2.°
semestre
do
anno
findo,
á
rasão
de
3$200
rs..
4
p. c.,
por
acção,
paga-se
na
Companhia
Geral
Bra-
carense,
desde
o dia
30
do
corrente
em
diante.
Braga
26
de
janeiro
de
1878.
Os
directores
da Companhia Geral Bracarense
João
Fernandes
Valença
(720)
José
Ferreira
de
Magalhães.
Companhia Geral Bracarense
Começa
a
pagir-se,
no
dia
15
do
pro
ximo
fevereiro, o
dividendo do
anno
fin
do,
á razão
de
5
p.
c.
ou
1^250
reis
por
acção,
e
continua
todas
as
segundas,
quar
tas
e
sextas
feiras,
não
sanctiticados, des
de
as
10
ás
12 horas
da
manhã.
Braga,
28
de janeiro de
1878.
Os
directores
João
Ferandes Valença
(719) José
Ferreira
de Magalhães.
UIRURCilÃÍ» OENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Rua
de
8. Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz
tudo
quanto diz
respeito á
sua
arte
e conlinúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(688)
CIRURGIÃO DESTISTA
DA
Escola
Americana
Consullono
a
toda
a
hora, tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de S.
Francisco)
n.°
22.
(687)
FILIAL Da CAlXA
ECOUOniCA
PEÍHOR18TA
Sociedade anónima
de responsabilidada
li
mitada
Capital
................ ãOOtOOn.^OOO
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela roa
do Campo
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
tnoveis,
ferramentas,
e
sobie
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
10(t
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito a pra-
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio dia.
O
gerenie
-A. G.
Ferreirino
i.
VENOÃ
DE
CAS.A
Vende-se uma
casa
na
rua
da
Ponte,
n.
08
69,
69
A
e 69
B.
com
dous
andares.
Quem a pretender
dirija se
ao
campo
de
Sanl’Anna,
n.9
48
B.
(722)
CAIXA
PABA
AZEITE
No
largo
de
S.
M
guel-O-Anjo,
n.°
14,
ha
para
vender
uma
caixa
em
muito
bom
estado
que
leva
cinco
pipas,
e toda
forrada
de
castanho.
(700)
DINHEIRO
A
JURO
A
Confraria de
Santo Amaro
da Sé
tem
dinheiro
para
dar
a 5
0/0
sobre
hypo-
lheca.
(706)
Solicitador
—
A. Lopes
da
Gama
Eseriptoria
—
Tsypss
n.° 3 — Fwrto
(613)
Rua
doa
Capellistag, flS
Defronte
da
Alfandega.
Tem no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço
possível,
a
saber; chilas
largas
bem
sortidas,
finas
em
côr,
e
bom
panno,
a
80, 90,
100
e
110
o
covado;
ha
linda
len»
çaria
de
seda
e
selim, tanto
para
senho
ra,
como outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda, para homem
e
se
nhora;
castiçaes
de
metal,
e
vidro;
jarras
de
procelana;
agoas
de
colonia;
collaiinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões; me
rinos
brancos;
pannos
crús;
lenços
de
cambraeta
de
linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em
diílerentes
tamanhos;
adere
ços
e
brincos; sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
on
gorgoião.
largas,
para
homem,
modernas;
lençaria
de
córes
em
algoção, cassa,
sarja,
melim,
e
d
’
outras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes sortidos;
livros
de
missa;
peitos de
bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós
<l
’arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de tudo
e
barato.
(606)
Os
Rebuçado*
niytilieoa,
de na
tureza
balsamica, calmante,
peitoral e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos
remedios até
hoje
conhecidos
nas
doenças lossicolosas.
Caixa 200
reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Sanio
Antonio,
227,
no
Porto.
Ein Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621)
Quem
quizer
arrendar
a casa
n.°
7,
no campo
das
Carvalhheiras,
falle
com
Joaquim
Antunes
Alves,
na
rua
<lo Cam
po,
d
’
esta
cidade, que
está
auctorisado
para
este
fim.
(713)
LrVÍUKIA
BORLIzXLu
Travema
«9a
Vietoria
n.° Ht, I.°
anilar, l.iaboa
N
’
este
estabelecimento
ha
um
variad
0
sortimento
de diíferentes
obras,
Roman
ces,
Historias, Comedias,
Dramas,
Seenas
Cómicas
e
Ahnanachs
para
1878, e
faz-se
abatimento
para
negocio,
e
remetlem-se
os catálogos grátis,
e
qualquer
das obras
abaixo
mencionadas
são
remetlidas
francas
de porte
aquera
enviar
o seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL DAS
DAMAS,
tratado
de
fa
zer
llôres
arlificiaes
ornado
de
estampas
500.
MANUAL
DO
COSINHE1RO,
modo
de
preparar
as
e
elhores
iguarias
da
cosi-
nha
portugueza
e
franceza,
arte
de
co
peiro
e
pasteleiro
240, MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
sortes
di
vertidas
tanto
de mãos
como
de
cartas
e
physica
recreativa,
ornado
de
80
estam
pas
500.
manual
do
conserveiro
e
CONFEITEIRO,
modo
de
fazer hollos
pas
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
DANSA,
arte
de aprender
a
dansar
sem
mestre
120,
MANUAL
DAS
SINAS,
ex
plicação
das
sinas
e
sonhos
120.
IilSCUKSJ
«io «9e|>uta«t® fruncex
cntliotíco
O
CONDE
ALBERTO
DE
MUN
Proiuinriniln no encerraiiientii «la
assembleia gernl
dois
meiibroa
da obra
<ios eireulos callholicoa
<le
operários
TRADUZIDO
PELO
PIBPE
SENNA
FREITAS
Dedicado
ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’
esta
redacção
por
60
rs.
Pift
-
g
:
•
-
lún
Lisboa
o
snr
B
«rrelo,
Lorêto,
n
0
28
-30.ÍL5).
LOTERIL DE LISBOA
L.OOBE1SÇO
(tom estabeieeimento espeeial de loterias,
afílançad» m>
(joverno
civil do
Porto.
RUA
DAS
FLORES,
112
a
114,
PORTO.
N’
este
feliz
e muito
conhecido
estabelecimento,
continua
a
encontrar-se
sempre
á venda,
os
bilhetes
e
mais
fracçóes,
os quaes se
vendem
pelos preços
mais
mo-
«licos
possível.
Satisfazem-se
promptamente
para as
províncias,
quaesquer
encommendas
que
se
jam
feitas, vindo
acompanhadas
da
sua
respectiva
imporlancia,
em
vales
do
correio,
ou
estampilhas
do
mesmo, ou
ainda,
em
quaesquer
bilhetes
que
n
’oulras
ixtracções
hajam
sido
premiados,
mesmo
que não
tenham
sido
comprados
n
’
este
estabelecimen
to;
e
depois
de
cada
uma
extracção,
remelte-se
(gratuitamente)
a
lista
geral
dos
prémios
a
todos os
freguezes.
Igualmente se
satisfazem
encommendas
para
o
Brazil,
em
pequena
ou
grande
quan
tidade.
Em
quaesquer
terras
do
reino,
onde
este estabelecimento
não
tenha
correspon
dentes
priviligiados,
se
aceitam
correspondentes
mediante as
condições
usuaes.
Este
estabelecimento,
que
bem
pode
dizer-se
um dos
mais
felizes
do
Porto,
tem
sempre
vendido
grande
numero
de
prémios,
pelo
que
se
torna
recommendavel.
Dista
dos prémios
maiores vendidos n’este estabelecimento desde
o principio do corrente anno, até
fim de setembro ultimo:
Na 22? extracção,
em
1
de
fevereiro
n?
4018
com
100$000
>
23.
*
»
>
9
»
»
1866
>
10!'$000
>
28.*
JO
>
27
de
março
»
1207
>
100$000
>
»
>
»
>
»
»
1860
>
100$000
>
30?
>
14
de
abril
>
1228
>
100$000
>
31?
>
>
24
»
»
2253
>
100$000
>
*
»
>
»
»
»
2258
100$000
>
32.
a
>
>
2
de
maio
»
2012
>
5:000$000
>
»
>
»
*
>
1179
»
400$000
>
33?
>
>
11
»
»
2289
>
1.000$000
>
»
»
>
»
»
»
172
»
100$000
>
34
•
>
>
19
>
»
1932
100$0()0
>
35?
>
29
»
>
4014
5:000$000
>
36?
)
>
5
de
junho
»
1871
»
160$000
>
38
a
>
»
23
»
»
177
D
ioo$ooo
2?
12
de
julho
»
2032
>
6:000$000
3?
>
>
21
>
« 2004
100$0u0
>
4?
>
1
de agosto
»
2299
D
200$000
>
»
B
»
»
»
13
47
D
100$000
6?
>
21
»
»
1218
»
100$0<)0
n
7?
>
30
>
»
1735
1O(Í$OOO
>
»
>
»
»
»
»
3761
»
1OO$OOO
»
10?
B
>
29
de
setembro
»
2341
200$0li0
»
»
»
>
>
»
»
1076
100$000
•
(614)
DA COMPANHIA
FABRIL
S1NGER
17,
RUA
DE
S.
VICENTE, 17
BRAGA
Grande
redneffio >ie
preços em todns as machinas de
eostura da
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
Os
únicos
fabricantes
de machinas,
com casas
estabelecidas
em
Portugal,
para
fornecer
direclamentea
ao
publico,
e
as
que
obtiveram maiores
prémios na exposição
universal
de
Philadelphia.
GRANDE
FACILIDADE
DE
PAGAMENTOS
PARA
ADQUIRIR
AS
MELHORES
MACHINAS
CONHECIDAS
MAIS
DE UM
ANHO DE PHAZO
Um prestações de
;;<K> JHLJS- semanais, em todas ns maehinas
USEM
ENTRADA
ALGUMA
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Ou IO por cento d’abatimento a
prompto pagamento
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GIUTIS EM
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Peçam
catalogas illustradõs
Com
listas
dos
preços
e
condições na
SUB-SUCCURSAL
DA
companhia
sirvcmn
17,
RUA
DE
S.
VICENTE,
17
.te
.U
fjw
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
CtRAXDK REliUCÇÃO l>E
PREÇOS NA 3.8
CIiASSE.
Para
S.
Vicente,
Pernambuco,
Bahia,
Rio
de
Janeiro,
Montevideo
e
Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
3
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTOR!A,
MACEIÓ,
e
ouiros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil, ao
sul
de
Pernambuco.
ST.S.O
MESMO PREÇO
Qt L BS.4 4»
Hl» 1>E J AVEIitO
PAQUETES
A
SAIR
1>E
LISBOA
NEVA..................... 13
de
Janeiro I ELBE.........................
13
de
Fevereiro
MONDEGO.
.
.
*
28
de
Janeiro
|
MINHO
....
1
de Março
PREÇOS
COMMODOS
Cada paquete d’estu companhia
leva
a
bordo
criados
e eosinheiros
portugueses
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na Agencia
Central
no Porto ou
em
qualquer
Agencia
protincial,
a
conducção
para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter trasbordo.
A
bordo os passageiros teem grátis cama, roupa de eania, co
mida
feita por eosinheiros portuguer.es, vinho duas vezes por din,
assistência
medica, serviço de criados e outras despezas.
A EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século
lem
feito
com
que
os
paquetes
d
’
esla
companhia
(a mais
antiga na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança excepcional; além d’
isso
pela
Ijmpesa, boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a bordo,
e
pelos melhoramentos
mais
modernos
tanto
para a
hygiene
como
para a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que ha
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção das
suas
malas do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador
e
Impe
ratriz
do
Brazil,
como
também
S. A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL, rua
dos
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as
principaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães, rua do Souto.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
aughientada
com
novas
orações
e
devsções
mdul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima Raccolta.
Com
approvação
de
S. Exc.& Rev.m*
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em Braga,
na
rua
Nova n.°
3
E,
e
nas principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Calholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense
do Manuel Malheiro.
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160
reis
>
encadernado
....
240
»
LIVRARIA
»?EÍ(»í
CIIARURON
BRAGA
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(OPIIAS
COMPLETAS)
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Historia
Ecclesiaslica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da
6.a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra,
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do
Sacerdote, 1
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de
Deus,
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baseadas
nos
preceitos
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Decálo
go.
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LUIZ M
IRIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de Nosso Se
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço..................
200
rs.
PADRE
SENNA
FREITAS
OTLKOJ
|)>M
Preç»
....
500
reis
A
’
venda
na Livraria
Calholica
Portuen
se,
praça
de
D.
Pedro,
131.
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião christão,
traduc-
ção
do
padre
Mesquita
Pimenlel
1
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1$200
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O
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
4
vol.
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RAPHAEL
OU
0
Menina
devoto
e instruído
Collecção
de orações
e
meditações,
com
um
dialogo
entre
um
sacerdote
e
aquelle
me
nino;
extraclos das
obras
de
vários
ando
res sábios e
piedosos,
COORDENADOS
PELO
PADRE
J.
J.
C.
DE SEQUEIRA
Acha-se
á
venda
unicamente
no
escri-
ptorio
da
«Palavra»,
Cinu
de
Villa
n.°
25.
'
Preço,
120
reis—
pelo
correio,
140?
—
Encardernado.
220
—
pelo
correio,
240
rs.
E
’
pago
adiantado.
BRAGA.
TYPOGRÁPHIA LUSITANA-—'! 8'8.
Parte de Comércio do Minho (O)
