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-
3»OLITa«L^ JEC NOTICIOSA.
REDACTORES
—
D. Miguel Sotto-Mayor e
Dr. Custodio Velloso.—DIRECTOR—Antonio Joaquim de Mesquita Pimentel.
SB
6.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
1&600
850
40
20
10
Braga,
12
mezes..........................
»
t>
»
..........................
Correspondências
partic. cada
linha
Annuncios
cada
linha
.....................
Repetição
....................................
PUBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E SABBADOS
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes
............
2&000
» ti »............. í$050
»
sendo
duas
assignaturas
3&609
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
3$6t)0
Folha
avulso..................
16
N.° 843
BIUSA-TEHÇA-FEIRA
«
«E
AVTUBRU figtS
frades.
Li
no
seu
jornal
do
dia
25
d
’
esle
mez
de setembro
o artigo de
fundo
em
resposto
ao do
«Commercio»
sobre
a
par
te
dada
ás
Côrles,
do comportamento
de
uns
Frades
Bentos
de
um
dos Hospícios
d
’essa Província,
pelo então
corregedor
de
Vizeu,
João
Cardoso
da
Cunha
Arau
jo
e
Castro,
que
morreu
leito
visconde
de Porto
Carrero,
e
juiz
do
Tribunal
de
Justiça!
Conheci e
tratei
de
perto
com
este
ho
mem,
e
tive
estreitas
relações
com
seus
thios,
e
poderia
escrever-lhe
parte da sua
biographta,
e
dos
seus
defeitos,
e
vir
tudes;
mas
não
se
trata d’isso,
e sim
dos
frades,
a
quem
tanto
se
deve,
e tão
mal
se pagou
pm
nosso
paiz.
Eu
vivi
com
muitos
centos
de frades,
hospedei-me
algumas
vezes
nos
seus
con-
ven.os,
comi
com
elles
nos
refeitórios,
passeiavamos
juntos,
conversávamos
sobre
objectos
sagrados,
e
profanos;
estudava
os
por
fóra,
e
por
dentro,
e
linha
entre
elles
muitos
amigos,
e
clientes: este
tra
to
continuo,
desde
1822,
em
que
come
cei
a
exercer
a
minha
profissão,
até
que
foram
exlinctos,
foi
uma
escola,
que
não
podia
enganar-me
no
conhecimento
do que
eram,
e
do
que
valiam
os
frades.
No
meio
d
’
esla
convivência,
d
’
este
tra
to
entre
amigos,
d
’
esta
homogeneidade
de
sentimentos (para
assim
me
explicar),
e
no
curso
de
tantos
annos,
nunca
presen
teei
no
frade
um
só
exemplo
de escân
dalo,
e
muito
menos
da
natureza
d
’esses,
que
lodos
os
dias,
e
em
todos
os
lo
gares
estamos
vendo a
toda a hora
em
todas
as
classes,
de
que se
compõe o
Estado.
Sabia,
e sei,
que
eram
homens;
e
que
os homens
não
são
anjos,
mas
vi, e
co
nheci
qne
no
claustro
existiam
os
exem
plares
para
a
vida
social.
O
Espirito
de
Deus
os
animava,
a
instrucção,
e
o
amor
do proximo eram
as
regras
da
sua
con-
ducla,
e
os
objectos
da
sua
instituição:
ninguém
exercia
estas
virtudes
com
tan
ta
ponctualidade,
e
desinteresse!
N
’
essa
época
de
furor
fanatico-polilico,
em
que
a
alcunha
de
malhado
bastava
para
per
der
o
indivíduo;
n
’
essa
época,
em
que
ninguém
se
atrevia
a
exercer a caridade
para
com um só
d
’
esses
indivíduos,
só
os
frades
tiveram
a
coragem
de
o
faze
rem
espontaneamente,
e
laes
foram
os
frei
Fortunatos
de
S
Boaventura,
os
Fran
ciscos
Nicolau,
os fr.
Manoéis
Guimarães,
e
outros;
factos
estes, sobre
que
posso
depôr
como
lestimunha
occular,
e
em
causa
própria.
Fui
creado
com
frades, tive-os
por
mestres,
e
outros
homens haverá
ainda
ahi,
a quem
succedesse
outro
tanto:
co
ligem
a
conduta
religiosa,
e
social,
dos
formados
n’
aqnella
escola,
com
os
da
âctual,
e
tirem-lhe a
prova.
Confessem
o seu
êrro
e
o
seu
pec-
cado.
Os
frades
eram
um
estorvo á
li
berdade
desenfreada:
os
frades
eram
os
illustradores, e
directores
da educação,
e
da
recla
consciência para
a
vida dus
ri
cos,
e
dos
pobres,
dos grandes,
e
dos
pequenos,
dos
sábios e
dos
ignorantes,
do
magistrado
e
dos litigantes:
eram o
slalu
quo
da
paz,
e
da
prosperidade;
eram
a
arvore
da
sciencia do
bem,
e
do
mal,
a
que
a
serpente
carbonaria
sobiu
para
colher
o
fructo,
e
distribuil-o
aos
que
nunca
lhe
tinham
tocado,
nem
deviam
to
ca:
sem
se
perderem
Eis
em
breve
rcztimo
a
historia
dos
fades,
e
a causa
da
sua
destruição;
e
se
houver quem diga,
que
eram
improdu-
clivos,
como
disse Alexandre
Hercuiano;
que
eram
um
Estado
no Estado:
que eram
uns zangões
da sociedade:
que
eram
uns
occiosos;
responderei, perguntando
por mi
nha vez
^O
que
são
os
soldados,
e
para
que
servem? Que
*
são
as
companhias li-
sireiras,
de
credito
predial,
e
dos
comi
nhos de
[erro?!
O
que
são
essa
chusma
de empregados
públicos
e
de
oíficiaes
de
cifras?!
E
para que prestam,
e
o
que
fa
zem
esses
esquadrões
de
aspirantes
aos
empregos
públicos?!
Quem
não
viu
e examinou
o
qne
eram
frades,
não
póde
dar
testimunho
conscien
cioso d’
elles;
e
quem sabe
a
verdade
por
lel-a
visto,
e
presenceado,
não
deve dei
xar
passar
a
mentira,
e
a
calumnia
sem
tornar-se
cúmplice
d
’
ellas.
Se
não conhecem
o
êrro, ou
se,
co
nhecendo-o,
o
nã >
querem
confessar,
cal-
lem-se
ao
menos
por
modéstia;
e
se
que
rem
o
contraste
do
que
informou
o cor
regedor
de
Vizeu,
leiam o
que
pelo mesmo
tempo
escreveu
o
tio
d'elle,
o
dr.
Vicen
te
José
Ferreira
da Costa,
e
mais
tarde
o
distinclo
Antonio
Feliciano
de
Castilho,
a que
ninguém respondeu.
Se lhe
aprouver,
snr.
redactor,
póde
publicar
esta
como
reforço,
ou
prova
do
seu
artigo
no
jornal citado.
Santarém.
José
de
Fredas
Amorirn Barbosa.
V
íieáaeijuíts
«i<»
«Coiuaiereie
do
tSinho».
Londres,
S
d'
Agosto,
1878.
(Conclusão^
SUMMARIO.
V.
—
O
Arcebispo
de Canierbury,
e
um
cento
de
Bispos
Protestantes de
varias
côres,
parodiando
o
Concilio do Vatica
no, e
preparando-se
o
grande
e
syslema-
lico
ataque
ao
Calholicisino.
VI.
—Ha
symploinas
muito
favoráveis
de
que
Bismark
e o
Governo Prussiano
começam
a
conhecer o
grande êrro que
commelleram
em perseguir a
Igreja
Ca
tholica.
Dizendo
depois que
a
Sociedade
An-
glo
Continental
(a
que
trata
de
inundar
a
Europa
de
Bíblias truneadas e
publi
cações
Protestantes) tem
por
tira
conven
cer
os
Catholicos,
de
que
os
Protestantes
não
fizeram
mais
que
podar a
religião
d
’
excrescencias
nocivas» (sim. como a
con
tinência,
o
celibato
dos
ecclesiaslicos,
a
abstinência,
o
jejum,
a
confissão—
tudo
o
que incommodava!
)
«mostrando aos Ca
tholicos,
que
elles
Anglicanos
têm me
lhor
constituição»:
quer
que
aquelles
aba
tam
a
estes a
bandeira;
e
acrescenta,
«que
esperava
ainda a
vèr a
Igreja
de
In
glaterra
pondo
uma
das
mãos
sobre
os
Catholicos
Romanos,
e
outra
sobre
os
Pro
testantes,
lhe
dissesse:
«Senhores,
vós
sois
irmãos, acredilaes
no
mesmo
Deus;
^Nao
podemos
reunir-vos
uns
com
outros?»
Continua
dizendo ainda
muita
cousa
semelhante, por
exemplo;
—
«Que
protes
tava
for
temente
contra
as
extravagantes
perlenções de
Roma,
ás quaes
sustentava
que
ella
não
linha
direito.»
—
Fez
grandes
elogios
ao
tal Bispo
dos
«Velhos
Catho
licos»
da
Suissa,
que
disse
linha,
no cur
to
espaço
do
seu
episcopado,
confirmado
4:U0t);
e o
qual, dizia,
que
a
confissão
já
nw
era
obrigatória;
mas
qualquer
pes
soa
é
livre
de
julgar,
se
precisa
d’
ella
ou
não»
(!).
Continúi
o
zelalorio:
—«De
tarde,
fez
o
Padre
Jacintho
nm
discurso
muito
elo
quente,
em
que
sustentou,
que
em
Fran
ça
era
muito
desejável
e
possível
uma re
formação sobre
princípios
Catholicos.
Fa
lou
fortemente
sobre a
necessidade
de
um Episcopado»
(o
ex-frade
quer
ser
bispo
em sua Reformação).
A
ultima
resolução
que
propoz
e
ado-
ptou
este
congresso
matizado,
confirma o
que
eu
acima
disse,
dos
esforços
que
o
Protestantismo
vai
fazer, para infestar
o
Oriente
com
a
heresia,
por
favor do
Tra
tado
de
Chypre etc.
Eis
aqui
como
este
conciliozinho
Pro
testante
de
tantas
côres,
e
até
de
fur-
la-côres,
conclue
por
uma
final
resolu
ção,
proposta
e
votada
(supponho
que
lambem
votaram
as
madamas
presentes
ao
conciliábulo,
mencionadas
ao
principio
co
mo
assistentes):
—
«Que era
desejável
tirar
vantagem
da
nova condição
de
cousas
no
Oriente,
pa
ra
chegar
a
uma inlelligencia
melhor
so
bre
os
pontos
de
concordância
e
differen-
ça,
entre
a
Igreja
Arménia e
outras
Orien-
taes,
e as
Igrejas
de
nosSi (Anglicana)
communhão».
Veja-se
a
sympathia
que
logo
se esta
belece
entre
o
êrro
e
a
heresia, contra a
verdade!
O
Bispo
de Lickfiel
disse,
que
estava
disposto
a
procurar
para
o
Padre
Jacintho
e
seu rebanho
uma
Igreja
ou
parochia;
mas
que o
dar
aos
«Velhos Ca
tholicos»
um bispado,
era
isso
cousa
que
requeria
grande
consideração.
VI.
—
Posto
que
ainda
se
não
dá
co
mo
decidida
e positiva
a
cousa,
pouca
du
vida
parece
haver,
de que
as
tentativas
Socialistas
contra
a
vida
do Imperador
Guilherme,
e
o
desenvolvimento
pismoso
do
Socialismo
na
Allemanha,
têm feito
abrir
um tanto
os
olhos
de
Bismark sobre a
tolice
e
palmar
êrro,
de perseguir a
Igre
ja
Catholica,
de
desterrar
e
condemnar
os
Bispos,
os
Jesuítas,
e outras
Ordens
re
ligiosas,
as
Irmãs
de
Caridade,
as
Escolas
Cathohcas, etc.
Não
viu,
que
ia
deixar
assim
sem guia nem
conselhos, o
povo
baixo,
que
mais
d
’elles
carece.
Está
o
«Ministro
de
ferro»
já
conferindo
amiga
velmente
com
o
Núncio
Catholico
em
Baviera,
e
conta-se
que
vam
ser
restituí
dos
a
seus logares
os
Bispos
e
clero
fu
gidos
e
desterrados,
e
fazer-se
paz
com
a
Igreji.
A.
R.
SARAIVA.
Irmão
e
Amigo.
Cauterets,
16
de setembro
de
78.
Ha
oceasiões
em
que
não
te
escrevo
por
mal
ler
polvora
para
a
segunda
salva,
depois
do
—
como
passas,
eu cá
passo bem
—
e
ha
oceasiões
em
que
difliro
o
escre
ver te
por ter
tanto
a dizer-te,
que
bera
receio
que
da
segunda
folha por diante
só
me leias
de
salto e pelo sentido.
Isto
de
descrever
uma
viagem
é
ponto
de
meia,
que
em
principiando
a desfiar-se.
nunca
ruais
acaba. Quer
não, como
diz
a
gente
do
Minho,
sempre
te
escreverei
d
’
esta
feita, embora
o tempo
me
falte
quasi
de
lodo;
com
tanto
que
me
man
des
quitação
de
divida,
logo que
a
presente
recebas.
Como
sabes,
a miniia
incorrigível la-
rynge
obrigou-me
a
aproveitar
as
ferias
grandes
d
’
este
anno
para
vir tomar as
aguas
sulpliureas
a
Cauterets
(altos
Fyre-
neos),
onde
ha excellenles
estabelecimen
tos
para
um
traetamento
sulphureo
com
pleto
(banhos,
duches,
inhalações,
ptilve-
risaçõas,
vaporisações no
fundo
da
Lrynge
etc.), e,
por
conseguinte,
unia serie
de
vantagens
e
commodidades
que
só
se
po
dem
comparar
por
anli-phrase
com
o
pés
simo
estado
dos nossos
estabelecimentos
thermaes
(se
é que,
em
geral,
se
lhes
pode
dar
tal
nome).
Não
tomei
a
linha
de
Badajoz,
mas a
do
norte
de
Portuga!, por
ser
muito
mais
directa,
e
se
me
haver informado que o
caminho de
ferro
hespanhol,
que
prende
a
nossa
linha
d->
norte
com
Hespanha
e
França,
estava
quasi
concluído,
o
que
será
verdade
no
anno
de 1882
ou
83.
Tive
por
companheiros
de
viagem
até
Vigo
o
padre
Carlos
Votruba,
que
te
é
bem
conhecido (este
tomou
em
Vigo
passa
gem
ifmii
vapor
para
Bordéus),
o
José
Maria,
de
Braga,
que
me
acompanhou
até
S. Thiago
de
Compostella,
e
o
padre
Luiz
Gomes
da
SiLa,
collega
e
amigo
meu,
igualmente
de
Braga,
com
quem
tlz
toda
a
excursão
até
Cauterets
e
a
farei
de
novo
até
á
patria.
De passagem,
deixa-
me dizer-te
que,
como
viajante
de pri
meiras
aguas,
ainda
não
vi
excursionista
mais intrépido
que
elle.
Já
d
’
alguma
vez
foste
por
Tuy
a
Vi
go?
Já
atravessaste
a
ria, que
conduz
a
esta
cidade,
ou,
pelo
menos,
ancoraste
na
barra
que
a circunda?
Pois
digo
te
que
é
arrebatadora,
e
que
bem
poucas
cousas tenho
visto
comparáveis
a
esse
braço
de
mar
ou
ria,
que
por entre
ter
ras
de Galliza se
estende
até
Pontevelra.
Sei
que
o
Clyle
da
Escócia
não
é
mais
bello
que
estas
risonhas
margens
que
o
Atlântico
vem
devassar,
e
imagino
que
o
proprio
Rheiio nem
sempre
conseguirá
Gzel-as
esquecer.
Vigo
tinha
para
mim
um
atlraclivo,
uma
celebridade
que
lá
me
fez estanciar
por dois dias.
E’
o padre
Rademaker,
que
alli
reside
ha
algum
tempo.
Conhecia
(bem
enten
dido)
d
’
lia
muito
o
nosso distinclo
patrí
cio,
que
nem
pelo
tudesco
do
nome
pa
tronímico
deixa
de
ser
redondamente
por-
uiguez;
mas
conhecia-o
simplesmente
por
tradição,
o que
equivale
pouco
mais
ou
menos
a
conhecer
um
edifício
por
uma
gravura
de
jornal
ifustrado.
Quiz,
pois,
ver
de
facie
ad
faciem,
e
dar
um
aperto
de
mão
ao
illustre
jesuita,
cujas
obras
de
apostólico
zelo
e
cujo
nome
estão
ainda
tão
vivos no povo
portuguez.
Não
penses
que
te
vá
agora descrever
o
padre
Bade-
maker.
Tu conhecel-o
bem
e
até
já
te
teus
carteado
com elle.
Vimo-nos,
conservámos,
passeámos
jun
tos,
e
inclusivamente
viajamos
de
parce
ria
até
Compostella,
onde
nos
despedi
mos
um
do
outro.
Como
a
sympathia
não
exige a
reciprocidade
como
a
ami
zade.
posso
dizer-te
que
sympathisei
de
vez
com
elle.
Beberá
este
homem
da
fonte
de Jouvence?
O que
é
certo
é
que
o
seu
espirito
e
o
seu
caracter
não
envelhecem
nem
se
alteram.
E
’
sempre
o
padre
Ra-
demaker
da legenda,
da
boa
legenda;
vivo
como azougue,
fino
como
coral,
excel-
leute
conservador como
um
romano
do
high
Life,
inesgotável
em
engraçados
in-
promplus.
e
anedoclas
seleclas;
a
par
de
isso, erudito,
logico
até
nos
seus
diálo
gos familiares,
tnemoriado
a
fazer inveja,
e
liabil em
colher
a
vella
á
jovialidade,
e.i.
lhe
parecendo
que-
sopra
rijo
de
mais.
NTsto prima
elle.
De
corpo
é
que
é
des
tituído
de importância.
Não
ha
proporção
entre
a
estatua
e
o
pedestal.
Anomalia
aliás
vulgar.
Dir-se-hia
qne
o
talento
gosta
de
habitar
em
caza pequena.
De
Vigo
partimos todos
juntos
para
8
Thiago de
Compostella.
Não
ha
ainda
serviço
de ferro
carril
para
lá:
por tanto,
tomamos
o
ira
licimia!
vehiculo
da
sys
lema
conservador,
a
d ligen
ia;
m
as
a
companhia
serve
tão
bem
os
viaj.iates qne
lhes
faz
perdoar
á Hespanha
a
auzencia
pojco
perdoivel
da locomotiva
na
provín
cia
da Gallisa.
Da
cidade
de
S.
Thiago
nada te
di
rei.
Já
a
viste,
porque
já
vi-te
Guima
rães
e
Penafiel.
Uma
cidade
velha,
con
struída
segnn
lo
todas
as
regras
do
(tal
vez)
unico
mio
gosto
que
tinham
os
nos
sos
avós
em
objeclos
d
’
arte.
Mas
cem
re
cordações
accordim
na
mente,
q
lando
se
percorre
uma
d
’
e-sas
ci
‘
ades
velhas.
A
cada
passo
me
pirecia
topar
com Cor
tantes
ladeado
do idealista
D.
Quixote
e
do
malerialão
do ventrudo
Sancho.
Em
cada
cego d
’
esquina
se
me
alíigurava
ver
um
menestrel,
e nos traços
de
cada
uma
d
’essas caracteristicas
physionomias
hes-
panholas,
tostadas
por
quarenta
annos
de
sol' peninsular,
interrogava
os
traços
ca-
valleirosos
do
Cid.—Ainda
assim.
S.
Thia-
go tem
monumentos
e
soberbos,
mas só
te
falUrei
d
’
utu,
o
primeiro,
o
mais
ad
mirável
e nomeado,
a
basílica
do
Apos
tolo
que
dá <»
nome
á
his.orica
cidade.
Bem
pouco
te
direi
e
te
quero
dizer
so
bre
este
monumento,
porque uma carta
é.
.
um
carta.
A
basílica Um Ires
fachadas,
cada
uma
das
quaes
seria
tvn
beilissimo
fron
tispício
de
temp
!o.
A
principal
é
impo
nente,
se
bem que
um
pouco
sobrecarre
gada,
e
um
tanto semelhante,
no
eslylo,
ao chamado
pelos
francez.es
rococó,
assaz
vulgar
em
Veneza
e
outras
cidades
da
Itaba.
O
estylo
interior
da
basílica
é
uma
especie
de
ecleclisino
engenhoso
de
arch:-
teetiira
mosarab
ca
e
gothica.
Se
o
cal
culo
me
não
falha,
a
sua
extensão total
deve
orçar
por
duas
vezes
a
de
S.
Do
rninoos
de Lisboa.
Não
é,
todavia,
lacil
avalial-o,
porque
á
guisa
Testas
egrejas
golbicas,
a
cathedral
de
S.
Thiago tem
um
jubê>
no
centro,
que a
divida em
duas,
sendo
a
segunda
constituída
pelo
côro.
A capella
mór
é
de
uma
riqueza
surpre-
hendente.
Oito
alimpadas
de
prata
ardem
sem
pre
ante
o
tumulo
do
Apostolo,
que
jaz
sob
o
altar
mór.
O
frontal
é
lodo
de
prata
e
de primoroso
reiêvo.
Item
as
portas
que
dão
ingresso
para o
baldaquim,
onde
se
beip
a
imagem
do
Santo. Vê-se
esta
no
cimo
do
retábulo,
e
representa
S.
Thiago
como
bispo,
peregrino,
e
guer
reiro.
A
murça
é
toda
engastada
de cus
tosos
brilhantes.
A
capella
das
relíquias
é
muito
notável
pelas
preciosidades
ico
nographicas
que
encerra.
Do zimborio
do
templo
pende
uma
grossa
corrente,
sus
pensa
a
quatro
immensas
escápulas
de
ferro,
e destinada
primitivamente
a
sus
tentar
um
enorme
thtiribulo
do
diâmetro
d
’
um
sino
de
aldeia,
más
que
actnahnente
se
conserva
na
sala
capitular,
e
que eu
vi
estupefacto,
como bem
po
ies
suppor.
Qual
a
razão
das desmesuradas
propor
ções
do
tal
thtiribulo,
ou
melhor,
fumi
gador?
A
sua
origem,
se bem
que
um
pouco
grotesca,
é
pçrfeitamenle
histórica
e
por
toda
a
gente
conhecida
em
S.
Thiago.
Duas palavras bastam
para
te pôr
a
caminho.
Sendo
o
sanctuario
compos-
teiiano
muitíssimo frequentado,
oulr
’ora,
tanto
por
peregrinos
estrangeiros
como
hespanhoes,
e
principalmenle
gallegos
que
n
’
elle
passavam
a
noite
em
oração,
desin-
volvia-se no
recinto
do
mesmo
um
certo
ambiante
miasmatico
que
exigia
um
desin
fectante
energico.
Ahi tens
já
bastante
para pores
os
pontos
nos is,
sem
ser
preciso
que
eu
altere
o
laconismo
d
’
esla.
A sala
do
capitulo possne
um
Atlanie,
do
tamanho
natural
d
um
homem,
sus
tentado
o
globo,
e
tem
tecidos
antigos
de
agua
rãs,
tão
preciosos
que
os
faná
ticos
apreciadores
chamados
por
força
in
glezes,
quiseram
dar
por
elles
a
soroma
de 5
milhões.
Não
te benzas.
O
preço
não
é
exorbitante,
porque
um
inglez
não
pode perder
em
negocio.
Também
alli se
mostra
um
escrutínio
de
prata
e
marfim,
offerecido
ao
cabido
pela
no^sa rainha,
Santa
Izabel.
Não
fômos a
Compostella
como
toris-
las,
fomos
como
peregrinos,
sim,
como
peregrinos,
para
orar,
para
rendermos
um
preito
christào ao
primeiro,
ao
grande
Apos
tolo
da
Peninsula
ibérica,
Fallo-te
com
tanto
mais
franqueza
quanto sei
perfeita
mente
que
não
tenho
a
temer
em teus
lábios
o
sorrisinho
sardonico
do
inepto
realismo
contemporâneo,
temulento
de
ver-
mout,
e
tonto
de
vapor
de carvão.
Fal
lo-te
na
intimidade
de
uma
carta,
sem
ter
felizmente
que
desfechar
de
passagem
sobre
a
facécia
estúpida
dos
clowns de
um
materialismo
desdentado
e
alvar
o
sor
riso
(aliás
delicioso)
do
desdern,
mais
si
gnificativo
que
o
d
elles.
Estava
comnosco,
como
já
te
disse,
o
bom
do
José
Maria
Dias
da
Costa,
de
Braga,
aquelle
excedente
velho
que
tan-
tissimas
provas
de
amizade
deu
a nosso
fallecido
pae,
a
ti,
e a
mim.
Ma!
chegou
a
Compostella
confessou-
se
com
o
padre
Raiemaker
e
commtin-
gou,
para
ganhar-as
preciosas
graças
li
gadas
pela Egreja á
visita
da
basilica
com-
postellana.
Voltou
depois
para
Braga,
e
nós
continuámos
a
nossa
viagem
em
di
reção
a
Cauterets.
Abraçamol-o
ao
partir.
agradecendo-lhe
os
muitos
serviços
que
nos
prestara desde
o
primeiro
dia
da
nossa
jornada até
S.
Thiago.
Mal
pensávamos
então
que
era
a
derradeira vez
que
o
víamos
e abraçavamos! ..
Não
imaginas
quanto
era
amigo
d
’
a
quelle
homem.
Tinha
para
mim
predica
dos hoje
raros;
caracter
intemerato,
cren
ças firmes,
infatigável
dedicação.
N
’
uma
epoca
em
que
procurar
um
amigo
qnasi
equivale a
pretender
caçar
vento
com
rêde,
encontrava
eu
em
José Maria
a
abnegação
de
um amigo
fiel,
e
no
meio
de
una so
ciedade
que
tirita
de
egoismo
glacial,
o
maior
prazer
d
’aqoe!le
velho
portuguez
era
servir
os
que
affeiçoava
e
lhe
eram
af-
fectos.
Obreiro
sempre da primeira
hora,
todas
as
generosas
emprezas,
sobretudo
religiosas,
de Braga,
o
encontravam
na
vanguarda, carreando
a
sua
pedra
para
o
novo
edifício,
aplanando
obstáculos,
azando
meios,
chamando obreiros,
alentando
os
pusilânimes.
Basta-me
invocar
a
confe
rencia
de S.
Vincenle
de
Paulo, da
qual
era
tão
aclivo
e
prestante
membro.
'Dor
me!
dorme!
amigo
d
’aletn
tumulo;
o
teu
amigo,
desde
que
a
tua
morte
lhe
constou,
ainda
não
subiu
uma
vez
ao
altar
que
não
tivesse
offerecido
por ti
o
sangue
do
Cordeiro.
E
lá
me entranho
pelo
necrologio
den
tro...
Principiei
a
escrever-te
de
sapatos
de
ourelo
e
acabo
pela
estola
preta.
Tudo
comporia
a
carta,
ou. pelo
menos,
o
lais-
ser
aller
de
irmãos.
Já
vejo
que d
’
esta
vez
não
me
é
pos
sível
dizer-te
cousa
alguma
das
minhas
impressões
de
Lourdès,
onde
estive
ires
dias,
nem
de
Biarritz,
nem
de
Cauterets.
Ficará
para
a
primeira
epistola.
Bem te
dizia eu
que descrever
viagem
é
ponto
de
meia.
Agora
não
paro
em
meio
caminho.
A’
manhã
te
escreverei
segunda
carta.
De
Galliza
nada mais. Passamos
por Corunha
e
Logo,
duas
cidades
de
somenos
impor
tância.
D
’
ahi,
a
viagem até
S.
Sebastião
foi
tão monotona,
que provavelmente
me
esqueceria
dentro
em
pouco
d
’
ella,
a
não
serem
umas
mortaes
vinte
e
duas horas
consecutivas
de
diligencia
(lenta
até
o
impossível)
que
andamos
até
alcançar em
Branuslas
o
caminho
de
ferro,
e
que
me
ticarão
mais
protundameme
impressas
na
memória
que
um gilvaz
no
rosto.
Adeus,
Bernardino;
muito
de
proposito
nada
te disse sobre os
costumes
de
gal
legos,
nem
m’o
peças.
E
’ força
confessar-
te
que
a
respeito
de cortezia,
aceio,
bom
tom,
n
’uma
paiavra,
polidez,
o
que
na
Gallisa
ha
mais
polido é
o
aço.
Abraça-te
o teu
irmão
affecluozissimo
Padre
Senna
Freitas.
0ECIiA.M€AÇÃO.
Na
secção
respectiva
apparece
no
nos
so
n.°
d
’
hoje
um
communicado
com
re
ferencia
aó
revd.
1110
director
do
Collegio
de
S.
Luiz,
estabelecido
n
’
esta
cidade.
Empregamos
todos
os
meios
ao
nosso
alcance,
fomos
mesmo
talvez mais
longe
do
que
nol-o permitliria
a
nossa
posição
e
a
nossa
dignidade,
para
impedir
a
suai
publicação:
e
>sto
por
motivos
ponderosos
e
bem
fáceis
de
presumir.
Entre
elles,
porém,
um
ha
que
não
poderá
ser
conhe
cido de
todos.
Pertencemos
em tempo
ao
corpo
do
cente
d
’aqu-He
collegio,
e
tivemos
a
su
bida honra
de
ler
por collega
o signatá
rio
do
tominunicado.
Saímos
d
’
aquella
casa
por
varias
razões
que
não
expomos,
porque
tomamos
a
resolução
que
até
hoje
temos
mantido
e
desejávamos
manter
de
tudo
lançar
no
pélago
do esquecimento,
pois não
desejávamos
levar algum
damno
com
uma
justificação,
que
podíamos
dis
pensar
sem
sacrifício
notável
de
nossa
honra, a
uma
instituição,
aliás catholica
e
esperançosa;
e
que,
pelo
rumo
que
possa
ler
levado,
ainda
nos
não
obrigaria
a
re-
tractar
o
que
em
outro
tempo
escreve
mos
sobre
a
mesma.
Não
abrigamos
pois
para
com
o
revm.
0
snr.
padre
Rocha ressentimento
algum
por
tu
do
aquiilo
que
porventura
tivesse
succe-
dido
entre
nós
e
elle:
mas
é
precisamen
te
isso
e a
nossa
posição
actual que
nos
obriga
a
declarar
cathegoricamente
que
esgotamos
todos
os
meios de
que
podía
mos
humanamente
lançar
mão
para
sus
tar
a questão,
além
d
’
ontros
motivos,
por
via
do'
corollarios
pouco
honrosos que
poderia
lirar-se
do
confronto
da
nossa
posi
ção
anterior
com
a
presente.
Lavamos
por
tanto
d
’ahi
as
nossas
mãos.
Publicando
o
cummunicado,
cumprimos
simplesmente o nosso
dever,
e
abrigamos
a
certeza
>fe
que
ambos
aquelies
cavalhei
ros
nos
fazem
a
devida
justiça.
Antonio
Joaquim
de
Mesquita Pimentel.
Toda a correspondência
para
a
redacção,
administração ou
outra
qualquer que tenha de ha
ver
com o
«Gommercio do Mi
nho», será enviada ao seu di-
rector
Antonio Joaquim de Mes-
quista
Pimentel, rua Nova n " 4
—
Braga.
Cortai. —N
’outro
logar
d
’
esta
folha
da
mos hoje publicidade
a
uma
ctiriosissima
carta
que
o
nosso
bom
amig
>
o
sor
pa
dre
Senna
Freitas
dirigiu
a seu
exc.
mo
ir
mão o
nosso
antigo
collega,
Bernardino
de
Senna
Freitas.
Os nossos
leitores
com
toda a certeza
nos
agradecerão
e
louvarão
a
inconfidên
cia.
fí.
Ficanessec»
d
’
.
4
««tis.
—
Na
próxima
sexta-feira, 4,
dia
d<>
Patriarcha
S. Fran
cisco
d’
Assis,
o
exc.‘
ni>
snr.
arcebispo
Pri
maz
irá, segundo o
costume,
celebrar
tnissa,
no
convento
dos
Remedios,
com
assistência
do
revd.m°
Deão, e
vice-reitor
do
Seminário,
padre João
Rebello
Cardoso
de
Menezes.
—
Falleceu
ante-hon-
tem,
subilaneainente,
o
revd.1110
conego
dr.
Manoel
Joaquim
Gonçalves
Vieira
de
Sá,
professor no Seminário
de
S.
Pedro.
Era
ecclesiastico
respeitável pela
sua
erudtcção
e
não
menos
pelas
suas
vir
tudes.
Deus tenha
a
sua
alma
entre
os
res
plendores
da
luz
perpetua.
Aíses-Swr»
híwh
osalws
ds»
Seatains»-
rio
e
V8
íbsi
»
«lo
Síspirst» Ss«ntw.—
No domingo,
6
d
’oulubro,
pelas
9
ho
ras
da
manhã,
na
capella
do
Paço
Ar-
chiepiscopa!
haverá a Missa
do
Espirito
Santo,
a
que
são
convidados
a
assistir
todos
os
professores
do
Seminário, e
lo
dos
os
collegiaes,
e
estudantes
externos
do
mesmo
Seminário, no
tim
da
qual,
o
exrn 0
snr,
Arcebispo
Primaz descerá
á capella,
e,
cantado
o
Veni Crealor Spi-
ritus,
o
decano
dos
professores
fará
nas
mãos
do
Prelado
a
profissão
de
fé
man
dada peios
SS.
Padres
Pio IV
e
Pio
IX,
e depois todos
os
outros
professores
a
seu
turno
irão
jurar
a
mesma
fé,
pondo
a
rnào
direita
sobre
o
missal e
aos
pés
do
exrn.0
Prelado;
e,
concluído
este
acto,
irão
todos
em préstito
á
sala
dos
arce
bispos. e
ahi
o
revm.
0 dr.
Domingos
Mo
reira
Guimarães
fará a
oração de
Sapiên
cia,
a quem
tste
atino
compete
por
es
cala.
Exame»
«le
concsirso.
—
Na
quarta,
quinta
e
sexta
feira
da
semana
linda
hou
veram
exames
de
concurso
para
as
egre
jas
de
Maia
e Barceliinhos,
sendo oito
os
concorrentes,
cinco
para
a
primeira,
e
ires
para
a
segunda.
Presidiu
na
fórma
do costume
o
exrn.
0
snr.
Arcebispo
Primaz,
e
foram exami
nadores
os
revd.
os
dr.
Manoel
da Concei
ção
Costa,
vigário
geral
—dr.
João
Dias
rfAraujo,
arcypreste
—
e
padre
João
Rebel
lo
Cardoso
de
Menezes,
vice-reitur
do
Se
minário.
No
primeiro
dia teve
logar
o
exame
escripto,
e
nos
dous
últimos
o
oral.
Saí
ram
á
sorte
os
seguintes
pontos,
no
pri
meiro
dia:
De
Deo
Crealore=em
que
argumentou
o
rev.°
dr. Dias.
De
Sacramentis
in
genere quod
mini
stram
et
subjeclum=em
que argumentou
o
rev.°
vigário
geral
De
actibus
religionis
externis=em
que
argumenlou o
rev.°
João
Rebello.
No
segundo
dia
sairam
á
sorte
os
pon-
tos
seguintes:
De
Sacramenlorum
qualitalibus^eia
que
argumentou
o
rev.
”
vigário
geral.
De
justi/icatione
et
reprobaliom
=
em
que
argumentou
o rev.° dr.
Dias.
[>e
censuris
=
em
que
argumentou
o
rev.°
padre
João
Rebello.
€»
btspa
«ío
—
No
Brazil
eleições
populares
são
infelizmente
feitas
nas
egrejas
como
em
Portugal,
e
isto
dá
occasiáo
a
scenas
escandalosas
e
até
sacrílegas.
Para
remediar tanto como
pos
sível
a
esta
profanação
dos
legares
sa
grados
o snr.
bispo
do
Pará
ordenou
aos
parochos
da
sua
diocese
que
admoestem
os
fieis
a
este
respeito,
que
tirem
das
egrejas,
na vespera
do
escrutínio,
o
San
tíssimo Sacramento,
levando-o
seja para
óntras
capellas.
ou
para
a
sacristia,
com
o
respeito
e
solemnidade
devidas.
Alem
d
isto o
prelado
ordena,
um
Triduum
de
orações,
como
acto
de reparação
ao
Se
nhor.
pelas irreverencias praticadas
duran
te
a
eleição.
Bs-sESíía
«Sai
eí&rtdadle.—
Quatro
des
sas
santas
e
virtuosas
mulheres
acabam
de
partir
de
França
para o
Senegal,
on
de
actualmenle
está
fazendo grandes
es
tragos
a epidemia.
—
Vê-se
d’isto
entre
os
protestantes?
pois
não
viste.
Assasí^ss
ssssra.
—
Foi
morto
com
una
tiro
de
pissola
o snr. dr.
Francisco
Gon
çalves
da
Rocha,
juiz ordiuario de
Proen-
ça
a
Nova,
que foi
aonde
se
deu
o
fa
tal acontecimento.
RítííMb®
íi
wm
s»«iEaci«»
real.
—
0
rei
Luiz,
da
Baviera,
foi roubado
em
uma
das
suas
residências
de
verão, situada
proximo
de
Beyreulh.
Tres
italianos
en
traram
no
interior
<Jo
palacio
e
rouba
ram
porcelanas
do
Japão,
um serviço
de
chã.
um
relogio,
etc.,
no
valor
de
30.000
florins,
ou
dá
contos
de
reis,
aproxima-
damente.
Um
dos
gatunos
foi
preso
pou
co
depois.
Os
outros
fugiram.
«Jbst®».
—
Falleceu
em
Bombaim
o revd.»
Diogo
Manoel
Gomes,
vigário
geral
das
missões
do
norte.
exames
gissaes.—
Os jurys
dos
exa
mes
íinaes que
se devem verificar
em
outubro,
no
Lyceu Nacional
do
Porto,
compõe-se
dos
seguintes
snrs:
Portuguez
e
latim
—
Bernardo
Madurei-
ra,
Abilio
Aguiar
e
Dias
Cardoso
Francez
e
inglez
—Fiíomeno
Cabral,
Jeronymo
do
Valle
e
Pinto
de
Aguiar.
Historia,
geographia
e
philosophia—
França
Betlencourt,
Sousa
Sá
e
Manoel
Teixeira.
Mathematica
e
desenho
—
-Santos Víegas
e
Amorim
Vianna;
vogaes,
Patrocínio
da
Costa,
Costa
Aboirn.
Sousa
Monlenegro,
Elias
Pereira
e
Miguel
d
’
Abreu.
lotroducção
—
-Agostinho
do
Souto, Lei
te
Brandão
e
Lino
Jordão.
—
Ui
limos
telegrarnmas:
Londres
26
—O
«Daily
Tefegraph» sus
tenta que
é
necessário
que
a
Rússia
des
minta
cathegoricamente o seu
accordo
com
o
Afghanistan.
O
embaixador
lord
Luflus
tem
inslrucções
auctorisando-o
a
pedir
explicações.
As
provas
d
’esse
accordo
exilem,
e
o
mesmo
peri
dico
accrescenta que
para
çonservar
as
boas
relações
da
Rússia
com
a Inglaterra
é
necessário
que
seja
retira
da
de Caboul
a
missão
russa.
Vienna
24—
(Ollicial)—
A
cidade de
Zvornik
offereceu
a
sua
submissão
ao
ge
neral
Izapary
e
pediu a
occupação
aus
tríaca.
As
povoações
ao
oeste
da Bosnia
continuam
a
submetler-se.
Londres
27
—
Começará
brevemente
a
marcha
dos
ingleses
sobre
Caboul.
O
governo
esperará
os acontecimentos
guardando
a
espectaliva
armada.
Conti
nuam
os
preparativos
militares.
Belgrado
26
—
Estão
refugiados
na
Ser
via 21:01)0
bosnicos.
Os austríacos
obti
veram
nova
decisiva
victoria
em
Viscki-
graz.
Eamadrações.
—
Na
«índia
Catholica»
de
1
do
mez
findo,
veem publicadas
duas
communicações
de
Ceylão,
descrevendo as
scenas
produzidas
pelas inundações
resul
tantes
das
chuvas
torrenciaes
que
ahi
ca-
hiram.
A
egreja
da missão portugueza,
de
S.
Pedro,
diz
a
communicação,
parecia
um
barco
no
meio
do
lago.
Dos
fu is
que
foram
assistir
á
missa,
pois
era
domingo, uns
subiram
os
degraus
do
altar,
e
os
que
o
não fizeram ficaram
no
meio
da
agua.
Outra
egreja
desabou
em
parte.
Nada
menos
de
1060
casas,
diz
o
correspondente, se acham
abatidas, urnas
lolalmeute
outras
em
parte.
Em
Colombo
houve
a
lamentar-se
“
mortes,
d
’um
pae
e
filho
que
ficaram
pi'
sados
pelo
tecto
e
paredes.
«Sx-Jeassa.
—As
noticias
que
se
recebem
de
Nova
Orleans
são
extrema
mente
desconsoladoras.
Famdias inteiras perecem
em
breves
horas;
o
pinico
é
mais
a
cada
instante
que passa;
os
negocios
paralizam,
o
lu
to
impera
por
toda
a
parte
e
um
grite
afflictivo
de
dor
é
o
ecco
que
se
ou
ve
a
cada
passo.
Por
ora
não
se
descobre
meio
aigtirn
que
cure
a
enfermidade.
Os
médicos
des-
arcerlam
em
todos
a
quantos
pacientes
assistem;
estão
no
mais
completo
desac-
cordo
com
respeito
á
epidemia,
uns
pre
tendem
que
é
só
febre
amarella,
outros
que
é
complicada,
ao
passo
que
alguns
sustentam
que
a
praga
é
nova
e
portan
to
desconhecida.
E
’
urna
confusão
terrível.
Também
não
se encontra
medicinas
eíficazes.
Casos
ha
em
que
nnguem
quer
ap-
proximar-se
dos enfermos;
abandonam-se
muitas vezes
os
doentes
ou
enterram-nos
na própria
casa.
(j
estado
da
atmosphera
é
péssimo;
a
carne
fresca
decompõe-se poucas
horas
depois
de estar ao ar;
a
fructa
apodre
ce
assim
que
se
interna
nos
pontos
ata
cados,
e
durante
os
tres
últimos
dias
fal
leceram
mais
áe
quinhentas
pessoas.
Também são
horiorosas
as
noticias
de
Nova
York.
Vickburg.
população
de
13:000
almas,
teve
400
atacadas
pela
febre
e
116
mor
tes.
Grenada
ficou deserta
e
Port
Gibson
tem
sdlrido
e
continua
soffrendo
muito.
iíií»vi=»aeí»to
do
de
S.
—
Doentes
existentes
em
13
de
setembro:
76
homens
e
109
mulheres.
Entraram
durante
a. semana
finda: 33
homens
e
22
mulheres.
Sahiram:
39 homens
e
20
mulheres.
Falleceram:
3
homens
e 4
mulheres.
Ficaram
em tratamento
em 21
de setem
bro 76
homens
e
U
*7
mulheres.
OÍTerta
«la
imp
rrensa
ss
Ijefts»
XJIMi
—Diante
das
grandes
maravilhas
d
’arie
que
tem
apresentado
a
Exposição
de
Paris,
a
agencia
internacional
da impren
sa
resolveu escolher
os
objeclos
mais
ricos
para offerecel-os
em nome
e
por
meio
dos
jornaes
seus
correspondentes
em
les-
limutiho
de
comrnum
aíleclo
ao
N. SS.
Padre
Leão
XIII.
Este
projecto,
acolhido
com
entbusias-
mo
por
muitos
jornaes,
vae
agora
ser
le
vado
a effeito,
e
alguns
dislinctos artistas
foram
encarregados
de examinar
os obje
clos
preciosos
expostos,
a
indicar
a
es
colha que
devia
fazer-se.
Fundada
no
parecer
dos
mesmos
ar
tistas,
a
agencia internacional
da
impren
sa
escolheu
os seguintes
preciosíssimos
objectos:
Uma
custodia
do
valor
de
réis.......................
12:0000000
Umas galhetas no
va
lor
de
réis,
.
. .
4:3090000
Um
calix
no
valor
de
reis..............................
3:5000000
Uma
mesa de
mosaico
venei-iano,
tio
valor
de
reis................... 16
0'00000
Este
riquíssimo
pres'ente
será
oflereci-
do
a
Sua
Santidade
por
todos
os
jorna
listas
calholicos
reunidos
em
Roma
no
dia
20
de fevereiro de
1879.
incesiaáío.—
Em
Sedzeszou,
Allema-
nha,
ardeu
uma
grande
fabrica
de refi
nação
de
assucar,
do conde
de
Pelochy.
Valia 300:000
florins
A plaotogi-apliia
el»s
viníiw».
—
Em
tins
de
julho
passado
o
jury
inter-
ternacional
da
Exposição
Universal proce
deu
á
prova
contradiçloria
dos
vinhos,
que
se
expunham.
A
proposta
d
’esta
pro
va,
a attenção
dos afleiçoidos
e
dos pro
prietários
foi
chamada
de
novo
sobre
a
engenhosa
invenção
da
pholographia,
cuja
primeira
applicação
remonta
a
1848:
o
primeiro
que photographou
os
vinhos
foi
um
proprietário,
Mr.
Tergnetec
Lamotte.
Este processo
permitte
ao
chimico
reconhecer
as
qualidades
constitutivas
de
cada
vinho,
a
natureza
dos
sáes,
a
proporção
dos
crys-
taes,
a
flucluante
e
a
força de
sua
cor.
Está
um
vinho
adulterado?
A phologra
phia
revelará
esta
adulteração
peias
mu
danças
«los crystaes
e
da cor.
Foi
um
vinho
augmenlado
pela
agua,
on
fortifica
do’
com agua e
assucar?
Uma
maior
abun-
dancia
de
crystaes
ou
sáes
o
denunciará.
Não
sómente
se
applica a
pholographia
aos
vinhos
alterados
e
corrompidos;
pode
lambem
servir
para
examinar os
vinhos
tratados
por
diversas
matérias
colorantes,
para
indicar
a
edade,
a
procedência
e
a
condição
dos
diversos
vinhos.
Como
de
monsirou
M.
Pasleur,
o
vinho
não
é
uma
matéria inerte;
é
uma
matéria
vegetal,
subuietlida
a
uma
especie
de
movimento
interior
de
variação,
segundo
o
tempo
e
a
temperatura.
Ha
para
os
vinhos
uma
especie
de
segunda
vida,
não
só
na
bar
rica
senão
na
garrafa.
A
pholographia
d
’um
vinho
em
diversas
epochas
de
sua
vida
vegetal,
revela
os
estados
successivos
por
que
passa.
Cada
anno
soffre
uma
transfor
mação
que
indica
a
pholographia.
Na
pro
va
dos
vinhos,
o
gosto
gasta-se
depres
sa,
o
paladar faz
se
impotente,
mas
o
olho
conserva
toda
a
sua
força
de
vigilância
durante
dias
inteiros.
A
pholographia
dos
vinhos
poderá, pois,
render
mais tarde
serviços
reaes,
unindo-se
a
outros
melho-
dos
em via
de
aprefeiçoamento, entre
ou
tros
a
dosiíicação
pela
extracção
secca,
já
conhecida.
(Da
«Naluraleza»).
Sentença
issjssHtsa.
—
Lê-se
n’
uma
correspondência
da
Covilhã:
*
Acha-se preso nas
cadeias
de
Castello
Branco
um indivíduo,
per
nome
João
Cor
rêa-,
natural
de
Malpie.a,
accusado
de
as
sassinato
na
pessoa
de
sua
mulher.
Ten
do, ha cinco
para
seis
annos,
soffrido
egual
sorte
um
irmão
do
assassino,
a
jus
tiça,
procedendo
a averiguações,
prendeu
um
sujeito
chamado
José Reis
sobre
quem
recahiam
todas
as
suspeitas.
Julgado
em
audiência geral,
o
jtiry
deu
o
critrte
por
provado,
e
José
Reis foi
condemnado a
12
annos
de
degredo.
Apparece,
porém,
agora
João
Corrêa
confessando-se unico
auctor
dos
dois
cri
mes,
pelos
quaes
deverá responder
nas
próximas
audiências
geraes.
HPMs-ingnezeB
falleciíos—
No
Rio
de
Janeiro,
falleceram
desde
o
dia
1
até
4
de
setembro,
os
seguintes
súbditos
portu-
guezes:
Catharina Roza-
Gomes, 60
a.,
v.;
Si-
mão Augusto
da
Cunha
Lima,
27
a.,
s.;
Automo
de
Tom
Pereira,
44 a.,
s.;
Hen
rique
José
Gonçalves, 43 a.,
s.;
Maria
Ca-
rolina
da Silva, 38 a.,
s.;
José
da
Ro
cha
Ribeiro,
23
a.,
s.;
Domingos Rodri-
gues
de Castro,
30
a
,
c.;
José
de
Lima
de
Oliveira 30
a.,
s.;
Francisco
Ferreira
Drummond,
36
a.,
s.;
Rodrigo
Alves
de
Oliveira,
20 a.,
s.;
Fuão Lisboa,
53 a.,
s.;
Maria
Lèopoldina,
34
a.,
s.;
José
Francisco
Marques
Cidade,
23
a.,
s.; Sa-
bino
José
da
Fonseca
44
a.,
s.;
Miguel
Pinto
da
Cunha,
57
a.,
s.;
Manoel
José
d’
Azevedo
50
a.,
$.;
Manoel
José
Pereira,
68
a.,
s.;
Matheus
Medeiros,
22
a.,
s.;
José
Moreira
Coelho, 46
a.,
c
;
Maria
Au
gusta do
Couto,
70
a.,
s.;
Viclor
José
da
Costa,
62
a.,
s.
SECÇÃO B£ COaMKffiA0OS
Snr.
redador.
Ha
mais
de
dez
annos
que se
acha
vaga
a
egreja
de
S. Martinbo
de
Crasto,
da
comarca
da
Barça.
Tem
esta
freguezia
para cima
de
duzentos
fogos, e,
como
tal,
deve,
segundo
as
leis,
ser
posta
a
concurso,
o
que
até
hoje
não
tem
sido
executado.
Accresce, demais,
a
circum-
stancia
de
que
a
sua
posição
topographi-
ca
a
isenta igualmenle
de
poder
ser
anne-
xada.
Estranhamos
que
até
hoje não
tenha
sido
posta
em
vigor
a
lei
que
sempre
se
tem
cumprido
escrnpulosamente, ainda
com
respeito
a
outras freguezias
que
não
reú
nem
as
condições
d
’
esta.
Chamamos
para
este
facto
a
attenção
do
snr.
ministro
dos
Negocios
Ecclesiasli-
cos
e
estamos
resolvido
a
não
levantar
mão
d
’
este
assumpto,
emquanto
o
mesmo
snr.
ministro
não
fizer
cumprir
a
lei,
co
mo
lhe
compele
e
é
de
justiça.
Barca,
26
de
setembro
de
1878.
(2006)
Anlonio Luiz
da
Coda.
Snr.
redador.
Em
tempo
já
remoto
reuniram-se
em
assembleia
extraordinária
os
membros
da
Associação
Gommercia!
d
’esta
cidade
com
o fim
de
tomarem
em
consideração
uma
proposta
apresentada
pelo
illm.
0
snr.
F.
J.
Vieira
de
Carvalho, tendo
por
objecio,
entre
outros
assumptos,
um
que
se
jul
gou
d
’
especial importância—
a
substitui
ção
da baldeação dos
passageiros
em Ni
ne
pelo
engalamento do
cornboyo.
A
as
sembleia
aceordou
na
conveniência
de
se
entender
esta Associação
com
a
analoga
da
cidade
do
Porto,
a
fim
de
trabalha
rem
de concerto
para
o
bom
exilo
d
’es-
ta
justíssima
pretensão;
e
para
este
fim
elegeu
por
acclamação
uma commissão
composta
dos membros mais
eminentes,
mais
esclarecidos,
e
qne
julgou
mais
de
dicados
á
promoção
dos
melhoramentos
N
’
esla
cidade
e
á
propagação
da
proficui-
Idadeda
mesma
Associação. Esta
commis
são
honrou
os
seus
eleitores
com
a
ac-
ceitação
d
’
um
modo
tão
férvido
e
enthu-
siastico,
que não
deixou
duvida
de
que
a
conservação
dos
seus
trabalhos
não
se
fa
ria
esperar
dezenas
de
dias;
é,
porém,
tristemente
certo
que
até
hoje,
decorridos
já
alguns
mezes,
ainda
a
Associação
não
tem
noticia
de
resultado
algum
dos tra
balhos
da
commissão.
Este
proceder
da
commissão
poderá
ter
uma
explicação
plausível:
esta
con
sistirá
provavelmente
em qne a
digna
commissão,
apesar
de
ter
na
mesma
as
sembleia
declara
lo
intolerável
a
baldeação,
fallando
por experiencia, julgou
ainda
in
dispensável experimentar a
mesma
com-
modidade
na
presente
estação
de
banhos,
e,
por
coherencia
de
precaução,
ainda
outra
quadra invernosa
Se
houve
esta
deliberação,
curvo
me
reverente
a
esse
te-
stimunho
de
prudência,
cujo
mérito
mui
to
digno
é
d
’emparelhir
com
o
do en
troncamento
em
Nine;
se a
não
houve,
o
humilde
soem
escrevinhador
d'estas
li
nhas
não
póde deixar
de
reconhecer
como
facto
o
obilo
da
Associação,
perda
que
assaz
deplora.
Verifi
ado este
Itictuoso
successo,
o
alinhavador
d’
estas
palavras
auctorisa
a
quem
competir
a
applicar
a
parte
do
es
polio
que
lhe
pertencer
á
despeza
do
en
terro,
que
espera seja condigno
de tão
gloriosa
vida.
De
v.
etc.
Braga,
12
de
setembro
'
de
1878.
(291
1)
Joaquim
Leal.
profeaHwres
«Se
Braga.
O
obscuro
escriplor
d'eslas
poucas
li
nhas,
tendo
deixado
Visela
e
os
seus
interesses
pecuniários,
entrou
em
janei
ro
do
anno
corrente
para
o coliegio
de
S.
Luiz,
dirigido,
de
fado,
pelo
snr.
padre
Rocha.
Acceitando
o
corpo
de prefeito
e
professor
de
Geographia,
levando
por
espaço
de
5
mezes,
um
trabalho
insano,
e
gastando
dinheiro
em
livros
para
es
tudar,
só cuidou
em
fazer
bem
ao colle-
gio
e
á sociedade.
Nos
tins
do
anno, relirando-me,
escre
vi
,ao
snr.
padre
Rocha
a
pedir-lhe
hu
mildemente
o
meu
ordenado
de
dez libras,
laxa
do
ordenado
dos
outros
professores.
O
snr.
padre Rocha
respondeu-me:
que
nada
tinha
comigo!
Esta
resposta
é
gran
demente
injusta
e
despótica.
Parece
que
o
snr.
padre
Rocha
gosta
de
fazer
mal
a
lodos,
e
embirra
de
acceitar os
bons
con
selhos.
Faço
este
aviso
publico
para
que
ne
nhum
professor
se
deixe
illudir.
Visella,
20
de
setembro.
(2010)
Padre
José
Joaquim
Gomes.
CODIGO
ADMINISTRATIVO
TITULO
XII
Í5as
emolumentos
[Continuação]
Art.
335.°
Os
emolumentos
pertencem
sempre
a
quem
está
no
effeclivo
exercí
cio
do
logar,
ainda
que
o
serviço
seja
interino,
e
seja
qual
for
o
impedimento
do
substituído.
Art.
336
°
Os
emolumentos,
que
se
hão
de
receber
nas
secretarias
dos
gover
nos
civis,
nas administrações
dos
conce
lhos
e
dos
bairros,
nas
secretarias
das
camaras
municipaes
e
nas
regedorias
de
parochia,
são
os
designados
na
tabella
que
íor
decretada
pelo governo.
Art.
337.°
Os
peritos
empregados
nas
diligencias,
a
que
as
auctoridades
ou
tri-
bunaes
administrativos mandarem
proceder,
para
instrucção
dos negocios
da
sua
com
petência,
vencerão
os
mesmos
emo,lamen
tos
que
estabelecer
a
tabella
judicial
por
idênticas
diligencias.
TITULO
XII
1
Art. 358.°
Os
vogaes
dos
corpos
ad
ministrativos, que,
sem
motivo
justificado
nos termos
d
’este
codigo,
deixarem
de
comparecer
em
qualquer
sessão
pagarão a
multa
de
2$000
reis
por
cada
dia
em
que
faltarem.
§
1.°
Se
as
faltas
excederem
o nume
ro
de
dez,
incorrerão,
alem d’
isso,
na
pena
de perdimento
do
cargo
e
suspen
são
dos
direitos
políticos
por
um
anno.
§
2.°
As
multas
impostas
por
este
ar
tigo
constituem
receita
da
respecliva
cor
poração.
§
3.°
Os
vogaes dos corpos
adminis
trativos,
que
se
recusam a
votar
e
a
de
liberar
nos
negocios
tratados
nas
sessões,
a
que
assistirem,
consideram
se
como
não
presentes
ás
mesmas
sessões,
e
ficara
su
jeitos
ás
penas
impostas
aos
que
faltam
sem
causa
justificada.
Art.
359.
0
Nenhum
funccionario
ad
ministrativo
póde
ausentar-se
do
logar
da
sua
jurisdicção
sem
licença
da
auctorida-
de
competente,
sob
pena
de
ser
demitti-
do,
sem
prejuízo
da
applicação das
mais
penas
em
qne houver
incorrido.
Art.
360.
0
A
suspensão
de
funeções
produz
a
perda dos
vencimentos
do
sus
penso.
Art
36f.®
Todas
as corporações
ou
ge
rentes,
obrigados
por
este
codigo
a
dar
contas
de
suas
gerencias,
que
não
as
prestarem
no
tempo
e
pelo
mofo
pres-
criplo
nas leis
incorrem
na
multa,
gradua
da
segundo
as
circumstancias,
de
)60
até
490$
00
reis,
a
qual
será
imposta
pelo tribunal
competente
para julgar
a
conta.
§
unico.
A
imposição
da
multa,
de
que
trata
este
artigo,
não
obsta
á
impo
sição,
pelos
meios competentes
das
mais
penas
comminadas
por
qualquer
outro
abuso.
Art.
362.°
O
tribunal
que
imposer
a
multa,
de
que
traia
o
artigo
antecedente,
marcará
novo
praso
para
a apresentação
da
conta
§
unico
Se,
findo
o
praso
a
que
se
refere
este
artigo,
o
responsável
não
apre
sentar
a
conta
em
devida
fórma,
o
mes
mo
tribunal
o
condemnará
nu
dobro
da
muita
imposta pela
primeira
falta,
e
to
mará
a
conta
em
vista
dos
elementos
que
existirem nas
estações
publicas.
Art. 363.°
O
produclo
das
multas,
de
que
tratam
os
dois
precedentes
artigos,
jconslitue
receita
e
é
cobrado
por
execução
administrativa.
Art
364.°
Os
responsáveis
que
des
penderem
sem
auclorisação
ou
com
exces
so
d
’
ella
serão
condemnados
pelo
tribunal
que
julgar a conta
ou
a
restituir
a
impor
tância
das quantias
assim
despendidas, ou
em multa
de
19^000
a
499#<X)9
réis,
se
gundo
a
gravidade das faltas ou
dos
abu
sos
commettidos.
§ unico.
A
multa
a
que
este
artigo
se
refere
não
póde
nunca
exceder
a
quan
tia
illegalmenle
despendida e
constitue
a
receita
da
corporação
de
cuja
conta
se
tratar.
Art.
365.°
As
penas
comminadas
n
’
es-
te
codigo
ou
nas
posturas
e regulamentos
por
elle
auctorisados
serão julgadas
pela
aucloridade
judicial
competente
na
confor
midade
das leis
§
1.°
Era
lodo
o caso
em
que
deva
applkar-se alguma
das penas
aqui
men
cionadas,
os
magistrados
administrativos
e
os
presidentes
dos
corpos
administr tivos
mandarão
lavrar
auto
em
que
se
refiram
iodas
as
circumstancias
do
mesmo
caso,
e
o remetterão
ao
agente
do
ministério
publico.
§
2.°
Dos
autos
que
pela
sobredita
fórma
se
lavrarem, se
remelterá
copia
ao
governador civil.
§
3.°
Se o
presidente
de
qualquer
corpo
administrativo não
poder
mandar
la
vrar
o auto
por
não
se
haver
retinido
o
corpo,
pertence
ao
respectivo
magistra
do
administrativo
mandal-o
lavrar
e
re-
metter
ao
agente do ministério
publico.
§
4.°
Não
são
comprehendidas
na
dis
posição
d
’
esle
artigo
as
penas
de
suspen
são ou
demissão
e
as
multas
de
que
tratam
os
artigos
361.°,
362.°
e 3o4.°
Art.
366.°
As
disposições
penaes
es
tabelecidas
na
lei
eleitoral
são
applicaveis
ás
eleições
dos
corpos
administrativos.
Os abaixo
assignados,
exlremamente
re
conhecidos
para com
todos
os
ili.
1X108
e
exc.lllus
snrs.
e
snr.
as
que
se
dignaram
cumprimental-os
por
occasiào do falleci-
mento
de sua
muito
presada
esposa
e
nora
D.
Narcisa
de
Lima
Pimenta,
assistir
ao
seu
funeral
e
acompanhamento,
bem
como
a
uma
missa
resada
que,
dias de
pois,
foi
celebrada
por alma
da finada,
veem
por
este
meio
agradecer tão
destin-
clos
obséquios,
e manifestar-lhes
a sua
muita
gratidão.
Igualmenle
dirigem
seus
agradecimen
tos
e
gratidão
a
todos
os
ill.
“
‘us
e
revd.in°s
snrs.
ecclesiaslicos
que
lhes prestaram
a
finesa
de
celebrar
missa
e
assistir
aos
oflicios
fúnebres
gratuilamente.
Braga
21
de
setembro
de 1878.
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves.
Antonio
José
Pimenta
Gonçalves
Júnior.
(1092)
ARREMATAÇÃO PSaAXTE
0 GOVERNADOR CIVIL D0 DISTRICTO ABAIXO
DECLARADO
Xo
<2ãs» S <Be ®sat«abro de
MUDANÇA
José
da
Silva
Pereira
Lima,
declara
aos
seus
amigos
e freguezes
que
mudou
o
seu
estabelecimento
de
couro
e
sola
do
largo
dos Penedos para
a
rua
dos
Chãos
n.°
17.
(2007)
LISTA N.° 1750
2a
FORMA
Reforma
da
lista
n.°
1515
1P1STKICTO
HRAíSl
CONCELHO
DE FAFE
Pensões pertencentes
á
igreja
da
freguezia
de Santa
Maria
de
Anlime
RÍ
A WOS IAPEILIXT
í
S,
M.°
4
Joaquim
Lino
Augusto
dos
Santos.
Participa
a
todos
os
seus
amigos
e fre
guezes
que
mudou
o
seu estabelecimento
de
sócos, que
vende por
junto
e
a
re
talho.
Também
tem
amostra
de
gostos
mo
dernos,
e
se encarrega
de qualquer
obra
de
sócos
que
lhe
encommendem.
O
annunciante garante
o trabalho
da
sua
arte, como
o
garantia
o
seu
mestre
o
fallecido Villa
Real.
(2008—
T)
Numeros
6
Pensão
annual
de
38,076
de
trigo,
paga
pelo
S.
Miguel,
imposta
no
casal
de
Baceiros,
que
se
compõe
de
prédios
rústicos
e
urbanos, sitos na
freguezia
de
S.
Thomé de
Eslurãos.
Pen-
sionario, Joaquim
Costa
—
370340
reis
7
Pensão
annual
de 19,538
de
meiado,
paga
pelo
S. Miguel,
im
posta
no
casal
da
Pedra
Furada,
que
se
compõe
de
prédios
rústicos
e
urbanos,
sito
na
freguezia
de
Santo
Estevão
de
Re
gadas.—
Pensionai
io,
João
Lobo
—
lf’0730
reis
Avaliações
com
abatimento
de
10
por
cento
330606
90657
Pensões
pertencentes á
igreja
da
freguezia
de
Santa
Maria
de
Ribeiros
8
Pensão
annual
de
102,575
de
meiado,
paga em dia
de
Todos
os Santos,
imposta
no
casal
de
Cabornegas,
que
se
compõe
de
prédios
rústicos
e urbanos, sita
na freguezia
de
S
Thomé de
Eslurãos.
—
Pensionario,
Francisco
Novaes=56033O
reis
9
Pensão
annual
de
117,228 de
meiado, pap
mo
eáia de
Todos
os
Santos,
imposta
em
umas
moradas
de
casas
e
terras
de cul
tivo, sitas na
freguezia
de Santa
Maria
de
Ribeiros.
—
Pensiona-
rios,
D.
Leonor
Rebello
e
outros—
640380
reis
500697
570942
LUIZ
KtHVEKrt
ill
ESTBVES
4—
Bua
do
Castello
—
4
Primeira
Repartição
da
Direcção
Geral
dos
Proprios
Nacionaes,
6
de
Setembro
de
1818.=Marcelino Augusto
Leite.
(2012)
NOVO
HORA
RIO.
Manuel
Rodrigues
Santa
Marinha
e
An
tonio
do
Couto
Vinagreiro,
fazem
publico
que
as suas
diligencias que
sahem
de
Braga
em
direitura a
Guimarães,
Fafe
e
Arco
ás 4
e
meia
da
manhã,
ficam
sahindo
desde
o
dia
1
de outubro
ás
5
horas
da
ma
nhã
Os
bilhetes
em
Braga
vendem-se
na
mesma caza
do
bem conhecido
Ribeiro
Braga.
Braga
26
de
setembro
de
1878.
Pelos
annunciantes.
—Ribeiro
Braga.
(2005)
Banco Commercial, de Braga em
liquidação
C
«VT
EA-
.4
W
X
U
S
C
!
O
Por
ordem
do
exm.°
vice-presidenle,
são
convocados
todos os
accionistas
d
’
este
Banco
a
reunirem-se
em
assembleia
ge
ral
extraordinária
no
Edifício
do mesmo
Banco
no
dia 2
do
proximo mez de
ou
tubro
pelas
11
horas
da
manhã,
e
não
no
dia
28
como previamente
foi
annunciado,
para
se
nomear
uma
Commissão liquidala-
ria
que
substitua
a
demissa
e
tomarem
conhecimento
do
relalorio,
qne
tem de
apresentar
a
Commissão
Syndicante,
e
approvar
o
regulamento para
a
mesma
liquidação.
Baaga
16
de setembro
de
1878.
O
Secretario,
BRAGA
Além
do
seu
estabelecimento
de
mer-
ciaria
que
já
tem,
addicionoulhe
mais
vinhos
engarrafados
e aquarlilhados,
e
doce
de diversas qualidades,
que
tudo
vende
por
preços
muitíssimo
resumidos.
(2009)
Banco Commercial
de Braga em
liquidação.
Sociedade
anonymn
—
rrsponsnbi-
lUtade
limitada
ARREMATAÇÃO
PERANTE 0
MINISTÉRIO DA FAZENDA
Ao
<lia
£®
«Be
Outubro
de
tSÍS, ao
meio
«lia
LISTA
N.° 3370
4.
a
FORMA
BISTHÍCTO
BE
BR1G1
CONCELHO DE VIEIRA
(1082)
Manoel
Duarte
Goja.
Declaração
São
convidados
os
snrs.
accionistas
e
credores
d
’este
Banco
que hão
tiverem
re
latório
apresentado
pela
commissão
liqui
datária
em
assembleia
geral
do
dia
11
do
corrente,
por
se
ignorarem
as
suas re-
zidencias,
a
mandal-o receber na
caza
de
este
Banco,
e
no
Porto
na
rua
das
Flo
res na
caza
onde
funcciona
a
Caixa
Filial
do
referido
Banco.
Braga 28
de
setembro
de
1878.
(2014)
Bens
pertencentes
ao
passal
do parodio
da freguezia
de
S. Salvador
de
Rossas
A
Commissão
d
’
obras do
Monumento
de
N.
Senhora da
Conceição
do
Monte
Sameiro,
faz
publico
que
até
o
dia
6
in-
cluzive
do
proximo
mez
de
outubro
re
cebe em
carta fixada
propostas
respeito
á
conclusão
da
obra
de
pedraria
da
capella
mór
da
egreja
em
construção n’
aquella
localidade.
Annuncia
mais
que
pelas
10
horas
da
manhã
do dito
dia
6
serão
aber
tas
as
propostas
e
a obra
adejudicada
a
quem por
menor
preço
se
preposer fa
zei a,
e
der
melhores
garantias
do
seu
comprimento.
Na
caza
do
snr.
Vieira
Machado,
na
praça
Municipal
acham
se
os
desenhos
e
condições
da
sobre
dita
obra,
para serem
examinados
pelas
pessoas
a quetn
inle
ressar.
(2015)
Na
rua
de
S. Vicente
desta
cidade
de
Eraga,
vendem-se
as
casas
n.
os
34 —
34
A,
e
as
de
n.°
35,
com
seu
quintal,
com
sa-
hida
para
a
rua
da
Escoura.
(2
16)
Numeros
.
3 O
campo
do
Chantado
de
Dentro,
com agua
de
afructar
e
limar
das
poças
de
Vargiella,
Valle
de
Negros e
Bragadella,
Arcas
e
Castanheiros
Novos;
confronta
do
nascente,
norte
e
sul
com
terras
d
’este
passal e
do
poente
com
o
caminho
publico
—
5800000
reis
4 O
campo
da
Figueira,
com agua
das
poças
de
Vargiella,
Valle
■de
Negros,
Bragadella,
Arcas
e
Castanheiros
Novos;
confronta
do
sul
com terras
da
casa do
Talhô,
e dos
outros
lados
com
ditas
d
’
este
passal
—
l:i>520)OO reis
5
Os
campos
da
Lameira
de
Baixo
e
Reconco,
pegados,
com agua
de
lima
e
rega das
poças de
Vargiella,
Valle
de
Negros,
Bra
gadella,
Arcas
e
Castanheiros
Novos;
confrontam
do
sul
com
terras
da
casa do
Talhô
e
dos
outros
lados
com
ditas
d
’esle
passal
—
1:0040000
reis
6
O
campo
denominado
do
Pacil
ou Prado,
com
agua
de
limar
e
afructar
das
poças
de
Bragadella,
Valle
de
Negros,
Vargiella,
Arcas
e
Castanheiros
Novos;
confronta
por
lodos
os
lados
com
propriedades
d
’esle passal—7880000
reis
7 O
campo
denominado
da
Vinha
<le
Baixo,
com agua
de
afructar
e
limar
das
poças
de
Vargiella,
Valle
de
Negros,
Bragadella,
Arcas
e
Castanheiros
Novos;
confronta
do
nascente
com
ca
minho publico
e
Monte
do
Outeiro da
Ceara
e
dos
outros
lados
com terras
d
’esle
passal
—
6160000
reis
8
Uma grande
coutada
de
matto
e
carvalhos,
ao norte
da
igreja,
qne
comprehende
dois
altos,
tapada
sobre
si;
confronta
do
nascente,
norte
e
sul
com terras d
’
esle passal
e
poente com
o
olival
do
Senhor
—8480000 reis
9
Um
longo
terreno
de
mallo
e
carvalhos,
que
se
acha
baldio, no
sitio
de Bragadellas,
Arcas,
Valle de
Cambai
e outros;
confronta
pelo
nascente
com
José
Gonçalves,
do
Bairro, e outros,
norte
com
monte
dos
moradores
da
freguezia
dos
Anjos,
poente
com
Manoel
Alves
e
outros,
e
sul
com
terras
d
’esle
passal—
reis
1:0000000
Avaliações
com
abatimento
de
3
5.
as
parles
2320000
4200800
4010600
3150200
2160400
3390200
4000000
D.
Maria
Julia
da
Silva
Braga,
declara
para
os
devidos
effeilos,
que
achando-se
habilitada
para
negociar,
por
escriptura
que
se
acha
registada
no
Tribunal
Com
mercial
d
’
esta
cidade, passou
procuração
com
todos
os poderes
a
seu
marido Do
mingos
José
Alves
Braga,
que
lambem
se
acha
registada
para
a
representar
em
to
dos
os negocios
que
achar
convenientes;
e
delara
mais
que
já
abriu
o
seu
estabele
cimento
de sola e
cabedaes,
e mais
ar
tigos
concernentes
ao
mesmo
negocio,
o
que
Uido
vende
pelos preços mais
resu
mido
possível.
(1026)
COMPRAM-SE
Acções
dos Bancos
de
Villa
Real,
Dou
ro,
Commercial
de
Guimarães.
Mercanli
de
Braga,
e
do
Minho.
Rua
de
S.
Victor
n.°
64.
(1087)
MOBÍLIA
Vende-se
uma
de
pau
oleo,
com
pou
co uso,
própria
para
sala de
visitas.
Failii-se n’
esta
redacção. (2002)
Segunda
Repartição da
Direcção
Geral
dos
Proprios
Nacionaes,
4
de
Setembro
de
1878.
=Marcelino
Augusto
Leite.
(2ul3)
PARA ESTUDANTES
Na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
68,
ha
uma
sala que póde
accommodar
tres
ou
quatro
estudantes. Preço
rasoavel.
Para
tratar
na mesma
casa.
(2004)
Vende-se
uma
morada
de
casas
sita
na
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
6
a
6
A,
de
2
andares,
aguas
furtadas,
lojas,
solto,
quintal
e
agua.
Trata-se
com Francisco Martins
da
Silva
Araújo,
morador
na
mesma
rua.
ca
sa
n.°7,
contígua
áquella.
(862)
• TOURA
Perdeu-se
uma
em
Famalicão
Quem
souber
d
’
ella,
roga-se
o
favor
avisar
em
Braga
José
Antonio
Ferreira Gomes,
e
em
Famalicão,
Joaquim
Fernandes
de
Souza.
(1078)
ALUGAM-SE
as
casas
n.°
21,
no
Campo Novo
do
Reduto,
nobres
e
com
muitos
commodos.
Trata
se
na
casa
imme-
diata
n,°
22.
(981)
RESPONSÁVEL—Luiz
Baptista da
Silva.
BRAGA, IYFOGRAPHIA LUSITANA—*
878.
Parte de Comércio do Minho (O)
