comerciominho_31071877_669.xml
- conteúdo
-
foiuia
rkmgiosa
e
noticiosa
.
EDITOR
E PROPRIETÁRIO JOSÉ MARIA DIAS DA COSTA, RUA NOVA N.° 3 E.
PREÇO
DA ASSIGNATURA
5.
” ANNO
Braga,
12
mezes
.................
1&600
»
6
»............. 850
Correspondências
partic. cada
linha
40
Annuncios
cada
linha.
.
.
•.
.
20
Repetição.......................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QIÍIKTAS
E
SÂBBADOS.
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Provincias,
12
mezes
.........................
2&000
»
(>
»
.........................
1^050
»
sendo duas
assignaturas
3á>600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3^600
Folha
avulso
...........................
10
N.° 669
.'‘
iJBMtríiiLííVaXsf'SfiÒBfeirô.W».
-~'A7A»<r-ÍA-
-^»A?<WiKWWMhlí.tí<lB«rrí
lirril^lírMMWmr.ía^Juai
B
HAGA-
TERÇ l-FEIRA 3 8 BE
JULHO
DE
A.
manifestação
do
joriiislitimo
cntSxoiieo
e os jornaes por-
ttiyuezeH.
O
«Papado»,
periodico
de
Roma, que
tomou
a
iniciativa
da
granle
e
esplen
dida
manifestação
do jornalismo
catholico
na
occasião
do
Jubileu Episcopal
do
N.
SS.
*
Padre
Pio
IX,
acaba
de
publicar
no
seu
ultimo
fascículo
de
15
de julho
a
lista
dos
jornaes,
que, respondendo
ao
ap-
pello
do
illustre
Monsenhor
Tiipepi,
se
apresentaram
no
Vaticano
por meio
dos
seus
directores
ou
representantes,
e
de
pozeram
aos
pés
do
Mestre
Infalhvel,
junto
com
uns
votos
e
protestos,
o obulo
pro
posto tributo
de
submissão
e
amor.
Sete
jornaes
portuguezes alli
encon
tramos mencionados,
e
sào
os
seguintes:
«Palavra»
do
Porto
100
liras
em
oiro;
o
«Commercio
do
Minho»
e
«Semana
Re
ligiosa»
de
Braga
100 liras
em
oiro;
o
«Direito»
do
Porto
100
liras
em
oiro;
«Mensageiro do
Sagrado
Coia;ão
de
Jesus»
do
Porto
100 liras
em
oiro;
a
«Civilisação»
de
Poma
Delgada
100
liras
em
oiro;
o
«Echo
de Roma» 25
liras
em
papel.
Notamos
com
satisfação
que
os
seis
primeiros
periódicos
são
designados
na
lista do
«Papado»
em
modo
particular
mente
lisongeiro,
e sabemos
que as
illus
tres
Academias
Pontifícias
d
’Arcadia
e
da
Immaçulada
Conceição sob
proposta
de
Monsenhor
Tripepi,
seu
ornamento,
em
uma
das
ultimas
assembleias
acclamaram
seus
socios
os
directores
dos
referidos
seis
jornaes
portuguezes.
Pela
nossa
parte
agradecemos
esta
h-
n-
ra
de
que
certamente
não
nos
julgávamos
dignos,
e
ella nos
servirá
de
maior
in
centivo
aos
nobres
combates
em defeza
da
Egreja
de
Jesus
Christo
e
da
fé
dos
nossos maiores.
Congratulamos-nos
com
os
nossos
il
lustres
collegas
da
«Semana», do
«Direito»,
da
«Palavra»,
do
«Mensageiro»
e
da
«Ci-
vilisação»
pela
honra
que
igualmente
mas
com
maior
direito
receberam,
bem cabido
prémio
dos
seus
trabalhos
e
abnegações.
—
•
./»•.
—
A’ Iteitacção do «Comme reio do
M.inlioi>.
Londres,
18
de
Julho,
1877.
SUMMARIO.
IV. —
Documuito
importante,
mostrando
os
progressos
e
desafogo
do
Catholicismo
na
Inglaterra,
com
relação ás
Ordens
Reli
giosas
sobre
tudo.
V.
—
S.
M.
L Brazileira esperado á
missa
do
S. Joào
(Domingo)
na
Capella
Franceza.
VI.
—
Recepção
interessante por
Sua
Santidade,
da Peregrinação dos Zoavos
Pon
tifícios.
—
Ditas
de
Peregrinações Austríaca,
6
Suissa.
VII.
—
Presente
e
Carta
de
Mac
Mahon
a Sua
Santidade.
VIII.
—
Nova
ameaça
Prussiana
aos
Bis
pos
Allemães.
—
O
Governo
de
Madrid
que
’
rendo
que
o
Papa
dicte
política ao
Clero
de
Hispanha.
IX.
—
O
Vaticano
e
a
Rússia,
a
res
peito
da
Polonia.
—
A
Peregrinação
Porlu
gueza.
X.
—Carta
de
Victor
Manoel
ao
Papa,
e
resposta
de
Sua Santidade.
IV.
—Eis
aqui
outro
signal,
que
é
do
cumento
bem
significativo
do
progresso
Catholico
na
Inglaterra;
o
qual
devia
en
vergonhar
especialmente
a
ridícula
liber
dade
Porlugueza,
e
Brazileira
tambein,
que.
pertendendo
e
aílectàndo
arremedar,
até
com
o
mais
fedorenle
servilismo,
o
sys-
tema
Inglez
(de
que
mui
pouco
entende),
só
não
imita
a
Inglaterra
no verdadeiro
progresso
Providencial
da
verdadeha
reli
gião,
e
das
instituições
Calholicas,
que
aqui
resoscitam
de
novo
e
reverdecem.
Leia-se
por
exemplo,
o
seguinte
docu
mento, que
hoje mesmo
apparece
nos
pa
péis
Catholicos
aqui,
com
a
ep
graphe:
—
«
Ordem
de Ma
ta
na
Inglaterra.
«A
seguinte
Adresse
do
Presidente
e
Junta
da Associação da
Ordem
de
S
João,
ao
Surnmo
Pontifice,
na
occasião de
seu
Jubileu
Episcopal
foi
apresentada
a
Sua
Santidade
pelo
Honoravel
e
Reverendíssi
mo
Monsignor
Stonor,
Cavalleiro
da
Or
dem,
e
Representante
da
Associação
na
Sede
do
Grande
Magistério,
ou
Grão-
Mestrado:
—
«
santíssimo
padre
.
«Aprouve
a
Deos
Todo-Poderoso,
dn
rante
o
periodo
cujo
feliz
complenmento
a
Igreja,
com
um
só
coração,
hoje
ceie
bra
agradecida,
eflectuar
uma
obra
mara
vilhosa
na Inglaterra.
Durante um
perio
do
semelhante,
ha
trezentos
annos,
as
Or
dens
Religiosas da
Igreja
foram
despojadas
uma
a
uma,
subvertidas,
e
banidas
intei
ramente do
solo
Inglez,
para
a
suppres-
são
dos
mosteiros
na
Inglaterra,
sob
Hen
rique
VIU.
começada
em
1527,
e
o
Acto
do
Parlamento
designado
para
exterminar
inteiramente
os
Jesuítas
e
outros
missio
nários
religiosos,
toi
passado na sessão
de
1580.
«Por
vontade
e
favor
de
Deos.
viveu
Vossa
Santidade
para
ver
desfeita
de
todo
esta
obra iníqua.
Quasi
ao
mesmo tempo
em
que
Vossa
devota
e
gloriosa
vi
la
co
meçou
principiáram
as
Ordens
da
igreja
furtivamente
a
buscar
de
novo
seus
an
tigas
santuários.
E
quasi
pelo
tempo
em
que
fostes
consagrado
Bispo,
fo»am
atinai
revogadas
as
leis
que prohibiam o
livre
exercio
da
Religião
Catholica
Desde
essa
data,
porem
macs
especiaimente
dentro
do
periodo
dc
Vosso
mui
glorioso Pontifica
do,
ao
lado
da
Ilierarchia
creada
por
Vissi
Santidade,
as
Ordens
Religiosas,
expulsa
das
em
tempos infelizes,
se
tem
ido uma
a
uma
restabelecendo
seguramenle
no solo
Inglez,
e
outros
mais
modernos rebentões
da
Igreja
se
lhes
tem
ajuntado;
de
ma
neira
que
não
só
os
Auguslinianos,
Be
m
dictinos,
Carmelitas, Dominico-,
Fiancis-
canos,
Jesuítas,
mas
os
Redemploristas,
Passionistas,
Uralorianos,
Vicentinos,
e
multidão
de outras congregações
e
com-
mumdades, tem
fundado
para si
residen
cias novas
neste
reino,
e
tem espalhado
colonias ilorecentes
por
seu vasto
Impé
rio.
«H
uivera
parecido
até
mesmo áqtielia
esperança
que
nasce
da
fé,
quasi
impos
sível,
que
a
Ordem
dos
Cavaheiros
Hos
pitaleiros
de
S.
João,
suppritnidos
naquel-
les
distantes
dias
de
má
lyraimia,
nào
sem
a
honra
do
marlyrio,
viessem a
re
viver
em
um
tempo,
que, na verdade,
tem
mui
pouca
intelligeiicia
do
espirito
da
cavallaria.
Chris
à.
Mas,
como
se
fosse
von
tade
de
Deos,
que
não
deixasse
de
res
tabelecer-se
elemento
algum,
durante
o
reinado
de um Vigário
que
Lhe
é
tão
caro,
da
antiga
vida
religiosa
na
Inglater
ra,
nós,
o
Presidente
e
Junta
da
Asso
ciação
da
Ordem
de
S.
Joào
de
Jerusa
lém,
erigida
a
dita
Junta
sómente
o
anno
passado,
com
estatutos
dados
pelo Grão-
Mestra
lo
de Nossa
Ordem
Soberana,
hu
mildemente
e
com
corações
os
mais
gra
tos saudamos a
Vossa
Santidade
n
’
este
mui
feliz
anniversario
«Pedimos a Sua
Bênção
para
a
no
sa
Igreja,
para o nosso
hospital,
para
as obras
de
caridade
e
misericórdia,
com
que,
em
humilde
imitação
dos
fundadores
da
nossa
Ordem,
começamos
novamente nossa vida
na
Inglaterra
E
pdimos
a Deos
que
o
Pontificado
tão
maravilhosamente
prolon
gado
não termine antes que
os
olhos
de
Vossa
Santidade
tenham
visto
raiar
aquelle
triumpho
da
Igreja para
o
qual
vossos
tra
balhos
incessantes,
universaes,
e
inspira
dos
têm
preparado os
caminhos
do
Se
nhor».
Este
Adresse formosamente
transcrita
e
0'tiamentada,
leva
as
assignaturas do
Conde
de
Granard,
Cavalleiro
de
S.
Patrí
cio,
Presidente;
do
Visconde
de
St.
Asaph,
Vice-Presidente;
de
Mr.
Cashel
Hoeg.
Se
cretario;
Mr.
C.
Gandolli
Horngold,
The-
soureiro;
Sir
George
Bouyer,
Baronete,
Membro
do
Parlamento;
Mr.
Errington,
Membro
do
Parlamento;
e
do
Honoravel
Guilherme
Norlh,
Conselheiro da
Associa
ção.
V.
—(Junho
24).
—
Acabo de
chegar
ha
pouco
da
missa
das
8
horas
(a
primeira
na Capella
Franceza,
onde
nos
Domingos
e
dias
santos, ha
4, ás
8,
ás
9,
ás
10,
e
ás II
a
conventual).
Vi
no
3.°
banco a
diante
de
mim
o
adorno de cobertura
es
carlate
com
cinta
ou
galão
amarello,
que
os
Ca;
eliães usam
para
cobrir
os
bancos
em
occasião
de
ceremonia;
e
logo
imagi
nei,
que,
provavelmente
S.
S.
M.
M.
o
Imperador
e
Imperatriz
do
Brazil,
eram
esperados
virem
ali
á
missa do grande
Santo
Precursor;
visto
que
me
tinham
dito
haver lá
ido
também
o
Imperador
no
Domingo
proximo
passado,
assistir
ao Santo
Sacrifício.
Ao
sahir
da
capella
perguntei
a
uma
especie
de
continuo que
assiste
ou
attende
á
porta,
se era, com
eíTeito^
exacla
a
mi
nha
conjectura.
Respondeu
me que
sim,
e
que
S.
M.
era
esperado
a
vir
ali ouvir
a
missa
das 10
horas.
Se
eu
não tivesse
hoje
que
continuar
esta
carta
para o
Apos
tolo,
e
outras
particulares,
houvera
ido,
não
á
missa
das
dez,
mas
á
conventual
e
sermão
ordinários;
nào
só
por devoção
ao
grande 8anlo
que
o
toi
até
antes
de
nascer,
mas por
ser
o
Orago
da Igreja da
minha terra,
e
a
cuja
Festa,
com pro
cissão
solemne,
etc.,
hoje
com
tanto gosto
eu
assistia,
em annos muito
mais
conten
tes
e
sensatos,
ainda
não
eivados
por
esta
louca
novidade,
que
outros
chamam
Li
beralismo,
e
a
que
eu
me
permilli alterar
um
pouco
a
desmeneii
do
nome.
Não
deixou
de
me
dar
gosto
ouvir,
que S.
M.
Imperial escolhera
aquella
mo
desta
Capeliiuha
para
assistir
á
missa;
pois alh
a
ouviam
sempre
e
assistiam
aos
i
tlicios
Divinos os
Membros
da
Familia
Bourbonica
de França, durante
seu
refugio
na
Inglaterra
(os
que
escaparam,
e
p>ra
aqui
emigraram)
por occasião
da
primeira
grande
Revolução
Franceza.
Em
mem
nii
e
honra
do
quê,
os
Bourbons
(que
sabiam
ser
Reis
de França),
até
1830, sustenta
vam
e
pagavam
aquella
Capella,
seu
Clero
e
serviço,
á
sua custa,
ou
por
conta
da
França
—
sendo
Elles
e Eda
suíliciente-
menle
abastados
para
poderem
com
a
des-
peza
de
uns
poucos
de
mil
francos
que
a Capella
cu-tava,
sem
se
arruinar
o The-
souro Francez,
nem para
isso
fazer
em-
préstimos.
Assim,
tinham
todos
os
Francezes,
pobres
ou
ricos,
que
se
achavam
em Lon
dres,
a
sua
Igreja,
onde
iivremente
iam
assistir
aos
Ollicios
Divinos, sem
a
neces
sidade
(creada
pelo
Protestantismo,
que
I
roubou
a
Igreja
Catholica)
de
pagarem os
fieis
a
entrada
e
logar
nos
templos
da
sua
Fé; como
succedia
em
todas
outras
igrejas
e
capellas
Calholicas—
e
hoje succcede
lam
bem
na
França
graças
a
183'».
1848,
1852,
187
1.......
e
contimía.
Faço
aqui
uma reserva
condicional,
por
não
querer
fazer injustiça,
talvez,
ao
pequeno
e mesquinho
Portugal
(quando
elle
ainda
era
lambem Brazil),
mas
que
costumava
fazer
as
cousas grande
e no
bremente,
como
a
Instoria
e
os
factos
al-
testam
antes
de
Mindellado.
Disse
eu
acima
apropósito
da
Capella
Franceza,
que
aquelles
pedintes
Bourbons
pagavam
da
sua
algibeira),
que
nos
outros
templos
Catholicos
«pagavam
os
fieis
a
entrada
e
logar».
Nào
o sei
de
positivo,
nem
onde
agora de
tal
poderia informai
-
me,
ajuizando
pelo
teor
geral
da
conducta
e
tradições
do
Portugal
antigo,
ou ante-
liberanguizano,
estou
convencido,
que
a
entrada
e
assistência
na
Capella
Porlugue-
za, em
Soulh-Audley-streel
(que
também
dessappareceu
por
obra
e
virtude do
l.i-
beranguismo),
habiam
de ser
gratuitas,
e
á
custa
de
Portugal
—que
então
podia com
esses
encargos
e bizarrias
Outra
consideração
que
não
deixa lam
bem
de
fazer honra
á
França
e
aos
Bour
bons,
é
o costume,
que
conlinúa
ainda,
de
serem
as
instruções
e
sermões
na
Ca
pella
em
Francez,
para
que
dos
muitos
Francezes que
de
ordinário
ha
em Londres,
e
dos
quaes
creio
não
me engano em
dizer,
que a
maior
perle
nào safiem Inglez,
te
nham,
os
que
isso
queiiam,
onde
poder
gozar
da
instrucção
e alimento
espiri
tual.
Mesmo
depois
da
Re-lauração
em
Fran
ça
ficou
a
Capella
Franceza
no
habito
de
nella
virem
Príncipes
e
personagens
assis
tir
ao
Serviço
Divino;
de
nella celebrarem
exequias
e
olficios
funerários
por
Príncipes
Catholicos
fallecidos,
etc.
Alli
assisti
eu
á
missa,
em
1845
jnn-
lamente
com
Henrique V,
e
o celebre
M.
de
Chaieaubriand;
alli
ia,
quando
eslava
em Londres,
aos oiTicios
divinos
o
Snr.
D.
Miguel;
alli vi
o Senhor
D.
Pedro V.
e
seu
Irmão
o
Senhor
D
Luiz
Filippe;
alli
observei
varias
vezes
o
Duque
de
Ne
mours,
e
outros
Príncipes
da
Casa
d
’Or-
leans.
Quem
nunca
lá
vi
foi
Luiz Napoleão,
ainda
que
creio
foi
uma
vez
ou
duas,
quando
aqui
veio,
já
feito
Imperador;
e
por
signal
que
a
sua
primeira
visita,
foi
causa
de uma
alteração,
a
que
eu
cha
maria
degradação,
em
certo
sentido,
a
não
ser
o
caracler
sagrado
e
incomparável
da
substituição
feita.
AHudo
a
que
no tope
do
como
docel
que
adorna
o
púlpito da
Capella.
estava
em
remate
uma Flor-de-
lis
dourada;
indicando
como
aquella
Ca
pella
estava
debaixo
da protecção
da
Fa-
tniba
de
França,
que
a
sustentava,
e
delia
fazia
as
despezas,
etc.,
antes
de
1830.
Esta
flor-de-lis
tinha
certa
celebridade
histórica
e
tradicional.
Em
papéis
Fran
cezes—
creio
mesmo
em
livros
—
tinha
eu
visto
commeinorada
e
celebrada
aquella
Flor-de-lis
do
polpito;
como
lembrança;
e por
assim
dizer,
njonumento
histoiico,
da
Capella.
Quando
aqui
veio Luiz
Bonaparle.
vi
sitar
a Rainha
Vicloria.
se
bem
me
ie-
cordo,
o
Abbé
Mailly.
clérigo
principal
en
tão
da
Capella,
tirou
a
Flor-de
lis,
e
a
substituiu pela
pequena
cruz
dourada,
que
agora lá se
observa.
Com
isto
destrmu
para
sempre
o
valor raonumenlal
que
ti
nha
a
Flor-de-lis
ali
no
seu
logar.
antes
de
substituir
pela
Cruz, pelo
symbolo
da
Redempção,
que
agora
só á
própria
[magem
do
Redemptor
poderia ceder
o
jogar.
A.
R.
SARAIVA.
(
Continua)
A
pererjrimiçã«
portugueza a
ESotna.
IV
’
DEBADAJOZ
A MADRID
Estávamos
já
em
paiz
estranho.
Do
caminho
de
ferro, que
os
nossos
engenheiros
julgaram
a
proposito
deixar
a
descuberto
dos
fogos
da
primeira praça,
que
possuímos,
demos
o
ultimo
adeus
á
nossa
Eivas,
e momentos
depois
éramos
na
estação
de Badajoz.
Para
a
maior
parle
dos peregrinos,
que
peia
primeira
vez
pisavam solo
estrangeiro,
causou
verdadeira
surpreza
o
modo
lhano
e
aflavel, por
que
fômos
recebidos
em
Hespanha.
Não
é
uma
nação barbara, não,
como
muita
gente
imagina
Se
tem
adquirido
uma
triste
celebri
dade
na
historia contemporânea, deve-o
unicamente
áquelles,
que
alli,
como
em
toda
a
parte,
procuram
semear
a tempes
tade
(evolucionaria
no meio
dos
povos.
Na
sua
grande
maioiia,
os hespanhoes
são
dotados
d
’um
caracter
franco,
gene
roso,
e
são
altenciosos
para
com
os
es
tranhos.
Tivemos
muitas
occasiôes
de
apreciar
r/elles
estas boas
qualidades.
E
se
por
vezes lambem
experimentamos
os
elfeilos
dos
vicios
contrários,
é porque
lá.
como
aqui,
o
joio
não
falta.
N
’
uma
especialidade
porém
nos
levam
grande
vantagem
os hespanhoes
;
é
na
fina
educação
que
alli
se
requer
em
todos
os
funccionarios
públicos,
de
qualquer
cathe-
goria
que
sejam.
Os
factos
comprovarão
esta verdade.
Apenas
chegados
a
Badajoz,
entramos
todos
na
alfandega,
para
fazer
apresenta
ção
das nossas
bagagens.
Sem que
ninguém
nol-o
exigisse abri
mos
todos as malas,
que
os
empregados
não
-quizeram
tocar
sequer.
À
urbanidade
com
que
fomos
recebi
dos
pelos empregados
aduaneiros,
capti-
vou-nos
por
certo;
mas
não
nos
maravi
lhou
menos
a
generosidade,
com
que, ao
tirarmos
os
bilhetes
na
respectiva
gare,
nos
pediram
apenas
metade do
preço
es
tabelecido.
Alegres
e
contentes
proseguimos
em
a
nossa
jornada,
que
já se
nos
ante-
olhava
tão
auspiciosa.
O sol,
apesar
de
estarmos
ainda
em
meiadosde
maio,
era
já
demasiado
quente.
As
estações
do
caminho
de
ferro
suc-
ccdiam
se
a
espaços
largos.
E
nós,
ao
vermo-nos
no
meio
d
’aquella
immensa
planura,
arida,
esteril
e
quasi
deserta,
sem
variedade,
sem na
la
que
nos
chamasse a
altenção,
a
não
serem
os
destroços
e
ruinas,
que,
produzidos
peio
ultimo
inverno,
se
descobriam
ainda
n
um ou
n
’
oulro
sitio,
como
que princi
piamos
a
sentir
nos
fatigados.
De
feito
quem,
como
nós
os
do norte,
está
habituado
á
riquíssima paisagem
de
nossos
feríeis
valles,
todos
tapetados
da
verde
alfombra,
e
matisados
d
’
alegres
bo
ninas
;
quem,
como
nós,
mereceu
da
Pro
videncia
o
ter
sempre sob
os
olhos
o
ri
dente
panorama
de
nossos
prados
e
vei
gas,
orlados
de
elegantes
arvoredos,
d
’
on-
de
o
mavioso
cantor
da
primavera
nos
envia
seus
trenos
sentidos,
e aspirando
sempre
uma
atmosphera
embalsamada
pelo
rosmaninho
de
nossos
montes
e
collinas;
quem,
n’
uma
palavra,
está
acostumado
a
passear por
este
jardim,
chamado
—
Minho,
custa-lhe
por
certo
a
inonoton
a
com
que
se
percorrem
as
províncias
de
Badajoz
e
Mancha.
Assim
fomos
atravessando
aquella
im-
mensa
planície,
até
que
nos
vimos
enta
lados
numa
garganta
de terreno,
defendida
aos
lados por
duas
immensas
muralhas,
todas
dentadas
de
granito,
e
em
não
pou
cos
kilometros
de
extensão.
Muitos
dos
meus
companheiros procu
ravam
abalar
com
o
somno
o
tedio
da
viagem
;
outros
resavam
:
eu
conversava
com
um
marselhez,
que
ía
comnosco
no
vjwjon,
e
que se
dizia
livre-pensador,
mas
não
querendo
por
fórma
alguma
perder
o
caracter
de
calholico
apostolico
romano,
sem
ser
papista,
accrescentava
elle,
como
se
asseverasse
uma
verdade.
E
nada
appareeia
que
nos
divertisse
d
’este
enfado.
Apenas,
d’
espaço
a
espaço,
o
sibilar
da
inachina
nos
chamava
a
altenção
para tal.
&ÀZETIL2A
PiroeísMões.
—
Tiveram
logar
no
do
mingo
as
procissões
do
Santíssimo, da
fre
guezia
de
S.
José
de
S Lazaro,
e
a
de
Sant'Anna,
do
templo
de
Santa
Cruz.
Da primeira
compunham
o
préstito
a ir
mandade
do
Carmo,
irmandade
de
N.
Se
nhora
da
Boa Morte, confraria
do
SS.
de
S
João
do
Souto,
a
confraria
do
SS.
da
freguezia,
e
a communidade
dos
orfãos
de
S.
Caetano.
No
centro
iam
muitos
anginhos
con
duzindo
emblemas
allusivos
ao
acto,
e
um
côro
acompanhado
a
instrumental.
Abria-o
a banda
dos
«Artistas»,
e fe
chava-o
uma
força
de capitão
do
regimento
8,
com
a
banda
respectiva.
No
préstito
da de
SanUAnna
iam
as
irmandades
de
N.
Senhora
da Boa Morte,
SS.
de
S
João
do
Souto
e
a
de
SanfAn-
na.
Também
levava
grande
numero
d'an-
ginhos.
Ctommissario de
policia.
—
-
O
«Diário
do
Governo»
publica o
despacho
nomeando
commissario
de
policia
de
Braga
o snr
Manoel
de Brito
Furtado
de
Mendon
ça,
um
dos
redactores
do
nosso
collega
o
«Jornal
do
Minho».
Parabéns ao
collega.
Melhoras.—
O
grande
poeta
e nosso
distinctissimo
correligionário
o
ex.
rno snr.
Antonio
Pereira
da
Cunha,
que tem pas
sado
com sério
incommodo
de
sande,
acha-se
quasi
restabelecido,
pelo
que
lou
vamos
a
Deus.
Homnria
de Santa tllnaitlia.—
Realisou-se
ante-hontem
a
romaria
de
San
ta
Martlia,
no
pitloresco
monte da
Fal-
perra.
No
local
da romaria
houve
algumas
desordens,
mas
sem
consequências
graves.
A
meio
de caminho,
porém,
no
logar
chamado
Fome
Secca,
deu-se
uma
desor
dem muito séria,
revestida
de
circumstan-
cias,
posto que
não
originaes, comtudo
não
vulgares.
Contaram-nos
que
o
genro
d
’
um la
vrador
da
freguezia
de
Adaufe,
sabendo
que
este
ia
á
romaria
alngára
os
maus
corações,
os
braços,
os
varapaus
e
as
navalhas
d’
uns
quatro
caceteiros,
afim
de
esperarem
o
sogro
d
’
aquelle
malvado,
a
quem
pelos modos
é
pesada
a
vida do
pae da
sua
mulher
por
causa,
segundo
nos
disseram,
de
mais depressa
se apossar
dos haveres
do
mesmo.
Os
caceteiros esperaram
pois
o
lavra
dor
alludido,
e
tel-o-iam
morto
se
não
acudissem
algumas
pessoas,
entre
estas
o
medalha
de
bronze,
450^000
reis
em
di
nheiro
e
1:500
exemplares
da memória
recompensada.
O
praso
para
apresentar a
memória
acaba
em
15
de
janeiro
de
1878.
FalSeeimento.
—
Escreve
o
<C.
da
Tarde»;
Mais
um campeão
da
legitimidade
acaba
de
vergar
ao
pezo
da
morte
!
Damaso
Peres
Villa
Nova,
saiu
do
col
legio de
Vallalolid,
sua
patria,
por
occa-
S'ão
da
guerra
peninsular,
e
militou no
exercito
alliado;
acabada
a
campanha
veio
para
Portugal,
sendo
admitlido no
posto
de alferes, de
que
pediu
exoneração,
quan
do
se
tractou
de
mandar
a expedição
para
Montevi
leu.
Mais
tarde
foi
admitlido
como
repos
teiro no Paço d’
EI-Rei
o
Senhor
D.
João
VI,
e por
serviços
importantes
feitos
á
Restauração
e
á
Pessoa
do
Senhor
D.
Mi
guel,
este
Senhor
o
propôz
a seu
Augusto
Pae
para
seu
creado
particular.
Estrénuo
defensor
dos
direitos da
legitimidade,
se
guiu
na
qualidade
de
capitão
voluntário
realista
o
exeteito
real
até
á
convenção
de
Évora
Monte.
Os
trabalhos
e priva
ções,
que
soffreu, e
as
virtudes, que o
adornavam,
fazem-nos
crer,
que
Deus
se
compadeceria
de
sua
alma.
Rezemos
pelo
finado
um
P. N.
A.
M.
Guerra
do Wrieuie.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Bucharest
26
—
Assegura-se
que
não
será
tentada
nenhuma
mediação
auies»dos
russos
obterem
uma
grande
vicloiia.
As
iropas
turcas
evacuaram
Niza,
di
rigindo-se
para
Sofia.
O
governo
russo
chamou
ao
serviço
as
reservas
de
landwehr,
promettendo
soccorrer
as
famílias
dos
sol
dados
necessitados.
Londres
26
—
A
«Correspondência
Diplo
mática»
distribuída
no
parlamento
relativa
ás atrocidades commellidas
pelos russos
comprehende
31
despachos,
expedidos
desde
23 de
junho
a
21
de
julho
corrente.
Layard
confirma
as
atrocidades
dos rus
sos
na Bulgaria.
Dizem
que
o sultão
determinou
todas
as
providencias
necessárias
para
evitar
as
represálias
em Dob
ondja,
mas
declarou
que se
os
russos continuarem,
declina
toda
a
responsabilidade,
pois
que
não
poderá
evitar
essas
represálias.
Um
despacho
de
Layard
datado
de 10 do
corrente
diz ter
razões
de
crêr
que
são
os
agentes
russos
quem
excita
os
búlgaros
ao
massacre
dos mu-
sulmauos. Layard
não
acredita
as
atroci
dades
de
que
accusam
os turcos
em
Do-
broudsch.
Constantinopla
21
—
As
forças
comman-
dadas
pelos
pachás
Reouf
e
Suleyman
ope
ram
a sua
juneção
em
Jamboli.
As
iro
pas
concentradas
elevam-se
elfectivamente
a
60:000
homens
que se
preparam
para
ata
carem
os
russos
por
diílerenles
lados.
Fo
ram
desmentidos
os
boatos
pacíficos
por
intermédio
do embaixador
oltomano
em
Vienna.
A
Turquia
está
realisando
uma
compra
considerável
de material
de
guerra.
Londres
26
—
Reina
grande
aclividade
no
arsenal
de
Woolwich
Partiu
para
Be-
sika
a
corveta
couraçada
«Agincourl».
Os
cônsules
de Salonica
e
Kavala
receiam
os
massacres
dos
christãos
feitos
pelos
musul-
manos
e
pedem
soccorros.
Bucharest
26
—
lia
30:000
russos
no
Caucaso.
Os
russos
do
Dobroudsch
avançam
para
Veste.
Bucharest
27
—
Os
russos
marcham
so
bre
Silistria.
O
corpo
de
exercito
de Su-
leyman-Pachá
dirige-se
para
Pchike.
Constantinopla 27
—
Midhat-Pachá
foi
chamado
pelo sultão.
Já
partiu
de
Plom-
bresse
passando
por
Vienna.
Londres
27—O
transporte
«Corcodillo»
partiu
para
Malta com
1:250
homens
de
exercito.
Vienna 27
—
Assegura-se
que
Arif-Pa-
chá
authorisou a
Inglaterra
a
occupar
Ga-
lipoli
e a
estabelecer,
alli
baterias.
Bucharest
27
—
Suleyman-Pachá
foi
der
rotado
era
Xarabannar,
perdendo
10
ca
nhões.
Em
seguida
retirou-se
para
Andri
nopla. Os
russos
cortaram o caminho
de
ferro
de
Philipp
poli-;.
As
tropas
russas
in
vestiram
contra
Silistria.
• HJeguciííis ecelesãasÊieoa.—O
«Dia-
rio»
publica
os
seguintes
despachos:
O
presbytero
Antonio
Augusto Soares
de
Moraes,
parocho collado
na
egreja
de
S. Martinho
de Reriz,
no
bispado
de Vi-
zeu.
apresentado
na
egreja
parochial de
Nossa
Senhora da
Ajuda,
no
concelho
de
Belem,
diocese
de
Lisboa.
O
presbytero
Antonio
de
Almeida
Mat
tos,
parocho
collado
na egreja
de
Nossa
Senhora
da Purificação de
Vida
Maior,
n°
bispado
de
Viseu,
apresentado
na
egreja
ou
qual
povo,
que
se
apinhava
nas
costas
de
um monte,
quando
não
coroava o
ver-
tice
de
algum
cerro.
Por
ultimo
veio
a
noite,
e
com
ella
chegamos
a Cidad-Real.
Uma deputação,
composta
de alguns
ecdesiasticos
e
leigos,
enviada
pelo
snr.
bispo
da
diocese,
esperava-nos
na
gare ;
e
alli,
na
pessoa
de
S.
Em.
ina
,
saudou
e
cumprimentou toda
a
peregrinação.
Eu
tive
a
honra
de trocar
algumas
palavras
com
estes
cavalheiros,
que
se
mostravam satisfeitos
pela commissão
que
desempenhavam.
A
estreiteza
porém
do
tempo,
não
nos
permittindo
delongas,
foi-nos
impedimento
a
que
fizéssemos
um juizo
da
cidade,
que
todavia
nos
pareceu importante.
Passados
alguns
momentos
estávamos
outia
vez
a caminho.
E
como
era
já
a
segunda
noite
de
comboyo,
e
o
corpo
exigisse
repouso,
de
pois
de
satisfazermos
em
commum
as
obri
gações
do
chrislão,
procurou
cada
um
anichar-se,
como
pôde,—apresentando, den
tro
em
pouco,
o
wagon
o
bello
quadro
de
um
vasto
dormilorio,
mas
de
um
genero
inteiramente
novo e
original.
A
manhã
do dia
seguinte
veio acor
dar-nos
em
Aranjuez,
povoação
de formosa
perspeciiva,
mas
a
bislantes
kilometros
ainda
de
Madrid.
O
comboyo
seguia
a
sua
ininlerrompida
marcha,
e
instantes
depois
avistamos
a
capital
da
Hespanha,
cujo
primeiro
aspe
cto,
por
acanhado,
nos
surprehendeu
bas
tante.
A
agricultura e
a
industria,
comtudo,
já
por alli
davam
mais alguns signaes de
vida;
pois
não
raro
se encontravam
boas
fabricas
e
curiosos
amanhos
de
terra.
Uma
vegetação regular,
bonitas
alame
das e
alguns
pomares e
hortas,
tudo
dis
posto
com
ordem e rymelria,
indicavam,
que
nos
achavamos
nos
arrabaldes
de
Ma
drid,
onde
entramos
ás
sete
horas
e
meia
da
manhã.
M.
MARIMIO.
regedor
do sitio,
que
os
prendeu
e acom
panhou
com
alguns cabos
para
esta
ci
dade.
O
aggredido
ficou
muito
maltractado
Seminário
de S. Pedre
—
Os
man
cebos
pobres
que se
destinam
ao
estado
ecclesiastico,
e
pretenderem
entrar
para
os
logares
vagos
dos
collegiaes
gratuitos
do
Seminário
Conciliar
de
S.
Pedro,
de
vem
requerer
a
s.
exc.
a
revd.
‘na
até
ao
dia 20
d
’agosto;
e os collegiaes
tanto
gratuitos
como
porcionistas
que
no
futuro
anno
leclivo
quiserem
continuar no
mes
mo
Seminário
devem
requerer
até ao
dia
20 de
setembro.
Tlieatro.—
Realisou-se
no
sabbado
o
beneficio
dos
bombeiros
voluntários,
su
bindo á
scena
a
comedia
em
4
actos A
torre
de
Babel,
que
foi
desempenhada
co
mo
todas
as
peças
que
a
companhia
do
Gimnasio
aqui
representou,—
muito
bem.
—
No
domingo
debutou
a
Companhia
hispanhola
de
zarzuela,
levando
á scena
a
zarzuela
em
2
actos
La
gallina
ciega
e
a
zarzuela La
soirée
de
Cachupim.
Correu soffrivelmenle.
A
snr.a
Lacido tem
uma
voz
extensa,
bem
timbrada,
e
canta
com
muito
gosto
e
mimo.
Curta.—
Da
villa de
Fafe,
recebemos
a
seguinte
carta,
cuja
publicação
nos pe
dem:
«Partiu
d
’
esta
villa
para
a
cidade
de
Braga,
no
dia
21
do
passado
junho,
o
benemerito
juiz
de
direito
que
foi
d’
esta
comarca,
o
ex."°
snr.
Adriano
Carneiro
de
Sampaio,
deixando
aos
povos
d’
esté
districto
saudades
as
mais
vivas;
porque
era
um magistrado
integro,
humanitário
e
bemfazejo,
dotado
d
’
uma
probidade
e
intelligencia
superiores,
—
reunindo
a
um
caracter
nobre
e
dedicado,
em
elevado
grau,
todas as
virtudes religiosas,
civicas
e moraes
que o tornam a
honra
da
ma
gistratura. Felicito
os
bracarenses.
Todavia
podemos
e
devemos
regosijar-
nos por termos
tido
sempre,
com
pequena
excepção,
bous
juizes:
presentemente
te
mos
um
digníssimo
magistrado
substituto,
superior
a
todos os
elogios,
oex.‘
iiU snr.
José
Peixoto
de
Magalhães e
Menezes.
Es
pera-se
para
juiz
de direito o
snr
Praze-
res,
—
personagem verdadeiramente
sym-
palico
para
os
povos d
’
esta comarca, onde
já
deu
provas
irrefragaveis
da
sua
recli-
dão,
probidade
e intelligencia.
Louvemos,
sem
cessar,
a
Divina Providencia
que
tão
visivelmente
vela
sobre
os
destinos
d
’
esta
piltoresca,
progressiva
e
industriosa
villa
de Fafe.—
Um
seu
leitor.
Grsude incêndio. —
A
’
hora
em
que
escrevemos
arde
ainda
o
convento
de
Rendufe,
um
dos
mais
notáveis
do
nosso
paiz,
pela sua
vastidão
e
por muitos
outros
títulos.
O
logo,
cuja
ciusa
ainda
se
ignora,
manifestou-se
por
9
horas da
noite
de
do
mingo,
começando
a lavrar
com rapidez
assustadora.
Disem-nos
que
a egreja,
edifício
ma-
gestosissimo,
pode
ser
preservada
das
cham-
mas.
E
’
tal
a
violência do
incêndio,
que
tem
crestado
e
queimado
grande numero das
arvores da cerca
e
d
’
outras
que
estavam
mais
próximas
do
convento.
As
companhias
dos
bombeiros
volun
tários
e inunicipaes
partiram
hontem de
manhã
para
o
local
do
incêndio,
onde
ainda
se
acham
trabalhando.
O
abbade
da
freguesia,
que
alli
habita
va, ponde
ser
salvo, não
sem
muito
custo.
O
convento
era
propriedade
do
snr.
Azevedo,
que o
houvera
em
partilha
dos
bens
do
fallecido
Antonio
Ignacio
Mar
ques.
Daremos
promenores.
IKigtoris
*
Popular
«Bos Popas.—
Recebemos
o
fascículo
n.°
4
d
’
esta
obra,
escrijita
por
J.
Chantrel
e vertida
por
Antonio
José
de
Carvalho.
E’
edição
da Livraria
Internacional
do
snr.
Teixeira
de
Freitas—rua
de
S.
Dama
so, 34,
Guimarães,
—
editor que
está
pre
stando
valiosos
serviços a
causa
da Reli
gião.
A
edição, ainda
mesmo
a
popular,
os
fascículos
da
qual
custam
120 reis
tem
excellente
impressão
e
bom
papel.
Obiío.
—
Ha
dias
falleceu
na
cidade
de Viseu
o
snr.
conego
capitular, dr. Ma
noel
Sequeira
Ferrão.
Já
não
era
novo
e padecia
ha
annos.
Premi».—A
academia
das
sciencias
moraes
e
políticas
de
Madrid,
promette
uma
recompensa ao
auctor
da
melhor
me
mória,
sobre
a
seguinte
causa:
«Demonstrar
que
não
poderia
haver
coníliclos
possíveis
entre
a
religião
catlto-
ica e
a
sciencia».
O
prémio
consiste n
’
uma
parochial
de
S.
Pedro
de Mões,
da
mes-
ina
diocese.
O
presbylero
João
Simões
Donario
dos
Santos, apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria Magdalena do
Rabaçal,
dio
cese
de
Coimbra.
Declarado
sem
effeito,
a
requerimento
do
interessado,
o
decreto
de
10
do cor
rente
mez,
pelo qual se
fizera
mercê
ao
presbylero
José
Martins
de
Pinho,
paro
c
ho
collado na
egreja
de
S.
João
Baptis-
ta,
da
Silva
Escura,
na
diocese
de
Vizeu,
da
apresentação
na
egreja
parochial
de S.
Mamede
das
Talhadas,
na diocese de
Aveiro.
O
presbylero
João
Chrysostomo
da
Vei
ga,
parocho
collado
na
egreja
de
S. Ma-
rnede,
da Castanheira
do
Vouga,
diocese
de
Aveiro,
apresentado
na
egreja
paro
chial de
S.
Mamede
das Talhadas,
da
mesma
diocese.
Antrnpophagoa,
—
E’
chistoso
0
se
guinte,
que
encontramos
na
corresponden
cia
de Lisboa
para a
«Palavra»;
Tenho
declamado um
pouco
contra a
depravação do
século
e
contra
a
desmo-
ralisação
d’
esta
terra,
que
vae
decaindo
a
tal
ponto,
que
está
convertida
em
terra
de
antropophagos,
de
canibaes! E ainda
haverá
quem
me
taxe
de
pessimista? Vão
vèr.
O
«Diário
de
Noticias»
de
hontem
traz
o
seguinte annuncio,
debaixo
da
epigra-
phe
—Allenção:
«Na rna
dos
retrozeiros,
149,
3.°
an
dar
se
recebem
hospedes
para
comer».
Horror!...
E
a
policia,
o
governo,
a tropa,
as au-
•cloridades,
o
rei
e
o
povo
vêem
isto,
sa
bem
que
no n.°
149,
3.°
andar
da
rua
dos
Retrozeiros
se
comem
os
hospedes,
e
não
se
levantam
todos
como
um
só
ho
mem
para
esmagar
áquelle ninho
de
ca
nibaes,
áquelle
antro
de
feras!...
Horror,
horror!...
Que conclusão
se
deve
tirar d
’
esta
es
candalosa
impunidade?
E
’
que
tanto
valem
uns,
como
outros,
pois
não
acham?
Eu
cá
assim
o
penso
e
não
me
des
digo.
Recommendo
pois
a
todos que
fujam
de ir cair
na
bocca
do
lobo, e
que
nem
sequer
passem pela
rua
dos
Retrozeiros,
porque
pódem
ser
pescados
da janella
com
alguma
grateia.
. Safa
!
Cadeiras de
Inçtrucção
Prima-
ri». —
Está aberto
concurso
por
espaço
de
20
dias
a
contar
de
26
do
corrente
para
o
provimento
das seguintes
cadeiras
de
Inslrucção
primaria:
No
continente.
—Sexo
masculino:
Agra-
gão,
Raiva.
Rio
Meão,
Nossa
Senhora
da
Graça,
Cabeça
Gorda,
freguezia
da
Salva
da,
S.
Miguel
do
Pinheiro,
S.
Pedro de
Sollis,
Sobral,
Ficalho,
Pedraça,
Villa,
Chão (Santa
Maria
dos
Anjos),
Gosteir
Qmntella
Rebordainhos, Salsas,
Carrazeda
d
’
Anciães,
Pereiros, Seixo
de
Anciães,
II-
tegares,
Bornes, Espadanedo,
Lagoa,
Pe-
redo,
Soutello
—
Mourisco,
Valle
de
Prados,
Angueira,
Alvites, Frêchas, Vabe
de
As-
nes,
Valle
de
Salgueiro,
Assureira,
Lari-
nho,
Santa
Comba
de
Villariça,
Valle
Tor
no.
Moimenta,
Soeira. Sarzedas,
Ferro,
Valle
de
Lobos,
Souzellas,
Amieiro,
Al-
gaça,
Juromennha,
Igreijinha,
Beucatel,
Pa-
derne.
Eslombar,
Porches, Ameixial, Jun-
ça,
Reigada,
S.
Pedro
de
Rio Secco,
Val
le
de
La-Mulla,
Figueira
de
Castello
Ro
drigo,
Penha
de
Aguia,
Freixo da
Serra,
João
Anlão,
Montes (freguezia
de
S.
Mi
guel de
Jarmello.
Manteigas,
Meda,
Ou
teiro
dos
Galos,
Aldeia
Velha,
Almendra,
Ancião,
Marinha
Grande,
Afvados,
Men
diga,
S.
Braz
do
Samouço,
S.
Miguel
de
Palha
Canna,
Ajuda
(freguezia
de
Arra-
nhô),
Sobral
de
Monte
Agraço,
Castello,
Vimieiro,
Alcainça, Chelieiros,
Igreja
No
va,
Santo
Estevão
das
Gallés,
Palmella,
Freiria,
Matacães,
S.
Mamede
da Vento
sa,
Villa
de
Seda,
Valle
do Pezo,
S.
João
da
Foz
do
Sousa,
Nogueira,
S.
Miguel
de
Barreiros,
Santa
Eulalia
de
Paços,
Pare
des,
Bouças,
freguezia
de
Fonte
Arcada,
Valladares,
Portella,
Tremez,
Sitio
do
Ca
sal,
freguezia
de
Santa
Clara
de
Alcara-
vella,
Riachos,
Santa Agueda
de Carlão,
Santa
Maria
de
Cotas,
Villa
Chã,
Villa Ver
de,
Dornellas,
Palheiros, Villarinho
de
S.
Romão,
Fornos
do
Pinhal,
Jou,
Padrella,
Abbaças,
Valle
de
Nogueiras,
Gozende,
Villa
Chã
de
Cangueiras,
Lobão
Sexo feminino: Alvito, SanCAnna de
Cambas,
Algozo,
Vdlar
Torpim,
Alcoen-
tre,
Gafele,
Gavião,
Padronello,
Silvares,
Santa Maria de
Avioso,
Riodades.
TerriveS
incêndio.
—
Os
jornaes
americanos
trazem
a
noticia
minuciosa
do
terrível incêndio
que destruiu quasi to-
lalmente
a
cidade
de
S.
João,
em
New-
Brunswich.
A
cidade
de
S.
João
tem
30:000
al
mas
e
é
a
principal
cidade
commercial
do
paiz; abunda
em
terrenos
agrícolas,
em
mineraes
e
madeiras.
No
dia
20
de
junho, pelas
2 horas
da
tarde
declarou
se
incêndio
n
’
um
estabele
cimento
importante,
e
propagou-se
rapida
mente
em
consequência
do
forte
vento
de
oeste,
que soprava.
Centenas
de
casas,
armazéns, estabe
lecimentos
importantes
foram
envolvidos
nas
chammas.
A’
meia
noite
todo
o
bairro
commer
cial
da
cidade
era
uma fogueira.
As
perdas avaliam
se
em
40 milhões
de
francos
(7.200:000^000
reis),
e
os se
guros
apenas
pagam
por
53
0/0
do
valor
da
propriedade.
Entre
as
casas
incendiadas
estão
a
al-
fandega,
e
o
edifício
do
correio
conslruc-
ção
recente que
tinha
custado
um
milhão
de
francos
(180
contos
de reis).
Muitas
casas bancarias foram
destruídas, e
entre
ellas
os
bancos
Novo
Brunswicb,
e
da
Ma
rinha,
assim
como
todos
os
hotéis.
O
numero
de
egrejas
incendiadas
é
de
13.
A
Opera, o
thealro
de
Variedade
e
a
academia
de
musica
estão
em
ruinas.
Os
prédios
onde
estavam
as
redacções
e
ty-
pographias
dos
jornaes
ficaram
também
destruídos.
Dezoito
mil
habitantes
ficaram
sem
gua
rida ;
e
como
os
celleiros foram
reduzi
dos
a
cinzas,
receiava-se
a
fome.
A
cidade
linha apenas
8
bombas,
po
rém
os
bombeiros viram
que
não
era
pos
sível dominar
este incêndio.
Falleceram
apenas
7
pessoas.
Terrível furaeAo.—
O
«Correio
dos
Estados-Unidos»
refere
que
um
terrrivel
furação
atravessou
a
aldeia
d
’Ercilduvrn
(Pensilvania)
demolindo
pelos
fundamen
tos as
habitações
de
vinte
famílias
e
dei
xando
apenas
de
pé
os quatro
muros
d’um
seminário ha
pouco construído.
Pereceram
duas
pessoas,
e
ficaram
seis
mortalmente
feridas.
Todos
os
edifícios de
Springfield,
Mount-
Vernon,
Zanesville
e
Canal Dover (Ohso)
que
estavam
debaixo
do
turbilhão,
foram
demolidos
ou
muito
damnificados.
Em
Bidford
(Maine)
o
vento
e
a
chuva
causaram
prejuízos
calculados
em
mais
de
2
090
dollares.
Em
Waverly
(Indiana)
foi
completamen
te
arrasada
uma
casa.
Morreram
debaixo
das ruinas
uma
mulher
e
duas
creanças,
duas
outras
ficaram mortalmente
feridas,
e
uma
d
’
ellas
succumbiu
no
outro
dia.
Perto
de
S.
Paulo
(Indiana) ficaram
igualmente
destruidas
algumas
casas.
Os
prejuízos
nas
visinhanças de Co
lumbos
tIndiana)
elevam-se
a
50:000 dol
lares,
e
em
Holly,
no
mesmo
estado,
foi
arrasada
pelo
furacão
uma
egreja
nova.
Appeto
i» e»rid««le.
—A
entrevada
Maria
Anlonia
Ferreira,
viuva
do
Anlonio
dos
Granginhos,
e
que
ha tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem
agora
os
seus
padecimentos
mais aggravados,
achando-se
sem meios
de
subsistência pa
ra
poder
tratar-se no
pouco
tempo que
lhe resta
de
vida. Imploramos,
pois, a
caridade
das
almas
piedosas,
para
que
se
lembrem
da
infeliz
com uma
esmola.
A
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n
’
um
quarto á
porta
da
rua.
SAÚDE
A
TODOS
sem medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com o um
da
delicio
sa
farinha
de.
saúde,
DU
BARRY
de Londres.
30
asinus «S^nvasriavel swe®eíssí»
1
Combatendo
as
indegestões
(dispepsias)
gastrica, gastralgia, ílegma
,
arrotos,
amargôr
na
bocca, piluitas,
nauseas,
vó
mitos,
irritação
intestinal, bexigas, diarrea,
disenteria,
collicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
as des
ordens
no
peito,
na garganta,
do
alito,
dos
bronchiles,
da
bexiga,
do
fígado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
uo
cerebro
e
do
sangue,
83:000
curas
entre
as
quaes
con-
latn-se
a
do
duque
de
Pluskow
das
ex.'"
as
snr.
as
marqueza de
Biéhan,
duqueza
de
Castlestuart,
dos
exm.08
snrs.
Lord
Stuan
de Decies,
par
d
’
lngl.iterra,
o
doutor
e
professor Wurzer,
etc.
etc.
N.»
49.842;
M.
mo
Mane
Jurie
Joly,
de
eincoenta
annos
de
constipação,
indiges
tão,
nervoso, insomnias, asthma,
'tosse,
flatos,
espasmos
e
nauseas.
—
N.°
46:270:
M.
Roberts,
d
’utna
constipação
pulmonar,
com
tosse,
vomitos,
constipação
e
surdez
de
23
annos.
—
N.° 46:210: O
doutor
em
medicina
Martin,
d'uma
gastralgia
e
irrita
ção de
estomago, que
o
faziam
vomitar
15
a
18
vezes por
dia,
durante
oito
annos.
—
N.°
46.218:
o
coronel
Watson,
de
got-
ta,
nevralgia
e
constipação
obstinada.
—
N.°
18:744: o
doutor
em
medicina
Shorland.
d
’uma
hyiropisia
e
constipação.
—
N.°
49:522:
M.
Baldwin,
completa
prostação,
paralysia
da
bexiga
e
dos
membros,
em
consequência de
excessos
da
mocidade.
Seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, econotnisa
eincoenta
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
1
/
i
kilo,
500
; de
*
/
s
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
1$400
reis;
de
2
*
/
s
kilos,
3$200
reis.
Os
biscoitos
da
fíevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a 800
e
1$400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é a
Revaleseière ehoealatiada $
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somoo,
energi?
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas, e
sustenta
dez
vezes
mais
qus
a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó e
em paus, em
caixas de
folha
de
lata
de
12 chavenas,
500
reis; de
24 cháve
nas,
800 reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
»V BARRY «SS C.’ EK.TIITED.—
Place
Vendòme, 26,
Pariz
; 77
Regent-
Street
Londres;
Valverde,
1,
.Madrid.
Os pharmaceuticos, droguistas, mer-
eieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
iLisfeoí»,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D. Pedro,
31,
32,
Barra! &
Irmãos,
rua
Aurea,
12.
Por
í®,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
= Aveiro, F. E.
da
Luz,
e
Gosta,
pharm.
;
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.—Largo da
Ponte;
Brttga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.
—praça
Municipal,
17,
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31,
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto;
Vianna
«3®
Cas-
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota,
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua
grande,
140;
Buimarães,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.,
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1, José, J. da
silva, drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e.
33;
Penaflel,
Miranda,
pharre.
;
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banhaoha-
ria,
77,
J.
R. de
Sequeira,
ptiarm.,
Casa
Vermelha,
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36,
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160,
Fontes
&
C.
a
,
drogs,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108,
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Aniomo, 223 a
227;
Ponte
do
Ei-
ma,
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pbarm.;
Povoa «lo Varzim,
P.
Machado de
Oliveira, pliarma.
;
Valença
do
ffiinho,
Francisco José
de
Sousa, pharm.;
Villa
de
Conde, A.
L. Maia
Torres,
pharm.
AÊBàDECIWTOS
José
Maria
Ribeiro
Retina,
pharmaceu-
tico,
summamente
penhorado
para
com
todos
os
illm.°
s
e
exm.
08
snrs.
e
snr.as
que
tiveram
a
delicadeza
de
o
visitar na
occasião
da
dolorosa
enfermidade
de
que
já
se
acha restabelecido,
o
que
muito
agra
dece
ao
exm.0
snr.
Manuel
Joaquim
Ro
drigues
Valle,
seu
assistente
(q.ue
tanto
para
isso
se
esmerou),
e
não
podendo,
como
desejava,
agradecer-lhes
pessoalmen
te,
o faz por
este
meio, proteslandoí
a
lodos seu reconhecimento.
(395)
Bento
José
de
Brito,
da
freguezia
de
Prado,
residente
ha
muitos
annos na
de
Sabariz,
Comarca de
Villa
Verde,
extre-
mamente
penhorado
para
com todos
os
iilm.°s e
exm.08
snrs.
que
se
dignaram
cumprimenlal-o, pela
occasião
do
talleci-
mento
de
sua
nunca
assás
esquecida
e
presada
mãe,
Antonio
Maria
de
Macedo,
assim
como, pela
assistência
que
os
mes
mos
se
dignaram
fazer
aos oilicios
fúne
bres,
que
tiveram
logar
na
egreja
paro
chial
de
Prado,
no
dia
18
do
corrente;
vem
por
este
meio
agradecer
e
protestar-
lhes
o
seu
eterno
reconhecimento.
Igualmente,
não
pode
deixar
de
o
fa
zer,
para com
os exm.os
e
revm.
os
snrs.
Arcypreste
do
dislricto,
ecclesiaslico
de
Villa
Verde,
e Abbade
de
Sibariz,
(este
por
officiar
e
celebrar
gratuilamente,
no
acto
do
enterro)
e
ao
grande numero dos
illm."
’
e
revm.®
*
parochos, e
mais
clero,
que
tão
espontânea,
como
gratuilamente,
se
dignaram
celebrar
o
sacrifício
da missa,
e
assistir
aos
otficios
do
corpo
presente.
A
todos
a
sua profunda
e eterna
gra
tidão.
(400)
ANNUNCIOS
JÍOVO
ESTABEIiECIMESÍTO
»E
CERA
DE
José
Joaquim
Ferreira
Duarte
ARCO
DA
PORTA
NOVA
E
LARGO
DA
PRAÇA
Vem
por
este
meio
declarar
ao
publico
e
aos
seus
amigos
e que já
são
seus
fre-
guezes
que
desde
o
dia 29
de julho,
abre
o
seu estabelecimento
no
sitio declarado;
porisso
pede
e
espera
que
os
seus
ami
gos
o
obsequeiem
com
as
suas
protec-
ções,
pois
o
annuncianle
presta-se a
fazer
os
preços
mais
commodos do
que
nin
guém.
Braga 30
de
julho
de
1877.
(403)
José
Joaquim
Ferreira Duarte.
Precisa-se
de
um
substituto
para
um
recruta,
trazendo
os
documentos
legaes.
Para
tratar,
no
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
5.
(402)
Companhia
Edificadora
e
Indus
trial Bracarense.
Soeiedade
anonyma de
a-esponsa-
bilidade
limitada.
Esta
companhia
acaba de inaugurar
a
sua
fabrica
de
moagem
de
cereaes
movi
dos
a
vapor,
com
lodos
os
aparelhos
de
limpeza
mais
aperfeiçoados,
por
meio
dos
quaes
limpa
os
cereaes de
toda
a
matéria
extranha,
fornecendo
ao
pubiico
farinha
de
puro
grão,
expurgado
de terra,
pedras
e
outras
sementes,
que
dão
mau gosto
á
farinha
e
prejudica
a
saude
do
consumi
dor.
N
’
esta
fabrica,
aberta
lodos
os
dias
não
santificados,
desde
manhã
até á noite
:
recebe-se
em
deposito
livre
de
armazena
gem,
qualquer
porção
de cereaes,
para
serem
moidos
por
conta
do depositante.
Estes
cereaes
serão
seguros
por
cont
a
da
Companhia
contra
o
risco
de
fogo.
O
publico
encontra
n
’
este
estabeleci
mento
abondancia
de
farinha
para
comprar
e
trocar
por
cereaes,
quando
estes
sejam
de
superior
qualidade
e
a
par
da
mais
es
crupulosa
limpeza
e aceio, rigorosa exati
dão no
pezo,
e
tratamento
benevolo
e at-
tencioso.
(396)
Vendem-se
doas moradas
de casas
sitas
uma
na
rua
de
D. Pedro
V
desi-
gnada
com o n.°
1
e
1
A,
e
ou
tra
na rua
do
Anjo,
designada
com
o
n.°
lie
11
A.
Para
tratar
procure-se
o
snr.
Bento
Gonçalves
Fernandes
morador
na
rua
de
S.
Sebastião,
na
casa
n.°
25.
(324)
PKEVEVÇû
O
abaixo assignado
previne,
para
não
haver
ignorância,
que
ninguém
compre
nem
arrende
ao
snr.
Ígnacio
José
Fernandes
Braga, e
mulher,
da
cidade
do
Porto,
a
casa
sita
na
rua
de
D.
Pedro
V,
n.°
19,
d
’
esta
cidade
;
porque
se
acha
esta
mes
ma
em questão
perante
o
tribunal
judi
cial ;
e
para
melhor
satisfação
do
publico
se
declara
que
a
questão
corre
pelo car-
torio
do
escrivão
João
Marcos
d
’
Araujo
Ribeiro,
e
é habitada
pelo
abaixo
assigna
do
;
apesar
da
casa
ter
escriptos,
nada
será
valido.
Outrosim protesta
contra
qualquer
pa
pelucho
ou
annuncio
que
appareça
con
tra
a
sua
probidade;
não
se
queixando
senão
da
mesmo
snr.
ígnacio.
Braga
6
de
julho
de
1877.
Antonio
José
Cerqueira
da Silva
Bra^a.
(364)
AGUA
DO
GEREZ
Na pliarmacia
do
Hospital
de
S.
Mar
cos
ha
deposito de
agua
do
Gerez,
em
garrafas
de
1/4
de litro
(250
grammas),
colhida
pelo
respectivo
pharmaceulico.
Preço
da
agua
e
garrafa
100
rs.
Só
a
agua
60
rs.
De
«luzia
para
cima,
para
pharmaceu-
ticos,
abatimento
de
10
0/0.
Para
encommendas
em
grande,
só
o
tempo
preciso
para
ir
colher.
(394)
Precisa-se
de
pessoa
habilitada
em
es-
cripturaçào
commercial
;
quem
se
achar
n
’
essas
condições,
póde
dirigir-se
a
João
•da
Costa
Palmeira,
n’
esta
cidade.
José
Rodrigues
Gomes da
freguezia de
Padroso
do
concelho
dos
Arcos
de
Valle-
de-Vez,
havendo-lho
furtado
uma
egoa
no
dia
17
do
corrente
com os signaes
se
guintes:
altura
regular, côr
preta
clara,
calçada
dos
pés
ao
pé
do
casco,
cheios
os
cascos
das
mãos
por
dentro,
compri
da
do
montadouro.
cem
uma
silva
da
tes-
la
ao focinho;
quem
a
aprisionar
terá
umas
alviçaras,
e
sendo
com
o
ptoprio
ladrão
ainda
serão
maiores.
(391)
VHi)4
»K
CASAS
Uma
na
rua
do Charqueiro
andar
e
quintal,
n.°
4.
Duas terreas, n.os
7
e
8,
quintal,
na dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem as
pertender
trata-se
com
a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho.
(263)
<n
©
nova
O
allemão,
auclorisado
pe-
professor
a.
estabelecimento;
sérios,
instrui.
Viilio
verde
de
1
com
com
ESCOi. -
escolar.
capitai
outro igual,
ap-
appiicação,
lemos
gasto
113,
se
diz
vinho
verde
(404)
Na
rua
da
Boa-Vista.
n.°
quem
vende
qtia'ro
pipas
de
bom
O
Director
proprietário,
(44-H-)
Joaquim
Lopes
Carreira de
Mello.
RUA
DA ESPERANÇA, N." 224
w
o
C
©
SS
©
o
©
•B
>
©
*5
a
o
E
o
ÍH
■iH
©
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3
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fl
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o
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s
a
©
e
P,
s
■©
©
s
©
s
MUITA ATTE^ÇÂO
Deposito de
biscoitos de Valungo
1
—
LARGO DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos são
muito recommenda-
veis tanto
pela qualidade
das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
são
vendidos
:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
»
»
s:
5
e
»
»
»
"ts
e
s
cn
»
S
V
8S
a
§
o
a
3
s
st
s
s
B
■£
■
&
Tosta
doce
Biscoito
macarrão
Bolacha
doce
Biscoito
Brazileiro
Dito
imperial
Bolachinba
de
araruta
Tosta
azeda
(2H)
280
280
280
280
300
330
340
190
©
*
a
©
a
©
8»
3
? K
6
de
um caseiro
para
uma quinta,
5
kilometros
distante d’
esta
cidade,
que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou
então, dons
caseiros
de
quatro
pessoas cada
um.
para
então
divi
dir
a
quinta
ao
meio.
Quem
estiver
nes
tas
circumstancias
falle com Antonio
Joa
quim
Loureiro,
Rua
Nova,
n.°
2.
(300)
No largo
dos
Penedos
n.°
13,
precisa-
se
d
’
uma
creada para
cosinha que
esteja
bem
habilitada
e
que
seja
de
boa
condu-
cta
; não
ha
duvida
em
ser bem
remune
rada
de
seus serviços.
(393)
Casa
para
alugar
Aiitga-se
a
casa n.°
88,
da
rua
da
Boa
Vista,
tem
comodidades
para
duas
famí
lias,
para
tractar
na
casa
n.°
85,
da
mes
ma
rua.
(352)
CSSWSJfiSÃO
DESTIST.i
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA DO
PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
5
BIUGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continua
operando
grátis, pobres
e
soldados.
(186
FILIAL Dtí CAIXA
ECOAfeMICA
PEAHOHISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
.................AOOtOOO^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
r»a do Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis
ferramentas,
e
sobie
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está aberta
todos
os dias
des
de
as
9
bera
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A.
G.
Ferreirinha.
Na
rua
de
S. Marcos
n.°
50,
se
ven
de
um
alambique
completo,
para
a eslilação.
(398)
Corographia
de
Carvalho
Vende-se
no
escriptorio
da
administra
ção
d
’
este
jornal
e
na
rua
Nova
n.°
5.
Preço,
3
volumes.
....
1$500.
director
geral
=/.
L.
Carreira
de
Mello
director
gerente
=J.
Baplisla
Ferreira.
Este
collegio,
que tantos
créditos tem
merecido,
e
conservado,
continua
com
in
cessantes
melhor'mentos
na
sua
administração
economica
e
O
edilicio,
que
é
proprio,
foi
convento,
e
não
tem
na
plicado
ao ensino particular.
Na
sua
restauração,
avultadas
sommas.
A
regencia
dos
estudos,
está
a
cargo
de
nm
lo
bom
serviço
nos
collegios
estrangeiros.
Os
professores
estão
na
altura
do
credito do
dos
e
dedicados.
Não
só os
preparatórios paia
os
estudos
superios;
mas
um
curso
completo
de
commercio
e línguas,
tem
os
alumnos n’
este estabelecimento.
O
ensino
pratico
das
sciencias
naturaes,
é auxiliado
com
gabinetes
de
phy-
sica
e
chiroica
muito
desenvolvidos,
e
com
excelleote
museu
de
historia
natural.
As
aulas
de
geographia,
mathematica
e
desenho,
devida
mente
montadas.
A
gymnastica completa.
E
hnalmente,
o
collegio
possue
todos
os
estabelecimentos
parciaes auxiliares
do
ensino,
que
devem fazer
parte
integrante
d
’
um
estabelecimento d
’
esta ordem.
Os
estatutos
indicam
todo
o
seu
desenvolvimento.
Os
alumnos
teem
quartos
separados.
Só
se
recebem
até
um
numero
certo.
Tratamento
excellente.
ATTE.YÇ1O
Narcisa
Candida
Mendes,
da
rua
de
S.
Geraldo
n.°
23,
ensina a
bordara
branco,
matiz, ouro,
e
a
fazer
flôres.
(399)
de
Consultorio
a
toda
a
hora,
tanto
dia
como
de
noite.
Rua do
Campo
(antiga
Porta de
S.
Francisco)
n.°
22.
(343)
Companhia
Edificadora
e
Indus
trial Bracarense.
Perdeu-se,
no
dia
25
de julho,
um
alfinete
de ouro,
do
peito,
desde
a
Sé,
Praça
Municipal,
rua
da
Boa-Visla,
es
trada
das
Hortas,
até o
largo
da
Porta
Nova. Quen o
achasse
e queira restituir,
póde
fazel-o
na
rua
Neva,
n.°
52.
(401)
Sociedade
anonjiiia de reejtonaa-
biiidade
limitada
Os
snrs.
accionistas
são convidados
a
fazer
as
14.
a e
15.a
entradas
ou
IO
°>
0
de
suas
acções.
de
6 a
10
do
proximo
mez
de
Agosto,
das
10
horas da
manhã
ás
2
da
tarde,
no escripli
i
io
da
Companhia,
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
6
a
12.
Braga 27 de
Julho
de
1877.
Os
directores,
Francisco
da Silva
Araújo.
Francisco
llaplisla
da
Silva.
(397)
O ES .■*&
Cji
.'8K
■/
:.í
vende
papeis
pmbi-
»ara
^u.irnecer
saí-as,
ssittiGs
^(istos,
a
prin
cipia
c
em
80
reis
a
peça.
Veihle
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tu
io
de
boa
qti.ili-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
&
JOSE’ DA
SIL VA FUNDÃO
Com
loja
dc fato
feito
68,
Campo
de
Sanl'Anna
[lado
de baixo], 68
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
gtiezes,
tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias que tem
una
bonito
e variado
sortimento
de
fato
fei
to,
casimiras para
fato muito
baratas,
cones
de
calça a
1$500.
2$00(J
e
2-5500
reis;
tudo fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimiia e
de
alpa-
ques
inglezes, roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de casimira de todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
803
;
mantas
de
seda
de
lo
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que lhe
seja
eucommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ticar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
fieguez.
*
(i
*
j
Véiolt
*
cirnonlo
iwia-
iio
p.it
a
vedar
a/jiLis,
ges
so
para
estuques
»le
ca
sas,
tudo
de primeira
qua-
'5%
43
OS
ÚLTIMOS MOMENTOS
d
’
um
coramo
PELO
R.
P.e MARCHAL
MISSIONÁRIO
APOSTOLICO
Traduzido
<li»
19.
a
edição
POR
João
Baplisla
da
Silva
Vende-se
em
Braga
nas
tholica
e
Germano,
rua
do
Preço
....
damos.
livrarias
Souto.
40
rs.
Ca-
FLUIDE
IATIF
de
JONES
Por
suas propriedade» beneficae, goza este pro-
ducto de
alta e merecida reputaçSo. Suavixa e ama
cia
a
pelle,
allivia
as irrilaçõe» causadas pelas mu
dança»
de
clima, pelos banhos do mar, impressões
desagradaveis
do
vento ou do calor, etc, etc.
Uma
simples applicaçSo faz desapparecer as ra
chaduras
das
mSos e dos beiços. Preço 6o0 reis.
PARA OS
CUIDADOS
DO
TOUCADOR
j
É
muito
digno de ser
recommandado ó
Sab.ío
latir,
que
possue
todas as propriedades suavizan-
tes
doFluide,e
um
aroma delicadíssimo.Preço
500 r'.
23,
Boulevart
des Capucines, Paris,
De Fronte da entrada do Grand-iiotel.
Fabricante
de
Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
de papel,
Objetos
de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria,
Artigos
de Luxo, Luvas, etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêlo n.
28
—
30
(26
*
)
BRAGA, 1YP0GRAPHIA LUSITANA —
18'7.
Parte de Comércio do Minho (O)
