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9
rexioiosal
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iwoticiosjl
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•■'. \
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOVA
N.° 3 E.
VyW//
•
-V
■
„
V
vr
c
‘
à-
Jf
«-■
•
■-
PREÇO
DA
ÀSSIGNATURA
........... .............
1 llw™H’1" =SSSES»SB3»
PREÇO
gDA
ASSIGNATURA
6.°
ANNO
>
Braga,
12
mezes
..............................
1&600
»
6
»
..........................
850
Correspondências
parlic. cada
linha
10
|
Annuncios
cada
linha
.....................
20.
?
Repetição..........................................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUINTAS
E
SABRÃDOS.
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
»
....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda forte. .
Folha
avulso..........................
2&000
Ú050
3&600
3&600
10
N.°
732
BH A.GA—TEKÇ
A-FEIRA. 1 DE
JANEUiO DE t»?S
«í>
Csmaierel* «ío Minho».
Entra
hoje no
sexto
anno da
sua
pu
blicação
o
«Commercio
do
Minho».
Modesto nas
suas aspirações,
quão
inabalavel
nas
suas
crenças
religiosas
e
políticas,
o
nosso
humilde
jornal
trilhará
ámanhã
a
senda
que
trilhou
hontem,
e
jámais
deslisará
d
’ella.
Se
grandes
leem
sido
as
difficuldades
a
superar
para
a
manutenção do
nosso
posto;
não
menor
d
—
dizemol-o
com
desva-
nescimenlo
—o
generoso
auxilio que nos
prestam
os
nossos
dedicados
assignantes.
Ao
commemoiarmos
este
sexto
anni-
versario não
deixaremos
de
fazer
uma
triste
referencia
ao indiílerenlismo
reli
gioso que,
durante
os
últimos mezes,
nos
privou
de
dois
dos
nossos
pouquíssimos
camaradas
nesta
cruzada
espinhosa.
Não
ha
’hi
quem
possa contestar
a
grande
necessidade que
todos temos
de
proteger
a
imprensa
religiosa, —
visto
que
é
do
poderoso
elemento
da
imprensa,
de
que
preferenlemenle
se
servem,
e
com
incalculáveis
vantagens,
os
nossos
inimi
gos.
Portsso,
na
epoca
que
atravessamos,
teem
os
catholicos—
precisemos
a
expres
são
—
um DEVEB
INDECLINÁVEL
de
COntri-
buirem
tanto quanto
lhes
seja
possível
para
a sustentação
do
jornalismo
que
des
fralda
o
labaro
augusto
da
Fé,
e
que
por
ella
prelía
as batalhas
da
verdade,
do
di
reito
e
da
justiça.
E estará
d’
isso
convencida
a
maioria
dos
catholicos
do
reino
íiJelissimo?
Os
factos
respondem
d
’
um
modo
deso
lador
a
esta
pergunta.
A
publicação
do
Bem
Publico,
o
jor
nal
mais
importante
e
mais
valentemente
redigido
da
nossa
imprensa
religiosa,
ter
minou
ha
dias
á míngua
de
subscriplo
fes:
o
Direito acabou
hontem
pelos
mes
mos
motivos!
E’
um
facto
triste,
tristíssimo;
porém
não
nos
causa
surpreza.
E
sabeis
a
ra
zão?
Percorrei
a
maior
parte
das
nossas
aldeias,
entrae
na
residência
dos seus pa-
rochos,
e
encontral-os-heis
embebidos
na
leitura:
—d
’um
jornal
religioso?
nãol-
d
’
uma folha
de
corrilho
político,
e,
não
raras
vezes,
das
mais hostis
á
religião
santa
que
elles
devem
defender
até
ao
sacrifício
da
vida
!
O
quadio
é
carregado;
porém
de ver
dade
tangível
até
para
um
paralytico.
Mas
esqueçamos
esta
incidência
ma-
goadora.
Ao
entrarmos
no
sexto
anno
da
nossa
existência
jornalística,
lavrámos
aqui
um
protesto
do
mais
profundo
agradecimento
aos nossos
esclarecidos collaboradores,
a
quem
devemos
as
mais
inestimáveis fine
zas;
aos
snrs.
assignantes
que
nos
prestam
a
indispensável cooperação;
e
aos
nossos
collegas
na
imprensa
pela excellente
ca
maradagem
com
que
nos
teem
distinguido.
----
—
----
V
KedaeçAo do «toiiiinercio do
Minho».
Londres,
17
de
Dezembro,
1877.
De
sorle
que
se
tivéssemos
estabele
cida
já
uma
communicação
lelephónica tal
como
os
aperfeiçoamentos
que
se
vam fa
zendo
parecem
promelter, ou
antes
as
segurar;
em
vez
de
estar
eu
rabiscando
estes
borrões,
poderia
estar
dictando
isto
mesmo
viva
voce
ao
compositor
que
hade
soletrar
estas linhas
na
Bua
Nova
do
Ouvidor.—
Continua o
Weekly
Register:
—
•
«Algumas
surprehendenies
experiencias
bem succedidas
se
fizeram
com elle
(telé-
phono),
no sabbado
á
noite
(I.°
do
cor
rente),
entre
Aberdeen
e
Inverness.
dis
tancia
de
108
milhas
(cousa
de
30 lé
guas).
Canções,
coros,
foram
distincta-
mente
transmittidos,
ao
mesmo
tempo
que,
por
vezes
se
estavam
mantendo
conver
sações
com
distincção
maravilhosa,
não
obstante
ser
o
tempo
desfavorável...
Em
uma experiencia
recente,
em
connexão
com
o
cabo
submarino,
de
21
milhas
de
Congo,
entre
Dover
e
Calais,
não
houve
a
mais leve falha
durante
o periodo
de
duas
horas.
Ainda
que
ires
outros
ara
mes
estavam
trabalhando telegraphicamen-
te
ao
mesmo
tempo, ouvia
se
cada
pala
vra,
e
se reconhecia
até
a
voz
da
pessoa
que
fallava
cada
vez.
Fez-se
a
serie de
experiencias
na
ter
ça-feira,
13 de
novembro,
pondo-se
Do
ver
em
communicação
com a
aldea
de
Saugatt,
em
França,
o
milhas
ao
poente
de
Calais,
onde
vae
prender
o
cabo
tele-
graphico,
partindo da
bahia
de
Santa
Mar
garida
na
Inglaterra.
Poz
se
primeiro
um
arame
em
connexão
com
os
instrumentos
telegraphicos
ordinários,
e
fazendo-se
en
tão
os
necessários
arranjos
telegraphicos,
requereu-se
a
um
correspondente
em
Sau
gatt,
que
connexasse
o
Teléphono. Ef-
fectuado
isso,
fez-se
de
França
a
pergun
ta:
/.Eslaes
prempto?
que
veio tão distin-
ctamente
ao
ouvido
como
se
houvera
sido
feita
do
quarto
immediato.
«Seguiu
se
então
a
conversação,
como
já
dissemos,
por
duas
horas,
em
Francez
e
Inglez.
Uma
Senhora
que
eslava
pre
sente,
perguntou: —
«Conhece
quem
eu
sou?»—Veio
logo uma
resposta:
«Não;
mas
conheço
que
é
voz
de
senhora»
Um ca
valheiro
que
applicou
o
Teléphono
ao
ou
vido,
depois
de
ter
dito
alguns gracejos,
exclamou:
«oiço
distinclamente varias
pes
soas
a
rirem». De
uma e outra
parte
das
duas
costas,
se
pediu
que
«se assobiasse,
se
cantasse;
e
tons
eram
claramente re.
petidos
no
lado
opposto.
«Notou-se
uma feição
singular.
Como
já
se
disse,
o cabo
continha
quatro
ara
mes
conductores,
e
durante
a
conversação
pelo
arame
usado para
o
Teléphono,
os
signaes
electricos
ordinários
que
passa
vam
pêlos
outros
tres
arames,
ouviram-
se n
’
um
confuso
murmúrio,
até que
dois
d’
elles
cessáratn,
e
então
uma
communi
cação
transmiltida
pelo
codigo
de
Morse,
de
Londres
para
Paris
foi
decifrada
com
a
maior
facilidade.
«Parecia
inteir.imente
anniquilar-se o
espaço,
pois,
não
se
percebia
limite
al
gum
á
rapidez no
fallar
ou
cantar;
a
só
condição necessária
sendo
o
tom
ou
a
pro-
nunciação
distinctos.
«As
applicações
praticas
do
Telépho
no
-sam
por
vários
modos,
do
maior
in
teresse,
usa-se já com applicação
ás
mi
nas
de
carvão,
para
conhecer
n
’
ellas
a
velocidade
das
correntes
de
ar
nas
mes
mas
minas.
D
’Allemanha
já
se
annuncia,
que
o
Chefe Geral
dos
Correios
resolveu
lazer
grande
uso
das
novas facilidades
para
a
communicação,
logo
que se
ex
perimente
o
seu
préstimo,
entre
o
Cor
reio
Geral
de Berlim
e
a
Oílicina
Geral
Telegraphica.
Parece
até
que
o syslema
geral
telegraphico,
foi
já substituído
pelo
telephónico
entre
Berlim
e
algumas
aldeas
do
contorno.
«Progresso
tão
rápido
para
uso- geral
de
uma
nova
invenção
raras
vezes,
ou
jámais,
teve
logar,
e
diílicil
é prever
se
gundo
um
dos papeis
da
tarde,
até
que
ponto
este
novo uso dos
fios
electricos
poderá
revolucionar
todos
nossos
arranjos
telegraphicos;
dispensando,
como
dispensa,
aquella
delicada
manipulação
de
complica
dos
instrumentos
que
até
aqui
tem
sido
o
obstáculo ao
emprego
geral
do
telégra-
pho
por
pessoas
particulares.
E
’
sabido,
queo
Príncipe
Bismark
estabeleceu
já
com-
6
FOLHETIM
A. PU VE1.AY
0
CONDE
DE
TREAZEK
ROMANCE.
Versão
portugueza.
II
Unn
originul.
—Haveria
n
’
isso
talvez
mais
d
’
um
in
conveniente:
as
situações diversas
da
for
tuna
estabelecem
entre
os
homens distan
cias
que
mui
poucas pessoas
são
capazes
de
vadiar
sem
perigo.
Poderiam
resultar,
por
exemplo,
familiaridades
chocantes na
opposição
de
ideias
que
se
produzirão en
tre
v. exc.
a
e
eu.
—
Peço-te, caro
Maurício,
que
queiras
renunciar
a
essa
v.
exc.
A
glaciai,
e,
para
começar, conta
a
historia
íntima
das
luas
desventuras
ao teu antigo
camarada,
que
se
considera
muito
feliz
em
te tornar
a
ver
para que
os
teus
infortúnios
não
o
interessem
viva
mente.
—
Não
lenho
lido
nem
desventuras,
nem infortúnios...
O que
te
faz
presumir
isso,
meu
caro
Roger,
já
que
queres que
eu
te
falle
com
esta
familiaridade?
—
Sim,
certamente
I
eu o
quero;
mas
tu
descobriste-me
de promplo.
Parecia-
me
que
para
se
ver reduzido
ao mister
de repetidor,
em
a
nossa edade,
um
ho
mem
da
tua
intelligeneia,
deveria
ter
soffrido
algum accidenle
desgraçado
que
lhe
prejudicára
a carreira.
Porque
emtim
não
é
natural...
—
Que
ficasse
pobre,
não
é
isso?
—
atalhou
Maurício
completando
o
pensa
mento
que o
snr.
de Tréazek
não
ousára
formular
inleiramente.
—
Emprestaste
me
a
expressão... pe
rante
a
crueza
da qual eu
teria
certa
mente
recuado.
—
Has
de
confessar,
caro
Roger,
que
é
nudez
e
não
crueza
o
que
querias
di
zer,—
interrompeu
Maurício
accentuando
estas
duas
palavras.
Envolveste-a
sem
du
vida
em
gaze,
como
convém
fazer
para
apresentar
uma
ideia
no mundo
onde a
verdade
é
de
mais
a
mais
reputada
in
decente.
—
E
’ preciso
convir
lambem,
objectou
o
snr.
de
Tréazek,
que
nada
se
ganharia
em
apresentar a verdade
d
’
um
modo
chocante,
e
que
o
mundo
faz
bem
em
exigir o
respeito
das
conveniências para
primeiro
artigo d'um passaporte,
mesmo
quando
se trata
da
verdade.
—
O
mundo
tem
o direito
de
achar
que
[az
bem.
Nelle se
deve
ser
bello
mestre
em não
receber
»enão
pessoas
convenientes,
subgeilas ás
conveniências,
isso
é
incontestável,
—
replicou
Maurício
com visivel
ironia.
—Affeclas
accentuar
bem
com
malicia
palavras
que
não
são,
no
íim de
contas,
senão
a
expressão 'de
regras
banaes,
in
contestáveis:
Pronunciaste-as
negando-as
inteiramente
in
peito
n
’
uma
intenção
cujo
sentido
não
alcanço.
—
Tu
vaes
comprehender-me,
se
te
apraz
responder
a
esta
questão:
Dize-me,
Roger,
já
indagaste o que
valem
estas
maximas
banaes
que
regem
o mundo,
e
o
que ao
justo
poderá
ser
a
natureza
das
conveniências
?
—
Que
singular
questão!
As
conve
niências
são aquillo
que parece conve
niente
a
todo
o
mundo
e
em
particular
ás
pessoas
segundo
estas.
Diantres
!
que
não
ha
outra
definição!—
respondeu o
conde
com
toda
a
confiança
galhofeira
que
lhe
dava
o
ter
de definir
uma
coisa
tão
simples.
—
Peço-te
perdão;
mas
a
tua resposta
só
me
satisfez
ametade.
—
Que
mais queres,
pois?
—
A
tua
definição
é
quasi
exacta
em-
quanlo
cada
um
se
accommoda
ao
meio
em
que
vive;
porém
mudae
deste,
e
aquillo
que
até então
vos
parecia conve
niente,
parecer
vos
ha
inconveniente
no
segundo.
—
Não vivemos nós
pois
no
mesmo
meio,
salvo
talvez
differenças
de
fortu
na?
—
perguntou
o
conde.
—
Não
é
tanto
a
fortuna
como
as
ideias
que
mudam
o
ponto
de
vista.
—
De
que
ideias
queres
tu
fallar?
—
Das
ideias
moraes
que
podem, sem
que
se
suspeite,
ser
intimamente
oppostas
entre as
pessoas
d
’
um
mesmo
mundo
ex
terior,
respondeu
Maurício
com
ar
me
ditabundo.
—
Não
reconhecemos
nós todos,
as
mesmas
ideias moraes,
e na
sociedade
séria
existe
uma
só
contes'
ao
nisto?
—Isso é
muito
contestável
e mais
ainda
-contestado
do
que
talvez
tu
creias.
—
Quererás
porventura
dar
mais im
portância,
do
que
a
que
merecem,
a
sin
gulares
e
ridículas
aberrações
d’
alguns
misantropos
?
—
Mais
d’
uma
vez
essas
aberrações
que
podem
taxar
de
ridículas,
leem
posto
a
sociedade
em
grave
perigo.
E
o tempo
occorreme
não
está
garantido
contra
si-
milhantes riscos,
observou
Maurício
com
profunda
seriedade.
—
Onde
diabo
vaes
lu
descortinar
re
ceios
tão
alarmantes?
exclamou
o
conde
com
ar d’
espanto.
—
Nos
sentimentos
exaclos
de
realida
des
incontestáveis
de
que
não
queremos
ver os
indícios,
nem
comprelunder
a
ameaça.
—Por
esse
caminho,
meu
caro
cama
rada,
quererás
tu
representar
aqui
o
pa
pel
d’
um propheta
de desgraças?
disse
rindo
o
snr.
de
Tréazek.
—
Infelizmenle
sou
mais
profeta
do
que
o
quizera
ser,
respondeu
Maurício
com
um
sorriso
triste.
—
Ainda
uma
vez,
d
’onde te
podem
vir
tão
negras
ideias?
—
Estas
ideias,
muito
negras
effecti-
vamente,
veem-me
d
’uma
dolorosa
expe
riencia
e
de
sérios
estudos
sobre
a
nossa
situação social.
—
Vamos,
tu
és
preza
d'um
accesso
de
pessimismo, a
mais
triste
das
doenças
que
conheço!...
Perdoa-me,
amigo,
mas
eu reagi,
mesmo
a
meu pesar, con
ra
coisas
lugubres:
questão
de
temperamento.
Tu
desculpas-me,
não é
assim?
—
disse
rindo
o
conde.
(Cenli.iúaJ
se,
por
sopposto,
n’um
arco
triunfal;
a
snr.
’
D.
Guimarães
ter-se-hia
conservado
no
seu
posto.
E
não
teria
a
mesma
snr.a
de...
ir
abaixo
de
Braga
de
pas
sagem
ruidosa
para
o
Porto.
E’
claro.
Pois
digam
os
vimaranenscs:
«Nós
cá
vamos com
bagagens
e
tudo
para
o
Porto,
que
é
varão;
e
Vianna, que
é femea,
que se
divirta
com Braga,
a
sua
querida
avosinha».
Milhares
de
vezes obrigados.
Konba.
—
Em
a
noite
de
sabbado
foi
arrombada
a
porta
do
kiosque
da
Praça
da
Alegria,
do qual os
ratoneiros furta
ram
o
que
lhes
pareceu.
A
policia
não
viu
nem
sequer
um
rato
na
lua.
A siiude de
Pí<» !X
—
Carlas
de
Roma,
com data de
20.
dizem
que os
governos
catholicos
mandam
saber
diaria
mente
da
saude
do Papa.
O
príncipe
de
Galles,
herdeiro
do throno
de
Inglaterra,
lambem
nestes
dias
pediu
a
seu
primo,
o
cardeal
Howard,
que
o
informasse
do
estado
de
Pio
IX.
Importante.—
Um
facto
scientifico
importante
acaba
de
ser
communicado
á
Academia
das
Sciencias,
de Paris.
L
T
m
telegramma
de
Genebra,
dirigido
a
M.
Raul
Pictet conseguiu
liquifazer
o
oxygenio
sob
a
pressão
de
320
alhmosfe-
ras
e
por
um
frio
de
140
graus
Por
uma
coincidência
feliz,
M.
Cail-
letel
anutinciava
ao
mesmo
tempo
que
conseguira,
de
seu
lado,
liquifazer
o
oxy
genio
e
o
oxido
de
carbone.
Os
dois
sá
bios
physicos
acabam
de
realisar
um re
sultado
notável,
pois d
’oravarite
só
res
tam
dois
gazes
refractarios
á
liquidação:
o
hydrogenio
e
o
azote.
Estas
duas
bellas experiencias
marcam
uma
nova
era
nos
progressos
da
physica.
Deseehrrta nretieotogica.
—
D’
uma
carta de
Visella,
que
um nosso
amigo
nos
confiou,
transcrevemos
o seguinte:
Nas
escavações a
que
se
anda
a
pro
ceder
aqui
para
a
factura d’
um
cano
de
esgoto,
appareceram
dois
banhos
de
tempo
remotíssimo,
um dos
quaes
é
de
fórma
oval, d
’
onde
se
extrahiram
vários tijolos
de
palmo
e
meio
de
comprimento
e
mais
de
meio
palmo
de
grossura,
pedaços
dos
mesmos
de
diíferentes
tamanhos,
e
mui
tos
fragmentos encrustados
de
pedrinhas
brancas
e
pretas como
teem
apparecido
uo
’
utros.
Pouco
adiante
do logar
onde
se
des-
cubriu
este
banho,
appareceu
um
pedaço
de mosaico branco,
no
qual
se
vèem
tres
lettras, duas
das
quaes
são A.
O.
e
a
outra
parece
ter
a
fórma
d
’
um
P.
Con
tinuada a escavação appareceram
mais
umas
molduras
em
quadro
em pe
dras
de
côr
branca,
amarella
e preta,
de
bonita
vista
e bellamenle trabalhadas.
As
escavaçõ
s
continuam.
Ve foz
em
fóra.—
Diz-se
que
o
go
verno
tenciona
ptopôr
ás
cortes o augmen-
lo
dos
tributos.
E’
iniqua, é
atroz,
é
inqualificável!
Será mais
um
acto
digno
dos
vam
piros,
que
a
má
sorte
d’
esta
nação
in
feliz
trouxe
ás
terras
de
Portugal
em
1832;
digno das sanguesugas, que
alii
estão
a
beber
o suor
do
povo,
digno
de
um
ministério
presidido
pelo
snr.
d
’
Avila
e
de
Bolama.
E
subjeitar-se-ha
o
povo
a
mais
o
pro-
jectado
vexame,
em
que
se
diz
pensa
o
governo?
Oh!
Não
podemos
acreditar
que
a
sub
serviência
ou
a
cobardia
nacional
desça
tanto!
—(
Nação).
Guerra
«lo
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas relativos
á
guerra
do Oriente,
são
os que
seguem:
Pariz
27.
—Um
corpo
de
exercito
rus
so
e servio
marcha
sobre
Sofia. Os
mon-
tenegrinos
foram
derrotados
pelos
turcos
nos
arredores
de
Duleigno.
Constantinopla
27.
—
Mahmoud-Pachá-
Damat regressou
hontem.
Já
estão
corta-
tadas as
communicações
ao
noroéste de
Erzeroum.
Reouf-Pachá
foi
nomeado
mi
nistro
da
guerra
e Said-Pachá
ministro
da
marinha.
Berlim
27.
—Noticias
da
Rússia
fazem
presenlir
que
os
Estados
raarginaes
do
Mediterrâneo
estão
em
disposição
de
pedir
a
abertura
dos
Dardanellos.
A
Rússia
en-
municação telephónica entre
a
Chancella-
ria
de
Berlim
o
a
sua residência
na
Po-
nerania,
communicando
e
conversando
as
sim
vocalmenle,
com
a
maior
facilidade,
á
distancia
de
umas
230 milhas.
Em
menor
escala,
se
diz
que
a
in
venção
está
sendo usada
já
em
varias
ci
dades
dos
Estados-Unidos.
e
pelos pas-
mosos
passos
que
a
cousa
já
faz em
Was
hington
e Nova-York,
parece
provável,
que
em
breve tempo
os
arames
íèlegraphicos
(ou
telephónicos)
distribuídos pelas
casas
particulares,
serão
tão
communs como
os
tubos
do
gaz, e
os
canos
de agoa».
Eis
ahi,
pois,
mais
uma
das muitas
maravilhas que
a
Providencia
Divina (cá
para nós
Christãos),
e o
«acaso»
para
os
philozóphos
(com
z)
de
que
hoje abunda
tanto
o
mundo,
destinou
este
século
a
testemunhar;
e
que
todos
—
menos
o va
por
—
tenho
visto
brotar
e
crescer, no
qua-
si
meio-seculo
que
estou
n
’
este
paiz.
Isto
em
objectos
e
sciencias,
como
no
princi
pio
d
’esta carta
notei,
que
o Creador
quiz
deixar
para
exercício de
nossa
actividade
physica
e
mental
ao
mesmo
tempo;
em
cuja
província
ou
repartição
se
tem,
na
verdade, feito
em
nosso
tempo passos
lar
guíssimos.
E’
porém
sandice a
pretenção
alvar
dos
toleirões
que
arrolam
Liberalismo
parvo,
e
palavrório
chocho,
de
«progresso»,
de
que só
têm
uma ideia
vaga
e
confusa;
nem
elles
proprios
sabendo
o
que a
cou
sa
significa.
O
«progresso»
d’
elles
é
da
luz
para
as
trevas,
da
razão
para
o
absur
do, da
ordem
para
a
desordem
— é
re
trógrado,
é
de
caranguejo.
A.
R. SARAIVA.
[Continúal
GAZETILHA
TraitRfrreneia.—
Acaba
de ser
tran
sferido
para
secretario
geral
do districto
de
Faro,
o
ex.
“
10
snr.
Manoel
Justino
Marques
Murta,
e
para
o de
Braga
o
ex.
niu
snr.
Custodio
Freire,
que
exercia
idêntico
logar
em Faro.
Este
ultimo
ca
valheiro
deve
começar
a
funccionar
áma-
nhã
no
seu
novo
cargo.
ítnatos,
—
Lá,
na
antiga
cidade
de
Guimarães,
está
aninhado
o
genio
patusco
dos
boatos
mais
extravagantes.
Vejamos:
Corre
que
alli
se
organisará
uma com
panhia
com
o
fim
de remover
a
serra
que
está prestes
a
desabar
sobre
aquella
velhinha, e
no
terreno
aplanado
formar
um
campo
para
exercícios
militares
per
manentes,
uma
coisa
assim
a
modo
de
Tancos
júnior:
o
rio
Visella
será encana
do
para
regar
os
verdes
prados,
e
fornecer
agoa á
ôavallaria,
á
infanteria,
á mosque-
teria,
e
ainda
outra
ia.
D
’
onde
vantagens
sem
conto:
Ao
nascer
do sol,
correrão logo
os
primeiros raios
do
sobredito
a
pimponar
nos
muros
venerandos do
vetusto
berço
da
monarchia;
Ficando
o
leito
do
Visella
a
pedir
uma
sêde
d
’
agoa,
como
dizem
vulgarmente,
as
thermas
poderão
vir
facilmente
á superfí
cie,
e
sem
perdimento
d
’
uma só
parcella
da
virtude
respectiva;
E
os
valles
circumjacentes de
Guima
rães
ostentarão
dobrada
lindeza;
E
outra,
e
outra,
e
muitas
vantagens.
Outro
boato:
Corre
por lá,
pela
velhinha,
que
lam
bem
se
deve
representar
aos
poderes
pú
blicos para que
o
concelho
de
Guimarães
seja
annexado
ao
do
Porto,
—
excepto
as
freguezias
que
ficam ao
norte
do
Ave,
porque
o
diantres
da
remoção
da
serra
de
Santa
Catharina,
é... mesmo
um
dian-
Ires.
Reforça-se
aquella
pretenção
dizendo
que
se
deve
extinguir
o
distficto
de
Vian-
na, annexando-o ao
de
Braga;
porque
tal
et coetera,
sim senhores.
E
fia
ainda
uma,
entre
várias, razão
muito
attendivel:—sendo
ha
poucos
mezes
transferida
Guimarães.—da
casa
da
sardi
nha,
onde
durante
séculos
desafiou o mar
e
a
terra,
para
o
edifício
da
camara—
ficou,
ipso
fado,
com
foros
e
regalias
iguaes
ás do Porto.
Além
d
’
isso,
como
o
Porto
é
macho...
Extravagancias
do
sexo
fêmeal.
commendou
mais
1:200
canhões
Krupp.
Foi
arrastada
pela
cheia do
Danúbio
a
ponte
de
Nikopolis.
As
pontes
de
Sistowa
estão
ameaçadas.
Belgrado
27.—
Os
servios
operaram
a
sua
juncção
com os romanios
nas
proxi
midades
de
Vidin.
Bucharest
27.
—
Osman-Pachá
partiu
para
a
Rússia.
Londres
29.—Confirma
se
oflicialmente
Se
Braga,
a
matronaça, se
deixára
conservar
no
campo
das Carvalheiras,—
onde
as
columnas
miliarias
que
lhe
faziam
côrte
atestam
a
sua
(d
’
ella)
pobre
anti
guidade
de
300
annos
antes
da vinda
de
Christo,
e
o
caracter
d
’uma
das
tres
capilaes
das chancellarias romanas
então
existentes
na
Península
—
;
se
Braga,
re
petimos,
se
conservasse
no
campo
das
Carvalheiras,
em
vez
de ir escarranchar-
que
o
governo
inglez
acceilou
o
pedido
do
sultão
para
a
mediação
entre
a
Rús
sia
e
a
Turquia.
O
«Morning-Post», diz
que
o procedimento
do governo
não
tem
obstáculos,
pela
ordem
expressa
de
não
arriscar
phrase
alguma
para
o
regulamen
to
da
guerra.
Trala-se
unicamente de ex
perimentar
a vontade
da
Rússia
ácerca
de
negociações
para
a
paz.
Os
termos
de
paz
serão
discutidos mais
tarde.
O
mes
mo jornal
publica
um
despanho
de
Bu-
charest,
annunciando
que
os
reforços
rus
sos,
pedidos
d
’alli
passam
de
250:000
homens.
Está-se
ignalmente
formando
um
exercito
no
Báltico de
90:000
homens. A
Rússia
comprou
em
Berlim
250:000
es
pingardas
e
60
barcos-porpedes.
A’s pessoas earitativns.—
Na
rua
Direita, da
freguezia
de
S Pedro
de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
filha
de
paes
extremamente
pobres,
que continuamente
solfre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
’
n
alntaa eariílouau.—
Recommen-
damos ás
almas
caridosas
uma infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
13,
(sotão). Tendo
80
annos
d
’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a qualquer
trabalho,
lucta
com
a
miséria extrema.
SECÇÃO
D£ C0MMU1ÍICAD0S
Vieira, 8Me dezembro
de <999.
Snr.
redaclor.
Ainda
as
eleiçõts não vieram
á
luz,
já
o
diabo
anda meltido
n
’
elias,
causando
ancia
a todos
os
eleitores
d’
esta
comar
ca,
porque
o
uosso
deputado
é
o
dr.
Gui
lherme,
e
pede
a
favor
do
candidato
go
vernamental
o
dr.
Adelino,
que
sendo
na
tural
d
’esta
terra, na
mesma
tem
nume
rosos
amigos.
Eu
fallo
a parte
da
verdade,
ando
de
lodo
damnado,
e
se
não
fôra
a
nossa
Thereza,
eu
já
tinha
feito
algums
distúr
bios,
porque
as
malditas
eleições
vem
transtornar
os
meus
planos,
e
a
fortuna
da
nossa casa.
Sim, lenho
eu
uma
filha
por
nome
D.
Margarida,
a quem
fiz
baroneza, para
el-
la
conseguir
um
marido
titular, e eu
li
nha
umas
ideias
propicias
de
a offerecer
a
um
académico;
pois
ambos
os
meus
col-
legas
tem
filhos
em
Coimbra
a
estudar,
e
eu
quero
legar
os meus
livros,
a
quem
os saiba
manobrar.
Sou
amigo
dos meus
collegas, e
cotn
ambos
queria
conservar
relações
de
ami-
sade, e
porisso <>ão
ando
em mim,
já
prégo
as
tardes
de
noite,
e de
dia
com
tal furia,
que
as
nossas mulheres
já
me
não
podem
aturar,
quisiladas
dão
ao
dia-
ao
os
deputados,
e
o inventor
das
elei
ções.
No
genero
feminino
ha
quem
tem
boas
embranças;
mas
como,
a
nossa
Thereza
nenhuma
entre
todas
as
mulheres; pois
ia poucos dias
reconhecendo-me de
todo
damnado,
e
temendo
alguma dentada,
mel-
teu-me
na
cabeça,
que
devia
ser
eu
o
de
putado,
e que sem
perda
de tempo
con
vidasse
os
meus
collegas
a
abdicarem
em
mim o
direito,
que
cada
um
d
’
elles
ulga
ter as
cadeiras
de
S.
Bento.
Eu entendo bem
as
nossas
mulheres!!!
Como estamos
no
tempo
de
matar
os
jorcos,
querem
impôr
para
Lisboa
o
seu
marido,
e
pae
Doutor
Domingos
Damnado
de
Travassos
e
Dias
.
SiUDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
DD
BARRY
de
Londres.
30
RzsiiKH
íS’
iiivfte-íí»ve! sueesago
4
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gastrica,
gastralgias,
flegmas,
arro
tos, ventos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pi-
tuitas,
nauseas, vomitos,
irritação
intesti
nal,
bexigas,
diarréa,
desenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
opressão,
congestões, mal
dos
nervos, diabethes, de-
ailidades,
todas
as
desordens
no
peito,
na
'
garganta,
do
alito,
dos
bronchios, da
be
xiga,
do
figado, dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue.
85:000
curas,
entre
as
quaes
contam-se a
do du-
■que
de
Pluskow
e
da
exm.
a
snr.a
mar-
queza de
Brehan, da
snr.*
duquoza
de
Cas-
tlestoard,
do
Lord
Stuard
de
Decies,
par
dlnglaterra, do doutor
e
professor Wor-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
48:614.
—
\
snr.a
marqueza
de
Brehan,
de sete
annos
de
doença
do
figado, d
’
estomago,
emmagrecimento,
pal
pitações
nervosas
em
todo
o
corpo,
agita
ção nervosa
e tristeza mortal.
Cura
n.°
62:986. —
M'
e
Martin,
de
snp-
pressão
da
menstruação
e
dança
de
São
Guido,
declarada
incurável,
perfeitamente
curada
pela
Kevaleseière.
Cura
n.°
65:112.—E.
Payard,
de
gas-
tralgia
e
vomitos.
Não
podia
suster-se
de
pé,
nem
dormir,
tendo
sempre
a
cavida
de
do
estomago
intumecida.
Cura
n.°
62:845.
—
M.
Boillet,
cura,
de
36
annos
de
asthma
com
suffocações du
rante a
noite.
Cura
n.°
70:421.
—
M
A.
Spadaro,
de
uma
constipação
obstinada
de
note
annos.
Era
terrível,
e
distioctos
médicos
tinham
declarado
que
não
havia
meio
de
cu-
ral-a
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenta
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha
de
lata,
da i
ji
kilo,
500
; de
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
l$400
res;
de
2
‘
/t
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$400;
e
de
12
kilos, 12$000
rs.
Os
biscoitos da
fíevalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
veadem-se
em
caixas
a
800
e
1^400
reis,
O
melhor
chocolate para
a
saúde
é
a
eboewlatasSa;
ella
res-
titue
o
appettile,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
.dez
vezes
mais
que
a carne,
e
q.ue
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em paus,
era
caixas
de
folha de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1$400
;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
»F
BABRY «<•€.’ MJHTE9. —
Place
Vendòme, 26,
Paris. 77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde, 1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito Central ;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
S^isboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea, 12—
For-
4®,
J.
de
Sousa
Ferreira & Irmão, rua
da
Banharia,
77.
OEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=Aveíro,
F.
E.
da Luz
e Costa,
phartn.
—
Barcello*,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
phaun.
Largo
da
Ponte.
—
•Jrsga,
Domingos J,
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Viann» «lo
i*ss-
telio,
Aflonso
drog.,
rua
da
Picota;
J,
A.
de
Barros, drog., Rua
grande. 140.
—Guimarães
A J.
Pereira
Martins,
pharm.—
Antonio d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29 e
33.
—
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro, 105
a 108;
Antonio
J.
Saldado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to Antonio, 225
a
227.
—
Ponte
do ri
mo, A. J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Pores do Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira, pharma.—
Volença do
Slinho,
Fiancisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Vàll®
d®
Conde,
A.
L.
Maia Torres,
pharm.
Compra-se um prédio
de casas
no
cen
tro
da
cidade
que
esteja
bem
construído
e
que
seja aceado,
não
se
faz
questão de
preço,
contanto
que
não
exceda
a
réis
15:000^000.
Quem o
tiver
nestas condições
póde
fallar
no escriptorio
deste
jornal.
(675)
Jeronymo
José
Pereira
Pinheiro &
Fi
lhos,
participam
que admittiram
para
so-
cio
da
sua
casa
commercial desde
o
dia
1,°de
outubro
de
1877,
seu
irmão
Ma-
•noel
Cândido Pereira
Pinheiro,
e
que a
firma
social
passa
a
ser d
’
aqui em diante
(676)
Pinheiros &
Irmão.
AVISO
Períende-se
faliar,
para
sua utilidade,
com
Francisco
da
Cunha
Abreu,
filho
na-
tuial
de
Joaquina
Rosa,
da
cidade
de
Guimarães,
aonde
nasceu,
mas
residiu
em
Braga desde
creança,
e
d
’aqui
foi
pa
ra
o Porto
para
um
armazém
de
solla
ha
cerca
de
10
annos
Pode
dirigir-se
a
Luiza
Maria
Gomes,
largo
de
S.
Sebas
tião,
Braga.
(677)
Banco Commercial de Braga
Por
ordem
do
exm
0 presidente
da
as
sembleia
geral
convidam-se
os
surs.
ac-
cionistas
d'este
banco a
reunirem-se
em
assembleia
geral
no
dia
10
do
corrente,
pelas
10
horas
da
manhã
na
casa
do
mesmo
banco
para
os
(ins
designados
no
artigo
25
dos
estatutos.
A
lista dos
snrs.
accionistas
acham-
se
á
disposição
dos
mesmos
snrs.
na
the-
souraria
do
Tranco,
e
na
sua
caixa
Filial
no
Porto.
Braga
2
de
janeiro
de 1878.
O
secretario,
Gonçalo
Antão
de
Micedo
Sá
e
Abreu.
REPRESENTAÇÃO
DA
GAMARA
MUNICIPAL
A
assignatura
dos
cidadãos que
adherem
á representação
que
a
ca-
mara
municipal
dirije
a
S. Magesta-
de,
para sobreestar na
pertenção
da
Companhia
do
caminho
de
ferro
do
Porto
á
Povoa do Varzim
e
Villa
No
va
de
Famalicão,
de
seguir
com
a
mesma estrada
até
Chaves,
acha-se
nas
casas
dos
snrs. Manoel
Bento
de
Carvalho,
ao
cruzeiro
da
Senhora
Branca
—Mathias
Dias
da
Fonseca,
largo
do
Barão de
S.
Martinho,
e
Manoel
Ignacio
da
Silva
Braga,
ao
arco
da
Porta
Nova.
Cfrmtde
deposito de bo3ac*laa
e
biseoutos
itu
Fabrien Nacional a
vapor,
em
Kiisboa
DE
Eduardo Conceição
Silva
&
Irmão
Deposito no
Porto,
rua
dos
Inglezes,
38—
42
N
’
esle
grande
deposito
se
vendem
as
bem
conhecidas qualidades
de
bolacha
e
biscoutos,
qualidades
estas
que
rivalisam
com
as
inglezas, e
teem
a
vantagem
de
serem
sempre frescas e
muito
mais
bara
tas,
tanto
em
caixas
como
avulso;
porisso
chamamos
a
allençào
dos
snrs.
consum-
midores.
N
’esle
mesmo
deposito
se
vendem
fa
rinhas
das
principaes
fabricas
de
Lisboa:
de
Bento
Antonio,
João
de
Brito
Caramujo,
Manoel
José
Gomes,
&
Filhos,
e
da
NACIONAL,
EM
SANTO
AMARO.
(664)
GOLLEGIO
DE
S.
LUIZ
EM
■RASA
As
simpathias
que
este Instituto
re
ligioso
e
scientifico
ha merecido
a
mui
tas
famílias
do
nosso
paiz
leem
sido
su
periores
á espectativa
que
seu director
abrigava
ao
lançar
hombros
a tão
bené
fica,
quanto espinhosa
empreza.
A
prova
está
em que,
sendo
decorri
do
pouco
mais d
’
um
anno
da
sua funda
ção,
a
casa
em
que actualmente
se
en
contra, não
póde
comportar
os
trinta
e
tantos
alumnos internos que
já
possue
com
aquella
harmonia
e regularilade
que
deve
existir
debaixo
de
todos
os pontos de
vista.
Mas tendo
presistido
á
fundação d’es-
te
estabelecimento
o ardente desejo
de
promover,
nos
tempos actuaes,
os
sagra
dos
e
ponderosos
interesses
da
Egreja
e
da
sociedade,
e
desejando portanto
o
seu
director
corresponder
á
benevolencia e
con
fiança
que
tem
recebido
dos
chefes
de
família,
julgou
dever
proporcionar
aos
jo
vens
educandos
uma
casa
que
reunisse
todas
as
condições
e
elementos
necessá
rios
debaixo
do ponto
de
vista
material,
disciplinar,
religioso,
e
litterario.
E na
verdade,
depois
de
dados
não
poucos
passos e
vencidas
algumas
difli-
culdades
nada
deixa
a desejar
por qual
quer
lado
que
se
considere.
Ao
passo
que
é
situado na
cidade,
é
como
se
o
fora
em
plena
aldeia
da
luxuriante
e
saudavel
pro
víncia
do
Minho.
Além
de
grandes
e
apra-
siveis
recreios
no
campo
e
interiormente
para
dias chuvosos,
possue
vastos
salões
para dormilorios, aulas,
e
quartos de
pre
feitos
e
professores,
de
fórma
a
poder
comportar
para
cima de
100
alumnos.
Por
dentro e
por
fóra
é
construída,
com
mais
que
aceio,
com
luxo,
pois
é,
quando
não
mais,
um
dos
melhores
palacios
da
Roma
Porlugueza.
N
’este Collegio
se
ensinam,
(como
con
sta
do
seu
programma,
que
será
enviado
a
quem
o
requisitar),
pelo
que
respeita
á
parte
lilteraria,
todo
o
curso
dos
prepa
ratórios;
e
pelo
que
diz
respeito
á
parte
religiosa,
além
do
máximo
escrupulo
na
escolha
dos
compêndios
adoplados e nas
pessoas
que
fazem parte
do
professorado
e
corpo
disciplinar,
ha
lambem
uma
aula
de
curso
elementar
de
Religião
(catechese)
nos dias
feriados;
e
em
breve
haverá
uma
outra
aula de
curso
superior
de
Religião,
na
qual
serão
matriculados
todos
os
alum
nos de
inslrucção
secundaria:
isto,
além
do
Director
Espiritual,
que
assistirá
aos
alumnos
com
paternal
solicitude.
A
mudança
da
casa
estará
effectuada
nos
princípios
do
proximo
mez
de
janei
ro,
precisamente
no
fim
das ferias
do
Na
tal.
(667)
MESSAGEIBO
Almanak
para
1878
Por
José
d'Oliveira
Cardoso.
A
’
venda
nas
principaes
livrarias
e
em
casa
de
João
Ignacio
Bernardino,
em
Fol-
gosa
do
Douro.
Preço
50
rs.
e
a
40
rs.
de
10 exem
plares
para cima.
(674)
mm
mwio
o
No
Deposito
de
Vinbos do Dou
ro
—
rua
de S.
Marcos
n.°
15
—ha as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete,
—
Meza
n.°
1.
Estes
vinhos
teem,
augmento
de
10
reis
e
garrafa.
Sem
augmento
de
preço
:
—
F.
n.°
1
;
F.
n.«
2
;
F. n.»
3;
F.
n.° 5. =
V.
n.»
1
;
V.
n.°
2
;
V.
n.° 3
; V.
n.°
4
—
Bastardo
de
1863
=
Vinho
branco
n.°
1;
=
Vinho
branco
n.°
2. Vinho
branco
de
1863.
=
Moscatel
n.°
1
;
Moscatel
n.°
2;
Moscatel
secco
=
Malvasia
adamada
n.°
2=
Malvasia
secca.
=
Geropiga
loira
; Ge-
ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840
=
Alvaralhão
de
1810
—
Roncão
de
1820
=
Lacrima-chrisli.
Vinhos
de
diflerentes
procedên
cias :
Collares
;
Madeira,
de diversos
pre
ços
e
muito
baratos
;
Xerez
;
Moscatel
de
Setúbal
;
vinho
de Valdepena ;
Bordéus ;
Champagne.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA:
Doce
de
toda
a
qnalidade
de
fructa,
tanto
em
sêcco
como
em
calda
;
licores
1
‘
rancezes
;
massas
para
sopa
; farinha
de
diversos
legumes
; conservas ; mostarda ;
peixe
d’
escabeche
;
sardinhas
de
Nantes
;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito
bonitas para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e
preto
;
bolacha
inglez.a de
diversas
qualidades
;
biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
;
quei-
o
londrino,
papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas
próprias
para
o
Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Ha um
excellente
restaurante,
e
se
apromptam
consoadas
de
qualquer
comi
da,
tanto
em carne,
como
em
doce.
= Tem
sempre
fiambre, e
aos
domiugis
fazem-se
alli
pastelinhos
de
massa
á franceza, tanto
de
carne
como
de
diversos
doces
=
Mor-
cellas
de
lombo
de
porco
e
de
doce:
aprom-
tando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
-
RUA
DE
S. MARCOS
—
15
(643)
FILIÃL
Dá CAIXA
ECONÓMICA PENHORISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
................ SOOtOOO^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com entrada
pela
rua
do Campo)
■
DESTTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGl-
CA
DO
PORTO
Rua
de S. Marços
n.°
49.
BRAGA.
Faz
tudo quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
conlinúa
operando
grátis,
pobres e
soldados.
(580)
Quem
pertender
comprar
duas
fíuB
moradas
de
casas, alludiaes,
com
os
n.
os
21
22,
e
22
A,
no
largo
de
S.
Miguel
O-Anjo,
pode
tratar
com
o
procurador José
Joaquim
da
Costa
Ribeiro,
no
largo
da
Senhora
Branca,
d
’esta
ci
dade.
(650)
J.
II.
PI1MII
ClRlJReiÃO DENTISTA
DA
Escola
Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
PROFESSOR
DE GOMMERGIO
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobfe todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito
a
pra-
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e nos dias santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O gerente
—
A.
G.
Ferreirindi.
MUITA ATTENÇÂO
Rua dos Capellistas, flS
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos
abaixo exarados
pelo menos
preço
possível, a
saber;
chitas
largas
bem
sortidas,
finas
em côr, e
bom
panno.
a
80, 90,
100
e
110
o
covado; ha
linda
len-
çaria
de seda
e
selim,
tanto
para
senho
ra,
como
outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para
homem
e
se
nhora;
castiçaes
de
metal,
e vidro;
jarras
de
procelana;
aguas
de
colonia;
collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos
criís;
lenços
de
cambraeta
de linho
para
bolso; jarras
pra
teadas,
em
differentes
tamanhos;
adere
ços
e
brincos; sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgorão.
largas,
para homem,
modernas;,
ençaria
de
côres
em
algoção,
cassa,
sarja,
melim,
e
d’
oulras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos de
bertanha
de
linho;
colchas brancas,
para cama;
pós d
’arroz
em
caixinhas
de vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de
tudo
e barato.
(606)
DA CASA
DE WÍCK.A B’OTC4
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
Acaba
de
chegar
a
esta
cidade
um
professor
com
muitos
annos
de
pratica
de
ensino
do
curso
completo,
etc.
Também
lecciona
só
qualquer
das dis
ciplinas,
como:
escripturação
mercantil
ge
ral
ou
especial,
contabilidade
commercial,
systema
monetário
e
cambial, metrologia
universal;
geographia, historia
e
direito
commercial;
algebra,
economia
política,
dezenho, callygraphia,
linguas,
etc.
Está
aberta
a
matricula
até
ao
1.°
de
dezembro,
dia
em
que
se
inaugurará o
curso.
Preço
em
classe
—
2^500
(Curso diurno
Parlicularmente
—
4$500|
e
nodurno.
Rua do
Conselheiro
Januario, 31.
(622)
Deposito <le
biscoitos de Valongo
1
—
LARGO DA
LAPA
—1
Estes
biscoitos
são
muito
recommenda-
veis tanto
pela
qualidade
das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas, como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços porque são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
kilogramma 280
Tosta
doce
280
Biscoito macarrão
>
280
Bolacha
doce
D
280
Biscoito Brazileiro
>
300
Dito
imperial
>
330
Bolachinha
de
araruta
>
340
Tosta
azeda
>
190
(581)
N
’
este
armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho tinto de
meza.
(sem
garrafa)
159
>
»
»
»
.
190
s Lagrima
....................................
200
»
Branco
de
meza
........................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca.
....
300
» Malvasia
de
2/
........................
360
»
»
velho
...............................
400
»
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão
...................................
700
t
Alvaralhão
...................................
560
>
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
para
meza
50
e 8( >,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza e
boa
qualidade
de todos estes
vinhos, po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(
t
?41)
IOTEKU SE
LISBOA
•LIVRARIA BORDALO
WURESSÇ»
flUBQOES
DLadMSEIDA.
Com
estabelecimento espeeial <le
loterias, affinnçnd» no governo
civil
cio
í
’
orto.
RUA
DAS FLORES,
112a
114,
PORTO.
N
’
este
feliz
e
muito
conhecido
estabelecimento,
continua
a
encontrar-se
sempre
á
venda,
os
bilhetes
e
mais
fracçóes,
os
quaes
se
vendem
pelos
preços
mais
mó
dicos
possivel.
Satisfazem-se
promptamente
para
as
províncias,
quaesquer
encommendas
que
se
jam
feitas,
vindo
acompanhadas
da
sua
respectiva
importância,
em
vales
do
correio,
ou estampilhas
do
mesmo,
ou
ainda,
em
quaesquer
bilhetes que
n
’
outras extracçôes
hajam
sido
premiados,
mesmo
que não tenham sido comprados
n
’
este estabelecimen
to;
e
depois
de
cada
uma
extracção,
remelte-se
(gratuitamenle)
a
lista
geral
dos
prémios
a
todos os
freguezes.
Igualmente
se
satisfazem
encommendas
para
o Brazil,
em
pequena
ou
grande
quan
tidade.
Em quaesquer
terras
do reino,
onde
este
estabelecimento
não
tenha
correspon
dentes
priviligiados,
se
aceitam
correspondentes
mediante
as condições
usuaes.
Este estabelecimento,
que
bem pode
dizer-se
um
dos
mais
felizes
do
Porto,
tem
sempre
vendido
grande
numero
de
prémios,
pelo
que
se
torna
recommendavel.
Lista dos
premioM maiores vendidos n’este estabelecimento desde
o
principio do
corrente
anno, até fim de setembro ultimot
Na
22.
a extraeção,
em
1
de fevereiro
n.°
4018
com
100$000
>
23.»
>
9
»
s
1866
>
10:
$000
» 28.
a
»
>
27
de março
>
1207
>
100$000
>
»
»
p
>
»
»
1860
>
100$000
> 30.
a
>
ò
14
de
abri!
»
1228
100$000
31.
a
D
24
»
»
2253
»
100$000
>
»
»
>
s
»
2258
100$000
B 32.
a
2
de
maio
»
2012
D
5:000$000
>
>
>
a
j
»
1179
400$000
> 33.
a
>
11
»
»
2289
>
1
.000$000
>
>
»
>
»
»
>
172
>
100$000
>
34
»
>
19
»
»
1932
100$000
>
35.
’
>
>
29
>
»
4014
>
5:000$000
>
36.
a
>
5
de
junho
»
1871
100$000
»
38
a
>
»
23
>
»
177
a
ioo$ooo
D
2.
a
>
12
de
julho
> 2032
>
6:000$000
9
3.
a
>
>
21
»
»
2004
100$0u0
>
4.
a
1
de
agosto
>
2299
200$000
J>
»
A
»
>
»
»
1347
D
100$000
6.
a
>
21
»
»
1248
0
10!)$0u0
'
»
7.a
»
»
30
»
a
1735
»
100$000
>
»
>
»
»
»
> 3761
»
100$000
>
10.a
D
>
29
de
setembro
>
2341
))
200$000
\
»
»
>
t
»
»
1076
100$000
(614)
17
- RUA
DE S.
VICENTE - 17
WM
A
MlSMdOSS
45O9Í KS. ftS
AJES
MACHINAS
LEGITIMAS
DA
COMIA
MU
SIM
Os
únicos
fabricantes
de
machinas para
coser, com casas
estabelecidas
em
Portugal
para
fornecer
directamente
ao
publico
e
as
quaes
obtiveram
maiores prémios
na
exposição
universal
de Philadelphia
I
I
GRANDES
FACILIDADES
DE
PAGAMENTOS
!
I
Para
adquirir
as
melhores
machinas
conhecidas
UM
ANNO
DE
PRAZO
Sem augmento algum nos preços, ou dez por cento de abatimento
por prompto pagamento
ENSINO
(JK1TIS EM CASi DO
comprador
PEÇAM
CATALOGOS
1LLUSTRADOS
Com
listas de preços e as condiçõos de vendas a prasos
Si
SIHIMIim
DA
COMPANHIA FABRIL SLNGER
17,
RUA
DE
S.
VICENTE,
17
BRAGA
ou
KA
SiJA
SlXOjííSAL
assx- iiUA
(586)
Vende
papeis
t
hu
•-
dos
para
guarnecer s.dtas,
$•
$
lindíssimos
goslos. t |t tn-
$
cipiar em 80 reis
i
peça.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas de
#3
casas,
tudo
de
boa
quali-
«
dade.e
preços
muito
resu-
B
mi
dos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua-
Travessa
da
Vieteria
«».° 4®,
l.°
andar, I.ibboa
N
’
esle
estabelecimento
In
um variado
sortimento
de
differentes
obras.
Roman
ces,
Historias,
Comedias,
Dramas,
Séenas
Cómicas
e
Almanachs
para
1878,
e
laz-se
abatimento
para
negocio,
e
remeltem-se
os
catálogos
grátis,
e
qualquer
das
obras
abaixo
mencionadas
são
remettidas
francas
de
porte
a.piem enviar o
seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL
l*AS
DAMAS,
tratado
de
fa-
z<
r
(lôres
ariitíeiaes ornado
de estampas
500
MANUAL
Do
COSINHEIRO,
modo
de
p
eparar
as
o
elhores
iguarias da cosi-
nha poruigueza e
franceza.
arte
de
co
peiro e pasteleiro
210,
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR,
livro de
sortes
di
vertidas
tanto
de mãos
como
de
cartas
e-
physica
recreativa,
ornado
de
80
estam
pas 500. MANUAL
DO
CONSERVEIRO
E
CONFEITEIRO,
modo
de
fazer
bollos
pas
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
DANSA,
arte de
aprender
a
dansar
sem
mestre
120, MANUAL DAS
SINAS,
ex
plicação
das
sinas
e
sonhos
120.
ã1
JOSE
’
DA SIL VA FUNDÃO
Com
loja de
fato feito
13
—
Largo
do Barão
de
S. Marlinho—13
e
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
goezes, tanto
d
esta
cidade como
das
proviociasque
tem
umbonito
e variado
sortimento
de
fato
fei
to, casimiras
para
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
l$500.
2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de
casimita
e
de alpa-
qnes
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas de 600 reis
para
cima,
ceroulas
de
400 reis
até
800,
de
panno
faoiiliar,
e
meotes,
bonets de gorgurão de
seda e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
800
;
manias
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
eucommendada,
e
prompti-
fica-se
a
ticar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(583)
orou
Os
Rebuçados
mytílieos,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante, são
o melhor
dos remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa 200
reis.—Meia
caixa
100
reis.
Unico deposito:
PHARMACIA CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227, no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA DOS
0R-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621)
Solicitador—
À. Lopes da
Gama
Eseriptorio
—
Taypas n.° i — Porto
(613)
COADJUTOR
Quem
quizer
ser
coadjutor
em
S.
La-
zaro,
falle
com
o parocho.
1IVHWA DElGEMíl
CIIABBRON
BFAGA
IHtima»
publicações
ÍOPRAS
COMPLETAS)
PADRE
R1VAUX
Historia
Ecclesiaslica, desde o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da
B.
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra,
3.
vol
..................................
3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de Beligiào, ou
verdade
e
bel-
leza
da
reOmn
c.hristão,
tradu
c-
ção
do
padre
Mesquita
Pinfe
tilei
1
vol.................................................
1$200
BALMES
O
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
eivilisação
europea, 4
vol.
2$i00
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote, 1
vol
br.
500
cart...................................................
$600
Ancora
de
Salvação, I
vol.
br.
5?)0
cart
......................................
$600
D.
MARIA
DO
PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas
nos
preceitos
do
Decálo
go,
1
vol...........................
$500
DR.
LUIZ MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de
Nosso
Se
nhor
J
cí
US
Chrislo.
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço
..................
200
rs.
—
——,__ IMWf
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PT
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lSÍC
D1SCURS
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de»
deputado francez catlaoiieo
O
CONDE
ALBERTO
DE
MUN
PrnsíitnrifMlo no enceirrwaaaeMto da
tassesíafoleía
geral «lo» saaesabros
da
obra <I«»H ciaeulos eatholicot»
de
operários
TRADUZIDO PELO
PAII
k
I:
SENX.% FREITAS
Dedicado ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
deveções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
E
ok
.
a
Bev.
m&
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Catholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense de
Manuel
Malheiro,
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura. .
.
.
160
reis
»
encadernado ....
240
»
Vende-se
n’
esta
redacção
por
60
rs.
FLUIDE
IATIF DE
JONES
Por
auas propriedade» bene/lcae, goza este
pro-
ducto de
alta e merecida
reputaçSo. Suaeiia e ama
cia
a
pelle,
allioia
ai irritaçõee causadas pelas mu-
dançae
de clima, pelos banhos do mar, Impressões
desagradareis
do
vento ou
do calor, etc, etc.
Uma
simples applicaçJo faz desapparecer as ra
chaduras das
mSos e dos
beiços. Preço 650 reis.
PARA
0S
CUIDADOS
00
TOUCADOR
É
muito
digno de ser recommandado ó
Sabão
latir,
que possue
todas as propriedades suavizan-
tes
do
Fluide,
e um aroma
delicadíssimo. Preço 500
r*.
23,
Boulevart
des
Capucines,
Paris,
De
Fronte
da
entrada
do Grand-ilotel.
Fabricante
de
Escovas
Inglesas
Perfumeria,
Loja
de
papel.
Objetos
de
Fantasia,
Estojos diversos,
Cutelaria,
Artigos
de
Luxo, Luvas,
etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr.
Barreto,
I.orêto
n.
28—30
(26
*)
BRAGA,
iYrOGaAPíHA
LU
o
IT
aí
A
-
'8'7.
Parte de Comércio do Minho (O)
