comerciominho_30081877_681.xml
- conteúdo
-
COMJIEHCIAI.,
S5E1LIGIOSA IS XO riíIIOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
5.° ANNO
Braga,
12
mezes
..............................
1&600
»
6
«
..........................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
....................
20
Repetição.................................... 10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E
SAGRADOS.
Províncias,
12
mezes
............
2<S000
»
6
»............ 1&050
»
‘
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
3&600
Folha
avulso
..................
10
N.°
681
nasceu
de
ter
falhado
o
tiro
de
Maure-
verl,
o qual foi
dado
apenas
dois
dias
antes
de
24
d
’agoslo,
e
d
’
uma
expressão
imprudente
do
rei
quando
se
quiz
extor
quir o
seu
consentimento
para
este
cri
me,
afeiando
lhe as
consequências d’elle
se
não
realisar.
O
que
em
contrario
se
disse,
no
tem
po,
proveio
da
amplilicação
de certos
es-
criptores, que
já
por odio,
como
nos
pro
testantes,
,
já
por hostilidade
de
partido,
como
nos
políticos
da
facção contraria
aòs
Guizas,
já
por
adulação
cuidando
popula-
risar
com isso
o
rei
e
a
rainha
mãe, co
mo
n’
alguns
catholicos;
mas
as
notas
di
plomáticas
e
outros
documentos, dignos
de fé, destroem complelamente essas
aflir-
mações
opposlas
á verdade.
3°
Também
a
historia
não
auctorisa
a
dizer-se,
como o
articulista
dá
por
averiguado, que se
lançou
mão da matan
ça para anmquillar
a
influencia
do
par
tido
huguenote
pelo
extermínio
de
todos
os
seus
membros.
Nem
as
considerações
que
motivaram
esta
resolução,
nem
os
incentivos
que
induziram
os
mais
dos
que
entraram
na
execução
d
’ella,
tiveram,
e
até
não
podiam
ter,
alcance
tão
grande.
Não
podem
o
medo,
a
aversão,
a
vingan
ça,
e
o
espirito
de
rapina elevar-se
a
concepções
superiores á
almosphera
onde
vivem:
são
paixões
muito
rasteiras.
Além
d
’
isso
era
conhecido
por
todos,
e
provi
nha
d
’
esse
conhecimento,
a
repulsão
do
povo
catholico
pela
rainha-mãe,
que
o
partido
huguenote
só
linha
a preponde
rância
que
a
mesma
rainha-mãe
lhe
dava
para
equilibrar
com
elle
a
influencia
do
duque
de
Guiza,
o
chefe
popular
dos
fran-
cezes.
Ora essa
preponderância,
não
é
in
fluencia,
e
podia
destruir-se
mui facil
mente, retirando-lh’
a
por
meios
indirectos,
se
faltavam
os
directos;
e
a
corte
não
podia ignoral-o
se
pensasse
um
pouco
nisto.
Mas
não pensou;
teve
medo,
e
só
se
lembrou
de
matar
os
que
este
lhe
fi
gurava
armados
para
matal-a.
Nem se
diga
que reconhecemos
com
outro
nome a
influencia
dos huguenotes,
e
que
por
causa
d’ella
é
que
damos
a
entender
não
poderia
a
corte
por
meios
legítimos,
directos e
nem talvez pelos
in
directos,
destruir-lh’
a
.
Não é
assim
D
’
on-
de
vinha
essa
influencia
l
do
povo
não,
que
na
sua
grande
maioria
os detestava.
A
força
numérica
dos
seus
partidário ?
mas
estes
formavam
apenas
uma
insignificante
minoria;
poucos
mais
seriam
d
’
uma
sexta
parte
da
população,
composta
quasi
só
de
pobres lidalgotes
de
província,
tão
mi
seráveis,
como
orgulhosos
e
balalhadores;
o que
era
mais
depressa
causa
de
aver
são
do
que
de
influencia.
A
que
a
deve
riam*
5
6
7
A
talentos
e
virtudes?
não.
Nem
eram
mais letrados,
nem
se
distinguiam
da turba
dos
que
menos
virtuosos
hou
vesse
no
campo
contrario;
tão
pouco
a
sciencia
militar, pois
foram
sempre
venci
dos em
todas
as
guerras
civis
que
pro
vocaram.
Nada
nelles
havia
pois
que
lhes
désse
influencia.
Quereremos
dizer
com
isto
que
não
fossem
inimigos
temíveis?
Eram-n
’o,
e
muito;
dizel-o
seria
uma
con
tra-verdade
não
menor
que
aqnellas
que
vimos
refutando
neste
artigo.
Pelo
con
trario,
eram
muito
para
temer.
Estavam
alliados
com
todos
os
inimigos
da
França,
de
quem
recebiam
gente
e
dinheiro
em
troca
de
concessões,
que
pozeram
nas
mãos
destes
algumas
cidades
marítimas
de
França,
onde
lluctuava
já
a
sua
ban
deira,
e
tinham
posio guarnições;
mas
a
isto
não
póde
chamar-se
influencia,
nem
se
chama
com
effeilo.
ser
uma
allegação
séria.
Basta
lembrar
que
em
pouco
mais
de
24
horas
seria
mais
que
diflicii
fazer esses conciliábulos
n’
uma
cidade,
como
já
n
’
aquelle
tempo
era
Paris,
mais
vasta
e
populosa
que
a
Lisboa
de hoje.
E
que
necessidade
havia
d
’
explorar
o
fanatismo
das
confrarias,
el-
las
que
estavam
excitadas
pela
insolência
com
que
os
huguenotes
da comitiva
do
rei
de
Navarra,
arrastando
os
seus
espa
dões
pelo adro
de
Nolre
Dame,
em
quanto
dentro
se
celebrava
o
casamento
deste
com a
irmã
de
Carlos
IX,
escarneciam
das
ceremonias
religiosas,
ameaçavam
e
insultavam
com epilhelos
injuriosos
os
homens do
povo de
Paris?
A excitação
e
o
odio contra
estes
lidalgotes
e
cavai
leiros
era
tal, que
bastava
abrir-lhes
car
reira
para
se
manifestar,
e
desenvolver,
se
as
confrarias tivessem,
como taes,
de
ser
convocadas para
o facto.
5.
°
E
’
facto
averiguado
que
o
assassí
nio de
Coligny
foi
como
o preludio
da
matança.
Tanto
é
verdade
que
a
morte
deste
homem
era o
principal
objectivo
dos
conjurados;
e
isto
de
certo
modo
vem
confirmar
as
nossas
palavras,
de
que
não
se
veriam
as
desastrosas
scenas
do
dia
24, se
o tiro
do
dia
22
tivesse
tirado
a
vida
ao
almirante.
Parece
lambem
certo
que um
dos
do
grupo
destinado
a
matar
a
Coligny,
principal assassino
do
pae
do
duque
de
Guiza actual,
cortara-lhe
a ca
beça;
mas
já
não
é
assim
a
respeito
de
ler
sido mandada
para
Roma
como
pre
sente
ao
Papa
depois
de
ler
sido
embal
samada,
como
expõe
o
articulista
fundan
do-se
n
’
um
incognilo
dizem.
Quem
pri
meiro o
disse
foi
um
homem
que
se
achava
nos
Paizes
Baixos,
e
por
isso
menos
que ninguém nas
circumstaucias
de
saber
o
que
se
fazia
em
Paris.
Os
co
pistas
fizeram
o
resto.
6.
°
Quem
se
lembrava
de
mandar
em
balsamar a
cabeça
de
Coligny
em
dias
tão
revoltos
já
occupados
pelo
furor
da
vingança,
já
dominados
pelo terror
da
anarchia?
E
com
o
calor
da
temperatura
d
’agoslo, em
<]ue
estado
se
acharia
a
ca
beça
quando
os
ânimos
menos
turbados
podessem
cuidar
no embalsamenlo
? Sup-
ponhamos
porém
que o
desejo
de
mandar
aquelle
tropheu
de presente
ao
Papa,
tos
se
causa
de
que
se
não
esquecessem
desde
o
primeiro
momento
nenhumas
diligencias
para
lornal-a
incorruptível.
Mas
então
co
mo
se explica
o
silencio
que
em
Roma
se guardou ao
chegar
tão
valioso
presente
!
Como
se
explica o
desdem
com
que
loi
recebido,
não
se
dando sequer
audiência
á
pessoa
encarregada
de o apresentar ao
PaP
a?
Reflexões
criticas
são
estas
que
deveriam
ler
acudido
ao
espirito
do
arti
culista
se
elle
tivesse
querido
lazer
obra
conscienciosa,
e
digna
d
’um
Diccionario
Popular
de
historia.
7.
°
E
’
materialmeule
impossível que
Carlos
IX
tivesse
pegado
n
’um
arcabuz,
e
da
jauelia
do
Louvre
disparasse
sobre
os
fugitivos.
A
janella,
em que,
no
tempo
da
primeira
revolução
tranceza,
se
pregou
o
letreiro que
aílirmava
esta
caíumma
repelida
m.
assembleia constituinte,
essa
janella
ainda
a
esse
tempo
nem
existia;
a
ala
em
que
se
abriu
eslava
occupada
por
um
grupo
de
casas
particulares.
Os
liberaes
queriam
então
desacreditar
a
rea
leza,
e
apunhalavam-n
’
a
com
calumnias;
como
hoje
com ellas
e
com
desprezes
a
que
ella
se
presta,
estão
enterrando
a.
Contra
esta
impossibilidade
não
póde pre
valecer
o
dito
de
Brantome,
a
que o
Diccionario
se
encosta,
em
íalta
de
apoio
mais
seguro.
Gdniiuuam
ainda por
uma
longa
co-
lumna
■
as
inexactidões,
não
sabemos
se
calculadas,
se
irreflectidas; mas
algumas
4.°
A
exploração
do
fanatismo
religio
so
das
confrarias
pelos
principaes conju
rados
em frequentes
conciliábulos,
não
póde
BHAfcAH)l
IVTA-Fi:iK4
30
»E
ACOSTO
DE
1839
Como se
fazem dieeionarios
his
tórico*.
Referimo-nos
designadamente
a
uma
publicação
que
se
intitula
—Diccionario
Popular,
hislorico,
geographico,
mytholo-
gico,
geographico etc.
sob
a
direcção
do
snr.
Manoel
Pinheiro
Chagas,
e
collabo-
ração
de
uma pleyade d’escri
piores,
uns
honorários
—
os
mais,
—outros
eflectivos
—os
menos.
Ainda
que nunca
dêmos
grande
apreço
a
esta
qualidade
de
obras,
e
tanto
que
por
1854
extranhamos
ao
snr. D.
João
d
’
Azevedo,
em
discussão
com
elle,
que
não hesitasse
em
tomar
ahi
as
suas
aucto-
ridades;
nunca
supposemos
que
no
Dic-
civnario
Popular
de
que
vimos
tratando
acharíamos
tão
numerosos
exemplos
da
justiça
da
displicência
que
taes
producçôes
aos
merecem,
como
os
que
encontramos
no artigo
—Bartholomeu
(matança
de
S.),
que
se
lê
no
fascículo
do n.°
65,
onde
quasi não
ha
um
periodo
que não
esteja
manchado
de erros, dos quaes
menciona
remos
apenas
alguns,
por
ser
extremamente
diflicii
consignal-os
lodos
nos
estreitos
li
mites
de
um
artigo
de
jornal,
e
juntamente
iremos
expondo
as
correcções
que nos
parece reclamam.
1.
°
Não
confirma
a
historia
que
esta
matança
fosse
inspirada
por
um
pensamen
to
político
disfarçado
na
capa
de
senti
mento
religioso.
Os
documentos
hisloricos
dizem
unicamente
que
a
ideia
d
’
este
crime
nasceu
do
medo
das
consequências
de
ter
falhado
a
tentativa
de
homicídio na
pes
soa
de
Coligny,
chefe
dos
huguenotes.
Se
elle
tivesse
quasi póde
asseverar-se
que não
haveria
a
matança,
Também
não
lembrou
a
ninguém
en-
cubrir
este
crime
com
a capa
do
senti
mento
religioso,
nem
durante
a
prepara
ção,
nem
na
execução,
nem
depois.
Se
"se
quizesse
dar-lhe
esta
côr,
não
esque
ceria
aos
seus
auclores
aggregarem
a
si
alguma
dignidade
ecclesiaslica;
e
não só
lã
não
appareceu
nenhuma,
e
nem
sequer
algum
padre
ou
frade.
O
clamor
geral
durante
a
execução
era
salvar
o
rei,
a
família
real,
e
os
catholicos
em perigo
de
serem
assassinados
pela
horrível
conjura
ção
dos
huguenotes,
receio
que
estes au-
ctorisavam
pelas
imprudentes
ameaças
que
faziam.
«D
’
ambos
os
lados
se
preparava
uma
matança
geral,
diz C.
Ganiu
[
Les
heret.
d
’
llalie,
tom.
III,
pag.
468)....
a
unica
duvida
era
sobre
quem
■
começaria.
Foram
os
catholicos
os
primeiros».
Muitos
aproveitaram
esta
occasião
para
vingar-se
das
matanças
de
catholicos que
os
huguenotes
varias
vezes
tinham
feito,
c
algumas
em
condições
e
com
circum-
stancias
horrorosas;
das
centenas
de
in
cendios
de
egrejas,
conventos,
mosteiros,
palacios
e
povoações;
não
poucos
trataram
tirar
vingaoça
de
aggravos
e
offensas
pes-
soaes,
ou para
pagarem
as suas
dividas,
e
até
para
roubarem.
Nenhuns
procuravam
encubrir
o
seu
feito
com
a
capa
da
reli-
lião,
como
lambem
o
não
fizeram
aquel
les
que
de
24'
a
28
de
julho
de
1833
se
entregaram
ã
matança
de
miguelislas.
2.
°
Não
ha
duvida,
nem
póde
havel-a,
se
Carlos
IX
se
limitou
a
adherir
ao
plano,
depois
d
’
elle
resolvido
por
se
ler
frustra
do
a
tentativa
de assassínio;
ou
se
este
existia
ha
muito,
e
o
rei
dissimulou
até
aos
últimos
momentos:
já
porque
o ca
rácter
impetuoso
e
impressionavel do rei
não
podia
afliar-se
com a
dissimulação,
já
porque
sabem
quantos
examinaram
este
ponto
da
historia
de França,
que
a
ideia
de
uma
matança
geral
dos
huguenotes
d
’
ellas
revestem
o
caracter
de
calumnias,
que
não
se
auclorisam
com
nenhum es-
cripto
digno
de
fé.
8.
°
E
’
verdade que
o
clero
celebrou
com
um
Te-Deum
este
acontecimento,
ao
qual
chama
o
articulista
um
aggregado
de horrores;
mas
qual
a razão
porque
ommitliu
declarar
que
assim
lhe
foi
or
denado
pelo
rei e
o
parlamento,
declaran
do que era
em
acção
de
graças
por
ter
Deus
permitlido
preservar
por
este
meio
a
familia
real,
o
proprio
rei
e
os
catho
licos
de
F
rança
d
uma terrível conspiração
que
se
dirigia,
como
já
dissemos,
ao
seu
total
extermínio?
Por
isto
se
vê
quanta
razão
os
catholicos
de
hoje
teem
para
las
timar
que
muitos
do
clero
se
associem
ás
testas,
e ao
Te-Deum
com
que
se
so-
lemnisa
o
dia
24
de julho
que
foi
um
dia
de
covarde
matança
geral
de
miguelislas!
Esta
culpável condescendência
ha de
ser-lhe,
um
dia
exprobrada
pelos
mesmos
que
Ih
a
sollicilam agora,
sem que
possa
allegar,
como
o
clero
francez d
’
aquelle
tempo,
as
ordens
do
rei
e
do
parlamento,
nem
a
crença
de
que
a
causa
dos
rego-
sijos
fosse
verdadeira,
como aquelle
podia
crel-o
em
26 e
28
d’
agoslo....
Nada
mais
diremos
a
este
respeito, porque
só
qui-
zemos
exporbrar
a
hypocrisia
liberal
aos
que
se
atrevem
a condemnar
o
que
se
fez
ha
mais
de
300
annos,
na própria
occasião
em
que estão
approvando
e
fes
tejando
o
que
muito
peior
se
fez
ha
44
annos.
Parece-nos
desnecessário accrescentar
(ju6
não
pozemos
3
mira
no
articulista,
do
qual
não
sabemos
se
festeja
o
24
dè
julho
de 1833, com
quanto
o
vejamos
es
tender
as
suas
recriminações
aos
que sup-
põe
arbitrariamente
culpados
na
espontâ
nea
solemnisação
do
24
d’
agosto,
quando
não
podiam
ainda saber
qual
tinha
sido
sua verdadeira
causa
senão
pelas
partici
pações
dos interessados
em
justifical-o.
9.
°
E
’
verdade
que
a
matança
de
Pa
ris
também
se
estendeu
ás
províncias;
mas
em
vez
de
poder-se dizer que
«iraras
foram
as localidades
que
escaparam
á
re
petição»
de ião
deploráveis
scenas,
manda
a
verdade dizer-se
que raras
foram
as
localidades
que
não
escaparam
a
ella
O
marlyrologio
protestante,
que
levou
mais
de lu
annos
a
lormar.
mediante
informa
ções
rigorosas exigidas
aos
seus
consis
tórios
locaes,
apenas
menciona
treze
de
que
se
deu a
repetição.
Em
todas
ellas
havia
cruel
lades
dos
protestantes
a
vin
gar,
e
implacáveis
resentimenlos
a
satis-
lazer,
pelas
atrocidades que
lhes
tinham
sido infligidas.
Outras
muitas,
e
não
das
menos
aggravadas
pelas
atrocidades
dos
calvinislas
íanaticos,
foram
salvas,
graças
á
influencia
que
alli
tinha
o
clero-
e
em
nenhuma
a
carnificina
«chegou
a pro
longar-se
por
setembro
e
mesmo
até
prin-
cipios
doulubro-. O
articulista
não
quiz
dar
provavelmente
a
estas
palavras
o
seu
sentido
obvio,
que
seria
manifestamente
erroneo:
quiz
só
talvez
fazer
constar
que
em
muitos
sitios
a
matança começou
em
dias
do
mez
de
setembro,
e
até
tios
pri
—
meires
de outubro,
o
que
a
nosso
ver
prova
não
ter
ella
sido
o
resultado
d
’
nma
conspiração
anterior,
como
parece
ler
sido
a
mente
do
articulista; e
reduz
a
nada
a
allegada
por
elle
influencia
dos
hugueno-
tes.
10.0
Não
nos atrevemos a dizer
que
esteja
bem
averiguado
o
numero
total
das
victimas
da
matança;
podemos
porém
as
severar
que
carece
de.
base
solida o
cal
culo
do
articulista
do
Diccionario
<;ue
o
leva
a
25:006
pessoas
em
toda
a
França,
das
quaes
4:0OJ
em
Paris.
O
marlyrolo
gio
de
que
já
fadamos
só
designa
13:168
para
toda
a
França,
e
deste
n.° 10:000
para
Paris;
reconhecendo
a
necessidade
de
individualisar
os seus martyres,
apenas
achou
468
nomes
aqui,
e
786
em
toda
a
França.
O que
parece
provável
por
do
cumentos
que
depois
apparecerain
nos
archivos
da
municipalidade
de
Paris,
é
que
o
numero
dos mortos
aqui
andaria
por
2:000
a
3:000
pessoas.
Tudo
o
mais
são
cálculos
arbitrários.
11.
°
Não
foi só
Filippe
II
que
se
en-
thusiasmou
quando
soube
de
similhante
matança;
Portugal
e
lodos
os
estados
ca-
tholicos
igualmente
se
enlhusiasmaram
muito
com
o
successo,
e
festejaram-n’
o,
que
repellia
do
governo
de
França
os
pro
testantes. Se
a
sua
alegria
foi
tão
louca
mente
manifestada,
como
o aílirma
o
Dic-
cionario,
a
respeito
de
Filippe
II,
não
saberemos
dizel-o;
mas
que
foi
grande
essa
alegria
sabetnol-o
de
Hespanha
e
Por
tugal:
e
presumimol-o
quanto
aos outros
estados:
aquella
esperava
que,
faltando-lhe
o auxilio dos protestantes francezes,
a
revolução
nos
Panes
Baixos
seria
mais
facil de
subjugar,
e Portugal
via-se
livre
do
receio
de
que a
esquadra
mandada
ar
mar
por
Coligny,
se
dirigisse
a
atacal-o
nas
suas
colonias,
como
temia.
Quanto
ao
Pontiíice
Gregorio
XIII,
o
loucamente
é
uma
expressão
injuriosa,
que
não
condiz
com
a
boa
educação,
e
que
a
historia
condemna,
como
totalmente
con
traria
á
verdade.
Cor.-e como
certo
que,
quando
se
expoz
aos
olhos
do
Pontiíice
o
modo como
a
conspiração
huguenote
foi
prevenida e
vencida,
Gregorio
XIII
não
pôde
reter
as
lagrimas;
e,
perguntado
porque
chorava,
respondeu
que
não
podia
esquecer-se
de
quantos
innocenles
se
ve
riam
envolvidos
entre
os
culpados.
Se
a
isto
se
reunir
a
investigação
das
datas
em
que se
receberam
em
Roma
as
participa
ções
detalhadas
do
acontecimento,
e
at-
tendermos
ás
pessoas
que
as
faziam,
será
facílimo
de
conhecer
que
alli
se
festejara
a
cessação
de
um grande
e
desastroso
crime,
sem
bastante
altenção
ao
modo
como
o
fora,
visto
qne
havia
todo
o in
teresse
em
o
disfarçar
da
parle
de
quem
as
dava.
Não
succede
frequentes
vezes estarmos
em
duvida
e alé
em ignorância
completa
do
modo
como
se
passaram
vários
acon
tecimentos,
apesar
dos telegraphos
elétri
cos,
e
da multiplicida
le
dos
orgãos
da
publicidade?
Como
se
quer
pois
que
ha
300
annos
se
não
dessem
duvidas
e
igno
râncias,
faltando
todos
estes
meios
de
in
formação,
que
actualmente
abundam
!
E
’
uma
exigencia
nada
racional.
12.
°
O
que
mais
adduz
o
Diccionario
para
recriminar
Gregorio
XIII,
justifica-o
plenamente,
e
só
condemna
o
articulis
ta,
que parece não
ter
querido
explicar
um
facto,
mas
formar
um
requisitório.
Pas
sando
por
erros
e
ignorâncias
de
lythur-
gia,
condemnaveis
em quem
por
elles
quer
accusar,
notaremos
que extranha ter
o
Papa
mandado
cunhar
uma
medalha
com-
memorativa,
e
encommendado
a
Vasari
«um
quadro,
que
existe
na
capalla
Sixti-
na,
representando
a
matança
dos
hereges,
com
a
seguinte inscripção
latina
:
Ponti-
fex Colignii
necem
probal.»
Mas porque
não acrescenta
que
a
medalha refere-se
á
execução
«dos
hereges
rebeldes
que
conspi
ravam de
nouo;t>
como diz a
interpretação
d
’ella
?
e
que
o
quadro
designando
os tres
períodos
do
drama—
a
tentativa
sobre
Co-
ligny,
a
decisão
do
rei
em
conselho,
e
a
execução,
o
ennunciado
da
approvação
res
tringe-se
unicamente
á
morte
de Coligny
?
Sobre
a
matança
nada
se
diz,
o
que
é
expressivo,
e
a
contrario
sensu
implica
a
condemnação
d
’ella.
Não
o
saberia
o
articulista?
Em
todo
o
caso
o
Diccionario,
se quizesse
enganar
os
seus
leitores,
com um
tim
mau,
não
procederia
de
outro modo.
Não
o julga
mos
tão severamente; mas também não
o
suppomos
digno
de andar
nas
mãos
dos
que
delle
poderiam
precisar
por
menos
lidos, pois
que
os
engana.
%
Sousa
Monteiro.
SUBSCRIPÇÃO.
Na
redacção
do
tCommercio
do
Minho»
fica
aberta
uma
subscripção
para
soccorrer
os
infelizes
habitantes
do
Ceará,
a
braços
com
o
horroroso
flagello da
fome.
Estamos
certos
que
as
almas
caridosas
não
desattenderão
o
nosso
appello;
porisso
lhes
pedimos
que
nos
enviem quaesquer
esmolías
em
auxilio
d
’
aquelles
nossos
des
venturados irmãos,
as
quaes
serão
remetli-
das
á
commissão
organisada
para
esse
fim
na
cidade
da
Fortaleza.
GAZETILHA
Festividade.
—
Com o
maior
esplen
dor
e pompa possíveis
festejar-se-ha,
no
dia
9
de
setembro
proximo,
na
freguesia
de Lousado,
sitio de Montezello,
o
Sagrado
Coração
de
.Maria,
com
missa
cantada
e
sermão,
de
manhã,
sendo orador
o
reve
rendo
abbade
da
mesma
freguesia,
dr.
Ma
noel
Pereira
Pinto
Nobrega,
e
de
tarde
sahirá
também
uma
lusida
e brilhante
procissão.
Na
vespepa
(sabbado)
de
tarde
effe-
ctuar-sé-ha
a
bênção
de
dois
altares,
re
centemente
collocados
na
nova
capella
prégando
n
’
esta occasião
o bem
conhecido
orador
abbade
de Requião.
A
’
noite
haverá
arraial
e
esplendida
illuminação,
e
se
queimará um
deslum
brante
fogo
de artificio,
tocando
trez
bandas
marciaes
A
capella
estará
lindamente decorada
e
um
formoso embandeiramento
coroará
esta
brilhante
festa.
A
commissão
dos
fes
tejos,
de
accordo
com o
digno
juiz
d
’
esta
festividade, o exc.1110
snr.
commendador
Manoel
José
Ribeiro,
da
Villa
de
Santo
Thyrso,
emprega
os
maiores
esforços
para
tornar
esta festa
o
mais grandiosa
pos
sível,
não se poupando
para
isso
a
tra
balho
e
despezas,
e
aos
mais árduos
sa
crifícios.
O
local
da
capella,
que
é
muito
lindo,
o
brilhantismo
da
festividade e
a
circum-
stancia
de
ser
junto
da
estação da
Trofa
são
cousas,
que hão
de
contribuir
para
que
se
torne
muito
concorrida esta
ro
maria.
Pedido.—
Quando
o anno
passado os
religiosos habitantes
da
freguesia
de
Lou
sado
concluíram
a
capella
e
a
consagra
ram
ao
Santíssimo
Goraçào
de
Maria,
fui
extraordinária
a
concorrência
de
romeiros
e
devotos.
Por
occasião
d
’essa
pomposa
festividade
a direcção
do
caminho
de
ferro
do
Minho
permiltiu
que
os romeiros
vies
sem
pela
via
ferrea desde
a
estação-
da
Trofa
alé
defronte
da
capella,
cuja distancia
não
excede
um
kilometro.
E
’ d
’
esperar
que
o
digno
director
dos
trabalhos
d
’ex-
ploração,
o
exc.
1110
snr.
engenheiro
Justi-
no
Teixeira,
faça este
anno
a
mesma
con
cessão,
no
domingo
dia 9 de
setembro,
em
que
se
tem
de
celebrar
n'esta
fregue
sia
contígua
á
Trofa
a
festividade do Sagrado
Coração
de
Maria,
não
só
para
attender
á
commodidade
dos
povos,
mas
lambem
aos
lucros,
que
certamcnte
hão
de
provir
com uma
tal
medida
ao
caminho
de fer
ro
pela
maior
concorrência
de passagei
ros.
Espera-se,
alem
d’
isso,
que
haja
com
boios
extraordinários,
como
se
faz
por
occasião
da
romaria
da
Senhora
das
Dores,
que
se
venera
em freguesia
contígua
a
Lousado.
E, se
podessemos
ser
ouvidos,
ainda
pediriamos
outra
cousa,
que
é
de
muita
justiça,
—
para
que
os
comboios
parassem
defronte
da
capella
no
dia
d
’
esta
festivi
dade,
como
se
faz
no
Senhor
da
Pedra
no caminho
de
ferro
do
Porto
a
Lis
boa.
Confiamos
em
que
o
digno
director
tomará
em
consideração
este
nosso
pedido,
e
que
dará
com
esta concessão
por
um
dia
uma
prova
dhllustração,
e
de
que
sabe
ailiar
os
interesses do caminho
de
ferro
com as
commodidades
dos
povos.
Chegada.
—
Chegou
a esta
cidade
o
snr.
Antonio
Celestino
da
Silva,
distinclo
alumno
da
Academia
de
bellas-artes
de
Lisboa,
onde,
ha um
anno,
completou
o
curso
de
pintura
histórica;
vem
aqui
pas
sai
algum
tempo
em companhia da
sua
familia.
No
curto
espaço
d’um
anno,
já
se tem
feito
conhecer
bem
por
diversos
traba
lhos,
tanto
em
relraclo
como
outros
qua
dros.
As
pessoas
que
quiserem
aproveitar-se
dos
seus serviços,
no
ramo
de
bellas-ar
tes,
que elle
lem
cultivado
com
tanto
esmero,
leem
occasião
opportuna.
Collegio
«lo
Espirito
Santo.
—
Os exames
do ensino
primário
e
secun
dário
d’
este
Collegio
attingiram este
anno
o
numero
de
91.
dos
quaes
67
eram
alum-
nos
internos,
ficando
dislinctos
5;
appro-
vados 56
e
addiados
6;
e 24
eram
alum-
nos
externos,
ficando
distincto
I,
approvados
20
e addiados
3.
Os
exames
do ensino
secundário
se
re
partem
pelas
seguintes
disciplinas:
8
em
Porluguez
e
Oratória,
ficando
1
distinclo
e
6
approvados.
15
em
Francez,
ficando
1
distincto
e
11 approvados.
7
em
Inglez,
ficando
1
distincto
e
6
approvados.
7
em
Latim
e
Latinidade,
ficando 5
approvados.
9
em
Desenho,
ficando
7
approvados.
4
em
Geographia
e
Historia,
ficando 1
distincto
e
3
approvados.
Os
alumnos
distinctos
foram
no
ensino
primário:
Abilio
Ribeiro,
de
Villa
Verde,
e
Ladis-
lau
Faria,
de
Braga.
No
ensino
secundário
os
Collegiaes:
Alberto
Feio
da
Rocha
Páris,
de
Vianna
do
Castello.
Miguel
da
Fonseca Marinho,
da
cidade
do
Porto.
Antonio
Rodrigo
Machado, da cidade
de
Braga.
Damião
Martins
de
Menezes,
de
Gui
marães.
Sabedores
do
muito
rigor,
que houve
este
anno
nos
exames
d'instrucção
secun
daria,
de
sorte
que
em
não
poucas
dis
ciplinas
apênas
a
metade dos
examinados,
se
tanto, ficaram approvados,
não
pode
mos
deixar
de
ver
no
bello
resultado,
que
colheram
os
alumnos
d
’
este
Collegio
nos
seus exames,
a
prova
mais
concludente,
de
quanto
a
solida
educação
moral
e
religiosa
e
uma
forte
disciplina
concor
rem
para
o
proprio
aproveitamento
escholar
dos
mancebos.
Lamentnve!
deegraçu
—
Por
11
horas
da
noite
de
24 do
corrente
deu-se
na freguesia de
S
Romão da
Ucha uma
grande
desgraça.
Estando
João
da
Costa,
filho
de
Ma
noel
José da
Gosta,
caseiro
da Quinta
do
Assento,
guardando
um
melancia!,
accor-
dando
de
súbito
e
sentindo
passos
de
al
guém
que
se
aproximrva,
desfechou
a
es
pingarda
ao
accaso,
o
projectil
da
qual
bateu
n
’
um
vulto,
que
era
o
propro
dono
da quinta,
Antonio
da
Silva
Macedo,
so
brinho
do
revd.° abbade
da
freguesia
de
Gallegos,
e
moço
ainda
d
’uns
16
annos!
O
infeliz ficou
logo
morto.
Quando
o
involuntário
homicida,
que
se acha preso,
soube
que
fôra
este
a
vi-
ctiina,
ficou
louco
de
dor,
porque
era
elle
oseu
melhor
amigo.
Nnrqnez
«le Vallacla.
—
No
comboio
das 11
horas
e 27
minutos
da
manhã
d
’ante-
hontem
chegou
a
esta
cidade
o
exc.
mo
marquez
de
Vallada,
governador civil
d
’
esle
districlo.
Foi na
gare
esperado
pela maior
parle
dos
empregados
da
sua
repartição,
e vários
outros
cavalheiros.
S.
exc.
a
dirigiu-se
logo
ao
governo
civil,
onde
esteve
até
ás
5
horas
da
tarde.
Deu-se
começo
á
inspecção
de recrutas,
sobre
cujo
resultados
hoje
pouco
podería
mos
diser.
Jneeiulio
essz
Visrlln.
—
Por
10
ho
ras
da
manhã
de
domingo
manifestou-se
um
violento incêndio
n
’
um prédio proxi
mo
á
egreja
de
S.
João
das
Caídas
de
Visella.
A
’ inexcedivel
dedicação
e
intrepidez
dos
bombeiros
voluntários
d
’aqueila
loca
lidade,
coadjuvados
do
modo
mais
louvá
vel
por
muitos banhistas,
se
deve
o
ter
sido
o
fogo
atalhado
a tempo,
aliás
leria
sido
assustador
em
rasão
d
’
uns
grandes
depósitos
de
madeira
contíguos
no
prédio
incendiado.
Este
pertencia
ao snr.
Joaquim
Pinto,
cortador
de carnes
verdes,
e abastado
pro
prietário
d’
alli.
Aianivertmrio.—
No
dia
4
de
setem
bro
proximo,
pelas
10
horas
da manhã,
celebrar-se-ha
na capella
de
S
Geraldo,
uma
missa
d anniversario, a expressas
da
Irmandade
das Almas,
erecta
na
Sé Primaz,
para
sufragar
a
alma
do
seu
preclaro in
stituidor,
D.
Rodrigo
de
Moura
Telles.
Acertada
disposição.
Folgamos
de
ver, não olvidar
o
reco
nhecimento
devido
a
um
Prelado,
que,
a
lodos
os
respeitos,
não
descurou concorrer
para
o
engrandecimento
d
’
esta
cidade.
Con
vidamos
os
bracarenses
a.irem
prestar
um
testemunho de
gratidão
ao
insigne
Anlis-
tile,
a
quem
Braga
tanto
deve.
Partida.
—
Marchou
hontem
para o
Porto,
no
comboio
da
I
hora e
37
minu
tos
da tarde,
o
exc.
‘
uo
snr. Henrique
José
Alves,
coronel d
’
infanleria
8,
onde
vae
exercer
o logar
de
presidente
do conselho
de
guerra.
Despacho.
—
Consta
que o
ex.
m0
co
ronel
ízidoro
Marques
da
Costa,
fôra
des
pachado
para
commandante
do
regimento
d
’
infanteria
11,
em
Abrantes.
Proeisaío
de
ereançag
em West-
niinster,
tonitres.
—
Q
«Univers»
de
Londres
de
30
de
junho,
publicou
o
se
guinte:
Procissão
de
creanças
em Westminster,
Londres.
«No
domingo
ultimo,
por
se
achar
dentro
da
oitava
da festa
de
S.
Luiz Gon*
zaga, teve
logar
em
honra
d
’este
sancto
a procissão
annual
das
creanças perten
centes ás escolas
catholicas
de Santa
Maria
em
Westminster. passando
a
procissão
da
casa
das
escolas
para
a egreja.
Muito
antes
da
hora
designada
para
a
saida
da
procissão,
uma
grande
multidão
de
pessoas
se
reuniu
nas
proximidades
das
escolas,
e
nas
ruas
do
transito.
Seria
um
quarto
antes
das 3 horas
quando
a procissão
deixou
as
escolas,
pas
sando
por
Great
Plesoreet e Macham
Street,
e
chegando
á
.
egreja
de Santa Maria,
em
Horseferry
Iload
perlo
das
3
horas
e
meia.
Ia na
frente
a
banda
de
musica
intitu
lada
St.
Marys
Brass
Cand
e
um pendão
da
Total
Abetinence League.
Logo
depois,
um
crucifixo,
seguido
de
meninos
de
batina
vermelha
e
roquete
branco
e
depois
um
bello
pendão
de
S.
José.
No inter
vai
lo
de
50
creanças
iam
muitos
outros
pendões.
Tainbem alli
se
viam 3 andores
muito
bem
adornadas
com
ílôres
e
vellas,
sendo
levados
por
4
meninos
cada
um.
Era o
primeiro
com
a
imagem
do Sa
grado
Coração
de
Jesus,
o
segundo
com
a
imagem
da
Santíssima
Virgem
e
o
terceiro
com
a
de
S.
Luiz
Gonzaga.
A
procissão
compunha-se
dos
alumnos
das
escolas
catholicas
e
das Filhas
de
Maria
Toda
esta
scena
produziu
um
effeito
tocante.
As
meninas
eram
em
numero de 500,
incluindo
algumas
do
convento
das
Irmãs
da
Caridade:
todas
iam
vestidas
de
branco
corôadas
de
rosas
e
com
cestos
de
(lôrcs
na
mão.
Entre as
creanças
e
as
meninas
das
escolas
de Santa
Maria, prosegniam
os
rapazes
em
numero
de
200. A
gravidade
e
seriedade
com
que
iam n’aquelle
acto
era
notada
com
louvor
pelos
seus
mestres
e pelos espectadores,
entre
os
quaes se
viam muitos mestres
e mestras
protes
tantes.
Tendo
chegado
as
crenças
á
egreja,
cantou-se
o
hymno
de
S. Luiz Gonzaga,
no
fim
do
qual
houve
um
panygirico
do
sancto,
pronunciado
pelo
joven
Mathew
Quin.
No
fim
deu-se
a
bênção
cora
o
SS.
Sacramento
e
depois
cantou-se
as
alleluias,
executadas
por
um
grande côro
perten
cente
ao
Collegio de Santo
Stanislau
Beau-
mont».
Esta
noticia
enche-nos
de prazer por
vermos
na cidade
de
Londres,
n
’essa
terra,
outr’ora
tão
inlolerantemente
protestante,
apparecerem
todos
os
dias
novos
cara-
clerislicos
do
renascimento
da
fé
calho
lica.
E
’
assim
que
o povo
mais civilisado
do
mundo
mostra
á
Europa,
quanto
vale
a
preserverança na
fé, e
quanto
poder
tem
sobre
os
prejuisos
da
epoca
a
since
ridade
dos actos
piedosos
da
religião
ca-
tholica.
Trez
séculos
gemeu
o
catholicismo
exp
Inglaterra
debaixo da
mais
cruel
oppressão,
trez
séculos
foi
elle
victima
das
persegui
ções
e
da
intolerância
protestante,
mas
começando
a
reviver
a
fé n
’
aquella
terra,
oulr
’
ora
a
ilha dos sanctos, Pio
IX
o
Grande,
restabeleceu alli
a
bierarchia
epis
copal, e
este
rasgo
verdadeiramente
apos-
tolico do
raagnanimo
Pontiíice
tem
produzido
abençoados
fructos.
N’
aquelle paiz
d
’
onde
foram
banidas
as
ordens
religiosos,
os
padres,
os
fieis
e
onde se
não
podia
professar
a
fé
calho
lica,
estão
hoje
florescentes
e
era
grande
numero
Os
conventos
de ambos
os
sexos,
as
congregações,
as
irmandades
e
as
egreja
catholicas.
Não
será isto
uma
visivel obra de
Deus,
que
quer
mostrar
ao
mundo
que
o
calho-
licismo
ha
de
sempre vencer
e
reviver,
apesar
das
violências, contradições
e
machi-
nações
do
erro
e
da heresia?
No
reinado
de
Henrique
VIII,
no
de
Isabel
e no
de
alguns
dos seus
successo-
res,
foram
lançados
ao
fogo
milhares
de
eatholieos,
sendo
muitos
d
’
elles expatria
dos,
reduzidos
á
pobreza,
encarcerados
e
enforcados.
Durante
séculos, todo
o padre
que
fosse
encontrado
a dizer
Missa
era
morto,
e
os
fieis
que
estivessem
assistindo
a ella
tinham
a
mesma
sorte.
Hoje
o
culto
calholico
é
livremente
professado,
e
todos
os
dias
entram
par
a
a egreja
calholica
homens
eminentes
e
gran
des,
que
se
decidem
a
abjurar
da
sua
fé,
depois
de
serio
e
reílectido
estudo.
Hoje
são muitas
as
festas
e
praticas
religiosas que
ha
em
Londres
e
já
são
admittidas
as
procissões
sem
qu
e
1‘
J
um
insulto
ou
dicto
menos
conveniente
da
parte
dos
adversários
da Egreja de
i
Deus.
;
No
Sacro
Collegio
já
se
sentam
trez
cardeaes
Inglezes
e
um
Americano. <
0
catholicismo
hade
triunfar
sempre
.
da
perseguição
e
da
intolerância
dos
he-
i
reges.
Aprendam
as
outras
nações
a
res-
<
peitar
a
religião
catholica,
como
a
Inglaterra
1
de
hoje.
Testamento.
—
Dizem
de
Paris:
Acaba
<
de
abrir-se o
testamento
do
snr.
Blanc,
cujas
exequias se
effectuaram
ha
seis
dias.
0
finado deixa
uma
fortuna
de
88
milhões.
Lega
1
milhão
á
egreja
de
S.
Roque,
400:000
francos
aos
pobres da
l.
a
circumscripção,
500:000
aos
padres
enfermos
de
Maria
Thereza
e outros
legados
a
diversas ca-
pellas.
Meeting.
—
Ha dias foi
levado a effeito
um
meeting
em
Bradford
(Inglaterra) pelas
associações
commerciaes
de
Yorkshire,
sob
a
presidência
de
Jacob
Bhrens.
Este
meeting
tinha
por fim examinar
a
i
nova
tarifa
geral
hespanhola
e protestar
:
contra
as
vantagens
que d’
ella
resultam i
para
a
Allemanha,
pa>a
a
Bélgica
e
para
a
íSnissa
em
prejuízo
da
Inglaterra
e
da
1
França.
<
O
presidente
leu
um
mensagem
dirigi
da
a
lord
Derby,
na qual
fez
notar
que
as
difleretiças
das
tarifas
para
certos
arli-
•
gos de
lã,
principalmente, eram
pelo me
nos
de
30
p.
c.
e
elevavam-se mesmo
a
■
50
p.
c.
O meeting
votou
a
mensagem
afim
de
obter
uma
intervenção
prompta
e
enér
gica
do
governo.
©
lieeano
dos
periodieofl.
—
O
pri
meiro
jornal
que
se
publicou
nos
Esta-
dos-Unidos
foi
o
«Publish Occurrenses»,
que
em
1690
appareceu
em
Boston e
foi
supprimido
ao
segundo
numero
pela
censura
ingleza.
Depois,
no
decurso
de
ura
século
não
tornou
a
imprimir-se
periodico
algum
n
’
a-
quelia
região;
mas quando
rebentou a
guerra
da
independencia
havia já
trinta
e
sete.
Em
1800,
o numero
de
periódicos
subiu
a
359.
Estntisttiea
telegvaphiea.—
A
di-
recção
de
telegraphos
franceza acaba
de
publicar
a
estatística telegraphica d’
Europa
durante
o
anno
de
1875. Das
16
nações
que
formam
parte
da
união
telegraphica
internacional,
10
não
cobriram
suas
des
pezas.
O déficit da Bélgica,
Noruega
e
Dinamarca
é
de
15 por
100.
O
de
Hes-
panha,
Áustria
e
Allemanha,
Grécia,.
Por
tugal,
Hollanda
e
Roumania
importa
38
por
100.
Seis
nações
receberam
beneficio
da exploração telegraphica:
Inglaterra,
Italia
e
Rússia
de
19
por
10.0,
França
de
18
por
100,
Suissa
de
12
por
100,
e
Suécia
de
5
por
100.
De
Inglaterra
se
expediram
telegrammas
18:500:000;
d
’AHemanha
8:259:000;
de
França
7:000:000;
d
’
Austria
4:500:000;
dltalia
4:280:000;
de
Suissa
2:000:000;
de Bélgica
2:000.000
e
de
Hol
landa
l:500:00u.
De
cada
uma
das
oito
nações
restantes
se
expedia
um numero
de
telegrammas
que
não
chega
a um
mi
lhão.
Por
cada
190
habitantes,
a
Suissa
ex
pediu
77
telegrammas,
Inglaterra 58,
Hol
landa
38,
Bélgica, 38,
Noruega
27,
Di
namarca 22,
França
19,
Allemanha
19,
Italia
16,
Áustria
12
e
Rússia
3.
As
cinco
nações
restantes
não
chegaram
a
expedir
um
lelegramma
por
100
habitantes.
£!nerra
«lo
Oriente.—
Os
uilitnOS
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os que seguem:
Belgrado
23
—
Foram
ordenados
os
pre
parativos
para
mobilisação
de
2
corpos
do
exercito.
Tem
chegado
a
esta
cidade
vários
of-
ficiaes
estrangeiros
que
vão
ser contrata
dos.
Paris
26—
Recebeu-se
um
despacho
no
ticiando
que
os
turcos
tomaram
os desfila
deiro-;
de
Schipka.
Berlim
25
—Os
combales em
Schipka
continuaram
nos
dias
-23
e
24,
sendo re-
pellidos
os
turcos.
Noticias
otliciaesde
Athenas
desmentem
os
boatos
de
insurreição
na
Tessalia
e em
Creta.
Constantinopla
26
—
Sabbado
houve
uma
graude
batalha á vista de
Kars
a
qual
durou
até
ás
cinco
da
tarde.
Os
turcos
que
ficaram
victoriosos
perderam
1200
homens
e
os
russos
perderam
3
ou
4000
homens.
O
general
Losovayoff
commandante
da
cavallaria
russa
foi
morto.
Vienna 27
—Suleyman-Pachá
continuou
hontem
a
batalha
em
Gabrova.
Do
seu
exercito
Suleyman-Pachá
enviou
13000
nizans
para
reforçar
o exercito
de
Plewna,
que
ora
conta
75000
homens
e 200
canhões.
Constanlinopla
27
—
A
tomada
de
Schipka,
annunciada
pelo
governo
de Andrinopla,
ainda não
foi
confirmada
por
Suleyman-
Pachá,
commandante
em chefe
do
exercito
que
opera nos
Balkans.
Londres
27
—Ura
despacho
de
S.
Pe-
tersburgo
declara
que os
russos,
fortifica
dos
em
Schipka,
ainda
hontem
mantinham
todas
as
suas
posições
no
desfiladeiro.
O
almirantado
inglez ordenou
o armamento
e
equipamento
de
3
novos
couraçados.
Um
lelegramma
publicado
pelo «Standard»
no
ticia
que,
em consequência
da
atitude da
Servia,
partiram
de Sernlim
dois monito
res
austríacos
para
vigiar
a
margem
servia
do
Danúbio.
Paris
27
—
Um
lelegramma
official
rus
so,
datado
de
26,
confirma
que
os russos
mantinham
as
suas
posições,
no
desfiladeiro
de
Schipka
no
dia
26
ás
12 horas
da
manhã.
Londres
28
—No discurso
em
Plymouth,
Norlhecote
disse
que a
Inglaterra,
prose-
guindo na
sua
política
de paz, manterá
a
neutralidade
até
o
momento
em
que
pos
sa
intervir
com a esperança
de
pôr
termo
a
uma
guerra
desastrosa
e barbara. O
ex
ercito russo
da
Asia,
continua recebendo
consideráveis
reforços.
O
«Daily
News»
publica
um
lelegramma
de
Sistowa
em
27
disendo
que
a
batalha
continuava
em
Schipka.
O
general Radetsky mantém
as
suas
po
sições
apesar
de
sérias
perdas.
Ha
começadas
no
quartel
general
nego
ciações
diplomáticas
importantes.
Tiflis
27
—
Mallogrou-se
hontem
uma
tentativa
nos
turcos,
para
executarem
um
duplo
movimento
envolvente.
Os
turcos
fortificam
as
posições
novamenle
tomadas.
O
choque
decisivo
foi
adiado,
em
conse
quência
da fadiga
dos
adversados.
Vienna
27
—A
«Correspondência
Polí
tica»,
insere
una
despacho
de
Belgrado,
disendo
que se
reuniu
o
conselho
de
mi
nistros,
sob
a presidência
do
príncipe
Milan,
decidindo
a cooperação
da
Servia
na
guerra,
e
nomeando
os
comraandan-
tes
para
os
diversos corpos do exer
cito.
Constantinopla
27
—Mustafa-Pachá,
go
vernador
de
Ripoly,
foi
nomeado
ministro
da
guerra
e
do
interior.
Não
foi
publicado
nenhum
despacho
da
guerra.
Appelo
á
«aridade.
—A
entrevada
Maria Antonia
Ferreira,
viuva
do
Antonio
dos
Granginhos,
e que
ha
tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável, tem
agora
os seus
padecimentos
mais
aggravados,
achando-se
sem
meios
de subsistência
pa
ra poder
tratar-se
no
pouco
tempo
que
lie
resta
de
vida. Imploramos, pois,
a
caridade
das almas
embrem
da
infeliz
sua
residência
é
na
17,
n
’
um
quarto á
piedosas,
para
que
se
com
uma
esmola. A
rua
do Alcaide,
n.°
porta
da rua.
SAÍ3E Ã
TOBOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa farinha de
saúde,
REVAIíESCIEa®
DU
BARRY
de
Londres.
30
anittis
d
’
i»variavel
sraesesso
6
Combatendo
as indigestões
(dispe
psia)
gasliica,
gaAralgia,
ílegma,
arrotos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vo-
raitos,
irritações
intestinaes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas,
tosse,
aslhma,
bexigas,
falta
de
respiração,
oppressào,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
£as
de<ordens
no
peito,
na
gargan
ta,
do*
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga, do
íiga
lo,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
83:00
curas,
coinprehendendo
n
’
ellas
as da
duqueza
de
Castlesluart,
do
duque
de Pluskow, da
marqueza
de
Brehan,
de
Lord
Stuart,
par
d
Inglaterra,
do
doutor
e
professor Wur-
zcr etc.
ctc.
Cura
65:811.
—
Mr.
A.
Bruneliére,
cura,
de
uma
dispepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos
médicos
lhe darem
só
pou
cos mezes
de
vida.
Cura
n.°
62:476.
—
Saime-Romaine-des-
lles
(Saòne-et-Loire.
—
Senhor.
—■
Bemdito
seja Deu»! A
Revalescière
du
Barry
pofc
Qtn
aos meus
18
anuos
de
soffrimentos
do
eslomago
e
dos
nervos,
de
fraquezas e
de
suores
nocturnos.
—
<1.
C
omparet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719.
—
H
ydropsia
,
retenção
.
—Tres
d
’
estes
casos
foram
ra
dicalmente
curados. Para
as
tosses
adqui
ridas
por
um
resfriamento,
produz a
sus-
MONTE-PIO DE
S.
JOSE’
O
abaixo
assignado,
tende
de
ausentar-
se para
banhos
de
mar no
dia
31
do
cor
rente,
previne
os
socios
desta
utilíssima
associação,
que
fica
substituído
no
seu
mister
de
facultativo
do dito
monte-pio
pelo
exc.m0
snr. dr.
Vieira
da
Cruz.
Braga
28
de
agosto
de
1877.
João
Baplista
da
Silva
Ramos.
ARREMATAÇÃO
O
conselho
administrativo
do
regimen
to
de infanteria
n.°
8,
faz
publico,
que,
para
cumprimento
das
ordens
do
ministé
rio
da
guerra
de
27
do
corrente
mez,
tem de
proceder
novamente
á
arremata
ção
de
fornecimento
das
rações
de
pão
e
forragens
para
a
tropa
que
existe,
e vier
a
existir
n
’
esta
cidade
ou
por
ella
tranzi-
tar,
no
periodo que
decorrer
do
1.°
de
Outubro
do
presente
anno,
a
30
de Se
pensão
repentinamente;
para
as
retenções
de
ourina
e
doenças de
estomago,
pro
duz
o melhor
effeito
e
dissipa a melan
colia.
—L
angevin
,
cura.
Cura
n.°
48:816.
—
Certificado
do
ce
lebre
doutor
Redolpho
Wurzer.
Bonn, 19
de
janeiro
de 1855.
—
A
Revaieseière
substituiu
admiravelmente
toda
a
medici
na
em
muitas doenças,
sobretudo
nas dia
bethes,
constipações
obstinadas
e habituaes,
assim
como
nas
diarréas
nas
aff-cções
dos
rins
e
da
bexiga,
nas
contracções
e
nas
hemorrhoidas,
assim
como
nas
doenças
pulmonares
e
dos
bronchios,
nas
tosses
e
na
tisica.
—
Doutor
R
ed
.
W
urzer
,
Membro
de
varias
sociedades
scientificas.
E
’
seis
vezes
mais nutritiva
do
qne-a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenia
vezes
o
seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos da
venda
por
miado
em
toda
a pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4 kilo,
500
; de
*/2
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
15400
reis;
de 2 */, kilos,
35200
reis;
de
6
ki
los,
65400; e
de
12
kilos,
125000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalescière
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Kevaleseière
eíwe»lats»d«i
j
ella
res
tituo o
appettite,
digestão,-
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
as
mais fracas, e
sustenta
dez vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
cfrbcolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em.caixas
de
folha
de
ala
de 12
chavenas, 500
/eis;
de
24
chave
nas,
800 reis;
de
48
chavenas,
l^iOO;
de
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
eju
habry
c.a
ishitkb
.-'
?iace
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regént-
slreat,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
rasr-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
lAsbca,
(por
grosso
e miudo)
;
Azevedo Filhos,
praça
de D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea, 12—
P®«-
to,
J.
de
Sonsa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Bauharia,
77.
*
DEPOSITOS ENTRE DOURO
E MI-
NH0.=
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
iíaa-celio»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Poete.
—
Braga,
Domingos
J.
V. Machado, drog.,
pra^a
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Vianna
«2o
Cs»s-
t&RS®,
Affoaso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A. de
Barros,
drog.,
Rua grande,
140.
—
Ctwixntvrâes,
A
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Anlonio
d
’
Araujo
Carvalho, Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva, drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
2*enaRel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira &
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè-Rahir,
Rua
de
Cedofeita, 160; Fontes
&
C.
a, drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Anlonio
J.
Salgado,
Pharmacia Central,
Rua
de
San
to
Antonio, 225 a
227.
—
Ponte
<ío
I«i-
sms
,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
5°ov®u
fio
VarzíaM,
P.
Machado de
Oliveira,
pharma.
—
Valença
do
Minho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—Villa
«to
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
tembro
de 1878; cuja arrematação
terá
lo
gar
no
dia
14
do
proximo
futuro
mez
de
Setembro,
pelas
11
horas
da
manhã
e
na
sala das
sessões do mesmo conselho.
Os
proponentes
á
dita
arrematação de
verão
apresentar
os
seguintes
depositos:
em
dinheiro ou
em
inscripções
de
assen
tamento
peio
seu
valor
no
mercado;
para
pão
alvo, 1005009
réis, mistura,
301)5010
réis,
e
forragens
500:000
réis,
por
serem
estas
-as
quantias
que
correspon
lem
aos
importes
prováveis nos
prasos
marcados
no
artigo
133.°
do regulamento para
a
administração
da
Fazenda
militar
de
16
de
Setembro
de
1864.
As
condições
para
a
referida
arrema
tação são as
exaradas
no
já
citado
regu-
mento
e
ordem
do exercito
n.°
28
de
3
do
actual mez, que
estarão
patentes
n
’
es-
te
conselho
todos
os
dias
não
santificados,
desde
as
9
horas
da
manhã até
ás
2
da
tarde.
Quartel
em
Braga
29
agosto
de
1877.
O
secretario
do
conselho
Bernardo
Osorío
(468)
Alferes
de
infanteria
8
Reai
Sianct
«anrits
do
Bom
Jesu*
«lo
Monte.
A
commissão
administrativa
d
’
este
Real
Sanctuario,
faz
saber
que no
dia
primeira
de
setembro
proximo, pelas
dez
horas
da
manhã,
e
na
sala
das
sessões
da
mesma
commissão
hade
ser
posta
em
praça
a
obra
do
prolongamento
do
muro
de sup-
porte do
Passeio
novo, ao
sul do
Templo,
conforme
as
condições
que se
acham
pa
tentes
no Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.° 16 e
que
podem
ser
examinadas
a
qualquer
hora
do
dia.
O
total
dos metros
cúbicos do
muro
são
435,60
—,
sendo
a
base
da
licitação
6505000
reis.
Braga,
sala
das
sessões
da
commissão,
no
ediíicio
do Tribunal
Judicial
—
2.° an
dar—
23
tle
Agosto
de 1877.
O
Vice-presidente
Anlonio
Maria
Pinheiro
Torres
e
Almeida.
(465)
Companhia,
dos
Banhos
de
Visella.
Sociedade
anonyina
de
reaponsnbi-
fãdade
limitada
São convidados
os
snrs.
accionistas
d’
esta
companhia
a pagarem
n’
esta
cidade,
no
campo
do
Tourai
n.°
38,
desde
13
a
22
do
proximo
mez
de
setembro,
a
3.
a
prestação de
10
por
cento
ou
105ÓOO
reis
por
acção.
Guimarães
22
d
’agosto
de
1877.
Os
directores
Antonio
José
Ferreira
Caídas.
Joaquim
Ribeiro
da
Costa.
Antonio
Peixoto
de
Mattos
Chaves.
(466)
Pelo
juizo
de
direito desta
cidade
e
comarca
de
Braga,
e
pelo
cartorio do
es
crivão
do
1.° officio,
José
Firmino
da
Costa
Freitas,
corre
uma
acção
de
sepa
ração
de
pessoa
e
bens etn
que
é
auctora
Rosa
Alves,
do
logar
da
Boavista, fre
guezia
de
Crespos,
desta
comarca,
e réa
0
marido desta,
Manoel da Costa, do
dita
logar
e
freguezia
de
Crespos,
0 que
se
faz
publico
em
vista
do
artigo
448
para-
grapho
unico
do
Cod.
do
Proc.
Civ.
Braga
27
d
’agosto
de
1877.
Verifiquei.
Sampaio.
O escrivão
ajudante
(467)
Casimiro
Justino
Amado.
VEWDA
BE
CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de
1
j:‘
íjg-
andar
e
quintal,
n.°
4.
[)
uas
terreas,
n.
os
7
e
8,
com
quintal,
na dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal, n.
os 16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as perlender
trata-se
com a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho.
(263)
MWCQmd
Os
Rebuçados
niytílíeos,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas doenças
tossicolosas.
Caixa 200 reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de Santo
Antonio, 227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça Municipal.
(451)
VENDA
DE
QUINTA.
Na
freguezia
de
S.
Mamede
d
’
Éste,
vende-se
uma quinta
no
valor
de
ciuco
contos
de
reis.
Quem a
quizer
comprar,
póde
tractar
do
seu
ajuste
com
o
snr.
Manoel
da
Silva
Rocha,
morador
na
antiga
casa
do Hos
pício
Municipal,
d’
esta
cidade.
(462)
ALUGA-SE
a
casa
apalaçada
con-
slruida
de novo, com quintal
e
p
O
çO>
na
rua
da
Ponte
n.°
58
C.
Para
tractar
no n.°
acima.
(448)
GADELLA
PERDIDA
Perdeu-se
uma
cadellasinha
pequena,
os
signaes
são
:
branca
com
as
orelhas
escuras
e
com
uma
pinta
preta
no
lombo.
Quem
a achar
e
a queira
restituir
pode
a
entregar
no
Café
Aguia
d’Ouro,
pelo
que receberá
alviçaras.
A cadellasinha
perdeu-se
sexta-feira.
(454)
A
QUEM
cONVIER
Quem
precizar
d
’
um
homem,
de
50
an
nos
d
’idade,
com
boa
pratica
de
vender
tabacos,
para
caixeiro
ou
para
tomar con
ta
d’
alguma
loja,
dirija-se
ao escriptorio
d'este
jornal
e
se
lhe
imformará
a pessoa
que
pertende.
(441)
CIRVROIÃO
1IEXTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito á sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
•oldados.
(580
FILIAL
DA
CAIXA
ECOVOnií
A
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
..................
&OOtOOO$OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.° 9
(Também com
entrada
pela
r»a
do
Campo
BRAGA.
Empresta dinheiro sobre
ouro,
prata,
joias, papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramenus,
e
sobie
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
lOb
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso ou
á
ordem
õbonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A.
G.
Ferreirinii.
1SCQ1A
AMERICANA
Consultorio
a
toda
a
hora, tanto de
dia
como
de noite. Rua
do
Campo
(antiga
Poita
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
B0
ALTO
D0U20
DA
CASA
DE
VIIJLA
POICA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga-_
rrafados
:
Vinho tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
» » » > .
190
»
Lagrima
....................................
200
»
Branco
de
meza
........................
210
>
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
» de
prova secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.
a
.........................
360
>
»
velbo...............................
400
»
Malvasia, Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão
....................................
700
»
Alvaralhão
....................................
560
»
Velho
de
1854
....
600
>
a retalho para
meza
50
e
80 , o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
(-H-41)
Precisa-se
de
pessoa habilitada
em
es-
cripluração
commercial
; quem
se
achar
n’essas
condições,
póde
dirigir-se
a
João
da
Costa
Palmeira,
n
’
esta
cidade.
JOSE
’ DA
SILVA
FUNDÃO
MUITA
ATTENÇÂO
Deposito
de
biscoitos
de
Valongo
1
—
LARGO DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos
são
muito
recommenda-
veis
tanto pela
qualidade
das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo seu
baixo
preço
em
relação a
qualidades.
LIVRVIIA
BTlGEMfJ
CIRRDRON
BA
a
G
ã
Vitimas
publicações
(OBRAS
COMPLETAS)
PADRE
RIVAUX
Historia
Ecclesiastica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da
6
a
edição
por
Francisco
Luiz
de Sea-
bra,
3
vol
..................................
3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião
chrislão,
traduc-
ção
do padre
Mesquita
Pimentel
1
vol.....................................................
1$200
BALMES
O
Protestantismo
comparado
com
o
Cathohcismo
nas suas
relações
com
a
civilisação
europea,
4
vol. 2$100
PADRE
MACH
Maná do
Sacerdote,
1
vol. br.
500
cart...................................................
$600-
Ancora de
Salvaçao, l
vol.
br.
500
cart...............................................
$600<
D.
MARIA
DO
PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas
nos
preceitos
do Decálo
go.
1
vol
........................................
$500
DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de
Nosso
Se
nhor
Je*us
Chrislo,
recitado
na
Sé
Ca
lhedral
de
Coimbra.
Preço..................
200
rs.
Preços
porque
são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
>
280
Biscoito
macarrão
>
?80
Bolacha
doce
>
280
Biscoito
Brazileiro
>
300
Dito
imperial
D
330
Bolachinha
de
araruta
340
Tosta
azeda
(581)
»
190
Com
loja
de
fato
feito
68,
Campo
de SanCAnna (lado
de baixoJ,
68
Participa
aos
seus
amigos
e
fre-
guezes,
tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias que
tem
um
bonito
e
variado
sortimento
de
falo
fei
to,
casimiras
para
fato
muito
baratas,
cortes
de calça
a
l$500, 2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de
casimita
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panuo
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gorgurão de seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs. até
800;
manias de
seda
de
lo
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer obra
que
lhe
seja
eucommendada,
e
prompli-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(583)
D1SCURSU
do
deputado
francez
catliolieo
O
CONDE
ALBERTO DE MUN
Prenunciado
no
encerramento
da
assembleia
geral
dos
meiibros
da
obra <ies
círculos catholicos
de
operários
TRADUZIDO
PELO
PADRE
SEJUJVA
FREITAS
Dedicado
ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’esta
redacção
por
60
rs.
0S ÚLTIMOS MOMENTOS
D
UM
CONDEMNADO
PELO
R.
P.°
MARCHAL
MISSIONAI11O APOSTOLICO
Traduzido
da
19.
a
edição
POR
João
Baplista
da
Silva
Ramos.
Vende-se
em
Braga
nas
livrarias
Ca-
tholica
e
Germano, rua do
Souto.
Preço ....
40
rs.
®a
rua
da
Fonte
casa
n.°
65
arrenda-se
o
segundo
andar,
que
se
com
põe
de
duas
salas
e
quatro
quartos.
Tem
agua
de
um
poço
no quintal.
(420)
RAPAZ
PARA
NEGOCIO
Precisa-se
de
um
com
3
annos
de pra
tica
em
negocio
de
ferragens,
e que
não
tenha
menos
de
14
a 15
annos.
Carta
ao
escriptoiio
d
’
este
jornal
com
as ineciaes
R.
F. S.
(433)
I
jhoura
I
gRUA
DE S.
MARCOS,
N.5.1
Vende
papeis
pinta-
&
dos
para
guarnecer
sallas, jg
§
lindíssimos
gostos,
a
prin-
g
jg
cipiar
em
80
reis
a
peça.
g|
Vende
olio,
tintas
e
fr
vernizes
para
pinturas
de
B
casas,
tudo
de
boa
quali-
&
dade.e
preços
muito
resu-
5
midos.
g
I
para
vedar
aguas,
ges-
para
estuques de ca-
Ãí
Vende cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
geS'
A
V. ’
O
SO
1
sas,
tudo
de primeira qua
lidade.
Casa
para alugar
Aluga-se
a
casa
n.°
88,
da
rua
da
Boa
Vista,
tem
comodidades
para
duas
famí
lias,
para
Iractar
na
casa
n.°
85,
da
mes
ma
rua.
(352)
Corographia
de
Carvalho
Vende-se
no
escriptorio
da
administra
ção
d
’este jornal
e
na
rua
Nova
n.°
5.
Preço,
3
volumes...............
l$500.
PROlíliCTO PIIAOAGEUTIGO E CH1M1G0
Agua
florida,
o
mais
exquisilo
e
suave
perfume=Tonico
oriental,
conservador
&
aformoseador
dos
cabellos=PiIulas
depura
tivas,
e
salsa
parrilha
de
Bry.stol
=
Reva-
lesciív
e
du
Barry,
simples
e
chocolatado=
Magnesia
calcinada,
de
Henry,
em
frasqui-
nhos=Medicameutos
dosimelriques
do
dr.
Burggraeve
=
Agua
circassiana=
Vigor
do
cabello,
<le Ayer=Leite Divino=Oleo
da
Persia=Perfume
orienlai=Aguas de
Colo-
nia,
de
differenles auclores=Ingecção cal
mante
de
Birnit=Xarope
peitoral
de Rey=
Xarope
peitoral
de
James
=
Dito peitoral
balsamico, de
Vieira,
e
outros
muitos,
de
diversos
auctores=Essencia
de
café,
de
Moka==Pós
d
’
arroz=>Sabonetes
meiicinaes.
=Ditos
d
’
alcatrão,
e dil<>s
de
pó
d
’
arroz
■=Pó
inseclicido,
e
apparelhos
proprios.
para
a sua
applicação=Pós
para
pratear,
e
outros
muitos
preparados
modernos.
Vendem
se
na
pharmacia
Alvim,
Praça
d
’
Alegria.
(413)
SERMÕES
Em
manuscripto
e
sobre
qualquer
as
sumpto
t$3U0
reis
por
cada
um.
Por
cada
collecção
de
doze 13$5''O
reis.
Quem
pretender
dirija
se
a
Avres
Pa
checo,
no
Seminário
de
Lamego.
1'recinane
<ie
um
caneiro
para
uma
quinta,
5
kilomelros distante
d
’esta.
cidade,
qae
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou
então,
dous
caseiros
<le
quatro
pessoas
cada
um. para então
divi
dir
a
quinta
ao
meio.
Quem
estiver
n
’es-
las
circumstancias
falle
com
Antonio
Joa
quim
Loureiro,
Rua
Nova,
n.°
2.
30'f)
Atlenção
Narcisa
Candida
Mendes, da
rua
de
S.
Geraldo
n.
0
23,
ensina
abordara
bran
co,
matiz,
ouro,
e a
fazer
ílôres.
(399)
FLUIDE
1ATIF DE JONES
Por
suas propriedades beneficas, goza
este pro-
ducto
de
alta
e merecida reputaçSo. Suaviza e ama
cia • pelle, allivia
as irritações causadas pelas <nu-
danças
de clima, pelos banhos do mar, impressões
desagradaveis
do vento ou do calor,
etc, etc.
Uma
simples applicaçSo faz desapparecer as ra
chaduras
das mios
e dos beiços. Preço 650 reis.
PARA
0S
CUIDADOS
00
TOUCADOR
.
É muito digno
de
ser recommandado ó
B«ba°
■atif, que
possue todas
as
propriedades suavlzan-
tes
doFluide,e
um aroma delicadissimo.PreçoSOOr*.
23, Boulevart
des
Capuciues, Paris,
De Fronte da entrada do Grand-1 lotei.
Deposito
cm
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lo.rêio
n.
28
—30
(26
*)
Fabricante
de Escovas Inglesas Perfumeria, Loi^
de
papel, Objetos de Fantasia,
Estojos
diversos,
Cutelaria, Artigos
de Luxo,
Luvas, etc.
BRAGA,
TYPUGiUPHIA
LUSITAJSA—-1
8Z7.
Parte de Comércio do Minho (O)
