comerciominho_29121877_731.xml
- conteúdo
-
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
5.° ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes..................................
1&600
»
6
»
.............................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha.
....
Repetição
........................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUINTAS
E
SABBÁDOS.
PREÇO [DA
ASSIGNATURA
2S000
1â050
3&600
3&600
10
Províncias,
12
mezes
........................
»
6
»
.......................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso
...................................
N.
a
731
BRAGA
—
8.1BBAOO «» DE
aizi:ti!iKO ih
:
ts»«
A’
Hedaeçno
do
«Costunereio
do
ninho».
Londres,
17
de
Dezembro,
1877.
Ahi
vae
o
que
pude para
hoje
fazer
copiar
da
minha
carta
ultima
ao
Aposto
lo.
Como
o
Commercio
não
terá
logar pa
ra
logo
publical-a
inteira,
não
fará
diffe-
rença
até
mais
um dia em
que chegará
o
resto.
Tenho
pressa
em
mandar
isso,
a
ver
se
assim
evitamos
uma asneira
mais
e
vergonha
ao
paiz,
e
mais
um
barbarismo
á
pobre
lingua
Portugueza
—tão
miserável
e
puerilmente conspurcada,
com
os
«rewol-
vers»,
«Plewnas»,
«emquanto
qués*,
»hig-
lifesn
, «expectaculos»,
«um
outros», «don-
key-races;
e
uma
duzia
mais ou
duas
de
semelhantes
miserias,
só dignas
d
’essa bor
racheira,
que lá
chamam
«Liberdade»
—
benza-a
Deus!
Na
Nação
recebida
hoje,
e
n
’
um
pape-
lorio
de
Coimbra
(não
é
o
do
amigo Mar
tins
de
Carvalho)
que
alguém
me remet-
teu,
lá
vejo
em
ambos
a
ridícula
adopção
da
palavra
afrancezada
telephóne
(^porque
não
dizem também
lélégráphe?
Este,
co
mo
aquelle, era
menos Portuguez.
Telé-
phóno,
que quer dizer
sonante-ao-longe,
e
vindo
do
grego,
nunca
se
deveu
aportu-
guezar
á
Franceza,
ou
Ingleza;
mas
á
Portugueza,
como geógrapho,
chronógrapho,
philosópho,
etc.
O
afrancezal-o
é
tolice.
A.
R.
SARAIVA.
I.
—
Mais
d
’uma
vez tenho
reílectido
—
não
sei
se
alguma
a isso
adverti
já
n
’
es-
ta
correspondência—sobre
a
sabedoria
ad
mirável
do Altíssimo......
(perdão,
senhores
materiaes
—
quero
dizer
materialistas,
do
«Acaso»
—
sendo
cousa
muito
mais
sensata
e
rasoavel,
entender
e
sustentar,
que
fóra
este
senhor, e
não
o
relojoeiro, quem fez
o
meu relogio)
—na
admiravel
sabedoria,
pois,
do
senhor
«Acaso*,
em vista
da
curiosa
e
céga
divisão
que
fez
dos
conhecimen
tos humanos,
em
duas
classes
distio-
ctas.
Este
sapientíssimo
«Acaso», ou
«Natu
reza*,
ou
Fado,
—
ou
qualquer
outro nome
que
lhe
queiram dar,
salvo
o
de
DEU''
—
ao
jogar
assim
mesmo
a
sua
divertida
cabra-cega,
acertou n’
uma
curiosa
divisão
dos
ditos
conhecimentos
humanos.
Fez
lo
go
d
’
elles
dois
quinhões,
e
disse:—
«A
por
ção
que
absolutamente
é
necessária
para
a
boa
ordem
e
bem-estar
da
humana
bi
charia
que,
por
minha
casual
vontade,
hade
formigar sobre
esta
bola
que
aqui
estou
arredondando,
essa
heide
ensinar-
lh’
a
logo
d
’estourb toda inteira,
e tão
in-
telligivel
e
completa,
que
lhes
sirva
per-
feilamenle,
sem
que
n
’
ella
tenham
que
fazer
descobertas.
«Mas
é
preciso»
(continuou)
«dar
a
estas
creanças,
emquanto
irão crescendo
e
multiplicando-se
por esses
séculos,
fora
(coitados!),
aiguma
cousa
com
que
se
en
tretenhain
e
divirtam,
para
que
se
não
enfastiem
da
vida,
e
se
deitem
a dor
mir.
«Pois
bem;
destine-se-lhes,
por
acaso
outra
classe
vastíssima,
curiosissima,
e
utilíssima,
de
conhecimentos
e
de investi
gações,
em
que
tenham
com
que
se ir
en
tretendo, interessando
e
divertindo,
á
me
dida
que
vam encontrando
novidades
mais
ou
menos
uteis, mais ou
menos
maravi
lhosas;
ajudando-se
umas
ás
outras,
e
dan
do
motivo a
distinguir-se
mais
particular
mente
algum
d
’
esses
animaes;
para
utilidade
geral,
e
ao
mesmo
tempo
est
mulo,
dos
companheiros.»
Dito
e
feito
—porque
o
tal «Acaso*
é
mui
despolico,
e
quando
quer
fazer
qual
quer
cousa,
não
ha
resistir-lhe.
Ahi co
meçou,
pois,
a
bicharia
logo
a
tirar o
partido
que
pôde
e
soube,
ou
excogitou.
dos objectos
que
a
rodeavam;
servindo-se
d
’elles
á
medida
que lhes
ia
descobrindo
os
préstimos,
e
o
modo
de
aproveital-os.
Não tardou
a
fazer
excursões
nos reinos
animal, vegetal,
mineral,
e a
delles
ir
ti
rando
partido,
segundo
lhes
ia
progressi
vamente
descobrindo
a
serventia
e
as
pro
priedades.
Foi
com
isso
alargando,
a
um
tempo,
os seus
conhecimentos,
os
seus
meios,
as
suas commodidades,
os
seus
divertimentos
e
recreios
—e
também,
mais
de
uma
vez.
infelizmente,
os seus
vicios:
dando
motivo
a
que
os progressos
feitos
por
uns,
e
des
cobertos—
que
não
podiam deixar
de
ad
quirir
a
estes
certo
merecimento,
supe
rioridade
e consideração desejáveis—
esti
mulassem
outros
a
esforçarem-se
por
con
seguir.
igualmente
honra
e
proveito
por
meios
semelhantes
Espero
que
os
leitores
do
Apostolo,
como
costumados
que
devem
estar
um
tanto ás
minhas
extravagancias,
me
des
culpem
esta,
de
assim
reduzir
a
duas
gran
des províncias
as
ideias
e
conhecimentos
humanos;
como
introducção
a
um
assum
pto
que
começou,
podemos
dizer,
hon-
tera,
e
já
hoje
manifesta
proporções pro-
mettedoras
de resultados,
ao
mesmo
tem
po
os
mais
pasmosos
e os mais
impor
tantes.
A
invenção,
por
assim dizer,
de
hontem,
é já
hoje
em considerável
uso;
e
parecendo
prometler,
o
fazer-se
dispen
sar
em grande
parte,
ou
de
todo,
outro
milagre
dos
desenvolvimentos
scientificos
de
nossa época
-Telégrapho.
Quero
fallar
da
novíssima,
e,
ao que
parece,
utilíssima
e
divertidíssima,
inven
ção do Teléphono;
que,
começado
a
en
saiar,
pode
dizer-se,
hordem
apenas,
nos
Estados-Unidos, principia
a
estar
já
em
serviço,
não
só experimental,
mas
práti
co
—
pois
se
afíirma
já
positivamente,
en
tre
outros
casos,
que
Bismark,
de
sua
residência
no
campo,
a
200
milhas
de
Berlim,
conserva
e
consulta
instantanea
mente
com
os empregados
da
sua
Se
cretaria,
e
os
dirige
na
Capital
Prussia-
na,
por
esta
communicação
telephonica.
E
de
outros
casos semelhantes
já
faliam
as
folhas
publicas.
Eis
aqui
uma
amostra,
que
vou
ex-
trahir
do
Weekly
fíegisler
de hoje
mesmo;
que
não
faz
mais
que
noticiar, ou
re
sumir,
noticias, que
varias
outras
fo
lhas
têm
dado,
até
muito
mais
explicila-
menle.
«O
Teléphono
está
sendo
posto
pas-
mosamente
em uso,
por
toda
a
parte.»
—
Convirá
explicar,
para
alguns
leitores que
ainda
não
tenham
attendido
a
esta
no
víssima
invenção,
que
o
Teléphono
(como
bem o define
a
derivação
Grega),
signi
fica
a
communicação
ou
transmissão
dos
sons
ao
longe.
Aqui,
porém,
significa
ainda
mais
particularmente,
a
transmissão
dos
mesmos
sons articulados
e
modulados
e
entoados;
pois
que se
transmittem
as
pa
lavras
pronunciadas,
e
taes
se
ouvem
e
discernem
a
largas
distancias,
como
se
o
ouvinte
estivesse
distante
só alguns
passos
ou
varas do
fallante;
e
sendo
as
pala
vras
cantadas,
ouvem-se
na
musica
mes
ma
em
que
se cantam
[Conlinúal
A.
R.
SARAIVA.
Inatriieção
popular.
I
Com
esta
curiosa epígrafe lem
um
jornal
d
’
esta
cidade
publicado
ha
tempos
FOLHETIM
0
CONDE
DE
TREAZEK
ROMANCE.
Versão portugueza.
I
A
aiubiçáo
—
O
snr.
Mauriciò Fournier,
annun
ciou
o
serviçal
encarregado
de introduzir
as
pessoas
que
o
conde recebia
de
manhã
no
seu gabinete,
antes
de
sair
para
se
entregar
aos
numerosos
negocios
em
que
se
occupava.
O
conde
Roger
de
Tréazek,
contava
uns
quarenta
annos;
era
d’
eslatura
regu
lar,
e
tinha
uma
d
’
estas
fisionomias
aber
tas
que
respiram
actividade
e
decisão,
e
que
inspiram
confiança
logo
ao
primeiro
aspecto.
Accusa
na apparencia
o
meio
termo
entre
o caracter marcial
do ho
mem
de
guerra,
e
os
traços
accenluados
do
puro
especulador.
Os
olhos
azues,
com
olhar
franco
e um
pouco
audacioso,
o
nariz
direito
com
as
narinas
dilatadas
atestavam
a raça
do
genlilhomem;
mas
uma
bôcca
fina franzindo
habitualmente
tim
sorriso
sceplico.
testimunhava
que
o
habito
dos
negocios
sobrelevára n
’elle
o
homem
d
’
espada;==as
linhas
unidas
da
sua
fronte
não
tinham
ainda
o
gálibo
forte
mente
modelado
que
accusa
a
longa
pra
tica
do
commando e a
energia
sempre
roburada
pela
disciplina
n’
uma
mesma
acção.
Na
oval
regular
de
seu
rosto,
en
quadrado
pela
barba
d
’
uns
tons
de
cas
tanho
um
pouco
ardente,
e
cabello da
mesma
côr,
tudo
completava
o
lypo
do
homem
da
sociedade sobrecarregado
por
cuidados
d
’uma
grande
situação,
do
que
também
eram
teslimunho
as
rugas
pre
coces
que
lhe
sulcavam
já
a
fronte
le
vemente escalvada.
Roger,
que
entrara
na
vida
pela
porta
de
oiro que
um
rico
património
escan
cara,
seguira
as
pisadas
de
seu
pae,
que,
não
lendo
adherido
á Revolução
de
1830,
só
tinha
adoptado
deste
regime
o
espirito
d
’
economia
um
tanto
avido,
que
ura ce
lebre
personagem
d
’
aquelie
tempo
resumiu
nesta
fórmula
suspeita: enriquecei-vos...
Ao
tempo
em
que
começa
esta
nar
rativa,
o
conde
de
Tréazek,
muitas
vezes
milionário
pelo
que houvera de seu
pae,
e de
sua mulher,
ricamente
dotada
pela
fortuna,
peia
belleza
e
pelas
qualidades
bera
mais
preciosas
ainda do
coração,
gosa
d
’
uma
situação
financeira
nada coramum.
Afóra
eventualidades
pouco
prováveis,
a
sua
fortuna
era d
’uma solidez
a
toda
a
prova.
O
novo
personagem
que
o
bom
do
abbade
Bernard
acabava
de
introduzir,
era
um
indivíduo
inleiramenle diíferente. De
pequena
estatura,
o
que
de
modo
nenhum
prejudicava
a sua
boa
apresentação,
mo
reno,
d
’
olhos
negros,
medilalivos
e
ordi
nariamente
como
que
perdidos
no
vago;
na
sua vista
havia
esta
expressão
que
o
povo
chama
olhos
que
miram
para
dentro,
mas
animava-se,
tornava-se
vivazmente
ex
pressiva
quando
elle
faltava;
as
linhas
da
fronte
um
pouco
baralhadas
encurvavam-
se
salientemente
para
o
meio
no ponto
onde os
phrenologos
localisam
o
que
elles
chamam
a
comparaliuidade; a
arcada
su-
perciliar
algo
proeminente
denotava,
se
gundo
o
mesmo
systema,
as
faculdades
da
analyse
ou
a
perctpção
exacta
dos
fa
ctos;
o
sorriso
doce
postoque
um
pouco
sarcaslico,
o
nariz
direito
com
as carti
lagens íirmemenle
accentuadas,
e
a
regu
laridade
dos contornos da barba,
davam-
lhe
uma
expressão
não
vulgar.
O
aspecto
geral
era
o
d
’
um
homem
d
’
esludo:
o
seu
vestuário
já
um
pouco
usado,
mas
sem
accusar
miséria,
embora
refractario
á
moda;
a
barba
e
os cabellos
estavam
própria,
mas
negligentemente
pen
teados.
o
timbre
da
voz
era
claro, o fal
lar
expedido,
geralmente
um
tanto
re
traído como
todos
os
espíritos
dados ás
theorias
precisas
e
que
desamam
as
diva
gações
e
desconexão
da
conversação.
Este
homem
devia
ser
uma
individua
lidade original
mais
ou
menos
bizarra,
—
salvo
se o
exterior
enganava,
como
mui
tas
vezes
acontece
que
uma fisionomia
d
’
aspeclo
mui particular
encobre apenas
um
personagem
dos
mais
vulgares.
E
’
o
que
passamos
a
ver
no
seguinte
capitulo.
II
Lm original.
Seguiu
se
um
momento
de
silencio.
Os
antigos
condiscípulos
entreolhavam-se
com
aquella
surpreza de
dois
homens que
procuram
reconhecer
se,
e evocam
todas
as reminiscências
para,
atravez
das
mu
danças
forçosamente
produzidas
peio
tempo
n
’um
semblante
conhecido,
reacharem
uns
traços
que
lhes
foram
familiares.
O
venerável sacerdote,
que
se
felici
tava
por
vel-os
aproximados,
entendeu
dever
deixal-os
sós
para
regularem
livre
mente
as
condições
das
suas
novas re
lações.
—
Agora
que
estaes
reunidos,
permitli
que o
vosso
antigo
professor
volte
para
a
sua
nova
geração
de
discípulos.
Fazei
as vossas pequenas
convenções,
que
não
podem
oílerecer
grandes
difliculdades
entre
dois
camaradas que se
tornam
a
encon
trar
depois
de
tao
longa
separação
nas
diversas
phases
da
vida.
E
retirou-se.
Foi
o
conde
quem
primeiro
rompeu
o
silencio,
dizendo com affabilidade
cor-
deal:
—
O
meu
caro
Maurício!...
Não
te re
conheceria
verdadeiramente,
se
não
fôra
antes
prevenido
—
Igualmente
me
custaria
a
reconhecer
um
antigo
camarada
no
snr. conde
de
Tréazek,
—
repoz
Mauriciò em
tom reser
vado.
—
Tu
vaes dar-me
o
praser
de
deixa
res
lá
o
teu
snr.
conde
de
Tréazek, para
só veres
em
mim o
leu
velho
Roger
d
’
outro
tempo.
E
’
tão
doce
recordar
as
lembranças
da
juventude!
Parece
que
el
las
nos
remoçam, e
dão
vida
nova.
(C
oh
!
n:
ta)
Depois do
Offertorio
pronunciou
o
ve
nerando
Prelado
uma
bella homilia
sobre
o
Nascimento
do
Menino
Deus,
na
qual
explanou
varias
considerações sobre algu
mas
das circumstancias que
acompanha
ram
aquelle
milagre
estupendo.
As eloquentes
palavras de
s.
exc.a
revd.ni! a
todos
commoveram
e
encan
taram.
A
este
acto
solemnissimo
assistiu
o
revd.
mo
cabido,
alguns arcyprestes, com-
munidades
de
S.
Pedro
e
de
S.
Caetano
e
muitas
outras
pessoas.
Calhandra
«m
CísamíeSeij»»,
—
Os
devotos
de
N.
Senhora da Piedade,
ve
nerada
na
capellinha
de
Guidelupe,
pro
moveram
uma
calhandra
que
alli
tem
átnanhã
logar
ás
3
horas
da
tarde,
sendo
o
instrumental
da
capella
dos
snrs.
Es-
merizes.
FaUeeitsienta.
—
Na
quarta
feira
fal-
leceu
nesta cidade
a
ex.
mi
snr.
a
D.
Nar-
ciza
Teixeira
Leite,
mãe do
snr.
dr.
Ma
noel
José
Leite
Braga.
A
finada
teve
hontem
oflicios
no
R.
templo
de
Santa
Cruz,
sendo depois
o
cadaver
acompanhado
até ao
cemiterio
por
uns
vinte
e
tantos
carros
onde
iam
mui
tos dos amigos
do
snr.
dr.
Leite
Braga,
a
quem
cumprimentamos.
Osatro.
—
Falleceu
lambem
ha
dias,
em
Vianna
do
Caslello,
o
revd.0
Manoel
José
Dias, capellão
das
freiras
benedicli-
nas
d
aquelja cidade:
Sacerdote
dé
grandes
virtudes,
a sua
morte
é
muito
sentida
Era n
’aquelle
circulo o
chefe
da
Associa
ção
da
Propagação da Fé.
Aos
associados
da
mesma
pedimos
um
P.
N.
por
sua alma.
Osstro.
—Na
manhã
do
dia
26
falle
leceu
o
snr. Miguel
José
Pimenta,
pae
do
snr.
José
Lopes
de
Carvalho da
freguezia
de
S
Jeronymo.
O
finado,
que
contava
91
annos
d
’
edade,
teve
oflicios
na
egrsja
de
S.
Francisco
da
tn-esma
freguezia.
SaSão
«omeriean».
—
Conlintía
aber
ta
no
campo
de SanC.Anna
esta
curiosis-
sima
exposição
de
vistas,
á
qual
tem
sido
mui
numerosa
a
concorrência.
Todas
as
vistas,
que
são
periodicamente
mudadas,
poduzem o
melhor
effeito
e
foram
intel-
ligentemente
escolhidas.
As
prendas
que
por
sorte
cabem
a
cada
um
dos
visitan
tes
são
bonitas
e
algumas
relalivamente
valiosas.
Quem
quizer
passar
alguns
momentos
agradaveis,
não deve deixar,
de
lá
ir.
f:“
Metáís?isu!l
»
sís
«Souta-tnns
sl<»
«aerrístej. —
Referem-se
os
nossos
collegas
do
Porto
a
uns
boatos
gravíssi
mos,
que
aHi circulam ácerca
d
’
uma
con
spiração
horrorosa
intentada
por
alguns
operários
da
fabrica
dos
snrs.
Costa
Bra
ga
&
Filhos,
do
Porto.
Por
boje
limitamo-nos a dizer—
que
a
ser
verdade
o
que
alli corre,
[iodem
ir
dando
al
viçaras
aos
moralisadores
do
«S
r-
rote»
e
quejandos.
ESeeeBts»av»*Mto.—
No
proximo
dia
3!
do
corrente
verifica-se
o
recenseamento
ger
I,
irltimamente
decretado.
Os
agentes
das
commissões pa
ochia-es
entregaião
aos
chefes
de
familia
o
boletim
respeclivo,
que
estes
prehencherão
na
casa
em
que pernoitarem,
declarando
os
nomes
das
pessoas
qoe
compõem
a
sua
fa
nilia,
ou
que
leem
em
sua casa,
accrescentan
do-lhes
a
designação
presentes,
ausentes
■
u
Iraiizeuntes.
Declaram
se
essas
pessoas
são
pirentes
e
que
parentesco
leem com
elles se.
.são
creados,
ou
se
são
hospedes.
Diz
lambem
a
edade
de
cada
uma. e
se
padece
d
enfermidade
cujo
•
conhècimen o
mlrressa
á
sociedade,
.corno
alienação
men
tal.
surdo-mudez,
eic.
Declara
mais
as
pessoas
<jue
sabem
Lr
ou
escrever,
c
d
as
ecéàuçás
se
vão
á
escola.
Os
agentes
da
commissão
parochial
recebem
a
gratifica
ção :e
5
reis
por
la
pessoa
recenseada.
b>la
imporlanie
operação
estatística
tem
por
íim
saber-se
com
certeza
qual
é
a
vmdadt-ira populaçao
exacla
de qualquer
cidade,
vdla
ou
aldeia,
se
e
la
tem
res-
peclivaraoiiie
augmenlado
ou
diminaido,
.etc.
Nem
.iiiaí.-,, nom
menos.
Quaesqner
I
outras
stqopasiçõ.cs
são
erradas,
e
não
icem
razão de
ser.
a
«acreisianoB.—
•Com
este titulo
vão
os
snrs .
T-ixeira
de
Carvalho
e
AÍ
ineida
Chaves
emprehender
no
Porto
uma
nova
publicação
iitiçraria.
vãeSSxorassisal»
—
Diz
um
corres.>oi)
lente
óo
Lisboa
que
o
governo
trata
de
introduzir
brevemente
no
serviço
do
correio
vario*
melhoramentos,
além
d
’
queiles
que já
foram decretados.
Vão
ser emitlidos
sobrescriptos. estampilhas
e
cintes
cem
estampilhas
grav
.das
[>.ira
os
jornaes.
j Vae ser
creada
uma classe
espacial
de
cartas
com
valor
declarado,
pelas
quaes
o
uma
serie
d
’arligos,
que
merecem,
na
ver
dade,
ser
apreciados,
ainda
per
sumi
ca-
pila,
porque,
(com
magoa
o
dizemos),
nem
nos
sobra
tempo,
nem
tão
pouco
é
pos
sível
dispôr
de
muito
espaço
do
jorna!
pa
ra
mostrar
aos leitores as
bellezas
d
’
aquel-
la
fina
peça
de
sabedoria.
Esse
jornal
diz-se
amante
do
povo,
como
revela
o
seu
pr-oprio
titulo;
e
para que
ninguém
o
duvide
grava
no
alto
do
seu
froiítispiciõ
nm trecho
sobre
a
excellen
cia
da
instruc
ção
popular,
extrahido
d
’on-
de
não
ifti
portara
‘Tpfsgiiam
sabei-o
ou
cuja
cilação-nãó
apresenta,
por
julgar
de
masiado
conhecffiíTo
seu
auctor.
Isso
tam
bém
pouco
ou
nada interessa Para
que
não
reste
ainda a
algum
sugeito
mais
im
pertinente
e incrédulo
a
menor
duvida
sobre
a
amisade
que
consagra
ao
povi-
nho,
encetou
a
publicação,
em
artigo
de
fundo,
d
’
uma
serie
d
’artigos
intitulados
Instrucção
popular,
que
realmente
são di
gnos
d
’
uma
encommendação
ou responso
antes
de
passarem d’esla
para
melhor vida
*
qual
é
a
do
embrulho,
do esquecimento
e
do
desprezo
que
os
ingratos
e
ignorantes
lhe
costumam dar.
Mas
não
é
justo
que
assim
succeda.
Se
outros
não sabem
dar
c
apreço
áquillo
que
o
merece,
nós
é que
não
admiltimos
que
nos
equiparem
ao
caixeiro
da loja
de pezo
ou
a muitos ou
tros
indivíduos,
que
acham
um
prazer
inefíavel
em
rasgar
barbaramenle
alguns
perioiicos,
sem
se importarem
com
os
the-
souros
inestimáveis
de
sabedoria
de
que
estão repletos,
servindo-se
d
’
elles
aos
boca
dos
para
fins
indignos
e
até
pouco
ho
restos.
E
’
uma pouca
vergonha!
E
isto
explica
um
facto
que
abaixo
menciona
remos
e
que
mu
lo
nos
contristou.
Somos
um
pobre
filho
do
povo.
Ha
an
nos
que.
ávidos
d
’instrucção,
a
procu
ramos
constantemente
nos
livros,
e lambem
não
desdenhamos
sorvel-a
nos
jornaes,
que
realmente
a
offerecem. Tendo
assenta
do
fazer
uma
estada
n
’
esla
cidade,
uma
das
primeiras
cousas
que
procura
mos
foi
lér
os
jornaes
aqui
publicados
Encontramos
então
no numero
dos patrí
cios
aquelle
de
que
hoje
nos
principiamos
a
occupar,
porque, realmente,
já
o
disse
mos
e
tornamos
a
repelil-o,
não é
indi
gno
d
’alguma
coisa.
Era
impossível
que
,e
a
se papel
nos
não
attrahisse
a
attenção.
Filho
do
povo,
pobre
e
ignorante
como
<>
povo,
joven
ainda,
simples
leigo,
sem
representação,
nem
auctoridade;
mas
co
biçosos
de
saber,
como
podíamos
deixar
de
ter
um
alegrão,
ao
acharmos,
á
nossa
che
gada
a
uma
terra
estranha,
quando
menos
o
esperávamos,
um
periodico,
cu
jos redaclores
mostram
finar
■
se
e
refinar-
se
d
’
amores
peio
pobre
povo
e
portanto
pela
nossa
obscura
pessoa?
Com
effeito,
lodo esbaforido,
perguntamos
logo aos com
panheiros, aos
pobres
filhos
do
povo:
On
de
está
a
preciosa
collecção
do
nosso
ami
go?
Uns
riram-se
do
que
elles
chama
vam
ingenuidade,
e
outros...
que
horror!
não
sei
de
nojo como
o
conte...
mostraram-
me
com um
sorriso
sarcástico
algumas
venerandas
relíquias,
pelas
quaes
mal
po
deria
reconhecer
o
cadaver;
a
não
ser
por
algumas
chagas
que,
ainda
em
vida,
cobrem
infebzmeiile
toda
a
superfície do
corpo
do
lazaro
papel!
Mas,
como
quem
procura sempre
acha,
quiz
a
minha
boa
fortuna
que
eu
encon
trasse
o
n.°
36
do
mez
de
junho,
e
que
logo
precisann
iite n
’e,sse
numero
lêsse a
a
primeira
iicção,
intitulada:
Instrucção
popular;
e
ainda
não
desesperei de
obtr
<>s
numeros
que
se
seguem
a
esto.
Ma
,
se
os
não
em
<
nlr r,
t
mbem
isso
não se
rá
motle
d’
homem,
nem
casa
queimada,
couip
nós
outros
diremos: e
demais
já
temos
certos,
<•:
troco,
d'uns
papeis sujos,
<:s
numeros
quó
d';qui
em diante se
-se
guir
em
.
<
oinp
alumno
pois
da
■
uia
d
’
este
ami-
galhole,
<lesculpe-no.
‘
o
o
>sso
medre-ami
go,
se
d'hoje
em diante, lhe
fizermos
al
gumas
observ
çôes
e
reparos, sobre
as
suas
bellas
prelecçõeq
de.
Lislcucção popular.
Foi
para
isso
que
rog
jnos
um
canti
nho
d
este
jor.nai
que.
3
pesai da
no
sa
bai
xa
condição
e
da
linguagem
tão pouco
limada,
c
ibo
Costuma
ser a
do
povo,
ainda
assi
n
nos I'd
concedido.
Parece
rias
.que
basta
de
cumprimentos, .meu
ca
ro
senhor.
,N<
pruxnno
a
“
passaremos
ao
que
mais
imporia,
.1.
M.
correio
cobrara
uma
certa
porcentagem,
pagando
integralmente
o
valor
seguro,
no
caso
de
extravio.
Também
vae
ser
creada
uma
classe
de cartas
expressas,
que
de
vem
ser
entregues
por um
proprio
logo
que
cheguem
ao
correio, qualquer
que
seja
a
distancia
em
que
resida
o
destinatário.
A
cidade
de
Lisboa
vae
ser
dividida
em zonas,
ou
circumscripções
poslaes,
ten
do
cada
uma,
como
centro,
uma
delega
ção do
correio
central
;
o
numero
de
dis
tribuições
na
cidade
vae
ser
augmenlado,
elevando-se
em
breve
a
8
ou
9,
confor
me a
importância
de
cala
zona.
Julga-se
que
este
systema
será
mais
tarde
applicado
á
cidade
do
Porto.
Slises-s-a dw
Í5s-iesat®.—
Os últimos
telegrammas
relativos
á
guerra do
Oriente,
são os que seguem:
Paris,
2o.
—
Suleyman-Paciiá
estabele
ceu
o
seu
quartel
general
em
Tatae-Ba-
zardsehik
ao
sul
dos Balkans,
na
margem
do
Maritz.
Augmenta o descontentamento
em Cons
tantinopla.
Foram
exilados
alguns
ulernas.
Os
servios
elevam
bastiões
em
volta
de
Nisch
e armam
as
populações.
Embarcou
de Alexandria
um
contin
gente
de 3:000
egypciòs,
com
destino
á
Turquia.
Belgrado,
24
Os
servios
tomaram
hontem
Pascha
Pajancha.
Constantinopla, 24.
—
Os
servios
foram
repellidos
pelos
turcos
para
o lado
de
Ja-
vor
e
perseguidos
ainda
para
além
da
fron
teira.
0 corpo
do
exercito
de Achmed-Eyoub-
Pachá vae
para
Sofia.
As
tropas de
Constantinopla
marcham
rapidamente
para
reforçar
as
que
defendem
os
desfiladeiros
dos Balkans.
Bucharest,
24.—
Parte
das
tropas
russas
do
cerco
de
Pievna
vae
reforçar
o
exercito
que
opera contra
o
Quadnlatero
;
princi
palmente
em
Roustchouk.
Pela ponte de
Ibroula,
passaram
novas
tropas
russas
que
com Zimerinan
vão
operar
contra Silistria.
Para
a
passagem
de
Trajan
dirigem-se
numerosas
forças
russas
afim
de flanquear
as
posições
turcas
de 1'chipk.
Paris,
26.
—
Annuncia-se
que
Skobeleff
com
uma
divisão
de
infanteria,
cavallaria
e
artilheria
occupou
a
passagem
de
Trajano
nos
Balkans.
Os
russos
apertam
as
linhas
em
volta
de
Erzeroum
e
occuparam
as
aldeias que
ficam
ao
norte.
Londres,
26.
—
Segundo
um despacho
do
«Times®
o
czar
respondendo
a
uma
deputação
que
alludia
á
atlitude
da
Ingla
terra
disse
:
«Não
intendemos
de
medições
e contra
a
intervenção
lemos
os
nossos
exercitos.®
Partiu-se
a
ponte
de
íbrailá.
Os
servios
começam a
bombardear
Nisch.
Belgrado.
26.
—Tres
batalhões
servios,
depois
de
encarniçado
combate,
apodera
ram-se
de
Kurschnulje.
que
era
defendida
por
400
nizans
e
2.000
irregulares
turcos.
Paris
27.
—
0
governo
russo
ordenou
ó
trabalho
de
defesa
nas costas
da
Rnssia,
tão
-depressa
como
teve
noticia
da
con
voca
ção
antecipada
no
parlamento
inglez.
I¥»
sssíísxt®
;3®s'gaaH>do.
0 «Ecco
do
Rhc-dano»
participa
do
seguinte
modo
uma
catastropbe,
que
soccedeu
ha
pouco
no..monte S.
Bernardo:
A
23
de
novembro
(do^ifngo), pela
uma
hora
ca
tarde,
parti-m
5
mancebos,
de
Proz
para o
Grande
8
Bernardo,
que
fica
a
duas
legups
d’
aq.n<lle-
estabei-ci
mento. Nad:
reteve
os
incaiPos
■:
nem
o
tempo,
que
er.a
.Imnjvel.
nem os
conselhos
do pròpri-tario. A neve çahia <le
continuo,
e
o
v.nto N.
sop^ava^cotn
violência,
dis
persando-a
em
formidáveis
turbilhões.
Surprahendcu-os
a
n
-ite
tias circumvi
sinhanças
da
ponle
Mudry,
que
rl-ista
uma,.,
légua
do
convento.
Prostradas pela
fadiga,
tres
não.
po-leram
seguir
com
os
dois
res
tantes
que, ià.ais
fortes
que
seus
coite-
gas,.chegaram
segunda-feira
ao
çosrido,
pelas,
quatro,
horas
'a
m,:nbã.
Os
religiosos,,
mal
re
:.eb.:ram
a
noticia
de
qoe-tres
peg-oas
eSlnvam em
risco
na
montanha,
subiram
pressurosos
em
compa
nhia
d
os
creados- e
nitfllos.so.s.
Depois
de
muito
contra-tempo
allingiratn
a ponte e
lá.
se
lh.es
depararam
os
ires
desventura
dos
:
omd
’
eiies eslav.r
mort
■
;
e
os
oul
qs
moriímndos,
pois tinham
braços
e
pernas
geadas.
Foram
ambos
transportados para
o con
vento,. e
lá,
submetlidos á
medicação
pr
.-
scripla
pelo.;
facultativo
da
ordem.
Con-
dusiram-nos
depois
ao
hospital d
’àosta,
en !e
sncmnbm
n
■>
;
o
eatro
es.á
convalescente.. .
movimento
do
Slospitnl
de
iviareog.
—
Doentes existentes
em
16 de
dezembro:
76
homens
e
86
mulheres*
Entraram
durante
a
semana
finda:
11
homens
e
16
mulheres.
Sahiram:
19
homens
e
18
mulheres.
Falleceram:
2
homens
e
1
mulher.
Ficaram
em
tratamento
em
22
de
dezem
bro:
66
homens
e
83
mulheres.
pesadas
eariéísSivas.
—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Ma-
ximjnos,
n.°
18, existe
uma
enlrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e filha
de
paes
estremamente pobres,
que
continuamente
soflre
dores
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem dar
algum allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A’
b
almiiH
eai<ido«as.
—
Recommen-
damos
ás
almas caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
13,
(solão).
Tendo
80
annos
d
’edade,
a
porisso
sem
poder
appiicar-se
a qualquer
rabalho,
lucla
com
a
miséria
extrema.
A
TOBOS
sem
medicina
..pur
gantes,
nem
despezas,
com o uso
da
delicio
sa
farinha de
saúde,
bU
BAKRY
de
Londres.
3
Combatendo
as
indigeH
wM (desp
es-
psias)
gastrica , gastralgia
,
flegma,
ar
rotos, ventos, flatos,
amargor
na bocca,
pituitas,
nauseas,
vomilos,
irritações
intes-
tinaes,
bexigas,
diarrea,
disenteria,
cólicas,
tosse,
athsma,
falia
de respiração,
oppressão.
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na gar
ganta,
do
alilo,
dos bronchios,
da
bexi
ga,
do
íigado,
dos
rins,
dos intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue. 85.000
curas entre
as
quaes
contam-se
a do
du
que
de
Pluskow,
da exm.a
snr.a
marque-
za
de
Brehan.
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’ioglateira
,
do
doutor
e
professor
Wurzcr,
etc.
etc.
Cura
n.°65:311.—
Vervant, 28
de
mar
ço
de
1866.
—Senhor.
—
Bendito
seja
Deus!
a
sua
SãevaEeseière
salvou-me
a
vida-
O
meu
temperamento,
naturalmete
fraco,
eslava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito
ao-
nos. tratado
sem
resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos
declaravam
que alguns
mezes
de
vida
rne
restariam,
quando a
eminente
virtude
da
sua
RevaBesctère
me
restituiu
a
saude.
—
A.
B
runelijère
,
cura.
Cura
n.°
45:270.
—
Tisica.—
M. Ro-
berts,
d’ómá const páçâó pulmonar
com
tosse,
vomotos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
Cura
n.°
74:442.
—
Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Maritimos),
julho
de
1871.
—«De
pois
que fiz
uso
da
sua
beueíica H®va-
íessâère. sinto
novo
vigor;
a
laryngite
de
que
soílro
ha
dois
annos
tende
a
desap-
parecer
assim
como
os
ineomtnodos
que
sentia
e.u
todos
os
membros.
E
’
síj
!
í
.
vezes
;«
jís
quiritivu
que.
s
car
ne,
se
-o-
esqtie-economiíâ
chrc.enla
.vezes
o
seu
preço
em
reme
'•
:s.
—
i
eços
fixos
da
vendft
por
miúdo
em
t.od
>
?
pg-
u
*
e
s u
I
á:
Em
caixá
de.
lhlha
dé
fála,
de
*/.
Í00
;
dekiio
tdjc rs
;
de nri
kno
i
"«st
’
-
‘
e
'z
7-?
3^206
ress;
d:
los,
6^40.0;
■
de
12.
.'Ulos,
10009
!í
-
Os
ó-rrrlc,.
c
?
■ievrdescíêre
'
.
Içm
comer
a
qaalquçt.
bor^,
?-v;dí
m
cfnras g
590
c
láíDG
reis.
pó
e
;
paus,
em
caixas
á
ciipven .
..
kiio,
>
ki-
po-
.
’
-se
a
;-;\.<a
eat-
3
Az.vedo
Filhe
»,
v;W
grosso e
,
>
t
raça
d_* D.
Pedro,
31,
32;
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
í
’
W'
«©,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
“
*
A
veíro,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.
--
SareeHo»,
Antonio João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Porte.
—
Domingos
J.
V, Machado,
drog.,
praça
Municipal, 17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31—Pipa
&
irmão,
r;ua
do
Souto.
—
liansu
dA
í;®»-
teS5®,
Aflonso
drog.,
rua
da-
Pieotà,
’
, J,
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
14-9.
—
£>utaa»rfte*,
A J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d*Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José-,. J.
da
silva,
drog..
Rua da
Rainha,
.29
e
33. —
fltel,
Miranda,
pharm.
—x-'«»río,
M.
I
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da Banha
ria,
77; J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
CedoCeila,
160;
Fontes
&
C.a
,
drcg<.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a 108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Genital,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a
227
—
Fonte
d®
ffA-
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm
—
F.ma «J®
Va.rzsâKM,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.—
VaSeaça
«Eo
Minho,
Francisco
José de
Sousa,
pharm.
—
Vil!»
de
Cende,
A.
L. Maia
Torres
phar
n.
ÀOâBCEWTOS
D.
Oiivia
da
Costa Soares, D.
Caro-
lina
Soares
Lacueva,
José
Maciel
Soares
e
João
Luiz,
Thtuaaz
Lacueva,
em
extremo
penhorados
para
com
todas
as
pessoas
que
os cumprimentaram
e dispensaram to
das
as
atlençôes
por
occasião
do
fãlleci-
mento
de
seu
presado
marido,
irmão
e
cu
nhado
Daniel da
Cesta
Soares,
e
bem
assim
ás
pessoas de dilTerenles
irmandades que
o acompanharam até
ao cémilerio; a
lodos
protestam a sua
eterna
gratidão.
(670)
MESSAGElliO
Almanak
para
1878
Por
José d’
Oliveira
Cardoso.
A
’
venda
nas
principaes
livrarias
e
em
casa
de João Ignacio
Bernardino,
em
Foi-
gosa
do Douro.
Preço
50 rs.
e
a
40 rs.
de iO
exem
plares
para
cima.
(671)
Compra-se
um prédio
de
casas
no
cen
tro
da
cidade
que
esteja
bem
construído
e
que
s
;a
aceado,
não
se
faz
questão
de
preço,
contanto
que
não exceda a
réis
•15:0
’
i0^000.
Quem
o
tiver
nestas
condições póde
faiíar
no
escriplerio
deste
jornal.
(675)
representação
'
da
cama
MUNICIPAL
A
assignatura
dos
cidadãos
qu£.
adherem
á
representação
que
a
ca
mara
municipal dirije
a
S<
Mag
esta
do,
para
sobreeslar
na
pertenção
da
.Companhia
do caminho
de
ferro
do
Porto
á
Povoa
do
Varzim
e
Villa
ao
-
va
deTamaiicão,
de
seguiu
com
a
ê&rada
até
Chaves,
acha-se
ii^casas
dos
snrs.
Manoel
Bento
de
CafvaHjp,
ao
cruzeiro
da
Senhora
Branc.s-Vdalliias
Dias
da
Fonseca,
largo
do'''Saião de
S.
Marlmho;
e
Ãltiaoel
Igikcio da Silva
Braga,
ao
i
'
,
r
'
-
V?
■
:
i
' 8 :
A
BBimm
DA
Escola
Americana
■^Consultorio
a
>oda-
a
hora,
tanto
de
Aa
comove noite
Rua
do
Campo (antiga
Parta
de
S.
Francisco) n.°
22.
COLLEGIO DE S. LUIZ
EM
BRAGA
As
simpathias
que
este
Instituto
re
ligioso
e
scienlitico
ha
merecido
a
mui
tas
famílias
do
nosso
paiz
teem
sido
su
periores
á
espectativa
que
seu
director
abrigava
ao
lançar
hombros
a tão
bene-
(iça,
quanto
espinhosa
empreza.
A
prova
está
em
que,
sendo decorri
do
pouco
mais
d
’
um
anno
da
sua
funda
ção, a
casa
em
que
actualmente
se
en?
contra,
não
póde
comportar
os
trinta
e
tantos
alumnos
internos
que já
possue
com
aquella
harmonia
e
règulari
fade
que
deve
existir
debaixo de
lodos
os
pontos
de
vista.
Mas
tendo
presislido
á
fundação
d
’
es-
te
estabelecimento o
ardente
desejo
de
promover,
nos
temjios
actuaes, os
sagra
dos
c
ponderosos
interesses da
Egreja
e
da
sociedade,
e
desejando
portanto
o
seu
director
corresponder
á
benevolencia
e
con
fiança
que
tem recebido
dos
chefes
de
familia,
julgou
dever proporcionar
aos
jo
vens
educandos
uma casa que reunisse
todas
as
condições
e
elementos
necessá
rios
debaixo
do
ponto
de
vista
material,
disciidinar,
religioso,
e
lillerario.
E
na
verdade,
depois
de
dados
não
poucos
passos e
vencidas
algumas
dilli-
culdades
nada
deixa a
desejar
por
qual
quer
lado
que
se
considere.
Ao
passo
que
é
situado
na
cidade,
é
como
se o
fora
em
plena
aldeia
da
luxuriante
e
saudavel
pro
víncia
do
Minho.
Além
de
grandes
e
apra-
siveis
recreios no
campo
e
interiormente
para
dias
chuvosos,
possue
vastos
salões
para
dormitorios, aulas,
e quartos de
pre
feitos
e
professores, de
fôrma
a
poder
comportar
para
cima de
100
alumnos.
Por
dentro
e
por
fóra
é
construída,
com mais
que
aceio,
com
luxo,
pois
é,
quando
não
mais,
um
dos
melhores
palacios
da
Roma
Portugueza.
N
’
este
Collegio
se
ensinam, (como
con
sta
do
seu programma, que
será
enviado
a
quem
o requisitar),
pelo
que
respeita
á
parte
lilteraria,
lodo
o
curso
dos
prepa
ratórios;
e
pelo que
diz
respeito
á parte
religiosa,
além
do
máximo
escrúpulo
na
escolha
dos
compêndios
adoptados
e
nas
pessoas
que
fazem parte
do
professorado
e
corpo
disciplinar, ha
também
uma
aula
de
curso
elementar
de
Religião
(calechese)
nos
dias
feriados;
e
em breve
haverá
uma
outra
aula de
curso
superior
de
Religião,
na
qual
seião
matriculados
todos
os
alum
nos
de
instrucção secundaria:
isto,
além
do
Director
Espiritual,
que
assistirá
aos
alumnos
com
paternal
solicitude.
A
mudança
da
casa
estará
effectuada
nos
princípios
do
proximo
mez
de
janei
ro,
precisamente
no
fim
das
ferias
do
Na
tal.
(667)
g»B-K.s6<íe
«legsosstn
d»
e
SsÊMeirsat»»
da
£''»5>fseíÈ
Vaeional
a
vapor,
em
S.ss!e®a
DE
Eduardo
Conceição
Silva
íi
Irmão
Deposito
no
Porto,
rua
dos
Inglezes,
38—
42
N
’
esle
grande
deposito
se
vendem
as
bem
conhecidas-
qualidades
de
bolacha
e
biscoutos,
qualidades
estas
quê
rivaiisam
com
as
inglesas,
e
teem
a
vantagem
de
serem sempre
frescas
e
muito
mais
bara
tas,
tanto
em
caixas
como avulso;
pori
so
ciiamamus
a attenção dos
snrs. consiim-
midores.
-
.
j
N
’
este
mesmo
<ie,msj,o
se
vendem
la-
i
rinhas
das
principaes
fabricas
ife
Lisboa:
i
le.Bento
Antonio,
João
de
Brito
Carãmujp.
Manoel Jes
'•
Gomes,
&
Fdiios,
e
da
NACIONAL,
EM
^ÁNTO
'-MAR0.
-- ---------------- !
Quem
quiser
ser.
coadjutor
cm
S.
La-
;
zare,
fa
le
.com
o
parccho.
,
lllf í
A
d
IJL
i
)
I
Tendo
'de se mandar
faze;
A'
moleira
j
o
rclahulo
do
altar
da
'càpeilá-mór da
Sé
Primacial
de
Braga, couvidãm-se
todas
as
pessoas
habilitadas
para
execfrtar esta
Obra
e
que
queiram
encarregar
se
<elia,-a
man
dar
sitas
propostas
ao
fahriqtieiro
3
a
mes
ma
Sc ale
ao
dia
oi
do
conenle
mez.
A
planta
e
condições da
obra
estiirãõ
pa
tentes
na
casa
da
fabrica
da
'ita
Sé
no
dia
10
do
corrente
e
ségir.Ttes
desde
as
9
horas
alé
•)
meio
dia.
Braga
4
<'e
dezembro
de
1877.
No
Kegsossto
de
Vinhos
do
Eloii-
ro
—
rua
de
S.
Marcos
n.°
15
—
ha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete,
—
Meza
n.°
1.
Estes
vinhos
teem,
augmento
de
10
reis
e
garrafa.
Sem
accgmeiitc»
de
preço
:
— F.
n.°
1 ;
F.
n.°
2
; F.
n.°
3;
F.
n.°
5.
=
V.
n.°
1
; V.
n.°
2
;
V.
n.»
3
; V. n.° 4
“
Bastardo
de
1863
=
Vinho
branco
n.°
1;
—
Vinho
branco
n.°
2.
Vinho branco
de
1863.
=
Moscatel n.°
I
;
Moscatel
n.u
2;
Moscatelsecco
“
Malvasia
adamada
n.°
2
=
Malvasia secca.
=
Geropiga
loira
;
Ge-
ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840==
Alvaralhão de
1810
—
Roncão
de
1820=
Lacritm-christi.
Vinhos
de
ditTerentef)
procedên
cias
.
Collares
;
Madeira de
diversos
pre
ços e
muito
baratos
;
Xerez;
Moscatel de
Setúbal
;
vinho
de
Valdepena ; Bordéus;
Champagne.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA
:
Doce
de
toda
a
qualidade
de
fructa,
tanto
em sêcco
como em
caída
;
licores
francezes
;
massas
para
sopa; farinha
de
diversos
legumes
;
conservas
; mostarda
;
peixe d
’
escabeche
;
sardinhas
de
Nanies ;
ostras
frescas
em
latas
;
amêndoas
de di
versas qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito
bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e preto
;
bolacha
ingleza
de
diversas
qualidades
; biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
;
quei
jo
londrino,
papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas próprias para
o
Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Ha
um exceilente
restaurante, e
se
apremptam
consoadas
de
qualquer
comi
da,
tanto
em carne, como em
doce.
== Tem
sempre
fiambre,
e
aos
domingos
fazem-se
alli
pastelinhos de
massa
á
franceza,
tanto
de
carne
como
de
diversos
doces
==Mor-
cellas
de lombo
de
porco
e
de
doce: aprotn-
tando-se
também
caixas
enfeitadas.
15
—
RUA
DE
S.
MARCOS
—
15
(613)
Sociedade
anónima
de
responsabilidada li
mitada
Capital
..................
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
rua
do
Campo:
BRAGA.
Empresta
db beiro
s<
bre
ouro,
prata,
joias,
papeis
do
credito,
cereaes,
roupas,
movei:-,
lerrament-s,
e
sob
e
tudo
e
qual
quer
objecto
do valçi.
não
mfbrier
a
1(H>
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
désm
dto a
pra
so
cu
á
ordem
aboiiu.Ao juros
conven
cionáveis
A
caixa
está
abert.;
todos
os
c as
des-
C
as
9
hora
da
manhã
aié.-ás
»
da
noiie,
#:
no-
dias
Sãntificadcs
e-tr/à
ibeít.;
só
até
tio
meio
dia.
’
Ogerenie
-
A.
G.
Férreirinui.
PROFESSOR
DE
GOMMERQIO
Aeaba -de
cljegor
a
esta
cidade unr
professor
com
muitos
annos
de
pratica
de
ensino
de
curso
completo,
etc.
Também
leccioná
só
qmlqucr
das
dis
ciplinas,
como:
escripluraçáo
mercantil
ge
rol
ou
especial, cónl
.bilidadc
commercial,
systema
monetário
e
cambial,
metrologia
miiversal;
geographia, historia
e
direito
ir.«;nn!írt1aL;
aige
‘>ra, economia ■
política,
dezenho,
callygraphia,
línguas,
etc.
Está
ateria
a
matricula
até
ao
i.°
de
dezembro,
dia.
cm
que
se
inaugurará
o
curso.
Prcçffem
classe
—
2-5300
(Curso
diurno
Particularmeiite
—
Í^ÍOQi e
noçturno.
Rua
do
Conselheiro
Janmrio,
31.
(622)
©JtKITHSSIî
DENTIST
A
APPROVADO
PELA
"ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
i9.
BRAGA.
Faz tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580)
Quem
pertender
comprar
duas
moradas
de
casas,
aiiudiaes, com
■
os
De
os
2|
22,
e
22 A,
no largo
de
S.
Miguel
O-Anjo,
pode
tratar
com
o
procurador
José
Joaquim
da
Costa
Ribeiro,
no
largo
da Senhora
Branca,
d
’esla
ci
dade.
(650)
uniffii
oe
mw
DO
ALTO
DOUaO
E9
1.
CASA
iPOCCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades de vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
»
>
»
.
190
s
Lagrima........................................
200
» Branco
de
meza............................
210
s tinto
de
meza
fmo.
.
.
.
270
»
de
prova
secca.
....
300
o
Malvasia de
2.
a
.
....
360
»
»
velho.
.............................
400
»
Malvasia,
.
Bastardo e
Moscatel
a
SOO
»
Roncão
........................................
700
»
Alvaralhão........................................
560
s
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
pars
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a pureza
e
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos, po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar por
meio
de
qualquer
processo
cbymico.
(ví-41)
LIVRARIA
BORDALO
Travessa Viciaria
ís
.° í
‘
3,
a.
0
andar,
ILiHhaa
N
’
esle
estabelecimento
ha
um
variado
sortimento
de
diff.
rentes
obras,
Roman
ces,
Historias,
Comedias,
Dramas,
Scenas
Cómicas e
Almanachs
para
1878, e
faz-se
abatimento
para
negocio, e
remeltem-se
os catálogos
grátis,
e
qualquer
das
obras
abaixo
mencionadas
são rvmettidas
francas
de
porte
aquem
enviar
o
seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL
DAS
DAMAS,
tratado
de
fa
zer
flores
arlificiaes
ornado
de
estampas
500. MANUAL
DD
COSINIIEIRO,
modo
de
preparar as
melhores
iguarias
da cosi-
nha
portugueza
e
françeza,
árte
de
co
peiro
e pasteleiro
210,
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de sortes
di
vertidas
tanto
de mãos
como
de
c.rtas
e
physica
recreativa,
ornado
de
80
estam
pas
5t)i.i,
manual
do
conserveiro
e
CONFEITEIRO,
modo
ile
Czer
bollos pas
teis,
doces,
gelados,
249,
MANUAL
DE
DANSA,
arte
d“
aprender
a
dansar sem
mestre 120,
"âAívUAL
DAS
SINAS,
ex
plicação
das
sinas
e sonhos
Í20.
C!a>m
feita
J3
—
Largo
do
Barão
de
S.
Murlinlio—
JS
fies-se
a
ficar
<-
-p
e!L
q
;udc
nã;.
qtia
á, vontade
do
freguer.
(3
3,
LE
CONSEILLER DES
DAMES
ET
DES
DEMOISELLES.
ANNO
XXIX.
Periódico
ilustraiio,
ANNO'
XXIX
Publica-se
no
dia
1.°
de
cada
raez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos
inntimeraveis
melhoramentos successivamento
introduzidos,
é
hoje
esle
jornal
de
modas
uma
verdadeira
inciclopedia de
todos
os
lavores
proprios
para
senhoras. A
utilidade
e
esmerado
estillo
de
sua redacção,
as
preciosas
gravuras
de figurinos,
já em
preto,
já a
cores,
os
padrões
riscados
em tamanho
natural,
de
modo a
permittirem
a
qualquer
pessoa
executar
todos
os
loiletles
publicados;
os
modelos
de
tapeçaria,
coloridos
com
admiravel mestria, e
de
íacil repruducção;
grandes
liras
de
bordados
com
as
iniciaes
das
suas
assignantes;
numerosos
traba
lhos
de
crochel, guipure,
tricot,
etc.;
penteados,
chapéus,
rouparia, musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
pittorescos,
guarnições
para
vestidos,
e
desenhos
de passama-
nería,
tornam
esta
publicação
a
mais
sedutora
e
completa,
que
uma
senhora
ou
uma
menina
podem
desejar.
Le
Conseiller
des
Dames el
des
Demoiselles
é
o
unico
periodico
que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e
padrões,
com
tal
clareza,
que
possam
copiar-se
com
a
maior
facilidade.
PREÇO
PARA
PORTUGAL,
POR
ANNO
2$I00
REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas,
o
director
do
Le
Conseiller
des Dames
el
des
Demoiselles,
entendeu-se
com a
administração
d
’
este
jorna),
em
Braga, rua
Nova,
3,
para
onde
podem
ser
dirigidas,
acompanhadas
do
seu
importe.
Também
se
encarrega,
mediante
pequena
retribuição,
de
remelter
ás
senhoras
assignantes
os
brindes
que
escolherem.
(INCORPORADA POR CARTA REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A VAPOR
Para
S.
Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e Ruenos-Ayres
(«»)
GOTTA
E
RHEU VIATISNIO
Licor
e pílulas do
dr. Laville
Esta
medicina
anti-gottosa
e
anti-rheumatica é
de
justo
titulo
o
reputada
in/alli-
vel desde
30
annos,
contra
os
ataques, e
as
recaidas.
Sua
eílicacia
é
tão
grande,
que
duas
ou
tres
pequenas
colheradas
são
bastante
para
curar
as
dores
mais
agudas.
E’ a
unica
scienlifica
e offtciglmenle
reconhecida
e
que
oflerece
Iodas as
garantias.
Veja-se
o
livrinho,
que se
dá
grátis
em
todas
as
pharmacias.
Preço
2$000
rs.
Para
evitar-se
os
graves
perigos
da
falsificação,
deve-se exigir
a
assignalura
do
dr.
Laville.
Deposito
geral
em Paris: pharmacia
central
de
França,
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Rua
de
Jony.
17
- RUA
DE
S.
VICENTE
-
17
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LEGITIMAS
DA
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Os
únicos fabricantes
de
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coser,
com
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estabelecidas
em
Portugal
para
fornecer
directamenle
ao
publico
e
as
quaes
obtiveram
maiores
prémios
na
exposição
universal
de
Philadelphia
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17, RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
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h
sua
sotksal
iiiv l oieiansA
ií:;?
PORTO
(586)
Acceitando
lambem
passageiros
de
3.
a classe,
com
trasbordo
no Pio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ,
SANTA
CATARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS, S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORÍA.
MACEIÓ, e
outros
ponlos
do
litoral
e
interior
do
fírazil,
ao
sul
de
Pernambuco
PELO
MESMIO
PREÇO
QUE
PiBtA
O
HIO
»E
JANEIRO
PAQUETiíS
A
SAIR
DE
LISBOA
ELBE
.
.
. .
.
13
de
Janeiro
TAGUS
.
.
.
.
.
13
de
Fevereiro
MINHO
.
.
.
28
de
Janeiro
GUADIANA
. .
.
28
de
Fevereiro
PREÇOS
c
OMMODOS
Cada
paquete
d’
eata
companhia
leva
a
bordo
eriados
e
eosinhciros
portuguezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
todos
as
classes.
Sendo
as
passagens pagas
na
Agencia
Central
no
Porlo
ou
em
qualquer
Agencia
provincial, a
conducção para Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro, teem sustento
e
hospedãriá
gratuita
durante a
demora precisa
para
obter
trasbordo.
A
bordo
os
passageiros
teem
grátis
cama,
roupa
de cama, co
mida
feita
por
cosinheiros
portuguezes,
vinho
duas
vezes
per
dia,
assistência
medica, serviço
de
eriados
e
outras
despezas-
A
EXPERIENCIA
de
mais
de um quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga na
carreira do
Brazil)
sejam conhecidos
pela
regularidade, velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso pela
limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo, e
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygiene
como
para a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
leem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que
ha
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a conducção
das
suas
ma'as do
correio, e
por
este serviço
recebe
a companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o Imperador
e
Impe
ratriz
do
Brazil,
como
também S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dós
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas as
principaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva Guimarães, rua do Souto.
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
8. ExcA
Rev.m&
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Catholica,
Praça
de
D. Pedro,
e
na
Portuense
de
Manuel
Malheiro. rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
•
.
160
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»
encadernado
....
240
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da
religião
christào,
traduc
ção
do
padre
.Mesquita
Pimentel
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comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
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Sacerdote,
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Deus,
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RAMOS
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SENNA
FREITAS
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IMITO
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Catholica
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de D.
Pedro,
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Sermão
sobre
a
Divindade
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Nosso
Se~
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Jesus
Christo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço
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DISCURSO
do
francez
cathoiico
O
CONDE
ALBERTO DE
MUN
Pronunciado
st o
encerramento
da
assembleia
geral
dos
menbros
da
obra
dos
eirculos
calholicos
de
operários
TRADUZIDO
PELO
PADRE
SENNA
FREITAS
Dedicado
ás
Associações
Catholicas
do
Poi'lo
e
Braga.
Vende-se
n’
esta
redacção
por
60
rs.
MM
TÔSSIS.
Os
Rebuçados
luytilieos,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
Íectorante,
são o
melhor
dos remedios
até
oje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621)
Historia Ecclesiastica,
desde
o
seu
co
meço alé 1876,
traduzida
da
6.
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra,
3.
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Curso
de
Religião,
ou verdade
enel-
Solicilador—
A.
Lopes
da
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Eseripturii»—
Taypas
n.° •
—
Porto
(613)
—
«v-w*..-
-n iwi
—ui —
ii i lis i
■ mirs mmsi urrvKw»1
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
