comerciominho_27111877_718.xml
- conteúdo
-
FOIulfA
COMMBMIAX,
RELIGIOSA.
S5
XOTIC3OSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
ia|,
PREÇO DA ASSIGNATURA
■
Braga,
12
mezes............................
l$600
5.° ANNO
»
6
»
.......................
830
Correspondências
partic.
cada
linha
40
J
Annuncios
cada
linha
....................
20
i
Repetição.....................................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇÃS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
---
'
---
——
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes......................... 2&000
*
»
.........................
1&050
jq
o
718
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
3&600
Folha avulso
...............................
-jp
BRAGA
—TERÇA-FEIRA
91
BE
HTOVE1ÍBRO
BE
í»»9
A’
Ke«8a«çAo
tio
«Comine
reio
tio
TKinlio».
Londres,
14
de
Novembro, 1877.
Eis
ahi
copia
da
minha
ultima
carta
ao
Apostolo,
—
que
não deixará
de
ler
in
teresse
para
quem
o
sinta
pelos
bons
princípios,
e
tenha
pela
Maçonaria
(lá em
Portugal
nossa
senhora
aclualmente)
igual
estima
e
respeito
aos
que
eu lhe
pro
fesso.
Farei
algumas
reflexões
a
dois pontos
especialmente
da
minha
dita
caria
ao
Apostolo:
isto
é,
I.*,
á
suggeslão,
na ce
lebre
Memória
do
Padre
Curei,
que
um
Rei
Calholico,
e
um Papa
Calholico
em
Roma
iriam
ás
maravilhas
—
2.
a
,
á
reso
lução
Irlandeza
tocante
á
Maçonaria
Fran-
ceza
(que lem
a
honra
de
ser
tronco
e
mài
da de
Portugal—
nem
podia
ser
de
outra
maneira,
pois
a
nossa
superficial
e
papalva
h
berangada,
era
seguro
que
ha
via
de
adoptar
o
que
fosse
peior e
mais
tolo).
0
Padre
Curei,
em
seu desejo
de
con
ciliar
na
llalia,
e
em
Roma
principal-
menle,
a
política
com a
Religião;
queria
ver
verificada
a
phantazia
que
eu
obser
vei
um dia
pela
manhã,
ha
quatro
annos,
no
Corso,
em
Roma,
em
quasi
todas
as
lojas
(e ha
muitas)
de estampas
e
de
ourives
até,
etc.; vendo-se
o
Pontífice
representado
passeando
mui
comente
de
braço-dado
com
Viclor
Manoel!
A
cousa
porem
parece
evidentemente,
tão
ridícula,
aos
inventores
mesmo,
supponhc,
que,
de
sejando
eu,
logo
nos
dias
seguintes, com
prar
uma
das
estampas—que eram muito
bem
feitas
e
iIluminadas,
—já
não
encon
trei
nenhuma.
O
Padre
Cnrci.
que
eslava,
sem
du
vida,
trabalhando
na
sua
habitação,
ou
na
Redacção
da
Civillà
Catholica, não
observou,
supponho,
este phenomeno;
que
lhe
houvera
podido
suggerir
a
incongre-
cencia
dos
dois
gallos
num
poleiro
(per
doe-se-me
a
vulgaridade
da
expressão
pro
verbial, na
parte
que
toca ao
Santo
Pa
dre); quando
necessariamente,
o
que
re
presentava
a
força
bruta
e
material—
es-
peciahnente
dominada como
é
pela
Ma
çonaria,
=havia,
de
certo,
arrogar-se
o
pri
meiro
logar,
exercer
a
predominância,
e
fazer,
quanto
podesse,
do
poder
moral
apenas
um
instrumento de
sua
própria
política
influencia corruptora.
0
que
porem
mais
é
de estranhar
na
opinião
do
Padre
(que
em
boa
intenção,
imaginou a concorde
e
amigavel
camara
dagem
do
lobo
com o cordeiro),
é
o pa
recer
elle ler
desconhido
cousa
tão
obvia,
tão
evidente,
como
a
que
até
o
homem
o
mais
intrépido
llalianissimo,
o
que.
no
fogo de
sua
mocidade,
se
oflereceu a
Maz-
zini,
e
deste
acceitou
um
punhal
magni
fico,
para
com
elle
ir
assassinar
Carlos
Alberto
—
o
pai
do
Rei
Ladrão
actual;
um
homem,
ao mesmo
tempo
de
tal
coragem
moral
e decisão,
que
se atreveu, no
meio
de
uma
asserablea
de
mais
de
cinco
mil
pessoas,
a
levantar
elle
sozinho
(e achan
do-me
eu
junto
a elle
na
occasião)
o
braço
e
mão
mui
alto,
em
favor
da
usurpação
Italiana;
quando
o
nosso
Cardeal
Arce
bispo
(que
presidia)
propoz,
que
os
ap-
provadores
delia
erguessem
o
braço.
O
ho
mem,
no
logar
o
mais conspícuo, ao pé
mesmo
do
Cardeal,
levantou
altamente
seu solitário
braço, quando mais
de
cinco
mil
outros
presentes ticaram
immoveis
e
pendentes
!
Olhou
para mim
(nessa
occasião)
que
estava
immediato
a elle de
traz,
como
esperando
que
eu
o
accompanhasse
na
demonstração;
por
ler
notado,
que
eu
havia
acolhido
com
alguma
derisão,
cousa
que certo
orador
linha
proferido
antes
de
exageração
insensata,
no
sentido
pa-
pista:
eu
porem,
já
se
entende,
não
lhe
pude
fazer
segunda
na
manifestação
contra
o
sentimento
pronunciado
de
mais
de
cinco
mil
catholicos e
meu
proprio;
mas
não
pude
deixar
de
admirar,,
e
até
respei
tai
sua
coragem.
Eu
não
sabia
quem
era
o indivíduo;
mas,
ao
saliirmos,
perguntei
a
uma
pes
soa
também
presente e
muito
conhecedora
de
notabilidades;
e
sube
então,
ser
o ce
lebre
Galluiga,
o
autor
de uma
Historia
do
Piemonte.
Deputado
que
foi
ao
Pal-
ralorio
de
Turim, antes
das
usurpações
Piemontezas,
e
depois
correspondente
do
Times
em
Roma
e
em
varias
capitaes
e
pontos
importantes
da
Europa.
Foi
n'uma
d
’
essas
cartas,
já
n
’
esie
anno,
que
elle,
com
um
senso
e
independencia
que
lhe
faz
honra,
disse,
que
a
verdadeira
capital
da
llalia
política
era
e
devia
ser
Florença,
e
não Roma
—
opinião
que acredita
não
menos
o
seu
juízo
que
seu
caracter
in
dependente.
—
Vê-se,
pois,
que
até
o
amigo
e
collega
diflêre do
Padre
Curei,
quanto
á residência commum
em Roma
do
Ponli-
íice e
do
Rei.
Quanto
ao
meu
2.
”
ponto,
respectivo
á Maçonaria,
e
sua
diílerença,
entre a
d
’
lrlanda
e
a
do
continente
—
muito cana
lha,
e
por
isso mài,
ao
mesmo
tempo
que
irmã, da moderna
de
Portugal, —o
Docu
mento
aulheutico
Irlandez
citado
pelo
Ti
mes
fala
por
si,
na
excommunhão
que
in
flige
á
Seita
Fraticeza.
Estou
convencido
que
a
Maçonaria In-
gleza
imitará
a
de
Irlanda.
Outro
dia,
se
eu
tiver
pachorra,
me
alargarei
mais a
respeito da
ultima.
A.
R. SARAIVA.
summario
.
I.
—
Agoa
na
fervura
Protestante,
exci
tada
pela
supposta
apostasia
do Padre
Curei.
II.
—
O
caso
deplorável
do Padre
Curei
segundo
o
papel
de
Bruxellas
(La
Gacela
Inlei
nacional
).
III.
—A
Maçonaiia
Irlandeza
rompendo
relações
e fraternidade
com a
de
França,
por
esta
admiltir
gente
que não
crê
na
existência de
Deos.
—Bom
Collegio,
e
Es
tabelecimento
de
Educação
Catholica
para
Meninas.
1.
— E
’
cousa
muito
curiosa,
não
me
nos
que
divertida,
e
ao
mesmo
tempo,
uma
prova
em favor da
necessariamente
singular
verdade do
Calholicismo
(pois
a
verdade
na
religião
nao
pode
ser
mais
que
uma),
que
as
seitas
nào-Calholicas
camaradeam
perfeitameute
ás vezes,
se
gundo
as
circumstancias,
não obstante
as
próprias divergências
em
suas doutrinas;
nunca
porem
se
alham
com
o
Calholicis
mo
I
Tal
peso,
tal desassocego,
tal
inquie
tação,
tal
duvida,
tal
involuntário
remorso,
por
assim
dizer,
lhe
incita
a
exislencia
solida,
constante
marcha,
e
passo
lirme
do
Calholicismo;
que
não
podem deixar
de
ter
sempre
fitos
os olhos
nelle,
como
se
coniitiuamenle
o
temessem—
e
na
realidade
o
temem.
O
mais
ordinário
incidente,
o
mais
absurdo
rancor,
que
imaginam ser preju
dicial
ao
Calholicismo
e
ao
Papa,
é
logo
acolhido,
aafgado,
propalado,
commeniado,
mesmo quando
nelle
não
ha
nada
de
verdade,
salvo
a
ignorância
de
quem
o
inventou
ou
creu.
Assim,
pois,
algum
rancoroso
anli-pa-
pista,
vendo
a
firmesa
com
que
o
Santo
Padre
mantém
seu
protesto contra
a
inau
dita
e
pérfida
usurpação Piemonteza
(in
stigada, animada
e
ajudada
pela
Inglaterra),
inventou
um novo
«dogma»,
cuja
declara
ção
imputou
aa
Papa
e á
Santa Sé
estar
meditando
e
preparando.
Nada
menos
que
o
erigir
em
doutrina
dogmatica
a
Sobera
nia
Temporal do
Pontífice.
Já
se
sabe, os
papa-inoscas
Protestantes
(que
os
ha
aqui
capazes
de
tragal-as
ainda
que
fossem da
grandeza de
um
toiro,
desque
as
imaginassem
prejudiciaes
ao
Calholicismo),
preparavam-se
já
a
despe
jar
sua
torrente
de
convicios
contra
o
Papa
e
os
Papistas,
á
conta
do
novo
idogtna»
que
eslava na
forja.
Infelizmente
porem,
um
Protestante
que
foi, e
não
lerdo,
um Baronete,
um
letrado,
um
Membro do
Parlamento,
um homem
de
fortuna
e
de capacidade
e de
instrucção,
Sir
Jeorge
Bovvyer,
sahiu
logo
ao
cami
nho
dos
taes
descobridores
de
ninhos
d'egoa,
com
ovos
e
tudo,
(segundo
a
ex
pressão
Ingleza
applicada
a
taes
desco
bertas),
n
’uma
carta
sua
que
hoje
appa-
rece
no
Times,
e
que
merece
de
ser
tran
scrita;
eil-a
aqui:
—
«O
P
oder
T
emporal
«Ao
Bedaclor do
Times
«Vejo
na
carta
do
seu
Correspondente,
datada
(de
Roma)
do l.°
de
Novembro,
a
passagem
seguinte:
—
«Um
partido
de
homens entre
os
seus
«conselheiros,
apertam
com
Pio
IX
sobre
«a
necessidade
de
proclamar
o
Poder
Tem-
«poral como dogma
da
crença
Catholica.
«O
Cardeal
Simeoni
dizem
que
está
con-
«sultando
varias
pessôas,
ácerca
da
con-
«veniencia
de submetter
a questão
a
uma
«junta
dos
Cardeaes
que
presidem
ás
Sa-
«cras Congregações».
«Como
semelhante
asserção
é
capaz
de
causar
desassocego,
julgo
conveniente
dizer,
que
é
não
só
sem
fundamento,
mas
impossível.
Digo
isto
pelo que sei
da
matéria,
e
julgo dever
acrescentar,
que
se
uma
semelhante
suggeslão
se
fizesse,
não
se lhe daria
a minima
attenção.
Em
taes
circumstancias,
creio-me
justificado
em
informar-vos
que,
n
’uma
conversação
que
tive
com o
Summo
Pontífice,
em
uma audiência particular com
que
me
honrou
Sua
Santidade
ha
poucos
annos,
exprimiu
Elle
a
suj
desapprovação
do
pensar que
o
Poder
Temporal
fosse
hoje,
ou
jamais
tivesse
sido, ou
podesse
ser,
dogma
ou artigo
de
fé;
e
leve
a
bondade
de
expender
as
suas
razões
de
tal
desap
provação».
Como
o
mesmo
Correspondente
do
Times,
e
outros
golosos
de
tudo
quanto
julgam
que
pode,
por
qualquer
modo,
prejudicar
á
igreja
Catholica,
fizeram
logo
grandes esgarros
a
respeito
da
allegada
expulsão
do
Padre Curei
da
Companhia
de
Jesus,
por
haver dito ou
opinado,
que
conviria
coinpor-se
o
Pontífice
com
o Governo
Ladrão,
etc.;
por
isso
Sir
Jeorge Bovvyer,
acrecenta
ainda
na
sua
carta
o
seguinte:
«Quanto
ao
Padre
Curei,
transgrediu
elle
as
regras
estreitas
da
disciplina
esta
belecidas
ptlo
Fundador
Militar da
sua
Ordem; mas,
como
velho
amigo,
d
’
elle,
digo,
que nunca
violará
a
fidelidade á
sua
Igreja
e á
sua
Religião
«Pedindo,
como
dever de justiça
e
de
equidade,
a
publicação
desta
carta,
tico
sendo
—seu
obediente servo.—
Jeorge
Bo-
wyer.
—
ti
de
Novembro».
Eis
ahi
o
que
se
chama
não
ter
papas
na
lingua,
chamar
as
cousas por
seus
verdadeiros
nomes,
fazer
justiça
direita,
e
frustar
as
más
tenções
Protestantes,
de
fazer
de
tudo
armas
contra
a Igreja.
,
A.
R. SARAIVA.
(
Continua)
Enterros
civis.
Carta
de
Pancracio
da
Lourinhan, a
Hermenigildo
Batota.
Festeja-se
muito a
tua
carta
no
«Jor
nal
do
Commercio»;
mas
o
nosso
amh-o
Pantaleâo
da
Barça
deitou
me
agua na
fervura,
commentando-a.
Como sabes elle
estudou,
e
foi
sachristãó-mór
nos
Crn-
zios.
O que vaes
lêr
são
os
seus
com-
mentarios,
que
não
creio
te
agradem
min
to.
visto
o empenho
cem
que procuras
justificar
esses
encovamentos
a
que,
em
falta
de
nome
adequado,
chamam
«enter
ros
civis»; ainda
que
o
«balido
da
tua
fé»
corno
o
tinlin
de
garrida
rachada
pa
reça
lastimar
os
que
pagam,
e
os que
embolçam
o
preço
da
venda
dos
cadáve
res. Mas
a
mim não
me
embaças;
Pae
Paulino
lem
olho.
Do
contrario
para
que
lanças
este
acto
criminoso
a
culpa
dos padres que
figu
ram
na tua
carta
como
Pilalos
no
Credo.
Bem
sabes
que
não
dizes
a
verdade,
pois
bastantes
vezes
tens
ouvido
os
parochos
lastimarem-se
do
excessivo
trabalho
que
as
leis
civis
lhes
teem
imposto,
e
nem logar
lhes
dão
para
o
descanço.
E
s
exacto
quando
referes
as
condi
ções
de
logar
e
do
modo
estabelecidas
peio
direito
canonico
para
a
sepultura ec
clesiastica; mas
quando
impões
aos
paro
chos
de
Lisboa
a
sua
inobservância
par
cial,
imitas
os
phariseus
que
deitavam
aos
hombios
dos
judeus
pesadas
cargas,
em
que
nem
tocavam
com
o
dedo.
Não
quizeste
allender
a
que
essas
con
dições
são
meras
manifestações
externas,
que
pódem
porisso
mesmo
ommittir-se
por
circumstancias
extranhas
á
vontade
do
defuncto
(conhecida,
ou
presumida
pelo
seu
viver),
e
das
pessoas
que
cá
ficam.
Refiro-me á
intenção; e
esta
póde
ser
tal
que,
diante
de Deus,
aos olhos
da
Egre
ja
e
de todos
os
homens
de
bem, con
serva
integro
o
caracter
de
catholico. O
nosso
amigo
Pantaleâo
conta
que,
vin
do,
aqui
ha
annos,
do
Brasil
n
’
um
navio
mercante, morrera
a
bordo um marinhei-
to que
não
poude
confessar-se,
por
não
haver
padre.
O
seu
cadaver
foi posto á
borda
do
navio,
e alli,
passageiros
e ma
rinheiros,
resaram
um
Padre
Nosso
e
Ave
Maria
por
sua
alma,
depois
de
que
foi
lauçado
no
abysmo
do
mar
com bailas
aos
pés.
Quem
ousará
dizer
que
não
foi
catholico
este
modo
de
sepultura,
apesar
de
não ser
feito
no
cemitério
da
egreja,
nem
ser
acompanhado
por
um
padre?!
J
Quando
ha 48 annos
brilhava
ainda
com
lodo
o
seu esplendor
a
tolerância
protes
tante
na
Inglaterra,
Suécia
e
outros
paizes
acatholicos,
onde
não era
lole ada
nem
ao
menos
a
presença
de
um
padre
catlio-
lico,
e
provavelmente
se não
concedia
aos
catholicos
cemitérios
(e
mais já
exis
tiam
no
intolerante
Portugal
para
os
pro
testantes)
onde
se
enterrassem
á
sombra
da cruz,
não
seriam,
pela
intenção,
ca
tholicos
os
seus
enterramentos?
Eu creio
que
sim;
e
seudo-o,
o
que
é
feito
da
tua
these?
Antigamente
os
cemitérios
eram pró
ximos
das
egrejas,
um prolongamento d
’
es-
tas.
E
aqui
devo
corrigir
um
êrro
em
que
tropeçaste
dizendo
que
nos
«primeiros
tempos
do
christianismo...
os
en
’
erros
re
faziam
fóra
do
pevoado,
a
distancia,
on
de
os
fieis
escolhiam
o
logar
de
sepul-
seja
como
fôr,
o
caso
é que
o
enterro
não
se
tornava
civil
desde
a
porta
da
egreja
até
ao
coval.
Não
havia
alli enter
ros
civis.
Ora,
se
o
não
era,
nem
podia
mesmo
sel
o
apesar
de
não
o
acomoa-
nhar
o
padre, como
póde
*sel-o
em
Lis
boa,
onde
ha
o
acompanhamento
dentro
dos
limites
da
freguezia
quando
tem
de
fazer-se
a
pé?
Mas
tu,
com
o
intuito
de condemnar
o
clero
não
queres ouvir
dizer
«que
bas
ta
a
encommendação
—
porque
o
direito
ca
nonico
obriga o
parocho
a
acompanhar
o
defuncto».
Mas
estás
enganado
n
’isso;
bas
ta,
e
tanto basta, que
em
tempos
d
’
epi-
demia,
como
se
viu
durante
a cholera-
morbus
e
a febre amarella,
a
auctoridade
publica
prohibe
os
acompanhamentos.
Essa
obrigação cessa
quando
cousas
maiores
o
impedem;
e
uma
d
’ellas
é
a
falta
de
con
ducção.
«Do contrario,
accrescentas,
a
sua
pre
sença
(do
padre)
nos enterramentos
em
que se
dá coche
(e
até
pobre
sege
com
o
cadaver
adiante
de
si),
seria
uma
inuti
lidade—
o
que
a
Egreja
não
permitle».
Co
mo
estás
rigorista!
Dize-me;
quando
o ir
•.
Porc.io,
por
outro
modo
José
Estevão
Coe
lho
de
Magalhães,
recebeu
o
Sagrado
Via-
tico,
e
para
se
dar
ares
de grande
calho
lico
(foram
vocês
que
o
disseram)
vestiu
casaca
e
pôz
gravata ao
pescoço (não
sei
se
branca),
fez uma
verdadeira
inutilida
de,
apesar
do que
não
me
consta
que a
Egreja
lh
’o
não
permittisse E'
uma
inuti
lidade
cumprimentar-se
alguém,
acompa-
nhal-o
na
despedida até
á
porta
da
salla,
ou
ao
alto
do
patamar,
e
todavia
estes
signaes
exteriores
de
respeito,
de
aflei-
ção
não
se
preterem
sem
oífensa.
0
acom
panhamento
do padre
é
um signal
de
res
peito,
de
affeição
da
Egreja
pelo
filho
que perdeu,
e quer
que
se lhe
faça quan
do se
póde fazel-o
sem
perigo,
ou
in
commodo
grande.
Este
incommodo
é
traduzido
por
ti
em
avidez
do
lucro
por
parte
do
padre,
e
em
desprezo
pelo
pobre,
que
não
sei
como
lambem
attribues
ao
padre,
sendo
este
o
seu
maior
amigo, mas
em
ambas
as
sup-
posições
é soberanamente
injusto.
Antes
do
estabelecimento
d’
estes
dois
cemitérios,
e
prohibição
da
sepultura
em
qualquer
outro
logar
fóra
d’
elles.
não
havia a
me
nor
differença
no
acompanhamento
dos
corpos
dos
pobres
e
dos
ricos:
e
assim
é
evidente
que
a differença agora
notada,
e
pela qual tão
bem
imitas
o
choro
não
tem
outra
origem
que
o
desprezo
do
pobre,
e
a
avidez
do
padre. Essa
causa
está só na
formação
dos dois
cemitérios
nos
extre
mos da cidade, que
tornasse
impraticável
por
demasiadamente
incommodo
o
acom
panhamento
a
pé.
A
responsabilidade
que
injustamente
imputas
aos
padres,
pertence
a
outrem.
E aqui
noto
duas
contradicções
em
que
cahiste,
e
ambas
graves;
l.a
Reconhe
ces
a
formação
d
’esles
dois
ceiniterios,
a
que
não
tardava
seguir-se
a
prohibição
dos
enterramentos
em
qualquer
outra
par
te;
e
n
’
islo
confessas
que
esses
cemité
rios
vieram
substituir
os
antigos,
e
por
tanto receberam
o
mesmo
caracler
e
na
tureza
que
os
substituídos—isto
é
—
catho-
licos.
que
lhes
confirmou
a
bênção
da
Egreja.
Esta
doutrina
é
verdadeira;
mas
destroe
completamente
a
anterior que
sus
tentaste
quando,
para
censurar
a
portaria
do
snr.
Sampaio,
ordenando
a
separação
nos
cemitérios,
negavas
a
pés
juntos
que
os
cemitérios
podessem
considerar-se
ca
lholicos
por
serem
sómente
mtinicipaes.
Assim
mudas
de opinião
como
as
arvo
res
mudam de
folhas:
ellas
conforme
as
estações,
tu
conforme
as
conveniências.
2.a
tens
sido sempre
um
acctisador
inexorá
vel
e
feroz
dos padres
porque
desobede
cem,
dizes tu,
ás
leis
do
Estado
para
só
guardarem
as
da
Egreja,
quando
se
dá
antagonismo
entre
umas
e
outras, caso
em
que
exiges
que
as
d’aquel!e
prefiram
ás
d
’esta:
e agora
accusa-os
porque
não
desobedecem
á
lei
do
Estado,
quando
diz
que
os
padres
«não
serão
obrigados
a
acompanhar
a
pé» os
corpos
dos
seus
pa-
roebianos,
para
obedecer exclusivamenle
a
da
Egreja
que
diz
«os
padres teem obri
gação de
acompanhar
o
corpo
até
ao ce
mitério»,
que
estava
junto
da
egreja,
e
furioso
nem
advertes,
além
do
que
já
fiz
notar
com
relação
ao
local
actual
dos
ce
mitérios e
o dos
antigos,
que
ella
não
determina
que
o
façam
a
pé!
Que
pena
me
causam
estas
contradicções, cuja
cau
sa
parece
a
muitos
nada
ter
de nobre!
Lisboa,
17
de
novembro
de
1877.
Teu
mt.°
amigo
Pancracio
da
Lourinhan.
(Continua)
hiraa.
Isto
não
é
assim:
ou
tu
ignoras
o
que
n'esse
tempo
era costume,
e
fi
zeste
mal
em
asseverar
o
que não
sabias;
ou
não
o
ignoravas,
e
fizeste peior
alte
rando
de
proposilo
a
verdade.
Nos pri
meiros
tempos
do
chrislianismo,
durante
as
perseguições,
enterravam
se
nas
cata
cumbas, ou
como
podia ser; mas depois
que
á Egreja
se
deu a
paz,
e
que
esta
entrou nos
costumes
públicos,
fizeram-se
os
cemitérios
nas proximidades
das
egre-
jas,
e era
faci!
aos
padres
acompanharem
os
cadáveres,
como
se
fazia
em
Lisboa
antes
de
1834.
Succedeu,
porém,
que
em
1835
se
de
terminou
a
creação
de
dois cemitérios,
o
Occidental
e
o orienlal,
e.
que
só
alli
se
fizessem
os
enterramentos,
cessando
lodos
os particulares
que
havia,
com
o
pretexto
de
que
a
sepullação
nos
covaes
das
egre-
jas
e
n
’
esses
cemitérios
prejudicava
a
saú
de
publica.
Mas para
que
ninguém
duvi
dasse
de
que
esta
razão
não
passava
de
um
pretexto
para esconder
outros
intentos,
que
hão
se
ousavam
declarar,
ficaram
os
cemitérios
anglicano,
lutherano
judeu,
den
tro
da
cidade,
onde
ainda
actualmenle
existem,
a
barlavento
da
mais populosa
parte
da
mesma.
A
outra demonstração
não vem
dos
proprios
governantes,
como
esta
veio,
mas
não
é
menos
evidente.
N
’
esses
tempos
em
que
os
enterramentos
se
faziam
nas
egrejas ou nos
cemitérios
particulares,
Lisboa
era
uma
das
cidades
mais
salubres
da
Europa;
hoje, porém,
e
desde
que
para
favorecer
a
saude
pu
blica,
foram
prohibidas
as
sepultações
dos
calholicos
fóra dos cemitérios do Alto
de
S.
João,
e
dos
Prazeres,
Lisboa está
ao
nivel,
senão
inferior ás
terras
mais
insa
lubres
da África!
Estas
necropoles, acham-se situadas a
2
e
3
kilometros
de
algumas
parochias.
pelo
que
só
pódem
considerar-se
como
prolongamentos
das
respectivas
egrejas
por
uma
especie
de
ficção
moral,
considera
ção
contra
a
qual
protesta
a
quasi
im
possibilidade
phisica
de obedecer a uma
lei
disciplinar
estabelecida
com muitas
dif-
ferentes
condições.
0
padre
que
houves
se
de
acompanhar
a
pé um
sahimento
fúnebre?
v.
g.
desde
S.
Paulo,
Conceição
Nova,
S.
Julião etc.,
até
aos
Prazeres,
ou
de
S.
Nicolau,
Magdalena etc.,
até
ao
Alto
de
S.
João,
consumiria
no
caminho
de
ida
e
volta
boas
tres
horas,
e
quebran
tado
de
forças.
E
se
ainda
tivesse
mais
1
ou
2
acompanhamentos n
’esse
dia?...
Ainda
mais,
o
padre
tem
de
ir
confes
sar.
levar o
Sagrado
Vialico
ás
casas
dos
enfermos; e
como
poderá
fazer
este
ser
viço
essencial,
impretei
ivel
e
urgente?
Tu
falias
bem,
porque
andas
em
pernas
de ou
tros.
Porisso
mesmo
que
os
cemlerios
da
capital
ficaram
pertencendo
a todas
e
a
cada
uma
das
freguezias
d
elia,
cessou o
dever
dos
parochos de
acompanharem
to
dos
os
corpos
á
sepultura,
como
cessou
o
direito
de
marcarem
a
hora
para o
acompanhamento
á sepultura, quando
esta
se
achava
«no
adro», ou
dentro
da
«egre
ja
da patochia».
E
apesar
d
’
isso
nenhum
se
recusava
ao
acompanhamento
quando
lhe
dão
meios
de transporte
para
tão
grandes
distancias.
Sem
elles
a
exigencia
é
absurda.
Continuas
ajuntando
novos
êrros
a
ou
tros
êrros.
Assim
dizes
que
<o
enterra
mento
civil
é
a preterição
do
ceremonial
eçclesiastico,
e
a
sepultura
em
logar
que
a
Egreja
não
sagrou»;
mas
esqueceu-te
accrescentar,
como
já
fiz
notar
acima,
ser
necessário
que
aquella
preterição,
se
ja
voluntária,
e
a
escolha
d
este
outro lo
gar
de
sepultura
intencional.
Ambos es
tes
caracteres
se
palenleam
nos
encova-
mentos,
que
por
euphemismo
chamas
en
terros
civis,
devendo
chamar-lhes
caninos,
pois
nem
pagãos
chegam
a
ser. A
palavra
civil
não
tem
aqui
applicação.
Mas
ne
nhum
d
’esses
caracteres
se
descobre
nos
que
te
atreves
a
chamar
enterros
civis,
porque
não
os acompanha
o
parocho.
E
comludo
vêem
lodos
a
Cruz,
bordada
no
panno
fúnebre
que
cóbre
o
ataúde;
e
é
sabido
que
um
dos
caracleristicos
essen-
ciaes
dos
encovamentos
é
a
essencia de
qualquer
symbolo religioso,
o
que
tu
bem
sabes,
por
serem elles
um
protesto con
tra
Christo
Redemptor,
e
a
negação
de
Deus.
Quando
a
intolerância
protestante
se
modificou
na
Hollanda,
faziam-se
aos
ca-
tholicos
os
oflicios
fúnebres
da
sua
Egreja;
mas
os
padres
não
podiam acompanhar
com
as
vestes sagradas
os
cadaveres
além
dos
umbraes d’elia:
dir-se-ia
porisso
que
era
civil
o
enterro?
Não
que
seria
dispa
rate
de
marca
maior.
Agora
não
sei
mais se
é
assim;
mas
UZETILH1
.1
saude
de Fio
—
Todas
as
notícias
de
Roma,
tanto respigadas
nos
jornaes,
como
telegráficas,
authorisam-nos
a
dizer
que
a
preciosa
vida de
S. San
tidade
não
oiferece
symplomas
de
proxi
mo
fim: o
que
é
comprovado lambem
pelo
facto
de.
não
obstante
uma
traba
lhada
e
atribulada
exislencia
de
85
an
nos,
continuar
a
receber
os
seus
devo
tados
filhos
que
conlinuamente o
vão
fe
licitar.
—
Agora aproposilo:
Já,
nos
últimos
n.°
s
desta
folha,
dis
semos
que
era
intempestivo
e
inconve
niente
o
alarde
das
preces,
que
um
figu-
rorio,
querendo
campar
de
muito
aífecto
a
Pio
IX,
ou
antes
—
desejando
lornar-se
fallado,
requerera
..
criançalinenle,
paspa
I
fiada
meu
te.
condescendenlemente.
Esle
«condescendentemente»
quer
di
zer:
ou
o
signatário
do
requerimento
tem
uma
aduela
de menos;
ou se
prestára
com
a
passível
facilidade
a
ser
joguete
dos
manejos
da
carbonaria
italiana,
segredados
ca
por
algum
filho
da
viuva; ou
ainda,
quiz dar
mais
uma
deliciosa
prova
da sua
papaivice singular.
Mas
nós
inclinamos-nos a
crer
que
o
snr.
Manoel
Bernardino
da
Cunha
e
Silva
—
tal
é
o
espalmado
nome
do
heroe da
criançada—
só
leve
em
vista
dar-se
seus
ares
de
importância,
e...
entreter a
gar
galhada.
Ha
mais
de
20
annos que
co
nhecemos
esle
indivíduo,
e
sabemos
que
nunca
escreveu
duas
palavras onde
não
esparralhasse
quatro
parvoíces.
Este
snr. mandou
imprimir
e
distri
buir
—
poslenormente
á
patacuada
alludida
—
um
papelejo
insosso, idiotico,
tonto,
que
intitulou
Ao
povo
calholico,
e
de
tal
modo
concebido,
engenhado
e
redigido,
que
manda
lazer
cem
passos
atraz
ao
senso
commum,
á grammatica e á
seriedade,
e
tres
inil
passos
á
frente
á
gargalhada ir
resistível.
Mas
não
satisfeito
com
taes
brdhatu-
ras, o
snr.
Bernardino
agarra
se ao
«Ecco
de
Braga», papelorio
que
o
mesmo
indiví
duo
garatuja,
segundo
é
voz
publica,
e
alli dependura
o
seu
admiravel
requeri
mento,
seguido
do
despacho
de s.
exc.a
revd.
“
‘
a
o
snr.
arcebispo
Primaz,
e
ap-
pendiculado
com
uma
boa
dose
de
ber-
nardices.
Na
sua
febre
de
levar
tudo
para os
Congregados,
o
snr.
Manoel
até
quiz
le
var
a
cadeira
archiepiscopal,
como
se
vè
do
seguinte
estrado
do
requerimento
im
pagável
do
snr.
Bernardino, que
é
um
alho:
.
.
. assim
como
também
desejava
que
V.
Exc.A
llevd.
u
‘
a
ordenasse
se levantasse
na
tarde de
hoje
na
egreja
na
egrej
i
dos
Congregados, a
Cadeira Primacial
das
Hespanhas,
para
as
ditas
preces
assistir
a
frente
dos
fieis,
o
Successor
Digno
dos
Barlholomeus
,
Brandões, Diogos
de Sou-
zas,
e Moura
Telles.
(Estylo,
grammatica,
o
dianlres
do snr.
Manoel).
Não
copiamos
inlegralmenle esta peça
das habilidades
do
habilidoso
snr. Bernar
dino;
porque não
queremos que
o
leitor
tenha
o
trabalho
de
espartilhar
as
ilhar
gas.
Mas
faremos apenas
uma
referencia
á
omeleta choquíssima, isto é
ao
requeri
mento
do
snr.
Manoel:—
as
preces
reque
ridas
ou
são
publicas,
ou
particulares.
No
primeiro
caso,
s. exc.a
revd.
ma
só
deve
a
ellas
assistir
na
Sé,
com
o
seu cabido,
clero,
collegiaes
e
corpos
colleclivòs
da
sua
dependencia:
se
são
particulares,
o
snr.
arcebispo
não
deveria
—
embora
po-
desse
—
a
ellas
comparecer
fóra
da
capella
do
Paço,
onde
assiste
a
todos
os
ados
religiosos,
e
onde
todos os
domingos
se
ora
pelo
Santo
Padre.
Agora
supponhamos que,
por facil
in
advertência
no
alcance do
requerimento,
o
snr. arcebispo
deferia
o
monumental
disparate,
isto
é o requerimento.
Lá
voava
o
snr.
Manoel
a
mandar levantar
a
Ca
deira
Primacial
das
Hespanhas (!?!?);
de
pois poderia
acontecer
que s.
ex.
a
revd.
“
1J
não
comparecesse,
nem
os
seus collegiaes,
também
convidados.
E
ahi
vae
o
snr.
Bernardino,
o snr.
Manoel,
e
o
snr.
Ambrosio
em
grilaria
stentorica
e...
sus
pirada
contra
o
venerável
Prelado
!
Que
bella
pechincha,
ó sôr
Bernardino!
E
o
snr.
Manoel
andou tão
precipi-
tadamente,
era
tal
o
ardor
dos
seus
de
sejos
e
do
seu
zelo...
calholico,
a
ponto
de mandar dobrar,
sem
auctorisação,
o
sino
da
torre
dos Congregados,
para
as
preces
que
o
snr.
Bernardino queria
fa
zer...
Benza-o Deus,
snr.
.Manoel
!
Em
lodo
este jogo anda,
ou
parece
andar,
ignorância
supina,
ou
ingenuidade
ultra,
ou
firme
proposito
de
desprestigiar
a
auctoridade,
que
o snr.
Manoel
diz
acatar,
reverenciar
e
outro
ar.
Transcrevamos
agora
o
despacho
de
s.
exc.* revd."1®;
«DESPACHO.
—Mais
do
que
ninguém
Desejamos
a
vida
e
a saude
do
Santíssi
mo
Padre Pio IX,
não
só
como
Prela
do
Calholico,
mas
também
como
Filho
agradecido
do
Pae
Commum
dos
fieis;
todavia
não
Podemos
Conceder
a
licença
pedida,
sem
que Tenhamos
a
certeza,
ou
ao
meaos
probabilidade,
de
estar
em
pe
rigo
imminente a vida
de tão
Venerando
Pontífice.
Procuraremos,
pois,
informar-
nos;
e
se
Nos
Convencermos
da
necessi
dade
de
Mandar
fazer
préces,
Seremos
Nós os
primeiros
a
fazel-as,
não
convindo
alarmar
o
povo christão emquanto
não
houver
motivo para
esie
alarme.
Paço
de
Braga
21
de novembro de
1877.
—
A.
Primaz».
Este
venerando despacho
levou
o
snr
Bernardino
ás
nuvens...
da
bernardice,
e
é de
lá
que
o
impagavel
Manoel
espa
lhou
um
outro
manifesto,
bernardada,
ou quer-que-seja
que
no
domingo
fez
as
delicias
ifaquelles
que
não
foram
á
câ
mara
votar,
e
d
’
aquelies
que
ainda
leem
muito
riso
para
rir.
Lá
vae
um bocadilo,—
um
bocadito
precioso:
Sr.
arcebispo,
cavalheiro
\oulr
’ora
eno
brecido
com
as
honras
de
effectivo
senhor
donalario
de
Braga.
0
que
me
feriu
foi
a
calumnia,
a
aleivosia
infame de
se
me
diser
que
o
meu
desejo
das
préces
partia,
ainda
que
da
boa
fé,
da
maçonaria
que
tanto
tem
afflígido a
Egreja
no
nosso
tem
po
!
!
!
Se
porem
a
insistência
continuar,
en
tão
atirarei
com
o
avental
das
lojas
maçó
nicas,
(de
que
nunca
me
servi,
e
que
nunca
vi),
áquelles...
que
indignamente
exercem
cargos
importantíssimos
no
mundo
social
,
Snr.
Manoel Bernardino
da
Cunha
e
Silva:
cebolorio !
Mais
duas
palavras:
Vimos
uma
carta
(bonita
que
ella
é!)
escripta
pelo
proprio
punho
do
snr.
Ma
noel
Bernardino,
na
qual este
Herodes
do
bom
senso
e
da
grammatica se não peja
de AMEAÇAR
o
snr.
arcebispo
de,
no
caso
de
s.
exc.
a
revd."
1
®
não
condescen
der
com
os
dislates
do
snr.
Manoel, re
correr
ao
Núncio!
Mas
o
mais galante
é
que n’
essa
mesma
carta
convida o
nosso
Prelado
a assistir
ás
exequias
na
egreja
dos
Congregados (isto
é
d
’
elle
snr.
Ber
nardino)
pela
saude
de
Pio
IX
!!
!
Ora,
ou
o
snr
Manoel
Bernardino
está
doido,
on
não
soube
copiar
o
que
lhe
mandaram
escrever.
Em
qualquer
dos
casos
é
sempre
o
snr.
Bernardino.
Má
fé.
—
Espalharam
por
ahi uma
gal
ga,
a que
não
podemos
deixar
de nos
referir,
—
lamentando
que a
má-fé
seja
tão
enorme
e
tão
insolente,
que
até
ás
minimas
bagatellas
procure dar
uma
im
portância
ultra.
Disse-se,
e
repetiu-o
um
jornalorio,
que
passando
o snr. arcebispo
— no
seu
carro—defronte
da
guarda
da
cadeia,
o
soldado
que eslava
<le
sentinella
não
cha
mou
ás
—
armas;
e que
s.
exc.
a
revm
a
se
queixára
d
’
esta
falta,
pelo
que
o
soldado
fôra
castigado
com tres
dias
de
cala
bouço.
U
facto
verdadeiro
foi:
o
snr.
arce
bispo
passou
defronte
da
guarda
da
ca
deia,
e
a
sentinella
não
chamou
ás-ar-
mas,
como
era
do
seu
dever; s.
ex.
a
se
guiu
o
seu
caminho,
altribuindo
talvez
esta
desattençào a
mero
esquecimento;
mais
tarde
voltou
pelo
mesmo
sitio,
e
a
falta
repetiu-se.
Como
não
era
prová
vel,
em
rasão
do tempo
decorrido,
que
o
sentinella
fosse
o
mesmo
o
snr.
arcebispo
mandou
chamar
o
cabo
da
guarda,
e per
guntou-lhe
se,
visto
o
que
se
tinha
da
do,
havia
ordem
em contrario
ao
regula
mento,
a
proposilo
d
’aquellas
irregularida
des:
ao que
o
cabo
respondeu
negativa
mente, pedindo
desculpa
respeitosa.
S.
ex.
“
revm.
a
continuou
o caminho,
sem
exigir
mais
satisfação
alguma.
Esle
é
o
facto
tal
como
se
passou.
Se
o
soldado
foi
castigado,
isso
é das
atribuições da
authoridade
militar.
Advertiremos
que a desconsideração
—
a
ser
de
pensado—era
feita:
não
ao
snr.
D.
João
Chrysostomo,
porém
ao snr.
ar
cebispo
Primaz
e
senhor
de
Braga.
Emquanto
aos
commentarios do
jor-
nalorio,
só
diremos
que
se
deixem
de
ba
boseiras.
Que
desgraça!
—
Consta
que
endoi-
decêra
o
snr.
Manoel
Bernardino da
Cu
nha
e
Silva,
correspondente
papa-fina
d
’es-
ta
cidade
para
o
«Jornal
do
Porto».
Tal
vez
desse
cansa
a
esta
desgraça,
o gran
de,
o inconcebível
empenho
que
o
snr.
Manoel
Bernardino mostrou
de
fazer
umas
preces
pela
saude
do Santo Padre
Pio
IX,
que o snr.
Bernardino
imagina
ler
morri
lo; porisso
que
convidou,
para umas
exequias
em
honra
(!!!)
da
saude
do Vi
gário
de Chrislo, vários
cavalheiros
e com-
munidades!
Temos
pena
do
pobre
mocinho!
Elle,
o
redactor
do
«Ecco
de
Braga», emprega
do
na
repartição
dos
expostos
n’
esla
Bra
ga
augusta,
secretario
da
meza
administra
tiva
da
irmandade
da
extincla
Congregação
do
Oratorio
d
’
esla
cidade,
(isto,
e
que
jandas
tolices,
é
d’
elle)
cav-dleiro
não
pro
fesso
da
ordem
(não sabemos
se
também
extincta)
militar
de Christo
(a
cruz
da
qual ordem
perdeu
n
’
tima funcção),
cor
respondente
do
«Jornal
do Porto»,
antigo
cerzidor
do
«Independente»
e do
«Marly-
rio»;
elle,
o
snr.
Bernardino,
posto
á
som
bra
em
Rilhafòlles!
Pois
Deus lhe ponha a
virtude;
—que
o
snr.
Manoel
Bernardino era
digno
de
melhor
sorte,
posloque
a
sua inidbgencia
não
seja
das
de mais
graúios
quilates.
Elle
ainda
ha
de
voltar
a
ser
um
bom
mocinho,
logo
que
se
lhe acalme
a
febre;
mas...
Deus
super
omnia,
como
diria
um
borda-d’
agoa
fallando
dos
Ber-
nardinos.
tlíleiçõíM
cas5»i»r«rias.
—
Realisa-
ram-se
ante-hontem
as
eleições
camara-
rias n’
este
districto.
Em
Braga
ticou
reeleita
a
rnesrna
ve
reação.
Não
houve
opposição.
Consta-nos
que
em
Guimarães,
Villa
Nova
de
Famalicão,
e
Fafe
vencêra
a
oppo-ição
por
grande
maioria.
FiiiatEo
(Ilustre.
—
No
comboio
das
7
horas
da
tarde
de
sabbado
veio para
esta
cidade
o
cadaver
do snr.
Jacome
Borges
Pacheco
Pereira
Brandão, ao
qual
acompanharam
dez carros,
—
não
sendo
maior
o
numero
d
’
este
em
razão do
des
abrido
do
tempo.
O
cadaver
foi
depositado
provisoria
mente
n’
um
jasigo,
d
’onde
depois
será
trasladado
para
jasigo proprio
JVotieiaM
líiesits-aen.
—
Estão antllin-
ciadas
para
hoje e
amanhã
duas
únicas
recitas
dadas
pela notabilissima actriz
Pezzana.
Sobem
á
scena
.1
Dama
das
Camé
lias,
e
Soror
Thereza.
Espeia-se
extraordinária
enchente.
tVovena.
—
Na
quinta-feira
de
tarde
pelas tres
e
meia,
começará
a
novena
da
Immactilada
Conceição
que
a
Associação
Catholica
manda
fazer
na
egreja
do
Hos
pital
de
S.
Marcos,
em razão
das
obras
que
na
do
Carmo,
onde
era
costume
fa
zer-se,
se
andam
construindo.
Na
casa
da
Associação
está
affixado
um
edital do
director
espiritual convi
dando
todos
os
socios
a
assistirem a
esta
novena,
para
que da sua não assistência
não
resulte
descrédito
para
a mesma
As
sociação.
Prémios
grandes.
—
No
estabeleci
mento
de
lolerias de Lourenço Marques
d
’Almeida,
á
rua
das
Flores
n.°
112,
no
Porto, foram
vendidos
na
loteria
de
Lis
boa que
se
extrahiu
no dia
22,
os
seguintes
prémios:
Numeros
4038
com
1:00050'0
e
4033
com
5005000,
em
oitavos
e
cautelas de
300,
250,
130,
e
40
reis.
fiiierrii «lo
Oriente.—
Os últimos
telegratnmas relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Raguza
21
—
Recomeçou
vigorosamente
o
bombardeamento
de
Podgoritz
e
Spouz
pelos
montenegrinos.
Bucharest
21
—
0
combate perto de
Pyrgos não
teve resultado
decisivo.
Tanto
cs
russos
como
os
turcos
se
dizem
victoriosos.
Os
roumanios
tomaram
boje
líahova,
cuja
guarnição
fugiu para
Widdin.
Foi
a
pique
nas
aguas
do
Danúbio
ura
monitor
turco.
As
communicações
turcas
estão
quasi
cortadas.
Londres
23—
0
gabinete
servio
deci
diu
declarar
immediatamente
guerra
á
Turquia
e
já
estabeleceu
o
estado
de
sitio em lodo o
território
ao
longo
da
fronteira
turca.
O
sultão
recusa
desfraldar
o
estandarte
do
profeta.
Os
russos
estão
concentrando as
suas
tropas
na
Asia
con
tra
Erzeroum.
Plewna
continua
a
resistir.
Rompeu
novamenle
em Chipka
um
violento
canhoneio.
Bucharest 23—
Os
roumanicos prepa
ram-se
para
pôr
cerco a Widdin. Encom-
raendarain-se
já
provisões
destinadas
aos
soldados
turcos,
na
provisão
da
próxima
capitulação
de
Plewna.
Londres
23—
O
«Standart»
publica
um
telegramma
de
Giurgeno
com
data de
22,
confirmando que
os
russos
encommendaram
70:000 saçcas
de
pão
prevendo
a
entrega
de
Plewna.
Tiflis
24
—
Os turcos
atacaram
ante-
liontem
a
12.a
divisão russa,
mas
foram
repellidos.
Moukhtar-Pachá
foi intimado
para
capi
tular,
mas
não
quer
submelter-se.
Paris 21
—Dizem da
Servia
não
ser
exacto
que entre
proximamente
na
guerra.
A
’
b
pessaras
earitativan.—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S.
Pedro de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
entrevadinha,
de
16
annos
de idade,
e
filha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soífre
dôres
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum allivio,
soccorrendo a
com
uma
esmola pelo
divino
amor
de
Deus.
aiinaB
caB-idttsas.
—
Recommen-
ríamos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
•n.°
13,
[solão].
Tendo
80
annos
d
’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a qualquer
trabalho,
lucta
com
a miséria
extrema.
Appeto
á
cariíBwde.
—
A
entrevada
Maria
Antonia Ferreira, viuva
do
Antonio
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem
agora
os
seus
padecimentos
mais
aggravados,
achando-se sem
meios
de
subsistência
pa
ra
poder
tratar-se
no
pouco
tempo que
lhe
resta
de
vida.
Imploramos,
pois, a
caridade
das
almas
piedosas,
para
que
se
lembrem
da
infeliz
com
uma
esmola.
A
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n
’
um
quarto
á
porta
da
rua.
Auilâezaetns
geraem.
—
Foram
julga
dos
os
seguintes
indivíduos,
nos
dias tam-
A
Direcção
do
Asylo
de
D.
Pedro
V
resolveu
mandar
celebrar
na
egreja
do
convento
da
Penha,
no
dia
27
do
cor
rente
pelas
11
horas
da
manhã,
uma
missa
de
requiem
por
alma
do
Ex.
mo
e
Revd.m
"
Snr.
t).
José
Joaquim
d
’
Azevedo
e
Mou
ra,
Arcebispo
Primaz
de
Braga,
e
digno
Presidente
e
Bemfeitor
do
mesino
Asylo,
por
ser
n
’
este
dia
o
primeiro
anniversario
do
sen
failecimento.
Assistirá
a este
aecto
a
Direcção
e
pessoal
interno d’
esta
casa
de beneficencia.
Braga,
em
sessão
de
23
de
novembro
de
1877.
O
secretario—
Padre Luiz
Gomes
da
Silva.
BOSSA.
FtVEBKE
SAUDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nern
despezas,
com o uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
tralgia
e vomitos.
Não podia
suster-se de
pé,
nem
dormir, tendo
sempre
a
cavida
de
do
estomago
intumecida.
Cura
n.°
62:845.—
M.
Boillet,
cura,
de
36
anuos
de
aslhma
corn
suflocações
du
rante
a
noite.
Cura
n.°
70:421.—
M
A.
Spadaro,
de
uma
constipação
obstinada
de
nove
annos.
Era
terrível,
e distinctos
médicos
tinham
declarado
que
não
havia meio
de
cu-
ral-a
E’
seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Etn
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/*
kilo,
500
; de
1
/
1
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
15400
res;
de
2
*/
t kilos,
35200
reis;
de
6
ki-
los,
65400;
e
de
12
kilos,
125000
rs.
Os. biscoitos da
Revalesciére
que
se po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendetn-se
&m
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Kevttlessière
eSsaesi-SaSaoS» j
ella
res-
titue
o
appetlite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas, e ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
e
em paus,
em
caixas
de folha
dt
lata
de
12
chavenas,
500 reis;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48 chavenas, 15400
;
de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25 reis
cadi
chavena.
DU
HA5&9TV
*&
C.
a
LI.HITED.
-
Place
Vendòiae,
26,
Paris. 77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos, droguistas,
tner-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devera
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito
Central
;
snr.
Serzedeilo
<fc
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32; Barrai
&
Irmãos, rua
Aurea,
12
—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
=
Aveíro,
F.
E.
da
Luz e
Costa,
pharm.
—
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ratnos,
phaim.,
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.—
Viaravia
do
Cas-
tello,
Aílonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—GnimarSea
,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29 e
33.
—
P»r»»tleJ,
Miranda, pharm.
—
Porto,
M.
J
de
Sou
sa
Ferreira
&
Draão, Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R.
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pjnto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita, 160;
Fontes &
C.
a
,
drogs..
Pra
ça
de
D. Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225
a
227.—Ponlr
da
I»i-
nsr».
A.
J.
Rodrigues Barbosa,
pharm.
—
Pavoí»
do
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valença
do
Hinho,
Francisco
José
de
Sousa, pharm.
—
Vííl»
de
Conde,
A.
L.
Maia
Torres pharm.
DL
BARRY
de
Londres.
30
»nnes
«Tinvariavel
suceesso
4
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia)
gastrica,
gastralgias,
flegmas, arro
tos,
ventos, flatos,
amargor
na
bocca,
pi-
tuilas,
nauseas,
vomitos,
irritação
intesti
nal,
bexigas,
diarréa,
desenteria, cólicas,
tosse,
aslhma,
falta
de
respiração, opressão,
congestões,
mal dos nervos,
diabelhes,
de
bilidades,
todas
as
desordens
no
peito, na
garganta, do alito,
dos
bronchios,
da
be
xiga,
do íigado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85:000
curas,
entre as quaes
contam-se
a
do
du
que
de Pluskow e
da
extn.
a
snr.
a
mar
queza
de
Brehan,
da
sor.*
duqueza
de
Gas-
tlesloard,
do
Lord
Stuard
de
Decies,
par
dloglaterra,
do
doutor
e
professor
Wtir-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
48:614.
—
A
snr.
a
raarqueza
de
Brehan,
de sete
annos
de
doença
do
íigado,
d’
estomago,
emmagrecimenlo,
pal
pitações
nervosas
em
todo
o
corpo, agita
ção
nervosa
e
tristeza
mortal.
Cura
n.°
62:986 —
Martin,
de
sup-
pressão
da
menstruação
e
dança
de
São
Guido,
declarada incurável,
perfeitamenle
curada
pela
Kevaleseière.
Cura
n.°
65:112.
—ti.
Payard,
de
gas
THEATRO
DE
S.
GERALDO
Espectaculo
de
gala,
em
commemora-
ção
ao
dia
l.°
de
Dezembro
de 1640.
Em
beneficio,
o
drama
em
2
aclos
e
3
quadros
OPPRESSÃO
E
LIBERDADE.
A
comedia do
snr.
Pinheiro
Chagas,
em
1
acto
QUEM
DESDENHA.
N.
B.
Os
bilhetes
achar-se-hão
á
venda
na
casinha
do
lhealro
desde
o dia
20
do
corrente
era
diante.
Despedida
e
agradecimento.
Joaquim Maria
Alves,
ex-chefe
da
es
tação
do
caminho
de
ferro
d
’esla
cidade,
tendo
sido
nomeado
para
idêntico
logar
na
de
Campanhã (Porto),
para
onde
teve
de
partir
immediatamente;
por
este
meio
se despede
de
todas
as
pessoas
que
o
honraram
com
a
sua
amisade,
assim
como
agradece
todas
as
attenções
que
durante
a
sua
estada
aqui
lhe
dispensaram.
A
lodos
os
seus
amigos
offerece
o
seu limi
tado
préstimo
na
localidade
referida,
ou
onde
se
achar.
(628)
AmDSCIWTOS
Penhoradissimos
pelos
immensos
obsé
quios
que
receberam
durante
a
prolonga
da moléstia
e
por
occasião
do
failecimen
to
de seu
filho,
irmão
e
cunhado
Antonio
Maria
de
Magalhães
Cruz,
no
dia
6
de
outubro
do
correnie
anno de
1877
-veem
os
abaixo
assignados
lesiimunhar
por
este
meio
os
seus agradecimentos e
a
sua
in-
delevel
gratidão.
Antonio
Polycarpo
Cardoso
Cruz
Francisca
Amalia
de
Magalhães
Cruz
Virgínia
Amélia Cruz
Braga
Dulcidio
Polycarpo
Cardoso
Cruz
Francisco
Cazimiro
de
Magalhães
Cruz
Augusto
Cezar
de
Magalhães Cruz
Leonardo
Antonio Ferreira
Braga.
BAPTISTA
!>,
Rua
doi
CapeIlígtnM=Campt>
de D.
Imir,
a.
Dá parte
ás
suas
ex.
11133
freguezas
e
freguezes que acaba
de
receber
um
lindo
e variado sortimenlo
de
fazendas
próprias
para
a
presente
estação
de
inverno.
Fazendas
de
là
de
120, 140,
290,
240
o covado
e
mais
elevados
preços.
Ditas
em
serguilhas
e
matallassés
de
120,
140,
240
e
590
reis o
covado.
Pannos
para
casacos
de
senhora.
Capas
de casimira, duas
faces
desde
85OOO
a
125000
reis
Ditas
de uma face
desde
45300
a
7$000
reis.
Saias
guarda-lamas
desde
15800
a
55000
reis.
Fichus
de
merino,
bordados
a
seda,
desde
35300
a
65OOO
reis.
Regallos
de
pelle
desde
25500
a:é
55000.
Pelatinas
ao
metro a
15200
reis.
Cuias
modernas.
Tranças
de
cabello.
Sapatos
de feltro para
homem
e
se
nhora
desde
800
até
25000
reis.
Ditos
de
lig<
para
homem
a
550
reis.
Ditos para
senhora
a 480
reis.
Ditos
para
creança
a
300,
320
e
360.
Um
grande
lote de
chitas
a 80
reis
o
covado.
Um
dito
a
90,
100
e
110
o
covado.
Casacos
e
capas
de malha
para
creança.
Lenços
de
malha.
Mantas
e
gravatas
para bomem e
se
nhora.
Meias
de
lã
de
côr
e
branca
para
se
nhora
e
creança.
Ditas d
’algodão,
desde
100 até
400.
Coturnos
de
lã
de
côr
e
branca
para
homem.
Guarda-chuvas
para
homem
desde
2$00D
até
4$3OD
reis.
Ditos
para
senhora,
de
1$200,
l$500,
l$8(10,
2^0'
0,
35000
e
45500.
Manias
d
’
agasalho
para
homem
desde
15200
a 25OOO.
Chanças
para
homem
e
creança.
Coletes
de
malha
em
côres,
para ho
mem
e
senhora.
Camisolas
d
’
algodão
para
homem,
se
nhora
e
creança.
Ditas
de
merino.
Ditas de
laia,
finas
e
encorpadas.
Agoas
de
colonias,
sobonetes, cosmé-
tiques
e
pomadas
para
0
cabello.
Grande
deposito de lunetas
e
oculos,
vista
curta
e
cançada.
Faz-se
recomtnen-
mendação
das lunetas,
por
serem
muito
leves,
boa
commodidade
e
aparato
que
apresentam,
baccas
de
viagem
para homem
e
se
nhora.
Casimiras
para
fatos
de
homem.
Córtes
de casimira para
calça.
Galões
modernos
para
guarnecer
casa
cos.
Guarnições
de
sergaria,
com
vidrilhos.
e
sem
elles.
Sapatos
de
borracha
para
homem,
se
nhora
e
creança.
Além
d’
estas, ha muitas
outras
fazen
das
da
estação
passada,
que
soffrerão
grandes
abatimentos.
E’
só
na
antiga
e
acreditada
loja
de
João
Baptista
Gomes
Ferreira, á rua
dos
Capellístas
n
0 9
e
Campo
de
D.
I, que
se
encontram estas
pechinchas.
(625)
DINHEIRO
zV
JURO
Na
confraria
do
Santíssimo
sacramento
de
S.
João
do Souto,
d
’
esta
cidade,
ha
para
mutuar
a
quantia
de 6000000
reis.
O
secretario
(626)
Antonio
Alexandre
Pereira
May
a.
Solicitador—A.
Lopes
da
Gama
Eseripterio
—
Tajpaas
n.°
4
—
Porto
(613)
Tendo desapparecido,
por
occasião
do
incencio
no
mosteiro
de
Rendufe
a
pro
missória
n.°
15438,
da
quantia
de 7150750
reis,
passada
pala
Gerencia
do
Banco
do
Minho,
em
17
de
julho de
1877
a
praso
de
6
mezes,
com
vencimento para
17
de
janeiro
de 1878,
a
favor
de
João
Martins
Lage,
ou
Domingos
Martins,
reitor
da
freguezia
de
Rendufe. previne-se
a
quem
a
achasse de que
com
ella
não
póde
fa
zer transacção
alguma;
pois
que
a referi
da promissória
não
póde
ser
paga
senão
a
qualquer
dos
abaixo
assignados,
para
o
que já
se
preveniu
no
mesmo
Banco do
Minho.
João
Martins
Lage.
'
(627;
O
rtilor
Domingos
Martins.
Pretende
se
«lugar
uma
casa
n’es-
ta
cidade
ou
arrabaldes
(preferindo-se
na
freguezia
de S. Pedro),
com
alguns
com-
modos
decentes,
e
com
quintal
ou
qirin-
talejo.
Fallar
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
o.
(624)
O
Rheumatismo
Cura-se radicalmente
com
a
«Pomada
Dumonl»
que
se
vende
no Deposito
de
Drogas
e
Produclos
Chimicos
de
J.
J.
R
dos
Santos,
na
rua
do
Amparo,
22, Lis
boa.
N. B. Só
se
garante
a vendida
alli,
pois
todas
as
caixas
devem
levar
a
marca da
casa,
para
as
pessoas
que
não
obtenham
resultado,
ser-lhes
entregue
o
seu im
porte.
(617)
nmoe
O
bacharel
Constamino
Ferreira
de
Al
meida
abriu
o
seu
escriptorio
de
advocacia
no
Campo
de
Santa
Anna
n.°
28,
lado
de
cima.
Companhia
Edificadora
e
Indus
trial
Eracarense
Soeiidnde
anónima,
responsabili
dade
limitada.
São
convidados
os
snrs. accionistas
d’
esta companhia
a
lazer
a
16.
a
e
17.
a
entradas
de
suas
acções
desde
o
dia
22
a
27
do
corrente
das
9
horas
da
manhã
ás 2
da
tarde
no
escriptorio da
Compa
nhia,
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.
os
6
a
12.
Braga
12
de
Novembro
de 1877.
Os Directôres
Francisco
da
Silva
Araújo.
(611)
Francisco
Baptista
da
Silva.
PROFESSOR DE
COMMERGIO^
Acaba
de
chegar
a esta
cidade
um
professor
com
muitos
annos
de
pratica
de
ensino
do
curso
completo,
etc.
Também
lecciona
só
qualquer
das
dis
ciplinas,
como: escripturação mercantil
ge
ral ou
especial,
contabilidade
commercial,
systema
monetário e
cambial,
metrologia
universal;
geographia,
historia
e
direito
commercial;
algebra,
economia
política,
dezenho,
callygraphia,
linguas,
etc.
Está
abería
a
matricula até
ao
1.°
de
dezembro,
dia em que se
inaugurará
o
curso.
Preço
em
classe—20500
|
Curso
diurno
Parlicularmente
—
40500)
e
nocturno.
Rua
do
Conselheiro
Januario,
31.
(622)
ANNO
XXIX.
T F
rp
T Tp
lulj
>
A
;
<
>.
DES
ET
DES
5®ea-i«»riico
ilumino.
Publica-se
no
dia
I."
de
cada
mez.=Não
se
recebem
assignaturas
por
menos
de
um
anno.
Graças
aos
inuiimeraveis
melhoramentos
successivamente
introduzidos,
é hoje
este
jornal
de
modas
uma
verdadeira
inctclopedia
de
todos
os
lavores
proprios
para
senhoras.
A utilidade
e
esmerado
estillo
de
sua
redacção.
as
preciosas gravuras
de
figurinos,
já
em
preto,
já
a
côres,
os
padrões
riscados
em
tamanho
natural,
de
modo
a
permittirem a
qualquer pessoa
executar
lodos
os
loilelles
publicados;
os
modelos
de
tapeçaria,
coloridos com
admiravel
mestria,
e
de
facil
u-pioducção;
grandes
liras
de
bordados
com
as
iniciaes
das
suas
assignantes; numerosos traba
lhos
de
crochet.
guipure,
tricol,
etc.;
penteados,
chapéus,
rouparia
musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
piltorescos,
guarnições
para vestidos,
e desenhos
de
passama-
neria,
tornam
esta
publicação
a
mais sedutora
e
completa, que
uma senhora
ou
uma
menina
podem
desejar
Le
Conseiller
des
Dames
el
des
Demoiselles é
o
unico periodico
que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos
e
padrões,
com
tal
clareza,
que
possam
copiar-se
com
a
maior
facilidade.
PBEÇO
PARA PORTUGAL,
POR
ANNO 20400
REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas,
o
director
do
Le
Conseiller
des
Dames el
des
Demoiselles,
entendeu-se
com
a
administração d
’este
jornal,
em
Braga, rua
Nova,
3,
para
onde podem
ser dirigidas,
acompanhadas
do
seu
importe.
Também
se
encarrega,
mediante
pequena
retribuição,
de
remetter ás
senhoras
assignantes
os
brindes
que
escolherem.
IN
J
ECTION
BROU
o
GOUPON PRIMA
I
A
1MMACULADA
CONCEIÇÃO
3
Exemplares.
<v
União
Parisiense de
Relias
"O
Artes
Olivar, 0—
9.°
BOULEVARD
DELA MADELEINE,
17,
"
PARIZ
O
Representante
em
Madrid
crs
Aluga-se
a
casa
n.°
7,
na
praça
d
’
Alegria,
construída
de
novo
e
com
elegancia.
Esta casa tem
uma
boa loja
para
qualquer
negocio,
e
póde-
se
alugar junta
ou em
separado.
Quem
a
pretender
falle
com seu
dono
na
rua
No
va
de
Sousa
n.°
56.
(474)
CREADA
Para
casa
de
pouca
familia
precisa-se
de
uma
creada,
já de
edade
adiantada,
e
de
bom
comportamento.
Falle
á
rua
do
Alcaide
n.°
4,
das
3
ás
5
da
tarde.
Hygienta»
y
prrewrrxtira, absolutain^nt*
a
unicaqa* cura nerc
íb«
mai? nada. Vende-
ge
nas priucipae* pharmacia» do inundo. Exibir a
iiiHtrucçào do uao.
(39 dfUjf
dt
exíto.JPuil,
casa dt»
inv*
LUho». S* Barreto Loreto 28 í 3<X
CIRI
KUIÃU
DENTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURGI
CA DO
PORTO
Bua
de S.
Marcos n.°
i9.
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580)
(1HIKLIÃO
DENTISTA
DA
Escola
Americana
Consultorio
a
ioda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.° 22.
(582)
asswm
Rua
dos
Capei
listas,
13
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
seu estabelecimento
os
seguin
tes
objectos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço
possível,
a
saber:
chitas
largas
bem
sortidas,
tinas
em
côr,
e
bom
panno.
a
80,
90,
10o
e
110
o
covado; ha linda
len-
çaria
de
seda
e
setim,
tanto
para
senho
ra,
como
outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para
homem
e se
nhora;
castiçaes
de
metal,
e
vidro;
jarras
de
procelana; agoas
de
colonia;
collarinhos
e
punhos
para homem;
madopolões;
me
rinos brancos;
pannos
crús;
lenços de
cambraeta
de linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em
diíferentes
tamanhos;
adere
ços
e
brincos; sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda, ou
gorgorão.
largas,
para
homem, modernas;
lençaria
de
côres
em
algoçào,
cassa,
sarja,
melim,
e
d
’
oulras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós
d’
arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este estabelecimento
ha
um sortido
completo
de tudo
e barato.
(606)
EiXXE
SITOS
João
da
Costa
Palmeira tem
para
ven
der
em sua
quinta
em
Santa
Eulalia
de
Tenões,
enxertos
de
macieira,
pereira,
damasqueiro,
ameixoeira, pecegueiros
de
Amarante,
ameixoeira
do
Canadá,
nespe
reiras,
larangeiras,
nogueiras,
vides,
tudo
boas qualidades;
bem
como
salgueiros
com
raiz,
e
estacas
de
choupo.
Trala-se
na
rua
de
D.
Gualdim
n.°
2.
(572)
MUITA ATTENÇÂO
Uepoaito
<le
«5®
Valong®
1
—LARGO
DA
LAPA
—1
Estes
biscoitos
são
muito
recoromenda-
veis
tanto
pela qualidade
das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
280
Biscoito macarrão
>
280
Bolacha
doce
»
280
Biscoito
Brazileiro
300
Dito
imperial
330
Bolachinlia
de
araruta
340
Tosta
azeda
í>
190
(581)
Os
Rebufadon
tnytilicos,
de na
tureza
balsamica,
calmante, peitoral
e
ex-
peclorante,
são
o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA DOS OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(455)
âmm
w; iíMhi)
DO
ALTO
D0UB0
»A
CASA
BE
VILLA POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N’este armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos enga
rrafados
:
Vinho tinto de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
»
t
»
.
190
»
Lagrima
.............................
200
»
Branco
de
meza
.................
210
s
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca.
....
300
•>
Malvasia
de
2.
a
.............................
360
»
»
velho....................................
400
»
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão
.........................................
700
»
Alvaralhão........................................ 560
»
Velho
de
1854
....
600
»
a
retalho
pars
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
boa
qualidade
de
todos
estes vinhos,
po
dendo
todo e
qualquer
consumidor man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(-H-4I
)
RUA
NOVA,
N.°
&
Ha
para vender
um
tranqueiro
e
uma
sacada
de
pedra
do
monte
das
Caídas.
Trata-se
na
mesma
rua
e n.°
(543)
FILIAL
DA CAIXA
ECONÓMICA
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
..................
&OOrOOO0OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela roa
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobre
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não inferior
a
lOu
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito
a
pra
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis.
A
caixa
está
aberta todos
os dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só até
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A. G.
Ferreirinot.
Acções
e
promissórias
de
baneos e
companhias
Compram-se
e
vende-se
na
rua
Nova
le
Sousa
n.°
9.
(510)
Precisa-se
de
um
homem
para
assen
tar
praça
por
um recruta.
Para traclar na
rua
do
Alcaide
n.°
11
(608)
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
