comerciominho_24051877_642.xml
- conteúdo
-
5.
”
ANNO
1877
NUMERO
642
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
__________ _
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
joit
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.*
3
E, para
onde deve
ser
dirigida
toda a
correspondência
franca
de
porte.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas; assim como as
correspondên
cias
de
interesse
particular. Folha
avulso
10
rs.
B»A«A
— QlT.VF.I-FEHn SA »E
xUAIO
A
12
de
março
do
anno
de
1514'
apresentava
o
celebre
Tristão
da
Cunha
ao
PnniiíícB
Leão
X
tm
nome de
primicias
a
ousada
havia
ac-
A
12
de
março
do
anno
Summo
Ponliíice
Leao
X
tm
D.
Manuel, rei
de
Portugal,
as
da'
s
riquizas
do
Oriente,
que
navegação de Vasco
da
Gama
crescentado
aos
domínios
da
corôa
por
tugueza.
Tres
séculos
e
meio
são
decorridos
de
pois
que
essa
embaixada
grandiosa
e
so-
lemnissima
transpôz
as
portas
da
cidade
eterna,
e
foi
apresentar
aos
pés
do
suc-
cessor
de
S.
Pedro
os
rendidos
preitos
de
um
dos
mais
poderosos
monarebas
da
chris-
tandade.
E
como
as cousas
estão
muda
das!
Roma já
não
pertence
de
facto,
aos
Papas,
e
o
successor de
Leão
X
geme
prisioneiro
em
seu
proprio
palacio!
Da
antiga
grandeza
de
Portugal
também
já]
não
resta
senão
a
memória
;
e o
rei,
que
se
envolve
no
dilacerado
manto
de
D.
Manuel
I,
que se
assenta
no
throno
sem
prestigio do
antigo
império
lusitano,
está,
pelas
suas relações
políticas
e
pelos
vín
culos
de
familia,
estreitamente ligado
com
os
carcereiros
do
Pontífice
Romano
e
com
os
oppressores
do
Papado
!
Oh
!
sim!
como
as
cousas
estão
muda- <
das!
Mas
no
meio
de tão
tristes
e lamen-
1
taveis
vicissitudes,
uma
só
cousa
resta
ainda
—
um
pouco
aguarentada
sim,
um
pouco
oííuscada pelas terríveis
sombras,
que
a
impiedade
projecta
por
toda a ter
ra—
mas
ainda
vivaz,
ainda
subsistente,
e
que
esperamos
em
Deus
nunca
será
apa
gada
de
lodo.
E
’
a
fé
religiosa,
a
fé
em
Christo
e
na
sua
Egreja,
cuja
cabeça
visível
é o
Pon
tífice
Romano.
Portugal, que tem
perdido
os
seus
fó-
ros
de
potência política
;
a sua
grandeza
de
nação;
não
perdeu
ainda
a
sua
crença
como
povo
catholico, e
d
’
entre
os
pre
ciosos
restos
de
uma
herança de
sele
sé
culos
de
gloria,
salva hoje,
como
um
brazão
dos
mais
preciosos,
o titulo
so
bre
lodos
honroso
de
filho
fidelíssimo
da
Egreja.
Varrida
a
sua
superfície
pelo
vento
da
revolução,
agitado
interiormenle
por
fac-
ções,
que
só
se
accordam
entre
si
no
odio
profundo
ás
instituições
calholicas,
regido
por
governos
descridos,
e
prever-
tido
por
escandalosos
exemplos,
não
era
muito
que,
apoz
tanto
lidar
do monstro
do
liberalismo, do
inimigo
jurado
da
Re-
(
ligião
de
Jesus
Christo,
se
achasse
afinal
este
nosso
reino
lodo
submerso
nas
trevas
do
indifferentismo,
d’
esse
cancro
roedor
das
sociedades
modernas,
e
que d’
enlre
todos
os
enthusiasmos
nobres
e
genero
sos,
fosse
talvez
o
da
fé
áquelle, a
que
o
coração
do
povo
portuguez se
mostrasse
menos
accessivel.
Não
acontece porém
assim,
mercê
de
Deus.
Hoje
podemos
bradar
bem
alto=
somos
um
povo
calholico=e
demonstrar
esta
verdade
com
o
facto
da
peregrinação
portugueza,
d
’
essa
embaixada
popular,
que
em nome
da
nação fidelíssima
lá
vae
ago
ra
caminho
de
Roma
apresentar
ao gran
de
Pontífice
Pio
IX
o lestimunho
das
nos-l
sas
firmes
crenças,
o
preito
da
nossa
obe
diência
sem
reserva,
o
penhor
do nosso
aflecto
sincero
á sagrada
pessoa
d
’Aquel-
le,
qne
veneramos
como
Chefe
Supremo
da
Egreja,
que
amamos
como
nosso
Pae
espiritual,
e
que
admiramos
como
o
vulto
mais
heroico
dos
tempos
modernos
!
«Embaixada
popular»
dissemos
nós
aci
ma,
e
aqui o
repelimos
como
qualifica
ção
propriissima
da
peregrinação
portugue
za.
Quando
o
nosso
governo,
como
os
outros
governos
da
Europa,
descura,
ou
antes
atraiçoa
os
grandes
interesses
ca
tholicos;
quando
ouve
com
desdem
o
gri
to
de
afllicção
do illustre
prisioneiro
do
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
: Braga,
anno
1^600
rs.—
.Semestre
850
rs.
—/¥(?«»»-
cias
anno
2&001)
rs
e sendo
duas
3&600
rs.—Semestre
1S050
rs.==Sranf,
anno
3&600
rs.
—
Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8^000
reis
e
4S500
reis
moeda
fraca.
—
Annuncios
por
linha
20
rs.
repetição
10
rs.
Para os
assignantes 20
«|
0
d
’
abatimento.
batalha,
e
marchando,
approximando-se
um
do
outro; sua
collisão
é
inevitável
dia
mais
dia
menos.
E
tudo
o
que eu
como
Cliristão
e
como
Inglez
peço
a
Deos
de
todo
o
coração,
é,
que
quando esse
dia
chegar,
a
Inglaterra
se
não
encontre
com
batendo
contra
Deos».
cousas,
e
se fôr
preciso,
sacrificar
a
I
vida
para sellar com
isso
o
testemunho
i
seus
lábios.
1
«Agora
perguntarei eu,
se
acaso
Pio
1
não
tem
motivo
de
falar?
Durante
seis
annos,
em sereno
e magestoso
silen
cio
tem
soffrido
os
insultos
e
as
blasphe-
rnias
de
que
é
cheio
o
ar
que
elle
res
pira. Agora
finalmente,
quando
todo
mun
do
vê
escrito
em
papel,
em
lermos
que
não
podem
desenlender-se, a
violação
de
seu
supremo
ollicio,
e
a
perseguição dos
pastores
e
do rebanho
que
lhe
fora
entregue
então
ergue
finalmente
a
sua
voz.
«Ealta
ainda
um
ponto
mais.
Tenho-vos
detido
por
mais
tempo
do
que
intentava.
Mas
a
matéria
é
excepcional,
e n
’
um dia
excepcional
lambem. O
que
virá
no
fu
turo,
e
como
acabaráin
as
cousas?
«Por
um
anno
inteiro, estadistas,
di
plomatas,
e
Governos.
Imperadores
e
les
tas
coroadas,
têm
estado
tratando
de
achar
uma
solução
á questão
do
Oriente;
e
es>es
mesmos
buscadores
têm
estado
procuran
do
a
solução de
uma
questão
em
Roma
1
que
a
Providencia
Divina
resolvêra
já.
Mas
os
homens
rejeitáram
essa
solução,
jul-
■
gando
achar
outra
melhor.
Não a encon-
:
trarám
melhor,
nem
acharám
outra.
«A
solução
da
questão
Romana
foi
sempre,
desde
que
a
perseguição
cessou,
ficar
o
Vigário
de
Jesus
Chrislo
indepen
dente.
As
nações
do
mundo,
dilaceradas,
vexadas,
e
impedidas
pela
revolução
des
te
século
combináram-se
á
cerca
do
Vigário
de
Jesus
Cbristo,
e acceitáram
uma
solução
que
não
é
a
solução
da
Providen
cia
Divina.
E
’
a
solução
de
uma
revolu
ção
e
de
um
sacrilégio.
Tal
solução
não
pode
manter-se.
Quanto
tempo durará
não
posso
eu
dizel-o.
«Pio
VI
foi levado
de Roma
em
1798.
Morreu
em
cativeiro
no anno
seguinte.
Pio
VII
foi
levado
em
1808,
c
foi
res
taurado
em 1814,
depois
de um
íniervallo
de
seis
annos.
Pio
IX
foi
encerrado
sob
o teclo
do
palacio
Apostolico
no
anno
de
1870.
Só
Deus
sabe
quando
chegará
o
tempo
da
solução;
mas
se alguém
vé
:
que
a condição
presente
de
Roma
se
per
petuará,
leia
outra
vez a historia pas- 1
sada.
«Não
desejo
ser
propheta
do
mal.
Por
doze
mezes
tem
todos
os
fachos
da guer
ra
estado
accendendo-se
no
Oriente;
e
só
Deos
sabe
se,
e
quando
se
apagarám.
To
das
as
nações
da Europa
estam
agora
armadas,
e têm levado
seus
armamentos
a
ponto
que
tem
de
lazer
guerra
ou quasi
banca-rota.
Só
Deos
sabe
em
que
isto
aca
bará.
«Pio IX, como
Vigário de
Chrislo
e
representante
do
Bom
Pastor,
nunca
ex
citará
o
incêndio
da
guerra;
mas,
por
quem
quer
que
ella
seja
a
causa,
hade
iuvolver
a Euiopa
inteira;
e
qualquer
guerra
que
involva
a
Europa
inteira
in-
volverá,
como~ sempre
tem
succedido
na
historia
Christã,
a
Italia
e
Roma.
Então
virá
a
solução,
que
não
será
trazida
por
acha-se
neste
momento
á
las
sua
de
Vaticano,
e,
escarnecendo
a
victima,
aper-
i
ta cordealmenle
a mão
do
algoz, que
está
i
applicando
n
’
este
momento
ao
Vigário
de
Chrislo
a mais
horrível
tortura
moral;
ao
povo
cumpre
emendar
a
sem
rasão dos
governantes,
protestar
contra
o seu
des-
dem,
profligar-lhes
a
vilania,
e
desmentir,
pela
sua
coragem,
a
affectada
timidez
da
corôa e
dos
seus
ministros.
Um povo
ca
tholico
não
conhece
rasões
d
’Estado
quan
do
se
trata
de
aílirmar
as
suas crenças.
Se
o
governo
esquece
o
seu
dever,
se
—
olvidando
as
obrigações
que
lhe
impõe
a
sua
situação
á frente de
uma
nação
es-
sencialmente catholica
—
sacrifica
essas obri
gações
a
criminosas
relações
políticas,
ou
a
mal-fadados
vínculos
de
familia,
ao
po
vo
cumpre
tomar
a
dianteira,
e
ir elle
só,
desajudado
e
mesmo contrariado
pelo
go-
i
verno,
aonde
o chama
a
voz
imperiosa
do
i
amor e
do
dever,
aos
pés do
Pae
Com-
i
tnum
dos
fieis,
levar-lhe
consolações
e
protestar-lhe
a
sua
adhesão,
o
seu
res
peito
e
a
sua illimitada
obediência.
Que
a
bênção
de
Deus
acompanhe
pois
os
embaixadores
encarregados
de
uma
mis
são
tão
sublime.
Será
talvez
limitado
o
seu
numero,
porque
a
muitos,
a quem
sobrava
vontade
de
os
acompanhar,
falta
ram
os meios,
ou lhes
contrariaram outros
estorvos
o
piedoso
intento.
Mas não
ha
—
podemos
affoitamente
affirmal-o
—
um só
catholico
portuguez,
que
não acompanhe
em
espirito esses
peregrinos,
e
que
não
seja
com
elles
solidário
na
fé,
na
dedi
cação
e
no
amor, que
os
transporia
aos
pés
do
Vigário
de
Jesus Chrislo,
a
apresentar-lhe,
não
já
as
primicias
de
no
vas regiões
descobertas,
mas
o
testimu-
nho
mais
authenlico
da
religiosidade
do
povo
poituguez,
e dos
sentimentos
de
fi
delidade
á
cadeira
de
Pedro,
que
são
a
nossa
honra,
a
nossa
riqueza
e
a
nossa
consolação
no
meio
do
nosso
presente
aba
timento
e
dos
males,
que
affligem
a
nos-
.
sa
querida patria.
17
de
abril
de
1877.
D.
M.
SOTTO-MAYOR.
A
’ BedaeçAo do
a Apostolo».
Londres,
8
de
Maio, 1877.
SUMMARIO.
IX
I. —
Discurso,
ou
sermão
do
nosso
Car
deal
Arcebispo
na
Pro-Cathedral,
em
Do
mingo
de Paschoa;
importante
em lodo
sentido,
mas
agora
mais
importante,
ha
vendo-se
seguido a
declaração
da
guerra,
que Sua
Emminencia
previa.
II.
—
Annexação
do
Transval
pelos
In-
glezes.
Probabilidade
—
no
meu
entender,
|
certeza—
de
brevemente elles
fazerem
sua
a
importante
Bahia
(Portugueza)
de Lou-
reoço
Marques.
III.
—
O
Senado
Romano
(não
o
dos
Palres
ConscriptiJ
rejeitou
o
Bill
Maçonico
que deu
motivo
á
Allocução
de
Sua
San
tidade
—
;
Quantos
maçons
ficaram
de
boca
aberta,
e
queixo
cahido?
[Conclusão]
«E até
involve
isto
—
o
dever
de
de
nunciar o
peccado,
tanto
nos
governantes
e
chefes
como
nos
paisanos
e cultivado-
:
res
da terra;
de
denunciar
o
sacrilégio
com-
i
metlido
pelos
exercilos
Reaes,
como
pe
las
turbas
revolucionarias;
e
sobre
tudo
•
o
dever
de
denunciar
o
roubo
feito
ás
•
crianças
Christãs
da
herança
de
sua
fé.
-
Todas estas
cousas,
e
a
santidade
da
vida
domestica,
e
o sagrado
do
matrimonio,
e
cousas
semelhantes,
entram
na
commissão
e
ministério
do
sacerdote.
Tem
elle
obri
gação
de censurar
e
reprehender
seja
a
quem
fôr
que
commetia
delicio
contra
es-
Traducção
fiel
do
magnifico
sermão
do
nosso
Cardeal
Arcebispo
de
Westminsler,
que parece
ter
o
dom
de
saber
multi
plicar
ou
estender o
tempo;
em
vista
dos
trabalhos
e
occupações
a que
attende
sem
pre
pontualmente,
e
de
maneira
tal
como
o
precedente
discurso
manifesta,
jHaverá
em
Portugal
Prelados
que
saibam
a
lín
gua
Portugueza
?...
Parece
que
não.
Londres, 8
de
Maio, 1877.
R.
SARAIVA.
11.
—
Os Inglezes
acabam
de annexar
ás
suas
já mui
vastas
possessões Africanas
a
Republica
do
Transval.
E’ um
passo
mais
para
a formação,
ha
muito
contem
plada,
de
outro
Império
Anglo-Africano;
á
imitação
do
da índia
Oriental.
Não
admirará
ver
Soa Magestade a
Rainha
ctoria
declarada
também
Imperatriz
África.
O
notorio
C?meron já
disse,
não
muito,
numa
reunião publica,
que
«o
li
mite
da
Colonia
Ingleza
do
Cabo
da
Boa
Esperança
era
o
Zanibezi».
Agora
dizem-
me,
que
o
Governo
Inglez
propõe
ao
de
Portugal
o
vender
este
á
Inglateira
a
muito importante
Bahia
de
Lourenço
Mar
ques;
que
é
na
verdade
da maior
impor
tância para
a
nova
província
annexada
do
Transval.
E como
é
cousa
em
detrimen
to
da
gloria, honra
e proveito
do
antigo
Reino
dos
Aííonsos, Jões,
e
Manoéis,
não
lenho
muita
duvida
que
breve
poderemos
dizer
me
de
ha
nós.
«O
mundo
discrição
e
em
poder
da
revolução
anti-
christa
que
principiou
no
fim
do sé
culo
passado.
Cresceu
e se
espalhou
em
1789,
1793,
‘
cinco
annos
de
revolução
na
Italia,
fin
dou,
segundo
os homens
criam,
em
1870,
quando
pensaram
que
a
questão
Romana
estava
enterrada;
mas
aquellqs
qne
tinham
melhor
vista
disseram-lhes,
que
a
questão
Romana
piincipiava
apenas.
«Neste
momento
está
o
mundo
osci
lando
para
um
lado
e
outro sob o
poder
da
Revolução.
De
um
lado
estam
as
for
ças
da
anarchia e
da
Usurpação;
e
todas
unidas
em
desejar
que
Róma
continue
co
mo está.
De outra
parte,
acha-se
o povo
do
mundo
Catholico
e
Chrislão
e
as
for
ças
de
ordem,
que
acreditam
em
Deos.
Es
tes
dois
campos
estam-se
formando
em
no
íim
do
sé
1830,
1848.
Em
vinte
e
adeos
á
dita
guera
—
j Graças
ao Mindello!
Nos
May
Meelings, ou
reuniões
e
con
ferencias
das dilferentes
Seitas
e
Socieda
des
Protestantes,
que
tem
logar
todos
os
annos
neste
mez;
quando
os
Directores
e
Administradores
(pelo
Secretario
da
Socie
dade
ordinariamente)
apresentam
seus
re
latórios,
suas
contas
de
receitas
e
despe-
zas;
relação
de
seus
progressos, suas
pers-
peclivas,
suas
aspirações—e
quasi
sempre
suas
petições por
mais
dinheiro;
é
que
se
declaram
principalmenle
as
vistas,
os
projectos,
as esperanças
destes
missionários
poliiico-religiosos,
e
comtnercio-religiosos
lambem.
O
Imperador
do
Brazil,
D.
Pedro
1,
quando,
ao
entrar
em
Lisboa,
mandou
pren
der,
insultar, e
expulsar
os
Jesuítas
(que
lá se tinham admiltido, com
o fim
prm-
cipalmente
da civilisação
e
calhequisação
,
d
’
Africa
—
a
qual, nada
menos
que
o
ce
lebre
Willer
force,
tinha
declarado
— tile
Protestante
—que
só os
Jesuítas
a
podiam
effectuar),
fez
á
Inglaterra o
maior ser
viço,
e
a
Portugal
o
maior
damno.
Rou
bou
á
sua
antiga
Patria o
campo
onde
ella
mais
e
mais
se
linha
iíluslrado;
e
que
delia
linha
feito
uma
das
primeiras
nações
do
mundo, apezar
de
seu
peque
no
território
na
Europa.
Preparou
com
isso
lançar
a
África
no
poder
da
Ingla-
|
terra e
do
Protestantismo.
Outra
cousa
porem
não
se
podia
esperar
de
um Prin
cipe qne
se
deixou
fazer
instrumento
da
Maçonaria,
e
delia
afinal
foi
victima.
111.
—
Eis
aqui agora,
no
meu
entender,
uma
circunstancia, um
facto, que
é
da
maior
importância; a
qual
renumbra
até
da
maneira
porque no Times—
e que,
na
minha
opinião,
confirma
ainda
mais
o
ridículo
do
mesmo
Times,
quando
com
parou
a
Allocução
de Sua
Santidade
com
a
rhaposodia
do
celebre,
excêntrico,
Deão
Protestante.
Depois
de
dar como cousa quasi
cor-
1
rente,
que
o
Senado
Italiano
approvaria
a
lei
patifa
contra
o
Clero,
que
tinha
Baiiia
como
Portu-
passado na
Camara
Baixa;
eis
que
o
Cor
respondente
em
Roma
do
mesmo
Times,
lhe
manda,
em
data
de hontem,
o
tele-
gramma
seguinte:
—
«Roma,
7
de
Maio.
—
O
Bill contra
«os
abusos
commetidos
pelo
Clero no exer-
«cicio do seu ministério,
foi
rejeitado
«pelo
Senado
no fim
da
sessão
desta
tar-
«de, por
um
voto
de 103
contra
97»
(por
erro
manifesto
da
imprensa põe,
«por
um
voto
de
105
contra
197»)
Isto
tomou
«todo mundo
por
surpresa,
e
creou
gran-
«de
sensação.
«A
Opinione,
o
principal
orgão
da
«Opposição,
tinha
por
alguns dias
Corte
smente
advogado
a
necessidade
da
medi-
«da,
e
não se
tinha
a minima duvida
de
«que
o
Senado
a
approvaria».
Dizia
antes
‘o
mesmo
Times,
«que
tendo
o
Pontiíice
dirigido-se
á
França
e
Áustria
para
o
protegerem,
esses
Gover
nos
lhe
tinham
respondido
que
nada
po
diam
fazer
em
favor
de
sua
autoridade
temporal».
Parece,
porem,
que
a
Provi
dencia
Divina,
tomará
Ella o
trabalho,
com
que
cs
Governos, não podem.
Isto
verifica
muito
já do que
o
nosso
Arcebispo
diz
no
sermão
acima.
O
resto hade
também
vir
a
se
vereficar
em seu
tempo.
A
R
SARAIVA.
Nem só
as
senhoras
que
vieram de
Lisboa
fazem
parte da
peregrinação,
mais
algumas
se
nos
teem
reunido,
entre estas
a
Exc.ma
Snr.a 0.
Rita
de
Albuquerque
e
as
Exc.mas
Snr.as
Torquatos,
que
vão
accoinpanhadas
pelos
seus
capellães.
Os
peregrinos
do
Minho-,
de espaço,
alternavam-se
cantando
«hyinnos em lou
vor da
Mãe
Sanctissima,
o
que
em
to
dos
nós
produzia
uma
alegria
intima,
uma
satisfação
inexplicável.
Ocioso é
dizer-te
que
entre
todos
os
peregrinos
se
estabeleceu, desde
o
pri
meiro momento,
uma
sincera
estima
re
ciproca.
Nem
podia
ser
o
contrario:
to
dos
irmãos
animados
do mesmo espirito,
e
lodos
com
o
mesmo
fim.
Por
ora
nada
mais,
e por
isso repe
tirei que
deves
o
maior
interesses
ao
Teu
amigo
verdadeiro
Antonio.
Boletiis» «9
a
gterrgriaiaçilo
í»«l sa
cra Liiuina.
Lourdes
19
de
maio,
ás
3
horas
e
25
minutos
da
tarde.
Exc.
mo
Conde
de
Samodães,
Porto.
Chegamos
hontem
ás
7
horas
da
tar
de
a
Lourdes,
todos
bons.
A
commoção
foi
geral
e
indescriptivel.
O
Eminentíssimo
Cardeal
Patriarcha
ce
lebrou
boje;
ámanhã ha
communhão
geral,
também
ha
procissão esta noite
á
Vir
gem.
Nossa
Senhora
de Lourdes nos
attenda.
—
Padre
Barroso.
Carlas
particulares
que
recebemos
nesta
cidade.
Carla
do
revd.
ni
®
snr.
dr.
Silva
Vian-
na.—
Madrid
16
de
maio
de
1877.
—
Che
gamos
a
Madrid
ás
8 e
meia
da manhã,
de
saude.
A
peregrinação
vem
imponente.
Passam
de 200 os
peregrinos.
Vem
o
ex.
m
°
snr. Patriarcha
e algumas
famí
lias de
Lisboa.
Ao
nosso
grupo
reuni
ram-se
alguns
padres
do
arcebispado,
co
mo
Velloso,
Aguiar,
e
outros.
O
ex.'"°
snr.
Patriarcha
ficou surprehendido quan
do
viu
o grande numero
de
clérigos
do
nosso
grupo.
Adeus.
Silva.
Bragança 20
de maio,
ás
8
horas
e
36
minutos
da
manhã.
Chegou
a
Irun
sem
novidade
no
dia
19
do corrente,
ás
10 horas
da
manhã,
a
deputação
diocesana
de
Bragança,
que
partiu
para
Roma.
—
Antonio
Cruz
Sousa,
presidente
da commissão
Diocesana
de
Bragança.
Carla do
conde
da
Bedinha
extrahida da
«Nação».
Madrid,
16
de maio de
1877.
—
Aqu
chegámos
hoje
pelas
8
horas
da
manhã
sem
novidade,
graças
a Deus,
e
com
a
alegria
que
podes
imaginar,
pois
tens
pelo
Augusto
Prisioneiro do Vaticano
o
mes
mo
respeito
filial,
a
mesma
veneração
e
enlhusiasmo
que
cada
ura
dos
peregrinos;
apenas
nos
incommodam
as saudades
dos
parentes
e
amigos,
que
por
diflerentes
circumstancias
só
nos
poderam accompa-
nhar
em
espirito,
e
que na gare
de
Lis
boa
nos fizeram
tão
agradavel
e
obsequio
sa
companhia.
Partindo,
como viste,
d
’
ahi
ás
8 horas
da
noite,
chegámos á
meia
noite
a
San
tarém,
onde
o Senhor Patriarcha
era
es
perado
pelo
corpo
docente
e
mais empre
gados
do
Seminário
Patriarchal
para
o
cumprimentarem.
O
muito
Revd.
0
Reitor
d
’aquella
casa,
que
desde Lisboa
accom-
panhava
Sua
Eminência
e
os
peregrinos,
seguiu
até
ao
Entroncamento
onde
se
des
pediu,
visto
que
circumstancias
insuperá
veis
lhe
não
permiltiam
fazer
o
que
o
seu
coração
lhe
pedia.
Em vários
dos
sitios, por onde
passa
mos,
praticou
o
respectivo
clero
o mes
mo,
como
prova de
respeito
e
veneração
a Sua Eminência; e
como
demonstração
de
adhesão
ao
acto
que
vamos praticar,
como, por
exemplo,
em
Portalegre,
cujo
Revd.
0
Vigário Geral,
acompanhado
por
vários
sacerdotes, esperavam
na
gare o
comboyo.
Nem se
limitarem
a
Portugal
estas
demonstrações,
pois
que
em
diíferentes
estações
de
Hcspanha
o
Clero
tem
dado
eguaes testemunhos.
Em
Madrid
tencionava
o
Senhor
Pa
triarcha
ir hospedar-se
no
hotel
de
In
glaterra;
consta-me
porém
que
instado
por
alguém,
cujo
nome
ainda
ignoro,
acceilára
hospedagem
em
sua
casa.
Volto
a
traz
para
te
dizer
que
no
Entroncamento
se
nos
reuniram
os
pere
grinos
do
Porto,
Braga
e
Guimarães,
em
grande
numero, sendo respeitável
o
do
Clero.
Carlas
do revd.
0
padre
José
Rodrigues
Marques,
Prefeito
do
Seminário
Archiepis-
copal,
dirigidas aos
padres superiores
do
mesmo
Seminário.
—
Madrid
16
de
maio.
—Collegas
e amigos.—
Não
pude
escrever
até
aqui,
pois
para
nada
mais
tem
havido
tempo
do
que
comer alguma
coisa
e
mu
dar
bagagens.
Tencionamos
demorar-nos
aqui
até ámanhã.
Ha
em
todos
nós
gran
de
satisfação.
Padre
José
Marques.
Bayonna
de
França
18
de maio.
—
Sahi-
mos de
Madrid
no
dia
16
ás
8
e
meia da
noite,
e
só ás
10
do
dia
17
á noite é
que
chegamos
a
esta.
Passamos
por
Bur
gos
e
admiramos
sua
calhedral. Temos
sido
muito
bem
recebidos,
e
ainda
nos
não
pediram
os
papeis.
Vou
preparar-me para
sair, mas
ainda
não
sei
a hora.
Até
breve.
Padre
Marques.
Lêmos no
diário
catholico
de
Madrid
«La
Espana»:
«Chegaram
a
esta
côrte
200
peregri
nos
porluguezes
que
se
dirigem
a
Roma
levados
pela
sua
dedicação
ao
successor
de
S.
Pedro,
que
tão
gloriosamente
oc-
cupa
a
cadeira
iníallivel
da
eterna
ver
dade.
Estão
encantados
da
delicadeza
com
que
foram
até
aqui
tratados
pelos filhos
d
’esta
nação,
também
fidalga.
Vieram
cantando
enthusiasticos
liymnos em
honra
da
Virgem
Santíssima
e do
Pontitice,
me
recendo applausos
d
’este
povo
religioso.
Sabemos
que
nesta
tarde,
sem mesmo
descançarem
da
sua
altamenle
incommo-
da
viagem,
esperam
visitar o
em.
ra®
Pre
sidente
desta
peregrinação
edificante.
Pouco
depois
reunir-se-Iião
no
templo
para
prepararem-se
a
receber
dignamente
os
Sacramentos:
á
noite
se
congregarão
no
local
das Junctas
da
Associação
da
Juventude
Calholica,
Valverde,
6;
e
ámanhã,
depois
d
’
ouvirem
missa
e
rece-
jerem
o
Pão
dos
Anjos,
dirigir-se-hão
a
□ourdes.
Ao
chegarem
hontem
a
Badajoz
sur-
irehendeu-os
a
agradavel
noticia que
lhes
dera
um
seu
amigo
de
ter
conseguido
um
abatimento
de
50
por
cento
nas tres
di
versas
companhias
dos
caminhos
de
ferro
d
’
esla nação
em
obséquio
da
peregrinação
portugneza».
Valladolid,
17
de
maio,
ás
10
e
meia
da
noite.
Apesar de não ter
incumbência d
’
essa
redacção,
e ter
sido
apenas
o
infimo
col
aborador
da
«Palavra»,
apesar
da fadiga
da
jornada
e
da barafunda
que
reina e°m
volta
de
mim
no hotel da
estação
de
Val
ladolid,
tomo
a
penna
para
lhe
communicar
parle
das impressões
da
jornada.
Deixarei
em claro
a
scena
verdadeira
mente
tocante
da
communhão
aos pere
6AZETILH1
Impropriedade na
hora dos
enterramentos.—
Vamos
mais uma
vez
lallar sobre
este
assumpto,
para
o
qua
chamamos
a
altenção
das
auctoridades
competentes.
Força-nos
a
tocar
ligeiramente
nesta
matéria
o
que
presenceamos
no enterra
mento
do nosso
saudoso
amigo
padre
João
Dias
Correia.
Este
ecclesiastico,
apenas
foi
acompa
nhado
por
uns
quatro
amigos seculares
e
loucos
padres
na irmandade dos
Clérigos,
sendo
preciso
chamar
estranhos,
aos
quaes
se
pagou,
para
conduzirem
o
caixão.—
sto
não
obstante
o
finado
ter muitos
in
divíduos
que
em
quanto
vivo
se
diziam
seus
amigos;
não
obstante elle haver
feito
iarle
e pertencer a varias
commissões,
associações,
confrarias
e irmandades
em
algumas
das
quaes
estava
servindo,
tendo
a
outras
prestado
grandes
serviços
!!
In
dignou-nos
profundamente
esta d
’
alguma
sorte
ingiatidão
d
’uns
e quasi
obrigação
d
’outros.
Indagamos
a
cau<a
de
tão
singular
procedimento,
e
d
’
a!gumas
pessoas
tivemos
em
resposta
taes
ou
quaes
frivolidades
como
a
seguinte:
—«Pois
queria
que
nos
expozessemos
a
ir
a
pé,
de
chapéu
na
mão,
uma
distancia
de
mais
d
’
um
kilo-
melro,
e
estarmos n’
um
quarteirão
do
cemiterio, recebendo em
cheio os
raios
abrazadores
do
sol
ardente
até
cerca
d’
uma
hora
da
tarde,
e
arranjarmos
uma
deflu-
xão
como
o
amigo
arranjou».
Em
vista
do exposto
teem
elles
rasão.
Para
nós
foi uma
imprudência
o
que
nos
obrigou
a
commetter
a
amisade.
Ora
para
evitar
estes
inconvenientes
ha
um
meio
facil.
E’
cumprir
a
lei.
O regulamento
do
cemiterio
diz
no
artigo
54.°:
«Os
enterramentos
não
podem
princi
piar
antes
do
sol
posto,
nem
depois
das
7
horas
da noite nos
mezes
que
decor
rerem
desde
o
1.°
d
’outubro
até 31 de
março,
e
depois
das
9
horas
desde
o
l.°
d’
abril
alá
30 de
setembro».
Por
que
se
não
dá
cumprimento a
este
artigo,
ou
por
que
se
não
marca
uma
hora
fixa
para
todas
as
estações,
como
se
pratica
em toda a
parte
onde
a
lei
não
é
leltra
morta?
Pedimos
á ex.
ma camara
que faça
execu
tar esta
antiga
determinação;
e
aó
snr.
delegado
de
saude
que,
a
bem
da
huma
nidade,
intervenha
neste
negocio.
HnawgHraçíío.
—
EÍTectuou-se
no
sab-
bado,
19,
a inauguração
do
caminho
de
feiro
americano.
A
bênção
dos
carros
foi
feita
pelo
grinos
pelo
snr. Arcebispo
de
Braga,
pois
creio
que
a
estas
horas terá
conhecimento
de
tudo,
e
passo
ao
que
segue:
A
primeira
povoação
que
avistamos,
ao
amanhecer
do dia
15,
foi
a
villa
do
Crato,
e
deixo
a
v.
julgar quaes
pensa
mentos
acudiriam
á mente
dos
porlugue
zes.
Não
vimos
Portalegre.
Por
entre
plan
tações
de
azinheiras
e
olivedos.
já
ao
pas
sar
a
fronteira,
chegamos ás
6
e
meia
de
fronte
d’
Elvas.
A
formosa
Eivas,
pinha
de
casas
brancas coroada
pelo
seu
castello,
recosta-se
na
sua
collina, mirando
des
denhosa
as
terras
de
Ilespanha,
e
por
ventura
despertando
saudades ou
remorsos
em
sua
velha
irmã
Badajoz.
Porém
n
’
este
andar,
meu
caro
reda-
ctor,
não
concluiria o conto
e
o
expresso
de
Madrid,
por
que
esperamos,
está
por
horas.
Resumamos
pois.
Estilo
de
lelegram-
ma
para
quem viaja a vapor.
D«r
lhe-ei
em summa
que
vae
tudo
animadíssimo
Logo
em
Badajoz foi
o
Ein.™
0
Patriarcha
cumprimentado
por
uma
deputação
de
Padres
hespanhoes,
o mes
mo
em
Ciudad-Real
e
em
Madrid,
vindo
á
gare
’
o
Bispo
Coadjutor
de
Madrid.
Agora
em
Valladolid
o proprio
snr.
Car
deal
Arcebispo
veiu
ao nosso
encontro,
á
gare,
deu
bt-ijamão a
lodos
os
peregri
nos
e
fallou
familiarmente
a
todos.
O
clero
hespanhol,
vestido
de
talares
espelha
n
’um
rosto
aberto
a formosura
de
sua
alma,
muita
intelligencia
e
extrema
urbanidade.
Na
estação
do
Escurial
appareceu-nos
um
empregado
superior
do caminho
de ferro,
ouvindo
do
estribo
com
interesse e visí
vel
contentamento
o
hymno
de
Pio
IX.
Perguntou-nos,
se
do
Porto
vinha
muita
gente.
Quando
lhe
respondemos aiíirmatí-
vamente,
arrasaram-se-llie
os
olhos
de
lagrimas!
Era
portuguez,
donde
ha muitos
annos
partira.
Residia em
Santander.
Adeus
que não
posso mais.
Cedo
a
penna
ao
snr.
Garrett.—
M.
Capella.
revd.mo
dr.
Oliveira Guimarães, digno
abbade
de
S.
Pedro
de
Maximinos.
Tem
havido corridas
ás
chegadas dos
comboios.
No
domingo
e
na
segunda-feira
tive
ram
tal
affluencia
de
passageiros
que
não
era
possível
dar-lhes
vasão.
Movimento
do
Iioupit»!
de S.
Mai-eos.—
Doentes
existentes
em
13
de
maio,
108
homens
e 105
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
linda,
19
homens
e
30
mulheres.
Sahiram 29
homens
e 19
mulheres.
Falleceu
1
homem.
Ficaram
em
tratamento
em
19
do
corrente,
97
homens
e
116
mulheres.
E«|>aneanietito. —
Em
a
noite
de
segunda-feira
para
terça
foi
brutalmente
espancado, na
rua
do
Anjo,
Sirino
José
Correia,
artista
da
rua
da
Boa
Vista,
o
qual
ficou
horrivelmente
maltratado.
A
policia,
como
é
sabido, não se
di
gnou
comparecer.
Mesgraça.-
Um
dos
carros
que
na
tarde
de
domingo
coudusia
gente
para
o
Bom Jesus,
passou,
perlo
da
rua
de
D.
Pedro
V
sobre
uma infeliz
mulher,
que
ficou
n’
um
estado
horroso.
Foi
recolhida
ao
hospital
de
S.
Mar
cos,
onde
se
acha
em
tractamento,
ha
vendo
algumas
esperanças
de a
salvar.
O
cocheiro foi
preso.
Furto
industrioso. —
Ao
entrar
para
o
comboio
da
manhã
de
segunda-feira
o
snr.
D.
João
do
Coração
de
J.esus
Fi
gueiredo,
um
cavalheiro d’
ihdustria
sub
traiu-lhe
do
bolso
um
porle-monnaie
con
tendo
19
libras.
Festa
e
rosnaria em Nogueira.
—Tem
no
proximo
domingo
logar
em
Nogueira
a
festa
e
romaria do Espirito
Santo,
á
qual
costuma
concorrer
muito
povo
d
’
esta
cidade.
Avião.—
Pedein-nos
a
publicação do
seguinte:
A erapreza
da
«Gazeta dos
Catholicos
Porluguezes»,
confiada
na
boa
camarada
gem
e fivor
que
espera
encontrar
em
to
da a
imprensa
portugneza,
roga
a
breve
publicação
do
seguinte
aviso, o
que
desde
já agradece.
Aviso
aos
Catholicos.
Desejando
a
empresa
da
«Gazeta
dos
Catholicos
Porluguezes»,
publicar
o
1.®
numero
do
seu
jornal
no
dia
3
do
proxi
mo
mez
de
junho,
soleranisando
assim
o
quinquagessimo
anniversario
da Sagração
Episcopal
de
Sua Santidade
Pio IX
e
não
o
podendo
fazer sem que
primeiro alcance
o
numero
de assignaturas
de
que
absolu-
clamente
precisa,
pede a
lodos
os
revd.°
s
snrs.
ecclesiasticos,
titulares,
damas,
pro
fessores
e
mais cavalheiros
a
quem
teve
a
honra de
enviar
o
prospecto
se
dignem
devolver-lh
’
o
acompanhado
da
importância
das
suas
assignaturas
(visto
que
as
mes
mas
são
pagas
adiantadas),
para
no
caso
de
ler
o
numero
de
assignantes
de
que
carece,
poder
publicar a
folha
no
indicado
dia
3
de junho.
Lisboa,
16
de
maio
de
1877.
O
gerente
F.
J.
de
S.
Pinto.
Romaria
—
Esteve
concorrida, como
não ha
memória,
a
grande
romaria
do
Espirito
Santo,
no
Bom
Jesus
do
Monte.
Fizeram-se
algumas
prisões,
por
eílei-
lo
do
verdasco.
E’
calculado
em
mais
de 60:000
o
nu
mero
das
pessoas
que
alli
concorreram
nos
tres
dias
da
romagem.
Também
não
faltaram alli
alguns ca
valheiros d
’
industria,
que
conseguiram apo
derar-se
de brincos,
botões
de peito
e
outros
objectos
de oiro,
havendo por
esse
motivo lambem
algumas
prisões.
Romba <l’ineentlios.—
An
te-hontem
foi
expedida
do
Porto
para
esta
cidade
uma
bomba d’
incendios, fabricada
pelo
snr.
Antonio Moreira
da
Silva
Couto,
a qual
se
destina
á
companhia
d«s
bombeiros
voluntários.
Faileeimento.
—
Falleceu
ha dias
na
sua
casa
da
villa
de
Caminha,
villa
onde
quasi
sempre
exerceu
o
cargo
de
adminis
trador, o
snr.
dr.
Anlonio
Luiz
Fetal
Car
neiro,
cavalheiro
de
toda
a
probidade
com
quem
mantínhamos
relações
desde
que
aquellc
nosso
finado
amigo
veio
advogar
)ara
esta
cidade
em
1822.
Contava já
83
annos
d
’
edade.
Damos
á
família anojada os
nossos
pe-
zames,
e
aos
leitores
pedimos
um
P. N.
ior
alma
do
fallecido.
Ontro. —
Falleceu
em
29
d’
abril
a
esposa
do
snr.
Carlos
José
Caldeira,
na
sua
casa
de
Chellas.
Foi
senhora
de
ex-
■cellentes dotes
moraes
e
mui
caridosa.
Deixou
na
freguezia
do
Beato,
da
sua
re
sidência,
1000000
reis
para
esmolas,
e
50000')
reis
para
a
da
Roliça,
onde
nas
cera.
Contemplou
com
vários
legados a
seus
parentes
pobres,
o
Asylo
dos
cegos
de
Caslello
de
Vide,
com
100
libras, e
a
outros
estabelecimentos
de
benefícencia
pequenos
legados
de
500000
rs.
Dispoz
ao
todo de
cerca
de
dois contos
da
sua
terça,
e
são
herdeiros os
seus dois
fi
lhos.
A «Palavra»
accrescenta
:
Sabemos
mais
que
ordenou
em
seu
testamento,
que seu
enterro
fosse
humil
de,
sem
convites
nem
annuncios,
e
seu
cadaver
levado
á
mão
por
doze pobres do
Asylo
de
D.
Maria
Pia, dando-lhe
a
es
mola
de
10000
reis
a
cada
um.
Apesar d
’
esta
determinação,
alguns
pa
rentes
e
amigos
do
viuvo,
que
o
souberam
a
tempo,
acompanharam
o
préstito
fúnebre,
como
o
snr.
conde
de
Casal
Ribeiro
e
seu
filho o
dr. José
Frederico
Casal
Ribeiro,
{cunhado
e
sobrinho
da
fallecida),
o
snr.
visconde
d
’Azarupnha,
snrs.
Magalhães,
Britos
Freires,
Limas
Falcões,
etc.
O
que,
porém,
foi notável,
é que
as
gentes
pobres
da
visinhança
e
freguezia
da
defuncta,
espontaneamente
a
acompanha
ram
ao
cemiterio,
mostrando
sua
grati
dão
pelos
benefícios
que
ella
espalhava
e
pela
affabilidade
e
ternura
para
com
os
infelizes
que
soccorria.
Deus
lhe
terá
recompensado
as
boas
acções
que
praticou
na
vida,
e
a
bonda
de
da
sua
alma e do seu coração
Choque
de
enrros.
—
Em
a
noite
de
domingo
para
segunda-feira
um
carro
de praça
que
vinha
da rua
dos
Biscainhos
abalroou
com
outro
que
seguia
da
Praça
da
Alegria
para
a
mesma
rua,
do que
resultou
ficar
morto
um
dos
cavallos
que
tirava
o
primeiro.
Negoeiog
eeclesiaatieos.—
O
«Dia-
rio
do
Governo»
publica
os
seguintes
des
pachos
effectuados por
decretos
de
17
do
corrente.
O
presbytero João
Antunes Moreira,
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Romão
de
Arões,
diocese
de Braga.
O presbytero
Cazimiro do
Paraizo
Aze
vedo
Nunes, apresentado na
egreja paro
chial
de
Santa
Comba
de
Eiras,
diocese
de
Braga.
O
prisbytero
Rodrigo
José Teixeira,
apresentado
na egreja
parochial
do
Salva
dor
de
Fervença,
diocese
de
Braga.
O
presbytero
João
Manuel Gonçalves
Penso,
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria dos
Anjos de
Monsão,
dioce-
de
Braga.
O
presbytero
Francisco
Xavier
Nunes,
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria
de
Pegarinhos,
diocese
de
Braga.
O
presbytero Antonio Ignacio
Sampaio,
apresentado
na egreja
parochial
de
S. Mi
guel
de
Poiares,
diocese
de
Braga
0
presbytero Antonio
Maria
Guerra,
apresentado
na egreja
parochial
de Santa
Comba
de
Regilde,
diocese
de Braga.
0
presbytero
Antonio
Joaquim
de
Fi-
gueirdo, apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria
de
Rio
Tinto,
diocese
de
Braga.
O
presbytero
José
Joaquim
Domingues
da
Costa,
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria de Sequeira,
diocese de
Braga.
O
presbytero
Manuel
Máximo
da
Silva
Vianna, apresentado
na
egreja
parochial de
S Pedro
de Sub-Portella,
diocese
de
Braga.
Ó presbytero
Manuel
Joaquim
Vieira
da
Costa,
apresentado
na egreja
parochial
de
S.
Miguel de
Thaide,
diocese
de
Braga.
O
presbytero Joaquim Antonio
Ferrei
ra,
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Marlinho do
Valle,
diocese
de
Braga.
O
presbytero
Antonio
Joaquim
Marques,
apresentado
na
egreja parochial
de
Santa
Maria
de
Villa
Nova
de
Muhia,
diocese
de
Braga.
O
presbytero
Antonio
Malhias
de
Al
meida,
apresentado
na egreja
parochial
de
S.
Marlinho
de
Valdigem,
diocese
de
La-
mego.
—
Aviso de que
está
aberto
concurso
por
30
dias
para
provimento
da
egreja
de
N.
S.
da
Conceição
do
cazal
de Cinza,
concelho
da
Guarda,
e
das
egrejas
paro-
chiaes
de
Santo
André
de Friande
do
con
celho
da
Povoa
do Lanhoso;
S.
João
e
S-
Cláudio
de
Nogueira,
do
concelho
de
Vianna
;
Nossa
Senhora
das
Neves
de Pos-
sacos,
do
concelho
de
Valle
Passos
;
e
8. João Baptisla
da
Eneijada,
do
concelho
de
Ponte
do
Lima;
todas
da
diocese
de
Braga.
Guerra
do
Driente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos á guerra do
Oriente,
são
os que
seguem:
Constantinopla
17 — N
’
um
despacho
transmitiido
hontem, n’
esta data,
deve
lêr-se:
Está
officialmente
confirmada
a
tomada
de
Soukhoum
Kaleh
pelos
turcos.
Para
Batoum
partiu
um
couraçado
tur
co
afim
de
carregar
munições
e
distribuil-as
pelos
musulmanos
revoltados
na
Circas-
sia.
Constantinopla
18—
Houve
hontem
re
nhido
combate
nos
arredores
de
Kars en
tre
a
infanteria,
artilheria
e
cavallaria
russa
e
oito
batalhões
turcos
de
dragões
com
artilheria.
Os
turcos
perderam
64
mortos, muitas
armas
e
cavallos
e os
rus
sos
um
oíficial
e
20
soldados
de
cavalla
ria
mortos, 5
officiaes
e
54
soldados
de
cavallaria feridos.
Foi
lambem
ferido
o
general
Ichekataieff.
Raguza
18
—
Desholovicet
está
ameaçado
por
5:000
turcos,
que se
entrincheiram
no
cimo
da
montanha
Sutlvina.
'
Receia-se
que
se
revoltem
os
christãos
de
Mostar,
para
onde
marcham
a
toda
a
pressa
vários
destacamentos
turcos.
Bucharesl
18
—
Os russos
enviaram
numerosas
tropas
na
direcção
de Olteniza
mas
em
toda
a
parle
se conservavam
affas-
tadas
do
Danúbio
alguns
kilometros.
O
imperador
da
Rússia
é
esperado em
Pleiesti
em
25
do
corrente.
Em
seguida
irá
ao
Caucaso
onde
se
confirma
haver
rebentado
revolta
nos
circassianos.
Constantinopla
19
—
Não
ha
nenhumas
noticias
do
theatro
da
guerra.
Noticias
de
Atlieuas
dizem
que
a
Gré
cia
vai
abandonar
a
política
passiva e
de
clarar
a
guerra
á
Turquia.
Vienna 21—Os
russos
declararam
que
querem livre
para
si
o
caminho
pelo o
Bosphoro
e
peio
estreito
dos
Dardanellos.
Partiu
sexta-feira
de
Constantinopla
para
o
Caucaso
uma
grande
expedição
compos
ta
de
um corpo
de
exercito
com
arlilhe-
ria
e
munições.
Foi
proclamada
pela
Turquia
a
guerra
santa
contra
os
russos.
Bucharest
20
—
Para
o
caso
em
que a
Servia
pretenda tomar
parte
na
guerra
está
prompta
uma
esquadrilha
austríaca
para
transportar
15:000
homens do
exer
cito
auslro-hungaro,
afim
de
occupar
vá
rios
pontos d
’
aquelle
principado.
Um
pequeno
destacamento
russo
atra
vessou
boje
o
Danúbio;
e penetrando
na
aldeia
torca
Chécol,
incendiou
varias
ca-
banas
de
pescadores,
regressando
em
se
guida
a
Braila.
Bucharest
21
—O
governo
proclamou
a
independencia da
Roumania
e
declarou
a
guerra
á
Turquia.
Não
obstante
todo
o
exercito
roumanico
está concentrado
na
pequena
Valachia
e
conserva-se
na
defen
siva.
Londres
22
—
0
«Times»
assegura
que
a
Inglaterra
expediu
uma
nota,
declaran
do
que
se
opporá
a
qualquer
estorvo
que
se
pretenda
pôr
á
passagem
pelo canal
de
Suez
dos
navios
mercantes
das
nações
neulraes.
Midhat
Pachá
chegou
a
Londres.
«O»
lobos <le Paris».—
A
bibliolhe-
ca
Serões
Românticos
vae
encetar
a
pu
blicação
do
excellenle
romance
Os
lobos
de Paris, de
Júlio
Lermina,
vertido
em
linguagem
pelo
snr.
Julio
de Magalhães.
Será
esta
obra
ornada
com
15
estam
pas,
desenhos
de
Manoel
de
Macedo,
e
gravuras
de
Caetano
Alberto.
A
empreza
editora offerece
aos snrs.
assignantes,
como
brinde
um
mappa
geo-
grap/iico
da
África,
lithografado
a
côres
e
das
dimensões
dos
que
já
tem
distri
buído.
Os
assignantes
teem
direito
a
escolher
este mappa
ou
algum
dos
de Portugal,
Europa,
ou
Azia.
Quem desejar assignaresta
obra
deverá
dirigir-se
a
Luiz
Pinto Martins,
tia
typo-
graphia
Luzitana, rua Nova,
ou
largo da
Pprta
Nova
n.°
13.
EM
TUDO
DEUS
Km honr» e louvor «ta SS. Vis1-
gess»
Síaràa
ImnsaeeiJatSa.
Ao
seu
■
presaditsimo
primo
e
amigo
padre João Rebello
Cardoso
de
Menezes.
Que
vês,
que
sentes
no
murmúrio
vago
das mansas
vagas
do sereno
mar
?
Eu
vejo e
sinto, que
devemos
todos
a
Deus por
tudo
sempre
graças
dar.
Que
vês,
que
sentes
no
subtil
perfume
da
linda
rosa
e
da nevada
flor?
Eu
vejo
e
sinto,
que
devemos
todos
amar
a Deus
com
o
maior
fervor.
Que
lês,
que
sentes
no
cair
da
folha
no
mez
ameno
do
saudoso
outôno?
Eu leio
e sinto
em grandes
feltras
lúcidas
que
Deus
de tudo
é
o
Supremo
dono.
Que vês,
que sentes
no gorgeio
mávio
do
vate
alado,
que nas
selvas
vive?
Eu
vejo
e
ouço,
que
nos
diz
bem
sábio
=-Êu
louvo
a
Deus
de
quem
a
vida
live=-.
Que vês,
que
sentes
no
fulgor
brilhante
do
ser
creado,
que
se chama
raio?
Eu
vejo
e
sinto,
que
nos
diz
veloz:
=
“Eu
sou
de
Deus,
e
vós
comigo
amae-0=*.
Que vês,
que
sentes
nos talentos vários
dos
homens
todos
e
nos
actos
seus?
Também
eu,
nisto
tudo,
vejo
e leio
que
só
devemos
sempre
amar
a
Deus.
Que
vês,
que lês
no
grande
livro vario
que
Deus
creou,
e
cujo
nome é
Mundo l
Eu
vejo
e
leio,
que
devemos
sempre
amar
a
Deus,
e
com
temor
profundo.
Que vês,
que
sentes
no
frescor
suave
da
meiga
brisa,
que
nos beija
fria?
Eu
vejo
e
sinto,
que
soífrer
devemos
tudo
por
Deus
com
vívida
alegria.
Braga
21
d
’
abril
de
1877.
Manoel Augusto
de
Mendonça.
VARIEDADES
AMISADE
No
album
do
meu
amigo,
Alberto
Carlos
Supíco
Porque
será
que
o
teu
nome
Se
gravou
na
minha
mente?
—E
’
porque
a
santa amisade
Nos
uniu
elernamenle.
Não
me
fujas,
meu
amigo,
Porque
eu
fugir-te
não
sei;
Não
me
percas a
amisade,
Que
sempre
te
consagrei.
O
teu
sympatico
nome
Nunca
me
póde
esquecer,
Não perdendo
a
amisade
Serei
teu
até
morrer.
Tu
és
iman
que
me
enleia
E
me
leva
ao
amor,
Não
impeças
pois
amigo
Que te
olfereça
esta
flôr.
Seminário
de
Coimbra,
março,
de
1871.
ALBINO
S. D.
C.
AGBADECIWTOS
Venho
por
este
meio,
pelo motivo de
o
não poder
fazer
pessoalmente
como
era
esse
o
meu
dever, agradecer
do
fundo
d
’
al-
ma
a
todas
as
pessoas
que
se
interessaram
pelo
meu
restabelecimento,
e
me visita
ram
durante
a
minha
doença
(angina),
quer
d
’
esla
cidade,
quer
da
do Porto,
signifi
cando-lhes
o
maior
reconhecimento
e
gra
tidão.
Não
esquecendo
n
’
este
momento
de
agradecer
igualmente ao
meu
facultativo
e
assistente
o exm.°
dr.
José
Joaquim
Lopes
Cardoso,
pelo modo
e
carinhos
com
que
me
tratou
durante
o periodo
da
mi
nha
moléstia.
Braga
18 de
maio
de 1877.
Joaquim
d’
Assumpção.
.<■
■■
Antonia
Roza
da
Conceição Vieira
de
Carvalho,
seus
filhos
e sobrinhos,
profun
damente
reconhecidos para
com
todas
as
pessoas,
que
foram
tão
desveladas
e
cui
dadosas
na
enfermidade, fallecimento
e
enterro
de
sua muito querida
filha,
irmã
e
prima, Maria Julia
Vieira
de
Carvalho
e Cruz,
agradecem
publicamente
e
do
in
timo
d
’
alma,
e protestam
indelevel
gra
tidão.
(266)
'
Francisco
Dias
Correia
e seus
filhos
e
filhas,
da
freguezia
de
Palmeira,
agradecem
a
todas
as
pessoas
tanto
ecclesiasticos
co
mo
seculares,
que
os
obsequiaram duran
te
a enfermidade e
no
enterro
de
seu
fal-
lecido
filho
e
irmão
o
rev.°
João
Dias Cor-
reia.
A
todos
protestam
seu reconhecimen
to,
e gratidão
indelevel.
ANNUNCIOS
DIÇÕES
DA
tlVKll FRÃNCE14
Um
professor
com
longa pratica de
en
sino, oflerece
o seu
préstimo
para
leccio-
nar
grammaticalmente
em
sua
casa
e
ca
sas
particulares,
elementos
da
lingua
fran-
ceza
comprehendendo
lèr,
escrever,
tra
duzir
e
fallar a
dita
lingua.
A
quem-convier póde
dirigir-se
á
rua
de
D.
Gualdim,
casa n.°
8.
(278)
Antonio
Jfosé Ribeiro
Leva
ao
conhecimento
do
publico
que
continua com
a
sua carreira
que
tem
montada
entre
Vieira
e
Braga,
saindo
de
Vieira
ás
5
horas
da manhã, chega a
Braga
ás
10
horas
da
manhã,
volta
de
Braga
no
mesmo
dia
ás
2
horas
da
tarde,
e
che
ga a
Vieira
ás 6
da
tarde.
Pregoai
Dentro........................................
600
Fóra
................................................
5(J0
Cada
passageiro
tem
de
bagagem
10
k.
grátis e
o excesso
a
20
rs.
por
cada
kilo.
Eseriptorios»
Braga,
em
casa
de
Domingos
Alves
Pereira,
Praça do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
1,
e
em
Vieira
na
casa
do
correio.
Vieira
19
de
maio
de
1877.
(279)
Anlonio
José
Ribeiro.
CONTRA-ANNUNCIO.
Joaquim
Ferreira
Barboza,
tendo
lido
no
«Jornal
do
Minho»
n.°
228,
um
an
nuncio
que
diz
vender-se
um campo
pe
gado á
Ponte
de
S. João
e
estrada
de
Guimarães,
com
tres
moradas
de casas
dentro,
com
todas
as
suas
pertenças
que
é
paul
e
deveza
e
dois
leirôes
pegados
ao rio,
vem
com
o
fim de
esclarecer
os
pretendentes
á compra
do
dito
campo,
leiras
e
tres
casas
no
sitio
da
Deveza,
e
evitar
duvidas
ou
complicações
futuras,
previne
que
tem
alii
uma
deveza
de
car
valhos junto
á
fonte
chamada da
Rigueira,
da
qual
se
tornou
legitimo
proprietário
por
compra
que
fez,
e
na
qual
tem
plan
tado
utlimamente carvalhos,
oliveiras
e
sobreiros
novos,
além
dos
que
já
alii
existiam
por
occasião
da
compra.
(277)
N0V0110RARI0
A
antiga SociedacSe
Viação Bra-
earense
Leva
ao
conhecimento
do
publico
que
os carros
que
d
’
esta
cidade
saem
para
os
Arcos
ás
6
horas da
manhã
e
I
da tarde,
principiam
a
sair
no
dia 20
do
correnle
ás
5
horas da
manhã
e 2
da
tarde
;
che
gam
aos
Arcos
ás
10
horas
da
manhã
e
7
da
tarde;
voltam
dos
Arcos
ás
5
horas
da
manhã
e
2
da
tarde,
chegam
a
Braga
ás
11
da
manhã
e
8
da
tarde
;
continuan
do
a
sair
o carro para
Monsão
depois
da
chegada do primeiro
comboio
da
manhã,
chega
a Monsão
ás
7
horas
da
tarde;
volta
de
Monsão
para
Braga
ás
5
horas
da
manhã,
e
chega
a
Braga
ás 4 da tarde.
Braga
18
de
maio
de
1877.
(276)
José Luiz
Ferreira.
VENDA
ESE
CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro de
1
jij;
andar
e quintal,
n.°
4.
Duas
lerreas,
n.°
s
7
e
8, com
quintal,
na
dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal, n.
os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trala-se
com
a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho.
(263)
»
©
5
h
t»
«
O
tí
©
O
ffl
©
o
©
. o
o
B&q-
se
03
s
«o
b
s
INJECTIO
J
Hyflenlea InWIÍT«I ypreMrvattT»; absolutament» >5
a unieaqve cura iem me
juntar mais nada. Vende- TI
se
nu
principae» pharmacias
do
mundo. Exigir a
|
instruecAo do
um
.
(3#
atlot
de
eanto.JPlril,
casa
do
...
inv"
B^Magenta.iSS.
Uaboa,
S’Barreto
Loreto 28 e 30. o-
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
4
moradas
de
casas
com
quintal
e
agua,
sitas
na
rua
de
D.
Pedro V,
sendo n.»
76,
77,
85
e
86.
Tracta-se
no
largo
dos
Penedos, n.°
1.
(65)
CRANDE
EX1TO K.V8
PAKIZ!!!
a>
«
N
V
W.
9»
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3
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p.
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■
53
«
53
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«
a
C2
PÓ
ESPECIAL
DE
ARROZ
PREPARADO
COM
BISMUTO
Inipatgmvel, sítvisJvel e* a<S1»erenSe
Dá
á
pelle
frescura
e transparência.—
Caixa
com
borla
1
£200 reis,
sem
borla
890
rs.
Inventor
CBIAKliHN
FAX,
perfiiiniattt,
rua d»» M*»z n.u 9 Pnriz
veloutine
—
Cada
caixa
contém uma
receita
que
indica
a
maneira
de
se
usar—
a
velouti
S
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e
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CS
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103
s
o;
«
M.
S
a
a>
&.C
e
<s>
Pelo
Tribunal
do
Commercio
d
’esta
ci
dade, se
tem
de
proceder
á arrematação
de todos
os
créditos activos da
massa
fallida
de
Sebastião
Ramos
de
Barros Pe
reira
negociante
que
foi
n
’esta
mesma,
com
o
abatimento
de
70
por
cento
na
importância
de
1:111^882
reis,
no
dia
27
do
corrente
mez,
pelas
10
horas da
ma
nhã
no
Tribunal
das arrematações.
Os
Administradores,
Antonio
Manuel
Ayres
Oliveira
(281)
Bernardo
José Fernandes
Carneiro.
NOVO
HORÁRIO.
Ir-
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
<fc
mão,
fazem
publico
que mudam
a
sua
car
reira
que
saia d’
esta
cidade
para
a
Povoa
do
Varzim
ás 6
horas
da
manhã
;
fica
saindo
desde
o
dia
1
de
junho
inclusive
a
sair
d
’
esta
cidade
ás
4
horas
da manhã,
chegando
a
Barcellos
ás
6
e
meia
horas,
demorando-se alli
meia
hora
tanto
na
ida
como
na volta, saindo
da
Povoa
ás
4
ho
ras
e chegando
a
esta
cidade
ás
10
ho
ras.
Preços
os
já
annunciados.
Os
bilhetes
vendem-se
no
seu
antigo
escriptorio
Tua
Nova
de
Sousa
n.°
2.
na
Braga
23
de
maio
de
1877.
(280)
O
Gerente,
Antonio
Joaquim
Loureiro.
XAROPE
D
e
BLAYN
de
um
gosto agradavel, adoptados com grande exito ha mais
de 20 annos pelos
melhores
médicos de Paris;
curào os deflussos, gripe, tosse, dores de garganta,
catarrho pulmonar,
irritações do peito, vias urinarias e da bexiga. Paris,
BLAYN,
Pharmacien à Paris, 7, rue du Marché Saint-Honoré. Preços 540 «
810
reis.
Pasta 260 reis,
Em Lisboa :
Barreto, e em todas Pharmacias. etc.
Xarope
peitoral de Rei
Empregado
com
os
melhores
resultados
nas
moléstias
pulmonares,
tosses
antigas
e
modernas,
bronchites
agudas
e
chroni-
cas,
broncorrhea,
catarrho pulmonar,
seja
qual
fôr o
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
risia,
lisica,
catarrho
suffocante.
angina
nervosa,
tosse asthmatica,
escarros
de
san
gue,
etc.,
etc.
Os
efleitos
d
’
este
verda
deiro
especifico são
seguros e
rápidos,
e
é
considerado
na
opinião
publica
o
melhor
medicamento
para taes padecimentos.
A
’
venda
em
todas
as
pharmacias
e
drogarias.
Deposito
principal
em
Braga,
na
pharma-
cia
dos
snrs.
Pipa
<i
lamão,
assim
como,
Xarope
d
’
ostras
e ílôr
da
mocidade
pelo
mesmo
auctor;
e deposito
geral
na
Phar
macia
Lisbonense,
largo
do
Corpo
Santo,
29
e
30,
Lisboa.
(215)
MUITA
ATTEXÇÂO
Deposito de biscoitos de Valongo
1
—
LABGO
DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos
são
muito
recommenda-
veis
tanto
pela
qualidade
das
farinhas,
per
feição porque são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços porque são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
Tosta
doce
Biscoito
macarrão
Bolacha
doce
Biscoito
Brazileiro
Dito
imperial
Bolachinha
de
araruta
Tosta
azeda
(211)
»
í
í
3
»
i>
280
280
280
280
300
330
340
190
s
B
K.
O
Linimento BOYER-MIGHEL para
caval-
los,
fazendo as vezes de fogo e não deixando
vestígios do
seu emprego M
ichel
,
pharma-
ceutico em Aix
(na Provença)
França.
—
Preço
1,000 reis.—Em
Lisboa
o snr
Barreto,
Loreto,
n
0
28
—
30.(25)
Manuel da
Costa
Menezes, morador
na
rua
do
Forno,
casa
n.°
8 d
’esla
cidade,
faz
publico
que
tem
aberto
o
seu
estabe
lecimento
denominado
o
RESTAURANTE
FERU
no
qual
tem
variadas
comidas
as
sim
como
bons
vinhos
verdes,
maduro
de
meza, e
finos
engarrafados,
bem
como
ge
nebra,
e
cana
Paraty,
e
café,
que
vende
tudo
pelos preços
mais
commodos
possí
veis.
(274)
COLLEGIO
INGLEZ
DO
Sagrndn
Coração dc Maria Virgem
Innnaeiilad»
D. Margarida
Heunessy,
desejando an-
nuir
aos pedidos
que as famílias
e
clero
mais
dedicados
á
causa
de
uma
verdadei
ra
e
completa
educação, tanto de
Braga
como
das
localidades
adjacentes,
ha cin
co
annos
se
leem
dignado
fazer-lhe,
resol
veu
abrir
uma
casa
de
educação para
meninas
internas,
semi-internas
e
exter
nas
sob
a
direcção de
sua
irmã
Miss.
The-
resa Heunessy,
tendo
obtido
para
levantar
o
seu
estabelecimento,
a
bella
casa da
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
onde
morou o
ex.
mo
snr.
Juiz
de
Direito,
o
qual
já funcciuna
desde
o dia
2
de Fevereiro.
Para
esclarecimentos
podem
derigir-se
a
Braga
a snr.
a
D.
Maria
Brigida
Bersane
Perry,
Campo
da
Feira,
ao Rev.°
Joãó
Re-
bello
Cardozo
de
Menezes,
ao
Rev.°
João Pe
dro
Ferreira
Airoza,
e
a
José
Maria
Dias
da
Costa,
Rua
Nova.
(17)
CIRANDE
DEPOSITO
DE
MACHINAS
DE
COSTURA
Vo eampo de SS. Isuiz ff, n.° 1
A.
R. RIBEIRO
BRAGA
!!
Grande
facilidade
de pagamentos !!
Vendas
em
prestações
de
400
rs.
UM
ANNO
DE
PRASO
Sem
augmento
algum
nos
preços,
ou
por
cento
de
abatimento de
prompto
pagamento
Eiisínn
grátis
(ainda
que
seja
desviado
d
’esla cidade
6
léguas)
Este
deposito
recebeu
grande
porção
de
machinas
próprias
para
famílias
cos
tureiras,
alfaiates
e
sapateiros.
Do
seu
estabelecimento
não sae
machina
nenhu
ma
sem
que
seja
examinada;
podendo
as
sim
afiançar
ao
respeitável
publico
o
ex
cellente
trabalho
e
boa
qualidade.
Para
comprovar
o
que
acima
fica
dito
basta
dizer-se
que
ha
3
annos tem
depo
sito,
e
ainda não
lhe
veio
nenhuma
ina-
cbina
regeitada,
devido
isto
á
boa
esco
lha
como
póde
confirmar
grande
numero
de famílias
e
industriaes.
No
mesmo
deposito se
vendem
algo
dões,
retroz,
agulhas
e
oleo,
etc.
Hnehinag silenciosas.
BANCO DO
ALEMTEJO
10
Vende-se
um
bom
caleche,
com
arma
ção
também
para
victoria. Para vêr
á
rua
de
Guadelupe
n.°
25,
onde
está
por fa
vor;
e
para
tratar,
á
rua
do Souto
n.°
15,
com
Bernardo
José
Fernandes
Car
neiro.
(268)
a
R
í
IEMAIAÇÁO
No
dia
27
de maio,
pelas
10
horas
da
manhã,
terá
logar
á
porta do
Hospital
de
S. Marcos, d
’
esta
cidade,
a arrematação
de
alguns
moveis
e
vários
objectos,
que
per
tenceram
a
um Bemfeitor
do
mesmo
Hos
pital.
(273)
Pretende-se
comprar
um
orgão
para
uma
egreja
rural.
Falla-se
n
’
esta
adminis
tração.
(262)
ECONQMICA PENHORISTA
Sociedade anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital................ SOOHIOO^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.° 9
(Também
com
entrada
pela
ma
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobie
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso ou
á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está aberta
todos
os dias
des
de
a* 9
hora
da
manhã
até
ás 7 da
noite,
e
nos
dias
santificados estará
aberta
só
até-
ao
meio
dia.
O
gerente
—
4.
G.
Ferreirinha.
Sociedade anonyma de
responsabilidade
li
mitada
Capital
ISOOtOOO^OOO
A
direcção
annuncia
que
o
pagamento
9.
a
e
ultima
prestação
das
acções
te-
logar nos
dias 20 e
28
de junho
pro-
da
rá
ximo.
Os
snrs.
acciomstas
que
deixarem
de
o
eífectnar
n
’esle praso
ficam
sujeitos
ás
penalidades
estabelecidas
no
art.
5.°
dos
estatutos.
O referido
pagamento
poderá
ser
feito
ein
conformidade
com a proposta
da
di
recção
approvada
em
sessão
d
’
assembleia
geral
de
30
de
janeiro
ultimo, nas
se
guintes
localidades,
onde
lhes
serão for
necidos
todos
os
esclarecimentos
de
que
careçam.
Em
Evora,
na
sede
do
Banco.
No Porto,
na
agencia,
largo
de
S.
Do
mingos,
39.
Em
Lisboa,
na
agencia,
rua
Augusta,
27.
(271)
Em
Braga,
na
agencia,
Banco
Minho.
Evora,
14
de
maio
de
1877.
Pelo
Banco do Alemtejo,
os
Direclores,
João Lopes
Marçal
Eduardo
d’
Oliveira
Soares.
gRUA
DE
S.
MARCOS,
N. õ.|
®
Vende
papeis
pinta-
■iS
dos
para guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin-
||
cipiar
em 80
reis
a
peça.
AS
K
§>
Vende
olio, tintas
e
vernizes
para pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços
muito resu
midos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedai-
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas, tudo de primeira qua
lidade.
S
fe
•dj
ESCOL
A.
AM
ERICA.NA
Consultorio
a
toda
a hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo (antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
Sociedade Dramatica
Alijosense
Na
vespera
e dia
da
solemnidade do
Corpo
de
Deus,
30
e 31
do
corrente,
so
lemnidade celebrada
n
’
esta
villa
de
Ali-
jó,
com toda a pompa,
é
levado
á
scena
pela
Sociedade
Dramatica
Alijosense,
0
Sargento-Môr
de Villar,
drama
de
grande
espectaculo
em
5
aclos
e 6
quadros.
Em
obséquio
á
sociedade
haverá
em
um
dos
intervallos
uma
scena
cómica.
A
socieda
de,
que
se
esforça
deveras para
que
o
desempenho
do drama
seja
o
mais
rego
|ar
possível,
assim como
o
adorno
do
theatro
condigno dos
espectadores,
espera
nao
desmerecerá
da
concorrência
a
este
pas
satempo,
tão
raro
em
as
nossas
terras
de
província.
0
espectaculo
principiará
em
ambas
as
noites
ás
8
e
meia
horas.
BRAGA,
TYP0GRAPHIA LUSITANA—1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
