comerciominho_23081877_678.xml
- conteúdo
-
ietohjma
.
rejligiosa
eí
^
otií
^
osa
.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
5.° ANNO
Braga,
12 mezes
..............................
1&600
»
6
»
..........................
8t>0
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
....................
20
Repetição
....................................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBÀDOS.
Províncias,
12
mezes.........................
2^000
»
6
......
W
»
sendo duas
assignaturas
3§600
Brazil, 12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
...............................
10
N.°
678
BHA€tA
—
QUINTA-FEIKA
38
E3E
AGOÍST©
BE
ÍS9Í
Ha
um
assumpto
sobre
o
qual
temos,
por
vezes,
discorrido,
e
que
é
sempre novo
nas
actuaes
circumstancias.
A
Iludimos
á
protecção
que
deve
mere
cer
aos
catholicos
o
jornalismo
reli
gioso.
Mais,
muito
mais
do
que geralmente
se
crê,
essa
protecção
lorna-se
hoje
não
só
indispensável,
mas
ainda
constilue
ura
como
dever
para
todos
os
catholicos.
Só
não
o emenderá
assim,
aquelle
que
desconhece
totalmente
a
sociedade
em
que
vive.
Não
ha
hoje
quem
não
leia,
ou
não
accoira
a
ouvir
,ler
um
jornal.
Das
classes
mais
elevadas até
ás
mais
Ínfimas;
dos
grandes
centros
populosos
até
á
aldeia
humilde
que
se
encrava
entre
montanhas,
como segregada
do
resto
do
mundo;
encontrareis
sempre
a
influição
do
jornal,
—
que
n
’
esta
nossa
epoca
se
ha tor
nado quasi
uma
neccessidade
imprescin
dível.
Ora
se
isto
é
verdade incontesta;
quem
poderá
pôr
em
duvida a
altíssima
impor
tância
da
missão
que
é
chamado
a
desem
penhar
o
jornal catholico?
Mórmente
se
se
não
perder
de
vista,
que
o
jorna!
é
a
arma
mais poderosa
para
a
propaganda
d
’
uma
ideia, para o
apostolado d’
uma
crença,
em
nossos
dias.
O
verbo
mesurado
do
livro,
é
duas
vezes
menos
fructificante do
que
meia
co-
lumna
fugitiva d
’
um
jornal.
Assim o tem entendido
a
impiedade,
e
todos
os
sistemas
hybridos
que
d
’
ella
derivam.
D’
aqui
a necessidade
do
jornalismo
ca-
tholíco.
Oppor
a
propaganda
da
verdade
á pro
paganda
do
erro;
advogar
a
doutrina
que
edifica
e
salva,
contra
a doutrina
que
des-
troe
e perde;
—
eis
a sua
missão,
e
o
seu
escopo.
Mas
para
que o jornalismo
religioso
cumpra
aquella,
e
reahse este,
são
infru-
ctiferos
lodos
os
seus
exforços,
—
quando
não
sejam
secundados
por
aquelles
por
quem
elle
combale.
Porisso
nós,
mais
uma
vez, diremos
a
todos
os
calholicos:
Protegei
o jornal que
defender
as
vos
sas
crenças
religiosas,
e
as
vossas
convic
ções
consentâneas
com essas
crenças,
em
harmonia
com
o
justo
e
o
honesto.
Não
consintaes
que
em
vossa
casa
dê
entrada
senão
o
jornal
religioso,
—
e
assim
con
tribuireis
poderosamente
para
a
regenera
ção
social, a
cuja
realisação
devemos
vo
tar
todos
os
nossos
exforços.
SUBSCHIPÇÃO.
Na
redacção
do
tCommercio
do
Minho»
fica
aberta
uma
subscripção
para
soccorrer
os
infelizes
habitantes
do
Ceará,
a
braços
com
o
horroroso fiagello
da fome.
Estamos
certos
que
as
almas
caridosas
não
desatlenderão
o
nosso
qppello; porisso
lhes
pedimos
que
nos
enviem quaesquer
esmaltas
em auxilio d
’aquelles
nossos
des
venturados
irmãos,
as
quaes
serão remetti-
das
á
çommissão
organisada
para
esse
fim
na
cidade da
Fortaleza.
«is»
StaBEsaaeuiadi»
Conceição
no
mente
íhmieir»,
Kiihurbias
«Se
Braga.
A
çommissão
da obra
do
Monumento
Pimenta
furtaram
ha
dias
uma
bolsa,
con
tendo
12
libras
e
mais
objectos de
oiro,
na
occasião
em
que
aquella
senhora
se
abrigára
da
chuva
n
’
uma loja
da
rua
dos
Capellislas.
O
roubo já
appareceu.
O
auctor d’
elle
é
ainda
creança,
mas
velho
na
maroteira.
E>e
passagem.—
Esteve
na
segunda
feira
nesta
cidade,
de
passagem
para
as
Caídas
das
Taipas,
o
revd.
mo deão
da
Sé
da Guarda.
Kifa
de
toiros.—
Depois
das
10
ho
ras
da manhã
de
domingo
procedeu-se
no
theatro
a
uma
rifa
de
dois magníficos
loiros,
que um
lavrador
oífereceu
a
Santa
Maria
Magdalena.
Os
toiros
deram
entrada
na
cidade
á
frente
d
’
uma
banda
de
musica.
Saiu
premiado
o
bilhete pertencente
á
snr.
a
viuva
Mattos.
.Vlais
desastre»
marítimos.
—
Constava
em
Lisboa
ante-hontem
que nau
fragou
em
Buenos-Ayres
o brigue por-
tuguez
«Providencia»,
que
foi
arremessado
á
praia
por
um
grande
tufão.
—
Dizem
cartas
de Barcelona
que o
vapor
hespanhol
«Santiago»
entrado n
’
a
quelie
porto
em
16
do
corrente,
meteu
a pique
o hiate
portuguez
«Indispensável»,
salvando-se
unicamente
os
marinheiros
Chrislovão
de
Freitas
Pinto,
e
José Peres
Rodrigues,
que
foram
recolhidos
pelo
re-
feri.io
vapor.
A
festa
«lo
Sameiro.
—
Em
addila-
mento ao
prograinma
d’
esla
festa,
o
qual
lemos
publicado,
e
publicamos n
’
outro
logar,
accrescentaremos
que
o
orador
que
no
alto
do Sameiro tem
de
faltar
das
glorias
da
Virgem será
o
ex.
ul°
dr.
Mo
reira
Guimarães.
Em
antes
da
missa
solemne
será
can
tada
a
Terlia,
e
de
tarde
uma
banda
de
musica
entreterá
os
romeiros.
Sufrágios.
—
Por
alma
do
fallecido
snr.
João
Athanasio
Rebello,
contador que
foi
n’esta
comarca,
o
snr.
Antonio
Pinto
Moreira,
de
Cabeceiras
de Basto,
mandou
celebrar
uma
missa,
que
teve
logar
na
egreja de
S.
Miguel
de
Refojos.
—
No
templo
de
Santa
Cruz
celebrou-
se hontem
uma
missa, a
instrumental,
para
sufragar
a
alma
do
snr.
Manoel José
d'Ohveira,
ha
pouco fallecido n
’
esla
ci
dade.
A
missa,
que
foi
muito
concorrida
es
pecialmente
por artistas,
foi
mandada
celebiar
por unia
çommissão
de mestres al
faiates.
Kecemnascido.
—
Foi
ha
dias
expos
to
á
porta
do
templo
de
N.
Senhora
Branca
um
recemnascido.
Progride
a
moralidade
!
Prisão.
—
No
domingo deu
entrada
nas cadeias
d
’esta
cidade
José
Joaquim
de
Barros,
da
Povoa
de Lanhoso,
que rou-
bára uns
2$400
rs.
a
Manoel
da
Conceição
Rocha.
Âuniveranrio natalício.
—
Com
pleta
ámanhã
22 annos
a
Sereníssima
Sor?
D.
Maria
Theresa,
Archiduquesa
d
’
Austria,
2.
a
irmã
do Senhor
D.
Miguel
de
Bra
gança.
AeautelSem-se.
—
Corre
que
para
os
|jdos
de
S.
João
da
Ponte
andam
alguns
meliantes, que,
de
cara
coberta
e
varapau
bem
á vista,
assaltam
os
transeuntes,
aos
quaes,
alem
de
roubarem,
lhes
dão
umas
boas
azas
de
pau.
E
a
policia?
l:/eira
tilo
Aflonifl.
—
Calcuia-se
em
12:0(10
as pessoas
que
concorreram
a
Vian-
na
do
Castello
por occasião da
feira
da
Agonia,
que
teve
logar
nos
dias
18,
19
e
20
do
corrente.
portaria.
—
O
«Diário»
de
anle-hon-
lera
publica
uma
portaria
louvando
os
snrs.
da
Virgem
Immaculada
na
sua
Conceição,
cujo
Mysterio
foi
definido
como
Dogma
de
Fé
em
8
de
Dezembro
de
1854;
de
sejando
despertar
no
coração
de
todos
os
fieis
os
mais
vivos
sentimentos
de
devo
ção
e
piedade
para
com
a
Sandíssima
Virgem,
tem
a
honra
de annunciar
que
no
dia 26,
ultimo
domingo
do
corrente
Agosto
tem
de
celebrar-se
solemnemente
a
festa
da Immaculada
Conceição
do monte
Sameiro.
O
nosso
SS.
Padre
Pio
IX, o
Grande,
dignou-se abrir
em
favor
da obra
do
Mo
numento
o
Thesouro da
Egreja;
e,
além
d
’
outras graças,
concedeu
Indulgência
ple
nária
a
todos
os
fieis
que
bem confessa
dos
e commungados,
visitarem
devota
mente,
desde
as
primeiras
vesperas
de
sabbado
até
o pôr
do
sol
do
ultimo
do
mingo
d
’
Agosto,
o Templo
do
Real
San
ctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte
e
a
Sa
grada
Imagem
de Maria SS. no
Monte
Sa
meiro,
orando
segundo
as
intenções
de
signadas
por Sua
Santidade.
Para
facilitar
aos
fiei a
consecução
d'esta
preciosa
graça
se
fará no
mesmo
Templo
pelas
7
horas
e
meia
da
manhã
do
domingo
uma
visita
publica
e
solem-
ne,
e
logo seguirá
uma
procissão
de
pre
ces,
ou clamor,
para
o
Monumento,
onde
se
fará
a
visita
e
se cantarão
as
Ladai
nhas
Lauretanas,
terminando
com
o
ser
mão.
Depois
das 10
horas
e
meia
se
cantará
na
Egreja
do
Bom
Jesus
uma
missa solemne
com
exposição
do
Sandís
simo
Sacramento.
Chegada
do
snr.
Fontes
Perei
ra
de
ilello.—
Annuncia-se
para
breve
a chegada
d
este
estadista,
que tem an
dado
em
viagem
no
estrangeiro.
Disem
os
jornaes
e
correspondências
de
Lisboa,
que
alli
se
falia em
prepara
tivos
para
uma
manifestação
ruidosa
por
occasião
da chegada
d’
aqueile
cavalheiro,
e
na qual tomam parte
as
suramidades
do
exercito.
Naiifrayio.
—
A barca
porlugueza
Africana,
que
ia
de
Moçambique
para
Goa.
naufragou
proximo
das
ilhas
chamadas
da
Europa.
O
navio
perdeu-se,
porem
a
tri
pulação
conseguir
salvar-se
n’
uma
lan
cha.
Oewgraçs».
—
No
dia
18
deu entrada
no
Hospital
de
S.
Marcos,
Manoel
Barbo
sa, da
freguezia
de
Sezures,
que
tendo
dado
uma
queda
d
’
um
cavallo
abaixo,
e
entregando-se
depois
aos
cuidados
d
’
uin
curandeiro,
veio
a
ser victima
do seu
descuido.
Quando
recolheu
ao
hospital
já
levava
gangrenado
o
braço,
que
em
resultado
da
queda
lhe
íicára
esmagado.
Alli
talleceu
por 3 horas
da
manhã
de
anle-honlera.
Outra.
—
João Manoel
de
Sousa,
sol
teiro,
da
freguezia
de
Santo
Thyrso,
es
tando
na
noite
de
ante-hontera
a
guardar
um
meloal,
persuadido
de
que
alguém
andava
no mesmo,
disparou
a
espingarda,
a
qual, rebentando,
lhe
esmigalhou
a
mão
esquerda.
Foi
recolhido ao
hospital
de
S.
Marcos,
honlein
ás
10
horas
da
manhã.
Esquatlrta
itea
pis u
lio
Ea.
— Diz-se
que
brevemenie chega
a
Lisboa
uma
es
quadra
hespanhola.
.Hoiestia
stns
sardinltas.
—
Dizem
de
Grandola
que
u
’a<]uella
villa
se desco
briu
que
as
sardinhas
estão
aflecladas
de
uma moléstia
extraordinária.
Um
medico
d
’aíli
verificou que
sobre
a
espinha
appa-
recem
alguns vermes,
que
com a acçào
do
íempo
se
multiplicam
espantosamente.
Apesar
de frescas
e
da
sua
boa
apparencia
mostram
essa
moléstia
*
que
já
apparece
também
nas
sardinhas
de
varias outras
cos
tas.
Fureo.
—A
’
esposa
do
snr.
capitão
Agostinho
Dias
Lima,
Manoel
Amaro
Lo
pes
e
João
Amaro Lopes,
que
deram
200
volumes
para
a
bibliotheca
Popular
de
Vailongo.
iVovcna,
—
Começa
hoje, no
templo
dos
Remedios,
a
novena
do
SS.
Coração
de
Maria.
A
festa
effectua-se
no
dia
2
de
setem
bro.
Movimento
do
Iflogpital
de
S.
iVSareoa.
—
Doentes existentes
em
12
de
agosto:
82
homens
e
107
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
25
homens
e
11
mulheres.
Sahiram:
20
homens
e
27
mulheres.
Falieceram:
1
homem.
Ficaram
em
tratamento
em
18
d
’agosto:
88
homns
e 19 e
mulheres.
Terrível
ínsecto.
—
Referem
alguns
jornaes
que
em
Castro Daire
appareceram
umas
celebres
moscas
brancas,
cuja
mor
dedura dá
a
morte em duas
horas,
e
que
o
remedio
para
a
terrível
mordedura
con
siste
na
sua
cauterisação
íinmediata.
O
Senhor
tios
preserve d’
esta
praga.
Bteyístre-ne.
—
Lêmos
na
«Revolução
de
Setembro»:
Os
estabelecimentos
pios
de beneficên
cia
e
instrucção
do
districlo
de
Lisboa,
contemplados
com valiosos
donativos
pelo
respeitável
e
respeitado
homem
de
scien-
cia
e
de
bem
entendida
caridade,
snr.
barão
do
Castello
de
Paiva,
são
os
que
damos abaixo:
«Hospital
de S.
José,
4
contos,
em
inscripções;
ao
asylo
de
D.
Maria
Pia,
ao
da Mendicidade,
á
Misericórdia,
á
Asso
ciação das Créches,
á
Casa
Pia,
2
contos
em
inscripções
a
cada
um;
escola
poiy-
lechina,
medica,
escola
Civilisação
popular,
asylo
de
S.
Pedro
em
Alcantara,
irman
dade
da
Senhora
da
Penha,
asylo
de
Santa
Calharina,
asylo
da Ajuda,
asylo do
Lti-
miar, do Barreiro, de
Belem,
do
Campo
Grande,
egreja
de
S.
José,
uma
inscri-
pção
de
um conto
a
cada
um;
á
socie
dade
de
oito
asylos de infancia,
5
contos
em inscripções;
ao
Albergue
dos Inváli
dos
do Trabalho,
irmandade
das
Chagas,
hospilaes
de
Alcácer,
Setúbal,
Cascaes»
Cezimbra,
Cintra,
uma
inscripção
de
um
conto a cada
um;
Associação da
Senhora
Consoladora
dos
Aflliclos,
hospilaes
de
Alhandra,
Villa
Franca,
Torres
Vedras,
Sines,
S.
Thiago
de
Cacem, Azambuja,
Aldêa
Gallega,
Arruda
e
Mafra,
asylo
de
Setúbal,
uma
inscripção
de
500$0U0
reis
a
cada
um;
a
diocese
de
Lisboa,
para
a
festa
do
mez de
Maria
uma
inscripção
de
1
conto».
Como
já em
outra
occasião
dissemos
a
somma
destinada
a
estes
estabelecimen
tos
e
a
outros
das
diversas
terras
do
reino
e
ainda
das
ilhas
atinjem
a
cifra
impor
tante
de 250 contos de
reis
em
inscri
pções.
Uma
ideia
aprecavel.—
Lêmos
no
«J
da
Noite»:
O
mar
arremessou
a
uma
das
ruas
de
Brocklui (New-York)
uma
garrala
cuida
dosamente
lacrada
e
encerrando
uma
fo
lha
de
papel
em
que
se
liam
estas tocantes
palavras:
«New-York,
6
de
julho
de
1877.
A
lodos
os
meus
amigos,
um
adeus
supremo.
Não accusem ninguém
da
minha
morte.
Afloguei-me
por
não
poder
snpportar a
exislencia.
Deem parte da
resolução
que
tomei
a
minha
mulher.
A
pessoa,
que
encontrar
esta
garrafa,
lerá
uma
recom
pensa
de
cinco
dollars,
se
a
entregar
no
deposito
de
cerveja
n.°
423,
14?
rua.
G.
Gt
auer».
Esta
noticia
espalhou-se
com
uma
ra
pidez extraordinana
e
o
estabelecimento
foi
invadido por uma
multidão
de reporters,
de delcclives
e
de
curiosos.
De
traz
do
regada
simplesmente
e
sem
esses queixumes
de
amor
proprio
que
exagera
os
soffrimen-
tos,
já
não
é
Cruz.
O
soffrimento
pacifico
não
é
soffrimento.
XXXII
—As contradicções
conduzein-
nos
aos pés da
Cruz,
e
a
Cruz
nos
leva
ás
portas
do
céu.
Para
lá
chegarmos
de
vemos
ser
pisados,
despresados
e
esma
gados ..
Não
ha
indivíduos
felizes n
’
este
mundo,
senão
aquelles
que
gozam
o so-
cego
do
espirito
no
meio
dos
trabalhos
da
vida.
XXXIII
—Não
ha
meritó
em
fazer
bem
quando
a
isso
somos
impellidos
por
um
sentimento natural Uma
senhora
que
rendo
ter
em
sua
companhia
uma
viuva
pobre
para
proteger,
pedio
a
Santo
Atha-
nasio
que
recommendasse
uma
d
’entre os
pobres
que
conhecia.
Encontrando-se
de
pois
com o
Bispo
ella
queixou-se
da
es
colhi
que
elle
fizera,
dizendo
que
a po
bre
mulher
era boa
de mais,
e
não
lhe
proporcionava
os
meios
com
que
pudesse
ganhar
o
céu.
Pedia
que
lhe désse
outra,
o
que
o
Santo
fez
escolhendo
a peior
que
conhecia,
de
gemo
rixoso
e
quasi
impossível
de
contentar.
E’
assim
que
de
vemos fazer,
porque não
ha
mérito
em
beneficiar
aquelles
que
são
reconhecidos
é gratos.
XXXIV—
Todos
ernos de
soffrer,
quer
|
queiramos,
quer
não.
Alguns
soffrem
co
mo o
bom,
outros
como
o
máo
ladrão.
Ambos
soffreram
igualmente;
mas
um
sou
be
fazer
seus
soflrunentos
meritórios, acei
tando-os
como
reparação;
e voltando-se
para Jesus
Crucificado,
omio
de
sua boc
ca
estas
consoladoras
palavras:
—
hoje esta
rás
commigo
no
Paraizo.
—
O
outro
pelo
contrario,
gritava,
fazendo
imprecações
e
vomitando
blasphemias
até
expirar
horri
velmente.
Um
espelho impolido.—Um
réo,
comparecendo diante
do
juiz,
no
relatorio
da
accusação, este
disse:
—
Vejo
diante
de
mim
um
facinoroso,
um
malvado
!
O
outro
replicou
com
grande
paz
de
espirito.
—
E’
a
primeira
vez
que sei
que
a
mi
nha
pessoa
servia
de espelho.
Origem
di»
palavrn
alibeealis-
mo»
—
Em
um
bello livro
de
247 pagi
nas em
16, intitulado:
Le
idee
liberali
ullimo
refugio
dei
neqtici
delle
religione
e
del
trono
(As
idéas
liberaes
ullimo refu
gio
dos
inimigos
da religião
e
do
throno)
Génova,
1816,
Paulo
Vergano
mostra
co
mo
a
palavra
liberalismo
tinha
sido
inven
tada
pelos
maçons
para encobrirem
com
ella
as
suas carantonhas
por
todos execra
das.
V.
«Civiltá
Cattolica»,
Serie
IX vol.
X
pag.
483.
Amphoras
—
Amphora,
como
nossos
leitores
sabem,
é
um
vaso
de
fôrma cy-
iindrica,
cónica
ou
cubica.
A
amphora
data
dos
tempos
homéricos
e
começou
a
ter
uso nos
sacrifícios
da
deusa
Vesla.
Era
mais
cómmum
terem as
amphoras
duas
azas,
mas
conjectura-se
que
também
as
havia
com
quatro.
A
principio
os
vasos
de
barro
tiveram
muita
voga
e
subido
apreço:—
o
qual
cresceu
tanto
que chegou
á
superstição.
Muitas
pes
soas
dispuzeram,
como
sua
ultima
vontade,
que
seus
corpos
fossem
sepultado
em
vasos
de
barro.
Mais
para
deu a
indifferença
primazia
os
vasos
metaes,
muitos
de
ornados
de
pedras
A
plaslica
e
a
pintura
fizeram
também
admirar
seus
primores
nesse
genero
'de
industria,
que
cada
vez
mais
se
aprimo
rou.
Foram
sempre
fabricadas
amphoras
des
tinadas
a
conter líquidos e sohdos,
como
vinho,
azeite,
azeitonas,
etc.
Eram
geralmente
enterradas,
uso
que
ainda
conservam
alguns
povos
modernos,
como
italianos,
hespanhoes
e
.portugue-
zes.
Os
romanos
marcavam-n
’
as com
os
no
mes
de
seus
cônsules.
Em
algumas
povoações
era
costume
enterrarem
se
vasos
de
barro
no
dia
em
que
nascia
ura
indivíduo
e
deseuterral-os
no dia
de
suas
núpcias.
Perromio
menciona
no
banquete
de
Te-
nicleião
vinho
que
estivera cem
annos
den
tro
de
amphoras
de
vidro.
.As
amphoras
eram
vasos
adraittidos
aos
banquetes
e
festins,
e
quando
vinham
ás
mezas
era
costume
collocal-as
sobre
ba
ses
côncavas
de
prata,
bronze
ou
ma
deira.
Plinio
falia
em
uma
ceia do
dictador
Cesar,
em
que
forarn
distribuídas
aos
con
vivas
amphoras
com
falerno.
A
amphora
foi
lambem
considerada
balcão estava
um homem
rubicundo,
ale
gre,
de phisionomia
sympathica,
grandes
bochechas
bondosas, que
escutava todas
as
perguntas
com
um
sorriso
mysterioso
e
que
alinal
declarou
ser-lhe
impossível
res
ponder
a centenas de
pessoas
no
mesmo
tempo.
O
sujeito
accrescentou
que
estava
re
solvido
a
dar
todas
as
informações
quando
a
algazarra
terminasse. Entretanto
os
co
pos
de
cerveja
succediam-se
com
uma
ve
locidade
vertiginoza,
os
barris
esvasiavam-
se
e o
sorriso
de
prazer
que
enrugava
as
faces
do
rubicundo
cervejeiro
tomava
proporções
homéricas.
Quando
a
sê
le
geral
se
acalmou,
o homem
subio
acima
de
um
tonel
despejado
e
declarou
que
toda
aquella
historia
tinha
sido
inventada
por
elle
para
attrabir
a
curiosidade
do
publico
e
que
o
consumo
da
cerveja
fora
naquelle
dia
oito
vezes
maior
do
que
o
habitual.
Depois de
muito
instado,
declarou
tam
bém
que
era
elle
o
proprio
defunto
—
G.
Grauer.
A
h
Irmã*
«Sa
(Darãtíaiíe.—
Um
im-
pio
famoso
(Voltaire)
dizia:
«Ha nada
maior sobre
a
terra
do que
o
sacrifício
que
faz
um
sexo
delicado,
da
belleza,
da
mocidade,
e
muitas
vezes
do
alto
nascimento., para
alliviar
nos
hospi-
taes
este
conjuacto
de todas
as
misérias
humanas,
cuja
vista
é
tão
humilhante
para
o
orgulho
e tão
revoltante
para
a nossa
delicadeza»
?
Voltaire
era
um
ímpio
idiota,
cujo
co
ração
se
enternecia
ante a
abnegação das
Irmãs
da
Caridade,
d
’essas
mulheres
que,
desprezando
a
vida
doce
e
até
brilhante,
que
poderiam
ter
no
meio
da
familia,
vivem
quotidianamenle
a
curar chagas nojentas,
vergonhosas
ulceras,
a
mostrar
aos agoni-
santes
o
caminho
e
as
esperanças
do
ceo,
e
a
receber
d
’
ellas
os
últimos
sus
piros
!
Canio
t» moralidnde
v»e
ereg-
eendi)!!
—
Diz
um
collega
que
o
jornal
da
«Sociedade
d
’
estatistica
de
Paris»
pu
blica
os
seguintes
dados
sobre
o
numero
de
divorcios
na
Bélgica.
Em
1830
houve
em toda
a
Bélgica 4
divorcios.
Em
1830—
29.
Em
1860—
55.
Em 1870
—
81.
Finalmente em
1876
houve
133
divor
cios.
As
grandes
cidades,
como
era
de
sup-
pôr,
fornecem perlo
de
70 0/0
do numero
total.
Que
horror!
tEsqueSetos.
—
Diz
um
collega
de
Lis
boa que
nas
escavações
a
que se
está
pro
cedendo
para
o
alinhamento
da
rua
do
Moinho
de Vento,
appareceram
no
dia
18,
a
seis
metros
de
profundidade, duas
caveiras
e outros
ossos
humanos.
Os
ossos
enchiam
dois cestos,
incul
cando
que estavam
alli
enterrados
mais de
dois
cadaveres.
Este
acontecimento
foi muito commen-
tado,
no
sitio
e
attrahiu
alli
toda
a
tarde
e
á noite
muita gente.
As
caveiras
estão
em
bom
estado
de
conservação,
parecendo
enterradas
ha
pou
cos
annos.
A maior parte
das
pessoas
que
alli
conversavam
imaginou
logo
uma serie
de
crimes,
que
até
aqui
se
conservaram
oc-
cullos.
A
supposição
de
que
ainda
alli
estão
sepultados
mais cadaveres,
vae
fazer
de
certo
alargar
a
excavação.
Pemameratos
eatHolieos.—
Conti
nuamos
a
publicar os
pensamentos catholicos
do
virtuoso
cura
d
’
Ars.
XXVI11—-No
caminho da
Cruz
só
o
primeiro
passo
é
penoso.
Nossa
maior
Cruz
é
o
receio
das
Cruzes... falta-nos
sómente
coragem
para carregar
a
Cruz.
Os
mun
danos
affligem-es
com
as
Cruzes,
emquanto
os
christãos
as
desejam.
E
’
que
o
verdadeiro
chrislão
vive
no
meio
das
Cruzes
como
o
peixe
no
meio
do
mar.
XXIX
—
Se
alguém
vos
dissesse:
—
desejo
enriquecer,
o
que
devo
fazer?
—
Responderíeis,
sem
duvida,
—
trabalhai. —
Pois
bem,
afim
de
chegar ao
céu deve
mos soífrer.
Nosso
Senhor
mostra-nos o
caminho
na pessoa
de Simão
Cyrenêo,
elle
chama
seus
amigos
para carregarem
a
sua
Cruz.
XXX—
As
Cruzes,
transformadas
pelas
chammas
do amor,
assemelham se
a um
feixe
de
espinhos
queimado
no
fogo
e re
duzido
a
cinzas.
Os
espinhos são
duros,
mas
as
cinzas
são
macias.
XXXI—
Á
Cruz
trouxe
a
paz
ao
mun
do;
e
deve
dar
paz aos
nossos
corações.
Todas
as
nossas misérias
provéem
de
não
amarmos
a
Cruz,
e
o
temor
das
Cruzes
não
faz senão
augmental-as.
Uma Cruz
car
adiante,
porém, succe-
e
começaram
a
ter
a
fabricados
de
diversos
mármore,
e
alguns
até
preciosas.
medida
de
capacidade
entre
gregos e
ro
manos.
Guerra
«lo
Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas relativos á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Bncharest
19—
Oito
vapores
turcos
des
embarcaram
em
Dubroudsch, proximo
de
Solina,
numerosas
forças.
Os
russos marcham
ao
encontro
dos
egypcios,
que
parecem
querer atacar Tonll-
scha.
Paris
19
—
Midhat-Pachá
enviou
ao
«Jornal des
Débats»
uma carta, decla
rando
que
não
está
incumbido
de
missão
alguma.
Constantinopla
17
—Aleko-Pachá,
em
baixador
turco
em
Vienna, foi
chamado a
Constantinopla. Foram
transportados
para
Creta,
em
dous
couraçados
2.500
homens.
Corre
o
boato
de
que
o
governo pretende
contrahir
um
no«o
empreslimo.
Vienna 20
—
Monklar-Pachá
ataque
dos
russos
contra
Zerviu
Os
russos
lenam
perdido
1:200
homens.
Pachá
continua
acampado
em
Stain
Bo-
ghar
O
czar
permanece
na
Bulgaria
para
animar
as
suas
tropas.
Bucharest
18—Tornou-se
critica a
po
sição
de
Osman-Pachá
em
frente de
Ple-
wna.
A
cavallaria
russa
cortou-lhe
as
com-
municações
com
Sólia,
para
aprehender
os
comboyos
de
provisões
que
lhe
são
des
tinados.
São
muito fortes
as
posições
do
exer
cito
russo
desde
o
Danúbio
até
os
Bal-
kans.
Londres
20—O
«Daily
Telegraph»
an-
nuncia
que
as
tropas
de
Suleiman
e
de
Mehemel-Alli
estão
actualmente
operrndo
a
sua
juncção.
Contirma-se
que
os
russos
enviaram
fortes
destacamentos
de
cavallaria
interseptarem
as
communicações
dos
cos com
Sofia.
Madrid
21
—
A fragata
hespanola
ria
de Molino»
partiu
para o Oriente
de
porleger
ós
súbditos
hespanhoes
alli
residentes,
em
caso
de
necessidade.
Caminho «Se
ferro
«lo
Minlno.—
-
Deve
inaugurar-se
no
principio
do
mez
de
setembro
proximo
o lanço
do
caminho
de
ferro
do
Minho,
comprehendido
entre
S. Bento
e
Barcellos.
repelliu
o
Suleyman-
para
lur-
«Ma-
afim
Ãppeio á caridade.—A
entrevada
Maria Anlonia
Ferreira,
viuva do
Antonio
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempps
saiu
do
Hospital
com moléstia
incurável,
tem
agora
os seus padecimentos
mais
aggravados,
achando-se
sem
meios
de subsistência
pa
ra poder
tratar-se
no
pouco
tempo
que
lhe
resta
de
vida.
Imploramos, pois, a
caridade
das
almas
piedosas,
para
que se
lembrem
da
infeliz
com uma
esmola.
A
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n
’
um
quarto
á
porta
da rua.
SECÇÃO D£
COMMUBÍICADOS
Snr.
redactor. (í)
«Commercio
do
Porto»
um
communicado
de
resposta
ao
communi-
o
«Com-
a
dará;
0
facto
Li
no
jornal,
o
de
4
do
corrente,
tituio
«Os
Factos»
cado
publicado
no
seu
jornal,
mercio
do Minho»,
assignado
pelo
revd.
0
padre
João
Francisco
da Cruz, parocho
encommendado
da
freguezia
de
Delaens,
ao
qual
passo
a
responder:
l.°
Não
sendo
o
auclor
do
communi
cado
publicado
no
jornal
a
«Palavra», o
mesmo
que
publicou
o
communicado no
jornal
o
«Commercio
do
Minho», compe
le
áquelie
responder
a
v.
s.
a
,
respeito
á
eleição
na
aldeia,
e
estou certo
não obstante direi
alguma
cousa,
publicado
por
v.
s.
a
,
em
nada
destroe
os
iliegaes
fados
praticados na
farçante
eleição
pelo seu
predileclo
amigo, e
prin
cipal
auctor:
podiam
á
vontade eleger
Meza
provisória,
definitiva, e
os
mezarios
que
tinham
de
servir
a
Irmandade
no
fu
turo
anno,
porque
não
podia
haver
oppo-
sição;
tinham
a
faca
e
o
queijo
na
mão
podiam
partir
por
onde quizessem; mas
o
que v.
s a
não póde
negar
é
que v.
s.
a
e
o revd.
0
abbade de
Riba
d’
Ave
não
eram
irmãos,
e
por
causa
da
eleição
en
traram
para
irmãos; que
dando-se
uma
vista de olhos
pelo
livro
dos
assentos
das
entradas
dos
irmãos,
se
conhece,
que
desde que
a
irmandade
existe
até
ao
pre
sente nao
consta
do mesmo
houvesse
an
no
em
que
entrasse
numero
tão
grande
(1)
Este
communicado
não foi ha
mais
tempo
publicado,
por
se
ter
perdido
o
original.
de
irmãos
como
no
actual,
isto
nas
vés
peras
da
eleição
e
por
causa
da
eleição.
Se
v.
s.
a estava
presente
outras
pes
soas
o
estavam
também,
e
nesta
matéria
mais
imparciaes;
por
ellas
foi
narraio
o
facto, que
no
acto
em
qne o
seu
predi-
lecto
amigo
estava
distribuindo
os
bilhe
tes,
alguns
foram
entregues
a
pessoas
que
não
eram
irmãos,
e
depois
da
eleição
é
que se
lhes
lavrou
o
termo
de entrada.
Quantos
irmãos
entraram
que
o
seu
pre-
dilecto
das
1...
A
’
assiste
2
0
amigo
teve
de
pagar
as
entra-
vista
destes
factos que
direito
lhe
para
dar
o
epitheto
de mentideiro
?
Expõe
v.
s.a
a
reunião
que
houve
em
casa
do
cidadão
Antonio
José
Alves
Júnior,
da
freguezia
de
S.
Simão
de
No-
vaes,
alim
da
reunião
das
pessoas
que
compunham
a
commissão. D
’accordo, e
senuo
amigo da
verdade,
retiro
o
facto
publicado
no
«Commercio
do
Minho»,
de
que o
seu
predileclo
amigo
foi
pela com-
tnissão
o
encarregado
de
redigir
a
repre
sentação;
todos
os
mais
factos
publicados
no
dito
communicado
os
confirmo.
A
ques
tão
da conservação
ou
não
conservação
do
SS.
Sacramento, da
legalidade ou
illega-
lidade
dos
estatutos
do
pio
estabeleoimen-
to
do
SS.
da
freguezia
de
Novaes,
de
que
se
tratou
na
referida
reunião,
não
foi,
até
ao
presente,
promovida
por
pes
soa alguma:
a questão
é
differente,
e
o
que
foi
publicado
no
referido
communica
do
é
a
illegal
guardados
Vasos Sagrados,
paramentos
e
mais
alfaias
pertencentes
ao
Culto
Divino,
pelo
pae
do
seu preddecto
amigo,
d’
esle,
com
todo o
descaro,
apre
sentar
ao
administrador
um
requerimento
para
o seu
parocho
ser
intimado
pelo
re
gedor
para
entregar
o
calix,
os
paramen
tos
e
a
chave
da
egreja;
de se pretender
tirar
ao
parocho
toda
a gerencia
na
egreja
dita
de
Novaes,
dizendo-se
que
o
parocho
não
governa,
que não
é
mais
do
que
um
adido,
e
quem governa
é
o
thesoureiro
do
estabelecimento
do
SS., que
v.
s.
a
diz
instituído
ha
200
annos.
Ou
v.
s.
a foi
mal
informado,
ou o
estou
eu.
Que data
tem
a
primeira
Pro
visão que
instituiu
o
pio
estabelecimento
do
SS.
da
referida
freguezia
de
Novaes?
A
ultima
foi
mandada
passar
pelo
ex.
‘
nu
arcebispo
D
José Joaquim
d’
Azevedo
e
Moura,
e
sem
esta
Provisão
os estatutos
eram
quasi
ze,o.
Existindo
na
referida
fre
guezia
de
Novaes
pessoas
que
se
recor
dam
da
instituição
do
pio
estabelecimento
como
é que
v.
s.
a
se
arrota
a
dizer
ha
200
annos
?!
Mais, a
eg<eja
de Novaes é
uma egreja
parochial;
o
seu
ultimo parocho
collado
falleceu
em
janeiro
de
1835:
os
parochos
desta
egreja
eram
apresentados
pelas
re
ligiosas
do
convento
de
Villa
do
Conde:
erem
estas
senhoras
as
que
recebiam
os
dizimos e
primícias
deste
beneficio,
por
isso
as
encarregadas
da
sustentação do
parocho, da
lampada
do
SS.,
do
concerto
da
egreja
e residência,
e
de
darem
os
Vasos
Sagrados,
alfaias
e
mais objectos
necessários
para
o
Culto
Divino.
Esta
obrigação
findou
pela
extincçâo
dos
dizi
mos,
que
foi
em
1834, como é
pois
ha
2<J0
annos ?
Finalmente
o epitheto
der
mentideiro
vá
a
quem
eoca.
Snr.
padre
João: se
v.
s.
a
em logar
de
se
arvorar
em
defensor
gratuito
de
seu
predileclo
e
orgulhoso
amigo
e
inse
parável
companheiro
de
meza.
casa
e
de....
se
se
arvorasse
em conciliador, aprovei
taria
melhor
o tempo,
e
não faltaria
quem
lhe
dissesse
agradecido.
Não
haja
o
esquecimento
de
archivar
mais
este
poucochinho
de
eslylo
humo
rístico.
Sou,
snr.
redactor,
um
seu
alt.°
v.
or
obr.°
e
assignante
Z.
SWDE A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio-
farinha
de
saúde,
ÍKEVÀLEâClÈâS
DU
BARRY
de
Londres.
30
Mtntm
rifâravarzavai
siseesaa®
3
Combatendo as
indigestões
(despe-
psias)
gastrica. gastralgia
,
flegma,
ar
rotes,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritações
inles-
tinaes,
bexigas,
diarrea, dizenteria,
cólicas,
tosse,alhsma,
falta
de respiração,
oppressão.
congestões,
mal dos
nervos, diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexi-
ga,
do
figado,
dos
rins,
dos
iulesiinos,
da
niucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85.000
coras
enlre as quaes
cantain-se
a do
du
que
de
Pluskow,
da
exm.*
snr.
a
marque-
za
de
Brehan.
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’inglalerra, do
doutor
e
professor
Wurzt-r.
etc.
etc.
Cura w.°
65:311.—
Vervant,
28
de
mar
ço
de
1806.—
Senhor.
—
Bendito
seja
Deus!
a
sua
tilevHlescíère salvou-me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naturalmete fraco,
estava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível dispepsia
que
durava
ha
oito an-
nos,
tratado
sem resultado algum
favorá
vel
pelos
médicos,
declaravam
que
alguns
mezes
de
vida
me
restai
iam,
quando
a
eminente
virtude
da
sua
EXevalwsicière
me
restituiu
a
saude.
—
A.
B
runeliéke
,
C X
Cura
n.°
45:270.
—
Tisica.
—
M.
Ro-
berts,
d
’
uma
constipação pulmonar
com
tosse,
vomolos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
Cura
n."
74:442.
—
Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Marilimos),
julho
de
1871.
—
«De
pois
que fiz
uso
da
sua
beneíica
Revn-
Jeseíère,
sinto
novo
vigor; a
laryngite
de
que
solíro ha
dois
annos
tende a
desap-
pa-recer
assim
como os
incommodos
que
sentia
em lodos
os
membros.
E
’
seis vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
niostila
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
t
kilo.
500
;
tie
*/»
kilo 800
rs
;
de
ura
kilo.
10OC
reis;
de
2
*/,
kilos,
3000
reis;
de
G
ki-
los,
6000;
e
de
12
kilos,
12000
rs.
Os
biscoitos da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
1000
reis.
O
melhor chocolate para
a
saúde
é
a
Revaleeeière
ehoeotatada
;
ella
res-
titue
o
appettite.
digestão,
somuo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e ás
creanças
as mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de folha
dt
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1000
;
de
120
chavenas,
3000 reis,
ou
25 reis
cada
chaveoa.
BIJ
MJIHY
<s&
C.
1
LIKITED.-
Píace
Vendôme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
.deposito
Central
:
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpc
Santo
16,
SHsboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D
Pedro.
<31,
32,
Barrai
&
hmãos,
rua
Aurea, 12—
Par
to,
J
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE DOURO
E
MI-
NHO.
=
Aveiro,
F.
E. da
Luz e
Costa,
pharm.
—
Bcsrcelloti,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
Brama,
Domingos J.
V.
Machado, drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Ãíaia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&z
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Vianna do
Cas-
telio,
Aflouso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A. de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—6fuimarftes,
a
J, pereira
Martins,
pharm.—
Actonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José, J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
Peasfiel,
Miranda,
phartn.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira &
Dnaão,
Rua
da Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos, 36;
Viuva
Desirè Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drog<.,
Pra
ça
de D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pha>macia
Central,
Rua
de San
to
Antonio,
225
a
227.—
t^onte
do
ia-
sn».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoa
«So Varziiii,
P.
Machado de
Oliveira,
pliarma,
—
Vaíença
do
MíisBto,
Fiancisco
José de
Sousa,
pharm.
—
ViHa
dt/
Conde,
a
.
L.
Maia Torres
pharm.
■
oroswio
AMVftiO
BE
».
K*E»RO
V.
Por
se
não
poder
efTectuar
no
domingo
19
do
corrente
o
arrendamento da
casa
Qúe foi morada
do
revd.
0 capellãq
da
Pe-
nha.
como
se
havia
annunciado,
se
faz
publico
a
quem
convenha
que
no
dia
26
*!?
12 horas
do
dia,
terá
logar o
supra
dito
arrendamento
na
sala
de
sessões
do
mesmo
Asylo.
O
secretario
(459)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
KUA PVOVA, W.° 3.
Antonio
Casimiro
da
Costa,
da
cidade
de Braga,
ensaiador
vizual
e
real
do
ouro,
approvado
plenamente
pela Casa
da
Moeda
e
Papel
Sellado,
chama
a
attenção
dos
snrs.
fabricantes
e
negociantes
de
ouro
para
o seguinte:
O
annunciante
faz
o
ensaio
real
a
to
dos os objeclos
de ouro
e
prata,
e
nas
banas
dos
mesmos
metaes,
—
tornando-se
estas,
com
a
lirma do
annunciante,
uma
especie
de
moeda entre
os
interessados;
—
pela
cesteza
do
seu
verdadeiro
toque
e
pelo
motivo
de
que
sendo
ellas
marcadas
com
punção
indicativa
de ensaio
real,
a
sua
lirma
não
póde
ser
contestada
por
nenhum
dos
seus
collegas,
pelo
facto
de
não
terem
frito
o
exame
real.
(Mas
se
alguém
quizer
contestar-Ui
’
a,
podendo
apenas
recorrer
á
Casa
da Moeda
e
Papel
Sellado.
o
annunciante
promptifi-
ca-se,
não
só
a facilitar
o processo
da
contestação,
mas
até a
pagar
as despezas
da
mesma).
Os
snrs.
fabricantes
ou
negociantes
referidos,
de qualquer
localidade,
que quei
ram
saber
o
verdadeiro
toque
d
’
uma
barra,
basta remetterem
pelo
correio
ao annun
ciante
0,6
decigrammas
do
metal
a
exa
minar,
o
qual
deve
ser
bem fundido.
Todo
aquelle
que
mandar fazer
o
ensaio
real,
e
queira
saber
precisamente
a
liga,
moeda,
ou
ouro
lino
que
tem
a levar
cada gramina
para
ficar
nas
milésimas
que
pretenda,
também o
annunciante
o
diz.
E'
isto
de
grande
vantagem
para
aquelles
que
não
sabem
a regra
das
ligas
por
milésimas;
pois
deitando
aos
ouros
o
que
o annunciante
disser,
não
só
evita
outro
ensaio,
como
também
sendo
o ouro
ligado
para
a lei, deve
forçosamente
ser
marcado
em
todas as contrastarias.
O
annunciante encarrega-se
também
de
fazer
pontas para
ensaios
vizuaes,
as
quaes
serão feitas
pelo
rigor
do ensaio
real.
(460)
O
escrivão
de
Fazenda
do
Concelho
de
Braga,
etc.
Faz
saber,
em
cumprimento
do
regu
lamento
da
contribuição industrial,
artigo
133,
que
pelo presente
edital
são
convi
dados
os indivíduos
sugeitos
á
dita con
tribuição,
e
que
não
podem
formar
gré
mio
por
serem
menos
de
sete,
a
compa
recerem
nos
paços
da
camara
no
dia
25
do
corrente
mez,
ás
horas
abaixo
indica
das,
afim
de
ahi
resolverem
por
maioria
o
que
se
lhes offerecer
com
relação
ás
colleclas
que
hão
de
ser
repartidas,
a sa
ber:
A
’$
8
horas
da
manhã
Agentes
de
bancos,
4.
a
classe.
Alu
gadores
d
’
objeclos
funerários,
6
a
classe.
Boticários,
6.a
classe.
Cal, areia
e
lijollo,
6.
a
classe.
Carniceiros
cortadores,
8.
a
clas
se.
Carvão,
mercadores
por
miudo,
7.
a
classe.
Casas
de
pasto, 5.a
classe.
Casas
de
penhores.
Cereaes,
mercadores,
7.a
classe.
Cerieiros,
5.
a
classe.
Cobradores
nos açougues,
8.
3 classe.
9
horas
da
manhã
Collegios,
emprezarios,
6.
a
classe.
En
cadernadores
com
estabelecimento,
7.
a
classe.
Estancia
de madeira,
4.
a
classe.
Esteiras
finas,
fabricante,
7.
a
classe.
Es
tucadores,
6.a classe.
Ferradores,
7.
a
clas
se.
Ferragens
novas,
mercador,
5.a
classe.
Ferragens
usadas,
7.
a
classe.
Fundidores
de
metaes.
Funileiros
com
estabelecimen
to,
7.a
classe.
Guardas
livros,
5.a
classe.
Hospedarias,
4.a classe.
Fabricantes
de
instrumentos
de
cordas,
8.
a
classe.
Lar
toeiros, 7.
a
classe. Vendedores
de
leite,
8.a
classe.
Livros,
mercador,
6.
a
classe.
Lythographias,
6.
a
ciasse.
Louça
de
barro
ordinaria, 7.
a
classe.
10
horas
da
manhã
Marceneiros,
5.a classe.
Ditos
de
ma
deira
ordinaria,
7.a
classe.
Mestres
d
’
offi-
cina,
e.os
olliciaes
d’armador, de
correei
ro,
de
corlidor,
de
encadernador,
de
fo
gueteiro,
de
sebeiro
e
de
serralheiro.
A
’
s
2
horas
da
tarde
Officiaes de
tecelão,
de
torneiro,
de
violeiro,
photographias,
pintores mestres,
6.
a
classe.
Salga
de
carne.
Tabacos
por
grosso,
6.
a
classe. Tintureiros,
torneiros
e
typographias, 7.a
classe.
Vendilhões
am
bulantes.
Vinhos finos
engarrafados.
Para
que
chegue
ao
conhecimento
de
todos
se
passou o
presente
e
outros
para
serem
afiixados
nos
logares
do
costume.
Braga
20
de
Agosto
de
1877.
(456)
Antonio
da
Costa
Moraes
Pelo
juizo
de
direito d’
esta
comarca
de
Braga, e
caitorio
do
escrivão
Freitas,
correm
seus
devidos
termos
uns
autos
d
’
execução
de
sentença
em
que
é exequen-
te
José Antonio
de
Faria,
negociante,
d
’esta
mesma
cidade,
e
executado
Anto
nio
da
Cunha
Ferreira,
negociante,
mo
rador
que
foi
em
Villela
do
Tamega, co
marca
de
Chaves,
e
hoje
ausente
em
parte
incerta,
em
cujos
autos
foi
reque
rida
a
citação
edital
do
dito executado,
na conformidade
do
§
1.°
do
artigo
8o8
do
codigo
do processo
civil,
para
na 2.a
audiência
deste
juizo, posterior ao
praso
de
30
dias,
que
começará
a
correr
de
pois
da
publicação do
segundo annuncio
na folha
oíiicial
e
n
’
oulra
folha desta
ci
dade,
ver
assignar
10
dias
para
pagar ao
referido
exequente
a
quantia
de 116037
reis
de
capital,
juros
e
custas,
tudo
li
quidado
nos
mesmos autos, ou
no
mesmo
praso
nomear
bens
á
penhora,
com
a
pena
de se
devolver
o
direito
de
nomeação
ao
mesmo
exequente.
Declarando
que as
au
diências
neste
juizo
se
fazem todas
as
segundas
e
quintas
feiras
de
cada semana,
não
sendo
dia
feriado,
porque
sondo
o
se
fazem nos
dias
immediatos
no
Tribunal
judicial
colloeado
no
largo
de Santo
Agos
tinho,
desta
mesma
cidade.
Braga
16 d
’agosto
de
1877.
Verifiquei.
A.
C. Sampaio.
O
escrivão
ajudante
(457)
Casimiro
Juslino
Amado.
DILIGENCIAS
D1AKIAS.
Teixeira
&
Mesquita,
da
rua
da
Sé,
d
’esta
cidade,
fazem
publico
que
a
sua
diligencia
que
diariamente
tem de
Braga
á
Povoa
do
Varzitn
a
sahir
de
Braga
ás
5
horas
da
manhã
fica
sahindo
desde
o
dia
27
do
corrente
ás
9
e
meia
da
manhã
para
as
commodidades
dos
snrs.
passagei
ros
que
chegam
nas
diligencias
da
Povoa
de
Lanhozo,
Senhora
do
Porto,
Pico,
Villa
Verde e
Ponte
do
Porto.
Os
annunciantes
continuam
com
a
car
reira para
a
Povoa
do
Varzim
ás
10
ho
ras
da noite.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga
no
mesmo escriptorio
do
bem
conhecido
Ri
beiro
Braga.
Braga
22
de Agosto
de
1877.
Pelos
annunciantes,
Ribeiro
Braga.
(458)
Luiz
Máximo
d
’
Araujo
Tinoco, reitor
da freguezia
de
S.
Paio de
Pousada, faz
público
que tem
contractado
a
venda
da
seguinte
propriedade
—
a quinta
da
Porta,
com
suas
pertenças,
que
são:
metade
da
bouça
de
Santa
Marinha,
a
bouça
da
Por
ta
com casas
e
eido
a
ella
reunidas,
as
casas
e
carvalhas
no
souto
fóra
da
bouça,
capella,
a quinta
de
fóra
que
se
compõe
de
casas
e
eido,
situada
no
logar
de
Além,
o
campo
de
Cabanas,
casa e
eido
da
Vei-
guinha,
tudo
reunido,
campo
e
olival
de
Ramil, bouça
da
Veiguinha
e
terra
de
cultura,
tudo
reunido,
olival
da
Rechã,
Caxadinha*da
Cultura
de
fóra,
Caxadinha
de
dentro,
Pombos,
Boucinhas,
Suas
Ri
bas,
Enxubellas,
Moinhos,
Soulinhos,
Ter
ra
Nova,
tudo
retinido,
e todo
situado
na
freguezia
de
S.
Paio
de
Pousada—
ven
da
que
faz a
Bernardino
da
Costa
Rocha,
da
freguezia
de S.
João
de
Rei,
comarca
de
Lanhoso,
por
preço
de
vinte
e
tres
contos
e
quinhentos
mil
reis;
e
se
alguém
se considerar
com
algum
direito
e
acção
a
esta
propriedade, que
o
não tenha
re
gistrado
na
respecliva
Conservatória,
quei
ra reclamal-o
no
praso
de
dez
dias,
quer
seja
pela
imprensa,
quer
por
qualquer
outro
modo
judicial.
Braga
16
de
agosto
de
1877.
(446)
GADELLA
PERDIDA
Perdeu-se
uma
cadellasinha
pequena,
os
signaes são :
branca
com
as orelhas
escuras
e
com
uma
pinta
preta
no lombo.
Quem
a achar e
a queira
restituir
pode
a
entregar
no
Café Águia
tVOuro,
pelo
que
receberá
alviçaras.
A
cadellasinha
perdeu-se sexta-feira.
(454)
Nasciso
José
Marques,
d
’esta
cidade,
faz
publico
aos
seus
amigos
e
freguezes,
que
no
dia
22
do
corrente,
dá
principio
a
sua carreira
diaria
com
magníficos
car
ros
e
bom
gado
para
a
Povoa
de
Var
zim
e
vice-versa
:
sae
de
Braga
para
a
Povoa
ás
10
horas
da
noite e da Povoa
para
Braga
ao
meio
dia,
tendo em
Bar-
cellos
meia hora
de
demora
tanto
na
ida
como
na
volta.
Os
bilhetes
vendetn-se
na
sua
casa,
rua
de
S.
Marcos
n.°
8,
e
na
Povoa
em
casa da
Barcellas,
no
largo
da
Ariosa.
Preço
dentro
600
reis
Idem
fóra
500 »
A
cada
passageiro
é-lhe
concedido
10
kilogrammas
de
bagagem
gratuita
e
os
excedentes
a
20
reis.
Braga 20
de
Agosto
de
1877.
(355)
Narciso
José
Marques.
Carreira diaria
para
a
Povoa
do
Varzim.
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
&
Ir
mão,
fazem publico,
que
além da
carreira
que d
’
esta.cidade
leem para
a
Povoa
do
Varzim
ás 5
horas
da
manhã,
abrem
no
dia
22
do
correnie
uma
nova carreira,
saindo
os
carros
d
’
esta
cidade
ás 10
horas
da
noite,
e
da
Povoa
ás
2
da
tarde.
Tanto
na
ida
como
na
volta
leem
meia
hora
de
demora
em
Bracellos.
Escriptorio
em Braga,
em
casa
do
snr.
Antonio
Joaquim
Loureiro,
rua
Nova
n.°
2,
e
na
Povoa
em
casa do
snr.
Joaquim
Peixoto,
rua
do
Rego.
Preços,
dentro 600,
fóra
500
reis
NOVO
HORÁRIO.
José Antonio
Duarte
Pregueiro
&
Ir
mão,
fazem
publico,
que desde
o dia
21
do
correnie
inclusivé
mudam
a carreira
diaria
que
teem
d
’esta
cidade
para
a Po
voa
do
Varzim
das
4
horas
para
as
5
da
manhã.
Preços, dentro
600,
fóra
500*
reis.
Braga
18
d
’
agosto
de
1877.
O
gerente
(450) Antonio Joaquim
Loureiro.
Os
Rebuçados imytilicGs,
de na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
lossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito: PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(451)
ASM
BK
B.
f
.
Domingo,
18
do corrente
ás
12
horas
da
manhã,
n
’
uma
das
salas
do Asylo de
D.
Pedro
V.
se
hade
proceder
ao
arrenda
mento
a
quem
mais
der
da
casa
que
per
tencia
ao
capellão
da
Penha—
desde
o
S.
Miguel
de
1877
ao de
1878;
o
que
faz
pu
blico
para
quem
convier.
Braga,
secretaria
do
Asylo em
8
de
Agosto
de
1877.
O
secretario,
(435)
Padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
Ã10G»SS
Tres
moradas
de casas
quasi
concluídas
na
sua construcção, sendo
:
uma
na
rua
da
Sé
entre
os
n.os
15
a
18
—
outra
na
rua
de
Santo
Antonio
das
Travessas en
tre
os
n.
os
16
a
18,
e
com
frente
para
a
nova
rua
(autigo
Couto do
Arvoredo) ou
tra
n
’esta mesma
Couto
do
Arvoredo,
qua
si concluída.
Podem
ser
vistas
a
qualquer
hora,
pa
ra tratar
de
seu
ajuste,
com
seu
proprie
tário João
da
Costa
Palmeira.
(434)
RAPAZ
PARA
NEGOGIt»
Precisa-se
de
um
com
3
annos
de
pra
tica em
negocio
de
ferragens,
e
que
não
tenha
menos
de
14
a
15
annos.
Carta
ao
escriptorio
d’
este
jornal
com
as
ineciaes
R.
F.
S.
(433)
ALUGA-SE
a
casa apalaçada
con
struída
de
novo,
com
quintal
e
poço,
na
rua
da
Ponte
n.®
58
C.
Para
tractar
no n.°
acima.
(448)
PKODUCTO PíUmCEUTICO E
CIIYMICO
Agua
florida,
o
mais
exquisito
e
suave
perfume=Tonico
oriental,
conservador
e
aformoseador
dos
cabellos=Pilulas
depura
tivas,
e
salsa
parriiha
de
Brystol=Reva-
lescière du
Barry, simples
e
chocolatado=
Magnesia
calcinada,
de
Henry,
em frasqui-
uhos==Medicamenlos
dosimelriques
do dr.
Burggraeve
=
Agua
circassiana=
Vigor
do
cabello,
de
Ayer=Leite
Divino=Oleo
da
Persia=Perfume oriental=Aguas de
Colo-
nia.
de
dilferentes
auctores=Ingecção
cal
manle
de Barnit=Xarope
peitoral
de
Rey=
Xarope
peitoral
de
James
=
Dito
peitoral
balsamico, de
Vieira,
e
outros
muitos,
de
diversos
auctores—
Essência
de
café,
de
Moka=Pós
d
’
arroz=Sabonetes
medicinaes
<=Ditos
d
’
alcatrão,
e
dites de
pó
d’anroz
=Pó
insecticido,
e
apparelhos
proprios
para
a
sua
applicação=Pós para
pratear,
e
outros
muitos
preparados
modernos.
Vendem-se
na
pharmacia
Alvim,
Praça
d’
Alegria.
(113)
líBIHO
CIRURGIÃO
EIENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho n.°
5
BIUGA.
Faz tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(186
Aguas
mineraes
De
Vidago. de
Veiim,
d
’
Entre-os-Rios,
de
Seidiilz,
das
Caídas
da
Rainha, do
Gerez,
das
Pedras
Salgadas,
de
Cabeço
de
Vide,
Alcalinas
de
Moura,
e
de
Vi
chy.
Vendem-se
na
pharmacia
Alvim,
Praça
d
’Alegiia.
(412)
PREVENÇÃO
O
abaixo
assignado
previne,
para
não
haver
ignorância,
que
ninguém
compre
nem
arrende ao
snr.
Ignacio
José
Fernandos
Braga,
e
mulher,
da
cidade
do
Porto, a
casa
sita
na
rua
de
D.
Pedro V,
n.°
19,
d
’
esta
cidade;
porque se
acha
esta
mes
ma
em
questão
perante
o
tribunal
judi
cial
;
e
para melhor
satisfação
do
publico
se
declara
que
a
questão
corre
pelo car
tório
do
escrivão
João
Marcos
d
’
Araujo
Ribeiro,
e
é
habitada
pelo abaixo
assigna-
do;
apesar
da casa
ler
escripios,
nada
será
valido.
Outrosim
protesta
contra
qualquer
pa
pelucho
ou
annuncio
que
appareça
con
tra
a
sua
probidade
;
não
se
queixando
senão
da
mesmo
snr.
Ignacio.
Braga
6
de
julho de
1877.
Anlonio
José
Cer
queira
da
Silva
Braga.
(364)
AGUA
Du
GEREZ
Na
pharmacia
do
Hospital
de
S.
Mar
cos
ha
deposito
de agua do Gerez,
em
garrafas
de
1/4
de
litro
(250
grammas),
colhida
pelo
respectivo
pharmaceutico.
Preço
da
agua
e
garrafa
100
rs.
Só
a
agua
60
rs.
De
duzia
para
cima,
para
pharmaceu-
ticos,
abatimento
de
10
0/0.
Para
encommendas
em
grande,
só
o
tempo
preciso
para
ir
colher.
(394)
MUITA
ATTEEÇÁO
Deposito
de biscoitos
de
Valongo
1
—
LARGO
DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos
são
muito
recommenda-
veis
tanto
pela
qualidade das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo preço em
relação
a
qualidades.
Preços porque são vendidos
:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
280
Biscoito macarrão
280
Bolacha
doce
280
Biscoito
Brazileiro
>
300
Dito
imperial
330
Bolachinha
de
araruta
j>
340
Tosta
azeda
)>
190
(211)
Precisa-se
de
sícsi
caseiro
para
uma
quinta,
5
kilometros
distante
d
’
esta
cidade, que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para cima;
ou
então,
dous
caseiros
de
quatro
pessoas
cada
um.
para
então
divi
dir a
quinta
ao meio.'
Quem estiver
nes
tas
circumstancias
falle
cora
Antonio
Joa
quim
Loureiro,
Rua
Nova,
n.®
2.
(300)
A
QUEM
UJ5V1EK
Quem
precizar d’
um
homem,
de
50
an
nos
d
’
idade,
com
boa
pratica
de
vender
tabacos, para caixeiro
ou
para tomar con
ta
d
’
alguma
loja,
dirija-se
ao
escriptorio
d
’este
jornal
e
se
lhe
imformará
a pessoa
que perlende.
(441)
No
Asylo
de
D.
Pedro
V.
ha
dinheiro
para
dar
a
juro
sobre
hypolheca
e fiadores.
O
secretario
(438)
Padre
Luiz
Gomes
da Silva
AUenção
Narcisa
Candida
Mendes,
da sua
de
S.
Geraldo
n.°
23,
ensina
abordara
bran
co,
matiz,
ouro,
e
a
fazer
flores. (399)
VENOA
S»E
CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro de
1
í>
’
i^
andar
e
quintal,
n."
4.
«
s
A
íí
A
Duas
terreas,
n.
os
7
e
8,
com
quintal,
na
dita
rua.
Duas nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal,
n.
es
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trata
se
com
a
Ge-
rencia
do Baaco
do
Minho.
(263)
Na
rua
da
Ponte casa
n.°
65
arrenda-se
o
segundo
andar,
que se
com
põe
de
duas
salas
e
quatro
quartos.
Tem
agua de
um
poço
no
quintal. (420)
Casa
para
alugar
Aluga-se
a
casa
n.°
88,
da
rua da
Boa
Vista,
tem
comodidades
para
duas
fami-
lias,
para
tractar
na
casa
n.®
85,
da
mes
ma
rua.
(35*2)
Vendem-se
doas
moradas
de
casas
sitas
uma
na
rua
de
D. Pedro
V
desi
gnada
c
m
o
n.°
1 e
1
A,
e
ou
tra
na
rua
do
Anjo, designada
com
o
n.°
11
e
11
A. Para
tratar
procure-se
o
snr.
Bento
Gonçalves
Fernandes
morador
na
rua
de
S.
Sebastião,
na
casa n.® 25.
FILifeL
Dâ CâiXA
ECÔNOMICA
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital.................. 500:000^000
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
movei%
ferramentas,
e
sobre
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa está
aberta
todos
os dias
des
de
as 9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará aberta
só
até
ao
meio
dia.
0
gerente—
A. G.
Ferreirino i.
Wi
Ei
|
r
UA
DES.
MARCOS,
N.5
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
salias,
lindíssimos
gostos,
a prin-
H
cipiar
em
80
reis
a peça.
Vende
oiio, tintas e
vernizes
para
pinturas de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.e
preços muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges-
so
para estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
LIÇÕES
DA
LÍNGUA
URANCE2A
Um
professor
com
longa
pratica
de
en
sino,
offerece
o
seu
préstimo
para
leccio-
nar
gramroaticalmenle
em
sua
casa
e
ca
sas
particulares,
elementos
da
língua
fran-
ceza
comprehendendo
lêr,
escrever,
tra
duzir
e
fallar
a
dita
língua.
A
qoem
convier
póde
dirigir-se
á
rua
de
D.
Gualdim,
casa
n.°
8.
(278)
DISCURSO
do
degíutado
francez
catliolieo
O CONDE ALBERTO DE MUN
£*rottuiseiado
no
encerramento
da
assembieia
geral
dos
msenbros
da
obra
dog circuBoa
catEwIieata
de operários
TRAEUZI90 PELO
PARRE
SENNA
IFREITAÍS
Dedicado
ás
Associações
Gatholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’
esla
redacção
por
60
rs.
FLUIDE IATIF
»
e
JONES
Por
suas propriedades
beneficas, goza
este pro-
ducto de
alta
e merecida reputação. Suaviza e ama
cia
a pelle, allivia
as irritações causadas pelas mu
dança»
d«
clima, pelos
banhos do mar, impressões
desagradavels do
vento ou do calor, etc, etc.
Uma simples
applleaçõo faz
desapparocer as ra
chaduras
das mSos
e dos beiços. Preço 650 reis.
PARA
0S
CUIDADOS
DO
TOUCADOR
É muito
digno
de ser recommandado ó
Sabão
latir,
que possue todas as
propriedades suavizan-
tes doFluide,e
um a
roma
delicadíssimo.Preço
500 r‘.
23,
Boulevart
des Capucines, Paris,
De Fronte
da entrada do Grand-Hotel.
fabricante de
Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
j
de
papel. Objetos de Fantasia, Estojos
diversos.
Cutelaria,
Artigos
de
Luxo,
Luvas, etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorêto
n.0
28
—30
(26
*)
(324)
DO
ALTO
D0U1W
RA
CASA
RE
VIIAA
ROUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém se
encontram
a
retalha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vmho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
í
»
»
.
190
i
Lagrima
.........................................
200
»
Branco
de
meza
.............................
210
s
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de prova
secca.
....
300
»
Malvasia
de
2/
...............................
360
»
s
velho....................................
400
»
Malvasia, Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão
..........................................
700
»
Alvaralhão.
.
.
.
.
.
.
560
»
Velho
de
1854
....
600
j
a
retalho
pars
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e garante-se
a
pureza
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
e
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man_
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualque
processo
chymico.
(4
í
4
t
^
JOSE
’
DA
SILVA
FUNDÃO
C
obib
loja de
fato
feito
68,
Campo de SanCAnna /lado
de
baixo),
68
f
N,
Participa
aos
seus
amigos
e
fre-
guezes,
tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem
um
bonito
'1
e variado
sortimento
de
fato
fei-
UU
ê
-**
1
to,
casimiras
para
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
J$500,
2$000
e
2-3500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimiia
e
de
alpa-
ques
inglezes.
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600 reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panuo
familiar,
e
meoles,
bonets
de
gorgurào
de
seda
e
de casimira de
todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
806
;
manias
de
seda
de
to-_
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
eucommendada,
e
prompti-
íica-se
a
ficar
com
ella quando
não
fique
á
vontade
do freguez.
(1»)
OS ÚLTIMOS MOMENTOS
COHDEMNADO
PELO
R.
P.° MARCHAL
MISSIONÁRIO
APOSTOLICO
Traduzido
da
l"J.
a
edição
POR
João
Baplista
da
Silva
Ramos.
Vende-se
em
Braga
nas
livrarias
Ca--
tholica
e
Germano,
rua
do
Souto.
Preço
....
40
rs.
SEIIMÒSS
Em
manuscripto
e
sobre
qualquer
as
sumpto
1$3d0
reis
por
cada
um.
Por
cada
collecção
de
doze
13^560
reis.
Quem
pretender
dirija
se
a
Ayres
Pa
checo,
no
Seminário
de
Lamego.
Corographia
de
Carvalho
Vende-se
no
escriptorio
da administra-
çao
d
este
jornal
e
na
rua ivova
u.
o-
Preço,
3
volumes.
....
1$5Q0.
BRAGA,
'1YP0GRAPEIA LUATAKA —18’7.
Parte de Comércio do Minho (O)
