comerciominho_22111877_716.xml
- conteúdo
-
8
.T>S.OA
BttJE»5
*Oíac;tOS%.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
5.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.
. .
-
•
-
1^00
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha.
....
-
Repetição....................................
PUBLICA-SE
ÃS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1&050
3&600
3&600
10
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha
avulso...............................
N.° 716
D.JOXO
cmysostomd
^
oíw
i
X
r
l
O
pS;
Pessoa,
por
mercê
de
Deus,
etc.
No
mez
de
abril
do
proximo
futuro
1
anno
de
1878 lemos
deliberado,
ajudando-
Nos
Deus
Nosso
Senhor,
fazer
uma Orde
nação
geral;
e
para
que
ella
seja
feita
com
a
costumada
regularidade
;
Havemos
por
bem
Ordenar:
1.
—
Que
os
alumnos,
que
pretenderem
receber
Prima
Tonsura,
Ordens
Menores,
Diácono
e Presbytero deverão requerer-Nos,
instruindo
seus
requerimentos
na formado
esfylo, até
ao
dia
15
do
proximo
inez
de
dezembro
;
2.
—
Que
os
exames
serão feitos,
se
gundo
0
programma
já
publicado
com
a
Nossa Provisão
de
18
de
junho
de
1875;
3.
—
Que os
ordinandos,
que
se
habili
tarem
para
receber
a
Ordem
de Presbyte-
ro, deverão
fazer
seus
exercícios
espin-
tuaes
p
,i
r
tempo
de
dez
dias
contínuos
I
pentro
do
Nosso
Seminário
Diocesano
;
4
—
Q
U
e
para
as
outras
Ordens
os
exer
cícios
espirituaes
serão
feitos
na forma
costumada,
na
Capella
d
’
esta
Nossa
Resi
dência,
e
deverão
começar
para
todos
os
ordinandos
no
dia
25
de
março
de 1878
,
5.
—
Que a
Ordenação
de
Prima
Ton
sura
e
Menores
terá
logar
no
dia
31
do
mesmo
mez
;
e
a
de
Diácono
e.
Presby
tero
será
feita
no
dia
6
do
mez
d
Abril
do
mesmo
anno;
.
.
_
6.
—
Que
ficam
em
vigor
as
disposições
da
Nossa
Provisão
de
7
de
junho
do
cor
rente
anno,
no
que diz
respeito
ao
pioces»o
de
habilitação
na
Camara
Ecclesiastica,
an
tes
da recepção
das
Ordens.
Dada
e
passada
sob 0 Nosso
Signal
e
sello
das
Nossas
Armas
em
esta
Nossa
Residência
do
Paço
Archiepiscopal
de
Bra
ga
aos
12
de
novembro
de 1877.
Logar
do
gg
sello.
joão,
Arcebispo
Primaz.
QUIISTA-FEIRA *»
»E
SOVlHSntO DE 1879
A
’
Redaeção do
«Commercio
Minho».
do
Londres,
íí
de
Novembro,
4877.
Essa
praga
infame
e
anti-Porlugueza
,
que
a
Inglaterra
e
a
Maçonaria
foram
despejar
na
honrosa
Praia
dos
Ladroes,
deve bater
as
palmas;
pois
tudo
vae ca
minhando
á
medida
dos
seus
desejos
e
dos
d
’este
paiz, para
termos
a
honra,
dentro
de
poucos
annos,
de
fazer
uma
província de
Hispanha,
perdermos
a
nossa
nacionalidade,
a
nossa
lingua, e
todas
as
nossas
Possessões
fóra
da
Península—
le
das
não,
engano-me,
os
nossos
fieis
allia-1
dos
ham de
ler
a
generosidade
de
nos
deixar
as
Berlengas,
tornadas
então
His-
panholas,
até
para
compensar
a
Hispanha
pelas
Canarias
e
Filipinas, que lambem
ham
de
vir
para
estes,
e
parte,
quiçá,
para
a
honrada
Prussia.
Shipslone
e
Barlle
Frere,
os
dois
con
scienciosos
Representantes
da
Inglaterra
Protestante
(principalmente
0 segundo
que
foi
a
Zanzibar
d’
aqui,
não ha
muito,
no
|
intuito
sobretudo
de
promover
os
interes
ses
do
Protestantismo) lá
vam
de
vento
em
pôpa preparando
0
cumprimanto
da
prophecia
e
annuncio
do honrado Came-
ron
(tão
obsequiado
por
nossos
Académi
cos
d
’agua-morna,:—
Que
«os
limites
na-
luraes
da
Colonia Ingleza
do
Cabo
é
0
Zambezi».—
Isto
porém,
(que
já
implica
necessariamente
a
Englização
da
nossa
Lourenço
Marques,
Sofala, etc.),
não
é
mais
que
um
airanjo
proviscrio;
pois
que,
vilisamos
um Império
que
assombrou
a
Europa
e
o
Mundo.
quem nos
formou
e
consolidou,
e
civilisou esse Império,
e
fez
que
nelle
achássemos
em
geilo
até
os elementos
que
só
escacissimamente
de
Portugal
mes
mo
podíamos
fornecer?
i
Foi
acaso
a in
fame
e
egoislica
Maçonaria?... Não; foi
a
Religião,
foi
a
Igreja,
foram
os Frades,
foram
especial
e
principalmente
OS
JE
SUÍTAS.
Ahi
vae
toda
a nossa
desprezível
Li-
berangada
franzir
a
tromba
ou
focinho
pe
dreiro,
por
se lhe taliar em
Jesuítas,
de
que
ella
própria
nada sabe senão
0
nome
e
as
calumniosas
imputações
a
elles!
Tendo
na
cabeça
um
Jesuíta
imaginário,
inventado
pela
Pedreirada
cobardeinente
e
pelo medo
que tem
ao
verdadeiro,
a
quem
não
é
capaz
de
resistir
em
com
bale
leal,
e
com
as
armas
iguaes
da
ló
gica,
e
da
razao,
e
da
verdade.
Foi
por
esses
motivos
e
razões,
que
eu
proprio,
logo
em 1828,
concebi,
e
tive
a
fortuna
de emular
e
fazer
adoplar
esse
unico
meio
que
Unhamos
de possuir
hoje
um verdadeiro
e
immenso
Império
em
Airica;
0
qual
já
ninguém
nos
dis
putaria.
Tel-a-hiamos
explorado,
desco
berto,
civilisado
em
boa
parle,
descrito
seu
Interior,
antes
que
Livengslones,
ou
Camerons,
lá
fossem.
Teríamos
lido
40
annos
de adianlamenlo
ou
dianteira;
isto
em
tempos
ém
que
os
Inglezes
occupados
com
as
lutas
e
questões
interiores
dos
40
e tantos annos
desde a
morte
de
Gannig
—
as
lulas
da
Emancipação
Galho
lica;
da
Reforma
Eleitoral;
das Reformas
Municipaes;
do
Cummercio
Livre;
da
Guer
ra
da
Crimea;
da
insurreição
formidável
■
na
India;
da
Abolição
da
Igreja
Protes
tante na
Irlanda
—e
mais
meia
duzia de
>
grandes
queslões
que
eu
podia
enumerar,
não
linha
vagar
de
atiender, como
agora,
ás
cousas
de
fóra,
mente.
Perderam-se
porque
a senhora
arruinar
Portugal.
UÇ6I,
tiau luiuaiu
uuuu, vu
(--------------
,
a
passarem
para
aléin
do rio,
onde
ha
muito
que
aproveitar.
Ha mais de
trinta
annos
já,
eu
li
aqui
n
’
utn
jornal
Inglez,
que
era
então
0
segundo
em
importância,
depois
do
Times,
a
cousa
annunciada
e
aconselhada
com
a
mais
deliciosa
frescura.
O
homem,
tinha
ido
explorar
(esle
explorar
é
sentido
Porluguez; não
no
ridículo
lá
usam
agora,
traduzido
asnamente
do
Francez
exploiler)—
tinha,
digo,
ido
piorar
miudamente
as
duas
nossas
Pos
sessões
Africanas
Orientaes, notado
suas
proporções,
suas
riquezas
de
toda
especie
—
nos
reinos
animal,
vegetal,
mineral;
expondo
isso
tudo
em
tres
longos
arti
gos
(que
fariam,
impressos
em
separado,
um
bonito
volume);
e frescamente
concluía
por
dizer:
—
que
a
Inglaterra
devia
apro
priar-se aqmllo,
para
ter
alli
outro
Im
pério
que
substituísse 0
da
Índia,
quan
do
viesse
a
perdel-o
!
A
’
vista
d
’
esta
noção,
parece-me
facil
de
interpretar as
verdadeiras
tenções
de
Sir
Barlle
Frere
e
de
seu
Governo
e
na
ção, e
do
amavel
Cameron.
A
Maçonaria
e a Inglaterra
porém,
de
'
mãos
dadas,
juraram
alhviar
a
Península
Ibérica
do
peso
e
incominodo
de seus
'
appendices possessões
fóra
da Europa;
e]
|com
tal
sem-ceremonia,
que,
ein
pleno
Parlamento, Canning
0
declarou,
dizendo:
—
que
«chamara
á
vida
0
Mundo
Novo,
para
restabelecer
o equilíbrio
do
antigo».
Foi
por
isso
mesmo
também,
que
ar
ranjou
destruir
depois
do
Império
Hispa-
nhol
nas
Américas,
e
0
de
Portugal,
Bra-
zil
e
Algarves.
Esta
maioleira
d
’
elle
po
rém,
e a tolice
dos
Brazileiros
em
que
rerem
antes
com
a
Dependencia
Ingleza,
que
uma
Independencia
Luzo-Brazileira,
ou
Brazileiro-Luza,
para
Portugal
tazia
mui
pouca
ou nenhuma
differença;
se
as
nossas
Bestas Liberaes e
pedreiras,
levau-
lando-se
no
Porto,
contra
0
voto da im-
mensa
maioria
nacional,
não
se
houvessem
posto
ás
ordens
da
Inglaterra,
para
aju-
dal-a
a
destruir
o
Grande lirperio que
Portugal
ainda
possuia,
bem
que
n
’
uml
embrião
magnifico,
que as
circumslancias
favoráveis
de
»oda
especie,
que
a
Provi
dencia
nos
ofiereceu
logo
leria
hoje
um
augmento,
uma
força,
uma
liqueza,
adqui-
riua
já,
e
prespectiva,
que
só
a
Ingla
terra
podia
comnosco
compelir.
Ella, que
vê
seus
proprios
interesses
bem
ao
longe,
favoreceu,
como
é
sabido,
de
todas
as
maneiras,
a
divisão,
a
desor- 1
dem,
a
rebelliao
em
Portugal—
ajudada,
iu-
1
1
felizmenle,
peias
incapacidades
e
loucu
ras
do
Governo
d
’
iJ-Rei,
especiaímente,
desde que
0
Duque
de Cadaval
sahiu
do
Governo,
e
0
imbecil
Conde
de
Basto
e
sua
gente
ganharam
0 ascendente e
pre
dominância.
Para
podermos,
porém,
aproveitar
0
Império
immenso
e
riquíssimo
que
já
tí
nhamos,
e
que
podíamos
ler
e
leríamos
muitíssimo
maior,
era-nos
preciso gente
e
essa
não podíamos
fornecel-a
de
Portugal
se
não
em
pequena
quantidade
ou
nu-
Imero.
Achamos,
porém,
felizmenle,
em
África
mesmo
—
que
era
onde tínhamos
um
Brazil, tão
rico,
tão
vantajoso
como
matérias
que
abrange,
profundamente
po
|o outro,
e
muito
mais
perlo,
—
abundancia
de
material
para
fazer quanta
gente
que
precisássemos.
Faltava
só
desbaslal-a,.
affeiçoal-a,
po-
|il-a
—
cathechisal-a,
educai-a,
isto
é, chri-
slúi»isaí-a.
,
.
„
Foi
assim
que
nós,
quando
em
Poi-
tugal
havia gente com
juízo,
e
não
pe-
Lreiros
melaphoricos,
a governar
e
din-
Igir,
adquirimos,
creamos,
formamos,
cr
niti-
que
no
que
ex-
e
d
’Africa
prmcipal-
lodas
essas
vantagens,
asna
Maçonaria
quiz
R. SARAIVA.
BIBL1OGRAPHIA
Theologia
Mora!
em Quadrou.
conciencias,
a
dirigir
e guiar
as
almas;
faltava,
porem,
um
estudo
redusido
e
or
denado
de modo
que
em
menos
tempo
e
com
pouco
trabalho
recordasse
os
prin
cípios
cuja
applicação
pratica
é a
cada
passo
urgente.
A
«Theologia
moral
em
quadros»,
damente
impressa
pelo
snr.
Chardron,
sendo
um
estudo
ordenado
e
methodico
de
to
das
as
doutrinas
lheologico-moraes,
é
uma
verdadeira
synlhese
de
profundos
estudos
feitos
sobre
aquelia
sciencia,
que
facilmente
póde
ser
consultada
já
pela ordem com
que
estão
dispostas
as
matérias,
já
pela
derivação
lógica
de
todas
as
queslões,
já
pela
clareza, simplicidade
e
até
amenidade
de eslylo com
que são
tratadas
todas
as
doutrinas
de
que
se
compõe
0
codigo dos
aclos
humanos.
Redusindo 0
que
vários
autores
tratam
diífusamente
em
intrincadas
contraversias
a
doutrina
formal
e
positiva,
o abbade
Martin
applanou um
dos mais
escabrosos
caminhos
que
o
estudioso,
quer
princi
piante
quer
consumado,
quer
discípulo
quer
mestre,
encontrava
ao
percorrer
os
ti
atados
d
’
aquella
sciencia.
As vantajosas
tentativas
de
Gonlia,
Neyraguet,
Busembaum,
foram completa-
mente
realisadas
pelo
abbade
Martin
pela
divisão,
de
todas
as
questões
jmoraes
em
•
quadros,
que
uma
taboa
analytic»
põe
u
’
um
abrir
e
fechar
de
olhos
ao
alcance
de
quem
deseja
consultar
diligente,
mas
pro-
veilosamente, qualquer
ponto
da
dou
trina.
A
selecla
bibliolheca
do clero illusirado
etnprehendida
e
continuada
pelo incança-
vel
editor
de obras
religiosas,
o
snr.
Er
nesto Chardron,
ficou
maravilhosamente
enriquecida
com
a
publicação
em
lingua
gem vernacula
da
«Theologia
moral
em
qua
dros»,
do
abbade
Martin.
E
se os
poucos
e
desalinhados
traços
bibliographicos que
temos
lançado
em
nosso
jornal
a
respeito
de
todas
as
publicações
:
religiosas
editadas
pelo
snr.
Chardron,
não
tem
sido
desmentidos
pelo
illuslrado
clero
que
delias
faz acquisição,
cremos
que
es
tes
não
serão
contraditos
pela
opinião
que
0
zeloso
ecclesiaslieo
tizer
em
presença
da
leitura
de
tão
excellenle
obra.
Ulile
esl
plures
a
pluribus
fieri
[librosj
diverso
slylo
na
diversa
/ide,
eliam
de
quaes-
liombus
iisdem,
ul
ad
plu-
rimos
res
ípsa
pervenit,
ad
alios
sic,
ad
alios autem
sic.
Depois
do
mal
a earamunha.
(S.
Augusl.
L.
I
De
Trin).
Ha
livros
cujo
titulo
indica
a
recom-
mendação
de
os
possuir, e
manifesta a
uti
lidade
de
os
lêr.
A
«Theologia
morai
em
quadros»
do
ab-
bade
Martin,
tradusida
pelo
snr.
dr.
Seabra,
é
um
delles.
Por
ser a
sciencia
de
todas
as
sciencias,
a
arte
de todas
as
artes,
como
lhe
chamou
S.
Gregorio Magno,
a
Moral é
lambem
a
mais
diílicil
de todas as
sciencias,
como disse
S.
Francisco
de Sales.
Immensamente
diversas
como
são as
silivas
em
grande parle
as
leis
que
com-
prehende,
iníinuamenle
variáveis
os
casos
que
occorrem
e
a
que
tem
de
atiender;
quem
hade
desempenha?
os
multiplicados
trabalhos
do
ministério
ecclesiaslieo,
so
bretudo
parochial,
sem
prejudicar a appli
cação
ao
estudo da
moral,
tão
vasto
mas
tão necessário
1
I Não
faltam,
é
verdade,
mestres
seguros.
Nós
estamos
bem
certos que
esta
ban
caria
sem
pés,
de casas fortes
sem metal,
de interesses
particulares,
de
impostura
sem
sciencia,
porque
a
sciencia
é
modes
ta,
hade acabar.
No
norte
já
são
quatro
os
bancos
em
liquidação,
sendo
a
liquidação
ue
tres
vo
luntária,
e
a d
’um
obrigada;
ha
mais
tres
em
moraloria,
não
fallando
nas
casas-ban
quinhos, que
liquidam
por caso
de
força
maior,
outras que estão
lambem
em
mo
ratória.
Depois
da
febre da
creação,
vem a
reacçào
da
liquidação;
porque
as
primeiras
entradas,
ou
o
primeiro
capital,
foi
em
pregado
em
papelada
que
pouco
ou
nada
representa,
e
com
a
suspensão
da
con
tinuação das entradas
dos
accionistas,
que
failiram
uns
de
facto,
outros
dè direito,
com
oscapitf.es
immobilisados
não
se
pó
de
caminhar.
Não
admira
que
as
cousas
chegassem
a
este
estado
deplorável.
Os
homens
ho
nestos
eram,
e
ainda
são
hoje,
repellidos
quando
se
occupam
dalguma
cousa
séria,
os
traficantes
reconhecidos
são
acolhidos,
quanio
tratam d
’aigurna
esperteza,
e
as
razões
d
’
este
acolhimento
e
d
’
aqueile des
prezo
são
obvias, lodos
as
conhecem.
Na
formação
dos bancos e
companhias
i-1
guias
salutares
que
ensinam
a
sanar
as
da
ultima
data
houve
exageração,
especu-
lação
de
papelada, e
poucas
d
’
estas em-
prezas
tinham
uma
razão
justificada que
favorecesse
a
agricultura,
a
industria,
e
o
commercio,
muito
embora
as
apparencias
fossem
essas.
Os
miopes
vêem o
mal
na
lei
das
sociedades
anonymas,
e
até
o
«sabio»
mi
nistro
das
obras
publicas
veio
do
Porto,
na
sua
ultima
viagem, capacitado
d
’
isto,
porque
estudou
alli
a
questão
a
fundo
com
os
mestres
notáveis
d’
aquella
escola-mo
delo.]
Temos
pois
a
esperar
mais
algum dis
parate
depois
de
tantos,
e será
uma
maior
desgraça
que
lei
tão
liberal
seja
alterada
e
restringida
porque
alguns
tino-
rios
e ambiciosos souberam pescar
nas
aguas
que
turvaram
para
melhor
fazer
a
caçada.
Attribuir
á
lei
o
que
é
só
obra das
irreflexões
d
’
uns,
da
toleima d
’
outros,
e
da
esperteza dos
traficantes,
não
póde
admittir-se. A
lei é
boa,
deve conservar-
se,
e
convençam-se,
que
com a
lição
que
muitos
levaram,
cremos que de futuro
será
executada
com
mais
madureza.
Deus
nos
livre
de
voltar
ao tempo em
que
para se
formar
um
banco
ou
compa
nhia
era
preciso andar
por
todas
essas
repartições,
desde
o
governo
civil
até
ao
ministro
e
parlamento,
e
que
para
se
obter
era preciso,
segundo
conta a
histo
ria,
gastar
muito,
dar
acções
beneficia
rias, fazer
muitos
outros
benefícios,
que
são conhecidos
das
pessoas
que
conhecem
essas
manobras,
com
que
o
snr.
Corvo
acabou,
e
bem
fez
elle,
que é
progres
sista
de
facto
e
não
de
palavras
ocias
como
os
espantalhos,
que
tal
se
appelli-
dam.
O
snr.
Barros
e
Cunha ficará sem
um
cabellinho
na
sua
respeitável
cabeça,
se
tal faz; a
sua
calva
já
não
é
pequena,
mas
ficará completa
se
cae na
loucura
de
em
tal
se
metler.
Não o
cremos,
porque
seria
um acto
injustificado,
e
que
póde
ser
interpretado
desfavoravelmente
ao
seu
credito, porque
o
facto
realisado seria
o
tirar
a
liberdade
de
todos para
entregar
aos
argentarios protegidos
e
poderosos,
todos
os
grandes
negocios;
porque elles
com
o
seu
poder tudo
podem
conseguir
emquanto
que aquelles
que
hoje
tem
li
berdade
de
acção
perdel-a-iam
desde
logo,
quando
não bajulassem o
poder,
e
fizessem
como
se
fazia
nos
bons
tempos
que
já
lá
vão,
em
que
uni deputado,
por
exemplo,
que
se
via
mal,
arranjava
com os
minis
tros
com
quem
estava
em
óptima
convi
vência,
um
banco
privilegiado,
que
lhe
désse
boa
posição,
e
o
pozesse
bem.
Um
prégador do
Cassino,
um
orador
de
S.
Bento,
um
palrador
do
Chiado,
não
seria
capaz
de
atacar
assim
uma
lei;
que
digam
lá
o
que
disser,
se
trouxe
males,
produziu
primeiro
bens,
e
hade
produzir
ainda
muitos
outros,
e
os
que
querem
destruil-a
são
alguns
que se
aproveitaram
d
’ella
para
se
collocarem,
e
querem
agora
com a
reslricção
fazer
reviver
as diílicul-
dades
antigas,
o
monopolio,
arredar
a
concorrência,
que
sendo
séria
e
bem di
rigida
é
sempre
util.
E
o
snr.
Barros
e
Cunha
que
tem
sido
um liberal,
o
palrador do
Chiado,
o
orador
de
S.
Bento,
e
o
prégador
do
Cas
sino
não
quererá
perder
tão
grandes
cré
ditos,
adquiridos
em
largo tempo,
lornan-
do-se
cunha
que
certos
figurões empregam
nos
seus
trabalhos
de
destruição. Vejam
como
disfructam asna leviandade
e
tiram
d
’
ella
todo
o
partido, como
está aconte
cendo
com a
celebre
companhia
real
dos
caminhos
de
ferro portuguezes,
da
qual
muito
breve nos
occuparemos.
Porque
os
negocios
lhe
sairam tortos,
porque as liquidações
não
foram
á
sua
vontade,
porque
os gastos de
muitos
eram
(e
são)
superiores
ás
suas
forças
e lhe
trazem
das
diíliculdades
das
necessidades
|
creacas,
torna-se
a
culpa
á lei
das
so
ciedades
anonymas,
quando só
devem lor-
iial-a á
sua
ignorância,
leviandade
e
am
bição desmedida,
porque
ninguém
se
quer
limitar
a
uma
miudaria,
querem
ser
gran
des
e
representar
como
senhores
opulen
tos,
cada
um
quer
ser
um
Crassus,
final
mente;
mas
no
meio
d’estes
Crassus
ridí
culos
se
levantam
sob
as
ruinas
dos
to
los,
os
ricassos,
que
envergonhando-se
depois
do
seu
berço,
vão,
apesar
da
sua
brutalidade, alguns,
civilisação
apparente,
outros,
pedir
a
commenda,
o
fôro,
o
ti
tulo,
para depois irem aos
bailes do paço
e
dançar
com
a
rainha
e damas
da
côrte.
Excellente
paiz
dos
brazileiros,
dos
agiotas,
dos
esperios,
de
transcendentes
transformações,
que
fazem
a
admiração
dos
estrangeiros,
que
sobre
nós
tem olhos
íitos,
para
nos
admirar
e
julgar.
Nomeou-se
uma
commissão
pa-a
conhe-
cer da crise;
parvoíce
no
caso,
disseram
uns,
troça
aos
tosqueados, disseram
ou
tros.
Que
póde pais
resolver
esta
sabia
commissão?
Nada,
apesar da
sua
filaucia.
Era
preciso
apresentar
estes
amigos
e
sábios
mais
uma
vez
na
scena,
como
os
salvadores
do commercio,
como
os
ho
mens
únicos
que
tem
cabeça
para pensar
e
para estudar,
e
no
fim
de
tudo
elles
nem estudam, nem
sabem
o
que
hão
de
estudar,
e como.
Porque
são
ricos?
Porque são
conse
lheiros?
Porque
são
directores
de
bancos
e caixas? Tudo
isso
nada
vale.
O
arranjar
dinheiro,
o
ser
rico
por
qualquer
circumstancia,
mesmo
o
ser
de
putado,
não
é
diploma
de sabio,
nem
ha-
liilitação
para tudo,
e
ás
vezes
por
cousa
ou
cousissima
nenhuma
A
fortuna
nem
sempre
procura
os
ho
mens
de
mais
préstimo;
ella
é
caprichosa,
e para
ser
rico
não
é
preciso
ser
sabio.,
nem
saber
muito, o
que
se
precisa prin
cipalmente
é
ser
manhoso
por
natureza,
astucioso
por
arte,
e
pensar
de
noite
no
que
hade
fazer
de
dia.
Já
vae
longo
este
artigo,
mas
ainda
se
não
disse
tudo,
e
continuaremos
a
nos
sa
analyse
em
quanto
durar
a
crise
da
bola
Oo
snr.
Manoel Gomes
da
Silva,
como
continuação
á
das
cautelas
do snr.
Roriz.
Assim deve ser.
O
Porto
e Lisboa uni
das
fralernalmente
devem
participar
das
glorias
e
das
magoas.
Assim
seja.
Amen.
GAZETILHA
Desmentido.
—
Hontem o
Exc.
mo
e
Revd.
rao
Snr.
Arcebispo
Primaz, havendo
dirigido
um
telegramma
ao
Exc.
m0
e
Revd.
mo
Snr.
Núncio
Apostolico,
em
que
pedia
noticias
ácêrca
da saude do
SS.
Padre
Pio IX,
pois
que corria
o
boato
de
que
elle
se
acha
em
perigo
imminente
de
vida,
recebeu
em
resposta
outro
tele
gramma
em
que
era
desmentido
tal
boato.
Exéquias.—
No
dia
27
celebrar
se-
hão, na
egreja
de
Soutello,
exequias
por
alma
de
s.
exc.a
revd.m
'
o
snr. D.
José
Joaquim
d
’
Azevedo
e
Moura,
arcebispo
que
foi
d’esla
cidade.
Os
revd.
m08
snrs. dr.
Lúcio
Antonio
da
Costa,
arcediago
de
Vermoim e
abbade
de Soutello,
e
Manoel
Fernandes
Lopes,
arcypreste
de
Villa
Verde,
convidaram
para este
acto
todo
o
clero
d’
aquelle
ar-
cyprestado.
Failecimento.
—
Hontem
de
manhã
a
V.
O.
Terceira
conduziu
para o
cemi
tério,
o
cadaver
da
esposa
do
snr.
Ma
noel
Antonio
da
Silva Paredes,
e
irmã
do
revd.
niu
conego
prior
da
freguezia
de
S.
Victor.
Acompanhamos
na
dôr
a
família ano
jada.
Exposição
agrícola.—
O
snr.
mar
quez
de
Vallada
disse
na
penúltima
sessão
do
conselho
de
agricultura
que
tenciona
promover
uma
exposição
agricola,
nesta
cidade,
no
proximo
futuro
anno
de
1878.
Bom Jesus
do Montei
Esmolas
de bemfeitores,
prato
das
capellas
em
setembro
Idem
em
outubro
Idem
colhidas
nas
caixas
do
tem
plo
em
19
de
novembro
Idem
obtidas
pelos
mordomos
ruraes,
recebidas
em
outubro
Idem
de
cêra,
liquidada
em
4
d
’
oulubro
Producto
de
estampas
vendidas
em
setembro
Idem
em
outubro
e
caixas
127^125
705015
1515235
20576!)
475580
1935350
1025140
7125205
Audiências
geraes.
—
Foram julga
dos
os
indivíduos
seguintes:
Dia 21.
—
Joaquim
Ferreira
d
’
Oliveira
Veiga,
da
freguezia
de
S.
Vicente
de Pen
so,
accusado
do
crime
de
offensas
corpo-
raes.—Condemnado
a
30
dias
de
prisão,
sendo 20
remíveis
a
200
reis
cada
dia
—Antonio
Rodrigues
Pedras,
menor
pú
bere,
da freguezia
de
Santa
Eulalia
de
Tegiões,
accusado
do
crime
de
offensas
voluntárias.
—
Absolvido.
Concursos.
—
O
«Diário»
de
18
corrente
publica:
Aviso
de
que
estão
a
concurso as
guintes
egrejas parochiaes:
Albergaria
(Santa
Cruz),
concelho
Albergaria,
diocese
de
Aveiro.
Brufe
(S.
Martinho),
concelho
de
Villa
Nova
de
Famalicão,
diocese
de
Braga.
Carvoeira
(Nossa
Senhora
da Luz),
do
se
de
concelho
as
Torres
Vedras,
diocese
de
Lisboa.
Castanheira
do
Vouga
(S.
Mamede),
concelho
de
Agueda,
diocese
de
Aveiro.
Espinho
(S.
Pedro),
concelho
de
Man-
gualde,
diocese
de
Vizeu.
Gondezende
(Nossa
Senhora
da
As
sumpção),
concelho
de Bragança,
diocese
de Bragança.
Leça
da
Palmeira
(S. Miguel),
concelho
de
Bouças, diocese
do
Porto.
Palaçoulo
(S.
Miguel),
concelho
de
Mi
randa,
diocese
de
Bragança.
Pelariga
(S.
João
Baptista),
concelho
de
Pombal, diocese
de
Coimbra.
Ramella
(S.
Pedro),
concelho
da
Guarda,
diocese
da
Guarda.
Roças
(Nossa
Senhora
da
Conceição),
concelho
de
Arouca,
diocese
de
La-
mego.
Villa
Gircia
(S.
Thiago),
concelho
da
Guarda,
diocese
da Guarda.
Villa
da
Ponte
(Nossa
Senhora
do
Amial),
concelho
de Sernancelhe, diocese de
Lamego.
Villariuho
dos
Freires
(Nossa
Senhora
das
Neves),
concelho
do
Peso
da
Regoa,
diocese
de
Braga.
FremioB
da
loteria.
—
A
lista
dos
prémios que
no
estabelecimento
de
loterias
do
snr.
Lotirenço
Marques
d
’Almeida,
no
Porto,
se
venderam na
loteria
de
10 de
novembro
de
1877
é
a
seguinte:
Com
600
pesetas,
ou
1085000
reis
os
n.
Ca
:
2153,
2462,
6105,
7876,
8394.
11991,
12502,
12700,
13298,
14968,
16375.
Com
400
pesetas,
ou
725000
reis
os n.
vS
:
1368,
4127,
4770,
4885,
8686,
12289,
16301, 16304.
VatnlftlisniB
-Refere
0
«Diário
II-
lustrado
que
o
snr.
Barros
e
Cunhu
con
tinua
a
sua
obra
de
destruição.
Como
to
da a
gente
sabe,
desde
o
escolar
mais
pueril,
o
templo
de
S.
Vicente
de
Fóra
é
um
monumento
histórico.
Bulir
n’
um
monumento
assim
é profanat-o.
O
templo
de
S. Vicente
é
visitado
por
quantos
es
trangeiros
passam
em
Lisboa, porque
não
ha
roteiro
da
cidade
ou
compendio
de
historia
pratica,
por
mais
resumido,
que
o
não
recommende
á
sua
juslificadissima
curiosidade.
O
snr.
Barros
e
Cunha,
in
dignado
contra esta
admiração
votada
ao
sumptuoso
edifício de
S.
Vicente,
vae
mandar
arrancar
da
capella
mór,
o
throno
grande
e
as
riquíssimas
cadeiras que
a
guarnecem.
Mais
uma
victima
da«
troças.
—No
sabbado
pelas
7 horas
da tarde
foi
agarrado
e
espancado
por
uma
Iroupe
o
snr
Tito
Vespasiano
C. Branco,
resultan
do-lhe
uma
fractura
funda
sobre o fron
tal e uma
fétida sobre
a
palpebra supe
rior
do
olho direito.
Dirigia-se o illustre
académico
para
casa
d
’uns amigos seus
residentes na Couraça dos Apostolos,
quan
do
foi aggredido
na
rua
da
Esperança,
iste
facto
tem
sido
lamentado
por
toda
a
academia
que
estima
o
snr
Tito,
e
por
toda
a
cidade
onde
conta
muitos
e
bons
amigos. Os
díscolos
nem
ao menos
obti
veram a
approvação
dos seus
condiscipu
os,
escreve
o
«Tribuno
Popular»,
de
Coimbra:
O
maior
queijo do mundo.
—
O
Canadá
tem
a
honra
de
ter
produzido
o
maior
queijo
do
mundo,
um
verdadeiro
queijo
gigantesco.
Saiu
d
’uina
fabrica
de
queijo
em
In-
gersoll
e
pesa
3,500
kilos.
Tem um
dia-
metro
de
6
pés
e
10
pollegadas,
gros
sura
de
3
pés e circumferencia de 21
pés.
Gastaram
se
para a
sua
fabricação
35
pipas
de
leite
fornecido
por
7,000
vaccas.
Eduardo
Malon.
—
Ha
pouco
o filho
unico
do
presidente
do
ministério
na
Bél
gica,
snr.
Eduardo
Malon,
recebeu
no
con
vento
do
Jesuítas
em Louvain
a
sagrada
ordem
de
presbyterato pelo
Núncio
Aposto
lico de
Bruxellas,
Mgr.
Vanuteili.
Uma
multidão
de
pessoas
da
mais
alta
illustração
e
aristocracia
assistiu
á
cele
bração
solemne,
e
Mgr.
Vanuteili
enthu-
siasmou
a
iodos
com
seu
belhssimo
dis
curso.
O
snr. Eduardo
Malon
mostrou
já
nos
primeiros
annos talentos extraordiná
rios.
Por
algum
tempo
professor
em
Liège
entrou
na
sociedade
de
Jesus,
na qual
ha
de trabalhar
muito
pela gloria
de
Deus.
O
joven
sacerdote celebrou
no
dia
im-
mediato
a
primeira
missa,
e
o ministro
presidente
recebeu
das
mãos
do
seu
filho
a
Sagrada
Communhão.
Túnel
«lo
Tamel.
—
Dizem
de
Vianna
que
os
trabalhos
do grande
tunel
do
Tamel
estão
muito adiantados,
pois
se
lhe
falta
o
revestimento
de
pouco
mais
de
200
metros
e
no
proximo
mez
de dezem
bro
deve
a
linha
ser
aberta
á circulação
desde
Darque,
na
outra
margem do
rio,
estando
já
promptas as
estações do
Darque
e
Capareiros.
Nos
primeiros
mezes
do
proximo
anno
deverá
estar
concluída
a
ponte
sobre
o
Lima,
e
então
será
o caminho de
ferro
aberto
á
circulação
até
Caminha.
Curiosidade.
—
Um
jornal
america
no
relata
um
engraçado
acontecimento:
Um
argentario
estava
no
seu
escripto
rio,
fazendo
contas,
emmassando
notas,
vendo
quando
terminava
o
prazo
dos
seus
credores,
etc.
De
repente
apparece-lhe
á entrada
do
escriptorio
um
sujeito
lodo
vestido
de
prelo.
O
argentario
estremeceu,
e
quasi
lhe
dava
um
desmaio.
A
custo
perguntou-lhe
o
que
queria.
—
Matál-o,
respondeu
placidamente
o
desconhecido,
apontando-lhe
uma
pistola
ao
peito.
O
prestamista
procurou tranquillisar
o
personagem,
e
dizdhe:
—Para
que
me
quer
matar?...
Eu
não
lhe
fiz
nada
!
-Roubou-me,
disse
o
homem
vestido
de preto; e.
ou
me
dá uma
somma
con
siderável,
ou
mato-o.
Depois
de
leve
questão, o
prestamista
entrega-lhe
um
masso
de
notas,
para
salvar
a
vida.
Ao
retirar-se,
o
homem
de
preto
en
trega
ao uzurario
nm
bilhete,
e
retira-se,
e
este,
ao
ler
um
bi!hele,
cahe
e
exc'ama:
patife!
O
personagem
que
entrou
era
nem maié
nem
menos
que
seu
filho
Williatn,
ausentè
ha
muitos
annos.
Eleiçõea
eatholieas,
—
As
noticias
da
Prussia
rhenana
dizem
que
por
toda
a parte,
principalmente
nas
grandes
cida
des como
Aixila,
Capelle,
Collogne
Bonn,
Dusseldorf,
Coblence,
as eleições
comple
mentares
municipaes
se
fizeram
em
sen
tido
strictamente
catholico.
Em Bonn,
o
resultado
era
duvidoso,
os
calholicos
tiveram
uma
grande
maioria.
Paraboii*.
—
E’
interessante
e
pro
fundamente
moral
a
seguinte
parabola:
Pedro
Tolo.
—
Vivia
nos
sertões
um
ho
mem,
chamado
Pedro,
que
conhecia
o
seu
arraial.
Veio-lhe
aviso
um
seu
irmão,
na
capital,
xando-lhe
boa
herança.
Era-lhe
pois
mister
longa
viagem,
para
.apresentar-se
e
rece
ber
os
cabedaes
do
laborioso
irmão, e
com
os
quaes
teria
elle
descanço
folgado
para
o
resto
dos
seus
dias.
Era
a febcidade,
em
summa.
Pedro
cacete
e,
na
madrugada
grande,
poz
se
a
caminho.
Caminhou
algumas
legoas,
e
deu
com
um
grande
rio
que
atravessava
a
estrada;
era
a
primeira
vez
que
elle
via
um
rio:
só
conhecia
enchurradas
e
lagôas.
Vendo
agora esse
rio tão
jrofundo,
disse la
para
si:
—
oh
!
oh
I
quanta
agua
!
parece
que
choveu
muito
ior
estas
paragens,
e
lá
por
minhas
bandas
tudo
ardendo
em
secca
!
Bem
tenho
ou
vido
dizer que
o tempo
aqui é
um
e
outro
n
’
outra
parte,
viajando
é
que
se
aprende,
bem
dizia
o comprade....
Mas
agora
o que heide
eu
fazer?
E
’
esperar
<
ue
se
acabe
essa
grande
enchurrada;
ella
ia
de
seccar
!
O
rio fazia alli um
cotovello,
tinha
grande correnteza
e
o
nosso
pobre
tolo,
lazendo
estas
reflexões,
mais se
capacitava
ne
a
agua
havia
de
passar
toda, e
0
secco. N
’essa
esperança,
sentou-se
á
sombra
e
es-
do mundo
só
dia
sem
da
morte
de
filhos,
e
dei-
emprehender
uma
fez
a
sua
troixa. enfiou-a
no
grande
e
q
córrego
(içaria
arreou
a
troixa,
aerou.
Havia
n
’
essa
vivia
de
passar
nôa.
Vendo
na margem
o
forasteiro,
des
amarrou
a canôa,
apromplou
o
remo
e
perguntou-lhe:
—
Quer
Vmc.
passar
o
rio?
—
Quero
respondeu
Pedro,
tenho
de
ir
receber
uma
herança
muito
valiosa.
—
Pois
então,
retrucou
o
bom
canoei-
ro,
embarque
se
na
canôa,
e
vamos com
Deus.
—
N
’
essa não
me
melto,
eu,
que
não
tenho
confiança
sua
canôa.
Não
lenho
pressa,
antes
quero
esperar.
—
Faça-lhe
muito
bom
proveito,
repli
cou o
bom
do
homem,
sem
saber
o que
pensar
d
’
aquelle singularíssimo
personagem
que,
tendo
negocio
de tanta
magnitude
e
interesse,
dizia:
Não
tenho
pressa
!
Entre
tanto,
foram
chegando
outros
viajantes,
passagem um
homem
que
os
viajantes
na
sua
ca-
nem
em
Vmc.
nem
na
mais
ajuizados
e
prudentes
que
passaram
na canôa,
e
seguiram feliz
viagem.
Pedro admirava-lhes
a
temeridade,
zombava
até
d
’esse
acto
de
confiança,
e
continuava
a
esperar
que
as
aguas
aca
bassem
de
passar,
para elle
atravessar
então
a
seu gosto;
mas
o rio
corria
sempre.
Veio
a
noite
e
Pedro julgou
melhor
recolher-se
a
casa;
voltou
no
dia
seguinte
<■
o
rio
continuava
a correio;
veio
Ires
dias
depois,
e
o
rio
sempre
a
correr.
—
Decididamente
ha
aqui
feitiço!
Essa
herança
não é para
mim: e
desanimado,
voltou,
cedendo
logo todos os seus
direi
tos
a
seu
primo
João que,
bem
ajuizado
como
era
passou
o
rio
em
canôa,
recebeu
a
herança,
e
viveu
o
resto
de
seus
dias
em
deleitosa
felicidade.
O
pobre
Pedro
(icou
na
sua
cabana,
curtindo
misérias,
passando
fome,
soflrendo
mil
tormentos.
Logo
que
se
espalhou
a noticia
d’
esta
negociata,
ficou
aquelle
pobre
homem
co
nhecido
com o
nome
de
Pedro
Tolo.
E
o
certo
é
que
maior
parle
dos
ho
mens
estão
no
caso
de Pedro
Tolo,
quanto
á
lembrança
celeste.
Temos
todos
em
nosso caminho
para
o
ceu
a
caudal
tor
rente
de
nossas
fraquezas
e
peccados,
e
é
preciso
atravessai-a
na
barca
da Peni
tencia.
O
Sacramento
da
Confissão
foi
o
santo
meio
que
Deus
deixou
para
sairmos
victoriosos
d
’essas
aguas
de
morte,
e
to
davia
a
maior
parte dos homens,
a
quem
se
oílerece
a canôa
de
salvação,
respon
dem;
—
Eu
espero
!
volto
amanhã...
d
’
aqui
a
tres
dias...
d’
aqui
a
um
anno...
e
vem
a
noute
eterna,
e
adeus
herança;
adeus
felicidade
!
Guerra
(H.i
«Srienís.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que seguem:
Londres
17
—0
«Stand.rd»
diz
que
o
sultão
exprimiu
a
necessidade
de Lzer
a
paz,
mas
que,
desconfiando
dos
desígnios
da
Rússia, continuará
preparando
a
defeza
Este
de
cejo
do
sultão
foi communicado
a
Lavard,
para
a
mediação.
A
Rússia
prose-
gue
mobilisando
tropas. Kars
continua
re
sistindo.
0
assalto
foi
adiado
em
conse
quência
do
mau
tempo.
Vienna
17
—
A
Servia
assegurou
á
Áu
stria
que
as
operações
milita'es
não
to
carão
na
Bosnia.
A
Áustria,
de
accordo
com a
Allemanha, acceilará
a
autonomia
da
Bulgaria
com
um
principe
christão
mas
não
russo.
A
Rússia
exige
a
acção
im-
mediala
da
Servia
contra
Mehemet-Pa-
chá.
Paris
18
—
Um
despacho
oíficial
russo
annuncia
que
os russos
tomaram
de
assalto
a
praça
de Kars.
0
combate
começou
hontem
ás 8 horas
da
noite,
e
terminou
hoje
ás 8
horas
da
manhã.
Os
turcos
desalojaram
a
cavallaria
russa,
que
havia
occupado
Berkowatz.
Depois
de
ter
inspeccionado
Nisk e
Chaikeni. Mehemet-Ali-Pacbá,
regressou
a
Sofia,
sexta-feira.
Londres
19—
Os
jornaes
inglezes
com-
mentam
a
tomada
de
Kars.
a qual
foi
re
viver
a
questão
dos
inglezes.
0
general
russo
Skobleff
Geou
conluso
«m
um
dos
últimos
combates.
Foram
repellidos
com
grandes
perdas
os
ataques dos
russos
contra
Etropoli.
Ragusa
19
—
Os
montenegrinos
tomaram
Spouz
e
occuparam
todo
o
lerritorio
nas
cercanias
até
Aibania.
Tiílis
19
—
0
general
Loris-Melikefl
entrou
em
Kars
no
dia
11
da
manhã
de
hontem.
0
combate
contra aquella
praça
come
çou
na
tarde
de sabbado.
sendo tomados
vários
fortes
durante
a
noite
e os
restantes
durante
a
madrugada.
Foram
aprisionados 40
batalhões
tur
cos na occasião
em
que
procuravam
fugir
da
cidade
de
Kars,
todos
os
fortes,
309
canhões,
bandeiras,
munições,
aprovisiona
mentos
e
lodo
o
dinheiro
cahiu
em
poder
dos
russos.
As perdas
dos
tnreos
foram
de
5:000
mortos
e
feridos
e
10:099
prisioneiros.
Londres
19
—
Tem
havido
vários
com
bates
dos
postos
avançados
nas
margens
do
Lom.
A
Grécia
comprou
25:000
espingardas
e
10
milhões
de
cartuxos.
Os turcos
levantam
fortificações
e
concentram
tropas
na
fronteira
da Ser
via.
Foi
preso
em Berlim um polaco,
sus
peito
de
querer
allentar
contra
a
vida
de
Bismark e
do
imperador.
Paris
20
— Um
despacho
de
Gorny
Dubnyk
com
data
de
16,
diz
que
a
si
tuação
não
muduu
em
Plewna;
em
conse
quência
de
Osman-Pachá
ler
reduzido
as
rações
poderá
sustentar-se
ainda
um
mez.
SECÇÃO
D£
COMMUinCADOS
Snr.
redactor.
Lendo
ha
pouco
em
o
n.®
21
do
«Jor
nal
da
Gmrdai
uma bem
elaborada
cor
respondência
do
snr.
João
Monteiro
de
Saccadura,
de
Malhada
Sorda, na
qual
se
encontra
satisfatoriamente
vingada
a
dignidade do exm.0
dr.
Francisco
Ma
noel
Martins
Manso, governador d
’
aqnel-
le
bispado,
contra
a linguagem
viperina
d
um
celebre
anonymo,
que
em um arti
go,
publicado
no
«Diário da Manhã»,
ou
sava
deprimir
o
caracter
illibado d
’
aquel-
le
sabio
e
virtuoso
sacerdote,
que,
presi
dindo
ha
muito
ao
regimen
d
’
aquella
dio
cese,
tem captivado
a
estima de
toda
a
gente
honrada,
que
se
não
eivou
ainda
com
as
falsas
doutrinas
dos
pregoeiros
infernaes,
nem
alugou
a consciência
a
mesquinhas
paixões,
julgava-me
dispensa
do
de
pugnar
em
defeza
da
verdade,
se
fosse
possível
que
aquelle
illustrado
jor
nal,
achando-se ainda
no
seu
começo, a
fizesse
peneirar
em
todos
os
ângulos,
on
de
se
infiltrou
a
mentira.
São
bem
do dominio
publico
a
cora
gem apostólica
com
que
os
snrs. Grai-
nhas
desposam
a
causa
da verdadeira
re
ligião,
e
os
progressos
inauditos
d'estes
operários
evangélicos,
á
escassez
d
’
outro
critério
que
nos
levasse
a
essa
eviden
cia,
é
prova exuberante
a
perseguição
que
constantem-mte
lhes
fazem
os
proselytos
de
Satanaz,
que
desejam
perpetuar
os impro
périos
e
insultos
com
que
os
primitivos
fariseus,
de
quem
elles
são
dignos
suc-
cessores,
escarneciam
e
immolavam
a
In-
nocente
Victima
do
Calvario. Proseguindo
sempre
na
violenta
guerra
aos snrs. Grai-
nhas,
como
sectários
do Crucificado,
em
uma
feliz lembrança,
engendraram
á
já
sa
bida
e
notoria
trama
de
accusarem de
solicitante
a
um dos snrs. Grainhas,
com
o
iniquo
fim
de
desvirtuarem
o
seu
pres
tigio,
e
introduzirem a
zizania
na
seara
do
Senhor.
Como,
porém,
o
perspicaz
e
im
parcial
ordinário,
perante
quem
foi
levada
a
delação,
discernisse,
qual
outro
Salo
mão,
a
malevolência,
não
das
doas
mu
lheres
que disputavam
a
maternidade da
creança
que
vivia, mas
d’
uma
infame,
e
provavelmente
assalariada
que
queria
re
produzir
a
ardilosa
cilada
ariana
contra
este
novo
Alhanasio,
não
se
curvasse
a
ser
instrumento
da
infrene
e
audaz
impieda
de:
dala
d
’aqui a
vergonhosa
sanha
que
o
mascarado
articulista
alenta
contra o
seu
meritissimo
governador;
é
esta
a
cau
sa
que
fez
garatujar ao
correspondente
do
«Diaria
da
Manhã»
o
memorarei
trecho
que
passo
a
transcrever do
«Jornal
da
Guarda»,
á mingua de
numeros
d
’
aquelle
«Diário»
que não
conta
por
aqui
assignan
tes.
«Temos
guardado
silencio
na
questão
da
solicitação,
que se
discute
no
tribunal
ecclesiastico
d
’
esta diocese,
não
só
para
deixarmos
toda
a
liberdade
d
’
acção
ao
jul
gador,
mas
porque,
tencionando,
quando
lôr
tempo,
pedir
certidão
de
lodo
o pro
cesso,
leremos
então
elementos
de
apre
ciação
mais
seguros
para
pormos
bem
ás
claras
a
inépcia
e principalmente
a
igno
rância (sic)
do
snr.
Francisco
Manoel
Mar
tins
Manso,
que
nem
ao
menos
sabe
res
peitar
a legalidade (sic)
na
organisação
d
’
um processo
simplicíssimo».
E
’
obvio
ao
leitor
o
interesse
directo
que
tal
escrevinhador tomava
na
accusa-
ção
do
snr.
Grainha;
e
quando
uma
par
te
litigante,
vasia
de
justiça,
vé
mallo-
grada
na
sentença
do
reclo
juiz
a
sua
injusta
prelenção,
é
motivo
assaz pondero
so
para
acoimar
de
inepto
e
ignorante
o
julgador?...
Que
dislate!...
O
beslunto que
diclou
á sórdida
penna
uma ião
impru
dente
e
calumniosa frase,
admira
como
não
fendera
o
craneo,
tornando
o
chami
né,
por
onde
fumegasse
e
vomitasse
as
lavas
o
ardente
vulcão
que
lhe
devora
as
entranhas!...
Quem accusa
de
inépcia
e
igno
rância
a
um Ordinário,
que
lem
instruí
do
a
sua
diocese
com orthodoxas
e
illus-
tradas
pasloraes,
as
qnaes
lhe teem
gran-
geado
o
geral
applauso,
não
só
dos seus
diocesanos,
mas
da
imprensa
catholica,
bem manifesta a
heterodoxia das
suas
cren
ças
religiosas,
e
ao
mesmo tempo um
co
ração
iufatuado
e
impregnado
de
ciume,
ou,
como
justameole
o appeliida
o
snr.
Saccadura, «ingrato
doido
de
invejas
e
ebrio
de
vinganças».
São
além d’isso
múltiplas as causas
porque
o
eximio
dr.
Manso
tem
concitado
o
odio
do
mencionado
anonymo,
e
d
’
algum
outro
quejando, que
formaram
o
ineeting,
que
no
dia*
immediato
ao
terceiro
de
ju
nho
ultimo,
em
que
se
celetyára
o
quin
quagésimo
anniversario
episcopal
do
Gran
de
Pio
IX,
fez amanhecer
o pavimento
das
casas
dos
cidadãos
egitanienses jun
cado
de
pasquins,
nos
quaes
se
continha
a
linguagem
hodierna
contra
a
egreja
e
seus
ministros.
Estes
lucifugas
que minam
nas
trevas
a
obra
do
Deus
da
luz,
exco-
gitam
todos
os
meios
para
doestar
o sabió
Ordinário
que
não
transige
com
elles;
e
que,
apesar
das
arduas
e.
frequentes
oc-
cupações
do
seu
diílicil
cargo,
que
desem
penha
com
esmero,
se dedica
ao
confissio-
nario,
e
vigia
incessantemenle o rebanho,
a
elle
commettido:
e
oxalá
podesse
recon
duzir
ao redil
do Senhor
estas ovelhas
desgarradas!...
Se a
nossa
diocese
briganlina,
que
é
actualmente
regida pelo
exm.
0
snr.
Anto
nio
Augusto
Rodrigues,
doutor
habilíssi
mo,
não
estivera
expurgada
de tão
ne
fastos
e
execrandos
anonymos,
sem
duvi
da
o
honroso
inerito
de
s.
ex.
a
, a
sua
acrisolada
virtude,
a
sisudez
e
tino
gover-
nativo
que
refulge
em todos
os
seus
actos,
bem o
constituíam
á
altura
de
ser
igual
mente
vilipendiado
por
um
tal
sycophante;
mas
felizmente
gozamos
tranquillos
a
ca
rência
d
’
esses
vis
sediciosos
que inGccio-
nam
a
sociedade,
sendo
cada
vez
mais
reconhecida
por
todos
a
acertada
escolha
que
o
venerando prelado
fizera
d
’
este
il-
luslre
cavalheiro,
para
n
’
elle
delegar
o
governo
da
sua
diocese.
D
’
aqui felicitamos
o
augusto
principe
da
egreja briganlina
pela
sabia
resolução
que
tivera
em
se
fa
zer
substituir
por
tão digníssima
pessoa,
já
que
os
seus
padecimentos,
que devé-
ras
lamentamos,
o
forçam
a
viver
separa
do
dos seus
diocesanos.
'
Rematarei, pois,
este
já
prolixo
com
municado.
por
cuja
inserção no seu
mui
to acreditado
jornal
desde
já
se
confessa
summamente
grato
este
que se lisongea
ser
De
v.
etc.
Bemposta
do Mogadouro,
10
de novem
bro
de
1877.
José Antonio
Marcos
Cordeiro
(presbytero).
SAÚDE
A TODOS
sem
medicina, pur
ganles,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
HEVALESOIÈAE
DU
BAKB.Y
de
Londres.
30
annos
«l
’
inx
r
ariavell
sueeesso
2
Combatendo
as
indigestões
(despepsia)
gastrica,
gastralgia,
Uegma,
arrotos,
amargor
na
bocca,
piluitas.
nauseas,
vomites,
irrita
ções
inteslinaes.
bexigas,
dizenteria,
cólicas,
osse,
athsina,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabeihes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito, na
gar
ganta, do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
(igado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue,
85:000
curas
en
tre
as
quaes
contam-se
a
do
duque de
Pluskow,
da
ex.
ma
snr.a
marqueza
de
Brehan,
Lord
Sluart
de
Dicies,
par d
’ln-
glalerra,
o
doutor
e
piofessor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311.
—Vervant,
28
de
mar
ço,
1866.
—
Senhor.
—
Bemdilo
seja
Deus!
A
sua
Kevaleseière
salvou
me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naturabneote
fiaco,
estava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito an
nos,
tratado
sem
resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
««vales-
eíère
me restituiu
a
saude.
—
A.
B
hune
-
lière
,
cura.
Cura
n.°
78:364.
—
Mr.
e
m.
me
Leger,
de
doença
do
fígado,
diarrliea,
tumor
e
vó
mitos.
Cura
n.° 68:471.
—
Mr.
Pierre
Gastei-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade de
85
annos;
a
Kevi»le«cière
re
moçou-o.
«Prégo,
confesso, visito os
doen
tes,
dou
grandes
passeios
a
pé,
e
sinto
o
espirito
lueido
e
a
memória
fesca.»
E’
seis
vezes mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenía
vezes
o seu
preço
em
remedios.
—
Preços
flxos
da
venda
por
miudo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas de
folha
de
lata,
de
*/
4
kilo,
500 ;
de
1
/»
kilo 800
rs
;
de
um
kilo,
l$40Ó
res;
de,.
2
1/,
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
12$00í) rs.
Os
biscoitos
da
Revalescière
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
lélOO
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaieseière
eí»«»co!tiíjt.sls*
;
ella
res-
titue
o appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes duras ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus, em caixas
de folha
de
lata de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis; de
48
chavenas,
1^400
;
de
120
chavenas, 3$200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
Í5A.KKY
4!
C.1
LIVKITEO.
-
Place
Vendôme,
26,
Paris. 77
Regent-
Streei,
Londres.
Valverde,
1.
Madrid.
Os pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito Central
;
snr.
Serzedeiio
<fc
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D
Pedro,
31,
32. Barrai & Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
Por
tai»,
J.
de Sousa
Ferreira &
Irmão, rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.
=
<veir«,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Bnreelloo,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.-—
Brnya,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça Municipal,
17 —
Antonio A. Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
VÉanna
«1»
€?•»-
teAlo,
Affonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
GaimarôM,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
silva,
drog.,
Rua
da
Rainha,
29 e
33.
—
Penaftel,
Miranda,
pharm.
—
Porta,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
hmão, Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R.
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Veimelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
f
de
Cedofeita,
160;
Fontes
& C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de D.
Pedro,
105
a
108; Anlonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a 227.
—
P®nte
«Ea
JU-
mw.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Poro»
<to
Varnim,
P.
Machado
de
Oliveira, pharma.
—
Vaieaça do
Vlinlio,
Fiancisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Villa
<B->
Conde,
a
.
L.
Maia
Torres
pharm.
ASUDECMSHTOS
Joaquim
Alves
Matheus,
tributa
o
seu
cordeai
reconhecimento
a
lodos
os cava
lheiros
e
amigos, que
lhe
dispensaram
a
honra
e
o
favor de
suas visitas durante
a
sua
ultima
doença. Pede
desculpa
de
o
não
fazer pessoalmente.
(616)
O
abaixo
assignado,
summamente pe
nhorado
para
com todas
as pessoas
de
sua
amisade
e
relações,
que
lhe
presta
ram
serviços,
e
o
cumprimentaram
por
occasião
do
passamento
de
sua
sempre
chorada
mãe,
Anna
Maria
da
Moi
ta,
a
todos
agradece
por
esta
fórma,
na
impossibilidade
de
o
fazer
pessoalmente,
todas
as provas
de
reconhecimento;
bem
assim
agradece
especialmente
aos
seus
dignos
collegas
ecclesiasticos,
que
se
di
gnaram
celebrar
missa
e
concorrer
aa
oílicio
fúnebre
que
por
alma da
mesma
teve
logar
na
capella
de
Nossa
Senhora
a
Branca.
A
todos
protesta
sua
inlelevel
grati
dão.
Braga
15
de
novembro
de
1877.
Padre
Ambrozio Fernandes d
’
Araújo,
(610)
Penboradissimos
pelos
immensos
obsé
quios
que
receberam durante
a
prolonga
da moléstia
e
por
occasião
do
fallecimen-
to
de seu
filho,
irmão
e
cunhado
Antonio
Maria
de
Magalhães
Cruz,
no
dia
6
de
outubro
do
corrente anno de
1877
—
veem
os
abaixo
assignados
testimunhar
por este
meio
os
seus
agradecimentos
e
a
sua
in
delevel
gratidão.
Anlonio
Polycarpo
Cardoso
Cruz
Francisca
Amalia
de
Magalhães
Cruz
Virgínia
Amélia
Cruz
Braga
Dulcidio
Polycarpo
Cardoso
Cruz
Francisco
Cazimiro
de
Magalhães
Cruz
Augusto
Cezar
de
Magalhães
Cruz
Leonardo
Antonio
Ferreira
Braga.
4$
juntas
dos
repartidores do
Concelho
de
Braga,
etc.
Fazem
saber que
a
matriz
da
contri
buição
industrial,
e
o
mappa
de
reparti
rão
e respectivas
matrizes
da
contribui
ção
predial
se
acbam
patentes
na
repar
lição
de fazenda
para
quem
as quizer
examinar, e
reclamar,
a
saber:
a
1." des
de
5
a
10
de
dezembro
proximo
futuro,
e
isso
de
versar
sobre
qualquer
êrro,
ou
sobre
a
annullação
de
qualquer
trimestre
ou
trimestres
a que
tenham
direito,
por
não
terem
exercido
a
sua
industria,
pro
fissão
ou
oíTicio
em
algum
d’
elles
no
cor
rente
anno;
e
as
2.
as
desde
15
a
20 do
dito
mez,
e
póde
versar
sobre qualquer
verba
da
contribuição
respeitante
a
prédios
urbanos, que tenham
licado
devolutos
du
rante
alguns
mezes
n
’este
mesmo anno.
Para
que
chegue
ao
conhecimento
de
lodos
se
passou
o
presente
e
outros
para
serem
aílixados nos logires
do
costume.
Braga
19
de
novembro
de
1877.
O
Presidente
das
juntas
(618)
Manoel
Joaquim
Penha
Fortuna.
ro
oíTicio
José Firmino da
Costa
Frei
tas,
correm
éditos
de
30
dias
citando
e
chamando
a
todas
as
pessoas
incertas
que
se
considerem
com
direito
e
arção
a
uma
propriedade
chamada
-
Campo
das
Portas
Novas,
e
mMta
junto
—
sita
no logar
de
Moiíquim,
fngurzia
de S. Pearo
d
’Es(e,
d'esla
coma'ca,
a
qual
havia
sido
enca
beçada
no
inventario
de
menores
a
que
se
procedeu
por
fallecmento
de
José
da
Silva,
morador
que foi
no
dito
logar
de
Mouqnim.
freguezia
de
S.
Pedro
d
’
Este,
no
co-herdeiro
José de
Barros
do
mesmo
logar e freguezia,
a
qual propriedade
foi
arrematada
em hasta
publica
por
José
Francisco
da
Costa
Oliveira,
d
’esta mesma
cidade
pela
quantia
de
5230-300
reis,
nos
referidos
autos
dhnventario, para
na
2,
a
audiência
d
’
este
juiso
posterior
ao
praso
dos
éditos que
começará
a correr
depois
do
2.®
annuncio
na
folha oilieial, verem
accusar
as
citações,
e
ahi marcar-se-lhes
mais
tres
audiências
para
deniro
d
’
ellas
opporem
o
que
tiverem
sobre
o pioducto
em
deposito,
sob pena
da
mesma
se
julgar
livre
e
expurgada de
todo
e
qual
quer
onus
ou
hypotheca,
para
o
arrema
tante
Declarando
que
as
referidas
audiên
cias
se
fazem
ás
segundas
e
quintas-fei
ras
de
cada semana,
excepto
nos
dias
santificados
ou
feriados
em
qué
se
trans
ferem
para os
seguintes,
que
ainda
o
não
sejam
também.
Braga 16
de
novembro
da
1877.
BREVIÁRIO
11(1111)11
iiUITO<i
OE
80
BIIS
Pelo
juiso
de
direito
d’
esla
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
do
primei
O
es
ri
vão
José
Firmino
da
Costa
Freitas.
Verifiquei.
(619)
Adriano
Carneiro
Sampaio.
L0TERI1 BE
LISBOA
LOUREKÇO
MABQBES
Com
estubeleeisnento
especial
de
loterias, affiançado
no
governo
civil
do
Porto.
RUA
DAS FLORES, 112
a
114, PORTO.
N
’
esle
feliz
e muito
conhecido
estabelecimento,
continua a
encontrar-se
sempre
á
venda,
os
bilhetes
e
mais
fracçóes,
os
quaes
se
vendem
pelos preços
mais
mo-
dicos
possível
.
Salisfazem-se
promptamente
para
as
províncias,
quaesquer
encommendas
que
se
jam feitas,
vindo
acompanhadas
da
soa
respectiva
importância,
em
vales
do
correio,
ou
estampilhas
do mesmo,
ou
ainda,
em
quaesquer
bilhetes que n’
oulras
exlracções
hajam
sido
premiados, mesmo
que
não tenham sido comprados
n
’
este
estabelecimen
to;
e
depois
de
cada
uma
exlracção. remelle-se
(gratuitamente) a
lista
geral
dos
prémios
a
todos
os
freguezes.
Igualmente se satisfazem encommendas para
o Brazil.
em
pequena
ou
grande
quan
tidade.
Em
quaesquer
terras
do reino,
onde
>ste
estabelecimento
não
tenha
correspon
dentes
prtviligiados, se
aceitam
correspondentes mediante
ás
condições usuaes.
Este
estabelecimento,
que bem
pode
dizer-se
um dos
mais
felizes do Porto, tem
sempre vendido
grande
numero
de
prémios,
pelo que
se
torna
recommendavel.
Iiiita
<lo»
prémio» maiores
vem
lido*
neste estabelecimento
«les.le
o principio do
corrente
unno,
até
8m
Acaba
de
sair
á
luz
a
nova desde
'
tanto
tempo
anhelada edição
do
Breviário
Romano
e
Lusi»ano,
de
que
é
editora
a Imprensa
Nacional de
Lisboa
Mais
de
meio
século
decorrido
depois
da
ultima
edição
portugupza,
a
multiplicidade
de
novas rezas
n’
este
iutervallo
publicadas,
varias outras
determinações
de
Roma,
e mesmo
alguns
melhoramentos
attinentes
á
maior
commodidade
do
Clero,
altamente
reclamaram
uma
nova
edição,
que
cahalmente
satisfizesse
a
todas
estas
condições.
E
a
todas
parece-nos
satisfazer
a
que
comprazemos
de
annunciar.
O
exc.
m
° snr.
Conse
lheiro
Administrador
Geral
d
aquelle
estabelecimento
póde
gloriar-se
de nada
ter
omiltido,
melhor,
de
tudo
haver
emprehendido
para
que
a presente
edição
em
cousa
alguma
desmentisse
o
alto
conceito
da
Typographia
editora,
tanto
em
ordem
aos
trabalhos
typographicos,
e
demais
annexos,
quanto
em
refaçio
ás
disposições
cano-
nicas,
a
cujo
domino
pertence
exclui
im
mente
a
direcção
organica
d
’
esta
e
de
simi-
hantes
publicações,
propriamente
ecctesiaslicas
ou
religiosas.
O
referido
exc.ino
snr.
Conselheiro
Administrador Geral,
guiado
pelos
sãos
e
reclos princípios
da
justiça
(em que
consiste
o
verdadeiro
progresso),
que
dá
a
cada
um
o
que
é
seu.
antes
do
começo
da
impressão
do
Breviário,
solicitou,
e
obteve
do
Eminentíssimo
snr.
Cardeal
Patriarcha
D.
Manuel, a
indispensável
licença
por
escripto, nomeando
ao
mesmo tempo
um ecclesiastico de
sua
confiança
para
em
seu
nome
vigiar
pela canonicidade,
integridade
e
correcção
d
’
esta
nova
edição-
e
auxi
liado
pela
decidida
dedicação,
empenho
e
vontade
de
ferro do
designado
ecclesiastico
vencedor
tenaz
de
não
poucas
e
graves
diíliculdes.
póde
ufanar-se
de
publicar
uma
edição
modelada
por outra
saida
dos prelos
do
insigne
Typographo
Romano
Salviucci
em
cuja
ultima
pagina se lê:
concordai
cum
originali
existenti
penes
Conqreaation
em
Sacvorum
Riluum.
In
ftdem
A. J. G. Fatuti
S.
R.
C.
secret
,
e além
d’
isso
enriquecida
e
augmentada
com
varias declarações,
e
algumas
addiçõès
emanadas
da
mesma
S. C.
posteriores
á
dita
edição
de Salviucci:
e
de
mais
a
mais
cotejada
em
tudo
o
que
é Escriptural
com a
Biblia
correcta
por
Sixlo V,
e
publicada
sob o
Pontificado
de
Clemente
VIII,
pela
Typographia
Vaticana
em
1592
escolhida
ex
pressamente
pelo já mencionado
snr.
Cardeal
Patriarcha D.
Manuel
de
saudosa
memória.
’
E
’
portanto
uma
edição pura
e
absolutamente
Bomana,
expurgada
de
não
poucas
rubricas
bastardas,
e
addicionadas
ás
Romanas.
Também
os
Códices
das
Dioceses
do
Reino
e
Domínios
foram
notavelmente
melhorados,
achando-se
na
presente
edição
enriquecidos de
varias
rezas, antífonas,
hymnos
e
orações
próprias,
que
ha mais
de
oitenta
annos
lhes
haviam
sido concedidos,
e
só
n’
esta
edição
apparecem pela
vez
primeira!!!
desapparecendo
d’
ella
outrosim
um espúrio
—
si
desil
—
que
por
tantos
annos,
por
vinte
lustros!!!
não
só
as manchára,
mas
também
fôra
um
eloquente
protesto
contra
a
imperdoável
incúria e
indisculpavel
preguiça
dos
editores
e
revisores
das
anteriores
edições,
e não set
de
mais
quem
...
C
°m!s
an°S
i
Sualn,ente
’ 1
ue
lodas
as
recommendações
e
determinações
dos
exc
mos
e
revd.
Prelados
foram pontualmente
cumpridas,
e
se, por
lerem
(algumas)
che
gado
fora
de
tempo,
se
não
consideraram
nos
seus
proprios
logares,
lá
se
acharão
em
appendices, ou
em
outros
pontos,
para,
quando
for tempo,
serem mais
conve
nientemente
colladas.
E
n
’
esle
logar
occorre
nos
recommendar
a
todo
o
respeitável
Clero que
não
perca
de
vista
os respectivos
índices
das Dioceses,
aonde
verão
indigitadas
as
suas
provisórias
ccllocações.
Em
conclusão,
podemos
asseverar,
pois
que
examinámos
minucicsamente os
quatro
grossos
volumes
de que
se compõe
o
Breviário
Romano,
em
que
a
presente
edição
reune as
condições
necessárias
para
se
dizer
e
ser
eslrictamente
canónica-
oi
iniciada
por auctoridade
do Prelado Ordinário;
foi modelada por
uma
edição
Romana
approvada
pelo
Juiz
competente,
a
S.
C. dos
Ritos;
nada lhe
falta relati
vamente
ao serviço
chorai
do
Clero
Portuguez;
é
flnalmente
a
approvada,
e
au-
ctorisada
a
sua
publicação
pelo
actual
Eminentíssimo
e
revd.
“°
snr.
Cardeal
Pa
triarcha
em data
de
30
de
janeiro
do
anno
corrente.
Emquanto
á
sua
correcção
quer
debaixo
do
aspecto
liturgico,
quer
do
grammalical,
cremos
que
também
poucJ
deixará
a
desejar.
Finalmente,
para
destruir
alguma
duvida
que
possa
suscitar-se
relalivamente
ás
oraçoes
de
S. Marçal.
Bispo
e
Confessor,
e
da
Santa
Iria
Virg.
Mart.
em
akuma
ou
algumas
Dioceses,
devemos
dizer,
que.
segundo
nos
inforamaram.
as
orações
inserias
no
Breviário
estão
approvadas pela
S.
C.
dos
Ritos
em
9
de
dezembro
de
187o.
Lisboa,
1876.
de
seleitibro
ultiinot
Na 22.
a
exlracção,
em
1
de
fevereiro
n.°
4018
C‘
>m
1008000
>
23.
a
s
9
»
»
1866
10
^000
28.
a
6
27
de março
»
1207
itJO^OOO
>
»
»
>
B
»
1860
D
100^0'10
D
3O.a
14
de
abril
»
1228
J)
10(^000
)>
3I.
:1
J)
))
24
»
»
2253
)>
•
10(1^000
»
n
))
»
s>
s
225K
lOfMoOO
32.'’
J>
»
2
de
maio
»
20,2
»
5:0000000
»
t>
»
»
»
U79
400^000
»
33/
11
» 2289
>
1
.(i<
Hf^oOO
>
»
»
»
»
»
172
»
1000000
»
34
“
íf
n
19
»
»
1932
1000000
»
33.
11
D
29
»
,
4<H4
»
5:0000000
>
36.
a
»
5
de
junho
»
1871
0
1900000
»
38
a
»
23
»
>
177
b
1000000
9
a
»
»
<2
de
julho
»
2032
6:0000900
D
3.
a
»
D
21
»
»
2004
))
1000000
>
4,
a
t
de
agosto
»
2299
b
2(100000
>
»
»
d
»
13
)7
b
1000600
6.”
>
21
»
»
1218
»
1090000
»
7.
a
»
30
»
»
1735
»
1()(|0(
MIO
»
»
M
»
•
»
3761
n
1000000
10/
»
»
29
de
setembro
»
2341
»
2000000
»
)>
d
»
«
»
1076
0
1080000
Vende-se
em
Lisboa
na
Imprensa
Nacional,
em
casa
dos
seus
commissarios
e
nas
hvrarias
do
costume. Preço,
em
papel,
7^200
réis
fortes.
Em
Braga
no
com-
missario
da
Imprensa
Nacional
Eugênio
Chardron.
(615)
Arrematação
O
Commandanle
do
destacamento
de
cavallaria
n.°
7
estacionado
em
Braga,
faz
publico
que
no
dia
26
do corrente
mez,
por
10
horas
da manhã,
no seu
quartel
se
ha
de
proceder
á
arrematação dos
es
tremes
produzidos
pelos
cavallos
do dito
destacamento desde
14
do
corrente
mez,
até
á
epoca
em
que
recolher
ao
corpo.
Quartel
em
Braga,
20
de
novembro
de
1877.
Cypriano
Augusto
Rodrigues
(620)
Alferes.
systema
monetário e
cambial, metrologia
universal; geographia, historia
e
direito
commercial;
algebra,
economia
política,
dezenho,
callygraphia,
linguas,
etc.
Está
aberta
a
matricula até
ao
l.°
de
dezembro,
dia
em
que se
inaugurará
o
curso.
Preço
em classe
—
2^500
1
Curso
diurno
Particularmente
—
4$5OO
|
e
nocturno.
Rua
do
Conselheiro Januario, 31.
(622)
(614)
ALCATRÃO
BA
RB
ER
O
N
Unlco que
contém todos
os princípios balsâmicos e
aromáticos de
Alcatrão
de Noruega.
Noa
fortes
calores
e
nas mudanças de estação, impede que a agua se corrompa: é uma bebida
hygie-
nloa
e preservadora de
moléstias
epidemlcas. —
Dóse
: uma
colherzinha nhim copo
dagua
accrescentada
a bebida ordinaria. — Preço
400
reis.
ALCATRÃO
RECONSTITUINTE
BARBERON.
com cworhvdrophosphato de
«u.
Consumpção,
moléstias do peito, tisica, anemia, dyspepsla, raohitlsmo,
moléstia» OM
ossos,
das mulheres e das crianças.
—
Preço
:
SOO
reis.
ELIXIR
FERRUGINOSO
BARBERON,
Gom
chlorhydrophosphato de ferro. -
Reoon-
Btitue
o
sangue
sem
causar o estomago.
Muito
sgradavel,
digestivo
• tonioo.—Preço : 800 rs
FOGO
BARBERON
PARA
OS
CAVALLOS.
Substitue
o
ferro candente Mm
destruir
o
pello.
Exito
infallivel e facil applicação. —
Preço
: 950 reis.
Depositos
:
BARBERON & C>»,
en
Ghâtillon-sur-Loire (Loiret),
França. Em
Lisboa,
snr.
•Barreto, rua
do
Lorèto,
n.°
28—
30.
(:]:
—
28)
O
Liheumatismo
Cura-se
radicalmente
com
a
«Pomada
Dumont»
que
se
vende
no
Deposito
de
Drogas
e
Produclos
Clumicos
de
J.
J.
R
dos
Santos,
na
rua do
Amparo,
22,
Lis
boa.
N
B.
Só
se
garante
a
vendida
alli,
pois
lodas
as
caixas
devem
levar
a
marca
da
casa,
para
as pessoas
que
não obtenham
resultado,
ser-lhes
entregue o
seu
im
porte.
(617)
PROFESSOR
DE GOMMERCIO
Acaba de
chegar a
esta
cidade'
um
professor
com muitos
annos
de
pratica
de ensino
do
curso
completo,
etc.
Também
lecciona
só
qualquer
das
dis
ciplinas,
como:
escripturação
mercantil ge
ral
ou
especial,
contabilidade
commercial,
CREAUA
Para casa
de pouca
familia
precisa-se
de
uma creada,
já
de
edade
adiantada,
e
de bom
comportamento.
Falle
á
rua
do
Alcaide
n.°
4,
das
3
ás
5
da
tarde.
O
GOUPON PRIMA
E
A
IMMACULADA
CONCEIÇÃO
*
_____
Exemplares.
o
03
1
o
LniSo
Parisiense
<ie
BlelEas
c
Artes
-I
BOULEVARD
DELA
MADELEINE,
17,
Ct>
c-
03
PARtZ
i!
o
Representante
em
Madrid
5
llȒ
Olivar,
0—9.°
o
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
