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- conteúdo
-
REE.IGIOSJL
Sí NOTICIOSA.
EDITOR
E PROPRIETÁRIO JOSÉ MARIA DIAS DA COSTA, RUA NOVA N.° 3 E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
5.°
ANNO
Rraga,
12
mezes
..............................
1&600
»
6
»..........................
850
Correspondências
partic.
cada linha
40
Annuncios
cada
linha
....................
20
Repetição.................................... 10
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
Províncias,
12
mezes............ 2®>000
»
6
»............
1^050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&C00
Folha
avulso..................
10
N.
u
664
BHAGA
—QUIIVTA-FEIStA
19
5ÍE
JULHO
me
18??
Nunca
a
política
militante
do
nosso
paiz,
assumiu
uma
feição
tão
cómica, deu
um
espectaculo
mais
soheranarnente
gru-
tesco,
do
que
actualmenle.
Regeneradores,
reformistas,
históricos.
progressistas=granjolas,
prelislas,
consti
tuintes,
e
tudo
quanto
significa
fracção
da
unidade
liberanguismo,
está
de cocoras
ante
o snr.
marquez
d
’
a
vila
—Petrus
in
cunctis
liberorio.
E
’
de
ver
o exforço que cada
um
d
’estes
partidos
faz
para
se
avantajar
nos
salamaleks,
nos requebros, nos
mil
na
dinhas
do
namorico,
afim
de
conquistar
as boas
graças
do
requestado
snr.
d
’
Avi!a
Amores
tão
puros,
tão
innocentes,
tão
desinteressados,
nunca
se puderam
regis
trar
nos
annaes
da humanidade.
Pois
se
os
aperaltados
namorados teem
na
bocca
uma colmeia
dabelhas,
e
no
coração
tres
casaes de
pombas...
E
para que
nada
falte
neste
concerto,
o
maldito
ciume
está
apostado
a
escor
raçar
as
abelhas
e as
pombas,
deixando
os
prelensores
transformados em
simples
morlaes
e em
rivaes
muito
simples,
que
se socam
ferozmente.
Mas
o
sôco
tem
neste
caso
uma
si
gnificação
mais alevanlada,
mais
papa-fina
do
que o
leitor
suppõe.
Aqui o
sôco
é,
nada
mais,
nada
me
nos
do
que
a
manifestação
da vida
do
sistema
constitucional!
!
!
São
elles,
os
interessados,
os socados,
que
assim
nol-o
aílirmam.
Se
nó<
tivéssemos
voto
na
matéria,
olhada
de
longe
e
bem
de
longe,
alvi
traríamos
—
que
em
vez do
sôco.
que,
con
soante
diz
o
povinho,
é
«bater de
meias»;
preferissem
a
bordoada,
como
a sabem
mandar
os
nossos
camponios
cá
do
Mi
nho.
O
sôco
produz
pouco barulho,
para
ser
a
trombeta annuuciadora
da
vida.
Não
concordam
comnosco?
Por
quanto
tempo
se
prolongará
ainda
esta
farçada
ridícula?
A
faze
que
hoje
apresenta
a
política
liberanga
do
paiz
natal
do
snr.
d
’
Avila,
hade
ficar.
E
’
o
fundo
azul do quadro
começado
a
palelar,
queríamos dizer—a
palhetar,
no
«alelier
*
do
Mindello.
(*)
Muitos
leitores do
Commercio
do
Minlto
devem recordar-se, de
que
não
querendo
o
Ponliíice
dar
a
Victor
Manoel
as
chaves
do
palacio
do
Quirinal,
que
era
delle
Papa,
os
flibusteiros
Piemontezes
e
Garibaldiuos
tiveram
de
arrombar
as
por
tas.
Farçolas.
A’ Heducção do
aCoiniEiereio «lo
Hinlioi».
Londres,
6
de
Julho,
1877.
[Conclusão]
SUMMARIO.
II. —Importantes
apreciações
do
Times
sobre
o
aclo
do
Presidente
Francez
etn
mudar
de
Ministério
—
Mutuo receio Pro
videncial
da
Germania
e
França,
que
pa-
ralysa
muito
a influencia
e
acção
das
duas
nações,
ou
antes
Governos,
em
relação
á
questão
Russo-Turca.
III.
—
A
maçonaria
de
Munich
toman
do
as
dores
por Guilherme
e
Bismark
de
Berlim,
em
consequência
da
comparação
pouco lisongeira que
o
Papa
fez
do
Rei
da
Prussia
com
o dos
Hunos.
IV.
—Peregrinação
da
imprensa
catho
lica
periódica
e
jornalística,
ao
Ponliíice,
e
oflerta
a
S.
Santidade
de
amostras
do
irabalho
meritorio d
’
esses
propugnadores
da verdade.
V.
—
Manifestação
constante
aqui
contra
a
ultima
mudança de
Ministério
em
Fran
ça
—Tudo por
aversão
ao Calholicismo,
e
pela
opinião,
que
a
Monarquia
o
protege
ria
e
favoreceria.
Porém
lá
se
deixa vêr,
logo
abaixo,
no
artigo,
o verdadeiro receio
do
Times
e
da
política
maçónica
Europea, no estre
mecerem
pela mudança
ein
Paris
que
desalojou
da
presidência
ministerial
no
Go
verno
da
Nação Chrislianissima
um
«livre-
pensador».
que
não
crê
em Christo!
—
Foi
pena
que
Julio
Simão
não
fosse
sub
stituído
por Ernesto
Renan
;
porque
en
tão,
em
vez
de
censuras,
houvera Mac-
Mahon
gosado
encomios,
até
do
nosso
amigo
Bulhão
Pato!
Dá o
Times ao Ma
rechal
uma
dedada
de
mel
pelos
beiços,
e
logo
lhe
indica
o
que
deve
fazer,
se
não
quizer irritar deinaziado todo o Bis-
marquismo,
Pedreirismo,
Garibaldismo,
Protestantismo,
Liberanguismo
Europeu (e
Brazileiro Também).
Diz
elle
Times
:
—
«Não
ha
razão
para suppor
que
o
Go
verno
Francez
tenciona
de
modo
algum
mudar
de
tão
sabia
conducta.
Se o
Ma
rechal
Mac-Mahon
não
é
um
perfeito
ho-
mem-de-Estado.
não
póde
deixar
de
vêr,
que,
seria
loucura,
comprar
o
apoio
do
partido
Clerical á
custa
de
actos
que
ir
ritariam
a
Allemanha
e
a
Italia.
«As
sympalhias
do
Duque
de
Boglie
com
esse Partido
estam
demasiado
sob
a
redea
da
prudência
para
lhe
deixar
que
aventure
qualquer alliança
política
com
o
Vaticano
;
e
o
Duque
Decazes
leve
cuida
do
de
informar
os
Agentes
Diplomáticos
Francezes
por
fora,
de
que
a sua
políti
ca
estrangeira
não
muda. O
expulsar
D
Carlos
de
Fiança
é,
sem
duvida, na
in
tenção
de
mostrar,
que o
Gabinete
não
é
guiado
a
cordões pelos
membros
extre
mos
do Partido
Ultrainontano.
«Isso
não
obstante
o
novo
Gabinete
já
deu
cuidado
á
Italia
e
á Germania,
e
alar
gou o
horisonie
visual
da
Questão
do
Orien
te.
Os
Ministros
Italianos ioram
obrigados
a
pronunciar
mensagens
tranquilisadoras
ao
Parlamento
;
e
ha
dias
agitou-se
Paris
pelo
súbito
regresso do
Príncipe
Bismark
a Berlim.
Suppoz-se
que
elle
voltava
do
seu
retiro
por
crer
que
a
formação subi-
ta
de
um Gabinete meio-mihtar meio-cle
rical
em França
era successo
ameaçador
para
a
Germania».
Vem depois
ainda
uma
serie
de con
siderações,
manifestando
todas
o mesmo
receio
de
que
os
diversos
partidos,
mais
ou
menos
Catholicos,
Legilimistas,
Orlea-
nislas,
Bonapartistas,
possam
conspirar
e
combinar-se
para
tratar
de
restituir
ao
Ponliíice
o
que
se
lhe
roubou.
O
Times
escusava
de
embrulhar
em
tantos
florea
dos
a
ideia
simplicíssima
e
obvia
que
to
dos
entendem,
isto
é:
—
Os
ladrões
eslam
sempre
com
medo
da
policia
e
da
justiça.
Ninguém
ha
que
não
perceba
isto
ao
pri
meiro
ennunciado.
Vem
depois
umas
linhas
do
mesmo
artigo
minto
importantes e significativas,
não só
na relação
em
que
o
Times
as
pro
duz
com
a
Questão
do
Oriente,
mas
com
outra
de
maior
importância
e
mais
perto
de
nós
; diz
elle
:
—
«Poderia talvez
não
ler
havido
contli-
cto
na
Turquia,
ou
poderá elle
ler
assu
mido caracler
muito
diiferenle,
se
as
mãos
da
Germania
«.(scilicel
Bismark)»
se
não
tivessem achado
aladas
pela
necessidade,
real
ou
supposta,
de
guardar-se
de
ataque
do
lado
da França.
O
fado
de
que
estas
duas
grandes nações
se
têm
neutralisado
mutuamente,
explica
o
porque
de
ter
só
rebentado
agora
a
tempestade que
ha tan
to
ha
estado
ameaçando
a
Turquia.»
Sim
sempre;
é
mesmo
assim
que
a
Providencia
Divina
sabe
dispor
as
cousas,
para
mostrar
aos
homens, e até aos
Po
tentados
e
Governos,
que
é
Ella
e
não
elles
quem
dispõe
os
successos
como
quer,
cá
n
’
este
pequeno
mundo
sublunar que
nos
deu
por
habitação e
theatro
de
nos
sos
dramas.
Assim quiz
Ella
atar
as
mãos
ao
orgulhoso
Bismark; e
de
modo
analo-
logo humilhou
as
aladroados
Monte-Cito-
rio
e
Quirinal
arrombado. (») Quem
tiver
lido
as
modestas
respostas
dos
Ministros
larapios
á Quadrilha
do
Monle-Cilorio,
co
mo
as
copiei
na
minha
ultima
epistola,
do
dia
8
do
corrente,
achará
que
sam
bem
merecidos estes meus
elogios
á
mo
déstia
ministerial
Buzzurra.
A
tal
Senhora
Providencia,
para
Se
di
vertir,
e
divertir
o
mundo,
á
custa dos
muito altos
e
poderosos Monarcas
e
Po
tentados
da
Buzzurria;
inventou
e
man
dou uma
praga de
Peregrinações,
que
sem
exageração,
assotnbráram
o Quirinal
e
o
Citorio;
deixando
brilhar
o
Vaticano
em
todo
seu
esplendor.
E
o
mais é,
que
as
mesmas peregri
nações
contagiosas,
até
fizeram
com
que
Bismark
e
seu Amo,
engolissem
sem
fa
zer caretas a
pilula
assás
amarga d
’
aquel-
la
comparação
que
Pio IX..
se
permittiu
fazer
com
um certo
Attila.
Exprime
o
Times
nas
seguintes
ver
dadeiras
observações,
a posição
reciproca
das
duas
nações.
França
e
Allemanha,
que
as
impede
felizmeule
de tomarem
parle
muito
direcia
ou
influente
na presente
questão
Oriental
:
—
«A
França
guiada
abertamente
por M.
Julio
Simão,
era
elemento
político diífe-
renle
da
mesma
França
dirigida
ou
regu
lada
pelo
Duque
de
Broghe,
o campeão
dos
Orleanisias
Ecclesiasticos,
e
por
M.
Fourlon,
esperança dos
Imperialistas.
Mais
do
que
nunca
será
lorçada
de
abandonar
qualquer
supervisão
dos
negocios
do
Orien
te,
para
altender
a
distúrbios
domésticos
e
vigiar
a
Allemanha.
A
Allemanha,
por
seu
turno,
tem de
vigiar
a
França,
e
assim
se
achará
menos
em
condição
de
dictar
o
ajuste
dos
negocios
no
Oriente.
III.
—
Londres, 12
de
Junho.
—
Com ef-
feito,
lá
deu
a
maçonaria
Bávara
signal
de
que
lhe
amargáram
como
triaga
as
pa
lavras
do
Pontífice
na
allusão
ao
«Flagel-
lo
de Deus»,
que
todavia
respeitou
o
Gran
de
Gregorio
antecessor de
Pio
IX.
Com
data
de
ante-honlem
escreve
ao Times
o
Correspondente
de
Berlim
:
—
«Em
consequência
de ter
o
Papa
n
’um
discurso
recente,
comparado
o
Imperador
d
’Allemanha com
Attila,
Rei
dos Hunos,
as
Auctoridades Municipaes
de
Munich
prohibiram
uma
procissão
em
honra
de
Pio
IX. Outra
procissão similhante
nas
visinhanças
de
Munich
foi também
prohi-
bida
pelo
Governo
Bávaro.»
Ninguém
se
póde
admirar
nem
de
uma
nem
de
outra
d
estas
prohibições
saben
do-se
l.°,
como as
Auctoridades
Munici
paes
de Baviera
tem
ha
muito
a
honro
sa
reputação de
maçonismo
e
liberanguis
mo;
2.°,
como
o
excêntrico
Rei
da
mes
ma
Baviera,
desde
Versalhes,
quando
pro-
poz
o imperialismo
do
Rei
da
Prussia,
tem
sido
o
jackal
do
velho
Guilherme
e
do Bismark.
IV.
—E
já
que
pego
no
Times de hon-
lem
para
commemorar
o
heroico
ressen
timento
maçonico
dos
veriadores
e
almo-
tacés
de
Munich,
colherei
d
’elle
duas
cou-
stlas
mais—sem
prejuiso da
tenção
que
tenho
de
ir
dando,
lodos
os
atrazados
que
respeitam
á
Peregrinação
Calholica
a
Ro
ma
;
pois
é
successo
historico
de
impor
tância
demasiada,
para não
deixar-se
re
gistada.
Copio
da
notável
correspondência
de Roma,
como
nas
minhas
duas
ou
tres
cartas
próximas
—
prededenles.
«Roma,
10
de
junho.
—
Esta
manhã
deu
o
Papa
audiência
na
Sala
do
Consis-
torio,
aos Representantes
da Imprensa Ca
lholica,
reunidos
de
todas
as
partes
do
mundo para oflerecêr
congratulações
a
S
Santidade
por
parte
dos
papeis que
repre
sentam.
Eram
presididos
por
Monsignor
Tripedi;
e
Monsignor
Parocch,
Arcebis
po
de
Bolonha;
que
fôra
elle
proprio
jor
nalista
em
algum
tempo,
leu
uma
adres-
se,
em
nome
da
Imprensa,
á
qual
Sua
Santidade
respondeu.
Apresentaram-se
nu
merosos
donativos.
Os
jornalistas
Hispa-
nhoes
offereceram
uma
valiosa
collecção
de moedas de
ouro. Cad.i
homem
da
Im
prensa
apresentou
um
exemplar
do
seu
papel,
formosamenle
encadernados
em
um
album,
contendo
adresses
de
congrattfa-
çõés
de cada
jornal
Calholico,
algumas
das
quaes
eram
esplcndidamente
illuminadas.
0
numero
dos
jornalistas
presentes
anda
va por
uns
400.»
Bom
é
que
a imprensa,
faça
de
dois
gumes,
um
d
’elles
envenenado,
e
com que
tem
feito
tanto mal;
outro
salutar
e
im
buído
de
antídoto
conveniente,
se hon
rasse,
e
fosse
honrada,
em
uma
homena
gem
semelhante
ao
Centro da
verdade
Ca
lholica.
Estou
certo
que
não
foi
o
tribu
to
offerecido
por esta demonstração,
o
que
deu
a
Sua Santidade
menor
gosto.
V.
—
E’
notável
o antagonismo
constan
te
do
Tini
s
e
seus
agentes
favoritos
ao
partido
e
opinião Legitiinisla,
em
França;
porém
a
causa
de
tal
fenomeno
está
no
constante
sentimento anli-calholico
do
Li
beranguismo
em
toda a
parte.
Á
ideia
de
que
uma
restauração
monarchica
em
França
poderia
ameaçar
a
obra Protes
tante e
maçónica
na
Italia,
é
a fome de
semelhante
rancor.
O
Correspondente
em
Paris,
escrevia
ao
papel,
ante-honlem
—
«Desde
hontem
o
Partido
Legilimista
tem estado
desarmando-se.
Diz-se
que
o
Marechal dera
seguranças
animadoras a
este partido;
que
não
tem
tenção
de
que
lhe
renovem
o
poder
além
de !88'>;
não
hade perseguir
os
Ultramontanos;
não
hade
excluir
systemalicamente
dos
empregos
aos
Legitimistas;
e
que
em
paga
d’
isso os
úl
timos
volarám
pela dissolução
da
Cama
ra,
etc.»
O
espirito de
John
Buli,
Protestante,
está
expressado
n
’
uma
das
caricaturas
pe
riódicas,
onde
se
vê
a
estatua
de
Mac-
Mahon
sobre
um
pedestal,
de
farda,
ar
mado
e
decorado,
mas
sem
cabeça,
e esta
em
baixo
no
chão
De
um
lado
vê-se
uma
figura
feminina
representando
a
França;
e
do
outro
Thiers, a
quem
a
França
se
queixa
de que a
estatua
em
que
ella
ti
nha
tanto
gosto,
perdera
a cabeça.
A.
R. SARAIVA.
GÂZETim
Clrantíe
procissão. —
No
proximo
domingo sae
da
egreja
do
Carmo,
a
pro
cissão
de
N.
Senhora
d
’
aquella
invocação,
a qual costuma
ser
das mais
ricas
e
imponentes
d’
esta
cidade
O
seu
itinerário
é
o
seguinte: ruas
do
Carvalhal
e
Santo André,
campo Novo,
rua
de
S. Gonçalo,
Alameda,
cau po
de
SanCAnna
(lado
sul),
rua do
Souto
e
rua
Nova de
Souza, praça
da
Alegria,
rua
dos
Biscainhos,
campo
de
D.
Luiz
I,
e
rua
do
Carmo.
■
*
)■
Ci.J
jW! m UB
JW
W
W
BW.IJ.WWM
Prohtbição.
—
0
snr.
governador
ci
vil
prohibiu o
fogo
de
dynamite, nos
arraiaes.
E
’
uma
medida
excellenle.
JHeza
«lo Bosn Jesus.—
Asseveram-
nos
que
por
ordem
do
snr. governador
civil
fôra
dissolvida
a
Meza
do
Bom
Je
sus
do
Monle.
Foi nomeada
uma
rommissão,
cujos
membros
ignoramos
ainda
quem
sejam.
Ao
snr.
governador civil.
—
Lem
bramos
ao ex.
‘
no
snr.
rnarquez
de
Vallada
que,
entre
a
realisação
das
suas
promes
sas,
se
não
esqueça
da
creação
do
pro-
jectado
asylo
de Mendicidade.
Para
esse
grandioso
melhoramento
não
tem
a
luctar
com
dilíiculdades
de
parti
dos;
porque
ninguém
ha
que
não
o
deseje,
e
que
para
o
levar a
etfeito
se
escuse
a
sacriticios.
E
’
muito para
desejar
que s.
exc.a
deixe
o seu
nome
ligado
a
uma
obra
de
vulto,
que
apregoe
os
benefícios
da
sua
administração;
—
o
que
jámais
conseguirão
medidas
onde apenas
parece
influir
o
in
teresse
pessoal,
e nun-a
o
geral.
O
asylo
de
Mendicidade,
quando
crea-
do,
valerá
ao
nobre rnarquez
mais louvo
res,
bênçãos e
adhesões
do
que todos
os
actos,
que,
para
colher
estas
ultimas,
sua
exc.
a
seja
irapellido
a
praticar.
Insistiremos
neste
assumpto.
CançAo populnr.—
A
mais
bella
d'enlre
muitíssimas
canções
populares que
conhecemos,
é
a
seguinte,
que
tem
por
assumpto o
mysterio
da
Encarnação
de
N.
Senhor
Jesus
Christo:
No
seio
da Virgem
bella
encarnou Divina
Graça:
entrou
e
saiu
por
ella
como
o
sol
pela
vidraça.
Quem
já
disse
mais
e
melhor
em
tão
poucas
palavras
a
respeito
do
mysterio
da
Encarnação?
Ijlquidnçfto.
—O
Banco
de
Ponte
do
Lima
decidiu
liquidar, tendo-se
antes
exo
nerado
os seus
directores,
que
ficaram
fazendo
parte
da
commissão
liqnidataria.
Thea6i-o.
—
Vae
hoje
á
scena
a come
dia
em
3
actos
O
laço
de
fitas, a
come-
<iia
em I
acto,
em
que
toma
parte
o
aclor
Taborda,
Inglez
e
Francez, e
a
co
me
:ia
Dispa-se.
Amanhã
representa-se
o
drama
O
Sal
timbanco,
original
do snr.
Antonio
Ennes.
Do
especlaculo
d
’
hontem
diremos
no
proximo
n.°
tXeviMtn de
&5Mho:».—
Recebemos o
n/
4 da
Revista
de
Lisboa,
do
que
é
redaclor
principal
o
snr.
dr. Pereira
de
Lima.
Agradecemos.
A
’
ex.ina
camara.—
Repetimos
o
nosso pedido
á
ex.
,ua
camara
para
man
dar
vigiar as
ruas
do
extremo
da
cidade,
onde
as
regateiras,
com
perfeito conheci
mento
dos
zeladores,
vão
açambarcar
quaes-
quer
generos que
veem
para o
nosso
mercado,
aíiin
de
os
revender para
mer
cados
de
fóra.
Todos
nós
somos
prejudicados
com
este
negocio,
contra
o
qual
lia
na
lei
dis
posições
muito
intelligiveis.
Esperamos
providencias,
porque
temos
direito
a
exigil-as
em nome
do
município,
e,
se
quizerem,
em nosso
nome
indivi
dualmente.
Monumento n í>. Pedro V.—
Vão
já
muito
adiantados
os
trabalhos
para
a
erecção
do
monumento
ao
saudoso
mo-
narcha
D.
Pedro
V,
o
qual
fica á entrada
<ia
alameda
do
campo
de
Sant’Anna.
Cofre central.
—
Do
cofre
de
Vian-
na
do
Castello
vieram
ha dias
transferidos
para
o
d’
esta
cidade
20:000^000
reis.
Julgamento.
—
Effectuou
se
nos
dias
17 e 18
o julgamento
do
snr.
João Igna-
cio
Ferreira
Roriz.
Este
snr.
foi
absolvido
de
toda
a
culpa,
e
isento
das custas do
processo.
Caminho de ferro do Minho.—
Por
lodo
o
mez
proximo
deve
ser
aberto
á
circulação
o lanço
do
caminho
de
ferro
entre
a
estação de
S.
Bento
e a de
Bar
cellos.
Consorcio.
—
Na
terça-feira
casou
em
Lisboa
com
uma filha
da
snr.
a
condessa
de
Murça,
o
snr.
Bernardo
Pindella,
sim
pathico
filho
dos
snrs.
viscondes de
Pin
della.
Ije-vo de
prezos.—
Seguiram
ante-
hontem para Barcellos, onde
vão
ser
jul
gados
no tribunal
d
’aquella
villa,
6
dos
prezos
da cadeia
d
’
esta
cidade.
Foram
escoltados
por
uma
força de
tenente
d
’
mfanteria
8.
lEieição
da
camara de Diabos
*
.
—
Na
eleição
da
camara
municipal de
Lis
boa,
a
que
se
procedeu
no
domingo,
ven
ceu
a
lista
proposta
pelo governo, por
maioria superior
a
1:000
votos.
melhoras.
—
Por
telegramma
de
Coim
bra
sabemos
que
o
snr.
Domingos
Cle
mente
Vieira
Machado,
digníssimo escrivão
de
fazenda
d
’
aquella
comarca,
vae
sentin
do
consideráveis
melhoras
dos
sérios
in-
commodos
que tem soffrido.
Congratulamos-nos
com
tal
noticia.
AdmiiiÈMrielor
do coneelho.
—
No
«Diário» de
16
vem
nomeado
adminis
trador
do
concelho
de
Braga,
o
exc.ni°
dr.
João
de
Paiva
Faria
Leite
Brandão,
ca
valheiro
que
já
em
tempo
exerceu
aqui
o
mesmo cargo.
Nomeação
acertadissima.
Seeea
no Brazil. —
Nas
províncias
do
norte
do
império
do Brazil,
continua
com
todos
os
seus
horrores,
a
secca.
Prin
cipalmente
no
Ceará,
era cada vez
mais
terrível.
Apenas
no
principio
de
junho
cahira
pouca chuva
miuda.
Não
havia
es
peranças
de salvar-se
os legumes
que
se
plantaram.
O
gado
abandonado
pelos
crea-
dores
morria
aos
magotes.
A
fome e
a
miséria
aterravam
o
pobre,
produzindo
no
mais
abastado
susto
e
desanimo.
Receia-
va-se
um
saque
na cidade
á
vista das
ameaças
do
povo
faminto.
Tinha
sido
grande
a emigração para
o
Amazonas.
Emquanto
que
no
norte
os
povos
se
vêem
a
braços
com
uma
horrorosa
secca,
no
sul
ha
inundação
sobre
inundação.
Com
as
chuvas
que
leem
cahido
ultimamente
fôram inundadas
as
villas
de
S. Sebastião
do
Cahy e
S.
João
do
Monte Negro
(Rio
Grande},
chegando
as
aguas a
invadir as
casas
edificadas
no
terreno
mais
alto
da-
quellas
villas.
As
casas estão
abandonadas
e
o
commercio
paralysado,
receiando-se
que
as
aguas
tomem
maiores
proporções.
Na
costa
do
rio,
as
mesmas
aguas
já
ha
viam
chegado
á
cumieira
das
casas
causan
do
grandes
prejuízos
nas
plantações
e
em
animaes,
que
teem sido
arrebatados
pela
correnteza.
Peregri niiríío i» Dotirdeu. —
Do
ornai
francez
«CUniverso
traduz
o
nosso
collega da
«Palavra»
a
seguinte
carta
de
Lourdes,
ácêrca
de
uma
peregrinação
que
ahi
se
dirigiu
de
Celte
(França).
Nossa
Senhora
de
Lourdes,
4
de
julho
Snr.
redactor.
O
seu
jornal
deu
noticia
da
nossa
pe
regrinação.
Agora
vou
participar-lhe
que
o
resultado
excedeu
toda
a
expectativa.
Como
estava
annunciado,
o
Revd."
10
Abbade Edmundo,
da
abbadia da
Imma-
culada
Conceição,
de
S.
Miguel, de
boa
vontade
se
prestou
a
presidir
aos
peregri
nos
de Cette;
acompanhavam-n’
o
cincoenta
dos
seus
religiosos,
indo com
elles também
aluemos
das
esch<das.
Depois
d
’um
dia
de
caminho
de ferro,
chegamos
finalmente
a
Lourdes
honlem
de manhã,
ás
7
horas.
Éramos
cerca
de
mil
e quinhentos
peregrinos.
Formamos
lodos
em
procissão
e
nos
dirigimos para
a santa
gruta,
onde
a
Mãe
de
Deus
ap-
pareceu
varias
vezes á
joven
Bernar-
detle.
Que
posso
eu dizer
ácêrca
da
cotnmo-
ção
que
se
apoderou
de todos
nós,
quando
chegamos
a
este
santo
logar?
Seria
ex-
pôr-mea
repetições;
estas
cousas
sentem-se,
mas
não
se podem explicar.
A
’
s
dez
horas
e
meia
o
Revd.
m
°
Ab-
bade disse
missa de
pontifical na
basílica.
Os
assistentes
estavam
admirados
do
luxo
e
da
magnificência
das
vestes
sagradas.
Como
sabe,
a
ordem
de
Promonlré
tem
por fim
o
cubo
exterior,
o
póde-se
dizer
que
o
Revd.
mi>
Abbade Edmundo
levou
ao
ultimo ponto
a
ideia
de
S.
Nor-
berto.
Não
menos
encantaram lambem
os
cânticos;
ás vozes
masculinas
dos
religio
sos
juotavam-se,
com
um
gracioso
accor-
do,
as
vozes
argentinas
das
crenças da
eschola,
sobre
a
habil
direcção
do
joven
hespanhol, bello organista
e
mestre-ca-
pella
da
abbadia de
S.
Miguel, D.
Agos
tinho
Garcin,
antigo
soldado
de
D.
Car
los.
Executon-se
uma
missa
de
Mozart,
com
o
credo
da
missa
da
consagração,
de
Cherubini.
Regia
o
côro Mr.
Sain
de
Arod,
antigo
mestre-capella
de
S.
Sulpi-
cio e
inspector
das
escholas
de
França.
Os habitantes
de
Lourdes,
apesar
de
ha
bituados
a
festas
esplendidas, ficaram
ma
ravilhados.
Não
se
ouvia
á
multidão
que
se
apinhava
na basílica,
senão
agradeci
mentos
dirigidos
ao
Revd
1110
Abbade
Ed
mundo.
Terminou
o dia
com
a
reunião geral
tios
peregrinos
na santa
gruta,
d
’
onde
depois
dos
cânticos de
acções
de
graças
a
Maria,
desfilou
a
procissão
das
luzes
de Antonio
Carvalho,
da
freguezia
de
Rus
sas;
José,
filho
de
Antonio
José
Fernandes
Canella,
da
freguezia
de Ruivães.
Foram
também
declarados
isentos
de
igual serviço,
por
despachos
do mesmo
Supremo
Tribunal,
os
seguintes:
Concelho
de
Celorico
de
Basto:
José
Gaspar,
filho de
Antonio
Gonçalves,
da
freguezia
de
Arnoia;
Joaquim,
filho
de
João
da
Penha,
da
freguezia
de
Molares.
Concelho
de
Espozende
—
José,
filho
de
•Domingos
Alves
Lage,
da
freguezia
de
Ge-
mez.es.
Tempestade.—
Bein
fértil
em
tem
pestades
tem
sido
o
corrente
anno.
Em
França
rebentou ha quinze
dias,
pouco mais
ou menos,
nas
povoações
de
Sinard
e
Avignonuet,
compellida
pelo
ven
to
oeste
uma,
que
segundo
noticia
á
Ré-
veil
du
Dauphiné,
foi
horrorosa,
Cahiu
uma
tal porção
de
saraiva, que
no
dia
seguinte
pela
manhã
conservava-se
ainda
em
vários
pontos
na
espessura
de
vinte centímetros.
Os
bocados eram
enor
mes:
sem
exagero,
tinham
as
proporções
de
um
ovo
de
gallinha,
e
alguns
pesavam,
12
horas depois da
procella,
de
50
a
60
grammas.
Searas,
vinhas
e arvores ficou
tudo
aniquilado,
e
as folhas
e
hastes
correspon
dentes
juncam
por
toda
a
parte
o solo.
Os telhados
e
em geral,
todos
os
prédios
soffreram
bastante,
e
as pessoas
que
la
butavam
nos
campos
ficaram
quasi
todas
feridas.
Algumas
creanças,
por
exemplo,
sur
giram
em casa de
seus
paes
com o
ro>-
to
seriamenle
mutilado
e cheio
de
san
gue.
JWffio ha mais nada!—
Quando
em
1830
os
socialistas
francezes
queriam,
como
querem
hoje
e
quizeram
sempre,
arrasar
e
destruir
tudo
na
ordem
social,
um
dos
mais
espirituosos
escriptores,
Roquelan,
publicou
o
seguinte
projecto
de
Consti
tuição:
«Artigo
l.°=-/Viw
ha
mais
nada
1
Artigo
2.°=Ninguem é
encarregado
da
execução
do
presente
decreto».
Meteóro.
—
Observou-se
em
Lagos no
dia 10
pelas 6
horas
da
noite,
um
lindo
meteoro
luminoso,
que
parecia
ser
um
bó
lide.
correndo
de
nordeste para sudoeste,
apresentando
um
bndo
corpo
vermelho,
e
illuminando
a cidade
d’
um azul
brilhantís
simo.
Por
eíleito
d’
optica
pareceu que bai
xava
nas
ruas
da
cidade,
e
na
praça;
até
algumas
pessoas,
se
desviaram,
com
receio
de que
a
massa
luminosa
viesse
cair
a
seus
pés.
Houve
gente
que
vio
na
apparição
do
meteoro,
o
acabamento
do
mundo;
o
mu
lherio
chorou
muito,
e
não
faltaram
os
ataques
nervosos,
inherentes
aos
grandes
sus'os!
Ao
desaparecimento do
meteoro
ouvio-se
uma
fortíssima
detonação,
que pareceu
si-
gnal
de socorro
no
mar;
e
não
admirava
esta
supposição,
por
que
a
bahia
n
’
essa
noite
estava
encapelladissima,
resultado
do
grande
levante
que
fazia.
O
que
é
verdade
é
que
este
fenomeno
deslumbrou
todos
que
o viram,
pelo
lin
díssimo eíleito que
produziu
O
telegrafo
ressentio-se
nos
appare-
Ihos.
Até a «PerseveranzA».—
Não
só
os
jornaes
protestantes,
até a
ilalianissima
e
impiissima
«Perseveranza»
de
Milão,
se
ri
da
circular
diplomática
de Mancini,
es-
pecialmente
por
elle
clamar
ao Papa
«in
grato»
—
«Queixar-se,
diz ella,
da
ingratidão
do
Pontitice,
e
magnificar
a generosidade
do governo
italiano,
parece-nos
—
fallemos
claro=ridieulo.
Lagnarsi deli’
ingratiludi-
ne
del
Pontífice,
e
magnificare
la
generositá
del
governo
italiano,
ci
pare
addiriltura
ridicolot.
Com
eífeito
é
como
se
o
imperador
da
Allemanha
pretendesse
que
Napoleão
lhe
fosse grato, por
o
ter
vencido
em
Sédan,
e
destruído
o
império
francez.
E’
como
se
o
marechal
Radetzki
pretendesse
que
Victor
Manuel
lhe
fosse grato
por haver
derrotado
em
Novara
seu
pae,
obrigando-o
a
ir acabar seus dias
no
Porto.
Se
o
mi
nistro
Mancini,
diz
com
razão
a
«Unilà»,
entende
d
’
esta
maneira
a
generosidade,
de
ve
ter
um
coração
bem
mesquinho,
para
outra
coisa
lhe
não chamar,
e
um
espirito
nada
melhor
que
o
coração.
Guerra do Griente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Paris 14
—
Um
telegramma
de
origem
turca
assegura
que
foi
mallograda
a
ten
tativa
dos
russos para
livrarem
o
corpo
de
exercito
cercado
em
Bayazid.
As
informações
recebidas
de Vienna
affirmam
que
a Áustria
fará
uma
tentativa
em
volta
da
estatua
monumeuJal,
erecta
em
lembrança
da
coroação
da
Virgem
de
Lourdes.
A
illuminação
realçada
com brilhantes
fogos
de
Bengala,
allumiava
esta
multidão
enlhusiasta,
que
se apinhava
em
redor da
Iinmaculada
Conceição.
Não sei
se
em
alguma
parte
se veria
jámais
um
especlaculo
egual
!
Os gritos
de
Viva
a
hnmaculada
Conceição!
e
de
Viva
Pio
IX! pozerain fim
a
este
feliz
e
demasiado
pequeno
dia.
Quizeram
associar-se
a
esta nossa
pe
regrinação
os
dignos
Bispos
de
Auch
e
Tarbes.
O
Revd.
mo
Padre
Jeronymo,
da
congre
gação,
n
’
um
admiravel
discurso,
moslou-nos
que
a
França
tem
precisão
de Christo
e
Christo
quer mesmo
tér
precisão
da
França
e
então
por
consequência
é
necesssario
que
lodos
nos tornemos
bons
christãos,
custe
o que
custar.
O
imperador Guilherme, papa
doa
protestontea.—
Diziam por
ahi
que
os protestantes
não
tinham
papa,
e
que
cada
um
podia
interpretar
a
Biblia
a
seu
talante,
por
inspiração privada,
—
coisa
mi
rífica,
a
que o
snr.
Pinheiro
Clngas
attri
bue
toda
a
qualidade
de
progressos,
até
nas
letlras
(muito
mais
nas tretas
—
deve-
se
confessar)
Mas
vae
senão
quando sae-
nos
agora
o
snr.
imperador
Guilherme
com
um
decreto, datado
de
Berlim
a
12
de
junho
de
1877,
no qual declara
que
o
Credo
ou symbolo apostolico
faz
parte
es
sencial da religião
protestante,
e
condem-
na
por conseguinte a
camara
municipal
de
Berlim,
que
havia
nomeado
um
ministro
do
coito
para
pastor
de certa
egreja
—
um
tal
Hossebacher—cuja
razão
privada
lhe
dizia
que
o
Credo
não
merecia
a
minima
crença.
Hossebacher
foi
portanto
excommunga-
do
!...
nã<>
sabemos
se também
os
munícipes
berlineses.
Quem
desejar
ler
o
documento
por
in
teiro,
proctire-o
em
qualquer
folha
ademã,
de
mea
ios
de
junho,
e também
na
«Unitá
Caltolica»
de 27
d
’
esse
mez.
0
que
dirão
a
isto os
amigos
da
liberdade
liberal
?
A
proposito:
—
Já
leram
o
artigo
«
Os
livres
pensadores
e
a
ordem
solicial»
do
snr.
dr.
Moita Veiga
na
Revista Theolo-
gica
de
Coimbra
(n.
os
3
e
4)?
Vale
a
pena.
Arrojo de marinheiros.—
Dizem
d
’
Aveiro
que
leem
sabido
d
’
alli
para
Lisboa
algumas
enviadas
(barcos
varinos),
coni
carga
de
madeira.
Parece
impossível
que dois
homens,
apeoas,
se
metiam
em
tão
pequenos
bar
cos,
carregados
em
demasia
e
vão
sulcando
o
mar
até
á
capital.
São
de
Jihavo,
estes
arrojados
marí
timos.
Cana!
de
«wez.
—
Atravessaram-o
no
mez
de
junho
ultimo
109
embarcações.
Pagaram
de
direitos 2.090:000
francos,
ou
réis
418
cornos.
O
conde Arnim
—O
famoso
conde
Arnim,
que
era
embaixador
da
Prussia
jun
to
do
Santo
Padre quando
foi
invadida
Roma
em
1870, e
para o
que
elle muito
concorreu,
lendo
caido
na desgraça
dos
seus
amos,
como
já
lodos
sabem,
depois
de
ter
sido
processado
e
preso,
jazia
cego
inchado
e
moribundo
em
Niza e
com outro
processo
pendente.
Elle
que tanto
bara
fustou
contra
o
concilio,
que
apressou
a
invasão
de
Roma,
que
odiava os
catholicos
e
despresava
o Papa,
caiu
na
ultima
mi
séria.
Justos
juizos
de
Deus!
Acatemol-os
e aprove
tem-nos
os
novos
perseguidores,
já
que
esquecem
os
castigos
dos
Heliodoros
e dos Nabuchodonosor
da
antiguidade.
Serviço
«lo
exercito. —
Por
despa
chos
do
Supremo
Tribunal Administrativo,
publicados
no
«Diário
do
Governo»
de
12
de
julho, fôram
declarados
sujeitos ao
serviço
do
exercito,
entre outros,
os se
guintes
mancebos
d
’
esle districto:
Concelho
de Celorico
de
Bisto:
Ansel
mo,
exposto,
filho adoplivo
de
Maria Quei
roz, da
freguezia
de
Azilde;
Manoel,
filho
de
Antonio Teixeira
Machado, da
freguezia
de
Cassarilhe;
Casimiro
Pinto,
filho
de
José
Pinto,
da
freguezia
de
Canedo.
Concelho
de
Terras
do
Bouro—
Manoel,
filho
de
José
Antonio
Fernandes,
da
fre
guezia de
Souto.
Concelho
de
Braga
—Miguel, filho
de
José
Maria
Mendes, da
freguezia
da
Sé.
Concelho
de
Barcellos—Francisco,
filho
de
Domingos
Ferreira
de
Carvalho,
da
freguezia
de
Aguiar
(Santa Lucrecia); Ma
noel,
filho
de
José
Pereira
da
Cunha,
da
freguezia
de
Sequia;
José,
filho
de
José
Antonio
dos
Santos
Machado da
freguezia
de
Villa
Secca.
Concelho
de
Vieira—
Francisco,
filho
te
anno,
os
seguintes
súbditos
portugue-
zes:
Antonio de
Almeida,
43
annos,
soltei
ro;
Domingos
Valente,
31 a.,
s.;
Francis
co José
Alves
da Silva,
51
a.,
s.; Fran
cisco
José
da
Rocha
Sobrinho.
57
a.,
ca
sado;
Manoel
Birboza
Ferreira,
29
a.,
s.;
Marianna
Carolina
Freire
Pedroza,
35
a.,
s.
O
segundo
d’estes
portuguezes.
filho
de
Manoel
Valente,
é
natural
de
Arouca,
e
falleceu
ab
intestalo,
deixando
um
pequeno
espolio
que
poderá
liquidar
cerca
de
600$0(J0
réis
fracos.
—
No
Rio
de
Janeiro
falleceram em
22
de
junho
Manoel
José
Gomes
Chaves,
21
annos;
José
Maria,
29,
Manoel
Nunes,
46.
Em 23
Marianna Lopes da
Silveira,
48
Em
24
José
da
Costa Pereira,
40;
Adriano
José
da
Fonseca,
19;
João
Domin
gos
Ferreira,
35,
e
Francisco
Vieira
Nu
nes,
78.
<je
mediação Ião depressa
uma
batalha
de
cisiva
tenha
determinado
a situação
mili
tar
dos
belhgerantes.
Constantinopla
15
—
Os
turcos
preparam-
se
para
atacar
o
exercito
russo
no sitio
de
Rouslehouk.
O
exercito
turco
da Asia
dispõe-se
a
invadir
a Rússia no
dislricto
de
Erwan.
Os russos
continuam
a
concentrar-se
a
o
norte
de
Kars.
Bucharest
16
—Os
russos
occuparam
liontem de
tarde
as
alturas
que
dominam
Nicopolis;
esta
praça
fóra
abandonada
de
manhã
pelos
turcos.,
A
vanguarda
dos
cossacos
chegou
até
ao
fim
de
Sagra.
Os russos
que
occuparam Gabroua
avan
çam para
Slimino
e
operam
um
movimento
envolvente
procurando
isolar
os
turcos
no
quadrilátero
Balkans
emquanto
que
os
tur
cos,
operando
em
direcção
de
Plewna, pro
curam
cortar
as
communicações
do
É
Danu-
bio
aos
russos.
Parecem
imminentes
os
ataques
deci
sivos.
Constantinopla
16
—
Rouf-Pachá,
com-
mandante
em
chefe
do
exercito
de
Andri-
nopla,
vae
a
Kassan
com
reforços
consi
deráveis.
Está
imminente
uma
grande
batalha
Bucharest
16—
A guarda
avançada
do
exercito
russo
chegou
ás
visinhanças
de
Rasgrad
entre
Schunla
e
Rou,lschouk.
Os
russos cortaram
o
caminho
de
ferro
entre
Rasgrad
e
Roustchouk.
Em
consequência
da
passagem
do
rio
Gantra
pelos
russos,
a
cavallaria
turca re
cua
sobre
a
ribeira
de
Loun.
Paris
16
—Um
despacho
de
Constanti
nopla
noticia que
18
batalhões
russos
pas
saram
os
Balkans
em Chabimbok.
Pesth
16
—
Os
russos
foram
repellidos
nos
arredores
de B toum
por
Zumil-Pachá
que
penetrou
no
território
russo
em
direc
ção
de Tiílis.
Os
turcos
ficaram
vencedores
em
Plew
na
e
foram
batidos
em
Tirnoma.
Os
russos transposeiam
os
Balkans.
Chegaram
já a '1
itisnoghova,
estação
do
caminho
de f-
rro
entre
Lamboli
e
Andri-
nopla
o
corpo
do
exercito
russo
em
força
de
5
mil
homens.
A Detrowa
ao
norte
de
Balkans
pro
ximo
a Kassan
foram
enviados
reforços
aos
turcos
para
a
Bulgaria.
Suleyman-Pachá
é
esperado
ámanhã
em
Constantinopla.
Continuam
resistindo
os
russos
que es
tão
cercados
em Bayazid.
Londres
17
—
0
«Standard»
conimentan-
do a
passagem
dos
Balkans
pelos
russos,
diz
que
nem
o
governo
nem
a
nação
in
gleza
permitlern
játuais
que occupem
Con
slanlinopla.
Houve
sangrento
combale
em
Genia-
sadrgh
onde
os
turcos
se
haviam
collocado
á
esquerda.
Foram
soccorridos
por
Reouf-Pachá
e
repelliram
o
exercito russo
para fóra
da
passagem
com
perdas terríveis.
A
Porta
fez saber
ás
potências
que
não
abrirá
os
Dardanelos senão
a
navios
per
tencentes
a
esia
los
que
tenham
prometndo
approvar
a
guerra
da
Turquia
contra
a
Rússia.
Confirma
se
que a
vanguarda
do
exer
cito
russo
passou
os Balkans
no
dia
13,
apoderando-se de
Hanchia
no
dia
14.
Na
camara
dos
deputados,
Bourk,
res
pondendo
a
Genkins,
disse
que
não
tinham
recebido
informação
alguma relativa
á
in-
troducção
da lingua
russa
na
adminislia-
çào da
Bulgaria
e
por
consequência
é
im
possível responder
positivamenle
o
que se
fará
Bucharest
17—
A
guarnição
de
Nicopo-
lis
rendeu-se
com 10
canhões
e 6:000
homens,
dois
pachás
e
dois monitores
turcos.
A
batalha
durou
16
horas.
Portugizeaes
fallecidos.—
Durante
o
mez
de
março
ultimo
falleceram na
ci
dade
de
Santa
Maria
de
Belem,
no
Pará,
os
seguintes
súbditos
portuguez.es
:
Albino
da
Silva
Castro,
42
annos, ca
sado;
Anna
Maria
das
Endoenças
Costa
Salgado,
32
a.,
c.;
João Fernandes
Ge
neroso,
60
a.,
viuvo;
Joaquim
Ferreira
Soares,
31 a.,
c.;
Jeronymo
Ismael
de
Castro
27
a.,
solteiro;
Manoel
Ferreira,
44
a.,
c..
Manoel
Matl.eus
Camara,
35
a.,
s.
Do
primeiro
d
’esles indivíduos, do
qual
se
ignora
a naturalidade
e
filiação, arre
cadou
o
consulado
de
Portugal
no
Pará
a quantia
de
200^000
réis,
moeda
brazi-
leira.
Dos
demais
fallecidos
não
houve
espolio.
Igualmente
falleceram
na
Bahia,
nos
mezes
de
janeiro
e fevereiro
do
corren
Snr.
redactor.
De
todas
as
vezes
que
tenho
de
re
correr ao
seu
muito
acreditado
jornal
são
ouUos tantos
obséquios que
v.
me
dis
pensa
e
que
ficarão
gravados em
meu
co
ração
para
o
meu
etérno
reconhecimento;
pvrisso
vou
hoje
entrar
mais
uma
vez
na
liça da
imprensa
e
desperdiçar
alguns
momentos
para
responder
a
meia
duzia
de
banalidades
que
o
professor
de
S.
Mi-
giuel
de
Villarinho,
João
Baplista
de Frei
tas,
vomitou
nas
columnas
do
«Imparcial»
421,
referindo
se
a
um
communicado
in
seriu
no
«.Commercio
do
Minho»
638,
e
que
áquelle
snr.
presume
ser
eu
o
auctor,
havendo
a
illustrada
redacção
declarado
que
não sou
eu o
correspondente.
O
snr.
Freitas ousa
dizer
<tqne
preciso
se
me
cheguem
as
cousas
mesmo
a
ponla
do
nariz
para
comprehendel-as».
Pelo
que
vejo, snr.
Freitas,
em
Rilhafolles
estão
algumas
pessoas
com
menos
rasões
e que
talvez
não
disparatassem
cá fóra
tantas
sandices;
todavia
preciso
desaffronlar
a
minha
dignidade
atacada
com
um
acérvo
de
dislates,
com
que um
collega
degene
rado
pretende
denegrir
o
meu credito
de
professor
que
sempre
gosei
ante os
meus
superiores
e
em
face
do
publico
sensato.
Para
esta
povoação
que
sabe
os
mo
tivos
do
rancoroso
odio com
que
o
snr.
Freitas
pronuncia
o
meu humilde
nome,
desnecessário
era
gastar
uma
só
pennada
de
tinta;
porque
lodos
sabem pesar
as
rasões d’
este
pleito;
mas
o
publico
de
fóra
que
tenha
lido
esta
polemica,
ignora
as
suas
causas;
porem
demonstradas
á
luz
da
imprensa,
saberá
julgar
a
minha
in-
nocencia.
Dos
he
liondos escriptos
que
um tal
Verilas
tem
lançado
no
«Imparcial»,
de
Guimarães,
onde
lambem
o
snr.
Freitas
fez
a
sua
estreia
a
meu respeito,
esses
devo
despresal-os
como
producções
asque
rosas
dum
homem indigno
mesmo
de
cal
car
a
lama
mais
fétida e
immunda;
mas
porque
se
identificaram estes
dois
histriões
(e
mais alguns snrs.
da
mesma
tramoia)
direi alguma
cousa
aos
seus dichotes
com
que
ambos leem
alastrado
as
columnas
do
«Imparcial»
418
e
421.
Neste ultimo
vem
o
snr.
Freitas
com
seus
pannos
quentes
para o publico
explanar
rasões
com
a
sua
lógica macarronica,
mas
que
de
ninguém
são
recebidas
a
não
ser
por
alguém
da
mesma
eslôfa; i
porque
todas
as pessoas
que
o conhecem e
estão
ao
facto
da
lopo-
graphia
do terreno
o
acreditarão».
Sim,
snr.
Freitas,
lodos
o
acreditarão
e
até
sabem
que tem
posto
em
agitação
todas
as
fibras
do
seu
systema
nervoso
contra mim;
porisso
explique-se
mais
cla
ramente,
e
diga:
—Todos,
conhecem
o
bi
cho
roedor
da
inveja,
que
me
devora
as
entranhas
e
me
definha
a existência
por
eu
não
poder
possuir
a cadeira
de
S.
João
das
Caídas,
para
a
criação
da
qual tanto...
tanto...
tanto
trabalhei
e
algumas pessoas
empenhei;
e
para
cumulo de infelicidades
vejo-me
na
dura
obrigação
e
sem
remis
são alguma, de
dar
para
a
renda
da mes
ma
a
quantia
de 5$0(J9 reis
antiuaes,
isto
no decurso de
10
annos!...
E
porque o
professor
de
S.
João
não
renuncia
a
sua
cadeira,
que eu
tanto
ambiciono,
hei
de
dizer
por
onde fór,
e
pedirei
ao
meu
amigo
Verilas, que
não
descance
em
ca-
lumniar
o
snr.
Barros. E’
esta
a cruzada
que
encetei ha
quasi
8
annos
até
fazer-
lhe
dobrar
os
pés
com
a
cabeça
e
fazer
lhe
cair
as
orelhas.—
SECÇÃO
DE
COMMUIICiDOS
São
estas
as
conversas
que
discutem
a
meu
respeito
quando
se
reúnem
em
con-
venticulo.
Tome
bem
conta,
snr.
Freitas,
que
as
suas
ameaças
não
me
fazem
oscillar
os
nervos nem alvoroçar
o
coração,
o qual
estará
sempre
galvanisado
para
as
suas
injurias;
pois
já
lhe disse
no «Commercio
do
Minho»
641
—
que
não
só
o
publico
(visellense)
mas
também
os
meus
superio
res
estão
de
atalaia
contra
as
suas inves
tidas,
visto
que
já
ninguém
ignora
a
causa
das
suas
hostilidades,
etc.
(palavras
que
dirigi
a
versulo
Verilas
e
a quem
o snr.
Freitas
e
oiiiro
bananzola
servem
d
’
aco-
lylos.)
O
snr.
Freitas que
tem
sido
incansá
vel
em
ler as
correspondências
do
snr.
Visellense
e
as
também
por
mim
assigna-
no
«Commercio
do
Minho»,
hade
ter
visto
que
não sou
eu
o
visellense
Barros,
co
mo
ousadaraente
me
apellidou;
se
ainda
não
as leu
todas,
o
seu
amigo
Verilas
póde
brindal-o
com o
n.°
651
em
que
verá
a
declaração
feita
pela
redacção.
Mas
antes
d
’
isso
apresse-sé
a
procurar
um bom
instrumento
optico
para melhor
enxergar
o
caminho
que
tem
trilhado nos
seus
mallogrados
planos,
e
acautele-se
que
não
vá
resvalar
por
algum
despinhadeiro
e
fi
car
com
o bestunto
incapaz d’estudar no
vas
diatribes
para
malquistar-me
com
os
que
em
mim
exercem
alguma
auctoridade.
Tem-no até
hoje
conseguido?
Pois
tenho
como
ponto
de
fé
que não
se
hade
van
gloriar d
’
isso;
porque todos
sabem
a
pon
tualidade
como
desempenho
os
meus
de
veres
de
cidadão
e funccionario
publico.
Que
partido
quer
tirar das
suas
dia
bruras?
Já
sei... desacreditar-me
á
face
de
lodos;
mas
o
snr.
Freitas
é
bem
co
nhecido
na
povoação,
onde
é
olhado
com
indifierentismo,
senão
com
desprêso,
pelos
seus
modos
pedantescos
e
presumida
scien-
cia,
que
não
passa
d
’
um
quasi
orgulhoso
charlatanismo.
A
ignorância
como
é
atrevida,
traz
sempre
comsigo
d
’
estas cousas
que...
até
mesmo
compromettem a
própria
ignorân
cia.
Eu
quizera
restringir-me
um pouco
mais
nas
minhas
reflexões,
porque
me
punge
ter
de
servir-me
da
penna
contra
um
collega,
mas
se
o
snr.
Freitas
foi
o
que
deu
entrada
neste
repto
«veja
se
de
ve
repelir,
para
decoro
da classe
a
que
|
pertence,
toda e
qualquer
insinuação
falsa
que
eu
despeje
na
imprensa
a
seu
res
peito». E
’
para
decoro
da mesma
classe
a
que
pertencemos,
que
eu
vou
mostrar-
lhe
qud
de nós
dará
mais
credito
ao
en
sino
olficial;
porisso
ahi vae
para
que se
saiba
como
o
snr.
Freitas
honra
a
classe.
Ha
bem
pouco
tempo (julgo
que
em
29
de
junho
ultimo)
que
o snr.
Freitas
passou
junto d
’
um
grupo
de
cavalheiros
d
’esla terra,
entremetlendo-se
á
conversa
ção
sem
nella ser
chamado,
por
cuja
con
fiança leve
•
de
soffrer o
desaire
d
’uma
forte
invectiva.
O
snr.
Freitas
que
tanto
se
ufana
de
bem
creado,
e sem
respeitar
os
cabellos
brancos
do
seu
principal
in
terlocutor,
calcou
aos
pés
os
preceitos
da
boa
moral
e despede-se
com
um
phrasea-
do
proprio
dos bordeis,
deixando
confun
didos
e
indignados
os
mais
circumstan-
tes,
e
humilhado
esse
venerando
ancião,
que
pelos
seus
annos
e
excellentes
quali
dades
tem
jus
ao
respeito
que todas
as
pessoas
bem educadas tributam
aos
da
sua
edade.
São fraquezas
humanas
a
que
lodos estamos
sujeitos;
no
entanto o
snr.
Frei
as
entendeu
que
linha direito
a
dar
allivio
á
sua
fogosa
paixão;
e
esqueceu-se
nesse
momento
que
era um preceptor
de
crianças,
ao
qual
muitas
famílias
lhe
tem
confiado
as
suas
esperanças
e
o
seu
es
trio
futuro:
e
sobretudo
mostrou
não
saber
que
o pensamento d'um mestre
revela-se nas
suas
palavras,
e
que
estas
são o
fiel
retrato
do
interior
do
seu
co
ração.
Não
é
só
em phrases descompostas
que
se
desacredita
o
ensino
olficial:
é
lambem
no
abuso
que
d
’elle
se
faz.
Ora
ouça.
Nós
temos
uma
lei
que
nos
obriga
a
estar
decentes
e
limpamente
vestidos
no
exercício
de
nossas
funcções;
e
até
a
mesma
civilidade
nos
diz
que
em
nossa
casa
devemos
estar
de modo
que prom-
piamente
possamos
sair
á
rua
ou
receber
alguma
visita.
O
snr.
Freitas se
fosse
sur-
prehendido
pela
visita
d
’utn
seu
superior,
que
satisfação havia
dar
de
si
sendo
en
contrado
em
ceroulas
e
camisa
dentro
da
sua escola7
E
’
ou
não
verdade
ser
visto
neste
estado,
ha
tempos,
de
volta da
es
cola
para
sua casa?
Pois
não
foi
tuna
nem
duas
pessoas
que
assim
o
viram.
Se
isto
é
honrar
o
magistério,
não sei
que
seja
aviltal-o.
O
que
lhe
digo
é
que seja
mais
comedido
nos
seus
escriptos,
e
lem
bre-se
que
«quem
tem
telhado
-de
vidro
não
atire
pedras
ao
do
visinhos.
II
qe
fi
carei
por
aqui,
e
em occasião
opporluna
mostrar-lhe-ei
como
o
professor
de
S.
João
das
Caídas
tenxola
os
alumnos,
e
io
de
Villarinho
recebe-os
para
os
educar-;
e
se
quizer
que
a
minha
lingua
não
seja,
mais comprida
(como
em
tempo disse
o
snr.
Verilas) será
melhor
não
me
pro
vocar,
porque
lhe
pagarei
com
a
mesma
moeda,
capital
e juros
ao
mesmo
tempo.
Gostei
sempre
de
acatar
todas
as
pessoas
seja
qual
fór a
sua
condição,
uma
vez
que
não
transponham
as
raias
do dever
que
a delicadeza
impõe
a
todo
homem.
Sou,
snr.
redactor,
com
toda
a
esti
ma
e
sincero
reconhecimento
De
v.
etc.
Visella,
12
de
julho
de
1877.
Antonio José
de
Barros.
Villa Nova de FmualieAo, IO.
Deparando
no
jornal,
« \
Palavra
•,
n.
*
1457,
de
18
p.
p.
mez
de
junho, com
um
communicado
de
titulo Uma
eleição n’at-
deia,
achei-o
muito
interessante.
Honra
seja
feita a
seu
auctor,
que
em
todo
elle
usou
da
sublime
virtude
<ia
Caridade,
não
expondo ao
publico
os
nomes
das
prin
cipaes
pessoas que
figuraram
na farçante
eleição.
Se
occultar
os
nomes
das
pes
soas
que praticam
aclos
como
os
que
se
praticaram
na
referida
eleição,
é
uma obra
de
caridade,
quando
essas
pessoas
não
leem
emenda
e
continuam
a
praticar
ou
tros
aclos
idênticos,
expor-lnes
ao
publi
co seus nomes
e
façanhas,
julgo
ser
lam
bem
obra
de
caridade;
porque
castigar
os que
erram
é
uma
obra
de
misericór
dia.
O
principal
farçante
da
eleição
foi o
pr.
L. J.
d
’
O.
N.,
e
por
adjunto
seu pae,
M.
J.
d’
O.,
mestre
de
instrueção
primaria
(e
que
mestre!)
da
freguezia
de
S.
Simão
de
Novaes.
Victoriosos
na referida
eleição
passa
ram
a
levar
á
scena
outra
farça.
1.
®
acto,
levanta-se
o
pano,
apparece
o actor
M.
J.
d
’O.,
com
um
requerimen
to,
no
qual
pede
ao
administrador
do
concelho
de
Villa Nova
de
Famalicão,
in
titulando-se
lhesoureiro
da
irmandade
do
SS.
Sacramento,
da
referida
freguezia
de
S.
Simão,
para
que
o
parocho
da
fregue
zia
seja intimado, pelo
regedor,
para
lhe
entregar
a chave
da
egreja,
o
calixe
cha
ve
do caixão,
existente
na
sachristia,
aon
de
estão
alguns
paramentos
fracos e
ro
tos,
(os
melhores
os
tem
elle
em
seu
po
der):
o 2.°
actor, o
pr.,
encarrega-se
do
requerimento,
apresenta-o
ao
administra
dor,
e
é
despachado
que
o
regedor
da
freguezia
intime o
parocho
para
entregar
os
objectos
requeridos:
o
l.°
actor,
apre
senta
o
requerimento
ao
regedor,
e
no
dia
25
do
p.
p.
mez
de
maio
éo
paro
lio
intimado.
Finda
o
1.® acto
Vendo-se
o
parocho
sem
calix
e
sem
paramentos
para poder cel
brar
missa.
e
S'
tn
chave
para
poder
entrar
na
egreja,
e
emquanto se
espera
pelo
2.°
acto,
e
os
actores
se
preparam,
requer
ao
adminis
trador,
o
qual
á
vista
dos doeu
mentos
que
lhe apresenta,
e
de
não
haver
na
referida
freguezia
irmandade
alguma,
re
voga
seu
despacho, ficando
sem
eífeito
a
intimação
O
2.°
acto
demora-se;
o
parocho
apr
o
veita
o
tempo
e
expõe
ao
exm.°
snr.
go
vernador civil, que não
havendo
na
re
ferida
freguezia
de S. Simão,
irmandade
alguma,
os
vasos
sagrados,
paramentos
e
mais alfaias,
pertencentes ao
culto
Divi
no,
ha
muitos
annos
existem
illegalmente
em
poder
do
referido
actor M. J.
d
’
O., e
em
sua
casa,
e dispondo dos
mesmos
co
mo
se
fossem
seus proprios.
O
exm.®snr.
governador
civil
dignou-se
mandar,
ao
administrador
do
concelho,
tomir
conhe
cimento
do
exposto,
afim
de
que
os
di
tos,
objectos sejam
legalmente
entregues
á
guarda
de
quem
compete.
O
que
o
ad
ministrador
tem
feito,
ignora
se.
2.
®
acto,
levanta-se o
pano,
apparece
o
actor
M. J. d
’O.:
—
álérta,
habitantes
da
freguezia
de
S.
Simão,
álérta
!
o
parodia
perende
extinguir
o
SS.
Sacramento
d
’
es-
ta
freguezia,
e
levai
o
para
a
freguezia
de
Ruivães,
álérta
!
o
parocho
é
um
tratan
te,
é
um maroto.
Convocam-se
então
os habitantes
da
dita
freguezia para
uma
reunião,
a qual
leve
logar
no
dia
29
do
p.
p.
mez
de
junho. O 2.®
actor, pr.,
u.-ando
de
Ioda
a sua oraloria
pronunciou
um ex-
cellenle
discurso,
fazendo
vêr ás
pesssoas
reunidas
a
grande
vantagem
que
os
po
vos
auferiam
com
a
conservação
do
SS.
Sacramento
na referida
fregnezia,
o qual
foi
muito
apoiado:
colhem-se
as
assigna-
luras,
que
era o
objecto
da
reunião,
e
fica
o
actor,
pr
,
encarregado
de
redigir
a
representação.
Faz
a
representação,
não para se
con
servar
o
SS.
Sacramento,
mas
sim para
tirar
ao
parocho
toda
a
administração
da
freguezia,
isto
é,
para
desannexar
a
fregue
zia
de
S
Simão
da
de Ruivães.
Findou
o
2.°
acto.
Emquanto
se
não
representa
o
3.°, snr.
redactor, consinla-me
que
faça
as
seguin
tes
reflexões.
S.
Simão
é
annexa
a
Rui
vães
ha
42
annos.
O
seu ultimo parocho
collodo
foi
sepultado
na
dita
egreja
assis
tindo
lhe
ao
funeral
o
parocho
de
Ruivães
em
1835.
O
seu
rendimento,
que
orçará
por
50^000
reis,
foi
incluído
na
côngrua
e
sustentação
dos
parochos
de
Ruivães,
com
approvação
de
todos
os
habitantes
da
dita
freguezia de
Novaes,
cujas
assigna-
turas
existem
na
administração.
Os
paro-
cbos
que teem
sido
apresentados
n
’esla
egreja
de
Ruivães
teem
pago
ao
governo
os
respectivos
direitos
da
referida
quan
tia.
Snr.
redactor, não
sei
quando será
re
presentado
o
3
o
acto;
como a
obra
é
já
bastante
adiantada,
recolho-me,
e
logo
que
o
3.°
acto
seja
representado
lh
’o
partici
parei.
Um
seu
assignante
Z.
THEATRO
S. GERALDO
Companhia do
Gymnasio
1B.a
recitts d’
<tHSignatura
Quinta-feira,
10
de julho
■
A
comedia-drama
em
3
actos
O
LAÇO
DE
FITAS,
As
comedias
em
que toma parle
o
actor
Taborda
FKAXCKZ E IVGLI.R^IIISPA SE.
3.a
reeitn
Se
xla-feira,
20
de-julho
O
drama
em
4
actos,
original
do snr.
A.
Ennes
O
SALTI.HBOCD.
41.
a reeita
Domingo,
22
de
julho
A
comedia
em
4
actos
CÁSAMEATOSDECONVESIENCIA
e
a
scena
cómica
de
Antonio Pedro
O
CONDCCTOOt D’OIHMIBIJS.
Principia ãs
8
e
3
quartos.
ANNUNCIOS
Á LTBà
Com este
titulo sairá
uma
vez
por
mez
um
jornal
muzical e de
dansa,
para piano,
em
estilo
facil
e
elegante,
exlrahidas
das
melhores
operas
e
operetas.
Preço
d
’
assignatura
por
cada
numero
300
rs.
Proprietário
e
editor,
Antonio
Canedo.
Assigna-se
em
Braga,
onde
é
corres
pondente
José
Maria
da Costa,
Largo
da
Porta Nova,
n.°
13
'Hotel
Particular).
(382)
ATO
São
convidados
os
socios
da
Associa
rão
Commercial de Beneficcneia
«m Bra»a,
a
comparecerem
na
casa
da
mesma
associação
no
dia
21
do
corrente,
pelas
5
horas
da
tarde,
para
os
fins
desig
nados
no
artigo
39
e
§
único
dos
esta
tutos.
Braga
17
de
julho
de
1877.
Francisco José
Vieira
de
Carvalho.
1.°
Secretario
da
Assembleia
Geral.
-
(383)
A
Camara
Municipal d’eslti ci
dade e concelho
Faz
saber,
que
é
devido
o
imposto
de
30
rs.
por
cada
carro
puxado
por
qual
quer motor
conduzindo
generos
e
mer
cadorias que
entrar
a
cidade,
sendo
o
li
mite
da
mesma
áquelle
em
que
se
achar
collocado
o
respectivo
distico
ou
signal
de
barreira';
bem
como
que
são
obrigados
a
uma
taxa
diaria
de
30
rs., lodos os
car
ros
que pernoitarem
na
cidade
para
con
tinuarem
a
trabalhar
no
dia,
ou
dias
se
guintes;
e finalmente
que
se
acha
illimi-
nada
a excepção
de
que
trata
o
paragra-
pho
unico
do
artigo
8í
do Codigo
de pos
turas.
E
para
que
ninguém
possa
allegar
ignorância,
e
para
evitar abusos,
do
de
vedor
do imposto,
se
mandou
assim
pu
blicar
por
bando
e
pregão
e
pela
im
prensa.
Braga
11
de
julho
de
1877.
Eu
A.
M.
Alves Costa,
Escrivão
da
Ca
mara
o
subscrevi.
O
Vereador
servindo
de Presidente,
(380)
Fernando
Castiço.
Banco
do
Alemlejo
Sociedade anonyana de remiansa-
bilidade
Minitade
CAPITAL
Rs.
1.200:000^000
A
direcção
annuncia
que
do
dia
20
do
corrente
em
diante,
e
nas
localidades
abai
xo
designadas,
se
acha
aberto
o paga
mento
de 1$250
rs.
por
acção,
por
con
ta
do
dividendo
do
corrente
anno.
Previ<;enem-se
os
snrs.
accionistas
que
ainda
não
satisfizeram
todas
as
entradas
d
’acções,
que
não
podem
receber
a
refe
rida
quota
de
divivendo
emquanto
as
não
liberarem.
Evora,
sede
do
Banco.
Lisboa,
agencia,
rua
Augusta,
n.°27.
Coimbra,
Banco Commercial
de
Coim
bra.
Porto,
agencia,
Largo
de
S.
Domingos
n.° 39.
Braga,
Banco
do Minho.
Evora
I3
de
julho
de
1877.
Pelo
Banco
do
Alemlejo,
Os
Directores,
João
Lopes Marçal
(381)
Eduardo
d’Oliveira Soares.
Citarão
judicial
Pelo
juiso
de
direito
d
’esta
comarca
de
Braga,
se
publicaram éditos
de
trinta
dias citando
os
credores
e legatários
des
conhecidos,
bem
como o
coherdeiro
An
tonio Joaquim
Ferreira Felix,
ausente
no
império
do
Brasil,
para todos
assistirem
querendo,
aos
termos do
inventario
de me
nores
por
fallecimento
de
Estevão Ferrei
ra
Felix,
morador que foi
na
freguezia
de
Santa
Anua
de
Vemieiro
da
mesma
comarca;
sendo
que,
o
praso
dos
éditos
começará
a
correr depois
do segundo
an
nuncio
que
sobre
este
mesmo
objecto
se
publicar.
Braga
13
de
julho
de
1877.
O
Escrivão
do 5.°
oílicio,
Antonio
José
Gonçalves.
A.
Carneiro
Sampaio.
(379)
Ao
pé
do
arco das
capellas
do
Bom
Jesus,
onde
param
os
americanos,
ven
de-se:
ceiveji,
gasoza
e
magnitico
vinho
verde.
(378)
Casa para alugar
Aluga-se
a casa
n.° 88,
da
rua
da
Boa
Vista,
tem
comodidades
para
duas
famí
lias,
para
tractar
na
casa
n.°
85,
da
mes
ma
rua.
(35")
Corographia de Carvalho
Vende-se
no
escriptorio
da
administra
ção
d
’este jornal
e
na
rua
Nova
n.°
5.
Preço,
3
volumes..............
1^500.
PREVEXÇÃO
O
abaixo
assignado
previne,
para
não
haver
ignorância,
qne
ninguém
compre
nem
arrende
ao
snr.
Ignacio
José
Fernandes
Braga,
e
mulher,
da
cidade
do
Porto, a
casa
sita
na
rua
de
D.
Pedro
V.
n.°
19,
d
’
esta
cidade
;
porque se
acha
esta
mes
ma
em questão perante
o
tribunal
judi
cial
;
e
para
melhor satisfação
do
publico
se
declara
qne a
questão
corre
pelo car
torio
do
escrivão
João Marcos
d
’
Aranjo
Ribeiro,
e
é
habitada
pelo
abaixo
assigna
do
;
apesar
da
casa ter
escriptos,
nada
será
valido.
Outrosim
protesta
contra
qualquer
pa
pelucho ou
annuncio
que
appareça
con
tra
a sua
probidade
;
não se
queixando
senão
da
mesmo snr. Ignacio.
Braga
6
de
julho
de 1877.
Anlonio
José
Cerqueira
da
Silva
Braga.
<364)
JL
JU LJ L-AO
de Próto
carbonato de ferro inalteravèl
DO
D!?BLAUD
Empregadas com o mais grão
successo,
depois
mais
de 40 annos por
a maior parte
dos
médicos
por
curar a chlorosis (fluxo
branco)
doança das mancebas
filhas e to
das as
moléstias chloróticas.
Eis aqui a
opinião
dos mais eminentes médicos que as
tem
experimentado:
«
Depois
35
annos
que exerço a medicina,
«
tenho reconhocido a este medicamento
«
(Pilulas
de Biaud) vantagems incontesta-
«
veis sobre todos os outros ferreos e eu
«
o
miro
como o melhor anti-chlorótico. »
Dr
DOUBLE,
ex-présidente da Academia
de Medicina.
«
De todas
as preparações ferreas que
«
nos hão dado bons resultados no trata-
«
mento
das affeições chloróticas, as pilu-
«
las de Biaud parece-nos devem
estar na
« primeira fila. » — Diccionario
univ. de
Medicina, t.
n, page 99.
Como
prova da authenticidade, o
nome do
inventor está
gravado sobre
cada pílula
como aqui junto
Em
Lisboa, snr. Barreto, Lorèto
Depositos
: Paris,
3, r.Payenne.
A
Junta
de
Parochia
de
S.
Cláudio
de
Curvos,
concelho
d
’
Espozende,
lendo
de
collocar
dous
altares novos
na
sua
Egre
ja,
vende os velhos. Quem
os
pertender
póde
dirigir-se
á
mesma.
(338;
VSíMíSA
CASAS
Uma
na
rua do
Charqueiro
de
1
andar
e
quintal,
n.°
4.
Duas
terreas,
n.
os
7
e
8,
com
quintal,
na
dita rua.
Duas
nas
escadas-
de Guadelupe,
com
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na rua das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trata
se
com
a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho.
(263)
EíE^í^£3ESÊSÊ5Si^i^££àSSj^-í
Linimento
BOYER-MICHEL
para cavai-
los, fazendo
as vezes
de fogo e não deixando
vestígios do
seu
emprego
M
ichel
, pharma-
ceutico
em
Aix (na
Provença)
Fiança. —
Preço 1,000 rois.—Em
l.isbou
o snr Bsrreto, Loreto, n ° 28—30/25)
0S ÚLTIMOS MOMENTOS
D’
Uffl CONDEMNADO
PELO
R. P.c MARCHAL
MISSIONÁRIO
APOSTOLICO
Traduzido da
1».’ edição
POR
João Baplisla
da
Silva
Bamos.
Vende-se
em
Braga
nas livrarias
Ca
lholica
e
Germano,
rua
do
Souto.
Preço ....
40
rs.
Preeisa-tie
de
um eaaeiro
para
uma
quinta,
5
kilometros
distante
d
’
esla
cidade,
que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou
então,
dous
caseiros
de
quatro
pessoas
cada
um.
para
então
divi
dir
a
quinta
ao
meio.
Quem estiver
nes
tas
circumslancias
falle com
Antonio
Joa
quim
Loureiro, Rua Nova,
n.°
2.
(300)
FILIAL DA CAIXA
ECONUMLICA
PESIUH15NTA
Sociedade anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
................
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.°
9
(Também
com entrada
pela
ma
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sob<e
todo
e
qual-
quer
objecto
do valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberts todos
os
dias
des
de
as 9
hora
da
manhã
até
ás
7
da noite,
e
nos
dias
santificados
e»lará
aberta
só
até-
ao
meio
dia.
O
gerente—A.
G. Ferreirinha.
I
mouba
Í
f
—
§
|
rua
DES.
MARCOS,
N.
õ
.|
Vende papeis
pinta-
$7
dos
para guarnecer
sa
IIas,
g
lindíssimos
gostos,
a
prin-
jg.
cipiar
em
80
reis
a
peça.
1
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali
da
de.e
preços muito
resu
midos.
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
. ir.y
Vendem-se
duas
moradas
de
casas
sitas
uma
na
rua
de
D.
Pedro
V
desi-
.<
*
-'3.
g
na
j
a
com
o n.°
1
e
1
A,
e
ou-
|
tra na
rua
do
Anjo,
designada
com
o
n.
I
II
e
11
A.
Para
tratar
procure-se
o
snr.
;
Bento
Gonçalves
Fernandes
morador
na
■
rua
de
S.
Sebastião,
na
casa
n.°
25.
i
(324)
Parte de Comércio do Minho (O)
