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Goilodiii
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sbijjosvnt. ab oejciioa?
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fiJíisuonio
sb ofirjuboi niE-jobonnoo
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FOLHA CeMMEHCIAL
RELEGiOSA
£ HOT1CIOSA
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ifijíi»<nnq!
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Ã*»igna-seie
vende-se
no
escríptorio
do
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Spaturas.gão
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adiantadas
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Interesse
particular. Folha avulso 10
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AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADQS.
Piusços
:
Brami,
annol$600
rs.—
Semestre 850 rs.^Promm-
»
l
cias,
anno
2ft000 rs
e
senda
duas
3&60D
rs.
—
Semestre 1&050
’
»
I
rs.^a^razíf,
annO
3&600 rs.
—Semèstre
1&900 rs.
moeda
forte,
1»
ou
8&000
reis
e
Í&500 reis
moeda fraca.—
Annuncios
por
linha
I
20
rs.»
repetição
110 rs.
Para
os
assignantes
20
d
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abatimento.
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M A tO
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•(
?it
Ro
sn.r,
Jo,aquim
Martins
de
v
Çarvalho,
,r,e;(lacfQr
i;
(lo
«Conimbricense», reç^b^ip^sj
a
seguinte
carta
acompanhando
as c,orres-;
jpondenci^s
enviadas
ao
collega
pelo
snr.,
,À.
Ribeiro
Saraiva,
ás
quaes
este
nosso
^ndyíe^sò,.'Cplla.borador
se
referia
ua
caria
publicada
em
o
n.°
antecedente
do
nossó
jornal:
1
£rj
'***
feíj
ílh’I
E102
Tenho
ultimamente
recebido .vadias,
cartas
do
snr.
Antonio
Ribeiro
Sarà^vq,
algumas
muito
extensas.
As
limitadas
dimensões do «Conim-
bricense»,.
jornal
que
-apenas
se
publica
.duas
veizes
por
semana, e
a
.
absoluta
ne
cessidade
de
qçjompanhar.
algumas
dosfjas;
içarias
de
mujto .,pxtens(js
respostas;. çó|r
.Iocam-,nsei
na'impi^sibilidade
de
ppblicàri
sem-
grande
demora
tudo
o
.que fonhoi
recebido.
’
||
oh
orí'i'trt
,
“f"YTrn''...
r.
.parja.,
que
o
spr.
Ribeiro
Saraiva
mandon|
_para
o’
i
:
«Apqstolo»,
do
Rio,.de
Jan^jrq,
cqnlçndo
uma
extensa
allocução
do.
jcar-
.deAl.arçebispo
de
Lupdres,
àcerca
do.Pón-
.jliiiçe.
Pio
IX.,
_IT :
Dizia-me,
.que
publicando-a
eu
no «Gq-j
nimbricense»
poderia
d
’aqui
transcrevel-a
0
«Commercio
do
Minho».
Como,
porém,
o
assumpto
da
allocução
é
adequado ás
acluaes
circumslanciàs,
e
perderia
a
opportunidade
se
eu
a
reser
vasse
para
publicar
quando
me
fosse
pps-;
sivel;
entendi
dever
immediatamenle
erí-i
viaL-ra
a
v.
para
lhe
dar
publicidade,
por-
q,ue
não
desejo
que
o
snr.
Ribeiro
Sa-
ra.iva
tpnba
justo
motivo
de
estranhar,
qqe
não
lendo
,
eu
publicadq a,
carta,
a
retivera
em
meu
poder,
sem
a
enviar
ao
.
«Coipinercio
do
.Minho».
I
O
ftb
obijfi
h '
ju
i
d
d
n
bou
com toda
a co.nsideraçao
.
í
!'
A
De
v.,
collega e
alt.
0
v.
cr
Coimbra
15
de
maio
.
de
.1877.
Joaquim
.
Martins
dç Carvalho.
BAW
(
Éondres,
8
de
Maio,
1877.
SíJMilARLJ.
I
.—
D
i
s'c
u
r
s
o
,
o
u
,
se
r m
ã
o,
d o
n
os
s o
Ca
r-
deal
Arcebíspó
há
Pro-Catlredral,
em
Do
mingo
de
Paschoa;
impòrtWbe
!tem
tódo
sentido,
mas
agora mais
importante,
ha
vendo-se
segiiido
a
declaráçap
da
guerrá,
que.
Sua
Èmhiinencia previa.
*11.—
Annexaçãõ"
do
Transval
pelos
In-
glezes.
Probabilidade
—
no
meu
entemfê^
certeza
—
dè
lireVemente elles fazerem
sua
a
importantéTBãliTã
(Portugueza) de
Lou-
renço
Marqifes.
1
,^..111.
—
O
Senado
Romand
(não
o*
dos
Pdtres
Cunsçripii
rejeitou
o BilJ Maçoniqç
que
deu
motivo
á
Allocução
dè
Sua
Sah*
i
Àtdãjfe
—
;
Quantos
maçons
ficarám
de
boca
T
Pio
1X^
falasse aberlamehtef
se
hoiWerafdâs
universidades.;
Mui breve
se
baniu
orocedido
contra suas
palavras,
a
não
eila
também das
escolas dos
pobres»
Eagora,
ser
visivèl
ao
senso
eommum,
que
proce-
por
abreviar
em
pouco aqmilo
em
qnetantp
der
contra
as
palávras
de
uma
pessôa,
que
havia
a
dizer,
introduziu-se,
ha
poucos
fôra
declarada
soberana
seria,
violara
razão,
dias,
uma
lei
cuja
natureza
posso
exprv
-
•
--------
aÁ
d»
cidade
mas
mir
em
duas
sentenças.
A
primeira
é,
que
micqri
M
v;
''rn
>
_____
■
termp
ãbertà,
e
q.h.etx,»
cahid.o
‘■„
í^
r.
receuiuv.
»,»<>
/
I
.
.
<'.20,..
.
a.
,
«.
<
Ultimamente
recebi
a
copia..íLe^umal
-
qc
J
v
A
si
noticias <
la
guerfa
(que
ina
-,
•'
’
.
Q..,.
n;„
a
mandonl
mente
rebeplou
contra
a,
expectação da
maior
paffe
'fja
gente,'
riuê
,,hão
jhlgou
xifjx.a
ser'inútil
todo
aquelle
^espalhafato;
'jfqit^yferencTas,
-
Embaixadas extraordina;
riás,
prolocol.03,
etc.),
.serám
trartsmrítí-,
das
em
todas
as
folhas'
(íá
,
Epropai
co
mo
aqui
sàm
largamente
Vélaladas" nas
‘
lotigãs
e multiplicadas
correspondências
dos
.vários
1
jornaes.
PoucÓ
me
occuparei
■'àTéso,
pois
que
a
provinciã
tfó Aposlold
"é
mais.Tparticularmenle
outra.
Parece-me,
filie
pàta
bs
leitores do
mesmo
Apostolo
lerá
maior
interesse
o
verem
como
oi
ihosso
Emrainentissimo
Cardeal
Aréébispo
instrué
elle
proprio,
do
alto
da
Cadeira
Evangélica,
o
seu
rebanho
espiritual
’
,
!a
respetio
da
Allocução
ultima
de
SuaL
San
tidadé;
qíie
tanlò
sángue negro tem feito
<
á
maçonaria
e
ao
liberalismo
anti-catbo-
licó?.;
1
.
r?.;
-
5
.
!
.
Já
notei
antes,
como
'o
grande
Times
deu
úmá
ridiciíla
cihbadá
a
'tfste
respeito,
quando
t^ve
a
pelulancia
de
apresentar
a
ÀHoctição
cõtho
íim
documento
sem
con
sequência;
e
çommeltèhdd ó
imlecoro
de
C0mpa'fa'r
inui
desfavoravelmente
a
Ynani-
fés^áçao
d'e
SÚa
Santidade fio
excêntrico
díscufáo
do mais
excêntrico
Deão Pro
testante
de
Westminister.
Comp^re-se
ago
ra
essa
tjola
e
‘
preánmpçosa
e
riàicula
apreciação;
com
a
que
se
vae
ler,
fiel-
'mdtité
vertida
do
sermão
do
nosso
Car
deal
Arcebispo
pa Pro-Calhedral,
em.
Do
mingo de
Paschoa.
'DèíJbis
de
dizOr
Sth'
Enimiiierrcia,
ijué
i
o
Podér
Temporal
hãb'
erá necessário á
>
exíStencia
do
Poder Espiritual, mas
só-
thente
áòs
paci(lcuá
;
e^erçitios
d
’
elle,
J,'je
que
não lia
Via '
ooftra
escólhà
entre ás
câtâcumbas
e
o
Vaticano,
úontinnoti
di-
iendõ:—
!'G f
1
íí:('3
^'
‘■J»»
‘
«Nénliúm
Papa,
reeonhéteu
járnais
es
tar
sujeito»
(a
poder
temporal)
«nem
já-
jHàis laf
rêçonhecérá.
Ora qual
é
o
ul-
,trãgè
bqmtnèlí'ido
contra
a Sólieraniã dè
Tio
:
1X?
f
"''
J
01
■
'
5
ap
G
Em 1870,
um exercito de
60 mil
i
'
homens,
com 150
cafihões,
cercaram
o
ao
ihrono
do
Vigário (te^Jésiis Christo,
e,
içom!
triunipho
inglorio, derrib»ram os
velhos muros :-d
’
aquel!a
cidade
da
paz.
.
qUaL
rói
ó!
áeu
primèiró
acto
?
Éoí
deporem,
canto
‘
'quanto
■honrosâménté
podia
fazer-se,
o
Vigário
de Nosso Se
nhor,
transferir,
qliadlo
hombhs
podiam
tazèl-q,
a
suã
'
Sobèíãnia
a
úm
Reij^^uàii-
to
homens pódíaih
faíeLoj
tornai
-6»
um
vassallo.
.8Í91T
«E
todaVia,
neásé'
'
,
iiiesmói;acto,
rel-
o
"
Londres,
10
de
Maio,
1877.
Snr.
Joaquim
Martins
de
Car(
vafliòj
0 meu
Amigo que me faz
o
favor
de recópiar,
de
minha cópia mècaiíica,
as
minlías
Cartas para o
Apostolo,
não
pôde
trasladar
a
ultima
secção
do
que
escrevr
a
8; porque
só
á
noite
mui
tarde
"(ou
mais
exactamente
já
na
madrugada
de
9) é
que'
pude
ler
o
Times
de
8,
e
d
’
e!le
copiar
o telegramma de
Romã; que
hade
enraivar
terrivelmente
em Lisboá
o
Jornal
do
Comftièrcio,
e
seus
ariji^ps
da
Propaganda
Protestante.
Aconselho
ap'
mesmo
papel
traficante,
que.,
mande,
uma
severajréprehensão
ao
tal
Senado
do
.'Monrr
*le
Óitorio,
por
se
atrever
a
ir
contra
as
ordetís
maçonico-liberahgas.
Dou
lambem
os
meus
sentimentos
ao
Senhor Miguel
Osorio,
Par-do-lfeiiio
(òii
dy.^eino-PardoJ,
de
cujo
nobre'
Libera-
.
lisipó
(istq
,
é
Liberanguismo,
no
mepTÉntràráhq;
'e
i]
dicciopaiíoj
sei,
eu,
ha
muito,
aulhenli-
;í
i
camepte
—
desde
que
elle
proprio,
há
19
annos,
me
disse,
em Roma,
qqe
era
Li
b.ec.al(Som
quasi
saber
porquê
—
este
por1
-
qué
lhe
podia
eu dizer
se
quizesse.
'Quem
se
enganou foi
o Padre
Poquette,
que
b
acompanhava,
e
que
a
esse"
respêito
niej,
'
'
-
disse:
—«Isto
é rapazada,
de
quehi
não
cetárarti/e
declaráram a
siía
zpessôa
safgráda
rellecte;
mas
deixe-o,
que este hade
vp
1
’
’
1
-
'
~'/k
evRíam mip
tar
a,
ideias
e
caminhq
sensato:
tíastã-n
para
isso
a
fiasse
a
que
perténcq».
SOL’','
.■
.
i
....
■
V;-
A.
R. SARAIVA.
3
der contra
as palavras
fora
ueciarauu
svug
.
u
,..
i-
’
■Tomáram
posse
não
só
da
cidade
mas
de
todos
os monumentos da
piedade
Ghris-
i
lã—
das
'300<
igrejas
construídas
comn
as
<
ofiertas
do
mundo
Cliristão,
—tque>:pei
ten-
i
ciam
a
vós,
a
mim,
e
por
tanto
a
nenhuma
naçã®',9»breíía
’
terràn'1
:
o
uii-i-es
s:
p
b
«Roma
é
a
Cabeça
da
Ghristãndade,
a
capital
da
Christandade,
a capital
de
nenhu
ma
nação; nem
podem
os
homens
fazel-a
tal,
nem
jámáisi.lal
será.:
-
i'
<■
il
«Permitlia-se
ainda
ao
Pontifice
o
uso
do
Vaticano^
—
não
a
posse
por direito,
mas
o
liso
sómente»
—
podia
elle
habitar
ali,
e convidavam-no
a
passear
livremente
pelas
ruas.e’
"
e I
Quasi
me
não atrevo
a
fazer
um»
par,
-
rãlelo,
pois
faria
ferver
o
sangue
aosi
ln-
glezes»
Supponhamos —
e
não
porei
nome
ou
nação
que
faria
á
supposição
mais
óffensiva—
supponhamos
que
urna Potência
vencedora
qualquer
se
estabelecia
por
vio-
lundia
no
antigo
Palacioode
S.
.James;
que
permitlia
o
uso
dos palacios de
Win-
dsor
e
de
Buckingham
ȇ
nossa
igraciosa
Soberana,
a
que
dizia
a
todo
io
mundo,
que
a
Rainha
de
Inglaterra
estava livre,
e
que
podia
livremente
sahir
como dan
tes,
e
passjr
como
quizesse
do
Palacio
:
de
Buckingham
para
Windsor
—
isto
é,j
j
sancciorfàr
com
a
r
presençq
de
Sua
Mages-i
,i
tade
a usurpação
dos
que
tinham
tomado,
posse
do
seu
direito
delia.
I
.
«
Nadai;:
Pio
IX,
sabe demasiado
o
de-l
ver
do
Vigário de Jesus
Christo.
O sefi
acto
diz
perpetuamente:
—
Hiào quero
ver,
.
a
cousa.
Nunca',
os
meus
olhos
a
sanccio-
i
narãm
com
ir
\comtemplalr-a.' Quero antes
■ viver
e
morrer
dentro
do
limàur. do-
meu
palacio
que
tornar a pór os
pés
^ra
defle,
<E
todavia,
ha
Inglezes
capazes
.de
es
crever,
um
dia
a traz
de
outro:
—
Isto não
é
mais
que
o-lamento
queixoso
de
um
ve
lho!
que se
quer
dizer
preso.
'
«Ha
duas
.
especias
de
prisão,
a
(prisãp
de
ferro
e
cadeas,
e
a
prisão
de profqu-
da
degradação
moral.
Pio
IX, cer,lamente
não
está
[ireso
pelo
!senlimfin|o
de
su^
própria
diguidade,
e
pelo
oílicio
sobreuaj
lurai
que
occupa;
e
sabe,
que'seria»
proj
funda
degradação
moral
pôr os
pé$:
forá
do'seu
palacio»
em
quanto
o<uilra
sobera
nia
pertende
dominar
sobre a
«idade
què
a
Providencia
de
Deos
lhe
deu
a
elle
Pou
lifice!
u
tu
aill
afepía;
s
í
o
so
«E
que
se
segõia
em
sua
consequen*-
cia.?
As
ordens .religiosas
!
foram
supprimi*
das,
as pobres
fieiras
expulsas
com
pr»v*
messa
de uma
pitaqça
para
viverem,f-qu^
me
dizeài
não
foi
paga,
—
ras
obras
de
ini-
sdncordia
que
em
Roma Unham
sido
es-
■
tabelecidas
pelas
nações
Chrisiãs
do.
muni-
•
do,
foram
transformadas
em
quartéis
dfc
tropas
e
em
Repartições
governalivas,,:
e
não
.sei
eui
que
mais.
ri
■.
o
*>up
'3
«Em
breve
tempo,
as
ruas
tle
Rdma
exliibíram
a blasphemja
e
<a
obscenidade.
As
Leis
pubíic-asi.recuphecerapr
e
admíUiram
ali
aquillo de
que
eu
nestft
Jogar mãoiufa!-
tarei.
* Pouco
depoid
baniu«se
a
irpligiãp
não
ella
lambem
das
escolas dos
pobres»
E agora,
ha
poucop
jèy
sp^eráná;
^orqire
sâbiana
que
lodo^b
mundo
Chtistao
se
lènVànlaría
indignado
contra
a
pertèiiçãp
de
tornar
o
Poiiliíicel
sujeito
a qualqúèr
autoridade
civil.
E
qfiaL
fói
a
conséquéhciá?
A
pritòifa
Vez
que
lodo .ministro
da,
Religião que,
no
exer
cício
do
seu
ministério,
ou
inquietar
a
conciencia
publica,
ou perturbar a
paz
das
famílias,
ficará
sujeito
a prisão,
de
qua
tro
-pnezes
a
dois
annos,
e
multa
de
4Q
ltb.ras.
E
a
segunda clausula
é.
todoaquel
le
-,que
por
escrito
ou
publicação,,
pozé-
rem
questão
as
jeis
do
Estado
ou
ps
de
cretos
Reaes,
ficará
sujeito
a
prisão
d»e
quatro
mezes
a
dois
annos,
e
multa
de 80
libras.
’
':'.o
«Agora
perguntarei,
o que
é
a
■con
sciência
publica?
Quem
é
que
determina
rá
isso?
Que
magistrado
no
mundo
nos
dirá
o que
é
a consciência
publica?
.Se
se
entende a
consçiencia
publica
da
Ilaliq,
é
a
consciência
publica
de
um
povo
Ca-
thoJicQr
iiingiiernj ^ha
que
a
tenha
violadp
e perturbado
lauto
como
os
revolucioná
rios
que
agora
se
acham
em
Roma
»
«Mais
do
que
isso,
ha
uma
conscienj-
cia
publica
por
todo
o
mundo
Chrislão,
»
e
essa
consciência
publica
tem
sido
per
turbada
pelos
actos
de
sacrilégio
dos
uJ-
„
.timps
.
seis
annos.
.-»
«Vejamos porem
como
opera
a.lej.
Declarou-se
oilicialmente
que
todo>papel
que,
publicasse a Allocução
do Santo
Pa
dre
(que
ouvireis
no
proximo Domingo»),
não
será
sujeito
a
proceder-se
contra
elle,
.por
sererp
as
palavras
do
Pontifice;
se
porem acrecentarem
qualquer commeuta-
!
rio, se
disserem;—«
Esta
magnifica
e
Apo^-
toliça declaração
a
que
aoherimos»,
fiqa
sujeito,
o
processo criminal
contra
si.
?
«Se
o
Bispo,
em sua
CalhedraL
Ifjr
a
Állocução,
como
será
lida
n'estes
tres
reinos
no
proximo
Domingo
e
no
seguinte
a
çlle, iserá
sujeito
a
processo
cripriftalje
prisão
por.
cada
palavra
que
diga
,e<n
seu
elogio;
por
pada
palavra
por
mim
pro
ferida
neste
sermão,
não
sei
quantos
ap-
no§
de prisão
,q»e
seriam
impostos»
ft.e
os,
maçons.
ou
liberamjas
e
ladrões
Italia-
nos-me,
podes
sem
colher
debaixo
de
seu*
.çnqndarnqntos,
.entendia
acrescentar
aqui
•
o
Arcebispo).
«Se
uma
palavra,
for
dita
por
um
Bispo
i
ou»^cerdole
desde
onorle
ao
Sul
da
Italia,
dando
graças
a
Deos
pela
ousadia
Aposto-
liça
dovVigario
de
Jesus
Christo;
fica su
jeito
á
multa
e
á
prisão.
,
t
«Por
outro Iqdo,
não
ha
papel
na
llaljã
que
uãp
possa
blasphemar
as
pala
vras
do
Santo
Padre,
que
não
possa
des-
figural-as,
,que
pão
po.-sa
accusal-as,i
qpe
pão
possa
r.jdiçnlizal.
as,
sem
que
por
ugn
só
momenlq
receie se
proceda
contra
elite.
»E
é
isto,
justiça
igual!
: i
1
r
«Muitos
clérigos
da
Igreja Arglicap»
(ielmente
denunciaram
e
condenaram.a
(ei
d»o
4iyorcia
estabelecida
na
Inglaterra,
e
absçíulameule
recusaram
casar
os
drvpr-
.
«iapipsòiti®
dão
será
isso perturbar
a,
cop-
1
.sciepcia
publica—
a
paz
das
famílias?
Que
qualquer
clero
Galholico
na
Italia
cr
nd^rn-
[nagse lei
do
casamento;
civj|;-aqueíla
f
lei»
iii)posta
fRf<çá,( setn
necessidadea
ippp poyq, Ç^tholicp;—faria
nisseio
seu
dfe-
ver
como pastor
de
Jesus
Chrjstq; e
cdm
tudo seria
muliado
.e
.mettido
n
’
uma
pri-
sãpjp
on,
.VfSÍ\
s
ura
.o&A
<A
multidão dos
Dissidentes
na
Ingla-
tprrayteiq estado
dqniniciando
a;
Igreja
do
Estado
e
os
subsídios
públicos
que
se.t^m
i8ot,ado
para
a
edpçação..
Se
os
Padres
de
ItaliA
falassem
da
espoliação
da
Igreja
,
e
■4-pJornada|de
Roma,
seguir-se-hia
imm>e
.demente
multa
«
prisão.
^.,"«$e
slgum
çlérigo
em
Roma
dissesse
que
ha
lò,GQi>
meninos
Catholicos,
neste
.mqmeoto
,nas
esqolas
do
Governo
que
.^e
;ed.qçam sem doutrina
Cbrislã,
sujeitava-se
—
rr
•
Eu
ptoprio."-posso!
dar»
.ou»;
írntesl,
mencionar
testemunhos
insuspeitos
d
’
aquili
lo‘d
'quer
Mludé^o
Cardeal.
Em
1855
eni-
contrei
em
.
Nápoles, um
joven
estrangeiro
q.ue
vinha
de
Roma
(onde
eu
ainda
então
não
tinha
'"estado))
e
o
-tal
sujeito
vendo
n
’
uma rua p’
ís&í'r
*drtia
hellezas
me|-
recenardas
que
^infestam
muitas
^cidades,,
disse
(assás
indisçrelamunie).
«Oh
em
Ro
ma
não se póde
encontrar
d
‘aquillo> -L
Vimio
eu,
pouco depois,
á
Cidaije
Eterna,
ali ouvi
a
mesma queixa
a
um
Joven
‘
InglMiU-tí*
t
-•
■
'.'••ri 8
éfi
í
,9
||3
■ i
i id;. i
O^Garrespondenle^,
multa
e
prisão.
Ora,
pergunto
eu,
que
significa
esta
lei?
E
’
.
em
uma
palavra,
pertender
o
poder
temporal
e
civil
ser
superior
ao espiritual—
revel-o, fazer-se
juiz
delle,
determinar-lhe
os
limites,
e
punil-o
se
os ultrapassar.
«Se ha
verdade
nas
palavras
—
Tudo
poder
Me
é
dado
no
ceo
e
na
terra:
ide,
pois,
ensinai
a
Iodas
as
nações
tudo
quanto
eu vos
ordenei,
então,
seguramente,
não
ha
na
terra poder
ou
tribunal
que
possa
jul
gar
a Cabeça
da
Igreja
quando
fala
como
Pio
IX
falou,
ou
qualquer
bispo
ou
sa
cerdote
da Igreja,
em
quanto
fala
dentro
dos
limites
da commisão
que
seu
amo
lhe
deu.
(Cofd
‘ iua)
R.
SARAIVA.
Por
occasião
da
visita
do
snr.
arce
bispo
a
Guimarães
as
corporações
d
’
aquel-
la
cidade dirigiram-lhe as
seguintes
feli
citações,
a
que s.
exc.
3
revd.™
’
respondeu
do
modo
mais
condigno:
Exc.
m
' e
Revd.mo Snr.
N’
este
dia
solemnissimo,
em
que
todas
as
classes
d
’
uma
cidade inteira
se
empe
nham
em
dar a
V.
Exc.a
Rev.
ma
como
seu
digno
Prelado,
todas
as
mais senti
das
demonstrações
de
respeito,
amôr
e
dedicação;
não podíamos
nem
devíamos
nós,
os
membros
da Associação
Clerical
Vimaranense,
ficar
indifferentes
ao
geral
enthusiasmo
e ao
publico
regosijo, que
V.
Exc.
a
Revd.
ma
vê
manifestar-se
em
sua
honra.
Bem
primeira
logo
dos
norario.
Exc
a
Portuguezes,
tem
um
duplo
motivo
de
se
congratular
a
si
mesma
e
de se regosi-
jar
mais inlimamente. já pela
honrosissima
visita
de
V.
Exc.
a
Revd.
‘"
a
a
esta
cidade,
e
já
porque
vê
n
’este fausto
aconteci
mento
e
n’
este
dia
memorável
a
aurora
e
o principio
da sua prosperidade
e
gran
deza.
Sim.
Senhor,
a
decidida
boa
vontade
de
V.
Exc.
a
Revd.
ma
de
que
não
pode
mos
duvidar
(tam
provada
eslá
ella pelo
zelo
e
sacrifícios de
V.
Exc.a Revd.ina
em
promover
o
verdadeiro
bem dos
súb
ditos,
que
Deus
lhe
confiara)
será
ala
vanca
poderossissima,
que
mova
esta
As
sociação
a
distender
por
mais
longe
os
seus
actos
de
beneficencia,
como
são a
instrucção
publica e
os
mutuos soccorros.
Por
isso
felicitando-nos
por
tão
justos
mo
tivos
e
por
tão
bem
fundadas
esperanças,
pedimos
licença
de
collocar
aos pés
de
V.
Exc.a
Revd.
‘na
os estatutos
d’esta
As
sociação,
para
V.
Exc.
a
Revd.
nia
vêr
e
se
dignar
approvar,
como
já
o
fez
o
Exc.‘n0
Revd.®
0
Snr. D.
José
Joaquim
d
’
Azevedo
e Moura, de
saudosa
memória;
terminan
do por
implorar a
V.
Exc.
a
Revd.Qia
se
digne
abençoar-nos
em
nome
de
Padre,
do
Filho
e
do
Espirito
Santo.
pelo
contrario
esta
Associação
a
do
paiz,
tendo escripto
no
cata
seus
confrades,
como
socio
ho-
o
nome
respeitabilíssimo
de
V.
Revd.ina
o
primeiro
dos
Prelados
Exc.
ma e
Revd.'a°
Snr.
0
Ministro
e
mesarios
da
Venerável
Ordem
Teceira de
S.
Francisco
d’
esta
cidade,
dominados
do
mais
santo
jubilo
peia
chegada
de
V.
Exc.
a
Revd.ma
, digno
successor dos
Geraldos, Bartholemeus
dos
Martyres
e
Caetanos
Brandões,
a
esta
cidade,
—
glorioso berço
da
monarchia
por-
tugueza,
vimos
felicitar
a
V.
Exc.
a
Revd.ma
,
manifestando-lhe
funda
dedicação,
a
seu
pastor.
Digne-se
V.
este
testimunho
permillir-nos
que,
como
prova
inequívoca
do subido
e
aquilatado
apreço em
que
temos
a
pessoa
de V.
Excellencia
Keverendissima,
lhe
offereçamos
a patenta de
irmão
da
nossa
Venerável Ordem, que
muito
se
honra
em
contar
em
o numero de seus
fi
lhos
tão
illustre
prelado.
d’
est
’
arte
a
nossa pro-
como
ovelhas
submissas
Exc.
a
Revd.‘na
acceitar
da
nossa dedicação,
e
Exc.
mo
e
Revd.
m(>
Snr.
Os
filhos
de
S. Domingos
de
Gusmão
d’esta
cidade
de Guimarães,
altamente
possuídos
da
mais
santa
alegria
pela vi
sita
de
V.
Exc.a
Revd.
ma
a
esta
vetusta
cidade
que
embalara
o
primeiro
Monar-
cha Portuguez,
vimos
felicitar a
Revd.ma
e
tributar-lhe
o
preito
sincera
dedicação,
como
filhos
a
seu
pai
espiritual.
Releve-nos
successor
dos
Pedros
de
Rates
V.
Exc.
a
da
nossa
humildes
o
digno
e
Marfi-
nhos
de
Dume
e
Geraldos,
que
como
tes
temunho
de
veneração
oflfeçamos a
V.
Exc.
a
Revd.
raa a
patenta
de
irmão
da
nossa
Ordem,
que
muito
se
ufana
de con
tar
a
V.
Exc.
4
Revd.
in
»
no numero
de
seus
filhos.
Filhos
do
Patriarcha
S.
Do
mingos
esperamos
que
V.
Exc.a
Revd.m3
digne
aceitar
esta
nossa
homenagem
que
coração
lhe
endereçamos.
se
do
Exc.
mo
e
Revd.m
°
Snr.
visita
que
se
dignou
monarchia
A
honrosa
Reverendíssima
dade,
berço
da
cheu
de
jubilo
a todos
os
estão
possuídos
da
mais
por
terem
acolhido
dentro
de
ros
o Seu Venerando
Pastor
piritual.
Esta
visita,
Excellentissimo
dissimo
Senhor,
é
para
elles
V.
Excellencia
fazer a
esta
ci-
portugueza,
en-
seus filhos que
viva satisfação
seus
mu-
e
Pae
Es-
e
Reveren-
tanto
mais
jubilosa,
quanto
ella
também
teve
por
objecto a
devoção
de
Vossa
Excellencia
Reverendíssima
para
com
a
Santíssima
Virgem,
que
elles
teem
como
sua
Padroei
ra,
e
que
outr
’ora
o
Augusto
progenitor
de
nossos
monarchas
tomou
por padroeira
dos
seus estados
em
solemne
e
pomposa
cerimonia
religiosa celebrada
em
seu
altar,
a
que
assistiu
e
presidiu
o
Bemaventura-
do
Arcebispo
S.
Geraldo,
glorioso
prede
cessor
de
Vossa
Excellencia Reverendís
sima.
A
Mesa
administradora
da
V. O.
T.
de
Nossa
Senhora
do
Carmo,
como
fiel
interprete
dos
sentimentos
da
corporação
a
que preside,
tem
a
subida honra
de
apresentar a Vossa
Excellencia
Reveren
díssima
este
sincero
testimunho de
res
peito
e
amor
filial,
e
invoca
os
auxílios
divinos
e
o
patrocínio
da
Santíssima
Vir
gem,
Sua
Mãe
e Padroeira, em
pró
da
preciosa
vida de Vossa
excellencia
Reve
rendíssima
e
do
seu
ministério
pastoral,
e
humildemente
implora
que
lhe
seja
per-
mittido
beijar
o
aunei,
receber
a
sua
bên
ção e
a
distinctissima
gloria
e
honra
de
contar
no
numero de
seus irmãos
a
Vossa
Excellencia
Reverendíssima.
O
P»e, e a «un
ihíhm
A
o
eá
na
terra.
Um
bom
Pae
é
uma
Providen
cia
para
a
família.
PICARD.
0 Pae
sublime
!
o grande
Pae
é
Aquel-
que
lá
de
cima
nos
dirige,
mantém e
com
somos
seus
filhos
ex-
elle
deu
a vida!
nós,
miseros
entes
!
nós,
por
termos
lá
é
um Deus
Eterno!
le
<_
conserva
n
’
este
mundo
com a
sua
luz
e
graça,
alumiando-nos
na
senda
espinhosa
da
vida.
E’
Elle,
o grande
Deus,
que
continua-
mente
vela
por
nós, e
nos
ama
com
um
grande
amor,
porque
tremosos,
por quem
Que
glorias
para
sim.
que
gloria
para
no
Ceo
um Pae que
Immenso!
Infinito!
Absoluto!
Incondicio
nal!
Omnipotente!
Omnisciente
e
Creador
de
tudo
!
E
esse
Deus
bom
é
o
auctor
da
famí
lia,
a
quem
na terra deu
um
director,
o
nosso
pae
carnal,
que
na
terra
vae,
gra
ças
ao Senhor, cumprindo
com
a
missão,
que
o
Pae
celeste
lhe
encarregou
!
E
vêde-o!
vêde-o!
com
que
amor
elle
abraça
o
filho
de
seu
sangue!
vêde-o! co
mo
elle
o
beija!
afaga!
e
ama!
Vède
como
elle
parece
sorrir,
e
estar
contente,
alegre
e
satisfeito
ao
pé
da
crean-
cinha,
seu
filho,
objecto
do
seu
amor!...
E o
pae
lá
vae
dirigindo
esta
creança
até
um
dia
saber,
que
a vida já
peza
so
bre
elle
!
E’
que
o
pae
sabe
muito
bem
que
educando
seu
filho
trabalha
para
si,
e
que
as
virtudes
do
filho
honram o pae.
Continue
pois o
pae
n
’
essa
sua
missão
sublime
cá
na
terra,
lembrando-se
sempre
do
que di<se um
Missionário
da
America
:
«a
acção
dos
paes
é
o
evangelho
dos
filhos»
(Cartas
para
a
1.
a
Communhão).
ALBINO
S. D. C.
Boletim
da
peregrinação ad
so
era
Liniina.
Madrid
16
de maio,
á
1
hora
e
10
minu
tos
da
tarde
Exm.°
conde
de
Samodães,
Porto.
Chegamos ás
8
horas
da
mauhã
du
zentos
peregrinos,
recebidos
em toda a
parte
com
o
maior
enthusiasmo.
Nós
en
toávamos
nas
estações
cânticos
á
Virgem
e
vivas
ao
Pontífice. Em
Ciudade-Rea
veio
uma
deputação
do
clero cumprimen
tar
a
sua
eminencia. Aqui
fômos
espe
rados
pelo
exm.°
bispo
vigário
geral
em
nome
de
sua
eminencia
o
cardeal
arce
bispo
de
Toledo.
As companhias
hispa-
nholas
concederam
reducção
de
cincoenta
por cento
aos
peregrinos.
Fomos
hoje cum
primentar
sua
eminencia; vamos
agora á
Associação
da
Juventude
Catholica
;
e
áma-
nhã
antes
da
partida
todos
os
peregri
nos
commungarão.
Continuem orando
por
nós.
Viva
Pio
IX
!
—
Padre Barroso.
GAZETILHA
Subneripção
e oíTerendas
para o
Dinheiro de S.
Pedro.
Transporte
1020400
Arcyprestado
de
por
o
P.
J.
reis,
a
saber:
Monte
B.
M.
Alegre
90,<,000
Mourilhe, Arcypreste
»
Povo
Gralha,
Parocho
»
Povo
)ornellas,
Parocho
>
Povo
270755
80730
4^5D0
4^300
500
280
360485
90000
780
90000
10885
30250
230200
60400
10000
Heixedo,
Parocho
»
Povo
J
edroso
e
Contim,
»
d
Par.
Povo
4^300
4$300
yooo
885
Jonões,
>
Parocho
Povo
1^000
20250
Servos
Sezelhe,
>
anoel
Villa
Parocho
Povo
Anlonio
Verde
40500
10900
Caridade,
de
Somma
1930400
Visita.
—
0
snr.
governador civil, mar
quez
de Vallada,
tenciona
ir
por
todo
este
mez
visitar
Guimarães.
Dizem-nos
que
o
illustre
visitante
irá
hospedar-se
em
casa
do snr.
visconde
de
Lindozo.
Tiieatro.
—
Uma
companhia
de
curio
sos
deu na
quarta-feira
um
especlaculo
em
beneficio
do
cofre
dos
bombeiros vo
luntários.
Representou-se
o drama Luiz,
que
teve
uma
interpretação regular.
Assistiram
ao
especlaculo
o
snr. mar
quez
de
Vallada,
as
principaes
famílias
da cidade
e
uma
deputação
dos bombei
ros
voluntários
do
Porto.
Falleeiniento.—
Falleceu
ante-hon-
tem
o snr.
padre João Dias Correia, um
dos
sacerdotes
mais
bemquislos
d
’
esta
ci
dade.
Foi
honlem
conduzido
para
o
templo
de
Santa Cruz,
onde
hoje
tem
oílicios
an
tes
de
ser
levado
para
o
cemilerio.
Outro. —
Foi hontem
dado
á sepul
tura
o
cadaver
do
major
reformado
o
snr.
Motta, morador a
S.
Vicente.
Caminho «le ferro americano.
—Trabalha-se
com
toda
a
actividade
na
construcção
do caminho
de
ferro
ameri
cano.
E*
hoje
aberto,
ás
10
horas
da ma-
nhã,
á
exploração
o
lanço
da
estação do
caminho
de
ferro
obras
do Lanhozo.
d
’
esla
cidade
até
ás
A
bênção
dos
carros
terá
logar
na
estação
do
caminho
de
ferro
do
Minho.
Romeiros.—
E
’
extraordinária
a con
corrência
de
romeiros, que
teem
aílluido
a
esta
cidade,
dirigindo-se
ao
Bom
Jesus
do
Monte,
á
grande
romaria
do
Espirito
Santo.
Concurso.—
Foi
posto
a
concurso
o
logar
de
director
do
correio
d
’Amares,
com
a
percentagem
annual
de
1620000
reis.
Obito.
—
Por
teiegramma
que
recebeu
d’
Evora
o
ex.
ra°
snr.
Lucio
Antonio da
Costa,
sabe-se
ter
alii
fallecido, victima
d
’
uma
congestão
cerebral,
o
ex.
mo
José
Joaquim
de Moura Amaral,
sobrinho
do
finado
arcebispo
D.
José.
Sepulturas reaes.
—
Acabaram-se
hontem
as
duas
sepulturas
na
Sé
Pf^
para
onde
foram
trasladados
os
ossoq
conde
D.
Henrique
e
da rainha
D.
h
reza.
Ficam aos lados
da
capella
dos
fu
onde está a
mumia
do
arcebispo
D.
r
renço,
que
na
batalha
d
’Alj<»barrota
tornára
celebre
á
frente
d
um
te
rço
;
cavallaria.
Na
sepultura
do
conde
D.
Henriq»,
está
a
insciipção
seguinte:
D.
O.
M.
—
Domino
Henrico,
rorum
Regis
Filio,
Portugallice
Dominus
Diegus
Sousa,
Archiepis
w
-.
Viro
Claríssimo,
a
quo
PortugaUfa
qes
esse,
Regumque
accepisse
constai,
i
Republica Chrisliana,
Patriaque
sua
me
Merenti
Posuit, Anno
a
Chrislo
L
MDX11L
Na
sepultura
da
rainha
D. There»
está
a
inscripção
seguinte:
l
D.
O.
M.—
Regince
Taresia
Alfa
Casblloe
tf
Legionis
Regni,
Imperafa
Nuncupati, Filia!, Comilis
Henrici
Uí0ll
Didacus
a
Sousa,
Archiepiscopus
Bra^.
rensis,
Hispaniarum Primas,
Monumn
tum
Posuit, Anno
a
Chrislo
Nato
MDX|||
Estas
inscripções
foram
postas
nas
dm
sepulturas,
agora
trasladadas
de
novo,
■
antiga
trasladação
que
tiveram,
no
ant
alludido
de
1513.
Reviata
de
Theologia.—
Recebe
mos
o
n.°
2
d
’
esta
notável
publicação
()
seu
sommario
é
o seguinte:
Atheismo
dos
nossos
dias,
—dr. Fr«
ça
Bettencourt
:sentimento religioso,
-4
Lino:
O
sermão
do
Monte
ou
o
Codigocir
dos
christãos,
—
dr.
Moita
Veiga:
Liturgia,,
dr.
Menezes:
Bibliographia,
— dr.
Jl
0«
Veiga.
Concerto. —
Dá
hoje
um concertoi
violino,
no
theatro
de
S. Geraldo,
a
eni
nente
violinista
Julia
Blechschmidt,
dire
ctora
da
orcheslra
viennense
de
Damas.
Doença.—
Ao nosso amigo e
com
ligionario,
o
exc."
18
snr.
João
Ferro
J
Lima,
aggravaram-se-lhe
os
seus
padeci
mentos
antigos,
e
tem
estado gravemeott
doente.
Fazemos
votos
pelas
suas
melhoras.
HoMo
gravfaaiino. —
Um
coll-gi
transcreve
d’
uma
correspondência
deSWrid
para um
jornal
de Lisboa
o
seguinte:
«Tem
corrido
ha
dias
o boato
de
n
alliança
entre
a
Hespanha
e a
Allemanlu.
que
no
seu
afan de
atacar
a
França,
ir
tenta
chamara
si
a
Italia,
ofTerecendo-lle
em
troca Niza e
Saboya,
e
a
Hespanhi,
promettendo-nos
vantagens
illusorias.
AI-
firma
se
que
o
conde
de
ILirtzfold
trai»
lha ha
dias
n’este
sentido,
desde
o
celt
bre
de Moike—
pedindo
que,
se
as
cir-
cumstancias o
reclamarem,
a
Hespanh
cubra
com
200:000
homens
a
fronteir
os
Pyreneus,
recebendo
em
troca
cerls
augmento territorial
nas
fronteiras,
<ew
Iras vantagens».
O
assumpto
é
de si
lii
grave
que
só o transtnilto
cotno
boato
i
rela
minha obrigação
de
correspondeste)
Paralas nrtifieiaes.
—
Os
chineze
escobriram
um
meio
de
obter
perols
arlificiaes,
graças
a
um processo
muilí
simples.
’
Introduzem
na
concha
de
ôsire
tequenos bocados
de
madeira,
cuja
pet
manencia
sobre
o
molusco
vivo
deter-
mina
a
secreção
perolifera.
Ultimameoli
chegaram a
Paris
curiosos
specimens
d’es-
las
pérolas,
muilo
conhecidas
em
King-Pl
que
lem
tido
grande
compra, e cujo
cará
cter
artificial
só
ha
pouco
se
descobriu.
Movimento
do Roapitisl de 8.
viareoH.
—
Doentes
existentes
em
6
*
maio,
88 homens, e 99
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda
*
tomens
e
14
mulheres.
Sairam
9
homens
e
8 mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
12
do
cor
rente.
108
homens
e
213
mulheres.
A
cidade de
Ijo«*dres.
—Londres
continua
crescendo
e
transformando-se
do
ma
maneira prodigiosa.
Durante
o
anno
de
1871
construíra®’
se
9:692
casas,
formando
220
ruas
nova»
com
um
cumprimento de
42
milhas,
81
duas
vezes
a
largura
do
estreito do
1,111
entre
a
Inglaterra
e
a
França.
Havia
no mesmo
tempo
3:229
casa»
construcção.
No
dia 2
d’abril
de
1871,
a
populaça»
Londres
era
de
3.983:000 almas-
A
proporção
entre
nascimentos
e
o®'
foi
a
seguinte
:
Um
nascimento
cada
sete
segundos
f
obito
cada
doze
segundos.
De
inverno
ha
100:000
indivíduosse>
em
em
tos
um
meio
algum
de
subsistência; e
em
toda
a
estação
ha
40:000
vendedores
ambulan
tes
<te
comestíveis
e
30
000
pobres
nos
asylos
de
mendigos fwoskhouses].
Em
1871,
os
cárceres
de
Londres
re
ceberam
50:000 homens
e
16:000
mulhe
res
;
1
6:000
pessoas ao
todo.
N
’
este
nu
mero
só
7:000
sabiam
lêr e
escrever.
Não
obstante
a
rigorosa
observância
do
dia
de
domingo
por necessidade
do
seu
oíficio
ou
por
outras
razões,
ha
100:000
pobres
que n’esse
dia
se
occupain
traba
lhando.
N
’
esse
dia
20.000
tabernas
da
i'»
‘«en-
sa
cidade
recebem a visita
de
140.000
bebedores
de
cerveja, genebra, etc.
,
O
elemento
estrangeiro
entra
n
uma
proporção
bastante
forte na
cifra
da
po
pulação.
Calcula-se
assim :
Francezes
200:000;
allemães,
40:000;
italianos,
30:000;
gregos,
10.000.
Calcula-se
que ha
um
padeiro para
ca
da
1:200
pessoas,
um
carniceiro
para
cada
1:500,
uma
loja para
cada
1:800,
e
uma
taberna
para
cada
628.
Londres
conta 553
egrejas evangélicas,
servidas
por
600
sacerdotes.
O
numero
d'assentos
n’
estas
egrejas
ascende
a
512:067.
Ha
além
d
’
isso
763
edifícios
para o
culto,
fó;a
dos
da egreja
estabelecida,
com
757
sacerdotes de
modo
quê
ha ao
lodo
1:316
egrejas,
servidas
por
1:357
sacer
dotes
de todas
as
religiões.
F.xpediçíío.
—
Trata
se
d’
organisar
a
expedição que
deve
ser
mandada
para
S.
Thomé
e
Príncipe.
Parece
que
para
director
das
obras
púbicas,
foi
convidado
o
snr.
Soares
Pra
do,
distmclo
engenheiro,
que
já
provou
a
sua
competência
por
vários
trabalhos,
entre
outros
pelo
anle-projecto
do
caminho
de
ferro
d’
Angola,
diz
o
correspondente
do
«Jornal do Porto».
Ctuerirn
<lo
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres
15.—Lord
Derby
pronunciou
na
camara algumas
palavras,
indicando
existir intimo
accordo
entre
a
Inglaterra
e a
Áustria.
Estas
palavras
causaram
profunda
impressão.
Bucharest
15.
—
Os
canhões
russos
de
grosso
calibre em bateria;
proximo
de
Brada,
alcançam,
atravessando o
Danúbio,
â
cidade
turca
de
Matchim,
na margem
direita.
Constantinopla
15.
—
Um despacho tur
co
diz
que
a
esquerda
turca
bombardeou
o porto
fortificado
russo
de
Sovkhoum
Kallek,
no
Caucaso.
Os
turcos
desembar
caram
e
derrotaram
os
iussos
e
ficaram
senhores
da posição.
Os
russos
concen-
Iram-se nos
arredores
de
Kars.
Londres
16
—Diz
um
despacho
de
Bel
grado
que
se
está
alli
fazendo
inventario
nos
armazéns
do
governo
para
se
conhe
cer
a
exaclidão
da
quantidade
de
provi
sões
disponíveis
para
homens e cavallos
Por
toda
a
parte
se
fazem preparativos,
como
se
fôra
pira
uma
guerra.
Unica
mente da
Rússia
depende
se
a
Servia
en
trará
em
campanha.
Constantinopla 17
—
Está ollicialmente
confirmada
a
tomada
de
um
couraçado
turco
que
ia
a
Batomn
carregado
de mu
nições
e
armas
para
distribuir
aos circas-
sianos
e
musulmanos
sublevados.
Eatatiatica.
—
Por
meio
d’ella,
com-
parou-se
as
forças militares
da
França
e
da
Allemanha
nas
duas
primeiras
zonas
da
fronteira.
Na primeira
zona
—
a
menos
de
100
ki-
lometros
da
fronteira.
Allemanha
—
20
regimentos
de
infante-
ria.
10
de
cavallaria
e
2
de
arlilheria
de
campanha.
França
—
10
de infanteria,
4
batalhões
de
caçadores,
15
regimentos
de
cavallaria
e
2
de arlilheria de campanha.
—
Na
2
’
zona—
a
menos
de
200
kilo-
melros
da
fronteira:
Allemanha
—
40
regimentos
de
infante
ria, 1
bateria,
20
de
cavallaria
e
8
de
ar-
tilheria
de
campanha.
França
—
25 regimentos
de
infanteria,
5
batalhões
de
caçadores,
10
regimentos
de cavallaria
e 6
de arlilheria
de
campa
nha.
Jornal d«u Hminitis —
PuldicOU-Se
O
n.°
125
d
esta
interessante
revista
de
lit-
teratura
e
modas,
unico jornal que
se
publica
em
Portugal
dedicado
ás senhoras,
contendo a
descripção
das mais
elegantes
toileltes
para
passeio,
baile,
visita,
jantar,
noiva,
para
meninas,
etc.,
detalhe
dos
mais
modernos
chapéos,
e
todas
as
indi
cações
tendentes
a
modas;
artigos
de
lit-
■teralura,
poesias,
etc.
Acompanha
cada
numero
d
’
este jornal
dois
figurinos
bella-
mente
gravados
e
illurninados em
Paris,
e
publica
alternadamente
uma
folha
de
debuxos
e
moldes
para
cortar
falo
de
se
nhoras.
SECÇÃO
DE
COMMWÍICADOS
Snr.
redaclor.
Se
não
fosse
v.
franquear-me
as
co
lumnas
do
seu
distincto
jornal, estava
com
resolução
de
não
voltar
mais
á
im
prensa
a
discutir
com
o
snr.
Veritas, es
crevinhador
no
«Imparcial»,
onde
appare
cem
taes
garatujas
e
frioleiras
que
não
deixariam
de
fazer
rir
um
morto.
A
incoherencia
da
sua
resposta
á
mi
nha
intimação
no
«Commercio
do Minho»
628, mostra
bem a
imperícia
do
rabisca-
dor,
e
quanto
são desprezíveis os seus
es-
criptos.
Mas para
rematar
a
minha
con
trovérsia,
é preciso
que
pela
ultima
vez,
lhe
faça
algumas
reflexões
sobre
as
catur
rices
que
aventa
nas
columnas
do
allu-
dido
jornal
de
Guimarães,
410.
Resumirei
o
mais
que
puder
o
muito
que
lhe
tinha
a
dizer,
já
que
o
snr.
Vi-
sellense
se
dignou
tornar
a
apparecer,
se
gundo
tenho
visto,
para
lhe
oíferecer
meia
duzia de
amabilidades, alternadamente
com
algumas
pitadas
do
seu
tabaco
eslernuta-
torio,
com
que tem
já
dado
seus
espirri-
los.
Além
d
’isso
falta-me o
tempo
que
não
devo
appiicar
em futilidades,
e
mesmo
porque
não vai
a
pena gastar
cera
com
ruim
defunclo.
Isto
estará
mais adequado
ao
snr.
Verilas
por
ser
talvez
d’
aquelles
que
nos
soalheiros
e
em
seus
conyenticulos,
trate
de inquirir
das
vidas
alheias
para
arretneçar
no
«Imparcial».
Não admiro
que
o
snr.
Veritas
se
sirva
do meu
nome
pa
ra
eu
ser
o
alvo
de
suas
sevícias,
sobre
tudo
quando
se
quer
r-ferir á
concorrên
cia
de
meninos
d
’
esta
freguezia
á
escola
de
Villarinho,
dizendo que
são
mais de
301
Seria
grande
estultícia
dos
paes
se
man
dassem
seus
filhos a
Villarinho
e
obri
gai
os
a
andarem
perto
de
12
kilomelros
nas
duas
licções
diarias,
porque fazem
4
caminhos,
depois
de
haverem
outras
es
colas
regias
na
mesma
distancia
e
melhor
caminho—não
fallando
da
escola
visinha
de S.
Miguel
das
Caídas.
O
snr.
Verilas
não
sabe
que
os povos
tem
plena
liberdade
de
escolherem
os
mes
tres
para
seus
filhos,
e que
estes
por
uma
mal
entendida permissão
dos paes,
andam
em
conlinuos
vaivéns.
Não
obstante
haver,
ha
mais
d’um
an
no,
o
exm.°^administrador,
embaraçado
estas
repetidas
entradas
e
saidas
de alum
nos
d
’
ambas
as escolas (pelas
queixas que
foram
ás
mãos
do
administrador)
esta
pro
videncia
não
foi
de
muita
duração,
por
que
aquelle
magistrado
desenganou-se
que
eu
era
o
joguete
das
tricas
de
meus
ad
versários
;
e
o
resultado
das
mesmas
quei
xas
foi
conhecer
se a
inveja
e
má
vonta
de de meus
detraclores
como
póde
o
snr.
Veritas deprehender
dos
documentos
es
tampados
no
«Commercio
do
Minho»
635
e
638.
No
tocante
aos
mais de
30
alumnos
que
vão á
escola
de
Villarinho,
peço
ao
snr.
Verilas
que
se
não
magoe
d
’
isso,
por
que
então
terá
de
dar
expansão
á
sua no
bre
alma
para
receber
novas magoas
:
se
não
vejamos.
Diz
o
snr.
Veritas
que
é
chronista
imparcial!
Se
o fosse...
dizia a
verdade
depois
que
obteve
esses
dados
escolares
para os
seus insípidos
escriptos,
e
in
formava-se
de
que
á
minha
escola
con
correm
actualmente
e
desd
’ha
muito,
19
meninos
de
S.
Miguel,
9
de
Santa
Eu-
lalia,
2
de
Santo
Adrião,
afóra
29
de
S.
João;
verdade
esta
que
o
snr.
Veritas
não
póde
négar
pelas
informações
que
ha
de
ter
recebido dos
espias
que leem
vindo
á
sua ordem
contar
os
alumnos
que
fre
quentam
a
minha
escola.
Dos
alumnos
que
tenho
habil
tado
(alguns
quasi
a
Lzer
exame)
não
é
ao
pimpão
do
Verilas
que
compete
indagar isso;
mas
se
deseja
sa-
bel-o
melhor,
veja
o que
no
• Commercio
do
Minho»
638,
vem
publicado
; effeiio
das
queixas
que
foram
á
administração.
Já
vê
o,snr.
Nonel Verilas
que
fica
desmentida
a
sua
aleivosa
asserção
e
des
truído
o
eíTeito
do
diminuto
topico
que
me
queria
appiicar;
porquanto
lhe
assevero
que
nada
conseguira
com
seus
estultos
pla
nos.
Vejo
no
«Imparcial»
412
que
se
serve
só
de
puerilidades
para
esquivar-se
á
mi
nha
intimação,
e
fazer
como
os
garotos,
que
atiram
a
pedra
e
occultam
a
mão,
para
não
serem
punidos;
mas desengane-
se
que
nunca
será
certeira
a
sua
ponta
ria;
porque
não
só
o publico,
mas
lam
bem
os
meus
superiores,
eslão
de atalaia
contra
as
suas
investidas,
visto
que
já
nin
guém
ignora
a
causa
de suas
hostilidades,
que
tem
sua procédencia
na
inveja
onde
se
gera
a
maledicência,
condição
peculiar
do
espirito mesquinho
do
Verilas
impar-
cialisla.
Tenho
a
certeza
que
este
heroe
de
mil
chocarrices não
duvida
da
minha
inno-
cencia,
mas
por
um
capricho
exlravagan-
le
e requintada malicia
falia
de
todos
e
de
tudo,
ourando
contra
o
diclame
de
sua
consciência
para
favorecer
os
seus
sequa
zes.
Se
quizer
póde continuar
com
o
ma
nejo
das
suas
bugigangas,
e
para
melhor
adestrar-se
n
’
ellas
reuna
o
conselho
dos
seus
saltimbancos,
e
depois póde sobre
mim
descarregar
toda
a sua
bilis,
não
se
esquecendo
das
suas
pachouchadas;
que
eu
cá
fico
no
posto
para
recebel-as
nos
bicos
de
minhas
botas.
Visella,
17
de
maio.
Antonio
José
de
Barros.
A
’eerct»
<lo Monte
Pio de S.
José.
Venho
mais
uma
vez
á
arena
da
im
prensa,
sóineute
com
o
fim
de
que
alguém
não
suspeite
do
meu
silencio
;
p
>r
que
a
verdade
é só
uma,
e essa já
a
explanei.
Não
estou
nas
circumslancias
de
o fa
zer, porém,
com
limitadas
e
rudes
frazes,
por
esta ullima
vez
repito
e
afiirmo
o
que
disse np
meu
papelucho
e
communicado,
inserlo
np
«Commercio
do
Minho
n.° 637,
que
mandei
publicar.
São
e
furam da
minha
própria lavra,
e
dos
meus tacanhos conhecimentos,
porque
se
tivesse
a
inteligência
de
bachar.l,
ou
os
conhecimentos lheoricos
e
práticos
d
’
a-
quelles que
leem
vagueado
por
além mar
(como alguns se
ufanam)
;
eu
então
em-
pregaria-as
com
mais
belleza
e
sublimidade,
próprias
d
’
um
verdadeiro
escriplor.
Vejo
o
meu
nome
envolvido
n
’
nm
communicado
in-
serto
no
jornal
o
«Amigo
do
Povo»
n.°
31
o
qual
vem
subscripto
pelo
snr.
Aréo.
Para
com
este
snr.,
na qualidade
de
cidadão,
não
lhe
contesto
o
seu
bom
com
portamento
e
boa
indole,
porque é
digno
de
todo
o
respeito
; mas
como
memoro
da
Direcção
do
Monte
Pio
de
S.
José,
la
mento
(pelo
que
me
parece)
se
deixe ar
rastar
pelos
caprichos
e
conselhos
d’
aquel-
les que
se
dizem
seus
amigos,
e
atinai
tra
zem
a
Associação
n
’utna
anarchia,
e des
ordem.
Fallo
assim,
porque
quem
presa
o bem
estar
d
’uma
tão
util
instituição,
não
é alvo
da
discórdia,
e
de
caprichos
mesquinhos,
trasendo
ou
consentindo
que
venham
para
a
imprensa
com
questões
que
deviam
jazer
n
’uma
profunda obscuridade, quando
mui
lo
bem
sabem
a
verdade dos
factos.
O
snr.
Aréo,
quer
infundir
no
publico,
que
na
arca
do
MontePio
no
dia
l.
ode
Maio
deram
entrada
2
sacas,
sem
que
elle,
o
escriplurario
e
o cobrador
soubessem
o
que
continham
dentro
: é
ridiculo
e
ignóbil.
Não
viu, nem sabe a
conta
do
dinheiro?..
Exigisse
a contagem
que
era
o
seu dever
:
mas
pergunte
ao
Cobrador
que
elle
pelo
menos
lhe
poderá dizer
quanto
uma con
tinha.
Com que
consciência
preside aos aclos
d
’
um
estabelecimento,
—que
vem
o
thesou-
reiro do
mesmo
pedir-lhe
a reclusão
na
arca
de
lodo
o
dinheiro
existente
em seu
poder,
e
o snr. presidente,
sem
examinar,
e
ver
o quantitativo,
consente, e
assim
fica
ignorando
o estado
financeiro
do
the-
zourado.
Se
é
sério,
dá uma
triste
ideia
da
sua
posição
em
um estabelecimento
des
ta
ordem.
Ha um
rifão
que diz
:
é peior
a
emen
da
que
o
soneto.
Aqui, digo
eu
o
mesmo.
Ignoram
a quantia que
deu
entrada
na
arca.
Eu
digo-lho,
porque
o sei
:
foram
rs.
498^573
(salvo
erro),
e
não
duvido
de
o
dizer
aqui
e
em
toda
a
parle.
Afiirmo
o que
disse,
e
não
trepido.
Em
bora
queiram
i
ludir
alguém
;
para
mim
é
ponto
resolvido, e
oxalá
que
o thezoureiro
mais
tarde
patenteia urra
verdade
que
nin
guém
pode
hoje
contestar
(do
que
o snr.
Aréo,
escriplurario,
e
o
cobrador,
creio
estarão
convencidos).
Eu,
no
logar
do
thezoureiro,
e com os
seus
cabedaes, evidentemenle
mostraria
ao
publico,
o
proceder
de
uns
tão
dignos
com
panheiros,
que
descem
ao
lodaçal
para
rii
dicularizar
um
homem
que
lambem
é bem-
quisto e
comportado
na
sociedade,
e
que
se
pode
presar
de
não ser
desordeiro
e Iri-
queiro,
como
diz
de
si
o snr.
Aréo.
Fal-
!a-se
de
que
sou
suspeito
:
pretendente
infeliz
a escriplurario.
..
e
protegido
pelo
thezoureiro.
.
.
. Respondo
:
tenho
muita
honra
de
ser
em
tempo
seu
protegido
e
afilhado,
porque
é
homem
de palavra,
e
não
vai
como
outros,
que com
o
seu
ferro
praticam
injustiças
e
prepotências.
Podia
leslemunhar o
que
deixo
dito»
e
podu-lh
’o
provar,
porém,
por
prudência»
limilo-me
a
dizer
:
o
concurso
annuncia-
do
para o
logar
de
escriplurario,
não
pas
sou
d
’uma formalidade,
que
afinal
se
trans
formou
n
’uma
illusão.
As condições
sur
giram
apoz
o
annuncio;
e
ao
dar-se-me
posse
do
logar,
apresenlaram-me uma
seiie
de
obrigações
que
nunca
exigiram
ao
que
foi
provido.
E nada
temi
;
só
apenas
uma
:
e
parece
incrível,
que
se
pensando
racio
nalmente
imponham
a
condição
a
um
ente
humano,
para
que
se
sugeile, por
escriplo
ao
serviço
forçado
por
tempo
limitado!
1
Parecerá demasiado,
mas
é
verdade,
e
que
rendo,
vão
ao
snr.
Braga,
que
esse
em
nome
da
Direcção,
proferiu
essas
frazezi-
nhas,
cheias
da candura
que
o
caracteriza.
Poderia
responder
a
todos
os
períodos
de
tão
premeditado
e
magistral
communica
do,
mas
já
vai
extenso
;
e
porisso
rema
tarei
dizendo:
a
verdade
é
só
uma.
Que
rem
arrastar
sobre o
thezoureiro
a diffa-
mação
;
enganam
se.
Cabe
responsabilidade
ao
thezoureiro
por
ter
dinheiro
em
seu
poder
contra
as
disposições
do
seu
esta
tuto ?
Quem
dá
as
ordens
para
receber e
pa
gar,
não
é
o presidente
?
Por
conseguinte,
a
responsabilidade
é
reciproca.
Se
o
thezoureiro
não
cumpriu
com
as
ordens
da
Direcção, cornpeliissem
no
logo,
e
não
venham
agora
publicamente
galhofear
dos
actos
que
todos
vêetn ;
não
passam
de
de
fúteis
pretextos,
e
que
se
vèem
retra
tados
em
annuncios
e
communicados sub-
scriptos
pelo
snr.
Aréo.
Interroga
este
snr.
o thezoureiro,
porque
não
pagou
as
or
dens
n.
’
s
27
e
67
?
Poderá
o snr.
Aréo
provar
coma
honradez
do seu caracler, que
o lhezeureiro
tinha
em
seu
poder
dinheiro
do
Monte
Pio,
para
os
satisfazer
?
Eu
creio
que
não.
Não
extranha
o
snr.
Aréo
um
ce
lebre
engano
que
houve
d
’
uns
cento
e
tan
tos
mil
reis
;
não
extranha
as
ordens
sin
ceras
que
um
seu
collega,
exercendo
o
lo
gar
da
presidência,
deu
sobre
o
emprés
timo
d
’
uma
quantia
garantida
com um
pe
nhor.
Porisso,
eu,
e
alguns
socios
do
Mon
te
Pio,
até
o
proprio
escriplurario
(o
snr.
Limaj
se
quizerem
dizer
a
verdade,
tudo
que
aíTirmarinos
será
em
abono
do
the-
zoureiro,
e
não
de
resenlimenlos
miserá
veis,
que
repugnam
ao bom senso.
Quer
acuzar o
thezoureiro,
e
afinal
con-
clue
por
confessar
: que pagou
quantias
insignificantes
e
não as
de
vulto.
O
publi
co
avalie
;
commente
e
julgue.
E
’
um tri
bunal competentíssimo.
Para
mim,
aquella
accusação
é
filha
do
impeto,
da
intriga,
do
capricho
e
do
labeo
do
ridiculo.
Servi
já
e
ainda
sirvo em
duas
corporações
com
o
thezoureiro
do
Monte
Pio,
de
que
elle
também
é
thezoureiro, e nunca
lhe
foi pre
sente
uma
ordem
de
pagamento,
que
elle
a
não
satisfizesse,
e
muitas
vezes
adian
tando
dinheiro
do
seu
proprio.
Pregue ás
uirbas,
visto que
assim
o
entende,
ou
lh
’
o
aconselham.
Subsista
n»
impirio"
o
capricho,
J
que
en
não po so
sustenliT
cavaco. Se levam
em
mira algu
ma
cousa,
andem,
mas
cavalheirusamenie.
Comtudo
fique
na
certeza,
que
não
desço
n'um
só
momento,
a
responder a
asser
ções
desta
oídem;
e
porisso,
comigo
não
conte
mais, porque
o
tempo
é-me
preciso
para
cumprir
e
satisfazer
ás
minhas
obri
gações.
Braga
18
de
Maio de
77.
Joaquim
Bernardinó
da
Cunha.
A6BADECIMMT0S
Venho
por
este
meio,
pelo
motivo
de
o
não poder
fazer
pessoalmente
como
era
esse
o
meu
dever,
agradecer
do
fundo
d
’al-
ma
a
todas
as
pessoas
que
se
interessaram
pelo
meu
restabelecimento,
e
me
visita
ram
durante
a minha doença
(angina,,
quer
d
’
esta cidade,
quer
da
do
Porto,
signifi
cando-lhes
o
maior
reconhecimento
e
gra
tidão.
Não
esquecendo
n’
este
momento
de
<
rgradí
eciei''jigbalmenfe
ao
:
ihéu
fãcMtlríi^
4
li
assistente
■
o
eirn.
0 dr.
José
Joaqíilhl
Làpés
Cardoso,
pelo
modo e
carinhos cóin
■que
me
tratou durante
o
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irrii-
nhál -mhlésHijí
-
síd
;Uí
’ lAí'-
>iV
’/■.
v
a
.
; i.n-nt
nr
u
n
eup
(4
98-61
v
...Btaga,
18
de
maio
de
1877...
.-.
Joaquim
d
’£ssumptòo.
•
r-
'ABKtàía
Roza
da
Conceição;
Vieira
de
Câhvaliiôi
seus
filhos
e
sobrinhos,
prófun-
<Ianiente!
réconhecidos
para
com
todas
as
■pessoas
1
,
1
que
foram
tão
desveladas
e
oui-
4adoS»s
!
na
enfermidade,
íaNeeimenlo
'b
enterro
de
sua
muito
querida*
filha,
i^mã
e
prima,
Maria Julia
Vieira
de
Cârvalliô
e
Cruz,
agradecem
publibamertte
e
do
In»
Timo
tPtílma.
e
protestam indeíevèl
graí
trdão.
;
(266)
CIO
'13 ô
VOU
. S
$Up fi
S<1
,00SÍPVíl
■»i;ANNUNCIÔb
íi!t>
08
I ‘ III; 34* II'. . <)C Ob- ,()bli&V
ia;-
■.
i
j
r
.;(i fcb
ômoH;
;
FerreiraJBarboza,
tendo
}
jgo
.
/Jornal
do
Minho»
n.°
228,
um
an-
jgppcío
que
i;diz
jfender.se
um campo p.é,-
.gado
.á
(por\ie de S. João
e.
estr,ad^(
4è!
^uinq^rãeSp
com tres
moradas
de casa?
fdentro,
com
todas
as
suas
pertenças que
é
paiil
e
‘
deveza
e
dois
leirôes
.pegados
ao
rio,
vem
com
o
fim
dè
esclarecer
os
pretendentes
á
compra
do
dito campò,
leiras
e tres
casas
no
sitio
da
Deveza, e
evitar
duvidas
cu
complicações
futuras,
previne
que
tem
alli
uma
deveza
dç.
çar-
valhps
junto
á
fonte
chamada
da
Riguêira,
da.
qual
se
tornou
legitimo
proprietário
por
çimpra
que
fez,
e
na
qual
tem
pin
tado
ultimamente carvalhos,
oliveiras,
e
.sobreiros/
novos,
além dos
que
alJi.
ejtjstiam
por
occasião
da
compra.
(277)
POR
200^000
RS.
Se
vende a
linda
carruagem
de
gala
da
TalIMida
infanta
D.
Isabel
Maria
;
assim
como ha
arreios
para quatro
muarês,
na
*íuá
dà
Bitesga,
7,
'Lisboa.
(272)
X
;
AiifíEiVAuçÃo
No
dia
27
de
maio,
pelas
10
horas
da
. ujanhã, terá
logar
á
porta
do
Hospital
de
S.
parcos,
d
’
esta
cidade,
a arrematação
de
alguns
moveis
e
vários
objectós,
que
per
tenceram
a
um
Bemfeilor
do
mesmo
Hos
pital..
(273)
1
li
.
<Jp . í- li. >
!■’ r .
;i:
. ;-
jg
;
NOVOJlt-RARIO
J
I
' 8
,011'.:.
í
"
\
•
i
•...
-
A antiga Sociedade
Viação Bra-
:
'
atjj
eareáse.
O
. ioi Olii
.
-.
-III
!,
Leva
ao
conhecimento
do
publico
que
O&
.fcarfqs
,que
d'esta cidade^saêm para
os
Arcos
ás
6
horas
da manhã
e
I
da
lãníe,
.
principiam.a
sair
no
.dia
20
do
corrente
«
ás
horas
da
manha
e
2
da
tarde
;
çhe-
);
,gam
aos
Arcos
ás
10
horas
da
manha'è
-7
4a..tarde;
vollatn
dos
Arcos
ás
5
horas
4a
manhã
e
2
da
tarde,
chegam
a Braga
vás 11
da
i»3Phã
eS
da
tarde
;
continuan-
~4oJt
sair
9.
;Çarro
para
.Monsão depois
da
.
chegada
do
primeiro
comboio
da
manhã,
.
Mihegji
a,
Monsão
ás
7 horas da
tarde;
.-volta
de
,
Monsão
para Braga ás
5
horas
da
manhã,
e
chega
a
Braga
ás‘
4da
tarde.
Braga
18
de
maio
de
1877.
(27,6))?
- Jpsé
Liiiz
Ferreira.
’
tiEvlHr. Ari.
Manuel
da
Costa
Menezes,
morador
na
rua
do
Eorno,
casa
n."
8
d
’esta
cidade,
faz
publico
que
tem
aberto
o
seu
estabe
lecimento
denominado
o
RESTAURANTE
FERL
no
qual
tem
variadas
comidas
as
sim
como
bons
vinhos
verdes,
maduro
de
meza,
e
finos
engarrafados,
bem
como
ge
nebra,
e
cana
Paraty,
e
café,
quê
vende
tudo
pelos
preços
mais
commodos
possí
veis.
(274)
i
ALCATRÃO BARBÈROI^™
Único
que contém todos
os princípios balsâmicos
e aromáticos de
Alcatrão de Noruega. No«
fortes calores
e
nas mudanças
de estação, impede que
a agua Se corrompa : é uma bebida hygie-
fiica
e preservadora
de moléstias epidemlcas, — Dóse : uma coiherzinha n’um copo «ragua
r accrescentada
a
bebida ordinaria. Preço 400 réis.
ALCATRÃO
RECONSTITUINTE
BARBERON.
com
chiorhydropiósphato de da;
Constimpção, moléstias do peito, tísica,
anemia, dyspepsia,
rachitismo,,
moléstias
dos
ossos,
das mulheres e das. crianças. —
Preço
: 500 reis.
ELIXIR FERRUGINOSO
BARBERON
j
Com
chlorhydrophosph&to de ferro» — Recon-
.stitue o sangue senvcaqsar o estomago. Muito agradavel, digestivo e
tonlco.—Preço : 800 r».
FOGO
BARBERON
PARA.
OS
ÇAVALLOS.
substitue
o ferro candente
asm
destruir
lii o
peiio.-Êxitoinfallivel
e facil
applicação. <— Preço : 950reis.
;:i
|
,
,
j
f.;-, •/'
Depositos:
BARBERON,4 Qi»,
en GhâtilloH-sur-Loire (Lgirei), França. ]gm
Lisboa, o. snn
I
Barreio,
ina do Lorêlo. n;,° 28—3()
(23
uri
,
. ,
.
; mõ.o
o 1
-P
a
flirl Ú:L.. i.l.Lut.L.
n. o ,1L:-, .z: .P^l .-jy,. o mv; 'iJi 8|| f, E-ntn
<■
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G3TTÁ
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urna
.«ei]
.fum
’
iii
'inxsi
ôli Kisnnxisb
Licor e nilulas dtitlr. -LaVilcè''' í
!l
11
• ')"i P
rf
0{9ii|
tofltiiF. ob mtmmmtM»
ou
OBjcmiiu
Esta
medicina
anti-gòltosa
e
anti-rheuinatíca
é
de justo
titulo
o
rçpu.tada
'infàrti-
reL
dqsdejíID
anhos,cbutrà
os
ataques,
;e
as
.recaídas).
Sua
eítiçàpa
grafadçi
que
(luqs
jQii
jres.,pequenas,
colheradas
sãò
bastante
para
curar
as
ílore^ tpàisia.gudaX
..
Ê
’
i
a
unica
sgien^ft^a
ê
(
officiãlmèn'e
refcqnbecida
e
que
offerece
lojai
as
gáraplias.
Veja-se
o
lívrihlip.
|<jue'se'dá grátis
ém
todas
as
pharjnacias. Preço
2^000
rs.
Para
evitar-se
os'grares
perigos
da
falsi
ficação, deve-se exigir a
assigiffllucgi, dg
dr.
Laville.
Deposito
geraí
em P.aris :
pharmafeia central
dé
1'Yança,
7.
'.Rua
ilç
ÍQÓy.
(42^.).
.
.
mi
'
MALA
IML
IWLE2A
(INCORPORADA
POR CARTA REAL)
!;-
0
H
11
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQLÉTÊS A
VAPOR
Para S. Vicente, Pernambúco, Bahia, Rio de Janeiro
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
3
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARAGUÁ;
SANTA CATARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEEGRE.
CAMPINAS, S.
PAULO,
CANPOS, VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral;
e
interior
do
Brazil, ao
sul
de
.
Pernambuco
PAQUETICS
A
S,\!R
RE
LISBOA
MINHO.
.
.
.28 de Maio
NEV
a
..................
13
de
Julho
TA.-GLS
.........................
13 de
Junho
MONDEGO.
.
.
■
.
SS
de, Julho
GUADIANA
...
29
de
Junho
EI.BE
....
|3
de
Agqsjo
PREÇOS COMMODOS
Cada
paquete
ti rHla éompanlíia
leVa
a
bor.do
criadoa
e eoHinheiro»
portiigiieze»
para
commodidade dos
passageiros
de
todas
as
elasaes. "
Sendo
as
passagens pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
otí
em guulqubr Agencia
provincial,
a
conducção
para
Lisboa
é.
por
conta
du
C
<mpanhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio de
Janeiro,
teem
sustento,
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
précisa
para
ohter trasbordo.
A hordo
«»a
pasMagriros
teem grátis í«m», roupa de eama, en-
mida
feita por coaiiilieiros portugiiezen, «iittltio dviaa vezes por dia,
assisteneia inedicii, serviço de erâados e outras despezas.
t
1
.
A EXPERIENCIA
de
mais
de um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’
esta
■companhia
(a
mais-airtiga
na
carreira
do
Brazd)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
«
segurança
excepcional;
além
d
’
isso
pela
limpesa.,
boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodáções
a
bordo,
e
pelos melhoramentos
,mais
inodcrnqs
um
lo
para a
hygiene
como
para
a.cotnmodidajdç
dos. passageiros.
,
■
,
L
■
.
..
■
e
;
>
.
/ ci
o-o..
■
ISTQ
E
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que teem
de
passageiros
e pelos.agrade
cimentos
de
mais
de
mil
e cem
passageiros
d
’entré
elles
feitos
por
escripta
como
consta
de
docií-
mentos
archivaifos
em varias
agencias.
SÀO ESTES
OS PAQUETES
preferidas'
^elo
Governo
Ingiez
para
a conducção
das
rittis
:
malas do
correio, e
hor
este
serviÇo
recebe
íi
companhia
iim
:
importante
subsidio.
’
•'
‘
J
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
á
honra
de
conduzir
Suhs^Magestades
o
Imperador e Impe
ratriz
do
Brazil,‘como
lambem
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto;
1
i
;.
TODAS
AS
INFÓHMACÕES
e
bilhetes
de
passagenl
nqd.em?ser'djííidas,no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rf,a
dos
Inglezes,'
23,
do
agente
GUILTIERMC
c
.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e correspondências estabelecidas.em
todas
as
pliíreipaeS
cidades
e villas.
v
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel da
Sitvií
Guimarãeá,
rha
do
Soifto.
MADLlliAS
DE PINHO
Ve,nde-se
todas
ãs'mp'deiras
dos
‘
abar-
racamentos
da
feita
do
S.
'
Marcòs,
ássim
corno
maip
trezentas
e
tantas uuzías
de
bilóla,
nov^. e
de
boa qualidade.que
ser
ve
para
toda
e
qualquer
obra;,
está
desde
já
se
aclia
á
venda. ,
Quem
pretender dirija-se
á leira
do
í
S,
Marços
á
barraca
de,'
Miguel
da.
Silva
Moura,
e
a dos
abarracamentos
nos
dias
24,
25 e
26.
(267)
LECCIONÁÇÃO
Na
casa
n.°
1
da
rua
das Palhotas,
lecciona-se
Inslrucçao
Primaria,
por pre
ços
rasoaveis.
............... ...................................................................
-V-
«l.
tf?
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Em
13 í
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ol
nsup
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Eoijin
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«io
c
1
Vende-se
um.
bom
caleche,
eom
armq-
ção lambem para victoria.;Para. vêr
á
roa
de
Guadélupe
h
?
25,
oude
está
por
fa-.
vor.;
e para
tratajv
á
rua
do
Souto
n.°
15,
com Bernardo
José
Eecnandes
Car
neiro.;
'
(268)
1
• vj>
D
S-.-C
!
....
CASA
PARA ARRENDAR
'T OJM HIISL
ol;
u-O
o
TL
h
J
.
Alluga-se
até
ao proximo
S.
Mi
guel
uma
morada
de casas,
sita
na
rua
do
Anjo n.°
24.
Trata-se
na
livraria,
em
frênte
da
mesma casa,
e no
escriptorio
d
’
esta
redacção.
ANTIG--Q
ARMAZEM DE
\;
:
ru(t-
è
‘
(i
'
Jitno^iP
'■
■>-g'l>i!
•' ld •
..;
Ferreira
Aive^i
j ■
Participa
^ds
scuá'''amigos
é
fregiiê^
jqWé
cònfitioa
á
Vèbddf
por
pj-eços.
sèm cítf.
petenciá
é
çòm
respõnsallilidade
movè|(
em
fqdos.
çs
gostos 'de
niognê,
pau
ol&o
K
pqgueíia,
‘
'ditosde"
palhinfia.'
alcaifiÉ
feltras
e
bonitos
dtiuquérquós,
é'ô'nsów
jSfdiiieiràs,
jíuàrdif-VvshdoS
Conf
espêlWii
sem
elje.
toileles.
camas
á
ingjezá/
h^l
"cjças.
d
fVancrzii'
secretarias'
jiará
homem
e
^enhbray
diftjs da
érri.de
,
guafiiií;^
fà
nogperrá'
‘
para
sala
ilejaniar, cadeiras
am#
HVàn^.^T.igTi
ék
i-
'niarãdofes
Vld'
liíria
a
qtiàliíládé
'lie iiíadêidà
;
bêói
1
'
assltn
'
'tolft
1
a
qualidade
de
apoveis.
Promplitjca-se
a
fazer
todas
as
qiralida.
dês'<íè
molcís
estofáilosJ
'
V2afô
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,-ont.iljU
FLUIDE
IATIF «
JONES
Por
suas propriedade) bene/tcae, goza este ■ ■prol j
dueto
de alta
e merecida reputaçlo. Suaeiia e ama-
eia
a pelle, allivia as irritaçõee causadas pelas «nu-
dimças
de elima, pelos banhos dó mar, impress%i
desagradareis do vento ou do calor, etc, etc.
Uma simples applicaçao taz desapparecer as
ra
chaduras
das mSos' e dós beteot.
Preço 680 reis-.
PARA OS
CUIDADOS
DO
TOUCADOR
É
muito digno de
ser recommandado 6
Sabno
que possua todas as
propriedades suavizan-
tes
doFluide, e um aroma delicadissimo.PreçoBOOr'
23,
Baulevart dea Capucines, Paria,
■
be
Fronte
da
entrada do Graíd-Hotel.
Fabricante dé
Escovas
inglesas Perfúmeria; Lofá •
de
papel, Objetos de
Fantasia, Estojos
divenósi
'
Cutelaria, Artigos de Luxo, Luvas, etc.
Deposito
éíii
Lisboa,
snr.
Barreto,
Lorèío
m
’
.
28rrr3G
:.
(26
*)
hospedes
no
Porto
que
de*
sejarem
evitar
o
buliciò,
e
mais
incoifl*
modidatles
das
Hospedar
ias,
e ãpWénav
alimento
onde
mais
lhes
convier, achít»
ã
prèço
rasõavel,
quartos
e
camas
tleçeu-
tes, sem. obrigaçãó
de
comida,
n
’uma
ci
sa honesta,
a
curta
distancia
dos
thea-
tros
e
das'
prinêipaeS
repartições
publit.M-
Indiça-se.
na
rua
de
Santo
Ildefonso, n-
1
239.
(-St).
r
VI XUA 1>E CAS>A8
M
6
’
.<r. .r»t. ■ -■ -
-• ■;Lfj
z^-.
Uma
na
rua
do
Charqtreiro
<le
i
an
’
f
ar e
quintal,
n." 4.
Duas
terreas,
n.°*
7
e
8;
coW
quintal,
na dita
rua.
Duas
na^
escadas
de
Guadelupe,
-
T
C0ffi
quintal,
b.®
& 16
e
17.
í
,
;
g
Ç
■
•
Uma
ria
rua
das Aguas,
feita
de
no
’
0.
Quem
íjs
pertender
trata-se
com
a
rencia
do
Banco
do
Minho.
'
(263)
M
eh
ou
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c-friTióT
BOM
VINHO
”
Vende-se
por pipa na casa
da
?De'eZÍ
'
em
Adaufe.
(2o3)1
l
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I
;
.
BRAGA,.
'jTYPOGRAPHIA
LUSITAIU—187'-
Parte de Comércio do Minho (O)
