comerciominho_18121877_727.xml
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-
COMlHEKCIjM„ BBEL.K«KOSA B< ^O riCE OSJL.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
5.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.................... 1&600
»
6
»
...............
830
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha.
....
20
Repetição..........................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SÃBBADOS.
PREÇO
|DA ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes
.............................
2&000
»
t»
».............................1^030
»
sendo duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
.......
10
N.°
727
D.
JOÃO
CHRYSOSTOMO
DEAM0R1M
Pessoa,
por
mercê de Deus, ele
Estando
proximo
o
dia.
em
que,
pe
la
Carla
de
Lei
de
19
de março
do
pre
sente
anno
de
1877,
tem
de
proceder-se
ao
recenseamento
geral
da
população
do
reino
e
suas
ilhas
adjacentes
;
e
Considerando,
que
esta
operação
do
recenseamento
da
população,
usada
ein
todos
os
povos
civilisados
desde a mais
remota
antiguidade,
é
um
elemento
po
deroso
para
a
boa
administração
do
reino
;
Considerando,
que
lodos
os
cidadãos
leêm
obrigação
de
com orrer,
nas
con
dições
especiaes
em
que
se
acham,
para
a
felicidade
do
seíi
paiz;
e
que
d
’
esta
operação
do
recenseamento
geral
da
popu
lação
só
pode resultar bem,
e
nunca
al
gum
mal
para a
sociedade
civil ;
Considerando
que
os
revd.‘s parochos
são
membros
natos
das
commissões,
no
meadas
para
darem
á
execução
a
mencio
nada Carta
de
Lei
de
19
de
março,
como
se
acha
disposto no
arl
0
8."
das
«Ins-
trucções
de
6
de
junho de
1877»;
—
Considerando,
que ao cléro
compele
não só dar exemplo
de obediência
á
lei
;
mas
lambem concorrer, em
tudo quanto
seja
compatível
com
o
seu
caractere
digni
dade
sacerdotal, para auxiliar o Governo
de
Sua
Mageslade
na
execução
das
pro
videncias,
que
forem necessárias para a
boa administração
do
reino
;
Considerando,
que
é
do
Nosso
dever
pastoral
não
só
vigiar, pela
pureza
da
fé
e
dos costumes, mas lambem
recom-
mendar
e
promover,
por
todos
os
modos
hoje
ao
Nosso
alcance,
que
as
leis
do
remo
sejam
cumpridas
;
porque
do cum
primento
d
’ellas
dependem
certamente
a
conservação
da
ordem
publica,
o
socego
dos
povos, o
bem
da sociedade
civil e a
felicidade
do paiz
;
Havemos
por bem recommendar ao
cléro
e
lieis
d
’
este
Nosso
Arcebispado
de
Braga
que não
recusem
por
modo
ou
sob
pretexto algum
dar
todos
os
esclareci
mentos,
pedidos
pelas
já
referidas
«Ins-
trucções»
de 6 de junho do
presente
anno
de
1877
;
antes,
sim, procurem
dar-lhes
cumprimento,
o
mais
exaclo,
que
for
pos
sível.
Aos revd.os
parochos,
porem,
Orde
namos,
que
á
estação
da
Missa
Conventual
leiam
aos
seus
freguezes
esta
Nossa
Pro
visão,
para que ella
possa
ter
o seu
de
vido
e
desejado
effeito.
Dada
e
passada
sob
o Nosso
Signal
e
sêllo
das
Nossas Armas
em
a
Nossa
re
sidência
do Paço Archiepiscopal de
Bra
ga
enj
13
de
dezembro
de 1877.
Logar
gg
do
sêllo.
João,
Arcebispo Primaz.
D.
JOÃO ClliiYSOSTOMO
DE
A
.UORIM
Pessoa,
por
mercê de
Deus,
ele.
Sendo
chegado
o
tempo
em
que
a
Egreja
Catholica
celebra
o
Nascimento
de
Jesus
Chnsto,
Filho
de Deus
feito
ho
mem,
para
nos
remir
e salvar, e
desejando
Nós
concorrer
para
a
celebração
d
’
esta
grande
festividade
natalícia
por
um
modo
que
mais
agrade
a
Deus
e
aos
homens,
Ha
vemos
por
bem
Ordenar,
que
pelo co
fre
das
muletas,
por
dispensas
de
procla
mas,
seja dada de
esmoía
a
quantia
de
480500o
réis.
Considerando, porém,
que
pelo
mesmo
coíre,
são
já soccorridas
mensalmente
67
pessoas
pobres
d
’esta cidade
com a quan
tia
de
665820
réis
em
cada
mez,
e
que
não
é justo que
a
esmola
que
agora
mandamos dar
seja
também por
estas
pes
soas
repartida
;
Considerando,
que,
além d’estas
pes
soas
pobres,
soccorridas
mensalmente
pelo
cofre
das
muletas,
por
dispensas
dos
pro
clamas.
são pelo cartoiio da
Nossa
Mitra
soccorridas
mais 24
outras
pessoas
men
salmente
com a
quantia
de
125000
réis
em
cada
mez
e
que
é
igualmenle
<le
jus
tiça
que
na
esmola
agora
repartida
não
sejam
estas
pessoas contempladas,
para
que
ella
possa
chegar a
mais
indivíduos
necessitados
;
Mandamos,
que
seja
enviada
aos
revd.os
parochos
d
’
esta cidade
uma
relação
das
pessoas
que
já
recebem
esmolas
mensal
mente,
e que
não haja
inconveniente em
declarar
os
seus nomes
;
e
que
a
men
cionada
quantia
de
4805000 réis
seja
re
partida
pela
lórma
e
maneira
seguinte
:
Convento
de
Santa
Thereza
Convento
das
(Jrsulinas
Pessoas pobres
do
convento
dos
Remedios
Ditas
do convento
do Salvador
Ditas
do
Convento da
Conceição
Hospício
de
S.
Gonçalo
Dito
da Caridade
Dito
de
S.
Domingos
da
Tamanca
Asylo
de
S.
José
de
S.
Lazaro
Dito
da
Regeneração
Dito
dos
orphãos
pobres
da
cida
de
de
Vianna
Hospital
de
S.
João
Marcos
Dito
da
villa
de
Caminha
Dito de
Villa
Nova
de Famalicão
Cadeia
de
Braga,
para
roupa
de
cama
Trinta famihas
pobres
e
honestas,
a
35000
réis
cada
uma
Sendo
7
na freguezia de S.
Victor
5
na
de
S. Lazaro
5
na
da
Sé
Primaz
o
na
de
S.
João do
Souto
5
na
de
S.
Pedro
de
Ma-
ximinos
3
na
de
S.
Thyago
A
cem
pessoas
pobres
na
fregue
zia
de
S.
Victor
A
sessenta
ditas
na
freguezia
de
S.
José
de
S.
Lazaro
A
sessenta
ditas
na freguezia da
Sé
Primaz
A
sessenta
ditas na
freguezia
de
S.
João
do
Souto
A
sessenta ditas
na
freguezia
de
S.
Pedro
de Maxiininos
A
cincoenla
ditas
na
freguezia
de
S. Thyago
245000
245000
125000
125000
65000
65'100
65000
205000
305000
215000
405000
305000
245000
3
'5000
245000
905000
205000
125000
125000
125000
125000
105000
Total.
.
.
.
4805000
Aos
revd.
s
parochos
serão
enviadas
as
cédulas
necessárias
para
a
repartição
da
esmola,
na
fôrma
do
estylo.
Paço
Archiepiscopal
de
Braga,
8
de
Dezembro
de
1877.
joão.
Arcebispo
Primaz.
Presumimos
que
0
motivo
de
não
se
rem
contemplados
os estabelecimentos
pios
e
casas
religiosas,
pobres,
de
Guimarães,
decerto
será
porque
já 0
foram
este
anno
por
oceasião
da
visita
de
s.
exc.
a
áquella
cidade.
A
R.
R.
111
!■ ■■iM
nínii.
BKAC4Â
TKBÇ4-FEIRA
19
BE
OMEtl
SKO
DE
19
7
7
e
seus
direitos,
nem
pela do
que
seja
0
Estado,
seus
direitos e
seus
deveres.
As
sim
aílirma
que
«dizendo
a Carta
Consti
tucional no
art.
6.®
qne a
religião
calho
lica,
aposlobca
e
romana
continuará
a
ser
a religião
do
Reino»,
quiz
que
fosse
«0
catholicismo
uma
instituição
politica».
Funda
esta
ideia
tão
peregrina
no
ver
bo
continuará.
Debalde
porém
se
investi
gará
a
razão
d
’
ella,
ninguém
póde
en-
contral-a
nem
na
pliilosophia,
nem
na
histoiia,
nem
na grammalica,
e
a
doutri
na
lormalmenle
a
coudemna.
Alguns
cha
mam
hislorico
a
este
artigo
da
Carta,
outros
consideram-n
’
o
fundamental,
e
por
tanto
irreformavel;
e
n
’uma e
n
’
outra
ac-
cepçào
(óra
do
alcance
do
poder
legisla
tivo, quer
ordinário
quer
constituinte.
Allega
lambem
que a Carla
«não
con
sidera
(o
catholicismo)
um
poder
porque
esses
são
apenas
0
legislativo,
0 executivo
e
0
judicial»;
e
só «indica uma
conces
são
á
Egreja,
e
um
dever
imposto
aos
cidadãos, que,
entre
outras
obrigações
.
.
tem a de seguir
aquelle
culto». A
sua
habilidade
achou
tudo
isto
na
palavra
—
continuará.
Reconhecendo
a perícia
do
articulista,
devemos
dizer-lhe
que
se
enganou
redon-
dainenle.
Quando
a
inouarchia
porlugueza
nasceu,
já
iiavia
secnlos que
0 povo era
catholico:
assim
0
tinham
achado
os
ara-
bes
na oceasião em
que
conquistaram
as
Hespanhas,
e destruíram 0
império
god
.
Foi
0
catholicismo que formou Por
tugal,
corôou
0
nosso
primeiro
rei,
orga-
nisou
0
paiz,
e
assegurou
a
sua
indepen
dência.
Depois
disio
é muito
para feste
jar
ler-se
que
a
Carla,
ao
cabo
de
689
annos,
não
só
quiz
dirigil-o,
mas
até
mudar-lhe 0
seu
caracter
essencial, quasi
sete
séculos mais
antigo do que
ella.
Mui
de proposilo
prescindimos
da
ra
zão
de
ser
do
catholicismo,
e
da
sua
divin»
origem,
por
temermos
que
0
ar
ticulista não
nos entendesse;
mas
não
quizemos retrahir-nos
a ponderar-lhe
que
elle,
abrangendo
em
si
todas
as
nações
e
povos
da
terra por
ser
universal,
não
póde acabar
em
Portugal; é
este
pelo
contrario
que
«está
incorporado»
na
Egre
ja.
Muito
Iiavia
de rir
0
«Jornal
do
Com-
nierci'
»
se
algum
collega
lhe
dissesse
que
o
Rocio
eslava
incorporado
na
B
lesga;
e
comludo
0
desaccordo
é
maior na
pro
posição
—
«0
Calliolicismo
esla
incorporado
no
Eslado».
Admittimos
sem
esforço
que
a Carta
não
considerou
0
Catholicismo
um
poder,
assim
como
este
não
considerou
lambem
um
p
der
a
sociedade civil.
A
Caria
só
attendeu á
organisação
politica
do
paiz,
que
vinha
reformar;
e
0
Evangelho
ás
almas,
que
vinha
salvar.
A
Egreja Ca
tholica é,
e
sempre
foi,
uma
sociedade
perfeita,
independente
e soberana,
com
organisação
e poderes
que
recebeu
do
seu
Divino
Fundador,
e
que
presislem
ha
19
séculos,
e
teem
aflrvntado
e
vencido
en
carniçados
e feroses
ataques,
hypocrisias,
defecções,
e
até
traições.
Não
se
póde
pois
admillir
que
0
con
linuará
fosse
uma
concessão
á
Egreja,
nem um
dever
novo
imposto
aos
portu
guezes.
Quando
a
Carla
chegou
do
Ba-
zil
na bagagem
de
sir
C.
Sluart
éramos
todos
calholicos, lodos seguíamos
o
seu
culto:
até
os
pedreiros-livres
se
fingiam
taes,
sem
reclamação
alguma,
tanto
por
que primam no
íingim
nlo,
como
porque
raríssimas
eram
as
pessoas
que
sabiam
que
elles
só
adoravam
0 sol
com 0
nome
de
Hirão;
e
suppomos
que
as
mais d
’
ellas
ignoravam
que
na
maçonaria
tudo
é
im
piedade,
mentira,
ou
tarlulice.
Os
deveres
religiosos
dos
calholicos
já
também
exis-
jliam
ha
não
menos
séculos;
e
também
A
Egrs-jni
e
o Eatad®,
Com
épigraphe
igual a
esta
escreveu
0
«Jornal
do
Commercio»
de
9
do
actual
um
artigo
que
não
brilha
pela
sciencia
da
constituição
da
Egreja,
sua
doutrina
os
direitos
da
Egreja;
hoje
é
que
lhe leem
sido
roubados
ou
empalmados,
uns
apoa
outros.
Não
ha
outra
concessão
da Carla.
Igualmente
errónea
é
a
asserção de
que
«os bispos
e
os
parochos
são
empre
gados
do
Eslado».
Como
são
elles
empre
gados
do Estado, se
este
não
póde
dar-
lhes
a auctoridade.
nem
tão
pouco
reti-
rar-lh
’
a,
como
póde
fazel-o,
e
0
faz
a
todos
os
outros
empregados
?
São,
é
ver
dade.
cidadãos
do
paiz, e
como
taes
obrigados
a
obedecer
ás leis
do
mesmo
emquanto não
contrariarem
a
lei
divina
e
natural
e
as
leis
da
Egreja;
mas
es.-e
de
ver
não
provém
das
determinações
do
Estado,
que
muitas
vezes as
contradizem.
O
«direito
que
os
reis
do
antigo
re
gímen tinham
de
se fazerem
represeniar
nos
concílios
por meio
dos seus
legados
e
doutores»,
não
provinha
da i-ua
quali
dade
de calholicos,
mas
de
serem
chefes
de
eslados calholicos,
circumslancia
que
não
existe
mais
hoje;
e
tanto
que
nem
foram
convocados
para
0
Concilio
do
Va
ticano.
Assim,
é
de
todo
0
ponto
erró
nea
a
sua explicação do
facto—
«hoje
que
a
liberdade
se
concebe d’outra
fórma,
0
Eslado
não
se
faz
representar
nos Conci
lias».
Não
se
fez representar;
porque
não
tinha
logar alli.
E
ainda
que
tivesse,
não
iria lá.
Fal
tavam-lhe
os
«doutores»
em
direito
ca
nónico
que
se
não
ensina
desde
1836,
e
escasseavam
os
de
theologia.
0
que
iria
lá
fazer
Portugal
senão
buscar
desdouro
e
vergonha
em
vez
da
honra
e
lustre,
que
nos
tempos
do
«antigo
regimen»
adquiriu
n
’aquellas
santas
e
augustas
assembleias.
A
ignorância
é
descommunal
e
porisso
«a
liberdade
se
concebe
hoje
d
’outra
fór
ma».
Aclualmente cá
ha
liberdade
para
0
vicio
e 0
crime,
isto
é,
para
0
mal
em
todas
as
suas
manifestações.
O
falso
«direito
(que)
0
Estado
se
reserva
d’
examinar
as
decisões
(dos
Con
cílios
,
de
qualquer natureza
que
sejam»
e
de
lhes
dar
ou
recusar
assentimento»
não
é
teompensaçáo»
de
Fr
deixado
de
se
fazer
representar
nos
Concilies,
como
0
articulista quer
fazer
crer; mas sim
plesmente
uma
usurpação
molerna
do
des
potismo
real,
que
0
despotismo
liberal
aggravou
em
1834; e
só descobre
a
«outra
ffórma»
como
se
concebe
hoje a
liberdade.
«
Sousa
Monteiro.
[Continúa]
GAZETILHA
Publieaçfto
da
Bulia.
-
Verihcou-
se
ante-houlem,
como
annunciámos,
a
pu
blicação
da
Bulia
nesta
cidade.
Sobre
10
horas
da manhã
saiu do
Col
legio
a
procissão,
qne
ia
apparalosa.
Abria-
a uma
banda
de
musica,
seguindo-selhe
poucas
cruzes,
=e
também
diminuto
nu
mero
de
parochos
de
aldeia,
==
signal
evi
dente
de
falta
de
clero
que
ha,
pois
alguns
dos
parochos qne
leriam de
neíla
tomar
parle
não
tiveram
a
quem
encarregar
as
suas
parochias.
Iam
depois
as
communi-
dades
dos
orlãos
de
S.
Caetano
e do
Semi
nário
Conciliar
precedidos
das
suas
cruzes,
um
crescido
numero
de
clérigos e alunínos
do
curso theologico,
e membros
da
Cama
ra Ecclesiastica.
Depois
do
palio
seguia-se
a
camara
mu
nicipal
e
alguns
empregados,
tornapdo
se
reparavel que d
’
algumas
repartições
não
fosse um
empregado ao
menos.
Fechava
o
préstito
uma guarda d’
hónra,
de capitão,
e
precedida da
banda regimental,—jnna e
outra
mandadas,
além d’utna commissão
militar,
pelo
digno
commandaiite
d
’
infan-
teria
8.
Honra
lhe
seja.
Depois
do
7e-Deum
e
orações
próprias,
subiu
ao
púlpito
o
snr.
p.
e
João
Rebello
Cardozo
de
Menezes, que pronunciou
um
bello
discurso.
Tomando
por
ihema
as
palavras
non
veni
pacem
sed
gladium,
disse
que
=»
vindo
Christo
fazer
guerra
ao
demonio,
era
este
mundo
um
vasto
campo
de
batalhas,
pois
não
podia
haver
nada
de
com
m
um
entre
a
luz
e
as
trevas,
entre
a
verdade
e
a men
tira,
entre
a
santidade
e
a
maldade;
po
rém
n
’este
século
era
mais
terrível
esta
lucta
por
ser
a
epocha
da
sedticçào
das
intelligencias,
e
o
padre
era
aquelle
a quem
competia
esta
guerra,
e por
isso
era
neces
sário
que
elle
fosse
illustrado
e
virtuoso,
para
ser
o
soldado
da Cruz e
o
homem
do
sacrifício,
e para isso
era
preciso
edu-
cal-o :
depois
da extinção
das
ordens
reli
giosas os
seminários
eram
os
únicos
luga-
gares
uo
casas
onde
se
podia educar
o
cle
ro.
mas
que
a sustentação
delles
estava
de
pendente
da
Bulia
da
Cruzada,
e
por
tanto
tirada
a
Bulia
acabariam
os
seminários
,
fechados
os
seminários,
acabariam
os
minis
tros
da
religião
;
acabados os
ministros
da
religião,
acabaria
a
religião;
e acabada
a re
ligião
acabaria
a
sociedade.
Depois mostrou
como
a
Egreja
abençoa
va esta
esmola concedendo
a
indulgência
plenaria,
e
mostrou
o
que
era
esta
indul
gência,
expondo
a
doutrina
da Egreja,
re
futando
os
erros
dos
prolestautes
a
este
respeito.
AHHoeiafíio
Catholica.
—
Da
eleição
a
que
ante-hontem
se
procedeu
para
os
diflerentes
cargos
da
Associação
Catho
lica,
resultou
o
seguinte:
Presidente
Dr.
Manoel
Joaquim
Penha
Fortuna
75
votos.
Vice-presidente
Dr.
Felix
Maria
Gomes d
’
Araujo Al
vares
68
votos
Dr. João
Pereira
Lobato
68
votos.
Dr
Pizarro
12 votos.
Padre
Velloso
17
votos
Director
espiritual
Padre
J.
A.
Velloso
55
votos.
Padre
Luiz
Gomes da
Sdva
18
votos.
í.°
secretario •
Dr.
Joaquim da
Silva
Malheiro 7
4
vo
tos.
2.°
secretario
Dr.
João
Baptisla
da Silva
Ramos
40
votos.
Dr.
Conslantino
Ferreira
d
’
Almeida 18
votos.
Padre
Luiz
Gomes
da
Sdva 17
votos.
T/iesoureiro
Francisco
Marques Soares
d
’
Azevedo
73
votos.
Direclores
Bernardo
José
Fernandes
Carneiro
75
votos.
Joaquim da
Silva
Gonçalves
74
votos
Jeronymo
José
Ferreira
Couto
75
votos.
Manoel
Ignacio
da
Silva
Braga 74 votos.
Antonio
ADes
dos
Santos
Costa
74
votos.
José Cardoso
da
Silva Guimarães
74
votos.
Joaquim
José
da
Silva
Pipa
74
votos.
Albano
da
Silva 73
votos.
Domingos
Pereira
d
’
Azevedo
64
votos.
Luiz
Baplista
da
Silva
61
votos.
Francisco
José
Vieira
de
Carvalho
Júnior
40
votos.
Antonio
José
Vieira
Machado
40
votos.
Falleeimentoi.
—
Falleceu ante-hon
tem
o
snr.
Daniel
da
Costa
Soares,
hon
rado
negociante
de
ferragens
no
largo
de
S.
Francisco.
Teve
hontem
oflicios
fúnebres
no
templo
da
Orlem
Terceira.
—
Falleceu
lambem
ante-hontem
o
snr.
Ignacio
de
Barros
Lima,
natural
d
’Espo-
zende,
e
que
ha
tempos
viera
doente
do
Pará,
onde
o seu
testamento
foi
feito,
lamenlando-se
que
por
este
motivo
não
tenham
nelle
sido
contemplados
os
esta
belecimentos
pios d
’
esta
cidade.
Teve
hontem
pomposos
oíficios
na
egreja
do
Carmo.
Theatro
—
Effectuou-se
ante-hontem
o
especlaculo
em
beneficio
do
actor
Dias,
que
pertenceu
á companhia
do
Baquet,
do
Porto.
A casa
eslava
boa.
O
beneficiado
foi
varias
vezes
applau-
I
dido,
especialmente
no
enlreacto
comico
Lamúrias
d'um
sachristão,
e
brindado
com
alguns
bouquets.
Vovenas
«lo
Menino
»en«.—
Co
meçaram
ante-hontem
as
novenas
do
Me
nino
Deus
uas
egrejas
de
N.
Senhora
Branca,
Terceiros,
e
Santa
Cruz,
e
na
capella
dos
Órfãos
de
S.
Caetano.
Na
Senhora
Branca
é
feita de
manhã,
e
nas
restantes
á
tarde.
São
todas a
instrumen
tal.
Sulão
americano.
—
Visitamos
ha
dias
esta
exposição
de
vistas
stereoscopi-
cas,
de que
é
proprietário o
snr.
Ramiro
Machado
Guimarães. E
’ realmente
uma
bella
collecção
de
149
vistas,
dignas
de
attenção
e
a
maior
parte
admiráveis.
As
representando
varias
ruinas.
do
Egyplo
são curiosissimas.
O
nosso
publico
não
deixará certa
mente
de concorrer ao
Salão
Americano,
sito
junto
á
Padaria
Hespanhola,
no Cam
po
de
Sant
’
Anna.
Além
da
modicidade
das entradas,
todo
o visitante
tem
direito
a
um
prémio ti
rado
á
sorte
Sociedade
de S.
Vicente
de
Pau
lo.
—
O
regulamento
d
’
esta
sociedade
vae
ser
publicado
na
«Semana
Religiosa»,
de
pois
do que
o
será
em
fórma
de
folheio,
para
ser
distribuído
pelos
socios.
Consta
que
logo em seguido á
fes
tividade
do Natal
lerá
logar
a
primeira
conferencia
ou
reunião
da
sociedade,
á
qual
assistirá
o
presidente
da
de
Lisboa.
A
Prapagivn
la
Caiholicn.
—
Como
promettemos
em
o n.°
anterior,
damos
em
seguida
logar
ao programma
d
’
esle
jornal,
que
vem
substituir
o
«Direito»:
Com
este
titulo
vae
pi;blicar-se
n
’esta
cidade
desde
o
l.°
de
janeiro
proximo
uma
folha
semanal,
cujo
(im
se'á
defen
der
a
verdade ç.
a
justiça.
N
’
este
tempo
tão
calamitoso
em que
o
inimigo
do
genero
humano
não
poupa
meio
algum
para
assaltar
e
destruir
a
Ci
dade
de
Deus,
nós
os
catholicos,
filhos
de
Jesus
Christo.
não
devemos
ncar
de
bra
ços
cruzados
em Irente
do
mal, mas
sim
trabalhar
com
ardor
e
por
todos
os
meios
lícitos
ao
nosso
alcance
para repellir
o
mal,
voltando
contra
elle
principalmente
as
armas
que
emprega conlra
nós.
quando
sem
quebra
dos
bons
princípios
as
poder
mos
manejar.
Ha
um
instrumento
maravilhoso,
que
a
natureza
destinava
unicamente
para
o
bem,
para
a
propagação
da verdade,
mas que
boje
serve
quasi
exclusivamente
para
a
pro
paganda
do
mal.
para
espalhar
por
toda
a
parle
a mentira.
Esta
grande
força
do
mal,
este
instru
mento
de
morte,
esta
formidável
artilhe-
ria
de
Satanaz
é
a
imprensa.
Ora
bem;
uma vez que ella
serve
pa
ra
propagar
o
mal,
sirva
lambem
para
propagar
o
bem.
E’
este
o
unico
tim
que
se
propõe a «Propaganda
Catholica».
Quando
Gregorio
XVI,
na
celebre
en-
cyclica
Mirari
vos,
analhematisava
a
pre
tendida
liberdade
d
’
imprensa
como
a
mais
pernici
sa
de
todas
as pestes,
não
sus
tentava
sómenle
os
interesses da
verda
de
religiosa
e da
mofai
publica,
mas
lambem
defendia
os
direitos
da
razão
hu
mana
e
a
verdadeira liberdade
do
pensa
mento.
Se
o
liberalismo
recebeu
esta
sen
tença
com
tão
violentos
clamores, é
por
que
o
liberalismo
é,
tãnto
na
ordem in-
lelleclual
com
»
na
ordem política,
inimi
go
jurado
da
liberdade.
A
liberdade d
’im-
prensa
e
o
liberalismo
são,
para
a
saude
dos
povos
civilisados,
o
que
é
para
a
saude
física
dos
povos
selvagens
a
liberdade
do
commercio
de
bebidas
espirituosas:
por
estes
dous
lados
o
attractivo
é
igualmen
te irresislivel, pelos
dous
lados
a
embria
guez
é
mortal.
E’
necessário
ter
abjurado
o
bom
senso
para desapprovar
a
liberdade
que
mata
o
corpo,
e
approvar
a
que
ma
ta
a alma.
O
mal
é grande,
e
se
não
podemos
cural-o,
pelo
menos
não
o
aggraveinos.
Se
não
podemos
estorvar que
tomem
o
veneno aquelles que
querem
morrer,
pe
lo
menos
ponhamos
uma
comida
sadia
ao
alcance
d
’
aquelles
que
querem
viver.
São
estes
os
dous
grandes
deveres
dos
catholicos
para
com
a
imprensa
perió
dica:
Em
primeiro
logar
todo
o
catholico
de
ve
abster se rigorosamenle
de
proteger
com
a
sua
assignalura
a
imprensa
anli-chrislã
e
proteger
a imprensa
catholica.
E'
isto
mesmo
o
que
por
muitas
vezes
tem
re-
commendado
a
Santa Sé
e
o
episcopado;
é este
o seu
dever, ou então não
digam
que são
catholicos.
Infelizmente
chegamos
a
um tempo
em
que muitos se
dizem
catholicos,
mas
pou
cos o
são
como
devem
ser.
Infelizes
des
ses
que
se
enganam
a
si
proprios.
O
zêlo
que
nos de»e
animar
em
favor
da
verdade,
não
nos
obriga
unicamente
a
abster-nos
de
contribuir
para
a
propagação
do êrro:
a
este
dever
negativo,
imposto
a
lodos,
se
juntam
outros
deveres
positivos,
cuja
extensão
se
proporciona aos
recursos
e ao grau de
iníluencia
de cada
um.
Po
deremos
resumil-os
lodos
n'uin
só:
em
pregar
nos,
quanto podermos,
na
propa
gação da
verdade pelos
bons
jornaes,
com
tanta
aclividade
quanta
põem
os
inimigos
de
Deus
e
da Egreja
em
propagar o
êrro
pelos
maus
j
rnaes.
Bem
sabemos
que
o
êrro tem
na
im
prensa
milhares
d
’orgãos
que espalham
o
veneno
por
ioda
a
parle,
e
que
infeliz
mente
a
verdade
conta
bem
poucos
n’
este
campo;
porém
isso
não
nos deve
desani
mar;
concorra
cada calholico
com
a
sua
pedra,
ainda
que
pequena,
para
levantar
um
dique á torrente
do
mal,
e
Deus
fará
o
resto.
Pedimos
pois
a
todos
os
verdadeiros
catholicos,
que poderem,
assignem
«A
Pro
paganda
Catholica», que
se
dedica
a
pro
pagar
as
boas
e
sãs
doutrinas,
e
a
com
bater
o
êrro
onde quer
que
elle
appareça
e
sob
quaesquer
fôrmas que
se
apresen
tar.
«A
Propaganda
Catholica» não
póde
presentemente
publicar-se
mais
que
uma
vez
por
semana;
porém
se
as assignaturas
derem
para
isso,
publicar
se-ha
mais
vezes
no
futuro. Os
catholicos
o
farão.
O
preço
da
assignalura
por
um
anno,
pago
adiantado, sein
o
que
se
não
toma
rá
conhecimento da
assignalura,
é
!$000
reis,
e
por
6
mezes
600
rs.
Parece
nos que
aquellas
pessoas
que
assignarem,
não
terão
occasião de
se
ar
repender.
Ainda
mais
uma
vez
pedimos
a
tolos
os
verdadeiros
catholicos
concorram
com
as
suas
assignaturas
para
a
publicação
d
’
um
periodico
tão
necessário
no tempo
presente,
como
é
«A
Propaganda
Catho
lica».
Toda
a
correspondência
deve
ser
diri
gida
franca de
porte
a
Francisco
Pereira
d
’Azevedo.
Porto
e
rua
d
’Alegria n.°
62,
—30
de
novembro
de
1877.
Lembrança.
—
Em
um
século,
em
que
se
nega ao
Pontífice
Romano
aquil-
lo
que
por
direito divino, natural,
e ec-
clesiastico
lhe
pertence, não
é
p^ra
admi
rar,
antes
é
natural,
e
summamente
lou
vável,
que
os
seus
verdadeiros
filhos
o
in-
demnisem
d
’
aquillo
que
outros
lhe
negam,
e
poitanto
costumo
em
lodos
os
annos
por
este
tempo
do Natal mandar
conjuncta-
mente.
com
outros
catholicos ao
SS.
Padre
um
óbulo,
que,
ainda
que pequeno, signi
fique o
nosso
amor,
obediência
e
adhesão
á
Santa Sé, e
ao Vigário de
Christo;
vou
por
este
meio
lembrar
aos
que
nos
annos
antecedentes
se
tem
associado coinmigo
para
este
fim,
e
aos outros
que
nova
mente
quizerem
associar-se. que
é
chegado
o
tempo
de
mandar
a
consoada
ao
Nosso
SS.
Padre
Pio
IX.
Braga
4
de
dezembro
de
1877.
P.
e
João
Rebello
Cardoso
de Menezes.
pt-ssoas
caritativas.—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
enlrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
filha de
paes
extremamenle
pobres,
que
conlinuamente
soífre
dores
tão
acervas,
que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo divino
amor
de
Deus.
A
’s
almas eaíútlomaa.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
uma infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
13,
(sotãof.
Tendo
80
annos
d’
edade,
e porisso
sem poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lucta
com
a
miséria
extrema.
sa
SAÚDE
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas, com
o
uso
da delicio-
farinha de
saúde,
BEVaiiESCIEBE
DD BARRY
de
Londres.
30
anuo»
d’
ênvariavel
sueeesio
6
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia) gasliica,
gaslralgia,
ílegma,
arrotos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vo
mitos,
initações
iutestinaes,
diarréa,
di
senteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
bexigas,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos, diabethes,
debilidade,
todas
as
de«ordens
no
peito,
na gaigan-
ta.
do aliio, dos
bronchios,
da
bexiga,
do
íigado,
dos
rios,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro e
do
sangue.
85:00
curas,
comprehendendo
n
’ellas
as
da
doqneza
de
Gasilestuari,
do
duque
de
Plusk.w,
da
marqueza de
Brehan,
de
Lord
Stuart,
par
d
Inglaterra,
do
doutor
e
professor
Wur-
zer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
65:811.—
Mr.
A.
Bruneliére,
cura,
de
uma
dispepsia
de
oito
annos,
e
depois
dos
médicos lhe
darem
só
pou
cos
mezes
de
vida.
Cura
n.°
62:476.
—
Saiote
Romaine-des-
lles
(Saône
et-Loire.
—
Sentr
r.
—
B>-mdiio
seja Deu»!
A
Revalesciére
du
Barry
poz
(im
aos
meus
18
anuos
de
soíTnmentos
do
estomago
e
dos
nervos,
de
fraquezas
e
de
suores
nocuirnos.
—
J.
C
omparet
,
cura.
Certificado
n.°
69:719.
— H
ydropsia
,
retenção
.
—
Tres
d’estes
casos
foram
ra-
dicalmenie
curados.
Para
as
tosses
adqui
ridas
por
um
iesfriamento,
produz
a
sus
pensão
repcmin-mente;
para
as
retenções
de
ourini
e
doenças
de
estomago,
pro
duz o
melhor
efleito
e
dissipa a
melan
colia.
—L
angevin
,
cura.
Cura
n.°
48
816.
—
Certificado do
ce
lebre
doutor
Redolpho
AVurzer.
Bonn,
19
de
janeiro
de
1855.—
A
Revalesciére
substituiu
admiravelmente
toda
a
medici
na
em
muitas
doenças,
sobretudo
nas dia
bethes,
constipações
obstinadas
e habiluaes,
assim
cooio
nas
diarréas
nas
aíl
cçô.s
dos
rins
e
da
bexiga,
uas
coiitrãcÇõe
“
e
nas
hemorthoidas,
assim
como
nas doenças
pulmonares
e
dos
bronchios,
nas tossese
na
tísica.
—
Doutor
R
ed
.
W
urzer
,
Membro
de
varias
sociedades scientificas.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do que a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o seu
preço
em
remedios.
—
Preços
lixos
da venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4
kilo,
500
;
de
*/,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
i$400
res;
de
2
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;
e
de
12 kilos,
124)000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a qualquer hora,
vendem-se
em
caixas a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate para
a
saúde
é
a
Hevaleseière
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appeltite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate ordinário,
sem esquentar.
«Em
pó e
em
paus,
em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
chave
nas,
800
reis
;
de
48
chavenas,
1^409
;
de
120
chavenas,
3$200 reis, ou
25
reis
cada
chavena.
DU
BAItm
4*
®.
a
LIHITRB.
-
Píace
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Streef,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc., das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo Filhos, praça
de D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
to,
J
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=Aveíro,
F.
E. da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Bi»rceli<»8,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
phaim..
Largo
da
Poj>te.—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado, drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua dos
Chãos
31
—
Pipa Óc
Irmão,
rua do
Souto.
—
Viagina
do
U»a-
tello,
Aílonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
149.
—
©wimarãea
A.
J.
Pereira
Martins,
phartn.
—Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da Feira,
1;
José, J. da
bilva, drog.,
Rua
da Bainha,
29 e 33.
—
fenaft®!,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Lmão,
Rua da Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160;
Fontes &
C.
a
, dregs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a 108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225
a
227.
—
Ponte
m».
A.
J.
Rodrigues
Barbosa, pharm.
—Povoa
«fio
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pbarma.
—
Valença
do
Minho,
Francisco
José de Sousa,
pharm.
—
Villa
de
Conde,
A.
L. Maia
Torres,
pharm.
ÁGBiDECUKHTOS
José
Joaquim
Penha
Fortuna,
vem
por
este
meio,
na
impossibilidade
de
o
fa
zer
pessoalmente,
agradecer
a
todas
as
pessoas
que
se
dignaram
visilal-o
por
oc
casião
do
seu
ultimo
incommodo
de
sau
de,
protestando
a
todos
o
seu
muito
re
conhecimento
e
etema
gratidão.
Braga
7
de
dezembro
de
1877.
José
Joaquim
Penha
Fortuna.
O
Conego
Prior
de
S.
Victor,
agradece
por esta
íórma
a
todos
os
illm.
os
e
exm.
0
’
senhores
e
senhoras que
se
dignaram
cum-
primental-o
por
occasião
do
fallecimento
de
sua
muito presada Irmã D.
Anna Ma
ria
Ferreira
Paredes;
a
todos
protesta
o
seu cordeal
agradecimento.
(636)
Manoel
Joaquim
Ferreira
Braga.
Os
abaixo
assignados
não
lhes
sendo
possível
agradecer
pessoalmente,
como
era
seu
desejo,
a
todos
os
exm.
05
snrs.
e
se
nhoras
que
por
occasião
do
fallecimento
de
sua
filha,
sobrinha e
irmã
Carolina
do
Soccorro
Tinoco.
tantas
provas
de
amiza
de
lhes
dispensaram,
veem
por
este
meio
tributar
a
lodos
a
sua
eterna
gratidão,
com
especialidade
aquelles
snrs.
que
fizeram
a
fineza
de acompanhar ao cemilerio
o
cadaver da
finada.
Manoel José
Ticoco d
’
Azevedo
Maria
do
Carmo Pinto
Tinoco
Rosa
Maria Tinoco
d
’
Azevedo
Mir-ia
do Carmo
Tinoco
Luiz
Maria
Tinoco
d’
Azevedo
Maria
Luiza
Tinoco.
(653)
VINHOS
Do
Dr.
Sampaio
No
armazém
do largo
dos
Penedos
n.°
33
acham-se
á
venda
vinhos
finos
do
Al
to
Douro
a
retalho
e
por
grosso,
excel-
lentes
geropigas
—
branca
de
Malvasia,
e
tinta
de
Mourisco,
assim
como
vinhos
en
garrafados
desde
120
a
800
reis a
garra
fa,
para
o
que
existe
um
bom
sortido
•deposito
no armazém
da
rua
de
Santo
André
n.°
1
C,
havendo por
isso
muito
onde
escolher
se
tanto
em
gosto como
em
preço.
Todos
estes vinhos vieram
das
acredi-
{adis
adegas
da
Fonte
Nova, pertencen
tes
ao
dr.
Sampaio,
bem conhecido
la
vrador
de
vinhos
finos
do
Alto
Douro.
O
mesmo
garante
a
genuidade
de to
dos
estes
vinhos
produzidos
nas
suas
pro
priedades.
Braga
16
de
dezembro
de
1877.
O
gerente,
Francisco
Alves
da
Fonseca Coulinho
e
Fi
gueiredo.
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
&
Ir
mão,
fazem
publico
que
desde
o
dia
20
do corrente inclusivè
terminam
com
a
carreira
diaria que
tem
para
a
Povoa
do
Varzim
principiando no
mesmo
dia no
vas
carreiras diarias
de
Braga
a
Barcel-
los,
e
de
Barcellos
á
Povoa
do
Varzim.
H0RAR10
Sae
<le
Braga
ás
3
horas
da
tarde,
che
ga
a
Barcellos
ás
6,
sae
de
Barcellos
ás
6
da
manhã, chega
a
Braga
ás
9,
sae
de
Barcellos
para
a
Povoa
ás
7
da
manhã,
chega
á
Povoa ás
10,
sae
da Povoa
ás
3
da
tacle,
chega
a
Barcellos ás
6.
PREÇOS
De
Braga
a
Barcellos: dentro
390
rs.,
fóra
24);
de
Barcellos
á
Povoa:
dentro
300
reis,
fóra 210 reis:
de
Barcellos
ás
Necessidades
160
rs.
Os
seus
escreptorios são
em
Braga
em
casa
de
Antonio
Joaquim Loureiro,
rua
Nova n.°
2.
Em
Barcellos
em casa
de
José Joaquim
de
Silva
Pereira,
rua
Direita
de Barcellinhos n.°
I, proximo
ao Largo
da
Ponie.
Na
Povoa
em
casa
de
Francis
co Diniz
da
Silva
Vianna,
Praça
do
Al
mada,
(proximo
á
cadeia).
Braga 17
de
dezembro
de 1877.
José
Antonio
Duarte
Pregueiro
Sc
Irmão.
(657)_______________________________
LOJA
DE
FEKHAGENS
DE
MANOEL
JOAQUIM
FERNANDES
LOPES
Kua
cie
S.
Vieente
n.°
ttl
Com
loja
de
ferragens,
colilarias,
lou
ça
de
ferro
esmaitjda
e
estanhada,
para
cosinha.
e
muitos
outros
artigos
perten
centes
ao
seu
negocio.
(649)
Todos
os
snrs. estallejadeiros
e ven
deiros,
ficam
avisados
p^ra
no
dia
20
do
corrente
comparecerem
no
Campo
da
Feira
pelas
10
horas
da manhã
para negocios
de
seus
interesses,
relativamente
ao
líeal
d
’Agoa
do
anno
de
1869,
70
e
71.
Braga
17
de
dezembro
de 1877.
Domingos
José
Gonçalves
Lourenço
José
Correia Braga.
Edilos
de
30
dias
(558)
Pelo
juiso
de direito
d
’
esta
comarca
de
Braga
e
cartorio do
escrivão Antonio
José
Gonçalves,
correm
éditos
pelo
praso
de
trinta
dias
a
contar
de
dez de
de
zembro,
corrente
mez,
a
citar
os credo
res
e
legatários
incertos
do
casal
do
fina
do Domingos
José
Dias Ribeiro, viuvo,
morador que
foi
na
freguezia
de
Semelhe.
d
’
esta
mesma comarca, para assistirem,
querendo,
aos
termos
do
inventario
orfa-
nologico
do
dito
finado; em
que
é
inven-
tarianle
Faustino
Dias
Ribeiro
da
mesma
freguezia.
Braga
10
de
dezembro
de
1877.
O
escrivão
do 5.°
ofTicio
Antonio
José
Gonçalves.
Verifiquei.
(618)
A.
Carneiro
de
Sampaio.
Altenção
Por
esta
fórma
são
prevenidos todos
os
indivíduos,
que
á
Commissão
Districtal
Bracarense
requereram
pedindo soccorros
por
causa
das
ultimas
inundações,
a
que
vão
procurar
seus
requerimentos aos
presidentes
das
commissões
dos
concelhos
a
que per
tencem,
para,
munidos
com
elles,
virem
receber
do
thesoureiro
da
commissão
dis
trictal,
o exm.
0
snr.
D.
Manuel
Martins
Alves Novaes,
as
quantias
com
que
foram
deferidos.
Braga
12
de
dezembro
de
1877.
O
secretario
(651)
Domingos
Moreira
Guimarães.
Na
rua
do
Souto
n.°
30
precisa-se
de
uma
ama
de
leite,
da
aldeia,
que seja
sa
dia e dè
boas informações.
Quer-se
leite
de
poucos
mezes.
Paga-se
boa soldada.
(652)
ATTKAÇÃO
Vende-se
a
quinta
da
Arcella,
sita
na
freguezia
de
Lamaçães.
Quem
a
pretender
póde
diiigir-se
á
rua
de
S. Vicente,
casa
n.°
81.
(653)
Quem
pertender
comprar
duas
moradas
de
casas,
ailudiaes,
com
os
n
.os
21
22,
e
22
A,
no largo
de
S.
Miguel
O-Anjo,
pode tratar
com
o
procurador
José
Joaquim
da
Costa
Ribeiro,
no
largo
da
Senhora
Branca,
d’
esta
ci
dade.
(650)
TRAVES
Vend^-se
10
a
12
traves
de
castanho.
Para
vêr
e
tratar
na
rua
Direita
da Cruz
de
Pedra,
n.°
57.
B.
(644)
AVISO
AO Pl »EI€O
Pela
direcção
do correio
de
Braga
se
faz
publico
que,
em virtude
de ordem
su
perior,
desde
o dia
15
do
corrente
em
diante,
sahirá
o
correio
d
’esta
cidade
para
Guimarães
ás
12 horas da
manhã,
deven
do portanto
a
correspondência
para
Gui
marães
ser
tirada
da
caixa
geral
ás
11
da
manhã.
(655)
Os
abaixo
assignados,
constituídos
em
commissão,
por
virtude
da
escripttira
de
7
do
corrente
mez,
celebrada
na
nota
<!o
tabeliião
Ribeiro,
para
o
fim
de
vende
rem
os
bens
immoveis,
que
pertencem
ao
exm.
n
snr.
Manoel
Gomes
da
Silva
Mat
tos,
da
rua
das
Aguas
d
’
esta
cidade,
e
com
o
seu
produclo
pagarem
as
dividas
do
mesmo
snr., rogam
a
todos
os
seus
cre
dores se
sirvam
apresentar
a
qualquer
dos
signatários
os
documentos
comprovativos
dos
seus
respectivos
créditos
dentro
dos
proximos
quinze
dias.
Outro
sim
participam aos snrs.
Forei-
ros
da
mesma
casa
da
rua
das
Aguas,
que
lem
resolvido a
remi<são
de
todos
os
fo-
r-s;
e
aquelles
snrs.
que desejem re-
mil-os,
pedem,
se sirvam
comparecer
pa
ra
esse
lim, em
casa
de
qualquer
dos
mesmos
signatários, até
o
fim
do
presen
te
mez.
Braga
12
de dezembro
de
1877.
Hewique
Freire
d
’
Andrade
Antonio Santos
d’Azevedo
Magalhães
Manuel
Luiz
Ferreira
Braga.
(656
fr.S
ORAS
Precisa-se
saber
se
nas
cidad.es
do
Por
to.
Braga
ou
Guimarães,
haverá
pessoa
que
se
preste a fornecer
500
pares
dis
porás
de
correia,
e
300
pares
de
ditas
com
caixas,
sendo
estas
esporas
de
ferro
e
segundo
os
dois modelos
que
serão
apre
sentados
aos
concorrentes
na
secretaria
do
exlincto
trem
do
Porto,
no quartel do
Campo
da
Regeneração,
nos
dias
não
san
tificados,
das
W
horas
da
manhã
ás
2
da
tarde;
e
bem
assim,
quaes
os preços
e
o
tempo
minimo
em
que
poderão se
obtidos
os
ditos
artigos.
As
pessoas
a quem
convenha fazer
este
fornecimento
deixarão
na
mesma
secreta
ria
as
suas
declarações
por
escripto.
Inspecção
do
material
de
guerra
da
3.a
divisão
militar.
7 de
dezembro
de
1877.
(645)
Francisco
Xavier
Adrião.
Precisa
se
de
um
homem
para
assen
tar praça
por
um recrut».
Para
tractar
na
rua
do
Alcaide
ti.°
li
(608)
No
nepoaito
de
Vinhos do
Sfou
ro—
rua
de S.
Marcos
n.°
15
—
ha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete, —
Meza
n.°
1.
Estes
vinhos
teem,
augmento
de
10
reis
e
garrafa.
Sem
auginesito
de
preço
:
—
F.
n.°
1
;
F.
n.°
2
;
F.
n.° 3
;
F.
n.°
5.
=
V.
n.« I
;
V.
n.°
2
;
V.
n.»
3
;
V.
n.°
4
=Bastardo
de
1863 — Vmho
branco
n.°
1 ;
=
Vinho
branco
n.
#
2.
Vmho branco
de
1863. =
Moscatel n.°
1
;
Moscatel
n.°
2;
Moscatel
secco
=
Malvasia
adamada
n.°
2=
Malvasia
secca.
=
Geropiga
loira
;
Ge-
ropiga
branca.
=
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840
==
Alvaralhão
de 1810—
Roncão
de
1820=
Lacrim t-chrisli.
Vinhos
de
diíTerentes
procedên
cias
:
Collares
;
Madeira,
de diversos
pre
ços
e
muito
baratos;
Xerez;
Moscatel de
t-etubal
;
vinho
de Valdepena ;
Bordéus
;
Champagne.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA
:
Doce
de
toda
a
qualidade
de
fructa.
tanto
em
sêcco
como
em
calda
;
licor»
s
francezes
;
massas
para
sopa
; farinha de
diversos
legumes
;
conservas
;
mostarda
;
peixe
d
’
escabeche
;
sardinhas
de Nan
es
;
ostras
frescas
em
latas
; amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito
bonitas
para
as
mesmas
;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e preto ; bolacha
ingleza
de d versas qualidades ;
biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
; quei
jo
londrino,
papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas
próprias
para
o
Natal.
NO
ME*MO
ESTABELECI
MENTO
Ha
um excelleate
restaurante,
e
se
apromptam
consoadas
de
qualquer comi
da,
tanto
em carne,
como
em
doce.
==
Tem
sempre
fiambre
e
aos
domiug
s
fazern-se
alli
pjsieliuhos.
de
massa
á
fnm
eza,
tanlo
de
carne
como
de
diversos
doces
==
Mor-
cellas
de lombo de
porc
»
e
de
doce: aprorn-
tanlo-se
lambem
caixas
enfeitadas.
15
—
RUA
DE S.
MARCOS
-
13
BREVE
COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmenlada
com
novas
orações
e
devoções
índul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc.*
Rev.
m
*-
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
cm
Braga,
na
rua Nova
n.®
3
E.
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na Livraria
Catholica,
Poça
de
D.
Pedro,
e
na Portuense de
Manuel
Malheiro
rua
do
Almada.
Preço
em brochura.
.
.
.
169
reis
»
encadernado
....
240
»
BISCUKS-
t.
d<>
deputado
frnnerz
eMhulieo
O
CONDE
ALBERTO DE MUN
S
>t*»Eiiineiad<»
bso
eneerramend»
aHKenihleia
gernl doa uienfaroa
da obra
<t«iB
ci;cttloM
cutboíico*
de
operaricia
TRADUZIDO
PELO
PAMIH:
HFNNt FJ*SCIT4S
Dedicado
ás
Associações
Catbolicasdo
Porto e
Braga.
Vende-se
n’
esta
redacção
por 60
rs.
LIVB B1A
BO
íím
AL
u
Traveina
<la
Victoria
n.0
4
3,
I
ivmlar,
Lisboa
N
’
este
estabelecimento
ha
um
variado
sortimento
d»*
ditfer»
ul»
s
tíbias,
Roman
ces, Historias.
Comedias,
Dramas
Scenas
Cómicas
e Almanaehs
para
1878.
e
li/.-se
abatimento
p
ra negocio,
e
remettem-se
os
catalogos
grátis,
e
qtiahftmr
das obras
.-baixo
me»»
i
nadas são
r
•
tidas
frai
cas
de
porte
aq.uem enviar
o
seu
importe
etn
e.-tam
pilhas.
MANÚAL
DAS
DAMAS,
tratado
<!'e
fa
zer
flores
artificiaes
ornado
de
estampas
500.
MANUAL
DO
COSINHEIRO.
modo
de
preparar
a
melhores iguarias
da
cosi
—
idia
purttjgutzi
e
franceza, arte
»!■>
co
peiro
e
pasteleiro
210,
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
smt.s
di
vertidas
tanto
de
mãos
como
de
cartas
e
physica
recreao».
ornado
de
80
estam
pas 500.
MvNUAL
DO
CONSERVEIRO
£
CONFEITEIRO
modo
d
f
z»o
bollo-
pas
teis.
doces,
gelados,
240.
MANUAL
DE
DANSA.
arte
d»
aprende--
«l.ms.-r
sem
mestre
12o.
AM’
\L
DAS
S!X\s
ex
plicação
'ias
sma.
»
s<
tr
.
'2o.
PÍLULAS
a
deProto
carbonato de ferro inalterável
DOD^BLAUD
Empregadas
com
o mais grão
successo,
depois
mais de 40 annos por a maior parte
dos médicos
por curar a chlorosis (fluxo
branco)
doança das mancebas
fllhas e to
das as moléstias chloróticas. Eis
aqui a
opinião
dos mais eminentes médicos que as
tem experimentado
:
«
Depois 35
annos
que
exerço a medicina,
« tenho
reconhocido
a este medicamento
« (Pilulas
de
Biand)
vantagems
incontesta-
«
veis sobre todos os outros
ferreos e eu
«
o
miro como
o melhor anti-chlorótico. »
Dr DOUBLE,
ex-présidente da
Academia
de
Medicina.
« De todas as
preparações ferreas
que
< nos
hão dado bons resultados no trata-
«
mento
das affeições
chloróticas, as pilu-
«
las
de
Biaud parece-nos devem estar na
« primeira
fila. » — Diccionario
wiiv. de
Medicina,
t. n, page 99.
Como
prova da
authenticldade,
oJBRSn^
nome
do Inventor
está gravado sobremwty/TJT
cada
pílula como aqui junto
Depósitos:
Paris,
8,
r.Payenne.^^^^
Em
Lisboa,
.rei",
i.,.,:
—
ÍXI31T0K
João
da
Costa
Palmeira
tem
para
vcn
der
em
sua
quinta
em
Santa
Edalia
<ie
Tenões. enxertos
<lc
macieira,
pereira',
(lamasqueiró,-
ameixoeira
,
peccgueiros
de
Amaranle.
am<*ix< eira
do
Camoiá, uespe
reins,
larangeiras,
nogueiras, vides,
tudo
boas
qualidades;
betíi
como
salgueiros
com
raiz
e
estacas
de
rltoupo.
Trata-se
na
rua
de
D
Gualdim
n.°
2
(572)
Os Hrbiifadan
mytilicoa,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos
remedios
até
Itoje
conhecidos nas doenças
tossicolosas.
Caixa
200
/eis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito: 1’
HARMAGIA
CEN
TRAL,
rua
de Santo Anlonio,
227.
no
Porto.
Km
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(621)
Kua
do«
Capelligtaa, f3
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
seu estabelecimento
os
seguin
tes
objeclos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço
possível,
a
saber; chitas largas
bem
sortidas,
tinas
em
côr,
e
bom
panno,
a
80,
90,
100
e
110
o
covado;
ha
linda
len-
çaria
de
seda
e
selim,
tanto
para
senho
ra,
como
outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para homem
e
se
nhora;
castiçaes
de metal,
e
vidro;
jarras
de
procelana;
agoas
de
colonia;
collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos
ciús;
lenços
de
cambraela
de
linho para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em
diílerentes
tamanhos; adere
ços
e
brincos;
sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgotão.
largas,
para
homem,
modernas;
lençaria
de
côres
em
algoção,
cassa,
sarja,
nielim, e
d’
oulras qualidades;
lunetas
de
grau e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de
bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pôs d’arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este estabelecimento ha um
sortido
completo
de
tudo
e
barato.
(606)
MUITA
ATTEAÇÀO
Deposito
de
biscoitos
de
Valougo
1
—
LARGO
DA
LAPA —
1
Estes
biscoitos são
muito
recotnmenda-
veis
tanto
pela
qualidade
das
farinhas,
per
feição porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços porque são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
>
280
Biscoito
macarrão
>
280
Bolacha
doce
>
280
Biscoito
Brazileiro
>
300
Dito
imperial
B
330
Bolachinba
de
araruta
>
340
Tosta
azeda
(581)
>
190
FILIAL
DA
CAlXft
ECOSTUimiCA
PENHORISTA
Sociedade anónima de responsabilidada
li
mitada
Capitel
..................
ÕOOiOOO^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
ma
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobre
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
íOú
réis.
Rtcebe-se
dinheiro
em
deposito
a
pra
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente—A. G.
Ferreirinu.
LINHA QUINZENAL
DE PAQUETES A
VAPOR
Para S. Vicente,
Pernambuco,
Bahia, Rio de
Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros
de
3.
3
classe,
com
trasbordo
no
Bio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
CATARINA.
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS.
S. PAULO,
CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco
1
‘ti.ii mcs.no preço
que
paba
o
hio
de
janeiro
PAQUETES
A
S
a
IR
íí»E
LISBOA
GUADIANA
.
.
.
2N
de
Dezembro
MINHO
...
.
28
de
Janeiro
ELBE
..........................
13
de
Janeiro
T.AGUS................... 13
de
Janeiro
PREÇOS
COMMODOS
Cada
paquete
d’
ewía
cooipimliia
leva
a
bordo
eriados
e
eoainheiron
portuguezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
at
eJasses.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
prouncial, a
conducção para
Lisboa
e
por
conta da
C
mpanhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter
trasbordo.
.<
bardo
os
passageiros teem
grátis
rmisa,
roupa
de
eania,
eo-
mlda
feita
por
cosinheiros
portuguezes,
vinho
duas
vezes
por
dia,
assistência medica, serviço
de
criados
e
outras despezas.
A EXPER1ENCIA de
mais
de um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso
pela
limpesa,
boa
ordem, bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo,
e
pelos melhoramentos
mais
modernos
tanto
para a
hygiene
como
para
a commodidade
dos
passagejros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
leem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que ha archivados
em
varias
agencias.
SÃO ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez para
a
conducção
das
suas
ma'as do
correio, e
por
esie
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES PAQUETES
ahonrgde
conduzir
Suas
Magesladeso Imperador e Impe
ratriz
do
Brazil,
como
lambem
S.
A.
o
Infante D. Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES e
bilhetes
de
passagem
podem
ser obtidos no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dos
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas agencias
e
correspondências estabelecidas
em
Iodas as
principaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães, rua do
Souto.
QO
CM
INJECTIONBROU
(iHIRGiÃO
dentista
DA
Escola
Amaricana
Consnllono
‘
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
m
b
ro
j
GOUPON PRIMA
A
IMMACULADA
CONCEIÇÃO
'•u
«V
_____
Exemplares.
O
03
O UniAn
PariaieiiMe
de Heiias
<T-
"C5
Arte»
BOULEVARD
DELA
MADELEINE, 17,
Q-
i
0
PARIZ
2
et>
"
."E
Representante
em
Madrid
2
cr
>
Olivar, ®—
«.°
©
AO
PUBLICO
Joaquim
Leal,
com
estabelecimento
de
fazendas
de
lã,
seda
e
algodão,
na
rua
do
Souto
n.°
39,
declara
que
tendo
veri
ficado
que
para
a
prosperidade,
ob sta ci
dade.
d
’um estabelecimento
do
genero
do
seu
é
condição
essencial
a
postergação
do
divino
preceito
da
guarda
do domingo,
tem
deliberado
liquidar
o
seu
estabeleci
mento.
Em
harmonia
com
esta
delibera
ção,
fará notável
reducção
de
preços
nas
suas fazendas.
(632)
Hyjflenlr.»
y
. -ibsotu lameiL»*
a
uníc-aq** curt
*•*!« lh»* juntai uiai-
se
nat princip-tw» ptiumuMAi 4 o mundo
Exigir a
llistruC^âc*
óô
uim
>
,.»4r
4<-
eJCltO.-
Pw*i, cafla d©
inv*'
UlfeM, S' HvreUi U>reU> 28 e
UlKUBiGIû
DENTISTA
tPPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-C1RURG1-
CA DO
PORTO
Bua
de
S.
Marcos n.°
19.
BR
a
GA.
Faz tudo
qu-nto
diz
respeito
á
sua
j-ie
e
continua
operando
graus,
pobres
e
soldados.
(580,
Solicitador
—
\.
Lopes
da
Guina
Escripteris»
—
Taygias
n.°
5
—
£*orto
(613)
.
sr
—
MCTWM -aavo
-
.
—
rr.
r-rrnii.
J".r.
u
-çj-~i irxr
rr>
-
i,n
:.i
_
NOVO KETABUIJ)
Tendo
de
se
mandar
fazer
de
madeira,
o
retábulo do
altar
da
capella-mór
da
Sé
Primacial
de
Braga,
convidam-se
todas
as
pessoas
habilitadas
para executar esta
obra
e que
queiram encarregar
se
<i
’ella, a man
dar
suas
pi
opostas
ao fabriqneiro
da
mes
ma
Sé
até
ao
dia
31
do
corrente
mez.
A
planta
e condições
da
obra
estarão
pa
tentes na
casa ua
fabrica
da
dita
Sé
no.
dia
10
do
corrente
e
seguintes
desde
as
9
horas até
ao
meio
dia.
Braga
4
de
dezembro
de
1877.
Acções
e
gtrmnissorias
de
banem
e
companhias
Compram-se
e
vende-se
na
rua
Nova
1e
Sousa
n.°
9.
(510)
Quem
quizer
dar
4
a
5
contos
de
reis
a
juro,
sobre
hypotheca
e fia
dor,
falle
n
’
esta
redacção
que
se
di
rá
quem
o pretende.
(517)
AVISO
IMPORTANTE
Para os
engenheiros,
pharmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas
que desejarem
obter
o
diploma
de
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta
registada
a
Medicus,
13,
praça
do
Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
(31 vr)
JOSE
DA
SILVA
LU
ADÃO
Com
loja
de
fato
feito
13
—
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
—13
Participa
aos
seus
amigos
e
fre-
gnezes,
tanto
d
esta
cidade
com«
^ír*v
d
aç
proviocias
qne
tem um
bonito-
111
I
e va,'ado
sortimento
de
fato
fei-
to,
casimiras
para
fato
muito,
baratas,
cortes
de calça
a
1^500.
2$00D
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Pretende
se
alugar
uma
casa
n
’
es-
ta
cidade
ou arrabaldes
(preferindo-se
na
freguezia
de
S.
Pedro;,
com
alguns
com-
modos
decentes,
e
com
quintal ou
quin-
talejo.
Fal
ar
na
rua
da
Cruz
de
Pedra.
n.°
5.
(624)
PROFESSOR DE
COMMERCIO
Acaba
de
chegar
a
esta
cidade
um
professor com
muitos
annos
de
pratica
de
ensino
do
curso
completo,
etc.
Também
lecciona só qualquer
das
dis
ciplinas,
como:
escripturação
mercantil
ge
ral
ou
especial contabilidade
commercial,
systema
inonel
tio
e cambial,
metrologia
universal;
gcographia,
historia
e
direito
commercial;
algefara,
economia
polilica,
dezeabo,
cállygraphia,
linguas,
etc.
Eslá
aberta
a
matricula
até
ao
1.°
de
dezembro,
dia
em
que
se
inaugurará o
curso.
Preço
em classe
—
2^500
1
Curso
diurno
Particularmeiíte
—
1$500)
e noclurno.
Rua
do
Conselheiro
Januario,
31.
(622)
Guarda
pós
de
casimira
e
de
alpa-
ques
inglezes, roupa
branca,
assim
como
camisas
de 600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bonets de gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades,
de
500
rs. até 800
;
manias
de
seda
de
lo
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
qne
lhe
seja
eticommendada,
e
prompti-
fica-se a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(583)
DO
ALTO
DOURO
»<
CA8A DE VEIiUA POICA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém se
encontram
a retalho-
as
seguintes
qualidades
de
vinhos enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza. (sem
garrafa)
150
»
>
»
>
.
19o
»
Lagrima
.............................
200
»
Branco
de
meza
..................
210
s
tinto
de
meza fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.'*............................. 360
»
t>
velho.................................... 400
»
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a 500
»
Roncão
....... 700
»
Alvaralhào.........................................560
»
Velho
de
1854
....
600
»
a retalho
para
meza
50
e 80.
o
quartilho
tinto,
e branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
Dureza
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
mau-
dal-o experimentar
por
meio
de qualquer
processo
chytnico.
(7?4’
)
Vende-se
uma
morada
de
casas,
construída
de
novo,
na
rua
de
San-
to
Antonio
das
Travessas
n.°
13;
tem
frente
e
sahida
para a
nova
rua
que
vae
da
rua da
Sé
ás
Carvalheiras.
Quem
pertender
falle
na
mesma.
(638)
Parte de Comércio do Minho (O)
