comerciominho_17051877_640.xml
- conteúdo
-
5.'
ANNO
1877
FOLHA
COMMERC1AL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
64)
Ãssigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
jfoti
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.*
3
E, para
onde
deve
»er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
■=
As
assi-
gnaturas
são
pagas adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse particular. Folha
avulso
10
rs.
l
flU
KB
Kj
St;
ás
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS.
Palcos
-
Rraoa.
anno
1^600
rs.
—Semestre
850
rs.
—
ProtKB-
cias anno
’2&000
rs
e
sendo
duas
34600
rs.
—
Semestre
1Ã050
rs
Ã-Brattl
anno
3&600
rs.
—
Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
’
84000
reis
e
44500
reis
moeda
fraca.
—Knnuncios
por
linha
20
rs
repetição
10
rs. Para
os
assignantes
20
»(
0
d
’
abatimento.
D
JOÃO
CHliYSOSTOMO
DE AUORIM
Dizem-me
que
se
aboliram
os Outei-
'
Pessoa, por
mercê
de
Deus,
etc.
ros
-uma
exhibição
caracleristica,
mtere^
Tendo
Nós
deliberado,
ajudando-Nos
,
Deus,
celebrar
de
Pontifical
em
a
Nossa
i
Sé
Primacial
no.
dia
20
do corrente
mez
:
de
maio,
na
festividade
do
Pentecostes;
e
sendo
esta
uma
das grandes
solemnida-
des
da
Egreja
Catholica. porque
fôra
n
’
este
d
!
a
soiemne,
que
tivera
logar
o
ultimo
acto
da
sua
fundação,
usando
da
faculdade,
que
benignamenle
por
S.
S.
Pio
IX
Nos
fôra
concedi la,
daremos
n
’
aquelle
dia, e
pela fórma
costumada
a
bênção
apostólica,
a
todos
os
fieis,
que,
devidamente
habilitados,
vierem
recebel-a,
ou
que,
achando-se
legitimamente
impe
didos,
se
prepararem
para
a
receber,
pelo
modo
e
fórma
indicada
em
a
Nossa
Pro
visão
de
20
de
março do
corrente anno.
Nós
esperamos,
meus
filhos
em
Jesus
Chri-to,
que
vós
não
desmentireis
as
honrosas
tradições
de
que
gosa
e
tanto
se
gloria
esta
didade
de
Braga.
Espera
mos
confiadamente,
que
vos
aproveitareis
das
graças
concedidas
a
esta
bênção
tão
especial e
privilegiada,
e
que
mostreis
pelos
vossos
actos
que
sois
e
sabeis
ser
christãos;
porque
não
é
bastante
dizer
cada
um —«eu
sou
Chrislão
Catholico
Ro
mano»;
é
necessário,
para
conseguir o
prémio
da
vida
eterna,
que
os
vossos
actos
estejam
em
harmonia
com
as
vossas
palavras.
Acaso
ignoraes
vós,
que
está
escripto
nas
Sagradas
Escripturas,
que
nem
todos
aquelles,
que dizem
—
Senhor
!
Senhor!
—
entrarão no
reino
dos
céos?
Vinde,
pois,
meus
filhos em Jesus
Christo, vinde
n
’aquelle
dia
ao
Templo
do
Senhor, devidamente
preparados,
para
lucrar
as
indulgências
concedidas
aos
que
receberem
fructuosamente
a
Bênção
Apos
tólica;
e
será
este
um
dos
meios mais
eílicazes
para
conseguirmos
a
Misericórdia
de
Deus
Nosso Senhor,
que
muitas
vezes
nos
adverte e chama
ao
cumprimento
dos
nossos
deveres,
castigando-nos.
Dada e
passada
em
a
Nossa
residência
do
Paço
Archiepiscopal
de
Braga,
sob
Nosso signal
e
sêllo das
Nossas
armas
aos
to
de
maio
de
1877.
Logar
>53
do
sêllo.
João,
Arcebispo
Primaz.
sante,
animadora
da
poesia e
do
talento
elevado; onde um
João Evangelista,
um
Castilho, um
Garrett,
um
Seabra,
suppo-
nho
que
um
João
de
Lemos
(e
sem
du
vida,
n
’oulro tempo,
Gonzagas,
Tolenti-
nos,
Malhões,
e
talvez
Dinizes-da-Cruz,
Alvarengas)
começaram
a
scinlillar.
E
em
vez d
’
isso
temos
theatros,,
comicos
histriões
no
tablado
!
Porém
/
como
havia
Coimbra,
e
a
Uni
versidade,
escapar
á
degradação
geral
que
lá
entrou
pela honrosa
porta
do
Mindello?
O
Commercio
do
Minho
fará
bem
de
copiar
do
Conimbricense
a minha
carta
de
hontem,
se
o
amigo
Martins
a
publicar.
A. R.
SARAIVA.
BtilGA-
QUIBiT A-FEIRA.
19
MAIO
1>E
do
A
’
Itedacção do «Conumereio
Minho».
Londres, 9 de
Maio,
1877.
Tinha
preparado
para
o
Commercio
do
Minho
uma
cópia
da
traducção
que fiz
do
discurso
ou
sermão
do
nosso
Cardeal
Arcebispo,
em
sua
Cathedral,
no
Domingo
de
Paschoa; tal qual
esta
manlrã
mesmo
a remelli
ao
Apostolo no
Rio.
Mas,
quan
do
ia
a
mandal-a
para Braga,
occorreu-
me
que
era
melhor
dirigil-a
primeiro
ao
Conimbricense;
por
estar
mais
no centro
do
Reino,
e
n
’
um
foco
d
’
onde
se
pre
sume
que
radiam
luzes
para
tola
a
Na
ção—
ainda
que,
a
julgar
até
pelo mesmo
Conimbricense, as taes
luzes,
hoje,
pare
cem-me
muito
analogas
ás
do
pyrilampo
(salvo
n
’
uma
cousa,
isto
é,
que
as
do
insecto
sam.
innocentes;
as
modernas da j
nossa
Athenas
eslam
longe de
ser
assim).
iQne
se
hade
esperar
de
uma
Uni
versidade,
onde vemos
os
Estudantes tran
sformados
em
comicos?
onde,
em
vez
do
antigo
e
respeitável
caracter
de
uma
ci
dade
estudiosa
de
sérias disciplinas, ou
vimos
fatiar
de espectaculos,
de
bailes,
de folias!
Onde
os
Quintanistas
vam
ex-
hibir
as
suas
pastas
no
theatro;
e
nos
papeis
públicos
se
celebram
suas
proezas
histriónicas!
O
têmpora!
o
mores!
A
peregrinação
e
o jornalismo
politieo.
A
imprensa
politica fez
o que
pôde
i
para
impedir a
peregrinação
a
Roma,
e
quiz
fazer
acreditar
que
ella era uma ma- |
nifestação
hostil
á
familia
do rei
de
Ita-
lia,
e
por
conseguinte
á
familia
real
por-
l
tugueza.
De
feito,
se
o
ardil
não fosse
tão
ri
dículo
poderia
intimidar
Os
incautos
e
il-
ludir
os
que ainda
não
conhecem
a
ta-
ctica
machiavellica
dos
que
alugando
a
sua
penna
escrevem
sómente
o
que
lhes
dieta
a
paixão do
assalariador.
Uma ma
nifestação
de
duas
centenas de
portugue-
zes,
se
tantos,
levada
a
Roma para
in
culcar o
desgosto
com
que
nós
vemos
os
actos
políticos
do
governo
italiano;
uma
caravana
de
peregrinos,
que antes
de
dei
xar
a
palria
vae
aos pés
do
sacerdote
apagar
todas as
suas
culpas,
extinguir
lodos
os
odios
e
soppiicar
o
perdão
para
todos os
crimes;
ir
a
Roma
com
o
rosa-
rio na
mão
para
intimar
ao
monarcha
que
retem captivo
o
Papa,
que
deve
abando
nar
os
seus planos
revolucionários
e
se
guir
outra
politica,
isto
só
o fantasia
algum
articulista
miope
ou
pobre
de
miolo.
O
rei
da
Itaiia
não
se
assusta
com
estas
manifestações,
porque
os
peregrinos
nem
bordão
levam
e
o
rei
tem
chassepots
e
armas
de
agulha;
elles
não se
ligain
■
em exercito
para
combater,
mas
enltam
em
bandos
para
orar; não
se
dirigem
ao
Quirinal,
mas ao
Vaticano;
não
procuram
ver
Cesar
ou Allila,
mas
sim
Pedro
e I
Pio
IX.
<
Se
estes
visitantes
inermes
e
pacíficos
I
que
saem
de
Portugal
houvessem
de af-
i
iligir o
rei
da
Itaiia,
maior afllicção
lhe
'
deviam
ter
causado
milhares
que
de
Fran
ça,
Inglaterra,
Bélgica,
Hespanha, Ame
rica
e
Allemanha
ahi tem ido.,
e
conti
nuarão
a
ir
até
que
a
revolução
se
con
vença
que é
impossível
a
Ilerodes
ler por
muito
tempo
preso
a Pedro
e
que
as
ca
deias
do
captivo
por
si
mesmo
se
hão
de
romper
e despedaçar.
Não
será
por força
humana,
mas
por
poder
divino
que
o
Papa
hade
recobrar
a
liberdade
de
que
necessita.
Hoje
só
um
milagre
póde
produzir
a
mudança
d
’esla
situação da
Egreja
e
do
Pontificado,
e
se
não
fôr
um
prodígio de
misericórdia,
será
um
prodígio
da
justiça
divina
o
que
des
enganará
os
poderes da
terra
de
que
em
balde
se
pretende
diciar a
lei
de
Deus,
e
destruir
as
suas
obras.
Longe
de
perturbar
o
rei
de
Itaiia
esta
visita
de-
tantos
milhares
de
catholicos
póde
tila
set-lhe favorável
no
futuro
quando
allumiado
pela
graça
divina,
o
remorso
penetrar
em
seu
coração,
e
a
alma quizer
,
desaffogar-se
do peso da
tremenda
respon
sabilidade
que
lhe
cabe
pela
grande
iniqui-
i
dade
se
fizeram
reus
todos
os
invasores
da
i
capital
do Calholicismo, e
o
rei
em
primeiro
legar.
Se
a
peregrinação
causasse
um
temor
saudavel
que
gerasse
o
arrependimento
no
coração
de
os inimigos
de
Pio
IX,
seria
isto
motivo
d
’
um
grande
alegria,
mas
ou
tro
temor
não póde entrar
n
’uma
cidade,
como
Roma
que
tem
um
bom
exercito
a
dofendel-a.
Não negamos que
a
peregri
nação
tenha
uma
alta
significação.
Tem
1
é
verdade;
e
tão
digna
e
tão
valiosa,
quanto
a
fé
e
a
dedicação
que
a
inspirara;
mas
não
é
significação
politica,
não
é
si
gnificação
parlidaria,
não é
significação
imposta,
é
significação
toda
religiosa
sem
cor
politica, sem ideia
de
divisão
ou
dis
córdia;
significação
natural
a almas
cren
tes,
aquecidas
pelo calor
vivificante da fé
e
abrasadas
no
fogo
da
dedicação
e
do
amor
Prejudicará
a
politica
uma
tal
signifi
cação?
poderá
ella
destruir-se?
Cremos
que
não.
—
Dizem
os
estadistas
que
a
opinião
publica
é
a
base
da
politica
e
que
mal
vae a
esta
quando
aquella
lhe
é
desfavo
rável.
Pois
se
assim é,
a peregrinação
não
prejudica
a politica
italiana,
esclarece-a.
pre-
■
vine-a,
aconselha
muito e
sabiamente.
E’
■
uma
lição para
a
politica
italiana;
é
a
confir
mação
da
grande
verdade
já
proclamada
por
De Maislre
de
que nenhuma
sobera
nia
póde
conservar-se
de
maneira
digna,
onde
reside
a
soberania
do
Pap-c
que
é
forçoso e
indispensável
que o
Pontífice
não
seja
súbdito
de
nenhum
soberano;
que
o
interesse
das
nações
exige
que
o
Papa
não
esteja
sujeito
a
nenhum
soberauo
par
ticular.
i<
Desagradam
estas
manifestações
ao
go
verno
italiano? Embora,
lambem
são
in-
strucção e
aviso
para
a
sua
politica;
tam
bém
lhe
provam
que
todas
as
nações
ca-
tholicaa
querem
ler
livre
accesso
ao
seu
chefe,
que
a
cidade
dos
Pontífices
é a
cidade
do
orbe
catholico,
que'
não
póde,
que
não
deve
ser
dominada por
outro
senhor;
que
as nações
não consentem
que
o
governo
dominador
em
Roma
véde
en
trada
a
estes
peregrinos
que
se
confessam
vassallos
d
’
uma outra
realeza,
além
da
própria
nacional.
iMas
o
jornalismo
não
se
conforma
com
esta
lição
permanente
das
peregrinações
|
que
longe
de
prejudicar
a
politica,
são
pelo
i
contrario
salutar advertência
aos gover
nantes.
A
peregrinação
nem no nosso nem
nos
paizes
estranhos
tomou caracter
politieo.
E
’
um
acto
espontâneo
que
quanto
mais
contrariado
fosse,
mais
vivo
e
energico
se
,
tornaria;
é
a
vida
religiosa
n
’
uma
das
suas
•
mais gratas
e solemnes
expansões.
E’
o
•
calholicismo
afiirmando
a sua
vitalidade
■
própria,
a
sua
força
expansiva,
o
seu
na-.
-
lurai desenvolvimento.
A
peregrinação
é
innocente
e
inoffen-
-
siva;
cessem de
a
atacar.
Ataquem
antes
os
perigos
não
ficlicios,
e
os males
que
ahi
estão
semeando
os obreiros
do
fu
turo.
Ha
centros
republicanos
na
capital;
ha
orgãos
e agentes
da
republica
por
esse
reino,
diz
a
imprensa,
e
os
que
fingem
amar
as
instituições
vigemes e
se
dizem
votados
á
familia
real
deixam
medrar,
crescer
e
desenvolver-se
esse
germen
de
futuras
sublevações
e
discórdias.
Como
se
concebe
está
inércia
em
prevenir
males
verdadeiros,
e
este
afan
em
atalhar
de
monstrações
innocentes? Querem
provar,
que
o
syslema
constitucional
não
se
liga
com
a
ideia
catholica?
Que
se
não
póde
amar
a
liberdade
amando-se a
religião?
Se
o
querem,
en
tão
continuem;
mas
creiam
que
a
maio
ria
não
trocará
por
nenhum
systema po
lítico
atheu
a
religião
santa que
pro
fessa.
CORIIESPOAUESÍIA
InstrucçSo
Primoriw.
(Escola
publica
de
ensino
mixto
do
1.°
grau
dTnstrucção
Primaria
de
Santa
Catharina
de
Villa
Facaia,
concelho
de
Pe-
drogam
Grande, districto
administrativo
de
Leiria).
em
que
estão
divididos
os
alumnos
da sobredita
escola
Classes
Leitura
do
alphabeto
do
principio
para
o
fim
—
cobrir
riscos
ou laze»do-os,
pegando-se
na
mâo
ás creanças.
2.
1
Leitura
do
alphabeto
do
fiin
para
o principio
—escrever
ligações.
3.
a
conhecimento
das
lettras
—
escrever
curvas.
4.
a
Sillabas—
escrever
o
alphabeto
maius
culo,
fazendo
primeiro
uma
lellra
por
dia.
5. '1
culo
e
6.
a
crever
e
algarismos—
estudos
das
taboadas.
7.
a
Leitura
corrente
—
escripta corrente
por traslados—contas.
8.
a
Grammatica
Portugueza
—
proble
mas
e escripta
corrente.
Por
onde
se
vê,
que
os
alumnos todos
lêem
e escrevem,
fazem
contas os
da
7.a
classe
e
resolvem
problemas
os
da 8.
a
E
isto
é
todos
os
dias exceplo
ao
sab-
bados,
em
que
ha
ajudar
á
missa
para
os
da
7.*
e
8.
a
classe,
assim
como arith-
tnelica
e
tabuadas
;
systema
métrico
para
os
da
6.a
,
7.a
e
8
a
classe,
e
doutrina,
moral,
civilidade
e
religião
para
todos,
sa
tisfazendo-se
assim
ao
programma
da
lei.
(«Boletim
do
Clero
e
do
Professorado»,
1873).
l.
a
Nomes
—escrever
oalphabeto
maius-
minusculo.
Princípios
de
leitura
corrente—
es-
o
alphabeto
maiusculo, roinusculo
A
escripluração
de uma
escola compre-
hende:
Livro
para
as
correspondências.
Registo
de
matricula.
Registo
mensal
do
aproveitamento,
com
portamento,
faltas
e
frequência
dos alutn-
nos.
Mappas mensaes.
Mappas
annuaes.
O
livro
das
correspondências serve
pasa
n
’
elle
se
lançar
a
copia
dos
oflicios,
map
pas
mensaes
e
resumo
dos
annuaes
e
outras
correspondências
para com
as
au-
cloridades,
e
é
por elle
que
o
professor
mostra
a
decadência
e
o
aproveitamento
dos
alumnos,
bem
como
a
causa
d
’esse
aproveitamento
e
decadência.
O
registo
de
matricula
deve
ter
os se
guintes
dizeres
: causa
da
saida
dos
alum-
nos,
comportamento,
dia
e
mez
da
saida,
edade,
morada, naturalidade,
nome,
nu
mero
da
matricula anterior,
numero
da
matricula
actual,
piolissão
do pae
do
aíum-
no,
saber
no acto
da
entrada
ou
matri
cula,
saber
no
acto
da
saida
ou
fim
do
anno.
O
registo
mensal
dos alumnos deve dar
conta
do
aproveitamento, comportamen
to,
faltas
e
frequência
dos
alumnos
para
no
fim
do mez
poder
dar
conta
de si
ás
auctoridades,
se estas exigirem
taes
es
clarecimentos,
assim
como
os
pódem
exi
gir
os
paes das
creanças;
além
d’
isso
pa
ra se
saber
a
causa
do
aproveitamento,
progresso
e
decadência
dos
alumnos,
para
se
responder
á
familia
do
alumuo
o
dia
em
que
este
faltou
e
para
cumptir
com
o
espirito
da lei,
principalmenle o
artigo
44
do
decreto de
4850
e
ultimamente
a
Cir
cular
dirigida
aos
inspectores
da
ultima
inspecção
(187o).
0
mappa
mensal
deve
indicar
o
movi-
.
mento
mensal dos
alumnos;
é
visto
pelo
c-nde
se tem
de
enviar
até
ao
dia 5 de
cada
mez,
menos
no
mez
de
outubro
por
ser
feriado o mez de
setembro.
O
mappa
annual
é quasi
o
mesmo
que
o
de
matricula
e
deve
ir
acompanhado
de
um
resumo
da
matricula
e
do
registo men
sal
;
isto
é
deve
dizer
em
resumo
a
cau
sa
da
saida,
comportamento,
edade,
en
trada
do
alumno
em
cada mez,
freguezias
a
que
pertencem
os
alumnos,
profissões
dos
paes
dos
alumnos,
saber
no
acto
da
matricula,
saber
no
acto
da
saida
ou
fim
do
anno, saida
em
cada
mez,
faltas
e
fre
quência.
E
’
assim
que
um professor
dá
conta
de
si
e
dos
alumnos.
.'Estes
registos
de
matricula,
faltas
mensaes
e
mappas
mensaes
e
annuaes
foram
recommendados
aos
professores
d’
Instruc-
çào
Primaria
pelos
Annaes
d
’
Instrucção Pu
blica,
Boletim
do
Clero
e
do
Professorado,
Liberdade e outros.
Vendem se
em
casa
do
professor
dTnstrucção Primaria
da
es
cola
publica
de
ensino
mixlo
do l.°
grau
em
Vida
Facaia
(Figueiródos
Vinhos),
e
custa
cada
caderno
80
rs.)
ALBINO
S. D. C.
Boletim
dn perrgrinação «íl sa
cra
i sia
i t
>
a.
Fonlainhas.
15
de
maio
de
1877, 6
horas
da manhã.
Exc.in°
Conde
de
Saroodães, Porto
Sua
Emminencia
com numeroso
séquito
de
peregrinos reuniu-se
aos
do
Norte.
Grande
satisfação,
nenhum
incidente
des
agradável,
Deus
louvado.
—
l).
Anlonio
d'Almeida.
GÀZETIIiHi
llluatre enfermo.—
Continúa
mui
to
doente
o
ex.'
“
°
snr.
Manoel
Joaquim
Alves
Passos,
digno
deputado
por
Villa
Verde
e
Amares.
Kecena-ttaacido.
—
A
s
9
horas
da
noite
d
’ante-
hontem
appareceu,
abandona
do,
á
porta
da casa
do snr.
José
Anto
nio
da
Silva,
junto
á
egreja
de
S.
Pedro
de Maximinos,
um recem-nascido.
Agora, e
aproposito, narraremos
um
facto
que
requer
variados
commentarios.
Eil-o:
Andava
hontem
de
manhã
um nosso
amigo,
artista
honrado
e digno,
a passeiar
na
estrada
que
corre
junto
do
adro
d
’
a-
quelía
egreja,
aonde
fóra
ver
um
depo
sito
de
madeiras
dum
seu
parente,
quan
do
se lhe
dirigiu
um indivíduo, que
nos
dizem
chamar-se
João
Fernandes
Lapa,
queomtimou
bruscamentea
acompanhal-o
a
uma
casa
próxima.
Surprehendido
pelo
modo grosseiro
por
que
tal
intimação
foi feita,
o
nosso
amigo retrucou-lhe,
depois
d
’
aiguns
instan
tes
de
natural
hesitação,
que,
visto
ser
de
dia,
não
duvidava
acompanhal-o,
ainda
que
ignorava
o
motivo
de
similhante
exi
gência.
Escoltado
pelo
tal
snr.
Lapa, e
pre
cedido
d
’
um
outro indivíduo, companheiro
d
’
este,
foi
o
nosso
amigo
introduzido
no
terreiro
d
’
uma casa
próxima
á
Meia-la
ranja,
a
qual
casa,
como
depois
veio
a
saber-se,
era
aquella onde
fôra,
ás
9
ho
ras
da
noite
antecedente,
abandonado o
recem-nascido
a
que
acima
alludimos.
Perguntada
pelo
tal
snr.
João
Fer
nandes
Lapa uma
das
pessoas
que
en
controu—
sobre
se
estaria
em
casa
uma
outra
pessoa,
e
sendo
negativa
a resposta,
foi o
nosso
amigo
posto
em
liberdade,
cada
vez
mais
surprehendido
pelo que
lhe
succedia.
Dirigiu-se
este
em
seguida
a
umas
mulheres
que
se
achavam a
alguma
dis
tancia,
e
por
ellas
guiado
foi
ler-se
com o
dono
da casa
referida,
o
qual
estava
n’
uma
loja
á
entrada
da
rua
Direita.
D
’
elle
sou
be,
com
espanto,
o caso
occorrido
a
respeito
da
exposição da
infeliz
creança.
Este
é
o facto:
agora só duas
per
guntas:
Que auctoridade
linha
o snr.
Lapa
para
proceder,
como
procedeu,
com o
indivíduo
a
que
alludimos?
Por
que
não
ijazufilou,
o
snr.
Lapa,
os
muitos transeuntes
que precisaram
de
passar
por
aquelles
silios?
Para
contingente
ás
respostas,
que
de
sejaríamos
nos
dessem,
accrescentamos:
—
que
o
snr.
Lapa
não
é
da
freguezia
de
S.
Pedro
de
Maximinos;
que o snr.
Lapa
não é
empregado
da
policia
respeciiva;
Cartn mineralógica.
—
Dizem
que
vae
proceder-se
iminediatamente
ao
le
vantamento
da
carta
mineralógica
do
paiz,
sob
a
direcção
do
snr.
Schiappa
de Aze
vedo,
chefe
da
repartição
de
minas.
Esta
carta
deve
ser
mandada
á
próxi
ma
exposição
de
Paris.
CreafSo
de cadeira.
—
Foi
creada
uma
cadeira
de
ensino primário
para
o
sexo masculino
no
logar
das Gaias,
fre
guezia
de
S
Martinho
de Sande, con
celho
de
Guimarães,
em
consequência
de
Maria
Alexandrina,
viuva
Marques e
seus
filhos
e
noras
oflerecerem
ao
estado
pa
ra
o
estabelecimento
da mesma
cadeira,
uma
casa
e
quintal no
valor
de
f:400$()00
reis,
e
da junta
de
parochia
da referida
freguezia
se
obrigar
a
ministrar
mobilia
e
utensílios
para
a
escola
e
a
contribuir
com
a
quantia de
40$000
rs. para
as
des-
pezas
da
abertura.
a*.
Isnbel Vlarii» VSiixisiiiliam».
—
A
’
cerca
de
S.
Alteza
D. Isabel
Maria
Maximiliana,
cujo
proximo
casamento
com
o
Snr.
D.
Miguel
de
Bragança
noticiamos,
transcrevemos
os
seguintes
promenores:
E
’
esta
Senhora
(ilha
do
Príncipe
he
reditário
Maximiliano
Antonio
de
Taxis,
que
nasceu
a
28
de
setembro
de
1831.
Príncipe
de
Thurn
e
Taxis,
Principe
de
Buchau
e
de
Kretoszyn,
Conde-Principe
de
Friedberg-Sceer,
Conde de
Valle-Sassi-
na,
de
Marchlhal,
de
Nereshein, casou a
24
de
agosto
de
1858
com Sua
Alteza
lieal,
a
Prineeza
Helena
Carolina
Thereza,
Duqueza na Baviera,
filha
de
Maximiliano
José, Duque na
Baviera,
e
da
Duqueza
Luiza
Guilhermina, Prineeza
da
Baviera.
O
Principe
Maximiliano
morreu
a
26
de
junho
de
1867,
ficando
sua
filha
a
Augusta
Prineeza
Isabel
Maria sob
tutela
de seu
lio
o Imperador
da
Áustria.
Recebeu
esta
Prineeza
a
mais
esmera
da educação,
própria
da
sua
elevada
ge-
rarebia;
lilha de
Paes
Catholicos.
e
edu
cada
por
catholicos,
entre
as
Princezas
calholicas, póde
ser
apresentada
como
mo
delo.
Apparecendo
ha pouco
em
uma
das
reuniões
dadas
em
Passy,
em
c^sa
de Car
los
VII,
e
ainda
antes
de
espalhada
a
no
ticia
do
seu
casamento,
dizia d’ella
um
fi
dalgo
hispanhol
-
Feliz
o
Principe
que
a
obliver
para
esposa.
Eioinarit*
i»
Roma,—
Em
Lisboa
ti
raram
passaporte
para
se
dirigirem a
Ro
ma
as
seguintes
pessoas
:
Condessa
do
Rio
Maior,
D.
Isabel,
com
sna
filha
D.
Thereza
Saldanha;
D.
Maria
Duff,
e
D.
Maria
Magdalena
Machado;
Sebastião Trigoso
com
a
esposa
e
filha ;
D.
Maria
da
Purificação
José
de
Mello;
D.
Maria
Berquó;
Adriano
Augusto
de
Al
meida
Gorjão,
com sua
esposa;
Manuel
Jo
sé
Dias
de
Carvalho,
da
Regoa;
Antonio
de Carvalho
Daun
e
Lorena;
D.
Anlonio
de
Almeida;
D.
Maria
Ernilia
Brito
Bran
dão;
D.
Maria
do Patrocínio
Sousa
Ta
vares;
Boavenlura dos
Santos;
Antonio
Bernardo
Bastos
e
Silva ;
D.
Maria
Seve-
rina
Machado,
sua
irmã
D.
Anna,
e
sua
sobrinha D.
Julia
;
D.
Maria
José
Gloria
Bertrand
;
D.
Maria
da
Purificação
Gon
çalves;
D.
Maria
Thereza
de
Sá
Noguei
ra;
D.
Maria
Candida
Collaço
Falcão;
vis
conde
de Bella
Vista;
D. Sara
Eugenia
da
Cosia
Santos;
Ascenso
de Sequeira
Frei
re
(conde
de
S. Martinho); João
José
de
Sousa;
José
Francisco
de
Sousa
;
Manuel
Ribeiro
da
Gama
:
Anlonio Joaquim
da
Cunha
Ferreira;
Marianno
de
Lemos
Aze
vedo,
proprietário;
José
Maria
Mendes,
sa
cristão
da
egreja
dos
Martyres;
Henrique
de
Araújo
Tavares,
negociante;
Pedro
An
tunes
dos
Reis;
padre
João
Raphael
Nu
nes, capellão
da
Misericórdia;
padre
Joa
quim
Antonio
Nunes,
sobrinho
do
ante
rior;
padre
Conceição
Vieira,
capellão
da
Misericórdia;
padre José
Cypriano
Borges,
prior
de
Bucellas;
José
do
Bom
Successo
Guerreiro,
egresso; padre João
Maria
Pinto
da
Gama;
padre
João
Antonio
Rappozo
;
padre
João
Rodrigues
de
Oliveira
e
Grai-
nha
;
padre
Joaquim
Anlonio
Ribeiro
;
pa
dre
José
Feliciano Coelho
dos
Reis; pa
dre
José
Carvalhão;
e
padre
José Máximo
da
Silva
Rebello,
prior
de
S'anla
Isabel.
No
Porto
tiraram
passaporte
para
o
mesmo
tim
as
seguintes
das
províncias
do
norte:
D.
Bonifacia
Maxima
Jesus
Queiroz*,
revd.
0 Francisco
da
Ave
Maria
Queiroz*
’
revd.
0
José
Ferreira
Marnoco
e
Souza»,
D.
Eulalia
Candida
de Abreu
e Lima
è
sua
sobrinha
D. Joaquina
da Conceição
Abreu
e
Lima,
revd.0
dr.
Porfirio
de
Sou
za
Coelho Leal*,
revd.0
Bernardo
Moreira
de
Almeida,
Maria
da
Conceição
Ferreira,
revd.
0
José
Tiburcio
de Azevedo», revd.
0
José
da
Santíssima
Trindade»,
D Roza
de
Jesus
Tavares
e
sua
sobrinha
D.
Roza,
que
o
snr.
Lapa
é,
segundo
nos
infor
mam,
um
pequeno
empregado
na
fazenda.
Agora
deixamos
aos
leitores
os com
mentarios restantes.
MMoença.
—
Acha-se
gravemente
enfer
mo o
snr.
padre
João Correia,
ecclesias-
tico
digníssimo,
e
muito
considerado
e
conhecido.
Foi
ante-hontem
sacramentado.
Fazemos
votos
ao
céo
pelas
suas
me
lhoras.
Exequiag.
—
Por
telegrammas
d
’
Evora
consta
que
a
exc.'na
snr.
I).
Anna
Fausto
de
Moura,
irmã
e
herdeira
do
exc.ni°
snr.
D.
José,
arcebispo
Primaz
que
foi,
está
gravemente
enferma,
tendo
sido
sacramen
tada
no
dia 14
do
corrente.
E
’
provável
que
por este
motivo
se
espacem
os
preparativos
para
as
exequias
que
tencionavam
fazcr-se no
proximo
mez
de
junho,
por
alma do
mesmo
finado
ar
cebispo.
Os
peregrinos.—
Um
dos
indivíduos
que
assistiu
á
partida
dos peregrinos,
na
estação
d
’esta
cidade,
atirou para
den
tro
do
wagon
para
onde elles
haviam
en
trado
os
seguintes
versos:
Parti
em
boa
hora.
Bons
filhos
do
Senhor,
Levae
ao
grande
Pio
O
nosso
preito
e amor.
Que
vossos
passos
guie
A
luz
que vem
de
Deus,
Que
sobre
vós
derrame
Favores mil
dos
céos.
E
quando
regressardes
Ao
vosso
pátrio
lar.
Do
Pae
Commum trazei-nos
A
Bênção
salutar.
IVegocios eeelesiastleoM.—O
«Dia-
rio
do Governos
publica
o
seguinte:
O
presbytero
Antonio
José
de
Campos,
apresentado
na
egreja
parochial
de
S. Mi
guel
de
Bostello.
da
diocese
do
Porto.
O
presbytero
Custodio José
Guimarães,
apresentado na egreja
parochial
de
S.
Pe
dro
de Manhonse,
da
diocese
de
Vizeu.
O presbytero Domingos
Coelho
de Car
valho,
que
era
parocho
collado
na egreja
de
Nossa
Senhora
da
Conceição
de
Aregu,
da
diocese
de
Coimbra,
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Maria
Magdale-
na
de
Alvaiazere.
O
presbytero
José
Lourenço
d
’
Almei-
da
e
Costa,
que
era
parocho
collado
da
egreja
de S.
Salvador
de Serrazes, da
diocese
de
Vizeu,
apresentado
na
egreja
parochial
de Nossa
Senhora
da
Expectação
da
Varzea de
Lafões.
IVovena e
festividade.
—
A'manhã,
pelas
5
e
meia
horas
da
tarde,
tem de
começar
a
novena
de
Nossa
Sossa
Senho
ra
de
Guadelupe;
e
no
domingo,
27,
ce-
lebrar-se-ha
a
sua
festividade
com
expo
sição
do
SS.
todo dia,
e de
tarde
sermão,
Ladainha, e
bênção
do
SS.
AHiiivrrK»rio
notável.
—
Fez
no
dia
2
do
corrente
61
annos que
o
conde
João
Maria
Maslai
Ferreti
revestiu
pe
la
primeira
vez
o
habito ecclesiastico
e
que
começou
o
estudo
da
theologia
sob
a
di-
recção
do
celebre
professor
Graziani.
Pio
IX
celebrou
a
sua
primeira
missa
no
dia
de Paschoa do
anno 1819,
tres
annos
depois
de
ler abraçado
a
carreira
ecclesiastica. O
Papa
Leão
XII
nomeou-o
arcebispo
em
1827,
e
Gregorio
XVI
ele-
vou-o
ao
cardinalato
em
1810.
Weih*
inatitiaiçío. —
Ha
em
Pariz
uma
instituição
consagrada
á
mocidade
ce
ga,
e
cada
anno
celebra-se
alli
um con
certo
musical
dos
mais
curiosos.
Todos
os
executantes
são
privados
da
vista,
des
de
o regente
da orchestra até
ao
tambor-
mór.
Todos
os
professores
de
musica
do
es
tabelecimento são
cegos,
e
os resultados
que
obteem
são
verdadeiramente
extraor
dinárias.
E
’ notável
a
felicidade
com
que
os
alumnos
vão
e
veem
atravez
dos
pa-
teos dos
corredores,
das
escadas
do
in
stituto
;
ao
vêl-os,
ninguém
supporia que
estão
privados
da
vista.
A
sorte d
’estes
infortunados
é
menos
iriste
do
que
se
suppõe.
Um
d
’
elles,
ao
perguntar-lhe
um
indivíduo
se
não
tinha
pena
de ser
cego,
respondeu:—
Nem
sequer n
’isso
penso;
não lendo
visto nunca, julgo-me,
assim
como
meus
camaradas,
muito
feliz como
estou. O
meu
unico
motivo
de
tristeza
é
pensar
que
serei
um
dia obrigado
a
deixar
esta
casa
onde
nos
tractam
com
tão
paternaes
cuidados.
Esta
resposta
é
o
maior
elogio
que
se possa fazer
d
’
um
estabelecimento
cuja
administração
intel-
ligente
e
simpathica
é
juslamenle
apre
ciada.
Manoel
João
Ramos,
Joaquim
Soare
s
d
Oliveira,
revd.
0
Manoel
Teixeira
da
C
OSI
condessa
de Rezende
e
suas
filhas
I).
ria
Helena
de
Castro,
D.
Maria
Balbjl'
de
Castro
e
D.
Juliana
de
Castro.
A
n[
*
nio
de
Padua
Ferreira
Muase,
revd,
0
jJ
de Souza
Barroso.
João
Rodrigues
de
concellos.
Bento
de
Azevedo
Leitão, revi|<
Manoel
Barbosa Leão,
Joaquim
Pinto
j|Q
reira
de
Oliveira,
revd.
0
Theophdo
Sa|0
mão
Coelho
Vieira
de
Seabra,
Antonj
0
'
Joaquim
de
Campos
Miranda,
revd.
0
de
Oliveira
Saborino,
revd.’
Luiz
Martí^
Rua, D.
Maria
Ernilia
da
Conceição
beiro
Coelho
Cabral
e
sua
filha
D.
|;j'
bei
Maria
do
Valle
Coelho
Cabral,
j
Oj’
Baplisla
Ruas
e
sua esposa, João
de
lo, revd.
0
José
Gomes
Pacheco,
revd.°
noel
Gomes
Duarte
Pereira Cientro,
revd°
Anlonio Joaquim
de
Azevedo
e
Coinj
revd.0
Bernardino
Antonio
de
Mendonça'
Agostinho Antonio
de S.
José,
Guilh
eril)'
da
Costa
Guimarães,
Antonio
Maria
Con.
slantino
Bastos,
Alberto
Alvares
Ribei
ro
e sua
esposa,
José
de Azevedo
Menezes,
Antonio Luiz
Cardoso
de Menezes*,
|)uar
(
te
Huel
Bacellar,
Rodrigo
Xavier
da
Sil.
va
de
Almeida
Garretl,
João
Francisco^
Moraes,
e
filho,
José
Maria
Constante
Bastos,
Narciso
Alves,
Antonio José
Costa
Monteiro.
Além
d
’
esles
tiraram
passaporte e®
Braga
e
Vianna
umas
40
pessoas.
N. B. Os
nomes que
levarem
o
signal
•
pertencem
a
este
arcebispado
de
Braga.
U«i»
patriwrciia. —
Em
Capyvarr
(Brazil)
falleceu o
fazendeiro
Joaquim A|,
ves Mello,
viuvo,
com
127
annos
de
ida.
de,
no
uso
de
suas
faculdades, tendo sidi
sempre
bem
considerado
e
respeitado
p
4;
todos,
deixando
grande
descendencia-j
filhos
vivos,
92
netos,
108
bisnetos
efi
tataranetos.
A peregrinação e
o jornalismo
polãtieo.
—
E’
transcripio da
«Palavrai
o
excellente
artigo
que
com
esta
epígrafe
publicamos
n
’oulro
logar.
Chamamos
para
elle
a
attenção
dn
liberdadeiros
de
qualquer
feitio.
A
propoMito «lo
liinlieiro de 8,
Pedro.
—
Lemos
na
«Civilisão»,
de
Ponta
Delgada:
Consta-nos
que
uma
senhora
illustre
oflereceu
120$ >00
reis
a
S.
Santidade,
e
que
uma
familia
catholica
envia
pelos ro
meiros
uma
somma
pouco
inferior
a
«
180$000.
Deve-se
notar
que
as
pessoas,
que
ta
uma
caridade
in«xgotavel
com
os
pobres
e com as
crescentes
necessidades
desta
terra, são as
que
acham
ainda
cóm
que
socorrer
o
Summo
Pontífice,
enviando
Lhe
obulos
generosos.
Honra
a
quem
sabe
as
sim
fazer
tão
bom
i>so
dos
bens
que
i
Jrovidencia
lhe
concedeu.
Não
dá
ao
Pa-
aa,
privado
dos
recursos
lemporaes
e
obri
gado
a
manter
a administração
espiritual
de
toda
a
Egreja Catholica,
lodo áquelle
que
é
christão
só
de
nome,
e
que
não
sabe
o
que
é
a
caridade activa,
vigilante,
carinhosa,
sublime
e
incomparável
dos
fi.
hos
da
Egreja Catholica.
Não
faltam
J
n
.
das
a
lamentar
o
desperdício
d
’aquelles
que
se
julgam
obrig.<dos por
dever
de
consciência
e
de
piedade
filial
a
alliviir
os
males
com
que
a revolução
tem
aca
brunhado
o
melhor
de
todos
os Pontífi
ces.
E
que
valor
tem
essas
esmolas,
por
mais
generosas
que
sejam,
se
as
compe-
rarmos
com as
sommas
enormes
que
as
companhias
lyricas
ou
dramaticas,
exlran-
geiras
ou
nacionaes,
custam
ás
cidades
pof
onde
passam
com o
seu
cortejo
de
luxo
desenfreado,
de
offerendas
valiosas
e
de
triunfos
nociurnos,
etc.? Que
caso
fazem
os
enlhusiaslas
dos
divertimentos, das
ma
duras
opiniões
dos
sensatos,
que
os
acham
excessivamente
cáros,
superiores
ás
nos
sas
forças
pecuniárias,
e
que
por
isso
nos
arruinam?
Pois
se
não
falta
para
essas
e
similhantes
emprezas,
tão
pouco uteis
ás
artes
e
mui
próprias
para
corromper
e
i
esmoralisar,
faltaria
para
mostrar
a
Pi°
X,
Vigário
de
Chrislo
na
terra
e
Suc-
cessor
de
S. Pedro,
pedra
fundamental
(1°
toda
a
verdade,
de toda
a
ordem e
de
todo
o
bem,
o
amor
dos
seus
filhos
mi-
chaelenses;
e
se
regatearia
urna
esmola
com
que
estes querem
em
suas
limitadas
forças
soccorrer
as
necessidades
do
Pae
Commum
de
todas as almas,
e
mostrar-
Lhe
que
compartilham
suas
tristezas
e
ale
grias
?
Bem
haja
quem
levado
pelos
chris-
tão
princípios
aqui
expostos,
cerra
°
s
ouvidos
aos
discursos dos
malévolos
e
sd
os
abre para
escutar
a
voz do
dever,
da
piedade
e
da
gratidão.
Quem
soccorreseu
pae
é
feliz.
Sínãwtro
niarittznn.
— Ao
sair
da
Assumpção,
no
Paraguay,
o
vapor
«Pj1’
Ipatiéí,
arrebenlaram-se-lhe
dous
tubos
da
caldeira,
fazendo
voar
quando
havia
no
navio.
.
_
Os
passageiros
e tnpulaçao
ficaram
hor
rivelmente
feridos e
queimados,
nenhum
fi
cou
illeso, e
o
commandante
do
vapor
fracturou
uma
perna.
IVotieins
de
Roma.—
Todos
OS
Bis-
pos
dc
Inglaterra,
Escócia
e
Irlanda, em
nnião
com
grande numero
de
catholicos
dos tres
reinos,
pediram
ao
seu
governo
que
procurasse pelos
meios
em
seu
poder
que se
restitua ao
Papa
a
liberdade
e
in
dependência
do
poder
espiritual,
tão
ne
cessária
para
a
tranquilidade
das
consciên
cias.
O
mesmo
fizeram os
bispos e
grande
numero
de
catholicos,
requerendo
aos
monarchas d
’
estes
paizes,
d
’
onde
tam
bém estão
partindo
peregrinos,
e
dona
tivos.
Da
Allemanha
yae_
grande
numero
de
peregrinos,
e
40
caixões
de
donativos.
Os
bispos
da
Austria-Cisleitana
resolveram
ir
todos
a
Roma,
sendo
accompanhados
de
muitos
peregrinos,
os
quaes
são
portadores
de
avultadas
offertas.
A
saude
do
Santo
Padre,
conforme di
zem
as
ultimas
noticias,
é
satisfactoria,
graças
a
Deus.
Falleceram
tres
cardeaes,
todos
de
muita
virtude
e até
mérito
litterario.
E
’
já
grande
o
numero
de
pe
regrinos
que
alli
se
encontram,
que
edifi
cam
a todos
pela
sua
piedade
e
bom
porte,
fazem
rabear
a
buzzurreria,
diz
a
«Palavra».
Keerutamento.
—
Por
despachos
do
do
Supremo
tribunal
adminislractivo,
pu
blicados
no
«Diário
do Governo
de sexta-
feira,
11
do
corrente,
foram
declarados
insentos
do
serviço
militar,
entre
outros
os seguintes
mancebos,
d
’
este
districto:
Manoel,
filho
de Barbara
Teixeira,
da
freguesia
de
Brilello,
concelho
de
Celorico
de
Basto.
José
Luiz,
filho
de
Ltiiza
de Oliveira
e
José de
Oliveira
da
freguesia
de
Rega
das,
concelho
de
Fafe.
Manoel,
filho
de
Joio
Luiz
Dias
e
Anna
Fernandes,da
freguesia
de
Palmeira,
conce
lho
de
Espozende.
Julio,
filho
de
Justina
Rosa,
viuva, da
freguesia
da
Sé,
concelho
de
Braga.
Miguel, filho
de
Antonio
Barbosa
e
Maria
Rosa da
Silva,
da
freguesia
de
Villaça
.
Na mesma
sessão
foi
denegado
provi
mento aos
seguintes recursos,
ficando
su
jeitos
ao
serviço
do
exercito
os
mancebos
abaixo
designados
d’
este mesmo districto
de
Braga:
Gaspar,
filho
de
João
de
Magalhães,
da
fregnes'a
de
S.
Clemente,
concelho
de
Celerico
de
Basto.
Francisco,
filho
de
Antonia
Gonçalves,
da
freguesia
de
Rossas,
concelho
de
Vieira.
Antonio,
filho de
Luiz
Ventura
e
de
^ntonia
da
í^jlva,
da freguesia de
Avel-
José,
filho
de
Maria
Morgada,
*da
fré-
guesia
de
Cabreiros.
Manoel,
filho
de Maria
Clara,
viuva,
da
freguesia
de
Celeirós.
José,
filho
de
Domingos
de
Carvalho
e de
Maria
Thomazia,
da
freguesia
de
Es
porões.
Francisco,
filho
de
Manoel
Marques
e
Luiza
Maria
da
freguesia
de
Ferreiros.
João,
filho
de Manoel
Pereira
e Anna
Martins,
da
mesma freguesia.
José, filho
de
Domingos
Francisco Fer-
reira
e
Francisca
Thereza Vieira,
da
fre
guesia
de
Gualtar.
Antonio,
filho
de
Calharina
Maria,
viu
va,
da
freguesia
de Maximinos.
Antonio.
filho
de
Domingos
Coelho, da
freguesia
de
Mire.
Manoel,
filho
de
Domingos
Ignacio
Dias,
da
freguesia
de
Palmeira.
João,
filho
de
Francisco
Gomes,
da
fre
guesia
de
Real.
José Maria,
filho
de Patrício
José
da
Silva,
da freguesia
de
S.
Lazaro.
Jacintho,
filho
de
Manoel
da
Silva
Veiga
e
Maria de
Souza,
da
freguesia
de
S.
Vi
ctor.
José,
filho
de
Antonio
da
Costa
Pelo,
da
mesma
freguesia,
e todos
do
concelho
de
Braga.
-
,
José
Dias, filho de
João
Dias,
da fre
guesia
de
Valdozende,
concelho dç
Terras
de Bouro.
’
'
Anlonio Fernanies Gomes,
filho de
Ma
noel
Joaquim
Gomes,, da
freguesia
de Ga-
banellas,
concelho de Villa
Verde
Manoel
Soares,
filho
de
Antonio Luiz
de
C”
“
e
J
»
Augusto, exposto,
da
freguesia
de Ta-
dim
e
concelho
de Braga,
por
falta
de
lundamenlo
legal.
Guerira
do
Oriente.—
0%
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Vienna
12
—
Corre
o
boato
de
que
os
musulmanos
da
Crimeia se
revoltaram
e
occupam
a
estrada
de
Simferopol.
Londres
12
—
Prosegniram
hoje
na
ca
mara
dos
deputados
os
debates
ácerca
da
questão
oriental.
Por
ultimo
foram
adiados
para
segunda-feira
com
a
condição
deter
minarem
na
sessão
d
’
esse
dia.
Bucharest
12
—
A
camara
dos
deputa
dos
roumana
approvou hoje,
por
59
votos
contra 28,
uma
ordem
do dia equivalente
á
declaração
de
independência
da
Rouma-
nia.
Pereceram
200
praças
de
marinhagem
em consequência
da
explosão do monitor
turco
em
Irente
de Brada.
S.
Petersburgo
12
—
Eoi
determinado
á
esquadra
russa
que
se
acha na
America
sob
o
commando
do
almirante
BoutakofL
o regresso
immediato
para
Cronstadt.
Paris
13
—Telegrammas
ofiiciaes
turcos
noticiam
um combate importante
empenha
do na
sexta-feira, nos
arredores
de Ba-
toum.
Depois de uma
lucta
bastante
por
fiada,
os
russos foram
repellidos,
deixando
no
campo
4:000
mortos.
Também
noti
ciam varias
escaramuças
pouco
importantes
para
os
lados
de
Kars
e
Aldaham,
favorá
veis
aos
turcos.
Bucharest
13—
A
junta
slava
de
Moscow
está
enviando
armas
e uniformes
para
o
equipamento
de
33:000
búlgaros que
es
tão
acampados nas
proximidades
de
Bu-
ciiarest.
O
gran-duque
Nicolau,
commandante
em
chefe
do
exercito
russo,
installará
áma-
nhã
o
seu
quartel-general
em
Ploiesti,
onde
o
irá visitar
o
prinvipe
Carlos.
Recomeçaram
os
movimentos
do
exer
cito russo
em
direcçào
a
Gruznervo.
A
noute
passada
os turcos,
em
gran
de
numero,
tentaram
desembarcar
em
01-
teniza.
Londres
14
—Os
periódicos
inglezes
di
zem
que
se "inaliograrara
os
esforços
da
Rússia
para
obter
das
outras
potências
protestos
contra a
nota
de
Derby
em
res
posta
á
circular
de
Gortchakoif.
Constantinopla
14
—
A
Inglaterra
está
procedendo
com
a
Turquia á
compra
de
1:000
cabeças
de
gado.
O
patriarchi
arménio
publicou
uma
carta
pastoral
convidan
lo
os
catholicos
do
rito
arménio
a
que
guardem fidelidade
ao
Sultão.
Berlin
14
—As
manifestações
russo-slava
na
Croacia
produziram
sensação
desfavorá
vel
á
Allemanha.
S. Petersburgo
14
—Os
periolicos
of-
íiciaes
russos
não
se
mostram
desconten
tes
aos
acluaes
debates
no
parlamento
iiiglez.
Dizem
que não
deve
receiar
ne
nhum
conílicto,
visto
que
a
Ru-sia
não
pen
sa
de
forma
alguma
ferir
os
interesses
da
Inglaterra.
Vienna
14 -Assegura-se
que
o
exercito
roumano
recebeu
reforço
de
25
mil
homens
russo?
afim de
passar o
Danúbio
nas
pro
ximidades
de
Kalafat.
Tres
canhoneiras
russas
atravessaram
o
Danúbio,
peneirando
do
canal
Malhni
e
apoderaram-se
de
um
deposito
de
carvão
destinado
á esquadrilha
turca.
Constantinopla 15
—
Começou
o
combate
em
Dobroudja
onde entrou
o
corpo
do
exercito
russo
composto
de
infanteria,
ca
vallaria
e
artilheria.
Os
russos
passaram
o
Danúbio
nas
pro
ximidades
de
Protbach.
Londres
14
—
Na
camara
dos
deputados
Oclerk,
irlandez,
combatendo as
propostas
de
Gladslone disse
que
o unico
meio
da
Inglaterra
sustentar
dignamente
a
neutra
lidade
consiste
em confessar
abertamenle
a
sua intenção
e
alliar-se
com
a
França
para
se
proteger
muluamenle
contra
o
perigo
de
ver
a
Allemanha
annexar
a
si
a
Bélgica
e
Hollanda.
Respondendo a
Har-
tjngton disse
Northesle
que
a
unica
espe
rança
da
Turquia
é
uma
reforma
completa
e
que convém
ao
governo
dar-lhe
occasião
de
ensaiar
essa
reforma.
Em
quanto
aos
interesses
inglezes,
so
bretudo
no
caminho das
Índias
se
con
tinuarem
intaclos,
não
haverá
nenhuma
ra-
são
para
que
a
Inglaterra
sustente
uma
lucta
que
póde
igualmente
interessar outras
nações.
Northeol
acrescentou
que
a
Inglaterra
não
approva
o
proceder
da
Rússia mas
que
não
a
provoca.
O
governo quer
conservar-se
livre para
operar
no interesse
do
reino
unido,
o
qual
consiste
em
acima
<ie
tudo
manter
a
paz.
,e
a
prosperidade
de
todo
o
mun
do
e
proseguirá
firmemente
n
’
esta
polí
tica.
•
São
inquietadoras
as
noticias
da
Servia.
O
partido
de
guerra collocou
o
príncipe
Nicolau
allernamente
a
combater
ou
a
abdicar.
O
príncipe queria
conservar
a
neutralidade.
Se triunfar
o
partido
de
guerra
a Áustria
intervirá.
A
retirada
do
cônsul russo
de
Bel
grado
considera-se
como
prova
de
que
a
Rússia
abandona
o
príncipe
Millan.
Em
tal
caso
a
corôa
da
Servia
seria
oíferecida
ao
príncipe
Nicolau
do
Monte-
negro.
Um
telegramma
de
Cetlingue
diz
que
as
forças
de vários
chefes
de
Merdi
toma
ram
Oroschi
aos
turcos.
1
‘ortiifi
ciezea
falleei«los.
—
No
Rio
de
Janeiro falleceram desde
15 a
18
do
mez
d
’
abril
findo
os seguintes:
José
Dinheiro
de Moura, Francisco
Lopes,
José
Soar<
s d
’
Almeida,
Manoel Go
mes
dos.
Santos,
Joaquim
Martins
Mourão,
Antonio
de
Castro,
José
Barbosa
d
’
AI-
meida,
Antonio
Rodrigues
Canedo,
José
da
Silveira
Furtado,
Manoel
José
Gon
çalves,
Francisco
.
Anselmo
da
Silva
Pilar,
Chrispim
Rodrigues
da
Rocha,
Manoel
Antonio
Barboza,
Cartola
de
Souza, Joa
quim
Roza
Pereira Bastos,
Antonio
Joa
quim
da Costa, Francisco
de
Mello,
Vir
gínia
Maria
Pinto,
Manoel
Pinto
Thomé,
iMaria
Balbina
e
José
Alves.
—Em
Pernambuco
falleceram
desde
15
a
26,
os seguintes:
Prndencio
dos
Santos,
Anlonio
José
Paulo
de
Carvalho,
Manoel
Antonio
d
’
Oh-
veira,
Anlonio
Joaquim
Leite
Bastos,
José
Maurindo
da
Silva,
Luiz
José
de
Medei
ros,
José
Marques
dos
Santos,
e
Augusto
José
Teixeira.
—
No
Maranhão
também falleceram
desrle
9
a
20
do
mez
findo
os
seguintes:
Joaquim
Luiz
da
Cunha,
Manoel
Mar
tins Alves
e
Bento
José
Macieira.
aOs
lobot*
de Paris». —
A
bibliothe-
ca
Serões
Românticos
vae encetar
a pu
blicação do
excellente
romance
Os
lobos
de
Paris, de Julio
Lermim,
vertido
em
linguagem^pelo
snr.
Julio
de
Magalhães.
Será
esta
obra
ornada
com
15
estam
pas,
desenhos
de
Manoel de
Macedo,
e
gravuras
de
Caetano
Alberto.
A
empreza
editora
offerece
aos
snrs
assignantes,
como
brinde
um
mappa
geo-
graphico
da
África, lidiografado
a
cores
e
das
dimensões
dos
que
já tem
distri
buído.
Os
assignantes leem
direito
a
escolher
este
mappa
ou
algum
dos
de
Portugal,
Europa,
ou
Azia.
Quem
desejar
assignaresta obra
deverá
dirigir-se
a
Luiz
Pinto
Martins,
na typo-
graphia
Luzitana, rua
Nova,
ou
largo
da
Porta
Nova
n.'J
13.
iCHADECIMWOS
Os
abaixo
assignados
filhos,
genros,
e
sobrinhos
do snr.
Anlonio
Ignacio
Mar
ques,
e
da snr.a
D.
Anna
Candida
Viei
ra
Marques,
julgando
impossível
corres
ponderem,
como
deviam
a
tão
distinctos
obséquios
com
que
foram
penhorados
por
seus
bondosos
amigos,
veem
por
este
meio
dar
expansão
ao seu
indelevel reconheci
mento
protestando a todos
a
mâis
since
ra
gratidão.
Maria
José
Vieira
Marques
Amélia
Augusta
Vieira
Marques
Delfina
Adelaide
Marques
Gomes
José
Anlonio
Vieira Marques
Anlonio
d’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Anlonio
Santos
d’
Azevedo
Magalhães
Manoel
Gomes
da
Silva
Mattos
Conego
Manoel
Anlonio
da
Costa. (241)
Antonia
Roza
da
Conceição
Vieira
de
Carvalho,
seus
filhos
e
sobrinhos,
profun
damente
reconhecidos
para
com
todas
as
pessoas,
que
foram
tão
desveladas
e
cui
dadosas
na
enfermidade, fallecimento
e
enterro
de
sua
muito
querida
filha,
irniã
e
prima,
Maria
Julia
Vieira
de
Carvalho
e
Cruz,
agradecem
publicamente
e
do in
timo
d
’
alma,
e
protestam
indelevel
gra
tidão.
(266)
LECC1ONAÇÃO
Na casa n.°
1
da
rua
das
Palhotas,
lecciena-se
Instrucção
Primaria,
por pre
ços
rasoaveis.
Sociedade Dramatica Alijosense
Na
vespera
e
dia
da
solemnidade
do
Corpo
de
Deus,
30
e
31
do corrente,
so
lemnidade
celebrada
n
’
esta
villa
de
Ali-
jó,
com
toda
a
pompa,
é
levado
á
scena
pela
Sociedade
Dramatica
Alijosense,
O
Sargento-Mór
de
Villar,
drama
de
grande
espectaculo
em
5 actos
e 6
quadros. Em
obséquio
á
sociedade haverá
em
um
dos
intervallos
uma
scena
cómica.
A
socieda
de,
que se
esforça
deveras
para
que
o
desempenho
do
drama
seja
o
mais
regular
possível,
assim como
o
adorno
do
thealro
condigno dos
espectadores,
espera
não
desmerecerá
da
concorrência
a
este
pas
satempo,
tão
raro
em
as
nossas
terras de
província.
O
espectaculo
principiará
em ambas
as
noites ás 8
e
meia
horas.
MADEIRAS
DE PINHO
Vende-se
todas
as
madeiras
dos
abar-
racamentos
da
feira do
S. Marcos,
assim
como mais
trezentas
e tantas
dúzias
de
bitóla,
nova
e
de
boa
qualidade
que
ser
ve
para
toda
e
qualquer
obra;
esta
desde
já se acha
á
venda.
Quem
pretender
dirija-se
á
feira
do
S.
Marcos
á
barraca
de
Miguel
da
Silva
Moura,
e
a
dos
abirracameutos
nos
dias
24,
25
e 26.
(267)
MâTÕ
Vende-se
um
bom
caleche,
com
arma
ção
também
para
vicloria.
Para vêr á rua
de
Guadelupe
n.°
25,
onde
está
por
fa
vor;
e
para
tratar,
á
rua
do
Souto
n.®
15.
com
Bernardo
José
Fermndes
Car
neiro.
(268)
CASA
DE
fltOUAS
José
Anlonio
da
Silva
Lomar
RUA
DO
SOUTO
N.®
28
E
29
Acaba
de
se
receber
uma
linda
collec-
ção
de
lãs,
cortonas,
percales,
Baptistes,
para
vestidos;
fichuz, laços,
mantas,
go-
las
e punhos
lizos
e bordados,
enfeites
para
chapéu
e cabeça,
saias
brancas
e
de
côr,
guarda-soes
e
umbellas,
tudo
pro-
prio
para
senhoras;
vestidos
de
fuslão
pa
ra
creança,
loucas;
colarinhos
e
gravatas
para
homem,
e
muitos
mais
artigos
de
moda,
proprios
do
seu
estabelecimento
que
vende
por
preços muito
rasoaveis.
(269)
ANTIGO
ARMAZÉM DE MOVEIS
Largo
de
S.
João
n."
8 e 8 A,
e rua
de
Jano
n.°
21
Domingos
Ferreira
Alves
Participa aos
seus
amigos
e
fregtiezes
que
continua
a
vender
por
preços sem
com
petência
e
com
responsabilidade
moveis
em
todos
os
gostos
de mogne,
pau
ol-o
e
nogueira,
ditos
de
palhinha,
alcatifas
feltros
e
bonitos
dunquerques,
consollos,
jardineiras,
guarda-vestidos
com
espelho'
e
sem elle,
toiletes,
camas
á
ingleza
ma
ciças.
á
franceza.
secretarias
para
homem
e
senhora,
ditas
da
érible,
guarnições
de
nogueira
para
sala
de
jantar,
cadeiras
ame
ricanas.
tageres
e
maradores
de
toda a
qualidade
de
madeira; bem
assim
toda
a
qualidade
de
apoveis.
Promptifica-se
a
fazer
todas
as
qualida
des
de
moveis
estofados.
t255.
ALVIÇAHAS
Perdeu-se
de
S.
Victor
á
estação
do
caminho
de
ferro,
um
alfinete
com
pedra
de
brilhante
do pezo de
1
1/4
de
qui
late
pouco
mais
ou
menos.
Se
alguém
o
achar
e
quizer
entregar
a
seu
dono
em
S.
Victor
n.°
31,
recebe
rá
alviçaras.
(264)
IsosgiedeM
no Porto
que
de
sejarem
evitar
o
bulicio,
e
mais
incom-
modidades
das
hospedarias,
e
aproveitar
o
alimento
onde
mais lhes
convier, acham
a
preço
rasoavel. quartos
e
camas
decen
tes,
sem
obrigação
de
comida,
n
’
uma
ca
sa
honesta,
a
curta
distancia
dos
tbea-
iros
e
das
principaes
repartições
publicas.
Imlica-se
na
rua
de
Santo
lidefonso,
n.°
259.
(257)
ARTE DE TACHYGRAPHIA
Vende-se
em
Braga,
rua
Nova,
n.
e
3,
e
no
Porto
:
preço
300
rs.
VE\»A
SJE
CASAS
de
1
com
Uma
na
ma
do
Charqueiro
andar
e
quintal,
n.°
4.
Duas
terreas,
n.
os
7
e 8,
quinta),
na dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
quintal,
n.
os 16 e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as pertender trata-se com a
Ge
rência
do Banco
do
Minho.
(263)
com
Consultorio
a toda a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
IN
JECTION BROU
(43
tt
)
GR1.VHE EXITO EM PAR1ZIU
VELOUTINA
CHLES
FAY
Pó
ESPECIAL
DE
ARROZ
PREPARADO
COM
BISMUTO
Impolpavrl, inviaivel e ndhei-rnte
Dá á
peUe
frescura
e
transparenca.
—
Caixa
coin
borla
f$200 reis,
sem
borla
800 rs.
Inventor
CIKHI.FS
FAY, perfumiieti*, ru« d» l‘.<z n.° » Pariz
veloutine
—
Cada
caixa
contém
uma
receita
que
inaica
a maneira
de
se
usar
—
x
velouti
.
MOLÉSTIAS
DA
BEXIGA
mendado pelos
melhores
médicos; tendo um sabor escellente, agradavel ao paladar. Paris, BLAYN,
7, r. du Marché-S«-Honoré. Preços 540
e 810 reis. Em
Lisboa,
Barreio,
Loreto Z8;
no
P..rio
Ferreira
tf
irmão, Banharia,
77.
f38)
HISTORIA
IVIVEH8AL UA
EGKEJ.l
PELO
Dr.
João Alzog
Professor
da
Universidade de
Frisburgn
em Brisgnii.
Publicada
sob
a direcção
do rev.°
Desembargador
da
Relação
Patriarchal,
o
dr.
José
Ferreira
Garcia
Diniz
e
appro-
vada e
recommendada
pelo
Episcopado
Lusitano.
VOLUME
PRIMEIRO
Preço..........................
1&000
rs.
A
’ venda em
Lisboa,
no
escriptorio
da
Bibliotheca Catholica,
e
em
Braga
na Li
vraria
Catholica,
na de
Joaquim
Januario
da Silva
e
na
de
Geremano
Joaquim
Bar
reto.
*
Continua
aberta
a
assignalura.
I
moura
I
I
rua
de
S.
MARCOS, N.
õ.f
V
-
’
4
Vende
papeis
pinta-
S
S,
dos
para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos,
a
prin-
Jg
cipiar em 80
reis
a peça.
Vende
olio,
tintas e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
$
dade.e
preços
muito
resu-
midos.
«3
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua
lidade.
FILIAL
D
a
CAIXA
ECOMnMICA
peshorista
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
.................
SOOiOOU^OOO
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.° 9
(Também
com
entrada
pela
rna
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramenl
.>s,
e
sobie
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente--â.
G.
Ferreirinha.
Hygtent** Mainvd
y
preMrrUt-r*; xbsolutxment»
a
unÍMqm our»
wm
íhe jwtar mai« nada. Vende- > I
se nas principaes
pharmaeias do mundo. Exigir a I
instruoclo
do use.
(3X> afiot de eaeíto.JPuil, ça*a do. ,
inv* B^Magent», fM. Ltatoa,»'
Bsneto Loreto 28 • 3A
GKAXBE DEPOSITO
DE
MACHINAS
DE
COSTURA
IVo
campo de 1).
I.niz I, n.° 1
A. R.
RIBEIRO
BRAGA
V
!!
Grande
facilidade
de
pagamentos!!
Vendas em prestações
de
400
rs.
UM
ANNO
DE PRASO
Sem augmento
algum
nos preços, ou
10
por
cento
de
abatimento
de
prompto
pagamento
Ensino
grntici
(ainda
que seja
desviado
d
’
esta
cidade
6 léguas)
Este
deposito
recebeu
grande
porção
de
machinas
próprias
para
famílias
cos
tureiras,
alfaiates
e
sapateiros.
Do
seu
estabelecimento
não
sae
machina nenhu
ma
sem
que
seja
examinada;
podendo
as
sim
afiançar
ao
respeitável
publico
o
ex
cellente
trabalho
e
boa
qualidade.
Para
comprovar
o
que
acima
fica
dito
basta
dizer-se
que
ha
3
annos
tem
depo
sito,
e
ainda
não
lhe
veio
nenhuma
ma
china
regeilada,
devido
isto
á
boa
esco
lha
como
póde
confirmar
grande
numero
de
famílias
e
industriaes.
No
mesmo
deposito se
vendem
algo
dões,
relroz,
agulhas e oleo,
etc.
silenciosas.
1
miWIA IfEMlíJ
CII,UUHU)N
B
RÃGA
Ultima* publicações
(OPRAS
COMPLETAS)
—
■
•
. .«b-its "
PADRE
RIVAUX
Historia
Ecclesiaslica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da
6
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra,
3.
vol
...................................
3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião
chrislão, traduc-
ção
do
padre
Mesquita
Pimentel
1
vol.................................................
l$200
BALMES
0
Protestantismo
comparado
com
o
Catbolicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação europea, 4
vol.
2$100
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote,
1
vol.
br.
500
cart
...............................................
$600
Ancora
de
Salvaçao, I
vol.
br.
£><>0
cari
.
.
.............................................
$600
D.
MARIA
DO
PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas
nos preceitos
do Decálo
go.
1
vol........................................ $500
DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de
Nosso
Se
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço.................. 200 rs.
COJI
PERFEIÇÃO A’ HACHINTA
Fazem-se
camizas,
corte
moderno,
e
seroulas
para
homem.
Toda
a
roupa
bran
ca,
para
senhoras
e
meninas.
Casacos
e
vestidos
pelos
melhores
figurinos.
Preços
compiodos.
Campo
de
D.
Luiz
I,
14,
3.»
andar.
(26a)
BANCO DO ALEMTEJO
Sociedade
anoni/ma
de
responsabilidade
/;
mitada
Capital
I800í0«0$000
A
direcção
annuncia
que
o
pagametu
0
da
9.
a
e
ultima
prestação
das acções
(
e
.
rá
logar
nos
dias
20 e
28
de
junho pro<
ximo.
Os snrs.
accionistas
que
deixarem
d
e
o
eíTecitiar
p
’esle
praso
íicain
sujeitos
j,
penalidades
estabelecidas
no
art.
5.°
(|
Os
estatutos.
O
relerido
pagamento
poderá
ser
fej
lo
em
conformidade
com
a
proposta
da
dj,
recção
approvada
em
sessão
d
’
assemblei
a
geral
de 30 de
janeiro ultimo,
nas
se.
guintes
localidades,
onde
lhes
serão
for
.
necidos
lodos
os
esclarecimentos
de
(
|
Ue
careçam.
Em Evora,
na
sede
do
Banco.
No
Porto,
na
agencia, largo de
S.
Do.
mingos,
39.
Em
Lisboa,
na
agencia,
rua
Augusta
27.
Em
Braga,
na
agencia,
Banco
Minho,
Evora,
14
de
maio
de
1877.
Pelo
Banco
do
Alemtejo,
os
Directores,
João
Lopes
Marçal
(271)
Eduardo d'Oliveira
Soares.
-------
--- -------- -
.—
—
8EPABAÇ1O
I»K SOCIEDADE
José
Joaquim
Ferreira
Duarte,
faz
ou.
blico,
que, desde
o
dia
5
do
corrente
mei
de
maio,
fez
separação
de
sociedade
de
ce-
riiiro
que
linha
com
a
firma
Fernandes
j
Pinto
&
C.
’
,
na
rua
Nova
de
Sousa
d
’
esta
cidade,
havendo-se
procedido
aores'
pectivo
balanço,
em
resultado
do
qual
coube
ao
annunciante
de
capital e
lucros
líquidos a
quantia
de
233$384
reis,
que
tem
haver dos
outros
que
foram seusso-
cios,
Antonio
Fernandes
Lopes
e
Manuel
Ferreira
Pinto.
Declaração
esta
que
faz
para
os
devidos
e
legaes
effeitos.
Braga 16
de
maio
de
1877.
(270)
INJECÇÃO
HYGIENICA
BALSAMICO
PROPHITATIC8
Esta
injecção
é
a unica
e
eílicaz
que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de
de
purgações
tanto
antigas como
mo
dernas,
ainda
as
mais rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia
Barata Di
niz,
rua
de
S.
Barlholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
Phar
macia
Madureira,
rua
do
Triunfo
n
0 142,
proximo
ao
Palaeio
de
Crystal.
Preço
de
cada
Jrasco
—
400
rs.
t
(4449)
»■
—-"i
'u
.
JEt.-Or-A.
O
Pretende-se
comprar
um
orgão
para
uma
egreja
rural.
Falla-se
n
’esta
adminis
tração.
(262)
VENDA
DE
CASA
Vende-se
as
casas,
sitas
no
Lar
go
de
S.
Lazaro
n.°
13. Trata-se
com
João
Evangelista de
Sousa
Tor
res
e
Almeida
CIRURGIÃO
DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA
MEDICO-CIRCRGI’
CA
DO
PORTO
Largo
do
Barão de S.
Marlinho
n.°
5
BIUGA.
Faz
tudo quanto
diz
respeito
á
soa
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
•
(W
--- t
S — ^7"—4—4
-------------- -------T
'
BOM.V1N&O :
'
■
i..'
i
Vende-se
por
pipa
na^taáa
da
Deve&
em
Adaqfe.
•
•
,
-
(,2o3)
;
'
MGR.
OE
SÊÓlirf
‘
.
Coiaseíhofii
PraticóH .e«l>re ,»
MUIBA-CO.nWUJVUAO
...
A
’
venda
nà
Livraria
Catholica
’
,
50
rs..
..
BRAGA,
TTPOGRAPHIA LUSITANA—18^-
Parte de Comércio do Minho (O)
