comerciominho_15121877_726.xml
- conteúdo
-
lOl.IIlt
COMMESlCaRELIGIOSA
H3 1VOT1CIOSA.
EDITOR
E
ÈROPRIETARIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.° 3 E.
•
•
*
•
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PREÇO
|DA
ASSIGNATURA
5.
” ANNO
Braga,
12 mezes
..................
1&600
»
6.
»..........................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Ânnuncios
cada linha
........
20
Repetição
........
1(1
PÚBLIGA-SE
ÁS
TERÇAS.
QUINTAS
E
SABBADOS.
Províncias,
12
mezes.........................
2&000
»
6
»
.........................
1^051)
»
sendo duas
assignaturas 3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3$600
Folha
avulso...............................
1Q
N.°
726
BH4GA
S4BÍIWO 15 OB
BEZEnBHO »E
18Í»
Pavoroso
se está
apresentando o
estado
político
da
França.
Grossas nuvens
se
encaslellano
sobre
aquella
infeliz
nação,
tão
agitada
como
lem
sido
pelas
tempestades
revolucionarias.
Qual
será
o
futuro
d
’aquelle
paiz,
tão
grande,
tão
generoso,
como
tão desgra
çado
?
Ninguém
o
póde
prever
com
segurança.
E
não
obstante
os espíritos
apavoram-
se,
o
commercio paralisa-se,
e
a riqueza
publica
accusa
um
mal-estar,
que
leva
o
desanimo
a
toda a
parte.
Estamos aqui,
neste
extremo
occidente
da
Europa,
e
comludo
não
podemos
ser
indiflerentes
á
sorie
que
aguarda
a
velha
patria
de
S. Luiz.
Quem
duvida
de
que
os
seus
revezes
se farão
sentir
lambem
entre
nós?
Quem
póde
crer,
que
a
influencia
dos
successos
lá,
não
chegará
também
até
nós?.
Pobre França
!
quando apenas
se
le
vantava
da
prostração
em
que
a
deixaram
as
suas
qhimas
desgraças,
eis
que de
repente
sé
lhe
turva
ó
liorisonte
e
que
uma
outra
borrasca
ameaça devastai-a de
novo
!'
E
são
os
que trazem
sempre
nos
lá
bios
a
palavra
patria,
que
lhe
preparam
novos
dias
de
lucto
e
lagrimas.
São
os
pretendidos
patriotas,
os
cha
mados
amigos
do
povo,'
que
volvem
o
impellil-a
para
o
abysmo tEonde a
custo
ia
saindo.
Responsável é
por
certo
o marechal
presidente
pela sua
condescendência
que
o
levou
até
á
necessidade
do
acto
violento
de
16
de
maio.
Com
a
revolução
não
se
transige.
E d’esse
J
êrro,
filho
talvez
de
razões
que
não
lobrigamos,
está elle
colhendo
os
resultados,
que
o
devem
desenganar
de
uma
vez
para
sempre.
Quem
sabe
se
a
espada
lerá
que
des
fazer agora o que
uma
mal
entendida
contêmporisação
deixou
se
íizesse
?
Quem
sabe
se o
sangue
francez
terá
que
lavar
ainda
esses
èrros
passados?
Horrorisa
se
o
espirito
só na perspecli
va
de
uma
nova
guerra
civil.
. E
comtudo
ella
parece
imminenle,
porque ha
muito
que
á
sombra
do
poder
a revolução
a
lem
preparado.
O
marechal
não
cede
porque não póde.
Firme
neste
proposito,
a
sua
resolu
ção
obedece
mais
que
aos
principios
con
servadores.
a
elevados
sentimentos
de
pa
triolismo.
A
revolução
não
se
curva
porque
não
quer.
E
forte
no
seu
orgulho
não
treme da
responsabilidade
em
que incorre, acen
dendo na
patria
o facho da
guerra
civil.
E depois?
<
Será
necessária
urna nova provação,
um
marlyrio
mais,
para
que
Deus
se
compadeça
da
pobre
França?
O
futuro
o
dirá.
Nutrimos
porém
uma
esperança.
A
piedade
dos
bons
francezes
não
terá
sido
esquecida
ante
o
tribunal
da
Justiça
Divina
»
E
a
misericórdia
infinita
hade amere-
cear-se
da
itafeliz
França,
que
uma
vez
mais será
salva
pelos
seus
filhos.
Dá-nos
a
Nação
a
pungentissima
nova
do
passamento
de
dois
nossos
companhei
ros
e
amigos,
que
a
rede
da
morte
acaba
de
colher nas
suas
malhas de bronze.
Era
um
o
i|l.
U10
e
ex.
,no
snr.
Antonio
Lucio
Magessi
Tavares,
fallecido a
7
do
corrente,
filho
'do
gentral
Magessi,
e
ofíi-
cial
superior
dos
exércitos
reaes.
Tendo
emigrado
com
seu
pae
em julho
de
1826,
por
occasião
do
juramento
da
Carla,
regressou
ao em
1828,
quan
do
o
Senhor
D.
Miguel
voltou
ao reino;
e
como
um
dos militares
mais
devotados
á
causa
da
Legitimidade
acompanhou
sem
pre, no
posto
de
coronel
o
exercito
rea
lista, até
á
convenção d
’
Evora-Monte,
em
maio de
1834
Desde
esse
periodo
só
o
tornamos
a
ver em
1847.
em
Lisboa,
e
com
elle
en
tretivemos
por
espaço
d
’
uns
seis
mezes
as
relações
d
’
amisade
a mais
sincera.
Foi
por esta
occasião
que podémos
conhecer
que
Autonio
Lucio
Magessi
Tavares,
além
d
’
um
distinctissimo
militar
e
d
’
um
per
feito
cavalheiro,
era
lambem d’uma
pro
funda
illuslração.
De
lodos
os poucos
of-
íiciaes superiores
ainda
restantes
do
exer
cito
do
Senhor
D.
Miguel,
podemos
dizer
afoilamenle
que
era
elle
o
de
maior
som-
ma
de
conhecimentos
e
de
inlelligencia
mais
culta;
porisso
a
sua
morte
é
uma
granle
perda para
o
partido
legilimisla,
,para
a Patria
e
para
as.
lettras.
Além
de
vários
artigos
com
que
illus-
trou
as columnas da
Nação,
escreveu
al
gumas
obras
de muito
merecimento,
entre
as
quaes
uma
erudícta
refutação ás
opi
niões
de
Alexandre
Herculano
a
respeito
do
Milagre de
Ourique,
na
qual
mostrou
não
menos
erudicção
que
vivíssima
fé e
decidido
amor
pelas
tradicções
e
glorias
palrias.
Honremos
a
memória do
fervoroso
e
.puro
catholico,
e honrado
legilimisla.
.
O
outro foi o
revd.
1"
0
padre
Pedro
Antunes,
de
Lamorosa,
concelho
de,
Tor
res
Novas,
que
contando
42
annos d’eda-
de,
o Senhor
acaba
de
chamar
aos
gôsos
perennaes
da
Bemavenlurauça.
Conhecemos’
em
Roma
este
virtuoso
ecclesiastico,
que
era
nosso
companheiro
como um
dos
nove
portuguezes
que
por
occasião
do
vigésimo
quinto
anniversario
do
Pontificado
do
grande
Pio IX fomos
á
cidade
eterna felicitar
o
Pae
commum
dos
fieis
por
tão
fausto
acontecimento.
Nos
discursos
do
SS.
Padre
Pio
IX,
Tomo
1,
Discurso
LX11I—
A
deputação
de
Portugal,
pag.
144
e
143,
vem
no
fim
os
nove nomes
da
deputação
que
assigna-
ram
a
felicitação
e entre
elles
o
do
padre
Pielro
Antunes.
O
finado
sacerdote
ainda
em.
maio
do
anno corrente
alli
voltou,
tomando
parte
na
peregrinação
portugueza,
da
qual
co
lheu
os
mais
opimos
fructos,
chegando
o
snr.
padre
Reis,
ao
noticiar
este falleci
mento,
a
dizer
que
ninguém
conhece
para
que
ella
fosse
mais
proveitosa
Quando
pela
ultima
vez
se
despedira
de
Lourdes,
reíere
o
mesmo
snr. padre
Reis,
elle
pediu
fervorosamente
a
Deus
por
interven
ção
da
Virgem
SS.
que
lhe
desapegasse
o
coração
dos
bens
terrenos
para
melhor
se
applicar
ao
Seu
serviço;
e
mais
tarde
ainda
disse
ao
seu
amigo:
«Padre
Reis,
aquelle
ultimo
adeus
que
•disse
a
Nossa
Senhora
de
Lourdes
valeu
por
tudo
quanto
lenho
feito
na
minha
vida;
a
Virgem
Santíssima
alcançou-me
uma
grande
graça,
tudo quanto
eu
anti-
gamenle
fazia
era sempre
acompanhado
'le alguma
molezi
e
tibieza,
revestido
d
’algum
respeito
humano,
mas
hoje
só
me
move o
amor
de
Deus
e
antes quero
morrer
do
que commetter
uin
só
peccado
venial
e
aboneço
esses
torrões
que
por
ahi
tenho».
Em
signal
de
sincera
afleiçào
e
grati
dão
para
com
aquelles
dois
cavalheiros,
um
nosso
chorado
amigo
e
o
outro
nosso
bom
companheiro,
aos
quaes,
cremos
pia
mente,
Deus
tem
entre
os
resplendores
da luz
perpetua, pedimos
para suffragar
as
suas
almas
as
fervorosas
orações
dos
nossos
caridosos
leitores.
José
Maria
Dias
da
Costa.
Ainda
outro.
—
Acaba
de
fallecer
em
Aveiro
o
ex.
mo
José
Justino
de Cerqueira
Alpoim, cavalheiro
distincto do
partido
le-
gilirnista,
no
qual
foi
juiz de
fóra.
Era
irmão
do
brigadeiro
de
cavallaria
J.
Bor
ges
d
’
Alpoim,
e sobrinho de
Ftancisco
ifAlpoim da
Silva
Menezes,
que morreu
emigrado
em
Bordeaux,
na
França.
MHEIÍM
A.
OiJ
VELAY
0
CONDE
DE TREAZEK
ROMANCE.
Versão
portugueza.
1
A
aaubição
-Parecem-vos,
pois,
incapazes
d
’uma
inteira sinceridade!
Não
pertencem
elles
como
nós
á especie
humana,
e
não
são
como
nós
já
bons
ora
máos,
consoante d
vento
da
paixão
?
—
Sem duvida
que
são
homens como
nós,
e
participam
das
misérias
e
dos
dons
da
nossa natureza;
mas
uma
nação
póde
commetter
d
’
esses
crimes
que
acarreiam
castigos
terríveis,
e,
não
é
mdiflerente
so
pesar
as
responsabilidades d
um
povo
que
incorreu
na
maldição
divina.
—
Sim,
cómprehendo-vos,
disse
o con
de;
vós
olhaes
as
coisas
sob
um
pouto
de
vista
mui
elevado,
e
mais
achegado
ao
sobrenatural.
Sim,
comprehendo
isso,
e
não
quiz-rá
faltar
ao
respeito
que
se
deve
aos
ensinamentos
da
nossa
religião;
mas,
se
m
’
o
permiltis,
snr.
abbade,
pa
rece-me
que,
consi
ierando
as
coisas sim
plesmente,
sob
o
ponlo de
vista
humano,
os
judeus
soff.eram,
como
tantas
outras
nações
leem
soflrido
a desgraça
d’
um
desastre militar;
e
que
depois
que
Roma
os
vencera
completamente,
havendo
elles
supportado
as
longas
e cruéis
dôres
d
’
um
povo
dispersado
por
toda a terra,
não
encontrando em
parte
alguma senão
sen
timentos
hostis
e
tratamentos
barbaros;
não
é
para
entranhar que
a
energia
e
tenacidade
própria doseu
caracler
tenham
sido
despresadas;
mas desde-que
a doçura
dos
costumes
lhes
permilliu
tomar
entre
nós
uma
situação mais equitativa,
vêde
como
parece
lerem
uiinprado
as
respon
sabilidades
da
sua
proscripção,
e
que
lo
gar não
teem
elles
sabido
conquistar
no
mundo
civilisado
1
São
os
primeiros
no
commercio
de
toda
a
Europaj.a
domina
ção
do
seu
genio
exerce-se
igualmente
nos
interesses
da
Asia;
os
mais
qualifica
dos
de
entre
elles
disputam
as
mais
altas
posições
em
iodos
os
ramos
da
sciencia;
e
pelos
jornaes,
—
esta
grande
potência
mo
derna
—.em
que
leem
adquirido
uma po
sição
notável, preponderam
na política
do
mundo
inteiro.
—
Estou
*longe
de
contestar tudo
isso;
e
eu
não
diria
sóinente
notável,
o
poder
dos
judeus
por
meio
do
jornalismo,
diria
formidável
e
muito
formidável,
se
v.exc.
a
me
permilte
esta
correcção necessária
á
vossa
apreciação.
—
Muito bem,
caro
abbade;
e
perante
um
tal poder
nas
mãos
d’
esles
desherda-
dos,
em
que
fica
a
maldição
divina,
não
me
direis?
—
Aquelles
a
quem
foi
permiltido
im-
molar
o
Senhor
dos
céos
e
da
terra,
po
dem
lambem,
talvez
para
sua
e
nossa
desgraça, obter poderes
terríveis no
mun
do,
—
«os
desígnios
de
Deus
são
insondá
veis»
—
, mas
é
necessário
ver
as
conse
quências!,..
Vós.
sorris,
snr. conde...
Mas,
tende
muito
cuidado...
Edas
serão
formi
dáveis,
oh!
muito
formidáveis...
—eu o
repilo mesmo
com
risco
de
vos
fazer
sorrir
ainda.—
Sim
formidáveis,
e
terríveis
as
consequências
d
’
este mystenoso
poder,
que
adunraes
sem
a
menor
desconfiança.
—
Peço-vos
perdão,
meu
caro
snr.
abbade,
mas com
o
nosso
moderno
pen
dor
d
’espirito
nós
não
sabemos
encontrar
o
divino
nos
acontecimentos
da historia,
e,
se
me
permiltis
a
expressão,
as
pieoc-
cupações
d
’
uma
fé
ingénua
fazem-nos sor
rir
mesmo
apesar nosso,
qualquer
que
seja o
mui
sincero
respeito e
a
profunda
estima
que
inspirem
as pessoas,
cujas
convicções
resistem
ao
movimento
gerai
em
que
nos
deixamos
ir
sem
grande
re
flexão,
eu
o confesso.
Vós
perdoareis
esta
pequena
leviandade involuntária
ao vosso
antigo
discípulo,
—
ainda
muito
estouvado,
como
outr
ora,
conforme
vêdes,
caro
e
venerando
mestre;
mas
este
incorregivel
estouvado
prova-vos
toda
a
estima
em
que
tem o
vosso
mérito
rogando-vos
para
presidir á
educação
dós
seus
filhos, como
elle
teve
a
felicidade de lhe
haverdes
fejto.
—
Meu
excellente
Roger
!=»disse
o
ve
lho
padre, deixando
desprender
uma
la
grima
ao tomar
as duas
mãos
que
o
gen-
lilhomem
lhe
estendia
em
signal de res
peito,
de submissão
e
com
uma
cordial
expressão
de
magoa
de
o
ter
podido
of-
fender.
—
Este
pequeno
incidente
me
re
corda,
continuou,
o
motivo
que
aqui
me
trouxe:
Trata
se
do
nosso
querido
Ro
berto,
que terá,
se
a Deus apraz,
um
coração
leal
como
seu
pae
Tínheis
me
encarregado,
snr.
conde, de procurar
um
repetidor
de
direito
e
de
mathematicas
para
o
meu
discípulo,
e
o
nosso
longo
palratorio
ácêrca
dos
judeu
fez-me
esque
cer
de
que
.vinha
para
vol-o
annunciar.
—
A
influencia,
mesmo indirecta, d’
eates*
deicilas
é
capaz
de
Joda
a
especie
de
perturbação.
—
Emfim,
desculpae
a
ininiia
caduquice;
creio apresentar-«os
um indi
víduo
mui competente, e
que
tenho
em
grande
estima:
é
um dos
vossos
antigos
camaradas
do
collegio.
Disse
lhe
que com
parecesse
aqui
esta
ma.nha
para
o
apre
sentar.
E
creio
precisamente
que
é
elle
que
acaba
de
tocar
á
porta
do
hotel.
(Conliaúa)
CORRESPOSDKXCIA
Snr.
redactor.
Domingos Moreira Guimarães.
Pelo que
expuz
ua
minha correspondên
cia,
publicaih
no n.°
722
do
seu
jornal,
creio
já
ter
prestado
alguns
esclarecimen
tos,
ácerca
do
que
comigo
succedeu
na
sempre
para
mim
memorável
reunião
do
dia
2:
ainda
assim
a
seara
é
tão
fecun
da,
que
apesar
de
ceifada,
por
agricul
tores
dextros
e
experimentados
ainda
ha
bastante
a
respigar.
Causpu-ine
surpresa,
e
continua
ainda
causando,
que
alardeando
se
conhecimen
tos
bastos
de
sciencia
calholica,
se
igno
rem
princípios
os
mais elementares
-da
mesma
sciencia;
princípios
da
cartilha!
Não
nos
ensma
em
seus
princípios
ele
mentares
a
religião
santa
que
professa
mos.
que
entre
os
indigentes
devem
ser
preferidos
os
mais
necessitados,
e
entre
estes
os
que
nos
são
mais
proximos?
Não
será
esta
-a
ordem
que,
segundo-
a dou
trina
da
cartilha
calholica,
temos
obriga
ção
restricta
de*
seguir?
Caridade
cosmo
polita!
Ora
essa!
Não
sei
se
admire
pri
meiro
o
ôcco
da
locução,
se
o
entono
e
elevação
com
que
a
soltaram.
E a claque
logo==apoíado/
muito
bem!
E
coino
estas,
quantas,
snr.
redactor!
Se
lhe
não
prestou
attenção,
também
tli
’
as
não repito,
por
que
não
vai a
pena..
Todos
os cavalheiros que
concorreram
como
nós, snr.
redactor,
á
reunião
do
dia
2
taflirmo
sem
receio
de
conlradicta),
estão
con'encidos
de
que
apenas se
poderá
fa
zer
um asylo
por
emquanto
para
um pe
queno
numero
de
pobres:
e
os outros?
Os
outros,
com
certeza,
continuarão
esmo
lando
de
porta
em
porta.
E
não
podendo
ser
todos
recolhidos,
quaes
hão
de
ser
preferidos?
os
inválidos
ou
os
vadios?
Se
os
inválidos,
segundo
o<
argumen
tos
superiores,
não
póleni
receber
os
reis
4:0000006,
nem
as
outras
quantias
lega
das
ao
asylo
de
Mendicidade, porque,
se-
gupdo
taes
‘
argumentos,
um asylo
que
alberga
os
inválidos
não
é
asylo
de men
dicidade:
e
n
’esse
caso lá se
vão
os
reis
4:0000000
£
os
1000060
reis!!
Creado
e
sustentado n
’
estas
condições
vínhamos
a
ter
em
Braga
2
asylos,
com
duas
casas,
com
dous
pessoaes,
e‘
com
dous
fogões,
despezas
que
se
reduziriam
a
metade,
quando
uma
só
casa,
um
só
pessoal e
um
só
fogão;
e
as
‘despezas
com
tal
multiplicidade’
não
podiam
deixar
de
ser
feitas
a
cpsto
albergando menos,
em
Se não
é
para
os
validos;
e
os
validos
mero
de
vadios que
N.
B.
Estes
legados
feram
oj2:OOO0OOO,
e
o
2.°
de
3000000
DONATIVOS
EM
GENEROS
■SECÇÃO
B£ COISMU5ÍICADOS
dos
asylados;
isto
é
vez
de mais.
inválidos,
é
para
os
são o grande
nu<
constituem
mendicidade:
e
será
para
estes,
juiso d’aquelles, que
se
ha de
asylo?
Será
para
os
parasitas
da
que
se
diz
=>
temos
um
conto
e
resíduos
e
dos
sanctuarios?!
Para
com
os
parasiias
e
vadios
a
so
ciedade,
ou antes
os poderes publicos tem
primeiro
que
os
deveres
da
caridade
outros
deveres
a
cumprir:
são
os
deveres da
jus
tiça;
e
sempre
e
em
todo
sempre
primei
ro
esteve
a
obrigação
que
a devoção.
Para
seguir
esta,
preterir
aquella,
uão
é
justo,
nem
louvável,
netrt
sério
em
qualquer
ho
mem,
muito mais
o
náo
é
em
quem
se
ja
representante
do poder.
Se
aquelle
conto
e tanto
que
os
ini
ciadores
do
novo asylo
dizem
já=
’temos=
lhe
fôr applicado,
que
ha
de
ser
das
ór
fãs
da
Tamanca,
dos
inválidos
e
entrevados
de S.*José,
das recolhidas
de
S
Domin
gos, das recolhidas
das
Convertidas,
das
recolhidas
da
Caridade, e
famílias
neces
sitadas,
por
quem
até
hoje
tem
sido
re
partido
—pequenas
migalhas,
mas
que ain
da
assim
matam
muita
fome?!
Foi
esta,
snr. redactor,
e não
outra
a política
que
me
fez sair
á
estacada;
foi
este
o
rebate
que
me
fez gritar álerta,
pese
a
quem
pesar.
Se a
commissão
das
orfãs
da
Tamanca
se
limitou
a
lastunar-se
em
casa
do
seu
presidente,
e
não
leve
coragem
de
fazer
eccoar
as
suas
queixas
onde
as
devia
apre
sentar,
com
isso nada
lenho,
porque lhe
nãd
pertenço; é
commissão dislincla
da
do
asylo
de
S. José,
e .cada
uma
responde
por
si.
Obrei
como
entendi,
e
como
a
con
sciência
me
dictou:
a
urgência
da
acção
e
a
minha
posição
oílicial
na
direcção
do
asylo
de
S.
José
obrigaram-me
a tomar
so
bre mim
a
tarefa
de
nós
todos;
e
que
os bemleitores
d
’
aquelle
piedoso
e
carita
tivo
estabelecimento
me
não
censuram
o
OZETIIHA
Aos nossos
eollaboradores.
—
Em
razão
da grande aflluencia de
matéria,
e
ainda
por se
ter
achado
doente
um
dos
compositores
d'este
jornal,
não
temos
da
do
immediala
publicidade
aos
escriptos
com
que
nos
leem obsequiado alguns
dos
nos
sos
mais
distmcios
collaboradores,
aos
quaes
pedimos
desculpa
da
respectiva de
mora.
Os
Oois mundos.—
Temos
sobre
a
meza
o
n.°
3
d
’esta
magnifica
publicação
illustrada,
a
melhor
de
quantas
se
teem
emprehendido
em
Portugal
Além
de
bons
artigos
de
escriptores
notabilíssimos,
traz
oito
gravuras
admirá
veis.
especialmenle
uma
cópia do
quadro
de H I.
Marks,
O
boticário
du
edade-media.
Agradecendo
cor
lealmente
tão
valioso
brinde,
repetiremos
aos
nossos
leitores
que
a publicação
dos
Dois
Mundos é
a
mais
notável,
artisticamente
considerada,
que
possuímos.
E
tanto basta.
E’ gerente da
mesma
o
snr.
David
Co-
razzi
co-proprietario,
da
grande
empreza
Ho
ras
Românticas,—
rua
da
Atalava,
42,
Lis
boa.
Plewna.
—
Rendeu-se
á
discrição
esta
celebre
praça.
Sobre
este facto
extractâ-
mos
do
bem
redigido
«Commercio
Porlu-
guez» os
seguintes paragrafos:
Caiu,
íinalmente,
a
Malaknff'
da
Bul
garia. Plewna,-a
famosa
praça
turca
que
ha
tempo
se
julgava
prestes
a
render-se,
mas que
resistia
sempre,
entregou-se á
discrição
quando
se
annunciava
que tinha
recursos
para
sustentar
ainda
um
largo
periodo
de
resistência.
Foi esta
posição
que
custou
mais
san
gue
e
sacriíicios
ao
exercito
russo.
Perto
d
’ella
soffreram
as
tropas
do
czar
a
sua
primeira
derrota,
grande
revez
que tirou
considerável
prestigio
ao
império
mosco-
vita,
cujo
generalíssimo
julgava
partici
par
para S.
Petersburgo
logo
ao
entrar
no
território búlgaro
—cheguei,
vi,
e venci
—
ou
como
o
general
francez
em
MalakoíT
—
entrei
e
cá
me
conservo.
falsa
pre-
um
a
com
crear
sociedade
tanto
dos
feito, mas antes
o
approvam
dil-o com
to
da
a
clareza
a
eleição
do
dia
8.
Relação
dos
donativos
feitos
ao
asylo
nos
últimos
tempos:
(Continuação)
Doexm.°snr.
Deão
da
Sé
Pri
maz
Dos exm.os
snrs.
herdeiros
do
commendador
A.Ignacio
Mar
ques
Do
snr.
Manuel
João
de
Paiva
Do
snr.
José
Maria
Ferreira
da
Cruz
•
Do
snr.
José Antonio
Pereira
Neves
Do
snr.
Escrevão
do 4
0
cili
cio
Da
exm.s
snr
3
D.
‘
Narcisa da
Natividade
Mendes
Do
snr.
Antonio
José
Vieira
Machado
Peditorio
em
dezembro
passa
do,
feito
pessoalmeule
pela
direcção
PARA
FUNDO
20250
40000»
30275
40500
210980
10070
450187
10570
1750800
Do
exm.°
snr. Barão
da
Gra
ni
osã
Do
snr.
Domingos
José
de
Car
valho
e
Silva
1:7200735
2570500
o
1.°
de
reis,
e
o
que
falta
para
prefazer
estas
quantias
dis-
pendeu-se
na
contribuição
dos
direitos
de
transmissão.
Do
snr.
Manuel
João
de
Paiva
uma
peça
de
panno crií.
A
verdade,
em
primeiro
logar.
Não
é
verdade
que
o
snr.
padre
Senna
Freitas
dissesse,
no
discurso
pronunciado
na
academia
da
Associação Calholica,
em
o
domingo
9
do
corrente,
que
a Estatísti
ca
é
uma sciencia nova, como
affirma
um
jornal d
’
e-la
cidade.
Um
espectador.
Osman-pachá
entregou
a
sua
espada ao
grão-dnque Nicolau
e
ao
príncipe*
D.
Car
los
da Romania
que
em
frente
de
Plewna
fez
talvez
mais
que
o
príncipe
russo;
mas
o
general
oltomano,
ainda
quando
venci
do,
póde levantar
a
cabeça,
por
que
sou
be
honrar
as
armas
do
seu
império.
Disputou
‘
palmo
a
palmo
a
fortaleza
confiada
á
guarja
do
seu
valor
e
perícia
militar;
e
ao
tomaram
conta
d’
ella
os
russos
haviam
de
encontrar
de certo
den
tro
das
trincheiras
ensanguentadas
lesti-
munhos
de
um heroísmo
que
se
que
brantou,
sómente
quando
pesarain
sobre
elle os
horrores
da
fome.
Os
russos
nem
por
isso
deixaram
de
alcançar
um
grande
triunfo,
o maior
da
sua
tenaz
campanha.»
—
Um
telegramma
oílicial
de
S.
Pe-
tershurgo
em
12,
diz que
os
prisioneiros
turcos
de.
Plewna
são
6»
tabors
(cerca
de
60:000
homens)
dos
quaes 20:000
feridos
e
doentes,
7 pachás
e
60
canhões.
—
Os
prisioneiros
turcis
pagam
as
com
pras
em
rupias
indianas
com
a
elligie
da
imperatiiz
Victoria.
Ln
.VatHraleaa.
-r-Recebemos O
n.°
2
d
’
esta
«revista
illustrada
das sciencias
e
sua
applicação
ás artes»
que se
publica
em
Madud.
E
’
uma
bella
publicação
opti-
mamente
impressa
e
redigida,
de
que
são
proprietários-gerentes
Perojo
Ilermanos a
quem
deve
ser
dirigida
qualquer
requisi
ção.
Não recebemos
o
i.°
n.-°
d
’
este
sema
nário,
e porisso
pedimos
á
respeitável
em-
preza
editora
a
tineza
de
nol-o
remelte-
rem.
O summario
d’
este
n.°
é
o
seguinte:
El
Monte
Blanco; Nuevo higrómetro
de
con-
densacion;
El
Darwinismo: -lo
que
ha
de
cierto
y
de
falso
en
esta
teoria; El
ferro
carril
Mfdlan
(Inglaterra);
Nueva
valvula
de
seguri
tad
de Klotz; Las
oríllas
del
Sena
en
Tancarrille;
Exposicion
geologica
e
pa-
lenleologica
del
Havre;
Sociedad
helvelica
de
ciências
naturales;
LX
sesion
celebrada
em
Bex;
Defor-midad notable
de
los
dien-
tes
em los
habitantes
de
las islas
del
Al-
miraniazgo; Miscelânea;
Ei navio
de guerra
en
el
siglo
XVII.
*
alfriea
3*ortsayta?za».
—
Recebe
mos o n.°
4
d
’este
oplimo
jornal
redigido
pelo
snr.
dr.
Caetano
de Magalhães
Este n.°
é
escripto em
francez.
<o
UireitoB.
-No
hm
do mez
cor-
renie
acaba a
publicação
d
’
esle
nosso
ex-
cellente
collega,
que
durante
vinte
annos
tanto
tem
honrado
a
imprensa
calholica
e legitimisla. Sentinios profundamente
este
facto,
que
nos
priva
d
’
um
camarada
tão
querido
e lào
notável.
Felizmehte
não
ficará
sem
substituição,
como
nol-o
aífiima
o
nosso
presado
cor
religionário
e
amigo,
o
snr.
Francisco
Pe
reira d
’
Azevedo,
que
vae
encetar,
no
dia
1."
do
pr
iximo
anno,
a publicação
d
’uma
folha.semanil
intitulada «A
Propaganda
Calholica»,
que
«seguirá
em
tudo
o
ca
minho que sempre
trilhou
o «Direito».
No
proximo
n.°
daremos
o
programma
d
’esla
nova
publicação.
Operação.
—
Foi operada
pelos
snrs.
Alves
Pa
Aos
e
filho,
na Casa
de
Saude,
d
’
esta
cidade,
de
cataratas
lenliculares,
a
ex.
ma
snr.
3
D.
Julia
de
Moraes
Moreira
Lobo,
de
Abidagos*
districto
de
Bragança.
A
operada
rio
fim
de
19
dias
de
cu
rativo,
depois da
operação,
recolheu
a
sua
casa
na companhia de seu
sobrinho
o
ex.
ni
°
snr.
João Vaz
Lobo,
que
nunca
a
desamparou
durante
o
seu melindroso
tra
tamento.
A
alegria
da
snr.a
D.
Julia
de
Moraes
foi
indisivel,
casa,
d
’
onde
Outra.—
O
ill.
lh0
snr.
Manoel Alves
Teixeira,
de
Mondim
de
Basto,
padecendo
ha
muitos
annos
de
uma
enfadonha
e
pertinaz
doença,
que
o
impossibilitava
de
sair
de
casa
e
de
se
occupar
de
negocio
algum
util
para
si ou
para
a sociedade,
recolheu
se
a
Casa
de
Saudet
nesta
cida
de,
e
foi
operado
pelo
snr
Alves
Passos
■com
assistência
do
snr.
Alfredo
Passos,
no dia
27
d
’
oulubro, e
saiu
para
sua
casa
no
dia
26
de
novembro,
já
quasi
resta
belecido
da
longa
doença
que
o
aflligia.
Tão
felizes
e
seguros
resultados da
medicina
Operatória são
motivo justo
de
parabéns aos
operados na
Casa
de
Saude,
d
’
esta
cidade,
e
de
louvores
aos
distinctos
operadores,
os snrs.
Alves
Passos,
pae
e
filho.
Correio
pnra
Guimarãe*.
—
Desde
o
dia
15
sae
o
correio
para
Guimarães
meia
hora
mais
cedo
do
que
alé
agora.
As
cartas
são
tiradas
da
caixa
geral
ás
11
horas
da
manhã.
Jlovimento
do
líospitaj
de
8.
fltareos.
—
Doentes
existentes
em
2
de
voltando
com
vista
a
sua
tinha
saido
cega.
mulheres,
finda:
16
mulheres.
dezembro:
85
bomens
e
97
Entraram
durante
a
semana
homens
e
11
mulheres.
Sahiram:
18 homens
e
19
Falleceram:
2
homens.
Ficaram
em
tratamento
em
8 de
dezem
bro:
81
homens
e
89
mulheres.
’
Preço
<So«
eereaes.
—
Na
terça-feira
ultima,
n
’
esta
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi
:
•
Tr.go.
Milho
alvo.
Centeio
.
Milhç
branco
.
9
amarello.
Painço.
.
Cevada.
.
Batata.'
.
Feijão
vermelho.
»
amarello.
branco
.
»
rajado
.
fradinho.
»
Azeite.
•
860
580
500
420
400
440
600
560
900
640
800
560
500
60100
(1
’
aquillo
que outros
lhe
negam,
Lembrança.
—
Em
um
século,
em
que
se
nega
ao Pontífice
Romano
aquil-
lo
que
por
direito
divino,
natural,
e
ec
clesiastico
lhe
pertence,
não
é
para
admi
rar,
antes
é natural,
e
summamente
lou
vável,
que
os
seus
verdadeiros
filhos
o
in-
demnisém
e portatito costumo
em todos
os
annos
por
este
tempo
do
Natal
mandar
êonjuncta-
mente
com
outros
catholicos
ao
SS.
Padre
um
óbolo,
que,
ainda
que
pequeno,
signi
fique o no«so
amor,
obediência
e
adhesão
á
Santa Sé,
e
ao
Vigário
de Christo;
vou
por
este
meio
lembrar
aos
que
nos
annos
antecedentes
se
tem
associado
commigo
para
este
fim,
e
aos
outros
que
nova
mente
qnizerem
associar-se.
que
é
chegado
o
tempo de
mandar
a
consoada
ao
Nosso
SS.
Padre
Pio
IX.
Braga 4
de
dezembro
de
1877.
P.
e
João
Rebello
Cardoso
de
Menezes.
A
’
h
peaaoas
caritativas.
—
Na
rua
Direita,
da
freguezia
de
S Pedro
de
Ma-
ximinos,
n.°
18,
existe
uma
enlrevadinha,
de
16
annos
de
idade,
e
filha
de
paes
extremamente
pobres,
que
continuamente
soffre
dôres
tão
acervas, que
só
as
almas
bemfazejas
lhe
podem
dar
algum
allivio,
soccorrendo
a
com
uma
esmola
pelo
divino
amor
de
Deus.
A
’s
alma«
eaM-idonj»».
—
-Recommen-
damos
ás
almas
v
caridosas
uma infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S. Bernabé,
n.°
13,
(solãoj.
Tendo
80
annos d
’edade,
e
porisso
sem poder
ãpplicar-se
a
qualquer
trabalho,
lucta
com a
miséria
extrema.
THEATRQ
DE
S.
GERALDO
Domingo
16
de
dezembro
de
1877.'
Beneficio
do
actor
Dias.
Comedia-drama
em
2
actos:
Feio
no
corpo,
bonito
na
alma.
Cançoneta:
Lamúrias
d
’
utn
sachrirttãs».
Comedia
em
1
acto:
Esperteza
de rato.
SÁÚBE
i
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
KEVALESCSÈ
a®
DD
BARRY
de.Londres..
30
nnne«
d
’
invariaveB
sueeeaao
5
Combatendo
as
indigestões
(dispe
psia) gastrica, gastralgia,
ílegma,
ai
rotos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pilmtas,
uauseas,
vomitos,
irritações
iotestinaes,
bexigas, diar-
iéa,
disenteria,
cólicas,
tosse,
asthma,
fal
ta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
to
das
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
do
li
gado,
dos
rins,
dos
intestinos, da muco-
mu
sa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85
000
curas
entre
as quaes
contam-se
a
do
duque de
Pluskow, da exm.a
snr.
a
marqueza
de
Bre
han,
de
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’
ln-
glaterra,
do
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.,
etc.
Cura
n.°
63:476.—
Mr.
Comparei,
cu
ra,
de
dezoito
annos
de
gastralgia,
de
sof
frimentos
d
’esiomago,
dos
nervo?,
Iraque
za
e
suores
nocturnns.
Cura
n.° 74.422.
—
Prostração.
—
Bald-
win,
da
mais
completa
decadência
de
sair
de,
de
paralysia
dos membros
por
effeiio
e
excessos
da
nrocidade.
Cura
n.°
76:448.—
Verdum,
.16
de
ja
oeiro
de
1872.—
Havia
cinco
annos que
soflrià
graves
incommodos
nr>
lado
direito
e
na
cavidade
do
estomago,
más diges
tões
etc.
Não
hesito
jem
certificar
que
a
sua
Kevaleseière
me
salvou a
‘
vida.
—
E
rnesto
C
atté
,
musico
do
63
de linha.
Cura
n.°
62:986.
—
M.'
e
Martin,
de
amenorrhea.
Suppressão
de menstruação
e
dança
de
São
Guido,
declarada
incurá
vel, perfeitameute
curada
pela
Kevalra-
eière.
E
’
seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoeuia
vezes
o seu
preço
em
rernedios.
—
Preçot
fixos
da
venda
por miudo
em toda
a
pe-
niosula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
’
/
A
kiiq.
500
; de*/i
‘
kilo 800
rs
;
de ut»
kilo,
'$40í
res;
de 2
*/,
kilos,
3$200
reis; de 6
ki
los,
6$ 400;
e
de
12
kilos, 12^006
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
derrí comer a
qualquer
hora,
vendem-se
Vm
caixas
a
800
e
15400
reis.
'
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
SBevaleaeière
ehoenlatadA
j
ella
fes-
titue
o
appettite,
digestão,
sornno,
energia
e carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez vezes
mai<
qne
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó e
em
paus,
em
caixas
de
folha
dr
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400; d»
120-chavenas,
3^200
reis,
ou
25
.reis
cad;
chavena.
»lí
«IRIST afe €?.’ CK.VKITKB.
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres. Valverde,
"
1,
Madu
i.
Os
pharmqceutícos,
droguisíat, mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito Central
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
C?rpr
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miudo)
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro.
31,
32,
Barrai
&
Irmão*,
rua
Áurea,
12—
Por
st»,
j.
de
Sornsa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia, 77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E Ml
NH0.
=
Vveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Barceilo»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Ponte.—
Braga.
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos 31
—
Pipa &
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Viunua» doCaa-
tettlo,
Affonso
drog.,
rua
da
Picot#; J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande.
140.
—
Guimarães
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29 e
33.
—
Penafiel,
Miranda,
pharm.
—
Fort»,
M.
J. de Sou
sa
Ferreira
& limão.
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E. J. Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160; Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
1J)5
a
108;
Anlonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a 227.
—
Ponte
do
Li-
u»».
À.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Para»
«ío
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharraa.—
Valençn
do
Minlto,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Villa
d«
tonilcj,
A. L.
Maia
Torres,
pha-m
COSVITR
Maria
Ignacia
de
Faria
Michado
Pinto
Ruby
e
José
Borges
de
Faria rogam
aos
seus
parentes
e
amigos
o
especial
obséquio
de
assistirem
a uma
missa,
que
por
alma
de
sua
muito
amada
e
chorada
mãe
e
so
gra
se
ha
de resar
na
egreja
do Hospi
tal
de
S.
Marcos
no
dia
15
do
corrente
mez
pelas
11
e
meia
horas
da
manhã.
Braga
13 de
dezembro
de
1877.
(646)
AGBÀBBGIMBITOS
José
Joaquim
Penha
Fortuna,
vem
por
este
meio,
na
impossibilidade
de
o
fa
zer
pessoalmente,
agradecer
a
todas as
pessoas
que
se
dignaram
visilal-o
por
oc-
casião
d
>
sen
ultimo
incointnodo
de
sau
de,
protestando
a
todos
o
seu
inuito
re
conhecimento
e
eterna
gratidão.
Jusé Joaquim Penha
Fortuna.
Braga
7
de
dezembro
de
1877.
D.
Maria
das
Dores
Duarte
Graça
e
Cósta,
e
seus
filhos
José
Maria
Duarte
Costa.
Custodio
Augusto Duarte
Costa,
D. Maria
Filomena
Duarte
Costa,
sumtna
mente
penhorados
para
com
os
iilm.
os
snrs.
e
exm.“
s
senhoras
que
os
cumprimenta
ram
na
occasião
da
infausta
morte
de
sua
sempre
chorada
irmã
e
tia D
Isabel
Joa-
quina
Ro«a Duarte
Graça,
e
igualmente
a
todas
as
pessoas
que
acompanharam
o
ca
daver
á
sua
ultima
morada;
a
lodos pro
testam
seu
reconhecimento
e
eterna
gra
tidão.
(654)
EJitos de
30
dias
Pelo
juiso
de
direito
d’esta
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Antonio
José
Gonçalves,
correm
éditos
pelo
praso
de
trinta
dias
a
contar
de
dez
de
de
zembro,
corrente mez,
a
citar
os
credo
res
e
legatários
incertos do
casal
do
fina
do
Domingos
José
Dias Ribeiro,
viuvo,
morador
que
foi
na
freguezia
de
Semelhe.
,d’esla
mesma
comarca, para
assistirem,
querendo,
aos
termos do
inventario
orfa-
nologico
do
dito
finado;
em
que
é
inven-
lariante
Fauslino
Dias
Ribeiro
da
mesma
freguezia.
Braga
10
de
dezembro do
1877.
O
escrivão
do
5.°
oílicio
Antonio
José
Gonçalves.
Verifiquei.
•
(648)
.4.
Carneiro de
Sampaio.
At
tenção
Por esta
fórma
são
prevenidos
todos
os
indivíduos,
que
á.
Commissão
‘
Dislrictal
Bracarense
requereram
pedindo
soccorros
jor
causa
dãs
ultimas
inundações,
a que vão
procurar
seus
requerimentos
aos
presidentes
das
conrmissões
dos
concelhos
a
que
per
tencem, para,
munidos
com
elles,
virem
receber do
thesou'reiro‘da commissão dis
lrictal,
o exm.°
snr. D. Manuel
Martins
Alves
Novaes,
as quantias com
que
foram
deferidos.
Braga
12
de
dezembro
de
1877.
O
secretario
(651)
Domingos
Moreira
Guimarães.
Na
rua
do Souto n.°
39
precisa-se
de
uma ama
de
leite, ,da
aldeia,-
que seja sa
dia e
dè
boas
informações.
Quer-se
leite
de
poucos
mezes.
Paga-se
boa
soldada.
(652)
ATTKJSÇÃO
Vende-se a
quinta
da
Arcella,
sita
na
freguezia
de
Lamaçães.
Quem
a
pretender
póde
dirigir-s.e
á
rua
de
S.
Vicente,
casa
n.°8f.
(653)
Quem
perlender
comprar
duas
.'
moradas
de
casas,
alludiaes,
com
J-íM
os
n<
os
2|
22,
e
22
A,
no
largo
de
S. Miguel
O-Anjo,
pode
tratar
com
o
procurador
José
Joaquim
da
Costa
Ribeiro,
no largo
da
Senhora
Branca,
d'esta
ci
dade.
(650)
MANOEL
.iOAQUIM
FERNANDES
LOPES
Rua
«le
S.
Vieente n.°
«1
Com
loja
de
ferragens, cotilarias,
lou
ça
de
ferro
esmaltada
e
estanhada,
para
cosinha,
e
muitos
outros
artigos
perten
centes
ao
seu
negocio.
(649)
Vende-se
uma
morada
de
casas,
construída
de novo,
na
rua
de
San-
l0
Anlonio'
das
Travessas
n.°
13;
tem
frente
e
sahida
para
a
nova rua
que
vae
da
rua
da'Sé
ás
Carvalheiras.
Quem
pertender
falle
na
mesma.
(638)
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Braga
e
cartorio
do
escrivão
Antonio
Jo
sé
Gonçalves,
no
dia
dezeseis
do
corren
te
mez de
dezembro,
por
dez
horas
da
manhã,
á
porta
do
tribunal
de
justiça
da
mesma
comarca,
sito
no
largo
de
Santo
Agostinho
da dita
cidade
de
Braga,
tem
de
voltar
de
novamente
á
praça
para
se
rem
vendidas
por
todo
o
preço,
visto
não
terem
sido
vendidas
na
primeira
e
segun
da
praça,
as
propriedades
de
que
se
com
põe
o
praso
denominado
da
Salvadoura,
sito
no
logar
de
Faqueaens,
da
fregue
zia
de Villela,
comarca
de
Amares,
e
que
taes são:
Duas
moradas
de
casas,
uma
própria
para senhorio',
e
outra
para
ca
seiro,
com
seus rocios,
e
eido
e
ter
reno, junto
á
leira
denominada
dos
Bor
ges,
e larangeira,
com agua
de,lima
e
rega,
no valor
de
sessenta
mil réis.
Lei
ra
da
Oiliveirinlia
Acrogueira,
com agua
de lima
e
rega,
no
valor
de setenta e
cinco
mil
reis,*em
que
se comprehendea
leira
da
Horta.
Campo
do
Pereiro
da Fon
te,
com
agua
de*
Irma
e
rega,
no
valor
de trinta
e
cinco
mil
reis.
Leira
da
Ei
ra
Velha, no
valor
de dez
mil
reis.
Cam
po
da
Fonte, terreno
da
fonte
das
Po
ças
e
olival da
Fonte,
no
valor
de
cento
e
vinte
e
cinco
mil
reis.
Olival
da
Presa,
com
agua
de
lima
e
rega,
no
valor
de
vinte
e cinco
mil
reis.
Leiras
do
Carvalho
das
Avelhas,
com agua
de
rega, no
va
lor
de
vinte-e
cinco mil
reis.
A
pro
priedade
denominada
da
Sobreira,
e ter
reno junto chamado
da
Bugalheira
e
Qli-
val
da
Sobreira,
«com
agua
de
rega, no
lor de
trinta
e
seis mil
reis.
Bouça de
nominada
Alto
dos
Castros,
no
valor de
seis mil
e
quinhentos
reis.
Terreno
de
rnalto no
mesmo
sitio
do Alto das
Ave
lhas,
no
valor
de
seis
‘mil
reis.
Tudo
na
somma de
quatro
centos
e
quatro
mil
rs.
Com
declaração
de que,
todas
as
sobre
ditas
propriedades
tem
de
ser
arremata
das
integralmente
e
não
por
qualidades,
e
que a
cargo
de
quem
arrematar
as
in
dicadas
propriedades,
fica
o pagamento
da
parte
do foro
que
couber
por
distribuição
a
essa
parte
do
praso
de
que
ellas
fa
zem parte;
sendo que
o mencionado fo
ro
consiste
em
tantos
litros
quantos
cor
respondem
a
seis
rasas
de fejão,
e
dez
rasas
de
centeio,
a
cento
e
vinte
rasas
de
milho grosso,
a
quatro
almudes
de
azei
te,
duas
mil
laranjas,
e quarenta
e
oito
mi!
reis
em
dinheiro,
penhorado
na
exe
cução
que
Caríos
Anlonio
Ribeiro
e
mu
lher, da
mesma
cidade,
promove contra
José
Gonçalves
Pimenta
e
mulher
Maria
Catharina
de
Almeida,
da
referida
fregue
zia
de Villela; comarca
d
’Amares
.
Braga
10
«le
dezembro de
1877.
O
escrivão
do 5.°
oílicio,
Anlonio
José
Gonçalves.
Verifiquei.
(647) Adriano
Carneiro
Sampaio
usr «KAS
Precisa-se saber
se
nas
cidades
do
Por
to,
Braga
ou
Guimarães,
haverá
pessoa
que
se
preste
a
fornecer
500
pares
dis
porás
de
correia,
e
300
pares
de ditas
com
caixas,
sendo estas
esporas
de
ferro
e
segundo
os
dois modelos
que serão
apre
sentados aos
concorrentes
na
secretariado
extincto
trem
do Porto,"
rto
quartel do
Campo
da Regeneração, nos
dias não
san
tificados,
das 10 horas
da manhã
ás
2
da
tarde;
e
bem
assim,
quaes
os
preços
e
o
tempo
mínimo
em
que
poderão
se
obtidos
os
dilos
artigos.
As
pessoas
a
quem convenha
fazer
este
fornecimento
deixarão
na
mesma
secreta
ria
as
suas
declarações
por
escriplo.
Inspecção do
material
de
guerra
da
3.
a
divisão
militar,
7
de
dezembro
de
1877.
(645)
Francisco Xavier Adrião.
VINHO
MADURO
Figueirredo
&
Mouris,
com
talho
no
Campo de D. Luiz
l.°,
esquina da
rua
do
Salvador, receberam
da
sua
casa
do
Dou
ro,
—
vinho
sem
confeição,
que
vendem
á
pipa
e a
retalho,
o meio
litro,
(antigo
quar
tilho),
a
50
reis.
(642)
Precisa-se
de
um
homem para
assen
tar
praça
por
um
recruta.
Para
traclar
na
rua
do
Alcaide n.°
11
(608)
No
Deposito
de
Vinhos
«lo
Doit-
«•®. —
rua
de S.
Marcos n.® 15
—
ha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
:
Palhete,
—
Meza
n.°
1.
Estes
vinhos
leem
augmento
de
10
reis
e
garrafa.
Bem
augmento
«le
preço
:
—
F.
n.°
1
;
F. n.» 2
;
F.
n.«
3;
F.
n.°
5.
==
V.
n.°
1
;
V.
n.°
2;
V.
n.»
3;
V.
n,°4.
Bastardo
de
1863
=
Vinho
branco
n.®
1
;
— Vinho
branco
n.°
2.
Vinho
branco
de
1863. =
Moscatel
n.°
I
;
Moscatel
n.**
2 ;
Moscatel
secco
=
Malvasia
adamada
n.®
2
=
Malvasia
secca.
=
Geropiga
loira
;
Ge-
ropiga
branca.
<=•
Lagrima
branca
n.°
1
;
Lagrima
loira.
ESPECIALIDADES
Vinho
de
1840=-
Alvaralhãode
1810—
Roncão
de
1820
= Lacrimi-christi.
Vinhos
de
diflerenteis
proeeden-
eias
s
Collares
;
Madeira de
diversos
pre
ços
e
muito
baratos;
Xerez;
Moscatel
de
Setúbal
;
vinho
de
Valdepena
; Bordéus
;
Champagne.
.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
HA
:
Doce
de
toda
a
qualidade
de
fructa,
tanto
em
sêcco
como
em
calda
;
licores
francezes
;
massas
para
sopa;
farinha de
diversos
legumes
;
conservas
;
mostarda ;
peixe
d
’escabeche ;
sardinhas
de Nantes
;
ostras frescas
em
latas
;
amêndoas
de
di
versas
qualidades,
com
caixas
de
cartão
muito
bonitas
para
as
mesmas;
chocolate
hispanhol
;
chá
Hysson
e preto ;
bolacha
iogleza
de
diversas
qualidades
;
biscoito
vallongense,
o
melhor
que
se
fabrica
; quei
jo
londrino,
papel,
flamengo
e
suiço.
E
muitas
outras
coisas
pnoprias
para
o
Natal.
NO
MESMO
ESTABELECI
MENTO
Ha um
excellenle
restaurante, e
se
apromptam
consoadas
de
qnalquer
comi
da,
tanto
em carne, como em doce. => Tem.
sempre
fiambre,
e
aos
domiug
is
fazem-se
alli
pistelinhos
de
massa á
franceza,
tanto
de
carne
como
de
diversos
doces
=
Mor-
cellasde
lombo
de
porco e
de
doce:
apronv
lanJo-se
também
caixas
enfeitadas.
15
—
RUA
DE S.
MARCOS
—
15
(TRIRGIÃO
DESTIBTA
DA
Escola Americana
Consullono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22. (582)
■
£
COUPON
PRIMA
A
IMMACULADA
CONCEIÇÃO
g
1
5 Exemplares. ®
o
Vniao
PariflienMe «le
Delias
Artes
•
M
.
-r*
C
l
h-_>
BOULEVARD
DELA
MADELEINE,* 17,
I
«
PAIUZ
<2
o
®
•Z=
Representante
em*Madrid
g.
Olivar,
®
—®.°
,
3
CIRIJRGIÃn
DEVTISTA
APPKOVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BR
a
G
a
.
Faz
tudo
quanto diz
respeito
á
sua
arte
e
continua
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580)
Pretende-se
alugar
uma
casa
n
’es-
ta
cidade
ou
arrabaldes
(preferindo-se
na
freguezia
de
S.
Pedro),
com
alguns
com-
tnodos
decentes,
e
com
quintal
ou
qtiin
talejo.
Faliar na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
5.
(624)
17
-
RUA
DE
S.
VICENTE
-
17
v
‘
ítdsí
JiiErK
Ciar
E1SSS
4»O
ESS.
•
«r
MACHINAS
LEGITIMAS
•
•
DÁ
CIHIP
i
IIM
a
BI
Os
únicos
fabricantes
de
machinas para
coser,
com
casas
estabelecidas em
Portugal
para
fornecer
directamente
ao
publico
e
as
quaes
obtiveram maiores
prémios
na
exposição
universal
de Philadelphia
I
1 GRANDES FACILIDADES DE PAGAMENTOS !!
Para
adquirir as
melhores
machinas conhecidas
UM
ANNO
DE
PRX
ZO
Sem
nugmento
algum
no»
preços,
ou
dez
por
eento
de
abatimento
por
prompto
pagamento
EN8INO GRATI*
BJI CASA
»O
COMPRAHOR
PEÇAM
CATALOGOS
ILLUSTBADOS
•
•
Com
listas
de preços e as condiçõos de vendas a
prosou
DA
.COMPANHIA
FABRIL
S1NGER
17, RUA DE
S. VICENTE, 17
BRAGA
ou
B
SUA Si
U.LKSAL
PORTO
(586)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo
e Buenos-Ayres
Acceiiando
lambem
passageiros de
f>.‘>
classe,
com
trasbordo
no Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ
SANTA
C
a
TARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE.
CAMPINAS,
S.
PAUJ.O.
CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco
PBLO
Y1K8VH» PHKÇO l
’
HA Kit» UÉ
JANEIRO
i
‘
AÇ)
i
Ti
s~Ã7FfF"nE
lisboa
GUADIANA
...
2'
de
Dezembro
ELBE..........................13
de
Janeiro
MINlIO
...
.
28 de
Janeiro
TAGUS
.........................
T3
de
Janeiro
PREGOS GOMMODOS
tiul»
puqiie-(«- «I
’
cmíh
conipmihln
leva
a
bordo
eriado»
e
cozinheiros
portuguezeM
poro
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as
classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na Agencia
Central
no
Porto
ou
em qualquer Agencia
pronncwl,
a
conducção
para
Lisboa
e
p»r
conta
da
Companhia.
Os
passageiros
com
tra-bordo
no
Rio
de
Janeiro, teem sustento e hospedaria
gratuita
durante
a
demora
.precisa
para
obter
trasbordo.
A'bordo
os
pwssascirus
trrm
grátis
eania,
roupa
de
cama,
eo-
mlda
feita
por
cosinlveiros
portuguezes,
vinho
duas
vezes por
dia,
assistência
medica,
serviço
dr
eriados
e
outras
despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade, velocidade
e
segurança
excepcional;
alfciii
d
’
isso
peia
limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento
e accomodações
a
bordo,
e
peiss
melhoramentos
n ais modernos tanto para
a
hygiene.como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
•
.
•
.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande concorrência
que
teem
de
passageiros
e
pelos
innu-
meros
agradecimentos
que
ha
ar<
hivadi»
em
varias
agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez para
a
conducção das
suas
rna'as
do
correio,
e
por
esie
serviço
lecebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir Suas Magestades
o
Imperador
e Impe
ratriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o
llifailte
D.
Augusto.
TODAS AS
INFO
MAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos no
PORTO
na
AGENCIA
CENTRAL,
rua
dós
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C.
TAIT
;
e*nas
provín
cias
nas
agencias
e correspondências estabelecidas
em
todas
as
principaes
cidades
e villas.
Agente
cm
Braga
o
snr.
Joã»
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua
do
Souto.
(42-)
GOTTA
E
RHEU
á
IATISMO
Licor
e pílulas do dr. Laville
Esta
medicina anti-gottosa e
anti-rheumatica
é
de
justo
titulo
o
reputada infalli-
vel
desde
30 annos,
contra
os
ataques,
e
as
recaídas.
Sua
efficacia
é
tão
grande,
que
duas
ou
tres
pequenas colheradas
são
bastante
para
curar
as
dores
mais
agudas.
E’
a
unica
scientifica
e oflicialmen
1
e
reconhecida e
que
offerece
todas
as
garantias.
Veja-se
o
livrinbo,
que
se
dá
grátis
em
todas
as
pharmacias.
Preço
2$000
rs.
Para
evitar-se
os
graves perigos
da
falsificação,
dere-se
exigir
a
assignalura
do
dr.
Laville.
Deposito
geral
em
Paris:
pharmacia
central
de
França,
7.
Rua
de
Jony.
deProto
carbonato de ferro
inalterave!
DO
Dr
BLAUD
BACALAO
de
f
armaoia
de
HOGG, 2, rue de Castiglione, Paris
(Único
proprietário)
.
---------------
DK
HiGADOS
FRESCOS
Dl
OLEO
H
OG
G
Prescripto
por todòs os médicos e empregado com o mayor
succeso
contra
:
as
enfermidades
do
peito, affeleôcs
escrofu
losas, tosses
chronlcas.
rheumatlsmos,
magreza
crianças
,
das
impigemes
,
_„
fí
uxos brancos, debilidade
geral, etc., etc.
ilOCTCJ
Agradavelefacil de
tomar.—Desconfiar das falsificações.
"
*
•
Exigir-se-ha
a marca da
Fabrica juntó que encobro
a
capsulo
de
cada frasco de feitio triangular, e a firma
HOGG
e Cia, que devera achar-se sobre
o rotulo.
Depositos
nas principaes Pharmacias e
em
Lisboa,
nas
casas de B
abreto
,
rua
do
Loreto,
88
e
30.
A
zevedo
e Filhos, B
arral
e
I
rmão
;
em
Porto,
nase
casas de
A
lbano
A
bílio
A
ndrade
,
S
ouza
F
erreira
e
I
rmão
,
J
osé
P
into
;
em
(oimbra,
Salvador
F
erraz
.
Em
Empregadas com o mais
grão successo,
depois
mais de
40
annos por a maior parte
dos médicos por curar a
chlorosis (flwco
branco)
doança das mancebas
filhas e to
das
as moléstias chloróticas. Eis aqui a
opinião
dos mais eminentes médicos que as
tem
experimentado:
«
Depois 35
annos
que exerço a medicina,
«
tenho
reconhocido a este medicamento
«
(Pilulas de Blaud) vantagems
incontesta-
« veis sobre todos os
outros ferreos e
eu
«
o
miro como
o melhor
anti-chlorótico. »
D'
DOUBLE,
ex-présidente
da Academia
de
Medicina.
«
De todas
as preparações ferreas que
« nos
hão
dado bons resultados no trata-
« mento
das affeições chloróticas, as
pilu-
«
las
de Blaud parece-nos devem estar na
«primeira
fila. »
— Diccionario wiiv. de
Medicina,
t.
n,
page 99.
Como
prova
da
authenticidade, o
nome da inventor
está gravado sobrei
cada
pílula como aqui Junto
Depositos:
Parit,
8, r.Papenne.
Lisboa,
snr.
•Barreto, Loreto
A
I
’
ISO
AO
l
‘
l «l,ICO
Pela
direcção
do
correio
de
Braga
se
faz publico
que,
em
virtude
de
ordem
su
perior,
desde
o dia
15
do
corrente
em
diante,
sahirá
o
correio
d
’
esta
cidade
para
Guimarães
ás
12
horas
da manhã, deven
do
portanto
a
correspondência
para Gui-
nraiães
ser
tirada
da
caixa
geral
ás
II
da
manhã.
(655)
AO PUBLICO
Joaquim
Leal,
com
estabelecimento
de
fazendas
de
lã.
seda
e algodão,
na
rua
do
Souto
n.°
39,
declara
que
tendo
veri
ficado
que
para
a
prosperidade,
nVsta
ci
dade,
d
um estabelecimento
do
genero
do
seu
é
condição
essencial
a
postergação
do
divino
preceito
da guarda do domingo,
tem
deliberado
liquidar
o
seu
estabeleci
mento.
Êm
harmonia
com
esta
delibera
rão,
fará
notável
reducção
de
preços
nas
suas
fazendas.
(632)
Solicitador
—
-A.
Lopes
da
Gama
Kseriptorio—Taypag
n.° S
—
Porto
(613).
NOVO RETÁBULO
Tendo
de
se
mandar
fazer
de
madeira
o
retábulo
do
altar
da
capella-mór
da
Sé
Primacial
de
Braga, convidain-se
todas
as
pessoas
habilitadas
para executar esta
obra
e
que
queiram
encarregar-se
d
’
ella,
a
man
dar
suas
propostas
ao
fabriqueiro
da
mes
ma
Sé até
ao
dia
31
do
corrente
mez.
A
planta
e condições
da
obra
estarão
pa
tentes
na
casa
da
fabrica
da
dita
Sé
no
dia
10
do
corrente
e
seguintes
desde
as
9
horas
até
ao
meio
dia.
Braga
4
de
dezembro
de
1877.
PROFESSOR DE
COMMERCIO
Acaba
de
chegar a esta cidade um .
prol'ss<>r
«
oiii
muitos ânuos
<ie
piatica
de ensino
do curso comj> ei.<< ei .
Também
lecciima fó >|»».• I<}•»•’e
<Ia-> dis
ciplinas. c<im< : esrrp!ur;içu'> imicannl g*1
ral ou especial. coulabUidáde i ■
mm. n i
tl.
systema monetário e lambial. m<
rr>d<q>ia
i
universal; geograpbir, liisiona >■ diieilo
commercial;
algefara,
ccimomia imptica,
dezenho,
callvgraphia,
liiuua*. et .
Está
aíieria a
mairiculi alé >o
de
dezembro, dia
em que
se
qiaiigmai i o
curso.
Preço em classe
—2á5<i
0|
('-t>i s > durruo
Parliciilarmeiile—
IçoDI), e
no.tu.mi.
Os
abaixo
assignados,
constituídos
em
commissão,
por
virtude
da
escriplura
de
7
do
corrente
mez,
celebrada na
nota
do
tahel
ião
Ribeiro,
para
o
íim
de vende
rem
os
hens
immoveis,
que
pertencem
ao‘
exrn.° snr.
Manoel
Gomes
da
Silva Mat
tos,
da rua
das
Aguas
d
’
esla
cidade,
e
com
o
seu produclo
pagarem
as
dividas
do
mesmo
snr.,
rogam
a
todos
os
seus cre
dores
se
sirvam
apresentar
a
qualquer
dos
signatários
os
documentos
comprovativos
dos
seus
respectivos
créditos
dentro
dos
proximo^
quinze
dias.
Outro sim
participam
aos
snrs.
Forei-
ros
da
mesma"
casa
da
rua
das
Aguas,
que
tem
resolvido
a
remissão de
todos
os
fo-
r
s;
e
áqueMes.
snrs.
que
desejem
re-
mil-os,
pedem,
se
sirvam
comparecer
pa
ra
esse
íim,
em
casa
de
qualquer
dos
mesmos
signatários,
até o fim
do
presen
te
mez.
Braga
12
de
dezembro
de
1877.
Henrique Freire
d'Andrade
Anlonio Santos
d
’
Azevedo
Magalhães
Manuel
Luiz
Ferreira
Braga.
(656-,
Rua
do
Conselheiro
J.inuario 31.
(622)
AeçÕ**is
**
'te b.iateo» e
Cmt
pram-se e teude-ie na rn> Nova
ie
Sousa ii.°
9.
V’
l'r,'
i
Vende-se
10
a 12
traves de
castanho-
Para
vêr
e
tratar
na
rua
Direita
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
57.
B.
(644)
BKAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITA1TA—1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
