comerciominho_15051877_639.xml
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-
5." ANNO
1877
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
NOTICIOSA
NUMERO
639
Issigna-see
vende-se no
escriptorio
do
kditor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova n?
3
E,
para
onde
deve
•er
dirigida
toda a
correspondência
franca
de
por.e.=As
assi-
gnaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso 10 rs.
ÁS
TERÇAS, QUINTAS
E
SABBADOS
P
reços
: Braga,
anno
1^600
rs.—
-Semestre
850 rs.*=-Provín
cias,
anno
2&000
rs
e
sendo
duas
3&600
rs.—
.Semestre
1&050
rs.=Branl,
anno
3&600
rs.-=-Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000 reis
e
&&500
reis
moeda
fraca.—Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os assignantes
20
®(
B d
’abatimento.
BRAGA-TERÇA-FEIKA
IS I>E
MAIO
1».
João
Mar»»
Perrira <1’Amaral
e
Plmentel, |»«r
mereê de
Beus
e da Santa
Sé, Apoatoliea, Biapu
d
’
Angra do Heroísmo e Ilhaa doa
Açore*, do
Conselho de Sua Ma-
geatade,
Cuinmeiniailor da
Ordem
de
Chríisto,
et».
Ao
Ml.°
Rvd.°
Clero
e
Fieis
d
’
esla
nossa
Diocese
—
a
paz
de
nosso
Senhor
Jesus
Chrislo
e
a
consolação
do
Divino
Espirito.
OBRIGANDO-NOS motivos
imperiosos
a sair,
por algum
tempo,
d
’
esta nossa
Diocese,
que
tanto
amamos,
e
de
que
temos
recebido as
maiores
demonstrações
de
amor,
veneração
e
respeito; e
não
Nos
sendo
possível
dirigir
as
nossas
despedi
das
a
cada pessoa
em
particular,
nem
ainda
ás
que Nos
teem
dado
maiores
pro
vas do
seu
affeclo
e
dedicação;
vamos
por
este
modo,
com o
coração
repassado
de
saudade,
dirigir
a todos
as
nossas
recom-
mendações
e
saudações
no
Senhor.
Ao
Mt.° Rvd.®
Clero
recommendamos
que,
lendo
sempre
bera presentes
as
pa
lavras
do
Apostolo
—
Combale
como
bom
sol
dado
de
Chrislo
(!),
não cesse
de em
pregar
todos
os
meios
ao seu alcance pa
ra
conduzir
ao
aprisco
do
bom
Pastor
as
ovelhas
que
lhe
estão
confiadas, apas
centando-as
incessmtemente,
não
só
com
os
pastos
da
boa
doutrina,
mas
sobretu
do
com o
exemplo;
para
que possa
um
dia
dizer
com
o
mesmo
Apostolo
(2):
—
•
Combali por
uma
boa
causa;
cheguei
ao
«fim
da
minha
carreira;
conservei
intacto
«o
deposito
de
fé.
Agora
só
me
resta
«esperar
a
merecida
corôa,
que
me hade
«dar o
recto
Juiz».
Aos
Fieis,
que Nos estão
confiados,
recommendamos
—
se conservem inabalaveis
nos
princípios
de
Fé
catholica,
fundamento
da
verdadeira
sabedoria, unica
capaz
de
nos
fazer
conhecer
o
nosso
futuro
destino,
e
os
meios
de
a
elle podermos
chegar;
—
que
firmes
n
’
esses
princípios
de eterna
verdade, ainda
que á
nossa razão
incora-
prehensiveis
ç3), tenhão
toda
a confiança
nas
promessas
Divinas,
que
são
infalli-
veis:—
e
que,
procurando formar
da
Di
vindade
a
ideia
mais apropriada
que
fôr
possível,
ao
menos
pelos
seus
attributos
e
obras,
a
amem,
se
não
como
deve
sêr
amada, ao menos como
é
possível
á
nossa
miserável
natureza.
A
prova
d
’
este
devido
amor
está
em
Lhe
dirigirmos,
não
tanto
com
a
bocca
como
com
o
coração,
estas
celesteaes
pa-
Javras
(4):
Santificado
seja
o
Vosso
Nome;
seja
feita
a
Vossa
vontade,
assim
na
terra
como
no
Ceo;
—
em
cumprirmos
as
solem-
nes
promessas qfle
fizemos,
ou alguém
por
nós,
por
occasião
do
nosso
baptismo;
e
sobre
tudo
—
em
observarmos
a
sua
san
la
lei.
Esta
manda-nos
amar
o
proximo
como
a
nós
mesmo,
não
tanto pelos
seus
me
recimentos,
como
por
obedecermos
ao
Se
nhor. Tal
preceito
tem
por
fim
fazer
a
nossa
felicidade,
quanto
é possivel
haveFa
n
’
um
logar
de
desterro.
Amemos,
pois,
o
proximo, caríssimos Irmãos
e
Filhos no
Senhor,
sem
distincção
de
parentes
ou
estranhos,
amigos
ou
inimigos,
bons
ou
ipáos;
porque
assim
o
quer
o
Senhor;
para
que
possamos
repelir
desafrontada-
menle estas sublimes
palavras
(5):
Per
doai-nos,
Senhor,
as
nossas
dividas,
assim
como nòs perdoamos
aos
nossos devedo
res.
Se
assim
fizerdes,
o
Senhor
de
infi-
(1)
2.
a
Tim.
II.
3.
(2;
Tim.
IV,
7
e
8.
(3)
Cor.
II,
11,
e
14.
(4)
Math.
VI.
9.
(3)
Ibid.
12.
nita
misericórdia
virá
em
vosso
soccorro,
logo que
com
as verdadeiras
disposições
Lhe
bradeis
(6): O pão
nosso
de cada
dia
nos
dai
hoje;
ndo
nos
deixeis
cair
em tenta
ção,
mas
livrai-nos
do peccado,
que
é o
unico
verdadeiro
mal.
E
depois d’este
cur
to
desterro,
e de terdes atravessado com
segurança
este
valle
de
lagrimas,
podereis
levantar
as
mãos
ao Céo, na hora da
vossa morte,
com
inteira
confiança
e
bra
dar
(7):
Venha
a
nós.
Senhor,
o
Vosso
Reino,
para
que
nos
criastes,
e
a
que,
pelos
merecimentos
infinitos
do
Vosso
bem-
dito
Filho,
e
Senhor
nosso,
no»
achamos
com
direito.
No
pouco
tempo
que
de
vós estiver
mos
separado,
em
quanto
ao
corpo,
não
o estaremos
em
quanto
ao
espirito;
por
que
a
todos
Vós
levamos no
coração,
co
mo
filhos espirituaes a
quem
somos de
vedor
do
maior interesse e afTecto. Por
vós oraremos incessantemente, em vós
pensaremos;
e
ao
alto
patrocínio
da
Côrle
Celestial
vos
deixamos
entregues,
—ao
dos
Santos
Anjos
da guarda
d
’esta
Diocese,
d
’
esta Cidade,
de
cada
uma das
vossas
ter
ras
e
de
cada
um
de
vós:
—
á
particular
protecção
do
Bemaventurado
João
Baptista
Machado, nosso
Patrício,
e
sobretudo
ao
poderoso
Patrocínio
da Virgem
Immacu
lada,
nossa
particular
Protectora e
doce
Mãe,
e
ao
Sacratíssimo
e
amorosíssimo
Co
ração
de seu
Divino
Filho
e
Senhor
nos
so.
Com
tão
altos
protectores,
pois,
nada
tendes
a temer,
se
da
vossa
parte
fizer
des
o
que estiver
ao
vosso
alcance;
não
desprezando
nem
resistindo
ás
inspirações
e
graças especiaes,
com que
confiamos
se
reis
auxiliados.
Da
vossa
parte
esperamos
e
pedimos
vossas orações,
para
que
o
Senhor
Se
Di
gne
defender-nos, e livrar-nos
de
todos
os
perigos
do
corpo
e
da
alma,
durante
esta
ausência,
e
restituir-Nos
outra
vêz
incólume
ao
meio
de
Vós,
se
fôr
do
seu
santo
agrado.
E
porque
a vida
é
sempre
jncerta
e
precaria.
se entretanto
o Senhor
fôr
servido
chamar-Nos
á
sua
Divina
pre
sença,
com maior
instancia
pedimos
as
vossas
santas
orações
e
suffragios;
porqiie
d
’
elles
mais
que
tudo
então
precisaremos;
na
certeza de
que
se
chegarmos
um
dia
a
ter a
dita
de
entrar
no
Céo,
advoga
remos
com
todo
o interesse
a
causa
d
’
a-
quelles
a
que na
terra
nos
achamos
li
gados
por
tão
fortes,
como
doces
laços,
e
empregaremos
todos
os
meios
que
es
tiverem
ao
nosso
alcance
para
que
o
Se
nhor
alli
nos
reuna
a
amal
’o
por
toda
a
eternidade.
Assim
seja.
Por
despedida
—Vos
deixámos
a
Paz
que
o
nosso
Divino Mestre
trouxe
ao
mun
do,
a
qual
ao
mesmo
Senhor
para
vós
pedimos;
e
levantando
os
olhos, coração,
e
mãos
ao
Céo,
Vos
deixamos
a Nossa
Bênção
pastoral
em nome
do Padre,
do
Filho
e
do
Espirito
Santo
Amen.
Esta
carta
pastoral,
sendo
publicada
no
BOLETIM
DO
GOVERNO
ECCLESIAS-
TICO
da
Diocese,
será
lida
e
explicada
pelos
Mt.°
Rvd.
0
’
Parochos
e
Curas
Ca
pellães
á
estação
da
missa
conventual
do
primeiro
Domingo
ou
dia
santo
depois
de
recebida,
aos
seus
respeclivos
freguezes;
e
concedemos
40
dias
de indulgências
a
todas
as
pessoas
que
n’essa
occasião
re
zarem,
com o
coração
contricto,
uma
Sal
ve
Rainha
pela
prosperidade
da
Santa
Ma
dre
Egreja
Catholica,
d’
esta
Diocese,
e
incolumidade
da
nossa
pessoa
e
de
todos
nós.
Dada
n
’
este Paço
Episcopal
de
Angra
(6)
Math.
IV,
11
e
13.
(7)
Ibid.
10.
do
Heroísmo, sob
nosso
signal
e
sello,
aos
10
de
Abril
de
1877.
Logar
©
do
Sello.
João
Maria
Bispo
d
’
Angra.
O
Presbytero
Manuel
Maria
da
Costa,
Secretario
da
Sua
Ex.
a
Rv.ma
SandnçSo
d Virgem.
Deus
te
salve,
formosa
filha
do
Al
tíssimo,
mimosa
flor
da Palestina!
Deus
te
salve,
ó
Mãe
amavel,
Mãe
admiravel,
Mãe
do
Creador,
Mãe
do
Sal
vador
!
Deus
te
salve,
Mãe
escolhida
do
Deus
Filho,
Esposa
querida
do
Espirito
Santo,
Templo
da Santíssima
Trindade!
Deus
te
salve,
lirio
formoso dos valles,
rôla
saudosa
dos
bosques,
primavera
da
vida
!
Deus
te
salve,
rosa de
Jericó,
estreila
da
manhã,
mimosa
assucena
dos
valles!
No
meio
da
tempestade
da vida,
no
meio
da
luta
das trevas, no
meio
das
nossas dôres, magoas, tristezas
e
prantos
só
confiamos
em
Ti,
ó
mimosa
filha
do
Altíssimo!
Só
em
Ti,
sim;
porque
Tu
és
o
anjo
tutelar
e prolector,
que
em
mil
perigos
da
vida,
no meio
dos revezes
da
fortuna,
qual
pomba
de
coração
bondoso,
vinda
lá
dos
céos, vens soccorrer
o
in
feliz,
que
vive
a
braços
com
a
miséria.
Confiamos
só
em
Ti;
porque só Tu
en
xugas
as
lagrimas
do
infeliz
e
desgraçado!
Confiamos
só
em
Ti,
porque
só
Tu
nos
minoras
a nossa
dôr
e
nos
assistes
nas
aíflicções !
Deus
te
salve,
pois,
Filha
formosa
do
Altíssimo,
Mãe
escolhida
do
Deus
Filho,
Esposa
querida
do
Espirito
Santo!
Deus
te
salve,
pois, ó
Mãe
amavel,
Mãe
admiravel,
Mãe
do
Creador,
Mãe
do
Sal
vador
!
Deus
te salve,
pois,
Estreila
de
Jacob,
lirio
formoso
dos
valles,
primavera
da vida,
rôla
saudosa
dos
bosques!
Deus te
salve,
pois,
ó Rainha dos
céos,
Mãe
piedosa
dos desgraçados
filhos
de
Eva
!
ALBINO
S. D. C.
Alijó,
S de maio
de
189*.
fDo nosso
correspondente).
Com o
fim
de
inspeccionar
os
traba
lhos
da
via
ferrea,
chegou,
no
1.®
do
corrente
mez
ao
Pinhão,
o
snr.
conse
lheiro
Lourenço
de
Carvalho, director
do
caminho
de
ferro
do
Douro, acompanhado
do
snr.
Mattos,
director
do
caminho
de
ferro
do Minho.
Suas
exc.
“
* foram recebidos,
na
mar
gem esquerda
do
rio
Douro,
no
logar
de
nominado—
as Bateiras, pela camara de
Alijó,
sob
a
presidência
do
snr.
visconde
da
Ribeira,
e
pela
de
Sabrosa,
sob
a
presidência
do
snr.
José
Correia
de
Ber
ros;
e por outras
deputações,
que
alli
foram cumprimenial-os, já
como
prova
de
consideração
por
suas
exc.
as
,
já
como
manifestação
do
interesse,
que
tomam
no
engrandecimento
da
terra.
O
Pinhão
achava-se
vistosamente
em
bandeirado.
e
das
janellas
pendiam
magni
ficas
colchas
de
damasco.
No
Douro
fluctuavam,
além
d
’ou(ros
muitos,
tres
barcos,
ornados
de
flores
e
de
bandeiras,
e
em
cada
um
tocava
uma
banda
de
musica.
Nos ares estouraram muitos
foguetes,
e
as
pedreiras
responderam algumas
ve
zes,
fendendo-se,
com os
seus
tiros
de
animação
e
de
progresso.
O
snr.
Lourenço
de
Carvalho
e
Joa
quim
de
Mattos
demoraram-se
tres
horas
no
Pinhão,
examinando os
trabalhos,
par
tindo
em
seguida
em
direcção
á
Regoa.
A
’
s
10
horas
da
noite
recolheu
a
esia
villa
a
camara
do
concelho,
representada
nas
pessoas dos
snrs.
visconde
da
Ribeira,
Manoel
Teixeira
de
Barros,
Anlonio
Er
nesto
de
Magalhães e
José
Anlonio
Leite.
—
No
ultimo
d
’este
mez
é
levado
á
scena
por
uma
sociedade
<!ramaiico-mu-
sical,
d
’
esta
villa,
o
Sargento-mór
de
Villar.
Em
consequência
de
não
haver aqui
theatro,
o
espectaculo
terá
logar
n
’
um
armazém
do
snr.
visconde
da
Ribeira,
d
’
antemão
cunvenientemente
preparado.
O armazém,
que
tem
a
capacidade
bastante
para
comportar
mil
pessoas, será
adornado
de
fórma
que
não
desmereça
dos
brios
da
mocidade
alijosense.
O
drama
acha-se
quasi
ensaiado,
e
se
por alguns
ensaios
a
que
lemos
tido
a
honra
de
assistir,
se
póde
julgar
do
seu
bom
exilo, podemos
asseverar
que
o desem
penho
deve
ser
mais
do
que
rasoavel.
E’
ensaiador
o
snr.
dr.
Souza
Lereno,
muiio
competente,
não
só
pela
sua re
conhecida
intelligencia,
mas
como
pela
sua
vocação para
a arte
dramatica,
e
vo
cação
tal
que
o
elevou,
no
tempo
de
Coimbra,
a
ser
considerado
como
um
dos
mais
bellos
ornamentos
do
theatro
aca
démico.
Altendendo,
portanto,
ao
que
deixa
mos
dito,
a
noite
de
30
do
corrente
pro
porciona
aos
habitantes
d’esta villa um
agradavel
passatempo,
por
o
qual,
cremos,
lodos
anhelam,
pois
que
passatempos
de
tal
ordem
são
raiissimos
fóra
dos
'
gran
des
centros.
—
A
snr.
a
D.
Candida
Ermelinda
Fi-
lippe
da
Veiga,
esposa
do
snr.
Antonio
Augusto
Pereira
de
Souza,
escrivão de
fazenda
nesta
comarca,
deu
hontem
á
luz
um
menino,
depois
d
um
parto
bastante
feliz.
Desejamos
ao
recemnascido
muitas ven
turas,
assim
como
a
seriedade
e
sisudeza
dos
paes.
—Espera-se, por
todo este mez,
a
chegada a esta
villa
do
snr.
visconde
d'Arriaga e
de
sua
esposa,
onde
veem
passar
algum
tempo
em
companhia
de
seus
manos,
a
estimável
familia
do
snr.
visconde
da
Ribeira.
—
Ha
já
dois
mezes que se
acha
gra-
vemente
enferma
a
esposa
do
snr.
João
Ribeiro
de
Mello,
escrivão
de
direito
nes
te
concelho,
e
cunhado
do
snr.
conde
de
Tavarede.
Desejamos-lhe
prompto
restabelecimen
to.
—
O tempo
conlinea
chuvoso
e
frio,
obrigando-nos,
bem
contra
nossa
vonta
de,
a
fazermos
uso
das
brazeiras.
Até
breve.
C.
M.
....... ■■
hu
i
............. ...
GAZETILHA
8ub*cripçfto
para a
oíTertu ao 88.
Padre,
Pio IX..
Transporte
2720400
Custo
da
offerenda,
bandeja
de
prata
e
mais
despezas
feitas
com
este objecto
2300000
Liquido que
vae
para as
offe-
rendas
do
Dinheiro de
S.
Pe
dro,
d
’
esle
arcebispado
420400
Revd.
0 Manoel
d
’
Araujo
Comi
nho,
reitor
de
Tenões,
não
podendo
ir
a Roma,
como
de
sejava,
acompanhar
a
pere
grinação,
offerece
como
do
nativo,
pedindo
uma
bênção
especial
para
elle
e
sua
fa
milia
500000
Revd.
0
Manoel Balthazar
Leite
Ribeiro,
capellão
do
Senhor
do
Monte,
com
os
mesmos
desejos
e condições
supra
8$000
Revd.
0
Manoel
de
Souza
Leite
Ribeiro,
idem
25000
Som
ma
1025400
Tendo
sido
recebidoi
por
differentes
vias
o
dinheiro
dos
arcyprestados,
não
po
demos
publicar
já
em
separado
a
quantia
de
cada
um,
—
o
que
faremos
logo
que
tenhamos
a
certeza
da
sua
entrega.
Todo
o
dinheiro
recebido
até
hoje
pelo
secretario
da
camara
ecclesiastica
já
foi
remettido ao
seu
destino.
Mais
donativos
do arcebispado
de Bra
ga
para
o
SS.
Padre
Pio
IX, entregues
em
Lisboa,
como
consta pelos
recibos
do
exc.
mo
snr.
Antonio
Daun
e
Lorena,
the
soureiro
da
commissão
central
de
Lisboa,
e Mgr.
Pedro
Baines
thesoureiro
da com-
Revd.°
reitor
de
Cabaços,
esmolas
do
arciprestado
de
Ponte do
Lima
13158
(
>3
As
filhas
de
Maria
de Guimarães 1125360
Os
associados
do Coração
de
Jesus,
de
Prado
435460
Collegio
do
Espirito
Santo
(a)
275000
Exc.lrtls
snr.as
Machados.
105000
Exc.
ma
snr.
a
D.
Maria
Rufina
Villaça
95000
Do
convento
de
N.
Senhora
dos
Remedios
75000
Um
anonymo
da
Povoa
de
Varzim
235009
Alguns
anonymos
285700
Exc.
m
°
snr.
Mendonça
95080
Convento
do
Salvador
45300
Seminário
de
S.
Pedro (b)
45300
Ur.
Anlonio
de
Santa
Cecilia
15500
Snr.
José Joaquim
Peixoto
15000
Snr.
Manoel
Joaquim
Machado
1$000
Freguesia
de S.
Julião
de Pa
rada de
Mouro
7,5200
Freguesia
de
Mollares
225
I20
a
de
Gagos
IO5IOO
«
de
Veade
25500
«
de
S.
Romão
45300
«
de
Britello
25000-
«
de
Canedo
195060
«
de
S. Marlinho
do
Arco
75730
«
de
Mondim
35500
Vários
anonymos
15620
Arciprestado
de
Caminha
—
Villa
de
Caminha,
esmola
entregue
pelo
snr.
fr.
Antonio
da
Vir
gem
Maria
20:310
Freguesia
de
Lobelhe
35200
Ass.
ciação do
Coração
de
Jesus
de Gondarem
17500(1
3385763
JPartidí»
dos romeiros. —
Partiram
homem
no
comboio
da
1
hora
e
36
mi
nutos
-da
tarde
os
romeiroa
d
’
este
arce
bispado,
em
peregrinação
a
Roma.
A
’
s
8
horas
da
manhã
o
snr.
arcebispo
celebrou
missa
na
capella
do
Paço, á
qual
assistiram
os
peregrinos.
Ao
Pax
lecuin
deu
s.
exc.
a
revd.
a
a
paz
a
lodos
os
presbyteros,
em
numero
tfuns
trinta,—
aclo
que
commoveu
pro
fundamente
os
que
o
presencearam. De
pois administrou
a
todos
os
peregrinos
a
Sagrada
Communhão.
No
fim
da
missa,
tendo-os
novamente
abraçado,
e
abençoando-os,
s.
ex.a
revd.
llla
quiz
despedir-se
d
’elles;
mas
a
commoção
embargou-lhe
a
voz,
e
apenas,
entre
la
grimas,
lhes
disse:
—
que
transmittissem
ao
grande
Pio
IX o
que
estavam
presen-
ceando;
que
lhe
significassem
o
jubilo
que
elle
sentia
ao vel-os,
honra
do
seu
arce
bispado, tomar
parle
nesta
manifestação
da
catholieidade.
Foi
tão
palhetico
este
aclo,
que
fez
borbulhar
lagrimas
de
lodos
os
olhos.
Era
de
tal
sublimidade
que
nos
faltam
pala
vras
para
o
descrever.
O
numero
dos
peregrinos
do
arcebis
pado
officialmente
sabido é
de
37
ecçle-
siasticos,
6
senhoras,
e
11
seculares.
Vão
presididos
pelo
revd."10
dr. Ma
noel
da
Silva
Vianna. desembargador da
Relação
Ecclesiastica
d
’este
arcebispado.
A
prenda
que
os
mesmos
levam,
para
em
nome
d’
esta
cidade
oflerecerem
ao
im-
morla! Pontitice,
é
um
bellissimo
plintho
de
filigrana
de
prata, d
’um
labor
admirá
vel.
encinado
pelas
armas
pontifiçus,
co
roadas
pela
thiara,
magnificarnenie
traba
lhadas
em
oiro,
lendo
no
reverso
o
tim-
(a)
Os
meninos
d’
este Collegio
offerece-
ram
também
90
Communhões
pelo
Santo
Padre.
b),
Os
seminaristas
offereceram
também
174 Commtmhões
pelo
Santo
Padre.
e
Labourdonnage, existe um terreno de
cerca
de
3
hectares,
que
é
destinado
para
estacionarem
as
carruagens,
tanto
parti
culares
como
publicas.
No
Trocadero,
cada
ala
do
sub-sólo
do
palacio das
festas
conta
79
arcadas.
Es
te trabalho
cyclopio
foi
executado em
me
nos
de
7
mezes.
Os
muros
do
palacio construídos de
cimento
romano
na
espessura
do
l‘
n
,26
terão
de
elevação
32
metros.
A
altura
do
palacio,
comprehendidas
as
fundações,
é
de
100
metros.
A
largu
ra
do
portico
é
de
7
metros; o vestíbu
lo
terá
400
metros
quadrados
e 6
de
al
tura.
Receberá 8
columnas
de
mármore
do
Jura.
O
numero
de operários
que
está
con
struindo
este
palacio
é
de
2:000.
Vae-se principiar
a construcção
dos
faroes,
cuja
altura é fixada
em
75
metros
No
cimo
d'estas
torres
eslabelecer-se ha
luz
electrica.
Subir-se-ha
para
ellas
por
meio
de
um
elevador
mechanico.
A
cascata
será
alimentada
pelo
reser
vatório
de
Passy,
mas
como
este
reser
vatório
só
dá
10:000
litros,
quantidade
de agua
insufficiente
para
a
cascata,
pois
que
consome
mais
do
dobro,
estabele-
cer-se-hão
machinas
a vapor
no
Senna,
para
que
haja
o
volume
de
agua
neces
sário.
A
ponte
do
Senna
será
alargada
dos
lados. A
ponte que
agora
tem
14
melros,
passará
a
ter
25.
A
bacia
da
cascata
te
rá
70
metros
de
comprimento
e 80
de
lar
go;
d’
aqui
sae
a
agua
distribuída
pelas
machinas
e
mais
necessidades
do
serviço.
jProteato.
—
O
«Knrger
Pornanki»
de
J
osen
annuncia que
o
protesto dos ca
tholicos
em
favor
do
Santo
Padre
tem
chegado
nesta
única
pro.vincia
a
369,009
assignaluras.
Pouco
mais
ou
menos
a
quar
ta
parte
da população
do
gran-ducado
de
^osen
tem
lido
a
honra
de
associar-se
ao
grande
movimento calholico
que
se
esten
de
por
lodo
o
mundo.
OOferta
a a»ís» IX.—
São
de
muito
valor
as
dadivas
que
os
peregrinos
ten
cionam oílérecer
a
S.
Santidade
por
oc
casião
do
jubileu.
Entre
ellas
figuram
400
contos
de
reis
os Estados
Unidos
e
Canadá.
fi*ere<grãm*çi*i»
da ilelgiei».
—
Perio
e
300
catholicos irão
a
Roma
em
pere
grinação
que
alii se reunirão
a
mais
200
jpie
vão
separadamente,
para
assistir
á
audienca
pontifícia.
A
Bélgica será representada,
nesta
oc
casião,
por
uma deputação
de
mais de
500
catholicos.
O
snr.
conde
d’
Alcantara,
zeloso
presidente
da
Obra
do
Dinheiro
de
S.
Pedro,
e
da
commissão das
obras
pon-
tiíicias,
será
encarregado
parlicularmenle
e
ser
o
interprete
da
diocese
de Gand.
E
entregará
ao
Soberano
Pontífice:
1. °
A
mensagem
de
dedicação
dos
ca-
tolicos
da diocese
de
Gand,
om
38:000
assignaluras, e
meltida
n
’
uma
rica
caixa.
2.
®
Um
volume
encadernado
com
luxo
e
contendo
os
relatórios
annuaes
da
Obra
do
Dinheiro
de S.
Pedro,
desde
a
sua
fundação
na
diocese
de
Gand.
3.
°
Uma dadiva
de
100:000
francos,
rroduclo da
ultima
subscripção
aberta
pela
imprensa
catholica
de
Flandres
para
as
amêndoas
pontifícias.
Amor aos
aiaisnae».—E’
inquestio
navelmente
o
cão
o
animal
mais
amigo do
homem.
Digno
é
pois de
que
este
o
trate
bem
em
recompensa
dos
sacrifícios
a
que
dia
riamente se
expõe
aquelle.
Assim
o
enten
leram
e
praticaram
uns
marinheiros
na
occasião
em
que
de bordo
do
paquete
portuguez
«África»,
em
viagem
de
Lisboa para
Moçambique,
caira
um
cão
ao mar.
O
pobre animal
nadava,
mas
em
pou
co
tempo
o
vapor
o
deixou
a
enorme
dis
tancia.
Foi
dada
logo
ordem
de arrear a
baleei
ra,
e
pouco
depois
parou
a
machina.
Causou
extraordinária
commoção
aos
passageiros
a
boa
vontade
com que
os
marinheiros
correram
á
lança,
a
lançaram
ao
mar
e
partiram
na
direcção
do
ani
mal.
Quando
voltaram
a
bordo
do
vapor,
a
lancha não
pode
arcar,
porque,
não
po
dendo a
machina
estar
parada
mais
tempo,
o
vapor
caminhava.
A
lancha
afastou-se
de
novo
e
os
po
bres
homens, que
eram
cinco,
tiveram
que
remar
durante
I
hora debaixo
de
um
sol
ardente,
até
que
o
vapor,
fazendo
uma
volta
enorme,
os
foi
buscar
e
reco
lher.
iudo
isto
excitou notável
enlhusiasmo
pela dedicação
dos
marinheiros
e
pela sal
vação
do
animal.
bre
das
armas
do
mesmo
pontífice.
O
la
ço
que
prende
as
chaves
é
de
oiro,
cra
vejado
de
pérolas.
A
meio
do
anverso tem
uma
inscripção
em
oiro
esmaltado
com o
seguinte
offe-
recimento
MÁXIMO
PIO
IX,
P.
R.
IN
MEM0R1AM
D1EI
3
JUN.
1827
HOC
EXIGUUM
DONUM
BRACARA
AUG.
OFF.
e
na
base
opposla
PORTUGAL
1877.
No
seu
genero
é
das obras
mais
ad
miráveis
qvt£
temos
visto.
O
trabalho
da
filigrana é do snr.
José
Francisro
Pereira
da
Silva,
da
freguezia
de
Fanzeres,
subúrbios do
Porto,
e
o
do
oiro,
do
snr.
Joaquim
Ribeiro
de
Freitas,
da rua
do
Bomjardim d
’aquella
cidade.
ílão
é exaet®.—
Diz
o
corresponden
te
de Braga
para
o «Jornal
do
Porto»
que
o
administrador
de
Guimarães
pedira ha
dias
a
demissão
por
não querer servir
com
gente
da
feição política
do
snr.
marquez
d
’
A vila.
Não é verdade.
O
administrador
de
Guimarães
pediu
a demissão
apenas
caiu
o
ministério
que
o
nomeou,
e
logo
que
solicitou
a
exonera
ção
o
governador
civil
que
o
propoz.
Ainda
se
não sabia
bem
quaes
seriam
os
novos
ministros,
nem
o
novo
governa
dor
civil.
Foi
um
aclo
de
lealdade
á
situação
passada, que
não implica
hostilidade
á
pre
sente.
Isto
é
o
que
nos
informa
pessoa
com
petente,
e
n’
este
sentido esperamos
que
o
illustre
correspondente
reclifique
a
sua
no
ticia.
O
administrador
de
Guimarães,
segun
do
ouvimos,
não
precisa
do logar, e
sé
por
favor ao
chefe
do
districto
servia o
cargo.
Porisso
receberá
a
exoneração, que
pediu,
sem
que
fique
despeitado
nem
to
me
d
’
ahi
pretexto
para
deixar
d
’
apoiar o
nobre
marquez
de
Vallada
no
que
fôr
compatível
com
os
seus
princípios políti
cos.
Casfttneiito «9o Snr, O. Miguel.
—
Refere
a
«Nação»
que
está
officialmente
authorisada
a
participar
aos
leitores que
se
acha
comractado
o
casamento
do
Snr.
Dom
Miguel
de Bragança com
Sua
Al
teza
Sereníssima
a
Senhora
Dona
Isabel
Maria
Maximihana,
(ilha
de
suas
Altezas
Sereníssimas
os
Príncipes
de Taxis,
so
brinha
do
Imperador da
Áustria,
da
Casa
Real da
Baviera
e
da Casa Real de
Ná
poles.
ExpoMíçã®
«Se
—
Refere
uma
folha
estrangeira
que
os
trabalhos
de al
venaria
no
Campo
de
Marte
estão
quasi
concluídos.
O
Campo
de
Marte
tem
rece
bido
até
hoje
100:000
metros
cúbicos
de
terras.
Continúa-se
a
trazer a
terra
ve
getal
necessária
para
transplantação
das
arvores.
O
numero
de
metros
cúbicos
d
’
es-
ta
terra
é
de
12:000.
Para
se
fazer
ideia
da importância
dos
trabalhos,
basta
dizer
que
na exposição
de
1867
o
palacio
occupava
uma
super
fície de
13
hectares,
emquanto que
o
actual
occupa
um
espaço
de
23.
O numero de
expositores
eleva-se
a
35:00o,
isto
é
mais
17:000 que
em
1867.
Os
pilares
de
ferro
destinados
ás
ga
lerias
das
machinas
teem
16
melros
de
cumprimento
e
pesam
de
7
a
8
mil
ki
logrammas.
Cada
galeria
terá 82 pilares.
O
pezo
do
vigamento
metálico
forne
cido
pelas
companhias
Fives-Lille e
Creu-
zol
é
de
4:000
toneladas.
As
galerias
das
machinas
situadas
uma
do
lado
da
avenida
de
Suffren
e
outra
do
lado
da
avenida
Rappo,
teem
cada
uma
640
metros
de
comprimento sobre 33
de
largo.
As
duas
galerias
de
machinas
e
os
ves
tíbulos
situados
nas
duas
extremidades
formam
um vasto parallelogrammo
em
volta
do palacio da
exposição no
centro
do
qual será
o
jardim.
A
altura
dos
mu
ros'
é
de
16
melros. Estes
muros
ser
viam
de
supporte
ao
edifício.
cuja
altura
é
de
44
melros
acima
do
sólo.
Em cada
angulo
exterior
das
galerias
de machinas
estarão
as casas
destinadas
á
força motriz.
Na parte
S. Domingos,
fazendo
face
á
rua, ficará
á
esquerda
da
entrada
o
escri
ptorio
da administração,
e
á
direita
a
casa
do jury e
do telegrafo.
Perto
do
caes,
entre
as
avenidas
Rapp
Promoveu-se
entre
os
passageiros
subscripçào
cujo
producto,
950<>0,
foi
jj.
como
gratificação aos
marinheiros
da
|ai)
cha.
Conventos na Eliiania.
—
R
a
Rússia
407
conventos
de
frades e
135
4
freiras:
o
numero
de
religiosos
é
de
4,77jj
e
o
das religiosas
de 3.061.
Estas
casas
albergam ainda
4.212
1^
gos
e
12.000
pessoas
que,
por devoçà
0
'
para
lá
se
retiram.
As
fortunas d
’
estes
conventos são
cq
|.
lossaes.
Captura de piratas.
—
Em
Scar
pathos,
foi
capturado
um bando
de
ratas
,
O
chefe
d
’
estes
bandidos
era o famoso
Ghiorgoula,
que
formava
mesmo
em
Athe.
nas,
com
a
ajuda
de
Latzko,
seu tenente
um
bando
que
devia atacar sucessivarneqj
differentes
pontos
do
archipelago.
g
sl(
bando
partiu
do
Pireu
em
20
de
março,
passou
por Conssi
e
por
Levitha,
d’
oniè
se
dirigiu
togo
a
Limlos,
seu
primeiro
campo
d
exploração.
Oepois
d
’islo
dirioj.
ram-se
para
a
costa
da
Barbaria,
d’
onde
deviam voltar
para
atacar
um
outro
oon.
to do
archipelago.
O
mau
tempo forçou^
a
refugiar-se
em Scarpatlios
onde
a
suj
barca
foi
capturada.
Não
foi
sem
eífusão
de
sangue
se
consegiu
a
captura
d
’
esses
bandido
Si
Os
scelerados
que
o
coronel
da
gendari^
ria
tinha' sitiados
com
alguns
zapilés
•
habitantes
de Scarpathos.
vendo-se
redn.
zidos a
morrer
de
fome na
gruta quem'
abrigava,
fizeram
uma
sortida
contra
m
sitiantes
e
mataram
o ordenança
do Co.
ronel
de
gendarmeria,
um
outro
gendar
.
me
e
tres
habitantes
de
Scarpathos.
Só
se
renderam
depois
de
um
encarniçsj!
combale
de seis
horas
e
quando
cahira®
monos
os
dois
chefes
Ghiorgoula e
L»
tzko.
Ofílcinas
«le trabisllio
incendii.
«Jftis
eaa»
fis»1
?®.—
Em
Paris
arderam
gm.
des
ollicinas
de
M.
Grenus;
em
S
Di.
niz,
Fiança,
as
fabricas
e
deposilos
4
pianos
de
Pleyel
Wolflen;
em
Bordem
as
de
Gabbert
e
Varon;
em
Londres,
n
de
M
M.
VVilkins,
engenheiros
e
coa-
struclores
de
faroes;
em
Louviers,
Fraj
ça,
as
de
Helles
&
C
’
;
em
Paris,
as
4
locomotivas
de
caminho
de
ferro
e
Mu
e
Voisine
em
Tolose,
França,
as
de
J.
Meocie;
em
Paris,
as
de
merceneria
<
serração
de
madeira
de
Kaeffer
&
C.
am
Varsóvia,
Rússia,
as
dos
caminhos
de
ro;
em
Paris, as
de
moveis
e
seus
d»
sitos; em
Londres,
as
de
Padiglon
End.
Forças
ottoiunnas
na Aaia.-
Segundo
o
«Pall
Mall
Gazette»
as
írçn
otlomanas
na
Asia
são
assim calculada
em
Erzerum,
22:0
0
homens;
em
Kars,
28:000;
em
Ardahan
e
contornos,
16:000;
em
Karakilissa
e
outras
povoações,
13:000;
em
Bayazid.
4:0u0: total, 83:000
homeos
’
não
contando
a
milicia,
os
kurdos
e
«
circassianos,
e
estes últimos
podem
dar
13:000
homens.
Os
russos
lèem,
para
a
campanha dt
Asia, 140:000
homens
do
exercito
do
Cau-
caso.
Esta
dividido
em
dois campos,
li
corpo
de 50;00u
homens opera
do
laih
de Alexandropol,
Gumri,
mandando
u»
corpo
de
observação para
Batom.
0
se
gundo
corpo,
que
parte
de
Erivaii,
le®
um
corpo
de
observação
em
Kars,
e
am
bos
convergem
para
aquelle
ponto.
Os
turcos contam
com
o
seu
quadri-
atero
de
Balum,
Erzerum,
Kars
e
B
íji
-
zid,
mas
as
provisões
é
que
parece-lhes
podem faltar alii.
Trunsfereiaeáa.—
Em
rasão de
p«t
causa
do
mau
tempo
não
se
ter
elfectui-
do,
como
se
annunciára,
o
leilão
de
pren
das
feito
pelos
devotos
do
SS
Rosto d»
Senhor,
que
se
venera
á
entrada
da
rm
do
Forno,
fica
este
transferido
para
os
dias
2
e
3
do
proximo junho,
se
o tempo
1
permitlir.
Muitn.
—O
redactor
do
«Radical»,-'lf-
Sigismond
Lacroix.
foi
condemnado
pori
Cour
d’assises
de
la
Seine
a
tres
inei®
de
prisão
e 2.009
francos
de
multa,
p«f
offensa
á
religião
n
’
um
dos
seus
ariig»
5
-
Honra
seja
feita
á
magistratura
jii'J'
cl,i
franceza,
que
zela
os
interesses
moraest'
íawea-ira
«í-w
Os«ie»»íe.
—
Os
ultinin
1
lelegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriei^
são
os
que
seguem:
Bucharesl
9
—
As baterias
russa
|
JíS'
truiram
as
fortificações
levantadas
pi
|oS
turcos
n’
uma
ilha
do
Danúbio
eui
Ir611
"
de
Braila.
Os turcos incendiaram o
teiro
de
Theraponte,
sobre
o
Danúbio-
w
russos
tiveram
um
homem
morto c 1131
canhão
desmontada,
bs
turcos
recoi^í
1
'
ram
hoje
violento
canhoneio
contra
K
aa
.
destruindo
uma
caserna
e
a
alfand^3, 1
baterias
roumaicas
de Kalafat
causaram
um
incêndio
em
Widdin.
...
.
Londres
10 —A
esquadra
ingleza
da
Mancha, reforçada
com
mais tres
coura
çados,
recebeu
ordem
de estar prompta
para
partir
no dia
—8
do
corrente.
Rei*
na
extrema
actividade
no arsenal de
Wolwich.
Tiílis
10
—
Houve,
perto
de Kars, um
energico
combate
entre
a
cavallaria
russa
e
4
batalhões
turcos.
Os
russos
tiveram
2
oíliciaes
e
8
soldados
feridos
e os turcos
8
mortos.
Bucharest
10
—
0
príncipe
Carlos
da
Roumania
vae
tomar
o
commando
em che
fe
do
exercito
roumano.
Paris
11—Os russos encontram grandes
diíTiculdades
para passar
o
Danúbio. Con
tinuou
hontem
o
canhoneio
entre
Kalalal
e
Widdin.
Foi
bombardeada
pelos
turcos
a
cida
de
roumana
de
Gengeroo, na
margem
es
querda
do
Danúbio,
e
a
fronteira
de
Kon-
tachok.
Os
habitantes
de
Constantinopla
traba
lham
nas
fortificações.
Londres
11
—
0
«Daily-telegraph
.
pu
blicou
um
lelegramma
de
Constantinopla,
em
data
de
10,
que
diz
o
seguinte:
Os
russos
tentaram
franquear
o
Danúbio em
Runi
em
9
do
corrente, mas
foram
com
pletamente
balidos,
tendo
muitos
mortos
e
prisioneiros.
Londres
11
—
Partiu
d
’
esta
cidade
o em
baixador
russo,
o
conde
Schouvaíoff.
Londres
11
—
Bourk
disse
na
camara
dos deputados
que
o
governo
deseja
man
ter a
neutralidade
absoluta,
mas
que não
assistirá impassível
a que
se
ponha
em
pratica
a
política
coercitiva
que
as
potên
cias
repudiam. 0 governo
tem
stricta-
menle
seguido
a
política
de
Cunning,
a
qual
consiste na
neutralidade
e
absoluta
protecção
dos
interesses
inglezes.
Mas
importa
aos
interesses
da Ingla
terra
e
do
mundo
civilisado,
que
o
paiz
não
adopte
resolução
que
crie
embaraços
quando maior
necessidade
tem
de
conser
var
a
mais
completa
liberdade de
movi
mentos. Relativamente
á
neutralidade
do
canal
de
Suez,
Bourk
disse
que
ouvia
fallar
na
intenção
de
fechar
o
canal
aos
navios
de
guerra,
russos,
mas
não
conhece
ne
nhum
regulamento
regulamento
relativo
a
esta
questão.
0
governo
foi convidado
a
fechar
aquella
passagem
com navios
de
outras
nações.
Bucharest
11
—
Os
turcos
da
cidade
de-
Fustuckdina,
margem
direita
do
Danúbio,
e
3
monitores
turcos
bombardearam
01-
teniza.
Os
roumanos
responderam,
fazendo
fo
go
contra Tortuckai,
mas
cujos
prejuízos
foram
insignificantes.
As
baterias
russas
de
Braila
metteram
a
pique
os
maiores monitores
turcos da
es
quadrilha
do Danúbio.
«
íís
Eob«s <le
—
A
bibliothe-
ca
Serões
Românticos
vae
encetar
a
pu
blicação
d
’o
excellente
romance
Os
lobos
de
Paris,
de
Julio
Lermina,
vertido
em
linguagem
pelo
snr.
Julio de Magalhães.
Será
esta
obra
ornada
com
15
estam
pas,
desenhos
de
Manoel
de
Macedo,
e
gravuras
de
Caetano
Alberto.
A empreza
editora
offerece
aos
snrs.
assignantes,
como
brinde
um
mappa
geo-
graphico
da
África,
li:hografado
a
côrie
e
das
dimensões
dos
que
já
tem
distri
buído.
Os
assignantes teem
direito
a
escolher
este
mappa
ou algum
dos
de
Portugal,
Europa,
ou-
Azia.
Quem
desejar
assignaresta
obra
deverá
dirigir-se
a
Luiz
Pinto
Martins,
na typo-
graphia
Luzitaná,
rua Nova,
ou
largo
da
Porta
Nova
n.”
13.
A’
es»o-s«la«te
pubiicc*.
—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
a
infeliz
Anna
Joaquins de
Passos,
moradora
na
rua de
S.
Gonçalo,
n.°
11,
a qual,
na
avançada
edade
de
80
annos,
se
acha
entrevada,
e
redusida
a
penúria
extrema.
A
’ em-Uaile publica. —
Recommen-
daraos
á
caridade
publica
o
desgraçado
Manoel Antonio Ferreira,
vendedor
que
foi
em
Lisboa,
por
espaço
de
17
annos,
de
diversos
jornaes
da
capital,
e
agora
morador
nesta
ci iade
na
rua
de
S.
João.
n.°
6—A.
E
conhecidissimo
pelo
nome
de
Furibundo.
Sahiu
do Hospital
de
S.
Marcos
onde
esteve
em tratamento, e
tem
uma
tisica
<ie
la.
mge.
Está
absolutamente
desprovido
de meios-para se
transportar
para
a
terra
da
sua naturalidade, na
distancia
de
30
e
tantas
léguas,
e
impossibilitado
de
tra
balhar.
E
’
por
este
motivo
digno
de
toda
a
commiseração.
E’
de
Caçarelhos,
no
concelho de
Vimioso, districlo de
Bragança.
NECROLOGIA
A’
memória de meu thio e
padrinho
o
rev.°
Albino Simões
Dias Cardoso.
A
morte
cruel
lhe
cortou
os
fios
da
existência
!
R.
Eil-o
reduzido
a
pó
I
Ai
o que
é
a
vida! Ainda hontem tantas
esperanças
e
hoje
tanta
illusão
! Oh! morte
quão
amar
ga
é
a
tua
memória
!
O
digno
pastor
da
egreja
de
Pedrogam
Grande
está
riscado
do
livro doa
vivos!
E
as
ovelhas
choraram
e
se vestiram
de
luto!,
e
ainda
hoje
sentem
a
sua falta!
Oh!
que
dias
tão
tristes
os
d
’hoje!
Albino
Simões
Dias
Cardoso
nasceu
nas
Luadas,
freguezia
de Bemfeita,
concelho,
arcyprestado
e
comarca
d
’Arganil,
no
bis
pado
de Coimbra
a
12 de junho
de
1820.
Era
Cilho
dos
virtuosos
João
Simões
das
Luadas
e
Maria
Quaresma
do
Pae
das
Donas,
freguezia
de
Bemfeita.
Morreu
das
tres
para
as
quatro
horas
da manhã
do
dia
13
de
maio
de
1874,
vespera
da
Assenção
do
Senhor,
depois
de
ter
re
cebido os
devidos
sacramentos,
minis
trados
pelo
seu
amigo
e collega o
rev.°
vigário
da
freguezia
da
Graça,
Manuel
Henriques
David.
Morreu
em
Pedrogam
Grande.
E
depois
de
tres
dias
de martírio
que
a
doença
lhe
fez
sofTrer,
lá
partiu
para
o
outro mundo mártir d’
esta
vida
!
Não
me
convém
a
mim,
como
afilha
do
e
sobrinho
do
illustre
finado,
a
quem
muito
devo,
fazer-lhe
o
elogio
biographi-
co
;
apello
para
toda a
freguezia,
que
ainda
hoje
está
sentindo
a
soa
grande
fal
ta
!
Apello
também
para todos
os
parochos
visinhos,
seus
collegas,
de
quem
será
sem
pre
chorado
!
Estudou
tres
annos de
Theologia
na
Universidade
de Coimbra ;
tomou
ordens
de
Presbytero
em
1845;
foi
capellão
tres
annos
na
capella
do
Espirito
Santo,
na
Moura,
freguezia
de
Nossa
Senhora
d
’
As-
sumpção,
bispado
de
Coimbra;
e
no
dia
9
de
março
de
1818
tomou
posse
da egre
ja
de
N.
Senhora
d
’
Assumpção
da
Villa
de
Pedrogam
Grande,
tendo
antes
feito
exame
de coilação
para
a
dita
egreja.
Morreu
de
edade
de
53
annos,
dei
xando
boa
fama
e
saudades
nos
corações
d’
aquelles
que
o
conheciam.
A
todas
as
pessoas,
que
muitas
vezes
o
visitaram
na
sua
doença
e
tomaram par
te
nos
meus
sentimentos,
bem
como
nos
de toda
a
minha
familia,
principalmente
aos
rev.
os
clérigos, que
em
numero
de
12
assistiram
ao
seu
enterro,
d
’
aqui
ainda
os
meus
agradecimentos.
Pedrogam
Grande,
15
de
maio
de
1874.
Albino
S.
D. C.
hBUEciníffTtô
Os
abaixo
assignados
filhos,
genros, e
sobrinhos
do
snr.
Antonio
Ignacio
Mar
ques,
e
da
snr.
a D.
Anna
Candida
Viei
ra
Marques,
julgando
impossível
corres
ponderem,
como
deviam
a tão
distinctos
obséquios
com
que
foram
penhorados
por
seus
bondosos
amigos,
veem
por
este
meio
dar
expansão
ao
seu
indelevel
reconheci
mento
protestando
a
lodos
a
mais
since
ra
gratidão.
Maria
José
Vieira
Marques
Amélia
Augusta
Vieira
Marques
Del
fina
Adelaide
Marques
Gomes
José
Antonio
Vieira
Marques
Antonio
d’
Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Antonio
Santos
d
’
Azevedo
Magalhães
Manoel
Gomes
da Silva
Mattos
Gonego
Manoel
Antonio
da
Costa.
(241)
Anlonia
Roza da
Conceição
Vieira
de
í.arvalho,
seus
filhos
e sobrinhos,
profun
damente
reconhecidos
para com todas
as
pessoas,
que
foram
tão desveladas
e
cui
dadosas
na
enfermidade,
fallecimento
e
enterro
de sua
muito
querida
filha,
irmã
e
prima,
Maria
Julia
Vieira
de
Carvalho
e
Cruz,
agradecem
publicamente
e
do
in
timo
d
’alma,
e
protestam
indelevel
gra
tidão.
(266)
AU
VIÇARAS
Perdeu-se
de
S.
Victor
á
estação
do
caminho
de ferro,
um
alfinete
com
pedra
de
brilhante
do pezo
de
1
1/4
de
qui
late
pouco mais
ou
menos.
Se
alguém
o
achar e quizer entregar
a
seu
dono
em
S.
Victor
n.°
31,
recebe
rá alviçaras.
(264)
COM PERFEIÇÃO
A’
MACBIíWA
Fazem-se
camizas,
corte
moderno,
e
seroulas para
homem.
Toda a
roupa
bran
ca,
para
senhoras
e
meninas.
Casacos
e
vestidos
pelos
melhores
figurinos.
Preços
commodos.
Campo de
D.
Luiz
1,
14,
3.°
andar.
(265)
HISTORIA
UWIVERSAE BA
EGKEJ.4
PELO
Dr.
João
Alzog
Profeu.r da
Universidade de
Friaburgo
em
Briiigau.
Publicada
sob
a
direcção do
rev.°
Desembargador
da
Relação
Patriarchal, o
dr.
José
Ferreira
Garcia
Diniz
e
appro-
vada
e
recommendada
pelo
Episcopado Lusitano.
VOLUME
PRIMEIRO
Preço...............................
l$000
rs.
A’
venda
em
Lisboa,
no
escriptorio
da
Bibliotheca
Catholica,
e
em
Braga
na
Li
vraria
Catholica,
na de
Joaquim
Januario
da Silva
e
na de
Geremano
Joaquim
Bar
reto.
Continua
aberta
a
assignatura.
VEPÍOA
OE CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de 1
andàr
e
quintal,
n.®
4.
j)
uas
t
erreaS(
n
.os
7
e
8,
com
quintal,
na
dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal,
n.os
16
e 17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita de
novo.
Quem
as pertender
trata-se com
a
Ge
rência
do Banco
do
Minho.
(263)
®
b
hospedes
no
Porto
que
de
sejarem evitar
o bulicio,
e
mais
incom-
rnodidades
das
hospedarias,
e
aproveitar
o
alimento
onde
mais
lhes
convier,
acham
a
preço
rasoavel,
quartos
e
camas
decen
tes,
sem
obrigação
de
comida, n
’
uma
ca
sa honesta,
a curta
distancia
dos
tbea-
tros
e
das
principaes repartições
publicas.
Indica-se
na
rua
de
Santo
Ildefonso,
n.°
259.
(257)
Luiz
José
da
Costa
da
casa
do snr.
José
Antonio Marques,
para
defronte
n.°
30,
loja
que
foi
do
illrn.® snr.
Pimenta
Gonçalves,
na
praça
do
Barão
de
S.
Mar-
tinho.
(2g6).
ANTIGO
ARMAZÉM DE MOVEIS
Largo
de
S.
João
n.°
S
e
8
A,
e
rua
de Jano n.°
21
Doitlingns Ferreira Alves
Participa
aos
seus
amigos
e
freguezes
quecontinuaa
vender
por
preços sem
com
petência
e
com
responsabilidade,
moveis
em
lodos
os
gostos de
mogne,
pau
oleo
e
nogueira,
ditos
de
palhinha,
alcatifas
fellros
e
bonitos
dunquerques,
consollos,
jardineiras,
guarda-vestidos
com
espelho
e
sem
elle,
toileles,
camas
á
ingleza
ma
ciças,
á
françeza.
secretarias
para homem
e senhora,
ditas
da
érable,
guarnições
de
nogueira
para
sala
de
jantar,
cadeiras
ame
ricanas.
tageres
e
matadores
de
toda a
qualidade
de
madeira;
bem
assim
toda
a
qualidade
de
apoveis.
Promptifica-se
a
fazer
todas
as
qualida
des
de
moveis
estofados.
(255)
Uaga
de
sabugueiro
Diz-se
aonde
se
vende
de
boa
qualida
de
largo
de
N.
Senhora
Branca,
n.®
4
e
5.
(246)
.Iduuu. 11nlBIBUaBaiBa*
aS,aananB
^"
a^
B:BD
VS*aBISKKlU\LUJJKK2H
CBa9aaaa
ARTE
DE
TAGHYGRAPHIA
Vende-se
em
Braga,
rua
Nova,
n.
c
3,
e
no
Porto
:
preço
300
rs.
GRANDE
DEPOSITO
DE
MACHINAS
DE
COSTURA
A
T
o
campo de 1$. Luiz I, n.° fl
A.
R.
RIBEIRO
BRAGA
!!
Grande
facilidade de
pagamentos!!
Vendas
em
prestações
de
400
rs.
UM
ANNO
DE
PRASO
Sem
augmenlo
algum
nos
preços, ou
10
por
cento
de abatimento
de
prompto
pagamento
Ensino grátis
(ainda
que
seja
desviado
d
’
esta
cidade
6
léguas)
Este
deposito
recebeu
grande
porção
de machinas próprias
para
famílias
cos
tureiras, alfaiates
e
sapateiros.
Do
sea
estabelecimento
não
sae
machina
nenhu
ma
sem
que
seja examinada;
po
lendo
as
sim afiançar
ao
respeitável publico
o
ex
cellente
trabalho
é boa qualidade.
Para
comprovar
o
que
acima
fica dito
basta
dizer-se que
ha
3
annos
tem
depo
sito,
e
ainda
não
lhe
veio
nenhuma
ma-
cliina
regeilada,
devido
isto
á
boa
esco
lha
como
póde confirmar
grande
numero
de
famílias
e
industriaes.
No
mesmo
deposito
se
vendem
algo
dões, relroz,
agulhas e
oleo, etc.
iscoul
M
ihricaua
*
Consultorio
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S. .Francisco)
n.°
22.
£
disTS,
Pretende-se
comprar
um
orgão
para
uma
egreja
rural.
Falia-se
n
’esta'adminis
tração.
262)
VENDA
DE CASA
Vende-se
as
casas,
sitas
no
Lar
go
de
S.
Lazaro
n.°
13.
Trata-se
com
João
Evangelista
de
Sousa
Tor
res
e
Almeida.
17-RUA DE
S.
VICENTE-17
BRAGA
MBS â mSTMlfe
MME
>300 BCS.
SEMATVAES
MACHINAS LEGITIMAS
DA
COMP.WHIA. LLOYD i)E
BREMEN
NORDI
i
EUTSCHER
LLOYD
HOHENZOLLERN
de
3100
ton.
SALIER. .
. .de
3100
ton.
IIABSBURG .
.de
3100(0,,
HOHENSTAUFENde3lOOi
0í
Carreira meissal
Os
únicos
fabricantes
de
machinas
para
coser,
com
casas
estabelecidas
em
Portugal
para
fornecer
directamente
ao
publico
e
as que
obtiveram
maiores prémios
na
exposição
universal de
Philadelphia
1 !
GRANDES FACILIDADES
DE PAGAMENTOS 11
Para adquirir as melhores
machinas conhecidas
UM
ANHO
DE
PRASO
Sem Bugmento algum noa preços, ou dez por cento de
abatimento
por prompto
pagamento
ENSINO
GRÁTIS EM CASA DO
COMPRADOR
PEÇAM
CATALOGOS
ILLUSTRADOS
Para
Pernambuco,
Bahia,
Pio
de
Janeiro, Monlevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
que a
Companhia
está
empregando
na
carreira
do
Brazil
são
de
grande
loiação,
tendo
logares
para 170 passageiros de
primeira
classe
e
730
terceira.
São
de
grande veioeidade,
e
o
serviço
faz-se
com
toda
a
regt)lari(|
3
^
peio
que
tem
uma boa
e
bem
merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens
são
muito rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tab
e
|.
la
que
se acha
patente nas
agencias.
Sendo na passagens pagas no Porto ou nas sub-agencias da prQ.
vineia,
o
transporte do passageiro a Lisboa pelo eaminbo de ferro
è
por
eonta da Companhia.
Estes
paquetes
são
notáveis
pelos
seus modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidjs
accommodaçôes
para
passageiros
de
todas
as
classes.
Aos
passageiros
de
terceira
classe
é
fornecido
grátis
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
uteucilios
de
rnesa,
e
além
de
ser
a
comida
á
portugueza
teem
vinho
duas
vezes
por dia.
Os
creados
e
cosinbeiros
são
portuguezes.
A
bordo
de
cada
paquete
ha
um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviç
Oi
gratuitamente
aos
snrs.
passageiros,
assim
como
são
fornecidos
todos
os
medicamen.
tos
necessários.
Quaesquer
informações
ou
bilhetes
de passagens
podem
obter-se
dos
agentes
Rawet
C.
a,
rua
de
S.
Francisco
n.°
4,
Porto
—
e
em
Braga
Ricardo
Ma.
Iheiro
Dias,
no
largo
do Barão
de
S. Martinho
n.°
27.
(202)
•
Com
listas
de preços e as condiçõos de vendas a prasos
81
m-SUOOSÃL
DA
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
17, RUA DE S. VICENTE, 17
BRAGA
ou
O
SUA
SUCCUIISAL
PORTO
COLLEGII)
BE íl, 's III IDW
RUA
DA ESPERANÇA, N.° 224
director
geral
=J.
L.
Carreira
de
Mello
director
gerente
=</
Baptisla
Ferreira.
Este
collegio,
que
tantos
créditos
tem
merecido,
e
conservado,
continúa com
in
cessantes
melhoramentos na
sua administração
economica
e
escolar.
O
edifício,
que é
proprio,
foi
convento,
e
não
tem
na
capital
outro
igual,
ap-
plicado ao
ensino
particular.
Na
sua
restauração,
e
nova
applicação,
lemos
gasto
avultadas
sommas.
A
regencia
dos estudos,
está
a
cargo
de
um
professor
allemão,
auctorisado
pe
lo bom serviço
nos
collegios
estrangeiros.
Os
professores
estão
na altura do
credito
do
estabelecimento; sérios,
instruí
dos
e
dedicados.
Não
só
os
preparatórios
para
os
estudos
superios;
mas
um
curso completo
de
commercio
e
linguas,
tem
os
alumnos
n
’
este
estabelecimento.
O
ensmo pratico
das
sciencias
naluraes,
é
auxiliado
com
gabinetes
de
phy-
sica
e
chimica
muito desenvolvidos, e
com
excellente
museu
de
historia natural.
As aulas de
geographia,
mathematica
e
desenho,
devidamente
montadas.
A
gymnaslica
completa.
E finalmente,
o
collegio
possue
todos
os
estabelecimentos
parciaes
auxiliares
do
ensino,
que
devem
fazer
parte
integrante
d’um
estabelecimento
d
’esta
ordem.
Os
estatutos
indicam
todo
o
seu
desenvolvimento.
Os
alumnos
teem
quartos
separados.
Só
se
recebem
até
um
numero
certo.
Trajamento
excellente.
O
Director
proprietário,
(44-H-)
Joaquim Lopes
Carreira
de
Mello.
CIRIIROIÃO DENTISTA
jãPPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Largo do Barão de
S.
Martinho
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis, pobres
e
>oldados.
(186)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
4
moradas
de
casas
com
quintal
e
agua,
sitas
na
aigíBifet
rua
de
D.
Pedro V,
sendo
n.°
76, 77,
85
e
86.
Tracta-se
no
largo
dos
Penedos,
n.«
1.
(65)
CASA
PARA
ARRENDAR
Alluga-se até
ao
proximo
S.
Mi-
guel
uma
morada
de
casas,
sita
na
.
rua do Anjo
n.“
24.
Trata-se
na
livraria,
em
frente
da
mesma
casa, e
no
escriptorio d
’
esta
redacção.
Xarope
peitoral
de
Rei
Empregado
com
os
melhores
resultados
nas
moléstias
pulmonares,
tosses
antigas
e modernas,
bronchites
agudas
e chroni-
cas, broncorrhea, catarrho
pulmonar,
seja
qual
fôr
o
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
risia,
tisica,
catarrho suffocanle. angina
nervosa,
tosse asthmatica,
escarros
de
san
gue,
etc.,
etc.
Os effeitos
d
’este
verda
deiro
especifico
são
seguros
c
rápidos,
e
é
considerado
na
opinião
publica
o
melhor
medicamento
para
taes
padecimentos.
A
’
venda
em
todas
as
pharmacias
e
drogarias,
íeposito principal
em Braga,
na
pharma
cia
dos
snrs.
Pipa
&
lamão,
assim
como,
Xarope
d
’ostras
e
flôr
da
mocidade
pelo
mesmo
auctor;
e
deposito
geral
na
phar
macia
Lisbonense,
largo
do
Corpo
Santo,
29
e
30,
Lisboa.
(215)
MUITA
ATTENÇÂO
Deposito
<le biscoitos de
Vnlongo
1
—
LARGO
DA
LAPA —
1
Estes
biscoitos são muito
recommenda-
veis.
tanto
pela
qualidade
das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
280
Biscoito
macarrão
>
280
Bolacha
doce
280
Biscoito
Brazileiro
>
300
Dito
imperial
D
330
Bolachinha
de araruta
>
340
Tosta
azeda
>
190
(2H)
COLLEGIO
INGLEZ
DO
Sagrado Coração de Maria Virgem
Immaeulada
D.
Margarida
Heunessy,
desejando
an-
nuir
aos
pedidos
que
as
familias
e
clero
mais
dedicados
á
causa
de
uma
verdadei
ra
e
completa
educação,
tanto
de
Braga
como
das
localidades
adjacentes, ha
cin
co
annos
se
teem
dignado
fazer-lhe,
resol
veu
abrir
uma
casa
de
educação
para
meninas
internas,
semi-internas
e exter
nas
sob
a direcção
de
sua
irmã Miss. The-
resa
Heunessy,
tendo
obtido
para
levantar
o
seu
estabelecimento,
a
bella
casa da
rua
de
S.
Miguel-o-Anjo,
onde
morou o
ex.
rao
snr.
Juiz
de
Direito,
o
qual
já funcciuna
desde
o
dia
2
de
Fevereiro.
Para esclarecimentos
podem
derigir-se
a
Braga
a
snr.a
D.
Maria
Brigida Bersane
Perry,
Campo
da
Feira,
ao
Rev.°
João
Re
bello
Cardozo
de
Menezes,
ao
Rev.° João Pe
dro
Ferreira
Airoza,
e
a
José
Maria
Dias
da
Costa,
Rua
Nova.
(17)
~
7- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - -
ROM
VINHO
Vende-se
por
pipa
na
casa
da
Deveza,
em
Adaufe.
(253)
FILIAL
DA
CAIXA
ECONOMICA
PENHORISTA,
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li.
mitada
Capital
.................
&00i000$000
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis, ferramentas, e
sobre
lodo
e qual
quer
objecto
do
valor não
inferior
a
106
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
a«
depositantes.
A
caixa
está aberta
todos
os dias
de»
de
as
9 hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só ale
ao
meio
dia.
O
gerente—
A.
G.
Ferreirinha.
LIVRARIA
D
EI
GEMO
CIIARDRON
B
R
ã
G
ã
Últimos |MiblicaçõeH
(OBRAS
COMPLETAS)
PADRE
RIVAUX
Historia
Ecclesiaslica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da 6
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra, 3.
vol...................................
3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião
chrislão,
traduc-
ção
do
padre
Mesquita
Pimentel
1
vol.............................................. 1^200
BALMES
O
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
4
vol.
2$l00
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote,
1
vol.
br.
500
cart....................................................
$600
Ancora
de
Salvação,
1
vol.
br. 500
cart
....................................................
$600
D.
MARIA DO
PILAR
A Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas nos
preceitos
do
Decálo
go,
1
vol
.........................................
$500
DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de
Nosso
Se
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço..................
200
rs._____
MGR.
DE
SEGUR
Conselho*
Pratieos
«obre
a PHI*
ÍÍI
IRA COMMVNHÃO
A
’
venda
na
Livraria
Calholica,
p»
r
50
rs.
Parte de Comércio do Minho (O)
