comerciominho_14061877_650.xml
- conteúdo
-
Ássigii&-see
vende-se
no
escriptorio
do
norroa a
phopribtario
Jui
Maria
Pias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E,
para
onde deve
»er
dirigida toda
a
correspondência
franca
de
porte.
-=
As
assi-
gaaturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
a"S
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha avulso 10 rs.
E®
Kl
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
rbços
:
Braga,
anno
1/600
rs.-“
-Semestre
850
rs.—JVo®»»- ’
•
cias,
anno
á&OOO
rs
e
sendo
duas 3&600
rs.—
Semestre 1&Ú50
rs.=Brazií,
anno
3&600
rs.
—
Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
i&oOO
reis
moeda
fraca.—Annuncios por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20 8
/
0
d
’
abatimento.
w
t
F
i ar roriMMgflwnwMitimi nii^inri>TnicwwaOTMfp
*
vi
D.
JOÃO
CIIBYSOSTOMO
DE
A
MORIM
Pessoa,
por
mercê
de
Deus,
etc.
Fazemos
saber,
que
achando-Nos
au-
ctorisado
pelo
art.
5.°
da
Regia
Portaria
de
1 do corrente
mez
de
junho
para
marcar
o
tempo
necessário
para
os
alumnos
de
instrucção
secundaria,
que
pretendem
fazer
seus
exames
para
serem
admittidos
exclu
sivamente
a seguir
o estado
ecclesiastico
;
Havemos
por
bem
ordenar,
que os
men
cionados
alumnos
requeiram
perante
o
muito
revd.
0
reitor
do
Seminário
de
S
Pedro,
presidente
dos
exames,
até
ao
dia
20
do
corrente
mez,
instruindo seus
re
querimentos
com
os documentos
que
são
exigidos
pelo
regulamento
dos
lyceus
de
31
de março
de 1873,
na
parte que
Ibes
lor
applicavel.
Dado
e
passado sob o
Nosso
signal
e
sello das Nossas
Armas,
em
a
Nossa
resi
dência
do
Paço Archiepiscopal
de
Braga,
em
4
de
junho
de
1,877.
Logar
23
do
sello.
João,
Arcebispo
Primaz.
BKACA
—QUINTA-FEIRA íi
BE
JUNHO
A
* Redueção
do
aCoiumercio do
Minho».
Londres,
28
de
Maio,
1877
(á
noite).
('Continuação do
n.°
649)
SUMMÁRIO.
V.
—
Mudança
de
Ministério
em
Fran
ça,
e
sensação
grande
produzida
por
esse
facto.
VI.
—Republicanismo
Francez
do
Times
e
seus
correspondentes.
VII.
—O
Vaticano
e
o
Quirinal
no
Ti
mes.
VIII.
—Mais
noticias
Francezas,
confes
sando
essos
da
Gamara
Franceza,
etc.
IX.
—Por
toda
a parte
a Maçonaria
tremendo
por
suas
obras.
Em
seu
estremecimento
pelo tal
ban
do
de
Salteadores
Piemonlezes
e
Garibal-
dinos, agouram
(isto
é,
excitam
quanto
po
dem)
a
maior
opposição
ao
Presidente
e
seu
novo
Governo.
E se em
França
se
não
erguer
opposição
e
revolta
contra
a
nova Administração
e
contra
o Presidente,
não
hade
ser
culpa
dos
papéis
maçonicos.
d
’aqui,
de França, de
Ilalia, e
de
toda
a
parte.
Queixam-se
de
que
o
Presidente
e
o
novo
Governo
demiltiram
logo
a
granel
centos
de
Prefeitos
e
outros
empregados,
e
os
substituíram
por
indivíduos
mais
de
sua confiança;
como
se
isto
não
fosse
o
que
a
liberangada
faz
se.n
a
menor
cere-
monia
assim
que
pode
!
Uma
cousa
porem
que
principalmente
estimula
estas
iras
contra
Mac
Mahon,
é
susto
de
que
na
França
venha a
medrar
o monarcliisino,
e
a
pôr
em
perigo
a
ma
gnifica
Republica
de
Gambetta,
Victor
Hu
go,
Luiz
Branc,
e
Companhia.
E
proce
deu
agora
especialmente
e
cresceu
este
susto,
em
razão
da reconciliação
e união
que
se
diz
efleiluada,
de
toda
a
Familia
d
’
Orleans,
com o
verdadeiro
Chefe
dos
Bourbons, Henrique V, ou
Conde
Cham-
bord,
ou
Duque de Bordeos.
A
noticia de que os mesmos
Príncipes
d
’
Orleans
se
apresentáram
e
cumprimen
taram
a
D.
Carlos
de
Hispanha, foi
outra
ciicunstancia,
que
inquietou
e inquieta
muito
os
revolucionários;
pois
que
sabem,
elles
melhor
que
ninguém,
como
a
diver
gência
até
agora,
entre
os
dois
ramos
da
Familia
dos
Bourbons
de
França,
mais
que
tudo concorreu
para
os triumphos
das
diversas
revoluções
desde
1830
até
hoje
—
e
isto,
não
só
em França,
mas
em
Por
tugal,
na
Hespanha,
e
na
Italia.
O
Times, que
attribue os
procedi
mentos
de
Mac
Mahon
em
demittir
Julio
Simon
á influencia
da
Igreja,
manifesta
seu
espirito
inteiramenle
Anglicano
e Pro
testante
da
maneira
a
mais
expressiva,
nas
seguintes
breves
palavras,
em
seu
ar
tigo
directivo
do
dia
17
sobre
os
acon
tecimentos
da França
quando
diz:
—
«A
Igreja
estava sentindo
desagradavelmente
a
rédea
do
poder civil».—Nas
palavras
su
blinhadas
está
distilado
todo
o mencio
nado
espirito
do
Anglicanismo,
que
faz
do
principal
accessorio, e do
accessorio
prin
cipal. Para
elle
a religião
não
é
mais
que
um
instrumento
da
política;
um
cavallo
cuja rédea
o poder
civil
tem
na
mão,
para
o
fazer
trotar
á
direita
ou
á
esquerda,
se
gundo
agrade
ao
cavalheiro
!
Esta
doutrina
é
mui
consentânea
á
dos
celebres
Catholicos
liberangas.
Eis aqui
uma
asserção
e
reflexão
do
Correspondente
Parisiano
do
Times,
qne
me
parece
pouco
verdadeira
na
ultima
conclusão;
diz
eiie,
de
Paris,
em
data
de
17:
—«Os
que
trouxeram
esta crise não
entraram
em
conspiração
Orleanista,
nem
Legitimista,
nem
mesmo
anti-repubhcana.
Sua
conspiração
é
simplesmente
para
pos
suírem
empregos».
—
Não
creio
que
os ho
mens
que estam
neste
novo
Governo
se
jam
tão
fátuos
que
se
deixassem levar
por
sua
mera
ambição
a
um
passo de
tanta
responsabilidade
e
tanto
perigo
para
a
França
e
para si
mesmos.
—
Veremos
se
os
prognosticos
e
sinistras
insinuações
do
Times
e
seu
correspondente,
se
reali
zam ou
não.
Desde
o
juizo
que o mes
mo
Times
fez da insignificância
da
Allo-
cução
de
Sua Santidade,
quando
a tratou
tanto
de resto,
que
até
a
poz
abaixo
da
arenga do Deão
de
Westminister,
e
da
(jual
insignificante
Allocução
resultaram,
todavia,
os
efTeitos
que
estamos
vendo
nestas
peregrinações,
etc.,
parece-me
que
podemos,
sem
grande
desacato, recusar
alguma
vez
fé
implícita
aos
oráculos
do
Irovejador.
Eis
aqui
o
que
de
Roma
lhe
escrevia
no
dia
15,
o
seu Correspondente,
segundo
se
lé
em
seu
n.°
de 17:—
«Os
papéis
cleriaes
não
nos
dam
já
os
algarismos
das
sommas
apresentadas
ao
Papa,
mas
cada
bando offerta
um
obolo
conspícuo,
e
em
muitos
casos
os
membros
mais
ricos
fazem
offertas
addicionaes
in
dependentes
da
peregrinação
a
que per
tencem.
«Em
addição
ás lib
15,000
collectiva-
menle
apresentadas
pelos
Peregrinos
Ingle-
zes.
dizem
que quasi
outro
tanto
foi
of-
ferecido
ao
mesrào
tempo
por
membros
separadamenle
e
por
parte
das dioceses
Inglezas, só
a de
Liverpool
mandando
lib
2,501)
«Os
peregrinos
de
Lyão
apresemáram
tres
bolsas
cheas
—
uma
enviada
pela
dio
cese,
outra
collegida
em nome
dos
pere
grinos,
e
a terceira
resultado
da
collecta
annual
do
dinheiro de
São
Pedro,
a
razão
de
um
franco
por
anno.
A
Vocce
de
la
Verila
refere
como
uma pobre
mulher
Sa-
boiana
qne
vinha
como
peregrina,
se
des
fez
de
um
estimado
anel
d’
ouro
que
ti
nha,
para
consolar
a
augusta pobreza
do
Preso
Apostolico.
«Quanto
á
saude
do
Papa, direi
que
antes
que
todos
os
peregrinos
Inglezes
se
tivessem
apresentado
para
beijar-lhe
a
mão,
dizendo-lhes
o
Monsignor
assistente
que
desistissem
para
não fatigar
a
Sua
Santidade
demasiado,
o
Papa
mesmo
Ibes
acenou
que viessem
e
avançassem,
dizen
do-lhes
em
Inglez:—
«
Vinde
filhos!
vin
de».
Com
grande
contentamento
dos
que
ainda
não
tinham
podido
chegar
a
elle».
Em
18
de Maio
escreve
o
mesmo
Cor
respondente
ao
Times:
—
«O
Papa
respon
dendo
a adresses
dos peregrinos
Allemães
apresentados
liontem,
comparou o
Impe
rador
d
’
Allemanha a
Attila.
Disse,
que
elles
sabiam
como
as
nações,
da
mesma
sorte
que
os
indivíduos,
padeciam
doenças
moraes,
e
que
a
elles estendia
Deos
a
Sua Mão
com
remedios
op-
portunos,
algumas
vezes
efleituando
a cu
ra
com
a
baixa e
branda
voz
que
pene
tra
o
coração; ou,
quando
isso não basta,
com
voz
como
a
de furiosa tempestade.
Que
a
sua
nação
tinha
em
passados
tem
pos
sòífrido de
uma
séria
doença
morai,
e
hoje
tinha ouvido
a
bons
Catholicos
Prussianos
declarar,
que
se
precisava
al
guém
que
fizesse
ao
povo
sacudir
a
pri-
guiça.
Deos Se
tinha
com
efleito
erguido
e
usado o
açoite,
como
empregara
ha
sé
culos,
quando
fizera
uso
de ura Attila
pa
ra
acordar
os
povos,
e
hoje com
um
novo
Attila
tinha
acordado
a
generosa
nação
Allemã.
Este
novo
Attila pensou
demolir,
mas
em
vez
d
’
isso
edificou.
Este
novo
At
tila.
que desejou
banir
de
todas
as
ma
neiras
a
Religião
de
Jesus
Christo da face
'
FOLHETIM
OS
ÚLTIMOS
MOMENTOS
DUM
COáDEMNADO
PELO
R. P.e
Marchai
Missionário apostolico
TRADUZIDO
DA 19.
a
EDIÇÃO
POR
J.
B.
da
S.
R.
VI
[Continu-çào]
Eu
quero
fallar-vos,
eu,
porque
que
ro
que
vos
confesseis antes do
momento
fatal, que
se
aproxima
a passos
de
gi
gante.
Em primeiro logar,
a
razão
indivi
dual nada
tem
a
vêr
com
o
que
Deus
manda ;
em
segundo
logar, pretendeis
que
a
confissão
é uma
invenção
dos
padres.
Dizei-me,
conhece-se
quem
descobriu
a
America,
o
inventor dos
barcos
a
vapor;
podereis
dizer-me
como
se
chama
o
inven
tor
da
confissão? Poder-me-heis dizer co
mo
generalisou
tanto
esta
feliz
descober
ta?
Demais,
que
interessa
aos
padres
en
cerrar-se,
algumas
vezes
dias
inteiros,
en
tre
duas
tabuas, para
ouvir
a
narração
das
misérias
humanas,
podendo
lêr
em
sua
^asa,
junto
d’
um
bom fogão, tantas
ou-
dres,
não
creem
n
’isso;
perque
tenho
as
sistido
algumas
vezes
á
missa
dos
catholi
cos,
e elles
tratam
a
sua
«Hóstia»
da
mes
ma
fôrma
que
o
pão
bento.»
—Que
de
cousas
me
dizeis!
Não
com-
preheudo
como
uma
intelligencia
igual
á
vossa
póde
prender-se
com
similhanles
na
das —E
primeiramente,
como
sabeis
que
o
pão
consagrado
por
Nosso
Senhor
Jesus
Christo
era
como
o dos
protestantes
ou
como
o
dos
catholicos?
Em que
logar
da
escriptura
lêsleis
que
era
quadrado?
—
Quem
vos
diz
que o
padeiro
que
fornecia
o
pão
da Santa Eucharistia
não
era
um
d
’esses
insanos
que
gritavam
a
Pilalos
:
Crucifige,
crucifige
eum
!
Cruciíicae-o,
crucificae-o !
Etniiin,
se como
dissesteis,
ha
padres que
tratam
a
Santa
Eucharistia
com
pouco
res
peito,
eu
vos direi
:
estes
padres
respon
derão
diante
de
Deus;
porque não
é
es
te
o
conselho
que
lhe
dá a
Santa Egre
ja.»
Nunca faltasteis
ao
respeito
a
vossa
mãe?
—
Muitas
vezes!
—
Isso
prova
que vossa
mãe
não
me
recia
o vosso
amor e
a
vossa
veneração?
—
Oh
!
é
uma excellente
mulher
!
__
Muito bem
;
porque certos
padres
se
familiarisam
algumas
vezes
com
Nosso
Se
nhor
até
o
tratar
muito
ligeiramente,
isto
prova
que
elle
não
é
o
«grande»
e
o
«bom»
Deus
?
Vamos,
meu
amigo,
ponhamos
por
uma
vez
de
parte
todas
estas
frioleiras.
Oremos
ambos
um
pouco
:
a
graça
de
Qeus
descerá
ao
vosso ceração
:
sua
divina
luz
vos
esclarecerá
e
dissipará
essas
vãs chi-
meras
muito
melhor
do
que
eu.»
A
estas
palavras,
eu
o
abracei;
elle
tras
historias
muito
mais
interessantes
?
Emfim
vós
reclamaes
contra
os
abusos.
Dizei-me
nunca
vos
embriagasteis
?
—
Mais
que
uma
vez.
—
E
’
muito
mau
estado
o de
um
ho
mem
bêbado ;
mas
isto
prova
que
o
vinho
não
é
bom?
Vós
sois
bastante
esclarecido
para
tirar
a
conclusão.
Vamos,
meu
que
rido,
não
vos
deixeis
prender
com
teas
de
aranha.
Acreditae-o,
não
é uma
vão
curio
sidade
que
me
traz
a
esta
masmorra
pa
ra
ouvir
a
narração
de
vossas misérias:
é
unicamente
o
ardente
desejo
que
tenho
de
vos
abrir
o
ceo,
quando a
terra
vos
recusa
um
asylo.
—
Oh!
eu
não
duvido
das
vossas boas
intenções;
mas
quereria
dizer-vos
uma
cousa.
Vós
metteis
o
Chrislo
em
uma
pe
quena
«obrea»
que
não
é
feita
exactamen-
te
como
o
pão
que
consagrou
em
com
panhia dos
Aposlolos.
E
eu,
creio
que,
se se
quizesse
commungar, se
devia
fazer
como
Jesus-Christo
fez,
ou
então
não
fa
zer
nada.
Antes
quereria
que se tomasse
om
pão
da
mesma
lórma,
quadrado
como
este.»
Elle
partiu
com
suas
mãos um
pouco
de
pão
que
foi
buscar
a
cima
da meza.
«Eis
aqui como quereria que se
fizes
se
;
mas,
vós
os
catholicos,
fazeis
momi
ces;
enfeitaes
o
Pão
Sagrado
com
toda
a
especie
de
figuras...
Olhae
:
conheci
um
negociante
que fazia
milhares
de
lindíssi
mas
«Hóstias»
e que
era o
maior
liberti
no que
tenho
conhecido;
e dir-me-heis
que
o
Christo
entra
no
pão
d
’
este
ho
mem?
Oh!
era
preciso que
fosse
bem
com
placente.
Demais,
a
maior
parle
dos
pa
collocou
o
cachimbo
sobre
a
meza.
e am
bos
ajoelhamos. Elle
recitou
depois
de
mim
uma
pequena
oração
concebida
assim
:
«Senhor,
que
conheceis tudo,
Vós
sa
beis
que
desejo
conhecer
a
verdade
O
grande
momento
aproxima-se
e
se estou
em
mau
caminho,
suppIicó-Vos
apresseis
a melter-me n
’
aquelle
que conduz
a
Vós,
afim
de
que deixando
esta
terra,
aonde
vivi
de
mais
por
rainha
desgraça, tenha
a
felicidade
de
me
reclinar
no
seio
de
Vossa
eterna
gloria.»
Recitei
depois
o
Memorare com
uma
confiança
toda
filial
; mas o
infeliz
não
lhe
deu
altenção
alguma.
Eram
seis
horas.
Perguntei-lhe
se,
antes
de
sair, não
obte
ria alguma
palavra
d’
esperança,
e se
o
bom
Deus
não
tinha
faltado
a
seu coração?
Respondeu-me: «Cornprehendo
tudo
o
que'
me
dizeis:
parece-me que
é
a
verdade;
demais,
sois
muito
bom
para
me
enganar:
mas
minha pobre
mãe
que
tanto.amo, que
dirá
sabendo da
minha
conversão?
«Meu
filho,
meu
querido
Julio,
tu
apostaUste
!
Não
nos
reuniremos
pois
no
outro
mundo
cora
teu
bom
pae
que
tu tanto amavas!
Era
isto
que devia
esperar
de
teu
amor
filial?.,.
Não,
não,
é
mais
forte
do que
tu,
não
me
falíeis
mais
em
tal
cousa.»
—
Vossa mãe,
meu
amigo,
não
dirá
tal
;
ao
contrario, quando
souber
que
o
seu
Julio
qu
z morrer
caihoiico, conver-
ter-se-ha
para
morrer
como
elle,
afim
de
se
lhe
juntar
ura
dia
no
paraiso.
Refleti
;
emquanto
espero,
vou
orar
por vós
e
por
ella.
Creio
que
ao
voltar
a
graça
terá
pre
parado
o
caminho.
(Continua)
da
terra,
tinha
nelles
Peregrinos
revigora
do
a
fé;
e
seus
principaes
pastores
tinham
sem
hesitar,
com S.
Bonifácio,
repetido:
Não
somos
cães
mudos.
Tinham
dito
co
mo
o grande Santo,
combatemos
pelo
Se
nhor; vivemos
em
maos
tempos,
e
esta
mos
promtos
a
morrer
pela fé
de
nossos
pais.
Sustentaremos
os direitos
de
Deos
e
da
Santa Santa
Sé.
Estamos
promtos
a
soffrer qualquer
castigo,
continuando
fir
mes
no
cumprimento
de
nosso
dever.
—
Que
via
Bispos depostos,
encarcerados
e
desterrados;
leigos
lambem
presos,
e
ho
mens
devotos
á
Religião
Catholica
apon
tados,
e
por
toda
a
maneira
designados
pela
raiva
vergonhosa
de
pessôas podero
sas. Mas
a Igreja
estava
fundada
sobre
um
rochedo
em
torno do qual
podem
crescer
ervas
damninhas;
porem
a
força
das
on
das
limpava
e varria
todas
as
impurezas,
ficando
a
rocha
sempre
a
mesma.
(Cont
'.
lua)
A.
R.
SARAIVA.
Lisboa,
IO de
Junho de tSIT.
(Do
nosso correspondente».
A
’
s
pessoas
honradas
e
censatas
d
’
esta
cidade que
tiveram
conhecimento
do
artigo
principal
do
penúltimo
numero
do
«Com
mercio
do
Minho» agradou
muito
a
ma
neira
cordata
e
judiciosa
como
no
mesmo
artigo
se
trata
a
questào
—
enterrammlos.
Dizem-se
alli
verdades
e
algumas
bom
era
que
aproveitassem
aquém
assiste
o
dever
imperioso
de
pôr
termo
a
similhante es
tado
de
coisas.
O governo
tem
na
sua
mão
o
remedio;
applieando-o
na
fôrma
indicada
n
’aquelle
artigo
e
também
em
uma
de
minhas
pre
cedentes
cosrespondencias.
daria
cura
ef-
ficaz
ao
mal.
Para
já
deixaria d
’
existir
o
elemento
da
discórdia
e
celeuma
—a
cele
bre
camara
municipal
—
que
está
dando
ao
paiz
um
exemplo
de immoralidade,
por
certo
mais
digno
de
um
tnunicipio
Tune-
sino.
Mas
o «governo
justifica,
no
modo
como se
ha
n
’
esta
triste
pendencia,
o
caso
de
incrédulo
que
chegou
ao
principio
da
ponte
velha
sobre
o precipício,
e
tendo
de
a
passar
no
que via
risco,
houve
de
crer
em
alguma
coisa,
e
então
passou-a
dizendo
—
Deus é
bom,
o
diabo
não é
máo.
A
cadeia
intrincada
da
política
do
sis
tema
é
assim.
O jogo
torpíssimo
com
esta,
e
aquella
influencia
que
póde
actnar
n
’
u-
tna
próxima
eleição
de
que
dependa
a con
servação
no Consulado,
e
assim
com
in
decisões e
tergiversações,
sustentam-se
a
andacia
e
pedantismo
da
camara,
em
vez
de se adoptar
uma
medida
energica
que
fizesse
devolver
aos
penates
e
ás
espelun
cas
maçónicas
os vereadores
paparretas
e
ineptos
que
estão
fazendo dos pelouros
o
joguete
de
suas
ambições
nefastas
e
de
uma
politica
anarchica e dissolvente.
—
O
«Diário de
Noticias»,
jornal
que
se
inculca
urbi
et
orbi o
slenlor,
o
san-
tarrão da
imprensa,
continúa
com suas
pi
cuinhas
sob
a
capa
hypocrita
das
—
noti
cias. No
numero
de
honlem
reproduz
de
uma
correspondência
de
um
peregrino, de
Roma
para
a
«Palavra»
um pequeno
ex-
cerpto,
que
assim
isolado
e
com
o
saine-
te
noticioso do
malévolo
incolor,
revelia
alguma
impropriedade
de
figuras
e
outras
circamstancias
a
darem margem aos
com-
mentarios
da
seita. O
incolor
faz
de
sa
cador
n
’
estes
exercicios
da
canzoada
re
volucionaria;
de
accordo
com
os
collegas
commercieiros
e democratas,
levanta
as pia
das
palpitantes,
que
servem
a
estes
de
the-
ma
para
as vaias
e
pachouchadas
que
aven
tam
logo
com cynico
desmascaro.
Não sei
se
estes
são
mais
perigosos
e
dignos
de
censu
ra,
se
o
hypocrita
e
repelente
papelucho
dos
Calafates,
guerreando
á
surdina
sob
a
fôrma noticiosa,
e
depois
das
laudatorias
chronicas
dos
Santos
com
que
todos os
dias
precede
o
seu aranzel
de
bernardices.
—
Pagamos a uma
policia numerosa,
blasona-se
ahi
de uma
civilisação
irnrnen-
sa,
mas
a
despeito
de
tudo
isto
os
crimes
a pleno
publico
succedem-se
com
uma
vertiginosa
celeridade.
A
faca
e
o
pau são
o
argumento
de
uma
numerosa
roda
de
desordeiros
que
infesta
esta
capital
Ainda
não
tínhamos
acabado
de
registar
um
tiro
á queima-roupa,
que
no
sitio
de Chellas
deram em
Antonio
Augusto, veio-nos
a
noticia
da
morte
de
José
Antonio,
e
es
pancamento
com gravidede em
Daniel
—
á
paulada
no sitio
da
Junqueira.
Além
des
tes
crimes
de
maior
gravidade occorridos
em
dois
dias,
abundam
outros,
e
tudo
isto
provem
da
educação
nefasta
que
os
go
vernos d’
agora aproporcionam
ao
povo,
e
do
desvio
da
policia
do serviço para
que
ella
é
destinada
e
lhe pagamos.
—Estamos
sob
o
rigor
de
um calôr
tropical. Oxalá
que
esta
temperatura,
por
certo
muito
tendente
a
angmentar
na
es
tação
para
que
vamos,
não
venha
aggra-
var
o
ponco lisongeiro estado
sanitario
da
capital,
para
que
concorre
o
desleixo
do
município
e
dos poderes,
públicos,
que
descuram
completamente
este momentoso
assumpto
da
bygiene
publica.
M.
COBRE8POSDEXCIA
GAZETILHA
Viselia, 8.
Hoje,
cerca
do
meio
dia,
entrou
n
’es-
ta
povoação o
exm.°
marquez
de
Vallada,
governador
civil
d
’
este
dislricto,
acompa
nhado
de
um
brilhante
séquito,
e
com um
explendor deslumbrante,
que
esta
terra
ha
muiio
não
vira,
e
porisso
se
esmerara
em
lhe
fazer uma
recepção
condigna.
Sua
ex.
a
hospedou-se
no
hotel
—
Cru
zeiro
do
Sul
—
onde
o
snr.
Caídas,
de
Gui
marães,
e
vários
proprietários
de
Visella
lhe
mandaram
preparar
um lunch.
O
hotel
es
tava
todo
embandeirado,
bem
como
toda
a
estrada,
que
attravessa
esta povoação. Sua
ex.
a
foi
recebido
com
um
chuveiro
de
flô-
res
e
ao
som
d
’
uma banda
de
musica,
que
o
acompanhou
sempre
até
á
hora
da
par
tida,
tocando
o
hymno
de
D.
Luiz.
Visitou o
novo
estabelecimento
dos
ba
nhos,
a
egreja
de
S.
João, a residência
parochial
e
a
casa
do
snr
Freitas
no
lo
gar
do
Mourisco.
S.
ex.
a
viu e examinou
tudo,
e
escutou
com
a
maior bondade
e
attenção
os
pedidos,
que
lhe
foram feitos
sobre
as
necessidades
d
’esta terra.
Na
ver
dade,
é
um fidalgo,
que
não
sô
prende
as
inlelligencias, mas
lambem
os
corações.
Parece
que
altende mais
aos
pobres
e
pe
quenos
do
que
aos
ricos
e
grandes;
eis
os
motivos
das
suas extraordinárias
sim-
pathias.
Mas a sua
entrada,
a
mais
solem-
ne,
alegre
e
commoVente
foi
na
aula da
mestra
regia
da
freguezia
de
S.
João.
Duas
alas
de
meninas
com
taças
de
ílôres
espe
ravam á
entrada
a
elle
e
á
sua
comitiva.
Entrado
na sala
da
aula,
em
presença
das
alumnas,
sua
ex.
a
logo
pediu
licença
para
fallar
á multidão,
que o
cercava
com
a
simpathia
nos
lábios. Fallou
de
improviso,
eloquenlemente
e
de
relance
sobre
a
boa
educação.
Em
seguida
uma
das
meninas
entre
gou-lhe
um lindo
bouquel,
e
pronunciou
um
breve
discurso,
a que sua
ex.
a
res
pondeu
eloquentemente,
agradecendo.
Outra
alurnna
leu em
nome
de
sua
professora
um breve
discurso,
que
em
se
guida
expômos
por
ser
notável.
S.
ex.
a
agradeceu
de
novo com
palavras tocantes
e eloquentes.
Emfim,
s.
ex.
a retirou-se
coberto
de
ílôres,
e
satisfeitíssimo
por
tantas
provas
de
amor,
respeito
e
simpathia.
Eis
o
discurso
da
alurnna, escripto
pela
sua
professora:
«Exm.°
snr.<=-A
Mestra
Regia da
fre
guezia de
S.
João
d
’
esta
povoação
e
suas
alumnas,
vem,
por este
meio,
felicitar a
feliz
vinda
e
chegada a
esta
terra
do
di
gníssimo
Chefe
do
Dislricto,
e
do
mais
fa
moso
e
mais
nobre
dos
fidalgos
portugue-
zes,
pela
sciencia
e
pela
virtude.
Ouvindo
fallar
da
bondade,
sabedoria
e
religião
de
V.
Ex.
a
vem,
com
grande
con
fiança,
expôr-lhe
as
suas
necessidades
;
e
espera
ser altendida :—
trabalha,
sem
des-
canço,
na
educação moral,
civil
e
religio
sa das
suas
alumnas, para
bem
d
’
ellas,
das
suas famílias,
e
por
consequência da
sociedade
em
geral,
o
que
póde
ser
attes-
lado
pelo
publico
são
e sensato
d
’
esta
ter
ra.
Em
recompensa
de tão
espinhoso
e
insano
trabalho
só recebe
espinhos
e
co
lhe
ingratidões.
Além de
lhe
faltarem
os
meios
pecu
niários
da
parte
do
Thesouro
Publico
para
viver
honesta
e
convenientemente,
vive
n
’
uma
casa
acanhada
e
sem
as
condições
higiénicas,
representadas
pela lei. São
nu
merosas
as
suas
alumnas,
e
para
as
educar
em todas
as
partes
óu
instrucção, tem
uma
irmã,
que
a
coadjuva;
mas
esta
nada
re
cebe
dos
seus
incessantes
trabalhos
nem
do
Governo,
nem da
sociedade.
Roga, emfim,
ao
mais
respeitá
vel
e
famoso
dos
Governadores
Civis
d
’este
Dislricto
—
primeiro:
o
melhoramento
da
casa
em
que
vive
-
segundo
:
um
subsidio
do
Governo
para
a
sua irmã
e
ajudan
te
—
Rita
de
Jesus
Pereira
de
Cas
tro.
Festa
esplendida.
—
Domingo
have
rá
na
linda
capella
de
N. Senhora
A
Branca,
d
’
esta
cidade,
uma
brilhante festa
ao
Coração
de
Maria.
A
’
s
11
horas
da
manhã
cantar-se-ha
Tercia
a
instrumental.
Em
seguida
haverá
missa
solemne,
cuja composição
musica
é
trabalho
do muito
habil
artista
o snr.
Antonio
Fernandes
Campos,
executado
pela
orchestra
dos
snrs.
Luiz
Baptista
e
Esmerizes.
A’
s
5
e
meia
horas
da
tarde
haverá
sermão
prégado
pelo revd.
0
padre
Marnôco.
Depois
seguir-se ha
um Te~Deum.
Dizem-nos
que
o
altar
da
Virgem es
tará,
mais
que
nos
annos
anteriores,
pri
morosamente
adornado.
E
’
inquestionável
que
a
Imagem
é
bella,
o
altar esplendi
do,
e os
cultos
tributados áquella
Ima
gem
deslumbrantes.
Graças
ao
virtuoso
e
illustrado
capel-
lão
o
revd.
0 Ambrosio Fernandes
d’
Arau-
jo,
e
aos
zelozos
serviços
de
tantos
de
votos
o
Mez
de
Maria
celebrado
n
’
aquella
egreja
foi
edificante.
ISoirée em Ctuimar&es.—
A
soirée
que
os
ex.
mos
viscondes
de
Lindoso
offe-
receram
ao
snr.
marquez
de
Vallada,
por
occasião
da sua
visita
a
Guimarães,
e
que
alli
se
realisou
no
dia
5,
esteve
de
todo
o
ponto
esplendida,
e
digna
do
no
bilíssimo
visitante.
O
palafeete estava
adornado
com
pri
mor.
Em
frente
d
’elle
uma banda
de
mu
sica
desempenhou
até
alta
noite
varias
peças.
Concorreram
a
esta
brilhantíssima
festa
umas
40 senhoras
das
mais
qualificadas
de
Guimarães
e
de
fóra,
e
uns
60 ca
valheiros
da
melhor
sociedade,
entre
os
quaes
se
notavam
alguns
ex-governadores
civis
d
’
este
districto,
o
commandante
e
toda
a
ofTicialidade
do
corpo
alli
estacio
nado.
Antes
de
começar
a
dança,
a
orchestra
tocou
um
bonito
hymno
dedicado ao
il-
lustre
marquez.
Rompeu
a
dança
por
uma
quadrilha
em
que
o ex.n,
°
marquez
de
Vallada
dan
çou
com
a
ex
ma
D.
Magdalena
Carotina
de
Bourbon
Peixoto,
filha
do
ex.
mo
vis
conde
de Lindoso,
que
com
a
ex.
raa
D
Adelaide
Menezes
eram
vis-a-vis.
Na 2.
a
quadrilha
o
snr. marquez
dan
çou
com a
ex.
ma
D.
Chrislina
Martins
Minotes,
tendo
por
vis-a-vis
o
conde
de
Villa
Pouca
e
a
ex.
ma
D.
Emilia
Simões.
Na
3
a
quadrilha
o
snr.
marquez
dan
çou
com
a
ex.
‘
"
a
D.
Chrislina
Prelada
e
teve
por
vis-a-vis o
esperançoso
joven
visconde
de
Lindoso,
Gonçalo,
e a
ex.
ma
D.
Ismenia
de
Castro.
Na
4.
a
quadrilha
o
snr.
marquez
dan
çou
com
a
ex.
ma
D.
Maria
Francisca de
Souza
Bastos
Felgueiras,
tendo
por
vis-a-vis
o
administrador
do
concelho
e
a
ex.
ma
D.
Chrislina
Martins.
O
serviço
foi
o
mais
mimoso,
delica
do
e
profuso,
e
tudo
correu
o melhor
jossivel.
A
soirée
acabou
já
alto dia.
Foi
uma
noite
verdadeiramente
feliz.
Iloviniento
do Hospital de
S.
itlareos.—
Doentes
existentes
em
3
de
unho:
85 homens
e
124
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
18
lomens
e
29
mulheres.
Sahiram:
17
homens
e
24
mulheres.
Falleceram:
1
homem
e
3
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
9
de
ju
nho:
85
homens
e
126
mulheres.
Conferencia
Citaniense.—
Vamos
referir,
com a
brevidade
possivel,
a
Con
ferencia
da
Citania,
que se
realisou
no
sabbado passado.
Reuniram-se
nas
Taypas
os
snrs.
mar
quez
de
Souza
Holstein,
Augusto
Soro-
menho,
Gervasio
Lobato,
Possidonio
da
Sil
va,
Teixeira
Aragão,
de
Lisboa;
Luciano
Cordeiro
e
Apolino
da
Costa
Reis do
«Com
mercio
Portuguez»,
Manoel
Maria
Rodri-
drigues do
«Commercio do
Porto»,
do
Porto;
Pereira-Caldas,
visconde
de
Pindella
e
seu
filho
Vicente
Pindella,
Fernando
Castiço,
Jeronymo
Pimentel,
Thomaz
Bran
Por
tão
grandes
benefícios,
eu
e
minhas
alumnas
não
ces
sarão
de
rogar
a
Deus
pela
conservação
da
vida
de tão
nobre
e
tão
bondoso
Gover
nador
Civil.
A
Mestra
Regia,
Gertrudes
Julia
Pereira
de
Castro.
co,
Julio
Celestino,
Pinheiro
Torres,
An
tonio
Brandão, Adolpho Pimentel, Alfredo
Campos,
Dias
Freitas
da
«Borboleta»
de
Braga;
dr. Francisco Sarmento,
padre
Caídas, Vasco
Leão dr. Pestana
Queiroz,
da
«Religião
e
Patria»,
<ie Guimarães;
visconde
da
Torre
das
Donas,
Camara
Leme,
delegados
do
Centro
Arclieologico,
de
Vianna;
dr.
Simões,
dr.
Assis,
de
Coim
bra;
Simões
Rodrigues
de
Penaíiel.
Nas
Taypas,
uma
commissão
composta
do
snr.
deputado
Vasco
Leão,
presidente
da
camara
e
d-elegado Pestana,
convidou
os
conferentes
e visitantes para
um
baile
que
teve
logar
á
noite desse
dia.
Todos
estes cavalheiros
se
dirigiram
em
seguida
para
o monte
da
Citania,
cuja
ascenção
começou
ás
10
horas.
A’ entrada
do monte
achava-se
levan
tado
um
bonito
arco
de
murta
e
flores,
junto
do qual
uma banda
de
musica
to
cou
o
hymno
da
Independencia
nacional
e
se
queimaram
muitos
foguetes. Duas
alas
de lavradeiras
cobriram
de
flores
os
visitantes,
á
entrada
do
arco.
Os conferentes
demoraram-se
largo
es
paço
de
tempo
ouvindo
com
enlhusiasmo
as
harmonias
musicaes,
saudando
com
pal
mas
no
fim
a
lembrança
feliz
e
arrou-
badora
dos
sons
escutados.
A
’s
2
horas da
tarde
interrompeu-se
a
visita
ás
ruinas,
sendo
então
servido
um
magnifico
lunch,
debaixo
d
’
um
pavilhão
elliptico no
cimo do monte.
O
serviço
foi
variadíssimo
e
profuso. Fizeram-sé
nume
rosos
brmdes,
sendo
o
do
explorador
be-
nemerito
d
’
aquellas
ruinas
o
snr.
dr.
Mar
tins
Sarmento
aos illtislrados
visitantes;
do
snr.
marquez
de
Sousa
agradecendo
em
nome
de
todos
ao
snr.
Sarmento;
do
snr.
Luciano
Cordeiro
á
cidade
de
Gui
marães;
do
snr.
Vasco
Leão
agradecendo
o
brinde
do
snr. Cordeiro;
do snr.
Pe
reira-Caldas
ao
snr.
Sarmento,
e
á
prospe
ridade
e
desenvolvimento
da
Atheneu
ar-
cheoiogico
de
Braga,
e
outro
no
liin
do
lunch
á
cidade
de
Guimarães
como
patria
do
primeiro
trovador
portuguez,
etc.
Terminado
o
lunch,
durante
o
qual
tocou uma
banda
de
musica,
continuou
a
visita,
que
se
prolongou
até
ao
cair
da
tarde,
seguindo
então
os visitantes
para
Guimarães.
E’
indiscriptivel
o
enlhusiasmo
que
reinou
n
’esia
festa
scienlifica, e
o
modo
porque
os illustres
conferentes
foram
re
cebidos
em toda
a
parle.
Ao
chegarem
os
conferentes
ao
hotel
do
largo
da
Oliveira, recebeu-os
fiarmo-
niosamente
uma
banda
de
musica.
Seguiu-se
quasi
logo o baile d
’
honra,
que
a cidade
do
berço
da monarchia
of-
fereceu
aos
mesmos
conferentes
no
pala
cete
do
snr.
Martins
Sarmento.
Descrever
as
loilletes, a animação
e
enlhusiasmo
das danças,
e
a
profusão
do
serviço
grandioso, era
assumpto
para
uma
noticia
especial
e
de
longo
folego.
E
’
dif-
ficil
igualar-se
qualquer
d
’eslas
especiali
dades:
excedel-as
é
impussivel.
No dia
immediato,
19,
houve
á
noite
uma animadíssima
conferencia
na
bibliothe-
ca
do
indefesso
explorador das
ruinas
da
Citania. Tomaram
parle
n
’
este
convívio
brilhantíssimo
os
snrs.
marquez
de
Sousa,
e
Luciano
Cordeiro,
na qualidade
de
elei
tos
como
presidente
e
secretario:
e
de
pois d
’
elles
os
snrs.
Martins
Sarmento,
Teixeira
Aragão,
engenheiro
Delgado,
dr.
Simões,
Pereira-Caldas
e
Augusto
Soro-
menho,
succedendo-se
cada um
d
’
esles
em
replicas
successivas,
expostas
com
a
de-
licadesa
que
é
própria
dos
congressos
no
estrangeiro.
Eram
duas
horas
da
noite
quando
ter
minou
esta
conferencia,
que
será
sempre
memorável
como
uma
das mais
distinctas
na
sua
especie.
Terminou
com
a
discussão
d
’uma
pro-
>osta
do
snr.
dr.
Pereira-Caldas
ácêrca
da
creação
d’
um
centro archeologico portuguez
na
cidade
de
Guimarães,
sob
a
presidên
cia
do
cidadão
benemerito
e
prestante o
snr.
Martins
Sarmento.
O snr.
Augusto
Soromenho
propoz,
com
applauso
geral, que
a
instituição
fosse
denominada
Associação
Archeologica
Mar
tins
Sarmento:
ao
que
o snr. Pereira-
Caldas respondeu, invocando
o testimunho
do
snr.
Martins
Sarmento,
que
fora
sem-
ire
esse
o seu
desejo
cordeal,
e
que
só
ior obedecer
como
amigo dedicado
ao
mesmo
snr.
Sarmento,
é
que
tinha
mu
dado
essa
mesma
denominação
proposta
de
novo,
pela
de centro
archeologico,
de
que n
’um
brinde
no
lunch
tinha
distri-
luido
o
projecto
d
’
estatulos.
Muito
haveria
que
dizer
e
com
sobra
da
honra
em
relação
a
esta
conferencia
archeologica,
em que os
illustres conte-
Vaticano.
—
Escreve
um collega:
0
Papa
no
dia 31 de
maio recebeu
deputações
da diocese de
Palermo
e
dos
benediclinos
de
Monreale,
e
deu
audiência
aos peregrinos fraucezes
de Bourges,
Poi-
tiers,
Perpignan
e
Troyes.
0
clero
offe-
receu-lhe
5
preciosos cálices,
além
do
costumado
obolp.
No
dia
1 de junho
tiveram
audiência
os
peregrinos
de
Calcuttá,
que
offereceram
um
exemplar dà
sua
allocução
em
perga
minho,
illumiriãda,
uma
magnifica
cruz
peitoral
com
31
grandes
diamantes
e
uma
cadeia
de
ouro
macisso.
Depois
recebeu
deputações
de
varias
dioceses
italianos
e peregrinos
francezes
de
Nantes,
Aix
e
Santo
Estevão.
Diz
um
telegramma
de
Roma
que
no
iroximo
consistorio
serão
nomeados
car-
leaes
dois
prelados
austríacos,
um
prelado
francez
e
um
prelado
italiano.
Viagent»
interessantes.
—
Estão
agora
em
moda
as
grandes
expedições.
Além
das emprehendidas
por
francezes
e
americanos,
annuncia-se
uma
nova expe
dição,
que
deve
partir
de
Londres
e
que
durará
nove
mezes,
diz
o
«Commercio
Por-
tugu-z».
Eis
o seu
itinerário:
Burdeus,
Corunha,
Vigo,
Lisboa,
Ca-
dix,
Gibraltar,
Tanger,
Argélia,
Barcelo
na,
Génova
Spezzia,
Nápoles,
Messina,
Malta,
Pireo,
Constantinopla,
Smyrna,
Jaf-
fa,
Alexandria,
Egyto
(visitando
as
pyra-
mides
e
liltoral
do
mar
Roxo), índia.
Indo-China,
China,
detendo-se
em
S. Fran
cisco
o
vapor
para
que
possam os viajan
tes
percorrer
o
continentes
americano,
e
recebendo
bilhetes
gratuitos para irem
era
caminho
de
ferro
até
New-York, re
gressando
a Inglaterra
depois
do
visitarem
as
Antilhas
e
os
principaes
portos
do
lil
toral
da America do
Sul.
0
preço
da
passagem é
de
500
libras
sterlinas,
comprehendendo
lodos
os
gastos,
menos
vinhos
e licôres.
Cominereio das ostras.—
Etn
Ca
lais
ha
durante
a
estação
própria
oito
na
vios
que
se
entregam
á
pesca
das
ostras,
recolhendo
termo
medio
600:000
a
620:000,
que
logo
são
vendidas
ao
preço
de
35
a
40
francos
o
milhar
grande
(1:210
exem
plares).
Na
ilha
de
Re
(iramediata
ao
de
partamento
do
Charente
inferior)
mais
de
1.000
operários
se
entregam
a
esta indus
tria
existindo
3:000
piscinas
que produzem
30
e 35
milhões
de
ostras,
dando
as
de
Marennes
uns
80
milhões.
Em
Inglaterra,
para
explorar
este
ra
mo,
existem
varias
sociedades
que obtéem
grandes
productos
em
proveito
dos
cria
dores;
mas
na
America
é
onde
se
faz
em
grande
escala
este trafico.
Os centros principaes
são:
New-York.
onde se
vendem
ao anno
1:200
milhões;
Ballimore.
700; Philadelphia.
500; Tair-
haben,
400;
e
Richmond,
200; termo
me
dio
ao
anno
4:000
milhões.
Etn
New-York
sómenle,
o
consummo
diário
ascende
a
quatro
milhões
de
os
tras.
Newhaven
é
o
centro
da
principal
producção,
preparando-se
alli
latas
de
carne
de
ostras,
para
cuja
extraeção
das
conchas
ejnprega
uma casa, das muitas
que
se
entregam
a
industria,
cem
mulhe
res,
e
tem
fretados para
o
trafico
vinte
navios.
A
França
consome
as ostras
produzi
das
em
suas
costas,
sobretudo
nas
da
Oc
cidental,
sendo
preferidas
as
canrales
e
morenrs.
A
Bélgica
possue
as
de Ostende.
A
Inglaterra, as da
ilha
de
Kayling
e de Milton,
sendo as
carlinfords
da
Es
cócia
reputadas
como
as
melhores
do
mundo.
A Allemanha
consome
as das ilhas
Lyls
e
Taer.
Em
Hespanha
ha lambem
boas
clas
ses,
occupando-se
em
estudar
a
explora
ção
das
costas
da Galiza o
naturalista
Graells.
Luz
electriea.—
Fizeram-se
em
Pa
ris
curiosas
experiencias
da
illuminação
com luz
electrica
na
exposição
de belías
artes.
O
exito
foi
satisfactorio,
e
se'se
consegue
vencer
se
certas
inconveniências
d
’
instaIlação,
o
publico
poderá
visitar a
exposição
de pinturas
taflto
de
noute que
de
dia.
Terrível
ineendio.—
Um
incêndio
cuja
causa é
desconhecida
acaba
de
des
truir
uma
parte
da Manufactura
de
taba
cos.
em
Veneza.
As
perdas
são
avaliadas
em
650,000
francos.
Reeeiava-se que
es
te
sinistro
reduzisse
á
miséria
1.800
ope
rários;
mas
o
director
fez evacuar
d’outros
locaes,
e
o
trabalho
recomeçou
no
mesmo
instante.
rentes
vieram
dizer
a
primeira
palavra
da
sciencia,
com
os
auspícios
mais brilhantes
que
é
possível phantasiar-se.
Visitas.—
No
dia
6
o ex.
mo
marquez
de
Vallada
visitou
em
Guimarães
a
Colle-
giada,
Camara,
cadeia
e
hospitaes
de S.
Francisco
e
S. Domingos, hospital
da
Misericórdia, Asylo de
Santa
Estefania,
repartições
publicas,
o
Asylo
da Mendi
cidade,
e collegio
dos
surdos-mudos etc.
Em
quasi
todas
estas visitas
fez
excellen-
tes
discursos,
e
deixou
varias esmolas.
Os
vimaranenses Gearam
encantados
cot
n
a lhaneza
e
inexcedivel cavalheiris
mo
do
nosso
governador
civil.
Subsidio da Sliilla da
Cruzada.
—
S. exc.
*
o
snr. arcebispo
nomeou
por
portaria
de
11
do
corrente
uma
commis-
são
composta
do
revd.
0
conego
honorário
Antonio
Francisco
Pereira
d’
Almeida
Cou-
tinho,
e
dos
presbyteros
Antonio
Joaquim
da
Conceição
e
Silva,
e Francisco
da
Vi-
sitação,
para fazerem
a
distribuição
das
quantias,
paramentos
e
alfaias
com
que
foram
contempladas
as
freguezias
seguin
tes:
Arcyprestado
de
Amarante.
—
Candomil,
Passsinhos,
Sanche
e Varzea.
Arcyprestado
de
Amares.
—
Balança
e
Valdozende.
Arcyprestado
dos
Arcos.
—Aguião,
Gui-
Ihafouce,
Penascaes e
Villa
Chã.
Arcyprestado
de
Barcellos.
—
Areias
e
Villar
de
Frades,
Palme
e
Santa
Maria
Maior.
Arcyprestado de
Barrosas.
—
Codêços.
Arcyprestado
de
Braga.
—
Espqrões,
S.
Pedro
de
Maximinos,
Penso
e
Villa Cova
ie
Morreira.
Arcyprestado
de Caminha.—Arga
e
No-
gieira.
Arcyprestado
de
Chaves.
—
Arcossó,
Er-
videdo,
Faiões,
Loivos, Serapicos
e Ta-
ztn.
Arcyprestado
de
Guimarães.
—
Brito,
Ffebordões,
S.
Paio
de Guimarães
e
Urgezes.
Arcyprestado
de
Mogadouro.
—
Mogadou-
r,
Vatle
da
Madre,
Valle
do
Porco,
Valver-
e
e
Villa dos Sinos.
Arcyprestado
de
Moncorvo.
—
Assureira,
Jessagães,
Prado
e
Vide.
Arcyprestado
de
MonfAIegre.
—Pondras,
Eiigoso
e
Villar
do Porro.
Arcyprestado
da Povoa
de
Lanhoso.
—
Cmpo, Covellas,
Ruivães
e
Salamonde.
Arcyprestado de
Ponte
do
Lima.
—Ri
fai
ra.
Arcyprestado
de
Valença.
—Infesta
Arcyprestado
de
Vianna.
—
Porlella
Su-
s».
Arcyprestado
de Villa
do Conde. —
Binz.
Arcyprestado
de
Villa
Flor.—Freixiel,
Vias
Boas,
Villa
Flor
o
Val-Frechoso.
Arcyprestado
de Villa Nova
de
Fama-
ca. —
Èsmeriz,
Palmeira
e
Riba
d’
Ave.
Arcyprestado
de
Villa
Real
e Alijó.—
Crlâo,
Mondrões e
Lamas
d’Ollo.
Arcyprestado
de Villa
Verde.—
Prado.
Homenagens
a
Pio IX. —
Lê-se
na
«fpinione»
de
25
do
mez
passado:
Mediante
um
bilhete
que nos
foi
offe-
rcido visitamos esta manhã,
no
Vaticano,
a
exposição
dos
objectos
oílerecidos ao
fapa
na occasião
do
seu
jubileu
episco
pal.
As
galerfas
destinadas
á
exposição
fo
ram
as
chamadas
salões
das
cartas
geo
gráficas,
vastos
recintos,
que
no
entanto
não
bastaram
para conter
as
offertas
que
trouxeram
os
peregrinos.
Estes
objectos
são
na
maior
parte
consigrados ao
culto,
e
consistem
n
’
uma
grande
porção
de
ca
sulas,
eslolas,
mitras,
ect.
As
oflertas p
rticulares
estão
divididas
por
diversos
compartimentos,
etn
que
se
vêem
inscriptos
os nomes dos
paizes
de
que
ellas
são.
E
’
considerável
o
numero
dos
cálices,
ciborios,
thuribulos,
cruzes,
missaes,
can
delabros,
anneis,
quadros
e
breviários.
No
meio
de
mil
coisas igualmente apreciáveis,
notei
dois
vasos magníficos
de
Sévres,
de
que
sahern
dois
bouquets
de
açucenas
de
prata
com
as
pétalas
douradas;
alem
d’is-
so,
algumas
estatuas,
um
sino,
uma
pe
quena
machina
de
ralar
queijo,
e
não
sei
quantos salchichões
de
Bolonha.
Ao
lado,
havia conservas
e excellentes
yinhos.
Os
soldados
da guarda
pontifícia
offere-
ceram
uma
espada
com
bainha
de
velludo
vermelho
ricamente
bordado,
que
se
via
ao
pé dos
vinhos
e
conservas.
Mais
longe,
admiravam-se duas
poltronas
de
madeira
dourada,
uma
das
quaes
tem
no
cimo
as
armas pontifícias,
em
mosaico.
A
tapeça
ria
do
espaldar,
que
foi
offerecida
pelo
marechal Mac-Mahon
e representa a Cari
dade,
é
slupenda
(textual).
®
Veaiivío.
—
O
professor
Paimieri
faz
a seguinte
communicação
aos
jornaes
de
Nápoles;
«No
fundo
da
nova
cratera
do
Vesuvio,
formou-su
um
cône
cujo
cu
me
lança
com
um certo
vigor
numerosos
projelis.
Da
base,
correm
por
intervallos
rios
de
lava
qua
ficam
no
interior
da
cratera.
Os
que
querem
vêr
estes
feno-
menos
devem
penetrar
na
cratera
de
1872».
Guerra <1® Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
segtiern:
A marcha
dos
russos
continua
lenta.
Segundo
um
telegramma
dos
montenegri-
nos,
os
turcos
foram
batidos
em
Kukes-
senk,
tendo
uma perda de
5:006 ho
mens.
Berlim 10
—-Assegura-se
que
a
carta
do
príncipe
de
Go.rtsch
>koff,
da
qual
foi
portador o conde
Schowaloff,
não
contém
cousa
alguma
inquietadora.
O
imperador
Alexandre,
fallando com
vários
oíliciaes
em Ciebnitz,
disse
ter
es
perança
de
que
a
Allemanha
não
terá
guerra
durante
muito
tempo,
pelo
menos
emquanto
elle, imperador,
viver.
Vlenna
10
—
A
«Imprensa
Russa»
diz
que
os boatos
indicara velleidades
da
Tur
quia,
a
qual
não
pede
a
paz,
mas
annulla
a
própria
confiança.
Informações
ottomanas
dizem
que
os
turcos
continuam
avançando
nas
operações
contra
o
Montenegro.
Roustschouk
10
—Os russos
com refor
ços
consideraueis
eslabeleceram-se
a nou
te
passada
na
ilha
Slochan,
onde
eleva
ram
fortificações.
Os
turcos
romperam
o
fogo.
As
tropas
russas
caminharam
avan
çando
pela
margem
esquerda
do
Danúbio
com
muita
arlilheria
e cavallaria
e
foram
obrigadas
a
retirar
fóra
do
alcance
dos,
canhões
turcos,
mas
estão
levantando
no
vas
baterias.
Crê-se
que
os
russos
procurarão
passar
o
Danúbio n
’esta direcção.
A
’ caridade
publica.—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
a
infeliz Anna
Joaquina de
Passos,
moradora
na
rua
de
S.
Gonçalo,
n.°
II,
a
qual,
na
avançada
edade
de
80
annos,
se
acha
entrevada,
e redusida
a
penúria
extrema.
ACtRASKWIÍilStO.
Os
devotos
do
SS.
Rosto
do
Sonhor,
venerado
na
capella
de S. Miguel-o-Anjo,
agradecem
profundamente
á
ill.ina
Meza
que da
melhor vontade
se
dignou
empres
tar
todas
as
alfaias
da
casa,
para
a
fes
tividade
d
’
aquella
veneranda
eíligie:
agra
decem
lambem
ao
revd.
,n0
snr.
padre
José
de
Vasconcellos
Rodrigues
o
ter
acceitado
o
convite
que
os
mesmos
lhe
fizeram para
cantar
a missa
e
entoar
o
Te-Deum,
o
que
tudo
fez gratuitamente.
Agradecem
igualmente
a
todas
as
pes
soas
que
com suas esmollas
e
trabalhos
concorreram
para
a
festividade.
AGK AHECIHEJUTO
Os
devotos,
e
promotores da
festivida
de
do
SS.
Rosto,
que
está
collocado
na
rua
de
N.
Senhora
do
Leite (alraz
da
Sé),
não
podendo
pessoalmente
agradecer
a
to
das as
pessoas
que
os
coadjuvaram
com
os
seus
serviços
e
esmdlas,
para
tornar
mais
esplendida
a
festividade
que
teve
lo-
gar
no
dia
29
de abril, na
real
capella
da Misericórdia, significam
por
este
meio
o
seu
agradecimento
a
todas
ellas,
e es
pecialmente,
ao
exm.°
snr.
commendador
Manuel
Juslino
Marques
Murta,
que,
como
D.
provedor,
lhes
franqueou
em
beneficio
da
devoção
não
só a
egreja
como
todas
as
alfaias
necessárias;
ao
rev.°
padre
Jo
sé Maria
de
Lacerda,
D.
capellão-mor,
que
se
prestou
da
melhor vontade
a
celebrar
gratuitamente
a
missa
capitular, e
o
Te-
Teurn
e
acompanhar
a
procissão
;
ao snr.
padre
Luiz
Gomes
da
Silva,
que
gratui
tamente
acolylou
a
missa,
e
á
irmandade
das
Almas da
Sé,
que
de
muito
boa
von
tade
se
dignou
acompanhar
a
procissão,
tornando-se
mais
grandioso e
respeitável
aquelle
aclo.
Assim
como
agradecem
á
«Philarmo-
nica
Bracarense»,
o
bom
desempenho
do
que
haviam
tratado
para a
dita
festividade,
como
acompanhar
a
procissão
gratuita
mente.
A
todos
o
nosso
mais
profundo
reco
nhecimento
e
gratidão.
Braga
12
de
junho
de
1877.
(282)
BANCO
COMMERG1AL
DE
COIMBRA.
Sociedade
anonyma de
responsabilidade
limitada.
Resumo do
aetivo e passivo em
3® de
maio de 189 9
Aetivo
Accionistas.........................
Acçôes
de
Bancos
e
Com
panhias
........................
Acções
para
emittir. .
Caixa..................................
Contas
correntes
.
.
.
Créditos.............................
Despczas
d
’installação. .
Diversas
contas
devedoras
Empréstimos
a
Camaras
Muoicipaes
........................
Empréstimos
hypothecarios
Empréstimos
s.
penhores.
Letras
em carteira
.
.
.
Moveis
e
utensílios.
.
.
Transapções
em
suspenso.
Passivo
Capital
.................................
Depositos
á
ordem.
. .
Depositos
a praso.
.
.
Devedores
e
credores
ge-
raes
...............................
Diversos credores. .
.
,
Dividendos........................
Fundo
de
reserva.
.
.
.
6:4065449
17:342^900
1.700:000^000
7:346^191
.
63:3125243
.
22;85<>5772
1:8845397
.
4:4495602
40:1645713
23:0965000
8:3285001
186:0255429
.
1:6565507
.
5:1765560
2
088 0395764
2.000:0005000
31:6965549
43:4255080
405789
10:3815'191
5735200
1
:9^05055
2.088:0395764
Banco
Coramercial
junho
de
1877.
de
Coimbra,
7
da
Os
gerentes.
Manoel
dos
Santos
Júnior.
(314)
José
Barbosa Lima.
ÃGBADECIMEMTOS
Manuel Joaquim da
Cunha
Vieira
de
Carvalho,
e
mulher,
D.
Maria
da
Gloria,
de
Sousa
Carvalho,
agradecem
em extre
mo
ás pessoas
a
estima
e
consideração
que
lhes
deram
na
occasião
da morte
de
seu
innocente
filhinho
José,
e
se
digna
ram
assistir ao
responso
de
sepultura
no
dia
2
do
corrente
mez
de junho,
protes
tando
porisso
o
mais
vivo
e
eterno reco
nhecimento.
(312)
ANNUNGIOâ
Carreira diaria
Manuel
Rodrigues Santa
Marinha
<fc
C.
a
Antonio
do
Couto,
da
cidade
de
Gui
marães,
fazem
publico
que
abriram
as
suas
carreiras
diarias
em
direitura
de
Braga ás
Cardas
de
Visella
e
vice-versa,
a sair
de
Braga
ás
5 horas da
manhã
e
duas
da
tarde.
Os
bilhetes
em Braga, vendem-se na
casa
do
antigo
e
muito
bem conhecido
Ribeiro
Braga.
Braga 9
de
junho
de
1877.
(319)
Pelos
annunciantes=fíiõeiro
Braga.
Domingos
Ferreira,
morador
na rua
da
Ppnte,
freguezia
de S.
José
de S.
La-
zaro,
d
’
esta
cidade,
faz
publico,
para
to
dos
os
eíTeitos, que
desde
hoje
em diante
se não
responsabilisa
por
contracto
de
qualquer
natureza
que
seja
feito
por
sua.
mulher,
Anna
Maria, da
qual
se
acha
d
’
es-
ta
mesma
data
amigavelmente
separado.
Braga
5
de
junho
de
1877.
Domingos
Ferreira.
Venda
de
casa
Vende-se
uma
na
rua
da
Deveza»
a
S.
João
da
Ponte,
n.° 29,
d
’
esta
cidade.
A
pessoa
que
quizer
com-
pral-a,
póde
tratar-se
de seu ajuste
na
rui
das
Palhotas,
n.°
2.
(304)
Praticante
de pharmacia
Ofiferece-se
um com
5
annos
de
prati
ca
na
província,
que
desejando
seguir a
sua
carreira,
pertende
vir
para
esta cida
de
para
seguir
com
os
seus
estudos.
A
Pharmacia
que
o
pertenda póde
dirigir-se
a
Bento
Marinho
Pereira
Maciel,
pharma
cia
Pereira
Pinto,
Ponte
do
Lima. (295)
LARGO
DE
Í
S.
A
BRAMA,
N.°
4
E
5
Vendem-se
relogios
americanos,
para
sala,
de
2$500 até
5$000 rs.
(320)
IIIJECTION
BROU
lenltk
Infallfr*! yjNNwrvrôTa;
daeolutament»
a unicaqm
enra um
lha
mais
nada.Venda-
se
nas prineipaas
phannacias do inundo. Exigir a |
mslruoçío do uso. (30 afio» de e*tto.)Pari>. casa
do .1.
inv-
Majfenta, tss. Lubta, S' Barreto Loreto 28 » 30.
de
um
gosto agradavel, adoptados com grande exito ha mais de 20 annos pelos
melhores
médicos de Paris; curão os deflussos, gripe, tosse, dores de garganta,
catarrho
pulmonar,
irritações do peito, vias urinarias e da bexiga. Parisi
BLAYN,
Pharmacien h Paris, 7, rue du Marché Saint-Honoré. Preços 540 «
810
reis. Pasta 260 reis,
Em Lisboa : Barreto, e em todas Pharmacias. etc.
Aluga-se
desde
já,
a
uma
familia
de
cente,
com
commodos
para
8
pessoas,
o
2.®
andar
da
casa
reconstruída
de novo
na
rua
de
D.
Pedro
V,
n.°
27. Do
dito
andar
gosa-se
o
que ha
de
mais
bello
e
pittoresco
em
volta
de
Braga.
Tem
entra
da
independente
do
resto
do
edifício,
e
agoa
de
bica.
A
tratar a toda
a
hora na
dita
casa.
»
(306)
A Camara Munieijpal do Conselho
de
líraga,
*
Faz
saber,
que
desde
o
dia
11 do
cor
rente
mez
estará
aberto
o
cofre
Munici
pal
d
’este
Concelho,
por
trinta
dias
suc-
cessivos
(exceptuados
os
sanclificados),
des
de as
nove horas
da
manhã
até
ás
duas
e meia
da
tarde,
para
a
cobrança
volun
tária
da
contribuição
direcla
de
1876-1877,
cujo
praso
findará
em
10
de
julho
pro
ximo
futuro
indefeclivamente.
Os
que
não
satisfizerem
suas
collectas
dentro
do
praso
indicado,
serão
relaxados
administrativamenle,
e
terão
de
pagar
mais
as
custas da execução.
E
para
que chegue
ao
conhecimento
de
todos
se mandou
ailixar
este
edital,
e
outros
do
mesmo
theor,
em
todas
as
pa-
rochias.
Municipalidade
de
Braga
9
de junho
de
1877.
E
eu
Antonio Manuel
Alves
Cos
ta
Escrivão da
Camara o sobscrevi.
O Presidente,
(310)
Visconde
de
Pindella.
Companhia
Edificadora e Indus
trial Bracarense
Sociedade anonyma de responsa
bilidade
limitada
Não
se
tendo
reunido
numero
legal
de
accionistas
para
a
assembleia
geral
ex
traordinária, convocada
para
o
dia
1.
que
devei
ia
lei por
fim
o
discutir
a
refórma
d
’
alguns
artigos
dos
Estatutos,
proposta
pelo
Conselho
Fiscal,
são
de
novo
con
vidados
os
snrs.
accionistas
para
o
dia
16
-do
corrente
pelas
10
horas
da manhã.
O
Presidente d
’Assembleia
Geral,
(308)
José
Maria
Rodrigues
de
Carvalho.
ANNUNC1U
Pelojuiso
de
direito
d’
esta
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do escrivão
José
Firmi-
no
da
Costa
Freitas,
no
dia
1
do
proxi
mo
seguinte
mez
de
julho,
pelas 10
ho
ras
da
manhã,
á
porta
do
tribunal
judi
cial
d’
esta
mesma
comarca,
se
ha
de pro
ceder
á
venda
em
basta
publica
de
duas
moradas
de
casas,
sendo
uma
de
dous
an
dares
sita
na
rua
da
Sé,
designada
pelo
n.°9,
avaliada
sem abatimento d
’
encargos
na
quantia
de 5500000
rs. Outra
morada
de
casas
de
1
andar,
situada
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
freguezia de
S.
Pedro de
Maximinòs,
designada
com
o
n.°
56,
ava
liada
sem
abimento
d’
encargos
na
quantia
de
2000000
rs.
As
quaes
moradas
de ca
sas
foram
duadas
e
hoje
dadas
por
escri-
ptura
publica
ao
Asylo
de
Infancia desva
lida
de
D.
Pedro
V d
’
esta
cidade por
Jo
sé
Antonio
Teixeira
d
’
Andrade
Beserra
e
mulher,
D. Maria Joaquina da
Graça
Cor-
reia
Beserra,
hoje
viuva,
d’
esta
mesma.
Para
constar
se
faz
o
presente
annuncio
que
vae
rubricado
e
verificado
pelo
Doutor
Joaquim
d
’Almeida
Correia
Leal,
juiz de
direito
d
’esta
mesma
comarca.
Braga
6
de
junho
de
1877.
O
Escrivão,
José Firmino
da
Costa Freitas.
Verifiquei
a
exactidão.
«117
Correia
L:al.
A
rmiinteçã<:
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Bra
ga
e cartorio
do
escrivão
do
2.®
oílicio,
João
Marcos
d
’Araujo
Ribeiro,
no
dia
17
domez
corrente,
pelas
10
horas
da
ma
nhãs
na
salla
do
tribunal judiciai,
silo
no
largo
de
Santo Agostinho,
dr
esla
cidade,
aonde
se costumam
fazer
as
arrematações,
tem
de
andar
em
praça
publica,
para
se
rem arrematados,
pelo
maior
lanço
que
for
offerecido, vários
moveis
e
mais
objectos
constantes
de
commodas,
mezas,
cadeiras,
lavatorio,
toucador,
canapé,
louceiro^
qua
dros
com
estampas,
cama,
louças,
caixas,
lençoes,
armario,
bancos,
guardanapos,
toa
lhas,
manias
e
cobertor, dobadoura
e saias;
tudo
penhorado
a
Maria
Ferreira
e
filha
Rosa,
do
campo
dos
Remedios,
d
’
esta
mesma,
na
execução
de solvendo
que
lhes
promove
Antonio
José
da Silva
Mello,
ou
rives
d
’esta
mesma.
Para
constar
se
passa
o
presente
an
nuncio e
vai
verificada
a
sua
exactidão
pelo doutor
Joaquim
d
’Almeida
Corre-a
Leal,
juiz
de
direito
n
’
esta
comarca.
Braga 7
de
junho
de
1877.
O
escrivão,
João
Marcos
d'Araújo
Ribeiro.
Verifiquei
a
exactidão.
(313)
Correia
Leal.
Companhia
Commercial
e Viní
cola
da Bairrada.
Sociedade anonyma de responsa
bilidade
limitada
Capital
R.
s
5:000:6000000
l.
a
Serie
>
500:0000000
São
prevenidos
os
snrs.
accionistas
para
entrarem
com
a 10.
a
prestação
de
10
0
/°
ou
50000
rs.
por acção, desde
o
í.°
até
14 do
proximo
mez
de Julho.
Feito
o
integral
pagamento
com
a 10.a
entrada,
podendo desde
logo
receber
as
acções
diíinitivas.
Os pagamentos
effectuam-se
na
séde
da
Companhia,
na
Mealhada,
e
nos
seus
escriptorios,
Lisboa,
rua
da
Esperança
;
Porto,
rua
de
D.
Maria
II,
n.°
40.
O
presidente
da
direcção,
(297)
Joaquim
Lopes
Carreira
de
Mello.
ATTENÇÃO
Vende
se
uma
commoda
de
pinho
com
quatro
gavetões
e quatro
gavetas
peque
nas,
e
mais
uma
dita
de
castanho
antiga
e um
fugão
de
ferro
de cosinhar
de car
vão
e
lenha,
e
um
relogio
de
salla,
novo,
com
despertador;
quem
pertender
comprar,
póde
fallar
na
rua
de S. Bernabé
n.° 18.
(307)
ATTENÇÃO
Na
rua
do
Carvalhal
n.°
29
sabe-se
quem
vende
ou
afóra
uma
grande
porção de ter
reno
para
edificar
casas
n
’um
dos
melho
res
logares
da
freguezia de
S.
Victor.
Braga
9
de
junho
de
1877.
(309)
L..
J.
Correia
Braga.
Quem
achasse
uma
garganta
de
ouro,
que
foi perdida no
dia 10
do
corrente,
desde
a egreja de
S.
Pedro até meio
da
rua
da
Cruz
de
Pedra, e
a
queira entre
gar,
o
póde
fazer
na
rua
dos
Falcões,
casa
n
0
22, a
Maria
Rosa Vieira,
pelo
que
receberá
alviçaras.
(317)
Uma propriedade
de
casas
na
rua de
S.
Marcos
n.°
52.
A
vêr
e
'ratar
na
mes
ma.
E
’
allodial
sem
pensão
alguma.
(315)
PREVENÇÃO
Bernardina
Lopes
de
Faria,
da
fregue
zia
de
Nogueira,
concelho
de
Braga,
com
petentemente
auctorisada
por
seu
marido,
Manuel
José
Gonçalves,
intenta
provar
em
juiso
que tem
direito aos bens
que
seu
pae
Francisco
Lopes
de
Faria,
possuia
nas
freguezias
de
S.
Payo
de
Pouzada,
e
S.
Salvador
de
Dornellas.
Porisso.
e
para
que ninguém possa
allegar
ignorância, faz publico
que
é
nullo
todo
e
qualquer
contracto
que
sobre
os
mesmos
bens,
porventura,
se
faça
com o
Reverendo Reitor
de
S.
Paio,
que
actual-
mente
os
está
possuindo.
(318)
José
Pereira
Villas,
tendo
de
auzen-
tar-se
para
Lisboa, onde
vae
residir,
des
pede-se
por
esta
fórma
de
lodos
os
seus
amigos
e
lhe
ofiferece
seu
limitado
présti
mo
n’
aqueila
cidade,
Cruzes
da
Sé,
n.®
19-3.°
(316)
Perdeu
se
um
brinco
d’
ouro,
honlem
10
do
corrente, desde
a
rua
de
S. João
até
o
largo.de
Santa
Cruz;
pede-se
á
pessoa
que
o
achasse o
favor de
o
man
dar
entregar
no
largo
da
Senhora
Branca,
n.°
60.
1‘
reciga-se de um caseira
para
uma
quinta,
5
kilometros
distante
d
’
esta
cidade,
que tenha
de seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou
eníão,
dous caseiros
de
quatro
pessoas
cada
um.
para
então
divi
dir
a
quinta
ao
meio.
Quem
estiver
nes
tas
circumslancias
faile com
Antonio
Joa
quim
Loureiro,
Rua Nova,
n.°
2.
(300)
.
x-v.■nu
-
I
«
mxum
.
«
xmmuuwwa.
VENDA
K»E CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de
1
andar
e
quintal,
n.°
4.
j)
|]as
terreas,
n.
os
7
e
8,
com
quintal,
na dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas, feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trata-se
com
a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho. (263)
HISTORIA
DE
PORTUGAL
l.°
VOLUME
POR
ANTONIO
ENNES
Foram
entregues
aos
snrs.
assignantes
os
13
primeiros
fascicuios.
—
Brevemente
será
distribuído
o
14.
Cada fascículo,
contendo
Ires
folhas
de
oito
paginas a
duas
columnas,
impressão
nitida
em
optimo
papel,
e
uma
primorosa
gravura
em papel
velino,
custa
em
Lisboa
100
reis,
e
na
província
110
rs.
A
Empreza
pede
desculpa
de
qualquer
irregularidade
na
distribuição
dos
fascícu
los,
o
que
é
apenas devido
ao
cuidado
das
ill
tis
trações.
Escriptorio
da
Empreza
Litteraria
de
Lisboa,
rua
Nova
do
Almada,
n.°
24,2.°
andar.
LIÇÕES
DA LÍNGUA
FKAMEZi
Um
professor
com longa
pratica
de
ei-
sino,
ofiferece
o
seu
préstimo
para
leccu-
nar
grammaticalmente
em
sua
casa
e ci
sas
particulares,
elementos
da
lingna
frai-
ceza
comprehendendo
lêr,
escrever,
tr-
duzir
e
fallar
a
dita
lingua.
A
quem
convier
póde
dirigir-se
á
ru
de
D.
Gualdim,
casa n.°
8.
(278)
Corographia
de Carvalho
Vende-se
no escriptorio
da
administr-
ção
d
’
este
jornal
e
na
rua
Nova
n.°
5.
Preço,
3 volumes.
....
10500.
CIRURGIÃO DENTISTA
A.PPRUVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRUR1-
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
í
BR
a
GA.
Faz tudo
quanto
diz
respeito
á
sia
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobrese
soldados.
(181
Xarope peitoral
de% Rei
Empregado
com
os
melhores
resultados
nas moléstias
pulmonares,
tosses
antigas
e
modernas,
bronchites
agudas
e
chroni-
cas,
broncorrhea,
catarrho
pulmonar,
seja
qual
fôr o
seu
estado,
pneumonia,
pleu-
risia,
tisica,
catarrho
sufifocante. angina
nervosa, tosse
aslhmatica,
escarros
de san
gue,
etc.,
etc.
Os
effeitos
d
’este
verda
deiro
especifico
são
seguros
e
rápidos,
e
é
considerado
na
opinião
publica
o
melhor
medicamento
para
taes
padecimentos.
A’
venda
em
todas
as
pharmacias
e drogarias.
Deposito principal
em
Braga,
na pharma
cia dos
snrs.
Pipa
&
lamão,
assim como,
Xarope d
’oslras
e
flôr
da
mocidade
pelo
mesmo
auctor
;
e
deposito
geral
na
phar
macia
Lisbonense,
largo
do
Corpo
Santo,
29
e 30,
Lisboa.
(215)
Pretende-se
comprar
um
orgão
para
uma egreja
rural.
Falla-se
n
’esta
adminis-,
tração.
(262)
VENDA
DE CASA '
Vende-se as
casas, sitas
no Lar-
go
de
S.
Lazaro
n.°
13.
Trata-se
^.i«.
*
coin
j
oao Evangelista
de
Sousa
Tor
res
e
Almeida.
braga
,
typographia
lusitana
—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
