comerciominho_13011877_590.xml
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-
5.° ANNO 1877
FOLHA
COMMERCIAL
RELIGIOSA
E
HOTICIOSA
NUMERO
590
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
frovan.
*
3E,
para
onde
deve
ser
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
=As
assi-
gnáturas
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse particular.
Folha
avulso
10
rs.
ÁS TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.~=Semestre
850
rs.^Prown-
cias,
anno
2&000
rs
e
sendo
duas
3&500
rs.
—
Semestre
IfiOõO
rs.=fe'raz»/,
anno
3&600
rs.
—
Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
Í&500
reis moeda fraca.—Ànnuncios
por
iinha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os assignantes
20
6
j
#
d
’
abaíimento.
BHAíJA — 84WB'»O
3**5
JANEIRO
cadeira
sublime
do
Príncipe
dos
Aposto-
ios,
que
lhe
serve
de
fundamento.
Mas
em
dias
de
tão
grande
contra
dição
e
tão
dura
prova, crêem
os
pere
grinos
hespanhoes,
que
não
basta
fazer
a
simples
protissão
de
fé,
que
se
fazia
em
outros
tempos,
conforme
os
nossos
sím
bolos
e
definições
dogmáticas
dos
antigos
Concílios,
senão
que
é
preciso além
d
’
isso
professar
exphcitamenle
uma
adhesão
in
condicional,
absoluta,
a
todas
as
verdades
ensinadas
por esta
Sé
Apostólica
e
por
Vossa
Ssnlidade,
nos
diversos
actos
do
seu
insigne pontificado,
e
particularmeote
no
Sgltabus dos
èrros contemporâneos,
que
tem
extraviado as
intelligencias,
per
turbado
as
nações,
abalado
e
removido
as
bases
fundamentaes
de todo
o
governo
e
de
toda a sociedade:
e
é
preciso
lambem
rechaçar
e
abominar estes
êrros
taes co
mo
são,
taes
como
Vossa
Santidade
os
tem
reprovado
e
condemnado,
sem
res-
tricções
nem
reservas, sem
tergiversações,
nem
distineções,
desde
os
que
negam
a
verdade,
que
é
em
si
mesma,
e
a
de
pendência
que
d
’
ella
tem
todas
as
verda
des,
de
qualquer
ordem
que
sejam,
até
áquelles outros êrros
perigosissimos,
que
para
evitar
que
os
primeiros
prosigam,
dominando
livremente no mundo,
Vossa
Santidade condemnou
e
encerrou
na
8O.
a
proposição
do
mesmo Syllabus.
Nossa insigne
hespanhola
e esclarecida
doutora
mistica.
Santa
Thereza
de
Jesus,
dizia,
fallando de Deus,
verdade
e
bonda
de
por essencia,
a
quem
havia
contem
plado
n
’uma
de
suas
mais
altas
visões
e
divinos
arrobamenlos:
Esta
verdade
que
digo,
se
me deu
a
conhecer,
é
verdade
em
si
mesma,
e
é
sem
principio
nem
fim;
e
todas
as
demais
verdades
dependem
d
’esta
D
ímciifmo
pronunciado pelo vene
rando areeblspo <le Granada,
por oeeaoiSo de apresentar ao
Manto Padre
i» peregrinação lies-
panliola
no
dia 10 de outubro,
proximo
passado.
fContinnaçSo
do n.°
587)
Já que
porém
desgraçadamenle
não
vem,
nem
estão
coinnosco
lodos
os
hes-
panhoes,
ao
menos
os
que
na
terrível
crise,
que
actualmerne
atravessa
o
mundo,
se
conservam
lieis
ao
Nosso
Divino
Re-
demplor
Jesus
Christo, e
a Vós, Santís
simo
Padre,
que sois
o
seu
Vigário
na
terra,
e
quantos
fazem
consistir sua
glo
ria
em
ser
discípulos
da
Cruz
de
Christo,
tão
aborrecida
hoje pela liberdade
da
carne
e
dos
sentidos,
vendo,
quanto
é
pesada
a que
pozeram
sobre
os
hombros
de
Vossa
Santidade, os
que
querem
tor
nar
a
sentencear
a
Jesus Christo,
e
des
truir
sua
Egreja,
desejam
e
trabalham
por
alliviar,
quanto
lhes
é possível,
seu
peso
formidável,
tornando-se participantes
de
vossas
penas
e
amarguras,
patenteadas
por
Vós,
e
mostrando-se
dispostos,
com
a
ajuda
de
Deus,
a pelejar
e morrer,
se
necessário
fôr,
em defeza dos
direitos
da
verdade
e
da
religião,
que
Vossa
Santi
dade
define
e
ensina
ao
mundo,
como
oráculo
infallivel,
e
mantém
incólumes,
graças
a
Deus,
com
invencível
constaucia
e
fortaleza, contra
todo
o
poder
das
tre-
vas,
que
julga
haver
chegado
já
a hora
suprema
de descarregar o
ultimo
golpe
sobre
a
Egreja
de
Christo,
e sobre
esta
verdade,
como
lodos os
demais
amores
d’
este
amor,
e
todas
as
demais
grandezas
d
’esta
grandeza.
Hoje
melhor,
que
n
’
oulra
occasião,
devemos
recordar
e
professar
esta
admi
rável
doutrina
perante
Vossa
Santidade,
nós
os
peregrinos
hespanhoes,
pois
que
ella
só
por
st
condemna
claramente
os
êrros
que
privam
no
século, reduzidos,
em
sumtna,
á
absurda
e
louca
pretensão
de
romper
o
sagrado
vinculo
de
depen-
dencia,
que
viu
a
santa doutora,
e
de
crear unicamente
com
as
forças
da
razão,
emancipada
da
verdade
que
é
em
si
mes
ma,
uma
sciencia,
uma moral, uma so
ciedade,
uma política
e
um governo sem
Deus
e
contra Deus; delirio tremendo, que
aos
proprios gentios
teria
espantado,
mas
que
realmente
está
no
fundo
de
certos
sistemas
íilosoíicos,
políticos
e
sociaes,
que
lautas
cabeças
tem
enlouquecido,
e
que
hoje
mesmo,
por desgraça estão cor
rompendo
a
intelligencia
e
o
coração
dos
homens
de
todas
as
esferas
da
vida
indi
vidual
e
collecliva.
Nio
é
muito, pois,
Santissimo
Padre,
que
a
revolução
cosmopolita, inspirada
por essa
especie
de
verbo
satanico,
pro
duzido
pelo
mesmo
espirito
da
rebellião
e
da
concupiscência,
asseste e
dirija to
das
as
suas
formidáveis baterias
conira
a
Egieja
Catholica,
e
contra
sua
Cabeça
visivel,
que dão
perenne
testimunho
d
’
a-
quella
sagrada
e
necessária
dependencia
de
que
derivam
todas
as
verdades, amores
e
grandezas da
verdade absoluta, do
sum-
mo
bem, e
da grandeza infinita, e
ensi
nam
além
d
’
isso,
que
a carne deve
estar
subordinada
ao
espirito,
a
sciencia
á
fé,
o
temporal
ao
eterno,
a
política
á
reli
gião,
o
estado
á
Egreja, e
todas
as
coi
sas
d
’esle mundo
ao
Rei
dos
reis
e
Se
nhor
dos
que
dominam,
Christo
Jesus,
auclor
e
conservador
da
nossa
fé,
a quem
veneramos,
representado
na
augusta
e sa
grada pessoa
de
Vossa Santidade.
Felizmente
a
Egreja
Catholica,
por
mais combatida
que
seja,
nada
tem
a
temer
pela
sua exislencia,
pois lhe
assis
tem
promessas
eternas,
ainda
que
se canse
de
chorar sobre
muitos
que
se
dizem seus
filhos;
agora, como
sempre,
a
dextra om
nipotente
que
sustentou
Pedro
sobre
as
aguas
do
mar, salvará
a
sua
barca
da
rija
tespestade
que
actualmenle
a persegue
e
de
quantos
escolhos
e
perigos
a
ameaçam.
Quem
sabe se
estará
proximo
o
dia,
em
que
a
verdade
que
presentemente
é
palrimonio
das
almas
escolhidas,
dilate
seu
benetico
império
sobre as
multidões,
em
grande
parte
aliucinadas
e
pervertidas
por
toda
a
classe
ue
seitas
e
sectários,
e
sobre
os
mesmos
príncipes
e
governan
tes
dos
povos?
Oh
1 se a
estes
chegasse
a
voz amo
rosa
do
serafim
Jo
Carmelo
quando
pe
diu
a Deus com
ternos
gemidos,
que
lhe
desse
a
conhecer
aquillo
a
que estavam
obrigados!...
Talvez que
a
necessidade
mesmo
de
defender a sociedade
contra
os
que
miram
a
destruil-a,
que
são
precisa
mente
os
inimigos
de
Deus, de
sua Egre
ja
e
d
’
esta
Santa
Sé,
lhes
faça conhecer
allim
o
mesmo
que
a
Santa lhes dizia,
tendo
em
vista
puramente
a
honra
e ser
viço
do
Senhor.
(Conttnúa)
----
~--------------------
Tínhamos
aventado
a
proposição
de
qne
—
nem
os
actos
nem os
homens do
partido
progressista
ou
historico
eram
37
FOLHETIM
Um
pae
não
é
tanto
assim
;
olha
tam
bém
para o
mundo
em
que
vive;
respei
ta
seus
prejuízos,
e
quer
preparar
seu
li-
lho
para
esse
mundo,
no
qual
tem
de
pas
sar
a
vida A
opinião
dos
homens
signi
fica
muito
para
elle.
e
portanto
dobra-se
a
ella.
Quando
seu
filho
começa
a
repre
sentar
um
papel na sociedade, o
pae se
gue-o
constantemente
com
os
olhos,
ani
ma-o
com suas
exhortações, corrigi-o
com
suas
admoestações,
dirigi-o
com
seus
con
selhos,
e
emtim
corôa-se
lambem
com
os
seus
triunfos,
e
humilha-se
com suas
der
rotas
:
o desvario
de
seu
filho
o
enlou
quece,
a
mancha
que
vem nodoal-o, cae-
Ihe
no
coração,
é
com
elle
solidário
na
gloria,
e
na
vergonha.
Por
seu
filho
tem
um
pae
os
olhos
no
mundo,
e
uma
mãe
os
olhos
no ceo.
E
cousa
notável
!...
a
natureza
inspira
sentimentos,
que
quasi
chegam
a
pare
cer-se
com
a
ingratidão.
Um
iilho
que deve
tanto
a
seus
paes,
que
antes
de
nascer
causou
já
tantas
dô-
res,
tantos
tormentos a sua mãe,
que
de
pois
de
nascer
bebe
o
leite
de seus
pei
tos
;
um
filho,
por
cuja
causa
perderam
seus
paes
tão
longas noules, choraram
la
grimas
tão
amargosas;
um Iilho,
ao
pé
Jo
qual
velam
sempre
por
elle
dous
anjos,
como
duas
Vestaes
pelo fogo
sagrado
;
que
tem
sido
o objeclo de
tão
grande
amor,
de tão
extremosos cuidados
;
um
filho
tem
na
sua vida
uma
hora,
que
lhe
é
marcada
pela
natureza; que
é hora
da
natureza
sim, mas
que
é
hora
também
de
ingratidão.
Se esse
iilho
é um homem,
encontra
cedo ou
tarde
uma mulher
;
e
se
é
mu
lher,
apparece-lhe
um homem,
pelo
qual
são
deixados
pae
e
mãe!...
basta
ás
ve
zes o
olhar
de
um
mancebo
elegante, para
plantar-lhe
no
coração
um
sentimento,
que
Ivae
depois na
balança
pesar
mais,
que
todos
esses amores,
que
todos
esses
cui
dados
de
vinte
annos,
é
de
mais annos
aindà
!...
1)11.
J.
11. Ut
J1ACEIW.
M seis «i®
ROMANCE
BRAZILEIRO
VOLUME
I
[Continuação]
XIX
Um
pae que
chora.
Fazia
um
calor
abrasanle
;
apesar
d’elle
porém
as
moças
e
moços continuavam a
dansar.
Cândido
deixou
a
sala,
e
dirigiu
se
ao
jardim
:
queria
vêr
aquelle
logar
íeliz,
on
de
pela
primeira
vêz
vira
Celina;
era o
theatro
de seu
primeiro
e
unico
amor;
devia
ser-lhe grato.
Entrou,
como
possuído
de
um
santo
respeito,
devorou
com
os
olhos todas
aquei-
las
innocenles
llôres,
lodos
os dias
re
gadas
ao
amanhecer,
por
um ente
Ião
bello,
e
tão
puro
como
ellas
mesmas
;
di
rigiu
se
depois
ao
caramanchão
;
mas
for
ça
lhe
foi
parar
diante
d
’
elle...
Um
velho com
a
cabeça
coberta
de
cabellos
brancos,
alli
estava
sentado
com
o
rosto
cabido
entre
as
mãos, e chorando
como
um
menino.
Era
Auacleto.
Portanto
n
’
aquella festa
estava
a
his
toria
do mundo:
estava
o prazer
de mis
tura
com
a dôr, o riso
de
envolta
com
o
pranto,
e a
felicidade
com
o
infortúnio.
Na
sala
uma
musica
alegre,
viva, e
estrepitosa
animava os
moços;
e
no jar
dim
um
misero
velho
desabridamente
so-
«çava.
Cândido
em pé
diante
de
Anacleto,
não
podia comprebender
uma tristeza
tão
grande
em
uma
noule de
festa,
nem adi
vinhava
o
que
lhe
cumpria
fazer
n
’
aquel-
le
caso.
Anacleto,
occupado
só
com
a
soa
dôi,
não
linha
sentido
approximar-se
o
man
cebo,
e
chorava,
e
soluçava
sempre.
O
que
queriam
dizer
aquellas lagrimas
do
velho, que
ainda ha
pouco
se
mos-
trára na
sala
tão
feliz?...
tão
contente?...
que
contradição
de
sentimentos
era
essa?...
Era
o
segredo
de
um
coração
de
pae.
Ha
na
vida
do
homem
um
grande
amor,
cuja
beneíica
influencia
se
experimenta
ainda
nos
mais apertados
lances:
um
amor
immenso, que.
por
assim
dizer,
enche
to
da
a
alma,
que
o
dá;
amor
unico,
sem
interesse
;
porque
ás vezes
é
mesmo
a
um
ingrato,
que
arranca
lagrimas,
a quem
se
ama
:
é
o
amor,
que
um
pae
e
uma
mãe dão
a
seus
filhos.
Porém
ifesse
lernissimo
affecto,
póde-
se
talvez
fazer
uma
distincçào:
um
pae
ama
muito
com
o
coração,
mas
ama
tam
bém
com
a
cabeça;
uma
mãe
ama
qua
si
sempre
só
com o
coração.
A
grande
missão
da
mulher
é
a
ma
ternidade;
e,
desde
que
é
mãe,
a
mulher
tem
Deus
no ceo, e
seu
filho
no
mundo.
Uma
mãe,
em
regra
geral,
sabe
amar
muito,
e
só
cura
de
seu
amor
;
vive
de
beijar,
de
contemplar
seu
filho;
ella
qua
si
que
o acredita
um
ente
especial, que
lodos
devem
bem
querer,
e
áo
qual
nun
ca
poderá
locar
a
mão
pesada
do
infor
túnio:
extremosa, complacente,
fecha
os
olhos
aos
erros
de
seu filho,
não
ouve
nunca
aquelles, que
notam
em
suas
faltas,
e
se
seu
filho
é
um
desgraçado,
ella
é
desgraçada
com elle;
e
se
seu
filho
é um
criminoso,
ella
o
adora
no
seio
do
cri
me,
despreza
o
juizo
do
mundo; que
lhe
imporia
o
mundo?...
Deus
está
no
ceo,
e é
grande
para
perdoal-o,
e
na
terra
está
ella,
que
é
grande para amal-o
sem
pre.
A
roda
vae
sempre
girando
: os
que
foram
filhos
chegam
um
dia
a
ser
paes.
e
emlim, vem
lambem
o
tempo, em
que
elles
sentem
por
sua
vêz,
o
que
fizeram
outr
ora
experimentar
a seus
paes.
Nao sejam
os
homens
accusados
por
isso...
pois
que lodos
seriam
réus,
e
nin
guém
poderia
ser juiz;
os homens
não tem
culpa;
a
natureza
é
que
é
ingrata;
mas
o
facto
é
esse.
Solteiro, porém,
ou
casado,
o
filho
con
tinua
sempre
a
ser
o
pensamento
da
alma
de
seus paes:
é a
luz,
que
lhes
brilha
na
vida:
quem
foi
que
poude
já
conso
lar
aquelles,
que
perderam
um Iilho?...
O
tempo?... o
tempo
dá sómente
resigna
ção;
muda
o
nome,
crisma
a
dôr;
em
vez
de
afilicção
chama-a
saudade
; mas
os
paes
não
esquecem
o
filho,
que
lhes
mor
reu, senão
quando
morrem.
Porém
nada
póde
ser
eterno
:
tudo
tem
um
fim;
e
esse amor
deve
acabar um
dia...
acaba
na
sepultura.
E
’
esta
a
mais
ligeira
ideia,
que
se
póde
dar,
muito
de
passagem,
do amor pa
ternal.
Se
nem
todos
amara
com
a
mesma
força a
seus
filhos,
amam-os sempre, e
a
natureza
do
affecto
é
a
mesma.
Anacleto
amava
a
Marianna, como
os
jaes,
que
são
mais
extremosos
e
lemos.
Apenas
saindo
do
berço
Marianna
per
dera
sua
mãe,
e
então
seu
extremoso
pae,
vendo-a
tão
pequenina
já
orfa,
tão
debii-
sinha,
e
já
sem
um
de
seus
génios
pro-
lectores. viu
lambem
n
’isso
uma razão
pa
ra
amai a
em
dobro.
Obrigado
por
sua
viuvez
a
rodear
sua
filha
d
’aquelles
ternos,
e
miúdos
cuidados
de
que
tspecialmenle
se
occupam
as
mães,
perdendo noules
por
ella,
ás
vezes em
balando-a
para
fazel-a
dormir,
Anacleto
linha
por
sua filha
reunido
em
si
dous
amores
a
um
só
tempo
:
o
amor
de
pae
e
o de
mãe.
(Conhnàaj
objecto
de
discussão
seria
;
apesar
d
’
is-
so,
não
éramos
tão
pliirronicos
que,
em
face
dos
esclarecimentos
concludentes,
não
viéssemos
um
dia
a modificar
nossa
opi
nião.
A
discussão
por
tanto
linha
de as
sentar
primeiro
sobre
a
seriedade
do
pro
gramma
e
de
seus auctores,
—
definida
esta,
teria
logar
ruminar
os
artigos
do
programma
e
discutil-os,
nem
a
isso
fu
giríamos,
prosando
o
bom
nome
e
a di
gnidade
da
instituição
para
que
damos
hu
milde
labor.
Agora então
estamos
cabalmente con
vencidos de
que
não
errámos, que
a
proposição
tem
a
maxitna
razão
de
ser,
que
é
plenamente
fundada.
Ainda
a proposito
das
apreciações
que
íisemos das
cabriolas
dos partidos
libe-
raes,
volta
á
carga,
com
mil
vitupérios
e
sandices,
—
o
candeio
dos
históricos.
Ve
jam
essa
monumental
estirada
de
parvoí
ces
que o
n.®
208
do
«Jornal do Minho»
apresenta,
e
digam-nos
por
Deus
se
par
tido
que
tem
por
orgão
tão
roufenha
pi
pia é
digno de
ser
tratado seriamente.
Não
confrontámos
idéas, porque
as
con
cebidas no
programma
por
mais
bem
ou
mais
mal
que
as
tivéssemos
de
apreciar
—
'
seria
para
quando nos
não
conven
cêssemos
de
que
eram
um meio
para
simplesmente
armar
ao
efleito
e
alcanço
do
poder.
—
Sendo
esta
a
nossa
convic
ção,
não
crendo
na
seriedade
do
program
ma,
discutil-o
equivaleria
a
representar
o
papel
de
néscio e
crente
de
caraminholas.
Addusir
argumentos
em
contraposição
aos
artigos
do
programma.
importava
o
reconhecimento
da
seriedade
delle. Está
vamos
na
mesma.
As
figuras
empregadas,
a que
o sapien
tíssimo
candeio
chama insultos
e
de
es
tafada
rhetorica—
estão
com
o
nosso
es
tilo.
ainda assim
falho
da
franqueza
que
chame
as
cousas
pelo
verdadeiro
nome,
porque
a
chamai-as e
tratal-as
assim,
teríamos
de
invocar
umas
vezes
a
poli
cia,
outras
o director
d’
alguma
casa
de
orales.
A
digna direcção
do
«Commercio
do
Minho»,
que
nos
obsequeia
franqueando
as
columnas
do seu
iliustrado
jornal a
nossos
humildes escriptos,
declara
nãla
ter
nem
querer
com
o
jornal
dos
históri
cos
:
honra
lhe seja ;
—
já
conhece
melhor
a
prenda,
e
em vista das
recen
tes
pachuchadas
do
trovão
emerito,
lou
vamos-lhe
o
proposito,
e
n’elle
desde
já
a
acampanhariamos, se não
nos
imposes-
semos
o
dever,
sómente
para
com
o
pu
blico,
de declarar
que
o
signatário
d’
este
escripto
não
é
um
mitho
ou
phantasma,
—
é
umajndividualidade
real, é
um
homem
que
tem
a
dignidade precisa para
despre
zar os
Quicholes
de
agua
morna
e
os
afins
Rozalinos
Cândidos,
a
quem
não
conhece
nem
quer
conhecer
por
não
ter
de
se
emporcalhar
no
esterquilinio
onde
os
ha
via
de procurar;
por
isso
imitando
o lou
vável
proceder
d
’
esta
redacção,
fecho
o
ca
vaco.
1.
MACHADO JÚNIOR.
GAZETILHA
A
’
«Palavra».
—
A
«Palavra»,
no
seu
n.°
1330,
pede-nos,
e
também
á
«Nação»,
para transcrevermos as respostas
queaquel-
le
nosso
collega
tem
dado
ao
«Direito»;
visto
que nós
reproduzimos
as
gratuitas
e
insullanles
aggressões que
o
«Direito»
lhe
dirigira.
Não
acompanhamos
esta
polemica
des
de
o
seu
principio,
em
quanto
ella
era
quasi
pessoal;
mas
quando,
contra
o
pro
gramma
da
«Palavra»,
vieram
para
o
campo
da
discussão
os
remoques
e
as
allusões,
em
que
com
o
«Direito»
éramos
também
atacados
nas
crenças
políticas
que
professamos;
entendemos
dever
pro
ceder
como
procedemos
em
o nosso
n.°
penúltimo.
Se,
porém,
a
«Palavra»
em logar
de
dar,—
como
julgamos
ser
do
seu
de
ver,
—por terminada
esta
lucta
com
o
«Di
reito»,
quer
que
nós
lhe
publiquemos os
artigos
respectivos,
nenhuma
duvida
lere
mos
em
acceder
ao
seu
pedido;
isto
sob
condição
de
lhes
additarmos
os
commen-
tarios
a
que
elles
se
prestam.
Parece-nos, porém, que
é mais
razoá
vel
o
ficarmos
por
aqui,—evitando
assim
uma
discussão
interminável
e
totalmente
esteril,
com
a
qual
nada
teríamos
a ga
nhar,
nem
d
’
um,
nem d
’
outro
lado.
Rebate falso.
—
Por
8
e
meia
horas
da
noite
de quarta-feira
deram
as
torres
signal
de
incêndio em
S.
Victor,
para
onde
se
ouviram
gritos
de
soccorro.
Ave
riguado
porém
o
caso,
veio a
saber-se
que
não
era
fogo,
mas sim a presença
d
’uns
ratoneiros, que
tentaram
roubar
a
casa
n.®
1
da
rua
de D. Pedro
V,
que
tinham
originado
aquelies
gritos.
Testnniento.
—
Na
disposição
testa-
mentaria
com que falleceu,
no
mez pas
sado,
a
ex.
ma
D.
Francisca
Julia
Peres
trello
d
’
Araujo,
é
nomeado
testamenteiro
o
sobrinho
da
fallecida,
o
snr.
Francisco
Perestrello
d
’
Alarcão;
na
falta
ou
falleci-
mento
d
’
este. sem
successão,
sel-o-hão
soas
duas
irmãs;
e
na
falta
de
todos,
sem
successão, passará
a
herança
para
o
Hos
pital
de
S.
Marcos.
Deixou
lambem
a
suas
sobrinhas,
D.
Maria
do
Carmo
Perestrello
de
Alarcão,
2:100^000
reis,
e
a
D.
Maria José
Pe-
reslrello
de Alarcão,
5:000$í)00
reis,
to
das
as
suas
roupas
e
joias,
e
os
bens
que
possue
nas comarcas de
Vianna
e
Ponte
do
Lima,
á
excepção
da
casa
si
tuada
na villa.
Ao
Asylo
de infancia desvalida de
Pon
te
do
Litna
100$000
reis;
a
Jacintho
de
Magalhães
Araújo
Queiroz,
sua
esposa
e
filha.
500$000
reis
para
todos;
ao
seu
feitor
Manoel,
50$000
reis. Também
con
templou
todos
os creados e
creadas.
Prisão.—
Foi
ante-hontem
preso José
da
Costa,
da freguezia
de
Frossos,
como
refractario.
?urttigiii
‘ze«
fenecidos.—
Fallece-
ram
no
Rio
ije
Janeiro
os
seguintes:
Em 8
de
dezembro,
Manoel
Antonio
de
Souza,
37
annos;
Joaquim
Ferreira
Ne
to,
29;
Antonio
Pereira
de
Barcedo, 42.
Em
9,
José
Maria
das
Dôres,
4o;
Ma
noel
Teixeira
Baptista,
25.
Em
10,
José
Macedo,
27.
Em
II,
Bernardino
José
Caetano,
33;
Joaquim
José
Dias
Lopes,
31;
Lino
Al
ves
de
Souza, 46;
Maria
Ernifia
Canalia,
55.
O
incêndio
em
Elarcellos. —
In-
forma-nos
pessoa
digna
de
fé
que
o
in
cêndio
que
ultimamenle
houve
na Mise
ricórdia
de
Barcellos,
não
se
manifestou
na
cosinha, como
dissemos,
mas
sim
na
sachristia,
que
ardeu
com
os
objectos
n
’
el-
la
existentes
n'essa
occasião,
e
d’
ella
não
passou,
felizmente
A
sachristia
era
um
prédio
antigo,
que
ia
ser reformado,
e
estava
entre
a
egreja
e
as enfermarias,
que ficaram in-
laclas,
graças
á
coragem
e
dedicação
d
’in-
numeras
pessoas,
que
conseguiram
debellar
o fogo, debaixo
d
’
um
fortíssimo
vento
e
chuva
torrencial.
Referindo-se ao
mesmo
incêndio
es
creve
a
«Aurora
do
Cavado»,
folha que
se
publica
em
Barcellos:
Suppõe-se
que
tão
lamentável
sinistro
é
devido
a
descuido
do
servo
da
egreja,
a
cargo
de
quem está
a
sachristia
e
seus
compartimentos.
Rumoreja-se
tarobem
que
o
fogo
foi
pegado
de
fóra, malvadez
que
custa
a
crer.
Veremos
se
o
futuro nos
esclarece.
Desgraçt
*
—
(Jm
trabalhador
da
fre
guezia de
Santa
Eulalia
de Tenóes,
quan
do
no
dia
8
ia
a
recolher-se
a
casa,
deu
uma
quéda
tão
desastrada,
que
lhe cau
sou
pouco
depois a
morte.
Conipnnliin
dramntiet
*
.
—
A
com
panhia dramatica
das
Variedades
do
Porto,
que,
como
já
dissemos,
vem
dar algu
mas
recitas
no
nosso
thealro, deve
aqui
chegar
segunda-feira,
e
corre
que
n
’
esse
mesmo
dia debutará com
a
Filha
do
Ar.
Publicações
importantissimus.
—
Sabemos
que
a
livraria
internacional
de
Eugênio
Chardron,
a
melhor d’
esta
cida
de,
vae
editar o
Concilio
de
Trenlo
em
texto
latino
e traducção
porlugueza,
e
o
Concilio
do Vaticano de
egual
lórma.
E
’
uma
publicação
d
’ba
muito
dese
jada
por
estar
esgotada
a
antiga
edição
d
’aquelle e
pouco
termos
d’este
collecio-
nado
e
em
linguagem
vernácula.
Os
merecidos
créditos
de
que
gosa
es
ta
casa,
pelas
suas
numerosas
e
gerahnen-
te
acolhidas
publicações
religiosas,
dá-nos
motivo
mais que
sulficiente
a
saudar
esta
nova
publicação.
E:
realmente
superior
a
toda
a
espe-
ctativa o
catalogo
de
boas e
excellentes
obras
religiosas,
litterarias
e
scienlificas,
que
a mesma
li-raria
está
publicando
e
que
em
parte
tem
sido
reproduzido
em
vários
jornaes.
Acolhemos
com
o
maior
elogio
estes
esforços
que
produzem
o
máximo desen
volvimento
nos
tres
diversos
ramos
de
co
nhecimentos
humanos.
Oxalá
que
tão
dignos
trabalhos
sejam
compensados
por
condigno
acolhimento.
Obíto.
—
Falleceu
na
villa
dos
Arcos
o
snr.
Antonio Durães
de
Faria,
sobrinho
do
snr.
visconde
de
Porto
Covo.
Aprehensão.
—
Por
volta
das
1
I
horas
da
noite
do
dia
8
a
policia
apre-
hendeu
na
praça
Municipal
duas
cavalga
duras.
que
se
suspeita
terem
sido rouba
das
ahi
para
os
lados
de
Villa
Verde.
Os
conductores
evadiram-se.
Pavoroso
incêndio em
Viseu.—
A’s
4
horas
da
manhã
do
7
ouviram-se
grilos
de
soccorro
no
palacete
do
snr.
Buy Lopes
de
Souza
Alvim,
onde estava
o
Club
de
Vizeu.
Manifestara-se fogo
no
andar
superior,
habitado
pelo
snr.
Gaspar, empregado
no
Governo
Civil.
Os
soccorros,
porém,
de
nada
valeram,
porque
em
menos
de
duas
horas
aquella
magnifica casa
não
era
mais
que um
mon
tão
de ruinas.
O
snr.
Salles,
digno capitão
do
corpo
de
bombeiros,
alma
intrépida
e
generosa,
que
lemos visto
mais
que
uma
vez
arro
jar-se
ao
meio
das
chammas, prestou
cer
tamente
muitos
soccorros,
mas
a
sua
in
trepidez
obsta
aos
bons
serviços
que pode
ria
fazer,
mandando
apenas.
Aífirmam-nos
que
um
córte
dado
a
tempo
n
’
uma
das
salas
do
Club,
obstaria
aos
terríveis
progressos
do
incêndio.
O
chefe
da
secção
dos
porta-machados,
o snr.
Peres,
lembrou-se
disso,
porém
diz-se
que
foi
repellido
por
alguém,
que
na
atra
palhação
de
salvar
a
mobiha
do
Club,
não
viu
na
deliberação
do
snr.
Peres,
talvez,
a
salvação
da maior
parte
do
edificio.
Se
o
snr.
Salles, em
vez
de
se
arremes
sar
ao
meio
das
chammas,
ordenasse,
com
lodo
o
sangue
frio, que
taes
casos
requer,
decerto
o
corte
se
faria,
e
os prejuisos
seriam
menores.
Desculpe-nos
o
snr.
Sal
les, mas
não
queremos
ver
fazer
por
o
capitão o
serviço
que
compete
ao
solda
do.
Quando
a
casa
estava
prestes
a ruir,
devorada
pelas
chammas,
ouviram-se
n
’
uma
janella
superior
gritos
aíHictivos
Eram
a
filha
do
snr.
Gaspar
e
duas
recoveiras
que
pediam
as
salvassem.
Pediu-se o sal
va-vidas, mas
em
balde!
Este
instrumento
de
salvação,
unico em tão
terríveis
cir-
cumstancias
não
appareia.
Então
o snr.
Peres.
coadjuvado
por al
gumas
pessoas,
praticando
um orifício
no
teclo
da
casa
salvou
quasi
milagrosamente
a
(ilha
do
snr.
Gaspar
e
as
duas
mulhe
res.
Parabéns
ao
snr. Peres e aos
outros
senhores
por tão bons
serviços.
O
snr.
Gaspar
soffreu
muito
grande
irejuizo,
porque
se
lhe
queimou
o melhor
a
mobilia
e
roupas.
Notou-se,
como
sempre,
grande
desor
dem
nos
trabalhos
dos
bombeiros,
as
mangas
das
bornbas estavam
todas
rotas,
e
uma
d
’
estas
inutilisou-se,
apenas come
çou
a
trabalhar.
—
(«Atalaia»,
de
Vizeu).
Frio
de
gelar.—
O
frio
é
dos
mais
fortes
na
Rússia
e
na
Allemanha
do
Nor
te.
Em
Hamburgo
o
thermometro
desceu
n'um
só
dia
a
17
graus
centígrados.
A
navegação
do
Elba
está fechada
por
causa
dos
gelos.
Muitos vapores,
que
estavam
para
partir,
acharam-se
cercados
de
re
pente
no
porto
de
Hamburgo,
onde
serão
obrigados a
invernar.
Prognostico»,
—
Um
aslronomo
fran-
cez.
faz
os
seguintes
para
o
1.®
trimestre
de
1877.
As
quatro
fazes lunares de
janeiro
produzirão,
a partir de
5
a
31,
geadas
mais
ou
menos
intensas
com
neve,
oclu
-
pando
o
vento
o
norte,
mas
todavia
com
algumas
variações
a partir
do
dia
20
a
31.
Estas
variações
occasionarão
o
des-
gelo.
Durante
as
quatro
fazes lunares
de
fe
vereiro
a
temperatura
será
muito
variavel;
passará
subitamente
do
brando
ao
írio ri
goroso.
Cahirá muita
neve.
As
quatro
fazes
lunares
de
março
da
rão
pouca
chuva;
a
temperatura
será
ge
ralmente
fria,
e
sobre
tudo
do dia
20
a
25,
em
que
descerá
alguns
graus
abaixo
de zero.
Em
resumo,
o
l.°
trimestre
de
1877,
salvo
alguns
períodos
nevosos,
será
frio
e
sêcco,
em
geral.
Naufrugos.
—
Do
«Diário
de
Noti
cias»:
Naufragou em
outubro
na
costa
da
ilha
das
Flores,
como
noticiámos,
um
navio
carregado
de pinho
resinoso;
no
mez
se
guinte
deram
á costa
n
’
aquella ilha
um
navio
prussiano
e
um
lugre
italiano.
As
tripulações
chegaram
agora
a
Lisboa
no vapor
«Atlânti
co».
A
d
’
a,quelle
ultimo esteve
20
dias
na
ilha
do
Corvo
e
26
na
das
Flores,
á espera
de
vapor.
Um
dos
ofliciaes
d
’
esses
navios
che
gou
a
Lisboa
com
a
rasão
perdida,
em
re
sultado
do
que
padeceu
no
naufragio,
sem
ter
depois
recursos
para se
tratar
em
qualquer
djs linhas. A
’
saida
do «Atlân
tico»
naufragára
um
patacho
inglez
carre
gado
de
assucar,
ficando
a
tripulação
pa
ra
embarcar
na
viagem
seguinte.
Estes
de
sastres
procedem
da
falta
de
um farol
e
de
um pequeno
porto
de
abrigo.
Alem
d’
isso
os
naufragos
nem
um
medico
en
contram
n’
aquellas
ilhas.
Seria
convenien
te
que
o
governo
creasse
alli
um
partido
medico,
para
que
este
soccorro
da scien-
cia
náo
faltasse
aos
que
padecem.
Coíastrofe.—
Um
comboio
da
linha
do
Pacifico que
ia
de
Now-York
para
Ohiò,
na
noite
de 30
do
mez
passado,
precipitou-se
da
ponte de
Ashtabula,
<pie
fica
na
altura
de
75
pés
sobre
um
ca
nal
As
machinhas
e trens ficaram de-pe-
daçados;
160
pessoas
foram
victimas
d
’
es-
te
desastre.
Muitas
d
’
ellas
morreram
quei
madas,
por
ter
a
rnachina
communicado o
fogo
a
varias
carruagens.
SSs
maiores ®i«»os do
inunlo.—
Segundo
o
jornal
inglez
«The
Rock»
o
maior
de
todos
é o
de Moscou,
que pe-
za
443:000
libras
inglezas
(a
libra ingle-
za
é de
453
centigr.);
mas
nunca
pôde
ser suspenso
e
acha-se
ainda
perto
do
logar
onde
foi
fundido.
Mascou
possue
também
o sino que
vem
em
segundo
lo
gar;
é
o
de
S.
Ivan
(127:000
libras),
mas
cahiu
em
1855.
Pekin
vem
em
terceiro
logar,
com um
sino
do
pezo
de
112:000
libras, e
em
seguida,
posto
que
a
um
gran
de
intervallo,
Pariz, com
o
sino
de
No-
tre-Daine
(38:000
libras);
depois
o
*
novo
«Kaisercb
ke» (25:000 libras), destinado
á
cathedral
de Colonia.
Segue-se
Oxford,
com
o
seu
«Greal-Tom»
de
17:000 libras,
que é
um poucochinho
mais
pezado
que
o
maior
sino
de
S.
Pedro
de
Roma.
O
maior
sino
de
S.
Paulo
é
muito
mais
pequeno
e
não
peza
senão
8:000
li
bras.
O
sino
mais
antigo
do mundo,
é
o
de
S.
Patrick,
agora
conservado
em
Belfart,
na Irlanda,
que
tem
800
annos,
talvez
mesmo
1300
annos. Tem
apenas 6
pole
gadas
daltura.
Os
sinos
são
muito
antigos;
encontra
ram-se
nas
ruinas
de
Ninive.
O
diminuti
vo
de sino
é
sineta
(campainha);
o
uso
das
sinelas
postas
em
movimento
para
o
serviço
dos
aposentos
por
arames
é
moder
níssimo
e
só
se
tornou geral
nos
fins
do
século
passado.
O
systema
electrico
já
os
substituiu
em
grande
parle.
Cilaeiarium.
—
O
primeiro
banho
flti-
cluanle
estabelecido
no
Tamisa,
proximo
da
estação
de
Charing-Cross,
acaba
de
ser
transformado,
para
a
estação
de
in
verno,
em
glaciariam:
é
o
termo
que
lhe
deu o
operador,
o
snr.
John
Gamgee,
que
já
formou
outro
em
Chelsea.
Trata-se
de
uma
superfície
de
ires
mil
pés quadrados,
que o
snr.
Gamgee
cobriu
com
uma
ca
mada
de
gelo
solido e
transparente
de
ires
polegadas de
espessura.
U
principio adoptado
é
a
circulação
de
uma
corrente
de
glycerim
e de agua
atra-
vez
de
uma
serie
de
tubos
immergidos
na
agua
e
lendo
uma
milha aproximada-
menle
de
comprido.
Em cada
extremidade
estão machinas de
produzir
gelo.
Obteve-
se
o
resultado,
apesar
do
lecto
de vidro
que
cobre
o espaço,
e
o
apparelho é
sus-
ceplivel
de
ser
desmontado,
de
modo
que
os
indivíduos
que
patinam
no
inverno
po
dem
banhar-se no
verão.
Ilha «la Aseençõ».—
O snr.
James
Drew, medico
inglez,
dirigiu
ao
almiran-
tado
algumas
notas
interessantes
sobre
a
lisloria
natural
da ilha
da
A^cenção
que
elle
recentemente
poude
explorar.
Esta ilha
aertencente
á estação naval
ingleza da
cos
ta
Occidental
da
África,
é
de origem
vulcânica. A maior
das
quarenta
e
uma
crateras
extinctas
que
n’
ella
se
encontram
chama-se
o
«Campo
dos
Grilos»
(cricket
valley),
em
rasão
do
grande numero
de
insectos
que
a
infestam
alimentando-se
do
tabaco
selvagem
e
varias
outras
plantas
que
lá
vegetam.
A
lista
dos
mamíferos
compõe-se
de
animaes
quasi
todos
provenientes
da
Euro
pa.
O
gado
foi
introdusido
para
a
destrui
ção
dos
vermes,
e
tem-se
desenvolvido
no
estado
selvagem.
Entre
as
aves
de
terra,
nota
se
a gallinha,
a
pintada
e
o
afaisão.
Com
respeito á
classe
dos
reptis,
conta-se
unicamente
a
tartaruga. Frequentam
a ilha
nos
seis
primeiros
mezes
do
anno, aonde
poem
os
seus
ovos,
que regulam
de
201)
a
309
por
tartaruga.
Porém, são
raros
os
que
chegam
á
maturidade,
em
consequên
cia
dos
numerosos
inimigos
que
teem
a
perseguil-os.
As
que
chegam
a
vencer
to
dos
esses
obstáculos
são
depois
conserva
das
em
tanques,
e
lá se
nutrem
de
algas;
pequenos
crustáceos
e
molluscos.
A
maior
parle
dos peixes
em
que
a
ilha abunda,
são
proprios
para
a
alimen
tação
dos
seus habitantes.
O
Julis
ascencionis
é
um
peixe
espe
cial
da
ilha;
apparece
no
meio
dos
roche
dos
e
algumas
vezes nos areaes da
praia;
é
uma
especie
muito
visinha
do
Julis
san-
clae
helenae..
Na
lista
dos
invertebrados,
póde no
tar-se
o
Oslrea, especie
<le
ostra
que
se
encontra
em
quasi
todos
os
rochedos;
o
Polinuro,
considerado
um
manjar
finíssi
mo,
e
a
Necila
ascencionis,
que se vê
unicamente
nas
proximidades
da
ilha.
O
dr.
Drew,
passando
á
botanica,
ob
serva que
a vegetação,
durante os
mezes
mais
temperados (de
maio
a
outubro)
é
abundante,
e
que
mesmo
nos
logares
mais
eslereis,
a
vista
do
viajante
repousa
agra
davelmente
no
tomate
selvagem
e
na
pa
poula
do
México.
O
medico Drew
considera
a
ilha
mui
to
salubre. O
que
sobretudo
a caracterisa
é
a
sua
grande
seccura,
e
nos
primeiros
mezes do
anno
o
seu
calor
insupporta-
vel. Quando
essa
ardentia
é
modificada
pelas brisas do
S.
E.,
a
temperatura
é
analoga
á
das
costas
do
Mediterrâneo.
Com
as suas
verdejantes
cordilheiras,
para
onde
a
gente
póde
relirar-se, quan
do
se
torne
excessivo o
calor
da
planí
cie,
a
ilha
da
Ascenção
é considerada
uma
estação
sanilaria
de
primeira
or
dem.
Um
livro magnifico.—
Offereceu-
nos
o
snr.
Manoel
Malheiro,
benemerito
editor
portuense,
um
exemplar
d
’
uma
obra
importantíssima,
para
a
qual
chama
mos
a attenção
dos
leitores
e
de
lodos
os
catholicos.
Queremos
fallar
do
livro
O
século
XIX
em
face
da
consciência
e da
Egreja,
—Con
ferencias
pelo
rev.
padre
Roux;
que o
re
ferido
editor
acaba
de
dar
á estampa,
vertido
brilhantemente
pelo
nosso
diserto
collaborador,
e
amigo,
o
indefesso
escri-
ptor
catholico D.
Miguel
de
Sotto-Mayor.
Escrevendo
a
respeito
deste
livro,
diz
o
nosso
esclarecido
collega
da
«Atalaia»;
Revela
os
profundos
conhecimentos de
um
homem
que
estudou
a
fundo
as
ten
dências
da
época,
que
lhe
diagnosticou,
por
assim
dizer,
a
doença
endemica
que
a
contamina,
procurando a
causa
dos ma
les (|ue
hoje
a
assoberbam, e
apontando-
lhe
depois
os
únicos
reinedios
que
podem
sanal-a.
Combate
a
falsa
sciencia,
com a
scien
cia
verdadeira:
demonstra
á sociedade
que
a
causa
dos
males
da
França
e
da
Euro
pa
é
a
falta de
catholicisino,
a
íalta
de
fé
que
tão
abalada
tem
sido pelos
esfor
ços
do
naturalismo:
mostra
as instituições
sociaes.
provenientes
do
afastamento
dos
princípios
catholicos. E
isto
com
côres
tão
vivas,
tão
brilhantes,
com
provas
tão
claras
e
convincentes,
que
todo
o
homem
que
lhe
preste
uma
ligeira
attenção
se
quer,
vê
logo
ser
aquella
a
expressão
da
verdade, «que. como
elle
diz,
tira
sua
for
ça
da
aíTirmação,
porque
a
verdade
é
o
ser,
e
a
sua
formula
é
idêntica
como
a
sua
substancia:
Esl
est.t
Estuda
as
questões sociaes
da
actuali-
dade
em
face
dos
princípios
d
’uma meta
física
pura,
da historia
verdadeiramente
imparcial,
e
da
sciencia
em
todas
as
suas
manifestações.
Como
falia
a
verdade,
por
isso não
foge
da
luz;
ao
contrario,
é
com
o
fa
cho
da
sciencia
na
mão
que
elle
estabe
lece
a
doutrina
catholica;
é
á
luz
d
’ella
que
elle
acha
na
religião catholica
a
uni
ca
solução
possível
de
lodos
os
proble
mas
que
agitam
as
modernas
sociedades:
é
com
os
factos da
historia
comtempora-
nea
que
elle
nos
apresenta
a
sociedade
viciada
pela
imprensa
periódica,
dirigida
na
maior
parle
por
homens
de
má fé,
e
coração
pervertido
e
recebida
por
um
pu
blico
sein
critério,
na
maxima parte.
E’
cora
o
estudo
e
analyse
do
que te
mos
presenciado que
elle
nos
mostra
a
sociedade
laborando
na
falsidade,
em
ma
téria
de
estudos,
no
gosto,
na
educação,
em
litteratura,
em
sciencia social,
econo
mia,
política,
em
moral
pessoal,
em
legis
lação,
em
filosofia, nos
estudos
scienlificos,
e
religiosos.
Tudo
isto
elle
demonstra
com provas
tão
convincentes,
tão
concludentes
e
de
tanta força, que
só
resta
ao século con
fessar
a
sua
culpa
e
dizer=
Peccaui.
Quereis
ver
como
elle
pinta
o
estado
do
nosso
século?
Ouvi-o.
E
’
admiravel
de
força
e
de
verda
de.
Compara
elle
o
século
a
Jouffroy,
o
celebre filosofo do
monte
Jura,
que,
bei-
lo
genio
e
alma
elevada,
mas
contamina
do
pelas
idéas
corrosivas
do
século,
se
deixou
cair
no
mais completo
indifferen-
tissimo
e duvida
religiosa,
de que
por fim
conheceu
o
vacuo.
Ouçamos
o
eloquente
orador:
•
Mais
desditoso
do
que culpado,
eil-o
esperando-a
toda
a
hora,
com
um
sorriso
amargo,
a morte
que se adianta
para elle
a passos lentos.
Um
pontífice,
que era
seu
amigo desde
os
primeiros
dias
da
vida
na
sua
aldeia
natal,
e
uma
menina
de
12
an
nos,
que
se
dispõe
para
a
sua
primeira
communhão,
são
jtincto
do
seu
leito
de
agonia,
os
únicos
mensageiros
da
miseri
córdia
divina.
Ella acolhe
os grandes
prevaricadores
das
grandes
viclimas.
Sobre
os
lábios
mo
ribundos
de
Jouffroy
recolhe
o
sacerdote
esta
derradeira
palavra
que
Deus
ouviu
de
certo: Ai,
senhor
cura, todos
esses sys-
temas
são
nada;
vale
mil
vezes
mais
um
acto
de
fé
christá!
Na
tormentosa
historia d
’
este
homem
tentes
vós
a
historia
e
a imagem
do
vos
so século.
Prevaricador
como
elle,
desen
ganado
como
elle.
o
século
repelirá
a con
fissão
suprema
de
Jouffroy.
O
século,
sim,
depois
de haver
conhe
cido
a
extensão
dos
seus
erros,
ao
soltar
o
ultimo alento
entre
o
sacerdócio,
que
pela
sua
palavra, pelas
suas
virtudes
e
pelo
seu
sangue,
o
terá
convertido,
e
a
infancia,
que
ainda
nos
seus
mais
tristes
desvios
sempre quiz
instruir
ou
salvar,
ex
clamará
ao sumir-se
na
voragem
das
ida
des:
Oh
1
qtie
fomos
enganados
!
Ergo
erra-
vimus
I Todos estes
systemas
são
nada.
Vale
mil
e
mil
vezes
mais um
bom
acto
de
fé
catholica.»
Eis
ahi
uma imagem
do
nosso século,
grande
pela
idéa,
sublime
pela
expres
são.
E
todo
o
livro
é
assim.
E’
pois
motivo para
alegrar-nos
o
ap-
parecimento
de
obras
d’
estas, de
tão
su
bido
merecimento
e
que,
bastante
dissimi-
nadas,
serão
um
grande
perservativo
para
atalhar
o
mal
que os
maus
livros
espa
lham
no
meio
da
sociedade.
UstnttgtieA.
—
Pelos
documentos
es
tatísticos
que
acabam
de
publicar-se
em
França,
prova-se que
a
Inglaterra,
os
Es-
tados-Unidos,
a
França,
a
Allemanha,
a
Bélgica,
a
Áustria,
a
Rússia,
a
Ilaiia,
a
Ilespanha,
a
Hollanda
e
a
Suécia,
dupli
caram
o
seu
commercio
no
espaço
de
vin
te annos.
O
commercio exterior d’estas
onze
nações
que
em
1853
ascendia
a
2.441:170:090^000
réis
elevou-se
gradual
mente.
A
população,
que
nos
mesmos
paizes
era
em
1355
de
271.443 mil
habi
tantes,
lambem
augmentou,
sendo
em
1872
de
31.600:000.
Explosão.
—
Na
aldeia
de
Albertillery
(Inglaterra)
houye
ha
dias
uma
explosão,
de
que
resultaram
trinta
a
quarenta
mor
tes.
Foi
devida
á imprudência
de
um
ope
rário,
que pretendia
accender
o
seu
ca
chimbo
na
lanterna
de
segurança.
O
gaz
inílammou-se
immediatamente,
occasionan-
do
esse funesto
resultado,
que
lançou
no
desespero
e
na
miséria grande
numero
de
famílias
da
localidade.
Encontrou-se
um pai
inteiramenle
car-
bonisado
com os
seus tres
filhos.
Em
um
rapaz
que
não
solfreu
mais que
uma
li
geira perturbação
de sentidos,
houve
um
fenomeno
singular. A chama
incendiara-lhe
complelamente
o
vestuário,
não
lhe
fazen
do no
corpo
a minima
queimadella.
Correram
ao
logar
do
sinistro
milha
res
de
indivíduos,
havendo
n
’
essa
occa-
sião
algumas
scenas
horripilantes.
Poderam
reconhecer-se desoilo
viclimas.
No
meio
da
maior
confusão,
viu-se uma
rapariga
chorando
copiosas
lagrimas,
abraçada
ao
cadaver
meio
carbonisado
de
seu
mari
do.
Passado algum
tempo,
quando
um
seu
parente
corria
a
levantal-a,
viu
que
estava
morta
!
o dnltonismo.—
E
’
o nome de
uma
enfermidade
da
vista que
foi
a
primeira
vez estudada pelo
medico
Ingiez
Dalton.
Consiste
no
discernimento incompleto
e
ás
vezes
nullo
das côres.
Esta
enfermi
dade
é
mais
frequente
do
que
geralmen
te se
julga,
e
podem
attribuir-se-lhe
gran
de
numero
das
fatalidades
occorridas
nas
linhas
ferreas,
por
causa
de
não
ser re
conhecida
pelos
macbinistas
a
côr
dos
si-
gnaes.
As
direcções
dos caminhos de
ferro da
Finlandia,
Inglaterra
e
Bélgica
fizeram
exa
minar
por um
oculista
os
empregados
a
a
seu
cargo.
D
’
esse
exame
resultou
que
50
não
distinguiam o
vermelho do
ver
de.
O
«Constitulionnel»,
que
nos
fornece
as
sobreditas
indicações,
accrescenta
que
se
deve
exclusivamente
á
França
a
incia-
tiva
d
’
este
exame
de
precaução.
Segundo
o
mesmo
jornal,
foi
o
dr.
Favre,
medico
adjunto
ao serviço
de
exploração
dos
cami
nhos
de
ferro
de
Paris,
Lyão,
Mediterrâ
neo,
quem primeiramenle se
lembrou
(foi
na
gare
de
Lyão
Perrache)
de
verificar
as
funcções
oculares
dos
empregados,
no
ponto
de
vista
dallonico.
AGHDECI2CTT0S
Joaquim
José
d
’Araujo,
seus
filhos,
e
filhas,
e
Anna
Emilia
de
Jesus Vieira,
agradecem
a
todas
as
pessoas
que
os
cum
primentaram
por
ocasião
do
fallecimento
da
sua sempre
chorada
esposa, mãe e
irmã
Maria
Miquelma
de Jesus
Vieira,
e
bem
assim, agradecem
d
'este
modo aos
snrs.
revd.
os
ecclesiasticos
que
lhe prestaram
seus serviços
gratuitamente,
protestando
a
todos
o
seu
eterno
reconhecimento
por
não o poder
fazer
pessoalmenle.
(25)
Anna
Maria
Gomes
Leite,
Maria
Tho-
rnazia Gomes Leite,
Rosa
Barbara
de Je
sus
Gomes Leite,
o
padre
Carlos
Ennes
Vieira,
e
o
padre
Feliciano
Ennes
Vieira
extremamente
reconhecidos
para
com
to
dos
os
cavalheiros
e
ex.
raas
snr.
as
que
se
dignaram
cumprimental-os
por
occasião
do
fallecimento
de
sua
sempre
chorado mãe
e
lliia
Maria
Rosa
da
Natividade,
a
todos
agradecem
por
este
meio
na
impossivilida-
de
de o
fazerem
pessoalmente,
protestan
do-lhe
seu
eterno
reconhecimento
e
gra
tidão.
Egualmente
agradecera
a
todos
os
ill.
mos
e
rev.
‘
nos
snrs.
ecclesiasticos
que gratuita
mente
se
dignaram
dizer
missa
e
assistir
ao
oíTicio
que
teve
logar
na
Sé
Prima
cial,
no
dia
30
de
Dezembro
preterito.
AB
>í vlM
UÍOS
NOVO
HORÁRIO.
José
Antonio
Monteiro,
Marques, e
Cerqueira,
levam
ao
conhecimento
do pu
blico
que
os
carros
que
desta
cidade
sahe
para
Ponte
do Lima
e
Vianna ás
9
horas
da
manhã
principia
a
sahir
no
dia
14
do
corrente
ás
8
horas
da
manhã,
e chega
a
Vianna
ás
4
horas
da
tarde.
'
Braga 12
de Janeiro de
1877.
O
gerente,
Francisco
Pereira
Leile
e
Castro.
(28)
BANCO
MERCANTIL
DE
BRAGA.
Sociedade
nnonyma de responsabi
lidade limitada
Este banco
eífectua
as
seguintes ope
rações
:
Desconta
leiras da
terra
e
de cambio.
Effeclua transferencias
de
fundos
para
todas
as
praças
do
reino e
estrangeiro on
de
tenha
correspondentes.
Recebe
deposites
em
conta
corrente.
Emitte
promissórias
a
praso
fixo,
abo
nando
juros
aos
depositantes.
Braga
10
de
Janeiro
de
1877.
FOLHINHAS
DE ALGIBEIRA
ou
almnnak eeclesinstieo
e eivil, para
o
Arcebispado de Braga,
Consideravelmente
augmentado,
com
no
tas
e certeza das
abstinências
e
festivi
dades.
Preço
..................................
40
rs.
Veudem-se
em
BRAGA,
rua
Nova
n.°
3
—
defronte
da
Misericórdia,
em
casa
do
snr.
Bernardino
J.
da
Cruz
—
rua
do
Sou
to,
em
casa
dos
snrs. Rocha e Germano.
GUIMARÃES,
em
casa
dos
snrs.
F.
Mar
tins
da
C.
Guimarães,
largo
da Misericór
dia, e
livraria
de Teixeira
de
Freitas,
a
S.
Damaso.
ÃRCOS,
BARCELLOS,
CHA
VES,
VIANNA e
VILLA
REAL,
nas
lojas
costumadas.
Vende-se
uma
morada
de
casas,
JiglL
sitas
na
rua
de
S.
Barnabé
n.
“
10.
Trala-se
na
rua
de
S.
Vicente,
na
loja de
Domingos
José
Gomes.
(29)
PHOTOGRAPHiAS
Na
rua
do
Souto
n.°
6,
vendem-se
os
retratos
do
Ex.m° Snr.
D. João,
Arce
bispo
de
Braga.
No Porto,
rua
de
Santo
Anlonio
n.° 200.
(26)
■
ALUGA-SE
N
’
U(n
dos
locaes mais
pitorescos
gpJL
e
sau<
^
ave‘s
d’
esta cidade,
acha-se
para
alugar
uma
casa
até
ao
pro-
ximo
S.
Miguel
; e
bem
assim,
se
vende
por
preço
mui commodo a
mobília
e
piano
existente
na mesma
e
completamente
nova,
para
melhores
esclarecimentos
queiram-se
dirigir á
Praça do
Barão
de S.
Martinho,
casa
Almeida
&
Pereira.
(24)
João
da
Costa
Palmeira,
tem
para
ven
der,
na
sua quinta
em
Santa
Eulalia
de
Tenões,
salgueiros de raiz,
estacas
de
choupo,
vides,
nogueiras, enchertos
de
pe-
cegueiro
de
Amarante, damasqueiros,
pe
reiras, ameixieiras,
e macieiras,
tudo
de
boas
qualidades.
(27)
ACHA
D. I
Quem
perdesse
pelos
fins
de
Novembro
p.
p.,
objectos
de
algum
valor,
desde
San
to Antonio
das Taipas,
até
esta
cidade,
dando os
signaes
certos
se
lhe
entregarão,
na
rua
da
Boa
Vista n.° I. (31)
Companhia
Carris de Ferro
de
Fraga
Por
deliberação
da Assembleia
Geral
de
27
do
corrente,
são
convidados,
pela
ul
tima
vez,
os
snrs.
accionistas
d
’
esta
Com
panhia,
que
ainda não
completaram
as
chamadas
vencidas
até
á
terceira
presta
ção,
para
que
as
mandem
realisar
até
ao
dia
16
de
janeiro
proximo
futuro,
no
campo
de
Sanl
’Anna
n.°
7,
em
Braga ;
e
no
Porto
em
casa
dos
snrs.
Marques
Gui
marães
&
Monteiro,
rua
de
S.
João,
sob
pena
de
que,
não
o
fazendo
assim,
será
irrevogavelmente
applicado
o
disposto
no
artigo
9.°
dos
estatutos.
Braga
28
de
dezembro
de
1876.
O
Director,
(7)
Nuno José
Villaça.
Companhia
Carris
de
Ferro
de
Braga
Por
deliberação
da
Assembleia
Geral
de
27
do
corrente,
são convidados,
os
snrs.
accionistas
d
’esta
companhia
a
realisarem
a 4.
a
prestação
de
20
por
cento
por
ca
da
acção
até
ao
dia
improrogavel
de
19
de
janeiro
proximo
futuro
no
campo
de
SanCAnna
n.°
7,
em
Braga;
e
no
Porto
em
casa
dos
snrs.
Marques
Guimarães
&
Monteiro,
rua
de
S.
João,
68.
Braga
28
de
dezembro
de 1876.
O
Director,
(8)
Nuno José Villaça.
VENDE-SE
Por preço favoravel
3
cavallos,
sendo 1
hispanhol,
alazão,
e
2
inglezes,
castanhos,
que
trabalham
de
sellim
e
trem.
São
de
toda
a
confian
ça
e
por
isso
se
dão a
contento.
Também
se
vende
um
phaeton,
em
excellente uso,
cotn
todos
os
arranjos
pa
ra
armar
de
diversas
fôrmas,
e
bem
assim
arreios
para
1
e
2
cavallos.
Dirigir
a
José
Fornellos,
na
villa
de
Mesãofrio.
(4452)
D1ISHE1H0 A
JVRO
A
Meza
da
Irmandade
de
S.
Vicente
da
cidade
de
Braga,
faz
constar
qne
tem
dinheiro
para
mutuar
a
juro
de
5
per
°[a
livres,
sobre
hypotheca.
(4481)
MTOJLNÇa
José Antonio
Alves,
ourives, mudou
o
seu
estabelecimento do
Urgo <1
m
Galeria
n.°
4.
para
a antiga
casa
do
contraste
do
ouro, (rua
Nova
u.° 38) on
de
espera continuar
a merecer
de
todos
o&
seus
freguezes
e
amigos
a
sua
valiosa
coadjuvação.
(21)
BANCO
DO MINHO
Em cumprimento
do
artigo 27 dos Es
tatutos
do
Banco
do
Minho, e
6.°
do
seu
regulamento
ecomico,
são
considerados
os
snrs.
accionistas
do
referido
Banco,
para
comparecerem na
reunião
d
’Assembleia
ge
ral
ordinaria,
que
deve ter
logar
ás
11
ho
ras da
manhã
do
dia
la
do
corrente
mez,
na
casa
do
mesmo Banco.
Braga
3
de Janeiro
de
1877.
O
Presidente
da
Assembleia
Geral
(13)
José
Maria
Rodrigues
de
Carvalho.
PABA
LIQUIDAR
2
—
Rua
de
S.
Marcos
—
2
Um
saldo
de
lãs
para
120,
160,
200
e
300
reis
o
metro.
Merinos
pretos,
de
pura
lã, largos,
pa
ra
700
e
l$000
reis
o
metro.
Lenços
de
malha
a
300,
360
e
400
reis.
Bretanhas
de linho
para
360,
500
a
-690
reis
o
metro.
E
muitos
mais
objectos por
preços
ba
ratíssimos.
(306)
(4471)
DEPOSITO
DE
TABACOS
DA
Casa
Havnneza
<Ie
fjiabat
*
27
—
Largo
do
Barão
de
S.
Mar linho
—27
BRAGA
N
’
este
deposito,
que
acaba
de
ser
aber
to
ao
publico,
encontram-se
tabacos
de
todas
as
fabricas
estrangeiras
e
nacionaes,
bem
como
boquilhas
de ambar,
espuma
do
mar
e
caulchoue,
cachimbos de
gesso
e
de
raiz
cigarreiras
e
charuteiras
de
couro
da
Rússia,
lumes
de
cera
de
pro
cedência
ingleza
e muitos outros
objectos
d
’alta
novidade
e elegancia.
Este
deposito
nos
fornecimentos
por
tgrosso
offerece
o
mais vantajoso desconto.
_
_____________________
(20)
Feira
de
Março, em Aveiro
Por ordem
da
Camara
Municipal
do
Concelho
de
Aveiro
se
laz
publico
que
lo
dos
os
negociantes
que
quizerem
concor
rer
á dita
feira,
farão
ao
arrematante
do
abarracamento,
Manuel
Antonio
Loureiro
de
Mesquita,
d
’
esta
cidade,
até
ao
dia
15
de
fevereiro
futuro,
a
necessária re
quisição
da barraca,
designando
os
lan
ços
que
pretendem,
sob
pena de que,
não
o
fazendo
até
ao
indicado
dia,
não
póde
o
mesmo
arrematante ser
obrigado
a
construil-a.
Aveiro
e Secretaria
da
Camara,
15 de
janeiro
de
1877.
O
Escrivão
da
Camara,
(23)
Francisco
de
Pinho
Guedes
Pinlo.
Banco
Commercial
de
Brafya
SoeiciSísd'» anonyma
de
responsa-
bálitlnde limitada.
Este
Banco
sacca
sobre
diversas
praças
do
reino
o
estrangeiro.
Eaz transferencia
de
fundes.
Pi
*
ga
os
saques
das
suas
agencias
no
Brazil.
Faz
o
primeiro
pagamento
de
25
0|0
dos
dinheiros
depositados
á
ordem.
Reforma
as
promissórias
pagando
aos
portadores
o
juro
vencido.
NOVA EDICÇAO REVISTA
Será
publicada
em
fascículos
de
96
paginas,
formato
e
papel
do
Thesouro
do
Sacerdote,
Apologia,
Historia
ecclesiaslica.
Preço
de cada
um..............................................
200
réis
»
pelo
correio...................................................
21a
»
A
obra
completa
terá
6
fascículos,
o
l.°
sahirá
no
dia
15
de
Fevereiro.
A BÍBLIA
e
a
natureza
PELO
DR. JOÃO
MANOEL CORRÊA
digníssimo
professor
do
seminário de
S. Pedro e do
lyceu
nacional de Braga
Começará
a publicação
regular
d’esta
obra
no fim
de Março
em
fascículos
de
200
réis.
Recebem-se desde já assignaturas para estas
duas publi
cações.
(30)
!
Em
131
I
$
•3E3P?
J.
-
*
-H» TésíSS»
isàí
!
Em
28
f
MAU R
(INCORPORADA
CARTA
REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S.
Vicente,
Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Euenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros
de
3.a
classe
para
SANTOS e
RIO GRANDE DO
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro
PAQUETES A
SAIR
DE
LISBOA
TAGtS
.
.
GUADIANA
NEV
a
.
. ,
COMMODOS
MONDEGO.
ELBE .
.
MINHO
.
.
SUL
W
MBOTÊ
Para
os
engenheiros,
pharmaceuticos,
médicos,
dentistas,
professores
e
outras
pessoas
que desejarem obter
o
diploma
>Te
doutor
ou
de
bacharel
de
uma
universida
de
estrangeira.
Dirigir
carta registada
a
Medictis,
13,
praça
do
Rei,
Jersey.
(In
glaterra.)
(31
-H-)
CI8SIIHOI
1® OEtWTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quxnto
diz
respeito
á sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(
36-H-)
INJECÇÃO HYGIENICÃ
balsamico
psiepiiir
atico
Esta
injecção
é
a
unica
e
eíTicaz que
cura
em
seis ou
oito
dias
toda
a
qualida
de
de
purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes. Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvitn,
á
Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Barthoíomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
phar
macia
Madureira,
rua
do Triunfo
n
0 142,
proxuno
ao
Palacio
de Crystal.
Preço
de
cada
frasco
—400 rs.
(4149)
Empreza
da
«Borboleta»
No
escriptorio
da
redacção
da
«Bor
boletas
compram-se
os
n.
os
2,
3,
5
e
9
do
1.°
volume
d
’aquelle
semanario
O
escriptorio
é
no
Largo
da
Senhora
Branca.
n.°
36.
NOVA
FIRMA
José
Manuel
Rodrigues
de
Rio
Mau,
faz
publico por
esta
fórma
para
todos
os
efleilos,
que
a contar
da
presente
data,
por
escriptura
publica,
deu
sociedade
a
seu
filho, Bento
José
Rodrigues,
ficando
d
’
ora
em diante girando todo
o
negocio
sob
a
firma
de
Kodrigiaea
«fc
JF.°
S. Martinbo
de
Rio
Mau
6
de
janeiro
de
1877.
(22)
José
Manuel
Rodrigues.
FLUIDE
IATIF
de
JONES
Por
suas propriedade» beneftea», goza este
pro-
ducto de
alta e merecida
reputação. Suaoíza e ama
cia
a
pelle,
allivia
as irritações causadas pelas m«-
dança»
de
clima, pelos banhos do mar, impressões
desagradareis
do vento
ou do calor, etc, etc.
Uma
simples applicaçSo faz desapparacer
as
ra
chaduras das
maos e dos beiços. Preço 650 reis.
PARA
0S
CUIDADOS
D0
TOUCADOR
É muito digno de ser recommandado 6
Sabão
latir,
que
possue
todas as
propriedades suavizan-
tes
doFluide,e um a
roma
delicadíssimo. PreçoSOOr
*
23,
Boulevart des Capucines, Paris.
De
Fronte
da entrada do Grand-Hotel.
Fabricante
de
Escavas Inglesas Perfumeria, Loja
de papel,
Objetos
de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria, Artigos
de Luxo,
Luvas, etc.
Deposito
em Lisboa,
snr.
Farreto,
Lorêto n.°
28
—
30
(26
*
)
POLVO
BOM E
GRAÚDO
Vende-se
aos
ccstaes
no largo
do
Ba
ião
de S.
Martinbo
n.°
27.
(15)
FILIAL DA CAIXA
LCOVCniCA
PESHORI8TA
Sociedade
anónima de
responsabilidada
li
mitada
Capital................
ãOOtOOO^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.° 9
(Também
com
entrada
pela
rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias, papeis
de credito,
cereaes, roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobre todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
téis.
Recebe pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as 9
hora da manhã até ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até-
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A.
G.
Ferreirinha.
13
de
28
de
13
de
Março
Março
Abril
28
13
28
de
Janeiro
de
Fevereiro
de
Fevereiro
PREÇOS
Cada paquete
cotvipivnliBa
leva
a
bordo
eriado»
e euisinheiroa
portuguezea para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as
eiasaes.
Sendo
as
passagens pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
provincial,
a conducçáo
fiara
Lisboa
é
por
conta
da
C
mpanhia.
A
bordo os pnHhisijjircH trem grátis caaua, roupa de cama, co
mida
feita por cosiiibeiros portuguezea, viisbo duas vezes por
dia,
assistência medica, serviço
de criados
e outraa
*
despez»».
A
EXPERIENC1A
de
mais
de um
quarto de
século
tem
feito
com
que
os.
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do
Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança excepcional; além
d
’
isso
pela limpesa,
boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a
bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais
modernos tanto para a
hygicne
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
leem
de
passageiros
e
pelos
agrade
cimentos
de
mais
de
mil
c
cem
passageiros
d
’entre
elles
feitos
por
escripta
como
consta
de
docu
mentos
archivados
em
varias
agencias.
SÀO
ESTES
OS
PAQLELES
preferidos
pelo
Governo
Inglez para a
conducção
das
suas
malas
do
correio, e por
este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador
e
Impe
ratriz
do Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D. Augusto.
TODAS AS
INFOhMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem podem
ser
obtidos no
PORTO
na
AGENCIA CENTRAL,
rna
dos
Inglez.es
,
23.
do
agente
GUITHERME
C.
TAIT
;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas as
principaes
cidades
e
villas.
Agente
em Braga
o
snr. João
Manoel
da Silva
Guimarães,
rua
do Souto.
XAROPE
de
BLAYN
de
um
gosto
agradavel,
adoptados
com
grande
êxito
ha
mais
de 20
annos
pelos
melhores
médicos
de
Paris;
curão
os
deílussos,
gripe, tosse,
dores
de
garganta
í?.%
h0
P
ulmona
r,
irritações
do
peito,
vias
urinarias
e
da
bexiga.
Paris!
BLAYN,
Pharmacien
à Parts,
7,
rue
du
Marché
Saint-Honoré.
Preços
540
•
8W rets.
Pasta
Vití
reis. Em Lisboa; Barreto, e
em
todas
Pharmacias.
etc.
ESCOLA
AMERICANA
Consultorio
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(4332)
BRAGA,
YYPOGRAPHIA
LUSITANA—-1876.
Parte de Comércio do Minho (O)
