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-
Àssigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
®D
’T0K
*
’
PR
°
P
V
E
\ARI
°
Josí
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
3E,
para
onde
deve
«er
dirigida
toda
a
correspondência
franca
do
p
•
gnaturas
são
pagas
adiantadas;
assim como
1
[
ctas
de
interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
íiírâmãíL
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
ksços
:
Braga,
anno
1^600
rs.-=Seaestre
850
Provín
cias,
anno
2&000 rs
e
sendo
duas 3&600
rs.*—
Semestre
1SÓ50
rs.^Brazil,
anno
3&600
rs.=Semestre
1^900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
4&500
reis
moeda
fraca.-=A.nnuncios por
linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para
os
assignantes
20
5/
0
d
’
abatimento.
13 DE BAIO.
Perfaz,
neste
dia
85
annos
o nosso
Santíssimo
Padre,
o
Papa
Pio
IX.
A
christandade memorando,
entre
jú
bilos,
este
anniversario
faustíssimo,
eleva
até
ao throno
do
S
enhor
uma
prece,
e
um
hytnno
de
gratidão.
Uma
prece
implorando
do
Altíssimo
a
conservação
do
augusto
Pontífice,
afim
de
que
ainda
assista
ao
triunfo
da
Egreja,
que
tudo
nos
faz
crer
proximo.
Um
hymno de gratidão
pelo
milagre
operado
na
pessoa
de
Pio
IX,
fazendo-o
ultrapassar
os
annos
de
Pedro
no
seu
gloriosíssimo
pontificado.
Bemdigamos
a
Providencia
!
8SÍAU.4-SABB4B®
19 BE
.Hl!O
A
’
Kedsveçfto do «Apoatolo».
Londres,
23
de
Abril,
4877.
SUMMARIO.
1.
—A
Inglaterra
e
a
Italia
—
ou
a
In
glaterra
e
o
Mediterrâneo.
—
II.
—Nada
de
cisivo
e
certo
sobre
a
questão
Russo-Tur
ca,
bem
que
alguma
gente
crê
na
guer
ra.
—
III.
—
Peregrinação
ingleza
a
Roma,-
presidida
pelo
Duque
de
Norfolk.
—IV.
—
Desmentida dada
á
noticia
que
se
espa
lhou,
de
que o
Napoleãozinho
tinha,
em
Roma,
sido
iniciado
na
Maçonaria.
[Conclusão]
Eu
tive,
por circumstancias
occasionaes
(ou
Providenciaes
—que
é
expressão
mais
correcta),
por
muitos
annos, depois
de
minha
vinda
para
Inglaterra,
muita con
vivência
e
voce
com
Italianos,
a
maior
parle
delles
revolucionários,
que
se
tinham
compromeltido no seu paiz
em tentativas
e
maquinações da revolução;
satélites,
coadjuvadores
de
Mazzini
—um
delles
até
seu
collega;
e faça-se-lhes
justiça,
eram,
de
ordinário,
gente
agradavel
no
trato
e
maneiras;
bem que boa parle
superficial
em
suas
idéias,
e sobre
tudo
fazendo á
Inglaterra
e
aos
Inglezes
uma
côrte,
que
para
mim
linha
mao aroma.
De
taes
instrumentos,
das
sociedades
secretas,
das
combinações
com Cavour
(que
aqui se
tinha
imbuido
das
idéias
Inglezas
sem
alcance,
ou
reflexão,
bastan
te
para
ver,
que
Italianos
não
são
ln-
glezes);
do
fomento
e protecção e
anima
ção
dados
aos
revolucionários
do
Piemonte
e
da
Italia
do Norte
pelo
Ministro
Inglez
em
Turim,
e
no
do
Sul, por
seu
collega
em
Nápoles;
veio
finalmente
a
produzir-se
(com
a
secreta
connivencia
do
Napoleão
Pequeno),
a
revolução
da
Italia,
e
a Usur
pação
de Roma.
Os
objectos
principaes
por
que
a
In
glaterra
tanto
se
interessava
em
ver a
Italia
revolucionada,
eram
ambos
do
maior
empenho
desta nação
—salvo
que
um
delles
que
de
Norfolk;
indo,
alem
disso,
lambem
varias
Senhoras
da
Aristocracia;
e
levan
do uma
soinma
considerável
de
dinheiro
para
offerecer
a
Sua
Santidade.
Este
movimento
e
sensação
que
pro
duziram
as
palavras
do
Pontífice,
não
po
de
deixar
de
fazer
com
que
os
insolen
tes
ladrões
do
Monte Citorio
e
do
Quiri
nal modifiquem
um tanto sua
impudente
arrogancia.
A pedreirada enraiva-se com
estas
de
monstrações
de
respeito,
veneração
e
sym-
palhia
a
Sua
Santidade;
e,
infelizmente,
onde
até
agora
essa raiva
se
tem
mani
festado
mais
violenta,
e
riducula
ao
mes
mo
tempo,
é
em
Portugal
!
Ameaça ali
a
pedreirada
demonstrações
contra
os
Pere
grinos
que
de
lá
também
se
propõem
de
ir
a Roma,
e vomitam
ós
maçons
fúrias
contra
o
Cardeal
Patriarcha de
Lisboa,
por
se
propor
a
ir
presidir
á mesma
Peregrina
ção
Portugueza.—
—
Disseram
aqui
os papéis
ha dias,
que
o
Filho
de
Napoleão
III
linha
em
Roma
sido
recebido
e
iniciado
na
Maçonaria
(á
qual
seu
Pai
leve
a
loucura
de
escravi
zar-se).
O
Times
publica uma
desmentida
a
isso
(por
parte
da
familia,
e
do
partido
sem
duvida),
dizendo
que
a
cousanão
é
ver
dade
—
oxála.
A. R.
SARAIVA.
não
interessava
á
parte
Catholica
Ingleza,
e
repugnava fortemenle
aos
sentimentos
da
Irlanda.
Era
este
o
desejo
e
ambição
constante
do
Protestantismo
Anglicano,
de
substituir
elle
o
Catholicismo
no
mundo;
e
fazer assim
de
Londres
(ou
de
Canter-
bury)
uma Roma
Protestante.
O
outro
in
teresse,
em que
todos
os
Inglezes
natu
ralmente
participam,
é
o
de
assegurar
o
mais
possível,
e
por
todas
as
maneiras,
o
dominio
do
Mediterrâneo,
como
o
ca
minho
mais curto,
e
ao
mesmo
tempo,
hoje a
estrada
real,
para
a
Índia.
Malta
e
Gibraltar
sam
dois
pontos
da.
maior
importância,
e
mui
fortes;
mas,
em
caso
de uma
guerra
séria,
e
sobre
tudo,
se
a
Rússia
viesse
a
ter
franca
sahida
pelos
Dardanellos,
Gibraltar seria
pouco
importante
(comparativamente),
e
Malta,
bem
que
mui forte, é
asylo
estreito,
e
precisa
rececer
de
fora
o
maior
dos
ne
cessários
recursos.
Se,
por
exemplo,
a
Inglaterra
tivesse
vindo
a ficar
senhora
da
Sicília
(como
já
não deixou
de
pertender
no
tempo
das
utas
com
a
França
de
Napoleão
I),
leria
menos precisão
de
sua
predominância na
aolitica Italiana, e
na
alliança
com
os
re
volucionários
de
Italia.
Mas
como
a
an-
nexão
da
mesma
Sicilia
não
se
pôde
ef-
eituar.
é
preciso
que
virtualmente,
a
Ita-
lia
toda
seja por
fas
ou
nefus
identifica
da
e
ligada
com a
política
e
interesses
Inglezes.
Eis
ahi
(alem
do
empenho
do
Protes
tantismo
em
supplantar
o
Papa)
a razão
da
sympathia
tão
declarada
deste
paiz
com
a
revolução
de
Italia.
Como porem
a
tal
unificação
e
usur
pações
Italianas,
ou antes
Piemontezas,
ainda
tem
seus
perigos
é
seus
pôdres;
principalmente
porque
a
França
e
os
Fran-
cezes
(que,
não
me
lembra
agora
quem
os
denomina
homines omniurn
horarum)
po
dem
um
dia,
e
em
circunstancias
idónias,
pedir
contas
ao
Rei
Ladrão
e
á
sua
gente,
da
sem-ceremonia
com que
trataram
a
Convenção
de
Florença,
de 18ó6;
os
In-
glezes,
por
cautela,
vam-se
radicando
no
Egyplo;
e
não
admirará
nada,
se
os
vir,
um
dia
destes,
tomar
debaixo
de sua
pro-
lecção
(ã françeza).
aquella
estimada
Ilha
de
Creta
—
que
os
Gregos
se
obstinam
em
declarar-lhes
devia
pertencer
a
elles.
II.
—
A
grande
questão
Turco-Russa
pa
rece
certo,
contra
a
expectação
que
o
celebre
protocolo
tinha
creado,
que na
verdade
ameaça
vir
a
dar
em
rompimento
de
guerra
entre
a
Turquia e
a Russa.
E
todavia
ainda
ha quem
crea, que
a
tem
pestade
se
desvanecerá
antes
de
tornar-se
muito séria. Eu
inclino
me
a
esta
opi
nião;
mas
acrecenlo,
que
julgo
pouco
com
petente
para
julgar
do
caso; porque não
lenho
tido
nem
pachorrra
nem
vagar
para
ler
as
columnas
e
columnas
que
as
ga
zetas
aqui
publicam
de
manhã
e de
tarde,
sem
d
’
ahi
se
poder
concluir
nada
que
me
reça
ou
inspire
confiança.
Continuo,
pois,
a
esperar
que
ainda
se passará
sem uma
grande
guerra
ou convulsão;
mas
a
espe-
rul-o
e
desejal-o
me
limito.
III.
—
Para
nós
catholicos,
e
para
os
leitores
do
Apostolo,
o
que
de
certo
in
teressa
é
o
movimento calholico,
que vai
tendo
logar,
e
se
vai
desenvolvendo mais
e mais,
occasionado pela Aílocução
de
Sua
Santidade
aos
Cardeaes,
que
o
Times,
co
mo
numa
carta
precedente
notei,
tratou
tanto
de
resto!
Estou
certo,
que
mais
de
uma
vez
o Redactor
principal
do
Troveja-
dor
(ou
tonante)
se
hade
ter
envergonha
do
e
arrependido
da
ridícula
figura
que
fez
em
tratar a
Aílocução
de
resto;
até
o
ponto,
de
apresenlal-a
como
em
des
vantajoso
contraste com
a
rapsódia
do
Protestante,
e
excêntrico
Deão
de
Wesle-
minisler.
IV. —Daqui
vai
a Roma uma
Peregri
nação
(ou
antes
Depretação)
de
algumas
pessôas,
e
personagens,
presidida
pelo
Du
CONVITE
A
Associação
Catholica de
Braga
convida
a todos
os seus
associados e
associadas a assi-
gnarem a felicitação que a
mes
ma
envia a
S. Santidade Pio IX.
A
felicitação póde ser assi-
gnada
na casa da Associação,
onde
se acha patente, até ás 10
horas
da manhã de
segunda-
feira.
ASSOCIAÇÃO CATHOEICA.
O
Director
espiritual
da
Associação
Catholica
desta
cidade
partindo
para
Roma
a
cumprir
a
honrosa
missão
que
lhe
foi
incumbida,
agradece
aos
seus
collegas
da
Juta
Directora,
e em
geral
a
todos
os
Associados
as
provas
de
muita
considera
ção
com
que
o
honraram,
e, despedindo-
se,
a
todos
pede
que
orem
a
Deus
pela
saude
e
felicidade
dos
peregrinantes.
Padre João
Antonio
Velloso.
AVISO.
Por
motivos
attendiveis,
os
peregrinos
que se
dirigem
a
Roma
partirão,
não
no
dia
15,
como
se
havia
annunciado,
mas
sim
no dia
14,
á
I
hora
da
tarde.
Previne-se
aquelles
que desejam
com-
tnungar,
ouvir
missa
e
receberem
a bên
ção
de
s.
exc.a
revd.
ina
que
deverão com
parecer
na
capella
do Paço,
segunda-feira,
ás
8
horas
da
manhã.
A
offerenda
que
os
mesmos
levam
póde
ser
vista
pelos
devotos
offerentes,
na
rua
Nova
n.°
3.
Visitas.—
Como
dissemos,
o
snr.
mar-
quez
de
Vallada
foi na
quarta-feira
visi
tar
o
Asylo
da infancia
desvalida de
D.
Pedro
V.
As
janellas
e escadaria
d
’
aquelle
pio
estabelecimento
achavam-se
adornadas
com
bandeiras
e
festões
de
murta
e
flores.
Dentro
do
asylo
tocava
uma
banda
de
musica.
O
digno magistrado
mostrou-se
muito
satisfeito
com
o
aceio e
boa
ordem
que
se
observa
n
’
aquelle
asylo.—
o que
se
deve
ao
zelo da
direcção
e
da sollicita
e
illustrada
regente.
Uma
das
asyladas
oflereceu
ao nobre
visitante
um
formoso
bouquet,
e a
asylada
Maria dos Prazeres
recitou,
com
muito
mimo,
os
seguintes versos:
A’
casa
da
caridade
Onde da
vida
o calor
A
mão
de Deus
nos
pródiga,
—
Sêde
bem-vindo,
Senhor.
Da
vossa nobreza altíssima
No
refulgento
brazão,
Brilha
inda mais
a
nobreza
Que
nasce
do
coração.
Por
isso
nós
jubilosas.
Em
Vós
saudamos,
Senhor,
—
Um
pae
que
vem
affagar-nos,
—
Um
excel
o
protector.
Terminada
a
recitação
a mesma
asy
lada
offereceu
a
s.
exc.a um
cartão
con
tendo
estes
versos
escriptos
pela
sua
Ict-
tra.
—
Hontem,
pela
1
hora
da tarde, foi
s.
exc.
a
visitar
o senado
municipal
d
’esta
cidade,
pagando
assim
a
espera
que
o
mesmo
fôra
faser
a
s. exc.a
á
estação
do
caminho
de ferro,
no dia
1
d
’
esle
mez.
Recebeu-o,
com
uma
aílocução
afle-
ctuosa,
o
exc.
“
‘°
presidente,
visconde de
Pindella.
O
exc.
mo
marquez
de
Vallada
respon
deu-lhe
do
modo
mais
lisongeiro,
demo-
rando
se
em
accentuar
o
que
são
e
o
que
valem
os
munícipes
d
esta terceira
cidade
do
remo;
a
dedicação
e fervor
com
que
podem
contar
da
sua
parte
como
chefe
superior
do
dislricto,
e
como
amador
d
’esta
terra,
gloriosa
na
historia
antiga
e
mo
derna,
e
digna
de
melhoramentos
ainda
superiores
aos
encomios justíssimos
com
que
é
engrandecida.
O
exc.m°
vice-presidente, dr.
Penha
Fortuna,
n
’
um
improviso
eloquente
mostrou
a
s.
exc.a
as
fundadas
esperanças
que
o
senado
tinha,
em
ser
coadjuvado
rasgada
mente
por
um
magistrado
de
provadissi-
ma
illuslração,
e
dedicadíssimo
a
esta
cidade
em
que
se
tem
demorado
mais
que
uma vez, fazendo
lhe
sempre inequívocos
elogios
em
toda
a
parte.
O
ex.mo
visconde
de
Pindella
fez
de
pois
a s.
exc.
a as
apresentações dos ca
valheiros
presentes,
que
eram dignos de
recommendar-se
por
suas posições
olliciaes,
e
depois
d
’
ellas
as
apresentações
dos
mem
bros
da
imprensa,
que
estavam
no lanço
fronteiro
á
cadeira
de
s.
exe.
a
O
ex.
mo
marquez
de
Vallada,
com
frazes
de
verdadeira
inspiração,
congra
tulou-se
por
ver
ahi
os
seus companhei
ros
das
lides
das
letlras,
em
que
decla
rou
ter
entrado
aos
18
annos
d
’ed<de,
não
abandonando
nunca
este
tirocínio
de
que
muito
se
ufanava.
Na
occasião
da
saida
dirigiu
cumpri
mentos
affectuosos
a alguns
cavalheiros
que não
tinham podido
enlrar
para
a
sala
da
recepção
de
s.
exc.
a
O
corpo
do
senado acompanhou
a
s.
exc.a até
á
porta dos
paços
municipaes,
em
frente
dos
quaes
esteve
sempre
um
numeroso
concurso
de
povo
que
vieia
as
sistir
á
solemnidade
d
’
esle
acto.
Os
corpos
de
zeladores
da
camara,
e
a
companhia
de
bombeiros
municipaes,
produziam
um bello
effeilo
nas
filas
que
formavam
desde
as
portadas
do
paço
até
o
patim sobranceiro á
escadaria.
Na
entrada
e
na
saida
do
ex.
,no
mar
quez
de Vallada
subiram
ao
ar
duas
gi-
randolas
de
fogo, cujo
estrondear
foi
acom
panhado
d’
algnmas
peças
de
musica
execu
tadas
pela
«Philarmonica
Bracarense».
IV.
Senhora da Rona.—
Tem
ama
nhã
Jogar
na
calhedral
a
festa
de N.
Se-
nhora
da
Rosa,
havendo
missa
soiemne
com
Exposição
do
SS,
e
de
tarde
sermão
e
procissão.
Swbaes-spçá» p»ra t* oíTerta ao SS.
Padre,
Pio
IX.
Transporte
2263200
III.
mos
e
ex.
mos
snrs.
Revd.®
José
Maria de
Moura
Villas
Boas,
abbade
do
Bairro
33000
Revd.
0
Antonio
de
Souza
Ma
cedo.
de
Requião
6-3500
Rev.
os
Severino
Antonio
d’
Arau-
jo
e
seu irmão
fr. Manoel, de
Mouquim
313500
Revd.
0
Silverio
José da
Roza,
do
arcvpreslado
de
Barcellos.
5-3000
C.
F.
‘ M.
200
Somma
272-3400
Xão é exaeto.—
Diz
um
jornal
de
Lisboa que
o
snr.
arcebispo
Primaz
se
retirara
para
Guimarães
para
não
assistir
á
chegada
do
exc.mo marquez
de Val-
lada.
E’
inexactissima
a
asserção
d
’
aquelle
collega.
O
snr.
arcebispo
já
d
’ha
muito havia
destinado
ir
a
Guimarães,
e
n
’
aquella
ci
dade se
achava
na
occasião
em
que
che
gou
o
snr.
governador
civil,
tendo
para
alli
partido
antes
de
estar
definitivamente
marcado
o dia
da
chegada
do
nobre
mar
quez.
Ao
contrario
do
que,
parece,
se
preten
de
divulgar,
existem
as
melhores
relações
entre
o nosso
venerando
Prelado
e
o
snr.
marquez
de
Vallada.
«<t?s
lob»» ele iParisB.
—A
bibliothe-
ca
Seroes
Românticos
vae
encetar a
pu
blicação
do
excellente
romance
Os
lobos
de
Paris,
de
Julio
Lermim,
vertido
em
linguagem
pelo
snr.
Julio
de
Magalhães.
Será
esta
obra
ornada
com
15
estam
pas, desenhos
de
Manoel
de Macedo,
e
gravuras
de
Caetano
Alberto.
A
empreza
editora
offerece aos
snrs
assignantes,
como
brinde
um
mappa
geo-
graphico
da
África,
lithogralado
a
côrie
e
das
dimensões
dos que
já
tem
distri
buído.
Os
assignantes
teem
direito
a
escolher
este
mappa
ou
algum
dos
de
Portugal,
Europa,
ou
Azia.
Quem
desejar
assignar
esta
obra
deverá
dirigir-se
a
Luiz
Pinto
Martins,
na lypo-
graphia
Luzilana,
rua
Nova, ou
largo
da
Porta
Nova n.°
13.
Hnmageni.—
Foi
diminuta
a
con»-
correncia
de romeiros á
romaria
da
As-
cenção,
.
que
ame-hontem
teve logar
no
Bom
Jesus
do
Monte.
O
tempo
esteve
tempestuossimo
quasi
todo
o
dia.
Corpo de
policia.—
Passa
como cer
to que
o snr.
governador
civil
vae
crear
n
’
esta
cidade
um
corpo
de
policia
civil.
Fuilecinaento. —
Falleceu
ha dias,
na
quinta
da
Naia,
a
exc.
lua
D.
Julia
Viei
ra
de Carvalho,
viuva do
fallecido
dr.
Albano
Vieira
da
Cruz,
e
cunhada
dos
snrs.
Carvalhos,
honrados
negociantes
do
largo
de
S Francisco,
aos
quaes
enviamos
com
primentos
de
pesames.
Festa
do
Espirito Santo.— .Til
Sé
Primaz.—
No
sabbado,
19,
haverá
de
ma
nhã procissão
das
Ladainhas,
com
o
Ci-
rio
Paschal,
e bênção
da
Fonte
Baptis-
mal,
e
tudo
o
mais
na
íõrma
indicada
pelo
Rito
Bracarense.
De
tarde
s.
exc.a
revd.™
’
o
snr.
ar
cebispo
Primaz
administrará
o
santo
sa
cramento
do
Chrisma
ás
pessoas
que
o
desejarem
receber,
e
que
para
isso
se te
nham
preparado,
—
acto
que
começará
pelas
3
horas.
No
domingo
haverá
missa
soiemne
de
Pontifical,
celebrado
com
lodo
o
esplendor
e
apparato,
e
no
fim
dará
s.
exc.
a
revd.ma
absolvição papal,
—
uma
das
duas
únicas que
ha
em
todo
o
anno.
No
Senhor
Bom
Jesus do
Monte.—
No
sabbado,
começa
o
Triduo da
festa
princi
pal d
’
este
magesloso
sanctuario,
havendo
missa
cantada
com
Exposição
do
SS.,
e
vesperas solemnes.
No
domingo,
continúa
o
Triduo,
com
Exposição,
Tercia
cantada,
e
missa soiem
ne:
de
tarde,
ha
sermão.
A
’
noite,
quei-
mar-se-ha
muito fogo
do
ar
e
preso,
e
es
tará
illuminada
a
fachada
do
templo,
o
terreiro
e
capellas.
Na
segunda-feira,
conclue-se
o
Triduo,
com
Exposição,
Tercia cantada
e
missa
soiemne:
de
tarde haverá
servão
e
pro
cissão,
terminando
com
a
bênção
do
SS.
Sacramento.
les
haviam
logrado
construir
um
regula
dor
perfeito.
A
idéa do
ofiicial
russo
é
muito
mais
simples
e
vem
a
pello
dizer-se,
é
das
mais
luminosas.
Deixando
de parte
aquelles
ma-
chimsmos
complicados,
caros, susceptiveis
de frequentes
desarranjos,
dispôz
elle
os
carvões
em
distancia fixa
cujo intervallo
encheu
com uma
substancia
isoladora
tal
como
vidro
moido,
kaolin
etc.
A
pratica
distanciou
muito as
previsões
e
por
meio
d
’
esta
invenção
singela
obteve
elle
o
que
nunca
antes
se
realisára,
a
regularidade
da
luz
electrica,
a
divisão
d
’
ella
e
até
um
certo
augmento.
EíTectivamente
uma
fonte
d
’
electricidade
que,
pelos
meios
habituaes,
dava
uma
luz equivalente
a cem
velas,
dá
com
o novo
syslema
uma
luz
cuja
in
tensidade
é
egual
á
de
cento
e
vinte
velas.
O
progresso
era
já
evidente
e
palpá
vel,
mas
o
sr.
lablochkofT,
não
contente
ainda,
e
querendo
aperfeiçoar
a
sua
obra,
fez
nasofiicinas
Denay,ouse mais
experien
cias,
que
plenamente
justificaram as es
peranças
do perseverante engenheiro,
se
gundo
participou
ultimamente
aos
seus
collegas,
o
sr.
Dumas,
secretario
perpetuo
da academia.
Achou-se
e
realisou-se
o
principio
de
divisibilidade
completa
da
luz
electrica
:
nma
machina
de
Gromme
de
typo
ordiná
rio
basta
para
produzir
facilmente
cincoen-
ta fócos luminosos
distinctos
com
luz bran
da
e
fixa,
e
eis
como
o
sábio
russo al-
tingiu
este
brilhante
resultado.
Introduz
no circuito central
produzido
pela
machina
o
fio interior
de
um
carreto
bobine de inducção, e
faz
passar
atravez
de uma lamina de
kaolin
a
faisca
da
cor
rente
induzida,
a
qual,
sem
força
para
der
reter
e
volatilisar
ao
ar
livre
o
kaolin
que
atravessa,
basta
comtudo
para
o aquecer
e
tornal-o
incandescente.
N’estas
condições
o
kaolin
gasta-se,
mas
tão
sómente
na
parte
illuminante,
a
razão
de
um
millimetro
por
hora,
e
pro
duz
uma
luz
muito suave,
sem
a inten
sidade
durae
deslumbrante da
luz
electri
ca,
que
tanto
offende
a
ivista
pela
brilho
oífuscante
do
fóco
luminoso
como
pelas
sombras
que
produz.
Reunem-se os
resultados d
’
esta
inven
ção
:
na
divisão
completa
da
luz
electri
ca
na
fixidade
e
na
suavidade
da luz di
vidida ; na
suppressão
do
carvão
nas
pe
quenas
luzes ; e íinalmenle,
na
possibili
dade
de
distribuir
em
quaesquer
propor
ções,
e
em
todos
os pontos
de uma sala,
as
luzes
grandes,
médias
e
pequenas.
SíruixaB
advinSia
teiras.
—
Escre
vem
á
«Religião
e
Puiria»,
de Guimarães
:
Ha n
’
esta
cidade duas
mulheres
que
se
dizem
advinhadeiras,
mas
que
só
advi
nham
o
que
vêem,
porque
se
assim
não
fosse
não
estariam
agora
na
cadeia.
Indo
ha dias
uma
mulher
consullal-as
sobre
uma
moléstia de qne
padecia,
pagando-lhe
este
segredo
com
boa
quan
tia,
ellas
lhe disseram
que
uma vi-
sinha
lhe
fazia
cousas
a
que só
ellas
po
deriam
dar
remedio,
porque sabiam
o
que
era, mas
havia
de lhes
pagar
adiantado.
A
doente
assim
fez,
e
foi
para
casa
travar-
se
de rasoes
com
a
visinha
;
afinal
apu-
rou-se
a
verdade,
vendo-se que tudo
quan
to
as
bruxas
lhe haviam
dito
era
mentira,
e formou-se-lhes
uma
policia
correccional
á qual
responderam
quinta feira sendo
con-
demnadas
em
vinte
dias
de
prisão
e
nas
custas
do
processo.
Sirva-lhes
de exemplo.
(«uerra
do
Oriente.—
Os
últimos
telegráminas
relativos
á guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres
8*
—Na camara
dos
lords,
Ku-
t-land
asseverou
que
o
despacho de
lord
Derby
havia
causado
inquietação,
que
es
pera
que
seja
acalmada
pelas
explicações
do
governo.
Lord
Derby
disse
que
não
admilte que
haja
motivos
para
essas
inquietações
e
acrescentou
que
não
querendo
duvidar
da
sinceridade
das
declarações
do
czar
ao
embaixador
ingiez,
no
entretanto
não
pó
de
esquecer
que
simultaneamente
procedia
aos
preparativos
de
guerra
e pronunciava
a
declaração
de
Moscow.
Na camara
dos
deputados
o
ministro
da
guerra
desmentiu
que
houvesse
prepa
rado
a
lista espacial
dos
regimentos
para
estarem promptos
para
partir.
O
general Simous
está designado
para
commandar
as
tropas
ingfezas,
caso
seja
necessário
que
partam
para o theatro da
guerra.
A
esquadra
ingleza
da
Mancha
vai
pa
ra
Malta.
A
Áustria
lambem
como
a
Irtglater-
ra
procede
a
armamentos.
A
resposta
de
lord
Derby á
circular
de
Gortschakoff
animou
muito
a
Áustria.
Obíto.—
Falleceu
na
terça-feira
a pro
prietária
do
hotel
dos
Chãos
de Baixou
conhecida
pelo
nome
de
Luzia.
Deixou
todos
os
seus
haveres
ao
Hospital
de
S.
Marcos,
dos
quaes
fica
usufructuario
o
esposo
da
finada.
Treeho
importante.
—
No
prologo
do
snr.
Camillo
Castello Branco
á
traduc-
ção
da
Vida
futura
do
Padre
Lescoeur,
excellente
livro
de
que
já
temos
fallado,
diz
a
«Palavra»,
ha
o
seguinte
trecho,
que
recoinmendamos
leiam
os
fanaticos
inimi
gos
doe
frades.
«Nós
os
portuguezes,
não
temos con
gregados
do
oralorio;
os
francezes, sim:
esses,
que
nos
levam vantagem no obscu
rantismo
e
na
ignorância,
teem
padres
oratorianos
que
ainda
no
proximo
passado
anno
subiram
aos
púlpitos
de
Paris, e
discorreram
com
religioso
desassombro
ácerca
das
desgraças recentes
da
França,
e
inveterada
desmoralisação
que
enervou
nas
almas
a
vehemencia
do
patriotismo,
e
no
pulso
a
virilidade
do
enlhusiasmo.
O
Paire
Lescoeur
é
um
d
’esses homens
que
envergam sem
temor
nem pejo
das
turbas,
o
seu
habito
preto
e
se
defrontam
com
a
multidão
de
crentes
e
de
curiosos
que
passaram da
turbulência
sangninaria
das
ruas
de
Paris,
para
o
recinto
reman-
çoso das
suas
Egrejis.
«Como
é
que
em
Portugual
não
cabem
essas
congregações,
respeitadas
e
ouvidas
na
França
republicana?
Acaso,
e
por ven
tura,
nos
sobeja
a
sciencia
e
virtude
que
faltam
em
Paris
?
E
’
que
o nosso
clero
basta
por
si
só
ás
necessidades
da
mo-
ralisacão
religiosa ?
Não
respondemos.
A
consciência de
cada
qual
fazemos
a
justi
ça
de lhe
não
oíferecer
uma
luz
para
vêr
o brilho
do
s->|».
Tíieatro.
—
Alguns
curiosos
levam
ámanhã
á
scena,
em
beneficio
das
Ursu-
linas
e
do
Asylo
de
Mendicidade,
o
dra
ma
em
2
aclos
Homens do
povo,
a
come
dia
em
1
acto
Mariquinhas,
a
leiteira,
e
a
comedia
Um
marido
victima das
moda'
.
O
fim
a
que
se
destina
o
producto
deste
espectaculo
dispensa-nos
de
recotn-
mendar
ao
publico
esta
recita.
Apparelho
portátil
para a ex
tinção
de ineendio>i.
—
Experimen-
tou-se
ultimamente
um
apparelho
portátil
para
a
extincção
de
incêndios,
invenção
do
snr.
Mr.
Dennio
e
denominada
tnachi-
na
patente-aulomatica-pneumatica-portatil
para
a
extincção
de
incêndios.
O
principio
d
’
este
sistema
é
a acção
do
ar
comprimido
sobre
uma
determinada
quantidade de
agua.
A
machina
carrega-se
pelo
movimento
de um
apparelho
pneu
mático
collocado
na
parte
posterior.
Co
mo
nos apparelhos chamados
«Extincteur»
a
agulheta
está
no
alcance
da
mão
direi
ta,
por
onde,
locando-se
com
a
mão
es
querda
n
’
uma
torneira,
a
agua
é
lançada
com
a impulsão
de 10 libras por
polle-
gada quadrada.
Além
de
não
necessitar
preparos
chi-
micos
para
ser
carregada
é
economica
e
tem
uma
vantagem
sobre todas
as outras.
Collocada
junto
a
um
deposito
de
agua
e
introduzindo-se
n
’
ei!e
a mangueira
ou
tubo
de
aspiração,
obtem
um
jorro
continuo
que
se
póde dirigir
na
direcção
mais
con
veniente
com grande
força
e
certeza. .
Dizem
que
as
experiencias
deram
um
resultado
muito
satisfatório.
Na
machina
«Extincteur»,
a
força
que
impelle
a
agua
tem
origem
na
acção
chi-
mica
de
duas
substancias
cuja
união
no
momento
de
se
usar
o
apparelho,
faz
ge
rar
dentro
do
deposito,
completamente
vedado
e cheio
de agua,
ar
em
tão
gran
de
quantidade,
que
expelle
a agua
com
immensa força
pela
mangueira.
A.
iltiiniiiiAção peli» eleclrieida-
áe.
—
Vamos
dar
aos
leitores
uma
noticia
interessante
ácerca
d
’
um
syslema econo-
mico
de
illuminação
electrica,
diz
o
«Jor
nal
do
Commercio».
Ha já
bastante
mezes o
sr.
Jabochkoff,
ofticial
do
exercito
russo, apresentou
á
aca
demia
das
sciencias
de
Paris
uma
vela
electrica
de
sua
invenção, a
qual
era
um
cylindro
de
kaolin, ou
de
matéria
refrac-
laria,
que
dois
lapis
de
carvão
desegual-
mente
grossos atravessavam
parallelos.
A
corrente
electrica
lançada n’
estes
carvões
formava-lhes
nas
extremidades
livres
um
arco
voltaico
de
magnifica
intensidade
lu
minosa
e
com
íixidade
notável
de
luz,
sem
os
sobresaltos,
as
vacilações
e
as
varia
ções
que
o
emprego
dos
machinismos
mais
perfeitos
jámais
tinha podido
evitar.
Até
aqui todos os
esforços
dos inven
tores
dirigiam-se
para
estes
machinismos
cujo
fim
era
manter
entre as
duas
pon-
tas
de
carvão
uma
distancia
exactamente
proporcional
ao
gasto
produzido
pela
pas
sagem
da
corrente
electrica,
e
nunca
el-
Berlim 8—A
«Gazeta
da
Allemanha
d
0
Norte» diz
que
o
ministro
da guerra
vo|.
tará para
Berlim
quinta-feira.
Crê-se qUe
ordenará
então
as
medidas
compensadoras
e
de
segurança
para
o paiz
e
para
o
im.
perio.
Rotna
8—Desmenle-se
o
boato
da
o
c
,
cupação
da
Albania para
Itaiia.
Constantinopla
8
—As
noticias
recebi,
das
de
Inglaterra
tornaram os
turcos
mais
confiantes,
pois que reconhecem
não esta,
rem
abandonados.
Bucbarest
8
—
Foi
decidido
em
reunião
que
o
parlamento
vai
reclamara
independencia
da
Roumania
e
declarou
a
guerra
á
Turquia.
Um
telegramrna
da Rússia
dá
noticia
de
ter
havido entre
os
musiilmanos
deTe-
rek, (Caucaso), uma
tentativa
de
insurrei.
ção
que
foi severamente
reprimida.
Os
turcos tentaram
bombardear
Kala-
fat
mas
as
balas
não
alcançaram
aquella
cidade.
Os
ronman«s
responderam
á
ag.
gressão
turca,
alcançando
os
seus
pro-
jectis
alguns
navios
fundeados
em
frente
de
Widdin.
Erserovin
(AsiaJ
8
—
Os
russos
concen-
traram-se
para
atacar
Mouktar-Pachá.
As
tropas
russas
que
estavam em
Bayaoi.
de
abandonaram
aquella
cidade
e
marcham
ávanle.
® murqiiez
i!e
Vnllatln annun-
eni»
<jjss« «lá wtadsesucii» no
govern
civil
ás
terç«H-feio-»B
ss
íj
horas «Is»
manhã até
ás
3 <5i« tard«>}
a
tostas
as jsessoas pretendam
fallar-llie.
A* caridade publica.—
Recommen-
damos
ás
almas
caridosas
a
infeliz
Anna
Joaquins
de
Passos,
moradora na
rua
de
S.
Gonçalo,
n.° 11,
a qual,
na
avançada
edade
de
80
annos,
se
acha
entrevada,
e
redusida
a
penúria
extrema.
A
’
caridnde publien. —
Recommen-
damos
á
caridade
publica
o
desgraçado
Manoel
Antonio Ferreira,
vendedor
que
foi
em
L'sboa,
por
espaço
de
17
annos,
de
diversos
jornaes
da capital,
e
agora
morador
nesta
cidade
na
rua
de
S.
João,
n.°
6—
A.
E’
conhecidissimo
pelo
nome de
Furibundo.
Sahiu
do
Hospital
de
S. Marcos
onde
esteve
em tratamento,
e
tem uma
tisica
de
laringe.
Está
absolulamenle desprovi»
de
meios
para
se
transportar
para
a tem
da
sua
naturalidade, na
distancia
de
30
e
tantas
léguas,
e
impossibilitado
de
tra
balhar.
E
’ por
este
motivo
digno
de
toda
a
commiseração.
E’
de
Caçarelhos,
no
concelho
de
Vimioso, districto
de
Bragança.
SECÇÃO COWOICADOS
Vigei!»,
!.♦ de
mnio.
Já
disse
o
motivo
porque
não respon
do
directamente
ao
tal
figurorio
insignifi
cante,
que desperdiça
algumas
horas
de
lazer,
amontoando
bernardices
para
o «Im
parcial»,
de
Guimarães.
Se
elle, o pobre
do
Verilas,
soubesse
ao
menos
um
bocadinho
de
grammalica,
e
escrevesse
em portuguez
intelligivel;
então
chamal-o-ia
á
barra,
e
discutiria
um
poucochinho.
Mas
se elle
nem
sequer vê
um
palmo
adiante
do
nariz...
Isto
só
para
o
publico:
Disse
eu
que
era
deslealíssima,
quan
to
impotente,
a
guerra
movida
pelo
cor-
rfespondente
do
«Imparcial»
contra
o
di
gníssimo
professor
ofiicial
de
S.
João,
o
snr.
Antonio
José
de Barros. Toda Visel-
la conhece
perfeitamente a
verdade
d
’
este
asserto,
porisso
restringir-me-hei
a
ana-
lysar
um
dos
argumentos
addusidos
pelo
Verilas
para
cobonestar
o
odio
despresivel
que
transuda
das
suas
correspondências
emeticas
e
parvas.
Querendo
provar
que
o
snr.
Barros
é
malvisto
na
freguezia
de 8. João,
espir
ra
o
tarello
:=que
tem
os
seios
d
’alma
profundamente
magoados
por
vêr
que
muitos
rapazes
da
freguezia de
S.
João
vão
á
escola
regia
de
Villarinho.
Esta
ra
zão
avesa
tantissima
força,
que
até
era
capaz
de
derrubar
um
regimento de...
b°
’
necos
de
papel.
E
’
verdade
que
da
freguezia
de
S.
João
alguns
rapazes
frequentam
a
escola
d°
Villarinho. E porque?
Porque
o
professor
de
Villarinho,
por
uma tolissima
rivalida
de
anda
a
angariar
alumnos para
a sua
escola;
porque um genro
do
mesmo
pr°"
fessor
não descança
nos
mesmos
esforços,
porque
os
rapazes
são
do
extremo da
fie-
guezia
de
S. João, ficando-lhes
assim
me
nos
penoso o
irem
á
escola
de
\illari-
nho
; porque...
basta.
Já
vê
o
publico que
o
Ventas
e
te-
Yfi
i
vd
/
Eu
sei
que teem
fervilhado mil
intrigas
para
malquistarem o
snr.
Barros;
mas
este
cavalheiro está
cem
cavilhas
acima
das
conspirações
da
calumnia.
Nada
con
seguem
os
pobres
diabos.
Para
terminar,
por
hoje, vou
oílerecer
um
doce
aos detractores
do zelosissimo
professor
de
S.
João.
E
’
um
documento
emanado
do
exm.
administrador
do
concelho
de
Guimaraes.
Eil-o:
«lllm.
0
snr.
—
Pela
visita
que
fiz
ú es
cola, entregue
aos
cuidados
de
v.
s.
.
fi
quei
reconhecendo
que é,
um
dos
profes
sores
de
mais instrucção e
com
mais
ha
bilitações
d
’
este
concelho.
Agradou-me
o
adiantamento
e aprovei
tamento
dos
alumnos
compatível
com
as
edades.
capacidade,
regularidade
e
tempo
que
tem
de
frequência.
Fiquei
satisfeito
em
a
encontrar
em
boa ordem
e
limpeza,
não
podendo,
po
rém,
deixar
de
sentir
a
falta
de
limpeza
em
alguns
alumnos,
que,
ainda
que
po
bres,
deviam
apresentar-se
na
aula
mais
decentes
e
lavados,
se
da
parte
dos
des-
maseiados
paes
houvesse
aquelle
cuidado
que
a
natureza
e
dignidade
recommendam
a
todas
as
pessoas
de
tino
e
bons
cos
tumes
;
todavia
desculpo
a v.
s.a
n’esla
parle,
pelas
razões
que
nos
apresentou;
no
entanto
espero
empregará
os
seus
prudentes
exforços
para
que
a
pouco e
pouco
consiga
dos
paes
esse
melhoramen
to
para
a
sua
escola, pois para
mim
o
zêlo
e
limpeza
nos vestidos
e
corpo,
con
corre assás
para
ajuisar
dos
merecimentos
do
mestre.
Espero
terá
em
muita
consideração
as
recommendações
que
lhe
fiz,
tendentes
á
boa
ordem
e
harmonia
entre
os
profes
sores
e
alumnos
com
que
sempie
a
in
strucção
aproveita;
no
que lambem
v.
s/
ganhará
para obter
d’esta
administra
ção
a
estima
e
consideração que
em
todo
o
tempo
lhe
deve
ser
proveitosa
Deus
guarde
a
v.
s.
1
Guimarães,
28
de fevereiro
de
1876.
O
administrador
do
concelho,
Jeronymo
Pereira
Leite
Magalhães
e
Couto.
lllm.0
snr. professor
d
’
In-
slrucção
Primaria da
fregue
zia
de
S.
João
das
Caídas.»
Que
nos diz
a
isto
o
snr.
Manuel
Joa
quim
Faz-fôrmas
do
«Imparcial»?
Até
breve.
Um
visellense.
GUNDE NOVIDADE
Campo,
de
Sant’Anna,
n.°
48,
—
7.°
andar.
F.xposição de vistas stereos-
eopicas em
chrygtí»l=: B3ypn-
dremo im-ctsni-.icii
e s»«Bíía5»-
mntieo<=Tiro meelatvnte» e<>m
paiithera
e
leão rsíjjidor.
Mr.
Boix
Jovani, chegado
ha
pouco
a
esta
cilade,
ofíerece
aos
amadores
esta
bella
exposição
que
tem
atraindo
a
attenção
da
Europa,
e
que
ultimamente
tanto agra
dou
em
Lisboa, onde o
expositor
esteve
dois
annos.
Está
aberta,
das
11
horâs
da manhã
ás
11
da
noite.
Entrada
geral,
80
reis.
AGBADECI1ENT0S
Os
abaixo
assignados
filhos,
genros,
e
sobrinhos
do
snr. Antonio
Ignacio
Mar
ques.
e
da
snr.a D.
Anna
Candida
Viei
ra
Marques,
julgando
impossível
corres
ponderem,
como
deviam
a tão
dislinclos
obséquios
com
que
foram
penhorados
por
seus bondosos amigos,
veem
por este meio
dar
expansão
ao
seu indelevel
reconheci
mento
protestando'
a
todos
a mais
since
ra
gratidão.
Maria
José Vieira
Marques
Amélia
Augusta
Vieira
Marques
Del/lna
Adelaide
Marques
Gomes
José
Anlonio
Vieira Marques
_
Anlonio
d
’Araújo
Azevedo
Vasconcellos
Feio
Anlonio
Santos
d'
Azevedo
Magalhaes
Manoel Gomes da
Silva
Mattos
Conego
Manoel
Antonio
da
Cosia.
(241)
No
dia
20
de maio,
no
tribunal
de
justiça,
no
largo
de
Santo
Agostinho,
por
10
horas
da
manhã,
tem
d
’
arreinatar-se
uma
morada
de
casas
torres
e
eido
jun
to,
com
uma
pequena
corte
dentro
do
mes
mo
eido
feita
de
taboado,
e
uma
preza de
agoa
chamada
do
Certal, situado na
fre
guezia
de
S.
Pedro
de
Escodeiros
tudo
louvado,
livre,
em
4IO$00(J
rs,
por
execu
ção
que José
Antonio
da
Cunha
Moreira
move
a
Manuel
Rodrigues
e
mulher
da
dita
freguezia.
(261)
Escrivão
=*•
Gonçalves.
O
«
<3* 29b.
O
Preteude-se comprar
um
orgão
para
uma
egreja
rural.
Falia-se
n
’
esta adminis
tração.
(262)
VEISOA
BE CASAS
_,v,
;
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de
1
/-•SI andar
e
quintal,
n.° 4.
Duas
terreas,
n.os
7
e
8,
com
quintal,
na
dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal, n.
os
16
e
17.
Uma
n.i
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trata-se
com a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho.
(263)
NOVO
ESTABELECIMENTO
Joaquim
Antonio
Dias
de
Carvalho,
an
tigo
caixeiro
do
snr.
João
Manuel da
Sil
va
Guimarães
da
rua
do
Souto
d
’
esta
ci
dade, participa ao
respeitável
publico
e
especialmente
aos seus
amigos,
que se
acha
estabelecido
com
o
mesmo
negocio
de
pan-
uos
e
iodas
as
mais
fazendas
pertencen
tes
a
mercador,
na
mesma
rua
do
Souto,
n.°
56, de
sociedade
com
o
snr.
Albano
da
Silva,
debaixo
da
firma
de
Carvalho
ásSílva,
tendo
um
variado
sortimento
de
fazendas, gostos
os
mais modernos;
por
isso rogam
aos
seus
amigos,
e
mormente
ás
pessoas
com
quem
ainda não
tem
relações,
de
visitarem
o
seu
estabeleci
mento,
onde
encontrarão
a
maior
since
ridade
e modicidade
de
preços.
(254)
ESTABELECIMENTO DE
BANHOS
Achar-se-ha
aberto
desde
o
primeiro
de
junho
em
diante,
na
rua
de
S.
João
n.°
1,
um
excelíente
estabelecimento
de
banhos
similhante aos
do Porto, onde
os
banhistas
encontrarão
uma
sala
de
espera
mobilada
com
todo
o
aceio,
quartos
com
boas
banheiras,
cama
á
franceza,
com
co
bertores
para
aquelles que
se
qnizerem
deitar
para
aproveitarem
a
reacção
dos
banhos
de chuva.
Além
d
’isso
os
que
quizerem
almoçar,
encontrarão
almoço
por
preço
rasoavel.
Preço
dos
banhos:
Banhos usuaes e
de
chuva...............
200
Banhos
sulfuricos de
Visella
e
Taipas
400
De
Fraião
...............................................
200
Almoço=bifes,
chá,
pão
e
manteiga
e
vinho
................................................
240
Os hospedes
ia»
Porio
que
de
sejarem
evitar o
bulicio,
e
mais incom-
modidades
das
hospedarias,
e
aproveitar
o
alimento
onde
mais
lhes convier,
acham
a
preço
rasoavel,
quartos
e
camas
decen
tes, sem
obrigação
de
comida, n
’
iima
ca
sa
honesta,
a
curta
distancia
dos thea-
tros
e
das principaes
repartições
publicas.
Indica-se
na
rua
de
Santo
Ildefonso,
n.°
2p9.
(257)
MÍM-Si
Luiz
José
da
Costa
da
casa
do snr.
José
Antonio
Marques,
para
defronte
n.°
30,
loja
que
foi
do illm.
0
snr. Pimenta
Gonçalves,
na
praça
do Barão
de
S.
Mar-
tinho.
(256)
ANTIGO
ARMAZÉM DE MOVEIS
Largo
de S.
João
n.°
8
e 8
A,
e rua
de Jano n.°
21
BosniiigoM Ferreir» Alves
Participa
aos
seus
amigos
e
freguezes
que
continua
a
vender
por
preços
sem
com
petência
e
com
responsabilidade,
moveis
em
todos
os
gostos
de
mogne,
pau
oleo
e nogueira,
ditos
de
palhinha,
alcatifas
feltros
e
bonitos
dunquerques,
consollos,
jardineiras,
guarda-vestidos
com
espelho e
sem
elle.
toiletes,
camas
á
ingleza
ma
ciças,
á
franceza.
secretarias
para
homem
e
senhora,
ditas da
érable,
guarnições
de
nogueira
para
sala
de jantar,
cadeiras
ame
ricanas,
tageres
e
maradores
de toda
a
qualidade
de madeira;
bem
assim
toda
a
qualidade
de
apoveis.
Promptifica-se
a
fazer
todas
as
qualida
des
de
moveis
estofados.
(255)
CALDAS I»E VISEMiA
Antonio
José
de
Barros,
professor
of-
ficial
na
freguezia
de
S.
João
das
Caídas
de
Visella,
faz
publico
que
desde
as
10
e
meia
horas
da
manhã
até
á
uma
da
tarde,
recebe
para
ensinar
promiscuamen-
te
as
creanças
que
vierem
a
esta
locali
dade
a
banhos,
e
queiram
ulilisar-se
de
seus
recursos
de
instrucção primaria
des
de
as
primeiras leltras até
ao
curso
com
pleto
mencionado
em
portaria
de 11 de
janeiro
de
1871.
Consultorio
a
toda
a hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
«
SRUÁ
DtiS.
MARCOS,
N.
5.|
Vende papeis
pinta
dos para
guarnecer
sallas,
lindíssimos
gostos, a
prin
cipiar
em
80
reis
a peça.
a,
Vende
olio, tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quali-
dade.é
preços
rnuito
resu
midos.
a
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges
so
para estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira qua
lidade.
CIRI
HGSÃO DENTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Largo do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
5
BRAGA.
Faz tudo quanto diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(186
BOM
V1N11U
Vende-se
por pipa
na
casa
da
Deveza,
em
Adaufe.
(253)
FÍLIAL
Dâ CAIXA
ECOaroniCA PEWHWKISTA
Sociedade anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
.................
&OOtOOO$OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com entrada
pela
rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta dinheiro svbre ouro,
prata,
joias, papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sob<e
todo e- qual
quer objeclo
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só até
ao
meio
dia.
O gerente—
A.
G.
Ferreirinha.
CKtaiDE IHÍPOmO
DE
MACHINAS
DE
COSTURA
Ao
campa «le D. Iiisiz I, n.° 1
A.
R. RIBEIRO
BRAGA
!!
Grande facilidade
de pagamentos !!
Vendas
em prestações
de
400
rs.
UM
ANNO DE
PRASO
Sem augmento
algum
nos
preços, ou
10
por
cento
de abatimento
de
prompto
pagamento
Ensino grátis
(ainda
que
seja
desviado
d
’
esta
cidade
6
léguas)
Este
deposito
recebeu grande
porção
de
machinas
próprias para famílias
cos
tureiras,
alfaiates
e
sapateiros.
Do
seu
estabelecimento
não
sae
machina
nenhu
ma
sem
que seja
examinada;
podendo
as
sim
afiançar
ao
respeitável
publico
o
ex-
cellente
trabalho
e
boa
qualidade.
Para
comprovar
o
que
acima
fica
dito
basta
dizer-se que
ha
3
annos
tem
depo
sito,
e
ainda
não
lhe
veio
nenhuma
ma
china
regeitada,
devido
isto
á boa esco
lha
como
póde
confirmar
grande
numero
de
famílias
e
industriaes.
No
mesmo
deposito
se
vendem
algo
dões,
relroz,
agulhas e
oleo,
etc.
flachinag
sileneioMas.
LIVRA1UA
CÍIAWON
BRAGA
Uitimua
jJiahíècações
(
obras
completas
)
PADRE
RIVAUX
Historia
Ecclesiaslica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da 6
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra,
3.
vol.................................... 3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião
christão,
traduc-
ção
do
padre
Mesquita
Pimentel
1
vol
.......................................................
1$200
BALMES
O
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
4
vol.
2$100
PADRE MACH
Maná
do Sacerdote,
1
vol.
br.
500
cart.....................................................
$600
Ancora
de
Salvação,
1
vol.
br. 500
cari.....................................................
$600
D.
MARIA
DO PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção de
lendas
baseadas
nos
preceitos
do
Decálo
go.
1
vol
..........................................
$500
DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão sobre a
Divindade
de
Nosso
Se
nhor
Je.us
Chrislo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço
...................
200
rs.
CASA
PARA
ARRENDAR
Alluga-se
até
ao
proximo
S. Mi»
uma
,,1(1I
'ada
de
casas,
sita
na
f
.
rua
do
Anjo
n.°
24.
Trata-se
na
livraria,
em
frente
da
mesma
casa,
e
na
escriplorio
d’esta
redacção.
v.-x.:.4 <<
<y
/.«
im
<
w
■^u--.>^-
<y»r«Ai.'a-ftVji--;>,'
17-RUA
DE S.
VICENTE-17
BRAGA
¥!®&S
â
PBSSTÃ&&S
SSIE
>8 00 S<S- SEMANTARS
MACHINAS
LEGITIMAS
DÁ
■
iwwwilsiw
Os
únicos
fabricantes
de
machinas
para
coser,
com
casas
estabelecidas
em
Portugal
para
fornecer
directamente
ao
publico
e
as
que
obtiveram
maiores
prémios
na
exposição
universal
de
Philadelphia
I
I GRANDES FACILIDADES DE PAGAMENTOS I 1
Para
adquirir as melhores machinas conhecidas
'
UM
ANNO
DE
PRASO
Sem
augmento algum noa preços, ou «lez por eento de abatimento
por
prompto pagamento
EtfSINO
GRÁTIS E.TI CASA
»O
COHPJIAUOR
PEÇAM
CATALOGOS
ILLUSTRADOS
Com
listas
de preços e as condições de vendas a prasos
kí
siB-esmmu
DA
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
17, RUA DE
S. VICRNTE, 17
BRAGA
ou
NA
SUA SmilSAL
388-RUA
FORMLOSAk-SST
POBTO
(212)
LINHA
QUINZENAL
DE PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros de
3.a classe,
com
trasbordo
no
Rio
de Janeiro,
par
a
SANTOS, PARAGUÁ.
SANTv
CxTARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORlA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco
PAQUETES
A
ELBE
..................
13
de
Maio
MINHO
...
.
28
de
Maio
TAGUS
..................
13
de
Junho
PREÇOS
SAIR
i>E
LISBOA
GUADIANA
...
29
de
Junho
NEVA
.........................
13
de
Julho
MONDEGO.
.
.
.
28
de
Julho
COMMODOS
Cadn paquete d’enta eosnpwnhii»
leva
a
bordo
eriados
e eoííjn3se5ro<)
portiitjueze» pura
eommodidade
dos
passageiros
de
todas
a« eli.Huen.
Sendo a<
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no Poria
ou
em
qualquer
Agencia
pron
ncial,
a conducçào
para
Lisboa
e
por
conta
da
C
nnpan/tia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter
trasbordo.
A.
bor<io poÉssagciros teem grátis cama, roupa d® cama, co
mida
feita por cosinheiros portugueses,
vinho dtaas vezes por dl»,
assistência
medica, serviço de criados e outras despezas»
A EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século tem
feito
com
que os paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira
do Brazil)
sejam
conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança excepcional; além d
isso
pela
limpesa,
boa
ordem,
bom tratamento
e
accomodações
a
bo?do,
e pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygiene
como
para a
eommodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que teem
de
passageiros
e
pelos
agrade
cimentos
de
mais
de mil
e
cem
passageiros
d
’
entre
elles
feitos
por
escripta
como
consta
de
docu
mentos
archivados
em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para a
conducçào
das
suas
malas
do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia um
importante subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir Suas Magestades
o
Imperador
e
Impe-
ratriz
do
Brazil,
como
também
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES e
bi
lhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
®/
AGENCIA
CENTRAL,
rna
dós
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C. TAIT; e
nas
provjl
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas era
todas
as
principaes
cidades
e villas.
I
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães,
rua do Souto.
COMPANHIA
LLOH) DE
RKEVIEN
NORDDEUTSi
:HER
LLOYD
HOIIENZOLLERN
de
3100
ton.
SALIER.
.
.
.de
3100
ton.
IIABSBURG
.
.de
3100
ton.
IIOHENSTAUFEN
de
3100
ton.
Carreira
mensal
Para
Pernambuco,
Bahia,
Bio
de Janeiro, Monlevicleu e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
qne
a
Companhia
está
empregando
na
carreira
do
Brazil
são todos
e
giance
otaçao,
tendo
logares
para
170 passageiros
de
primeira
classe
e
730
de
terceira.
bao <te graiteie veiociíSadte, e
o
serviço
faz-se
com
toda
a
regularidade,
i
pelo
que
tem
uma
boa
e
bem
merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens
são
muito
rasoaveis,
coroo
se
póde
verificar pela
tabel
iã
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Seiulo
as pasangens pagas n«> Farto
ou
was aub-ageneiss dn pro
Vineia, o transporte «Io
passageiro a Lisboa pelo eaminho tíe ferro
(
e
por
eonta da
Companhia.
l*-
sles
paquetes
são
notáveis
pelos
seus
modernos
aperfeiçoamentos
e explendidas
accotnmodaçoes
para
passageiros
de
todas
as
classes.
enbprtnr
n^^r'*
08
»
d
e
terceir
a
classe
é fornecido grati»
pela Companhia,
cama,
nnr
<ii<>
0C
n
0S
de
T1688’
e
a
^m
de
ser
a comida á
portugneza
teem
vinho
duas
vezes
por
dia.
Os
creados
e
cosinheiros
são
porluguezes.
pratniiam^niP
a
paquete l
?
a
Ul
»
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
tos
necessários OnaI
S
’
paR
?a|eiros
>
assim
como
são
fornecidos
todos os
medicamen-
aeenles
Rawri
S.
e
aUer
1!!
JormaÇÕes
ou
bilhetes
de
passagens
podem
obter-se
dos
S
Dh
7
o
ito
dn
T~
de
í-
Fraacisco n
-°
4
’
Porl°-
e em
Bra§
a
Ricardo
Ma
-
intiro
Dias,
no
largo
do
Barao
de S. Martinbo
n.°
27.
(202)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se
4
moradas
de
casas
com
quintal
e
agua, sitas
na
rua
de
D. Pedro
V,
sendo
n.°
76,
77,
85
e
86.
Tracta-se
no
largo
dos
Penedos,
n.°
1.
’
(65)
-^H
l
I
I ■
ir.
l
WM
III I
ARTE DE
TAGHYGRAPHIA
Vende-se
em Braga,
rua Nova,
n.’
3,
e
no
Porto
:
preço
300
rs.
VENDA
DE CASA
Vende-se as
casas,
sitas
no
Lar
go
de
S.
Lazaro n.°
13.
Trata-se
com
João
Evangelista
de
Sousa
Tor
res
e Almeida.
Baga de
sabugueiro
Diz-se
aonde
se
vende
de
boa
qualida
de
largo
de
N.
Senhora
Branca,
n.°
4
e5.
(246)
de
um
gosto agradavel, adoptados com grande exito ha mais de 20 annos pelos
melhores
médicos
de Paris; curão os deflussos, gripe, tosse, dores de garganta,
catarrho pulmonar, irritações
do
peito, vias urinarias e da bexiga. Paris,
BLAYN,
Pharmacien à
Paris,
7, rue du Marché Saint-Honoré. Preços 540 «
810 reis.
Pasta 260
reis.
Em Lisboa :
Barreto, o em todas Pharmacias. etc.
FLUIDE
IATIF
oE
JONES
Por
suas propriedade» benefica», goza este pro-
ducto
de
alta
e merecida reputação. Suaviza e ama
cia
a pelle,
allivia as
irritaçõe» causadas
pelas mu
dança» de clima,
pelos banhos
do
mar,
impressões
desagradareis do vento ou do
calor, etc, etc.
Uma simples
applicaçao
faz desapparecer as ra
chaduras
das
mSos e dos beiços.
Preço
650 reis. >
PARA
OS CUIDADOS
DO
TOUCADOR
É
muito digno de ser recommandado ó
Sabão
latif, que
possuo todas as
propriedades suavizan-
tes
do
Fluide, e um aroma delicadíssimo.PreçoSOOr',
23, Boulevart
des
Capucines, Paris,
De Fronte da
entrada do Grand-l lotei.
Fabricante
de Escavas
Inglesas Perfumeria,
Loja
de
papel,
Objetos de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria, Artigos de Luxo, Luvas, etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr. Barreio, Lorêlo
n.°
28
—
3(t
(26
*)
fimcçío
mism
B
A
L3»
A
XK S C C
p
F BO FM
iT A T B C »
Esta
itijecção
ó
a
única
e
eílicaz
que
cura
em seis
ou
oito
dias
toda
a
qualida
de de
purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas,
ainda
as
mais
rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á Porta
Nova.
Em Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
phar
macia
Madureira,
rua
do
Triunfo
n
0
142,
proxmio
ao
Palaeio
de
Crystal.
Preço
de
cada
Irasco
—400
rs.
(4149)
—
-
-------------- ---------------- -
-
p
MGR.
DE SEGÚR
Conselhos
Pi-Blims eobre o PKI-
ME1KA CO.Yl.nCAilIÃW
A’
venda
na Livraria
Catholica,
por
50
rs.
DO
ALTO
BOITEO
B3A
CASA.
BE
POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’este
armazém se
encontram
a
retalhe
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados :
Vmho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
» »
•
»
>
.
v
Lagrima
...............................
»
Branco
de
meza
........................
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
•
»
de
prova
secca.
.
.
.
■
i
Malvasia
de
2.a
........................
s
s
velho...............................
»
Malvasia,
Bastardo
e Moscatel
a
8
Roncão ..............................
•
v
Alvaralhão
...................................
»
Velho
de
1854
.
150
19H
200
210
’
270
300
360
400
500
,700
560
600
»
a
retalho
pars.
meza
50
e
80,
0
quartilho tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos, P0-
dendo
lodo e
qualquer
consumidor
maU'
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualqu®^
processo
chymico.
BRAGÀ,
TYPOGRÃPHIA LUSITANA—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
