comerciominho_11101877_699.xml
- conteúdo
-
FOE5HAL
ItlíI^IGIOS V E AOTICIOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO JOSÉ
MARIA
DIAS DA COSTA, RUA
NOVA
N.°
3
E.
MM
5.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.
.....
1&600
»
6
»..........................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios cada
linha
....................
20
Repetição....................................
10
PUBLICA-SE
ÃS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias.
12
mezes
.........................
2&000
»
6
».........................
1$050
»
sendo
duas
assignaturas
3§600
Brazil,
12
mezes,-
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso............................... 10
N.°
699
D.
JOAO
CllHYSOSTOMO
DE
AHORIM
Pessoa,
por
mercê
<ie
Deus, ele.
Sendo
o
estudo
do
Canto
ecclesiastico
e
da
Lithurgia
Sagrada da
Egreja
Catholica
não
só
conveniente,
mas
ainda
mesmo
ne
cessário
ao
Ministro
da
Religião ;
e
Considerando,
que
este
estudo não
póde
ser
proveitoso
senão
peia
pratica
;
pois
que
a
theoria
ntinca
poderá
suppril-a,
como
de
todos
é
sabido;
Considerando,
que
a pratica
não
póde
ser
util
e proveitosa
a
este
estudo,
não
assistindo
todos
os
Ordinandos,
e
toman
do
parle
nas
solemnidades
religiosas,
que
no
tempo
lectivo
temos
mandado
fazer
to
dos
os
Domingos
e
dias
sanctificados
na
Capella
do Paço
Archiepiscopal
da
Nossa
Residência,
por
não
ter
capella
própria
para
taes
solemnidades
o
Nosso
Seminá
rio
Conciliar
;
Considerando,
que.
tendo
Nós já
man
dado
por
Nossa Portaria
de
10
de
março
de
1876, que
todos
os
Ordinandos
assistis
sem
a
estas
solemnidades, muitos d
’
elles
deixaram
de
cumprir aquella
Nossa
Por
taria
;
Havemos
por
bem
Ordenar
;
1.
e
que
os alumnos,
que
frequentarem
as
aulas
das
sciencias
ecclesiasticas
do
Nosso
Seminário,
sejam
obrigados
a assis
tir
de
capa
e
batina
ás
solemnidades
reli
giosas,
que,
para
sua educação
e
iuslruc-
ção
ecclesiastica.
são feitas
na
Capella
da
Nossa
Residência
em todos os
Domingos
e dias
santificados,
durante
o
tempo
le
ctivo.
2. °
Que áqueiles,
que
faltarem
a
estas
solemnidades,
sejam apontadas
as
faltas
pelo
Bedel
das
Aulas,
e
apresentadas
no
Conselho
da Instrucção
Superior
para
lhe
ser
contadas
ou
abonadas,
conforme mere
cerem
ser
qualificadas;
3.
°
Que o
conselho
de
Instrucção
Su
perior
náo
habilitará
para
fazerem
seus
actos
e exames
aos alumnos,
que
tiverem
dado
mais
de dez
faltas, não
abonadas,
e
mais
de quinze
abonadas.
4.
° Que
os alumnos obrigados
a
assis
tir
ás
predictòs
solemnidades
serão
egual-
mente
obrigados
a
servir
qualquer
em-
prêgo
ou
ministério,
para
que
forem
de
signados
por
pauta,
ou
por
ordem
expres
sa do
Muito
Revd.°
Director
d’estas
so-
íemnidades.
o.°
Que,
faltando
o
alumno
ao cumpri
mento do
emprego,
ou ministério,
para
que
fôr
designado,
esta
falta lhe será
con
tada por
duas,
para
o
fim
indicado
no
§
3.°
Dada
e passada
sob
o
Nosso
signal
e
sêllo
das
Nossas
Armas
n’
este
Paço
de
Braga
em
2
d
’
oulubro
de 1877.
Logar
do
£3
sello.
Tendo
Nós
observado
que
alguns
dos
alumnos,
que
frequentam
as
aulas
do
curso
de
sciencias
ecclesiasticas,
que
se
profes
sam
em
o
Nosso Seminário
de
S. Pedro,
usam
de
calças
compridas
por
baixo
das
batinas,
o qoe,
alem deserde
mau
effmto
á
vista,
é
também
contrario
á
boa
disci
plina
e
costume
louvável
do
clero
sério
e
temente
a
Deus,
n
’
esta
Nossa
Diocese;
e
sendo
Nosso
dever
adoptar
todas
as
pro
videncias
para
que
os alumnos,
que
se
preparam
para
a
vida
ecclesiastica,
se
ha
bilitem
a
trajar
e
vestir
com
a
seriedade
e
decencia,
que
pedem
o
seu
Ministério
Sagrado
e
o seu
caracler
respeitável
;
Havemos
por
bem Ordenar
que
o
Muito
Revd.
0
Vice-Reitor
do
Nosso
Seminário
de
S.
Pedro,
vigiando
cuidadosamente
pelo
exaclo
cumprimento
de esta
Nossa
Porta
ria,
Nos
dè
uma
relação
nominal
dos
alum
nos
do
curso
superior
de
sciencias
eccle
siasticas,
que
depois
de
avisados,
contra
vierem
esta
advertência,
que
lhes
fazemos,
para
serem
punidos,
como
desobedientes,
e
considerados indignos
de pertencerem
á
classe
sacerdotal.
Paço
de
Braga
2
tfOutubro
de 1877.
João,
Arcebispo
Primaz.
meiro
terço
deste
século,
mas
debalde
por
que
se
lhe
oppoz
a
repulsão
dos
paes
de
familia,
e
até
a
Inglaterra
e
a
Bélgica;
estes
paizes
não
apresentam
exemplos
d
’esse
desconhecimento
das
qualidades
dos
do>s
sexos,
que,
a
existir,
se
manifestaria
pela
raridade dos
casamentos.
Parece-nos
um
argumento
só
proprio
dos
espartanos,
esse
de
que
a
separação
dos
sexos
em
escolas
próprias
a
cada
um,
«lhes
faz
nutrir
desejos impuros e
ideias
falsas
que
mais
tarde
leem
funesta
influen
cia
no
estado
conjugal,
e
na
familia».
Se
o remedio
a
este
mal
era
na
La-
cedemonia
mais
radical
do
que
o
proposto
pelo
congresso
de
Mons
e recommendado
peio «Diário
de
Noticias»,
o
pensamento
e
objecto
são
idênticos;
e
comtudo
Es-
parla não
resplandecia
pela
moralidade
e
o
amor
conjugal.
Nunca
ninguém
se
lem
brou
de
tal
nos
tempos
de
antes
neste
nosso
Portugal,
e
nem
sequer
cousa
que
de longe
se
lhe
assimilhasse:
como
é,
pois,
que
o diarista
se
julgado
auctorisado
a
repelir
argumento
de
tanta
insanidade?
Sabe de
factos
de
tamanha
gravidade
e
frequência,
por
nós
ignorados a
que
se
deva
applicar este
derivativo para
íazel-os
cessar
?
Não queremos
negar,
nem
aílirmar,
podemos
porém
dizer
affoutamenle
que,
se
os ha,
não
acham
a
sua
origem
na
separação
das
escolas
conforme
os
sexos,
inas
antes
deve atlribuil-os
ás
correspon
dencias amalonas de
que são
corretores
alguns
«Diários»,
aos divertimentos em
certos
theatros que
pervertem
os
costu
mes
em
vez
de
os
corrigir,
aos
folhetos
mais
ou
menos
dissolutos
de
quasi
todas
as
folhas,
que
invadem
todas
as
casas
para
alimentarem
n’
umas
o
vicio
e
a
mo
ral
independente,
e
neutras
para
os
ino
cularem;
e
iinaimente
na
falta
absoluta
da
instrucção
religiosa
em
grande
numero
de
faimlias
e
em
quasi
todas
as
escolas.
Removam-se
estas causas
de
tamanho
mal,
corrijam-se
as escolas,
fazendo
entrar
alli
as
puras auras
do
ensino
religioso,
e
deixem-se
separados
os sexos
como
até
aqui,
como
sao separadas
as
aptidões
e
os
fins
para
que
Deus
os
formou.
Se
as
sim
se
uão
fizer,
poderá
repetir
se
o
que
a
respeito
do
ensino
na
Bélgica
disse
em
26 de
setembro,
na
sessão
dos
prémios,
Mr.
Deschamps,
professor
do
Atheneu de
Liège,
fallando dos
mancebos:
«Sabem
tu
do sem
leijein
aprendido
nada:
teem
uina
doutrina
já
feita
Noutro
tempo
os discí
pulos chamavam
ao
auctor
de seus
dias
no
snr.
meu
pae»,
hoje
chamam-lhe
«o
meu
velho».
«O
respeito
á mulher lambera
se
vae...»
Em
todo
o caso note-se
que
aqui,
ainda
hoje,
são
muito
menos
vulgares as
separações
de
pessoas
e bens,
apesar
das
facduades que
lhes
veio
dar
o
Codigo
Civil,
(uma
das
ílores
que abrilhantam
a
coiòa
do
snr.
Alexandre
Herculano)
do
que
são
os
divorcios
na
Suécia;
e menos
ainda
são
conhecidas
as •
trocas
publicas
das
mulheres
entre
amigos,
factos
que
alli
«alljrinam
não
só os
benefícios
que
do
contacto
das
creanças
dos
dois sexos
(nas
escolas
mixtas)
advém á
sua
educa
ção
moral,
senão
lambem
a
modificação
que
se
opera
no
caracler
e
nas
maneiras
dos
rapazes
(e
das raparigas
não?),
lor-
nando-os
allaveis
e inspirando-lhes senti
mentos
generosos
e»
dedicados».
Que
taes
seriam
então
os
suecos
an
tes
das
escolas
mixtas 1
Não
passavam
de
uma
naçao
de brutaes
e
egoístas.
Seria
porisso
que
as mulheres
eram
condemna-
das
aos
serviços
mais
rudes
e incommo-
dos?
Talvez.
Por esse
lado
foi boa
a
in-
novação:
mas
aqui,
onde
nada
ha que
se
pareça
com
o
que
era
lá
vulgar,
de
que
BRAGA
—QUINTA-FEIRA
II
DE
OUTUBRO
DE 1S99
Aa
escolas
mixtB* dos «lous
sexo».
Querendo
talvez
solemnisar condigna
mente o
43."
anniversario
do
passamento
do
Duque
de Bragança,
o
«Diário
de
No
ticias»
de
24
de setembro,
encostando-se
á
decisão
do
congresso
dos
professores
belgas,
reunido
poucos
dias
antes
em
Mons,
para
que
se
pedisse ao
governo o
estabelecimento
«d
’
escolas
mixtas
de
me
ninos
e
meninas»;
pede
o mesmo para
Portugal,
como
aquelle
celebre
deputado
das côrtes
de 1821,
que
nunca
deixava
de
dizer
—
peço
o
mesmo
para
a
Marinha,
quando se
approvava
alguma
proposta.
Não
somos
da
mesma opinião do
jor
nalista
da
rua
dos
Calafates,
ainda
que
fossem
tão
irrefutáveis,
como lhe
parece
ram,
<os
argumentos adduzidos
em
favor
desta
reforma»
pelo
tal
congresso,
que
se
foi
cuidadoso
em buscar
o
que
convinha
aos
seus
interesses
(1),
não
o
foi
tanto
no
que
respeita
á pedagogia,
e
á
sciencia
da
educação.
Cuidaram
só
de
si.
Duvidamos
em
primeiro
logar
das
sup-
postas < provadas
vantagens»
que «já
ha
muito»
destas
escolas
mixtas
tem
provin
do
á
Suécia
e
a
«alguns
outros
paizes
(não
se
póde
saber
quaes sejam
!
»;
e
a
razão
d’
isto
achamol-a
nas estadisticas quer
da
moralidade,
quer
da
instrucção
de
que
temos
noticia.
Bem
sabemos
que
é
possí
vel
serem
estas
estadisticas
anteriores
ao
estabelecimento
de
inlroducção deste
sys
tema,
com
quanto
não
sejam
muito an
tigas;
mas
por
outra
parte
diz
o
«Diário»
que «já ha
muito» se
conhecem
aqoellas
vantagens,
dando
assim
a
entender
que
esta
promiscuidade
dos dois sexos nos
bancos
de
todas
as
escola
já é cousa bas
tante
antiga
alli.
Estas
nossas
duvidas
só
poderão
ces
sar
quando
a folha
noliciadora
nos
dissser
ha
quantos
annos começou
a
vigorar
na
Suécia
este
systema
d
’escolas
mixtas,
que
não
achamos
na
noticia
que do
congresso
pedagógico
da
Bélgica
obtivemos
pelos
jornaes
estrangeiros.
E,
pois,
que
ti
ata
mos
do
assumpto,
pedir-lhe-iamos,
ainda
correndo
o
risco
de
abusar
da
sua
con
descendência, o
favor
de nos
dizer
se
esse
systema
está
em
exercicio-em toda
a Suécia, Noruega,
e
Laponia,
e
desde
quando;
ajuntando-lhe
a
estadislica
da
população
escolar
depois
do
estabeleci
mento.
Não
concordamos
em
que
a ausência
da
promiscuidade
dos dois
sexos
nas
es
colas
«até quasi
á
idade
era
que
de or
dinário
os
casam
(?)
os
torna
como
que
uns
seres
desconhecidos
uns
dos outros».
Ao
menos
aqui
em
Portugal,
e
na
visi
nha
Hispanha onde
não
são
conhecidas
as
taes
escolas
mixtas,
para
não
fallar da
França
onde
se
quizeram ensaiar
no
pri-
(1) Estes
zelosos
professores
reclama
ram
360^000
reis
por
anuo
no
primeiro,
e depois
mais
18$000 reis
em
cada
um
que
se
seguir,
dois
mezes
de
ferias, e
o
previlegio
de viajarem
de
graça
por
to
dos
os
caminhos
de ferro do
mundo.
Não
se
póde
negar
que
levaram
a
mo
déstia
e
o
desinteresse
até
aos
últimos
limites.
podem
servir as
escolas
mixtas?
E toda
via
o
«Diano
de Noticias»
grita
com
voz
de Stentor pelas suas 25:500
boccas-
«Porque
não
se
estabelece
entre
nós
com
mais
largueza a escola mixta,
aproveitan
do
estes
exemplos
e
estes
conselhos»?
Confessamos
a
nossa
ignorância,
di
zendo
não
sabermos
da
exislencia
des
colas
mixtas
em Portugal. Fomos infor
mados
de
qoe
alguns
ensaios
se
fizeram
mas
que
o
resultado
fôra
negativo.
Não
póde
porisso
dar-se
maior
largueza ao
que
está
morto
de
consumpção.
Aos precedentes
argumentos,
cuja
inap-
phbihdade
cremos ter
deixado
provada,
para
não
dizer
mais,
ajuntou
o
«Diário
dè
Noticias»
mais
os
seguintes,
que
qualifica
mos
de
cazeiros:
«Seria
um
jmeio
(diz elle)
mais
ou
menos
iminedialo
(mas
como
duvidar
de
ser
immediato,
se
na
Suécia
o
foi?)
de
resolver
o
problema
do ensino
primário
o confiar
a direcção
das
escolas
mixtas
ás
professoras
que
vão
saindo
da
e«cola
normal»
Não
sabemos
se
annualmente
sahem
da
escola normal
do
sexo
feminino
tantas
professoras
habilitadas,
que
possam
dentro
de
poucos
annos
encarregar-se
do
ensino
primário
em
mais
de
4:000
esco
las
mixtas,
pelo
menos
no
reino;
mas
pa
rece-nos
que
não,
pois
do
contrario
ha
veria
mais
que
epigratarna,
uma
verdadei
ra
e
lornial
accusaçào.
á
escola
moral do
sexo
masculino,
a
qual
não
só
não
está
habilitada a dar-nos
provas
de
tanta fe
cundidade,
mas
os
escassos
fructos
que
produz sao
pecos
e
enfesados
a
ponto
de
fazerem
chorar
o
«Diário
de
Noticias»
ao
presenciar
«o
déficit
enorme
de professo
res
habilitados»,
não
já
para
as
cidades
de
primeira
e segunda
ordem,
mas
até
e
«pnncipalmente
para as
escolas ruraes»
’
o
que nao
«succede
com
as
professoras
’
que
se
vão
habilitando
muitas
e
por
mo
do
muito
consciencioso
e
que...
promette
uma
regeneração
nas
escolas».
Dado
isto,
não seria
mais
facil,
mais
seguro,
mais
conducente
ao
fim
desejado
melhorar
a escola
normal,
do
sexo
mas
culino
ponto-a
ao
par
da do sexo
femini
no
para
ser
igualmente
prolífica?
Cremos
que
sim,
embora
a
depurassem
«de
certos
defeitos
que
talvez
não
permitiam
um
grande
desenvolvimento
na
educação
mo
ral»....
Aqui
ha uma
charada
que
não
pode
mos
decifrar.
Alludirá
o
«Diário
de
No
ticias»
á educação
religiosa
que se
nos
diz receberem as
alumnas?
Se é
isto,
supponha-se
qual
seja
o
objecto
da
incul
cada
reforma;
se
não
é,
pedimos-lhe que
desembuce
o
seu
pensamento,
e
não
em-
pregue mais
em
assumptos
da
ordem
ele
vada
a
que
este
pertence,
palavras
am
bíguas
que
podem
receber duas
accepções
nenhuma
das
quaes
é honrosa
para
quem
as
emprega.
O
escriptor
publico
deve
ter
a
coragem
de
suas
opiniões
para
não
es-
condel-as.
Convimos
em que
«as
professoras
teem
grandes vantagens
para
o ensino
das
crean-
ças^
principalmente
nos
elementos
da
edu
cação»,
mas
não
nos
parece
que
sob
esse
ponto-
de
vista
se
adquiram
as
que
aliás
poderiam rasoavelmente
esperar-se,
e
de
veriam
recolher-se,
se
em
vez
descolas
mixtas se
tratasse
de pensionados.
E
’
tão
amoravel
o
coração
da mulher,
tão
dis
posto
e
patente
aos
suaves
sentimentos,
que
nada
póde
comparar-se
a
ella em
affectos e carinhos
que
enlevam
as
crean-
cinhas;
mas
é
necessário
que
elle
não
es
teja
possuído do
amor
maternal,
ou
de
outro
qualquer
aflecto
natural
que se
po
nha
em
antagonismo
com
aquelle que
a
puerícia
sollicita.
Este
sentimento
que
participa
do
amor
maternal, e
chega
a
pelos
de
outra),
mettem
horror.
Nunca
se
viu
antes
ceifar
com
tal
rapidez
e
ahundancia
fileiras e
columnas
de
ho
mens,
por
assim
dizer, instantaneamente,
pelo
fogo terrivelmente
amiudado
das ar
mas
n
’
estes
ultimoá
annos
porliosainenle
aperfeiçoadas,
para
ferirem
e
matarem
com
a
maior
presteza
e
precisão
possí
vel.
Não
posso,
nem
é
minha
tenção,
en
trar
em
longos
detalhes
minuciosos,
que
os leitores
d
’isso curiosos
podem ir
lêr
em
qualquer
das
folhas
Inglezas,
hoje
diflundidas
mais e mais
por
to lo
o
mun
do
conhecido.
Entretanto
copiarei
em
re
sumo
algumas
amostras
de
panno,
por
onde
poderá
bem
ajuizar-se
do resto
da
peça.
N
’
uma
posição.
Plewna, ao
que
pare
ce e
se
aflirma
habilissimamente.
fortifi
cada
pelos
Commandantes Turcos
(e
nada
estranharia
se
me
dissessem
por
direcções
de
engenheiros
e oíTiciaes
luglezes)
os
Russos,
parece,
obstinadamenle insistiam
em
lomal-a;
e ha dias
ou
semanas,
n’
is-
so
têm
querido
teimar,
apesar
de
todas
as
desvantagens
e di(ficuldades
enormes
que
o
caso lhes
oíferecia.
Segundo
é
reconhecido
pelo
Grão-Du
que
Nicolao
mesmo, parece têm
os Rus
sos
ahi
perdido
cousa
de
vinte
e
cinco
mil
homens!
Calcula-se
que»
até
sabbado,
15
do
corrente,
as
viclimas
d’
aquelle
oBsti
nado
combate,
sobem
entre
Russos
e
Tur
cos
a
quarenta
mil
homens!
O
correspondente
do
Daily
Netvs
(pa
pel
favorável
aos
Russos),
diz,
pelo
tele-
grapho,
haver
visto
com
seus
proprios
olhos,
os
batalhões
Moscovitas
encolhe
rem-se,
por
assim
dizer,
licurem
d
’
um
in
stante
reduzidos
a
miseráveis
restos.
Que
n
um
instante
um
batalhão
de
atiradores
ligeiros
ficára
em 160
homens.
Uma
com
panhia
a
de
150,
ficou
n
’
um
abrir e
fechar
dos olhos,
em
40
homens.
Eis
aqui como
o
mesmo
Correspon
dente
do
Daily
News
descreve o General
Russo
Skobeleff,
encontrando
o
face
a
face
depois
d
’
este combate:
—
«O
seu
uni
forme
sujo
e
coberto
de
lama;
a
espada
partida;
a
Cruz
de
S
Jorge
pendenfo-
Ihe
voltada a
traz
das. costas;
a
cara
en
farruscada
de
polvora
e
turno; os
olhos
ferozes
e
sanguinolentos;
a
voz
quasi per
dida.
Nunca
vi».
acrescenta
o Correspon-
te
«pintura
assim
de
batalha,
como
elle
a apresentava».
Advirta-se
que estes
cor
respondentes
das
principaes
folhas
Ingle
zas,
sam
todos, ou quasi
todos,
officiaes
militares,
que
para
tal
mister
se
lhes
ofTerecem;
que sam, por
isso
mesmo,
os
mais competentes
para
julgar
e
informar
assim de
cousas
da
guerra;
e
que são
muito bem
pagos
e
remunerados,
além
de
lhes
serem
lambem
abonadas todas
as
despezas
de
correio,
de
viagens,
de
tele-
graphos,
de expressos,
etc.
A
pintura
dada
pelo
Correspondente
do-
Daily
Telegraph
do
combate,
e
principal
mente
do
campo
de
batalha, depois
cober
to
literalmente
de
cadaveres,
em
fileiras
até,
descreve
elle,
como
n
’
um
campo
cei
fado
as
paveas
do
trigo
ou estrias
do
fe
no,
faz
horror
ao
lèl-a.
Os
cadaveres
no
campo,
calcula
elle,
depois
de
dizer, que
alguma
experiencia
tinha
de
campos
de
batalha,
em
8:000.
Em
todas
as
apparencias
e
relações
creio
não
póde
haver duvida
que,
esta
guerra é
do mais
pernicioso
elfeito
para
a
Rússia;
e
como
os
mezes
do
Outono
pas
sarão
bem
depressa,
e
virá
um Inverno
talvez
muito severo,
em
que
a
mesma
lerá
que
sustentar,
a
distancias
tão
gran
des.
e
em paiz hostil,
um
grande
exerci
to,
já
tão cançado
de trabalhos,
tão
di
minuído
por
grandes
perdas,
e
sem
du
vida
exposto
a
novos
e
contínuos ataques
e
tentativas
de
um
inimigo
que.
por
as
sim
dizer,
está em sua
casa;
parece-me
que
esta empreza,
tão
arrogautemente in
tentada,
hadé
ter
para
o
Império Mos-
covita
resultados
funestissimos.
Eu,
que
attribuo
todos
os
aconteci
mentos d
’este
mundo
a
uma
Providencia
que
não
dorme,
e
á Justiça
Divina
que
não
falha; refiro
os
desastres
da
Rússia,
suas
injustiças
e
oppressões
na
Polonia;
assim
como
attribuo
as
prosperidades
inau
ditas
e
augmenlos
da
Gram-Bretanha.
no
quasi
meio-seculo
em
que
as
tenho
aqui
observado
e testemunhado,
desde
a
Eman
cipação
Catholica
(no
momento
da
qual
aqui
cheguei), ao
favor
e
liberdade que
desde
então
a
Religião
verdadeira—o
Ca-
tholicismo
—
aqui
tem
gozado
e está
go
zando;
fazendo
progressos
admiráveis,
e
que
ninguém
antes
d'isso
—e mesmo
al
gum
tempo depois—
ousava
esperar,
A.
R. SARAIVA.
(CootinúaJ
confundir-se
com
elle,
sem
correr
o
risco
de
ser
sunplantado
por
outro
igual sen
limento,
só
na
religiosa
póde
encontrar-
se.
Isto
que
à
priori
a
razão
ensina
é
confirmado
à
posteriori
pela
experiencia
de
todas
as nações,
que
não
seguem
Por
tugal
na
estúpida
teimosia dos
seus
go
vernantes
e
no
odio
brutal
dos
seus
pe
dreiros
livres.
Podíamos
considerar
muitas
ouiras es-
pecies
a
que
o
«Diário
de
Noticias se
soccorre
em
abono
dos
seus desejos;
mas
como
isso
levaria
muito longe
examinal-as
agora
preferimos
deixar
para
outra
occa
sião
a
sua
apreciação.
Sousa Monteiro.
A*
Ke<9aeç3o
<Io
«Commereio
«lo
ffltinlio».
Londres, 28
de Setembro, 1877.
Eis
ahi
vai
a
minha
ultima
carta
ao
Apostolo,
que,
no
meu
entender,
contem
interesses
que
tocam
muito
a
toda
a
Chris-
tandade
Catholica;
e
n
’um ponto
principal
mente,
deviam
tocar
ao
nosso
Portugal,
que
o
Mindello já
quasi
dernoliu;
e
não
tardará
muito
a
demolir
de
todo, como
nação
independente.
O
Ídolo
infame,
e
Capitão
do mesmo
Mindello—
o
instrumento da
Maçonaria
e
da
Inglaterra
para
destrnir
o
esplendido
e
magnifico
Império
Luso-Brazilico
—
que
logo,
e
apenas
como
em
embrião,
metleu
medo
e
ciúmes
á
mesma Inglaterra;
veio
a
ser
lambem
instrumento,
como
se
verá,
e
já
vai
vendo,
para
a
Protestantisação
da
África;
que
sem
elle,
e
sem o
infame
Min
dello,
havia de
ser
hoje,
na
sua
maior
parte, Oriental.
Ceniral
e
Meridional
ou
Occidental,
Catholica
e
Portugueza.
O
Mindello
manda
agora
lá. por
ma
caquice, uma
expedição
—
como
ridicula
mente
macaqneia
o
Jokei-Club
(que
devia
tef
o
nome
de
Donkei-Club').
Isto
chamam
os
Francezes
la
moularde
apres
le
diner.
—
Nós
podemos
chamar-lhe:
Depois
do
asno
morto
cevada...
A. R.
SARAIVA.
SUMMAR1O.
1
—A
guerra
Turco-Russa,
terríveis
combates
e
carnagem
atroz,
pelejas
ob
stinadas
dos
dois
belligerantes.
Posição
critica
da
Rússia
na
contenda,
que tão
temerariamente
emprehendeu.
II.
—Conjecturas
prováveis de
provei
to
para
o Cathohcisino
nos
resultados
d
’
es-
ta
lucla.
III.
—
Sala
monumental
para
o
Collegio
d
’Oscott,
em
honra
do seu
actual
e
dis-
tincto
Reitor.
IV.
—
Stanley
verificando
a
identidade
do
Lualaba
e
do
Congo.
—
Expedição
macaca
de
Portugal
ao
interior
d
’Africa
agora
—
(Cavallo
furtado,
cavalhariça
afenolha
da).
I.
—
Continua
a
Riissia
recebendo
o
que,
no
meu
entender
e
firme
persuasão,
não
é
mais que
o
castigo
de
suas
injustiças
anti
catholicas
e
perseguições
na
Polonia.
Ninguém
objecte
que
os
Turcos
sam
mais
anti-christãos que
os
Russos, e portan
to,
mais
anti-catholicos.
Sabemos
que
os
Philisteos,
e
os
Baby-
lonios
eram
idolatras,
e
por isso
mais
afastados
do
culto
do
verdadeiro
Deus,
do
que
os
peccantes
Hebreus;
e
não
obstan
te
isso,
Deus
punia estes
por
mãos
d
’aquel-
les. Um pai
que
deseja
corrigir
o
filho
delinquente,
não
vae sempre
buscar
para
isso
a
vara de marmeleiro; se
á mão en
contra
uma
de
espinheiro,
não
faz gran
de
ceremonia
em
servir-se
d
’
ella.
As
relações
detalhadas que
nos
che
gam
d
’aqueila horrível peleja,
que
está
tendo
logar n
’uma
região, d’
este
Globo
que
a
Natureza,
—
isto
é,
o Creador
Omni
potente
—
dotou
das
mais
dislinctas
vanta
gens
naturaes,
em
todo sentido; sam
taes,
como
não
sei
com
que
em
tempos
mo-
dernos
—
e
nem
antigos
quasi—
coinparal-a
posso.
Parece
que
foi
determinado
o
ser
con
tra
este,
na exiensão
territorial,
o
maior
Império
do Mundo—
o
de
Todas
as
Rus-
sias—
o
effeilo
e
poder
dos
pasmosos
aperfeiçoamentos
a
que
em
nosso
século
tem
chegado
os
instrumentos
e arte
de
tirar
a
vida,
e
destruir
em
menos
tempo
o
maior
numero
de
homens.
As
noticias do theatroda
guerra,
man
dadas
pelos
agentes
diversos
da
imprensa
(que
hoje
tomam quasi
o
logar
das
anti
gas
relações
oíTiciaes
—e
sam
mais
escru
pulosos na
verdade,
pelo
zêlo
de
não
se
encontrarem os
de
uma
folha
contradictos
Povoa
de
Varzim
9
«1
’Outubro
de
1MÍÍ.
(Correspondência
particular.)
«Como
esta
villa
possue
uma
das
praias do
reino
presentemente
mais
pro
curadas
pelos
banhistas,
e
pelos dilettanti,
e
se
torna
por
tanto
um dos
principaes
e
mais escolhidos
centros
da «vida
por-
fugueza»
na
quadra
actual
das
ultimas
despedidas
do
verão e primeiras
alvora
das
do
oulomno,
permitia
v.
que
lhe
dê
algumas
noticias
sobre
as
pequenas
ou
importantes eventualidades
que
por
aqui
se
deem»..
Assim
principiou
o
illuslre
padre Sen
na
freitas
uma
carta para
uma*
folha
re
ligiosa
do
Porto,
quando
aqui
esteve
em
setembro
de
1873,
e
impetrando
a
devida
venia
de
s.
revd.'na
egualmente
principio
eu.
Vou,
pois,
hoje contar-lhe
que ha
poucos
dias
li
na «Comarca»
(folha
que
publica
n’
esta
villa, e
que
encontrei
em
casa
de
um
barbeiro)
uma
local
alinhavada
segundo
a
critica dos
nossos
modernos
philosophos,
em
que
se
censurava
o
revd.
u
reitor
da
freguezia
de
Rm-mau,
concelho
de
Villa
do
Conde,
por
haver
feito
uma
advertência
aos
seus
Ireguezes
do
grave
risco
que
correm
as lilhas-familias,
em
frequentar
esta
villa na quadra
actual,
re-
prehendendo-os
da liberdade
que
lhes
tem
concedido
a este respeito,
e admoestando-os
para
que
não
deixem
ir
suas
filhas para
a
Povoa
de
Varzim,
etc.,
etc.
O
esperto localista,
que
sem
duvida
é
um
dos
illuminados
do
século
presente,
invectivoo
com
numerosas
declamações
es
túpidas
e
nojentas
o
revd.0
reitor,
expres
sando-se
desengraçada
e
rasleiramente
co
mo
qualquer
garoto,
quando
se
sente
con
trariado
nos
seus
malévolos
intentos.
Diga,
porem,
o
localista
o
que
quizer
do
revd
0
reitor
do Rio-mau ácerca da
prudente
e
acertada
admoestação
que
fi
zera
aos
paes
de
familia
seus
ireguezes.
atire-lhe
as suas
pedrarias
do
melhor
modo
que
entender,
o
que
é.
certo,
e
o
que
ninguém
de
bom
senso
póde
contestar, é
que
a
Povoa
de
Varzim, na
quadra
dos
banhos,
acoita muita
devassidão.
Que
innumeraveis
desaforos, e não
poucos
escândalos,
se
não
veem
aqui
quo-
tidianamente
!
A desmoralisação
caminha
sem
peias
nem
freio....
Aos
espíritos
corruptos
e
corruptores
não
agraria,
de
certo,
que
um
parocho
cumpra
com
os
deveres do
sagrado
mi
nistério,
e
previna
os
seus freguezes
dos
perigos
que
os
rodeiam,
onde
talvez me
nos
os
esperem, fazendo
como
verda
deiro
pastor
do
rebanho que
-e
lhe
con-
liára.
Mas
o
que
agrada
muitissimo
a
esses
personagnes engolphados
no tremedal da
prostituição,
o
que
lhes
dá
máximo
prazer
é,
por
exemplo,
vir
para
esta
villa um
abbade,
assaz conhecido
na côrle
eccle-
siaslica
bracarense
pelos
processos
de
sus
pensão
que
se
lhe
tem
instaurado
(se
gundo
me
iniormão]
e
entregar-se
a
uma
vida
devassa,
escandalosa,
abominável
com
a
sua
sacrílega companheira,
que
me
dizem
ser
da
freguezia
de
Rates.
Não
o
viram,
de
certo,
nos
exercícios
espirituaes
que
ha
pouco
se
fizeram
em
Tibães,
mas
vemol-o
aqui
transformar o
seu
quartel
(na
rua de
S.
José.
n.°
16)
em
possilga de
orgia
e
corrupção,
onde,
talvez,
converta
o
breviário
em
escarneo,
e
a
sala
de
jantar
em
quarto
de
crá
pula.
Isto
sim;
isto
é
que
é
um
prato
de
licioso
para
os
presumpçosos
materialistas
da
epoca.
Agrada
lhes?
Pudéra
nao
!
por
que
assim,
com
estes
factos,
podem
me
lhor
fundamentar
o
seu
libello
diífamatorio
contra
o
clericaiismo.
Já
não
seria
para
extranhar
que
a
ac-
cusação
ao
clero
dissoluto
de
nossos di-s,
varie
no
genero
e
na
forma
da
accusação
que
em tempo
se fez
ao
monarchismo.
Então
«via o
mundo
e
ouvia
que
em
tal
dia
entrára
o
frade
conhecido
por licen
cioso
na
caza
das orgias
e
devassidão,
á
hora
morta
da
noute
em
que
já sabiam
de
lá
ébrias
e
enfastiadas
as
turbas
dos
seculares».
Hoje
já
não acontece
assim;
não
é
á
hora
morta
da
noute,
mas
em
plena luz
do
dia,
e
sem
disfarce
algum,
que
se
observam
e
disfmctam as scenas da
mais
criminosa
relaxação,
como
a
que
venho
de occuparme.
Eis
o
resultado
das
mddernas
theorias
revolucionarias!
Magôa-me
immenso
o
coração
ler
de
referir
semelhante
facto,
que
desgraçada
mente
não
é
singular.
Todavia
indignou-
me
a
alludida censura
por
ser
feita a
um
parocho,
que
não
tenho
a
honra
de
co
nhecer,
mas
que
entendo
haver
cumprido
um
dos
seus
deveres.
Para
estes está
a
impresa
libertina
e
estúpida
de
pé
atraz, e
com
o
escalpello
da sua
criíica
baixa
e
soez
sempre
le
vantado.
Para
aquelles...
ha
apologias
e
louvaminhas,
talvez
como
benemeritos
da
sociedade!
Ternos
obrigação de
desculpar
todas
as
fragilidades
humanas,
é
certo; mas não
temos
obrigação
de
tolerar escândalos,
como
os
que
aqui
estou
vendo.
È’
triste,
e
lamento
do
fundo
d
’
ahna
que
pastores
de
almas se
transformassem
em
lobos
tam
vorazes.
Que
consciências
tam damnadas
se
abrigam n
’
elles
!.
.
Demais
o
abbade
a
que
me
refiro,
e
que
aqui
está,
como
eu,
a
uso de
banhos
(por
mal
de
peccados
quasi
meu
vizinho)
é
um homem
já decrepito,
semi tremulo,
e
em
cujo
semblante
se
principiam
a ma
nifestar
as
apparencias
cadavéricas!
Que
fataes
consequências
não
rezultam
de
tamanha
perversidade!
Pois
é
verdadeiro
o
caso
que acabo
de
narrar,
tem
elle
o
cunho
infallivel
dos
factos
consummados,
e s.
exc.
a revd.
ma
o
snr. arcebispo de
Braga
póde
melhor
mteirar-se
da
verdade
por
intermédio
de
seu
arcypreste
o
revd.0
prior d’
esta
villa.
Faz
misier
extinguir
de
prompio
se
melhantes
abusos,
para
se
fazerem
esque
cer
taes
escândalos.
Corte-se,
pois,
os
vôos
arrojados
áquella
ave
seductora da
prostituição.
Confio
que
o
nosso
esclarecido
Prelado
procederá
ácerca
do
expendido
na
forma
do
seu
costumado
zelo
e
inteira
reclidão.
Um
banhista.
rju-PwxwiawiiiiiMnrtii
GÀZETILO
Abertura
das aula««
no
Semi
nário
Conciliar.
—
Eífectuou-se,
como
dissemos,
a
abertura solemne
das
aulas
no
Seminário
Conciliar
de S. Pedro.
Esta
cerimonia começou
na
capella do
Paço
Archiepiscopal,
pela missa
do Espi
rito
Santo
celebrada
pelo
revm.0
snr. pa
dre
João
Behello
Cardoso
de
Menezes,
di
gníssimo
vice
reitor
d
’
aquelle
seminário,
depois
da
qual,
entoado por
s.
ex.
a
revm.a
o
snr.
arcebispo
o
hymno
Veni
Saneie
Spiritus,
o
snr.
conego dr.
José
Gomes
Martins, professor
decano, ajoelhado
aos
pés
do
inclyto prelado
leu a
profissão
de
fé,
que
todos
os professores
juraram
por
seu
turno
nas
mãos
do
snr.
arcebispo.
Findo
este
acto, s
ex.
a
revin.
a
diri
giu-se
ao
salão
da
Relação Ecclesiastica,
onde
tomou
assento
na
cadeira d
’honra.
Em
seguida
o
revm.0
dr
João
d’
Aratijo,
professor
de
Theologia Moral
(2.°
anno),
leu
a
oração
de Sapientia, em
latim.
JFnliecãmen
t«».
—
Victima
d’
um
in
sulto
apoplético, falleceu
hontem
de
ma
nhã
o snr.
Joaquim
Bernardino
Almeida
Coutinho,
irmão
do
exc.
1110
conego
Al
meida
Coutinho,
reitor
do
collegio
dos
Órfãos
de
S.
Caetano,
o
qual
apenas
lhe
poude dar,
a
absolvição.
O
finado
era
um
cavalheiro honrado
e
digno da
estima
que
gosava
O
cadaver
é
hoje,
ás
4 horas
da
tar
de,
conduzido
para
o
cemitério
com
acom
panhamento das
irmandades
Damos
á
sua
familia
pezames os
mais
sinceros.
«A
;Vtnríp»H»».
—
Recebemos
o pri
meiro
n.°
d’
este
periodico
litlerario,
que
começou a
publicar-se
no
Porto.
E
’
bem
redigido.
SíHíiueleto.
—
Nas
escavações
que se
andam
fazendo
para
aformoseamente
da
malta
pertencente
ao
sanctuario do Bom
Jesus
do
Monte,
appareceu
um
esqueleto,
que
dizem
não ser
de
epoca
muito
re
mota.
SuMpfKtsíío.—
O
escrivão
da admi
nistração
do
concelho
de
Vianna
do
Cas-
tello,
o
snr.
José
Maria
Baptista
Cama
cho,
foi
suspenso,
sendo-lhe
também
ins
taurado
processo.
Obra«.
—
Continuam
com
muita
acti-
vidade
as
obras
para
a
nova
arcada
no
campo
de
Sant
’
Anna.
A arcaria
fica
elegante
e
espaçosa.
rubliea^ões.
—
Continuamos
hoje
a
mencionar
as
publicações
recebidas:
—
Catalogo
especial
de
rosas
e
sementes
de
hostaliças
no Estabelecimento
Hortícola
de
José
Marques
Loureiro
&
C.
‘—Porto.
—
Diccionario
de
Geographia
Universal,
traordinariamente,
commandando
ao
mesmo
tempo
o
«Sumter»
e
o
«Alabama».
N
’
uma campanha
de
vinte
e
dois
me
zes,
este
ultimo
barco
queimou
sessenta
e
cinco
navios,
e
quasi
que
interrompeu
complelamente a
navegação
commercial
para
os
Estados do
norte.
O
«Alabama»
foi
mettido
a
pique
pelo
vapor
«Korsage», depois
d
’
um
combate
sanguinolento.
O
almirante
Semmes,
deixou
muitas
obras
sobre
a marinha.
As
memórias
de
Pio
IX.
—
O
Santo
Padre, noticia
um jornal,
está
con
cluindo
as
suas
memórias,
nas
quaes
tra
balha
ha
quarenta
annos.
Preparando
esta
obra,
que
está
sendo
feita n'nma grande
escala,
Pio
IX
tem
sido
apenas
secundado
pela
collaboração
do
sacerdote
Dresciani,
um
dos
jesuítas
de
mais vasta erudição.
O
Papa
entregou-lhe as
suas
notas
autobiographicas
e documentos
accesso-
rios,
para**serem
postos
em
ordem
e
im
pressos.
Entre
os
manuscriptos
que devem
fi
gurar
nas
memórias, acha-se
a
corres
pondência
do Papa
com
Victor
Manoel,
Carlos
Alberto, Napoleão
terceiro
e
o conde
de
Cavour.
Determina
um
codicilio
especial,
no
testamento
de
sua
santidade,
que
as
suas
memórias
só
dez
annos
depois
da
soa
morte
é
que
serão
publicadas.
Será
eastigo?—
Os
trabalhos
da
Ponte
Sislo
da
Ripetta,
em
Roma,
conti
nuam
aos
domingos
e
dias
santificados.
No
dia
da
Assumpção
um
dos
trabalha
dores
cahiu
do
andaime
no
rio
e
afo
gou-se.
No
domingo,
19,
outro
trabalhador
quebrou
uma
perna
na
Ripetta
e
no
mesmo
dia um
dos
trabalhadores
da
Ponte
Sisto
cahiu
de uma
altura
de
30
pés
e
ficou
muito
magoado.
atetire
espiritual.
—
-A «Verdade»,
do
Funchal,
diz
que
s.
exc.a
revd
ma
con
vidou
o
clero
de
sua diocese para
o
acom
panhar
no
retiro
espiritual
que
tem
tido
logar
na
presente
semana.
Muitos
pres-
byleros
|ccederam de
bom
grado
ao
con
vite
do exc.m®
Prelado
Diocesano.
Esta
praclica
é
por
certo
muito
pro
veitosa
para
todos
os
christãos, especial
mente
para
aquelles
que
leem
de
guiar
os
povos pela senda
da
salvação,
cuja
vida
deve
ser
perfeita
afim
de
servir
de
espelho
aos fieis
A
piedade
e
fervor
religioso
mantem-
se e
robustecem-se
por
meio
da
medita
ção. da
oração,
do
retiro
e
das
praticas
e
catecheses
que
lembram
os
deveres
que
pesam sobre o
homem
e
que
lhe mostram
a
responsabilidade que
lhe
cabe
por faltar
ao
cumprimento d’
esses
deveres.
Em
lodo
o
mundo
catholico
ha
retiro
espiritual
para
os
clérigos, uma ou
mais
vezes
no
anno,
e
lambem
para
os
leigos.
Não
é
esta
uma
praclica
nova.
E
’
para
notar
que
o
retiro
espiritual
dos
clérigos
seja
frequente
e
regularmente
practicado
na
Inglaterra,
na
França,
na
Allemanha
e
em
outros
paizes
cultos
e
que se
estranhe
que n
’
esta
terra
elle
se
introdusa.
Nós, que
respeitamos
as leis da
Egreja
e
que
desejamos ver
o
clero
educado
nos
verdadeiros
princípios
catholicos
e
possuído
de
espirito
religioso
e
pieloso,
folgamos
em ver
os
membros do nosso clero acom
panhar
o
seu
Prelado
em
praclica
tão
sa
lutar.
Uma
arvore
por
muito
boa
que
seja
não
pode
dar
bom
fructo
se
não
fôr
cultivada
e
cutdadpsamente
tractada,
assim
é
o
cora
ção
humano.
E’
tempo
de
acordarmos
da
indiflferença
religiosa
que
tantos
males
tem
causado
á
sociedade.
Conliuúe
o
douto
Prelado
a
fomentar
no
coração
do
seu
clero
a
pratica
das
virtudes
sacerdotaes,
e
colherá
abundantes
fructos,
apesar
das
accusações
báhaes
e
gratuitas
que
lhe
são
dirigidas.
Muitos
clérigos
não
poderam
acompa
nhar
os
seus irmãos no
sacerdócio
e
seu
Pastor
n
’
esta
salutar
pratica por
causa
das
obrigações ordinárias do
seu
minis
tério,
que
não
podem
ser
satisfeitas
por
outros
ecclesiaslicos.
fij
ex-padre
Jacintho.
—
O
«Figa-
ro»,
de
Paris,
refere
o
seguinte
inci
dente:
«Ha
alguns
mezes
uma
mulher
de
ca-
bellos
brancos,
uma
viuva
respeitada,
fal-
lecia
em
uma
casa
modesta
das
tinme-
diações
de
Paris.
Na
vespera
da
sua
morte
um
homem
alto,
corpulento
e
pe
sado,
'de
boa
apparencia
e
calvo,
apre-
seutou-se
na
casa e
quiz peneirar
no
apo
tonio
de
Souza e
de
Felicidade
Rosa,
da
freguezia de
Armil;
José Branco, filho
de
Joaquim Vaz
Branco,
da
freguezia
de
S.
Miguel
do
Monte.
1'iuii
montanha
de
phosphato
de
eai.
—
O
professor
Vennou na ultima
exploração
que
fez
ás
regiões de
Wnite
Fish,
Pemchange e
dos
lagos
de
S.
Mary
iEstados-Unidos)
descobriu
no
Upper
Ga
tinian
uma
immensa
montanha
de
puro
phosphato
de
cal
crystalisado
de
uma
ri
queza
de
90
0[0
de
acido
phosphorico.
Ponte
sobre
o
Bosphoro
em
Constantinopla.
—
O
capitão
James
Eads,
engenheiro
da
ponte
de
S.
Luiz
no
Canadá,
propoz
ligar
a Europa
com
a
Asia
por
meio
de
uma
ponte
em frente
de Constantinopla.
Esta
ponte monumental,
de
grande
dif
ficuldade
de
execução,
apresenta um
arco
central de
dimensões
t«es,
que ainda
ha
bem
poucos
annos
seria
julgado
absolu-
lamente
impossível.
As
prmcipaes
dimensões
da
ponte
são
as
seguintes:
comprimento
total
1830
m
;
largura
do
laboleiro 30;
altura
sobre
a
agua 37.
A
largura
do
laboleiro
dá
logar
ao
es
tabelecimento
de uma
estrada e
um
cami
nho
de
ferro.
Os
encontros
e
pilares
serão
construí
dos
de
granito.
A
ponlé
consta
de quinze
vãos
compostos
de arco
de
aço.
O
arco
central tem
228m
,75
ou
750 pés
de
aber
tura;
os
dois
lateraes
122
ra,0
cada
um.
e
os
centros
diminuindo
até
61
in
,0
que
são
os
mais
pequenos,
mas
collocados
sempre
symetricamente
dois
a
dois
de
cada
lado
do
arco
central.
Os
pilares
,do
arco
central
tem
15in
,25
de
grossura
e
teení
de
ser
fundados
á
profundidade
de
30® 5
que
tanta
é
a
altura
da
agua
n
’
a-
quelles
pontos,
e
no
sitio
onde
a
corren
te
de
agua
é
a
mais forte.
O
custo
d’
esta
obra
está
calculado em
25.000:000
dollars
on 22.500:000^000
reis,
e
o
tempo
necessário
para
a construir
em
seis annos.
Portnguezes
falleeidos.
—
Desde
14
a
16
de
setembro
falleceram
no
Rio
de
Janeiro
os
seguintes
súbditos
porlugue-
zes:
João
da
Costa
Barros,
19
annos,
sol
teiro;
Agostinho
Augusto
de Faria,
60
a.;
José
Marques
Moutinlio,
53
a.,
v.;
Manoel
Garcia Serpa,
42
a.,
c.; Anto
nio
Joaquim
da
Costa,
90
a.,
c.;
Domin
gos
de Souza
Almeida, 26
a.,
s
;
Joaquim
Lopes
da
Silva,
47
a.,
c.;
Francisco
An
tonio
Rodrigues
Braga, 38
a.,
c.;
José
Gonçalves
de
Oliveira
Lima,
57
a.,
c.,
José
Domingues
Pereira, 49 a.,
s.;
Theo-
ooro
de
Meirelles, 26
a.,
s.; Bernardi-
no
José
Martins
da
Moita,
22 a.,
s.;
Antonio
Vicente
Fagundes,
25
a.,
s.;
Ma
noel José
de
Castro, 33
a.,
s.;
Antonio
da Cunha, 19 a.,
s.;
João
Francisco
de
Carvalho,
42
a.,
c.;
Manoel Cardoso,
35
a.,
c.
Tem
graça.—
O
dono
d
’
uma
hospe
daria
do
quarteirão
de
Magdalena, em
Pariz,
mandou
pôr
na
labolela
o
se
guinte:
Aqui
falla-se
inglez,
hespanhol,
italiano
e
allemão.
Um
dia
de tarde
entra
no
hotel
um
inglez,
e
n
’
um
francez
mais
ou
menos
atra
vessado
pediu
o
interprete".
—
Não ha,
responde
o
creado.
Como?
Não
ha?
exclamou
o
inglez;
mas
então
quem
é
que
falia
aquellas
lín
guas
annunciadas
na
taboleta
!
—
São
os
hospedes,
respondeu
o
creado.
Anedoetn.
—
E
’
engraçada: conta
um
correspondente
do Rio
de
Janeiro
ao
«Com-
mercio
Portuguez»
a
seguinte
anedocla
succedida
entre
o
imperador D
Pedro
II
e um
typo
popular,
conhecido
pelo
barão
de
Caia
Pó.
Este,
em
um
dia
de
audiên
cia,
depois
do
tomar
por
alguns
momentos
a
attenção
do
imperador
terminou
por di
zer-lhe:
—
Quero
pedir
um
favor
a
vossa
ma-
gestade.
—
Qual é
!
perguntou-lhe
o
imperador.
—Quero
que
me
diga
qual
é
a
peça
de
maior
alcance.
Sua magestade sorriu
e
foi
andando.
O
barão
continuou:
—Vossa magestade
é
sabio,
porque
só
pergunta
e
ninguém
o
interroga.
—Ora,
ora,
a
peça
de
maior
alcance é
a
peça
raiada.
—
Enganou-se
vossa
magestade. E’
a
peça
de.......
dezeseis
mil
reis
Raphael
Semaies.
—
Dizem
os
pe-
riodicos
da
America
do
norte,
que
falle-
ceu
o
celebre
almirante, Raphael
Semmes,
que
na guerra separatista
abraçou a
causa
do
sul,
e
durante
ella
distinguiu-se
ex
por
uma
Sociedade
de
homens
de
scien
cia. —
Em
preza
das
Horas
Românticas.
Lisboa.
Distribuiram-se
os
fascículos
n.
oS 31
e
32 d
’este
diccionario,
cuja
muita
impor
tância
já temos
varias
vezes
referido.
—Diccionario
Popular,
historico, geo-
grap/tico.
mylhologico, bibliograpbico
e
lit-
lerario,
dirigido
por
M.
Pinheiro
Chagas
Recebemos
o
fascículo
n.°
69,
que
comprehende as
folhas
31
e
32
do
volume
III.
Movimento
do
Hospital
de
S.
Mareos.
—
Doentes
existentes
em
30
de
setembro:
70
homens
e
69
mulheres.
Entraram
durante
a
semana linda:
13
homens
e
20
mulheres.
Sahiram:
9
homens
e 12
mulheres.
Falleceram: 2 mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
6
de
outu
bro: 74
homens e
75
mulheres.
Jantar.
—
O
«Ecco
do
Povo»,
de
Vianna
do
Castello,
noticia,
no
seu
n.°
de
domingo
30
do
mez findo, que o
snr.
«Luiz
de
Passos
Pereira
de
Castro,
oíTe-
receu.
na
sua
linda
casa
de Fontão,
ao
exc.in°
snr.
dr.
Marques
Barreiros,
go
vernador
civil
d’
este
districlo,
um
bem
servido e
profuso
jantar.
Assistiram
como
convivas
os snrs.
Antonio
Coelho
de
Cas
tro
Vilias
Boas,
João
Brandão
de
Castro,
Manoel
Francisco
Casimiro, José
Cândido
da
Rocha
Paris
e
Manoel
José
Felguei-
ras».
Com
referencia
a
este
jantar,
escreve-
nos
um
nosso
assignanle de
Vianna:
«Desejava
que
v.
me
dissesse,=se
a
Portaria
de S.
Exc.
a
Revd.
ma
o
snr. Ar
cebispo
Primaz, de 30 d
’agosto,
e
publi
cada
em o n.°
119
da
«Semana
Religiosa
Bracarense»,
de 31
do
mesmo,
na
qual
declara
incursos
na
pena
de excommunhão
a
Luiz
de
Passos
Pereira
de
Castro,
e
Guilhermina
Correia
da
Silva,
já
foi
re
vogada,
e
levantada
aquella
pena,
—
o
que
não
consta
neste
dislricto.
No
entanto
é
muito
provável
que
o
fosse,
aliás o
snr.
governador
civil
Marques
Bareiros não
iria
a casa
do
snr. Luiz
de
Passos
Pereira
de
Castro,—
não
em
virtude
de serviço
publico,
ou
por
neccessidade;
mas
a
um
jantar
por
convite
annunciado
nos
jor
naes
—
,
dando
assim
um péssimo exem
plo
e
provas
de nada
respeitador
das
or
dens
do Primaz
das
Hespanhas.
Peço a
v.
que
me
esclareça ácerca
da
duvida
aci
ma
exposta.
—
A.».
Respondemos
que
até
á
hora
em que
es
crevemos e>tas
linhas
não
nos
consta
que
a
excommunhão, a
que o correspondente
allude,
fosse
levantada;
podêmost
apenas
asseverar
que
a
questão
respecliva
ainda
corre
no
tribunal
da
Relação
Ecclesias
tica.
tlperafSes
<le
eatarnU,
—
Na
Casa
de
Saude,
da
rua
de
S.
João,
desta
ci
dade,
foram
ultimamente
praticadas
com
grande
felicidade duas
operações
de
ca
tarata,
a
saber:
A exrn.
a
snr.’ D.
Ermelinda
Martins
Gonçalves
de
Castro, da cidade
do
Por
to,
foi
operada
de
catarata
lenticular
em
ambos
os
olhos, no
dia
5
de
setembro,
e
saiu
no
dia
23
do
mesmo
mez,
completa
mente
restabelecida
e
no goso
completo
da
vista:
O
illm
0
snr.
Antonio
Pereira Neves,
de
Vianna
do
Castello,
operado
de cata
ratas
em
ambos
os
olhos
no
dia
20
de
se
tembro,
saiu
no
goso
da
vista
no
dia
5
de
outubro,
perferindo ir acabar
de
res-
tabelecer-se
em
sua
casa.
Foi
operador
de
ambos
estes
felicíssi
mos
casos
o
snr.
Alves
Passos,
auxilia
do
pelo
snr.
Alfredo
Passos.
Naufragio.
—
Um
lelegramma
da
Ba
hia
dá
noticia
de
se
haver
perdido total-
mente
á
entrada d
’aquel e,
porto,
o
paque
te
francez «Paramá»,
das
Messageries
Ma-
ritimes
de
France.
Os
passageiros
e malas
do
correio po-
deram
feíizmente.
ser
salvos.
HecruUmenU
snililar.
—
Por
des
pachos publicados na
folha
official
de
sab-
bado,
6
de
outubro,
foram
resolvidos
os
seguintes
recursos.
Ficaram
sujeitos:
Dislricto
de
Braga
—Concelho
de
Celo-
rico
de Basto
—
José,
filho de
João
Fran
cisco
e
Maria
Leite,
da
freguezia
de
AgiL
de,
José,
filho de
Bernardino
José
Nu
nes, viuvo, da freguezia
de
Brilello;
José,
filho
de
Thereza
Leite
e
de
Francisco
Costa,
da
freguezia
de S. Clemente;
Agos
tinho,
filho
adoptivo
de
Antonio
Coelho
e
Lima Lopes,
da
freguezia
de
Ouri-
Ihe.
Ficaram
isentos:
Dislricto
de
Braga—
Concelho
de
Fafe
—Francisco
de
Souza,
filho
de
Luiz
An
sento
da
moribunda,
dizendo:
—
é
minha,
mãe.
Foram
dixer o
nome
á
mulher
que
ex-
halava o
ultimo
suspiro.
A
moribunda
só
se
ergueu,
e
só
pôde
fazer
um
gesto,
po
rém
palhelico
e
mais
expressivo
que
um
grito.
A
mãe
negou-se
a
receber
seu
fi
lho.
E
o
apóstata
assim
repellido,
o
padre
Jacintho—porque era
elle—
se atreve
ainda
depois
d
’
este
successo
a
apresentar-se
em
publico
e
pronunciar
discursos
sobre
a fa-
tnilia»
!
Mais
um exemplo.—
Da
O «Conitn-
bricense»
d
’aquillo
a
que
estão sujeitos
os
pobres
contribuintes.
No
anno
de
1872
a
1873
foi
colle-
ctado
Francisco
Rodrigues,
de
Coenços,
freguesia
de
Ceira,
concelho
de
Coimbra»,
na quantia
de
47
reis
de
contribuição
directa
de
repartição
d’
este
município.
Em
tempo
competente
veiu
satisfazer
essa
con
tribuição.
Exactamente
no mesmo
anno
foi
mais
collectado
em outra
verba
de
9 reis,
a
qual
não
pagou
por não
lh
’
a pedirem
na
mesma
occasião
d
’
aquella.
Agora
tendo
sido
intimado
adminis
trativamente
para
satisfazer
estes
9
reis,
teve
de
pagar
800
reis
de
custas
e
sel-
los
!
Aqui temos presentes ambos
os
conheci
mentos
e
recibos.
Infeliz
contribuintes!
Guerra
do
Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres 6
—
0
«Morning-Post», refe
rindo-se
ao
conselho
de
ministros extraor
dinariamente celebrado
em
Londres,
diz
que
o
exame
da
situação
não
a
esclarecerá
mais.
Os exercilos
belligeran.es
em frente
uns
dos
outros,
e
as
potências
neutras
não
podem
projectar
a
mediação;
devem
sómente
procurar
circumscrever
a
lucta,
e
se
este
desígnio
não
se
proseguir
unanime,
podemos esperar
vêr
surgir
a
todo
o
mo
mento
novas ditficuldades.
O
«Daily
News»
insere
um telegrarnma
da
Asia,
em
data
de
4, dizendo
que
os
russos
cercam
Kizillepe, e que
havendo
Monkhtar-Pachá
tentando
interceptar
lhes
as
communicações, foi
repellido e
perse
guido
até
proximo
de
Soubatan.
Os
turcos
estão
detmoralisados.
Frente
de
Plewna
6
—
No
dia
18 do-
conente
um
regrimento
russo
apprehendeu
á
entrada
de
Sofia
um
comboyo
turco
com
medicamentos,
1
000
rezes
e
89
caval-
los.
O
mesmo
regimento
destruiu
também
um
posto lelegraphico.
Belgrado
6
—
O
governo
servio
resol
veu
convocar
a Skuptchina
para
conferir
a
dictadura
ao
príncipe Milon emquanto
durar
a
guerra.
Bucliarest
7
—
Foram
destacados
do
cêrc®
de
Plewna dons
corpos
do
exercito
russa
e
enviados contra Roustschouk.
O
general
Gourko
terá
o
commanda
da
cavallaria que
deve
operar
na
recta-
guarda.
Vienna
7
—
A
acção
da
Servia
foi de-
finitivamenle
adiada,
senão
abandonada,
por
falta
de
armas
e dinheiro.
As
perdas
accusadas
pelos russos
na.
ultima
batalha
na
Asia
são 1:009
homens
e as
dos turcos
2:000.
Constantinopla
7
—
Mehemet-Ali
vaa
commandar
o
exercito
que
opera
contra
o
Monlenegro.
Tagli-Pachá
subsiilue
Ach-
mell-Eyoub.
Foram
chamadas
as
ultimas
reservas.
Londres
8
—0
«Daily
News»
insere
nm
despacho
de
Vienna,
annunciando
haverem,
concluído
as
negociações
entre o enviado
russo,
prussiano
e
servio.
Está
dicidida
a
cooperação
da Servia
com
a
Rouma-
nia.
,
FAXTAS1A
(Inspirada
por
motivos
do
afan
eleito
ral
que
está
succedendo
em França,
em
consequência
da
queda
dos
demagogos
—
confusão-atheismo
—
em
maio
ou
junho
p.
p.J
Dedicada
ao bom
senso
do
povo
francez.
A’
ceica
da
política
íranceza
Que
vae
correndo,...
e
eu
attento
miro.
Deduzo
isto:—
Não,
a
natureza
D
’
esse
povo
(Fheroes,
que
tanto
admiro.
Não consentirá, não,
Que
á
escoria
da
nação
De que
é
chefe
um
Gambetta,
se
sugeile;
E
toda a
gloria,
e
toda
a
honra
engefie^
França!
o
teu
Calholicismo,
Que é
lua
grandeza e
gloria,
Suslenta-o
firme, doirando
As
laudas
da
tua
historia,
.
Alvorã,
setembro
de
77.
B.
Saques
e
remessas
agencias:
.
.
.
Deposito publico .
Letras
a
pagar.
.
Lucros
suspensos
.
Ganhos e
perdas
;
das
, .
134:0180748
.
.
20:6270513
. .
’
1:0090000
6:321061
.
.
15:9210164
Diversos
credores
Contas
interinas.
Ganhos
o
perdas
2:1360860
2720500
12:8620938
886:542035
2.248:6170842
Covilhã
29 de
Setembro
de
1877
70
centímetros
de
largura, e
5
centíme
tros
de
vitola.
18
conçueiras
de
nogueira
com
3
me
tros
40
ceniimetros
de comprimento,
31
centímetros
de
largura
e
9
de vitola.
4
ta
boas
de
freixo
bem
avitoladas.
Não
se
vende
separada.
Para tratar,
na
mesma
rua
e
n.°
E
XE
»
8
EIWTT JB
DA
ADMINISTRAÇÃO.
Os
Directores
Braga,
Banco
do
Minho
5
de
Outubro
de
1877.
Os
GERENTES.
A.
Baptista
A.
Leitão.
J.
d
’A.
\'az
de
Carvalho.
BECiw
r t
Vão
abaixo
publicados
os
nomes
d
’
a-
quelles nossos
assignantes
que
tão
cava-
Uieirosamente
nos
leem coadjuvado,
dignan
do-se
enviar-nos
o
importe
das
suas
-as-
signaluras.
A
jodos. os
nossos
cordeaes
agradecimentos.
Pedimos
aos que
ainda
se
acham
em
debito,
aquetn
nos
temos
dirigido
por
cartas
particulares,
o
favor
de
saldarem contas
com
a
administração d
’
este
jornal;
e
aos que
não
queiram
cumprir esse
dever,
rogamos,
que
ao
menos
nos
devolvam
os jornaes,
indicando
por
qualquer
modo aquelle
pro-
posilo.
Eis-aqui
os
nomes
dos
cavalheiros
que
teem
pago a assignalura:
Covilhã.
—Padre
José
Maria
Nogueira,
até
31
de
dezembro
de
1878.
—
Dr. Abilio
J
Pinto
da Silva,
até
19
de
março
de
1877.
—
Manoel
d
’Almeida
Teixeira
Júnior,
até
19
d
’
agosio
de 1877.
—
Luiz
Antonio
de
Caivalho,
até
31
de
dezembro
de
1877.
Lisboa.
—
Manoel Pereira,
até 19
de
setembro
de
1878.
Vianna.
—
João
Joaquim Pereira, até-
19
de
março
de 1878.
Celorico.—
Anlonio
Joaquim
Gonçalves
Rocha,
até
15
de
julho
de
1876.
Guimarães.
—
Custodio
José
Marques
e
Castro,
até
31
de
dezembro
de
1877.
Coura.
—Padre Miguel José
Rodrigues,
até
22
de
julho
de
1878.
Chaves.
—
Padre Rodrigo
Gonçalves
Bar-
rozo,
até
15
de
oulubro
de
1877.
—
Padre
Anastacio
M.
M.
Saraiva,
31
de
dezembro
de
1877.
Espozende.
—
Dr
Ferreira
da
Cruz,
24
d
’
agoslo de
1877.
Francisco
Casimira
da
Cruz
Teixeira.
Manoel
Luiz
ferreira
Braga.
BIVCO
HHHCA.VTIL
8>E
BRA«A
SOCIEDADE
ANONYMA
DE
RESPONSABILIDA
DE
LIMITADA
Resumo
do
activo
e
passivo
d
’
este
Banco
em
30
de
Setembro de
1877.
Aetivo
Caixa
...................................
Letras
descontadas,
toma
das e
a
receber .
.
.
Empréstimos
sob
penhores
Créditos
caucionados em
c/c
Operações
a
longo
prazo,
com
hypotbeca
.
.
.
Agencias
no
Reino
e
Ilhas
Agencias
no
estrangeiro
.
Devedores diversos. .
.
Títulos
de
Divida
Publica
Acções
de
conta
própria
.
Valores
íluctuantes.
.
.
Efleilos
depositados
.
.
Despezas d’
installação
.
.
Moveis
e
utensílios.
.
.
Gastos
geraes
e
commissões.
Liquidações
.............................
19:6350699
169:8200851
97:1290285
68:2160538
19:1190295
50:6390785
1:3610064í
14:2160263
11:4010420
200.0000000
81:0120090
26:4200000
4:4000000
1:5340140
5:1740180
1:1960930
BANG
’)
GOMMERCIAL
DE
BRAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de
Braga
em
29
de
Setembro
de
1877.
Aetivo
Acções,
prestações
a
receber
Dinheiro
em
caixa.
.
.
,
Letras
em
carteira.
.
.
.
Ditas em
liquidação. .
.
Empréstimo
sobre
penhores.
Contas
correntes
com garan
tia.
.....
Agentes
no
paiz.
Ditos no
estrangeiro
Acções
de
c.
própria
Papeis
de
credito.
Diverso»
devedores.
Moveis
e
uteusilios.
Precisa-se
d'um
homem
para
substi
tuição
d
’
um
recruta.
Trata-se
na
rua
do
Alcaide
n.°
11.
(538;
Passivo
até
até
Os
nossos
assignantes
das
Ilhas
Adja
centes,
podem
pagar
suas
assignaturas
ao
nosso
correspondente
em
S.
Miguel,
o
snr.
Albino
Augusto
Pessoa.
Covilhã,
o
snr. Luiz
Antonio
de
Car
valho
Porlo,
o
snr.
Carlos
das
Neves
á So
brinhos
—rua
das
Flores.
Vianna
do
Caslello, o
snr.
Francisco
José
d
’
Araujo
Júnior.
Capital
....
Fundo
de reserva
.
Depositos
a
praso
»
á
ordem.
Letras
em
deposito.
Leiras
por
pagar
.
Credores
d
’
effeilos
deposita
dos
.......
Credores
diversos
.
Dividendos
por
pagar.
Lucros
e
perdas.
.
.
.
Braga
8
de
José
João
BANCO
OO
TIIVJIO
Resumo
do
Activo
e
Passivo
em
30
de
Setembro
de
1877.
Activo
Caixa:
existência
em
metal. 154:2100807
Agencias
no
paiz
....
129:3930157
Papeis
de
credito.
.
.
.
182:3740633
Acções
de
c.
própria
.
.
64:800j000
Ilypothecas
de
raiz
.
.
.
134:3190054
Empréstimo sobre
penhores
.
9:0570775
Empréstimos a
Camaras
Mu-
mcipaes
e
á
Junta
Geral
Letras
Letras
Letras
Leiras
Contas
Saques
e
remessas
de
n
Saques
e
remessas
das agen
cias
...................................
82:8330113
Agencias
no
estrangeiro.
. 127:5010649
Contas
correntes
garantidas
.
602:4750457
Outi
as
contas
correntes.
.
Generos recebidos
de
penhores.
.
Ediíicio
do
Banco.
.
101:4120249
descontadas
. .
.
257:8960519
a
receber
....
6:9970165
em liquidação. .
.
64:1140519
falsas.
.
.
.
.
.
1:8500100
em
liquidação.
.
.
70:7310385
c.
152:8360387
. 57:8990766
por
c
.
15:9780728
.
31:9050179
2.248:6170842
Passivo
Capital........................
Fundo
de
reserva.
.
Nolas
em
circulação. .
Depositantes
á
ordem.
Duo-
em
conta
corrente
Depositos a
praso.
.
Dividendos
a
pagar
.
Diversos
credores
. .
Agencias
no
estrangeiro
Agencias
no
paiz .
.
Saques e
remessas
de
n
c
600:0000000
155
0000000
6270500
41
3460825
143:6950064
1.020:7910178
1:6820444
67.8700900
18:0790151
5:7720252
14:6490490
771:2770540
Passivo
....
600:0000000
2:5090127
105:7490517
18:1130985
3:0060061
«I
(100000
Capital
............................
Obrigações
.....................
Depositantes.
. .
.
Agentes
no
estrangeiro
Diversos
credores.
.
Leiras
em
deposito. .
Letras
a
pagar.
.
.
Notas
em
circulação
.
Fundo de reserva.
.
Dividendos
a
pagar.
.
Lucros
suspensos.
Ganhos
e
perdas.
Outubro
. 26:4200000
3460695
.
2:632051)0
12:3990653
771:2770510
de
1877.
Os
Directores,
Joaquim
Lopes
Cardoso,
da
Costa Palmeira.
BANCO
DA
COVILHÃ.
Sociedade
anonyma—
Responsabilidade
mitada
u-
Capital
3.000:000000»
reis
7
a
emissão—
reis
750:000^000
dividido
em
7:500
acções
de 100$000
reis cada
uma.
Balanço
em
5
de
Outubro de
1877.
Aetivo
Accionisias
.............................
Lellras
•
descontadas
e
a
receber
.........................
Empréstimos
s.
penhores.
Contas
corrent.
com
caução
Efleitos depositados
.
.
.
Papeis
de
credito.
.
.
Agencias
no
paiz. .
.
.
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
Devedores
geraes.
.
.
.
Mobília
e
utensílios.
.
.
Despezas
d
’installação
.
.
Caixa...................................
Passivo
Capital
...................................
Fundo
de
reserva.
.
.
.
Fundo
para
o
edifício
do
Banco.................................
Depositos
á
ordem
.
.
.
Ditos
a
praso.......................
Devidendos
a
pagar.
.
.
Credores
d
’
effeitos
deposi
tados
................................
4000000
355:9390871
162:206053.5
285:9170875
12:0000000
8:9670800
25:9810867
5:8410546
5:4800060
1:9370159
2:6580815
19:2100823
886:5420351
750:0000000
4:7770265
5000000
8:0880308
93:3260480
2:5780000
12:0000000
Braga
5
•
1:2420500
.
26:2080911
.
153:9470524
.
135:1280741
86:8300835
716:8920880
96:7700246
52:4110490
252:0010500
436:2140360
.
103
5020656
.
1:7220625
2.062:8740268
1:000:0000000
857:4080968
5:2120328
480039
.
27:3240078
.
25:0770365
.
49:3740459
2000000
.
53:0000000
8340370
. 22:0260050
. 22:3680611
2.062:8740268
1877.
de
Outubro
de
Os
Directores
Luiz
Antonio
da
Costa
Braga.
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
»ESPE»IDA
Tendo
de
partir
d
’esta
cidade
para
a
de
Thomar,
a assumir
o
comrnando
do
re
gimento
11,
e
não
podendo
ir
pessoal
mente
procurar
e
despedir-me
de
muitas
pessoas
que
conto
no
numero
de
meus
amigos,
vou
por
este
meio
agradecer
as
attenções
e
provas
de
amisade,
que
de
todos
tenho
recebido,
offerecendo-lhes meus
serviços n
’aquella
cidade,
ou
n’oulra
qual
quer
parte,
em
que
me
ache,
como
ver
dadeiro
teslimunho da minha estima
e
gra
tidão.
Braga
10
de
outubro de
1877.
Isidoro
Marques
da
Cosia
A68ÀBECIMEK0S
Anlonia
Narcisa d
’
Araujo
Veiga,
Can-
dida
Innocencia d’
Araujo,
Antonio
José
d
’Araujo, Thomé
de Sousa
Pereira
Veiga
e
seus
irmãos,
agradecem
a
todas
as
pes
soas
que
lhes
fizeram
a honra
de
prestar
serviços,
por
occasião
do
Mlecimento
e
enterro
de seu presado
marido,
cunha
do,
genro
e irmão,
Antonio
Caetano
Pe
reira
Veiga.
(539;
â«UNCW
VENDA
DE
MADEIRAS
Hua
do
Aleaide
n.°
11,
Braga
Vende-se
uma
porção
de madeira
de
castanho,
ha
3
annos
serrada,
e
com
3
melros
e
40
centímetros
de
comprimento,
NOVO
HORÁRIO
Antonio
Garcia,
de
Villa
Verde,
parti
cipa
ao
respeitável
publico
que
o
seu
car
ro
que
d
’
esta
cidade
sie
diário
era direc-
ção
ao
Pico
ás
3
horas
da
tarde,
come
ça
a
sair
no
dia 12
do
corrente
ás
2
ho
ras
da
tarde
e
chega
ao
Pico
ás
4
horas,
sae
do
pico
para
Braga
ás 6
horas da
manhã
e
chega
a Braga
ás 8
e
meia
da
manhã.
O
seu
esçriptorio
em
Braga é
na
es
quina
dos
Chãos
de Baixo
em
casa
do
snr.
Manoel de
Barros
(loja
de
funileiro).
Braga
10
de
outubro,
de
1877.
(537)
Anlonio
Garcia.
CIRURSIÃO
»®NTISTA
DA
Escola
Americana
Consullorio
a
toda
a
hora,
tanto
de
como
de noite
Rua
do
Campo
(antiga
dia
5
orta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
co
<1
m
o
tí
(D
s
M
0)
o
0)
>
<D
4J
O
S
o"
S
m
<
d
as
o
'3
O
2
cí
M
o"
o
3
cS
C
S
m
0)
Pb
(D
O
CQ
K X
'O
ci
S
a
53
s
IM
s
s
4
K
8
8
s
©
"3
»
S
’S
O
Aluga-se
a
casa
n.°
7,
na praça
d
’
Alegria,
construída
de novo
e
com
elegancia.
Esta casa tem
uma
aoa
loja para
qualquer
negocio,
e
póde-
se
alugar
junta
ou
em
separado. Quem
a
iretender falle
com seu dono
na
rua
No
va
de
Sousa
n.°
56.
(474)
Aeções
e
promissórias
dle
baneos
e
eompanbins
Compram-se
e
vendesse
na
rua
Nova
de Sousa n.°
9.
(510)
Parte de Comércio do Minho (O)
