comerciominho_09081877_673.xml
- conteúdo
-
i
-
tolsia
eb
.
be
blmcí
mo
ss
/
sl
m
.^rrioos*
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
5.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes
..............................
l§600
»
6
»..........................
850
Correspondências
parlic.
cada
linha
40
An
núncios
cada
linha....................
20
Repetição....................................
10
«!»A«A
—
QUISTA-FEIRA
9 »E
ACOSTO DE flgg?
Palavras
«Se
Fso
IX.
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS. QUINTAS E
SABBADOS.
paes
e
ás
memórias
religiosas
da vossa
nação,
que deu
tantos santos
á
Egreja
de Deus»!!...
O
Santo
Padre
dirigiu
aos
peregrinos
inglezes
as seguintes
eloquentes
palavras:
«Ainda
bem
que
tenho
occasião de
me
alegrar,
e
de
agradecer
a
Deus
os
progressos
que
tem
feito em
Inglaterra
a
verdadeira
fé
em
Jesus
Chrislo
!
Diminuem
os
antigos
preconceitos para
fulgir
a
luz
<
Multiplicam-se
as conversões,
e
as casas ;
do
Senhor
são cada vez
mais
numerosas;
i
provas
incontroversas
que
exprimem
no
j
vosso
paiz
os
progressos da
verdadeira
Egreja.
«Não
podia
deixar
de
ser
assim
quan
do
é certo
que
tendes
no
céo
um gran
de
numero
de
santos
intercedendo
constan-
lemenle
por
vós....
E
depois
da
graça
de
Deus,
da intercessão
dos
santos
e
do
zelo
dos
seus
ministros,
deve-se este
progresso
á
tolerância
e
ao
concurso
indirecto
do
governo.
E
na
verdade
a
Egreja
Catho-
lica
não
sómente
é
tolerada
em
Inglaterra,
mas
é
de
todo
o
ponto
livre
no exercí
cio
do
culto
e
de
suas
obras».
As
palavras
do
Chefe
Infallivel da
Egreja,
accrescenta
o
excellente
jornal
<Le Messager
du
Coeur
de
Jesus»,
orgão
do
Apostolado
da
Oração,
o
seguinte:
«Os
resultados
excellentes
d
’
esta
liber
dade
religiosa
confirmam
dia
a
dia
as
pa
lavras
do
Papa.
Uma
carta
da
Grau
Bre
tanha,
publicada
pela
associação
protes
tante Educational
Inslilule,
acaba
de
pôr
ainda mais
em
relevo
as
recentes
conquis
tas
da
Egreja.
Em
1833,
as 13 dioceses
dTnglalerra,
e os
tres
districlos
da
Es-
cossia
contavam
apenas
797
capellas
e
estações
e dois
collegios
eatholieos;
não
havia porém
nem um
convento,
nem
uma
escola
reconhecida
pelo
governo.
Em
1876,
havia
em
Inglaterra,
sómente,
1165
ca
pellas
e
estações,
330
conventos,
23
col-
legios
e
538
escolas
livres;
em Escossia
230
capellas
e
estações,
27
conventos,
4
collegios
e
65
escolas.
Somina
portanto
para
a
Gran
Bretanha
no
periodo indi
cado
de 40
annos
um
augmento
de
591
cafftllas e
estações,
357
conventos,
25
collegios
e
603
escolas
calholicas.
Muitas
conversões
de protestantes
in
glezes
continuam
augmentamlo
os
explen-
dores
da
Egreja.
Entre ellas
notam-se
nos
últimos
dias
as
dos
reverendos
Lord,
Do-
naldson,
Ilodson
e
Fagge,
distinctos
mem
bros
do
clero
anglicano. Pela
sua
conver
são,
Lord
renunciou
a
um
rendimento
de
12.500
francos (35:000^000
reis).
O
seguinte
facto
mostra
o
alcance
vista
das
aucioridades
inglezas.
Em
Newport,
na
ilha
de Wighl,
no
dia
do
Corpo de
Deus,
que
é
guardado
pelos
eatholieos
inglezes,
o
coronel
de
um
regimento
recusou
aos
seus
soldados
a
permissão
de
assistirem
ao
Santo
Sacri
fício.
Informado
d
’
isto o
bispo
por
par
ticipação
do
respeclivo
parocho,
escreveu
ao
ministro,
o qual
acto
seguido
telegra
fou ao coionel
estranhando
o seu proce
dimento
e
ordenamio-lhe que désse
aos
seus
soldados
(oda a liberdade de
praticar
o
culto
da
sua
religião».
O
Papa dirigiu aos
peregrinos
bespa
nhoes
na
audiência
de
12
de junho
as
seguintes
frases,
recommendando-lhes
e
animando-os
á
lucta
contra
a
Revolução:
«E
’
contra
esta
inimiga
commum
que
é
mister
armar
e
combater.
E
’
necessa
rio
pugnar
pela
estratégia
que
Jacob
em
pregou
contra
Esaií.
Organisae por
toda
a parte campos fortificados
e
combatei
contra
os
adversários
por
lodos
os
meios
auclorisados
pela
justiça
e
pela consciên
cia...
Sêde
fieis
ás
tradições
de
vossos
D
.4*
Sledaeção de
«Çomniereio
do
llinlio».
Londres,
1
de
Agosto,
1877.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1&050
3&600
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
. ........................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
niezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
...............................
cada
dia aqui
se
publica),
disse o
dito
Cavalheiro
(que
depois
sube
era um
dos
que
muito
aqui
trabalham
nos negocios
e
interesses
Catholicos),
que
me
enviaria
os
ditos
papeis
para
os examinar,
e
fazei
do
contendo
qual
uso
entendesse.
Hontem
recebi
os
dois
numeros;
vindo
tal
fonte
Protestante,
independente,
e
muito
peso, creio
merecem
suas
con-
10
N.° 673
ÕBadBÕfil
Já
vi
no
Commercio
do
Minho
menção
extraclo
dos
excellentes
artigos
da
Ga
zeta
de Pall
Mall
cuja
traducçao
integra!
mandei
ao
Apostolo,
e
hoje
remello
aqui
junta. Sam
porém
tão
bem
escritos,
tão
verdadeiros
e
sensatos,
e
vindo
de um
papel
Protestante
e
o
mais independente,
que
me
parece
os
leitores
Minhotos
me
agradecerám de
assim
lhos oíferecer
na
integra
traduzidos.
A
patada
que deu
a
canalha
Italiana
n
’
aquella
patifa
lei
que
propunha,
e
tinha
passado
já
no
Citorio—crendo
benzer-se
e
quebrando
os narizes,
—foi
evideulemente
cousa
Providencial;
mas
o
principal
instru
mento
de
que
a
Providencia
Divina
Se
quiz
servir
no
negocio,
foi
a
nobre
Pere
grinação,
ou Deputação
Ingleza,
capita
neada
por
aquelle
admiravel
joven
o
Du
que
de
Norfolk,
o
Condestavel
ddnglater-
ra,
e
o
primeiro
Nobre
—
que
nobremenle
está
sempre
prompto
para
tudo
quanto
é
do interesse
da
Religião
Calholica.
O
an-
nuncio
de
tal
Deputação
e
Peregrinação
é
que,
mais
do
que outra
circumstancia,
incitou
o
movimento
geral
que foi
pôr
o
Vaticano
tanto
acima
do
aladroado
Quiri
nal
de
agora.
Os artigos
copiados
da
Gazela
de
Pall
Mall
fornecem
a
verdadeira
apreciação
do
valor
do
movimento
excitado
pela
tola ar-
rogancia
dos
ladrões
Buzzurros.
Torno
a
repetir:
Menlila
est
iniquilas
sibi.
In in-
siaiis
suis
ceciderunt
miqui.
e
de
A.
R.
SARAIVA.
SUMMARIO.
de
de
.......
„
-----
siderações
de
apparecer
nas
colnmuas
do
Apostolo. Eis
aqui
o
primeiro dos artigos
que
é
o
principal
do
papel
em
sua
data,
19
de Março
ultimo.
E
é
notável
que
appareceu
no
mesmo
dia,
de
tarde,
em
que
de manhã
dera
o
Times a
ridícula
cabeçada
de
tratar
tanto
de
resto,
e
de
mofa
a
mesma
Allocução
de
Sua
Santi
dade;
pondo-a
abaixo
da
estirada
arenga
do
Protestante
Deão
de
Westminster!
!
Por
estas e
outras
assim, é
que,
como
hontem
casualmente
me
disse
um
amigo
chegado
de Allemanha
íonde
reside
n
’
oma
grande
cidade),
que
o
Times
tem
perdido
lá, e
n
’
oulras
partes,
grandemente de
seu
credito,
influencia
e
reputação
anli
gas.
A. R.
SARAIVA.
(Conlinúa)
'
O
nosso
p
esado
collega
da «Nação»
publica
o seguinte
excellente
artigo,
que
hoje começamos a
reproduzir:
Apreciações
acerca
«li» Wacioiiali-
daele
portuguez».
situação
da
política
actual
gover-
é
igual
a
todas
as
outras,
que
du-
este
ultimo
periodo
da nossa his-
a
que
chamamos
liberal,
tem
cada
Dois
artigos
muito importantes
de
um
jornal
Protestante
muito
imparcial, muiio
habil, e
muito
considerado,
sobre
o
in
fame projecio
de
lei
contra
o
Clero,
pro-
loslo
na Gamara
ladroa
do
Monte Citorio.
Bismark. desejando (se
diz,
com
probabi
lidade)
de
emendar
a
mão
quanto
á
per
seguição
Prussiana
contra
a
Igreja.
I.
—Um
Cavalheiro Inglez,
que
eu
ha
muito conhecia
só
de
vista,
por
encontral-o
frequentemente na
Capella
branceza,
indo
lodos
os dias
á
missa,
como
muita
gente
neste
paiz
(onde
as
cousas
se
tomara
ao
sério),
só
de
muito
Brazil,
amigo
lando,
e
mencionou,
que
eu
communicava
com
o
Apostolo,
e
em
que
sentido.
Dizendo
eu
algumas
palavras
sobre
a
grande
questão
Calholica,
e
sobre
o
facto,
evidenlemente
Providencial,
dos
effeilos
da
ultima,
e hoje tão
celebre,
Allocução
de Sua
Santidade
(que
hade
ficar figuran-
|
do na historia
do
mundo
como
um
dos
documentos que
nella
fazem
epoca, ou
marcam
importante
crise);
o
dito
Cava
lheiro
perguntou-me
ise
eu
linha
visto
dois
numeros
do
papel
mui
habil,
_
inde
pendente,
e
de
ordinário bastante
impar
cial,
The
Pall
Mall
Gazelle,
onde
se
tra
tava
deste
assumpto
de modo
muito
re-
commendavel,
sensato e
justo?
Respondendo-lhe
eu negalivamente
(pois
é
impossível
examinar
tanto
papel
como
e
se
não
é
Catliolico
e
religioso
nome
—
como
infelizmente
acontece
em Portugal,
e
provavelmente
no
succedeu
encontrar-se
com
um
tommum
com quem
eu
eslava
ial-
que
enião
lhe
disse
o
meu
nome,
que
eu
communicava
com
A
nativa
rante
loria,
..
-|
—
-------
.
...
.
vez
mais
enganado
e
prejudicado
a
família
jorlugueza.
O
assumpto
que
passamos
a tratar,
e
com
a
maior
imparcialidade,
significa
um
irado
esclarecido
pela
boa
razão,
cheio de
verdade
e
moralidade,
meramente desejo
sos
de
quanto
antes
erguermos
a
dignida
de
d
’um povo,
que
lenlamente
lein
sido
abatida
com-
a péssima administração
de
incompetentes
estadistas,
que
têem
tido
na
mira,
simplesmente,
satisfazer
as
suas
ambições
e
dos
seus
amigos,
legando
nos
gangrenada
em
todos
os
ramos da
admi
nistração
publica
a
vida
real,
que
só
de
via
ser
a
própria
e
independente,
quanto
cabe
nax
riquezas
de
applicaçào
dia
explo
ração
do
seu
precioso
solo,
sem
empenhar
a
propriedade territorial,
que
é
a vida d
’
uma
nação
Não
vimos
fazer
política especulativa:
sómente
apreciar
os
factos,
e
descrever
os
que
todos
os homens
sinceros,
illusirados
e com
verdadeiro
amor
pátrio
lastimam,
os
quaes
onde apparecem lêetn
sido
sem
pre
condemnados
e
nunca
aproveitados,
mutilisando-os
cora
as
maiores
injurias,
.
acompanhadas
das
mais
vis
e
pérfidas
trai-
,
ÇÕes.
Governar
bem
as
nações
deve ser
como
o
bom
govetno
de
uma
familia
numerosa,
embora
não
seja abastada
de
riquezas,
comlanto
que
presidam
a
ella
as
seguintes
condicções:
l.
a
Verdadeira
religião,
a
unica
que
é
a
Evangelho.
—
Amar
e
venerar
o
Supremo
Creador
todas as cousas.
—Da
mesma
forma
o
nosso
similhan-
3.
a
Mérito
scientifico,
artístico
ou
ope
rário, para
poder
explorar,
aproveitar
e
produzir
todas
as
coisas
indispensáveis
á
vida,
que
dimanam da
unica
fonte
natural,
o sólo.
Desengane-se
a
humanidade.
São
aquel-
les
tres
pontos
o
seu
unico
fundamento.
Não
existem
outros
no
mundo
moral,
e
materialmente
fallando,
para
o*bem
estar
d
’ella.
Eis
aqui
descripta
a
razão
porque
di-
’
zemos
que
a
vida
da nacionalidade
portu-
gueza
é
ephemera.
Não
se
rege
nem
me-
thodica,
nem
systemalicamente,
porque
os
seus'estadisticas,
do
sobredito período,
ape
nas se
teein
limitado
a distribuir
entre
si
e
os
seus
amigos
as
riquezas, que
os
nossos
antepassados
com
tanta
sabedoria,
e
va
lor,
honra,
mérito
e
sacrifícios
souberam
adquirir:
e os
d
’agora, para
conseguir
os
seus
fins,
só
souberam
promover
infames
guerras
civis,
porque
guerra
civil
é
o as
sassinato
mutuo
de
todos
os
gráos
genea
lógicos,
cujos traidores
se valeram sempre
de
allianças
estrangeiras,
que
também
as
acceilavam
a
troco
de partilharem
os
des
pojos
da
guerra,
ajudando
a
usurpar-nos
a
vida
e
as
propriedades
territoriaes,
senão
de
uma maneira,
d
’outra.
O
povo
portuguez
foi
sempre
dotado
de
grande
mérito,
coragem
e
vontade
e
se
ainda
existe
esta
nacionalidade,
deve-o
á
iniciativa particular,
e
ser
um
povo
dos
maiores
no
mundo,
por
ter sabido
implan
tar
em
ioda
a
parte
as suas quinas,
o
que
tem
feito
com
que
onde
esteja
a
nossa
geração,
se
lembre
sempre
da
sua primit-
liva
sanguiuidade,
valendo-nos
com
o
seu
auxilio.
Dos
governos
modernos
só
tem
sur-
(
dido
tributos
sobre
tributos,
empréstimos
sobre empréstimos,
subscripções continua-
dainente,
contractos
ruinosos
uns
após
ou
tros,
vexames
sobre
vexames,
leis
inexe
quíveis, regulamentos
do
poder
executivo
estupendos,
anachronicos,
despóticos,
ab
solutos,
por
onde
a
razão
caduca,
ninguém
se
entende,
nem
os
entende.
aproveitar e
entende,
nem
os
entende.
Ergue-te
pois,
ó
Patria
veneranda!!!
Povo,
não
te
deixes
succumbir!!!!
!
A
lua
posição
geographica
está
na
ca
beça
da
Europa.
O
teu,
solo é
fértil
e
nada
te
falta,
senão
uin
governo
verdadei
ramente liberal
e patriótico.
A
felicidade
da
nação
já
não
póde
so
brevir
senão da
revolução,
sacudindo
a
vil
raça
dos
do
circulo
vicioso
já
decrépitos,
que
foram
sempre velhacos,
traidores,
e
esbanjadores,
e apresenta-lhe
o
unico
pro-
gramma
possível
de
nos
fazer
felizes,
sa
cudindo-os,
e
collocando
em
seu
logar
um
governo
com
um
programma
d®
vida
pro
priamente
nacional,
com
a obrigação
de o
cumprir.
Eil-o:
FUNDOS.
do
immediatame
de
crear
um
ou
cunho de
moeda
nacio-
para
a
circulação
territorial
lorlugueza,
fabricada
dos mineraes
que
existem
no
nosso
paiz.
A
cifra d
’
esta
moeda
póde elevar-se até
aonde
as
finanças
e
a
reorganisação
da
nação
o
exigir.
Nem
mais um
só
empréstimo. (Tem
sido
o
maior escandalo).
Para
um
consummado
estadista
o
nu
merário
monetário
deve
ser
a questão
menos
importante.
O
bom
aproveitamento da
terra
é a
riqueza
da
patria
e
a
moralidade
de
nossos
filhos.
2.°
Regular
a
paga do
trabalho
a
todas
as
classes,
em
relaçao
com as
despeias
da
vida,
mas
com
generosidade,
que
é d’
oude
i.°
Tratar
padrão
novo,
nal,
sómente
de
te;
pertença
elle
seja
a
que classe
fôr.
(Emquanlo
a
culto,
a
provação
mais
honrosa
que
póde
dar
o
neophyto
de
qtjal-
quer
familia,
é
seguir
a
Religião
do
Es
tado,
que
é
a
da origem
dos seus
ascen
dentes,
com
o
que
dá
provas
de
ter
bons
sentimentos).
2.
a
Rigorosa
economia
política.
nasce
a
animação
para
se
poder
produzir
boas
obras.
Com
privações
de
tudo,
e
com
o
es
pirito
em
desasocego
nada
bom
se
póde
fa
zer».
3.
®
Estivar,
pelas
pautas
dos
productos
nacionaes,
lodos
os
generos
indispensáveis
ás
subsistências,
com
relação
ao
preço
actoal,
sem
que
qualquer
possa mais
ele
var
os
preços,
sem
anclorisação
do
go
verno
a
requerimento, justificando
as
ra
zões.
4.
®
Fixar
juros
modicos
pelos
capi
tães.
5.
°
Garantir
o
credito
a
todas
as
pes
soas,
que
próvem
estar
habilitadas
a
de
sempenhar
a
exploração
de
qualquer
ramo
d
’
actividade
humana
em
proveito
da so
ciedade,
com
as
cauções
e
segurança
de
vida.
«D
’
esta
fórma
não
só
se
abre carreira
aos
filhos
d
’uma
nação,
mas
também
sur
dem
maiores
recursos aos governos,
para
poder, sem
grandes
embaraços,
engrande
cer
a
familia
portugueza
e
consolidar
a
sua
autonomia».
6.
°
Formular
um
regulamento
de
con
tabilidade
em
que
tenha
por
base
o
se
guinte:
Todo
o
servidor
da
nação
que
tiver
cofre
do
Estado
a
seu
cargo,
pagamentos
a
fazer, ou
fundos a
receber,
deve
ter
um
livro
denominado
o
«Diário»,
simples
mente
modelado,
em
que
cite,
o
mais re-
sumidamenle
possível,
tudo
quando
chro-
nologicamente
se fôr passando,
devida
mente
documentado
com recibos
ou
ca
dernetas
de
talões
de
vales
O
modelo
d’
este
diário
deve
ter
duas
columnas,
uma
para
o
que
fôr
do
debito,
outra
do
cre
dito De fórma
que quando
se
lhe
apre
sente
qualquer
fiscal
da
fazenda encontre
logo
qual
é
o
saldo.
O
mais
pertence
ás
estações
superiores
de
contabilidade.
Pois
é
preciso
acabar
com
a
grande
immoralidade
dos
alcances
successivos,
ex
travios
dos
rendimentos
do
Estado,
e
cas
tigar
rigorosamente
todos
os
chefes supe
riores,
ou
directores
geraes
do
serviço
nacional,
que
lodos sabem
tem
sido
con-
nivenles
em
toda
a
qualidade
de
burlas,
imputando
a
culpa
a
innocentes
auxilia
dos
pela
sua
pleiade
de
testemunhas
fal
sas.
Por
isso, já
dissemos, é preciso
pagar
bem
a
quem
serve,
para não ter
a
jus
tiça
de
desculpar
os
crimes
e
poder con
scienciosa
e
inexoravelmente
fazer-se
res
peitar.
(Conti
tua)
Mossa
Sen-iora
da
lloti-tlorte.
—
Tem
no
proximo
domingo
logar
a
fes
tividade
de
N.
Senhora da
Boa-Morte,
que
se
venera
no
templo
do
Collegio.
Na
tarde
de
sabbado
ha
vesperas
so-
lemnes a
instrumental,
e
no
domingo
de
manhã
missa
cantada,
e Exposição
do
SS.
a qual
durará
todo
o
dia.
De
tarde
ha
sermão
pregado
por
um
distinclo
orador
de
fóra
da
cidade,
e
findo
este
sae
a
procissão,
que
costuma
ser
das
mais
apparatosas.
O
itinerário
d’
esta
é
o
seguinte:
Campo
de
S.
Thiago
ruas
do
Anjo,
e
S. Marcos,
largo
do
Barão
de
S.
Mar
tinho,
ruas
do
Souto
e
Nova, praça da
Alegria,
largos
de S.
Miguel-o-Anjo,
e
Carvalheiras,
e
rua
do Alcaide
Pede-se
ás
pessoas
que
tenham
a
de
voção de
dar
algum anginho
para esta
procissão,
que
assim
o
façam
constar
com
anticipaçã*
ao
thesoureiro. o snr.
João
Augusto
da
Cunha,
no
largo
do
Barão
de
S.
Martinho.
Kiar»
«la
Nliserieorilia.
—
Acha-se
quasi
absolutamente
intransitável
a
rua
da
Misericórdia,
pela
qual
dá
passagem
um
carreiro,
por
onde
difficilmente
póde
transitar
um
só
indivíduo.
Como
esta
rua
diz
para
a
praça
do
mercado,
e
é
por
isso
muito
concorrida,
torna-se
de
instante
necessidade
que a
ex.
ma
camara
a mande
desentulhar
quanto
antes.
fiJewtsía
«le
Kjísiboa.—
Recebemos
o
n.°
7
d
’
esta
publicação,
redigida
pelo
snr.
J.
M. Pereira
de
Lima.
Agradecemos.
Partida.
—
O
snr.
marquez
de
Valla-
da
(
governador
civil
d
’
esle
districto,
par
tiu
na
segunda-feira para
Lisboa,
aonde
vae
tractar
de negocios respeitantes
a
melhoramentos
para
o
districto
Administrador
substituto.
—
O
snr.
dr.
João
Feio
Soares
d
’
Azevedo foi
nomeado
administrador
substituto
d’
este
concelho.
Exames
em
outubro
no
Semi
nário.—
O
revd.0
dr.
Constantino
Fer
reira
d’
Almeida
annuncia hoje
neste jor
nal, que
lecciona geometria,
philosophia
e historia,
para
exames
no
proximo ou
tubro.
A
reconhecida
competência
do
leccio-
nisia
dispensa
quaesqner
encarecimentos.
Companhia
carris
de
ferro
de
Braga.
—
Esta
companhia
tem,
desde
o
proximo
domingo,
carreiras
entre
esta
cidade
e
a
Povoa do
Varzim,
de
combi
nação
com o
horário
do
caminho
de ferro.
'
Historia
de
Portugal.—
Recebe
mos
o
fascículo
I.®
do
2.®
volume
da
Historia
de
Portugal,
publicada
pela
acre
ditada
«Empreza litteraria
de
Lisboa».
Este
volume
é
escripto
pelos
snrs.
Bernardino
Pinheiro
e Luciano
Cordeiro,
escriptores
muito
conhecidos.
Em
perigo
de vida. —
Em
COnse-
quencia
d
’
iima queda
que
deu,
andando
a
folgar
no
local
do
Bom
Jesus
do
Monte,
acha-se
em
perigo
de
vida
um íilhinho
do
snr.
engenheiro
Cruz.
Festividade.
—
Festejar
se-ha
nos
dias
18
e
19
do corrente
a
Imagem
da
Virgem
Santíssima
da
Piedade,
que
seus
devotos
veneram
na capella
de
Guadalupe.
No
dia 18
haverá
uma
bonita
e
vistosa
illuminação
e
arraial
na
píttoresca
e
linda
cêrca
da
capella,
com variado
fogo,
e
bazar
de
prendas, tocando
nos
intervallos
a
«Philarmonica
Bracarense».
No
domingo,
19, missa
solemne
a
in
strumental,
exposição
do
SS.
Sacramento
lodo
o
dia,
sermão
de
tarde,
e
no
fim
a
Ladainha
de
Nossa
Senhora,
concluindo
com a
Bênção
do
SS.
A
novena
da
mesma Senhora
começa
hoje
pelas
6
horas
da
tarde.
Falieeimento.—
Falleceu
hontem o
snr.
João
Alhanasio
Rebello,
que
nesta
cidade
exercia
o
logar
de
contador.
Damos
á
sua familia
os
nossos
senti
dos pezaines.
Aos
leitores
pedimos
um
P.
N.
pela
alma
do
finado.
iVloviinrnte
do
Mospital
de
8.
Jflareos.
—
Doentes
existentes
em
29
de
julho:
85
homens
e 103
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
21
homens
e
20
mulheres.
Sahiram:
23
homens
e 22
mulheres.
Falleceram:
2
homens
e
2
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
4 d’
agosto:
81
homens
e
99
mulheres.
Exames
finaes.
—
Os
exames
dos
alumnos
tanto
internos
como
externos
da
3.a circumscripção que
requereram
peran
te
o
reitor
do Lyceu
Nacional
de
Braga,
começarão
na
Academia
Polylechnica
do
Porto
nos
dias
seguintes:
Os de
francez, inglez,
latim
e
latini-
dade,
2.a parte de mathematica, philoso
phia
e
introducção começarão
no
dia
13
de
agosto;
os
de
portuguez,
a
14
ou
16:
os
de
desenho
a
13
ou
14;
os
de
mathe-
matica
l.
a
parte,
a
17
ou
18;
e
os de
geo-
graphia
e
historia
a
16.
Coneursus.
—
Está
abferto
concurso
para
provimento
das
egrejas
parochiaes
constantes
da
relação
seguinte:
Balazar
(Salvador),
concelho de
Guima
rães,
diocese
de
Braga.
Briteiros
(Santa
Leocadia),
concelho
de
Guimarães,
diocese de Braga.
Carvoeiro (S.
João
Baplista),
concelho
de
Mação,
diocese
de
Lisboa.
Cella
(Santo
André),
concelho
de
Alco-
baça,
diocese
de Lisboa.
Cotimos
(Santo
André), concelho
de
Trancoso,
diocese
de
Pinhel.
Lordoza (S. Pedro),
concelho
de
Vizeu,
diocese de
Vizeu.
Moledo
(S.
Paio),
concelho
de
Caminha,
diocese
de
Braga.
Sande
(S.
Lourenço),
concelho de
Gui
marães,
diocese de
Braga.
Santa Combadão
(Nossa
Senhora
da
As
sumpção),
concelho
de
Santa
Combadão,
diocese
de
Coimbra.
S.
Lourenço
(S.
Lourenço),
concelho
de
Extremoz,
diocese
de
Evora.
Segura
(Nossa
Senhora da Conceição),
concelho
de
Idanha
a Nova,
diocese de
Casteilo
Branco.
Sobreposta
(Santa
Maria),
concelho
de
Braga,
diocese
de
Braga.
Soza
(S.
Miguel),
concelho
de
Vagos,
diocese
de
Aveiro.
Valladares
(Salvador),
concelho
de
Gaia,
diocese
do
Porto.
Exposição
de
Paris.
—O
«Brazil»
diz
o
seguinte:
«Para
dar
idéa
aos leitores
do
que
admirarão
os
visitantes
da
exposição
uni
versal
de Paris,
em
1878.
ao
penetrarem
na galeria central
das
secções
estrangeiras,
eis
aqui
a
enumeração
das
fachadas
dos
estylos
caracteriscos
de
cada
nação,
que
se
projectam construir:
1.
°
A
fachada lateral
do
palacio
de
Westminster,
na
Inglaterra.
2.
° A
fachada
do
palacio dos
Sete,
em
Lahore,
na índia
ingleza.
3.
®
Uma cabana coberta
de pennas, dos
indígenas
do
Brasil.
4.
u
Uma
casa
campestte,
dos
Estados-
Unidos.
5.
°
Uma
pousada
moscovita,
na
Rús
sia.
6
0
A
fachada
de
S.
Marcos
de Veneza,
na
Italia.
7
° Uma
quinta
húngara
e
uma
adminis
tração
lyroleza,
na
Áustria.
8.
°
Uma fachada mourisca,
da
Hespa-
nha
9.
° A
quinta
da
rua
de
Bouz-Belou,
em
Tien-Tsin,
na
China.
10
0
Uma
fachada
filagranada,
em
Sião.
11.
°
A cupula
do
palacio
de
Teheran,
na
Pérsia.
12.
®
Uma
torre
de
porcelana,
do
Ja
pão.
13.
°
Um
minarete
arabe,
de
Tunez.
14.
°
Um
mokarabi,
do
Egypto.
15.
° Uma
fachada
do
palacio do
Bos-
phoro
em
Constantinopla,
na
Turquia.
16
0
A
casa
de
Pendes,
na
Grécia.
17. ®
Uma
casa
do
Porto,
em Portu
gal.
18.
®
Uma
c:sa
de
Gustavo
Vasa,
na
Suécia.
19.
°
Uma
casa
de
campo,
na
Dina
marca.
20.
°
Um pombal
e
uma
casa,
na
Suissa.
21.
°
Uma
casa
antiga
de
Amslerdatn,
na
Hollanda.
22. ®
Uma
casa
de
Malines,
na
Bél
gica.
23. ”
A
torre
de
Lovaina,
em
Flan-
dres.
A
esta
curiosa
serie
de
especimens
da
archilectnra
europeia,
oriental
e
ame
ricana,
accrescentam
alguns
typos
escolhi
dos
construcções
notáveis
dos
differentes
paizes»
.
Irmãs
da
caridade.
—
Um
nosso
collega
presenceou
ha
dias
um
facto es-
candalosissimo
para
o
qual
não
ha exacta
classificação.
Eis
como
elle
o
narra:
Indignon-nos
sobremaneira
o
modo
gros
seiro
e atrevido como, ha poucos dias,
vimos
escarnecer
d
’
essas
pacificas
e bem-
fazejas
mulheres
n
’
um
dos
logares
mais
públicos
d
’esta
cidade.
Iam
algumas
d
’ellas
prestar
seus
cuidados
e
levar
os sublimes
confortos
da
Religião
de
Chrislo
ao
leito
de
um moribundo,
quando
tres
ou
quatro
indivíduos,
saindo de
uma
casa
de
pasto,
lhes
começaram
a
dirigir
chufas,
que
muito
deviam
oífender
a
sua
modéstia
e
virtude.
Acções d’eslas
só
as praticam homens
de
intelligencia
limitada
e
coração
corrompi
do,
que
dominados
pelo
vicio,
não
vôem
nos
actos
virtuosos
mais que um meio
de
especulação.
As
irmãs
da
caridade
que,
inspirando-se
nos
preceitos
do
Evangelho,
renunciaram
a
familia,
bens
e
commodi-
dades
da vida,
tudo
por
amor
da
huma
nidade,
são
dignas
de
respeito e
admira
ção;
quem
porém
assim
não
pensar
e
ti
ver
como
objecto
de mofa o
que
nós
clas
sificamos
como
actos da
virtude
e
abne
gação,
lembre-se
ao
menos
de
que
as leis
civis
não
permittem
que
impunementente
se
otfenda
qualquer
indivíduo.
Desastrea
siaaritimoa.
—
Perderam-
se
no mez
de
junho
137
navios,
sendo
131
de
vela,
a
saber:
28
inglezes,
27
di-
nainarquezes,
2í)
americanos,
14
francezes,
8
allemães, 6 italianos, 4
norueguezes,
2
hollandezes,
3
peruvianos,
2
hespanhoes,
2
portuguezes,
2
suecos,
13
de
naciona
lidade
desconhecida,
e
6
vapores:
a
saber:
3 inglezes, 1
americano, 1 hespanhol,
e
1
francez.
InstrucçSo
Primaria
na
Tur
quia.
—
Dados
precisos
e
rigorosos
são
difficies
de
obter;
a
estatislica
d’
esse
im
pério
é
parecida
com
uma
parte
da
nossa;
de
sorte
que
os
numeros
provenientes
d
’ella
leem
de
ser
considerados
como distantes
da
verdade
um
pouco
mais
do
que
succe-
de com os procedentes da maioria dos
povos
europeus.
Tomada
esta
precaução,
extraiamos
de
um trabalho fundado
n’
um
relatorio, apre
sentado
ao
parlamento
belga,
a
seguinte
nota
das escolas
dos
professores
e
dos
alumnos
de Instrucção
primaria
em
1861:
Musulmanos
—
10:887 escolas;
11:226
professores,
230.443
alumnos
e
121:357
alumnas.
Chrislãos—
2:294
escolas;
2:259
pro
fessores;
1''5:361
alumnos
e
7:806
alu-
mnas.
Estes
algarismos
dizem-nos
que
os
mu
sulmanos
cuidam
mais
do
ensino
da
mu
lher
do que os
christãos.
Se
ha
verdade
n’
isto,
estavam
enganados
quantos
aflirma-
vam
que
os
turcos
se
não
importam
de
instruir
o
sexo
feminino.
Motieia postal.
—
Os
paquetes
fran-
cezes
da
carreira
do
Brazil
e
Rio
da
Pra
ta,
que partem
de
Bordéus
a
5,
e
de
Lis
boa
a
8
de
cada
mez,
passaram
novamen
te
a
fazer
escala
pelo
porto
do
Rio
de
Ja
neiro
na
viagem de
ida.
O
que se
annuncia
para
conhecimen
to
do
publico,
na
intelligencia
de
que
n'esla
viagem tocam
os
ditos
paquetes
nos
portos
de
D.<kar
(Gorea),
Rio
de Janeiro,
Monlevideu
e
Buenos-Ayres,
bem
como
de
que
a
viagem
em
que parlem
de Bor
déus
a
20
e
de
Lisboa
a
23, também
de
cada
mez,
tocam
nos
mesmos
portos,
e
além
d
’esles nos de
Pernambuco
e
Ba
hia.
Navios
inglezes
que
ancoraram
nos
portos
cliirezess.
—
O
numero
de
navios
inglezes
que
ancoraram
nos
portos
chinezes.
excede
muito
não
sómente
o
dos
navios
de
qualquer
outra
nação, mas
até
mesmo
o
dos
navios
de todas as
outras
nações
conjunctamente.
A
totalidade
dos
navios
é
de
1:813,
medindo
1.064:748
toneladas; d
’
este
nu
mero,
1.306.
isto
é,
mais
de
dois terços,
medindo
750:654
toneladas,
pertencem
á
Inglaterra.
Nas
costas
da
China
só
tocou
um
na
vio
austríaco, e
as
bandeiras
da
Bélgica
e
da Italia não
foram
vistas
nas aguas
chinezas.
Isto
causa
admiração
principal
mente
pelo que
respeita
á
Italia
que
pa
rece
tão
commodamenle
situada
para
este
commercio
depois
da abertura
do
canal
de Suez,
mas
isto
explica-se,
em
parte,
pelo
facto
de
que
os
italianos
quasi
não
tomam
chá,,,
e
a
península
italica
produz
seda
e
arroz.
O
Japão,
enviou
47
navios, medindo
48:761
toneladas
e
com
carregamentos
no
valor
de
250:000
libras
estesrlinas.
A
bandeira
do
Perií mostrou-se
em
3
navios.
Não
se
faz
menção
de
Portugal.
«werra
d<*
Oriente.
—Os
últimos
telegrammas relativos
á
guerra
do
Oriente,
São
os
que
seguem:
Londres
4
—
Noticia
o
«Times»
que
no
dia 11
do
corrente
partirão
de
Portsmonth
para
o
Mediterrâneo
mais
3:000
homens
do
exercito inglez.
O
Egypto
vae
mandar para
Constan
tinopla
outro
contingente
de
6:000
ho
mens.
As
perdas
reaes
dos
russos
não comba
tes
de
Plewna foram
7:000
homens,
entre
mortos e
feridos.
Os
russos,
tendo
recebido
reforços,
retomaram
a
offensiva
com
23
batalhões.
Parte
das
forças turcas
de
Batomn
vae
para
Varna.
Os
turcos
teem
reprimido
algumas re
voltas
de
búlgaros.
Bucharest
4
—
Os turcos
concentram
todas
as
suas forças
na
Bulgaria,
para o
que
estão
evacuando
o
território
além
dos
Balkans, conservando
unicamente
a#"
pas
sagens.
Mehemet
e
Osman
continuam
a
sua mar
cha
sobre
Tirnova.
A guarda imperial
russa
teve
ordem
de
ir para
a
Bulgaria
Estão
imminenles successos
decisivos.
Constantinopla
4
—Assegura-se que
na
Asia
se
empenhou
um
grande
combate
entre
as
tropas
de
Mouktar-Pachá e
os
russos.
A
Porta convidou
os
chefes das
com-
munidades chrislãs
a organisarem
uma
mi
lícia
composta
de
chrislãos, afim
de
conjun
ctamente
com
a
gendarmeria,
coopera
rem
para
a
manutenção
da segurança
pu
blica.
Londres
6—
Vão
ser
enviadas
para
Malta
500
toneladas
de
bombas.
Os
turcos
occuparam
Silvi
ao
norte
dos
Balkans
sem
combate.
Constantinopla
6—
Suleiman-Pachá
re
tomou
Teni-Saghra,
ao
sul
dos
Balkans,
e
bateu
os
russos
tomando-lhes
2
canhões.
Assegura-se
que
também
foi
retomado Ke-
sanlik.
Londres
6
—
-Disera
de
Vienna
ao «Daily
Telegraph»
que
Osman
Pachá
recebeu
re
forços
de
cavallaria,
consolidando
assim
as
suas
posições
de
Plewna.
Osman
enviou
um
destacamento
para
Silvi
afim de es
tabelecer
coramunicações
com
Mehemet-Alt-
Pachá.
Partiram
de Schoumla
40:01*0
ho
mens
em
marcha
sobre
o
rio
Pambra.
Resulta
de
diversas informações que
a
Servia
prepara-se
para
reentrar
em
cam-
panha.
A
Rússia
teria
perdido
á Áustria
que
não
se
opposesse
á
entrada
das
tro-
pas
russas
na
Servia
e a
Allemanha
acon
selharia
á
Áustria
que
accedesse ao
que
lhe
era
pedido.
Londres
7
—
Salyburi exprimiu
na
ca
ntara
a
convicção
de
que
o
governo
faria
respeitar
os
interesses
da
Inglaterra
sem
perturbar a
paz
exterior.
Pesth
6—
Assegura-se
que
o
czar ten
ciona
transferir
para
a
Roumania
o
seu
quartel
general.
Os
russos
na
Asia
recebem
reforços.
Constantinopla
6
—
Radri-bey
disse
ao
conde Zichy,
embaixador austríaco
quia,
que
o
sultão
acceitaria
a
paz
para
os
dois
partidos.
Congresso
catlaolico.
—
Os
cos
da
Silesia
acabam
de ter
em
o
seu congresso,
ao
qual
assistiram
para
i
cima de
4:090 pessoas.
Nelle
foram
tomadas
as
seguintes
re-
<
soluções,
resoluções
mui
importantes,
so-
i
breludo
relaiivamente
ás
questões
das
es-
i
colas.
Notamos
as
seguintes
:
i
L
O
quarto
congresso
dos
calholicos
da
Silesia
protesta
contra
a
inlroducção
i
das escolas
simultâneas
ou
sem
confissão, I
porque
são
prejudiciaes
ás
relações
confes-
i
sionaes
e uma
usurpação
sobre
os direitos
i
dos
pies
calholicos.
Contra estas
tenden- l
cias
elle
se
esforçará,
por
lodos
os
meios
i
legaes,
por
obter
a liberdade
de
ensino.
<
II.
Atlendendo
que
o direito
da
Egre-
.
ja
para
dirigir
o
ensino
religioso,
garan- I
tido
pela constituição,
foi
lesado
de
facto
i
pela
expulsão
dos
padres
da
escola
e
o
I
transfere
da
inspecção
escolar
para
ho- ;
mens
que
não
são
calholicos
respeito
a
Si
lesia.
I
III.
O
congresso
recommenda
aos paes
i
calholicos:
i
a.
De
ter
lodo
o cuidado, por
lições
:
particulares,
que seus
filhos
sejam instrui-
i
dos
na
verdadeira
fé
catholica;
l
b.
De
vigiar sobre
a orthodoxia
do
que
for
ensinado
na
escola
questionando
;
cuidadosamente
os
filhos,
e
de
se
queixar ;
eventualmente;
c.
De
favorecer
a devoção domestica
e
’
a
leitura
dos
livros
religiosos,
sobretudo
;
o
cathecismo diocesano,
e
de
fazer
assistir
seus
tilhos
ao
oflicio
divino
e
ao
cathecis- ;
mo
publico.
I
IV.
O
congresso
recommenda
sobretu-
i
do
nas
villas
ou
cidades:
a.
O
estabelecimento
de salas
d
’asylo
ou
escolas
guardas;
b.
O
colocamento
dos
orfãos nas
fa
mílias
verdadeiramenle
calholicas;
c
Procurar
bons quartéis para
os
dis
cípulos
estrangeiros
nos
gymnasios
e
es
colas
superiores.
V.
O
congresso
recommenda
ardente
mente
a
inlroducção
da
Associação das
mães
christãs.
VI.
O
congresso
protesta,
no
interesse
da religião
e
da
instrucção,
contra
a
ex
clusão
das
linguas
polaca
e
raorawa
nas
escolas
calholicas,
e
recommenda
aos
paes,
de fazer
instruir
em
particular
seus
filhos
na
leitura
d’
estas
linguas.
VIL
O
congresso
recommenda
com
todo
o
zêlo
possível
aos calholicos
de
preservar
seus
filhos dos
theatros
e
espe-
ctaculos
que
os
poderiam
escandalisar,
e
fazer
castigar
todo
o
insulto
que
fosse
feito ás
doutrinas
ou
instituições
catholi-
cas.
BJeseobeirti»
interessante.
—
Um
bosque
d’
uma
nova
especie
de
arvores
gigantescas
acaba
de
ser descoberto
na
Ca
lifórnia,
190
milhas
ao
sul
do
famoso
bosque
de Yosemite.
Para
avaliar
a
di
mensão d
’estas
arvores,
basta
dizer
que
10:000
d
’ellas
cobrem
uma
superfície
de
seis
milhas
quadradas.
Vensaisientos
eatholieos.
—
Sob
a
epigraphe—
Pensamentos
calholicos publica
o
«Apostolo»
o
seguinte:
«Para
edificação
dos nossos
leito
r
es
da
mos
em seguida
alguns
bellos
pensamen
tos
do
virtuoso
Cura
d
’Ars,
João
Baptisla
Vianney,
morto
em
cheiro
de
santidade
e
assás
conhecido
pelos que
se
dão
á leitura
dos
bons
livros.
I
—
Quanto
mais conhecemos
os homens
menos
nos
agradam.
Acontece
o
con
trario
com
Deus;
quanto
mais
o
conhece
mos,
mais
razão
temos
de
amal-o.
II
—
Estamos
no
mundo,
mas
não so
mos
do
mundo,
pois dizemos
diariamente
:
Padre
Nosso que
estaes
no céo...
Devemos,
portanto,
almejar
a-
recompensa
de che
garmos
á nossa
morada
que
é
a
casa
do
Nosso
Pae
III
—
Dizemos
ás
vezes
que
Deus
cas
tiga
aquelles
a
quem
ama.
Isto
não
é ver
dade.
As
provações
não
são
castigos
;
são
graças
para
os
que
são
amados
de
Deus.
na
Tur-
honrosa
catholi-
Oppeln
IV
—
Somos
grandes
e nada
somos.
Na
da
ha maior
do
que
o homem
e
nada
tão
pequeno.
Nada
ha
maior
se
conside
rarmos
a
alma;
nada menor se nos refe
rirmos
ao
corpo... Occupamo-nos
com o
corpo
como
se
nada
mais
houvéssemos
a
zelar,
e no
entanto n
’elle só
temos
cousas
de
desprezo.
V
—
A
Santíssima
Virgem
fez-se
duas
vezes
nossa Mãe:
a
primeira
na
Incarna
ção
e a
segunda
ao
pé
da Cruz.
VI—
A
Virgem
Santa
é
mais
do
que
uma
Mãe;
as
mães
ás
vezes punem os
filhos
quando
as
desagradam;
mas
ella é
tão
boa
que
nos
trata
sempre
com
cari
nho
e jámais
nos
castiga.
VII
—
O
Filho
exerce a
justiça;
a
Mãe
não
distribue
senão
amor.
VIII
— O
Filho
exercendo
a
justiça,
que
é
um attnbuto,
quer punir um peccador:
Maria
intervém,
desvia o golpe e
implora
o
perdão
para
o delinquente.
«Minha
Mãe,
diz
o
Senhor,
nada
vos
posso recusar. Se
o
inferno
pudesse arrepender-se,
vós
al
cançaríeis
o
seu
perdão.»
IX—
O domingo
pertence
ao
bom
Deus;
é
um
dia
exclosivamente
Senhor.
Oeus
fez
todos
os
na;
podia
tel-os
guardado
mas
deu-vos
seis
e
ticou
Que
direito,
pois,
tendes
n
’
aquillo
que
não
vos
pertence?
Sabeis
que
os
bens
mal adquiridos nunca
medram.
Assim,
também,
o
dia
que
roubaes
ao
Senhor, não vos
aproveitará.
Conheço
dons
meios
certos
da
gente
ficar
pobre:
são,
trabalhar
no
domingo, e
apropriar-se do
alheio.
X
— Meus
filhos,
porque
existem
tan
tas
pessoas
moralraente
cegas
e
ignoran
tes?
Porque
fazem
pouco
caso
da
palavra
de
Deus.
—
Vêde
em
que apreço
tinha o
Salvador
a Palavra
de
Deus. A
mulher
que
exclamou:
«Bemaventurado
o
ventre
que
te trouxe
e
os
peitos
que
te
alimentaram.»
Elle
respondeu
:
«Antes
bemaventurados
aquelles que ouvem
a
Palavra
de Deus
e
a cumprem.»
XI—
Meus
filhos,
quando
o
prégador
vos
agrada
escutaes,
mas
quando
vos des
agrada
escarneceis
d
’
elle.
...
Não
devemos dar
tanta
importância
ao homem.
O
sacerdote,
seja
elle
quem
fôr,
é
um
instrumento
de
que
o
bom
Deus
se serve para
espalhar
a
sua
Palavra.
Se
passardes
um liquido
por
um
funil,
seja
elle d’
ouro ou
de
cobre,
o
liquido
se
fôr
bom
não
desmerecerá.
XII
—
O
thesouro
d
’
um
chrislão
não
está
na
terra,
mas
no
céo;
portanto, onde
estiver
o
thesouro,
ahi
devem
estar
os
nossos
pensamentos.
XIII— A
oração
não é
senão
a
união
com Deus. Quando
o
nosso coração
é
pu
ro
e está
unido
a
Deus,
sentimos
um
jubilo
e
uma
suavidade
interior
que
exta
sia
e
uma
luz
que
dardeja
e resplandece.
N
’
essa
união intima.
Deus
e
nossa
alma
se
assimiiham
a
dous
pedaços
de
cera
que
juntos
e
aquecidos
se
unificam.
Bella união
entre
Deus e
sua
mesquinha
creatura
!
E’
uma
felicidade
incomprehensivel.
XIV
—
Se
no
céo houvesse
um
só
dia
sem
adoração,
cessaria
de
haver
céo;
e
se as
pobres
almas
condemnadas,
apesar
de
seus
soffrimentos
pudessem
orar
e
ado
rar,
não
haveria
mais
inferno.
Pliennineno
eeleste.
—
Uma
noite
d
’estas
appaieceu
em
Cadix
um
phenome-
no meteorologico
pouco commum:
um
aerolito
que por sua
proximidade
da
ter
ra
despediu
uma
claridade
instantanea
pa
recida á
luz
eleclrica.
seu,
o
.dia
do
dias
da sema-
todos
para
si,
com
o
selimo.
vós
de
tocar
cebidas
a
não
ser
por
alguém
da
mesma
tramoia.
Ahi
vomitou
elle os
bofes
para
dizer
apenas
que
não
era
reu
d
’
accusação
que
me
fez
perante
a exm.a
camara...
dei
xando
porém
isso
para
tempo
opportuno,
pergunto
ao
snr,
Lino=>Que
feito
é
d
’
es-
sa denuncia tão
assustadora
?
Qual
a
ra
zão porque
não
tem
saído
á
luz?
Que di-
recção
tomaria?
Se
partisse
de
seu
com
boio
na
direcção
de
Leste,
poderia
a
es
ta
hora
ter
palmeado
o
mesmo
terreno
que
o
celebre
Colombo
em
volta
do
glo
bo; mas
de
certo,
seguiu
o
rumo
de Nor
te
e
embasbacou
nos
gêlos
do
pólo...
Quem
sabe?...
Desengane-se,
snr.
Lino, que
as
suas
garrulices
e
allegorías
nunca
me farão
oscil-
iar a
mais
pequena
libra,
porque
todas
ellas estão
galvanisadas
contra
o rude har-
pejo
das
soas
vibrações.
Mudando porém
d
’
assumpto,
snr.
Lino,
quem
serão
os personagens
de
gravata
e
luva=-os
Borgias=>(\\ie
abrilhantam
asin-
sulsas linhas
do
seu
artigo?
Que
inten
de
por
jesuitismo refinado?
—
São
palavras
tão
alheias
ás
leituras
do abecedario
de
Monte-Verde!!..
Fica
tão
maio sisudo
ao
bugio!!..
Niuguem
póde
dar
o
que
não
possue,
snr.
Lino;
e
o
quer
que
sejam
essas
palavrinhas,
é
certo que,
gaguejadas
pela
bocca da
ignorância,
são
arrotos
de
sciencia
vomitados
pelo
mais
orgulhoso
charlatanismo.
Mas
deixemos
isso...
Para
esla
fregue
zia,
snr.
Lino,
que
sabe
pesar as
razões
d
’
este
pleito,
não
era
preciso
gastar
uma
só
pennada
de tinta;
porém
o
publico
de
fóra,
que
tenha
lido
este
enredo,
ignora
as
suas
causas;
e
porisso
venha
cá
e di
ga:
«maldito
bicho
roedor
da
inveja
que
me
devora,
por
não
poder
fruir
tudo
quan
to
me
dita
o
ocio
e
o
meu
outono
de
ro
sas!
Oh!
se
eu
podesse
vêr-me
livre do
bulicio
monotono
dos
rapazes,
deixando-os
n
’ella
altercando
entre
si,
e
entretanto
ir
disfructar
o
bello cavaco
que
ha
quasi
sempre
na
taberna
próxima!!..
Se
eu
po
desse
fazer
sempre
da
casa
d'aula,
casa
d
’
arrumação,
theatro
d
’
espadadas,
arma
zém,
dormitorio
d’
alguns
passageiros
que
pagam d
’aluguel
boa
vitella
e
optimo
vi
nho!!..
Dar
faltas arbitrararias com
fre
quência,
e...
vencer
todos
os mezes ó
meu
salario, sem
que
a
junta
de
parochia
se
oppozesse,
dando
as competentes
infor
mações
ao
exm.°
Administrador,
que
as
exige
rectas!..
oh!
então
fumaria
mais
duas
cachimbadas
á saude
da
tolerância
do
presidente
da junta.»
Mas
desengane-se
que
se
lhe
não
per-
miltem
venalidades
e garantias
d
’
essa
or
dem;
e
se
não
quer
ser
accusado perante
as
auctoridades,
cumpra
cora
os
seus
de
veres, e
deponha
o
bastão
do
orgulho
que
o
domina,
e
verá
como
tudo
lhe
corre
ás
mil maravilhas.
Por
ultimo,
dir-lhe-hei
que
atlendendo
aos
seus
raros tostões
e
á
falta
de...
tempo
(como
diz)
não volta
rei
á
imprensa
com os
seus
sonhos
dou
rados,
salvo,
provocando-me;
porque
en
tão
pagar-lhe-hei
com
a
mesma
moeda,
capital
e
juros
ao mesmo tempo.
Sou,
snr.
redactor,
com
a
maior
es
tima
De
v.
s.
a
aff.°
vr.° e
cr.°
Riodouro 7
de
agosto
de 1877.
O mesmo
—
Domingos
José
Alves
Querido.
(427)
Passivo
Capital
..............................
Fundo
de
reserva.
Notas
em
circulação.
.
.
Depositantes
á
ordem.
Duos
era
coma
corrente.
Depositos
a
praso.
Dividendos
a
pagar
Diversos
credores
.
.
.
Agencias
no
estrangeiro
.
Agencias
no
paiz
.
.
.
Saques
e
remessas
de
n.
Saques
e
remessas
das
agencias
:
....
Deposito
publico
. .
.
Letras
a
pagar.
.
.
.
Lucros
suspensos
.
.
.
Ganhos
e
perdas
.
.
.
C
600:0005000
153
0005000
6305000
14 3475424
143:8285133
1014:1305238
3:8125444
55.7975679
12:7365149
3:0
l
2j20t
3:4235360
96:1335197
22:8665384
2:1095900
6:5175798
9:3445238
2.143:7115425
Braga,
Banco
do Minho
4
de
Agosto
de
1877.
Os
GERENTES.
Manoel
Luiz
Ferreira Braga.
Francisco
Casimira
da
Cruz Teixeira.
BANCO
COMMERCIAL
DE
BRAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de Braga
em
31
de
Julho
Aetivo
de
1877.
SECÇÃO D£ COMMUNICADOS
Cabeceiras
de
Basto.
Snr.
redaclor.
Submisso
peço
a
v.
s.
a
a
distincta
hon-
de
me
franquear
uma
das
columnas
do
ra
de
me
franquear
uma
das
coiumnas
oo
seu
acreditado
jornal,
para
mais
uma
vez
entrar
na
liça
da
imprensa
e
desperdiçar
alguns
momentos
com
a
petulância,
que
muitas
vezes
toma
a
capa
da
mansidão
para
melhor
poder
ingerir-se
no
coração
das
viclimas.
Em
um
artigo
do
n.°
262
do
«Jornal
do
Minho»,
o
mestre-escola
d
’
esla
fregue
zia
de
.
Riodouro
tartamudeou
alguns
pa
lavrórios
a
servir
de
resposta
ao
meu
com-
municado
inserto
no n.°
658 do
«Com-
mercio
do
Minho»,
onde
em
ligeiros
tra
ços
apontei
a
causa
d
’esta
polemica.
N
’
esse
insípido
artigo
vem
o
snr.
Li
no
com seus
panos
quentes
para
o
pu
blico
expender
razões
com
a
sua
lógica
macarronica,
mas
que
de
ninguém são
re-
Acções,
prestações
a
receber
Dinheiro
em
caixa.
.
.
.
Leiras
em
carteira.
.
.
.
Ditas
em
liquidação.
.
.
Empréstimo
sobre
penhores.
Contas
correntes
com
garan
tia....................................
Agentes
no paiz.
.
.
.
Ditos
no
estrangeiro.
.
.
Acções
de
c.
nropria. .
.
Papeis
de
credito.
.
.
.
Diversos devedores.
.
.
.
Moveis
e
utensílios.
.
.
.
1:2 428500
58:8175427
174:1115266
123:2535920
90:2955990
989:6385130
119:1135179
41:4665400
121:0665300
331:737^325
107.665^901
1:722-5625
Passivo
2.160:1335163
Capital
............................
Obrigações.....................
Depositantes.
.
. .
Agentes
no
estrangeiro
Diversos
credores.
.
Leiras
em
deposito.
.
Leiras
a
pagar.
.
.
Notas
em
circulação
.
Fundo de
reserva.
.
Dito
para
prejuisos
tuaes
....
Dividendos
a
pagar. .
Lucros suspensos.
.
Ganhos
e
perdas.
.
.
1:000:0005009
921:9135493
.'
.
16:9325903
.
.
605304
.
.
39:8395270
.
.
25:7735063
.
.
74:3455624
.
.
3005000
.
.
50:0005000
even-
.
.
3:0005000
.
.
9065920
. .
17:4615880
.
.
9:3575304
2.160:1335163
de 1877.
Braga
4 de Agosto
Os
Directores
Luiz
Antonio
da
Costa
Braga.
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
BANCO
MO
M
IN
HIO
Resumo
do Aetivo
e Passivo
em
31
de
Julho
de 1877.
Aetivo
Caixa:
existenciáem
metal.
206:1785300
Agencias
no paiz
....
139:4325024
Papeis
de credito.
. .
.
121:8425748
Acções
de
c.
própria
.
.
64:8005000
Hypothecas
de raiz
.
.
.
132:8125488
Empréstimo
sobre
penhores
.
7:1105223
Empréstimos
a Catnaras Mu-
mcipaes
e
á
Junta Geral
Letras
Letras
Letras
Letras
Contas
Saques
e
remessas
de
n.
<
Saques
e
remessas
das
agen
cias
........................
Agencias
no
estrangeiro
Contas correntes
garantidas .
613:2085194
Outras
contas
correntes. .
Generos recebidos
de
penhores.
.
Edifício
do
Banco.
descontadas
.
a receber
.
.
em
liquidação,
falsas.
.
.
.
em
liquidação.
SAÚ2E
A
TODOS
sem
medicina, pur
gantes,
nem
despezas,
com o uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde.
farinha
de
saúde,
HEVAX.ESCIÈ
XE
DD
BARRY de
Londres.
30
anmos
<t
’
invariavel
sueeesso
.
94:0915938
292:1305124
.
4:3125408
.
63:1095444
.
1:8305100
.
71:2435760
c.
122:4785447
.
21:8205430
.
93:0315790
.
4
4:8385317
por
c.
.
.
.
16:0045732
. .
.
31:3605836
2.143:7115423
3
Combatendo
as indigestões
(di<pe-
psia) gaslrica,
gastralgia,
llegmi,
ai
rotos,
flatos,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritações iulestinaes,
bexigas,
diar-
iéa,
disenteria,
cólicas,
tosse, asthma,
fal
ta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos nervos,
diabelhes,
debilidade,
to
das
as
desordens
no
peito,
na
garganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexiga,
da
fí
gado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
muco
sa,
do
cerebro
e
do
sangue.
83
090
curas
entre
as quaes
contam-se
a
do
duque
de
Pluskow,
da
exm.a
snr.a
marqueza de
Bre-
han,
de
Lord
Sluart
de
Decies,
par
d
’ln-
glalerra,
do
doutor
e
professor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
63:476.—
Mr.
Comparei,
cu
ra,
de
dezoito
annos
de
gastralgia, de
sof
frimentos
d
’
estomago,
dos
nervos,
fraque
za
e
suores
nocturnos.
Cura
n.°
74.422.
—
Prostração.—
Bald-
a
MALA
KEAL
1NGLEZA
S.
Vic
ente,
Pernam
buco,
Bahia
,
Rio
de
Janei
ro,
Montevi
deo
e
Buenos
-Ayre
s
Ace
itando
também
passa
geiro
s
de
3.
a
classe
pelo
mesmo
pre
ço
que
para
o
Rio
de
Janei
ro
para
SAN
TOS,
PAR
ANAG
UA
’
,
SANTA
CATHARI
NA,
BIO
GRANDE
1)0
SUL,
POBTO
ALEGRE,
CAM
PI
NAS,
S.
PAULO,
CAMPOS,
V1CTOR1A,
MACEIÓ'
e
outros
pontos
do
lil
tor
al
e
inte
rior
do
Braz
il,
ao
sul
de
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buco,
com
tras
bord
o
no
Rio
de
Janeir
o
e
incluin
do
hosp
edar
ia
e
sust
ento
gratu
ito
durante
a
demor
a
prec
isa
para
obter
trasbor
do.
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paquete
da
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Mala
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s
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de
Lisboa
em
ta
de
Agosto.
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a
mais
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cime
ntos
dirij
am-se
á
Agenc
ia
Centr
al
no
Porto,
rua
dos
Inglez
es,
23
—
o
agente
Guilherme
G.
Tait,
e
nas
proví
ncias
ás
agenc
ias
e
corr
espo
ndên
cias
nas
princ
ipaes
cidades
e
villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guim
arães,
Rua
do
Sou
to-
Parte de Comércio do Minho (O)
