comerciominho_08111877_710.xml
- conteúdo
-
i
UÉ
Í»1.6SA es'»®»»»®
5
’
*®*
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOVA N.”
3
E.
5."
ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
„
„ ao
mezes
....
1&600
Braga,
n
mezes.
83
q
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição....................................
PUBLICÀ-SE
ÁS
TERÇÁS,
QLIMÀS
E
SÁBBÁDOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes.....................
»
6
»....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
.
Folha avulso
...............................
2^009
1&050
3&600
3&600
10
N.°
710
JSOVElJtt»»®
d
’
outro
tempo)
começa
por
nós,
e
fazem
muito bem,
porque
os
accionislas
nao
poder
dar,
mas
é
o
Banco
Inglez.
único
querem
saber
senão
do
dividendo,
ainda
que
se
dè sem
se
[
1
"
“
caso
que se
dê.
E’
pena
que
-
—
—
-
o
.
que tem
prestado
serviços
ao
commercio
esteja
meltido
dentro d’
aquel
e recinto,
e
já
se
vê
que
nada
do
que
dizemos
se
entende
com
tal
banco,
nem com
algum
outro
por
excepção.
e
que não
mencio
naremos,
porque
cada
um é
senhor
da
i
ter
consciência,
metiam
a
até
bem
dentro
se acharem
razão
em apoiar o
snr.
dr.
da
Silveira
nos
seus
excellentes
A
mitw«.çSe
moneíarí®
e
eowxs»»®*’"
ciuE
es»»
JLisboa.
A
crise
aievautada
pela
suspensão
da
caixa
de
credito
industrial,
continua
a
ser
o
pretexto
ridículo
para
o
retraimento
que
os
bancos
de
Lisboa
estão
praticando,
e
fazendo
com
que
os
das
províncias se
conservem
concentrados,
alargando assim
o
mau
estado
do
paiz.
Isto
não
póde
continuar
assim.
Já
se
tem
dado
factos
bem desairosos e
não
nos
admirará
que
outros
appareçam,
porque
se
o
snr.
Dolti
fogosamente
foi ao banco
de
Portugal
por
se
ver
desconsiderado,
oulios
que
tem
tanta
razão
como
elle,
mas
que
tem
mais
calma,
esperam
pro
vavelmente
a
occasião
mais
opportuna.,
0
que
se
passa
na
vida
interior
dos
bancos
não
e
de
todo
desconhecido
do
púbi
co,
sabe-se
muito,
mais do
que
se
pensa
lá
por
dentro,
e
das
prolecções
escandalosas
que
se dão
a
certos
prote
gidos
com
desprezo
de
pessoas
sérias
e
bem
conceituadas que sao
repellidas.
Não
acreditamos
todavia
o que
se
diz
que
ha
n
’
esta
crise
sem
motivo
justifica
do,
um
plano
de
fazer
desapparecer
cer
tas
casas
è
companhias
que
são
mal
vis-itimos um
las
por
argcntarios
invejosos,
que
acham
j
«Nação»)
a
rua
.dos
Gapellislas
mui limitada
para
o
seu
iriíico, e
não
podemos
acreditar
ainda
que
o
banco
de
Portugal
se
preste
a
coadjuvar
uma
ideia
tão
nefasta.
V
uuv
—
-----
.
.
Nas
perações
em
que
os
bancos
ge-uena
nascer
alguma
duvida...
ralmente
querem
meller
o
seu
nariz
é
nas
do
governo,
e elles
não
foram
creados
para
isso. Ainda
agora
vimos
na
subsen-
pção
para
os
caminhos
de
ferro do
Douro
e
Minho
alguns
bancos
tomar
gran
ie
pa<le,
para
agiotar,
para
agradâr
ao
governo,
e
para
depois
vir
a
commenda,
o titulo,
e
todas
as
mais toleimas
e
imposturas
da
epocha.
Elles
tem
razão,
porque ás
vezes
um
nome
com
ponto
negro,
ou
com
alguma
sugidade
conhecida
só
se
póie
<
dèbaixo
da
capa
d’um
titulo,
porque
nem
o
sna
consciência,
e
como
os
bancos
tam
bém
devem
mão
nella,
se
temos
i
Arthur
artigos
a—
Rua
dos
Capellistas.
Se
podermos
e
íôr
preciso
voltaremos
ao
assumpto,
que
então
será
tratado
mais
em
detalhe,
po
s
por
ora
só
tratamos
da
generalidade,
como
inlrodueçao
á
obra que
deve
produzir
largos
e
instruclivos
artigos
de
revelação,
que
muito
aproveitarão
a
lodos.
Assim
o esperamos.
tão.
Quizeram
estes
entrar
em
casa,
mas
não
lhes
abriram
a
porta, declarando
o
pae
que
uão
os queria lá. Foi-se
juntando
povo.
0
trem
ficou
e
o
caixão,
o
padre
e sachristão
foram
para casa
de um visi-
nho.
0 povo
fazia
commentarios
de
di
versa
natureza
e
havia
discussões
arden
tes.
Vieram
depois
o
representante
do
juiz
ordinário,
alguns cabos, um
chefe
de
policia,
etc.,
e
foram fallar ao
pae,
que
depois
de algumas
duvidas
lhes
deu
au
diência.
Entraram
então
o
padre
e
sachris
tão
e
fazeram-se
as
orações,
mas
o cada-
ver
não
foi
mudado
de
caixão,
e
saiu
o
enterro
á
mão
por
quatro
operários,
indo
o
trem,
a
policia
parochial, o
padre
e
sachristão
e
o
povo. 0
pae dizia
em
tom
de.
protesto: «Contra
a
força não
ha
re
sistência».
Mau
será
se
também
se quebra
este preceito».
Esta
ultima
clausula,
traduzida
em
portuguez
mais
claro, quer
dizer
que
bre-
,
vemente
teremos
uma
revolução,
revolta,
!
|
bernarda, pavorosa,
ou
como
lhe
qiiizerem
encubrir
mesmo
já
as
grandes
e
ostentosas
esmo
las
produzem
o
effeilo.
0
snr.
dr.
Arthur
da
Silveira
seus
excellentes
artigos
a
—
Rua
dos
pelhslas
—
publicados
no
«Commercio
Por-
tuguez»
não
se
tem
lembrado ou
não
sabe
talvez,
que
no
tempo
do
governo
do
con
de
de i
homar,
quando
a
rua d.
s
Capei
listas
nao
tinha
bancos,
e só
algumas
casas
de cambio e de
agiotas,
era
deno
minada
por
ironia-o
pinhal
da
Azamlmja,
mas
depois
que
este
pinhal
deixou
de
ter
a
importância
social
d
’
outro
tempo,
cha
ma
se
pomposameute
aquella
rua
a
City,
porque
eila
se
'ê altamenle
ornada
de
bancos
e
de banqúeiros,
de
soberba
e
de
má
creação.
„
,
Mas
ê
uma
City
que
se
fecha
ao
mais
leve
bater
do
tacão
do
snr.
Manoel
Go
mes
ua
Silva,
uma
City
ridícula,
e
pusi-
tomam a sério a
suspensão
d
’
uma
casa
de
prego
para
se
fecharem
na
sua
mouraria,
e
nós
se
lossemos
go
verno
mandavamos
pôr
portas
n
aquelle
recinto
de
judiaria
moderna.
Q
i
pirilo
revolta-se
contra
um
proce
der
tão
insensato,
sem
razão
séria,
uma
só
que
o auctorise; no
entanto
em
quan-
to
’
casas
muito
respeitáveis
e indivíduos
muito
considerados^
se
vêem
em
apuros
porque
os
bancos
não
desi
ontam
na
terra
nem
tomam
saques
para
fóra,
as
casas
dos
directores
dos bancos,
as
suas
Gbncas
e
companhias
aunexas
não
soffrem.
E
tem
razão
estes
senhores,
porque
a
caridade
bem
entendida
(diziam
os
nos
Ca-
con-
Manoel
Go-
Lendo
o
seguinte
artigo,
que
hoje
va-
(
mos
archivar
ern
nossas
columnas,
sen-
timos
um
grande
allivio...
I
i
era
absolutamente
necessário.
Referimo
nos
especialmente
á
2.
a
parte.
Pcis
Portugal
não
é
ainda
uma
nação
ca-
thulica?
Ao presencearem-se certas
coisas
onde
menos
se
deveriam
presencear,
po-
Proleste-se
pelo
menos.
E
’
o
que
faze-
!
aios
transcrevendo
o
que
vae lêr-se:
0010
AO CLERO
E
Á RELIGIÃO PROMOVIDO
PELOS
LIBERAES.
A proposilo
de
enterros
civis.
-0
«
Diarw
de
Noticias
»,
A.
Herculano
e
frades
da
Bahia.
Continua
a
lucta
entre o
actual governo
civil
d
’
esta
nação
fidelíssima
e
duas
du-
, zias
de
francos atheus
ou
livres
pensado-
-
res
da
opposição,
por causa
do
enterro
de
cadaveres,
—
lucta
que
seria
ridícula
se
nao
fosse
lamentável
e
altamente
perigosa,
lucta
que
hypocrilamente
é
acirrada
e
en
venenada
pelos
incolores,
que
parece
de
sejarem
pescar
em
aguas
lurvus, lucta
que
já
teria
acabado
se
n’
esla
terra
se
respeitasse
um
pouco,
saltem o
que
....
__
A
liberdade;
mas a
uberdade
moral,
a
liberdade
rasoavel,
a
liberdade
chrislã;
não
a
liberdade
libera-esca,
a
liberdade
anar-
chica, que é
e
sempre
foi
a
lyrannia
Mas
não
sequer!
0 que
parece
que
rer-se
é
corromper
mais
e
mais
este
po
vo,
desarraigar-lhe
do
coraçao
todos
os
sentimentos
religiosos;
sobre
tudo
piomovei
entre
elle odio
ligadai
ao
clero.
Ouçam,
e
attendam:
No
«Diário
de
Noticias»
de
'-J
de
tubro
acabamos
de
lêr
o
seguinte:
chamar,
para se
obrigar
a
serem
enter- i
rados canina,
queremos
dizer
civilmente, i
as
pessoas
que morrerem no
grémio
ca- <
lholico
sem
jámais
haverem
dado
qualquer
signal
ou
a
menor
demonstração
de
que
d
’eile
quizessem
sair
(as
creancinhas
in-
nocenles,
por
exemplo,
estão
n
’
esse caso ;
e.
pelo contrario (é
natural)
para
serem
‘
i,
segundo
as
prescrições
<io
ritual,
e
a
fazer
se
enterro
catholico
com
toda
a
solemnidade,
áquel-
les
que morrerem
evidentemente
fóra
do
grémio
da
Egreja,
—
scismalicos,
positivis
tas,
racionalistas,
macaqueiros,
livres
pen-
sadoies;
escandalosos
de toda a
especie,
peccadores
públicos,
suicidas,
i
afastados por
muitos
annos
da
igreja
e
dos
Sacramentos,
que
morrem sem
o
me-
*
nor
signal
de
arrependimento
e
sem ha
verem reparado
os
escândalos que
hajam
dado;
os
sacrílegos
devedores,
vendedores,
compradores,
detentores
de bens
da
Egreja
que
nunca
pediram
sanação,
incursos
poi-
lauto
em excómrnunhões canónicas;
outros
excommungados
fianc-mações,
carbonários,
até
mesmo
públicos dogmalisantes
e cym-
cos
atheus
1
•
Não
é
isso
o
que
querem
ou
parece
quererem
os
snrs.
exaltados,
republiquet-
ios
e
os
incolores
liberaes,
inclusive
mui
tos
dos
que,
na presente
questão,
por
política
e
não
por outro motivo,
se
acham
ao
lado
do
governo?
Este
artigo
(da
obrigados
os
padres
a
orarem
peccadores
públicos,
suicidas,
indivíduos i licismo
que
afastados por
muitos
annos
da Egreja
e
tanto
>iefen<
ou-
se
NOVO
CONFLICTO.
Falleceu sexta-feira
de
tarde
um
«Falleceu sexta-feira
de
tarde
um
me
nino
de
dois
annos,
filho
do
snr.
Manoei
Rodrigues
da
Silva,
ferreiro,
morador
na
travessa
de
Santo
Antonio
da
Graça,
n.
77
l.°
andar.
0
regedor
passou
o
bi
lhete
de
enterro,
mas
constando-lhe mais
tarde
que o enterro
seria civil,
mandou
buscar
o
bilhete
dizendo
que
linha havido
engano.
0
pae
não
quiz
entregal-o
e
tra
tou
de
fazer
o
enterro civil. Hontem, ás
7
horas
da
manhã,
appareceram
cabos de
policia
á porta
da
casa;
e
logo
um
trem
com
um
caixão
catholico,
padre
e
sachns-
poticas
e sacrílegas
de
certos
hypocritas
»
nli-calholicos
(que
só
para
contrariar
e
insultar
a
Egreja
desejam
se
enterre
em
sagrado
quem
morre
impio,
e
se
faça
enterro
civil
a
quem
morre
catholico),
que
tão
depressa
seriam
confirmadas
as
nossas
asserções!
No
«Diário
de
Noticias»
do
dia
30
de
outubro
vem
um
artigo
a
tal
respeito,
que
póde
ser
considerado
modelo
no
genero
hypocrita-liberalesco.
Queixa-se alli
o
in
color
do
«provincial
do» frades
francisca-
nos
da
Bahia»
e
d
’outros
frades
e
padres
d
’aquella
cidade, porque
não
quizeram
to
mar parte
nas
exequias
religiosas
(isto
é
anti-religiosas,
porque
seriam evidente
mente
sacrílegas
e
anli-canonicas ...
que
alli
se
pretendem
fazer
a
A.
Herculano;
como
se
elles
fossem
por
isso
uns
homens
odientos
e
intolerantes
no
mau
sentido
da
palavra,
quando
não
fizeram
mais do que
cumprir
rigorosamente
com
o seu
dever,
não
calcando
aos
pés o
direito
catim.ico
(lei
da Egreja.
e
lambem
do
Estado...),
não
despresando
as
censuras
ecclesiasti-
cas,
nas quaes
incorreriam
por
certo
tendo
diverso
proceder, e
não
querendo
con-
■
correr
para
uma
das
mais
aviltantes
pro-
;
fanações
das
coisas
santas
(para
as
quaes
•
só podem
concorrer
alguns infelizes,
por
;
amor
do
lucro
ou
da
popularidade
libe-
ralesca,
— do
maldito
respeito
humano
—
que
a
tantos
arrasta,
por
desgraça
em
nossos
dias).
Cita-nos
o
«Diário»
palavras
muito
chrislãs
de
A.
Herculano,
(repassadas po
rém
algumas
(1
’
ellas
de
odio
concentrado,
que não é
nada
christão).
Poderíamos ci
tar-lhe
muitas
outras
contrarias
ab
Catho-
!
n
’
outros
tempos,
anteriores,
tanto
defendeu;
d
’onde
se
prova
que
o
notável escriplor
era
pura
e
simplesmente
De duas uma:
ou
aquelles
que traba
lham
por
impedir
os
enterros
catholicos
quando
estes
devem ter
logar,
estão
no
seu
direito,
ou
não.
Se
estão,
o
que quer
dizer
esta
lucta
escandalosa?
Porque
se
lhes
não
ha
de»
deixar
cumprir
o
seu de
sejo (com
tanto
que não profanem
cemi
térios
catholicos)?
Se
não
estão,
porque
não
são
castigados,
e
tudo
fica...
assim
n
’uma
especie
de
brincadeira de mau
gos
to,
fazendo
elles
suas
perrices,
e acaba^
da
uma,
preparando-se
logo
para
outra
.
Mais;
Sabem-nos
dizer
se já
se
cumpriu
a
determinação
do
governo
sobre
a separa
ção
dos cemitérios para
catholicos
e
nao-
calholicos,
ou
se
aquillo
ficaria
lambem
n
’
uma
brincadeira
?
.
Conta-se per
ahi
que
os icompra
chi-
COS»
estão
contentíssimos,
e
que
esperam
cançar
os
adversários
e levar a
sua
adian
te
rindo-se
muito
da
Auctondade
que
se
lhes
oppõe
de
um
modo
verdadeiramente
pueril.
,
E
natural.
Já
nada
estranhamos.
Quuusque tandem?..
Mal
pensávamos
nós,
ao
escrever
as
precedentes
linhas
sobre
as
aspirações
des-
notável escriplor
era
um
apóstata.
Ninguém
ignora
blicamenle
heresias
e
escriptos,
combatendo
especialmente
a
lm-
maculada
Conceição
e
»
Infallibilidade
pon-
tilicia,
depois
de
definidas
por
um Concilio
ecumenico.
Ninguém ignora
que
teve
algumas
de
suas
obras
comiemnadas
pelo
Index,
e
que
nunca
se
submelleu.
Ninguém
ignora
que
jamais
se
relractou
publicamenle
de
suas
blasfemais
(nem
se
quer
consta
que
o
fizesse em
particular,
—
o
que
aliás
não
bastava).
Todos
sabem
que vivia
afastado
da
Egreja
desde
ha
bastantes
annos,
não
cum
prindo
com
a
obrigação
imposta
a
todos
os catholicos
de
receber
os
Sacramentos
da Penitencia
e
Eucharistia
ao menos
peia
Paschoa
da
Resurreição.
(I)
Todos
sabtm
que
aborrecia
e
maldizia
os
padres,
—
fazendo
apenas excepção
de
dois
«um
do
norte»
(certo
abbade
livre
oensador
e
parece
que
aclualmenle
sus
penso
em razão
de
suas
genlilezas,
prati
cados
ahi
nas
cercanias
<fr.;
Porto,
segundo
tios
conta
um jornal da
mesma
cidade),
e
outro
«do
sul»,
-e
cada
qual
meli.or...
E
’ provável
que
quizesse
as
orações
«i-.m-
que
dogmatisou
pu-
impiedades
em
seus
(1)
N
’
este
ponto,
pelo
menos,
deve-
se-lhe
agradecer
o
não
se
prestar
a com-
metter
esse
horrível
sacrilégio,
coino
cer
tos
impios, racionalistas elranc-mações que
conhecemos,
os
quaes, segundo
consta
vão
«por
costumeiras
em
quinta-feira Santa
ou
em
qualquer
dos
últimos
dias
da Qua
resma,
fingir que
se
confessam
e
receber
o
Santíssimo
Sacramento
entre
duas
he
resias
adubadas
por
duas
blasfémias,
mais
ou
menos
cynicas
ou
chocarreiras
de
pés
simo
gosto
Herculano
não era
para
isso. Do
mal
o
menos
1
«era
o
seu
modo
de civilisar
e
com
o
«íbgello
da
conquista
levavam ainda
os
«terríveis
flagellos
do
incêndio,
do
mor-
«licinio
e
do
roubo».
A
paginas
86
tractando da
ilha
do
Corvo
ou
do
Marco,
e
referindo
a
tra-
dicção
contada
pelos
escriptores do
século
XVI,=de
que
os
primeiros
navegantes
que
alli
aportaram
viram
no cimo
d
’um
mon
te
uma
estatua
equestre que
figurava
um
homem
apontando
com
o
dedo
indicador
da
mão
direita
para o horisonle
que
d
’
alli
se
descobria;
tradicção referida
por
Gas
par
Fructuoso, Antonio
Cordeiro, Faria
e
Sousa,
Santa
Rita
Durão.
Faria
e
Sou
sa,
Chateaubriand,
e
outros,
o
snr.
J
de
Mendonça chama
á tal
narrativa
intento
vil
e
abjeclo
de
empanar
a
gloria
de
Christovão
Colombo
!
Que
excellente
subsidio
para
mais dez
volumes
do
Mi
miston
em
Portugal,
do
snr.
Fernandez
de
los
Rios!
Perdoe-nos
’o
illustrado
escriptor
ILbo-
nense;
porém
nem
toda
a
severidade da
historia
obriga
a
escreverem-se
estas
coi
sas
tão
rudemenle
como
estão
escriptas
no
seu
livro.
Embora
seja
moda
desde
nharmos
do
que
vae por
casa;
deixemos
essa
triste
gioriola
aos de
fóra,
—que
nunca
faltou
nem
falta
quem
nos
cubra
de
lama.
—
Resumo
da
historia porlugueza
.
—
por
A.
M. Gomes.—
Editor,
Manoel
Malheiro,
Porto.
Destinado
ás
escolas
de
instrucção
pri
maria, este
resumo
parece-nos
bastante
util,
=não
só
pelo
melhodo
n
’
elle
seguido,
como'pela
sua
clareza
e
concisão.
No entretanto
não
são
poucas
as
inexe-
ctidões
que
nelle
se
encontram.
—
Diccionario
de geographia
universal
,
—
por
Uma
sociedade
d’
homens
de
scien
cia.
Distribuiram-se
os
fase,
n.
03
35
e
36
d’
esle
inportanlissimo
diccionario.
Corre
de
pag.
545
a
576
do
II
vo-
ti
me.
—
Os
Dois Mundos
—
llluslração
para
Portugal
e
Brazil.
(N.°
2).
Traz
este
n.°
as
seguintes
gravuras:
—
ALEXANDRE
HERCULANO,
—
A.
Thiers.
—
0
vendedor
de
coraes,—
Rubens,
—
Se
gunda
mulher
de Rubens,
—
Bachi-Buzuks,
—
Búlgaros
enforcados
pelos turcos,
—
Apanhado
com
as
mãos
ensanguentadas.
Os
artigos são
escriptos
por
pennas
distinctissimas.
Esta
bella
publicação
tem
por
gerente
em
Portugal
o
snr.
David
Corazzi,
dire-
ctor-proprielario
das
Horas Românticas.
—
Diccionario
Popular.
—
Direclor
Pi
nheiro
Chaga.
Distribuiu-se
o
fase.
n.°
73.
E
’
regularíssima
a
publicação
d'esta
obra.
Audiências
gerae«.
—
No
dia
3 do
corrente
abriram-se
as
audiência
geraes
n
’esta
comarca.
Foram julgados
os
reos
seguintes:
Manoel
Anlonio Duarie Mala,
solteiro,
a
freguesia
de
Lamaçaes, d’esta
comar
ca,
accusado do
crime de
furto.
—
Con-
demnado
a
4
annos
de
degredo
com
tra
balhos
públicos
para
as
costas
d
’Africa,
e
nas
custas
do
processo.
José
Custodio,
solteiro, da
freguesia
Castello
de
Neiva,
accusado
do
crime
furto.
—
Condetnnado
a
8
annos de
prisão,
e
nas
custas.
Joaquim José
da
Silva,
alfaiate,
casado,
rua
da
Cruz
de
Pedra
d’
esta
cidade,
aelo
crime
de
receptor
de
roubos.
—
‘
Absol
vido.
Dia
7.—Miguel
da
Costa, solteiro,
da
freguesia
de
Villa
Verde,
pelo
crime
de
furto.
—
Cundemnado
a
6
mezes
de
prisão
e
custas.
alEoras
Konitvntiei*f;>.
—
Esta
acre-
ditadissima bibliotheca
tem
em
via
de pu
blicação
o romance
hislorico
As
tragédias
da
Corte,
de
Augusto
Maquet,
—
Versão
de
Cunha
e
Sa.
E
’
adornado
de bellas
gra
vuras.
E&eettflcaçúo.
—
0
fallecimento
do
revd
p
padre
Ignacio
da
Costa Ribeiro
da
Cruz
leve
logar
no
dia
2
do
corrente,
na
freguesia
de
Sant
’
Anna
de
Vimieiro,
na
casa
do
Mosteiro
pertencente
ao so
brinho.
—
e
não
irmão,
como
dissemos=
do
finado,
o
snr.
Estevão da
Costa
Ribeiro
da
Cruz.
0
finado, que
era
um
anceão
respei
tável,
conservou
até
aos
últimos
paroxis
mos,
em
estado
normal
todas
as
faculdades.
Contava
84
annos.
Bethlemitas.
—
Os
bethlemitas
que
tem estado n
’
esla
cidade,
retiram-se
para
o
fim
d’
esta
semana,
sendo
hoje
e
árna-
nhã
os últimos
dias
de
venda
dos
obje
ctos
que
exposeram
ao
publico.
pradas»
ou
não
d
’
aquelles
a quem
aborrecia
e
despresava?!
E’
incrível
Todos
sabem que
se
não
reconciliou
com
a Egreja.
que
não pediu
nem
por
conse
guinte
recebeu
os
últimos
Sacramentos.
Todos
sabem
que
em
seu
fanatismo
a
nti-chrislão
dos
últimos
tempos,
além
de
pedir
liberdade
para
os
atheus
(os
do
Casino)
e
algemas
ou
desterros para
ca-
tholicos (inclusive
para
as
virtuosas
Filhas
de
S.
Vicente
de
Paulo),
blasfemou con
tra
vários
Santos
canonisados,
cujas
ima
gens
estão
expostas
á
veneração
dos lieis
em
nossos
altares...;
que
calumniou ex
pressamente
S.
Domingos
de
Gusmão
e
S.
Francisco
de
Assiz,
aos quaes
taxou
de
illusos
ou
rnonomaniacos.
Ora,
perguntamos
nós,
é
lá
possive
que
um
tal
homem
quizesse
em
seus
fu
neraes
as
«momices»
e
orações
dos
dis
cípulos,
filhos
espirituaes,
e
continuadores
da
obra
de
illusos
e
rnonomaniacos ?.
Cer-
tissimamenle que
não.
Ainda
por
este
lado
andou optimamente
«o
provincial
dos
tranciscanos»
a
que
se
refere
o
incolor
«Diário», não
se
pres
tando
á
sacrílega
comedia
em que
se
pre
tendeu
vêl
o figurar
na
Bahia.
Com
a
mão na consciência
quem
poderá
dizer
o
contrario?
Os
homens
do
«Diário
de
Noticias»,
que
não
são
destituídos
de
inlelligencia,
bem
conhecem
e
apreciam
estas
razões;
se
elles
fossem
padres
calholicos
dignos
d
’
esle
nome,
conhecem
perfeitamente
que
obrariam
como
os
da
Bahia,
sobre
cujas
cabeças
emborcam
’
porém
seus
odios
fin
gidos
e
suas
fingidas
indignações
para
que
nasçam
ou
se
fomentem
odios
verdadeiros
no pobre
povo que
é
doutrinado
em
suas
columnas.
contra
lodos
os
padres
do uni
verso,
excepluando
quando
muito
e
quando
houver
tempo
de
explicações,
alguns
seus
amigos,
padres
maçonicos
ou
maçonisan-
les.
No
dies
iroe,
que d’
esta
maneira
pro
vocam, e
de
que
já
se
vão
sentindo em
vários
pontos
do
calholico
Portugal
indí
cios
percursores,
a
tal
excepção
pouco
lhes
ha de
valer
—
estejam
certos.
(
Continua)
hzeiíiia
Í
’
ere{j6”
inftçãí»
a
XjOiireÊeH.
—
Acha-
mo-nos
compelenlemenle
auctorisados
pa
ra
aunnnciar
que
em
Lisboa se acha
instalada
uma
commissão
debaixo da
pre
sidência
do
em.
11,0
snr.
Cardeal
Patriar-
cha,
com
o
fim
d’
uma
peregrinação
a
N.
Senhora
de
Lourdes.
Consta-nos
que
irão
n
’ella
algumas
pessoas
doentes,
com
o
fim
d
’obterem
a
saude
desejada,
animadas
estas
pela
fama
de
estrondosos
e
authenticados
milagres
que alli se
leem
operado.
Todos
aquelles,
pois,
que quizerem
tomar
parle
em
tão
santa
"empreza,
devem
dirigir-se
ao
em.
mo
snr.
Cardeal Palriar-
cha,
ou
a
algum
dos
snrs.
que
compõem
a
dita
commissão
em Lisboa.
Chitecliese
gtopular,
—
E
’
grau
fe
0
concurso
do
povo
que assiste, aos domin
gos,
á
explicação
do
catecismo calholico
na
egreja
do
Hospital
de
8.
Marcos.
A
regularidade
da
hora,
a
commodi
dade
do
templo e
o
bom desempenho
do
revd
0 catechista
attrahem
os
fieis,
que
bem
demonstram
o
seu
agrado
para
com
tão
tilil
instituição.
Antes
da
calechese.
canta-se
o
Terço
em
honra
da
SS.
Virgem,
Padroeira
da
Associação
Catholica.
Publiesav
9
*
8
-
—
Temos
recebido
as
seguintes,
que
muito
agridecemos.
—
Colonias
e
possessões
porluguezas,
—
por
João
de
Mendonça
(2.“
edição).
—
Edi
tor
J
H.
Verde
—Lisboa.
Posloque
não
muito volumoso,
este
livro
é
de
gran
’
e
importância
e
muito
interesse,
como
facilmente
denota
o
as
sumpto
que
versa.
Ha
porém
n
’ede algumas
aflirmações,
de
tal
modo expressas,
que
mais
pare
ce
terem saido
da penna
d’utn
inimigo
rancoroso
dos
portuguezes,
do
que
da
penna
d
’
um
portuguez.
Vamos
copiar
alguns
períodos
destaca
dos
para
fundamentar
este
asserto:
A
paginas
45
lê-se:
«
Infelizmente
os
gloriosos
feitos
dos
«portuguezes
na
África
e
na
índia
são
«manchados
por
extorsões
horríveis
e
hor-
«riveis
barbaridades»,
etc.
Paginas 6'
1
:
«Vê-se
bem qual
era
a
decantada
ci-
«vilisação
que
os portuguezes introduziram
«na
África e
em outras
regiões!...
E
«dizer-se
que
levavam
em
uma
das
mãos
«a
espada
e
na
outra
a
cruz
!
Conquistar
Anniversario
das
Alma»,
na
Sé.
—
Celebra-se
hoje
na
Sé
o
Anniversario
das
Almas,
da
respectiva
irmandade
alli
erecta
‘
Hontem houve
vesperas,
na
fórma do
costume.
E
’
orador
n
’
esta solemnidade
o
snr.
padre
Luiz
Gomes
da
Silva.
Ainda
os
festejos
da inaugura-
ção
da
ponte
sobre
o
Bouro.—
Na
noticia
que
sobre
estes
festejos
demos
em
o
n.
“
anterior,
promettemos exlractar
dos
jornaes
do
Porto o
que
mais
interessante
trouxessem
respectivamenle.
Todos
elles
descrevem
mais
ou menos
minuciosamente
essa
festa,
apresentando
alguns
a
relação
das pessoas
que assisti
ram
aos
jantares
e lunch,
outros
a
dos
indivíduos
convidados.
Afóra
esta
circum-
stancia
nada
adiantam
ao
que
nos
partici
pou o
nosso
informador;
assim
corno
com
elle
são
todos conformes
em asseverarem
que
o
fogo
não
correspondeu
aos
pregões,
e
ao
que
se
esperava.
Um
d’
esses
jornaes
refere-se
aos
fes
tejos,
nos
termos
seguintes:
«Os
festejos
pomposamente
annuncia
-
dos,
não
lograram
corresponder
á
geral
espectativa.
Esperava-se
mais;
os
program-
mas
attrahiram
muita
gente,
e todos
con
tavam
vêr
um
fogo
surprehendente
e
va
riado.
Não
aconteceu assim.
A
commissão
encarregada
dos
festejos
deu
a
esta
cere-
monia
um
aspecto
de
arraial.
0
fogo de
artificio
de
que
se
diziam
maravilhas
ficou muito abaixo
d
’
aquelle
que
fabricam os
nossos
pyroler.hnicos.
As
surprezas
que
se
esperavam,
as
ma
ravilhas
que
antecipadamente
se
apregoa
ram
transformaram-se
n'um
desengano,
para
muitos
doloroso.
As
festas
foram
insignificanlissimas:
quando
o
fogo
terminou,
ouvimos só
fra
ses
de
descontentamento.
Effectivamenle
esperava-se
mais».
Outro
jornal
portuense
termina
dizen
do:
«...
a
unica
real
e
verdadeira
mara
vilha,
e que
ahi
está
permanente
e
visí
vel
a
lodos,
é
a
piopria
p^nte.
obra
gi
gantesca
e
que desafiará
por
muito
tempo
a
curiosidade
de nacionaes
e
estrangeiros.
E
’
uma
ponte
de
um
só
arco
sobre
o
Douro!
E
quem
conhece
este
rio
sabe
quanto
elle
é largo
e
susceplivcl
de
alargar
nas
frequentes
enchentes
E
comtudo
passa
se
n’
ella
com
tanta
segurança
como
sobre
o
leito ordinário
da
via
ferrea.
Só
quem
vir
lá
baixo,
a
uma
espan
tosa
profundidade,
o
Douro,
e
no
hori-
sonte,
bem
perto,
o
Porto,
saberá
que
vae
passando
n
’
ua>a
ponte,
porque
.
nem
ruido,
nem
a
mais
pequena
oscillação
o
denuncia.
E’ realmente
pasmoso
!
Não concluiremos esta
noticia
sem
re
ferir
uma
circumstancia
que
nos
impres
sionou
desagradavelmente,
e
foi a
se
guinte:
Durante
a
ceremonia
da
bênção
toda
a
familia real
esteve
de
pé
e
descoberta,
não
aconteceu
o
mesmo
com
alguns
dos
convidados
que
não
se
incommodaram
com
isso e
até
não
era
raro
ver
alguns
de
cigarro
ou
charuto
na
bocca
!
Donde
se
vê
que
o
que
mais
se
nota
n
’
este
paiz
é a
falta
de
educação.
iTInvinient»
d»
Hospital
de
S.
v
I
ui
-
coh
.
—
Doentes existentes
em
21
de
outubro:
77
homens
e
77
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda:
16
homens
e
19
mulheres.
Sahiram:
17
homens
e
11
mulheres.
Falleceram:
3
homens
e
2
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
27
de
outu
bro:
73
homens
e
83
mulheres.
Guerra
«lo
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres
3
—
0
«Times»
publica
um
despacho
de
Constantinopla,
allirmando
que
o exercito
de
Osman-Pachá
está
bem
aprovisionado,
e
que
as
linhas
do
Suley-
man-Pachá
são
inatacaveis,
assim
como
todos
os
quartéis
de
inverno
das
topas.
Wisinkera 2
—
Em
resultado
de ter sido
aprisionada
a
-recta
guarda
turca
em
Ku-
prikoi,
no
dia
28
do
mez
findo,
a
infan-
teria
russa occupou
Ilassan-Kaleh.
A
cavallaria
chegou
a
Kouviendouk,
a
18
verstes
(pouco
mais
de
dezoito kilome-
tros)
de
Erzeroum.
Os
turcos
estabeleceram-se
em
face
de
Heymann
e
Tergoukassofl
reunidos.
S.
Pelersburgo
4
—
Está
imminente
uma
batalha
em frente
de
Erzeroum.
0
tempo
no
Danúbio
está
muito
mau.
Oílicial—
Ha
noticia
de
haverem
os
rus-
ros
tomado
a
posição
de
Telebem.
A
infanteria
russa
occupa
Tcuouvvitz
Londres
5
—
0
«Daily-News»
publica
ufa
despacho
de
Syra dizendo
que
a
situação
de
Kars
é
desesperada,
tem
em seu re
cinto
4:000
feridos;
possue
poucas pro
visões
e
falta-lhe
absolutamente
ieiiha.
O
«Daily
Telcgraph»
publica
um
tele-
gramrna
de
Biotot
em
data
de
3,
dizendo
que
no
dia
2
os turcos
atacaram
os russos
na
estra
la
de
Ojovidghet, mas
foram
obri
gados
a
retirar;
houve
muitos
mortos.
O
«Standart» assegura
que
o
general
russo
Gouiko
lalleceu
em
resultado
dos
ferimentos.
Londres
6
—
O
«Daily
Telcgraph»
pu
blica
um
despacho
de Erzeroum, dizendo
que
os
russos
atacaram
hontem
os
tur
cos
em
toda
a
linha.
O
combate durou
10
horas.
O
centro
do
exercito turco
foi
roto
e
derrotado.
Moukhtar-Pachá
ficou
ferido.
ASSOCflAÇÃO
CAIHOLIC4.
São
convidados
todos
os
snrs.
associa
dos
a assistirem
á
missa que
pelos
socios
defunclos
se
hade celebrar ámáchà
na
egreja
do
Carmo, pelas
8
horas
da
ma
nhã.
Lembra-se,
igualmente,
que
os
socios
que
visitarem
aquelIa
egreja,
e
orarem
segundo
a
intenção
do
Soberano
Pontífice,
tendo-se
confessado
e commungado,
podem
lucrar
u
ia
indulgência pienaria.
O
Direclor
espiritual.
A
’
s
almas
caridosas.
—
Recomrnen-
damos
ás
almas
caridosas
uma
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.°
13,
(soldo}.
Tendo
80
annos
d’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a
qualquer
trabalho,
lucta
com
a
miséria
extrema.
AppeS»
á
caridade.
-A
entrevada
Maria
Antonia
Ferreira,
viuva
do
A/.onio
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem
agora
os
seus
padecimentos
mais
aggravados,
achando-se
sem
meios
de
subsistência
pa
ra
poder
tratar-se
no
pouco
tempo
que
lhe resta
de
vida.
Imploramos,
pois,
a
caridade
das
almas
piedosas,
para
que
se
lembrem
da
infeliz
com uma
esmoía.
A
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n
’
um
quarto
á porta
da
rua.
SECÇÃO M
CQWilKOOÍ
As
tí
Santa.
As
viagens a
esta
terra,
que
lautas
bên
çãos
meieceti
do
Senhor, a
patria dos
chris-
lãos,
origem da
mais
arrebatadora poesia,
onde
se
opera
a
mais
estrondosa
e benehca
revolução;
são
hoje do
mais
facil
e
feliz
exito.
Não
se
receia
o
assalto
dos
ladrões,
que,
segundo
o dizer
de
todos
os
viajan
tes
áquelles
santos
logares,
se
davam
des
de
JafTa
a
Jeruzalem,
e
d
’aqui
aos
pontos
onde o
amor
da
religião,
ou
das
scien
cias
levava
os
passos
dos
visitantes,
nem
se
paga
o
cafaro
ás tribus
nomadas;
são
os
meios
de
vida
alli
baratíssimos
e com
modos
em
todo
o
trajecto
os de transporte.
Confrontando,
pois,
o
estado
actual
das
cousas
tfaquella
velha
terra,
com
o
que
nos
representam
lodos
os
itinerários
(los viajantes
que
alli
teem
ido,
depre-
hende-se
bem
que
a
tirannica
oppiessão
turca
tem
diminuído
de
intensidade,
e
os
christãos,
que alli
vivem,
gosam
já
de
bastante
liberdade.
E
’
isto
sobremodo consolador
para
todos
os verdadeiros
christãos, que veem
allivial-os da
maior
parte
dos
soflrimen-
tos a
seus
irmãos,
que
tantos
alli
vivem,
e
principalmente
aos
frades da
Ordem
de
8.
Francisco,
que lá
demoram
dedicados
ao
culto
e
veneração
dos santos
logares.
Possuídos do
maior
contentamento
por
tão
inesperada mudança,
operada
só
por
influencia
divina,
pois
que
oulr
’
ora
foram
impotentes
todos
os
exforços
humanos,
bem
patentes
na
historia,
não
pudemos
fugir
ao
desejo
de,
firmados
no
testimunho
dos
snrs.
Bethlemitas, cuja
probidade
e
chris-
tãs
virtudes
são
abonadas por
respeitabi
líssimos
ecclesiasticos,
que na
Palestina
os
tiveram
por
guias
e
interpretes,
dar
publicidade
a
um
acontecimento,
que
tão
bons
resultados
póde
trazer
sob
o ponto
de
vista
religioso,
e
até mesmo commer
cial.
Os
snrs.
Bethlemitas,
Carlos
Enes,
e
Santiago
Jaime
Abularach,
que
se
acham
nesta
cidade
de
Braga,
naturaes
de Be-
|em,
lá
nascidos
e
creados,
educados
pe-
los
padres
latinos,
e catholicos
apostolicos
romanos,
teem
perfeito
conhecimento
de
toda a
Palestina,
e
na
qualidade
de
guias
e
interpretes
tem
prestado
os
mais
im
portantes
serviços.
Por
vezes
nos
teem
significado o
gran
de
desejo
de prestar
a todos
os snrs.
por
tuguezes
os
seus
serviços
gratuitamente,
obrigando-se
com
uma
sociedade,
que
para
tal
tim,
a exemplo
de
França
e
outras
nações,
se
formasse,
a
facilitar
a
todos
os
snrs.
que
quizessein visitar os
santos
logares,
os
meios
de
viajar
com
seguran
ça,
encarregando-se
das
despezas
da
via
gem,
e
durante
o
tempo
que
na
Terra
Santa
tenham
de
permanecer;
ministran
do-lhes
guias
e
interpretes
para
os
acom
panhar
a
todos
os
pontos
que
desejem,
e sempre
assistir-lhes
com lodos os
fa
vores
e
esmolas
aos
que necessitem,
até
que
regressem
a
suas
painas.
Parecerá isto
talvez
muito?
porém
é
muito
pouco,
attenoendo
á
heroica
dedi
cação
com
que
tem
protegido
os
padres
latinos
que se acham
nos
logares
santos,
e
a
tal
ponto
que
por
muitas
vezes
teem
arriscado
a própria
vida
e
procurado
abri
go
em
paiz
estranho,
como
o
provam
os
honrosos
documentos que
trazem,
e
o
testimunho
de
respeitabilíssimos
ecclesias-
ncos
que
alli
tem
ido,
como
já
dissemos.
A
nosso
ver, a virtude
da
caridade,
que
lá
nasceu
com
o
Chrislianismo,
não pó
de
ter
uma
pratica
mais
elevada.
São, pois,
os
snrs.
Belhlemilas
dignos
de
todos
os
nossos respeitos, a
quem
de
vemos
olhar
não
como
especuladores
arn
bíciosos,
mas
como infatigáveis protectores,
que
se
arriscam
a
penosas
e
longas
via
gens,
procurando
com
toda
a
honra
os
recursos
que
a
sua
terra,
sob
o
despotico
e
eslerilisador
dominio
turco,
lhes
não
dá.
Trazem
um
variado
sortido
de
objeclos
de
devoção
e
adorno,
tudo
trabalhado
em
Belem,
e
lodos
são
estimáveis
na
matéria
prima,
e
não
poucos
no
mérito
artístico.
São
lodos
feitos
com
productos
do
Monte
Olivet,
do
Tabôr, Rio
Jordão,
Lago
da
Gallilea,
Mar
Morto e
Jericó,
e
de
outros
vários
pontos
da
Palestina;
e
os
que
são
destinados
ao
uso
religioso foram
tocados
no
Presepio
em
Belem,
e
no
Sepulehro
de
Jesus
Christo
em
Jerusalem,
e
se
acham
enriquecidos
com
preciosas
relíquias,
ti
radas
dos
Logares
Santos,
como
provam
as authenlicas
que
os
ditos
snrs.
apre
sentam
a
quem
d’
isso
tiver a
menor
du
vida
Aqui,
em Braga,
tem
sido grande
a
compra
de
tão
preciosos
objectos,
e
quem
os
lem
comprado,
além
de
os
obter
por
preços
os
mais
modicos,
tem
cooperado
para
um
fim
bem
justo.
Os
snrs.
Carlos
Eues
e
Santiago
Jai
me
Abuiarach,
que
aqui
estão
em
Braga,
e
mais
dois
snrs.
Belhlemilas,
sobrinho
e
genro
do
snr.
Carlos,
que
estão
de
viagem a
esta
capital
do
Minho,
a quem
somente
nos referimos tencionam
estacionar
nos
A
cos.
Monção,
Valença,
Vianna e
Ponte
do
Lima,
expondo
á
venda
em
to
das estas terras
os
objeclos
que
trazem,
e
dalli
voltar
a
esta
cidade,
regressando
directamenle
a
sua
patria,
onde
são
ar
dentemente
desejados.
Fazemos
esta
declaração
movidos
unica
mente
pelo
amor
da verdade
e
caridade,
para
desfazer
qualquer
duvida
que
possa
obstar
á
consecução
de
tão louvável
e
merilorio
fim.
*
*
*
SAODE
Ã
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
HE
S.E
DE
B
a
RRY
de
Londres.
34)
timnow
dfittvas-iavel
ssaeeeisso
3
Combatendo
as
indigestões
(despe-
psias)
ga-trica
gaslralgia
,
flegma,
ar
rotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomilos,
irritações
intes-
tinaes,
bexigas,
diarrea,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
alhsma,
falta
de respiração,
oppressão.
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens no
peito,
na
gar
ganta,
do
alito,
dos
bronchios,
da
bexi
ga,
do
fígado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do sangue. 85.000
curas
entre
as
quaes
contam-se
a
do
du
que
de
Pluskuw,
da
exm.
a
snr.
a
marque-
za
de
Brehan,
de
Lord
Stuart de
Decies,
par
d’
ioglateira,
do
doutor
e
prolessor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.° 65:311.—Vervanl,
28
de
mar
ço
de
1866.—
Senhor.
—
Bendito
seja
Deus!
a
sua
Kevaleaeíère
salvou-me
a
vil
-
O
meu
temperamento,
naturalmete
fraco,
estava
arruinado
em
consequência
de
u
-
horrivel dispepsia
que
durava
ha oito
ao
nos,
tratado
sem
resultado algum
favorá
vel pelos
médicos,
declaravam
que
algnn
mezes
de
vida
me
restariam,
quando
eminente
virtude
da
sua
Revalescière
me
restituiu
a
saude.
—
A. B
runeliére
,
cura.
Cura
n.°
45:270.
—
Tisica.—
M.
Ri
berts,
d
’uma
constipação
pulmonar
com
tosse,
vomotos,
constipação
e
surdez
d<-
25
annos.
Cura
n.°
74:442.
—
Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Mantimos),
julho de
1871.
—
«De
pois
que fiz
uso
da
sua
benefica
Keva-
leseière.
sinto
uovo
vigor;
a
laryngite
de
que
soffro
ha
dois
annos
tende
a
desap-
parecer
as-im
como
os
incommodos
que
sentia
em
todos
os
membros.
E’seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economiza
cincoenia
vezes
o seu
preço
e.n
remedios.
—
Preçot
fixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em caixas
de
folha
de lata,
de
’/4 kilo.
500
;
de kilo
800
rs
;
de um
kilo.
lá40Ó
res; de
2
‘
/t
kilos,
38200
reis;
de
6
ki
los, 6000;
e
de
12
kilos,
12000
rs.
Os
biscoitos da
Revalescière
que
se
po
Jem
comer
a
qualquer
hora,
rendem-se
em
caixas
a
800
e
1000
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúdi
<'■
a
Bevalesetère
eftsoeaSt»4a<ít*
;
et
la
res •
titue
o
appettiie,
digestão,
somoo,
energia
e
carnes duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes mah
que
a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
•
e
n
paus,
em
caixas
de
folha
de
lata de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
800 reis, de
48
chavenas,
1000;
de
120
chavenas,
3000
reis,
ou
25 reis
cadi
chavem.
B6
BA»»¥
€.
’
EI1IÍTEO.
Place
Vendòme,
26,
Paris. 77 Regent-
Street,
Londres. Valverde, 1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos, droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Centrai
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpc
Santo
16,
ILísfeos», (por grosso e
miude.)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro. 31,
32,
Barra!
&
Irmãos, rua
Aurea,
12
—
For-
So;
J de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
=
Aveír®,
F. E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Bareelío»,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.. Largo
da
Ponte.
—
«Braga,
Domingos J.
V.
Machado,
drog.,
praça Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos 31—
Pipa
&
Irmão,
rua do
Souto.
—
Tisana
«So
©»a-
teSí®,
Afionso
drog.,
rna
da
Picota; J.
A.
de
Barros,
drug.,
Rua
grande,
140.
—SsalmarSea,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo Carvalho,
Cam
po
da Feira,
1;
José,
J. da
bilva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29 e
33.
—
Fetnss.
Miranda,
pharm.
—Ports, M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Lmão,
Rua da Banha
ria,
77;
J.
R.
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vetmelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeila, 160;
Fontes
&
C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pha'macia
Central,
Rua
de
San
to
Anlonio,
225
a
227.
—
F®nate
«1®
lai-
ma.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Fwvoa
do
Vttpzim,
P.
Machado
d(-
Oli
veira,
pharma.—
v»!esaça
«8®
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Vi51«
de
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
pharm
AfilâDSCIMMSOS
Luiz
do
Valle
Campos
Barreio,
e
I).
Rita Adelaide
do
Valle
Cunha
Reis,
não
lhes sendo
possível,
como
desejavam,
ir
pessoalmente
agradecer
a
todas
as
pessoas
das
freguezias
de
Ferreiros,
Lomnr, Avel-
leda
e
outras,
que
na
madrugada
do
dia
30
de
outubro
corajozamenle
acudiram
ao
incêndio
que
houve
na
sua
casa
da
Quinta
dos
Aposiolos,
o
fazem
por
este
meio
pro
testando
haver
lhes
eterno
reconhecimento
de
gratidão.
Do
mesmo
modo
agradecem
aos
snrs. bombeiros voluntários
d’
esta
cidade
e
seus
exc.
‘
“
os
chefes,
aos
exc.
m
°
s
snrs.
dr.
Jeronymo
Pimentel,
Adoipho
Pimentel,
Joaquim
Rebello,
Engenheiro
Cruz,
dr.
Cardozo
e
outros que
se
dignaram
com
parecer no
aclo do
incêndio
apezar
da
distancia
e
da
hora
incommoda.
Também
do
mesmo
modo
agradecem
a
todos
os
exc.
raOs
snrs.
e
snr.
as
que
por
tam
aflli-
ctivo
motivo
os
comprimeutaram
e
fizeram
seus
generosos
oflerecimentos;
a
todos
se
confessam
summamente agradecidos
por
taes
finezas
e
provas
de
corações
tam
bondosos
quanto generosos.
Aproveitam
esta
occasião
para
declarar
que,
julgando-se
perdida
toda
a
casa
em
consequência
do
desenvolvimento
e
adian
tamento
do
fogo,
foi precizo
tirar
d
’
ella
com
precepitação
toda
a
mobilia.
a qual
em
confuzão
esteve
exposta
pelos
terrei
ros
da
casa,
sendo
certo que
não
acham
falta
de
couza
alguma
digna
de mensão,
devido á
policia que
o
digno
regedor,
cadejuvado
pelo
ill.m
®
snr.
reitor
e
al
guns lavradotes
proprietários
de
toda
a
providade
que
a
isso
se
prestaram;
e
como
este
procedimento claramente
signi
fica
a
estima, consideração, e
amizade
que
os
habitantes
de Ferreiros
lhes
dedicam
por
isso novamente
lhes
protestam
sua
gratidão
e
reconhecimento.
Ferreiros
2
de
novembro
de
1877.
(573)
D.
Thomasia
Julia
de
Sousa
Cruz.
Es
tevão da
Costa
Ribeiro
da Cruz,
o
pa
dre
Francisco
Ignacio
da
Costa
Ribeiro
da
Cruz
e
o
padre
Ignacio
Jacinlho
da
Cruz,
penhorados
em
extremo
pelas
provas
de
amisade
e
consideração
que
receberam
por
occasião
do
fallecimenlo
e
enterro
de
seu
sempre
lembrado
lliio
o
snr.
padre
Fran
cisco
Ignacio da
Costa
Ribeiro
da
Cruz,
patenteiam por
este
meio
o
seu
profundo
reconhecimento.
E
’
lhes grato especiali-
sar
os
snrs.
vereadores,
e
revd.
0’
sacer
dotes
que aié
de
grandes
distancias
con
correram
graluilamente
ao
enterro,
que
leve
logar
no
dia 3
do
corrente,
na
egreja
de
SanUAnna
de
Vimieiro
(594)
k
-
i
A
meza da confraria
de
Nossa Senho
ra
d
’Apresenlaçào
e
Almas, erecta
na
pa-
rochial
egreja
de S.
João
do
S
juio
,
,faz
publico
que
no
proximo
domingo
II
do
corrente,
pelas
II
horas
da
manhã,
no
jateo
da
mesma
egreja
tem
de
ser
arre
matadas
a
quem
mais
der
as
medidas
e
i'óros
que
vários
cazeiros
pagam
á
mesma
confraria.
Braga,
Secretaria
da
Confraria
6
de
novembro
de 1877.
O
secretario,
(592)
P.
6
Luiz
Gomes
da
Silva.
O curador fiscal
da massa
íallida
de
José
Custodio Ribeiro,
faz
publico
que,
no
dia II
do
corrente
mez
de novembro,
leem de
ser
arrematados
os
moveis
e
uten
silios
da
fabrica
de
calçado,
que foram
inventariados,
e isto
á
porta da
casa
n.°
73
da
rua
da
Ponte
de
Guimarães, d’es-
ta
cidade
de
B
aga,
ás
10
horas
da
ma
nhã.
(591)
Fallencia de Joaquim José Gon
çalves
Loureiro
Por
ordem do
snr.
Juiz
Commissario,
são
convocados
todos
os
snrs.
credores,
a
reunirem-se
no
Tribunal
Commercial,
d
’
esta
cidade,
no
dia
23
do
corrente,
pe
las
10
horas
da
manhã,
para
a
verifica
ção de
créditos
e
mais
formalidales
pres-
criptas
no
Codigo
Commercial.
Braga,
5
de novembro de
1877.
O
curador
fiscal provisorio
(595)
João
Fernandes
Valença.
Frnciscisco
José
de
Barros
&
C.a da
freguezia
de
Fonte
Arcada,
conselho
da
Povoa
de
Lanhoso,
annuncia ao
publico
que
abre
uma
nova carreira
diaria
emre
Simães
e
Braga,
a
sair de
Simães
ás_
5
horas
da
manhã,
e
de
Braga para
Simães
ás 2
horas
da
tarde; principia
a
sair
no
dia
9
de
novembro
inclusivè.
Escriptorio
em
Simães
em
casa
do Bu-
galhudo,
e
em
Braga
em
casa
de
Domin
gos Alves
Pereira,
Praça
do
Barão
de S.
Martinho,
n.®
4.
PreçMt
De
Simães
a
Braga.
.
.
240 reis
Da Povoa
a Braga
.
. .
290 »
Do
Pinheiro
a
Braga
.
.
160
»
Vice-versa,
o
mesmo
preço.
Braga
7
,le
novembro
de
1877.
(596)
Pelos
annunciantes=>.4íves
Pereira.
MISSA
EV1VE8RE
No
dia
12
do
corrente,
pelo
anterior
ser
impedido
em
conformidade
do
esta-
tatuto
do
Asylo
de
D
Pedro
V, celebrar-
se-ha
uma
Missa
de
Requiem
por alma
do
Snr.
D.
Pedro
V,
que
terá
logar
na
egreja
da
Penha,
pelas
11
horas
da ma
nhã,
e
á
qual
assistirá
a Direcção
e
pes
soal interno
do
referido
Asylo.
Braga, Secretaria do
Asylo
5
de
novem
bro
de
1877.
O
secretario
P.e
Luiz
Gome*
da
Silva.
R.
S.
<io
Bom
Jeaua
da
No
dia
11
do
corrente
pelas
10
da
manhã,
será
arrematada
em
hasla
publica
no
Bom Jesus
do
Monte e
local
onde
se
acham
plantadas,
uma
porção
de
oliveiras
pertencentes ao mesmo Sanctuario.
A
arrematação
será
feita
em
pequenos
lotes
e
nas
condições que estarão
patentes
no
mesmo
acto.
Braga
2
de
novembro de
1877.
O
Presidente
da
Comraissão
Administrativa.
José
Maria
Rodrigues
de
Carvalho.
NC
VO
HORÁRIO
Manoel
Antonio
de
Castro Teixeira,
da
rua
da
Sé,
faz
publico,
que
as
suas
diligencias
que diariamente
tem
a
sahir
de
Braga
para
Salamonle
ás
7
horas
da
manhã,
e
volta
ás
duas
da
tarde, fica
sahindo
desde
o
dia
6
em
diante,
de
Braga
ás
9
da
manhã
e
de
Salamonde
ás
6.
Os
bilhetes
vendem
se
em
Braga no
bem
conhecido
Ribeiro
Braga,
e
em
Sa-
lamonde
na
hospedaria
do
José
Fufu.
Braga
2
de
novembro
de
1877.
(575)
pelo
annuncianle Ribeiro Braga.
NOVO
HORÁRIO.
Manoel
Rodrigues
Santa
Marinha
&
C.
a
Antonio
do
Couto,
da
cidade
de
Gui
marães,
fazem
publico,
que
a
sua
diligen
cia,
que
diariamente
tem
de
Braga
a
Ca
beceiras
de
Basto,
a
sahir ás
5
horas
da
manhã,
fica
sahindo
desde
o
dia
6
em
diante
ás
5
emeia.
Os bilhetes
vendem-se
em
Braga
no
bem
conhecido
Ribeiro
Braga.
N. B. Os snrs.
passageiros
que
qui-
zerem
seguir
viagem
para
Basto
tem
de
tirar
bilhetes
n
’
este
carro.
Braga
2
de
novembro
de
1877.
Pelos
annuncianles
Ribeiro
Braga.
(574)
SAI.A
E
QUARTO.
Precisa-se
alugar
em
casa
de
familia
muito capaz
uma
saleta
e
quarto,
de
centes,
e que
se
encarreguem
da
comida
para
duas pessoas
do
commercio.
A
quem
convier,
deixe
carta
no
escriplorio
d'esle
jornal
a
J.
S.
paia
se
procurar.
(590)
José
Alves
de Araújo,
casado,
da
ci
dade
de
Braga, na
qualidade
de
unico
e
universal
herdeiro
que
é
e
íicou
de
sua
tia
Maria
Jozefa
Alves,
residente
que
foi
na
mesma
cidade,
declara
e
faz
publico
que,
a
dita
sua
lia
legou
e
deixou
ao
pae
delle
e
innâo
d
’
ella,
por
nome
Fran
cisco
Alves,
da
freguezia
de
S.
Martinho
de
Dume,
desta
comarca
de
Braga,
a
quantia
de
12(1
reis
diários
em
quanto
vivo,
e
que
ninguém
faça
contracto
algum
sobre o
dito
legado
com
o
pae
dVIle
annunciante,
com
a
pena
de
ficarem su-
geilos ás
decisões
dos
tribunaes
jurídicos.
(576)
>•
Alexandre
José
Pereira
Calheiros, da
villa
do
Pico,
participa
ao
respeitável
pu
blico,
que
tendo
comprado
o
carro
e
carreira que
d
’esta
cidade
sae
ás
2
horas
da
tarde
em
direcção
á
villa
do Pico,
pertencente
ao
snr. Antonio
Garcia,
de
Villa
Verde,
que
continua
desde
hoje em
diante
por
conta
do
annunciante.
Os
pre
ços
são os
do
costume.
Braga
5
de
Novembro
de
1877.
(588)
Alexandre
José
Pereira
Calheiros.
AF.HEW
ATAÇÃf»
DF, MEDIDAS.
No dia
11
do
corrente,
pelas 10
ho
ras
da
mantã,
terá
logar
a
arrematação
da cobrança
das
medidas
e
mais
foros
pertencentes
á
irmandade
de
Nossa
Se
nhora
d
’
Ajuda
e
S.
Sebastião
das
Carva
lheiras,
vencidos
no
S.
Miguel
de
1877.
Quem
pretender
lançar
nas
mesmas,
póde
comparecer
ás
horas
mencionadas,
na
ca
pella
da mesma
irmandade.
0
Secretario
(589)
Antonio
Domingues
Alvim.
AO
PUBLICO
Os
abaixo
assignados,
naturaes
da
Pa
lestina,
nascidos
e
moradores
em
Belhlem,
catholicos
apostolicos
romanos,
educados
pelos
padres
missionários
d
aquella
Terra
Santa,
e
recemchegados a
este
paiz,
pre
vinem
e
declaram
que
os
rosários,
e
me-
dalhrs
que
expõem
á
venda
são
bentos,
teem o
mérito
de
serem
tocados
no
Pre
sepio
e
no
Sepulcbro
do
Senhor,
e
o
de
serem
feitos
no
seu paiz
com
madeiras,
arbustos
e
conchas
procedentes
do
Monte
Oliveie.
do
Tabor,
do Rio
Jordão,
lagos
da
Galiléa,
Mar
Morto e Jericó,
e
de
outros
vários
pontos
da
Palestina,
o
que
aqui
declaram
para
que
ninguém
possa
dizer
que
surprehendem
a boa
fé
dos
compradores,
Cópia
do
Santo
Sepulchro,
como
está
em
Jerusalem,
feita
de
nacar
e
ébano,
conchas
de
nacar,
medalhas,
cruzes,
pul
seiras.
alfinetes,
brincos,
boquilhas, rosa-
nos
de
nacar,
rosários
de
ossos,
de
íru-
ctas,
pedras
do
Rio
Jordão, onde fui
bap
isado o
Senhor,
copos
e
candelabros
de
pedras
do
Mar
Morto, escapulários,
rosários
de
osso,
de
oliveira do
Monte
das
Oliveiras, phot
graphias
dos
Legares
Santos,
registos
de
flores
naturaes
da
Terra
Santa,
feitas
por
desenhos
das
re
ligiosas
de
Bethlem.
rosas
de
Jericó,
as
quaes
teem
um
mérito
especial,
corno
póde vêr-se
no
livro
intitulado:
0
devoto
Peregrino,
per
frei
Antonio
del
Castillo,
procurador
da
Terra Santa;
e
pastilhas
da
cova
onde
se
escondera
a
Virgem
com
o
menino,
quando
Herodes
o
procurava
para o
malar,
e cujo
merecimento
é
ex
plicado
no
citado
livro.
Todos
estes
cbjeclos
se
vendem
por
preços
modicissimos.
Rua
de
S Marcos n.°
11
—
por
3
dias.
N
B. Nos
domingos
e
dias
santifica
dos
não estará aberta
a
exposição.
Carlos
Eues.
Santiago
Jaime
Abularach.
CHURGIû
DESfTTISTA
DA
Escola
Americana
Consultorio
a
toda a
hora, tanto
de
dia
como
de noite Rua do Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
nm
si
o
■
Vende-se
a
quinta do
Bar
rai,
sita
nn
logar
do
mesm:.*
nome, na freguezia
d"
Se
nellna
a
lirnilar
com
a do
S.
Juróny-
mo
de Beal,
jmitoa
Braga,
com
iodas
as suas
pe
;
teucus,
juntas
ou
separadas,
e
os
iaas
das
Pêgas,
fia
iteguezia
de
S.
Je-
ronyino,
a limitar
cuíe
aquelles
Os
bens e
nioidados
a
limitai
em
parle
com
os da
quinta de
Kcal.
I
ara
Iradas
, rua
dos
Capellistas
BHB-
Braga.
(495)
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
GA
00 PORTO
Pua
de
S.
Marcos
n.°
19.
biuga
.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e continua
operando
grátis,
(;s
e
soldados.
580
RUA
XíiVA, ?V.
0
S
Ha
para
vender
um
tranqueiro
e
uma
sacada de
pedra
do
monte
das
Caídas.
Trata
se
na
mesma rua
e
n.°
(543)
INJECTION
BROU
Hygfeniu iafalUval
ypre«*rr*tlr*; absolutamenta
a
unica q» cura asm Uie jwatar maia nada. Vende-
se
nas principaes
pharmacias do Inundo. Exigir a
instrueclo do uso. (34 atios de êxito.) Paria,
casa do
inv« 8^
Aferente, <
M. Urim, S'
Barreto Loreto
28
< 30.
ALCATRÃO
BARBERON
>
que contém todos os princípios balsâmicos e aromáticos de
Alcatrão
de
Noruega.
Noa
;alores
e nas mudanças de estação, impede que a agua se corrompa : é
uma bebida
hygie-
------x
—
* otherzinha
n’um copo
d
ragua
fortes—„...
--------
3c-.------------------ „_______ T—_________------
nica
e preservadora de moléstias
epidemleas. — Dóse : uma colherzinha n’um copo d
agua
accrescentada
a
bebida ordinaria. — Preço 400 reis.
ALCATRÃO
RECONSTITUINTE
BARBERON
,
Com
chlorhydrophosphato de cal.
Consumpção,
moléstias
do peito,
tisica,
anemia, dyspepsia, rachitismo,
moléstias
dos
ossos,
das
mulheres e
das crianças. — Preço : 500 reis.
ELIXIR
FERRUGINOSO
BARBERON.
Com
chlorhydrophosphato
de ferro. —
Reoon-
stitue
o
sangue sem causar o
estomago. Muito
Sgradavel,
digestivo » tonioo.—Preço : 800 r*.
FOGO
BARBERON
PARA
OS
CAVALLOS.
Substitue
o ferro candente
sem destruir
o
pello. Exito
infallivel e facil applicação. — Preço : 050 reis.
Depositas
:
BARBERON
& G‘», en
Ghâtillon-sur-Loire (Loiret), França. Em Lisboa, snr.
Barreto, rua
do
Lorêto.
n.°
28—
30.
(:|:
—28)
COLLEGIO INGLEZ
DO
Sagrado Coração
de
Tssria,
Virgem
RUA
DE
S.
MIGUEL-O-ANJO
Abrem-se
as
aulas no
dia
1
do
pro
ximo
outubro.
Este
collegio
eonlintía
a
funccionar,
segundo
as
condições
do
rt-speciivo
pro-
gramma. que
se
enviará
a
quem deseje
ler
esclarecimentos
d’
esta
casa
de
educa
ção para
meninas.
Braga
21
de
setembro
de
1877.
A
Directora
Miss
Thereza
Hcnnessy.
(5d8)
BCUS»MIC4
M»EWIf
01BIST
A
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
...................
3DDi04>0^000
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
ent»ada
pela
r«»a
do
Campo)
BRAGA.
Empre
ta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
paneis
de credito,
cereaes,
roupas,
movei-,
íeriameni-s,
e
sob<e
iodo
e
qual
quer,
objecto
do
valor
não
irférier
a
100
eis.
Recebe-se
dinheiro
erndeposito a
pra-
so
eu
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis
A
caixa
<
siá
aiieita
lod-.is
os
dias
des
de
a<
9
hora
da
nunhã
aié
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
saniílieados
e-iatá
aberta
só
até
ao
meio
dia.
0
gerente
—
A.
G.
Ferreirinu.
Degvossit»
«Se
biaipoitns
de
Vnlungo
1
—
LARGO DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos
são
muito recotnmenda-
veis
tanto
pela
qualidade das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços porque são
vendidos:
Biscoito
valonguense, ki iogramma 280
Tosta
doce
280
Biscoito
macarrão
B
280
Bolacha
doce
D
280
Biscoito
Brazilciro
í
300
Dito
imperial
»
330
Eoiachinba
de
araruta
»
340
Tos la azeda
190
(581)
Bi
B ■■ ■„
-B;
'
~
.
®
Vi;
-
lávUBMéX
Ã:
Jld
g
Os
Rebnçndon
de na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral e
ex-
peclorante.
são
o
melhor
dos remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
lossicolosas.
Caixa
200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de Santo
Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(455)
Aluga-se
a
casa
n.°
7,
na
praça
fòi-fe.:
d’
Alegria,
construída
de novo
e
C;
com
elegancia.
Esta
casa tem
uma
boa
ioja
para
qualquer negocio,
e
póde-
se
alugar
junta
ou
em
separado.
Quem
a
pretender
falle
com
seu
dono
na
rua
No
va
de
Sousa
n.°
56.
(474)
|
r
UA
DBS.
MARCOS.
Nõ.7;
Vende
papeis
pinta-
M.
dos
para
guarnecer
sallas,
Jg
lindíssimos
gostos,
a
prín-
cipiar
em
80 reis a
peça.
Vende
olio,
tintas
e
vernizes para
pinturas
de
casas, tudo de
boa
qu;di-
j|
dade.e preços muito
resu-
&
midos.
>
||
Vende cimento
roíiia-
4
no
pera
vedar
aguas,
ges-
Ê
so
para
estuques
de
ca
sas,
tudo
de
primeira
qua-
B
lidade.
DO
ALTO
D0U20
»A
CASA
EJE
VJIILIiA
JPOCCA
RUA DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza. (sem
garrafa)
150
»
»
»
»
. 190
>
o
»
D
»)
Lagrima
.........................................
200
Branco
de
meza
............................
210
tinto
de
meza
fioo.
.
.
.
270
de
prova
secca.
....
300
Malvasia
de
2.a
.
....
360
»
velho
....................................
400
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
500
Roiicão
........................
.
700
t>
Alvaralhão
...................................
560
»
Velho
de
1854
....
600
»
a retalho
pais,
.neza
50
e
80,
o
quartilho unto,
e branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a pureza
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
mau-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(
t
H!)
JOSE'
DA SILVA FUNDÃO
Com
Boja
ti«
fato
feito
13
—
-Largo do
Barão
de
S.
Martinho
—13
t
Participa
aos
seus amigos
e
fre-
gtiezes. tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem um
boniio
e variado
sortimento
de
falo
fei
to,
casimiras
para
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
1^500
,
2^009
e
2-5500 reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimira
e
de alpa-
qiies
inglezes,
roupa
branca, assim
como
Camisas
de
600 reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gorgnrão
de
seda
e
de
casimira
de
todas
as
qualidades
de
300
rs.
até
800
;
mantas
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
eocommendada,
e
iirompti-
fica-se
a
ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(583)
AeçSes
e
2»rnoui»«iorias
de
banena
eotnpunhiag
Compram-se
e
vende-se
na
rua Nova
de
Sousa
n.°
9.
(510)
IiECCIOJSAMEaiTD.
No
largo
de
S. Miguel-o-Anjo,
7,
iec-
ciona-se
Francez,
Rhetorica,
e
Philoso-
phia,
—
habilitando-se
para
exame
em
to
das
estas
disciplinas.
BRAGA,
TYPOGRAPEIA
LUSITANA—1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
