comerciominho_07061877_648.xml
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FOLHA
COMMERCIAL RÉLIMO3A
E NOTICIOSA
5."
ANNO
1877
NUMERO
Ó48
Issigna-see
vende-se
no escriptorio
do
editor
e
proprietário
Joii
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.
*
3
E, para onde
deve
»«
dirigida
toda
a
correspondência
franca
de
porte.
=»
As
assi-
gnaturas
são
pagas adiantadas;
assim
como
as
correspondên
cias
de
interesse
particular.
Folha avulso
10 rs.
|
, -
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
P
reços
:
Braga,
anno
1^600
rs.-“
Semestre
850
rs.
—Provín
cias,
anno 2^000
rs
e
sendo
duas
3&600
rs.—Semestre
1&050
rs.=»/?razi/,
anno
3^600 rs.
—
Semestre
1&900
rs.
moeda
forte,
ou
8&000
reis
e
Í&500
reis
moeda
fraca.
—
Annuncios
por linha
20
rs.,
repetição
10
rs.
Para os assignantes
20
*
/ a
d
’
abatimento.
BHAGA
-QUIST I FEIRV 7 BE
jtujvho
O
n
cemitérios.
1
Levantou-se
na
capital,
ou
levantou
o
i
«Jornal
do
Commercio»
uma
questão
so-
,
bre
enterramentos
civis
e
secularisação
de
cemitérios,
em
que
tem
sido
auxiliado
pela
«Democracia»,
e
a que
se
tem
dado
alta
importância, entendendo
nós
que
a
tem,
e
que
se
deve
olhar
com
todo o
alcance
para
ella.
Os
livres-pensadores
do
«Jornal do
Commercio»
e
da
«Democracia»,
e
não
sabemos
quaes
outros,
teem
uma
cabeça
como
qualquer
outro,
estão
no
seu
direito
de
pensar
quanto
lhe
occorrer,
um
co
ração
p.ra
sentir
a
seu
modo,
mas
o
que
não
tem
é direito
de
impôr
o seu
bes-
tunlo
e
a
sua
ferocidade
á
nação,
que
é
calholica,
e
que
hade
pugnar
sempre
pela
religião
de
seus
paes.
Não
vemos
em
tudo
isto
senão
muita
maldade,
muita
teimosia,
muita
política,
e
muita
vontade
de
anarchisar
moralmente
o
paiz,
para
seus
íins
oecultos,
e
que
a
maioria
sã
do
povo
deve
rebater
com
coração
e
vontade
de
portuguezes
catho-
licos.
Homens
que não
tem
moral,
nem
re
ligião alguma,
que
são
os
díscolos
da
so
ciedade,
querem
impor
ao
paiz a
sua
vontade
absoluta,
no
mal,
na
anarchia,
invocando
uma falsa
liberdade,
um
falso
amor
do proximo,
um poder
ridículo;
porque
teem
pa?a
si que
podem impor-se
conliados
na
importância
dos jornaes
em
que
escrevem, e
no
poder
occulto
das
suas
espeluncas
infames.
A
questão
dos
cemitérios
e dos
enter
ros
civis
acaba:
a
camara
estabeleça
um
terceiro
cemilerio
para
os
dissidentes,
e
que
nos
actuaes
estabeleça capellães,
co
mo
ha
nos
cemilerios
de
outras
terras
importantes
do reino.
Depois
d
’isto,
hão
de
importar-se
tanto com
os
enterros
ci
vis dos
livres-pensadores,
dos
pensadores
livres,
ou
dos
brutos
que
não
pensam,
como
se importam
com
outros,
e
outras
cousas
que
passam
desappercebidas
do
povo
que
olha
e
não
vê,
nem
lhe
dá
im
portância.
E
’
verdade
que alguns parochos
es-
candalisam com
sua
rusticidade
e
avareza;
mas
isso
não
auctorisa
o
insulto geral
á
i
classe,
e
desejaríamos
muito
que
os pre- .
lados
obstassem
a escândalos
taes,
que
não
são
elles
poucos
e
bem
repugnantes.
Ha
freguezia
em
Lisboa
onde
só
o
cartorio
rende
100$000
reis
por
mez e
o
rendimento
geral
de
tres
a
quatro
contos
de
reis,
e outras
que
nem
rendem
reis
300$000
com
que
não
se
póde
viver
na
capital,
e
não
se
faz
a
divisão
parochial,
não só
em
Lisboa, mas em
lodo
o remo.
A
labella
dos
direitos
parochiaes
em
Lisboa
em
quanto
a
enterros
é
regulada
pelo
numero
das
parelhas
que
pucharn
ao
carro
fúnebre,
o
que
é
a
cousa
mais
re
pugnante
e indecente.
Acabar
com
isto
é
facil;
dotar
o pa-
rocho,
como está
dotado o
bispo,
se
aca
bará
com
a
escandalosa
tabella,
e
nas
províncias
com
a
indecente
côngrua.
Os
livres-pensadores
da «Democracia»
e
do
«Jornal
do Commercio-
pensarão
depois
n
’
oulras
cousas,
mais
uteis ao
seu
|
corpo,
e
que
deixem
a
alma
dos
outros,
porque
elles
não a
tem,
.
.
pensar
em
tão
transcendente
assumpto.
Pobres
creaturas
!
O
que
se
tem
feito
com
respeito
a
enterros
civis
é indecente,
e
admira-nos
que
o
proprietário
do
«Jornal
do
Com-
mercio»
nas
suas
conversas
particulares
condemne
o
procedimento havido e
que
o
seu
jornal seja
o
maior
propugnador
da
seita.
Pode-se
dizer aqui
que
o
snr.
Luiz
dei
cavei
Almeida
e
Albuquerque não
governa
em|[
sua
casa,
e
que o
passo
que deu
como
presidente
da
camara
foi
dado
sob
pres-
I
são
da
gente
que
o
domina
na redacção
1
do
seu
jornal.
A
camara
não
póde
secularisar
os
ce
mitérios,
que
foram
creados
para
enterro
1
de
calholicos.
Sempre
houve
separações,
não
só
em
Portugal,
como n
’outras na-
i
ções.
A
camara tem
por
força
de
con
servar
os
cemilerios
segundo
a
religião
1
do
Estado,
e
a
camara
tem
deixado
de
cumprir
com
o
seu
dever,
não
tendo
ca
pellães
seus
para
o<
casos
de
enterra-
1
mento
dos
pobres
da
tumba
da
Miseri
córdia,
já
que
esta
é
tão pouco
miseri
cordiosa
que
não
manda
acompanhar
os
infelizes
pelo
seu
capellão,
e os
deixa
lançar
á
vala como
cães.
Mas
que
querem
os
senhores lisboetas,
que ha
um
bom
par de
annos
só
fazem
camaras,
como
todos
sabem,
para fins
políticos,
e
compostas
as
mais
das
vezes,
de
indivíduos, que não dão
garantia mo
ral
dos
seus
conhecimentos
para
o gover
no
do
município
d
’
uma
aldeia,
quanto
mais
da
capital
do
reino.
A
«Revolução
de
Setembro»
é
que
tem
tratado
a
questão
dos cemilerios
muito bem,
mas
quando
o
seu
redactor
foi
ministro não teve
força
para
fazer
cumprir
a portaria
que
elle
proprio
pas
sou
e
ordenou
a
divisão,
ou
de ordenar
a consirucção
de
um
terceiro
cemilerio.
A
camara
de
Lisboa
é
uma
camara
inepta
e facciosa; o governo deve
dernit-
til-a,
e
nomear
uma
commissão
para
go
vernar
até
ás
novas
eleições
e
assim pre
parar o
terreno
para
uma
representação
municipal
digna, que
possa
ser
eleita
li
vremente,
quanto
possível
seja,
e
assim
sair
prudente
e sabiamente
das
diíliculda-
des
em
que
se acha o
município da
ca
pital,
pela
stullicia
dos
actuaes
vereado
res,
fanfarrões
e
tolos,
dominados
pelo
«Jornal
do
Commercio» e
pela
«Democra
cia»,
os
dois
jornaes mais prejudiciaes
e
dissolventes
do
nosso
paiz,
que
felizmente
são
lidos
com
a
inditferença que mere
cem,
e
porque, quando se apresentam
(propagandistas
empregando
taes
meis
co-
>|mo
os
empregados pelos
dois
jornaes,
os
prosélitos
fogem
em
vez
de
se
aproxima
rem.
.
.
Recommendamos
aos
dois jornaes ou
aos
seus
redactores
que
vão
pregar
suas
boas doutrinas
no
Porto, Coimbra,
Braga,
ou
outras
terras,
e
terão
a
resposta
de
um
povo
são,
instruído
e
religioso.
Lisboa.
Observador.
O
nosso
0
seguinte:
Ao
snr.
lissimo
Senhor.
Manifesto.
collega
do
«Direito»
publica
Minidro do
Reino
—
Excellen-
mercê
de alguns
perversos,
vis escorias
da
sociedade?
Queremos
sustentar
o no
bre
titulo
de povo
civilisado,
ou retro
gradamos
aos
tempos ignominiosos
do
es
túpido e
cruel
paganismo?
As
acenas
hor
rorosas
de
Paris,
de
Carlhagena
e
de
Al-
coy
ainda
estão
na
memória
de
todos;
por
isso,
para
se
pôr
cobro
a demasias
que
forçosamente
nos
levarão
ás
mesmas
consequências,
é
que
ouso
ir
perante Vos
sa
Excellencia
pedir
justiça
e
nada
mais;
justiça
é
o
que
reclama
o
abaixo
assi-
gnado,
em
nome
de lodos
os
homens
sé
rios
e
honrados
do nosso
paiz.
João
Correia
Pinto
da
Cruz.
nha
um
povo
civilisado
e
christão
!
Simi-
Ihante degradação indigna
e
horrorisa
a
todas
as
pessoas
honradas
que
prezam
a
sua
dignidade.
‘
■^
abaixo assignado, que
designadamen-
le
é
vilipendiado
no
referido
papel,
e
que
publicamente
foi
insultado
no
meio
d
s
ruas
d’
esta
cidade,
chama
a
attenção
de
Vossa
Excellencia
para
este
abjecto
qua
dro,
que
lhe
parece
da mais
alta
impor
tância.
Elle respeitosamenle
lhe
supplica,
que
empenhe a
sua
acção
para
evitar
este
la
mentável
estado
de
cousas,
tomando
todas
as
medidas
que
a
razão
e
a
justiça
recla
mam,
como salutaies
e
eílicazes
para
pu
nir
este
attentado
e
prevenir
outros
que
de
futuro se
possam
dar no
mesmo
sen
tido.
A
expenencia
tem
mostrado
que
com a
impunidade
de
taes
escândalos,
o
mal
se
propaga
com
mais
facilidade,
dan
do
em
resultado
a anarchia e
a
dissolução
completa
da
sociedade.
Certamente
assim
acontecerá
em
quan
to
o
direito
fôr supplantado
pela
força;
a
lei
substituída
pelo
arbitrio;
a
liberdade
do
cidadão
ultrajada
pela
licença;
a
reli
gião
e
a
moral
publicamente
escarnecidas,
e
todos
os direitos
despresados
e
calcu
lados;
sendo certo,
que
sem
justiça,
sem
ordem,
e
sem
respeito
á lei, nunca
hou
ve
nem
póde
haver
verdadeira
civilisa-
Ção.
A
publicação
d
’
esse
infame
papel,
o
«Serrote»,
é
uma
manifesta
violação das
leis
que
regulam
a
liberdade
dhmprensa.
Só
a
mais
descarada
malvadez,
o
mais
des
aforado
cynismo,
e
a
mais
impudente de
gradação
de
espirito,
podia
ousar
fazer
sahir
do
prelo tão
infame, asquerosa
e
perversa producção
I
E
as
authoridades
não
ouvem,
não
at-
leudera, não
veem
derramar-se
este
ve-1
liai
affecto
contestou
o
Santo
Padre
com
neno
mortífero
entre
as camadas
sociaes
um
grave
e
notabilíssimo
discurso.
De-
já
bastante
corrompidas!
Como
cominen-
pois
de
congratular-se
por
ver
reunida
lar,
tão estranho
abuso
das leis,
e tão
em
sua
presença
uma
commissão
tão
es-
enorme
escandalo?
colhida
do
povo
portuguez, disse
que
agra-
Como
se
pretender
que
os
povos
obe- decia tanto
mais
aquella
manifestação,
deçain
aos
governos
e
respeitem
as
au-
quanto
maiores
tinham
sido
os
obstáculos
thoridades,
que
não
respeitam
a
religião, que
a
peregrinação
tinha
lido
a
vencer
e
base
de
tóda
a
moral
e
unico
alicerce da
que
elle
não
ignorava.
ordem
púbica?
Vivemos, acaso,
em
terra
Recordou
alguns
factos
da historia
de
de
barbaros
ou
em
um
paiz
civilisado ?
Mas
Portugal,
alludindo
principalmente
á mu
que
mais
se
podia
praticar
entre
um
povo
nificencia d’
aquella
piedosa
rainha
que
le-
selvagem?
vantou
i
Vãos
serão todos
os
desejos
do
pro- .
;
gresso,
inúteis
todos
os
sacriticios
tenden-
hyres.
tes
para
o
bem, que não tenham
por
fim
extirpar
radicalmente
a
desmoralisação
e
corrupção
que
lavra
na
sociedade.
E’
realmente
revoltante que
uma
cida-1
|de
como
o
Porto,
a
segunda
do
reino
fidelíssimo,
a
cidade
da
Virgem,
illuslre
pela
sua
religião,
esteja
sendo
o
lhealro
de
scenas
as
mais
torpes,
indignas d’um
povo
calholico,
indignas,
até mesmo,
d
’
um
povo
qualquer!
O sentimento
que
anima
o
abaixo
as
signado
dirigindo-se
a
Nossa
Excellencia,
|é
superior
ao
interesse
e
capricho
dos
Boletim da perrgrinaçãu ad 8a-
era Liiuliia.
Lê
se
no
jornal
hespanhol
«EI
Siglo»:
A
primeira
peregrinação
portugueza,
presidida
pelo
exc.mo
snr.
Cardeal
Pa-
triarcha
de
Lisboa
foi
recebida
no dia
29
de
maio
na
salla
do
consistorio
do
Vati
cano.
O
numero
dos
piedosos
peregrinos
se
elevava
a
mais
de
200.
entre
os
quaes
havia muitos
da
mais
distinta
cia.
Os
peregrinos
receberam
a
Sua
San
tidade
com
um prolongado
—
Viva
Pio
IX
!
e
com
outras
manifestações
de
jubilo
e amor.
Restabelecido
o
silencio,
o
snr.
Cardeal
leu
em
portuguez
um
eloquente
discurso,
cheio
de altas
e
nobres
frases
de
devoção
e
de
firme
adhesão
á
Egre
ja,
algumas
das quaes
mereceram
repeti
das
manifestações
de
approvação
de
Sua
Santidade.
A
tantas
mostras
de
devoção
e
de
fi-
aristocra-
vantou
um
templo
sumptuoso
a
Deus
verdadeiro,
dedicando-o
á Rainha
dos
Mar-
«O
abaixo
assignado
julga
do
seu
de-
partidos.
A
causa é de
todos,
porque
o
ver
levar
ao
conhec.mento
de
Vossa
Ex-1
escandalo^
«Jende
^jgualm^
a
os.
cellencia
o
grande
escandalo
que
<-
-----
de
commelter-se
n
’
esla
cidade
do
Porto.
escandalo
sem
nome, que
tem
enchido
de
indignação
a
todas
as
pessoas
de probi-
^Publicou-se
e
espalhou-se
publicamen-|insuíto"que
’
soflreu;
pard
o
qual
não
en-|
Publicou-se
e
espamou
s
p
con
trou
o
minimo
apoio
nas
authoridades
anua
uus uuui»,
te, com grave
oflensa
das ’
nn.
loraes- e
protesta
igualmente,
com
todas
,
por
capricho
de
o
mais
infame,
chamado o
«
_
L
s
forcas
da
sua
altna
cuja
convicção só
1
de
altamenie
se
ataca
a
rehg.a
»
sa
Íta
das
cousas,
talmenu?
d» »
se
«««ira
«s.
to
» torpe
p«btaÇ
ã»
q«e
ultraja
a°
moral
publica,
na
pessoa
augusta
do
Vigário
de
Jesus
Christo,
e
mais
mi-1
nislros
do Sancluario.
As auctoridades
locaes
a
quem
incum
bia
olhar
por
este
objeclo,
nada
leem
fei
to
para
cohibir
um abuso tão
inc
1
"
’
'•
esta
licença desenfreada,
este es
acaba
N’
esse
infame
papel
ultraja
se 0
que
ha
de
mais
respeitável
e
digno
de
veneração
para
0
povo
portuguez;
offende-se atroz
mente
a
moral
publica.
O
abaixo
assignado
protesta
contra
o
Soltou eloquentes
frases
ácerca
da
tris
teza
dos
tempos, indicando
as
diíliculda-
des
que
em
Portugal
suscita á
Egreja
a
maçonaria,
alentou
os
calholicos
a
com
bater
e
a
vencer. Para
pedir
a
Deus
a
virtude
e a força necessária lhes recom-
mendou
0
temor
santo
de infringir
os
i
Seus
sagrados
preceitos.
E
finalmenie
le
vantando
as
suas
venerandas
mãos
ao
0
Santo
Padre
abençoou
os
peregrinos
toda
a eílusão
do
seu
amor.
Novos e
vivíssimos
signaes
de
cto,
novos
grilos
de
Viva
0
Papa,
a Religião,
resoarem
na
salla.
quando
Sua
Santidade
se
retirava
aos
seus
apo
sentos.
as
forças
da
sua
alma,
cuja
convicção
só
ceu,
com
affe-
Víva
a.iTT
je
«.
a
/
jt
«LJaa
a
Bibliographia
A
Biblia
e
a
Natureza
A
sciencia
que
desterrára
de
suas
obras
o
infinito
e
considerara
os
abysmos
como
uma pouca
d
’
agua bituminosa,
as
monta
nhas
como
protuberâncias de
pedras
cal-
idencias
sobre
tão
I
abobada
suspensa pela
mão caprichosa
Jo
deu
como
resolução do
mais
im-
iá
não
haverá
justiça
em
Portugal Y Estarai
portante
uos prubiema»
/
J
.
...
n
obediente
ás
leis álde
entre
a
natureza
e
a
Bíblia.
Ainrmam
se espalhou
publicamente
com
o
maior
desprezo
das
leis e tolerância das
authori-
dadVlle
oede
e
espera
de
Vossa
Excel-1
caveis
e
petrificáveis,
o ceo
como estreita
r.110
peue,
c
o.wnnncn
nítla
mãn
eaoncliosa
JO
rno«e»
dou
•»»"■»
resolução
d.
...ais
£-
1
.
a
não
haverá justiça
em
Portugal?
Estará
porlanle
dos
problemas a
cavei;
esta
licença
ues^™,
b*
obediente
ás
leis
á
de
entre
a
natureza
e
a
Bíblia.
Aíiirmam
pectaculo
repugnante
que
cobre
de
vergo-jo
cioauao
pau
j
que os
resultados
certos
da
astronomia
e
as
descobertas
incontestáveis
da
geologia
retiraram
á
nossa
antiga
crença,
aquella
o
ceo de
cima
da
cabeça, e
esta o
solo
de
sob
os
pés, abrindo assim
a sepultura
á
cosmogonia
mosaica.
Necessatio
foi
de
monstrar
vigorosamente
que
a narração
genesiaca
e
as novas
descobertas
da scien-
cia,
longe
de
se
contradizerem,
antes
se
confirmavam
e completavam,
conciliando-
se
perfeitamente
os
dados
bíblicos
com
os
factos
que
os
naturalistas
julgaram
in
controversos.
Foi
mister desbancar
a
im
piedade
que
dos
amphitheatros,
dos
ga
binetes
de estudo
como
das
praças e
dos
jornaes,
proclamavam,
em
face
da
analy-
se
espectral,
formação
da
hulha,
infuso-
rios,
gerações
espontâneas,
etc., que
a
historia
da
creação
e
dos
tempos
primi
tivos,
narrada
pela
Biblia,
era solemnemen-
te
desmentida
pelas
ultimas
investigações
feitas
pelos
naturalistas.
Buckland,
Wiseman,
Serres,
Sorignet
Westermayer,
Kurtn
e
Nicolas
appareceram
para
mostrar evidentemente a
conciliação
entre
a cosmogonia
e
a
sciencia.
O
doutor
Reusch
foi mais
longe
que
estes;
se
não
disse
a
ultima
palavra
avantajou-se
tanto
a
seus
antecessores que
as
suas
lições
so
bre
a
historia
Bíblica
da
creação
em suas
relações
com
as
sciencias
naturaes,
são um
trabalho
completo,
pelas
próprias
observa
ções
que
lhe
ajuntou
e
pela
exposição
lú
cida
e
perfeita
com
que
os
manifestára,
e
até
hoje não
excedido
pelos
que
vieram
depois
d’
elle,
como
Weith,
Bosirio
e
ou
tros.
E
’
que
o
auctor
da
Biblia
e
a
Natu
reza, seguindo
a esteira
luminosa
traçada
pelos
Padres
da
Egreja,
não
despresou
o
estudo
das
sciencias
profanas
que
estão
em
contacto
com
a
lheologia,
antes
seguiu
de
perto os
progressos
das
sciencias
lisi-
cas
para
compor
a
mais
brilhante
apo
logia
da
sobrenatnralidade
da
Biblia.
A
lodo
o ecclesiaslico
corre
imperiosa
obrigação
de
não
despresar
estudos que
dêem
uma
ideia
clara das relações da
scien
cia
natural
com
o ensino
da
revelação.
E
em
parte
nenhuma
os
encontrará
tão
aca
bados como na
Biblia
e
a
Natureza
de
Reusch,
magislralmente
traduzida
pelo
snr.
dr.
João
Manuel
Correia.
Profunda
mente
conhecedor
da
lingua
allemã,
bem
como
de
muitas outras, nin
guém
como
elle
poderá
verter
fielmente
o
pensamento
do
auctor
e
conservar
a
fei
ção
caracteristica
do
original
que
consli-
tue uma
verdadeira
peça
scientitica e
lit
teraria.
Obra
d
’
esta
natureza
não
possuia
o opnlentissimo
thesouro
da
nossa
lingua.
Que
o clero,
a
quem pertence
quebrar
nas
mãos
de seus
adversários
as armas
que
accommettem
os fundamentos
da
nossa
crença,
não
deixe
de possuir tão
rico
ar
senal
de
conhecimentos,
proprios
a
exal
tar
a
religião
de
que
é ministro,
e
a
re
bater
os
que
a
ultrajam.
Sabemos
felizmente
que
o
nosso
clero
illustrado
se
honra
com
a assignalura
d
’
es-
ta
edição,
feita
pela incançavel
casa
Char
dron.
Oxalá
que
o
restante
clero,
que
muito
mais
precisará
d
’ella, a
conheça
bem por
meio
de
dilatada
consideração,
para,
em
occasião
própria,
suffocar
a
gargalhada
in
fernal
com
que
os
presumidos
sábios,
cha
mados
espíritos
fortes,
ridicularisam
tudo
que
é
sobrenatural
e
divino.
tfoai
Jesus
da Monte.
Tres
vezes
salve
!
monumento
augusto
De
piedade
e
amor.
Imagem
de
Sião,
saltêa
o
justo
Aqui
goso
e
terror!
Que
pisar
julga
o
solo
sacrosanto
Da outra
Jerusalem;
Em
toda
a
parte
encontra
um
vago
encanto,
E uma
lição
também:
Ao
drama
assiste
aterrador,
tremendo,
Da
humana
redempção;
E,
a pouco
e
pouco,
vae
sua
alma
erguendo
A’
divina
mansão
!
Qual o
profano que
não despe a
mente
De
ideias
inundanaes,
N’
este
recinto
ao
penetrar,
fu
’
gente
De
glorias
divinaes?
Quem
não
conhece
a
decepção
suprema
Do
louco
mundo
aqui;
De
suas illusões
a
insania
extrema
Não
contempla d
’
ahi?
E
quem não pensa aqui
no
ceu,
no
inferno,
Na
eternidade,
em
Deus?
Quem
não
exora,
em
brado
humilde
e terno,
Perdão
aos
erros
seus
?
Eu,
Senhor,
christão vate,
e
crente
filho
Da
catholica
fé,
De
tuas
leis
seguirei sempre
o trilho
Com
immutavel
pé.
E
se
hoje,
aqui,
um
sentimento
prende
A
’
terra
o
seio
meu,
E
’
só
de
puro amor,
e
que
rescende
Mil
perfumes
do ceu
!
Na
esposa
que
me
déste,
uma
alma
vejo
Rica
em joias
sem
par;
E
os
formosos
filhinhos
quando
beijo,
Anjos
penso beijar.
Da
universal
familia,
ó
Pae
clemente,
Lá
dos
supernos
ceus
Teus
soberanos
bens
profusamente
Derrama sobre os
meus;
E
um
logar
nos
prepara ente
os
fulgores
Da
celeste
Salem,
Onde
sem-fim
cantemos
teus
louvores,
Doce,
supremo
Bem!
A.
Moreira
Bello.
mental,
á
qual
prégou
o
revd.®
padre
Albuquerque,
que
também
havia
orado
durante
a
Communhão.
Cantou
se
depois
um
Te-Deum
em
ac-
ção
de
graças
pela
conservação
de S.
Santidade
Pio
IX. Finda
esta
solemnidade
saiu
uma
bonita
procissão,
na qual
iam
os
meninos
que
pela
primeira
vez
tinham
commungado.
Via
ferrea dn Bougado a
Gui
marães.
—
Vão
ter
o
máximo
desenvol
vimento
os
trabalhos
da
via
ferrea do
Bougado
a
Guimarães,
na
secção
compre-
hendida
entre
Bougado
e
Santo
Thyrso.
Já
foi
expropriada
amigavelmente
a
quinta
da
Palmeira,
sobre
que
havia
ques
tão.
Despachos
«eclesiásticos. — O
presbyiero
Antonio
Francisco
Galfarro.
parocho
collado
na
egreja
de Nossa Se
nhora da
Assumpção
do
Torrrão.
diocese
de
Beja,
apresentado
na egreja
parochial
de
S.
Thiago
de
Alcácer
do
Sul,
diocese
de
Evora.
O
presbytero
Antonio
Ignacio
de
Car
valho e Silva, parocho
collado
na
egreja
de
Santa
Catharina
de
Sitimos,
diocese
de
Beja,
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Romão
do
Sadão,
diocese
de
Evora.
O
presbytero Francisco
Garcia
Pinhei
ro,
precedendo
concurso
por
provas
pu
blicas,
apresentado
na egreja
parochial
de
S.
Vicente
do
Pigeiro,
diocese
de
Evora.
O
presbytero
Joaquim
Antonio Ferrei-
ra,
apresentado na egreja
parochial
de
S.
Thiago
da
Cruz,
diocese
de
Braga.
Declarando
sem
effeito
o
decreto
de
17
de
maio
ultimo,
pelo
qual
se
fizera
mercê
ao presbytero
Joaquim
Antonio
Ferreira
da
apresentação
na
egreja paro-
chial
de
S.
Martinho
do
Valle,
diocese
de
Braga.
Egreja» a eoneurso. —
Acha-se
aberto
concu
r
so
para
provimento
das
seguin
tes
egreja
parochiaes:
Brinxes
(N.
S.
Neves), concelho de
Serpa,
diocese
de
Beja.
Caridade
(N.
S.
da),
concelho
de
Re-
guengos,
diocese
de Evora.
Chamoim
(SanlTago;,
concelho
de
Ter
ras
de
Bouro,
diocese
de Braga.
Creixomil
(SantTago),
concelho
de
Bar-
cellos,
diocese
de
Braga.
Freixieiro
de Soutello
(S. Martinho),
concelho
de Vianna, diocese de
Braga.
Lago
(S.
Martinho),
concelho
de
Ama
res,
diocese
de Braga.
Outeiro
das
Oriollas
(S. Bartliolomeu),
concelho
de
Portei, diocese
de
Beja.
Portella
(Santo
André),
concelho
de
Arcos,
diocese
de
Braga.
Rabaçal
(Santa
Maria
Magdalena),
con
celho
de
Penella,
diocese
de Coimbra.
Sadão (Santa
Margarida),
concelho de
Ferreira,
diocese
de
Beja.
Santa Clara
a
Velha (Santa
Clara),
con
celho
de
Odernira,
diocese
de
Beja.
Turcifal
(Santa
Maria Magdalena),
concelho
de Torres Vedras,
diocese de
Lisboa;
Villa
de
Frades (S.
Cucufate),
concelho
de Vidigueira,
diocese
de
Beja.
Villa
Verde de
Facalho
(S. Jorge),
concelho
de Serpa,
diocese
de
Beja.
■Xabregas
(S.
Bartliolomeu),
concelho
de
Olivaes,
diocese
de
Lisboa.
Furtaria.
—
O «Diário do
Governo»,
de
sabbado
2
de
junho,
publica
a
seguin
te
porta»ia,
que
diz
respeito
aos
enterros
civis:
.
«Tendo
chegado
ao
conhecimento
do
governo
que,
em
algumas
freguezias
da
capital,
se
teem
feito
enterramentos
civis
de
cadaveres
de
pessoas,
que
nasceram,
viveram
e
morreram
no
grémio
da
Egreja
catholica,
sem
que
tivessem
manifestado
o
desejo
de
serem
sepultadas
com
pre
terição
das
preces
e
solemnidades
da re-
igião,
que
professaram;
estando
averigua
do,
que
esses enterramentos
teem
sido,
na
maior
parte, promovidos
por
indiví
duos
estranhos
ás
famílias dos
fallecidos,
abusando-se
do
estado
de consternação
d
’ellas,
e
não
poucas
vezes
da
sua
po
breza,
para
se
lhes
persuadir
e
até
im-
)ôr
o
enterramento civil;
e
não
devendo
a
auctoridade
publica
consentir
simdhan-
tes
factos,
que
são
verdadeiros
attentados
contra
a
liberdade
de
consciência,
além
de
serem
uma
offensa
manifesta
á
religião
do
Estado,
que
é
a
da
grande
maioria
dos
cidadãos
portuguezes;
cumprindo
por
tanto
aos
poderes
públicos
adoptar
as
necessárias
providencias
para
que
se
res
peite
a
memória
dos
mortos,
e
aos
vivos
se
assegure
a
satisfação
das
suas
vontades
e
crenças
religiosas:
ha Sua
Magestade
El-Rei
por
bem
ordenar
ao
governador
civil
do
districlo
de
Lisboa
que
faça
tran-
smittir
aos
regedores
de parochia,
para
Pedem-nos
a publicação
do
seguinte:
A
vímo
aos Catholieos.
A empresa da «Gazeta dos Catholicos
Portuguezes»,
não
lhe
sendo possível,
co
mo desejava, publicar
o
l.°
numero do
seu jornal,
no
projectado
dia
3
de
junho
proximo,
solemnisando
assim
o
qmnqua-
gessimo
anmversario
da
Sagração
Episco
pal
de
Sua
Santidade
Pio
IX,
em
rasão
de
não
ler
ainda numero
suíliciente
de
assignaturas:
por
isso
roga
a
todos
os
ca
valheiros
a
quem
teve
a
honra
de
diri
gir
o
prospecto,
se
dignem
devolver-lho
até
ao dia
14
do
referido
mez de
junho,
para
vêr
se
lhe
é
possível
publicar
a
fo
lha
no
dia
21
do
dito
mez
de junho,
commemorando
d
’
esta
fórma
a Coroação
do
mesmo
Soberano Pontífice.
As assignaturas
recebem-se
no
escri-
ptorio, calçada
do
Duque,
14,
1.° sendo
o
seu
custo
para
Lisboa,
trimestre 240
e
províncias
300
reis.
Lisboa,
30
de
maio
de
1877.
O gerente,
F.
J.
de
S.
Pinto.
GAZETILHA
Festividade.—
E
’
ámanhã, no
Colle-
gio,
a
festividade
do
SS.
Coração
de Je
sus,
havendo
de
manhã
missa
solemne
com
exposição
do
SS
,
e
de tarde sermão.
Concurso
de
bois gordos.—
Rea-
lisa-se
no dia
24
do mez
corrente
o
con
curso
annual
de
bois
gordos,
creado
por
decreto
de
17
de
maio
de
1863,
no
logar
das
Lalinhas,
áquem
da
nova
ponte
de
S.
João.
São
conferidos
6
prémios ás
seis jun
tas
de
bois
de
maior
pèzo:
— 8íl$000
reis
á
primeira
classificada; 40-3000
reis
á
im-
mediata,
e
20^000
reis
a cada
uma
das
quatro
que
seguirem
na
classificação.
Os
expositores
devem
munir-se
de
at-
testadus
da
Junta
de
parochia
e
regedor
mostrando
os
seus
nomes
e
naturalidade,
declarando se
o expositor
creou
ou
só
mente
engordou
o
gado,
a
edade
d
’
este,
raça
e
naturalidade,
e
o
tempo
desde
que
o
possue.
Conipanhi» «Cramatiea.—
Vem
bre
vemente dar
algumas
recitas
em
o
nosso
lliealro
de
S.
Geraldo
a
companhia
dra-
matica
do
Gymnasio,
de
Lisboa.
Entre
outros,
levará
á
scena
os
dra
mas
seguintes:
o Paralylico,
a
Torre de
Babel, e o
Saltimbanco
Historia
de
Portugal.—
Recebe
mos
os últimos
fascículos
publicados
da
Historia
de
Portugal,
excellentemente
es-
criptos
pelo snr. A.
Ennes,
e
editada
toda
a obra
pela
«Empreza
litieraria
de
Lisboa».
Cada
fascículo é
acompanhado
d’
uma
bella
gravura.
iTloviiuento
do
Hospital
de S.
Marcos.—
Doentes
existentes
em
27 de
maio,
94
homens e
124
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda, 19
homens
e
28
mulheres.
Sahiram
22
homens e
24
mulheres.
Falleceram
6
homens
e
4
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
2
do
cor
rente,
85
homens e
124 mulheres.
Festividade e«n CervAes.—
No
do
mingo
teve
logar
na
freguezia
de S.
Sal
vador de
Cervães
a
festividade
dos SS.
Corações
de
Jesus
e
Maria,
e
a
celebra
ção
do
50.°
anniversario
episcopal
de
Pio
IX.
Antes da missa
houve communhão ge
ral,
tendo
sido
antes
administrada
pela
primeira
vez
a
Sagrada
Eucharistia
a uns
50
meninos.
Seguiu-se
a
missa
solemne
a
instru
por
elles
serem
pontualmente
compridas,
as
instrucções
seguintes:
1.
’
O regedor
de
parochia,
logo
qu
e
tenha
noticia
do
fallecimento
de
algum
seu
parochiano,
procurará
informar-se
se
o
finado
deixou
disposição
teaiamentaria
ou
declaração
escripta,
em que
manifes
tasse
o desejo de ser enterrado
civil-,
mente.
2.
a
No
caso
affirmativo,
o
regedor
na
da
terá
que
ver
com
o
enterramento,
e
não se
opporá
a que
se
cumpra
a
von
tade
do
finado.
3. a
No
caso negativo,
sendo catholico
o
fallecido,
o
regedor
quando
não
adqui
ra
a
certeza
de
que
a
familia
faz
o
enter
ramento
conforme
o rito
da
religião
que
o
fallecido
professára,
providenciará,
de
accordo
com
o
parocho,
para
que
o
mes
mo
enterramento
se
faça
segundo
o rito
catholico,
obstando,
dentro
da esphera
das
suas
atlribuições,
a
que
parentes
ou
estranhos
procurem
eífectual-o
de outra
fórma,
porque
assim
é
indispensável
para
se
dar
inteira
satisfação
á
vontade
ex
pressa
ou
presumida
do
finado,
que
é
de
ver
da auctoridade
publica
respeitar
e
fa
zer
cumprir.
4.
a
Em taes
casos,
quando
as familias,
pela
sua
pobreza,
não
poderem
occorrer
ás
despezas
dos
enterramentos
serão
es
tas
custeadas
pela
aucioridade,
se não
houver
instituto
de piedade,
que
para
tal
fim
se
preste
a
concorrer,
e em
quanto
se
não
providenciar
deíinitivamente
sobre
o
assumpto
era
harmonia
com
as
dispo
sições
do
decreto
de
8
de outubro de
1835.
Sua
Magestade
confia
do
zêlo
do
go
vernador
civil que
estas
instrucções
serão
fielmenle
cumpiidas,
e
que
da parle
dos
funccionarios
encarregados
da
sua
execu
ção
se
empregará
a
necessária
diligencia,
para
se
levar
a
effeito
uma
medida
que
tão
eíficazmente
garanta
a liberdade
de
consciência
a
lodos
os
cidadãos.
0
que se
communica
ao
referido
ma
gistrado
para
seu
conhecimento
e
devidos
effeitos.
Paço,
em
26
de
maio
de
1877.—
Mar-
quez d’
Avila
e
de
Bolama.
íjue
exeeilente
liberdade! — A
ralé
do
Porto
praticou
alh
no
domingo,
por
occasião
da festividade
commeraorando
o
50.°
anniversario
pontifical,
mais
uma
das
suas
gentilezas.
Eis
como a
este
respeito
se
exprime
o «Jornal
do
Porto»:
«Ao
apparecer o
Prelado,
a
musica
rompeu
com o
hymno
da
Carta
e
reben
taram simultaneamente
vivas
á Liberdade,
a
Pio
IX,
á
soberania
pontifícia,
a
Victor
Manuel,
á
familia
real
á
Carta
Constitu
cional e
á
republica,
vivas que
se
repeti
ram
até
depois
de
desapparecer o
prés
tito, ao
relirar
a
guarda
d
’honra para
o
respectivo
quartel e que
foram
entremea
dos
de
morras
ao
Papa.
Dispersou
a
multidão
e
veiu
pela
maior
parte agrupar-se
na
rua
Chã,
defronte
da
casa do
snr.
Bernardo
Monlenegro.
Quando
passavam
as
familias
que
saiam
da
cathedral, estreitavam-se
mais
os
do
grupo,
erguiam vivas
á
Liberdade
e
ace
navam
com o
chapéu chegando-o
á cara
das
senhoras.
Faziam
outro
tanto aos
ecclesiasticos
e
n
’uma
occasião
em
que
passavam
tres,
além
dos
vivas
e
apertões
arremessaram
sobre
elles
uma
chuva
de
fragmentos
de
papeis
de
côres.
N
’
este
comenos,
levantou-se
temeroso
tumulto,
espancaram
um
sujeito,
abri
ram-lhe
a
cabeça
e
correram
de tropel
para
o
portal
da
casa
do
snr.
Montene-
gro,
onde
alguém
teve
a
t-audavel
previ
dência
de
trancar
immediatamente as
_p°r
*
tas.
A
turba
investiu,
porém, contra
a
por
ta.
A
isto
seguiram-se
grilos,
apitos
e
alguns
guardas
civis,
com
o
snr.
com-
missario
gera!
á
sua
frente,
correram
da
porta
da Sé
e
vieram
a
tempo
de
apa
ziguar
o
motim,
de
manter
a
segurança
e
respeito
individual,
fazendo
abrir
alas
á
multidão
para
deixar
transitar
livremen
te
os
trens
e
as
pessoas
que
iam
e
vi
nham
a pé.
Continuaram
os
;
vivas
á Liberdade
e
pelas
duas horas
e meia dispersaram
da
todo
os
últimos
curiosos
e
o
ferido
pôde
sair
do portal
que
lhe
serviu
de
abrigo.
Os
factos
occorridos
são
indignos
não
só
de
pessoas
que
se dizem
liberaes,
mas
até
de povos medianamente
civilisados.
Aquelles
vivas
e
insultos
de
palavras
e
acções,
degeneraram
em
manifesta
assuada
e
anarchia, digna não
só
de
censura,
mas
até
de
castigo».
EstatíMíea.'
—
No
anno
passado
o
dis
triclo
de
Coimbra
produziu
3.500:059
li-
tros
de
azeite,
dos
quaes se
consumiram
<
n
’
aquelle mesmo
dislricto
903:174
litros.
O
restante
foi
vendido
para
fóra.
nemis«
*
o.
—
Foi demittido o snr.
Manoel
Correia
de
Bragança, do
logar
de
director
do
correio
de
Felgueiras.
Festivi«i»»<ie.
—
Festeja-se
no
dia
9
e
10
a
Imagem
de
Nossa
Senhora
do
Leite,
que
se
venera
no
seu
oratorio,
atraz da
Sé.
No
dia
9
ao
meip
dia,
percorrerá
a
banda
da
«Philarmamca»
algumas
ruas
d
’esta
cidade.
A
’
noite
será
vistosamente
illuminada
a
rua
de
S.
João,
havendo
um
rico
bazar
de
prendas.
No
dia
10
conli
nuará
o
bazar,
durante
o
qual
tocará
a
mesma
banda.
No
dia
11
ás
8
horas
da
manhã
haverá
uma
missa rezada na paro-
chial
egreja
de
S.
João
do Souto
por in
tenção
dos
devotos
que
concorreram
com
as
suas
esmolas
e
prendas
para abrilhantar
a
mesma
festa.
Kcerutnnienlo
militar.—
Por
des
pachos
do
supremo
tribunal
administrati
vo,
publicados
no
«Diário do
Governo»
de
sexta
feira 1
do
corrente,
foram
declarados
isentos
do serviço
militar,
entre
outros
os seguintes
mancebos,
todos
do
dislricto
de
Braga:
Concelho
da
Povoa
de
Lanhosc—
Vicen
te,
filho
de
Maria
Joaquina da
Cunha,
viuva,
da
freguezia
de
Tliaide.
Concelho
de Villa
Nova
de
Famalicão—
ígnacio,
lilho
de
Anna Joaquina de
Albu
querque,
viuva,
da
freguesia
de
Antas
(S.
Thiago;i
Ayres,
filho de
Justa
Maria
de
Souza,
viuva,
da
freguesia
de
Villa No
va
de
Famalicão.
Concelho
de
Terras
de
Bouro.=Anlonio
Joaquim,
tilho
de
Maria
Rosa
Correia,
da
freguezia
de
Carvalheira.
Concelho
de
Braga=João,
filho
de
Ma
nuel
de
Oliveira
e
Maria
José,
da
fregue
zia
de
Arcos;
Antonio,
tilho
de
Maria
Ro
drigues,
viuva,
da
freguezia
de
Gondisal-
ves;
Damião,
filho
de Francisco da
Silva,
da
freguezia
de
Pousada;
Diogo,
íilho
de
Antonio
Joaquim
Ferreira,
da
freguezia
de
S.
Viclor.
Concelho
de
Villa
Verde
==■
Joaquim
da
Cunha,
lilho de
Antonio
Maria
da
Cunha,
da
freguezia de
Barros;
Paulo,
filho
de
Joaquina
Vivas,
da freguezia
de Coucieiro;
João
Antonio
de
Oliveira,
filho
de
Joseja
de
Oliveira,
da
Freiris;
João,
filho
de
Rosa
Pereira VeUia,
viuva,
e
Francisco,
filho
de
Bento
de
Oliveira,
e
Miguel
de Sousa,
ambos
da freguezia
de
Prado
;
Manuel
da
Silva,
filho
de
Thereza
da
Silva,
da fre
guezia
de
Sande; Antonio,
filho
de
Qui-
teria
Mana
e Antonio Pereira,
da
freguezia
de Soutello.
Universo Illustrado. —
Publicou-se
o
n.°
22.
Contém:
Vista
do
Porto, tira
da
do
lado
da
Gaia
(excellenle
gravura,
de
pagina,
executada
no
atelier
e
sob
a
di
recção
do
snr. Pedroso);
Noites
parisien
ses,
por
Eug.
Mirecourt;
Methodo de pro
longar
a
vida;
Altura,
extensão
e
rapidez
das
vagas;
Pascal
Blaise (com
gravura);
A
photographia;
Galeria
de
homens
cele
bres;
Antiguidades;
O
ramo
de
camélias;
etc.,
etc.
A
ttentado
horroroso. —
Um
tele-
granoma
de
Roma
dirigido
ao
«Times»
com-
munica
um
attentado
horroroso
commetti-
do
em
Lercara.
Alguns
indivíduos,
que
por
emquanto
não
vieram
á
luz,
sequiosos
de
vingar-se
,
do
snr.
Bizzi,
inspector
geral
da policia,
que
patenteara ha
pouco
uma grande
fir
meza
no
exercício
das
suas
funcções,
mi
naram
o
seu
domicilio,
e
havendo
colloca-
do
nas
excavações
uma certa porção
de
polvora,
deitaram-lhe
o fogo
no
dia
15
do
met
passado
á
noite, emquanto
o
magis
trado,
sua
esposa
e
os
seus
dois
filhos
estavam
dormindo.
A
explosão resoou
em
toda a
villa.
Os
habitantes
pozeram-se
logo
a
pé,
e
graças
aos
seus
esforços,
as
victimas foram
reti
radas ainda
vivas
de
sob
as
ruinas,
em
bora gravemente
contusionadas.
Obito.-
—
Falleceu
no
Porto
o
snr.
D.
Fiancisco
de
Assumpção
Correia de
La
cerda,
D.
Prior
da
Collegiada
de
S.
Mani
nho
de
Cedo
feita.
Guenra
«lo
©riente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os que
seguem:
Constantinopla
2.
—
Reconheceu-se que
é
falsa
a
noticia
da
retomada
de
Arda-
han.
Um telegratnma
de
Erzeroum
diz
que
os
russos
bateram
a cavallaria
turca
e
investiram
a
praça
de
Kars.
O
exercito
russo
na
Roumania,
que
será
de 400:000
homens,
passará
o
Danúbio em
7
do
cor
rente.
Entraram
no
Danúbio
tres
moni
tores
russos.
Paris
4.—Assegura
se
que
o
sultão
da
Turquia
está
muito
doente. Os
turcos
mar-
chani
sobre
Bayazid.
O
Czarwilch
e
o
prínci
pe
Gortschakoíf
partiram honlem
de
S.
P&-
tersburgo
para
a Ploiest,
na
Roumania,
quartel
general
do
exercito
russo.
Londres
3.
—
O
«Daily
Telegraph» pu
blica um
telegramma
annunciando
que
fo
ram
cercados e mortos,
ém
Behliamed,
4:000
circassianos,
commandaííos
por
Mou-
za;
só
poderam
escapar
200.
A
cavallaria
de
Mouktar-pachá,
derro
tada
com
Mouza,
desappareceu.
Constantinopla
4.
—
Estão
interrompi
das
as
communicações
de
Kars.
Mouktar-pachá
reconcenii
a
as
suas
for
ças
sobre
Zuvina.
A
situação
da
Azia
é
grave.
Paris
5.
—
Dizem
de
Pesth
que
o
go
verno
russo
está
preoccupado
com
a
even
tualidade
da
prolongação
da
guerra
e
re-
ceiando
doenças
no
exercito,
resultantes
da campanha
feita
no
verão
era
uma
re
gião
doentia,
está
cada
vez
mais
disposto
a
acceitar as
propostas
logo
que
consiga
uma
grande
victoria.
SchouvalofT
e
Novikoíf
fizeram
declara
ções
neste
sentido
em
Berlim
e
Vienna
accrescentando
que
a
Russia
terá
em
conta
os
intuitos da
Inglaterra
e
Áustria.
Mon-
klar
pachá
está
em
Trius
e
dirige-se
para
as bandas
de
Kuprikey acossado pelas
tropas
russas.
A situação é
muito
grave
em
conse
quência da
falta
de
cavallaria
que
tem
o
exercito
turco.
O
czar
veio de
Ploresli
apressar
os
acontecimentos
militares.
Portuguezei falleeulos. —
Desde
7
a
11
de
maio
findo
falleceram no Rio
de
Janeiro
os
seguintes
súbditos
porlu-
guezes:
Leopoldina
Rosa
Lopes, 53
annos,
ca
sada; Agostinho
José
d
’
Oliveira;
Joaquim
Coelho
da
Rocha,
29
a.,
c.;
Ayres
José
da
Silva,
27
a.,
solteiro;
João
Pereira
Barboza,
24
a.,
s.;
Manoel
Homem, 20
a.,
s.;
João
Lourenço
Alves, 81
a.,
c.;
João
Anlonio
Alves
da
Silva
Guimarães,
62
a.,
c.;
Manoel
AÍTonso
Fortes,
2!
a.,
s.;
José
Luiz
Garcia,
31
a.,
s.;
Manoel
de
Jesus
Monteiro,
15
a.;
Anlonio
José
Moreira
Pontes, 50
a.,
c.;
Emilia
Rita
dos
Santos,.
48
a.,
viuva;
Antonio
dos
Santos
Gomes,
50
a.,
c.;
Antonio
Domin
gos Tavares,
40
a.,
v.;
Antonio
Mendes
Moreira Júnior, 50 a.,
v.;
José
Ferreira
de
Figueiredo,
24
a.,
s.
--Na
cidade
de
Porto-Alegre
falieceu
Eloy
José
Fernandes
Lima,
de
56
annos,
casado,
professor
de
lettras;
e
na
cidade
de Pelotas o
negociante
Joaquim
Pinto
de
Brito.
Eram
ambos
porluguezes.
ra,
no
exercício
das
suas
funcções,
um
escrivão
de
Direito,
sem
rasão alguma, in
sulta
pelos
termos
mais
desbragados
e
deshonestos
a
um
empregado
de justiça, e
depois
quer
v.
s.a
eximir-se
da
responsa
bilidade, removendo-a
a seu
talante
para
o
offendido?
E
’
muito,
snr.
Abreu.
Que
désse
debarato
á
verdade,
já
eu
esperava,
mas.
a
tal
ponto nunca
o
suppuz
!
O
offíciat
assim
que
v.
s.'
arremettera
para
elle, depois
que
o
viu
proseguir
nos
insultos,
para
não
ser,
por
mais
tempo,
o
alvo
de
tão
indigna e
revoltante
scena,
re
tirou-se
para
a
Villa
!
E
bem
haja
por
tanta
prudência
e
discrição!
E
’
esta
a
verdade.
Agora
consinta
que
denomine
de
menos
exacta
e
falsa
até,
e
diga
se
para
desengano
do
publico,
a
eva
siva com que
procura
desembaraçar-se
da
exeoação publica
e
da
acção
punidora
da
lei,
que
rigorosamenle
pesa
sobre si.
O
oíficial
de
Constantino
Barbosa,
não
precisa
alardear
nas columnas dum
jor
nal
a
sua reputação;
grangea-lh
’a
o
ca
rácter
de
honradez
e
muita
probidade
que
o
distingue
e
garantem
lh
’a
as
sympathias
que
todos,
que
o
conhecem,
lhe
tribu
tam.
Perfeito
conhecedor
dos
factos
que
se
deram
em
S.
João
de
Villa
Chã,
não
pos
so deixar
de,
em
nome
da
redacção do
«Echo
do
Lima»,
repellir
o
epitheto
com
que
pertende
alconhal-a,
e
protestar
con
tra
o
cynismo
e
desfaçatez
com que o snr.
Abreu,
no
seu
communicado,
adultera
os
factos,
bem
como
contra
a
offensa
ver
berada
á
dignidade
do
irreprehensivel
of-
ficial
Constantino
Barbosa.
Agora,
como
é
profunda
convicção
nos
sa,
diremos
com
o
snr.
Abreu —
«o
pro
cesso
acha-se
entregue
a
dois iilustres e
íntegros
magistrados
o
Exm.°
Juiz
e
De
legado
d
’
esta
Comarca
e
esperamos
em
si
lencio
o
seu
resultado
—
»
—
«Depois
aqui
voltaremos
a
commen-
tar
devidamente
a
imparcialidade»
da
nar
ração
do snr.
Abreu.
(303)
BANCO COMMERCIAL
DE
BHAGA.
Resumo
do
balanço
do
Banco
Commercial
de
Braga
em
30
de
Maio
Aetivo
Acções,
prestações
a
receber
Dinheiro
em
caixa.
.
.
.
Leiras
em
carteira.
.
.
Empréstimo
sobre
penhores.
Contas
correntes
com garan
tia........................
Agentes
no
paiz.
.
Ditos
no estrangeiro.
Papeis
de
credite.
Diversos
devedores.
.
Moveis
e
utensílios.
.
Capital
.............................
Obrigações.....................
Depositantes. .
. .
Agentes no estrangeiro
Diversos
credores.
Letras
Letras
Notas
Fundo
Dito
tuaes
.
. .
Dividendos
a pagar.
Lucros suspensos.
Ganhos
e
perdas.
em deposito.
.
a
pagar.
.
.
em
circulação
.
de
reserva.
para
prejuisos
D.
G.
BAMCO
DO MK.VEIO
Resumo do
Aclivo
e
Passivo
em 31 de
Maio
de
1877.
Aetivo
Caixa:
exislencia
em
metal.
241:1040175
Agencias
no
paiz:
Saldo
de
vedor
em
metal.
.
Arca
dos
Órfãos
.
.
Papeis
de
credito.
Acçôes
de
c.
própria
Hypolhecas
de
raiz
.
Empréstimo
sobre
penhores
.
Empréstimos
a Camaras
Mu-
nicipaes
e á Junta
Geral
.
. 95:9980439
.
.
345:0.590154
.
.
3:8680816
.
.
65:8420970
.
.
1:8500600
.
.
71:4240958
.
c.
117:6100816
de
1877.
1:9420500
49:7700693
215:6030357
98:9350405
.
1.056:2850808
.
124:8240447
.
43:6400545
. 355:0720280
. 287
3340640
.
1:7220625
2.235:1320300
Passivo
1:000:0000000
971:9260838
20:1420602
1410969
57:7060008
24:6250065
79:5760289
3500000
50:0000000
even-
.
.
3:0000000
.
.
1.1830370
.
.
14:2000000
.
.
12:2800159
2.235:1320300
Braga
4
de
Junho
de
1877.
Os
Direclores
Luiz
Antonio da
Cosia
Braga.
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
BANCO
DA
COVILHÃ.
Balanço
em
3
i
de
Maio
de.
1877.
Aetivo
SECÇÃO
D£
COMUIIMDOS
142.5120538
24:5770704
76:7610453
.
64:8000000
.
120:5510621
5:3910645
Snr.
redaclor.
í
‘onte tlt» Baren, 31 de maio d»
189».
Quando
os
factos
se
adulteram
de
mo
do a
declinar
o
odioso
que
arrastam
so
bre
quem
os
pratica;
quando
se
acoima
uma
illustre
redacção
de menos
exacta
e
ma
liciosa
n
’
aqtiillo
que
sinceramente
narra,
não
posso
deixar
de vir a
este
campo
dar
um
solemne
desmentido
ao
communi
cado
inserlo
no
n.
B
96
do
jornal
o
«Pri
meiro
de
Janeiro»,
assignado pelo
escrivão
d
’
esta
villa,
João
Manuel
Pereira
d
’
Abreu,
sem
desconhecer
que
já
ha
muito
o
de
veria
ter
feito.
Ao
snr.
escrivão,
diremos
que
játnais
grosseiros
insultos
passaram aos
olhos
do
publico sensato por exprobação
de
faltas
(que
faltas?
que
impudência!!)
no
desem
penho d
’
uma
missão,
em
que
s
s.
“
quer
disfarçar
o
seu
indecoroso
proceder.
Proclama
a
sua
probidade
em
quaren
ta
annos
de
serviço
!
Vão
appello
!
O
tra
balho
é palrimonio
de
lodos:
do
sabio
e
do
analphabeto.
como
d’
aqueile
cuja vida
é
um
compendio
de
virtudes
ou
uma
se
rie
de
torpezas
e
vilanias.
Nada prova pois
o
seu argumento,
snr. Abreu,
como
na
da
colhe
também
a
sua
minuciosa
mrra-
ção
sobre
a
posse
e
citações
de nomes,
com
que parece
querer
abonar-se.
Os
factos
não
se
provam,
nem
se
de
monstram,
são claros como
o
sol,
apon
tam-se e
tanto
basta.
A
opinião
publica
é
também um tribu
nal
que
profere
o
seu
veredictum, e esta,
a
conhecedora
do
seu
vergonhoso
e
in
qualificável
proceder,
stigmatisa
e
condem-
na,
como
eu,
o
acto
allamenle
attentorio
e provocador
da
sua
parle, investindo
sem
rasão
com
o
oflicial.
A
’
vista
d
’
um
numeroso
concurso de
povo, sem moderação alguma,
com
toda
a
selvageria
que
a
nenhuma
educação
inspi-
mcipaes
e á
Junta
do dislricto
.
.
Letras
Leiras
Letras
Letras
Contas
Saques
e
remessas
de
Saques
e
remessas
das
cias...................
Agencias
no
estrangeiro
Contas correntes
garantidas . 621:3430106
Outras
contas
correntes.
.
Generos
recebidos
de
penhores.
.
Edifício
do
Banco.
descontadas
a
receber
.
em
liquidação
falsas.
em
liquidação.
n
agen-
.
26:5870107
.
58:1710063
por
.
32:0030497
c.
. 15:2830020
.
29:6160712
2.160:3590142
E
*
assivo
Capital
.............................
Fundo
de reserva.
.
.
Reserva
para
decima.
.
Notas
em
circulação.
.
.
Depositantes
á
ordem.
Duos
em
coma
corrente.
Deposilos
a
praso. . .
Dividendos
a
pagar
. .
Credores
diversos
.
• .
Agencias
no
estrangeiro
.
Agencias
no
paiz
. .
Saques
e
remessas
de
Saques
e
remessas
agencias
:
...
Coíre
dos
Órfãos
.
.
Deposito
publico
.
.
Letras
a
pagar.
.
.
Lucros
suspensos
.
.
Ganhos
e
perdas
.
.
n.
das
c
600:0000000
155
0000000
4:0990717
6900000
27
7090230
1
19:2770132
1007:2420460
1:3390446
82:8300999
2:3350429
8:2350727
6:7750795
70:0770296
24:5770704
23:0880690
1:0090080
6:5110163
19:5580974
2.160:3590142
Braga,
Banco
do
Minho
4
de Junho
de
1877.
Accionistas
.............................
Leltras
descontadas
e
a
9000000
receber.............................
Efleitos
depositados
.
.
.
Agencias
no
paiz.
.
.
.
Ditas
no
estrangeiro.
.
.
Empréstimos
s.
penhores.
Ditos
em
c.
c.
com caução
Devedores
geraes.
.
.
.
Papeis de
credito.
.
. .
Mobilia
e
utensílios.
.
.
Despezas
d
’
inslallação . .
Caixa
..................................
359:1990
450
12:0000000
28:2080638
8:8110410
161:6740185
264:5750162
14:2770032
8:9670800
1:9370159
2:6580815
27:7470963
890:9570620
Passivo
Capital...................................
*'undo
de
reserva.
.
.
.
?
unlo
para o
edifício
do
Banco
..............................
Jepositos
á
ordem
.
.
.
Jitos
a
praso.......................
Jevidendos
a
pagar.
.
.
Credores
d
’
effeilos
deposi
tados...............................
Jevedores
e
credores.
Lettras
a
pagar.....................
Contas
interinas.
.
.
.
Ganhos
e perdas
....
750:0000000
4:7770265
5000000
11:8740393
87:5710650
1
:7720OOO
12:0000000
1:8890122
8820985
6880294
19:0010911
890:9570620
Covilhã
30
de
Maio
de
1877
Os
Direclores
A
Baptista
A.
Leitão.
J.
d
’A.
Vaz
de
Carvalho.
ÂNWNCJ
ios
Os
GERENTES.
Francisco
casimiro
da
Cruz
Teixeira.
Manoel
Luiz
ferreira
Braga.
HISTORIA
DE
PORTUGAL
l.°
VOLUME
POR
ANTOAIO EMES
Foram
entregues
aos
snrs.
assignantes
13
primeiros
fascículos.
—
Brevementa
os
será
distribuído
o
14.
Cada
fascículo,
contendo
tres
folhas
de
oito
paginas
a
duas
columnas,
impressão
nitida
em
oplimo
papel,
e
uma
primorosa
gravura
em
papel
velino,
custa
em
Lisboa.
100
reis,
e
na
província
110 rs.
A
Empreza
pede
desculpa
de
qualquer
irregularidade
na
distribuição
dos
fascícu
los,
o que
é
apenas
devido ao
cuidado
das
illuslrações.
Escriplorio
da
Empreza
Litteraria
de
Lisboa,
rua Nova
do
Almada,
n.°
24,2.°
andar.
O
Conselho
administrativo
do
regimen
to
de
infanleria
8,
faz
publico,
que
no
dia
20
do
corrente
mez,
por 11
horas
da
ma
nhã, e
na salla
das
sessões
do
mesmo
con
selho,
tem
de proceder á
arrematação
dos
medicamentos
para
os
doentes
no
hospi
tal
do mesmo
corpo.
As
pessoas
que desejarem concorrer á
dita
arrematação
deverão
apresentar-se
mu
nidos
das respectivas
propostas
em
cartas
fechadas,
no
dia,
hora,
e
local
acima
de
signado.
Quartel
em
Braga,
5
de junho de
1877.
Bernardo
Osorio,
(3»>5)
Alferes
Secretario.
Domingos
Ferreira,
morador
na
rua
da
Ponte,
freguezia
de
S.
José
de
S.
La-
'zaro,
d’esta
cidade,
faz
publico,
para
to
dos
os
effeitos,
que
desde
hoje
em
diante
•se
não responsabilisa
por
contracto
de
qualquer
natureza
que
seja
feito
por
sua
mulher,
Anna
Maria, da
qual
se
acha
d
’
es-
la mesma
data
amigavelmente
separado.
Braga
5
de
junho
de
1877.
Domingos
Ferreira.
Venda
de casa
Vende-se
uma
na
rua
da
Deveza,
HJÍg
a S.
João
da
Ponte,
d
’
esla
cidade.
■Edn
A
pessoa
que
quizer compral-a,
pô
de
tratar-se
de seu
ajuste
na
rua
das
Pa
lhotas,
n.° 2.
(304)
Venda de
propriedade
Vende-se
uma
bonita
propriedade
si
tuada
no
logar
do
Outeiro
da freguezia de
Lanhas,
a
menos
de
um
kilometro
de
dis
tancia
de
Villa
Verde,
e
que
se
compõe
de
casa
sobradada
para
vivenda,
dita
pa
ra
caseiro,
cortes para gados,
terra
lavra
dia,
vinho,
arvores
de
fruclo
e
sem
elle,
bouças
com
pinheiros,
e
mallo
suílicienle
para
a
cultura
dos
mesmos,
tudo
junto
e
circuitado,
passando-lhe
ao
pé
a
estrada
nova.
Igualmente
se
vende
um
eido e
casas
no
logar
do Arinho,
freguezia
de
Sabariz,
também
ao pé
da
estrada
nova.
Para
tratar,
com
Domingos
José
de
Sou
sa,
em
Palmeira,
e no Porto, no Largo
dos
Loyos,
n.°
47,
se
diz
com quem.
(299)
Companhia
Commerciul
e
Viní
cola
da Bairrada.
Sociedade annnymn de responsa
bilidade
limitada
Capital
R.
s
5:000:0000000
l.
a
Serie »
500.0000000
São prevenidos
os
snrs. accionislas
para
entrarem
com
a
10.
’
prestação
de
10
o/0
ou 50000
rs.
por
acção,
desde
o
1
."
até
14
do
proximo
mez
de
Julho.
Feito
o
integral
pagamento
com
a
IO.a
entrada,
podendo
desde
logo
receber
as
acções
diíinilivas.
Os
pagamentos
eífectuam-se
na
séde
da
Companhia,
na
Mealhada,
e
nos
seus
escriplorios, Lisboa,
rua
da Esperança
;
Porto, rua
de
D.
Maria
II,
n.°
40.
O presidente
da
direcção,
(297)
Joaquim
Lopes
Carreira
de
Mello.
GAPELLÃO
Em
Villa
Franca
de
Xira
precisa
a
Or
dem
Terceira
doCarmo.de
um;
obriga
ção,
missa
aos
domingos
e
dias
santos
e
alguns
dias
de
semana;
ordenado
annual
1440000
reis,
pago
em
dia
aos
trimestres;
sendo
só, póde
habitar
na
casa
da
Ordem
sem
pagar
renda.
O
pretendente
dirija-se a Rosa Maria
de
Oliveira Barbosa,
freguezia
de
Gualtar,
logar da
Boa-Vista.
(301)
i
ralicamente
de
pharmacia
OÍTerece-se
um
com
5
annos
de
prati
ca
na
província,
que
deseja
vir
para
esta
cidade.
A
pharmacia
que
o
pretenda
pó
de
dirigir-se
a
Bento
Marinho
Pereira
Ma
ciel,
pharmacia
Pereira
Pinto,
Ponte
do
Lima.
(295)
VE.VBA
MK
CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de
1
andar
e
quintal,
n.°
4.
D
uas
terreas,
n.
os
7
e
8,
com
quintal,
na dita
rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de novo.
Quem as
pertender
trata
se
com
a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho.
(263)
ARTE DE
TAGHYGRAPHIA
Vende-se em
Braga,
rua
Nova,
n.c
3,
e
no
Porto
:
preço
300
rs.
MOLÉSTIAS
DA BEXIGA
mendado pelos
melhores médicos; tendo um sabor escellente, agradavel ao paladar. Paris, BLAYN,
7,
r.
du Marché-S»-Honoré. Preços
540 e 810 reis. Em
Lisbua,
barrei.., Lu.eU z»;
uu Fuii..
l-emira
òf
Irmão,
banharia, 77.
(38)
IN
JECTION
BROU
Hygieniea infalHv«l y
preMrrativa; absolutament»
x
a
unieaq-M eun
Mm me j«atar mais nada.Vendfr-T-i
se
nas
principaee
pharmaeias do mundo. Exigir
a |
instruoôlo
do
hm
.
(54 aão» de
exito.) Plril, casa do . >.
inv
*
p
* Magenix,
4
st.
Ibta. S' Barreto
Loreto 281
30»
3
COMPANHIA
LLOY1)
DE BREMEN
NORDhBUTSCHER
LI.OYU
HOHENZOLLERN
de
3100
ton.
SALIER.
.
. .de 3100 ton.
HABSBURG
.
.de 3100 ton.
HOHENSTAUFEN
de
3100
ton.
Carreira
menaal
Para Pernambuco, Bahia, Bio de
Janeiro, Monlevideu
e
Buenos-Ay
re<
Os
paquetes
que
a Companhia
está empregando
na
carreira
do
Brazii
são
lodos
de
grande lotação, tendo
logares
para
170
passageiros
de
primeira
classe
e
750
de
terceira.
São de
grande velocidade,
e
o
serviço
faz-se
com
toda a
regularidade,
pelo
que
tem
uma
boa
e
bem
merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens
são
muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel-
a
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo as passagens pagas no
Porto ou nas sub-ageneias da pro
víncia,
o transporte do passageiro a Lisboa pelo eaminho de ferro
è
por eonta da
Companhia.
Estes
paquetes
são
notáveis
pelos
seus
modernos
aperfeiçoamentos
e
explendidas
accommodaçôes
para
passageiros
de
todas
as
classes.
Aos passageiros de terceira classe
é
fornecido
grátis
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
utencilios
de
mesa,
e
além
de
ser
a
comida
á portugueza
teem
vinho
duas
vezes
por
dia.
Os
creados
e
cosinheiros são
portuguezes.
A bordo
de
cada
paquete
ha um
medico
que
é
obrigado
a
prestar
seus
serviços
gratuitamente
aos
snrs.
passageiros,
assim
como
são
fornecidos
todos os
medicamen
tos
necessários.
Quaesquer
informações
ou
bilhetes
de
passagens
podem
obter-se
dos
agentes
Kawes «fe C.a,
rua
de
S. Francisco
n.°
4,
Porto
—
e
em
Braga
Ricardo
Ma-
heiro
Dias,
no
largo
do
Barão
de
S. Marlinho
o.°
27.
(202)
Linimento
BOYER-MICHEL
para caval
los, fazendo
as vezes de
fogo e não deixando
vestígios
do
seu
emprego
michel
, pharmv-
ceutico
em Ais
(na
Provença) França. —
Preço
1,000
reis.-—Em
Lisboa
u snr
Barreio, Lr reto, n
0
28
—
30/25)
ANTIGO
ARMAZÉM DE MOVEIS
Largo
de
S.
João
n.
a
S
e
8
A,
e
rua
de
Juno n.
u
21
Domingos Ferreira
Alves
Participa
aos
seus
amigos
e
fregnezes
que continua
a
vender
por
preços
sem com
petência e
com
responsabilidade,
moveis
em
todos
os gostos
de
mogne, pau
oleo
e
nogueira,
ditos
<ie
palhinha,
alcatifas
fellros e bonitos
dunquerques,
consollos,
jardineiras,
guarda-vestidos
com
espelho
e
sem
elle,
toiletes, camas
á
ingleza
ma
ciças,
á
franceza.
secretarias
para
homem
e
senhora,
ditas
da
érable,
guarnições
de
nogueira
para
sala
de jantar,
cadeiras
ame
ricanas, tageres
e
maradores de toda
a
qualidade
de
madeira;
bem
assim
toda
a
qualidade
de apoveis.
Promptiíica-se
a
fazer todas
as
qualida
des
de
moveis
estofados.
(255)
Preeisa-se de
um caseiro
para
uma
quinta,
5
kilomelros
distante
d
’
esla
cidade,
que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima; ou
então,
dous
caseiros
de
quatro
pessoas
cada
um.
para
então
divi
dir
a quinta
ao
meio.
Quem
estiver
n
’
es-
las
circumstancias
faile
com Antonio Joa
quim
Loureiro, Rua Nova,
n.°
2.
(300)
EIÇÕES
1>A
LIN6VA IKiMíZA
Um professor
com
longa
pratica
de en
sino,
oflerece
o
seu
préstimo
para
leccio-
nar
grammaticalmenle
em
sua
casa
e
ca
sas
particulares,
elementos
da
lingua
fran
ceza
comprehendendo lêr,
escrever,
tra
duzir
e
fallar
a
dita
lingua.
A
quem
convier
póde
dirigir-se
á
rua
de
D. Gualdim,
casa
n.°
8.
(278)
Dinheiro a juro
sobre hypothcca
Na
casa do
Cachapuz,
Largo
de
S.
Francisco,
diz-se
quem
o
dá.
(302)
Pretende-se
comprar
um
orgão
para
uma
egreja
rural.
Falla-se
n
’
esta
adminis
tração.
(262)
INJECÇÃO
HIGIÉNICA
BALSAMICO
PROP1I1T
AT1CO
Esta injecção é
a
unica
e eílicaz
que
cura
em
seis
ou
oito
dias
toda a
qualida
de
de purgações
tanto
antigas
como
mo
dernas.
ainda
as
mais rebeldes.
Vende-se
em
Braga
na
pharmacia
Alvim,
á
Porta
Nova.
Em
Coimbra,
pharmacia
Barata
Di-
niz,
rua
de
S.
Bartholomeu.
Deposito
principal
no
Porto
na
phar-.
macia
Madureira,
roa
do
Triunfo
n
0
142,
proximo
ao Palacio
de
Crystal.
Preço
de
cada
(rasco
—
400
rs.
(4449).
CIRURGIÃO
DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-.
CA
DO PORTO
Largo
do
Barão
de
S.
Marlinho
n.°
5
BRAGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
continua
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(186)
Nas
Palhotas,
n.°
1,
lecciona-se
In-
strucção
Primaria
e Francez,
por
preços
rasoaveis.
FILIAL DA CAIXA
ECONOHICA
PENHORISTA
Sociedade anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital................ &OOIOOO0OOO
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.°
9
Também
com
entrada
pela
rua
do Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro, prata,
oias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sobie
lodo
e qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as 9
hora
da
manhã até
ás
7 da
noite,
e
nos
dias
santificados estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O gerente—
A. G. Ferreirinha.
VENDA
DE CASA
Vende-se
as
casas,
sitas
no
Lar-
G°
de
S.
Lazaro
n.°
13.
Trata-se
com
João
Evangelista
de
Sousa
Tor
res
e
Almeida.
CASA
PARA
ARRENDAR
Alluga-se
até
ao proximo
S. Mi
guel
uma
morada
de
casas,
sita
na
rua
do Anjo n.°
24.
Trata-se
na
livraria,
em
frente
da
mesma casa,
e
no
escriptorio
d
’
esta
redacção.
MGR.
DE SEGUR
Conselhos Práticos sobre i» PRI
MEIRA
COMMUNHÃO
A
’
venda
na
Livraria
Catholica,
por
50
rs.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA
—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
