comerciominho_06121877_722.xml
- conteúdo
-
SS.EHL.XCiE.OSSAe
2C IWOTBCIOSA..
EDITOR E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOV
a
"
N.° 3 E.
5.°
ANNO j
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Braga,
12 mezes
..............................
1&600
»
6
»..........................
Correspondências
partic.
cada
linha
Ânnnncios cada
linha
....................
Repetição....................................
850
40
20
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes............... 2&000
»
6
»............... 1&050
»
sendo
duas
assignatnras
3&000
Brazil,
12
mezes,
moeda forte. .
3&600
Folha
avulso
........................
jo
N.°
722
BSUftA—
ÇVSST.i-FEIK 1
«
DE
BEZEMBKW
»K
Í8S7
©
e*tn<lt> da
nossa
poiitica.
Sob
esta
epigraphe
escreve
o
«Jornal
do Porto»
uma
série
de
artigos,
ao
pri
meiro
<!os quaes
vamos
fazer
nós
também
as
nossas
reflexões.
Na
opinião
do
articulista
—opinião com
a
qual estamos perfeilamente
de accô'do
—
nós
achamo-nos em
uma epocha
de
de
cadência.
Passa elle
depois
a
discorrer
sobre
as
causas
d
’esta situação,
e
depara-a
no
egoísmo,
que
é
o
movei
unico da
política
daclualidade.
«Ninguém
vê
(diz
elle),
ninguém
lem
a
peito
a
utilidade
geral;
todos
procuram
a utilidade
própria;
e
um
similhante
egoismo
fatalmente
conduz
á
mais
desastrada
das situações».
Também
isto
é
verdade;
e todos os
corolários,
que d
’
aqui
deduz
o
articulis
ta,
emquanio descreve
o
estado
actual
das
facções.
que
ahi
se
estão
digladiando
no
sólo
portuguez,
nos
parecem
bem
fun
dados.
Mas
perguntaremos nós
agora:—
Ha
quanto
tempo
não andamos
nós-outros,
os
escriptores
que
vós
apodaes
de
retró
grados
e reacmonarios, a
prégar-vos es
sas
mesmas
verdades
’
Ha quanto
tempo
nos
não cançamos nós
debalde
a clamar
— que o
vosso
progresso
é um
verdadeiro
retrocesso,
que
as
vossas reformas
polí
ticas
são todas
de
um
effeito
negativo,
e
que as
venturas,
q^*
promeltieís
ao
povo
portuguez,
são,
facto,
reaes
e
verdadeiras
desgraças
?
Direis que
esta
situação,
a
que
cha-
maes—
e
com sobejo
motivo
—
nefanda
e
abominável, é
obra
dos
homens,
e
não
dos
princípios.
Enganaes
vos.
Das
differenles
facções
políticas,
em
que
se
subdivide
o
partido
liberal,
não
ha
uma
só,
cujos
homens
não tenham
estado
por
mais
de
uma
vez
á
frente
dos
negocios
públicos,
E
estes
homens,
educados
na
vossa
escola,
devem ser,
e
são,
os
executores
da
doutrina, que
lá
aprenderam.
Os
seus
aclos
podem
lo
gicamente
reputar-se
a
expressão
das
vos
sas ideias,
dos
vossos
princípios.
Pois bem. Mudam-se
esses
homens;
substiluem-se
uns
aos
outros,
e
a
cousa
Cca
sempre
a
mesma,
ou
antes,
torna-se
cada
vez
peior
!
A
serpente
despe
repe
lidas
vezes
a
pelle, mas
o
veneno
corro
sivo
conlinúa
a
escorrer-lhe
das
iauces,
e
a
estragar
tudo
!
E
não
acontece
isto
só
em
Portugal.
Observa-se
o
mesmo
facto em
todos os
paizes,
aonde
se
tem implantado
o libe
ralismo.
Logo
ha
ahi
mais
alguma
cousa
do
que
a
simples acçào
dos
homens.
Ha
a
acçào
dos princípios,
que
são
detestá
veis;
ha
o
vicio
d’
origem,
a
corrupção
arvorada
em systema.
Ha,
n’
uma
palavra,
a
arvore
má,
segundo
a
frase do Evan
gelho,
produzindo
ruins íruclos,
parque
não
está
na
sua
natureza
o
produzil-os
bons.
Já
ha muito
que
um grande
philoso-
pho
e grande
político
da
nação
visinha
apresentou
o
systema
liberal
como
essen-
cialmente
corruptor.
Abiindo
uma
das
obras
de
Donoso
Cortês,
ahi
achamos
o
seguinte
quadro
do
liberalismo,
pintado
com
mão de
mestre. Quanto
mais o
es
tudamos
nos
factos
contemporâneos,
mais
nos
convencemos
da
verdade
d
’
esta
pin
tura,
que vos
convidamos a
contemplar
por
alguns
momentos.
eA
prerogativa d’esta
escola
(liberal)
é
proclamar existências,
que
ella
annulla,
e
annullar
existências, que
proclama.
A
da vossa
politica,
em
quanto
se
não
re
mover
a
causa
primaria,
que
o
determi
na.
Ha
ahi
um
vicio
radical,
um
vicio
de
origem,
d
’
onde
dimanam
as
fataes
consequências, que
lemos soffrido,
e
con
tinuaremos
a
soffrer
emquanlo
dominar
esse
vicioso
systema
do
liberalismo
Po
deis
propor
quantos
alvitres
vos
occorre-
rem
para
melhorar
o
estado
presente
das
nossas
cousas
publicas;
mas tudo
quanto
não
seja
cortar
o
mal
pela
raiz,
só
ser
virá de aggravar os
nossos soffrimentos.
Voltaremos
ao
assumpto,
que
é
sem
duvida
da
maxnna
importância.
n.
m
.
s.
A
peregrinação
portugueza
a
KSomi*.
XIX
ALGUMAS
ANTIGUIDADES
CIIRISTÃS
Depois
do
Coliseu
o
que
mais
me
altrahia
eram
as
prizões mamerlinas
e
as
catacumbas.
A
veneração
e
respeito
que
estes
lo-
gares
me
inspiravam,
produziam
em mim
uma
tal
força
de
vontade,
que
me
não
seria
possível
resistir-lhe,
ainda
que
tentasse
fazei-o.
O
coração
que
é
sinceramente
christão
ama
de
preferencia
estas
solidões, que
por
tres séculos
fecundaram
o Chrislianistno
com
a
vivificante
seiva
do
soffrimento
e
do
martyrio.
Desçamos
pois
a essas
profundezas
de
horror,
suavisadas
pelas
agruras
dos primit-
tivos
christãos.
Penetremos
sem receio n’esses
escuros
subterrâneos,
que de
lá
nos
está
fallando
a
doce
memória
de
nossos
primeiros
paes
na fé.
Vamos;
que
não
pódem
enltbiar-nos
o animo
aquellas
trevas,
do
meio
das
quaes
irradiou, cheia
de
luz,
a grande
idéa
que
transformou
o
mundo.
Os
primeiros
subterrâneos
que
visitei,
fôram os
das
prizões
mamerlinas.
Disposto
ia
eu
para
vêr
um
immenso
calabouço,
onde todas
as
privações
juntas
deveriam contribuir
para
augmentar
as
torturas
dos
infelizes, que
alli
eram
se
pultados
vivos.
Qual
não
foi
porém
o
meu
espanto,
ao
encontrar
dois cubículos
apenas,
cava
dos
no
centro
da
terra,
e
dos
quaes
o
estrado
no
primeiro
servia
de
lecto ao
segundo
?
Eram
assim
as
prizões
entre
os
ro
manos.
Que
os
pobres
encarcerados
para alli
morressem envenenados
pelos
miasmas
que
necessariamente
haviam
de
infeccionar
aquellas
masmorras,
era
coisa
que
pouco
importava
aos
soberbos dominadores
do
mundo.
Alli
foi
prezo
S.
Pedro.
E
como
o
cubículo
inferior
era
des
tinado
aos
que
se
reputavam
maiores
cri
minosos,
o
Príncipe
dos
Apostolos
occu-
pou
este
ultimo.
Ao
lado
de
um
altar que
a
piedade
christã
levantou posteriormente
no
mes
mo
sitio
em
que
o
paganismo
amarrára
o
Vigário
de
Chrislo,
está
a
columna
da
sua
prizão
;
e
a
corta
distancia
d
’esla
um
pequeno
buraco
no
pavimento,
com
alguma
agua
que
a tradição
diz
ser
a
mesma
que
o
Santo
fizera
brotar
para
o
baplismo
de um
guarda.
Uma
abertura
redonda
feita
no
centro
do
teclo era
destinada a introduzir
por
ella os
condemnados
na
prizão
;
e
por
juma
outra
mais
ao
lado,
guindavam
os
cada
um
de
seus
princípios
prende
ella
um principio
contrario,
que
o
destroe.
Assim
é
que
proclama a monarchia,
e
ao
mesmo tempo
a
responsabilidade
mi
nisterial,
por consequência a
omnipotência
do
ministério
responsável,
que
annulla
a
monarchia.
Proclama
a
omnipotência
mi
nisterial,
e
ao
mesmo
tempo a interven ■
ção
soberana
nos negocios
do
Estado
das
assembleias
deliberativas, negação
d'essa
omnipotência.
Proclama
a
intervenção
so
berana
nos
negocios
do
Estado
das
as
sembleias
políticas,
e
ao
mesmo
tempo
o
direito
dos
collegios
eleitoraes
de
julga
rem
em
ultima instancia,
negação
da
so
berania
das
assembleias
políticas.
Procla
ma
o
direito de
suprema
arbitragem
co
mo
pertencente
aos
eleitores,
e
ao
mes
mo
tempo,
mais
ou
menos
explicitamente
o
direito
supremo
de
insurreição,
negação
d
’
esse
direito
de arbitragem
suprema
e
pacdica.
Proclama
o
direito
de
insurreição
como pertencente
ás
massas,
o
que
equi
vale
a
proclamar
a
sua
soberana
omni
potência,
e
ao
mesmo
tempo
a lei de
censo
eleitoral,
o
que
equivale
a
con-
demnar
ao
ostracismo
a multidão
sobe
rana.
Em
lodo
este
amalgama
de princí
pios
contradictorioa,
ella visa
a um
unico
alvo,
que
é
produzir
e
manter,
á
força
de
artificio
e
de
industria,
um
equilíbrio,
que
jámais
chega
a
realisar,
porque
está
em
contradicção
com
a
natureza da
so
ciedade
e
com a
natureza
do homem».
«Ha só
uma
unica
força,
a
que
a
es
cola liberal
não
tem
procurado
conlrapezo;
—é
a
força
corruptora.
A
corrupção
é
o
deus
da escola,
e,
como
Deus,
está
por
toda a parte
ao
mesmo
tempo.
A
escola
liberal ha
combinado
as cousas
por
tal
forma,
que onde
ella prevalece,
lodos
devem ser
forçosamente
corruptores
ou
corrompidos.
E
co<n
effeito,
onde
todo
o
homem
pó
le
aspirar
a tornar-se
cesar,
a
crear
cesares
com
o
seu
voto,
e. a
con-
tirmal-os
com
as
suas
acclamações,
ahi
lodo
homem
deve necessariamente ser ou
cesar
ou
pretoriano.
E
eis
aqui
porque
uma
mesma morte
espera
todas
as so
ciedades, que caem
sob
a
dominação de
similhante
escola:
morrem
todas
gangre
nadas.
Os reis
corrompem
os ministros
promellendo-lhes
a
eternidade;
as
assem
bleias
corrompem os
com
os
seus
votos,
e
os
ministros
corrompem poi
sua
vez,
de
um
lado
os reis
promellendo-lhes a
extensão
da
sua
prerogativa,
e
do
outro
os representantes
do povo
pondo
a
seus
pés
todas
as dignidades
do
Estado. Os
eleitos
traficam
com
o
seu pouer.
os
eleitores traficam
com
a
sua influencia; e
lodos
juntos
corrompem
a multidão
com
as
suas
promessas,
e
a
multidão
corrom-
pe-os
a
lodos
com
seus
pedidos
ameaça
dores
e
com
os
seus
rugidos
tumultuarios».
A
’
fé
que,
depois
de uma
amarga
ex
periência
de mais
de
40
annos, ninguém
ousará
contestar
a
verdade d
’
estas judicio
sas
asserções
do
iliustre
publicista
hespa-
nhol.
A
escola
hbeial
está ahi
descripta
com uma
precisão
maravilhosa,
e
o
leitor
sincero
não
póde
deixar
de
exclamar,
no
tom
da
mais
profunda
convicção;
«E
’
isto
mesmo
o
que nós
temos
visto e
estamos
vendo
entre
nós».
Porisso
é
que
em
vão
se
tem
procu
rado,
com
a
mudança
dos
homens, mu
dar
o
curso
das
cousas
publicas.
Ellas
teem
lido
sempre um
caminhar
progessivo
de
mal
para
peior;
e
quanto
mais
pro
gride
a
educação liberal
di
pivo
portu-
guez,
mais se aggrayatn os
symptomas
da
doença
moral,
que
o
conlatnina,
e
mais
se
aproxima
a
gangrena, que
deve
trazer-lhe
irremediavelmente
a morte.
Posto
isto,
debalde tentareis
procurar
um
remedio
a
este
desgraçadíssimo
estado
mortos
que,
viclimas
das torturas,
alli
morriam
de uma
morte
lenta,
sem
che
garem
a
soffrer o supplicio publico.
Apesar
de ser
em
pleno
dia.
foi-nos
necessário
o
auxilio
de
uma
vela
acceza
para
vencermos
a tenebrosa escuridão
d
aquelles antros,
cujos
horrores
são
ainda
hoje
um
verdadeiro
reforço
á
piedade.
I)
ahi
dirigi-me
ás catacumbas
de
S.
Calixto
e
S. Sebastião,
percorrendo
a
an
tiga
Via
Appia,
tão
celebre na historia
de
Roma
pagã,
pelos
magestosos
tumulos
que
a
guarneciam e
de
que
ainda
hoje
existem
vestígios
São
as catacumbas
externas,
galerias
subterrâneas,
ora
correndo
em
linha
recta,
encruzando-se
a cada passo,
ora
encur
vando-se
e
formando
praças,
largos
e
ruas.
A
frequência
com
que
estas galerias
se
cortam
e
ramificam
tornam
as
cata
cumbas
um
verdadeiro
labyrinlho,
bem pe
rigoso
de
certo
para
os
que
n
’elle
pene
trarem
sem
a
direcção
de
ura
guia bem
pratico.
O
seu
numero
e
extensão pódem
cal
cular-se.
sabendo-se
que
formavam
ellas
uma
segunda
cidade
; e
que
se
possível
fosse
collocal-as
todas
n
’
uma
linha,
dar-
nos-ia
um comprimento,
segundo todos
os
cálculos,
a
mais
de
iresentas
léguas.
Era
aqui
que
as
primeiras
gerações
christãs
se
abrigavam
do
furor
das
perse
guições. J
Aqui
celebravam
os
seus
inysterios,
os
seus
agapas
e
aqui
eram
sepultados
final
mente
etn
tumulos
cavados
horisontalmen-
te,
e
em
tres
e
quatro
filas
que
se
es
tendiam
umas
sobre
as outras.
Nota-se
n’
estes iimnensos
cemitérios
uma
circumstancia,
e é, que
s
udo
elles
um
lestimunho
vivo
de
quanto era
agi
tada
e
cheia
de
privações
a
vida
para
os
christãos
n
’
aquelles
tempos
de
lacta
e
martyrio,
nem
ao
menos
se
encontra n
’
el-
les
o
mais leve
vestígio,
que indicasse
uôr
ou
desfallecimento.
Bem
ao
contrario
dhsso
as pinturas
que
ainda
restam
nas
paredes,
são
apenas
emblemas
com
que
simbolisavam
os
gozos
da
bem-aventurança, em
cuja celeste
con
templação pareciam sempre
embebidos.
E
’
que
n
’aquelles
immensos
e
escuros
corredores
reinava
a
alegria
do
justo
qu«
não
treme
ante
o
horror
dos supplicios.
De
distancia
em distancia
enconiram-
se
ainda
cavados
logares
mais
amplos
e
espaçosos,
e
que
serviam
para
a
reunião
dos
fieis
nas
grandes
solemnidades.
E
’
n
’estes
logares
que
representam
ainda
hoje
as
priíniilivas
basílicas,
que
principalmente
se descobrem
essas
pintu
ras
com
que
eram
decorados
os
templos,
e
que
serviam
para afervorar
os
fieis
nas
suas
amarguras.
E
assim
viviam
os
primeiros
christãos
debruçados
soire os
tumulos
dos
marly-
res,
contrabalançando
com
lagrimas
as
orgias
de
uma
sociedade
corrupta
e
per
versa.
Eu
não
sabia
o
que
mais
devia admi
rar
n
’
aquelles
intermináveis
cemitérios,
se
o
trabalho
e
dedicação
dos
perseguidos
ou
a
sua
paciência
e resignação no
meio
de
tão
agros
soffrimentos.
M. MARINHO.
lAiurdes.
Acha-se
constituída
e
inslalkda
na
ci
dade
de
Lisboa
uma
commissão
de sacer
dotes
e
de
pessoas
do
século.
que,
mo
vidos
por
seus
sentimentos
e
devoção
á
Santíssima
Virgem,
tomaram
a
seu cargo
promover
uma
romaria
de
pobres,
acha
cados
de enfermidades
incuráveis,
ou
de
mui
difíicil
e prolongada
cura,
e
leval-os
a
pedir
á
Immaculada
Conceição,
que
se
venera na sua Basílica
de
Lourds
(Fran
ça),
o
restabelecimento
da
perdida
saude.
Esta
commissão,
abençoada
pelo
Chefe da
Egreja,
o
Santíssimo Padre
Pio
IX,
e
mais
o
seu
etnprehendimento,
honra-se
de
ler
á
sua
lesta
o ern.
mo
e
revm.
0
snr.
car
deal
patriarcha
de
Lisboa,
como
seu
pre
sidente,
e
o
exm,°
e
revm.
0
snr arcebis
po
de
Mytilene, vigário
geral do
patriar-
chado,
como vice-presidenle,
ambos
hono
rários.
E
’
tão antiga
em
Portugal a
devoção
á
Augusta
Mãe
de
Deus,
sob
a
invoca
ção
da
Itnmaculada
Conceição,
que á
com
missão
parece desnecessário fazer
a
apolo
gia
do
seu pensamento,
por
se
dirigir
a
portuguezes e
entre
elles
a
ecclesiasticos,
e
com
especialidade
aos.
reverendos
paro
chos,
a
quem
incumbe
coadjuvar
na
pas-
toreação
das
almas
os
bispos,
pelo
Es
pirito
’Santo
constituídos
no
governo
da
Egreja
de
Deus,
sob
a
direcção
de
Pedro,
Pastor
supremo
dos
cordeiros
e
das
ove
lhas.
Assim
a
commissão
limila-se
a di
zer
que
considera
esta romaria,
como
fi
lha
de
um
pensamento
de caridade, e
também
um
modo
de
oração, dictado
pela
Fé,
e
animada
pela Esperança;
formando
um
conjuncto feliz das
tres
sublimes
vir
tudes,
essencialmente
calholicas,
e
sem
as quaes
ninguém
póde
considerar-se
ver
dadeiro
christão.
Recorrendo
a
Lourdes,
lheatro
de
tan
tas
maravilhas,
só levamos
o fito
posto
em
que
o
milagroso
manancial,
brotando da
rocha
á
voz
poderosa da
Augusta
Dispen-
sadora
de tamas graças
ao
povo
christão,
seja
também
proveitoso
aos
doentes
por
tuguezes.
cuja
pobreza
os
privaria
de re
correr
áquelle
Sanctuario
privilegiado
dei
xando
de
utilisar-se
do
instrumento
que
para
bem
de
lodos
nós
a mesma
Senho
ra
indicou.
E
fazendo-o
assim,
não
hesi
ta
em
imitar
os
judeus
caritativos
que.
junto
á
Probalica
Piscina,
ajudavam
os
paralyticos
a
meiter
se
nas
suas
aguas,
logo
que
o
Anjo
as
fazia
mover.
Se
não
podemos
ter
gloria n’
isso.
nem
nós
a pro
curamos,
não
vemos
também
que
haja
ra
zão
para
censura.
Temos
fé,
como
elles
tinham,
no
poder
e
na
misericórdia
do
Senhor, e,
o
que
a
elles
faltava,
nas
promessas de
sua gloriosa Mãe;
posto
sabermos
que
nada ha
em nós
que
nos
torne
dignos
das
graças
que
humildernen-
te imploramos
para
os nossos
desvalidos
enfermos.
Confortados
por esta crença,
e
ani
mados
por
esta
esperança, dirigimo-nos a
todos
os portuguezes; que
se
honram de
ser
cathohcos,
e
se
gloriam
de
sua
de
voção
á
Virgem
Immaculada
a
pedir-lhes
que
nos
auxiliem
com
as
suas
orações,
para
chamarem
sobre
si
as
nossas
in
tenções
e
a
nossa
esperança
as
bênçãos
do
ceu,
que
purifiquem
aquellas,
e
faci
litem
a
realisaçào
d
’
esta. E
áquelles
que
o
podei
em
fazer
sem
custo
pedimos uma
esmola
por
diminuta
que
seja, para
levar
mos
a
bom
fim
a
nossa
empreza,
porque
tanto
maior
será
o
numero
de
doentes,
nas
condições
ditas,
que
poderemos ram-
dar
a
Lourdes.
quanto
mais
avultada
íôr
a
quantia
que
conseguirmos
recolher
para
uma
obra
tão
piedosa.
Aos
reverendos
parochos,
em espe
ciai,
e
a
lodos
os
reverendos
ecclesias
ticos
em
geral,
solicitamos
que
a esses
benefícios,
que
Deus
não
deixará
sem
re
compensa,
se
dignem
ajuntar
outros'
não
menos
importantes
e
tão
appropriados
ao
seu
zêlo, como
são fazer
conhecida
esta
romaria
—indicarem-nos
o nome
de
algu
mas
senhoras
das mais
assíduas
aos
exer
cícios
religiosos
que
se
façam
nas
suas
egrejas,
e
mais
aclivas
e zelosas
nos
actos
de
caridade,
ás
quaes
nos
possamos
diri
gir
sem
receio
de
as
incommodarmos,
para
que
solicitem
donativos
assim
em
dinheiro, como
em
fios,
ligaduras
e
pan-
nos
de
linho
usados
Também
nos
dirigimos
á caridade
dos
merilissimos
ministros
das Veneráveis
Or
dens
Terceiras,
e
aos
reverendos
Com-
missarios
das
mesmas,
a
rogar-lhes
que
na
esphera
de
sua legitima
actividade,
e
pelos
meios
que
o
seu
zelo, sua
pieda
de
e
espirito
de
christã
beneticencia,
lhes
suggerirem,
nos
ajudem, já
dando
nos
o
concurso
acima
exposto,
já
com auxílios
pecuniários,
quer
individuaes
quer
do
co
fre;
assim
como
que se
dignem
cOmmuni-
car-nos
o
numero
de
doentes
que
possam
sair
dos
seus
respectivos
hospilaes,
por
se
acharam
nas
condições
exigidas,
para
fazerem
parle
d
’
esta
romaria,
segundo
os
meios
de
que
podermos
dispor
Estes
doentes
pobres hão
de
ser
acom
panhados
de
certidões
de facultativos
que
Snr.
redactor.
Como
v.
diz
no
seu
jornal
que não
prestou
inteira
attenção
a parle
do
que
eu
disse
na
reunião,
que
no
dia 2
do
corrente
mez
teve
logar
no
salão
das au
diências
judiciaes.
vejo
que
me
cumpre
es
clarecei
o a
tal
respeito.
Eu, snr.
reda
ctor,
só
pedi
a
palavra
depois
que
ouvi
a
um
dos
illuslres
oradores
que
para
a
creaçào e
sustentação
do
novo
asylo
ti
nham
as
sobras
dosresiduos,
e
dossanctua-
rios
e
a
verba
com
que para
a
beneficên
cia
concorrem
as
confrarias
e
irmandades;
e pedia
porque
sendo
aquellas
quantias
lodas
applicadas
para
o
novo
asylo,
fica
va
o
dos
entrevados
e
inválidos
de
S.
Jo
sé
privado
d’
uma
das
priucipaes
fontes
da
receita,
com
que até
hoje
tem
costeado
sua
despeza.
Esta
proposta, segundo
me
haviam
di-
cto,
já
na reunião preparatória
linha
sido
apresentada;
pelo
que
na
quarta
feira
an
terior me
dirigi
aos
exm.
0!
snrs.
viscon
de de
Pindella e
dr. Pinheiro
Torres,
e
lhes
expuz
o
apuro
em
que
ficavam
os
po
bres
entrevados e
inválidos
do
asylo
de
S. José,
quando
tal
se
realisasse.
È
que,
como
director
da
casa
a
impugnaria
em
qualquer
parte
que
a
ouvisse
apresentar
e
defender;
pedindo lhes
até
em
nome
do
estabelecimento
que
assim
o
fizessem
sa
ber
ao exm.° snr.
governador
civil.
Igual
conversa
tive
no
sabbado
com
vários
ou-
lios
cavalheiros signatários do
convite
pa
ra
a
reunião,
a
quem
expuz
as minhas
ideias
com
toda
a franqueza e
o
proposi-
to
em
que
estava.
Isto,
snr. redactor,
creio
ser
muito
diverso d
’
aquillo,
que se
espalhou
a
meu
respeito
antes
da
reunião
do dia
2, e
que
levou muitos
dos espectadores
ao
saião
judicial,
dando
em resultado
consli-
tuir-se
ali
uma
claque,
que
por
todos
os
modos procurou
abafar-me
a
voz,
consti
tuindo os
seus
ruidosos
não
apoiado
a
lo
das
as
palavras
por
mim
proferidas
o
tal
desagrado
pela
opinião
par
mim apresen
tada,
como
v.
diz.
Nem
podia
ser
d
’
outro
modo.
Não
ou
viu
v.
como
apenas
pedi
a
palavra
me
intrepelou
o
exm.°
presidente,
abusando
da
posição
e
logar que
occupava:
como
desde
logo
clamou=»já o
sabia,
já
o
sabia,
já
cá
o
esperava, cá
o
espero^-e
outras
inconveniências?!
Não
viu
como
procurou
fazer-me
calar
apenas
proferi
o
nome
do
asylo
de
S
José,
dizendo-me
que
estava
fóra
da ordem
e
não
sei
que
mais?!
Co
mo
queria saber
tudo
quanto
eu
disse,
e
o
modo
como,
se
quando
eu
fallava
des
de
logo se
levantavam
mais de
cincoenta
vozes
a
abafar
a
minha?!
De
facto,
snr.
redactor,
reduzam
o
asy
lo
de
S.
José
aos
recursos
proprios,
ti
rem-lhe
os
soccorros
que
da
beneticencia
designem
a
qualidade da
doença
com
o
seu
diagnostico
e
prognostico
segundo
as
indicações
da
sciencia.
A commissão
en
tende
que vá na companhia
d
’elles
um
facultativo
que
lhes
dè
os cuidados
que
o
seu
estado
exigir,
e
algumas
das
nos
sas
Irmãs
Hospitaleiras
que
os
assistam,
e
lhes
prestem
os
auxílios
que
o faculta
tivo
determinar,
ou
as
occorrencias
in
diquem;
e não
faltem
os
confortos
que
se
devem
aos
seus padecimentos,
e
que
a re
ligião
e
a
humanidade prescrevem.
Lisboa
de outubro
de
1877.
José
Maria
de Sousa
Monteiro,
presi
dente.
Padre,
José
Antonio
da
Conceição
Viei
ra,
vice-presidente.
Visconde da
Bella
Vista,
lhesoureiro.
Dr.
Francisco
Maria
Rodrigues
d
’Oh-
veira
Grainba.,
Dr.
Sebastião
Pedro
Martins
Ribeiro.
Padre,
Antonio
de
Almeida.
Marquez
de
Cezimbra
Antonio
Maria
da
Luz
de
Carvalho
Daun
e
Lorena.
Conde
de
S.
Thiago.
Visconde
de
Algezur.
Dr.
Antonio
Mendes
Lages.
Henrique
d’
Araujo
Tavares.
João
Franco
de
Sousa.
Antonio
Joaquim
da
Cunha
Ferraz.
Joaquim
da
Malta
Fiúza.
Padre,
Manoel
de
Almeida
Ralo,
se
cretario.
Padre,
Lourenço
Gonçalves
Nabaes,
idem.
Francisco
de
Figueiredo,
idem.
Antonio
Martiniano
de Moraes,
idem.
C
»
K
St
E
S
í» «»
N
D
E
N
c
IA
oílicial
lhe
deve
vir,
façam pediterios
a
todos
e por todas
as
fôrmas,
como
an-
nunciaram.
que
eu quero
vêr aonde
se
ha
de
ir
buscar
1:400$000
reis,
que
com
os
rendimentos
proprios
lhe
são
necessá
rios
para as
suas
despezas
impreteriveis
E
não
havendo
recursos
para
o coslea-
menlo
das
despezas,
que
haa’
fazer?a
res
posta
é
bem
simples:
collocal-os
debaixo
da
arcada
do
campo
dos
Touros,
loca
que
d
’
antes
occupavam!!
Pois,
snr.
redactor,
por
ter
a
ousadia
de
n
’uma
assembleia
em
que
só
espera
vam
hymnos
gralidatorios
apresentar simi-
Ihante
nenia,
é
que foram
todas
as
fú
rias
de que
fui
victima
por
alguns
mo
mentos!
Não
me
assustaram;
porque
lenho
a
consciência
tranquila:
cumpria
ura
dever
de
posição;
advogava
a
causa
da miséria
sem
conforto, da
velhice
sem
pão,
da de
crepitude
sem
arrimo,
o
que
era
mais
que
motivo
para
comtudo
arrostar
de
fron
te
erguida,
e
não
ter
medo
nem
de
nin
guém,
nem
de nada.
O
filho
do
trabalho
não
receia
traba
lhos,
e não
é
com pouco
que
o assustam.
Sei
respeitar
as
pessoas;
mas
lambem
te
nho
direito
a
ser
respeitado.
Eu
não
fui
ali
accusar,
fui
defender:
não
ataquei
po
tentados,
protegi
desvalidos:
e
se
não
que
rem
vêr
na
minha
pessoa
o
director
do
asylo
defendendo
seus interesses,
mas
o
padre
protegendo
infelizes,
façam-n
’
o
que
me
não
amesquinham,
honram-me,
por
que
todo
o
homem
de
bem
se
honra
cumprindo
os deveres
de seu
ministério.
Continuaremos.
Domingos
Moreira
Guimarães.
ISelKção
dox
<S«í»atòv«B
feitos
«<»
«sylo
ncs
últimos tempos:
Do
exm.
c
snr.
conde
de Margari-
de,
março,
19, 1877
22$
d
OO
Na
inauguração
do
caminho
de
ferro
12^290
Jnnho,
30,
1873
904900
Março, 19,
1876,
um jantar
1I$I7O
Agosto,
31,
1876
100^000
Jezembro, 22.
1876
60$960
Março,
19,
1877
40^000
Março,
19,
1877
134'100
3504820
Desta
quantia
33^390
foram
do
bolso
de
s.
ex.
a
Anleriorrnente já
linha
dado
outras
valiosas
quantias
em
dinheiro
e
uma
inseri-
ação.
Desde
17
de março
a
caridade
oílicial
nada
aproveitou
ao
asylo;
do
exm.°
snr.
marquez
nem
ainda
a
visita
recebemos.
)o
exm.°
snr.
arcebispo,
no
an
no
economico
de
76
a
77
504'00
De
Alevandre
Anacleto da
Costa
4294300
Anonymo
24250
Anonymo
24250
Anonymo
IO4OOO
(Continua)
Papa
não faz
uso
de suas
pernas,
e
que
o
não
recobrará,
mas
que
a
sua
saude
não
offerece
nenhuma
inquietação
para
com
os
médicos,
e
que,
salvo
tnn
acciden-
te,
que
se
não espera
nem prevê,
o
seu
estado
presente
póde
durar
ainda annos.
O auctor
d'esta
carta
é
um medico mui
auctorisado
-
.
Finalmente,
hontem
(28)
chegou
á
Nun-
ciatura
uma
carta
de
Mgr.
Vanulelli,
na
qual
nem mesmo
se
falia
da
saude
do
Papa,
o
que
faz
vêr
suíficientemente
que
em
Roma
se
não
concebe
a
menor
in
quietação.
O
nosso
correspondente
ordinário
nos
prevenia
hontem
que
ha
diversas
ofiici-
nas
italianissimas
e
mais
ou menos
ju
dias
para
espalhar
más
noticias
do
Papa,
com
lodas
as
apparencias de
tristeza e
de
boa fé
(de
hypocrisia.
o
que
é
mui
natural
entre judeus
e
liberaes).
Pergunta-
se
qual
éo
proveito
político
que
estas
agen
cias
esperam da mentira;
mas
desde
ha
muito
que
o
Thalmud
nos
disse
que
será
talvez
uma
boa
obra
e
cerlamente
um
prazer
para
os judeus
o
aflligir
os
chris
tãos,
sobretudo na
vespera
das
festas
e
nos
momentos
em
que
se
póde
suppor
que
elles
soífrem
alguma
grande
dôr.
—No
dia
29
de novembro
o Papa ia
perfeitamente.
No
dia
28
á
noite
recebeu
em
audiência
particular
o
filho
de
Pimo-
dam.
No
dia
29
ouviu
missa
e
ao meio
dia deve
receber
diversas
famílias.
O
Curei.
—
A
carta,
que
pas
samos
a transcrever,
esclarece
utn
facto,
em
que aclualmente
todos
~<is~
jornaes
teem
fallado;
e
nas
cartas
de
Londres
do
nosso
distincto
collaborador,
o
snr.
Ri
beiro
Saraiva,
que
nos
numeros
passados
publicamos,
já
muito esclarecem
esta
questão;
e
por
essa razão
e
falta
d’
espaço
é
que não
publicamos o
que
a
tal
res
peito,
com notas,
publicou
a
«Nação».
O
revd.
0
padre
Curei,
da
Companhia
de Jesus,
agora
na
edade
de 70 annos,
levado
por
adulações
de
mau<
companhei
ros,
esquece o
direito
canonico,
o
bom
senso,
os favores
que
devia
á
Egreja,
ao
Papa
e
á Companhia,
e
os
interesses
da
religião
e
da
Egreja,
da
qual
era
minis
tro
;
e
cae
no
abysmo,
que
deixa
bem
a
descuberto o
documento
infra-transcripto.
Quem
póde
julgar-se
seguro
no
valle
de
prantos
em
que
vivemos?
Segue
a
carta
do
revd.
0
padre
Beks,
Geral
da
Companhia
de
Jesus,
em
resposta
á
do
padre
Curei,
em
que
este
lhe
pedia
a
demissão
da
Ordem
:
CAZETHH1
Eembtranraçi*.
—
Em
um
século.
em
i
se
nega
ao
Pontífice
Romano aquil-
o
que
por direito
divino,
natural,
e
ec
clesiastico
lhe
pertence,
não
é
para
admi
rar,
antes
é
natural, e
summamente lou
vável,
que
os
seus
verdadeiros
filhos
o
in-
demnisem
d
’
aquillo
que outros
lhe
negam,
e
portanto
costume
em
lodos
os
annos
por
este
tempo
do Natal mandar
conjuncta-
mente
com
outros
catholicos
ao
SS.
Padre
um
óbulo,
que,
ainda
que pequeno, signi
fique
o
nosso
amor,
obediência
e
adhesão
á
Santa
Sé,
e
ao
Vigário
de Christo;
vou
por
este
meio
lembrar
aos que
nos
annos
antecedentes
se tem associado commigo
para
este
fim,
e
aos
outros
que
nova
mente
quizerem
associar-se.
que
é
chegado
o
tempo
de
mandar
a
consoada
ao
Nosso
SS.
Padre
Pio
IX.
Braga 4
de
dezembro
de
1877.
P.
e
João
Ilebello
Cardoso
de
Menezes.
Noticias
do
Vaticano.—
No
dia 17
de novembro,
uma
pessoa
mui
nossa
co
nhecida,
diz
o
«Umvers»,
e
completamen
te
digna de
fé, pôde
obter
uma
audiência
do
Santo
Padre.
Sua
Santidade
disse-lhe
estas
próprias
palavras:
«Ides para
Fran
ça.
Pedirão-vos
noticias
do
Papa: ora!
pois,
o
Papa
não
tem
pernas,
mas
tem
cabe
ça.»
Esta
pessoa
chegou
a
Paris
hontem
(28);
fallamos-lhe
esta
manhã.
Uma carta
com
data
de
24
diz
que
o
Revd.
0
em
Ch.
Padre
”
■
c
,
*
Fiesole,
22
de
Outubro
de 1877.
Recebi
a
carta
de
V.
Rvdm.
a
na
qusl
me
expõe
o seu
desejo
de receber
a de
missão
da Companhia
de
Jesus.
Para
mim é
sempre
um
acto
doloroso
o
dever
cortar
o
ligame
sagrado
que
une
um
membro
da
nossa
Companhia
;
mas
no
caso
presenie
utn
tal
acto
afflige-me
de
um
modo
particular,
e
tanto
que
não
é
possível
exprimir
com
palavras
o que
sente
meu
coração
angustiado.
A
V. Rvdm.a
desde
algum
tempo
para
cá
metteram
em
cabeça
certas
opi
niões,
ás
quaes
lhe dava para
chamar
po-
iticas,
mas
que na
realidade
tocam
com
os
interesses
sacrosantos
da
Egreja, e
com
o
modo
de
governai-a
nas
presentes
cir-
cumstancias:
e para
sustentar
essas suas
opiniões não temeu constituir-se temera-
riamenle
juiz d’aquelles,
que
o
Senhor con
stituiu regentes
da sua
Egreja.
Contra
a
vontade
de
seus
superiores
quiz
presistir
em
sustentar,
ou antes,
o
que
é
peor,
em
insinuar
a
outros
que espalhassem
de
voz
e por
escripto
as
suas idéas
que
eram
todavia
de
grande
offensa
ao Vigário
de
Jesus
Christo
e
de
escandalo
aos
fieis.
Depois de
o
haver
uma
e
muitas
vezes
admoestado
de
viva
voz
e por
cartas,
mas
sempre
em
vão quanto
ao
effeito,
ultima-
mente
vendo
aquelles
seus
princípios
e
maximas
publicadas
e
discutidas
nas
folhas
lublicas
de
todas
as
côres,
e
reconhecendo
o
dever
de
dar satisfação
ao
Santo
Pa
dre,
e
de
tirar
ou
diminuir
o
escandalo
dado
aos
fieis,
e de
manifestar
publica-
mente
que
a
nossa Companhia,
a
qual
irofessa,
segundo
o
seu
instituto,
sum-
ma
veneração
e
pleníssima
obediência
para
com
a
Santa
Sé,
não
admitte,
antes
re
prova
e
regeita
lodas
opiniões,
divulgadas
por
um
seu
membro,
lenho
julgado
dever
meu
ordenar
a
V.
Rvdm.
a
retractal-as
e
reproval-as
publicamenle.
Ora,
V.
Revd.
nw
em
vez de
obedecer,
segundo
o
voto
que
fez
a
Deus
e
aos
superiores
da
Ordem,
Valido
até
17
de
dezembr
o
ojquiozap
gp
?ie
op!l«A
MALA
REAL
LMGLEZA
S.
Vi
cente,
Pernam
buco,
Bahia,
Rio
de
Jane
iro,
Montevideo
e
Buenos-A
yres
Ace
itando
também
pass
agei
ros
de
3.
a
clas
se
pelo
mesmo
pre
ço
que
para
o
Rio
de
Janeir
o
vara
SAN
TOS,
PARANAGUA
’,
SANTA
CATHAR1N
A,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE
CAM
PINAS,
S.
PAULO,
CAMPOS,
V1CTOR1A,
MACE10
’
e
outros
pontos
do
lit
lor
al
e
inte
rior
do
Braz
il,
ao
sul
de
Pernambu
co,
com
trasbo
rdo
no
Rio
de
Jane
iro
e
inclui
ndo
hospedaria
e
sust
ento
gratuito
durante
a
demora
precisa
para
obter
trasbor
do.
VAPTI
a
J
Este
paquete
da
Companhia
Víala
Keal
Ingl
ez
»
sahi
rá
de
Lis
boa
em
*41
de
De
ze
mbr
o.
Para
mais
es
cla
re
cime
ntos
dirijam
-se
á
Agenc
ia
Centr
al
no
Porto,
rua
dos
Inglez
es,
23
—
o
a
9
en
te
Guil
herm
e
C.
Tait,
e
nas
provindas
ás
agencias
e
cor
res
pondê
ncia
s
nas
princ
ipaes
cidades
Agen
te
em
Braga
o
snr.
João
Man
oel
da
Silva
Guima
rães
,
Rua
do
Souto.
gT
BIKGA.
BRUA
DE S.
MARCOS,
N.5.Í
S
Vende
papeis
pinta-
S
dos
para
guarnecer
sallas, H
M
lindíssimos
gostos,
a
prin-
íj|
cipiar em
80 reis
a
peça,
g
Vende
olio,
tintas
e J
vernizes
para
pinturas
de
|
casas,
tudo
de
boa quali- g
dade.e
preços
muito resu-
â
midos.
I
Vende
cimento
roma
no
para
vedar
aguas,
ges-
JOSE’ DA SILVA FUNDÃO
Com
loja
de
fato
feito
13—
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
—13
e
Participa
aos
seus
amigos
e
fre
guezes.
tanto
d esta cidade
como
das
provinciasque
tem um
bonito
e
variado
sortimento
de
fato
fei
to,
casimiras
para fato
muito
baratas,
cortes
de
calça
a
10500,
20000
e
20500
reis;
tudo fazendas
modernas.
Guarda
pós de casimita
e
de alpa-
ques
inglezes, roupa branca,
assim como
camisas de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400 reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles,
bonets de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas as
qualidades,
de
500
rs.
até
800;
manias
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que
lhe
seja
eucommendada,
e
prompii-
fica-se
a ficar
com
ella
quando
não
fique
á
vontade
do freguez.
(583)
FILIAL
DA CAIXA
ECONB1HICA
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada li
mitada
Capital
......................
3OOsOOO0OOO
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela rua
do Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
creo'ito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e sobie
todo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
100
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito a
pra-
so
ou
á
ordem abonando
juros conven
cionáveis
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás 7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
abetla
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente—
A.
G.
Ferreirinax.
llKl
iiGlÂO
DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BR
a
GA.
Faz
tudo
quanto
diz respeito
á
sua
arte
e
continua
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580)
modos
decentes,
e com
quintal
ou
quin
talejo.
Fallar
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
u.°
5.
(624)
LE
'(
Á
)
'■•SEILLER
DES
DAMES*
ETDES
í
ír.MUI.^hLLES.
ANNO
XXIX.
Pertóilico
ilustra
lo.
ANNO
XXIX
Publica-se
no
dia
l.°
de
cada
mez.=Não se
recebem
assignaturas
por
menos
de um
anno.
Graças
aos
innumeraveis
melhoramentos
successivamenle
introduzidos,
é hoje
este
jornal
de modas
uma
verdadeira
inciclopedia
de
todos
os
lavores
proprios
para
senhoras.
A utilidade
e
esmerado
eslillo
de
sua
redacção,
as
preciosas
gravuras
de
figurinos, já
em
preto,
já
a
côres,
os
padrões
riscados
em
tamanho
natural,
de
modo a
perinitlirem
a
qualquer
pessoa
executar
todos
os
toilelte'
publicados;
os
modelos
de
tapeçaria,
coloridos
com
admiravel
mestria, e
de
facil
re
(
roducção;
grandes liras
de
bordados
com
as
iniciaes
das
suas assignantes;
numerosos
traba
lhos
de
crochet.
guipure,
tricot,
etc.;
penteados,
chapéus,
rotiparia.
musicas,
agua
relas,
rendas,
enigmas
pittorèscos,
guarnições
para
vestidos,
e
desenhos
de passama-
neria,
tornam
esta
publicação
a
mais sedutora
e
completa,
que uma
senhora
ou
uma
menina
podem desejar.
Le
Conseiller
des
Dames
et
des
Demoiselles
é
o
unico
periodico
que
póde,
pela
ex
tensão
de
seu
texto,
dar
uma
explicação
minuciosa
dos
desenhos e
padrões,
com
tal
clareza,
que
possatn
copiar-se
com
a
maior
facilidade.
PREÇO
PARA
PORTUGAL,
POR
ANNO
20400
REIS.
Para
facilitar
as
assignaturas,
o
direclor
do
Le
Conseiller
des
Dames et
des
Demoiselles,
entendeu-se
com a
administração d’
este
jornal,
em
Braga,
rua
Nova,
3,
para
onde
podem
ser
dirigidas,
acompanhadas
do
seu importe.
Também
se
encarrega,
mediante
pequena
retribuição,
de
remetter
ás
senhoras
assignantes
os
btindes
que
escolherem.
DO
ALTO BOUEO
BA
CASA
BE
VILLA
POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga-
rrafadog
:
Vinho
tinto de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
»
»
»
. 190
»
Lagrima
................................
200
»
Branco
de
meza
....................
210
»
tinto
de
meza fino.
.
.
270
»
de
prova secca......................
300
<>
Malvasia
de
2.
a.
..
..
360
»
» velho
...........................
400
»
Malvasia,
Bastardo
e Moscatel
a
501
’
»
Roncão
.................................
700
»
Alvaralhão
................................
560
»
Velho
de 1854
....
600
»
a
retalho
par&
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de qualquer
processo
chymico.
(
tt
4
i
)
CIHIRGIÃO
ESENTISTA
DA
Escola
Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia como
de noite
Rua do
Campo
(antiga
Porta
de
S. Francisco)
n.° 22. (582)
BREVE
COMPENDIO
DE
0
RAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas, e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc.
&
7?eu.
nia
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria Catholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense
de
Manuel
Malheiro, rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
.
160
reis
»
encadernado
....
240
»
LIÇÕES BA
LINCllJA
EBAJSCEZA
Um
professor
com
longa
pratica
de
en
sino,
oflerece
o
seu
préstimo
para
leccio-
nar
grammaticalmente
em
sua
casa
e
ca
sas
particulares,
elementos
da
língua
fran
ceza
comprehendendo
lêr,
escrever,
tra
duzir
e
fallar
a
dita
iingua.
A
quem
convier
póde
dirigir-se
á
rua
de
D.
Gualdim,
casa
n.°
8.
(278)
LIVRARIA
D’
EIIGEMO
CIIARDRON
B
RAGA
Ultisna»
publicações
OPRAS
COMPLETAS)
PADRE
RIVAUX
Historia
Ecclesiaslica, desde
o
seu
co
meço
até 1876,
traduzida da
6.
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de Sea-
bra,
3, vol
..................................
30000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião
christão,
traduc-
ção
do
padre
Mesquita
Pimentel
1
vol......................................
10200
BALMES
O
Protestantismo
comparado com
o
Calholicismo
nas
suas relações
com
a civilisação
europea,
4
vol. 20400
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote,
1
vol.
br.
500
cart
..............................................
0600
Ancora
de
Salvação,
1
vol.
br.
500
cart................................ ...
•
•
•
0600
D.
MARIA
DO
PICAR
A
Lei de
Deus,
collecção
de lendas
baseadas
nos
preceitos
do
Decálo
go, 1 vol....................................
0500
DR. LUIZ MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de
Nosso Se
nhor
Je^us
Christo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço..................
200
rs
LIVRARIA
borualu
Travrssi»
«Sa
Vietoria
n.° 48,
l.°
andar,
Lisboa
N
’
esle estabelecimento ha
um
variado
sortimento
de
dififerentes
obras,
Roman
ces,
Histori.
s,
Comedias,
Dramas, Scenas
Cómicas
e
Almanachs
para
1878,
e
faz-se
abatimento
para
negocio,
e
remettem-se
os catálogos
grátis,
e
qualquer
das
obras
abaixo
mencionadas
são
remetlidas
francas
de
porte
aqttem
enviar
o seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL DAS DAMAS,
tratado
de
fa
zer
flores artificiaes
ornado
de
estampas
500.
MANUAL
DO COSINHE1RO,
modo
de
preparar
as melhores
iguarias da
cosi-
nha
ponugueza
e
franceza,
arte
de
co
peiro
e pasteleiro
240,
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR, livro
de
sortes
di
vertidas
tanto
de mãos
como de
cartas
e
physica
recreativa,
ornado de 80
estam
pas
500,
manual
do
conserveiro
e
CONFEITEIRO.
modo
de
fazer
bollos pas
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
DANSA,
arte
de
aprender a dansar
sem
mestre
120,
MANUAL
DAS
SINAS,
ex
plicação
das sinas
e
sonhos
120.
PADRE
SENNA
FREITAS
Preça
....
reis
A’
venda na
Livraria
Catholica
Portuen
se,
praça
de
D.
Pedro,
131.
DISCURSO
.
<1<>
deputado
franeez
enthnSieo
O
CONDE
ALBERTO DE MUN
PrAnuiifittdo
sso
enerrrasieata
<ia
useeutbSein
geral
deus
naesibros
du obra
dog
eâreulns
cutholieos
de
operários
TRADUZIDO
PELO
PAD3ÍE
SESfJÍA
EHEITAS
Dedicado
ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’esta
redacção
por
60
rs.
MUITA
ATTEEÇÂO
Deposito
de
biscoitos
de Vulnngo
1
—
LARGO
DA
LAPA
—
1
Estes biscoitos
são
muito
recommenda-
veis
tanto
pela
qualidade
das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
são
vendidos
:
Biscoito
valonguense, kilogramma
280
Tosta
doce
280
Biscoito
macarrão
280
Bolacha
doce
»
280
Biscoito
Brazileiro
D
300
Dito
imperial
330
Bolachinha
de araruta
----------
*
-------------------
340
Tosta
azeda
(581)
D
190
Os
Bebuçadog
mytilieos,
de
na
tureza
balsamica,
calmante, peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
do» remedios até
hoje conhecidos nas
doenças
tossicolosas.
Caixa 200 reis.
—Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,'
227,
no
Porto.
Em Braga: PHARMACIA DOS
OR-
PHÃOS,
praça Municipal. (621)
Sina
dog
Capellistas,
£3
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
seu
estabelecimento
os
seguin
tes
objectos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço
possível; a saber;
chilas
largas
bem
sortidas,
finas
em
côr,
e
bom
panno.
a
80,
90,
100
e
110
o
covado;
ha
linda
len-
çaria
de seda
e
selim,
tanto
para
senho
ra, como outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para
homem
e
se
nhora;
castiçaes
de metal,
e
vidro;
jarras
de
procelana;
agoas
de
colonia;
collarínhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos ctús;
lenços
de
cambraeta
de linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em diflerentes
tamanhos;
adere
ços
e
brincos;
sapatos
de
borracha, pelli-
ca;
trança,
oorello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgoião.
largas,
para homem,
modernas;
iençaria
de
côres
em
algoção,
cassa,
sarja,
metim,
e
d
’
outras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de bertanha de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós
d
’
arroz
em
caixinhas
de vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de
tudo
e barato.
(606)
ENXE
I -
A
A
João
da
Cosia
Palmeira
lem
para
ven
der
em
sua
quinta
em
Santa Eulalia
de
Tenões,
enxertos
de
macieira,
pereira,
damasqneiro,
ameixoeira,
pecegueiros
de
Amaranle,
ameixoeira
do
Canadá, nespe
reiras,
larangeiras,
nogueiras,
vides,
tudo
boas qualidades; bem
como
salgueiros
com
raiz, e
estacas
de
choupo.
Trata-se
na
rua
de
D.
Gualdim
n.°
2.
_______________________________
(572)
RUA
A'DV.4,
X.°
S
Ha
para
vender
um
tranqueiro
e
uma
sacada
de
pedra
do
monte
das Caídas.
Trata-se
na
mesma
rua
e
n.°
(543)
QUARTO
Pretende-se
arrendar
um
quarto
mobi
lado,
em
casa
particular,
para
uma
pessoa
só.
Dirigir
se
a
esta redacção.
Parte de Comércio do Minho (O)
