comerciominho_06111877_709.xml
- conteúdo
-
»TO
BL.fi
ff
COMMBRCIAI»,
a&
ELKvIOS.fi
Bí
^OTBCSSÍSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA COSTA,
RUA
NOVA
N.° 3
E.
5.° ANNO
PREÇO DA ASSIGNATURA
.
1&600
850
40
20
10
Braga,
12
mezes.
.
»
6
»
Correspondências
parlic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição....................................
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS.
QUINTAS
E
SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1&050
3&6O0
3&600
10
Províncias,
12
mezes
.....................
»
6
».......................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha avulso
.....................
N.° 709
BKAUA-
TEBÇA-FEÍBà
O
ME
tSOVEMKatW
ME
ISÍS
O
Sêr
Eterno,
creador
do
universo,
foi
lambem
o
auctor,
e
creador
do
ho
mem,
é
seu
pae,
seu
rei,
seu
redemplor,
sua
luz,
seu
paternal
e indefectivel
con
solador.
A
Elle
devemos
o ser.
e
a
vida,
as
biiihanles
qualidades,
que
nos
distin
guem de
lodos
os
seres
creados,
o
es
pirito
que
reílecte
a
imagem
de
Deus, o
coração
leito
para.amal-o, eo nosso
corpo,
prodígio
da
architeclura
divina,
o
genio,
que
tantas
vezes piostituimos,
a
liberda
de,
que
tão
mal
comprehendemos, e
de
que
tanto
se
abusa,
a fruição
do
univer
so,-de quesomos
reis,
a
esperança
do
céo,
de que
somos
herdeiros, e
a protecção
paternal,
que
nos
presta
no
meio dos
trabalhos,
e
das
dôres
da
vida.
Quem
haverá
que
lhe
negue
homena
gens
de
respeito,
e
de,
amor?
Qual
será
o
coração,
que
não
sinta
enlhusiasmo
pela
divindade?!
O
humilde
Pastor
das
colinas
de
Be-
lem,
a
quem
Deus
poz
na
cabeça
a
co-
lôa
de
rei,
e
a
inspiração
de
poeta,
con
vidava,
cheio
de
enthusiasmo,
todos
seus
creados
a cantarem
hymnos
de
louvor
ao
Senhor
Deus
!
Podem
negar-se-lhe
os
tí
tulos
de
Creador,
de
Pae,
de
Rei,
de
Redemplor,
de
Luz,
de
Consolador;
e não
serão
estes
tilulos
bastantes
para
animar
a
comiança
do homem?!
Que
vemos
nós?!
No
meio
dos males,
que
a
cada
momento, e
muitas
vezes
de
improviso
vem
perturbar
a
paz, e alegria
da
vida,
não
nos
leva
log
>
o
instincto
natural
a recorrer
a Deus?!
Rodeados
da
familia,
dos
amigos,
de
meios,
e
de
tudo quanto
nos
póde
ser
ulil,
no
lance
repentino
da
aíllicção.
o
nosso
coração,
os
nossos
olhos,
e
as
nossas
mãos,
e
as
nossas
vozes
não
vão
logo
para
o
céo?!
|
O
pagão,
liei
ao
sentimento
natural
de
que
abusa
na applicação,
chama
pelos
deuses
iuimorlaes.
E
não
deverá
o
christão,
que
é
filho
da
mais
alta
filosofia,
chamar
i
pelo-
Deus
veruadeíro?!
Infeliz
d
’aquélle,l
que,
viclima
da
dôr,
não
póde
soltar
um
brado,
que
sôe
lóra
da
esfera
terrena,
que
transponha
as
nuvens,
e
que
chegue
aos
pés
de
Deus
E
o
coração
divino
será
insensível
á
voz
que
lhe
pede
soccorro,
e
misericór
dia?!
Similhante
absurdo
só
póde
existir
nas cabeças
dos
ímpios,
que
regeitam
o
dogma
mais respeitado,
e
professado
pelos
tillios
da
terra,
«o
dogma
da
Providencia»,
sem
o
qual
nenhuma
coisa
creada
obte
ria
o
fim
da
sua
creaçào
Cale-se
o
epicurista,
que
altribue a
creação do
mundo
ao
concurso
fortuito
dos
átomos,
e
que
proclama
delirante
—
que
é
coisa
indigna
da
magestade
de
Deus,
curar
das
acções
dos
homens!
Cale-so
o
sloico,
que sugeita o
mun
do,
e
Deus,
ao
império
da
fatalidade!
Calem-se
os
deislas
modernos,
que
negam
a
acção
da
Providencia,
sobretudo
nas
coisas
humanas!
Não
ha
coisa
que
mais
humilhe
o
or
gulho
scienldico
do homem,
que chama
á lazão
humana luz
das
luzes,
auctoridade
das
auctoridades,
e
unica
auctoridade,
do
que
a
resenha
das opiniões
dos
antigos,
e
modernos
lilosofos
sobre
o
homem!
Que absurdos,
que
paradoxos,
que
pue
rilidades
!
Nos
sonhos
dos
febricitantes
não
se
acha
o
ridículo
que se
encontra
nas
con
cepções
enfermas
dos
idolatras
da
razão
pura !
Um dos
principaes,
se
não
principal
dos
principaes
objectos
dos
trabalhos
da
filosofia,
e das
revelações
da
fé,
lem
sido
o
homem,
a
sua
origem,
as
substancias
de
que
consta,
as
faculdades
que
exerce,
a
vida
do
seu
espirito,
e
do
sen
corpo,
o
homem
solitário,
o
homem na
familia,
na
sociedade,
no
tempo, e
fóra d
’
el e:
a
filosofia
tem
indagado,
e
discutido tudo,
em
suas
numerosas
escolas, desde
as
pri
meiras.
de
que
falia
a
sua
historia,
até
hoje.
Que nao
trabalharam
sobre
este
as
sumpto
as da
Grécia?!!
E
porém
o
que
saberíamos
nós
ainda
hoje
com
a certeza,
que
tranquillisa
o
espirito,
e
que
termina
a
necessidade
de
novas
discussões,
ácerca d’este
importante
Ser,
que
apparece
no
meio
da
creação
com
lodos
os
caracteres
de
rei
d
’
ella,
se
Aquelle,
de
cujo
seio
parte
o
raio,
que
illumma
a
todo o
homem,
que vem
a
este
mundo,
não
juntasse
a
este
raio
il-
luminador
a
luz
indificiente
da
fé?!
Que
de
paradoxos,
que
de
absurdos,
sem
este
farol
!
Ora
vêde: «O homem
(disseram, e
dizem
uns)
deve a
sua
ori
gem
á
fecundidade da terra!
(quem
foi
o
animal
que
a fecundou?; ou
a
um
germen,
e
ás
partículas
organicas
da
na
tureza,
e
á
sua força
vegetativa
!
(e
quem
foi o lavrador
que
fez
esta
sementeira?
E
d
’
onde
lhe
veio
a
semente?!)
que
o
que
se
chama
espirito não
tem
outra
reali
dade
que
a
do
fantasma,
a
da chimera,
e
a
das
esfinges!
(mas
se assim
é,
por
que se
evapora
o
fantasma,
a
chimera,
e
a
esfinge,
e
deixa
destruir
a
casa,
em
que
habitava,
e
que
nada
as
oflemlia?!)
que
a alma
não
é
outra
coisa,
senão
a
faculdade
de
sentir,
e
de
pensar,
e
que
não
ha
maior
absurdo,
do
que
fazer d’
esla
faculdade
um Ser Espiritual»!
(Então
por
que
perde
o corpo
esta
faculdade
depois
de
morrer!
E
’
porque
a
faculdade se
re
tira?
Para
onde?
Quem a
faz
retirar!)
Dizem
outros
tilosofrastos:
que
quem
afirma,
que
«o
homem
é livre,
subtrae-o
ao
poder
de
Deus!
que
o
homem
não
passa
de
ser
um
automato:
que
é
uma
machina produzida
pelo
Geomeiro
eterno,
feita
como o
são
todos
os
outros
animaes!
que
no
seu
interior
nada
ha,
que
o distin
ga
d’
eiles:
que
iiào
ha
provas
filosóficas,
que
induzam
á
crença
da
immorialidade
da
alma;
e
que
é
diílicil conceber
que
uma
coisa
que teve
principio,
não
tenha
fim!!»
Quede
absurdos,
que
de
paradoxos,—que
de
delírios!!
Se
passarmos
d
’
aqui
para
as maximas
de
morai
d’estes
satrapos
scientificos,
que
vèinos?
vèmos
que
Platão, chamado
por
antenomasia
o
divino,
tinha
por
coisas
le
gitimas
os
amores
masculinos,
e
a
com-
munidade
das
mulheres!
Que Gicero
apro
vava
a
vingança!
Zenon,
o
suicídio:
Sene-
ca,
a
prostituição; e outros o.
infanticídio,
o adultério,
e
o
assassínio!
O virtuoso
Ca
tão
collocava
o
summo
bem
na
embriaguez,
da
qual, no dizer
d
’
Horacio,
seu panegiris-
ta,
tirava
toda
a
força
da
sua
alma,
e
da
sua
virtude!!
Será
mais
justa,
mais
espiritualista,
e
racionavel
a
moral
dos
pensadores
moder
nos?
Ora
vède:
Algumas
das
sentenças
saídas
das
boccas
e
das pennas dos
orá
culos
philosoíicos
do século
passado,
e
do
presente
«é
unicamente
nos
prazeres
dos
sentidos,
que
se
acha
a
felicidade
positiva:
é porisso
e
sobretudo,
que
o
corpo
se
de
ve
tornar
feliz:
é só
a
utilidade
quem
iaz
as
virtudes
reaes:
o
pudor
não
passa
de
uma
mascara
inventada pelas
mulheres
pa
ra
mentirem,
e enganarem
o
homem
com
mais
segurança:
o
matrimonio
deve
ser
olhado como
o
supplicio
dos
casados
e
como
a
fonte
das
suas infelicidades,
e
des
graças,
e como
um
pacto
contrario
á
na
tureza:
nada menos
lilosoíico,
do
que
o
respeito
dos
filhos
aos
paes:
a
amisade
é
um negocio de
interesse:
a
rasão
não vê
coisa
alguma
que
offenda as leis
da
natu
reza
no
concubinato,
e
no
adulleiio,
antes
ao
contrario
as
mulheres
devem
ser
com-
muns!
a utilidade dos
juramentos
é um
verdadeiro
prejuiso...» etc.
A
filosofia
puramenle
humana
do
tem
po
presente,
comquanto,
ás
vezes,
de
ele
vada
assim
do
materialismo,
não
faz
mais
honra
á
moral
com
os
seus
sistemas.
Se
exalta
o
homem
confundindo-o
com
a
Di
vindade,
também
o degrada
collocando
o
ao
uivei
do
verme,
da
pedra,
e
do
lodo!!
Taes
são
os
raios
luminosos
da
luz de
todas
as
luzes,
e
as
respeitáveis
decisões
da
aucloridade
das
auctoridades,
da
unica
auctoridade.
Querem
conhecer
os homens, e
as
doctrinas?
Deixem
a
academia,
o
portico,
e
o lyceu;
deixem
os
compêndios
do
ra-
cionalismo,
estudem
a
sciencia
chrislã:
dei
xem
Platão,
Zenon,
Aristoteles
e
Renans;
estudem
a
doctrina
do
Filho
de
Deus,
e
Deus Elle
mesmo:
Elle
é
que é
a
Luz
das
Luzes,
luz,
que
iiumina a
lodos
os
homens
que vem
a
este
mundo:
«Pytagoras, e Pla
tão
(diz
Viclor
Hugo;
foram
archotes,
mas
Jesus
Chrislo
é
o
dia».
Estudemos
a re
ligião
que
professamos;
lêde
n
’esse
livro,
em
que
os
infantes
aprendem
os primei
ros
rudimentos
d’
ella,
porque
ahi
achar-
mos
a
solução
de
todas
as
questões
de
vi
da,
e
para
a
vida, e
de
morte,
e
para
a
morte.
Sim:
pergunlae
ao
christão,
d
’onde vem
a
especie
humana?
elle
vos
responderá:
perguntae-lhe
para
onde
vae?
elle
vos
res
ponderá:
perguntae-lhe
como
vae?
e
ell
voi-o
dirá.
Perguntae
ao
menino
christão,
e
christãmente
educado,
porque
existe
'no
mundo,
e
que
será
feito
delle.
depois
da
morte?
e
ouvireis
respostas
sublimes!
Elle
vos
dirá:
«estou
no
mundo,
porque
Deus
me
creou
para
lhe
dar
gloria
na
terra,
e
no
ceu,
depois
d
’
esta
vida!...
Origem
do
mundo,
origem
da
especie,
ques
tão
de
raça,
destino
do
homem
n
’
esta
e
na
outra
vida,
relações
do
homem
para
com
Deus,
deveres
do
homem
para
com-
sigo,
e
para
com
o
seu
similhante,
direi
tos
do
homem
sobre
a
creação...
o christão
sabe
tudo,
não
ignora
nada.
Não será
mais
nobre
a
nossa
origem
tendo
saido
do
barro amassado pelas
mãos
de
Deus, e
animado
por
um
sopro
divi
no,
do
que
tendo
saido
da
fecundidade
da
terra,
tão
pouco
fecunda,
que
produziu
uma
só
vez,
e
que
nunca
mais
produ
ziu?
Não
será
mais
nobre
a
obra
saida
das
mãos
de
Deus
immediatamenle,
do
que
a
procedente
da
degeneração
do
maca
co
(como
dizem
os
macaqueiros,
e
maca-
queadores
da
escola
macaqueira,
ou
do
diabo
Asmodeu?!)
Tantas
aspirações
para
as
grandezas
da
terra
sem
consideração
da
baixeza
da
ori
gem,
que
se attribuem!
Tantos cuidados,
tantas
fadigas,
tanto
barafustar
para
cada
um
achar
a
felicidade;
tanta
ancia
para
progredir
no caminho
d
’ella,
sem
que
nunca
se
contentem;
e
nem
uma ideia
de
que
este
desejo
incessante
é
um signal
evidente
de
que
o
que
se
procura
não
está
n
’
esle mundo,
e
de
que
o
sopro
de
vida
saido
da
Bocca
de
Deus
é
uraa
res
piração,
que ha
de
tornar
para
onde
veio,
se
fôr
purificada
como
Elle
dispôz
que
o
fo§se?!
Tanta
cegueira
no
meio
de
tantas
lu
zes,
para
não
vèr
o
Espirito
que
nos
ani
ma,
que
nes
accorda,
e
vivifica,
depois
do
sornno,
e
que
nos
deixa
sem
vida
quan
do se
atizenla!
Tantas
duvidas,
e
tantas
diíficuldades
para crer na
resurreição,
e
na
immorialidade;
e
nenhuma
explicação
sobre
a
reproducção
da
.especie,
sobre
as
melarfoses
da
natureza
animal,
e
vegetal,
e
sobre
tantos
fenomenos
admiráveis,
que
diariamente
presenceamos!!
Tantos
sonhos
dourados,
e
fantásticos,
que
nos
desorientam,
e
envilecem,
e
que,
quando
realisados, não
tem
mais
duração,
do
que
o
lumo;
e
ha
quem
despreze,
e
não
creia,
nem
queira
olhar para
o
ceu,
e
dizer
a
si
e
comsigo:
aquella
é a Pa-
tria
para
que
eu
nasci,
ê
aonde
habitarei
para
todo
o
sempre
cheio
de
gosos
imper
turbáveis!!
Não
será
este
sonho
(quando
sonho seja)
preferível
a
todos
os
sonhos
de
delicias
terrestres?
Não será este
o
maior brasão,
de
que
o
homem
póde
van
gloriar
se
neste
mundo?
Prefemáo assi-
milhar-se
com
os
brutos?
Prefirirá
a
ter
ra
ao
ceu,
as
trevas
á
luz,
os
vicios
ás
virtudes,
e
a
mesma
incerteza da
eterni
dade
de
tormentos,
á
incerteza
de uma
eternidade
de
bemaventuranças;
e,
dada
a
certeza
em
ambas,
optará
pela
primeira?!
Que
perdes
tu,
christão,
ou
homem,
em
viver
segundo
a
Lei
de
Chrislo,
e
em
amar
a
Chrislo?!
Que perdes
n
este
mun
do,
e
quanto
perderás,
não
o
amando,
nem
cumprindo
a
sua
Lei, que
é
toda
d'amor?!
Pois
nem
sequer
te
lembras
de
que
lodo
o
jogo,
em
que
se não
póde
perder,
e
se
póde
ganhar
muito,
é
o
jogo
mais
segu
ro,
e
que
este
jogo
para
todos
está
fran
co,
e
aberto?!
Enlrae
n
’
elle
emquanlo
é
tempo,
pa
ra
que
não
succeda
que
o Banqueiro
se
retire
com
as
cartas,
fechando-vos
as
por
tas.
José
de
Freitas
Ainorítn
Barbosa.
Coiií*--die
novembro,
(Do
nusso
correspondentei.
Acaba
de
passar
na
estação
d’
esta-
ci
dade.
(I hora
da
tarde)
S.
M.
El-rei,
a
Rainha,
D.
Augusto
e
os
príncipes, em
direcção
ao
Porto.
A
familia real
era
esperada
na
gare
peio
snr.
governador
civil, bispo-conde,
reitor
da
Universidade,
administrador
do
concelho,
commandaute
da
divisão
e
oíliciaes,
empregados
públi
cos,
a
academia,
na
a
quasi’
(.totalidade,
e
muitos
populares.
Quando
o
comboio
real
appareceu
na
ponte,
em
frente
de
Coimbra, repicaram
os
sinos
de
todas
as
egrejas,
subiram
aos
ares
numerosos
fogueies,
e
tocaram
o
hymno d
’EI-rei
as
phiiarmonicas
da
terra.
Na
gare,
enfeitada
de
festões
e
ga
lhardetes,
foram
dados muitos
vivas
á
fa
milia
real,
á
casa
de
Saboya
e
á
liberda
de.
Estes
vivas
eram
levantados
e
corres-
p
!f
ididos
pela
academia
com
delirante
en-
thusiasmo.
Agora
uma observação.
Ha
dias,
quan
do
aqui
se
recebeu
a
noticia
do venci
mento
das
eleições
em
França
pelos
re
publicanos,
fez
ella,
a
briosa,
uma
estron
dosa
manifestação
pelas ruas
da cidade,
como já
disse
para
ahi,
dando
vivas
en-
thusiastas
á
republica,
á
igualdade
e
fra
ternidade
humana,
á
democracia,
a
Gam-
beta,
etc.
Agora,
os
mesmos
segeitos
dão
vivas
calorosos
á
monarchia
ue
Bragança,
a
El-rei,
etc.
Perguntamos:
Quaes
são
os
que
tem
importância?
Os
verdadeiros
e
sinceros,
nascidos
da
consciência
e
con
vicções
in
balaveis
?
Cremos
que
nem
uns
nem
outros.
O
que
se
pretendia
era
um
feriado
para
segunda
feira,
(não
contentes
só
com
o
de
hoje). Effectivamente
S.
M.
depois
de
conferenciar
com
um
dos
ministros,
que
o
acompanhava,
concedeu
■
feriado
á commissão
académica
que
o
foi
cum
primentar.
Notemos
de
passagem
que
ha
mais
de
oito dias,
não
ha
aulas.
Os
dias
que
ha
via
intercalados nos
de
gala
e
nos dos
Santos e
Fieis,
foram
empalmados,
e
as
aulas
da
Universidade,
depois
de
se
te
rem
aberto,
conservaram-se
assim
quatro
dias
e...
tornaram-se
a
fechar!
Dá-se
a
mesma
scena,
que
se
repre
sentou
por occasião
da
chegada
do
prín
cipe
de
Galles.
N
’
essa occasião
accusou-se
o
presidente
do
conselho
por
causa
do
escandalo
de
tantos
feriados;
e
agora
quem
accusam ?
Na
Universidade
ha
aulas
que
ainda
não
abriram
por
falta
de
lentes
que
as
rejam,
os
quaes
estão
empregados
em
commissôes.
Isto
assim
não
póde ser,
porque
nada
se aprende;
e
uma
formatura
aqui
é
uma
mentira.
Não
se
estuda
nada.
Era
aqui
o
logar
de
tratar d
’este
assum
pto,
mas
deixamol-o
á
competência
dos
jornaes
d
’
esla
cidade,
que
começam
a
occupar-se
d’elle e
promettem
continuar.
Agrada-nos
esta
soliicilude.
e
bom
seria
que
os
collegas
em
vez
de
trazerem
ás
vezes
á praça
publica
a
reputação
de
cada
um,
e
de
se
conspurcarem
com
insultos
indecorosos,
se
coiligassem
n
’uma santa
cruzada
contra
esta
decadência
intellectual
e
scientifica.
Aproveitamos
esta
occasião
para
agra
decer
aos
jornaes
de
Coimbra,
que, ou
copiaram
a
nossa ultima
carta, na parte
que
dizia
respeito
ao estado
do
lyceu,
ou
a
ella
se
referiram
com frases
amaveis.
—Já
na
minha
primeira
carta
d
’
este
anno lectivo
me
referi
ás
troças
e
as
com
bati
pelos maus
resultados
que
sempre
traziam
comsigo. Um
d
’
estes
dias
um
des
ses
bandos
de corujas nocturnas atacou,
ao
Jardim Botânico,
um
novato
de
Direi
to,
a
quem
foi
cortado
o
cabello,
resul
tando
d’
esta
violência
graves
ferimentos
na
cabeça e
em
tolo
o
corpo.
Isto
não
é
brincadeira.
E
’
um crime
que
merece
um
castigo
severo.
O
ferido
é
um
dos
mais
pacatos
filhos
da
Universidade,
e
não
sendo
calouro
es
tava
ja
isento
d’eslas
emboscadas e
per
seguições
dos
corujas.
Cremos
portanto
que
houve
proposito
reservado.
Chamamos
para
este
facto
as
attenções
das
respectivas
auctoridades. E
faremos
mais
uma
observação
aos
nossos
irmãos
académicos.
Como
se
combinam
esses
vi
vas,
que
ha
dias
deram
á
republica
fran
ceza,
proclamando
os
princípios
da
igual
dade
e
fraternidade,
com
esse
barbaro
costume
das
troças,
que
todas
as
noites
ahi
promovem? Neste
sentido
está
ela
borado
um
manifesto á
academia, feito
por
um
estudante,
e
que'
mandarei
em
breve.
—
Está
publicado
o Io
tomo
das
In
stituições
de Direito ecclesiastico
de
Schenkl,
traduzido
pelo
snr.
dr.
Chaves,
leme
da
cadeira
de
Direito
ecclesiastico
da
Univer
sidade
de
Coimbra.
E
’
um
livro
de muito mérito.
—
Temos
entre
nós
para
a
semana a
celebre
tragica
Giaccinta
Pezzana.
para
classificar
a
qual
os
jornaes
de
Lisboa
se
declararam
em
quebra
de
adjectivos.
Dará
duas
únicas
representações
no
theatro
de
D.
Luiz.
Diremos
do
desem
penho.
—
Tem
saido
para
o
Porto
grande
par
te
da
academia,
que se
reuniu
para
se
fazer
representar
na
grande
solemnidade
da
ponte
do
Douro.
Os
differentes comboios que aqui
tem
passado
vão
repletos
de
gente.
Bacharel
—
José.
íizetilk
Í
Intiugurafão
dn
nova
ponte
de
ferro
sobre
o
Dmiro.—
Verificou-
se
ante-hontem
a
inauguração
da
nova
ponte
de
ferro
sobre
o
rio Douro.
Aguardamos
os jornaes
do
Porto,
para
d’
eiles extraclarmos o
que
escreve
rem
de
maior
importância
ácerca
d
’
este
aconiecimeqlo.
No
entretanto,
para
satisfazermos
em
certo
modo
a
curiosidade
dos
leitores,
vamos
dizer
duas
palavras
a
esse
respeito,
devidas
aos
apontamentos
que
nos
minis
trou
um
nosso
amigo.
A nova
ponte
é
na realidade
uma
grandiosa
obra
d’
arte,
n
’
aquelle
genero
a
maior
de
que
ha
conhecimento,
e
faz
honra
á
casa
G.
Eiífel
&
C.
a
e
aos
en
genbeiros
cujos
nomes, Mrs.
Noguier,
G.
Eiífel,
e
Angevere,
passarão
á
historia
como
de
homens
de
mérito.
Sobre
esta
obra
monumental
nada
di
remos
hoje;
restringimo-nos
ás
impressões
do nosso amigo
acima
alludido.
A
funcção
começou
uma
hora mais
tarde
do
que
a
annunciada
nos
program-
mas.
Dota MIundos»
—
A
erapreza
d’
este
magnifico
jornal
preveniu
os
seus
assignantes
de
que,
por
ter
de dar
o
re
trato
fiel
do
fallecido
escriptor
Alexandre
Herculano,
havendo porisso
inutilisado
duas
gravuras,
não
poude
distribuir
a
tempo
o
n 0 2
do
mesmo,
o
qual
apparecerá
por
estes
dias
Hovo
horário
do
correio.
—
Do
ravante
chega
o
correio
ás II
h. 25
m.
da manhã
á Direcção,
a
qual
estará
fechada
durante
o
apartamento
e saida dos
cartei
ros,
depois da
qual
fica aberta
até
á
1
hora da
tarde,
—
tempo
em
que
se
recebe
a
correspondência
para
o
expediente
do
sol
e do
correio que
vae por
Barcellos
para
o
Minho,
fechando-se
outra
vez
a
reparti
ção.
A
’
noite
chega
o
correio
cerca
das
7
h.:
feito o
apartamento
fica a
repartição
aberta
por
espaço
de meiaj
hora,=pouco
mais
ou
menos até ás
8
e
meia
Comiuemoraçâo
do»
íleia
de-
funeto».
—
Na
sexta-feira,
2
do
corrente,
pelas
9 horas
da
manhã na
capella
do
Paço
Archiepiscopal celebrou
as
tres
mis-
sas,
sendo
uma
cantada,
o
revd.®
padre
João
Rebello
Cardoso
de
Menezes,
haven
do
no fim
um
responso pelas
almas.
Assistiu
a
este
aclo
todo
o
Seminá
rio
e
o
ex.
m
®
snr.
arcebispo
Primaz.
Doí»
de
novembro.
—
N
’
este dia,
e
mormenle
na
tarde
do
anterior, foi
gran
de
a
concorrência
de
fieis
ao
cemiterio
jublico.
Quasi
todos
os
jazigos
se
achavam
com
uzes,
e
adornados
com
flores
e
outros
objectos
simbólicos.
Na
tarde
do
dia 1
a R.
Irmandadb
da
Misericórdia
fez
alli
procissionalmente
a
sua
visita,
a
qual
assistiu
também
o
snr.
governador
civil
aí»
pno
dos
pobres».
—
Temos
re
cebido
os
fascículos
publicados
d
’
este
bo
nito
romance
de H. Perez
Escrich,
edi
tado
pela
acreditada
Bibliolheca
do
Cura
de
Aldeia, proprietário do
snr.
J. A.
Lei
tão.
Agradecemos.
Fatleeíinento.
—
Depois
de
pompo
sos
olficios
fúnebres, celebrados
no
tem
plo
dos
Congregados,
deu-se
á
sepultura
o
cadaver da
exc.rna D.
Olivia
da
Nati
vidade
de
Sousa
Rebello,
cunhada
do
snr.
dr.
Antonio
José
Pinto da
Costa
Rebello,
a
quem,
assim
como
a
sua
illustre
famí
lia,
enviamos
pesames
No
seti
testamento
dispõe
o
seguinte:
deixa por
universal
herdeua
de
toda
a
sua
herança,
sua
irmã D. EI
vira
de
Sousa
Re
bello,
residente
no
convento
de
Aveiro,
e
na
sua
falta,
quando
não
queira
acceitar,
a
outra
sua irmã
D.
Carolina
de
Souza
Ribeiro,
viuva,
residente
no
mesmo
con
vento;
a
Dainiana
do
Carmo,
viuva,
mo
radora
n
’
esta
cidade
I$í)00 reis
mensaes
e
toda a
sua
roupa
de
uso,
tanto da
ca
ma como
de
vestir:
a
sua
irmã
D.
Ca
rolina de Sousa
Rebello
a
quantia de
400^000
como
reconhecimento
pela
fineza
que
lhe
fez
de
não
receber
juros
d
’
uma
quantia que
lhe devia; a
seu irmão
Albino,
metade
da
quantia
que
lhe
deve
seu
irmão
Augusto,
perdoando
a
este
a
outra
mela
de;
a
D.
Felizmina
Rosa
Leite Kodrigues,
viuva,
moradora
na
rua
das
Aguas,
a
quantia
de
loOáOOO
reis,
e
a
sua
tilha
D.
imiliana
Francisca
Leite
Rodrigues,
cotn
ella
moradora,
toda
a
roupa
da
cama
me-
hor
e
o
seu
ouro,
á
excepção
d
’
um
bra
celete;
a
D.
Maria
dos
Prazeres
Sá Pinto
Solto-Maior,
de
Vianna,
o
seu
bracelete
de
ouro,
a
quantia de
1.100$000
reis
e
to
das as
colheres
de prata,
sendo
7
de
so
pa,
9
do
chá
e
uma
grande
de
sopa;
á
sua creada Carolina
de
Jesus,
se
por
oc
casião
da
sua
morte
estiver
em
companhia
d
’
ella, 50$000
reis;
a
sua
irmã
D.
Ade-
aide
Julia
de
Sousa
Pinto
Rebello,
uma
jandeja
de prata
e
uma
toalha
de
damas
co
branco;
ao seu
afilhado
Arlhur,
filho
de
Manoel
de
Sá
e Sousa,
negociante
da
rua do
Souto,
a
quantia
de
500^000
reis;
ao
seu
atilhado Albino,
filho
de
José
Fer-
reira
da
Fonseca,
da
rua
de
S.
Faustino,
30$000
reis.
Declarou ser devedora
a
seu
compadre
Manoel
da
Silva
e
Sousa,
negociante
da
rua
de
Souto,
da
quantia
de
I27$OOO
reis;
a
sua
itmã
D.
Carolina
de Sousa
Rebello,
100$000
reis;
a
sua
irmã
D.
Adelaide
Ju-
ia
1.200:000
reis.
Deixa
ao
Abrigo
da
Regeneração
a
quan
tia
de
200$000
reis.
Nomeia
por
seus
testamenteiros,
em
primeiro
logar,
a
seu cunhado
o
dr.
An-
lonio
José
Pinto
da
Costa
Rebello,
em
segundo
a
seu
cunhado
Antonio Augusto
de
Sousa,
da
freguesia
de S.
Fins, e
áquelle
que
tomar
conta da
testamentaria
500$000
reis.
O
chefe
do
Estado
e
sua
augusta
es
posa
e
filhos
desceram pela
Calçada
dos
Clérigos,
depois
do
meio
dia.
Todas
as
ruas
do
transito
tanto
para
o
Douro,
como
na
volta
de
Campanhã,
estavam
adornadas
vistosamente,
sobresaindo
entre
ellas
a
da
Calçada
dos
Clérigos, e
Santo
Antonio.
O
concurso
de
povo era
enormíssimo,
notando-se
em
todos
os
rostos
mais
cu
riosidade
do que
enthusiasmo.
O
nosso
informador,
que
não
é
aris
tocrata,
mas
que gosta de
ver
a
realeza
assistir
a
festas
d
’esta
ordem
com
a pom
pa
e
fausto
proprios,
esperava
encontrar
mais
apparato
no
vestuário
do imperante
E’
provável
que
os
conselheiros da
corôa,
no
afan
de
a
democratisarem,
aconselhas
sem
aquella
modéstia,
=*modestia
que
har-
monisava
com
a
do
primeiro
carro
que
precedia
o
chefe
do
Estado.
Nelle era
conduzida
provavelmente
uma
das
primei
ras
auctoridades
do
Porto.
Ia
na
boleia
do
tal
carro
um
sugeito
que
trajiva,
não
á impropriamente,
mas
indecentemente!
Depois
da
1
hora
da tarde
procedeu
-
se
á bênção
da ponte, vindo
o
Prelado,
acompanhado
de
diminuto
cortejo
e
com
a
cruz
alçada, até
ao
centro
da
mesma.
Por
2
horas passou
a primeira
locomotiva
conduzindo
o
Snr.
D.
Luiz.
Apparato
da
mesma,
zero.
Seguiram-se
depois
mais
al
gumas.
Na
estação serviu
se
ura
lunch
ao
chefe
do Estado
e
convidados,
e
depois
outro
a
todos
os
empregados,
o
qual
se
prolon
gou
até
muito
tarde.
Ao
anoitecer
era
já
numeroso
o
povo
que
pelas
avenidas
da
ponte
e
serra
do
Pilar
procurava
logares
d
’
onde
commoda-
mente
podesse
disfruclarofogo, tão
apregoa
do
pela
imprensa,
e...
pelos
vendedores
de
jornaes.
O
fogo
começou
ás
9
horas
e
acabou
antes
das 11.
Todos
esperavam
ver
a
ponte
illutni-
nada
de modo que
causasse
verdadeira
surpreza.
Desapontamento enorme
Os pou
cos
focos de luz
—
talvez que
o
fio
con-
duclor
do
fogo
não
chegasse
a
todos—que
appareceram
no
arco
e no
taboleiro,
foram
para
logo
envolvidos
em
nevoa
e
furna-
rada,=que
ainda
assim tanto
uma como
outra
quiçá
fossem providenciaes para
en-
cubrir
as
muitas
faltas...
de
luzinhas
Reconhece-se
a
difficuldade
de
collo-
car
na
ponte
os
focos
de
luz; mas
parece
que
se
em
logar
do
sistema
preferido
il
luminassem
com
faroes
de
alcatrão
todo
o
taboleiro
e
varandim,
conseguiriam
effeito
muito
e muito
superior.
Quanto
ao
fogo,
especialmente
do
ar,
era
do
ordinário.
O
vulgo
achou-o
tão
maravilhoso
que
gritava: ora
o
de
Senhor
de
Mathosinhos
foi
melhor
no
anno
de
tal;
o
da
Apparecida
era
muito
melhor,
etc.,
etc.
O
director
foi
infeliz
na
collocação
do
fogo
brilhante,
aproximando-o da
pon
te;
pois
em
razão
do
fumo
e
da
nebrina
não
se
poude
gosar
a
alguma
distancia
apenas.
O
bouquet
hnal
foi surprehendente; po
rem
como
se
dizia
que
elle constava
de
9:000
foguetes,
o
povinho
ficou
muito
tempo
á
espera
de
que
se
completassem
aquelles
milhares,
etc.
Diz
o nosso informador
que,
vistas de
qualquer
ponto
elevado,
as illominações
particulares
produsiam
um
effeito
verda
deiramente
bello:
—
do
Seminário
Velho
até
ao
rio,
e
descendo
da nova, ponte
até
á
velha
era
encantador.
Do
lado
opposto
descubria-se
a
cupula
da
egreja
da serra
lindamente
illuminada:
notava-se,
porem,
falta
de
illuminação
nas janellas
da
mesma.
No
fim
do
fogo
toda a
serra
apresen
tava
um
aspecto
arroubador.
Da
pesada
escuridade em que
até
en
tão
jazêra,
começaram,
como
por
encanto,
a
appaiecer
milhares
de
luzes
de
archo
tes
e
lanternas,
movendo-se
em
varias
direcções,
—
o
que olferecia
um
especta-
culo
maravilhoso.
A este
coirespondeu
aquelle que apresentavam
os barcos,
que
em
grande
numero
se
achavam
no
rio,
a
pouca
distancia da
ponte,
e
os
quaes
lambem
logo
que
terminou o
fogo
se
il-
luminaram.
Diz
o nosso
informador
que,
se
o
fogo
tão
apregoado
foi
apenas
uma
burla,
ou
tro tmto
se
não
póde
dizer
do
modo
por
que
os
particulares
demonstraram
a
sua
alegria
por
este acontecimento;
pois
é
occioso
dizer
que,
todas as
habitações
so
branceiras
ao
Douro,
desde
o
palacio
sumptuoso até ao
mais
pobre
casebre,
se achavam
illuminados.
O
numero
dos
forasteiros
que
affluiram
ao
Porto
para
presenciarem
tal festa
cal
cula-se,
sem
o
menor
exaggèro,
em
trinta
mil
.
Outro.
—
Falleceu,
ha
dias,
na
sua
casa
em Maçada,
o
revd.
0
snr.
padre
Francisco
Ignacio da Costa Ribeiro
da
Cruz, sacerdote muito
estimado
pelas
suas
bellas
qualidades.
Apertamos
a
mão
aos
snrs.
padre
Igna-
cio
Ribeiro
da
Cruz,
e
Estevão
da Costa
Ribeiro
da
Cruz,
irmãos
do
illustre
fi
nado.
Revista
de
TEieoIogia
—Distribuiu-
se
o
n.°
6
d
’
esta
Revista,
cnjo
somma-
rio
é:
O
Sermão
do
Monte,
ou
o
codigo
ci
vil
dos
christãos,
pelo dr.
Moita
Veiga;
O
clero
catholico
pelo
dr.
Menezes;
Mono-
theismo
—
Falta
de clero,
pelo
dr. Lino.
Annivernario
jorainltstien.
—
En
trou
no
segundo
anno da
sua
publicação
o
excellente
jornal
«O
Catholico»,
que
sae
na
cidade
d
’
Angra
do
Heroísmo.
Felicitamos
cordealmente
o
collega,
a
quem
desejamos
venturosa
e
prolongada
vida
Ijibersiiignio
Dnsmasearado.
—
O
I.
°
vol. do
Liberalismo
desmascarado,
cuja
recepção
já
annunciamos.
é
uma
obra
que
ficará
completa
em
2
volumes.
O
1.°
contém
duas
partes—
a
Banca-
rota
do
Liberalismo
(de
que
os
leitores
do
«Commercio
do
Minho» já
viram
hi
tempos
preciosas
amostras),
eo
Liberalismo
Calholi-
co,
—
tratado
magistral
em
que
apparecem
dois capítulos,
devidos
a
penna
do
revd.0
padre
Ramière, que nada
deixam
a
desejar.
Os outros
dons
de
que
se
cotnpõe
esta
2.
a
parte
do
Liberalismo
desmasca
rado,
também
são
preciosos,
o
1.®
como
introducção
e
o 4.°
dirigido
aos
modera
dos.
Ambas
estas
partes
são acompanha
das
de
notas
importantes
e
quasi
sempre
de
um
interesse
palpitante,
como
por
ahi
se
costuma
dizer.
Além
disso
ha ein
appendice
contendo
6
grandes
nolas
:
!.
a
a
proposito
do
direito
divino
e
da
Soberania
popular;
2.
a
do
que
é
liberalismo
e liberal;
3
a
da
educação
e
do
ensino
das
duas
procedências—
liberal,
e
citholica;
4. a
da
religião
e da política;
5.
’
dos
padres Lacordaire,
Ventura.
Rosmini,
Gioberli,
etc.,
(em
resposta
a
dous
«críticos»
—
o
snr.
visconde
de
Algés
e
o
redactor
do
«Conimbricense»);
6.
a
finalmente,
a
proposito
de
Monlalem-
bert.
N’
estas
ultimas
notas
refutam
se
mui
tas
opiniões
erróneas
de uma
grande
parte
dos
nossos
escriptores
iiberaes.
Quasi
todo
o
jornalismo
da
seita
em
J
ortugal
é
chamado
a terreiro.
Veremos
se
acode
por si,
on se
faz
a
conspiração
do
silencio,
o
que
é
mais
commodo
e
mais
provável.
Sermões do
Advento
u
i
do
s"u^o.
—
Nas
primeiras
3
domingas
do
Advento
haverá
na
capella
do
Paço
Archiepiscopal
Torcia
e
Missa
cantada,
e
no
fim
sermões, pregados:
Na
1.
a
dominga,
pelo
collegial Pedro
Gonçalves
Sanches,
—
sobre
o Juizo
Uni
versal;
Na
2.
a
dominga,
pelo
collegial
Manoel
Gonçalves,
—
sobre
a
Divindade
de
Christo;
Na
3.a
dominga,
pelo
collegial Joaquim
Antonio
da
Silva,
—
sobre
a
Penitencia;
M»>to
been.
—
Da
«Palavra»:
Até
que
(inalmente
a
maçonaria,
que
ainda
ha
pouco,
em
Coimbra, pediu
a
iniciação
de
padres
pelo
orgão
do
Ir.
’.
Oito,
declata
na
llalia
guerra
aberta
aos
padres,
e
quer
prohibir
que
se
lhes
com-
munique
a
luz
(a
todos
os
padres
!
.
.
.
Deus
o
queira.
—
E note-se
que
a
maçona
ria
«é
a
mesma
em
toda
a
parte»—
e
uma
só).
Atteodam
!
No
7.°
fascículo
da
Revista
delia
Mas-
soneria
Italiana,
impresso
ha
poucas
se
manas,
a pag.
193,
n
’
um
artigo
intitulado:
—
Os
padres
devem
ser maçons?
—
tendo
por epígrafe:
—Adversas
hoslem
oelerna
au-
clorilas
esto,
lêmos
com
grande
contenta
mento
nosgp,
o
seguinte:
«O
padre
não
póde
ser
maçon;
porque
tudo
quanto
conslitue
a
vida
do
padre
constitue
a
morte
da
maçonaria.
Nós
es
peramos
que
as
lojas
maçónicas
(de
todo
o
mundo)
sanccionarão
o
principio
da
sua
exclusão
absoluta:
—
11
prele
non
puó
essere
massone.
Imperoche
ciò
che constiluixe
vila
del
prele
conliluixe la
morte
delia
massoneria
Noi
speriano
che
le logg'-
e
massoniche
sanzioneramo
il
principio
delta
sua
esclusione
assolulav.
Diz
mais a
Revida delia
massoneria
que
um
padre
maçon
não
póde
deixar
«e
ser
um
infame
hypocrila
ou
um
palerma,
e
n
’isto achamos
lhe
toda
a
razão.
Tomamos
a
liberdade
de
perguntar
ao
nosso
«Diário
de
Noticias»
e a
outros
que
taes
o que
lhes
parece d
’
esta
linguagem
da
Revista.
Porque
não
hão
de
fallar
francamente
a
este
respeito,
ao
menos
uma
vez
na
vida, como
o
conde
de
Villa
Flôr
e
o
dr.
José
de
Moraes
fallaram fran
camente
sobre
«padres liberaes»,
e
agora
a
supradita
Revista
sobre
«padres
ma
çons.
?
Fallera,
senhores,
desembuchem
!
Ao
lr.\
Otlo
dirigimos
um
convite
especial
O
que
lhe
parece
da sentença
dos
Ir.*.
ilalianissimos
?
Pergunte
também
ao seu
amigo
dr...
S...
Cuerra
do
Oriente.—
Os últimos
lelegraminas
relativos
á
guerra do
Oriente,
são
os que
seguem:
Londres
31
—
0
«Globo»
publica
um
telegramma
de
Constantinopla,
annunciando
correr
alli
o
boato
de que
Orkanie
fóra
tomada pelo»
russos,
que
teriam
feito
prisioneiros,
a Chevket-Pachá
e
a
milha
res
de
turcos.
Outro
telegramma
de
Chum-
la,
publicado
pelo «Times»,
diz
que
o
ul
timo
combate
em
Kadikioi
foi
mais
impor
tante
do
que se
annunciara
Uma
divisão
russa
atacou
a ala direita
turca,
mas
foi
completamente
repellida
do
Lom.
S.
Petersburgo
31
—
0
«Goles»
publica
um
despacho
de
Kighysman
á
administra
ção
russa.
Romperam-se
as negociações para
a
rendição
de
Kars.
A praça,
completamente
bloqueada,
está
sendo
novamente
bombar
deada.
Londres
1 —
0 «Daily
Telegraph»
diz
que
retirarem
os
turcos de
Hafsan
Kalé
foi-lhes
cortada
a reclaguarda,
ficando
dois
batalhões
prisioneiros
dos
russos.
As
perdas
d
’
estes
são
insignificantes.
0
exercito
turco
occupa
posições
for
midáveis
a éste de
Erzeroum.
0
general LorikofY
foi
nomeado
gover
nador
provisorio
da
Arménia
turca.
Paris
1
—
0
«Temps»
publica
um
des
pacho
do
seu
correspondente
de
Vienna
avisando
que
o
embaixador
em
Berlim,
foi
chamado
a Gorny
Studon
e
que
esta
noticia
causou
sensação,
pois
se
acredita
que
a
Allemanha
pensara
em
intervir
a
fa
vor da
paz
com
a
Rússia,
se
esta
a
pre
ferir
para
tal
projecto.
Bogot 31—
Nos
combates
de
Gorny,
Duboriak
e
Telisch
os
russos
tomaram
7
canhões
e
aprisionaram
7:000
turcos,
dos
quaes
2
Pachás
e
200
ofliciaes.
Chevket-
Pachá
fugiu
de
Radomutz
cuja
ponte
está
occupada
pelos
russos.
A
nossa
cavallaria
persegue
Chevktl-
Pachá.
Carabia
31
—
Os
roroanios
apoderaram-
se
dos
reductos
de
Vadim,
proximos
a
Rakowa.
As
tropas
da
guarnição
de
Cons-
tantmopla
vão
ser
enviadas para
o
theatro
da
guerra
e
substituídas
pela
guarda
civil.
Paris
2—
A
agencia
geral
russa
des
mente
a
noticia
de
que
Oubril,
embaixa
dor
da
Rússia
em
Berlim,
fóra
chamado
a
Gorny
Studen.
O
diplomata
dos
russos
vae
a
Baden
visitar
sua
mãe
que
está
doente;
a
au
sência
será
pois
de
curta
duração, regres
sando
breve
a Berlim.
Londres
2
—
0 «Times»
publica
um
despacho
de
Berám
annunciando
que
ba
probabilidades
da
próxima
tomada
de
Ple
wna.
Animam-se
os
preparativos
pacíficos
por
parte
da
Inglaterra,
a
qual
está
son
dando
as
potências
relativamente
a
um
projecto
de
mediação
baseado
no
prolo-
collo
da
conferencia
em
Constantinopla,
mas
pa'ece
duvidoso
que
obtenha bom
resultado
antes
do
acontecimento
militar
decisivo.
Paris
3
—
Roustchouk
foi
violentamente
bombardeada
pelos
russos
nos
dias
1
e
2
do
corrente.
Os
montenegrinos
preparam-se
para
ata
car
Klobuch
na
Herzegovina.
O bombardeamento
contra Spuz
come
çou
hontem.
Os
russos,
sob
o
commando
do
gene
ral
Zinunerman
ameaçam
Basardsjik
na
Dubrondh.
A TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem
despezas,
com o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVALESCIÈRE
DD
BABRY
de
Londres.
3»
an
b
»
om
«í’
invariav«l
gueeeneo
2
Combatendo
as
indigestões
(despepsia)
gastiica,
gasiralgia,
Hegma,
arroios,
amargor
na
bocca,
piluitas,
nauseas,
vomitos,
irrita
ções
intestinaes,
bexigas, dizenteria,
cólicas,
osse,
athsma,
falta
de
respiração, oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no peito,
na
gar
ganta,
do
alilo, dos
broochios,
da
bexiga,
do
fígado, dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue,
83:000
curas
en
tre
as
quaes
contam-se
a
do
duque de
Pluskow,
da
ex.
ma
snr.
a
marqueza de
Brehan,
Lord Stuart
de
Dicies, par
d
’
Io-
glaterra,
o
doutor
e
professor
Wurzer,
etç.
etc.
Cura
n.°
65:311.—Vervant,
28
de mar
ço,
1806.
—
Senhor.
—
Bemdito
seja
Deus!
A sua
Kevaleaeière
salvou
me a
vida.
O
meu
temperamento,
naturalmente
fiaco,
eslava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
que
durava
ha
oito
au
nos,
tratado
sem resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes de
vida me
restariam,
quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
Kevales-
eíère
me
restituiu
a
saude.
—
A.
B
rune
-
lière
,
cura.
Cura
n.° 78:364.—
Mr.
e
m.me
Leger,
de
doença
do
fígado,
diarrbea,
tumor
e
vo
mitos.
Cura n.°
68:471.—Mr.
Pierre
Castel-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade
de
83
annos
;
a
Kevutteseière
re
moçou-o.
«Prégo,
confesso,
visito os
doen
tes,
dou grandes
passeios
a
pé,
e
sinto o
espirito
lúcido
e
a
memória fresca.»
E’
seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car-
ue,
sem
esquentar,
economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
tixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
I
/i
kilo,
300
; de
4
/j
kilo 800
rs
;
de
una
kilo,
1$400
res;
de
2
*/
t
kilos,
3$200
reis; de
6
ki-
los,
6$100;
e
de
12
kilos,
12$00Ó
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Kevalenseière
elxacníatatia;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somuo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em caixas de folha
de
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24 cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3$200
reis,
ou
23 reis
cada
chavena.
Dl)
dS
C?
LE.UITF.D.-
Place
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres. Valverde,
1,
Madrid.
Os
pbarmaceuticos, droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos ao deposito
Central
;
snr.
Serzedeilo
&
G.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
Lisboa,
(por
grosso
e
miado):
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro.
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
^«ass-
-
4®,
J
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia, 77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
=
Aveiro,
F. E. da
Luz
e
Costa,
pharm. —
Barcellos,
Antonio
João de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
-Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Visara»»
do
Cas-
tetlo,
Aflonso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua grande.
140.
—
BtKimar&ea,
A.
J.' Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
biíva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29
e
33.
—
^eoaSe»,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Destrè
Rahir,
Rua
<
de
Cedofeita, 160;
Fontes
& C.
a
,
drogs.,
Pra
ça de
D.
Pedro,
103
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
223
a
227.-—
JPorat®
do
IA-
m»,
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoa
do
Voraisra,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valença
do
Blinho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
d®
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pliarm.
A6U0ECIMESTOS
snrs.
bombeiros
voluntários
d’
esta
cidade
e
seus
exc.mos
chefes,
aos
exc.
m
” snrs.
dr.
Jeronymo
Pimentel,
Adolpho
Pimentel,
Joaquim
Rebello,
Engenheiro
Cruz,
dr.
Cardozo
e
outros
que
se
dignáram
com
parecer
no
acto
do
incêndio
apezar
da
distancia
e
da
hora
incommoda.
Também
do
mesmo
modo
agradecem
a
todos
os
exc.
mOs
snrs.
e
snr.
a*
que
por
tam
aflli-
ctivo
motivo
os
comprimentaram
e
fizeram
seus
generosos
offerecimentos;
a
todos se
confessam summamente
agradecidos
por
taes
finezas
e
provas
de corações tam
bondosos
quanto
generosos.
Aproveitam
esta
occasião
para
declarar
que, julgando-se perdida
toda
a
casa
em
consequência
do
desenvolvimento
e
adian
tamento
do
fogo,
foi
precizo
tirar
d
’
ella
com
precepitação
toda
a
mobilia,
a
qual
em
confuzão
esteve exposta
pelos
terrei
ros
da
casa,
sendo
certo
que
não acham
falta
de
couza
alguma
digna
de
mensão,
devido á policia
que
0 digno
regedor,
coadejuvado
pelo
ill.m*
snr.
reitor e al
guns
lavradores
proprietários
de toda
a
providade
que
a
isso
se
prestaram;
e
como
este
procedimento
claramente signi
fica
a
estima,
consideração,
e
amizade
que
os
habitantes
de
Ferreiros
lhes
dedicam
por
isso novamente lhes protestam
sua
gratidão
e
reconhecimento.
Ferreiros
2
de
novembro
de 1877.
(373)
ANNUNdOS
R.
S.
<So
S3am
Jesus
da Monte.
No
dia
11
do
corrente
pelas
10
da
manhã,
será
arrematada
em
hasta
publica
no
Bom
Jesus
do
Monte
e
local
onde
se
acham plantadas,
uma porção
de
oliveiras
pertencentes
ao mesmo
Sanctuario.
A arrematação
será
feita
em
pequenos
lotes
e
nas
condições
que estarão
patentes
no
mesmo
acto.
Braga
2
de
novembro
de
1877.
O
Presidente
da
Commissão
Administrativa.
José
Maria
Rodrigues
de
Carvalho.
NOVO HORÁRIO
Manoel Antonio
de Castro Teixeira,
da
rua
da
Sé,
faz
publico,
que as
suas
diligencias
que
diariamente
tem
a
sahir
de
Braga
para
Salamon
le
ás
7
horas
da
manhã,
e
volta
ás
duas
da
tarde,
fica
sahindo
desde
0
dia 6
em
diante, de
Braga ás
9
da
manhã e
de Salamonde
ás
6.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga no
bem
conhecido Ribeiro
Braga,
e
em
Sa-
[amonde
na hospedaria
do
José
Fufu.
Braga
2
de
novembro
de
1877.
(373)
pelo
annunciante
Ribeiro
Braga.
NOVO
HORÁRIO.
Manoel
Rodrigues
Santa
Marinha
à
C.
a
Antonio
do
Couto,
da
cidade
de
Gui
marães,
fazem
publico,
que
a sua
diligen
cia,
que
diariamente
tem
de
Braga
a
Ca
beceiras
de
Basto,
a
sahir
ás 5
horas
da
manhã,
fica
sahindo
desde
0
dia
6
em
diante
ás
3
emeia.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga no
jem
conhecido
Ribeiro Braga.
N.
B.
Os
snrs.
passageiros
que
qui-
zeretn
seguir
viagem
para
Basto tem
de
tirar
bilhetes
n
’este
carro.
Braga 2 de
novembro
de
1877.
Pelos
annunciantes
Ribeiro
Braga.
(374)
Luiz
do
Valle
Campos
Barreio,
e
D.
Rita
Adelaide
do
Valle
Cunha
Reis,
não
lhes sendo
possível, como
desejavam,
ir
pessoalmente
agradecer
a
todas
as
pessoas
das
freguezias
de
Ferreiros,
Lomnr,
Avel-
leda
e
outras,
que na
madrugada
do
dia
30
de
outubro
corajozamenle
acudiram
ao
incêndio
que
houve
na
sua
casa
da
Quinta
dos
Apostolos,
0
fazem
por
este
meio
pro
testando
haver
lhes
eterno
reconhecimento
de
gratidão.
Do
mesmo
modo
agradecem
aos
José
Alves
de
Araújo,
casado,
da
ci
dade
de
Braga,
na
qualidade
de
unico
e
universal
herdeiro
que
é e
ficou
de sua
lia Maria
Jozefa
Alves,
residente
que
foi
na
mesma
cidade,
declara e
faz
publico
que,
a
dita
sua
lia
legou
e
deixou
ao
pae
delle
e
irmão
d’ella,
por
nome
Fran
cisco
Alves,
da
freguezia
de
S.
Martinho
de Dume,
desta
comarca,
de
Braga,
a
quantia
de
120
reis
diários em
quanto
vivo,
e
que
ninguém
faça
contracto
algum
sobre
0
dito
legado
com
0
pae
d
’
etle
annunciante,
com
a
pena
de
ficarem
su-
geitos
ás
decisões
dos
tribunaes
juri
iicos.
(376)
Alexandre
José
Pereira
Calheiros,
da
villa
do
Pico,
participa
ao
respeitável
pu
blico,
que
tendo
comprado
0
carro
e
carreira
que
d
’esta cidade
sae
ás
2
horas
da
tarde
em
direcção
á villa
do
Pico,
pertencente
ao
snr.
Antonio
Garcia,
de
Villa
Verde,
que
continúa
desde
hoje
em
diante
por
conta
do
annunciante.
Os
pre
ços
são
os
do costume.
Braga
3
de
Novembro de
1877.
(588)
Alexandre
José
Pereira
Calheiros.
ARREMATAÇÃO
»E
MEDIDAS.
No
dia
H
do
corrente,
pelas
10
ho
ras
da
manhã, terá
logar
a
arrematação
da
cobrança
das
medidas
e
mais
foros
pertencentes
á
irmandade
de
Nossa
Se
nhora d
’
Ajuda
e
S.
Sebastião
das
Carva
lheiras,
vencidos
no
S.
Miguel de
1877.
Quem
pretender
lançar
nas
mesmas,
póde
comparecer
ás
horas
mencionadas,
na
ca
pella
da
mesma
irmandade.
O
Secretario
(589)
Antonio
Domingues
Alvim.
SALA
E
«UARTO.
Precisa-se
alugar
em casa de
familia
muito
capaz
uma
saleta
e
quarto,
de
centes,
e que
se
encarreguem
da
comida
para
duas
pessoas
do
commercio.
A
quem
convier,
deixe
carta
no eseriptorio
deste
jornal
a J.
S.
para
se procurar.
(590)
ENXERTOS
João
da
Costa
Palmeira
tem
para
ven
der
em
sua
quinta
em
Santa
Eulalia de
Tenões.
enxertos
de
macieira, pereira,
damasqueiro,
ameixoeira,
pecegueiros
de
Amaranle, ameixoeira
do
Canadá,
nespe
reiras,
larangeiras,
nogueiras, vides,
tudo
boas
qualidades;
bem
como
salgueiros
com
raiz,
e
estacas
de
choupo.
Trata-se
na
rua
de
D
Gualdim
n.°
2.
____________________
(572)
MECLAít
AÇî.
Manoel
José de
Miranda,
proprietário,
da
freguezia
de
Roriz,
concelho
de
Bar
cellos,
abaixo assignado,
declara
e
faz
pu
blico
por este
meio,
que
nada
deve
a
pes
soa alguma,
nem
por titulo
publico
ou
larlicular,
nem
por
letra
conirahida
por
si
nem
mesmo
firmada
ou
endossada
a
pessoa
alguma,
nem
por
acto
ou
contra
cto
algum verbal;
e
governando-se
com
0
rendimento
de
seus
bens,
não
precisa,
nem
tenciona
contrahir
d
’
ora
em
diante
divida
ou
obrigação
alguma;
e
por
isso
se
al
guma
apparecer
anterior
ou
posterior
a
este annuncio
é
falsa,
e
como
tal
protesta
contra
a
sua nullidade e
falsidade, para
usar
dos
meios
e
acções
civis
e
crimes
que
por
direito
lhe
competirem.
Braga,
29
de Outubro
de
1877.
(571)
Manoel
José
de
Miranda.
AO
PUBLICO
Os
abaixo
assignados,
naturaes da
Pa
lestina,
nascidos
e
moradores
em Bethlem,
calholicos
apostolicos
romanos, educados
pelos
padres
missionários d
aquella
Terra
Santa,
e
recemchegados
a
este
paiz,
pre
vinem
e
declaram
que
os
rosários,
e
me
dalhas
que
expõem á
venda
são
bentos,
leem
0
merilo
de
serem
tocados
no
Pre
sépio
e
no
Sepulchro
do
Senhor,
e
0
de
serem
feitos
no
seu
paiz
com
madeiras,
arbustos
e
conchas
procedentes
do
Monte
Olivete.
do
Tabor,
do Rio Jordão,
lagos
da
Galiléa,
Mar
Morto
e
Jericó,
e
de
outros
vários
pontos
da
Palestina,
0
que
aqui
declaram
para que
ninguém
possa
dizer
que
surprehendem
a
boa
fé
dos:
compradores,
tu
i
—
—
m
—
«
rtB
—M
»in»n
—»■ ■■ m
uMMM
èisW
Wi»»
i
nyaa»wW
i
u»«»-
i.\
i
jjMuw
i
K«jcK».-n.-^--.
J;-.-.ri
Cópia
do Santo
Sepulchro,
como
está
«m
Jerusalem,
feita
de nacar
e
ébano,
conchas
de nacar,
medalhas, cruzes,
pul
seiras,
alíiueles,
brincos,
boquilhas,
rosa-
nos
de
nacar,
rosários
de
ossos,
de
fru
stas,
pedras
do
Rio
Jordão,
onde
foi
baptisado
o
Senhor,
copos e candelabros
<le
pedras
do
Mar Morto,
escapulários,
rosários
de
osso,
de
oliveira
do
Monte
das
Oliveiras,
photographias
dos
Logares
Santos,
registos
de ílores
naturaes
da
Terra
Santa,
feitas
por
desenhos
das re
ligiosas
de
Bethlem. rosas
de Jericó,
as
quaes
teem
um
mérito
especial,
como
póde
vêr-se
no
livro
intitulado:
O
devoto
Peregrino^
por
frei
Antonio
del
Castillo,
procurador
da
Terra
Santa;
e
pastilhas
da
cova
onde
se
escondera
a
Virgem
com
o
menino,
quando
Herodes
o
procurava
para
o
matar,
e
cujo
merecimento
é
ex
plicado
no
citado
livro.
Todos
estes
objectos
se
vendem
por
preços
modicissimos.
Rua
de
S.
Marcos
n.°
11
—
por
3
dias.
N
B.
Nos
domingos
e
dias
santifica
dos
não
estará
aberta
a
exposição.
Carlos
Eues.
Santiago
Jaime
Abularach.
VEIDA BE Qlíim
Vende-se
a
quinta
do
Bar
rai,
sita
un
logar
db
mesmo
nome,
na
freguezia de
Semelhe,
a
limitar
com
a
de
S.
Jerony-
mo
de
Beal,
junto
a
Braga,
com
todas
as
suas
pei
tenças,
juntas
ou
separadas, e
os
bens
das
Pêgas,
na
freguezia
de
S.
Je-
ronymo,
a limitar
com
aquelles.
Os
bens
e montados
a
limitar
em
parte
com
os da
quinta
de
Real.
Para
tractar,
rua
dos
Capei
listas 20
C-
Braga.
(495)
COLLEGIO INGLEZ
DO
Sagrado
Corafão
de
miaria,
Virgem
Einsnitciil»'.!»
RUA DE
S.
MIGUEL-O-ANJO
Abrem-se
as
aulas
no
dia
1
do
pro
ximo
outubro.
Este
collegio
continúa a
funccionar,
segundo
as
condições
do
respeciivo pro-
gramrna,
que
se
enviará
a
quem
deseje
ter
esclarecimentos
d
’
esta
casa de
educa
ção
para
meninas.
Braga
21
de
setembro
de
1877.
A
Directora
Miss
Thereza
Hennessy.
(508)
CIRUBCilû
OESTIhTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA
MEDICO-C1RURGI-
CA DO PORTO
Rua
de S.
Marcos n.°
19.
BRàGA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
ò
sua
arte e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(380;
ClBURGIÃo
DEJSTISTA
DA
Escola Americana
Consultono
a
toda
a
hora,
tanto de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
Bl
’
A
BTÔVA, ST.
0
5
Ha para
vender
um
tranqueiro
e
uma
sacada
de
pedra
do
monte
das
Caídas.
Trata-se
na
mesma rua
e
n.°
(543)
Acçõett e
prnmisHorias
de
bi«neua e
companhias
Compram-se
e
vende-se
na
rua Nova
iàe
Sousa
n.°
9.
(510)
S'
Vende papeis
pinta-
®
dos
para guarnecer
salías, g
&
lindíssimos
gostos,
a
prin-
É
$
cipiár
em
80
reis
a peça.
r
—
Vende
olio, tintas
e
V
$
vernizes
para,
pinturas
0e
$
casas,
tudo
de
boa
quJi-
U
$
dade.e preços
multo
resu-
V-
1 niidos.
'
g
J
ã
-M
Vende
cimema
roma-
jX
$
no
par
«
vedar
aguas,
ges-
B
so para
estimues
ua
ca-
-í
V.
sas,
tudo
de primeira qua- J;-
it
lidade.
■'
a
ak
\
V
<.?
MUITA
A TTENÇÂO
4>ej>o3i4<í»
iíE<? fcise<3>ã&«s
tóe
Va!®rag®
I
—
LARGO
DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos
são
muito
recommenda-
veis~
tanto
pela
qualidade
das
farinhas, per
feição
porque
sao
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
ki
logramma
280
Tosta
doce
280
Biscoito
macarrão
280
Bolacha
doce
280
Biscoito
Braziieiro
300
Dilo
imperial
330
Bolachinha
de
araruta
%
340
Tosta
azeda
(581)
190
Aluga-se
a
casa
n.° 7,
na
praça
d’
Alegria,
construída
de
novo
e
com
elegancia.
Esta
casa
tem
uma
boa
loja
para
qualquer
negocio,
e
póde-
se
alugar
junta
ou
em
separado.
Quem
a
pretender falle
com seu
dono
na
rua
No
va
de
Sousa
n.°
56.
(474)
Fiííâl B ÇAIXA
IX'<;StóWíCl PKSHOKIMTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
..................
S®0:®®0$000
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
coin
entrada pela
rua
do Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramentas,
e
sob-e
iodo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
iof.
rior
a
100
réis.
Recebe-se
dinheiro em
deposito
a
pra
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis.
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio dia.
O gerente
—
A.
G.
Ferreirinaa.
Os
Blebriíadoa
«aytiiícoM,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral e
ex-
pectorante,
são o
melhor
dos
remedios até
hoje conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200 reis.—Meia
caixa
100
reis.
Umeo
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(455)
CÍ
bí‘i
DO
ALTO
DOURO
JOSE’ DA SILVA FUNDÃO
Bi
(Lli.M
ÍSsSL
VKULA POICA
RU
a
DO
SOUTO
N.°
15
—
Braga.
N*e«te
armazém se
encontram
a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vuiho
tit;to
de meza. (sem
garrafa)
150
»
d
»
»
19o
» Lagrima
................................
200
»
Branco
de
meza.
....
210
»
tinto
de
meza
fino.
...
270
»
de
prova
secca.
...
300
«
Malvasia
de
2.a
.
.
. . .
360
»
»
veltio
...................................
400
»
Malvasia,
Bastardo
e
.Moscatel
a
500
»
Roncao
...........................
.
700
s
Alvaralhão
.........................................
560
»
\elho
de
1854
.
.
.
.
600
»
a
Malho
pszh
meza
50
e 80,
o
quartilho tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
boa
qualidade
de
lodos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumido?
mau-
dal-o
experimentar
por-meio
de
qualquer
processo
chvmico.
(•H-4Í
)
“FLUIDE
1ATIF
DE
JONES
I
Por suas propriedade» bene/tcae,
goza esto pro-
ducto
de alta e merecida reputaçSo. Suaoisa e ama
cia
a
pelle, allivia as irrilaçõe» causadas pelas mu
danças
de
clima, pelos banhos do mar, impressões
desagradaveis
do
vento ou
do calor,
etc, etc.
Uma
simples applicapõo faz
desapparecer as ra
chaduras das
mõos e dos beiços. Preço 650 reis.
PARA
0S
CUIDADOS
D0
TOUCADOR
É
muito
digno
de ser
recommandado ó Sabão
latir, que possue
todas as propriedades suavizan-
tesdoFiuide,e
um aroma delicadíssimo. Preço 500
r*.
23, Boulevart des Capucines,
Paris,
De Fronte da entrada do Grand-ilotei.
Fabricante
de
Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
de
papel.
Objetos
de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria,
Artigos de Luxo, Luvas, etc.
Deposito
em
Lisboa,'
snr.
Barreto,
Lorêto
n.°
28
—30
(26
*)
a.
K
C
<J i
tt
A.
’
A
M
E
S
T
O
.
No
largo
de
S.
Miguel
o-Aujo,
7, lec-
ciomt-se
Francez,
Rhetorica,
e
Philoso-
phia,
—
habiliyin
lo
se
para
exame
em
to
das
estas
disciplinas.
UVRABiA
BOKDALO
da
Víeíwria n.°
48,
fl.
”
gndnr,
£ji»b-Aa
N
’
esle
estabelecimento
ha um
variado
sortimento
de
differenles
obras,
Roman
ces,
Historias.
Comedias, Dramas,
Scenas
Cómicas
e
Almanachs
para
1878,
e
faz-se
abatimento
para
negocio,
e
remettem-se
os
catálogos
grátis,
e
qualquer das obras
abaixo
mencionadas
são
rtmelíidas
francas
de
porte
aquern
enviar
o
seu importe
em
estampilhas.
MANUAL DAS DAMAS,
tratado
de
fa
zer flôres
artifiíiaes ornado
de estampas
500.
MANUAL
DO
COSINHEIRO,
modo
de
preparar
as
melhores
iguarias da
cosi-
nha
portugueza
e
franceza,
arte
de
co
peiro
e
pasteleiro 240,
MANUAL DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de sortes
di
vertidas
tanto
de
mãos
como
de
cartas
e
physica
recreativa,
ornado
de
80
estam
pas
500,
MANUAL
DO CONSERVEIRO
E
CONFEITEIRO,
modo de
fazer
bollos
pas
teis.
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
DANSA.
arte
de
aprender a
dansar
sem
mestre
120, MANUAL
DAS
SINAS,
ex
plicação
das
sinas
e
sonhos
120.
BREVE COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E DEVOÇÕES
ADOPTADAS
PELOS MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcta
e
muito
augmentada
com
novas
orações
e
devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com
approvação
de
S.
Exc.
&
Rev.m&
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga,
na
rua
Nova
n.°
3
E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na
Livraria
Calholica,
Praça
de
D.
Pedro,
e
na
Portuense
de
Manuel Malheiro.
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura. .
.
.
160
reis
»
encadernado
....
240
»
Cuma
Boja
de
fato
feito
13
—Largo
do
Barão
de
S.
Martinho—
13
e
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
gnez.es,
tanto
d
esta
cidade
como
das
províncias
que
tem um
bonito
e
variado
sortimento
de
falo
fei
to,
casimiras para
fato
muito
baratas,
cortes
de
calça a
l$è>00,
2$000
e
2$500
íeis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de
casimiia
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
panno
familiar,
e
meoles,
bonets
de
gorgurão
de
seda
e
de
casimira
de
todas as
qualidades,
de
500
rs.
até
8O
’
>;
manias
de
seda
<íe
lo
dos
os feitios.
Encarrega-se
de
fazer qualquer obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
prompti-
fica-se
a
(icar
com
ella
quando
não
fique
á vontade
do
freguez.
(583)
Í
IVRARÍA oraiu CinmON
BRAGA
\
'
UZtimaa
iiiibiicaçõear
(
obras
completas
)
PADRE
RIVAUX
Historia Ecclesiastica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da
6.
a
edição,
por Francisco Luiz
de
Sea-
bra,
3.
vol
...................................
3«5000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da
religião chrislão,
traduc-
ção
do padre Mesquita
Pimentel
1
vol.................................................
l$200
BALMES
O
Protestantismo
comparado com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
4
vol.
2^100
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote,
1
vol. br.
500
cart..............................................
$600
Ancora
de
Salvação,
I
vol.
br.
500
cart...............................................
$600
D.
MARIA DO
PILAR
A Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas
nos
preceitos
do Decálo
go, 1 vol
........................................
$500
DR.
LUIZ
MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de Nosso Se
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço
..................
200
rs.
>
“
a
-.
wxhí
.
.
—
.j.
BRAGA,
TYPOGRAPHIA
LUSITANA
—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
