comerciominho_06091877_684.xml
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-
FOI.BÍA COimiIERCIAD,
RraLI»WS& -05 IWOTICiOSA..
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N.°
3
E.
’
'IKSSáESBSK!
5.° ANNO
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
.
1&600
850
40
20
10
Braga,
12
mezes.
»
6
»
.
Correspondências
partic. cada
linha
Annuncios
cada
linha....................
Repetição....................................
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SAGRADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias, 12
mezes
...............
2$000
»
6
»............... 1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3$600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha avulso
........................
10
N.°
684
tres
soflridos
pelos
Russos,
e
victorias
dos
1
urcos, tanto
na
Europa
como na
Asia;
e
parece,
na
verdade,
muito compromel-
tida
a
posição dos
exercitos do
Czar.
Quem
desejar
informar-se
nos detalhes
d’
isso,
recorra
aos papeis
Inglezes,
ou
aos
exlractos
e
copias
d’
elles,
que
outras
fo
lhas
abundantemente
publicam;
eu
não
me
interesso
bastante
nos detalhes
nem
é
isso,
mas
os
eíleitos
e
resultados,
que
interessam
á
causa
e
objecto
que
lenho
a
peito,
segundo
o
caracter
do
Apostolo.
para
que
principalmente
escrevo—
os
inte
resses
catholicos.
Não
me
admiraria
que
a
Rússia
viesse
a soffrer
um
severo castigo
de suas
in
justiças
e
violências
na
Polonia;
suas
op-
pressões
da consciência
dos
Polacos,
suas
tyrannias
anti-calliolicas
.
Deus
lodo
Po
deroso
sabe
como
determinar
assim
as
cousas,
e
proporcionar
o
açoite
aos
que
oílendem
(a
Religião
principalmenle),
don
de
menos se
podia
imaginar
que
elle viesse.
As
diííiculdades
e
desastres
da
Rússia
vem
de
duas cousas,
ou
dois
agentes,
am
bos
elles
anti-catliolicos,
os
Turcos
e
os
Protestantes.
Os primeiros
fornecendo
o
material
humano, os
homens, para
a
massa
dos
exercitos;
os segundos
contri
buindo
com
a
sciencia
e
pericia,
e
expe-
riencia
militar,
que
aproveita
a
capaci
dade
e
valor
innegavel do
soldado
Turco,
para
com
elle
defender
os interesses
da
Turquia,
identificados
nesta
guerra
com
os
da
luglaterra—
da
mesma
sorte que
em
1808, e
nos
6
annos
seguintes,
aprovei
tou
o
valor
e
serviço
dos soldados Por-
tuguezes,
para
com
os
nossos
defender
então
seus
interesses
contra
a
guerra
de
vida ou
morte
que
Napoleão
lhes fazia.
A
diíferença
está
só
em que, por
ora,
a
Inglaterra
não
achou ainda
necessário
tomar
parle
decluada
e
ostensiva
na
luta
Oriental;
porém
toma
na
mesma
a
parte
mais
essencial,
sendo
oRiciaes
inglezes
de
toda
especie,
tanto
de
terra
como
de
mar,
que
inspiram,
animam,
e
dirigem
princi
palmente
a guerra
e
forças Turcas.
Breve
remelterei
a
copia
das minhas
ultimas cartas
ao
Apostolo.
Agora
adver
tirei
a
uma
simplicidade
bem
intenciona
da,
posloque
evidentemenle
errónea e
sem
fundamento,
que
tenho
obrigação,
toda
via,
de
agradecer
pela
boa
intenção
e
vontade
do
seu
correspondente,
em
Lis
boa,
e
dos
que
com
elle
pensam
a
meu
respeito.
Sinto
porém ter
de
coutradizel-o
e
declarar-lhe,
que
está
muito enganado no
seu conceito
tTessas bagatellas
que
eu es
crevo,
já
como
simples
passatempo
de
um
velho tomo e
decrepilo.
A
prova
evidentissima
de
que
nada
escorre
desta
penna
que
valha
dois ca-
racoes,
está
no
cuidado
com
que
o
papel
dos
«nossos
amigos»,
o oráculo
do
item-
formoso,
se
guarda
de
contaminar
suas
columnas
com
cousa
minha.
E
todavia,
poder-se-lhe-hia
suppor
algum
resto
de
amor
filial;
pois
não
póde
negar
que
a
num
principaimmte
deveu
seu
nascimento
e
existência;
quando
alguns
que
no
mes
mo
oráculo
agora
brilham
e
blazonam,
ou
não
tinham
ainda
nascido
ou
trajavam
cueiros.
Recomtnende,
pois,
Senhor
Redactor,
ao
bom
correspondente,
no
seu
n..
0
671,
de
4
do
corrente,
que
não
perca
o
seu
tempo
a
ler
essas
baboseiras,
que
o
Com-
mercio
do
Alinho
tem
a
caridade
de
in
serir,
por antigas
considerações
de
amisa-
de,
e
por
não
descontentar
o pobre ve
lho
!
Como
prova da
completa
decrepitude
do
escriplor,
envio
hoje
ao
Senhor
Re-
daclor
um
volume
que
acaba
agora
mes
mo
de
imprimir-se,
e
que
offereço
a
essa
BSiAGA
^l
IVTA
FE1KA
«
I>E
SETEMBRO
DE
139
7
A
viajem
real.
O
^Primeiro
de
Janeiro»,
periodico
do
Porto,
aflirrnava
ahi
ha dias, com
uma
ingenuidade, que
não
podemos
deixar de
agradecer-lhe
«ter
sido
o
enlhusiasmo,
com
que
D.
Luiz
1
fôra
recebido
nas
pro
víncias
do
norte,
obra,
em
grande
parte,
do
partido
progressista».
Nós
também
já
o
sabíamos. E
’
pre
ciosa,
porém,
a
confissão
do
collega,
por-
Í|ue
reduz
essas
manifestações
ruidosas,
eitas
em
honra
do
chefe
do
Estado,
á
verdadeira
significação,
que
devem
ter
pe
rante
o
paiz
e
perante
a
historia.
O
vivorio, o
foguetorio,
as philarmo-
nicas,
as
Rores
e os
arcos,
que
aguarda
vam
o
monarcha
na
sua
viagem
recente
desde
Vidago
até
ao
Porto,
não
eram,
nem
podiam
ser
a
expressão
espontânea
do amor
e
da
gratidão
de
seus
súbditos,
porque,
a
fallar
a
verdade,
lambem
não
vemos motivos
para
esses
requintes
de
gratidão
e
de
amor
Se
algum
prestigio
podesse ter
tido
algum
dia
em
Portugal
a
dynastia
de
um
príncipe extrangeiro, esse prestigio tem a
própria imprensa liberal
forcejado
por
ti
rar-lho,
desacatando
a
realeza
por
mil
mo
dos,
e
oflerecendo
o
proprio
monarcha
em
pábulo
á
irrisão
publica
em
allusões
pungentes
e
em
ridículas
caricaturas.
O
mesmo
rei se
ha
desprestigiado
a
si,
chamando
aos
seus
conselhos
os
dema
gogos
da
vespera,
e
os
homens,
que
ou-
lr
’
ora
vomitaram
o
fel
das
mais
atrozes
calumnias
contra
sua
mãe.
Não
admira
pois
que o
povo
deixe
de
adorar
como
ídolo
dos
seus
aíTectos quem
parece es
quecer-se
um
pouco
da
dignidade do
sceptro
e
do pundonor
de
filho.
E
’
forçoso
ver
portanto
nos
festejos,
a
que
vimos
alludindo,
a
obra
muito cal
culada
de
um
partido,
que
faz
d’
esses
festejos
uma
arma
politica
contra
os
seus
adversários,
e
não
a
explosão
abrupta dos
sentimentos
do povo,
que
acclama
ruidosa,
mas voluntariamente
o
monarcha,
a
quem
julga dever
respeito
e
gratidão
por
pal
páveis
e
positivos
benefícios.
E
’
isto
o
que
nós
já
tínhamos
por
certíssimo,
e
que
o
«Primeiro
de
Janeiro»
ingenuamente
acaba
de
confessar.
Registemos
pois
a
confissão franca
e
sincera,
e
deixemos
aos
homens
das
lu
minárias
e
das
bandeirolas
a
triste
gloria
de
exhibirem
mais
uma
scena
ridícula
d’
es-
sa
grande
comedia
liberal,
que
ha
quasi
meio
século
se
está
representando
neste
nosso
malfadado
paiz.
D.
M. S.
I
A*
Redneção
ilo
«Commercio
«lo
Ulinho».
Londres, 29
de
Agosto,
1877.
O
haver
tido
ultimamente
bastante
que
me
occupasse
o tempo, e
o
ttr
enviado
pouco
antes
as
longas copias
que
o
Com-
mercio
do
Minho
tem
publicado,
fez
que
me não
apressei
a
mandar
a
copia
que
hoje
envio;
mas
que
não
perderá
muito
pela
demora,
vista
a
natureza
do
assumpto.
Ha, todavia,
uma
excepção, que
altera
hoje
o
estado dos
negocios
no
tocante á
guerra
do
Oriente,
e
vem
a
ser,
que
ut
limamente, se
podemos
(como
creio
deve
wos)
crer
as
noticias
aqui
publicadas,
tem
mudado
muitíssimo
a posição
das
cousas
na
guerra
entre
Turcos
e
Russos.
As
noticias
cada
dia
publicadas
nas
ultimas
tres
semanas
sam
todas
de
desas
Redacção; enviando
ao
mesmo
tempo
um
papel
onde
vae
copiado
o
Index
do vo
lume,
papel
de
que
eu
agradeceria
ao
Commercio do
Minho
a
inserção
em
suas
columnas,
quando
para isso
tenha
logar.
Se
o
Publico
se
não
enfastiar
com
essa
e
outras semelhantes
rabugices
de
velho
tonto,
e
quizer
ajudar
á
sua
pu
blicação
comprando
os volumes, poderei
dar-lhe
uma
boa
duzia
de
outros
assim,
como
de
matérias
diversas,
e
mais sérias,
que
jazem
por
ahi
no
pó
á
falta
de
meios
para
apparecer
em
publico.
Desculpe,
Senhor
Redactor
e Amigo,
esses
desconchavos
que
agora
sahiram
de
improviso,
quando
só ia
a
remetter-lhe
a
copia
da carta ao
Apostolo.
A.
R.
SARAIVA.
almitaçffo
de
Christo» por
Ha
livros
que,
para
se
conhecer
a
sua
exceliencia
e
recommendar
a
sua
leitura,
basta
pronunciar
o
seu
titulo
e
o
nome
do
seu
auctor
Nada
mais
é
preciso
para
ava-
iarmos
o
seu
mérito e
valor.
Não
quer
isto dizer
que não
haja
maus
ivros
com um titulo
magnifico.
Ha-os
realmente,
e
até
livros
péssimos,
que
sob
uma
bella
apparencia
encerram
maximas
jestilenciaes
e
doutrinas
venenosas.
Exis
tem
livros
que,
inculcando
no
titulo
pie
dade
e
devoção,
o
que
ensinam
menos
é a
jiedade
e
devoção,
e
só
servem
para
gente
impia
e
indevota, tal
é
entre
outros
o livro
Deus
é
todo
puro
amor,
escriplo
por
um
illuminado
allemão
A
Bíblia
contem
a
palavra
de
Deus,
mas
infelizmente não
ha
livro
que
mais
tenha
sido
alterado,
falsificado, maliciosa
mente
interpretado
pelos
hereges e
incré
dulos
afim de
disseminarem
os seus
erros.
Tal
é
o
infernal
plano
da
sociedade
biblica
de
Londres.
Não
ha
muitos
annos
que
aqui
no
’orto
se
publicou
um
livro
com o
titulo
—
Palavra
de
Deus, regeneração
da
hu
manidade.
O
nome
que
devia
ter
era
este
— Palavra do
diabo,
destruição
da
humanidade;
porque
com
efleilo
era
parto
d
’um espirito
desvairado
e
possesso
do
demonio.
Não
devemos,
pois,
julgar
os
livros
só
pelo frontispício,
porque
muitas
vezes
é
um
passaporte para
fazer correr
doutrina
errónea
e immoral.
Os
hereges
e
impios
são
eminentes
em
produzir d’
esses
bellos
titulos
porque bem
sabem
o provérbio:
Apregoa
vinho
e
vende
vinagre.
Mas
não
é
assim
o
livro
cujo
titulo
estampamos
na
epigraphe
d
’
este
artigo.
A
Imitação de
Christo por
Thomaz
a
Kempis,
conego
regular de Santo Agos
tinho,
é
um
bom
livro,
excellente,
precio
so,
o
modelo
dos livros,
monumental
no
seu
genero.
O
padre
Orsini
chama-lhe
o
melhor
dos
escriplos
ão
homem,
e
o
mesmo
já
linha
dito
o
famoso
philosopho
Fontenelle.
E
para
mostrar
a
importância
e
subli
midade
d
’
esle
pequeno
livrinho, basta
a
disputa que
tem
havido
entre
os
religiosos
benedictinos
e
os conegos
regulares
de
Santo
Agostinho,
sobre
o
verdadeiro
auctor
d
’
esta
obra,
querendo
cada
um
d
’elles
at-
tribud-a
á
sua
familia.
Não
tratamos
aqui
de
examinar
esia
contenda,
nem
para
isso
somos
compe
tente;
mas
parece-nos
estar
demonstrado
que
a Imitaçno
de
Christo
é verdadeira
producção
de lhomaz
a
Kempis,
cujo
nome
figura
em
milhares
de
edições,
sem
que
a
santa
religião
benedictina careça
de accreditar-se
com
a
paternidade
d
’
esta
obra.
Seja como fôr, a
Imitação
de
Christo
é
um livro
de ouro,
lhesouro
de
conselhos
celestes,
livro
admiravel que
não
préga
senão doçura
e
concordia.
Esla
obra,
diz
um
sabio
critico,
apesar
da
negligencia
do estylo,
toca
muito
mais
o
coração
que
as
reflexões
brilhantes de
Seneca,
e
as
aridas
moralidades
de
Epicieto
e
de
Marco
Aurélio.
Ella
arrebata
á
vez
o
christão
e
o
philosopho.
A
Imitação
de
Christo
tem
sido
a
fonte
onde muitas almas
piedosas
teem
bebido
todas
as
delicias
e
consolações,
nos
lances
affliclivos
da vida.
Este
livro
tem
operado
conversões.
La
Harpe, o incrédulo
La
Harpe,
de
magogo
francez,
em
1791
esteve
alguns
mezes
preso
na
cadeia
de
Luxemburg.
Por
acaso,
como
elle
mesmo
nos conta,
abriu
o
livro
de
Kempis,
onde
leu
estas
palavras:
«Eis-me
aqui,
meu filho; cha
maste-me,
aqui
estou». E
d
aqui
data
a
sua
conversão
ao
Catholicismo,
terminan
do
os
seus
dias
em
exercícios
de
pie
dade.
O
venerável
Padre
Lourenço
Scuopo-
li,
theatino,
refere que
um
rei
de
Marro
cos,
sectário
do
impostor
Mahomet,
tinha
a
Imitação
de
Christo
na sua
bibliotheca
e
que
constantemenle
a
estava
lendo
com
prazer.
O
livro de
Thomaz
a Kempis é
um
livro
inimitável,
e
parece-nos
preferível
a
todas
as
obras de
piedade.
Ha,
na
verdade,
obras
de
doutrina
so
lida
e
própria
a
formar
almas
no
cami
nho
da santidade;
nenhuma
que
a
exce
da
no
verdadeiro
espirito
e gosto
da
vida
christã.
Ha
obras
que
conduzem
o
homem
á
virtude
pela
theoria
de
guerras
e
combates
que
constituem,
para
assim
dizer,
a
vida
do
chrislão sobre
a
terra;
a
Imitação mar
cha pela contemplação do
mais
excellente
modelo
e
pelas
lições
do
maior
Mestre,
Jesus
Christo.
Ha
obras
mais arrazoadas,
mais
metho-
dicas;
a
Imitação,
por
uma
impressão
lu
minosa
e
rapida,
previne
todos
os
raciocí
nios
e
lodos
os
melhodos.
Ha
obras
de
mais
trabalho
e
de
mais
arte;
a
Imitação
é
obra
do
coração,
de
uneção
e
de
luz
de
Deus,
cujos
movi
mentos
não
conhecem
nem
regras
nem
cálculos.
Ha
obras
cujos
auctores
teem
talvez
mais refleclido;
o
da
Imitação
tem
mais
sentido.
Eis
os
predicados
d
’
este
precioso
livri
nho
que
tem
sido
traduzido
em
todas as
linguas,
e
que
em toda
a
parte
tem
sido
lido
e
meditado.
Uma
nova
edição
acaba
de
fazer
n
’
esta
cidade
o
muito
revd.
0 padre
Jeronymo José
do
Amaral,
em
um
bello
volume,
encader
nado,
e
por
modico
preço.
Na
advertência
diz
o
editor:
«Tendo
notado,
pelo
que
vejo e ouço,
o
grande
enfraquecimento1
do
sentimento
religioso
e
a
falta
do
verdadeiro
espirito
chrislão,
resolvi
concorrer
com
o meu
pe
queno
contingente
para
levantal-o,
se
é
possível,
como
creio.
Para
isso
resolvi
fazer
uma
edição
da
Imitação
de
Christo,
ver
dadeiro
Evangelho da piedade,
e
se
assim
conseguir
que
um
só
indivíduo
entre
no
caminho
do
dever,
não
terei
perdido
o
meu
trabalho».
Verdadeiro
Evangelho
da
piedade,
é
o
nome
que
melhor
cabe
á Imitação
de
Chris-
to;
porque,
se
o Evangelho
de
Jesus
Christo
não
discute,
nem arrasôa, o
livro
de
Kem
pis
procede
da mesma sone,
guiando
as
almas
ao
templo
da
piedade
peio
cammho
traçado
por
Jesus
Christo.
Sua
esposa
é
uma
snr.
’
de
muitas
virtudes,
filha d’uma
das
principaes
fami
lias
e
casas
do concelho
de
Fe'gueiras.
Foram
padrinhos
no
casamento,
por
parte
da
noiva,
os
exc.m°3
snrs.
conselheiro
José Dias Ferreira
e
dr.
Julio
Marques
de
Vilhena,
representados
aquelle
pelo
dr.
Manoel
José
d’
Oliveira
Guimarães,
abbade
da
referida
freguesia,
e
este
pelo exc."1'
’
snr.
visconde
de Alentem;
e
por
parle
do
noivo
os
exc.
raos snrs.
commendador
José Gregorio
da
Rosa Aratijo,
de Lisboa,
representado
pelo
exc.m
°
snr.
dr.
Anthero
da
Silva
Moreira,
de
Lousada,
e
João de
Mattos
da Rosa
Biscaia,
proprietário,
do
concelho
de
Nisa.
Fazemos
votos pela
felicidade
dos
noi
vos.
Falleeiiiaento.
—
Falleceu
hontem
O
snr.
Antonio
Caetano
Pereira
Veiga,
an
tigo
empregado
na
typographia
d
’
este
jor
nal,
e
aclualmente
no
deposito
de
machinas
Singer.
Deus
tenha
a
sua
alma
na
gloria.
JVHorte
de
mr.
Tltiers.
—
Um
tele-
gramma
de
Paris,
diz
que
pelas
6
horas
da
tarde
do
dia
3
do corrente, morrera
em
Sant-Germain,
viclima
d
’
uma appople
xia
fulminante,
mr
Thiers
Coneur«<*«.
—
Está
aberto
o concurso
para
o
provimento
das
seguintes
egrejas
parochiaes:
Aldeia
do Carvalho
(Nossa
Senhora
da
Conceição),
concelho
da
Covilhã,
diocese
da
Guarda.
Avelàes
de Ambon (Nossa
Senhora
da
Conceição),
concelho
da
Guarda,
diocese
da
Guarda.
Cabril (S.
Domingos.),
concelho
da
Pam-
pilhosa.
diocese
da
Guarda.
Extremoz
(Santa
Maria),
concelho
de
Extremoz,
diocese
de
Evora.
Lavra (S.
Salvador;,
concelho
de
Bouças,
diocese
do
Porto
S.
Gens
iS
Gens), concelho
de
Monte-
mór
o
Novo,
diocese
de
Evora.
Sitimos (Santa Catharina),
concelho
de
Alcácer
do
Sai,
diocese de
Evora.
Despaehog.
—
O
«Diário
do
Governo»
publica
os
seguintes
despachos
eílectuados
por
decretos
de
I
do
corrente:
O
prèsbylero
Antonio
Jacintho
Cama
cho,
parodio
collado
na
egreja
de
Nossa
Senhora
da
Encarnação
de
Santa
Cruz,
diocese
de Beja
—apresentado
na
egreja
pa
rochial
de
Santo
lldefonso
de
Almodovar,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
José
da
Silva
Borges,
pa
rodio
colla
io
na
egreja
de
Santa
Catharina
do
Valle,
diocese
de Beja
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
Santa
Clara
a
Velha,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
Joaquim
Freire de
Carva
lho,
parocho
collado na
egreja
de
Nossa
Senhora
da
Assumpção
de
Oriollas,
diocese
de
Beja—
apresentado
na
egreja
parochial
de
S. Cueufate
da
Villa
de
Frades, da
mesma
diocese.
O presbytero
José Gomes
—
apresentado
na
egreja
de S.
Cosme
e
Damião
de
Podame,
diocese
primaz
de
Braga.
O
presbytero
Emygdio
Eduardo Pereira
—
apresentado
na
egreja
de S.
Julião
do
Monte
do
Trigo,
diocese
de
Evora.
O
presbytero
Francisco
Martins
Frausto
—apresentado
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da
Purificação
da
Repreza,
diocese
de
Evora.
O
presbytero
Antonio
Augusto
Pereira
—apresentado
na
egreja parochial
de
Sant’
Ama,
diocese
de
Evora.
Declarado
sem
effeito,
a requerimento
do interessado,
o
decreto
de
10
de
fevereiro
de 1876,
e
carta
regia
de
23
de
janeiro
ultimo,
peles
quaes
se
fizera
mercê
ao
presbytero
Antonio Gomes
Pinheiro,
pa
rocho
collado
na egreja
de
Nossa
Senho
ra
da
Conceição
de Caria diocese
da
Guarda,
da apresentação na
egreja
parochial
de
S.
Pedro
de
Verdelhos
da
mesma
dio
cese.
O
presbytero
José
Joaquim
Fernandes
Sardinha—apresentado
na
egreja
parochial
de S.
Pedro
de
Verdelhos,
diocese
da
Guarda.
O
presbytero
Manuel
João
Varanda
—
apresentado,
precedendo
concurso
por
pro
vas
publicas,
na
egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da Assumpção de Fonte
Arcada,
diocese
de
Larnego.
O
presbytero
José
Lyra
da
Conceição
Oliveira,
parocho
collado
na
egreja
de
Nossa
Senhora
do
Rosário
da Maria
Crande,
dio
cese
de
Leiria
—
apresentado
na
egreja
paro
chial
de
S.
Miguel
das
Calmeias,
da
mesma
diocese.
O
presbytero
Manuel
Avelino da Costa
Pinto,
parocho
collado
na
egreja
de
Nossa
Senhora
da
Graça
de
Móra,
diocese
de
Evora
—
apresentado
na egreja
parochial
de
Nossa
Senhora
da
Conceição da
Egre
Recommendamos,
pois,
este
livro
de
tan
ta
micção
e
piedade, com
que
o
snr.
padre
Amaral
acaba
de
enriquecer
a
theologia
mys-
tica,
fazendo
uma
nova
edição.
Padre
João
Vieira
Neves
Castro da
Cruz.
SIJBSCHIPÇÃO.
Na
redacção
do
«
Commercio
do
Minhov
fica
aberta uma
subscripção
para
soccorrer
os
infelizes
habitardes do
Ceará,
a
braços
com
o
horroroso
flagello
da
fome.
Estamos
certos
que
as
almas
caridosas
não desallenderão o
nosso
appello;
purisso
lhes
pedimos
que
nos
enviem
quaesquer
esmollas
em
auxilio
d
’
aquelles
nossos
des
venturados
irmãos,
as
quaes serão
remelti-
das
á
commissão
organisada
para
esse fim
na
cidade
da
Fortaleza.
6AZETILHA
UJia
8
de
B»te«s»bro.
—E
’
n’
este
dia
que
a
Egreja
celebra
o
Nascimento
da
Santíssima
Virgem.
N
’esla
cidade
festeja-
se
este
faustíssimo
dia
em
vários
templos,
havendo
Exposição
do SS.
na
Misericór
dia,
Carvalheiras
e
Lapa;
e
missa
solem-
«e
na
egreja
de
Santa
Cruz,
Collegio,
e
outras.
A
festividade
da
devota
Imagem
de
N.
Senhora
de
Nazareth,
venerada
no
Arco
da
Porta
Nova,
fica
transferida
para
o
domingo,
9,
havendo
no
sabbado
á
noite
illuminação
e fógo.
Tem
logar
neste
dia
a
feira
da
Mise
ricórdia
na freguezia
de
Ferreiros,
subur
bana.
«Saraiva
e
Castilho».
—
Recebemos,
e
muito agradecemos
ao
seu auctor,
o
nosso
sabio
correspondente
de Londres,
A.
Ribeiro
Saraiva,
a segunda
parte
da
obra
que
com
este
titulo
s.
exc.a
acaba
de
publicar
n’
aquella
capital.
Ainda
não
nos
foi
possível
o
ler este
trabalho
d
’
um
dos
nossos
escriptores
eruditos
mais
no
táveis; porisso
emquanlo
não
emittimos
juiso
proprio,
remettemos
o
leitor
para
o
indice
da
obra,
o
qual
adiante vae
pu
blicado.
Kosasagesn.
—
Faz-se
no
dia
8
a
ro
maria
de
N.
Senhora
do
Porto
d
’
Ave,
consoante
já
se
annunciou. No
dia
7
ha
verá
grande
e
esplendido
arraial.
Até
ao
terreiro
do
Sancluario
ha já
estrada
com-
modissima.
Sístraeto.
—
D
’
uma carta
que
um
nos
so
amigo
nos envia
de
Ponta
Delgada,
fazemos
o seguinte
exiracto:
Caiu
aqui
no dia
23
d
’
este
mez
um
grande
vendaval,
que
causou
um
mal
im-
menso aos
milhos.
Se
tivermos
mais al
gum
igual
a
este,
triste
sorte
está
reser
vada
aos
povos
d
’esta ilha,
pois
os
trigaes
não
produziram
o
terço
que
se
esperava,
c
em vista
da grande
falta
de
milho,
tem-se recorrido
a
elle,
sendo
já
o
seu
preço
960
reis.
Saiu
d
’
aqui
para
a
Ilha
da
Madeira,
no
dia
26
á
noite,
a
corveta
de
guerra
«Bartholomeu
Dias»,
para
telegrafar
para
Lisboa
afim
de nos
mandarem
milho
no
paquete
que
tem
de
sair
no
l.°
do
fu
turo
mez.
Nem
só
o governo
tem
especulado
com
os
povos d’
esta
terra:
também
os agiotas
mandando
vir
milho
ás bagalellas
para
nos
vender
a
720
reis
o
alqueire.
Casamento,
—
Teve
logar
ha
dias em
Vianna
do
Castello
o
casamento do
ex.
ino
snr.
Francisco
d
’
Araujo
Azevedo
e
Vas-
concellos
Feio,
da
Loureira,
com
a
ex.
ma
snr.a
D.
Antonia
Candida
Nunes
de
Sou
za,
d
’
aquella cidade.
Os
padrinhos
d
’este
auspicioso
enlace
foram
a ex.
ma
snr.
a
D.
Antonia
Duarte
Peixoto
de
Sá
Malheiro, viuva
do general
Sá
Malheiro,
tia
e
madrinha
da
noiva,
e
o
snr.
visconde da
Torre,
lio
do
noivo.
Depois
de
passarem
algun,
dias
em
Vianna,
em
casa
de
seu cunhado,
o snr.
dr.
Antonio
Alberto
da
Rocha
Páris,
os
noivos
vieram
para
Soutello,
onde
estão
passando
a
lua
de
mel
em
casa
do
snr.
visconde
da
Torre.
Outro.
—
Na
manhã
do
dia
primeiro
do
corrente,
uniram-se,
na
parochial
egreja
de
S.
Pedro
de
Maximinos,
d
’
esta
cidade,
pelos
laços
indissolúveis do matrimonio
os
exc.
m
"
s
snrs.
dr.
José
Maria
Pereira
de Lima
e
D.
Maria
do
Carmo
da
Rocha
Sampaio.
O
snr.
dr.
Pereira
de
Lima
é
um
moço
de
crenças
catholicas,
uma
intelligencia
distincta,
d’
uma grande
força
de
vontade,
jornalista
e
advogado
de
fama
na
capi
tal.
ja
Nova
do
Paialvo,
diocese
de
Lisboa.
O
presbytero
José
Joaquim
Marques
de
Oliveira, parocho
collado
na
egreja
de
Nossa
Senhora
da
Purificação
de
Aveiras
de
Cima,
diocese
de Lisboa
—
apresentado
na
egreja
parochial
de
S.
Bartholomeu
de
Xabregas,
da
rmsma
diocese.
O
presbytero
Thomás
de
Aquino
Gon
çalves
Correia,
parocho
collado
na egreja
de
S.
Miguel
de
Campia,
diocese
de
Vizeu
—
apresentado
na egreja
parochial
do
Sal
vador
de
Mosteiro
de
Fraguas,
da
mesma
diocese.
Os
presbyteros
José
Maria
de Abreu
Sarmento,
parocho
collado
na
egreja
de
S
Vicente
de
Vinhas, e
Domingos
Ma
nuel
de
Sá Moraes,
parocho
collado
na
egreja
de
S.
Pedro
de
Penhas
Juntas, da
diocese
de
Bragança—
concedida
a
regia
permissão
para entre
si
permutarem
os res-
pectivos
beneficios.
Augusto
Freire
de Carvalho
Macedo
Pe
reira
—
provido
na
thesouraria da
egreja
pa
rochial
de
Santo
Antonio
dos
Olivaes,
su
búrbios
da cidade
de
Coimbra.
O
presbytero
Manuel
Victorino
Morei
ra
da
Ponte
—
provido
no
officio
de
mes
tre
de capella
da
egreja
matriz
de
Nossa
Senhora
da Eslrella
da
Villa
da Ribeira
Grande;
ilha
de
S.
Miguel, diocese
de
A
ngra.
Ifloedw
falsa.
—
A
’
noticia
que
já
dêmos,
diz
a
«Revolução
de Setembro»,
da
prisão de
uns moedeiros
falsos temos
hoje
a
accrescentar-ihes
interessantes
pro-
menores. Encontram-se
na
seguinte
carta
de Tavira, enviada
a
um dos
nossos
col-
legas
de
Lisboa, que
c<>m
a devida
venia
transcrevemos:
Tavira,
29.
—
Deram
hoje
entrada
na
cadeia
d
’
esla
cidade,
dois
hespanhoes presos
por
moedeiros
falsos.
Ha
mezes
que o
nosso
governo tinha
sido
informado,
até
pelo
governo
da
nação
visinha,
de
que
existia
em
Hespanha
uma
fabrica
de
moeda falsa
d
’onde passava de
pois
para
o
nosso
paiz.
Em
maio
ultimo
foi
o
cabo
da
secção
da
policia
civil
Augusto
Leitão,
encarre
gado
de
fazer
investigações
a
este
respei
to,
e em junho sabendo
o
snr.
Furtado
escrivão
d
’
esta
comarca
(ignora-se
como)
alguma
cousa
relativa
a
este
assumpto,
escreveu
ao
snr.
marquez
d
’Avila, e
em
resultado
d
’
isso foi chamado
a
Lisboa,
onde
leve
conferencia
com
os
snrs. minis
tros
do
reino,
justiça
e
obras
publicas,
aos
quaes
expoz o
que
lhe
constava.
Por
esta
occasião
obrigou-se
o
snr.
Furtado
(como
prova
de
verdade
do
que
dizia)
a
fazer
com
que
a
sua
casa
em
Tavi
ra
viesse
um dos
moedeiros
e
alli
fabricasse
dinheiro.
Ajustado isto,
e dispostas
as
cousas
convenienlemente,
conseguiu
o
snr.
Fur
tado
o
que desejava
e
em
meiado
de
julho
um
dos
moedeiros
effectivamente
fez
aqui
em
Tavira
e
no
cartorio
duas moedas
de
cinco
duros
que
eram
perfeitíssimas
á
vista,
no
loque
e
no
peso
e
que
sendo
levadas
a
um ourives
da
terra
e
por
elle
tocadas
na
pedra
foram
declaradas
boas,
offerecendo-se
o
ourives
a
recebel-as
com
um
pequeno
desconto.
Participado
então
o
facto
ao
delegado,
continuaram
os
trabalhos
para
se
desco
brir
mais
alguma
cousa
e
o
cabo
Leitão
foi
mandado
aqui
para
entrar
em
combi
nação
com
o
snr.
Furtado.
Apresentado
Leitão
a
D.
Augusto
Blan-
co,
que
ha tempos
vive aqui
em Tavira
e
que
era
talvez
agente
dos
moedeiros
fal
sos,
combinaram
que
hoje
viria
a
esta
ci
dade
outro socio
para
fabricar
libras.
Effectivamente
hoje
de manhã
chegou
de
Villa
Real
José
Figueron,
que, junto
com
D. Augustin
entrou
em
accordo
com
o
snr.
Furtado
e Augusto
Leitão para
irem
estabelecer
uma
fabrica
em
Pedrouços
e
ajustarem
partir
ámanhã
para
Lisboa,
fa
bricando-se
porém
hoje
no
carlorio
do snr.
Furtado,
duas libras
para
Leilão
vêr.
Assim
se
fez,
mas
perguntando
Figue
ron
ao
policia
a
sua
occupação
e
residên
cia em Lisboa
e
temendo
este
que
elles
descobrissem
que estavam
a tratar
com
um
agente
de
policia,
resolveu-se
a
pren-
del-os
e
valendo-se
do
auxilio
de dois
guardas
da
k
.alfandega
capturou
os
hespa-
nboes pouco
depois
de
sahirem
de casa
do
snr.
Furtado.
A
Figueron
foi
encontrada
na
algibeira
a
machina e
tudo
quanto
tinha
servido pouco
antes
para
fazer
o
dinheiro,
e
procedendo-
se
a
busca
no
quarto
de
D.
Augustin
foram
ahi
encontradas
outra machina
in
completa,
varias
ferramentas
e
alguns
in
gredientes.
•
A
machina
é
o
mais
simples
possí
vel.
Uma
caixa,
pouco
maior
que um
bara
lho
de
cartas, dentro
da
qual
estão
os
cunhos
de uma
libra,
e
que
tem
em
uma
das paredes
lateraes
tnn orifício
por
onde
se
deita
dentro
da
caixa
o
metal
que
é
fundido
n
’
um
cadinho
ao calor
de
uma
especie
de
maçarico.
Na
tampa
superior
da
caixa ha
um
parafuso
que
serve
para
fazer
a serrilha.
As
libras
e
moedas
de
cinco duros
que
vimos
são
perfeitíssimas.
As
libras
são
de 1872
e
1875 e das
cha
madas
de
cavallinho.
Os
cinco
duros
são
de
1862.
Figueron
disse
que
tinha
cinco
d
’
estas
machinas,
tres
para
libras
e
duas
para
cinco
duros.
O
seu
custo
é
de
900$00Ò
reis
pro
ximamente
cada
uma.
Conta
Figueron
que ha tempos
tivera
encommenda
de
um
titular
de
Hespanha
de 78 contos
de
reis,
que
os
fez,
mas
que
o fidalgo
hespanhol
lhe
pagou
muito
mal.
Os presos depois
foram
separados,
fican
do
um
na
cadeia
civil
e
sendo
outro
mellido
em
um dos
calabouços
do
quartel
de ca
çadores
4.
(,'am:nl»os
d»
ferre»
eres
ILonslreg,
—
O
numero
de
estações
de
caminhos
de
ferro
em
Londres
ascende
a
156.
Passara
diariamente
pelo
cruzamento
de
Claphman
700
trens.
Julgava-se
que
a contrucção
do
caminho
de
ferro
metropolino,
que
conduz
43
milhões
de
passageiros,
faria diminuir
o
numero
das carruagens; porém estas
augmentaram,
apezar
de
pagarem
1
p. c.
mais
de
contribuição.
Além
dos
caminhos
de
ferro
ha
cerca
de
14.015:000
carros
urbanos,
omnibus.
etc.
A
companhia
de
omnibus
de
Londres,
com
563
carruagens,
conduz
atinualmenle
50
milnões
de
passageiros. No
anno
pas
sado
morreram,
em
consequência
de
acci-
denles
occasionados
pelas
carruagens,
12o
pessoas,
e
foram
feridas,
mais
ou
menos
gravemente,
umas
2:513.
Diariamente entram
e
saem
em
Londres
750:000
pessoas,
occupadas
em
negocios
e
que
vivem
nos
suburbios
Ha
25:001)
policias,
10:000
cocheiros
e
1:000
empre
gados
nas
repaitições
dos
correios.
O
custo
de
gaz
para
a
illuminação
da
cidade
é de
2.500:000
libras
annuaes;
o
abastecimen
to
diário
de
agua
é
de
100
milhões
de
galões.
Guerra
do
Orieníe.
—
Os
últimos
telegrarnmas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Constantinopla
1—Um
telegramma
de
Suleynoan-Pachá,
datado
de
quinta-feira
e
recebido
hoje,
não
refere
facto
algum
de
novo.
Continua
o
combate
de
artilheria
e
fusilaria
em
Schipka.
Os turcos
conservam
as
suas posições.
Paris
3—Os
russos
conseguiram
repellir
diversos
ataques
do
exercito
turco
de
Plewna.
Os
turcos
do
Roustchouk
fiseram
uma
sortida
repellindo
os
russos.
Suleyman-Pachá
prepara-se
para
reco
meçar
os
ataques contra
o
desfiladeiro
de
Schipka.
O
gran-duque
Miguel
vae
tomar
o
com
inando
das
forças
russas da
Asia.
Paris
3—Aarif-Pachá
foi
nomeado
em
baixador
da
Turquia
em
Paris
Despachos
officiaes
russos
dizem
que
no combate
que
houve
no
dia
31 em Ple
wna,
o
exercito
russo
perdeu 1:060
homens,
incluindo
3(1
officiaes.
Londres
3—
O
«Times»
insere
o
seguin
te
despacho
de
Belgrado:
Uma
divisão russa entrará
na
Servia
afim
de
operar
contra Widdin
e
Sofia con-
junclamente
com
as
divisões
romanias
eo
exercito
servio
de
Siumdy.
Bticharesl
3
—
Continua
o combate
de
artilheria
em
Tschika.
Lonflres
4—
0
«Times»
diz
que
S
“-
leyman-Pachá,
atacado
no
destiladei*
Tschipka,
opereu
em
sentido
contrario
a*
ordens
que
recebera
de
Constantinopla
De
ora
avante
deverá
obedecer
a
Mehe-
mel-Alli-Pachá.
Continua
o
combate
de
artilheria
e
111
Tschipka.
Appelo
ú caridade.
—
A
entrevada
Maria
Antonia
Ferreira,
viuva do Antonio
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempos
saiu
oo
Hospital
com
moléstia
incurável,
lem
ugora
os seus
padecimenlos
mais
aggra\
aí
.
achando-se
sem
meios
de subsistência
P
a‘
ra
poder
tratar-se
no
pouco tempo
q
u^
lhe
resta
de
vida.
Imploramos,
P
0lS
’se
caridade
das almas piedosas,
para
que
4
lembrem
da
infeliz
com uma esmola.i}
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
17,
n
’
um
quarto
á
porta
da
rua.
-----
—-----
SECÇÃO
D£ COMUNICADOS
Snr.
redactor.
Acima
de
tudo
está
a
verdade,
e
por
isso
pondo
de
parte
os
meus
negocios,
passo
a
dizer-lhe o que
actualmente
ha
de
mais
importante
nesta
cidade.
Chegou
a
esta
ilha
no
dia
16
do cor
rente
o
novo
director
para
esta
alfande-
ga,
o
ex.
m
°
snr.
Francisco
de
Salles Len-
castre, que
veio
render
o
ex.
mo snr. Gui
lherme
Read
Cabral,
que
se
achava
exer
cendo
as
funeções
do
mesmo
cargo,
ha
28
annos.
As
delicadas maneiras
com
que
s.
exc.a
a
todos
traclava,
fizeram-lhe
gran-
gear
um
setn numero
de
amigos:
para
com os
empregados da
alfandega,
tanlo
internos
como
externos,
foi
sempre o
modelo
de
bondade.
Sua
exc.
a, no mo
mento
<!e
fazer
entrega
da
directoria, des
pediu-se
de
todos
os
empregados;
e
bem
assim
todos
estes se
tem
despedido
de
s.
exr.
a;
á parte
algum
intrigante (para
com
quem
s.
esc.
’
tem tido
toda
a
co
miseração)
pois
d
’esíes, creio
que
só
cá
deixa
um,
que
se
não
fôra
a
benevolên
cia
do
snr.
Read,
já
ha
muito não per
cebia
do
governo.
Creio
que a
Associação
Commerciai
d’
esta
cidade,
representara
ao
governo
de
S.
M.
não
só
coatra a
sua
transferencia,
como
lambem
a
sua
nova
collação;
o
que
pouco
honra
o
governo
do
snr.
mar-
quez
d’
Avi!a
e
Bolama.
Pela
inserção
d
’
estas
linhas
lhe
fica
obrigado o
De
v.
etc.
Ponta
Delgada
28 d’
agosto de
1877.
A.
A.
P.
SARAIVA E CASTILHO
L
ondres
,
1877
0
snr.
A.
R.
Saraiva
acaba
de
publicar,
em
Londres,
uni
Segundo
Volume
do
escripto
intitulado
Saraiva
e
Castilho
que
appareceu
em
1862.
Esta
II.
Parte,
porém,
é
A
propo-
sito
(não
de
Ovídio, mas) de Aluita Cousa
—
contendo
variedade
de
assumptos,
tanto
em
prosa
como
em verso
;
do
que
se
poderá
jul
gar
pelo
seguinte,
que
do
mesmo II. volume
faz
o
—
INDEX
Circunstancias
Preliminares
....................
Origem
da renovação
de
minha
corres-
respondencia
e
relações
activas
com
A.
F.
de
Castilho
;
e
causa
directa
de
eu
vir
a
escrever
os
seguintes
poerae-
tes
....................................................
Primeira
carta
escripta
de
Londres
por
A.
R.
Saraiva, a
A.
F.
de
Castilho
(13
de
Dezembro,
1842)
Testemunhos
de
amizade,
apreço
e
sau
dade,
á
memória
de
A. F.
de
Casti
lho,
ao chegar-me
a
noticia
da
sua
morte
Carta
muito
notável
de
A.
F.
de
Cas
tilho,
mostrando-se
mui desenganado
das
illusões
da
Revolução
em
Portu
ga
1
.
.
Resposta
provisória
de
A.
R.
Saraiva
a
carta
precedente
(em
11
de
Janeiro,
1871)
Segunda,
dita
(6
de
Junho,
1871)
O
NATAL,
NA
MINHA
TERRA,
Poe-
mete
Sobre
os
Quadros
Históricos de Casti
lho
;
Carta a
seu
Irmão
Augusto
Fre
derico
de
Castilho
(30 de
Setembro,
(1838)
Carta
a
Alexandre
Magno, de
Castilho,
respondendo
á
que
me
dirigiu
por
parte
dos
Redactores
da
Revista
Uni
versal Lisbonense
Carta-monstro
a
A.
F.
de
Castilho,
se
gundo
seu
pedido
(26
de
Maio,
1844)
Notas
diversas
á
Carta-monstro
Notas
á
nota
6.
’
.
na
Carta-monstro
Parodia aos versos
de
Bulhão
Pato
in
titulados
«Renan
e
os
sábios
da
Aca
demia»
Farça
curiosa
de um
Castilho
Alexandre
Castilho,
e
o
Soneto
Alathe-
matico
O
SAN-JOÃO,
NA
MINHA
TERRA
Commentario,
ou
Notas
ao
dito
Poemete
Palacios
para
as
Abelhas
Dois Artigos
da
Revista
Universal,
il-
lustrativos
e
analogos
ao
San-João
da
Alinha
Terra
Caso
verdadeiro
de
visão
ou phantasma
A
SEMANA-SANTA,
NA
MINHA
TER
RA
A
respeito
do
Tratado
de
Commercio
entre Portugal
e a
Inglaterra
«O
seu
a
seu
dono»—
Hymno
em
hon
ra
e
louvor
de
Petrus-incunctis
Santo-Antonio
de Lisboa,
na
Allemanha,
e
na
Itaiia
Pag.
iii
xxi
xxiv
xxxii
XXXV
xliii
xlv
29
33
39
91
116
119
126
129
131
159
202
208
220
221
279
283
292
1
O
Tumulo
do
nosso
Santo-Antonio
em
Padua
Algumas
Cartas
minhas
ao Apostolo,
so
bre
as
occurrencias
do tempo
Minha
primeira
contribuição
para
um
Alvo
O
ENTRUDO,
NA
MINHA
TERRA
Os
Liberangas—
Dialogo
de
Moquencoe
Pacovio
Infaluação
Portugueza
e
tudo
suicídio
nacional
Verdades
como
punhos,
ninguém
vê,
ou
quer
Advertências
philologicas
Brazileira—
es-
e
que
quasi
vêr
333
335
368
371
378
383
Sors:
Achar-se-ha
o
.Volume,
em
Casa
dos
Rerlrand,
e
Livraria
Uatholica,
Lisboa.—
Alelchiades',
Coimbra.
—
Chardron,
Porto
e
Bra
ga.
—
F.
e
Aillaud et
Ci.°,
'
Paris.
—
Dupan,
Madrid.
—
D.
Rfult, Londres.-
—
J. Rozes,
Bru-
xellas.
Far-se-ha
por
que
também
se
encontre
no
Brazil, e
nas
Possessões Poríuguezas.
Em
Londres,
brox.
ís.
fòd.
;
encad. 5s.
6d.
Em
Portugal,
»
800
rs;
»
1000
rs.
N.
B.
—
Restam ainda
da
I.
P
arte
alguns
exemplares,
que
o
Auctor
tinha esquecido
nos
armazéns
dos
Impressores,
e
que
poderám
for
necer-se
a
quem os peça
ou
encommende.
d’a-
DA
AliMSXISTB-lÇÃO.
Vão
abaixo
publicados
os
nomes
quelles
nossos
assignantes
que
tão
cava-
Iheirosamente
nos
teem
coadjuvado,
dignan
do-se
enviar-nos
o
importe das
suas as
signaluras.
A
todos
os
nossos
cordeaes
agradecimentos.
Pedimos
aos
que
ainda
se
acham
em
debito, aqeum
nos
lemos
dirigido
por
cartas
particulares,
o
favor de saldarem
contas
com
a
administração
d’este
jornal;
e
aos que
não
queiram
cumprir
esse
dever, rogamos,
que
ao
menos
nos
devolvam
os
jornaes,
indicando
por
qualquer
modo
aquelle
pro-
posito.
Eis-aqui
os nomes
dos
cavalheiros
que
teem
pago a assignatura:
Chaves.
—
Rev.°
Anastacio
Manoel
Men
des
Saraiva,
até
30
de
setembro
de
1877.
Villa
Verde.
—
Antonio Luiz Gomes, até
30
de
junho de
1877.
Cabeceiras.
—
Revd.
0
Domingos
José
Alves
Querido
Júnior,
até
15
de
setem
bro
de
1877.
Barcellos.—Joaquim
Gomes
de
Faria,
até
31 de
dezembro
de
1877.
Prado.—
Revd.
0
José
Luiz
Ferreira, até
de
janeiro
de
1878.
Barcellos.
—
Revd.
0
abbade
de
S.
Ben-
até
31
de dezembro de
1877.
Penedono.
—
João
Cezar
Martins,
até
de
abril
de
1877.
Lanhozo.
—
Revd.
0
dr
Francisco
Ribei-
de
Vieira
Brito,
até
19
de
março
de
lo,
13
ro
1878.
Arraiollos
—Revd.
0
Antonio
Severiano
Varella,
até
19
de
setembro
de
1877.
Melgaço.
—
Revd.0
reitor
de
Castro
La-
boreiro,
até
15
de
junho
de
1878.
Pico.
—
Revd.
0
Joaquim
Feliciano
de
Souza
Machado, até 30
de
junho
de
1877.
Prado.
—
Revd.
0
José
Gonçalves
Coura
da
Costa,
até
30
de
setembro
de
1877.
—
Antonio Joaquim
da
Rocha
Moreira,
até
30
de junho
de
1877.
Coimbra.—José
Diniz
Simões,
até 6
de
novembro
de 1877.
Vidago
—
Antonio
Victor de
Carvalho
e
Souza,
até
24
de
novembro
de
1877.
Guimarães.
—
Revd.
0
Bento
José
Men
des,
até
30
de
junho
de
1877.
Villa Verde.
—
Revd.0
abbade
de
Geme,
até
30
de
junho
de
1877.
Louzada.
—Revd.
0
Francisco
Teixeira
de
Magalhães, até
31
de
dezembro
de
1877.
Prado.
—Manoel
Joaquim
Ferreira
Bra
ga,
até 28
de
fevereiro
de
1878.
Famalicão.—
Revd.0
Zeferino Machado
Borges
d
’
Azevedo,
até
31
de
dezembro
de
1877.
Guimarães.—
Revd.
0
abbade
de
Frei
tas,
até
31
de
maio
de
1877.
Lanhozo.—
Revd.0
arcipreste,
até
3
de
dezembro de
1877.
Vieira.
—
Bernardo
Xavier
Vieira
d
Aze
vedo,
até
30
de novembro
de
1877.
Evora.
—
Dr.
José
Maurício
de
Carva
lho,
até
31
de
dezembro
de
1877.
Os
nossos assignames das
Ilhas
Adja
centes,
podem
pagar
suas
assignaluras
ao
nosso
correspondente
em
S.
Miguel,
o
snr.
Albino Augusto
Pessoa.
Lisboa,
o
snr.
Alfredo
Valladim.
Covilhã,
o
snr.
Luiz
Antonio de
Car
valho
Porto,
o
snr.
Carlos
das
Neves
&
So
brinhos—
-rua
das
Flores.
301
307
Vianna
do
Caslello,
o
snr.
Francisco
José
d
’
Araujo
Júnior.
Guimarães,
o snr.
José
Antonio
Tei
xeira
de
Freitas
—
Livraria
Internacional,
a
S.
Damaso.
BANCO
DA
COVILHÃ.
Sociedade
anonyma—Responsabilidade
milada
li-
Capital
3.O®O:O»O$®Ol>
reis
í.
a
emissão
—
reis
750:000§>000
dividido
em
7:500
acções
de 100&000 reis
cada
uma.
Balanço
em
31
de
Agosto de
1877.
Activo
Accionistas.............................
400^0(>0
^eltras
descontadas
e
a
receber
..........................
imprestimos
s.
penhores.
Contas
corrent.
com caução
ifleilos
depositados
.
.
.
3
apeis
de
credito.
.
Agencias
no
paiz.
.
. .
Jitas
no
estrangeiro.
.
.
devedores
geraes. .
.
.
Mobilia e
utensílios.
.
.
Despezas
d
’installação .
.
Caixa
..................................
365:827^384
161:405$185
279:929$797
12:000^000
8:967$80()
22:
196$800
5:849$i
165
8:469$155
1:937$159
2:658$8I5
20:522$075
890:1(>2$565
Passivo
Capital...................................
(
’
undo
de
reserva.
.
.
?
unlo
para o
edifício
do
Banco...........................
.
Jepositos
á ordem
.
.
.
Ditos
a
praso.......................
Jevidendos
a pagar.
.
.
Credores
d’
eíTeitos
deposi
tados
...............................
Jiversos
credores
.
.
.
Contas
interinas.
.
.
.
Ganhos
e perdas
....
750:000$000
4:777$265
500$000
9:O9O$2I8
92:564$à35
7:283$000
12:000$000
3:087$015
5O4$794
10:355$738
890:162$565
Covilhã 1
de
Setembro
de
1877
Os
Directores
Visconde
de
Morão.
J.
d
’
A.
Vaz
de
Carvalho.
SAODE
A
TODOS
sem
mediciba, pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da delicio
sa
farinha
de
saúde,
farinha
de
saúde,
HEVAUESClÈai;
DL
BARRY
de
Londres.
31)
asino»
JPinvariavei
sw«®®s»e
2
Combatendo
as
indigestões
(despepsia)
1
gastrica,
gastralgia,
flegma,
arrotos,
amargor
<
na bocca,
piluitas, nauseas,
vomitos,
irrita-
i
ções
intestinaes,
bexigas,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
athsma, falta
de
respiração,
oppre«são,
congestões,
ma!
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alilo,
dos
bronchics,
da
bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos intestinos,
da mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue, 85:000
curas
en
tre
as
quaes
contam-se
a
do
duque de
Pluskow,
da
ex.
ma
snr'.
a
marqueza
de
Brehan,
Lord
Stuart
de
Dicies,
par d’
la-
glalerra,
o
doutor
e
professor
Worzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311
.
—Vervant,
28
de
mar
ço,
1866.
—Senhor.
—
Bemdito
seja
Deus)
A
sua
Hevalescière
salvou
me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naturalmente
fraco,
estava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia
qua
durava
ha
oito
an
nos,
tratado
sem
resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de vida
me
restariam,
quan
do
a
eminente virtude da
sua
Hevales-
eíère
me
restituiu
a
saude.
—
A.
B
rune
-
lière
,
cura.
Cura
n.°
78:364.—
Mr.
e ro.
me
Leger,
de
doença
do
ligado, diarrhea,
tumor
e
vo
mitos.
Cura
n.°
68:471.
—
Mr.
Pierre
Gastei-
li,
abbade, de
prostração
completa
na
edade de
85
annos
;
a
Kevuíeseière
re
moçou-o.
«Prégo, confesso,
visito
os
doen
tes,
dou
grandes
passeios
a
pé,
e
sinto
o
espirito
lúcido
e
a
memória
fresca.»
E
’
seis
vezes mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenia.
vezes
o seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha
de
lata,
de
’/* kilo,
500 ; de
</t
kilo
800
rs
;
de um
kilo,
l$40t)
reis;
de
2
*/2
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$400;
e de
12
kilos,
12$00<3
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e 1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
USevRJeHcãère
eboeolatadn
$
ella
res-
tiiue
o
appettiie,
digestão,
sotano,
energ
a
e
carnes duras
ás
pessoas,
e
ás
creanç.as
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó e em
paus,
em
caixas
de
folha de
lata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24 chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
l$4Oí)
; da
120
chavenas, 3^200
reis,
ou
25 reis
cada
chavena.
BK
BÂRlli «fe
l,aSiíTE». -
Piace
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceutiços,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello &
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16, Sjis&oa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
irmãos,
rua
Aurea,
12—
far
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
& Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO E
MI-
NH0.==Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
pharm.
—
Barcellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm.,
Largo
da
Ponte.
—
iíiraga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Auloiiiu
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31—
Pipa
<Sc
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Wâaiasua
do
Afiotiso
drog.,
rua da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog,,
Rua grande,
140.
—
íítaiauarâe»,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1; José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha,
29 e
33.
—
Penaflel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua de
Cedofeila,
160;
Fontes
& C.
a,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de San
to
Antonio,
225
a
227.
—
Poaate
rtt»
fci-
ma,
A.
J. Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoa
do
Varssssss,
P.
Machado de
Oli
?eira,
pharma.
—
Vaieniça
do
Mi
cílio,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
d«,
Cuude,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
i
LECCIONISTA
Antonio
José
Fernandes
de
Carvalho,
faz
saber
aos snrs.
estudantes
qne
desde
outubro proximo
em
diante,
continuará
a
Lecionar
latim,
latinidade
e
inslrucção
primaria,
ou
no
collegio
de
S.
José,
de
qne
é
digno
presidente
o exc.
in
°
snr.
conego
Figueiredo,
ou
na
sua casa
de
morada—
rua
do
Poço—
n.9 18.
(475)
PROPRIEDADE
EM
CARREI
ROS
Vende-se
separadamenle
pelo preço
que
mais
dér,
todas
as
differentes
terras,
de
que se
compõe
a
quinta
do
Padrão,
que
foi
do
Magalhães,
em Cabreiros.
Quem
quiser
contratar
dirija-se
ao
escri-
ptorio
do
exc.
m
°
dr.
Barata,
na
Praça
Municipal,
em
Braga. Também
se
vende
em
globo
cobrindo
o
maior
lance.
Nin
guém
está
encarregado
de vender,
e
só
o caseiro
é
que
alli
póde
dar
informa
ções.
(476)
Um
sujeito
habilitado
tanto
em
com
mercio
como
lavoura,
é
competente para
feitor.
Dá
abonador
á
sua
conduta,
quem
precise,
póde
dirigir-se
a
Antonio Rodri
gues
Ferreira,
lugar
do
Chamadouro,
na
freguezia de
S.
Pedro
d
’Oliveira,
d
’
esta
co
marca
de Braga.
CRIADA
Na
rua
do
Carmo,
n.°
3,
d
’
esla
ci
dade,
precisa-se,
para
casa
d
’
uma
familia,
de
uma
criada
bem
habilitada
no
serviço
domestico,
que
seja
aceiada
e
de
maior
idade,
que saiba cosinhar
perfeitamente,
e
que
dê
abono
á
sua
capacidade.
Tendo
iodas
estas
condições,
não
ha
duvida
al
guma
em
ser
remunerada
por
tudo.
(461)
Joaquim
José
de
Barros,
do
largo dos
Penedos
d’
esta
cidade,
faz
publico
aos
seus
amigos
e
fraguezes, que
abriu
a
sua
carreira
para a Povoa
do
Varzirn,
e
vice-
versa,
a principiar no
dia
3
do
corren
te,
em
dias
alternados,
dia
sim
e
dia
não,
saindo
de
Braga
ás
7
e
meia
horas
da
manhã,
da Povoa
ás
5
horas
da
manhã.
Escriptorio
em Braga
em
casa
do
an-
nunciante,
e
na
Povoa, em casa
do
snr
Pedro,
largo
de
S.
José.
(473)
A
meza da
irmandade
das
almas
de
S.
José
de
S.
Lazaro,
ereelas
na mesma
egreja
faz
poblico,
que
achando-se
vaga
a
capellania
das
mesmas
por
isso
todo
o revd.0 snr. sacerdote que
quizer
encar
regar-se
da
mesma
poderá
dirigir-se
ao
se
cretario
da
mesma,
morador
na
rua
do
Conselheiro
Januario n
0
128,
com quem
poderá tractar
debaixo
das
condições
pelo
mesmo
apresentadas.
•
__
Birapse & »
A
mesma
irmandade
tem
100^000
reis,
para
dar
a
juro,
porisso
todo
aquelle
<]ue
perlender
póde dirigir-se
ao
mesmo
secretario.
Braga
1
de
Setembro
de
1877.
O
secretario,
/47
2)
Narciso
Ramos
de Barros Pereira.
COMPANHIA DAS
AGUAS
DAS
PEDRAS
SALGADAS
Para
evitar
abtizos
e
falsificações
pre-
vine-se
o publico
em
geral,
de
que
as
aguas cuja
garrafa
não
tenha
a
etiqueta
que
a
companhia
adoptou
a
duas
cores,
preto e
azul,
com
a
competente capsu
la,
e
rolha
marcada
a
fogo,
devem
con
siderar
se
falsificadas,
visto
que
do
esta
belecimento
da
companhia
não
|sahe,
para
consumo,
nenhuma
garrafa
que
não
vá
nas
condições
acima
indicadas.
O
deposito d’
estas
aguas,
em Braga,
é
na
pharmacia
Maya,
rua
dos
Chãos.
Porto
10
de
Agosto
de
1877.;
O
gerente,
(410)
A.
R.
Ferreira
Vianna.
I1ÍITAÇÃ0
DE
CIIUSTO
EDIÇÃO
AUCTORISADA
PELO
Ex.
mo
e
rev.
m® sr.
Bispo
do
Porto
Está
concluída
a
impressão
d
’
esta
im
portante
obra.
Um volume,
encadernado
500
reis
Pela
correio
520
»
O
importe,
tendo
de
ser
remeltido
pelo
correio,
deve
vir
em
vale
para
as
sim
evitar
descaminhos, aliás
frequentes.
F.sta
edição
contém
as
orações
pre
paratórias
que
o sacerdote deve
recitar
antes
da
celebração
da
missa
e
ás
quaes
estão
addiclas
muitas
indulgências,
con
cedidas
pelos
Papas,
Leão
X
e
Pio
IX.
Vende-se
unicamente na redacção
da
«Palavra».
PADRE
SENNA FREITAS
Pri-ço
....
SíJlS
reis
A
’
venda
na
Livraria
Galholica
Portuen
se,
praça
de
D.
Pedro,
131.
^^sKfxa
Esta
companhia acaba
de
fazer
uma
importantíssima
re-
ducçâo
de
preços
nas
paisagens
de
primeira
e
segunda
meza.
Na
rua
da
Ponte
casa
n.° 65
arrenda-se
o
segundo
andar, que
se
com
põe
de duas
salas
e
quatro
quartos.
Tem
agua
de
um
poço
no
quintal.
(420)
Aluga
se
a
casa
n.°
7,
na
pra
njjg
ça
d’
Alegria,
construída
de
novo
e
com
elegancia, esta
casa
tem
uma
boa
loja
para
qualquer
negocio,
e
pode-se
alugar
junta
ou em
separado, quem
a
pretender
falle
com
seu
dono
na
rua
Nova de Sousa
n.°
56.
(474)
Mm
tossis
.
Os
Rebiifadoii
mytilieon,
de na
tureza
balsamica,
calmante, peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
lossicolosas.
Caixa 200
reis.
—
Meia
caixa
100
reis.
Unico deposito:
PHARMACIA CEN
TRAL,
rua
de
Santo Antonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(431)
BENTO
QUERIDO
Lontinú
t
á
testa
de sua au
la
d
’
instrucção
primari
t
esta"
belecida
na
rua
do
Coeib>>
u
-
16,
onde
lecciona
também
fran
cez
e
commercio.
Casa
para
alugar
Aluga-se
a
casa
n.°
88,
da
rua
da
Boa
Vista, tem
comodidades
para
duas
famí
lias,
para
tractar
na casa
n.° 85,
da
mes
ma
rua.
(352)
VENBA
BE CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de
1
[CjW
andar
e
quintal,
n.°
4.
jj
(ias terreaS) n.°s
7
e
g,
com
quintal,
na dita rua.
Duas
nas
escadas
de
Guadelupe,
com
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trata-se
com
a
Ge
rência
do
Banco
do
Minho. (263)
Linimento
BOYER-MICHEL
para caval-
los,
fazendo as vezes de fogo e não deixando
vestígios do
seu
emprego M
ichbl
,
pharm a-
ceutico
em
Aix (na
Provença) França. —
Preço
1,000
reis. —Em
l.isb
ii <> snr Birreto, Lorelu, n 0 28— 3O.f25)
FLUIDE
IATIF »E JOHES
Por
(tui
propriedades
bene/tcae, goza eito pro-
ducto de alta
e merecida reputaçlo. Suaviza e ama
cia a pelle, allivia ai irritações causadas pelas me-
dançar do
clima, pelos
banhos do mar, impressSes
desagradareis
do
vento ou do calor, etc,
etc.
; Uma simples appiicaç9o faz desapparecer as ra
chaduras das mios
e dos beiço
s. Preço 650 reis.
PARA
0S
CUIDADOS
D0
TOUCADOR
É
multo digno
de ser recommandado ó
Sab*«
latir,
que possue todas as
propriedades suavizan-
tes
do
Fluide,
e um aroma delicadíssimo. Preço500
r*.
23,
Bonlevart
des Capncines,
Paris,
De Fronte ds entrada do Graad-Hotel.
Fabricante
de Escovai
Inglesas Perfumeria, Loja
de
papel,
Objetos de Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria, Artigos
de
Luxo, Luvas, etc.
Deposito em
Lisboa, snr.
Barreto, Lorêlo
n.°
28—30
(26
*)
ESCOLA AMERICANA,
Consultorio a
toda
a
hora,
tanto
de
dia como
de noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.° 22. (582)
FILIAL
D
a
CAIXA
ECON9MICA
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
...................
&OOt«»O»4OOO
RUA
NOVA DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
ma
do
Campo)
BRAGA.
Empresia
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de credito,
cereaes,
roupas,
inoveis,
ferramentas,
e sobf
e
todo
e
qual-,
quer
objecto
do
valor
não inferior
a
100
réis.
Recebe
pequenas
qtuntias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
aos
deposilames
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
-A.
G.
Ferreirinii.
CIRURGIÃO
DENTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA
MEDICO-C1RURGI-
CA DO
PORTO
Rua
de S.
Marcos
n.°
19.
BR
a
GA.
Faz
tudo
quanto diz
respeito
á
sua
arte
e
continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580
—
—
.
fu i
im
i
r
— ~r
-
-nn-irzn
—
i
—
DISCUKSu
do
deputado
francez
catholico
O CONDE
ALBERTO DE MUN
Pronunciado
no
eztcerraiueuto
da
assjesEifíSeèu
geral
dos
menbros
da
obra
dos
circulas
catholicos
de
operaz-ies
TRADUZIDO
PELO
PABHE
SENNA
FREITAS
Dedicado
ás
Associações
Gatholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n’
esta
redacção
por
60
rs.
.................
.1
..
...
|
.
|
ALUGA-SE
a
casa
apalaçada
con-
'
7
,
struida
de
novo,
com quintal e
p
0Ç0(
na
rua
da
p
onle
n_0
g8
c
Para
tractar
no
n.°
acima.
(448)
K
VIXilOS
DO
ALTO
DOU
SÓ
BA
CASA
BE
VIIJLA
POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
>
»
>
»
.
19o
»
Lagrima
.........................................
200
»
Branco
de
meza
............................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
>
de prova secca.
....
300
»
Malvasia
de
2.
’.............................
360
>
> velho
....................................
400
»
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
500
>
Roncão
.........................................
700
» Alvaralhão
........................................
560
»
Velho
de 1854
....
600
>
a
retalho
para
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e
branco
120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
e
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chytnico.
(-H-41)
Attenção
Narcisa
Candida
Mendes,
da
rua
de
S.
Geraldo
n.°
23,
ensina
abordara
bran
co,
matiz,
ouro,
e
a
fazer
flôres.
(399)
VENDA
DE QUINTA.
Na
freguezia
de S. Mamede
d
’
Éste,
vende-se
uma
quinta
no
valor
de
cinco,
contos
de
reis.
Quem
a
quizer comprar,
póde
tractar
do
seu
ajuste
com o
snr.
Manoel
da
Silva
Rocha,
morador
na
antiga
casa
do
Hos
pício
Municipal,
d
’
esta
cidade.
(462)
RAPAI
PARA
NEGOCIO
Precisa-se
de
um
com
3
annos
de
pra
tica
em
negocio
de
ferragens, e
que
não
tenha
menos
de
14
a 15
annos.
Carta
ao
escriptorio
d’esle
jornal
com
as
ineciaes
R. F.
S.
(433)
MUITA ATTENÇÃO
Deposito de
biscoitos
de
Valnngo
1
—
LARGO
DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos
são
muito recommenda-
veis
tanto
pela
qualidade das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu,
baixo
preço em
relação a
qualidades.
Preços
porque
são
vendidos
:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
»
280
Biscoito
macarrão
»
280
Bolacha
doce
>
280
Biscoito
Brazileiro
>
300
Dito
imperial
»
330
Bolachinha
de araruta
»
340
Tosta
azeda
»
190
(581)
0S ÚLTIMOS MOMENTOS
D
’
UM COHDEMNADD
PELO
R.
P.e MARGHAL
MISSIONÁRIO
APOSTOLICO
Traduzido
da
19.
a
edição
POR
João
Baplista
da
Silva Ramos.
Vende-se
em
Braga
nas
livrarias
Ca-
tholica
e
Germano,
rua
do
Souto.
Preço
....
40
rs.
Corographia
de
Carvalho
Vende-se
no
escriptorio da
administra--
ção
d
’
este
jornal
e
na
rua
Nova n.°
5.
Preço,
3
volumes.
.... 1$500.
Duas
moradas
de
casas
quasi concluídas
na
sua
conslrucção,
sendo
: uma
na
rua
da
Sé
entre
os
n.
os
15 a
18 —
outra
na
rua
de
Santo
Antonio
das
Travessas
en
tre
os
n.oS
16
a
18,
e com
frente
para
a
nova
rua
(antigo
Couto
do
Arvoredo).
Podem
ser
vistas
a qualquer hora,
pa
ra
tratar
de
seu
ajuste,
com
seu proprie
tário
João
da
Costa
Palmeira.
(434)
BRAGA,
TYPOGÍUPHIA LUSITÁíU-4877.
Parte de Comércio do Minho (O)
