comerciominho_05071877_658.xml
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-
commei
&
ciai
»,
ih ?W rJTS « : S SJíNS.^ .
EDITOR E PROPRIETÁRIO JOSÉ MARIA DIAS DA COSTA, RUA NOVA N.°
3 E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
1
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
5.°
ANNO
Braga, 12 mezes
..............................
1$600
»
6
»..........................
S50
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
....................
20
Repetição
....................................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUÃTAS
E
SABBADOS.
Províncias,
12
mezes.
....
2^000
n
0
».............
1$0a0
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte. .
3&600
Folha
avulso
.
.........
10
N.
u
658
8HA«4-QUISTA-FEIRA & Ê»E
.HJi.II»
SSE i.S’Z'3
O
Papa esn
preae»çta «lo projecto
aabre «as abua»» «5a eleru.
[
Inlroducção
)
1
Ninguém
ignora
já
qual
o
íim
que
teve
o
iníquo
projecto
do
governo
da
Ilalia
sobre
os
pretendidos
abusos
do
clero.
0
íim,
dissemos
nós,
e
talvez
disses-
semos
bem;
porque
esse
projecto
a
que
as
circumstancias
de
momento
deram
uma
morte
prematura,
talvez
que
ainda
venha
a
resuscilar,
se
os tempos
se
lhe
torna
rem
mais propícios.
Os
ilalianissimos
não
são
gente
que
se
dê
por
convencida,
ainda
que
não
seja
preciso
muito
para
que
elles se
confes
sem vencidos,
como
os
factos
por
vezes
o
tem
mostrado.
Carecem
de
força
e
coragem;
mas
em
compensação
sobeja-lhes
a
astúcia
e
a
perfídia.
Se
por
agora
a
altitude
dos
catholicos
e
principalmente
d
’
algumas
potências
que
não
estão, como
a
nossa,
contaminadas
pelo
virus
da
indifferença,
obrigou
o
res-
peclivo
ministro
a
que
recolhesse á
pasta
o
seu
projecto
favorito,
é
porque
a
occa
sião
mostrou-se
pouco
favoravel
a esta
nova
tentativa
d
’assalto
contra
a
liberdade
e
independencia
da Egreja
Catholica.
Os
tempos
não
são
porém sempre
os
mesmos.
E
’
necessário
deixar
amadurecer
a
ideia.
E
n’esla espectativa
os auctores e
fautores
do
projecto
observam
os
ares,
confiados
em
que
a
atmosfera
alguma
vez
se
lhes mostrará mais asada.
Deus
is
confundirá
antes
d
’isso,
assim
o
esperamos;
mas
como
a
ninguém é da
do
conhecer
o
futuro, e
penetrar
nos
al
tos
desígnios
da
Providencia, não
devemos
nós
descurar
um
pomo,
que
seja,
o
de
ver
que
nos
incumbe, de fazermos
da
nossa
parle.
Com
este
intento
nos
resolvemos
pu
blicar,
ainda
que
a
titulo
de
inventario,
o
mencionado
projecto
de
lei.
E
’
mais
uma
prova,
como
mostrare
mos,
da
boa fé,
com
que
aquelle
governo
costuma
guardar
os
convénios,
os
con
tractos
e
a
fidelidade
nas suas promessas.
Riram
se
os
jornaes
da seita, quandq
por
occasião
da
famigerada lei
das
garan
lias,
em 1870,
a
imprensa
calholica
as
severava,
que
tal lei, pira
que
pudesse
dizer-se
uma
garantia,
precisava
antes
de
tudo
de
ser
garantida.
Os
que então
se
riam,
não
ignoravam
a
razão
que
nós
os
catholicos tínhamos
para
assim
o
alíirmarmos;
mas
emfim
era
calculo,
era
plano
empregado
para
illudir
a
simplicidade
d
’
alguus filhos da Egreja.
Se
obtiveram
al^um resultado
não
o
sabemos
nós.
0
que
sim
não
ignoramos,
é
que
não
(alta ainda quem
se
mostre
muito
crente
na
chamada
lei
das
garantias.
E
’
para
esses,
sobre
tudo,
que
nós
hoje
encetamos
a
publicação
d’estes
artigos.
E
para
que
a verdade
se
torne
pal
pável
a
lodos
começaremos
a publicidade
pelo
celebre
projecto sobre
os
abusos do
clero.
Ed-o:
Artigo
l.°
Projecto
de
lei
sobre
os
abusos
do
clero.
0
sacerdote, que
abusando do
seu
mi
nistério
em
oflensa
das
instituições
e leis
do
Estado,
perturbar
a consciência publi
ca,
ou
a
paz
das
famílias,
será
punido
com
cárcere
de
4
mezes
até
2
annos e
multa
até
mil
liras.
Artigo
2.°
0
sacerdote,
que
no
exer
cício
de
seu
ministério,
com
discurso
pro
ferida
ou
lido
em
ajuntamento
publico,
ou
com
escriptos
publicados, expressa
mente
censurar,
ou
por
outra qualquer
fórma ultrajar
as
instituições,
leis
d’
Es-
tado,
um
decreto
real,
ou
qualquer
outro
acto
da auctoridade,
será
punido
com
cárcere até
3
mezes
e
multa
até
mil
liras.
Se o discurso,
escripto,
ou
acção
pra
ticada
forem
dirigidos
a
pr<>v>car
a
des
obediência
ás
leis do
Estado ou
aos
man
dados
da
auctoridade
ou
a impedir
o
exe>-
cicio
dos
direitos
civis
e p
diticos,
o cul
pado
será
punido
com cárcere
de
4
me
zes
a
2
annos
e multa
ate
duas mil
liras.
Se
a
provocação
fôr
seguida
de
resis
tência
ou violência
contra a auctoridade,
o
auclor
da
provocação, quando
esta
não
constitua
cumplicidade,
será
castigado
com
cárcere maior
p-r
2
annos,
e
com
multa
maior
de
duas mil
liras,
exiensi-
vel
a
tres mil
liras.
Serão
punidos
com as
mesmas
penas
os
que
publicarem ou diffundirem
escri-
ptos
neste
sentido,
seja
qual fôr
a
au-
claridade
ecclesiaslica
ou
logar
d
’onde
pro
vierem.
Artigo
3.°
Os
sacerdotes
que exerce
rem
actos
de
cullo
externo
contra
os
man
dados do
governo,
serão ‘
punidos
com
cár
cere
até
3
mezes e
multa
de.duas mil liras.
Artigo
4
0
Qualquer
contravenção
ao
que
se
acha
prescripto
relalivamente
á
necessidade
do
assentimento
do
governo
para
a
publicação
ou
execução
das
pro
videncias
relativas
ao
culto,
n
’
aquella
par
te
em
que
tal
assentimento sempre foi
exigido,
será
punido
com
cárcere
até
6
mezes
ou
com multa
até
quinhentas
liras.
Artigo
o.°
Os
sacerdotes
que
por qual
quer
outra
fórma delinquiretn
no
exerci
cio
do
seu
ministério,
ainda
que
seja
por
meio
da
imprensa,
serão
punidos
com
a
pena
ordinaiia,
augmentada
em grau.
Artigo
(ã.°
0
conhecimento
dos delidos
mencionados
nos
artigos
1.° e
2.°
per
tence
aos
tribunaes
correccionaes.
M. MARI.MIO.
Ainita
a religião crs í lio 1 jCrt ecn
face
«las
seilnia -r issidenteo
deu
pia
iiogephicoM ntotler-
n <w.
Descendo sempre
o plano inclinado
que
conduz
de
duvida
em duvida
ou
de
nega
ção em
negação á
negação
absoluta,
ofle-
rece-se-nos
naturalmentc
o
deísmo.
Já
é
menos,
como syslema
positivo
da
que o
scisma
e o
protestantismo,
to
mados
na
sua
significação
iitleral.
0
deis-
mo
faz
a
Deus
o
favor
de
crêr
na
s ta
existenria,
á
lei
natural
a
honra
de a
admiltir,
e
contenta-se
com
isso.
Tem-se
(wr
sensato,
porque
é
pusilânime,
por
im
parcial,
porque é
indeciso,
por
moderado
porque
não é
atheu,
nem
calholico.
Está
para
com
a
religião
como
a
monarchia
constitucional
paia
com
a
absoluta
e
para
com
a
demagogia.
Dista
simplesmente
a
diíferença
de
que
na política esta linha
media
concebe-se
muito
mais facilmente
e
não
ulliapassa
a
balisa
do
opinativo.
0
deista
admitte
um
Deus
creador,
e
negi
o
Deus
cou
®rvador
ou
a
Providencia
não
die
attribuindo
influxo algum
nos
acon
tecimentos
sociaes,
nem
relação
real
e
p.siliva
com
o
homem.
Para
tornar
impossível
esta
relaião
nao
põe
em
duvida
exagerar
a
baixeza
humana,
cotejando-a
aflectadamente
com
a
grandeza
infinita
do
Ente
Supremo,
para
mostrar
que
entre
a
primeira
e
a
segunda
medeia
um
pego
sem
vau
possível. Reco
nhece
a
idéa
de
Deus,
e
nega-lhe
a
acção
e
a
presença
na
sociedade;
de
sorte
qne
entre
o
chrislianismo que
é
a
piesença
da
divindade,
e
o
atheismo
que
é
a
auzencia
completa
d
’
elia,
o
deismo
admitte
uma
presença
especulativa,
insensível,
ou,
pa?a
exprimir
todo
o
meu
pensamento,
uma
presença
que
não
está
/ resente.
Se
outrosim
admitte
uma
alma
im-
morlal,
tal immorlalidade
não
tem
alvo
nem
objecto
fixo,
porque
a
sua
doutrina
FOLHETD]
OS
ÚLTIMOS
MOMENTOS
G’
UM
COHDEMN
á
DO
PELO
R.
P.e Marchai
Mi«nic!i«rio
apostolico
TRADUZIDO
DA
19/
EDIÇÃO
POR
J.
B.
da
S.
B.
XIV
[Couclusàoj
Tinham
decorrido
apenas
dous
minu
tos
quando
avistamos
o
terrível
cutelio,
no
qual
se
reflectiam
os raios
do
sol.
A
vi-
cliroa
olhou
para
o
céo
e
exclamou
:
«Senhor,
tende
piedade
de
mim.»
Depois
considerando
o
terrível
instru
mento,
conlinúa:
«Cutelio
! por
mais que
faças,
não
és
tu que
me
mettes
medo!
anlecipadamen-
le
te
agradeço
;
porque,
em
cinco
minutos,
me
darás
talvez
o
paraiso.»
Voltando
depois
para
mim:
«Meu
muito amado
Padre,
me
diz,
vós
fostes o
meu
ultimo
e
o
meu
melhor
ami
go.
Agradeço-vos
todos
os
cuidados
que
tivesteis
por
um
miserável
como
eu.
Lem-
hrae-vos
de
mim
nas
vossas
orações
;
se
tiver
a felicidade de
entrar
no
céo,
nun
ca
tosísquecerei...
Consolae
minha
pobre
mãe.
•
Elle
torna
a
olhar
a
funesta
machina,
e
deixa
cair
estas
palavras:
«Meu
padre,
mais
alguns
passos,
tal
vez
quinze,
e
o
decimo
sexto
será
um
bom passo!...»
Quando
chegamos
ao
pé da terrível
es
cada, ajoelhou-se;
depois
fez em
voz
alta
a seguinte
profissão
de
fé:
«Eu peço
perdão
a
Deus
de
todos
os
meus
peccados,
perdão
a todos os
ho
mens,
e
morro
felizmente
no
seio
da
san
ta
Egreja
Calholica
Aposlolica
Romana.»
Imprimiu
um
ultimo
osculo
de
amor
no
Crucifixo,
e
me
abraça
depois
de todo
o
seu
coraçao,
pronunciando
estas
pala
vras
:
«Amigo,
até
nos
tornarmos
a
vêr
no
céo;
lembrae-vos
de
mim!...»
Emquanto
subia
os
terríveis
degraus,
lancei
me
de
joedios
na
terra,
e
meus
olhos
se
levantaram
uma
ultima
vez
para
a
victima,
a
quem
ouvi
exclamar
:
«Irmão!...
adeus!...
todos!... adeus!...»
Os
dous
primeiros
algozes choravam;
o
mais
novo
—
parecia
ter
vinte
annos—
ti
nha
o
annel
fatal,
parecia
sorrir!
Querem
agarrar
o
infeliz.
«Deixem-me,
diz elle, metlerei
bem
a
cabeça.»
Eu
linha
a
fronte no
pó,
quando
um
terrível
grite,
sahido
da multidão,
me
an-
nunciou
que
tudo
estava
acabado!...
«Senhor,
exclamei
eu
logo, recebei
sua
alma,
e sede-lhe
propicio!...»
Levantei
me
do
chão
com
o
coração
cheio
das mil
agitações
diversas
que
aca
bavam de
o
atravessar.
Pareci-me
saird’
mn
sonho,
—
um
sonho
de
vinte
horas! Pare
cia que
tudo
girava
em
volta
de
mim.
e
eu julgava-me
só
no
mundo.
«Meu
pobre Julio!...
uma
oração
por
elle,
se
é
vossa
vontade!...»
XV
Tres
annos
depo>s d
’este
tocante
drama,
um
dos
amigos
que
o
R.
P
Marchai
tinha
deixado
em Belley,
escrevia
ao
joven
e
zeloso
missionário
uma
carta
clima
de
pre
ciosas
recordações.
Nós extraímos
d
ella
as
linhas seguintes:
«Tem
decorrido
apenas
alguns
dias,
era
o
anniversario
d
’
uin
dos
mais
bellos
de vossa
vida!...
Ponhamos
de
parle
a
lú
gubre
representação
do
cadafalso;
é
para
junto d’
uma
campa
que vos
convido.
«Lá eleva-se
um
chorão,
modesto
co
mo a
mão que o plantou,
vigoroso
e
de
licado
como
os
sentimentos
da
vossa
bel-
la
alma,
de
que
é
emblema.
Seus
ramos
flexíveis
enlaçam
uma cruz ainda
mais
modesta.
E’
tocante!...
«0
bom
S.
Francisco
de
Salles
nos
diz
que esta arvore
tem
a
propriedade
de
tornar
doce o
amargo do
objecto
com
que se põe
em
contacto.
A
alegoria
é
bel-
la!...
Devo
dizer-vos
que
vos foi
couce-
dido
adoçar
os
suecos
amargos
da
morte
em
uma
alma
desamparada!...
Mas
eis
aqui
o
que
vai
muito mais ainda.
«As legendas
não
são
todas
da
edade
media;
concederam-me
ouvir
aqtiella
que
a
piedade popular consagrou
em
honra
vossa.
Escutae
esta
candida
expressão
das
lembranças que
vos
tem
dedicado.
Eis
aqui
a
legenda
que
me recitou um
devoto e
sensível
habitante’
dos
campos,
que a
cir-
cumstancia
tinha
conduzido
a
esta campa,
no
momento
em
que
eu
recitava
a
prece
dos
mortos,
piedosamente
ajoelhado
na
relva
que
cobre
os
restos
mortaes
do
vos
so
Julio
;
—
Senhor
cura, sem
duvida
pertencei;
á
sociedade
das
Missões da
grande
casa
io
Promenoir
?
—
Sim,
meu
amigo.
—
Muito
bem;
foi um
da
vossa
com
panhia
que
plantou
esta cruz
c
este
cho
rão
;
porque,
atlendei, confessara
este
mo
ço
que
está
aqui
enterrado,
como
talvez
saibaes...
Tinham
sido
camaradas
de colie-
gio;
eram
dous
verdadeiros
amigos. 0
po
bre
moço caiu
na
desgraça,
porque
não
havia
sido
educado
na
verdadeira
religiã
.
Parece
que não
andou
bem
e
perdeu-se.
Condemnado á
morte foi
conduzido
a
Belley
para
ser
guilhotinado.
Seu
amigo,
o
senhor
de
vossa
casa,
vei-o
vel-o.
D.z-
se
que se amavam
como dous
irmãos.
Assim
quando
o
viu,
confessou se a elle,
voltou
á
religião
santa,
e
todos
nos
recor
damos
ainda
do
edificante
espectaculo
de
seu
caminho
e
de
seus
adeuses!
Ah!
foi
muito
tocante,
eu
vol-o
asseguro,
snr.
cu
ra.
Depois
este
senhor,
que
é
dos
vossos,
plantou
esta
cruz
e
este
chorão, e vi
nha
todas
as
tardes,
sosinho,
resar
aqui
pelo
seu
amigo.»
FIM
versátil
não
reconhece
nem
hem
nem
mal
absolutos
;
regèita
toda
a
pena
illimitada,
«piando
mesmo
admitia
o indefinido
de
uma
recompensa.
Quizera
um culto,
mas
sem
sacerdotes;
templos
mas
sem
altares,
uma
religião
mas
sem
sacrifício
;
temperança
mas
sem
prescripções,
reliabililação mas
sem
peni
tencia,
virtude
mas
sem a
perfeição
de
conselho,
que
se eleva
acima
da
nature
za,
uma
vontade
ordenada
para
o bem,
mas
sem
o
supplemenlo
indispensável
da
Graça
divina.
0
deismo
é, por
conseguinte,
a
reli
gião
creada
pela
razão,
não
revelada
pelo
Verbo
incarnado
;
mas
tendo
por
base
uma
razão,
volúvel,
e
inconsistente
nas
suas
conclusões,
não
passa
de
uma
theoria
provisória,
que
em ultima
analyse
se
vem
a
resolver
no culto
do Deus-ldéa,
ou
Abstracção.
Chegamos
ao puro
renanismo.
Ha hoje, eífectivamenle,
um
systema
que
saúda
com
a
mais fidalga
cortezia
o
Deus vulgar
pessoal, venera os
grandes
princípios
da moral,
da
philosophia e da
esthetica,
e
que declara,
todavia,
que
Deus,
como
o
Bem,
o
Verdadeiro
e
Bello não
existem
por
ora,
mas
andam
a
fazer-se.
Hegel ensinou
aos
seus
allemães
e ao
mundo
philosophico que
o
eu humano
ten
de
a
erigir-se em
principio
absoluto
e
a
tudo
referir
a
si
proprio,
de
tal
sorte
que
o
Absoluto
(Deus;
não
é
mais
que
-a
idéa
desenvolvendo
se
no universo».
A eschola
de
que falíamos,
ensina
o
desenvolvimento
da
idéa
na
natureza,
ou
o
universal «vir
a
ser».
.Confesse-se
ao
menos
que a scien
cia
al emã
tem
myslerios
um
pouco
mais
indigestos
que
os
da
fé
catholica).éO
universo,
diz
o hierophante d
’este
sys
tema,
Renui,
caminha
para
a
perfeição
sem
por
isso
obedecer
a
uma
direcção
intelli-
gente
:
Deus
é um
philosopho
sem
o
saber
(inferior,
por
tanto, ao
que
escreve
estas
unhas
com
a
consciência
do
cogito,
ergo
sum).
Deus
não
é
Deus,
é o
Divino,
uma
qualidade,
não
um
ser,
uma
cathegoria
do
pensamento,
não
uma
realidade.
Caro,
no
seu
livro
immorlal
«Deus
e
os
seus
críti
cos
modernos»,
definiu
perfeitamente
esta
religião
—a
aliucinação
do
Divino
ou
uma
especie
de
quietismo
scientilico.
No
ultimo degrau
da
escada
das
nega
ções,
e
das
aberrações
philosophico-religm-
sas
está
o positivismo.
O
positivista
nega a
alma,
porque
não
a
pôde
ainda
levar
á
retorta,
e
conhecer-
Ihe
os
componentes
chimicos,
e
Deus,
porque não
o
viu
ainda
com
os
olhos,
como
se
vê
a lua
e
as
estreitas,
nem
medil-o
aos
metros, como
se
mede
uma
superfície
cubica,
ou
uma
peça
de
panno.
A
ser
consequente
comsigo
mesmo,
deve
lambem
negar
as
forças
da
natureza,
que
se
não apalpam
nem
descobrem
vi
sualmente,
a
humanidade
dos
tempos
de
corridos,
que
se
sumiu debaixo
da
terra,
a
historia,
que
é
um
lestimunho,
e
por
tinto
suppõe
a
fé
humana;
e
todos
os
phe-
nomenos
scientiíicos,
que
não
fôrem
bebi
dos
t.o
labor
da
observação
própria.
Como
se
vê,
nada
menos positivo
que
positivismo,
que
se
limita
a
destruir
sem
edificar,
e
que
para
se
aífirmar
a
si
pro
prio,
desdenha
e
insulta
a
razão
de
todos
os
sábios,
que
leem
sido
a
gloria
da
hu
manidade,
distribuindo-lhes o
diploma
de
inhabeis,
e
proclamando
com uma jactan-
cia
sem
nome
que
«a
sciencia
mal
conta
quarenta
annos.»
(Taine)
Depois
de
Platão,
Descartes,
Reid,
Leibniz
e
Newton,
enoja
que
venha
ainda
um
Augusto
Conte pretender
com um
conto
de
phanlazia
enferma
(cegri
somnia),
ex
tinguir
a
inextinguível
luz
da
razão,
que
refulge
como
uma
lampada
no
fundo
d
’
este
ergástulo
da
nossa carne mortal,
e
pro-
jecta
mn
clarão
tão
vivaz
sobre
os
an-
naes
da
humanidade.
Enoja
que
com
um
traço
de
penna
se
pretenda
depôr
esse
juiz
incorruptível
e
immortal
da
consciên
cia,
e negar
o
coração,
urna
sagrada
dos
mais
bellos,
nobres
e
puros sentimentos,
para
reduzir
o
homem
a
sete
palmos
de
matéria,
o mecanismo
scientifico
a
cinco
sentidos,
Deus
a
um
archaismo,
e
a reli
gião
a
um
postulado
gratuito.
E
comtudo o
positivismo
é
isto,
mé-
ramente
isto.
Mas
para
afHrmar
que
o
sol
é
claro,
e
a
noite
escura,
o
mar
li
quido
e
a
terra
solida,
escusava-se
uma
sciencia.
Se
tal
sciencia
merece
esse
no
me,
pódem
fechar-se
as
academias,
e
o
meu
alfaiate
tem
o direito de saudar
a
Conte
—
Salve,
collega
!
Baldo
de
todo
o
mérito,
como
sysle-
ma,
o
positivismo
nem
tem
o
mérito
da
originalidade.
Taine,
como ha
pouco
vi
mos,
dizia
com
a face
túmida d
’
um
fauno
de
chafariz
:
«a
sciencia
ma!
conta
qua
renta
annos.»
Só
o
nome de
positivismo
os
conta,
o
systema
recúa
aos
tempos
em
que
a
sciencia mal
estava na
incuba
ção.
E
é
esta
a
theoria
luminosa
que
se
nos
dá
pela
ultima
expressão
scientifica,
pelo
mais
transcendente
eureka
do
século
XIX
!
Mal
pensava
eu,
de
feito, que
ao
re
ler,
não
ha
muito,
o
poema
de
Lucrecio
«De
Nalura
rezum»,
n
’elle
se
me
depara
ria
a
formula rigorosa
de positivismo
ho
dierno,
galvanisado
por
Moleschot, Taine
et
alios
similes.
Ora
Lucrecio
precedeu
a
Virgílio,
como
poeta,
e
viveu
95
annos an
tes
de
Christo. 0
bardo,
que
a historia
antiga
nos
apresenta
como
ferido
de uma
lesão
mental,
proveniente
d
’
um philtro
ministrado
por
uma
amante
despeitada,
merecia ser
o
cantor
e
o
patriarcha
de
uma
theoria,
que
abdicando todo
o senso
commum,
systematisou
o
absurdo.
Vamos
vêl-o,
e
concluir.
Padre
Senna
Freitas.
í)
Papa jiisiiíleiitdn e <iefenaditlo jtoj-
proteataii teis.
0
«Pall
Mall
Gazette», periodico
livre
pensador, porém
mui lido
pelas
altas clas
ses
publica
dois
artigos
natabilissimos
sebre
o
mesmo
assumpto,
o ultimo
dos
quaes
diz
assim:
«0
governo de
llalia,
pela
primeira
vez
desde
que começou a sua
grande questão
com o
Vaticano, se
coliocou
n
’
uma
posição
falsa
e
desesparada.
Quiz
imitar
a
política
ecclesiastica
do
*
príncipe Bismark
em circumslancias
que
fa
zem
o
exilo
menos
provável
e
a
derrota
mais
desastrosa.
Os catholicos
romanos
não
constituem
senão
uma
fraeção
do povo
da
Prussia,
e
alli
o
Papa
não
pode
ver-se
mais
perseguido
do
que
costuma
sel-o
nas
perseguições
da
Conchinchina
e
do
Japão.
Porém
os catholicos
da
llalia
consti
tuem
uma
immensa
maioria
do
paiz,
e
toda
a
legislação
hostil
de
que
possam
ser
objecto
equival
á
violação da
lei
das
garantias,
formada
com
o
fim
de
provar
que
o
Papa se
equivocava
em
sustentar,
que
o
poder
temporal
era
indispensável
a
sua
independencia espiritual.
Desgraçadamente
a
lei
de garantias
apre
sentava
a
inevitável
debilidade
de
todas
as
disposições
parlamentares;
e isto tanto
mais,
quanto
não
passava
de
ser
um
con
tracto
unilateral.
Se
o
Papa hovesse
figurado
como
uma
das
parles contractantes, o
ministério
ita
liano,
apesar
de seu
fanatismo
revolucio
nário,
teria
encontrado
alguma
difTiculda-
de
em
legislar
como
se
tal
lei
não
exis
tisse;
haveria alcançado
o
mesmo
objecto
se
esta
fosse supprida
por
alguma
coisa
que
se
parecesse
com
um
reconhecimento
internacional,
ao
menos,
da
parle
das potên
cias calholicas.
Ellas
interessam,
se bem
que
de
facto
lodos
os
governos
que
tem
subdiios
catho
licos
interessam
lambem,
em
manterem
a
independencia
espiritual
do
Papa,
isto
é,
que
necessitam
segurança
de que,
quando
o
Pontífice
falia
como
chefe
espiritual do
Catholicismo,
não é
pura e
simplesmente
o
porta-voz
ou arauto do
governo
temporal
da
llalia
Sem
duvida,
por
agora,
o perigo
é
re
moto;
porém
se
o
Papa
acceitasse
a
situa
ção
em
que muitos
bons
protestantes que
rem
pol
o;
se
chegasse
a
ser
o
súbdito
obe
dientíssimo
do
rei de
Italia,
já
não
seria
um
perigo
remoto
E’
lambera
remoto,
porque
o
Papa
pre
fere
combater
a
llalia
a
negociar
com
el
la; porém,
suponhamos
Pio
IX
substituí
do
por
um
homem
menos
resoluto, de
um temperamento
menos
firme
e
rodeado
de conselheiros cançados
d’
uma
lucta
es-
teril;
n
’esse
caso
a
unica
defeza
contra
perigosas
complacências
se encontraria na
força
sanccionada
e
reconhecida
d
’
uma
lei
de
garantias.
Assegura-se
que
o
imperador
d
’
Austria
e
o
marchai
Mac-Mahon fizeram
represen
tações
no
sentido
de
que
consideravam
a
lei
de garantias como
um
convénio
de
ca
rácter
internacional.
«Poderá
ser
falso
este
rumor,
porém
de
lodos
os modos
indica uma
política
que
tarde
ou
cedo
os
governos
catholicos terão
de
acceitar,
a
não
ser
que,
seguindo
o
exemplo
da Italia,
prescindam
completamente
de todo
o
sentimento
calholico.
0
ministério
italiano
se
defende
com
seus
direitos
technicos, e
considera
as
suas
relações
com
o
Vaticano
como um assumpto
puramante domestico.
Não
é prudente
essa
atitude
nas
circum
slancias
actuaes.
A
adual
condição
da
Europa
é
tal,
que
dá
origem
e presta
alento
a
idéas
e
ambições
que
em
tempos
menos
pertur
bados
pareciam
em
todo
o
ponto
chime-
ricas.
Não
era
necessário
que
o
cardeal
Man-
ning
se
désse
ao
trabalho
de
contradizer
os
contos
do
correspondente
em Roma
do
Daily News;
porém
sim
que
possa
espe
rar
se
que
a
Inglaterra
abrace
a causa
do
Papa
pela cessão da Sicilia
ou
pela
con
versão
da
rainha
Victoria
os
conselheiros
do
Papa
tem
o
direito
de pensar
que
se
conseguirem
demonstrar que
da
sua parte
tem
a
justiça
e
a
razão,
em
sua
questão
com
a
Italia,
na
próxima
divisão
territoral
da
Europa
lerá
alguma
coisa
de
reserva
para
o
Papa.'
Por
um acto
extraordinário
de
loucura,
o ministério
italiano
deu
a
Roma
o
motivo
que
esta
busca.
Se
o
diplomático ecclesiastico
mais
habil
tivesse
tratado
de
encontrar
uma
cou
sa
mais
apropriada
para
inflamar
a
cólera
dos
catholicos de
todos
os
púzes,
nada
melhor
haveria
encontrado
do
que
o
as
tuto
projecto
de
lei
do
ministério
ita
liano.
Esta
lei
constituiria
um
estado
de
coi
sas
que não pode ter
a
acquiescencia
de
Pio
IX,
nem
nenhum
outro
Papa,
e,
que
digo
?
nem
sequer
a
de
nenhum homem
honrado,
quasquer
que
sejam
as
suas
con
vicções
religiosas.
.
.
Esse famoso projecto
parece
ter
sido
feito
pelo
modelo
do
famoso
decreto
de
Nabuccodonosor».
i
ti
—
n
'T
— nuiTiWfltsaflngtrrrwv;
nvttit
ViseSia, de jnHio
de
^Correspondência
particular.)
Esta povoação,
que
em nossos
dias
tan
to
tem
florescido,
parece
que
devia
ser
olhada com
mais
altenção
por
aquelles
que
teem
a seu
cargo
a manutenção
da
mo
ral
publica;
mas
pelos
abusos aqui
pra
ticados
vêmos
que
não ha
n’
esla localida
de
indicio
algum
d
’
auctoridades.
Esta
notável e bellissima localidade
es
tá
ainda
classificada
como
aldeia
(!),
quan
do
temos visto algumas
villas
e
até
cida
des
de
menor
importância!
Na
quadrados
banhos
apresenta
Visella
o
caracter d’
tima
cidade
regular,
mais
pela
concorrência
de
povo,
do
que
pelas
suas
condições
recrea
tivas.
A
natureza
comtudo
não
foi descuido
sa
para com
este
risonho
cantinho
de
Portugal,
e
que
a mão
do
homem
tem
aformoseado
com
esmerado
afan.
A
ame
nidade
de
seus
arrabaldes
encanta a
vista,
e
deixa
indeleveis saudades
na
alma d
’
a-
quelle
que a
tem
gosado.
Mas
como
no
mundo
não
ha
prazer
sem
que
seja
mais
ou
menos agoado,
ao
vol
tarmos
repletos
de
gratas
recordações
des
tes
passeios arroubadores
presenceamos
os
mais
repugnantes
quadros
de
desmoralisa-
ção
e
escandalo
:
aqui
e além
lá
appare-
cem
postadas,
desafiando
um
ou
outro
transeunte, aquellas
desgraçadas,
que a
caridade
obriga
apenas
a
evitar;
e
sem
que
algumas
famílias
honestas
deixem
pas
sar
despercebidos
seus
gestos
provocadores
e
expressões
immundas,
ficando
porisso
suspirando
por
uma
policia energica.
Se
tomamos a
direcção
da
Ponte
Ve
lha
pela
margem
direita
do
rio,
offere-
ce-se-nos
á
vista
uma tasca-lupanar
on
de
se
acoutam
essas
miseráveis
que vi
vem
de
lucros
vergonhosos.
E
’
n’este
pro
stíbulo que
se
teem
dado
os
maiores
es
cândalos
com
desordens
e
palavras torpes
e
até
mesmo
as
acções
mais
impudicas.
Se
passamos
pela
margem
esquerda,
lá
vê-se outro
grupo offerecendo
aos
que
al
li
passam,
a
fresca
agua
que
rebenta
qua-
si
ao rez
do
chão.
E’
este
o
expediente
que
tomam
para
attrahir
a
si
os
devas
sos
galanteadores,
sem
uns
nem outros
respeitarem
a
innocencia
que
alli
concor
re
a
tomar
agua.
Este procedimento que
attinge os
limites
do
desaforo,
é
bastante
para
fazer
chorar
de
pejo
a
quem
não
es
tá
acostumado
a
estes
descarados
encon
tros,
ou
então
lemos
de
coarctar
nossa
liberdade
e sujeitarmo-nos,
esse
pouco
tem
po
que
aqui
passamos
a
banhos,
a
viver
encerrados
no
estreito
âmbito
de
quatro
pa
redes.
E’
este
o
estado
da florescente
moral
de
Visella,
que
está em
opposição
com
o
adiantamento
material
que
caminha
a pas
sos
de gigante.
Já
isto
é muito para
que
as
auctoridades
locaes
empreguem
a
mais
severa
vigilância
;
para
ellas
appelamos,
promettendo
continuar a tractar
d
’
este
as
sumpto
quando
tardem
as
providencias.
—
Depois
de
lêrmos
nas
locaes
do
«Com-
mercio
do
Minho»,
651,
e
na «Palavra»,
1455,
a
narração
do
triste acontecimento
de
5
do
corrente
e
que
poz
em conster
nação
o
povo d’esta
localidade,
resolvemos
dar
mais
ampla
noticia
sobre
esse
caso
fatal
que foi
por
muitos
dias
objecto das
conversações.
Dizem
que
no
dia
23
d
’
abril
appareceu
aqui
um
cão
damnado, o
qual
assaltou
varias
pessoas,
sendo
ires
mordidas
gra
vemente.
N
’
este
apuro
de
tanto
perigo
todas
caminharam pressurosas
a
uma
phar-
macia,
cujo
proprietário
parece-nos
um
ex
cedente
e
habil
mancebo,
que
ha
poucos
annos
se
estabeleceu aqui,
e
de
quem
fa
zem os
melhores
encomios, não
só
pela
sua
inlelligencia
como
pela
caridade
e
promptidão
com
que
se
presta
a
soccorrer
aquelles
que são
surprehendidos
por
al
guma
desgraça
imprevista,
e
que
de
mo
mento
precisam
dos
recursos
pharmaceu-
licos
quando
não
pódem
esperar
pelos soc-
corros
do facultativo.
Tivemos
occasião
por
duas
vezes,
de
recorrer
á
sua
pharmacia,
e
caplivou-nos
sobremaneira
a
affabilidade
do snr.
Silva,
que
por
si
e pelo
seu
es
tabelecimento
se
torna
recommendavel.
Que
o alteslem
essas
pessoas
que
tiveram
oc-
casiào
de
o
conhecer
no
perigo
em
ques
tão,
e
segundo
se
aífirma
obrou
com
a
maxima
segurança
para
obstar
ao
progres
so do
mal.
E
com
effeilo-todos
ficaram sal
vos,
menos
esse
infeliz
que
leve
a
impru
dência
de
ir
a
outra
pharmacia,
onde
lhe
applicaram
um
cautério
de
nitrato
de
pra
ta.
Este
pharmaceutico
obrou
còm
boa
in
tenção de
curar,
como
suppomos;
assim
atlribuimos
esta
falia
aos
seus curtos
co
nhecimentos
na
arte
pharmaceulica.
0
infeliz
moço
morreu
abandonado
de
lodos.
0
seu mesmo
confessor,
a
quem
o
des
venturado
obedecia
com
profunda
humil
dade
e
respeito,
assistiu-lhe
n
’
esta
hora
suprema,
não
com
pouco
susto;
mas
tanto
elle
como
alguns
circumstantes
tiveram
de
fugir
precipiladamente
no
momento
em
que
a
raiva
se
manifestava
com
o
seu
maior
furor.
lufrucliferos
foram
os
exforçosdo
eximio
facultativo
o
snr
dr.
Abilio Torres,
e bal
dados
os
cuidados
dos
inconsoláveis paes
do
infeliz,
o
qual
succumbiu
n
’
um
afilicli-
vo
estertor,
descarregando
toda
a
sua
rai
va
na
roupa
e
colchão
em
que jazia
desam
parado n’
uma
loja.
Oxalá
que
Deus
recebesse
em
seu
Seio
a
alma
d
’
este
infeliz
mancebo,
e
que as
suas
virtudes,
inspiradas
pelo
seu
preclaro
confessor,
sejam
galardoadas
com
a
corôa
da
immortalidade.
Um
banhista.
SÀZITIIili
Festa
«to SS.
em S. Jíoão «lo
Souto.
—
Effectua-se
no
proximo
domingo
a festividade
do
Santíssimo
na
parochial
egreja
de
S.
João
do
Soulo,
a
qual
cos
tuma
ser
feda
com
muito
brilhantismo.
No sabbado ha
vesperas
a
instrumen
tal,
e
no
domingo
missa
solemne
com
Exposição
do
SS.,
sermão e procissão de
tarde.
0
itinerário
da
procissão
é
o
dos an
nos
anteriores.
Novo
jsasz
de
SJia-eit®.
—
Chegou
ha
dias
a
esta
cidade,
com
sna
ex.
ma
familia
o
novo
juiz
de
Direito
d’esta
comarca, o
snr.
dr. Adriano Carneiro
Sampaio.
Novena.
—
Começa
no
sabbado
a
no
vena
de
N.
Senhora
do
Carmo,
no
tem
plo
d
’
esta
invocação.
Chrgnda.—
Esteve
ha
dias
nesta
ci
dade
o snr.
Delíino
de
Miranda
Sampaio,
digníssimo
presidente
da
camara
municipal
d
’
Éspozende.
A
’
ex.ma camara.—
Chamamos
a
altenção
da
ex.
ma
camara
para
um
abuso
que
reclama
peremptórias
providencias.
As
posturas
respeitantes
ás
regateiras
do
nosso
mercado são
letlra morta
para
os
snrs.
zeladores, olheiros,
ou
qiie
diabo
são
esses
sugeitos
fardados
a
quem
pa
gamos
para que
vigiem
pelos
interesses
do
município,
fazendo
cumprir
as
leis
respectivas.
Não ignora ninguém,
inclusive
os
taes,
que
algumas
regateifas
costumam
ir
para
as
ruas
dos
extremos da
cidade
açam
barcar
todos
os generos
que
podem
afim
de
os
revender
para fóra.
Este
commercio,
que
seria
muito
bom
se
o
município
não
fôra
prejudicado
sé
riamente,
precisa da
altenção da
ex.
‘
camara,
á
qual
pedimos
providencias.
Fnlleeigneiito.
—
Na
segun
la-íeira
passada
falleeeu
a
snr.
a
Autonia
Rosa
de
Abreu,
viuva
de Manoel
da
Cunha
e
Abreu,
cença,
do
exc.
mo
e
revd.mo
snr.
Arcebis
po,
foi
uma
vistosa
procissão
ao
sitio
do
Calvario,
tudo
com
a
melhor
ordem
e
aceio.
Recolhida
a
procissão
procedeu-se
a um
pequeno
leilão
de
prendas que
os
devotos
oífereceram
á Senhora,
notando-se
sem
pre
a maior
tranquillidade
e
socego
pu
blico.
Parabéns
nos habitantes de
Escariz.
E
’
assim
que
devem
proceder
esquecendo-
se
totalmente
do passado,
devendo
só
con
servar
sempre
em
lembrança
aquelles a
quem
devem o
desasocego
que
tanto
os
inquietou
e
prejudicou,
não
para
d
’isso
ti
rarem
desforço,
mas para
ensinamento
no
futuro.
Provérbios
rugstos.—
Quando
a so
berania
se
divide,
é
dentro em
pouco
dés-
truida.
—
Deus está bem alto
e
o czar
está
longe.
—Dae presentes
aos
juízes,
se
que
reis
ganhar
todos
os
vossos
processos.
—
A
Deus
gloria, ao
sacerdote
a
vola.—
Quando
o
patriarcha
tem fome,
rouba
como qual
quer
outro.
—
A
cólera
do
czar
é
o embai
xador
da
morte.
Nova
Califórnia.—
Acaba de
desco
brir-se
uma
nova
Califórnia.
As
rochas
si
tuadas
á
flor
da
maré
baixa,
junto
ao
por
to
de Panamá,
são
auríferas.
Os
rendimen
tos qqe
promellem
são
bastante
importan
tes
ao
que parece, pois
trez
expedições
des
tinadas
a
explorai
as
se
organisam
rapida
mente
em
Liverpool.
Concerto telrgrafleo.—
Teve
logar
na
America
o
primeiro
concerto
telegrá
fico
entre
as
cidades
de
Nova-York
e
Phi
ladelphia.
O
auditorio
estava
na
estação
de
Sleiway
era
Nova York,
e
o
instru
mento,
especie
de
piano,
em
Philadel
phia.
As
melodias
que
se
expediram
pelo
te
lefone
foram
as
do
professor
Grey,
e as
arias
de
D
Pascual
e
da
Murtha,
que
se
ouviram
não só
em
Philadelphia.
mas
tam
bém
a
cem
milhas
de
Nova-York,
com
uma
exactidão admiravel.
O exilo foi
completo,
esperando-se
novas
repetições
a
começar
pela
que
se
dará
em
Chicago.
A
exposição horticoía de E
*
ena-
fiel.—
O
museu
colonial
de
Lisboa
mandou
para
a
exposição
hortícula
de
Penafiel 22
caixas
com
productos.
Probabilidades
dr» teopo
para
o met
de
julho.—
Escreve
o
snr.
Nick,
de
Perigueux:
«As
correntes
intermitlentes
ou
bor
rascas
farão
o
seu
apparecimento
sobre
a
Europa
Occidental
proximo
dos
dias
2,
9,
14,
21
e 28,
épocas
que
coincidem
com
os
nós
da
lua (passagem
d
’
esle astro ao
Equador)
ou
cora
os luneslicios
(mudança
de
declinação
do
nosso
salcllite)
Por
causa
da
declinação
mixta
assaz
elevada
geralmenle
descendente
do sol
e
dos
planetas
principaes,
as
borrascas
serão
mais
sensíveis
sobre
o mar
do
norte. Por
conseguinte,
o
mez
de
julho
será
relati
vamente
bom
sobre
a
França
e
paizes
visinhos,
nomeadamente
para
o
sudoeste
e
sul
e
principalmente
durante
a
primeira
e
terceira dezena.
Haverá, porém,
rajadas
de
vento,
e
trovoadas
proximo
aos
dias
I,
3,
10,
15,
17,
21,
25,
29
e
31,
tanto
n
’
uma
como
n
’oulra
latitude,
segundo
a
importância
e
a
declinação
da
lua.
0
tempo
será
mais
accidentado
nas
zo
nas
centraes
e
septenlrionaes,
seguido
de
variações
bruscas
de temperatura
e
calo
res
vivos,
excedendo
por
vezes
35 graus.
Trovoadas
e
outras
perturbações
prová
veis
nas
visinhanças
dos
dias
2,
10,
12,
15,
21
e
29.
Resumo
total
segundo
os
vaticínios
do
celebre
astronomo
francez:
trovoadas
e
ca
lor
excedente
a
35
graus. Ardente
per-
specliva!»
garivntle
incêndio. —
Dizem
de
Vien-
na,
em
20
do
passado,
que
um
incêndio,
cuja
causa
se
ignora
ainda,
destruiu
uma
parte
da
cidadesinha
d
’
Amsleltin,
na
Bai
xa-Áustria.
Sessenta
e
quatro
casas
foram
reduzidas a cinzas, e
muitas
pessoas
pere
ceram.
A
mãe do
burgomestre,
surprehen-
dida
pelas
chammas
n
’
uma
das ruas
in
cendiadas,
foi queimada
viva,
pegando
se-lhe
o
fogo
aos
vestidos.
Quasi
todo
o
gado
e
grande
numero
de
cavallos
foram consu
midos.
Entre
os
edifícios
que
as
botubas
e
a
tropa
chegados
de Linz e
das
cidades
visinhas
puderam
salvar
depois
de
grandes
exforços,
cita
se
a
egreja,
o
presbyterio,
o
collegio,
o
estabelecimento
conhecido
sob
o nome
de
«Concordia»
e
a
machina a
vapor
do
barão
de
Rothschild,
situada
perto
do
Danúbio,
na
linha
do
caminho
de
fjprro
de
Vienna
a
Linz.
E’ um
dos
sítios
mais
pillorescos
da
Áustria.
Sabe-se que Mural
alcançou
alli
uma
victoria
sobre
os
au
e moradora
no
largo
das
Carvalheiras.
Entre outras deixas
constantes
do
seu
{estamento
ha
as
seguintes:
go0$000 reis
ao
Asylo
dos
Entrevados
<]e
S.
José:
50$000
ás
Irmãs do
Hospício
de
Santa Margarida,
instituído
na
rua
do
poço,
'Besta
cidade,
para
serem reparti
dos
pelas
Irmãs
alli
existentes
á
morte
da
tesiadora:
100$000
reis
ás beatas
do
Recolhimento
de Santo
Antonio
para se
rem
entre
ellas
repartidos: o
seu
cordão
d
’oiro,
no
valor
de
45$<>00
reis,
a
Nossa
Senhora
das
Graças,
da
capella
de
S.
Mi-
gucl-o-A
njo.
Inslilue
por seu
testamenteiro o
snr.
dr.
Augusto
Clemente
de Souza
Geão;
e
deixa
como herdeira
do
remanescente a
sua
irmã
Luiza
Casada.
Aviso
aww enaijtranteg.—O
estado
sanitário
da
Bahia
(Brazil)
é
pouco
lison-
geiro.
Continuam
a
reinar
alli
as
febres
de
mau caracter
e
o
beri-beri,
fazendo
numerosas
victimas
obras,—
Começaram
ante
hontem
as
obras
para
a
nova
construcção
da
arcada
da
Lapa,
que
se
presume
ficará
magni
fica.
EmiilieaçSes.
—
Recebemos,
e
-agrade
cemos
as
seguintes
publicações:
—
Tragédia
Infantil,
por
Guerra
Jun
queira
—
Editor
J.
11.
Verde.
E
um
pequenino
volume
de versos
for
mosíssimos, d
’
uma
suividade encantadora
e
de
muita
originalidade.
Pertence
á
collecção
da
Bibliotheca da
Infancia que
o
snr.
Verde
inaugurou
com
excellenles
auspícios,
e
com
applauso
ge
ral.
—
Pio
IX
—Sua
vida,
sua
historia
e
seu
século,
por
Ville/ranche.
—
Versão
por
tuguesa
prefaciada
por
Camillo
Caslello
Branco
(l.°
fascículo).
E
’
este
volume
o
escolhido
pela
respei
tável
casa
editora
Mattos
Moreira
& C.'
d
,
de
Lisboa,
para
inaugurara
Bibliotheca
Be-
ligiosa
emprehendida
pela
mesma.
Não nos
é
desconhecida
a
magnifica
obra
de Villefranche, a
qual
o
emminente
escriptor
Cam ilo Castello
Btanco
diz
ser,
e
com
fundado
motivo,
portenlosamenle
bem
pensada
e
bem
escripla;
porisso
a
rccommendamos
muito.
A
traducção
é
correcta
e
fidelíssima.
—
Diccionario
Popular.
—
Temos
presen
te
a
caderneta
59
do
Diccionario
Popular,
dirigido
pelo
snr. Pinheiro
Chagas.
Continua
as
lettras
BAP até
BAR,
e
cjmprehende
as paginas
81
a 96
do
vo
lume
3.°
—
A
União
ibérica,—por
Antonio
Bo-
drigues
Sampaio,
Pinheiro
Chagas, Lu
ciano
Cordeiro e
Eduardo
Coelho.
E
’
um
elegante
volume
contendo
as
apreciações
destes
escriptores
a
respeito
do
livro
do
snr.
Fernanlez
de
los
Rios
intitulado:
Mi
mision
en Portugal.
Era
d
’
esperar que
as tolices
—
é
esta
a
palavra-que
o
snr.
de
los
Rios espalmou
no
seu
livro, acima
citado,
não
ficassem
sem
correctivo. E
’
o
que
fasem
aquelles
escriptores
na
obra
cuja
recepção
accusa-
mos.
E
e
ficção da
Companhia
Lideraria
de
Lisboa,
e
custa
500
reis.
Festividade em
S. Martinho «le
Escariz.
—Escrevem-nos de
Villa
Verde,
em
2:
E
’
sempre
grato
o offerecer-se
occssião
de
recorrer
á imprensa,
não
para
assoalhar
os
defeitos
do
proximo,
mas
para
registar
factos que verdadeiramente se
tornam di
gnos
disso,
e
que
de
nenhum modo
de
vem
ficar
sepultados
nó
esquecimento.
Por
continuas
desintelligencias
que
in
felizmente
tem
havido
entre
vários
habi
lantes
da freguezia
de S.
Martinho
de
Escariz,
d
’esle concelho, chegaram
as
cou
sas
a
ponto
de
quasi
não
cuidarem
senão
em
procurar
meios
de
se
offenderem mu-
luamente
com
encarniçamento.
Hoje,
porem,
parece
que,
conhecendo
o
seu
erro,
principiam a
trilhar
o
recto
caminho,
occupando-se
cada
um
nos
in
teresses
pessoaes,
e lodos
nos
públicos,
d
’
onde
resultou
o
ler
lido
logar
na
egreja
parochial
d
’aquella
freguezia, no l.°
do
cor
rente,
a
festividade
do
glorioso
ma>tyr
S.
Sebastião
e
de
Nossa
Senhora
das
Graças,
feita
com
explendor
e
pompa
até
hoje
des
conhecidos
ifaquilla
freguezia.
A
egreja
estava
decentemenle
preparada.
Logo
de
manhã se
celebrou
a
festividade
de
S.
Sebastião
com
missa
solemne
a
mu
sica
vocal e
instrumental,
subindo
ao
púl
pito
o
bem
conhecido
orador
padre Luiz
Joaquim
de Carvalho,
parocho
da
fregue
zia d’Arcozello,
que
tanto
n
’este,
como
nos
dois
sermões
seguintes
que
n’
esse
dia
alli
houve, bem
claramente
mostrou
ser
ora
dor
distinclo.
De
tarde, precedendo
a
necessária
li
stríacos
em
5
de
novembro
de
1805.
Na
sua
visinhança
.
encontram-se
os
banhos
mais
frequentados
de
Hall
cuja
fonte
é uma
das
mais
ricas
em
lodo
que
existem
na
Allenaanha.
Featag
«8a
Rainha
Smita, em
Coimbra.—
Eis
o
programma
das festas
da
Rainha Santa,
em
Coimbra.
No
dia
5,
pelas
8
boras
da tarde,
a
imagem
da
Rainha
Santa sairá
do
real
mosteiro
de
Santa
Clara,
sendo
precedida
pela
respectiva
irmandade,
e
acompanhada
por
uma guarda
de
honra.
Feito
o
trajecto
da
ponte sobre
o
Mon
dego,
o
cortejo
entrará
na
cidade
pela
rua
do Sargento
Mór,
seguirá
pela
praça
do
Coinmercio,
rua
dos
Sapateiros,
largo
do
Pocinho,
rua
da
Louça,
Praça
8
de
maio,
dando
entrada
no
magestoso
templo
de
Santa
Cruz.
A
Santa
Rainha
será
alli
recebida
de
baixo
do
pallio,
e
depois de
conduzida ao
altar
que d’
anlemão
estará
preparado,
can-
tar-se-ha
um
solemne
Te-Deum
a grande
instrumental.
Nos
dias
6,
7
e
8
a
sagrada
imagem
estará
exposta
na
egreja
de
Santa
Cruz,
onde
receberá
a
visita
e
orações
dos
fieis.
No
dia
7,
pelas 10
horas
da
noite,
será
queimado
o
fogo
preso
no largo da Portagem
e
Caes
Novo, tocando
por
esta
occasião a
philarmonica
Boa
União.
No
dia
8, domingo,
pelas
10
horas
da
manhã,
cantar-se-ha na
igreja
de
Santa
Cruz
missa
solemne
com
exposição
do
SS.
Sacramento;
sendo
orador
ao
evangelho
o
reverendo
snr.
Augusto
Eduardo
Nunes,
alumno distinclissimo da
faculdade de
lheo
logia.
Pelas
5
horas
da
tarde d’
esse
mesmo
dia sairá
da
egreja
de
Santa
Cruz
a
solem-
nissima
procissão
que
ha de
conduzir
em
triunfo
a
imagem
da
Santa
Rainha
para
o
real mosteiro
de
Santa
Clara.
Serão con
vidadas
as
irmandades
do costume, bem
como
todas
as
auctoridades
e
pessoas
dis-
tinclas,
que
nos
annos anteriores
se
têm
dignado
honrar
este
acto
com sua
assis
tência.
A
mesa
da
irmandade
confia
muito
na
piedade
e
sentimentos
religiosos
do
povo
conimbricense,
e
particularmenle
espera que
os
habitantes
das ruas,
por
onde
ha
de
ser
conduzida
a imagem
da Santa
Rainha,
empenharão
todo
o seu
zelo
e
boa
von
tade,
afim
de
que
as
galas
e
explendor,
com que
tanto
se
têm
acreditado nos annos
pretéritos
se
repitam
este
anno
de
modo
que
seja
recebida
cora
o
mais
fervoroso
enthusiasmo
pelos
filhos
de
Coimbra
a
vi
sita
que
lhe
faz
a
sua
augusta Pa
droeira.
Ctuerrt»
«lo
Oriente.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Bucharest
1
—
Está
empenhado
vigoro
samente
o combate
sobre o
Danúbio.
O
quartel
general
russo
vae estabelecer-
se
em
Simnilza.
Assim
que
passaram
o
Danúbio
em
Sis
lowa,
39:000
homens
dividiram-se ena
dous
corpos,
marchando
um
sobre
Rirastchouk
e
o
outro
contra
Nicopolis.
Constantinopla
30
—
Os
russos
foram
ba
tidos
em novo combate
na
Asia.
Os
turcos
apoderaram-se
das
alturas
de
Sarna,
e
de
Khoussouban
e
occupam
Thou-
couskon.
Londres
30
de
junho
—
A
Rússia
acon
selhou
a
Servia
e
a
Roumania
a
consarva-
retn-se na
defensiva,
deixando-lhss
a
res
ponsabilidade se
procederem
de
outra fór
ma.
Assegura-se
que
passaram
o Danúbio
Silovva
com
120:00o
russos.
Bucharest
30—
Os
russos
preparam
outra
passagem
do
Danúbio em Turmaquerella.
Os
romanios
preparam-se
para
passar
o
mesmo
rio
em
Kalafat.
Assegura-se
que
os
turcos
se concentram
por
delraz
de
Sistowa.
Está
imminente
uma
batalha.
Londres
2—
0 «Daily
Telegraph»
con
firmando
o
despacho
turco,
noticiava te
rem
sido derrotados
em
Biela
os
russos
que
marcharam
sobre
Adustschouk
e diz
que
os
russos
encontraram
os
turcos
aglomerados
em
forças
superiores.
O
combale
foi
desesperado
tendo
os
russos
que
retirar-se.
A
esquadra
allemã
ancorou
em
Port-Said
e a
esquadra
ingleza
abandonará
a
babia de
Colore
(America),
trazendo
cartas
de
prego.
O
«Daile
News»
crê
que
o
destino
da
esquadra
é
a
Con
stantinopla.
Athenas
2
-A
esquadra
ingleza
vae
pro
vavelmente
á bahia
de
Besika.
Delizeorgis
apresentara
hoje
na
camara
o
projeclo
do
empreslimo
de
49
milhões
de
frachmnas,
do
qual
metade
será
coberto
pelo
banco
nacional
grego.
Portuguezes
falleeid«»«.
—
Desde
4
a
13
de
junho
findo
falleceram
no
Rio
de
Janeiro
os
seguintes
portuguezes:
Francisco
Silveira
Rosa,
55 annos;
José
Gomes
Molano,
13
a.;
Manoel
do
Amaral,
40
a ,
casado;
Antonio
José
Tavares
da
Fonseca,
39
a.,
solteiro;
Manoel
Gomes,
74
a.,
viuvo;
Maria
do
Carmo
de
Oliveira
Silva,
85
a.,
v.;
José
Correia
de
Mello,
39 a.,
c.; Maria
Rosa
Carneiro
Passos,
89
a.,
v.;
Liberalo
Verella,
31
a.,
s
;
Jo
sé
Joaquim
Bispo,
60
a.,
v.; Clara
Rosa,
50
a.,
c.; Francisco
das
Dôres
Palmito,
40
a.,
c.;
Antonio
José de
Brito, 56
a.,
s.;
Simão
Gonçalves
de
Cerqueira,
32
a.,,
s.;
Antonio
Bernardo
Teixeira
de
Carvalho,
52
a.,
c.;
Francisco
Luiz
de
Macedo,
78
a.,
c.; Jacintho
José
da
Silva,
51
a.,
v.;
Manoel de
Oliveira
Gaspar,
28
a.,
s ;
João
Silveira
de
Souza,
22 a., s
;
José
Luiz
Vianna, 32 a.,
s.;
Carlola
Candidat
Ferreira,
56
a.,
v.; Albino Alves
P
nto,
42
a.,
c.;
João
Pinto
da
Silva
Bastos,
40
a.,
s.;
Manoel
Pedro
da
Silva, 59
a.,
v.;
Vicente
Manoel
Barreto,
71 a.,
v.;
Do
mingos
Ferreira
Barreiro,
42
a.,
c.;
An
tonio
de
Souza
e
Silva,
38
a.,
c.;
An
o-
nio
Fernandes,
45
a.,
s.;
Domingos
da
Silva,
50
a., s.;
José
Joaquim
de
Mello,
59
a.,
c.;
Antonio
Joaquim
Pereira,
42
a.,
s.;
Manoel
Gonçalves
Loureiro,
52
a
,
v.;
Leopoldina
Maria
Soares,
23
a.,
s.;
Antonio
Maria
Teixeira,
60
a.,
v.;
Joãot
Pereira
Esposella, 58
a.,
v
;
Maria
Tho-
mazia,
31
a.,
c.;
Joaquim
José
Moreira,
25
a., s.;
Domingos
de
Azevedo, 39
a.,
s.;
Luiz
Maria
Madura,
52
a
,
c.;
João
Antonio
Guimarães,
33
a.,
c.;
Manoel
Sil
veira
Borges,
44
a.,
c
;
Domingos
Joaquim
Peixoto,
41
a.,
s.;
João
da
Silva
Moreira,
39
a.,
s.;
Narciso
da
Silva,
31
a.,
s.;
Bernardo
José
Borges,
70
a
;
Fiippe
Au
gusto,
51 a.,
s.;
Candida
Carolina
Augus
ta, 44 a
,
v.;
Antonio
José
Pereira,
28
a.,
s.;
Bento Gonçalves,
44
a., s.;
Anlo-
nio
Luiz,
40
a.,
c.;
Antonio Joaquim
Barbosa,
37
a.,
s.;
José
Antonio
de Sui
za,
48
a.,
s
; Cláudio
José
Rainha, 35
a.,
s.
Na
cidade
da
Bahia
falleceu
no dia
(J
de
junho
o
portuguez
Antonio
Salgari-
nho.
SECÇÃO
D£
COMMUiTOADOS
Cautella com ellr.
Ha
um
indivíduo
na
freguezia
de
Gê-
me,
concelho
de Villa
Verde,
que
tem
por
costume
pedir
aos
freguezes
que
fo
ram
da
sua
venda
em
S.
Martinho d
’Es-
cariz
aquillo
que
lhe
não
devem,
e
afi
nal,
auxiliado
por alguns
amigos do
quar
tilho,
que
vão
depor
em
seu
beneficio,
vae
executando
pessoas
de
probidade,
e
aliás
incapazes
de
negar
o
que
devem-
Recommenda-se
ao
púb ico e
auctoridades
o
exemplar
procedimento
de
tão
presta-
dio
cidadão,
e
quando
se
julgue
oífendido
desaggrave
se
nos
tribunaes.
Aos
tribu-
nacs! aos tribunaes!
’
.
«
« «
(Segue-se
o
reconhecimento).
(317)
Snr.
redactor
do jornal
o «
Commercio
da
Minhos.
Sei
que
desço
da
minha
posição,
ain
da que
humilde,
respondend >
ás
alei
osas
accusações
que
me
foram
dirigidas
em
um
papelucho
arreme-sado
á
exm.
a
camara
de
Cabeceiras
pelo
mestre-escola
d
’
esta
fre
guezia
de
Riodouro,
celebre
escogitador
de
chocarrices
p
>
ra
enreder todos
aquel
les
que
o
olham
com indifferença,
e
se
esquecem
de
queimar
a
seus
pés
uma
pe
dra
de incenso á
sua alta
dignidade...
Faço-o,
porém,
porque
me
não
saffre
o
animo
ficar
em
silencio
diante
d
’
um
miserável
calumniador,
que
já
arrancou
a
mascara
infame,
que
lhe
occultava
os
seus
perversos
instinctos,
e
mesmo
para
nãt»
ser
como
os
garotos
que
atiram
a
pedra e
occullam
a
mão,
como
tem
sido
seu
an
tigo
e louvarei
costume.
E
’
tal a
incoherencia
e
monstruosida
de de
suas
pachouchadas,
que
bem
mostra
a
imperícia
do
escrevinhador, e
o
quinta
são
despresiveis
os
seus
escriplos.
Resumirei
o
mais
que
puder,
porque
falta-me
o
tempo, que não
applico
era
futilidades,
e
mesmo não
vai a
pena
gas
tar cera
com
ruim
defuncto.
Vamos,
ao caso.
Sou
arguido
de
mandar
cortar
lenba.
em
uma
espessa
floresta
que
faz parte
da
meu
passal
parochial:—pobre
espia,
que
ainda
agora
desperta
do
longo
somno
de
15
annos
para
hoje
observar
com
os
olhos
G0EiA«
j
arregalados
Ião
nefando
attenlado
I
Demais,
não
terei
o
direito
dedesvastar
alguma
le-
nha
para
consummo, ou
servirá apenas
essa
densa
malta
para
suster
os
ninhos
das
aves
e
para
esconderijo das feras
?
—
Não
é
ao meti
fiscal
que
compele
decifrar
a
■questão,
a
quem
julgo
apenas habilitado
para
ensinar
ás
creanças os
|.
‘
,s
caracteres
do
alphabeto...
Bem
sei
que
o
parocho
não póde
nem
deve
deteriorar
o seu passal,
antes
pelo
contrario
deve
fazer todos
os
exforços
pelo
seu
melhoramento;—
e
agora
pergun
to
ao meu
/iscaf=»quem
foi
que
fez
plan
tar
a
maior
parte
das arvores frucliferas
que
o
adornam?
quem
é
que
tem fecun
dado
com
algum
zêlo
e
cuidado
esse
pe
daço
de
terreno
que
é
de
sua
natureza
tão
arido e esteril
?
A
isto
não
responde
o
collega, porque
aliás
seria
forçado
a
confessar
a
verdade,
que
lhe
é
peregrina
nos
lábios.
—
Sou
accusado ainda
de
ter
manda
do
cortar e
serrar a
madeira
que
se
acha
ainda
á
porta
de minha
residência
:—
pelo
que
respeita
a esta
parte,
admira-me
que
vm
sabichão
que
se
enlretem
no cavaco
do
soalheiro
não saiba
que
ella
foi
cor
tada
como
muito
facilmente
se
póde
vêr
(não
muito
distante
do
passal)
em
um
souto
que
eu
comprei
por
moeda
corren
te,
e po<tanto posso,
mau
grado
seu,
mandar
cortar
como
e quanta
madeira
quizer,
sem
pedir
licença
ao
meu
zeloso
vigia. Agora
como
o
processo
se
acha
entregue
a
dous
illustres
e
Íntegros
ma
gistrados
o
exm.°
Juiz
e
Delegado
d
’esta
comarca
esperemos
em
silencio
o
seu re
sultado.
D
’
elles
espero
em
breve
uma
syn-
dicancia
imparcial
para
verificar
se
s
m
cu
não'
é
exaclo
tudo
o
que
foi
exarado
n
’
esse
hediondo
escripto,
e
não
sendo,
tenha
o
collega
a
certeza
de
que
fazer-
Ihe-hei
engolir
as
calumnias
que
al
i
vo
mitou,
e
sorver
essa
nojenta
baba
que
•expelle,
e
que
felizmente
não
passa
do
esterquiliuio
em
que
paira
a sua
indivi
dual
dade
peçonhenta
e
diabólica.
Não
obstante
ser
alvo
das
suas
bugi
gangas
desengane se
que
nunca
será
cer
ta
a
sua
pontaria, porque não
só
o
pu
blico,
mas lambem
os
meus
superiores
estão
de atalaia
contra as
suas
investidas,
visto
que
já
ninguém
ignora
a
causa
das
suas
hostilidades,
que
tem
sua
procedên
cia
na
inveja,
onde
se
gera
a
maledicên
cia,
condição
peculiar
dos
espíritos
mes
quinhos.
Sou
de
v.
etc.
Riodotiro
28
de
junho
1877.
O
parocho,
Domingos
José
Alves
Querido.
(Segue-se
o
reconhecimento). (355)
Hyjlente»
lnf*lllv«)
j
pra*«rv*tfTa; absohitament» .
a
unicaqnfi
cura »em lhe jwn tar mais nad.v Vendfr . (.
se
na» principa» pharmacias do mundo. Exigir a ;
inatrncclo
do usa.
(50 anos dc êxito.) Paris, casa do
inv"
Magenia,
15M-
Ub&a. Sr Barreto Lorcto 28 e x
Casa no Gerez
ANNUNOIOS
AS
lOTWnS.
Na
rua
da
Boa-Vista,
n.°
24,
ha quar
tel
para
estudantes,
o
qual
oílerece
ópti
mas
commoJidades,
como
o
podem
inior
mar
os
que
d
’elle
se
leem ulilisado.
Dirigir-se
á
casa
referida.
Pelo
Tr
bunal do
Commercio
de pri
meira
instancia
d
’
esta
cidade,
no
dia
8
do
corrente
mez
de
julho,
pelas
10
ho
ras
da
manhã,
no
Tribunal
das
arrema
tações
se
tem
de
proceder
por
todo
e
qualquer lanço
que
ollerecido
íôr, os
cré
ditos
activos
da massa
fallida
de Sebas
tião
liamos
Barros
Pereira,
negociante
que
loi
nesta mesma.
Braga
2
de
julho
de
1877.
Os
administradores
Antonio
Manoel
Agres
Oliveira.
Bernardo
José
Fernandes
Carneiro.
(353)
CUAilJtrOKít.
Está
vaga uma
das coadjutorias
de
Mira, e
quem a servir
póde fazer
de
in
teresses na
freguezia,
sem
prégar,
285$000
reis
Por
trabalhos
de escripturação
tem
meza,
e
cavalgadura
para
o
serviço
paro-
chial.
O
presbytero
a
quem
convier,
dirija-
se
ao
parocho
pelo
correio
de
Cantanhede.
(356)
RUA
DA ESPERANÇA, N." 224
.:i'%
Aluga-se
a casa
das
Larangei
ras
.
sita
n
’uin
dos
melhores
siti
Os
ò
j
unl0
ao
poço
nas
c
do
Gerez.
mobilada
com
duas
camas
e
colchão,
cadeiras
e
mezas
de
mogno,
etc
O
pretendente
dirija-se
a
Antonio
J
O
1
sé
Ribeiro,
proprietário
na
mesma
localL
dade.
(342)
VE.VJJA
SB
K
ClSiS
DiRECTon
geral
=J.
L.
Carreira
de
Mello
diuector
gerente
=J
Baptisla
Ferreira.
Este
collegio.
que
tantos
créditos
tem
merecido,
e
conservado,
conlinúa
com
in
cessantes
melhor
mentos
na
sua
administração
economica
e
escolar.
O
edificio,
que
é
proprio,
foi
convento, e
não
tem na
capital
outro igual, ap-
plicado
ao
ensino
particular.
Na
sua restauração,
e
nova
applicação,
temos
gasto
avultadas
sommas.
A
regencia
dos
estudos,
está
a
cargo
de
um
professor
allemão,
auctorisado
pe
lo
bom
serviço
nos
collegios
estrangeiros.
Os
professores
estão
na
altura
do
credito
do
estabelecimento;
sérios,
instruí
dos
e
dedicados.
Não só
os
preparatórios pai a
os
estudos
superios;
mas
um
curso
completo
de
commercio
e
linguas,
tem
os
alumnos
n
’
este
estabelecimento.
O
ensino
pratico
das
scienciás
naturaes,
é
auxiliado com
gabinetes
de phy-
sica
e
chirnica
muito
desenvolvidos,
e com
excedente museu
de
historia
natural.
As
aulas
de
geographia, mathematica e desenho,
devidamenle
montadas.
A
gymnaslica
completa.
E
tinalmente,
o
collegio
possue
todos
os
estabelecimentos
parciaes
auxiliares
do
ensino, que
devem
fazer
parte
integrante d’
um
estabelecimento
d
’
esla ordem.
Os
estatutos
indicam
todo
o
seu
desenvolvimento.
Os
alumnos
teem
quartos separados.
Só
se
recebem
até
um
numero
certo.
Tratamento
excellente.
O
Director
proprietário,
(44-jr)
Joaquim Lopes
Carreira
de
Mello.
COMPANHIA
LLÓYD DE BilEMEN
NORDUEUTSCHER
Ll.OYo
HOHENZOLLERN
de
3100 ton.
SALIER.
.
.
.de
3100
ton.
HABSBURG
.
.de3IOOlon.
HOHENSTAUFEN
de
3100
ton.
Carreirs» «weissaí
Para
Pernambuco,
Bahia,
Pão
de
Janeiro,
Monlevideu
e
Buenos-Ayres
Os
paquetes
que
a Companhia
está
empregando
na
carreira
do Brazil
são
todos
de
grande
lotação,
tendo
lugares
para
170
passageiros
de
primeira
classe
e
750
de
terceira.
Sfio
<le
grande
*
veioeidatle,
e
o
serviço
faz-se
com
toda
a
regularidade,
pelo
que
tem
uma
boa
e
bem merecida
reputação.
Os
preços
das
passagens
são muito
rasoaveis,
como
se
póde
verificar
pela
tabel
la
que
se
acha
patente
nas
agencias.
Sendo as patimgeiig pagag no
glorio oea ssas Mnb-ajjí-sseiísgi da
pro
vineia,
o traiispos-fe do pisaaijgeiio a Ej.sEjwa pelo «'asninBio de
ferro
è por eontn <8a
Companhia.
EMes
paquetes são
notáveis
pelos seus
modernos
aperfeiçoamentos
e
explendida
*
accommodaçòes
para passageiros
de
todas
as
classes.
Aos passageiros de
terceira
classe
é
fornecido
ymtis
pela
Companhia,
cama,
cobertor,
ulencilios
de mesa,
e
além
de
ser
a
comida
á
porlugueza
teem
vinho
duas
vezes por
dia
Os
creados
e
cosiubeiros são portuguezes.
A
bordo
<le
cada
paquete
ha
um
medico
que
é
obrigado
a prestar
seus
serviços
gratuitaraeiile
aos
snrs. passageiros,
assim
como
são
fornecidos
lodos
os
medicamen
tos
necessários.
Qtiaesquer informações
ou
bilhetes
de
passagens
podem
obter-se
dos
agentes
Kawes
C.\
rua
de
S. Francisco
n.°
4.
Porto
—
e
em
Braga
Ricardo
Ma-
heiro Dias,
no largo
do
B
rão
de
S.
Martinho
o.°
27.
(202)
PAPEIS
1ÍE 4RUE.V» LHE-VT»,
I.VIPHESSOS.
Vendem-se
na
Tabacaria Bracarense.
(357;
ALUG i-SE
Uma
boa casa
de
dois
andares
e
boas
lojas,
sita
na
rua
das
Agu>s
n.
us
iOI
a
101
B.
Trala-se
na
rua
de
S.
Vicente
n.°
56.
(354)
DECLARAÇÃO.
Tendo-me
sido
passados
vários
docu
mentos (como
são
:
certidões d
’exarnes, e
recibos
da Fazenda)
consignados
a
Do
mingos
Dias
Pereira
de
Freitas,
e
ainda
a
Domingos
Dias
Freitas
;
declaro
que
per
tencem
ao
signatário
d
’
eslas
linhas,—
o
no
me
e
appellidos
do
qual
são
Domingos
Maria
Dias
Pereira
de
Freitas.
Braga, 2
de
julho
de
1877.
CASA
PARA
ALUGAR
Precisa-se
alugar
uma
casa
com
quin
tal
e
agua para
pouca
familia.
Quem ti
ver
queira
fallar
na
rua
das
Aguas
n.°
86.
(350)
Uma
na
rua
do
Cbarqueiro
de
|
andar
e
quintal,
n.°
4.
Duas
térreas,
n.
os
7
e
8,
com
quintal,
na
dita
rua.
Duas
nas escadas
de
Guadelupe
com
quintal,
n.os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
traia
se com
a
Ge-
rencta
do Banco
do
Minho. (263)
Precisa
ge «Se um eusearo
para
uma
quinta,
5
kilomelros
distante
desta
cidade,
que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou
então,
dous
caseiros
de
quatro
pessoas
cada
um. para então divj.
dir
a.
quinta
ao
meio.
Quem
estiver
n
’es-
las circumstancias
falle
com
Antonio
Joa.
quim
Loureiro,
Rua
Nova,
n.°
2.
í30tj)
Vende-se
uma
morada
de
casas
no
campo
de
D.
Luiz
I n.°
27,
junto
ao quartel
de
cavallaria,
com
grande
quintal
e
agua.
Póde vêr-se
desde
as
3
horas
da tarde
em
diante.
(316)
Vende-se
uma
morada
de ca
sas, com
quintal
e
poço,
na
rua
de
S.
Vicente
n.°
22.
Trata se
na
mesma rua
n.°
69.
(344)
Linimento
BOYER-MIGUEL
para caval-
los, fazendo
as vezes
de fogo e não deixando
vestígios
do
seu emprego M
ighei
..
pharim-
ceutico em
Aix (na
Provença) França. —
Preço 1,000
reis. — Em
Lisboa
u snr B oreto, Loreto, u
°
28
—
3O.f
25)
Arrenda-se
a casa n.° 27
da
rua
das Aguas
d
’
esta
ci
dade,
construida
de
novo,
com
muitos
commodos,
e
excellente
quintal.
Falla-se
no
Campo
da
Vinha
n
0
9.
(351)
Casa
para alugar
Aluga-se
a
casa
n.°
88,
da
rua
da Boa
Vista,
tem
comodidades para
duas
famí
lias,
para
traclar
na casa
n."
85, da mes
ma
rua.
(352)
A
junta
de parochia
da
freguezia
de
S.
Martinho
dé
Dume
pelo
presente
faz
pu
blico, que no
dia
8
de Julho
pelas 2
ho
ras
da tarde
tem
de
proceder
á
arrema
tação
das
obras
de
carpinteiro,
caiador
e
pmtor,
que
tem
de
fazer-se
na
egreja
pa-
rochial
da
sua
freguezia.
Todo
áquelle
mes
tre que
quizer
lançar
nas
ditas
obras,
pó
de
comparecer
no
adro
da
dita
egreja
no
dia e
hora
acima
indicados.
(349)
A
Junta
de Parochia
de S.
Cláudio de
t£urvos,
concelho
d
’Espozende, tendo
de
collocar
dous
altares
novos
na sua
Egre-
ja,
vende
os
velhos.
Quem
os
pertender
póde
dirigir-se
á
mesma.
(338;
Vendem-se
duas
moradas
de
casas
s
'
las
uma
na
rua
<4e
S-
Viclor
desi-
g
na(
|
a
com 0
n>
o
j
e
j
e
ou
tra
na
rua
do
Anjo,
designada
com o
n.°
He
11
A.
Para
tratar
procure-se
o
snr.
Bento
Gonçalves
Fernandes
morador
na
rua
de
S.
Sebastião,
na
casa
n.°
25.
(324)
BRAGA, TYPOGRAPHIA
JLUSITAJíA—-1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
