comerciominho_04121877_721.xml
- conteúdo
-
COMMERCIAL,
EBJEA. S?. NOTICIOSA.
EDITOR E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA DIAS
DA
COSTA,
RIJA
NOVA^N.
0
3
E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
5.° ANNO
Braga,
12 mezes
..............................
1&600
»
6
»
..........................
850
Correspondências
partic.
cada linha
40
Annuncios cada
linha.
....
20
Repetição....................................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
Províncias,
12
mezes................2&000
»
6
»...............
1$050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda forte.
. 3&600
Folha
avulso........................
jq
N.°
721
BKAfiA
TEHÇA-FEIKA
t
BK
BIZEJl
BEUft
l>F.
1S7
9
A’
Kedacçdo
t#«s
«Coinmereio
d<»
Minho».
Londres,
22
de
Novembro,
1877.
Ahi
vai
a
minha
satisfação
ao
Apos
tolo,
por
lhe
não
ter
mandado (como ao
Commercio
do Minho,
ao
Direito,
ao Co-
nimbricense,
ao
Jornal
do
Commercio
(de
Lisboa),
ao
Campeão
das
Provindas,
o
meu
volumilo
recentemenle publicado.
A
minha
abstenção tinha
sido
só
por
deli
cadeza
e
cortezia
aos
Brazileiros;
por
não
parecer
ir
espontaneamente
offerecer
a
uma
íolha
do
Brazil,
volume
em
que
se
reílecte
com
severidade
sobre
o grandís
simo
erro
—e
direi mais
(e
estou prompto
a
suslental-o)
o grandíssimo
prejuízo
ao
Brazil
mesmo,
desde
que
ellfi
queira
ver
as
cousas
á
luz
da
razão,
em
vez
das
preoccupações
—
no
louco,
e
criançal,
di
vorcio
que fez
com
a
Mài-Patria,
para
amigar-se
com
a Inglaterra.
A.
R. SARAIVA.
I.—
O
Apostolo, nos seus
n.®
s
de
10
e
21
de
Outubro
(n.
GS
116
e
121), fez-
me
a
honra
de
mencionar,
com benigno
elogio ao
Autor
o
meu ultimo
volume,
publicado
ha
dois mezes, com o
titulo
Saraiva
e
Castilho
a
proposilo
de
muita
cousa,
que
faz
um tal
ou
qual
seguimento
ao
outro
volume
que appareceu em
1862;
e
mostra
a
Bedacção
um
desejo,
para
o
Autor lisongeiro,
de
receber
e
ver
o
es
cripto.
Tendo
eu
remettido
o mesmo
volume
a
vários
papéis
públicos
(bem
que
por
ora
só
de
Portugal),
o Apostolo
teria
ra
zão
de
estranhar um
tanto,
que
eu
não
tivesse
logo
contemplado
a
sua
Bedacção
com
um
dos
mesmos
exemplares.
A
ra
zão
porem
porque
d
’
isso
me
abstive,
foi
uma
de
delicadeza
e
cortezia
da
minha
parte;
para
assim
conciliar
a
minha
in
dependência
política
e philosophica (já
que,
infelizmente,
não
posso
ter
outra),
com
o
sentimento
honrado
—
bem
que
muito
erroneo
o
reputo,
—
do
Apostolo
e
dos
Brazileiros
em
geral,
concernente
á
questão
de
Independencia ou
separação
entre
o
Brazil
e
Portugal
—■ promovida,
airanjanda
pela
Inglaterra,
para
seu
inte
resse,
delia
—
não
deites.
Como,
no
meu
volume actual,
trato
ou
alludo
um
tanto
desabridamente a
tal
assumpto;
nem é meu
costume
sacriticar
a
verdade
e
a
razão,
ou
a lógica,
a
ne
nhumas
considerações;
advirto
com
du
reza.
em
alguns logares
do
escripto,
ao
Senhor
D.
Pedro
I
Imperador.
Elle,
in
feliz» ente, se deixou fazer instrumento
da
Maçonaria
e
da
Inglaterra,
para
ruina
c
destruição
(não de
Portugal, que
dei
xara
de
existir como
Reino),
mas
do
ma
gnifico
Império
de
Portugal,
Brazil
e
Al-
garves—
Ae
quem
e antigo
Reino
fazia
agora
parte
integrante
com
suas
vastas,
bellissimas
e
riquíssimas
Possessões.
Tal
Império,
emfim,
que
nem
o
da
Inglaterra
lhe
ganhava
em
vantagens
naturaes
e
ri
queza (posto
que
ainda
muito
em
em
brião
e
pedindo
o
desenvolvimento,
que
o
vapor
e
a
eleclricidade
superviniente
não
tardariam,
se
houvesse
juizo,
a
lhe
dar).
Eu sei. talvez,
deste
assumpto
muito
mais,
e
aulhenlicamente,
do
que
ninguém
hoje,
e
per
isso
íalo assim; mas,
para
concordar
comigo
no
que
acabo
de
di
zer,
não
se
precisa
mais
que
um
pouco
de senso
commutn
e
de
reflexão.
Avirta-se,
que
eu
aborreço e
stigmago
os
que
em 1821
e
22,
etc.,
insultáram
nas
Côrtes
revolucionarias
o Brazil
e
seus
Representantes.
Foram elles
os
primeiros
que
desconheceram
o
valor
do
grande
Acto
de
1817,
em
que
se
tinham lançado
as
bazes
do
segundo (senão do primeiro)
Império,
que
hoje
podia,
e
devia
existir
no
Mundo,
em
riqueza
e
proporções ua-
turaes.
Menos
approvo
a
insistência
para
que
El-Rei
D.
João
VI
(depois
do
Acto de
1817)
trocasse
a
residência
do
Rio
de Ja
neiro
pela
de
Lisboa.
O
Príncipe
D.
Pe-
dro;é
que devia
vira
Portugal
não
o
velho
Rei.
Porem
não
isso
o
que
á
Inglaterra
convinha,
nem
á
Maçonaria,
seu
instru
mento
e
salellite
Por
isso
se
arruinou
o
império Lusitano,
em
favor
ascendência
e
predomínio
do
Britânico.
Não
direi
mais hoje
no
assumpto,
até
porque estou
muito
incommodado
de saú
de;
porem,
querendo
remelter,
como
re-
raetto,
á
Bedacção
do
Apostolo o
volume
em
questão,
visto
que
ella
o deseja
ver.
•ntendi
devia explicar
o
porquê de
lho
não
ter
mandado
antes
Ao
mesmo
tem
po,
quiz
dar,
ou
indicar,
as
verdadeiras
razões
porque
tenho tão
pouco
res
peito
pela
memória
do
Senhor
D.
Pedro
I,
que se deixou
fazer instrumento
para
a
degradação
e
ruina
da
patria
que lhe
deu
nascimento
—e
permitia
o
Céo não
venha
a
sel-o
também para
a
do
prema
turo
Império
transatlântico
que,
sobre
bases
tão
pouco
solidas,
o
induziram
a
formar
á
pressa
alem
do
Atlântico;
para
inte
resse,
não
do
mesmo
Império,
mas
deste
cuja
capital
se
revê no turvo Tamiza.
II.
—
Por
errónea
informação
que
me
tinham
dado,
annunciei
data
permatura
ao
casamento do
noblissitno
Duque
de
Norfolk.
E
’
no
dia
21
deste
mez,
na pro-
xima
quarta-feira,
que
vai
ler
logar
a
ce-
remonia,
com
toda a
pompa
que a
occa
sião
pede,
na
Igreja
dos
Congregados
de
S. Felippe
Neri.
em
Bromplon.
Annun-
cia-se
que
iram
'
assistir á mesma
cere-
monia
o
Príncipe
e
Princeza
de Galles
e
outras pessoas
da
Real
Familia.
A
nobre
Noiva
Lady Flora
Hastings,
tem
já
recebido
vários
preciosos
presen
tes;
entre
elles
uma
reliquia
de
S.
Felip
pe
Neri
que
lhe oíferece
o
Chefe
dos
Re
ligiosos
Lord
Beaconsfield,
ou
Disraeli,
o
Primeiro
Ministro
é
um
dos
que
fa
zem
á
Noiva
um
distincto
presente.
Tudo
quanto
ha
de
nobre
nesta
grande
Aristo
cracia,
assistirá
áquella
gostosa
solemni-
dade,
que
em
si
mesma
e
suas
circun
stancias,
é
uma boa prova
do
progresso
verdadeiro
que
aqui
tem
logar,
isto
é
do
Catholicismo—
que
cá
llorece,
emquanto
no
Brazil.
como em
Portugal,
parece
in
felizmente que
marcha
e
vai
definhando
.'
A
guerra
Oriental
parece
continúa
no
ruinoso
slalu
quo,
de
grande matança
e
miséria;
os
Turcos
resistem
heroicamente.
Do
estado
deplorável
da
França
lerá
o
Apostolo
directamente
mais
frescas
no
ticias;
parece
aquillo que
lá
vai
um
ver
dadeiro
gâchar.
A. R.
SARAIVA.
A
ILourdec.
Acaba
de
instalar
se err
Lisboa
uma
associação
de
verdadeiros
christãos
ani
mados
pela
fé,
nutridos
pela
esperança,
e
conduzidos
pela
caridade,
para
levarem
a
Lourdes
alguns
doentes
pobres, a
quem
a
medicina
da
terra
não
tem
podido,
nem
sabe,
curar.
Um
paiz,
em
que
ainda
ha
gente
d
’
esta,
não está inteiramente
perdido,
nem
abandonado
de
Deus.
Sodoma
não
será
arrasada
emquanto
contar
cinco
justos
entre
os seus
habitan
tes.
A Santíssima
e
Immaculada
Conceição,
Refugio
dos
peccadores,
Consoladora
dos
aílliclos,
e
a
saude
dos
enfermos,
empe
nha-se
hoje,
mais
do
que
nunca,
na
sau
de espiritual,
e
corporal
de
todos
os
ho
mens,
cumprindo
a
sua
missão
divina
de
esmagar
a
cabeça
do
dragão,
que
á
re-
dea
solta
tem
invadido,
e invade
n
’
esle
século
da
licença
infrene,
e maldicta,
os
povos
christãos.
Nos
altos
juizos
de
Deus
assim
foi
ordenado,
para
que
a
Rainha
dos
céos,
e
do universo
prepare
o
remado
de
seu
Filho,
pelos
seus
triunfos sobre
o
genio
do
êrro,
e
das
trevas.
E
’
isto
o
que
nos
fazem
ver
evidentemente
as
apparições
de
Lourdes,
de Marpingem, e
da
Polouia rus
sa,
as
curas
milagrosas,
e
repelidas,
que
lá,
e
fóra
de lá, se viram,
e
se
vêem
todos
os mezes
peio
emprego
d
’
aquella
agua brotada,
a
um
acêno
da Santíssi
ma.
da
raiz
de uma
rocha, debaixo
da
mão
de
uma
rapariga
sua
predilecta
!
E’
isto
lambem
o
que
se
viu
na
Allemanha,
onde
milhares
sobre
milhares
de
lesli-
munhas
de todos
os
estados
e
condições,
e
de
diílerenles
nacionalidades
a viram,
e
ouviram
durante
muitos
dias,
e
em
di
versos
logares.
Estes
successos
extraordinários
não
podem ser
negados,
nem
deixar
de
ser
cridos
ainda
mesmo
pelos
filhos
das
tre
vas,
quanto mais
pelos
nlhos
da
luz
rege
nerados
pelas aguas do
baptismo:
negar
fé
ao
que os
olhos
vêem,
e
ao
que
os
ouvidos
ouvem
a
tantos milhares de
boc-
cas,
que
faliam
as
mesmas
palavras,
é
um
êrro
sem
classiticação
possível:
o
diabo,
com
ser
diabo,
não
se
atreveu
a
duvidar
da
divindade
do
Filho
de
D?us
quando
o
levou ao
pináculo
do
Templum.
Mas,
oh
cegueira
!
Todo
o
mundo sa
be,
e
mê
que
ha
Roma,
e
a
maior
parte
da
gente
do
mundo
nunca
a
viu,
e
nunca
lá
foi!!
Publicou
Lasserre,
o escolhido -pela
Santíssima
Virgem
para
seu
chronista,
o
se»
livro
d’
ouro,
e visivelmente
cheio
de
muitas
inspirações;
reimprime-se cincoenta
e
oito vezes esse
livro,
cuja
só
leitura
tem
produzido muitas
conversões;
reco
nhece
o sabio
que
o
lè
que
não
tem
re
futação;
offerecem-se
quarenta
mil
cruza
dos
a
quem
mostrasse
uma
faisilade
em
um
só
dos
factos
narrados;
e
ninguém
acudiu
ao
convite;
e
nenhum
doutor
do
racionalismo
sahiu até
hoje
a campo
para
o
combale!!
Os
impios
fizeram
finca-pé
na
nega
tiva,
mosirando
na
cara
as rugas
do
es-
carneo,
e
da ignorância
!
!
E'
um
meio
comezinho
na
argumentação,
mas
é
um
signal
certo
de
réprobos.
A
Lourdes
com
a
fé
na
alma, e
com
a
caridade
ao
lado!
Animo,
irmãos
illus-
tres
!
Deixae
grunhir
os porcos
possuídos
pelas
legiões
dos sepulchros!
Deixae
or
near
os
asnos
das
caudelarias
!
Deixae
rugir
os
possessos!!
Animo!
Quem
com
Deus
anda,
será
ajudado de Deus.
Gom
a
fé,
e
com a
caridade,
mudam
se
as
montanhas
de
uma parte
para
a
outra;
e
estae
certos
de
que
a
vossa,
e
a minha
Mãe hade
acompanhar-vos,
proteger-vos,
e
defender-vos,
e
restituir
a
saude,
senão
a
lodos,
aos
que, prostrados
n’
aquelle
logar,
em
que
Ella
poz os
divinos
pés,
a
implorarem
com confiança,
e
proposilo
de
a
honrarem
e
adorarem
em
quanto
viverem.
Lembrae-vos
da Cananea,
que
conten
tando-se
com
as migalhas cabidas
da
meza,
obteve
ter
parle
no
banquete,
pela
sua
humildade,
e
pela
sua
fé.
Levae
os
pobres:
são
os
amigos
de
Chrislo;
e conforlae-os
mostrando-lhes que
não vão
mendigar
ás
portas
do
Lazaro
avarento,
e
sim
á
Mãe
das
graças,
sempre
liberal
para
com
os
amigos
de
seu
Filho.
Ide,
ide
buscar,
e
trazer
para
a
nossa
Patria
provas,
e
testimuohos irrefragaveis
do
poder,
da
bondade,
e
da
verdade
da
religião
do Crucificado;
para
confundir
os
incrédulos,
e
para
fazerdes reviver
as
crenças
dos nossos
maiores.
Ide affoitos,
porque
heis
de
voltar
victoriosos, e
ai
d
aquelles, que
não
acreditarem
no triunfo.
A
Santíssima
e
Immaculada
vos
inspi
rou
a
peregrinação,
e
Ella
coroará
a
vossa
obra concedendo saude
aos
enfermos,
que
depois
a
adorarão
no
céo;
e
aparelhando
para vós
um logar
proximo
do
seu
thro-
no de gloria
eterna
!
Longe
de
vós,
longe de
nós,
a du
vida,
e a
hesitação;
e
tenhamos
todos
nós
a
certeza
de
que
—
aquelles,
a
quem
a
Proleclora do
genero
humano
não
cura
pela
fé,
tem
a
sua
provação
nesta
vida,
para
não
perderem
a
felicidade
na
outra.
Christãos!
Concoirei
com
as
vossas
esmolas
para
a melhor
das
obras
d
’este
tempo,
e
tereis
um
abono
seguro
da
protecção
d
’
Aquella,
perante
quem todos
os
anjos,
e
potestades
celestes
se
curvam,
e
que
semeia
ás mãos
cheias
os
dons
ce
lestes,
de
que
é
dispenseiia,
sobre
toda
a humanidade.
Oh
santíssima
Virgem,
Esposa
do
Es
pirito
Santo,
e
Mãe do
nosso
Redemptor,
acompanhae,
e
abençoae
os
peregrinos.
Monstra
te esse
malrem:
dae
saude
aos en
fermos
para
honra
do
vosso
nome,
para
estimulo
á conversão
de
tantos
incrédulos,
para triunfo da
vossa
Egreja,
para
ani
quilar
as
heresias,
e o
poder
de Salanaz;
e para
edificação
dos
habitantes
d
’
este
paiz,
de
que
sois
Padroeira.
Ponde, Soberana Senhora,
termo,
á
torrente
devastadora
dos
vícios,
com
que
sois
ultrajada:
usae do
poder
que tendes;
sêde
ciosa
da
gloria
do
vosso nome;
execu-
lae
o
que dissestes
a
vossa
piima
quando
estavas
no
mundo:
Esurientes
implevit
bonis.
A
Nossa Senhora
de
Lourdes
!
A
’
Im-
maculada
Conceição
!
José
de Freitas
Amorim
Barbosa.
Por
falta
d
’espaço
não
podemos
hoje
publicar
os nomes
dos
membros
da
com-
missào
para
este
fim
creada
em
Lisboa,
e
as
palavras que
antecedem
a
meneio-
nação da
mesma.—
R.
B.
GAZETILHA
Asylo
de
mendicidade.
=
Por í
hora
da
tarde
d
’
anle-honlem
veriticou-se
no
salão
das
audiências
judiciaes
a
reunião
annunciada,
afim
de
se
accordar
nos
meios
para
a
creação
do
asylo
de
mendicidade.
Foi
grande
o
numero
de
cavalheiros
que
alli
compareceram.
Aberta
a
sessão
pelo
ex.'
1'®
snr.
mar-
quez de
Vallada, que
expoz
em
breves
palavras o
tim
d’
aqnella
reunião,
usou
da
palavra
o
snr.
dr.
Penha Fortuna
e
em
seguida
o snr
dr. Pinheiro
Torres,
os
quaes
discorreram
sobre
as
vantagens
da
creação
do
asylo,
e,
fundados na
historia
d’
outros
estabelecimentos
pios aqui
exis
tentes
e
que
começaram
sem
fundos,
mos
traram
o.
quanto
ha
a
esperar
da
cari
dade
dos bracarenses,—alvitrando que
se
abrisse
uma
subscripção
na
qual
fossem
recebidas
não
só
esmolas
avultadas,
mas
ainda
o
obulo
mais
insignificante,
corno
quantia.
Teve
depois a
palavra
o
snr.
dr.
Mo
reira
Guimarães,
que,
na
qualidade
de
i
secretario do
Asylo
dos
Inválidos
de S.
José,
onde
tem
prestado,
e
se
espera
con
tinuará
a
prestar
valiosos serviços, disse:
que
lendo
aquelle
asylo
cincoenta
asyla-
dos
actualmente,
com
os
quaes
se
faz
des-
peza
superior a
dois
contos
de
reis,
ten
do
apenas
de
renda
cèrca
de
800<£()0!)
reis,
e
sendo
o resto
supprido
pela
ca
ridade publica,
receava
que
com
a
crea-
ção
do
novo
asylo
elles
viessem
a
perecer
á
mingoa;—
receios
mais
avultados
porque,
na
creação
do asylo
de
S. José,
havendo
o
governador
civil
d
’
enlão
promeltido
o
apoio
e
concurso
com
as
sobras
das
es
molas
dos
Resíduos e
Sanctuarios,
e
até
das
Irmandades,
o
que
todos
os
succes-
sores
d’
aquelle
cumpriram,
em
maior ou
menor
escala;
neste
anno
ainda
nada se
tinha
recebido
alli.
Em
vista
d
’
isto
pare
cia
lhe que
seria
melhor
antes
am,»liar
o
Asylo
dos
Inválidos, do
que
crear
novo
estabelecimento.
A
sua
exposição,
que
se
nos
antolhou
pouco
feliz,
nao
foi
bem
interpretada
pelo
snr.
governador
civd,
e
grande
parte do
auditorio
que
mostrou
desagrado
pela
opinião apresentada
pelo
snr.
Moreira
Gui
marães.
Seguiu-se
o snr.
dr.
Moura,
rebaten
do
com
calor
o
discurso
antecedente.
Não
só por causa
<lb
logar
que occu-
pavamos,
mas
ainda
pelo
sobresalto
que
nos causou
uma noticia
que
n
’aquelles
momentos
recebêra
telegraficamente,
e
nos
commtinicára,
o
ex.
íno
snr.
visconde
de
Pindella,
referindo
o
passamento
duma
thia
deste
cavalheiro,
a
qual
era
nossa
conhecida
e
amiga;—
não
prestamos
inteira
attenção
a
parte
do
discur-o do
snr.
Mo
reira
Guimarães,
e
ao
do snr.
Moura.
Pediu depois
a
palavra
o
snr.
dr.
An
tonio
Brandão,
que referiu
igualmente
as
vantagens
resultantes da creação
do asylo
de
mendicidade, e
mostrou
que
essas
iam
muito
além das
do
Asylo
dos
Invá
lidos; porque
neste
ha
só=caridade; em-
quanto
n
’aquelle
além
de
caridade
tam
bem,
ha
mesmo
utilidade
social,
emqtian-
to
se
regeneram,
pelo
trabalho
e
pela
educação,
alguns
membros
contagiosos
da
sociedade;
mostrou,
com
a
experiencia
de
vários
estabelecimentos
e
institutos
pios,
que
a
multiplicação
d
’esles
longe
<le
ser
prejudicial,
era util;
pois
que
tanto
a
creação,
como
a
administração
geram
es
tímulos
e
emulação
de
que
sempre
resulta
beneficio
para a
caridade. Terminando,
propoz
que
todas
as
pessoas
presentes
deviam
assignar os
seus
nomes,
e
serem
consideradas
como
socios
fundadores
do
asylo
em
questão.
Fallou
depois
um
outro
cavalheiro,
cujo
nome
ignoramos,
que
discorreu
no
sentido
do
discurso
antecedente,
lembran
do
que
referentemente
á proposta
do
snr.
Brandão,
a assignatura
deveria
estar
aberta
por alguns
dias,
do
que
resulla-
lia
grande
vantagem,
como
elle
orador
em
occasiões
analogas
presenceára no Rio
de
Janeiro.
O
snr.
marquez
de Vallada,
levado
pela
má
impressão,
que
lhe
causaram
as
palavras
do snr.
Moreira Guimarães,
—
ou
antes
pela
má
interpretação
que lhes
dera
—
quiz
fazer
ver
nas
mesmas
uma
cflensa
a
elle
dirigida. A
isto
responderam
os
snrs.
drs.
Pinheiro
Torres e
Anlonio
Brandão,
que esclareceram
o
pensamento
lidamente,—
e
porisso
perdem
o
tempo;
E
em moxinifadas
de
dislates, elle
e
elles
saracoteiam
em
espojadura
repugnan
te
na
touça
dos lameirões;
E
elles
descem
mil
cavilhas
abaixo
no
calão
das
regaleiras,
—
como:
você é
filho
d
’
um
botiquineiro;
você
é
um
vendeiro;
você
toma
café;
você
bebe
vinho
e...
traeta
de melhorar
a
sua sorte;
você
tem
pés
grandes;
você
pisca
os
olhos,
—e ou
iras
nojentas
coisadas;
E
elle se
desíaz
em
satisfações
de
parvulez,
e em
protsslos d
’
amisade a
uns,
e esparralha bastas
e.vcellencias
áquelles,
negando
o
tractamento
obrigado
e
proprio
a quem de
direito
o
ha;
E
se
pelintram
ameaças
de
ESCARRAR
N
A
C
A R A
a
alguém;
Terminantemenle declarámos
que
nos
dispozemos
a jámais retorquir
a
semelhan
tes
escrevinhadores.
Isto
mesmo
—
salvo
se
por
qualquer
modo
beliscarem
a
nossa
vida
particular,
ou
a
nossa
honra.
E
vislo
que
elles se
dispõem
ás
ge
nealogias,
diremos,
para
que
não
errem:
Não
somos
aristocratas:
Somos
filho
d
’
um
honrado
negociante
matriculado na
Praça
do
Commercio
de
Lisboa,
e
nas
cemos
na modesta casa onde
felizmente
ainda
vivemos. Somos
netos
e
bisnetos
de honrados
e
considerados
lavradores,
dos
quaes
uns
seguiram a
vida
das
let-
tras,
outros
o
ministério ecclesiastico:
dois fizeram
a
guerra
peninsular,
e
por
doença
não
puderam
continuar
a
carreira
das armas,
reformando-se
um
em
1.°
te
nente
d
’arlilheria
e
outro
em
major; sen
do
este
ultimo
já capitão
quando
era
ape
nas
brigadas
o
conde
das
Antas,
no
mes
mo
corpo
da
Legião.
Deixamos
a profis
são
dos
nossos
progenitores,
a
qual
tí
nhamos
abraçado,
para
combater
pelo
par
tido
que
seguíamos,
e
no
qual,
sem
a
menor
mancha,
temos
militado.
Cingimos
uma
banda,
e
uma
espada,
que
só
em
bainhámos
na
Convenção
<!’
Evora-Monle.
Sis
os
nossos pergaminhos.
Como
hoje
não
podémos
servir-nos
da
nossa
espada,
usaremos
d’
uma
bengalla
de
castão...
para
aparar
os
escarros
que
queiram
arremessar-nos.
N
’islo
não
fare
mos oflensa
ás
leis..
.
nem
á
policio.
Diremos
lambem
que
tudo
quanto
neste
nosso
jornal inserirmos,
que
não
traga
assignatura,
iniciaes, ou asteriacos,
é
EXCLUS1V
a
MKNTE da
nossa
respon
sabilidade.
Escusam,
pois,
de
fazer tiros
ao
ar.
Por
ultimo
diremos
segunda
vez
ás
auctoridades
competentes
que o vil
siste
ma
das pasquinadas
onde
se
affronta
a
vida
particular
de qualquer,
nem
é
bo
nito,
nem
é
tolerável
Se
esssas
auctori-
dádes
forem
em
dada occasião pela
mesma
fôrma
insultadas,
terão
que
resi
gnar-se,
e
calar
—
;
visto
que auctorisam
esse
sistema
com a
sua indiíferença.
IVotieini*
de
Roniti.
—
Temos
pre
sentes
CTtas
de
Roma, datadas
de
26,
nas
quaes
se
nos
assegura
que
a
saude
de
S.
S.
Pio
IX
é
satisfatória,
—
grata
no
tícia
que
nos
é
confirmada
por
telegram-
mas
de
30.
Woínçn
—
O
digno
conego prior
de
S.
Viclor
achou-se
na
madrugada
d’
anle-
hontem
bastante incommodado;
mas se-
ensaio
do dia
anterior
alguns
paspalho-
rios
broncos
que foram
os
authoresda
tal
pateada.
Devem gloriar-se da gentileza,
os
estúpidos
Festividades.—
Tem
continuado,
sem -
pre
com
grande
concorrência de
fieis,
a
novena
da Immaculada
Conceição,
a
qual
manda
fazer,
no
inagesloso
templo de
S.
João
Marcos,
a Associação
Catholica.
—
No
domingo
houve,
no
Collegio,
além
de
exercício
e
pratica, sermão
do
Adven
to
prégado
pelo
snr.
padre
Luiz
Gomes
da
Sdva,
o
qual
muito
agradou.
—
Hontem
festejou
se
nos
Remedios,
tendo precedido
novena, o
grandeS.
Fran
cisco
Xavier,
Apostolo
das índias.
A
festa que
a
este
glorioso
Santo se
costume celebrar
no
Salvador
como
Pa
droeiro
da Associação da
Propagação
da
Fé,
ficou transferida
para
o 4.°
domingo,
23
do
corrente,
para
quando
são
convi
dados
os
fieis
e
os
associados:
os que
visitarem
aquella
egreja
teem
indulgência
plenaria.
Teve
hontem
logar, precedendo
vés
peras
a
instrumental da capella
dos
snrs.
Luiz Baptista
e
Esmerizes,
o
Anniversario
das
Almas,
em
S.
Lazaro.
Orou
o
revd.0
abbade
de
Tnriz.
Falleetmento.-—
-Por
8
horas
da
ma
nha
de
2,
e
ao
fim
de
diuturnos
e
dolo
rosos
padecimentos falleceu,
na
sua
casa
do
Campo
da
Feira
em
Guimarães,
a
exm.a
snr.
a
D. Catharina
Correta
Leite
d’
Alma-
da,
condessa
de
Basto,
viuva,—contando
já
74
annos
de
edade.
Na
semana
passa
da
recebêra,
com
fé
chi
islã,
todos
os
Sa
cramentos.
Foi assistida
até aos últimos
momen
tos
por
sua
irmã
a
exm a
snr.
a
D.
Emiha
Correia
Leite
d
’
Almada
e
seu
esposo
o
snr.
S. Garcia
de
Men
loza,
cônsul
portuguez
em
Marselha,
os
quaes
para
aquelle fim
para
alli
foram
da
sua
casa de
Ponte
do
Lima.
A
illuslre
finada era
thia
dos
exm.
os
visconde
de
Piudella,
e
conde
da
Azenha.
Foi
sepultada
no jazigo
da
casa
e
familia
d’
Azenha, na egreja
do
convento
de
S.
Francisco
d’
aquella cidade.
A' familia
annojada
enviamos
pezames
os
mais
sinceros;
e
como
tributo
da nos
sa saudade
pela
fallecida
senhora,
a
quem
conhecíamos
e
respeitávamos
ha
mais
de
quarenta
annos. pedimos
aos
leitores
um
P.
N.
pela
alma
d
’
ella.
Audieneiav
geraes.
—
Foram
julga
dos
em
audiência
geral
os
seguintes
indi
víduos,
nos
dias
designados
abaixo:
Dia
28
de
novembro.
Manoel
Ribei
ro,
casado,
lavrador
da
freguezia
de Vil-
laça,
accusado do
crime
de
offensas
cor-
poraes —Condemnado
a
10
dias
de
cadeia,
remivets
a
200
reis
por <lia, e
nas
custas
do
processo.
—
Domingos
José
de
Sousa,
bar-
aeiro,
de
S.
Jeronymo
de
Real,
accusado
do crime de
offensas
corporaes.
Condem
nado
a
3
mezes
de
prisão,
e
custas
do
processo.
do
snr.
Moreira
Guimarães,
—
pondo
assim
ponto
n’
aquella
incidência
desagradavel.
Toda
a
assembleia
significou
ao
snr. go
vernador
civil
os
agradecimentos
e
pa
rabéns
de
que
se
tornára
acredor
por
tão
louvável
iniciativa.
Muito
do
coração
desejamos
que
a
creação
do
asylo
de
mendicidade
se
rea-
lise
o
mais
breve
possível,
e
que
não
tique
em
mero
projecto
como para
o
mesmo
fim
ficaram
os
bons
desejos
dos
ev.
‘
nossnrs. marquez
de
Sabugosa
e
Guerra
Quaresma,
e ainda
a
Associação Catholica
Este"
ultimo
cavalheiro
queria
que
o
asylo
fosse
dislriclal, e
se inslallasse no
con-
sento
de
fibães,
que
ainda
então
não
ti
nha
sido
vendido,
como
depois
o
foi
por
quantia
que
nem
pagava
a
telha.
Por
ultimo resolveu se
n
’aquella
reu
nião,
depois
de
unanimente
approvada a
creação
do
asylo,
que todas
as
pessoas
presentes,
as
que
se tinham
ausentado,
e
todas
as mais
que quisessem, fossem
consideradas
como
associados
fundadores,
para
o,
que
teriam
de
assignar
os
seus
nomes:
e
que
os
cavalheiros
que
sub
screveram
as
cartas
convocatorias
conti
nuem,
para
todos
os
efleitos,
a
consti
tuir,
por
emqnanto,
commissão
inslalla-
dora.
Só
poueaa
e ultimas
palavras.
—
Visto
que:
Em
jornalecos
e
pasquinadas
nojosas
se
procura
ensejo
de nos
provocar
esto-
gundo
nos
disem
está
livre
de
perigo.
—
Continua
a
passar
doente
a
exc.ma
snr.
a
D
Anua
de
Sousa
Barbosa
Gomes.
A
um
e
outra
desejamos
prompto
res
tabelecimento.
Theatro
de
S,
Geraldo.
—
Com-
memorando
o
anniversario
da
restauração,
subiu no
sabbado
á
scena
o drama
Op
pressão
e
liberdade,
e
a
comedia
Quem
desdenha.,..
Este
espectaculo
dado
por
curiosos
correm
muito
regular,
especialmente
na
comedia
Levantaram-se
vivas
á
independencia
portugueza,
que
foram
enthusiasiicamenle
correspondidos.
Houve
pateada...
Isto
é
caso
virgem
em espectaculos
n
’
aquelle dia.
Mas
por
ella
não
perigam
as
tradicções
da
pacata
e
intel-
ligenle
plateia
bracarense.
Os
pateantes
fo-
ram
meia
dusia
de
malcreadose
ignorantões.
São
estes
os
termos
proprios.
Nós
quiséramos
que
a
authoridade
interviesse
nestas
patifarias,
porque
o
ba
rulho
infernal
que
áquelles
sugeitos
fize
ram, não
só
era brutal,
—
e incommoda
tivo
para
os
espectadores,
como
lambem
intempestivo
e
estúpido.
Os
signaes de
ap-
provação,
ou reprovação
dão-se
no
final
dos
aclos,
e
nuuca
em
meio
d
’estes,
co
mo
o
fizeram
taes
paparrotões.
Ouvimos
dizer
que o motivo da
brutal
pateada fóra,
não
a
peça
ou
o
seu
des
empenho;
mas
o
não
terem
admillido ao
Dia
30.
Manuel
Peixoto
e
outros,
da
freguezia
de Panoias,
accusados
do
crime
de
offensas
corporaes.
Absolvidos.
Dia
1 de
dezembro.
Rosa
Santos,
da
freguezia
de
Moure,
comarca
de Barcel-
los,
accusada
do crime
de offensas
cor
poraes.
Absolvida.
S.
cteralito.
—
A
’manhã festeja-se
na
Sé
o
gloriosoS.
Geraldo,
arcebispo
Primaz,
o
qual
baplisou
o nosso
primeiro
rei
D.
Af-
fonso
Henriques. Ha
missa
solemne
e
pro
cissão
com
as
relíquias
do
Santo,
na
sua
capella
na
Sé.
O
seu tumulo
na
mesma
capella
esta
rá
adoruadio
com
fruclos
e
flores,—
costu
me
que
datá
de
tempos
remotíssimos.
Emqnanto
aos
Iructos,
ha
tradicção
de
que
os
antigos bracarenses
significavam
a
sua
devoção
para
com
aquelle
santo
ar
cebispo,
fazendo
lhe
oflerendas que con
sistiam
em
(ructas
e
outros generos.
Segundo
a
descripção d
’
uma
capella
erecta
em
S.
Martinho
de Bornes,
no lo
gar
onde
expirou
este
santo,
—
e
inserta
no
ultimo
n.
6
da
«Semana Religiosa», ha
via
alli
junto
uma
amoreira,
que
ainda
existia
no
século
XVII,
a
qual
dizia
a tra
dicção
que,
fóra
da estação
própria, dera
fruclo,
na
occasião
da doença de
S. Ge
raldo,
por
este
o
desejar
e
pedir;
assim
como
agoa
pura
d
’
uma
fonte
que
a
mes
ma traditção refere
ler
brotado
durante
a enfermidade
do
mesmo.
Ainda
hoje
alli
existe
uma
outra
amoreira,
e
a
mesma
fonte,
com a agua
da qual o povo
d
’a-
quellas
cercanias
tem
muita
devoção
nas
suas
doenças,
especialmenle
nas
maleitas
ou
tercãas
de
que
o
Santo
fallecera.
E
’
pois provável
que
os
antigos
bra-
carenses
se
servissem
de
fructas
nas suas
oblações
a
S.
Geraldo,
assim
como
tives
sem
a
mesma fé
com
a
agua
da
fonte,
que
brota
perto
da
sua
capella.
S.
Geraldo
é
padroeiro
d
’
esta
cidade,
na
qual
e
seu termo
foi
dia
sanclilicado.
Nas
repartições
ecclesiaslicas
ha
fe
riado.
Ex*iues.
—
Os exames
para o
magis
tério
primário teem
logar
no
dia
6 do
corrente,
pelas
9
1|2
horas da
manhã,
no
edifício
do Lyceu
bracarense.
São
só
os
da
prova
escripta.
França.—
Tem
sido
agitadíssima a
si
tuação
politica
da
França.
Os
boatos que
n
’
esles últimos
dias
tem
corrido
causaram
muita
sensação,
mormenle
nos
círculos
repuhliqueiros
da
capital,
como
claramen-
te
o
demonstram
os
orgãos
dos
mesmos.
Segundo
as ultimas
noticias,
parece
que a
tempestade
passou,
felizmente
sem
causar
grandes
abalos.
Para
acalmar
a
tormenta,
Mac
Mahon
nomeou
um
novo
ministério
quasi
todo
composto de
caracteres
digníssimos,
entre
os
quaes
alguns
ha realistas
dedicados.
O
ministério
é
assim
composto:
O
general de
Grimandet
de
Rochebouet,
presidente
do
conselho
e
ministro
da guer
ra;
Welche,
ministro
do
interior;
marquez
de
Bonneville,
ministro
dos
estrangeiros;
Lepelletier,
ministro
da
justiça;
Dutiileul,
ministro da
lazenda;
Ozenne,
ministro
da
agricultura
e
commercio;
Graeff,
ministro
das
obras
publicas;
Faye,
ministro
da
in
strucção
publica; contra-almirante barão
Roussin,
ministro
da
marinha.
O
general de
Grimandet
de
Rochebouet,
tem
74
annos,
é
um
homem alto
e
ele
gante
e
pertence
ha
muito
tempo ao
Jo-
ckey-Club.
Foi
cornmandanle
do
decimo
oitavo
corpo
do
exercito
em
Bordéus e
serviu
em
artilheria.
Foi
chefe
de
esqua
drão
no
cerco de
Roma,
coronel
no
cer
co
de Bomarsund,
e
comraandou,
depois
do
cerco
de
Sebastopol
em
que tomou
aarle,
a
artilharia
a
cavallo.
No
dia
immedialo
á
batalha
de Solfe-
rino
foi
nomeado
general
de
brigada
e
em
1867
general
de divisão. Em
1870
com-
mandou
a
artilheria do
exercito
de
Metz
e
cobriu-se
de
gloria
em
Sainl-Prívot.
O
general
de
Rochebouet
é de alta
aris
tocracia,
pertence
a uma
familia
realista
de
Anjou
e
é
oflicial-mór
da
legião
de
honra.
Welche.
48
annos,
baixo, gordo, tri
gueiro.
Foi
advogado
em
Nancy e
depois
maire.
Em
1872
foi
nomeado prefeito
por
Thiers
e
em
1874
secretario
geral
do
in
terior
pelo snr.
Fortou.
Exerceu
depois
as
funcções
de
prefei
to
em
Nantes e
em
Lion
e
tem
a repu
tação
de
ser
um
administrador
habilís
simo
Marquez
de
Bonneville, 6o
annos. Em
8o9
representou
a
França
no
congresso
de
Zurich.
Nomeado
ministro
em
Munich
voltou
á
França em 1872
a
tomar,
no
ministério,
a
direcção
dos
negocios
polili-
cos
que
deixou
pela embaixada
de
Berne.
D
’ahi
a tempos
foi nomeado ministro
em
Roma,
e,
mais
tarde,
Thiers
nomeou-o em
baixador
em
Vienna
Lepelletier,
é
o
mais
novo dos
con
selheiros
do
supremo
tribunal
de justiça
e
foi
procurador
geral
em
Rouen.
Dutiileul,
sobrinho
do
conde
de
Mo-
lins,
fez
toda
a
sua carreira
na
adminis
tração
e inspecção
das
finanças.
Nomea
do
director
do
movimento
dos
fundos,
no
mesmo
ministério,
dirigiu
com
habilidade,
geralmente conhecida,
as
numerosas
ope
rações financeiras que
tinham
por fim
a
ibertação
do
território. Na
camara
dos
deputados
fizera
parte
do
centro
esquer
do
mas
separou-se
dos
seus
amigos,
e re
cusou-se
a
votar
a ordem no
dia
dos
363.
Ozenne,
secretario
geral
do
ministério
de
agricultura,
era
o
negociador
de todos
os
tratados
do
commercio,
feitos desde
1860.
As
suas
continuadas
viagens
deram-
lhe
a alcunha
de
Judeu
Errante
do
livre
cambio.
Graeff,
inspector
geral
e
membro
do
conselho
gerai
das
pontes e calçadas,
per
tence
a
uma
familia
illuslre
da
Alsacia.
Faye, é
conhecido
por
todos
os
ho
mens
de sciencia,
o
nome
do
illustre
as-
tronomo,
designado
por
lodos
como o
suc-
cessor
de
Le
Verrier.
Contra-almirante
barão
Roussin,
sobii-
nho
de
Dufaure,
antigo
ajudante de cam
po
do
principe
de Joinville; em 1870, em
Tours
e
em
Bordéus, serviu com
o
al
mirante
Fourrichon,
que
o
nomeou, mais
tarde, sub
secretario
de
estado,
na
mari
nha,
e
assim
serviu
com
o
almirante
Dé-
touche
a quem
succede.
Guerra
d»
Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do Oriente,
são
os
que
seguem:
Paris
'2.7.
—
Apezar
da
Servia
estar
em
campanha assegura-se
que não
mandará
avançar
as
tropas
sem ter
a
certeza
de
que
náo
soílierá
as
represálias
da
Áus
tria.
Os
montenegrinos repeliram
a
sortida
da
guarnição
de
Seulari
e
tomaram
o
forte
de
Nehay
perto
d
’aquella
cidade.
Londres
27.
—
O
«Standart»
diz
que
fo
ram
suspensos
os
preparativos
de
inver-
nagem dos
russos na
Bulgaria
porque
se
acredita
que
haverá armistício
depois
da
tomada
de
Plevna.
Oin
telegramma
de
Vien-
na
annuncia
que
os
periódicos
austríacos
desmentem
que
a
Turquia
tenha
solicita
do
a
mediação
da
Áustria.
Belgrado
26.
—
As trepas
servias
con
centram-se
em
Alexinalz.
O
príncipe
Mi-
lan
deve
partir
no
dia
8
de dezembro.
Londres
29.
—
Um
telegramma
de Bel
grado
ern
28
e
publicado
pelo
«Timeso
diz
que
um
batalhão
servio
passou
as
fron
teiras
afim de
proteger
vários
búlgaros.
Os
turcos
repeliram
os
servios,
haven
do
mortos
e feridos.
Uma
commissão
da
Servia
procede
a
um
inquérito.
Os cônsules
conferenciaram
com o
prín
cipe
Milan
ácerca
d
’
este
conílicto.
A
batalha
de
Pyrgos
conlinúa
Constantinopla
28.—
Um
telegramma
de
Suleiman-Pachá
noticia
fortes
reconheci
mentos
turcos
sobre
Lon,
tendo
sido
der
rotada
uma
companhia
russa.
Londres
30.—
Os turcos
occupam
for
temente
a
entrada
dos
desfiladeiros entre
Orkania
e
Etropol.
A
marcha
dos
russos
foi
suspensa
por causa
do mau
tempo.
Paris,
30.
—
Um
despacho
russo
de
clara
formalmente
que
não
haverá
armis
tício
depois
da
tomada
de
Plevna.
Os tur
cos
atacaram
Zaremitza
no
dia
27,
mas
foram
repellidos.
Os russos
lambam
re-
pelliratn
os
turcos
para
os
lados
de Pyrgos.
Pesl
29.
—
Corre
o
boato de
que
a
rendição
de
Plevna
é
esperada
no
dia
5
de
de-embro. A
abertura
de
skupchtina
na
Servia
está
annunciada
para
18 de
de
zembro.
Estabeleceu-se
a
administração
rou-
manica
de
Rahona
e
Niypoli
Londres
de
29.—
A
rendição
de
Plevna
é
considerada
imminente.
Então
será
ac-
ceile
a mediação
pela Allemanha
para a
paz directa
entre
a
Turquia
e
Rússia.
Chegaram
a
Antivari
2
couraçados
tur
cos.
O
estado
de
sitio
é
imminente
na
Var
sóvia
e
em
alguns
dislrictos
da
Polonia,
sob
pretexto
de
impedir
o
contrabando.
O
«Daily
Telegiaph»
diz
que
ha
pro
vas
certas
de
qtie
a
entrega
de Kars
foi
devida
á
traição.
KepresentaçSo.
—
A
maioria
dos
ir
mãos
da
Santa e Beal
Casa
da
Misericór
dia, acaba
de
enviar ao
governo
a se
guinte
representação:
SENHOR!
Os
abaixo
assignados, que
constituem
a
maioria
dos
irmãos
da
Santa
e
Real
Casa
da
Misericórdia
de Braga, véem
pe
rante
o
governo
de
Vossa
Magestade
res-
penosamente
representar
contra o
acto
tllegal,
arbitrário
e
iniquissimo,
pelo
qual
o governo
civil
d
’
este
districto dissolveu
a
meza,
que
ultimamente
administrava os
negocios
d’esta
Santa
Casa.
Senhor!
A
meza arbitraria
e despoti
camente
dissolvida
pelo governo civil
ti
nha
apenas
oito dias
de
exercício, e
ne
nhum
acto
ainda pralicára
menos
legal e
digno
de
censura!
Composta
de
cavalhei
ros
honradíssimos,
representando
lodos
os
interesses
sociaes,
tinha
a
plena
confiança
dos
irmãos
d
’
esla Santa
Casa,
e
mere
cia
as
geraes
sympalhias
dos
bracaren-
ses.
Não
é
mera
afiirmaliva
destituída
do
menor
fundamento
esle
nosso
dizer,
mas
sim
e
unicamente
a
expressão
da
verdade.
D
’ella
faziam parte alguns dos
maiores
proprietários
d
’este
concelho,
advogados,
capitalistas,
negociantes
de
todo o
credito
e
da
maior
respeitabilidade,
industriaes,
etc.,
não
fallando
já
no
venerando
an-
ceão,
encanecido
no
serviço
da
humani
dade
enferma,
e que ha
mais de
qua
renta
e
tres
annos
exercia
com
toda
a
dignidade
e
sollicitude
o
cargo
de pro
vedor
do
hospital.
Uma meza,
asssim
composta,
que me-
recêra
a confiança
dos irmãos
d
’
esla
Santa
Casa,
é
dissolvida
por
um
alvará do
go
vernador
civil,
quando
tinha
apenas
oito
dias
de
exercício
e
pelo
motivo
de
irregula
ridades
praticadas
pela meza
que
a
an-
tecedêra!
E’
necessário
que
um
governador
ci
vil
desconheça
completarnente
a
lei,
ou,
o
que
ainda
é
peior,
a
não queira
inter
pretar
no
seu
verdadeiro
sentido,
prefe
rindo controverter
a
justiça
e
malquisiar-
se
com
os
seus
administrados
e com
os
homens
prudentes
e
honrados
de toda
a
parle
para
poder praticar
um
tão
injusti
ficável
como
arbitrário acto.
Foi tão
revoltante.
Senhor!
o facto
da
dissolução
da
meza
d’
esta
Santa
Casa,
tão
mal
recebido
dos
habitantes
d
’
esla
cidade,
que
dos
cavalheiros
de
todas
as
cores
políticas
membros
da
commissão
admi
nistradora
nomeada
pelo
governador
civil
nem
um
só
acceitou
o
encargo,
porque
nenhum
d
elles
quiz
por
esse
modo
as
sociar-se
á
responsabilidade
de
tão
iniquo
como
despotico
procedimento.
Passados
que
foram
mais
de quinze
dias,
mercê
da
condescendência,
talvez
exagerada,
de
cavalheiros,
aliás
respeitá
veis,
que
se
condoeram
dos
pedidos
sup-
plicanles
e
lacrimosos
do
governador
ci
vil,
conseguio
esta
arbitraria
auctoridade
entregar
a
administração d
’
esta
Santa
Casa
a
uma commissão
composta
de
numero
incomparavelmente
menor
ao
da primeira
commissão
nomeada.
A
rasão,
Senhor,
d
’
esla
inferioridade
de
numero
é
por
não
ter
sido
possível
alcançar-se
que
mais
al
guém
acceitasse
tal
encargo,
e,
ainda
as
sim,
dos
que
acceitaram
apenas
tres
são
irmãos
d
’
esta Santa
e
Real
Casa.
Signifi
cativa
e eloquentíssima licção
dada
por
uma
cidade
que
se
presa
a
um
magistrado
que
siibslitue
a
lei
pelo
seu
imprudente
e
insensato
arbítrio,
e
que
desprestigia
o
principio
da
auctoridade,
—
o
que
é
mais
jara
lamenlar-se
e
devéras
sentir-se
—,
afim
de
poder
saciar
pequenos
odios
ou
realisar
mesquinhas
vinganças.
Que
não
foi
levado
pelos
desejos de
melhorar
a
administração
d
’
esta
Santa
Casa,
quando
esse
magistrado
dissolveu
a
meza
por
nós
legalmente
eleita, vê-se
do
proprio
alvará* de
dissolução,
em
que
se
nomeia
presidente
da
commissão
adminis
tradora
o
presidente
da
meza
dissolvida,
e
membro
da mesma
commissão
um
ne
gociante honrado,
que
fasia parte
da
meza
do
Bom
Jesus
do
Monte,
dissolvida
ia
não
muito
tempo
pelo
mesmo gover
nador
civil pelo
fundamento de
má
ge
rência.
Os
supplicantes,
Senhor,
se
desde
logo
não
reprasenlaram
contra
aquella
arbilra-
iia
e
injustificável
dissolução,
foi
por
sabe
rem
que
a
meza
dissolvida
requerera
do
governo
de Vossa
Magestade
justa
repa
ração
para
o
seu
agravo.
Como,
porem,
até
hoje
nada
se
lhe
tenha
respondido,
os
abaixo
assignados,
considerando
o
al
vará,
pelo
qual
o governador
civil
dissol
veu
a
meza
d
’
esta
Santa
e
Real
Casa,
um
documento
illegal a
determinar
um
acto
iniquo,
injusto
e
perfeilamenle
despotico,
oflensivo
aos
direitos
dos
supplicantes,
que
leem
a
liberdade
de
entre
os
irmãos
escolherem para
os
cargos
d
’esta
Casa
quem
para
tal
missão
lhes
merecer
plena
confiança,
véem,
em
nome
da
justiça
des-
presada
e
do
direito
offendido,
P.
a
Vossa
Magestade
Se
digne
ordenar
que,
consi
derando-se
nullo
e
de
ne
nhum
effeilo o
alvará
do
governador
civil,
que
dissol
veu
a
meza da
Misericórdia,
eleita
para
anno
de 1877
a
1878.
entre
esta
em
exer
cício
de
suas
funcções,
co
mo
é
de
rasão
e
justiça
Braga 24
de novem
bro
de
1877.
E.
R.
M.
(Seguem-se
as
assignaluras
reconhecidas).
*
*
*
SALVAE
AS
CREANÇAS
p
eia
doce
Revalescière
da
Barry
de
Londres
—
Por
toda
a
parte
se
deplora
que
a
creança
—
a
alegria
da
familia e
a
esperança
da
na
çào
—
é
muito
mal
tratada.
Somente
devi
do
á
ignorância
das
mães
e
das
amas,
mor
rem
ellas
no
primeiro
anno, 60:000
em
França
e
40:000
em Inglaterra
I
Esta
mi
séria
é
devida
ou a
uma
alimentação
de
leite
muito
frequente,
ou
antes
ao
uso
do
leite
de
vacca
ou
de
cabra,
ou á
açorda
—
alimentos
inadmissíveis,
e
que,
ordina
riamente,
trazem
uma
irritação
da
mucosa,
e,
como
consequência
inevitável,
a escan-
desceocia
ou
a
diarréa, os
vomitos
contí
nuos,
a
alrophia,
as
caimbras,
os
espas
mos,
a
morte.
Reconheceu
se
que
a
di
gestão
de
uma
creança,
uma
vez
com-
promeltida, as
drogas
mais
bem
escolhidas
não
leem
poder de reparar
o
mal! E’ um
flagello
para
a
familia e
para
o
paiz
esta
cruel
destruição
!
Ha
coratudo
um
meio
simples
e pouco
dispendioso
de
o
conse
guir,
e
que
tem
sido
provado
durante
vin
te
e
oito
annos;
é
sustentar
as
creanças
de
peito
e
as
c<eaoia<
doentes
e
fracas
de
qualquer
edadecom
a
Hevaleseière
Du
Barry,
tres vezes
ao
dia,
simplesmente
cosida
com
agua
e sal.
K
’
,
final
mente,
o
sustento
por
exeelleneia
que,
elle
só
consegue
evitar
todos
oa
aecidentes
da
in-
faneia.
Citemos
algumas
das
piovas
abundan
tes
da
sua
influencia
invariavelmente
salu
tar,
mesmo
nos
casos
mais desesperados
Cura n.°
80:416.-0
snr.
doutor
F.
W.
Beneke,
professor
de medicina
na
Uni
versidade
de
Marbou'g,
refere-se
da
se
guinte
maneira
á
clinica
de
Berlin,
em
8
de
abril
de
1872:
«Nunca
esquecerei
que
devo
a
vida de
um
de
meus
filhos
á
Kevalesciére
»u
Barry.
<<A
creança,
na
edade
de
quatro
ân
uos,
solfria
sem
caõsa
appiréhte,
uma
alrophia
completa,
com
couiiuuos
vomitos
que
resistiam
á mais
cuidadosa dieta
a
duas
amas
e
a
todos os tratamentos
da
sciéucia
médica.
A
Kevitleoeiére
fez
parar
immediatameme
os
vomitos
e
res
tabeleceu-lhe
completarnente
a
Saude
em
seis
semâlías.
De todas
as
minhas
expe
riências
feitas
postetiormente
com a
Be-
vaieseiére
obtive
os
mesmos
resultados.
E
’
quairo
vezes
mais
nutritiva
que
a
carne».
Cura
n.
a
70:410.
—
Fabrica
de Gran-
villars
(Alto
Rlieno)
12
de
julho de 18Í58.
Senhor.
—
Considero-me
feliz
por
poder
di
zer-lhe
que
o
meu
primeiro
filho,
muito
definhado,
foi
alimentado
durante
um
an
no
pela
sua
Hevaleseière,
e
qoe
a
sua
saude
e
o
seu
desenvolvimento
são
uma
maravilha
para
todo
o
mundo.
Não
ha
na
aldeia creança
tão forte
como
o meti fi
lho em
relação
á
sua
edade. —
M
eiicier
.
Cura
n.°
87:421.
—
Broxellas,
23
de
junho
de
1874.
—
O
‘
meu
filho
mais novo,
abandonado
na
edade
de
quairo
para
cin
co
mezes
pelos
médicos,
não
queria
to
mar nem digeria alimento
algum,
e
acha
va-se,
por
consequência,
n
’
um
estado
de
fraqueza que
ponha
era
perigo
a
sua exi
stência;
Li
então
que
lhe fiz
preparar um
caldo
de
Revalescière
fraco,
que
elle comeu
com
apetite,
e de
que
continuou
a
ali-
mentar-se excluúvamente durante
alguns
mezes.
H
je,
que tem
onze annos
de
eda
de,
é
forte
e
gosa
saude.
—
D
esweiit
.
E’
seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a car
ne,
sem
esquentar,
economisa cincoenta
vezes
o seu
preço
em remedios.
— Preços
fixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata, de
*/4
kilo.
500
; de
llt
kilo 800
rs
;
de um kilo,
l$4O0
res;
de
2
*/,
kilos,
3$200
reis;
de 6
ki
los,
6$400;
e
de
12
kilos,
125000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalescière
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a
800
e
15400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
Hevaleseière
ehoeolatada;
ella
res-
titue
o
appettile,
digestão,
somno,
energia
e
carnes duras ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
maif
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em pó
e
em
paus,
em
caixas
de folha
df
lata
de
12 chavenas,
500
reis
;
de
24
chave
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
dt
120
chavenas,
35200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
9»
II B1RHY c.»
u
niTEI).
-
Plaee
Vendòme, 26,
Paris.
77
Regenl-
Streef,
Londres. Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos,
droguistas,
mer-
ciéiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao
deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.a Largo
do
Corpo
Santo
16,
ILisboa,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.^
Aveiro,
F.
E.
da
Luz
e
Costa,
phartn.
—
Bareellos,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm., Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17 —
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rua
do
Souto.—
Vianna
«lo
Cas
tello,
Aflooso
drog.,
rua
da Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande.
140.
—
GuimarAea,
A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—Antonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José, J. da silva,
drog.,
Rua
da Rainha,
29
e
33.
—
Pensíel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira &
kmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira, pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J.
Pinto,
pharrn.,
Largo
dos
Loyos, 36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita, 160;
Fontes & C.a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Anlonio
J.
Salgado, Phaimacia Central,
Rua
de
San
to
Antonio, 225
a
227.
—
Ponte
«Io
IA-
mo.
A.
J. Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povoo «So
Varzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pbarma.—
Vaiença
do
tlinlio,
Fiancisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Villa
Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
A&BÃDECI1ENT0S
Os
abaixo
assignados
veem
por este
meio,
na impossibilidade de
o
fazer
pes
soalmente,
agradecera
todos
os
snrs. elei
tores
que
se
dignaram
redegel-os
para
o
futuro
biennio
de
1878
e
1879, protestan
do
a todos
o seu muito
reconhecimento
e
eterna
gratidão.
Braga
30
de
Novembro
de
1877.
Visconde de
Pindeila
—
Manoel
Joaquim
Penha
Fortuna
—
Fernando
Castiço
—Anto
nio
Bernardino
Pinto
de
Madureira—
Este
vão da
Costa
Ribeiro
da
Cruz
—
Manoel
Antonio
de
Faria
Ribeiro
—
Custodio
José
Rodrigues
Bahia.
(.637)
Jo«é
Antonio
da Silva Graça,
sua
mulher,
filha
e
genro,
agradecem,
penho-
radissimos,
a
todas
as
pessoas
que,
du
rante
a enfermidade
de
sua
filha,
irmã,
e
cunhada. Carlota Augusta
da
Silva
Graça,
se
interessaram
pelo
seu
restabe-
ecimento,
prestando
os
obséquios
que
estavam
ao
seu
alcance;
bem
como
ás
que
por
occasião
do
fallecimento
da
mes
ma lhes
dispensaram seus
serviços.
•
A
todas
tributam
seu
profundo
reco
nhecimento
e
eterna
gratidão
Manuel
Antonio
da
Silva
Paredes,
sum-
mamente
penhorado
agradece
a todos
os
illm.
os
e
exm.°
s
snrs.
que
tiveram
a
hon
ra
de
o
acompanhar
nos
seus
sentimentos,
por
occasião do fdlecimeiilo
de
sua
mui
chorada
esposa
D.
Anna
Maria
Ferreira
da Silva
Paredes.
Na
impossibilidade
de agradecer
pes-
soalmenle,
a
todos
tributa
a
mais
pura
e
sincera
gratidão.
Braga
26
de novembro
de
1877.
(633)
SatFfazendo-se
a
certas
condições, tres
passa-se
utn
logar
de
escriplurario
n
’
uma
repartição publica,
sendo
o
ordenado
an-
nual
de
1605000
reis.
Exige-se
abonaçào
do
comportamento.
Dirigir-se
á
Cruz
de
Pedra, n.°
61.
NOVO
HORÁRIO
Manoel
Anlonio
de Castro
Teixeira,
da
rua
da
Sé,
desta
cidade,
leva
ao
conheci
mento
do
publico,
que
a
sua
carreira
es
tabelecida
de
Braga
a Salamonde
e
vice-
versa
que
até
aqui
partia
d
’
esla
cidade
ás
9
horas
da
manhã,
fica
partindo desde
o
dia
6
em
diante
á
meia
hora
depois
do
meio
dia. Os
bilhetes
vendem-se
na
mes
ma
casa
em
Braga
no
bera
conhecido
Ri
beiro Braga, em
Salamonde
na
casa
do
Fufú.
Braga.
3
de
Dezembro 1877,
pelo
annunciante
—
Ribeiro
Braga.
(635)
banco
commercial
de
BRAGA.
Sociedade
anonyin#
—
•
responsabi
lidade
limitada.
A
direcção
do
Banco Commercial
de
Braga
convida
todos
os
seus
credores
a sa
reunirem
na
casa do
mesmo
banco
pelas
11
horas
da manhã
do
dia
12
do
corrente
mez,
a
íim
de
serem
ouvidos
sobre
a
proroga da
moratoria
por elle requerida.
Braga
3
de Dezembro
de
1877.
Pelo
Banco
Commercial
de
Braga.
Os
directores
Manoel
José
da
Costa
Guimarães.
José
Baplista
Corrêa
Luiz
Antonio
da
Costa
Braga.
AVISO
São
prevenidos
todos
os
concorrentes
aos
exames
para
o
magistério
primário
na
presente
epocha, cujos
requerimentos
se
acham legaes,
que
os
exames,
prova
escri-
pta,
terão
logar
para todos
no
dia
6
do
corrente,
pelas
9
horas
e
meia
da
manhã,
no
edifício
do
Lyceu.
Braga
3
de
Dezembro
de
1877.
O
sacrelario
Antonio
Casimiro
da
Cruz
Teixeira.
(636)
AO PUBLICO
Joaquim
Leal,
com
estabelecimento de
fazendas
de
lã. seda e algodão,
na
rua
do
Souto n.®
39,
declara
que
tendo
veri
ficado
que
para
a
prosperidade,
n
’
esta
ci
dade,
d
’um estabelecimento
do
genero
do
seu
é
condição
essencial
a
postergação
do
divino
preceito
da
guarda
do
domingo,
tem
deliberado
liquidar
o
seu
estabeleci
mento.
Em
harmonia
cora esta delibera
ção,
fará
notável
reducção
de
preços
nas
suas
fazendas.
(632)
PROFESSOR DE
COMMERCIO
Acaba
de
chegar
a
esta
cidade
um
professor
com
muitos
annos
de
pratica
de
ensino
do
curso
completo, etc.
Também
lecciona
só
qualquer
das dis
ciplinas,
como:
escripturaçào
mercantil
ge
ral
ou
especial,
contabilidade
commercial,
systema
monetário
e cambial,
metrologia
universal;
geographia,
historia
e
direito
commercial; algebra,
economia
politica,
dezenho,
callygraphia,
linguas, etc.
Eslá
aberta
a
matricula até ao
l.°-de
dezembro,
dia em que
se
inaugurará o
curso.
Preço
em
classe
—2^500
(Curso
diurno
Particularmente
—4$a00|
e
nocturno.
Rua
do
Conselheiro
Januario,
31.
(622)
©
COUPON PRIMA
£
A
1MMACULADA
CONCEIÇÃO
©
©
Exemplares.
©
as
©
União
Parisiense «le
Deltas
o-
Artes
—
•-
1
*©
BOULEVARD
DELA MADELEINE,
17,
©
©
PAR1Z
©
©
©
•
72
Representante
em
Madrid
©•
>
«livar, ®—S.°
©
Cl»UB»iî
VENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Bua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BR
a
GA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e continúa
operando grátis,
pobres
e
soldados.
(580)
C1KUBGIÃO DEATBSTA
DA
Escola
Americana
Consnltorio
a
ioda
a
hora,
tanto de
dia
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
Porta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
Solicitador— .
Lopes
da
Gama
(Escriptorio—
Tnypans
n.°
»—
Porto
(613)
RUA DA
ESPERANÇA, N." 224
L
s
s s o
OIKIXÇÂO:
Joaquim
B.ojteM
riirrrir»
de
Mello,
proprietário
e
director
geral
JoAo
Daptista
Ferreira,
director
gerente.
0
Collegio
eslá
estabelecido
n
’
um
edifício
vasto,
bem
situado,
com
bom
recreio,
e
quartos
separados
para os aluemos.
A
recommendação d'esla
casa
de
educação
faz-se
pela
sua
ex stencia de
qua
renta
annos,
com créditos l
eni
estabelecidos.
E
’
um
estabelecimento
completo.
A
sua
diiecção
continuará
sempre
zelosa,
e
o
seu
corpo
docente
é
o
mais
sé
rio
e instruído.
Os
estatutos
e
mais
esclarecimentos
dão-se
no
Collegio.
Lisboa
28
de
Outubro
de
1877.
O
Director Geral,
(44-
tt
-) Joaquim
Lopes
Carreira
de
Mello.
FLUIDE
IATIF
de
JONES
Por
mas propriedades
beneficas, goza este
pro-
ducto
do alta e merecida reputaçõo. Suaeíza e ama
cia
a
pelle,
allicia
aa irrilafões causadas pelas mu-
danças
d»
clima, pelos banhos do mar, Impressões
desagradaveis
do vento ou
do
calor, etc, etc.
Uma
simples applicaçSo faz desapparecer as ra
chaduras
das maos e dos beiços. Preço 650 reis.
PARA
0S
CUIDADOS
DO
TOUCADOR
£
muito digno de ser
recommandado ó
Sabão
latif,
que possue
todas as
propriedades suavlzan-
tes
doFluide.eumaroma delicadíssimo.Preço500
r*.
23,
Boulevart des Capucines, Paris,
De
Fronte da entrada do Grand-notel.
Fabricante
de
Escovas Inglesas Perfumeria, Loja
de
papel,
Objetos
de
Fantasia, Estojos diversos,
Cutelaria, Artigos
de
Luxo, Luvas, etc.
Deposito
em Lisboa, snr.
Barreto,
Lorêto
n."
28—
30
(26
*)
FILIAL
Da CAIXA
ECONOMICA
PK1VMOKIMTA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capitai
..................
S®®»®®ffi$a®®
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
enfada
pela
r«ia
do
Campo.
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata
joias,
papeis
de
credito,,
cereaes,
roupas.
a>ovei>,
ferramentas,
e
sob
e
todo
e
qual
quer
objecto do
valot
não
inferior
a
1O(
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito
a
pra-
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis
A
caixa
eslá
aberta
lodos
os
dias
des
de
as
9
bera
da
manhã
até
ás
7
da noite,
e
nos
dias santificados e-lará
abeita
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
-A.
G.
Ferreirin^
i.
MUITA
ATTEEÇÀU
Deposito
de
biscoitos
de
Valongo
1
—
LARGO
DA
LAPA
—
1
Estes
biscoitos
são
muito
recommenda-
veis
tanto
pela
qualidade das
farinhas,
per
feição
porque
são
feitas,
como
pelo
seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Preços
porque
sao
vendidos
:
Biscoito valonguense,
kilogramrna 280
Tosta
doce
»
280
Biscoito
macarrão
280
Bolacha
doce
»
280
Biscoito
Brazileiro
300
Dito
imperial
330
Bofachinba
de araruta
&
340
Tosta
azeda
(581)
190
QUARTO
Pretende
se
arrendar
um
quarto
mobi
lado,
em
casa
particular,
para
uma
pessoa
só.
Dirigir
se
a
esta
redacção.
Precisa-se
de
um
homem
para
assen
tar
praça
por
mn
recruta. Para íraclar
na
rua
do
Alcaide
n.°
11
(608)
Hygienia®
tmalftvA! y piwmtln; absolutameos*
a unicaqae
cura
lhe jnn bar mais* nada. Vendo-
se
nas priucipaea pharmacia» do mundo. Exigir
&
instrucclo
do
n»e. (30
anot de
exito.)
Piris, ca-*a do
inv*
451-
Uibu, Sr
Barreu» Loreto
28 a
M
Os
Kebuçadoa
«zsytiiieos,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
são o melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa
200 reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Antonio,
227, no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça Municipal.
(453)
IWXEOOS
João
da
Costa
Palmeira
tem
para
ven
der
em
sua quinta
em
Santa
Eulalia
de
Tenões,
enxertos
de
macieira,
pereira,
damasqueiro,
ameixoeira,
pecegueiros
de
Amaranle,
ameixieira
do Canadá,
nespe
reiras,
larangeiras,
nogueiras,
vides,
tudo
boas
qualidades;
bem
como
salgueiros
com
raiz,
e
estacas
de
choupo.
Trata-se
na
rua
de
D.
Gualdim
n.°
2.
(572)
Acções
e promissorios
de
haneos
e
eoaupa nliias
Compram-se
e vende-se
na
rua
Nova
le
Sousa
n.°
9.
(510)
do>*
Capetlistas,
SS
Defronte
da
Alfandega.
Tem
no
sen
estabelecimento
os seguin
tes
objeclos
abaixo
exarados
pelo
menos
preço possível, a
saber: chitas
largas
bem
sortidas, tinas
em
côr,
e
bom
panno,
a
80,
90.
100
e
110
o
covado;
ha
linda
len-
çaria
de
seda
e
selim,
tanto
para
senho
ra,
como
outros
proprios
para
assoar;
guardasoes
de
seda,
para
homem
e se
nhora:
castiçaes
de metal,
e
vidro;
jarras
de
procelana;
aguas
de
colonia; collarinhos
e
punhos
para
homem;
madopolões;
me
rinos
brancos;
pannos
crús;
lenços
de
cambraeta
de
linho
para
bolso;
jarras
pra
teadas,
em difierenles
tamanhos;
adere
ços
e
brincos; sapatos
de
borracha,
pelli-
ca;
trança,
ourello;
gravatas
de
seda,
ou
gorgorão. largas,
para
homem, modernas;
lençaria
de
côres
em
algoção,
cassa,
sarja,
metim,
e
d
’
outras
qualidades;
lunetas
de
grau
e
oculos;
sabonetes
sortidos;
livros
de
missa;
peitos
de
bertanha
de
linho;
colchas
brancas,
para
cama;
pós
d
’arroz
em
caixinhas
de
vidro.
N
’
este
estabelecimento
ha
um
sortido
completo
de
tudo
e
barato.
(606)
ÁIIIIW
IHÍ
HMIUJi
DO
ALTO
MURO
»A CASA
DE VIEJLA
POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15
-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram a retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem
garrafa)
150
»
».
»
»
.
190
»
Lagrima................................... 200
»
Branco
de
meza
......................
210
»
tinto
de
meza
tino.
.
.
.
270
» de
prova
secca.
.
.
.
.
300
»
Malvasia
de
2,
a
.............................
360
»
»
velho....................................
400
»
Malvasia, Bastardo
e
Moscatel
a 500
»
Roncão
........................................
700
í
Alvaralhão.
......
560
»
Velho
de 1854
....
600
»
a retalho
part
meza 50
e 80,
o
quartilho
tinto,
e branco 120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
quakiuer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
• _,r
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(
tt
^I)
DBAHFBESO
A
JUDO
Na
confraria
de
Santo
Amaro,
da
Sé
Primaz,
ha
para
dar
a
juro de
5
0|0
reis
630$iJ00.
A
pessoa
que
os
pretenda,
dan
do
boa
hypolheca,
póde
fallar
com
o
se
cretario
da
mesma
no
Seminário
de
S.
Pedro,
d
’
esta
cidade.
(631)
Allenção
Na
rua
de
S. Lazaro,
n.
n
4,
compra-se
uma
Imagem
do
Crucificado,
que
tenha
de altura,
com
a
própria
cruz,
um
me
tro
ou
pouco
menos.
(631)
Pretende
se
alugar
uma casa
n
’
es-
ta cidade
ou
arrabaldes
(preferindo-se
na
freguezia
de
S.
Pedro),
com
alguns
com-
modos decentes,
e com
quintal
ou
quin
talejo.
Fallar
na
rua
da
Cruz
de
Pedra,
n.°
5.
(624)
RIA
VOVA,
W.°
5
Ha
para vender
um
tranqueiro
e
uma
sacada
de
pedra
do
monte
das
Caídas.
Trata
se
na
mesma
rua
e
n.°
(543)
LEÇESÕ
DA ÍIAGii
FKAJÍCEZA
Um
professor
com
longa
pratica
de
en
sino,
ofiérece
o seu
préstimo
para
leccio-
nar
grammaticalmente
em
sua
casa
e
ca
sas
particulares, elementos da
Iingua
fran
ceza comprehendendo
lêr,
escrever,
tra
duzir
e
fallar
a dita
Iingua.
A
qoem
convier
póde
dirigir-se
á
rua
de
D.
Gualdim,
oasa
n.° 8.
(278)
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
