comerciominho_04081877_671.xml
- conteúdo
-
FOI.IIA
COMME»CIAF,
RELIGIOSA E NOTICIOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS DA
COSTA,
RUA
NOVA N.°
3
E.
5.° ANNO
PREÇO DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes..........................
1
»
6
»
.............................
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada
linha
....................
Repetição
....................................
1&600
850
40
20
10
PUBLICÁ-SE
ÁS
TERÇAS, QUINTAS E SABBADOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
2&000
1<050
3&600
3Ô600
10
Províncias,
12
mezes
.....................
»
6
».....................
»
sendo
duas
assignaturas
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
Folha avulso
...............................
N.° 671
BKA4BA.
—
SABBADO
4
SBE
AGOSTO
BE
!
“?:
A*
KedaeçAo
«lo
«Commercio
do
IlinhoD.
Londres,
19
de
Julho,
1817.
Eis
ahi
o
resto
da minha
longa
mis
siva
ao
Aposlulo, prosegumdo
a
narrativa
da
recepção
das
peregrinações
a
Roma,
segundo
o
Representante
do
Times,
a
resume.
No
cartaz
maçónico
de
que
elle
dá
conta
aparece
logo
o
dedo
e charlalanis-
mo
da
maçónaria;
inculcando
que o
mun
do
tem
até
agora
estalo
absolutamente
mergulhado
nas
trevas
e
assim
continua
ria
per
omnia
scecula
sceculorum,
se
a
se
nhora
mestra
pedreira
nos não
viesse
ensinar
o
a-b-c
!
E’
curiosa
uma
reflexão
que
agora
me
occorre,
e
que
poderá
ser
confirmada
por
mais
algum
velho do século passado,
como
eu,
que se
lembre
dos tempos
que
cor
reram
de 182') a 1826;
e
sobretudo
de
pois de
Maio
de
1823
até
á
morte
de
D
João
VI.
E
’
que então a
liberangada
se
esconjurava
negando
que
pertencesse
a
tal
futrica —creio
lembrar
me
que
em
23 ou
24,
se
publicaram decretos
oo
providencias
mui
severas
contra
a
Seita,
Hoje
apresen-
ta-se
a
mesma futrica
como
rainha,
in-
structora,
unica
directora
e
civilisadora
do
Mundo!
Faz
gala
do
sambenito.
A.
R. SARAIVA.
SUMMARIO.
XI.
—Como se
doem
os
ladrões
era
Roma,
por
medo
da
justiça
Franceza.
XII.
—
Sobre
as
cousas
de
França.
XI.
—
Alborotam
se
sempre
os
ladrões
quando
’
imaginam
andar-lhes
a
justiça na
pista,
ou
receiam
medidas
que
lhes em
baracem
o
honroso
tráfico.
Assim
a
pe
dreira
ladroagem
Italiana,
recordando
se,
por
um
lado,
da
convenção
de
Florença,
e por
outro,
do
vil
bofetão
e
pontapé
que
pregou
á França,
quando
a
viu
prostrada
e
sangrandofpor
culpa
do
carbonário
Napoleão)
aos
pés
de
Guilherme
e
de Bismark,
está
sem
pre
soílrendo de
certo
pesadelo,
que
lhe
diz: «Terás
que
pagal-a,
mais
tarde,
ou
mais cedo».
Eis
ahi
a
explicação
verda
deira
do
lerret ne
paveat, da
pedreirada
Italiana
que
o
Correspondente
do
Times
em
Roma
noticia
ao
jornal,
na
data e
termos
seguintes:
—
«Roma,
29
de
Maio,
1877.—
O proce
dimento
adoplado
pelo
Marechal
Presiden
te
incitou
os
Repúblicos
Italianos
a
um
movimento
contra
a
Igreja.
Acháram-se
hoje
as
paredes
de Roma
cobertas
de
largos
cartazes,
contendo
o
seguinte
annun-
cio:—
Terá
logar
uma
grande
reunião
publica
no
Thealro d’Apollo,
na
quinta-feira
pró
xima,
que
é
a
grande
festa
Ecclesiastica
de
Corpus
Chrisli.
Romanos!
(Devia
di
zer:
tBuzzúrros»
J.
Um
partido
que
recebe
suas
ordens
do
Vaticano,
está
agitando
a
consciência
da
Europa por
uma
lenta,
in
sidiosa,
e
pertinaz
conspiração
contra
a
llalia,
(leia-se,
contra
a
Buzzúrriaj.
Este
partido, que
tem o
Syllabus
por
seu
codigo, e
que recentemenle
ha re-
suscitado
as
tradicções
sanguinarias
do
seu
passado
nas
montanhas
da
Biscaya,
entre
os
horrores
de
uma
guerra
civil,
intenta
agora
Gzer
convergir
sobre
a
Itaiia
as
ce
gas
forças
de
seus
fanaticos Sam
estes
os
últimos
esforços
desesperados
de uma
seita
que
a
civilização ha
condenado.
(Esta
seita
®
o
Calholicísmo;
e
esta
civivlizaçào
é
a
Maçonaria
nossa
senhora—enlenda-se
isto
bem).
A
Itaiia
não
tem
medo
destas
maqui
nações
reaccionarias,
seja
qual
for
a
mào
invisível
que
as
sustenta;
Então
se não
tem
medo
para
que
fala?)
mas
entenden
do
a
missão
que
a
espera
n’
esta
nova
era
que
se abre
á
civilisação
(maçónica,
queria
o
homem
aqui
acrescentar,
mas
não
se
atreveu),
não
pode
olhar
agora com fria
inércia
para
a
ameaçadora
actilude
do
Va
ticano.
Tem
o
dever
de protestar
solemnemen-
le
em
nome
da
consciência
nacional,
para
que
o silencio
a
não
torne
cúmplice
da
lemeraria
empresa
que
a
reacção está
ten
tando
n’esle
momento
na llalia,
e
fora
d
’el!a.
Romanos!
(<eja
se Buzzúrrosj.
A
vós
pertence, depositários
da
herança
na
cional
deixa
la
pelos
que
morreram
em
1849,
o
aílirmar
na
Quinta-feira,
por
uma
serena
e
solemne
demonstração,
que
a
Roma
do
povo
Italiano não
é,
e
nãó
pode
tor
nar
a
ser,
a
Roma
dos
Papas».
O
procla
mador,
evidentemenle,
lerret
ne
paveat
—
chanle dans
le
bois
pour déguiser
sa
peur.
E
’
curioso,
que
no
mesmo
dia
em
que
apparecia
em
Roma
pelas
paredes
o bo
nito
documento
que
acabo
fielmente
de
co
piar,
suscitado,
como
diz
o
Correspondeu-
te
do
Times,
pela
conducla
adoptada por
Mac
Mahon,
estava
Julio
Simão
em
Paris
escrevendo o
seu artigo
que
no
dia
se
guinte
appareceu
no
Echo
Universel,
o
jornal
de
que
elle
no
mesmo
dia
se
fez
Redaclor.
Compare-se
com
o
cartaz
ma
çónico
de
Roma
que fica
transcrito,
a
se
guinte
linguagem
do
ex-Primeiro
Ministro
em Paris,
cuja
demissão
do
Gabinete
in
spirou
o
copiado
cartaz
buzzúrro;
e
diga-se,
que
não
é
idêntico o espirito, o
sentido,
e
quasi
o palavreado
das
duas
manifesta
ções!
Diz
o
Snr.
Simão:
—
«Defenderemos
a
França
contra
a
am
bição
de
um
Partido
que
é
inimigo nato
da
lei e
da
liberdade,
e
que
duas
vezes
attrahiu
invasores sobre
nós.
Defendere
mos
a
razão
e
mesmo
a
religião,
contra
suppersliçôes idiolicas,
contra
doutrinas
theocraticas tão
estranhamente
revividas,
cuja
futilidade
lodo
homem
inlelligenle
conhece,
mas
que
n
‘
esles
perturbados
tem
pos enganam os
ignorantes
e
servem
de
pre
texto
aos
astuciosos».
Ficamos,
pois,
sabendo
d
’
aqui
em dian
te,
já
que
nol-o
diz
o
Snr.
Julio
Simão,
que
lodo
o
que
acreditar
em Deos
ou
Santa
Maria,
ficará
sendo
um
parvo,
um
idiota,
como
qualquer,
Bacon,
Newton,
Ma-
lebranche,
tíossuei,
Daguesseau,
Fénelon,
Pascal,
sem ser
preciso
ir
desenterrar
os
obsoletos
nomes,
dos
Baoilios,
Agostinhos,
C-hrysoslomos,
ou
iucommodar
hoje
mesmo
qualquer Doutor
Newman,
ou
Oahley ou
Cardeal
Manning, ou
Bispo
d
’(hleans, ou
por
ahi
mesmo
algum d
’
esses
Jesuitas
que
saiba
ler
e
escrever.
iQue
seria
de
nós,
e
das
letras,
e
de
tudo,
sem
Júlios
timões,
ou
sem
proclamadores
buzzúr-
ros
!
Da
recepção
dos
peregrinos
da Croá
cia,
etc.,
em
30
de Maio já dei
conta n
’
utna
carta
precedente.
Xll.
—
Com
eífeilo
a
Gamara
dos
Pares,
ou
Senadores,
em
Paris, auctorisou
a
Mac-
Mahon
a dissolver
a
Gamara
dos
Deputa
dos.
A
furia
dos
Radicaes
e
da
Pedreirada
é
raivosa,
e
vam
fazer
os
impossíveis
para
ver
se
conseguem
se
eleja
uma
Ca
mara
mais
furiosa
e
Radical
ainda
que
a
dissolvida.
O
Correspondente
Parisiauo
do
Times
(que,
se
é
Allemão,'
como
me
affirmam,
jeve,
co,mo
Bismark,
desejar
a
França
re
publicana,
para
que
se
conserve
fraca
e
não
metia
medo
a
ninguém),
prognostica,
que as
eleições
vam
dar
uma
Camara
mui
to
mais
furiosa
e
Radical
de
que
a
dis
solvida.
Pela
minha
parte, parece-me que o
Duque
de
Broglie
e
seus
collegas
devem
também
saber
alguma
cousa
das
disposi
ções
do
paiz,
e
não
aconselhariam
ao
Pre
sidente
como o fizeram,
sem
algo
em
que
se
fiar.
Até
me
induz
muito
a
pensar
as
sim,
a
persistência
no
Governo
ou
Minis
tério,
do Duque
de
Decazes,
que
passa
por
bastante
Liberal,
e
por
tanlo
em al
guma
cousa
se
(ia
para
não largar
o
posto.
Por
outra
parte,
eu
que
sou
um
pou
co
visionário,
e
que,
e
não
creio
em bru-
xas,
creio,
por
certo, e
muito,
tia
inter
venção
da
Providencia
Divina
em
cousas
humanas;
pouco me admiraria,
se
as pró
ximas
eleições
em
França, que
o
Corres
pondente
Taimoso
conta
com
tanla
certe
za
saiam
Radicaes;
dessem,
pelo
contrario,
ao
Governo
boa
maioria
Conservadora.
Ve
remos;
os
revolucionários Italianos, e
ou
tros,
nunca
julgáram
que
a lei
patifa
do
Monte Cilorio
havia
de ser
rejeitada
pela
Camara
Alia
Italiana.
—
Veremos.
Espere
mos em
Deos
que tudo pode, e é
Santo
Velho.
A.
R.
SARAIVA.
Làctboa,
31
de
julho-de
1837.
(Do
nusso
correspondente).
Não carece
a
liberdade
mindeleira
de
quem melhor
lhe exponha
as
puslulas
que
os
seus
proprios partidários;
ordenados
em
grupos
ou
fracções
consoante o sis
tema,
bom
azo dá
para
a
rapina
e
immo-
ralidade,
ahi
se
refilam
pondo
bem á
moslra
o
fio
da
tela
ascorosa que
para
cá
trouxeram
amparados
da
quadrupla.
A
imprensa
então,
u
’
essa
pugna
de
ctiacaes
famintos
toma
um
logar
saliente.
Veja-se
o
que
vae
agora
nos
jornaes
rege
neradores
contra
o
governo aclual
para
o
qual
foram
benevolentes
e
tudo
barre-
tadas
em
quanto
nãq
presentiram
o cer
cear
da
falia.
De
ridículo
não
passava
tudo
isto
se
tão
nelãslo
e
dissolvente
não
fosse.
A
so
ciedade educa-se
nesta
escola
de
devas
sidão
e
egoismo,
e caminha assim
para
um
abysmo
que
não é
fácil
de
avaliar
pelo que
de
horroroso
deve
ser.
Não
somos
dos
que
olham a
institui
ção
da
imprensa
como um perigo;
preza-
inol-a
como uma
instituição
boa
e
civili-
sadora,
mas
é
mister
que
se
limite
á
anaiyse
fria
e
circumspecla
dos
actos
dos
governos,
e
não, como
a
vemos,
apaixo
nada
e
ma
s
prostituída
e
desbragada
que
a
rameira
á
porta
do alcouce,
vociferando
indigna,
e
lorpemenle contra o primeiro
que
vem,
ou seja
por
o
bem
publico
ou
por espinlí de vingança,
—porque
emfim
são
todos
da
mesma
tempera,
—tomar
uma
resolução
que
desaniehe
os
amigalholes.
Digo
isto
a
proposito
da
celeuma
levan
tada
contra
o actual ministro
das obras
publicas,
celeuma
que tem
locado
as
raias
do
que
ha de mais
regaláo
e
indigno,
e
como
agora,
sempre,
em
44
annos
de
governo
liberal,
a
imprensa
tem-se
re
baixado
ao
nível
das
paixões ignóbeis
do
egoismo
e
do
servilismo
partidário,
e
não
é
por
ce.rlo esta
a
missão
que
lhe
cum
pria
no
goso
da
liberdade
que
tem
—
As pessoas
a quem
é
dado
ler
este
jornal,
e
que
nesta
capital
professam
os
oons
princípios
que
elle defende,
são
una
nimes
em
manifestar a sua
admiração
pela
rigorosa
energia,
proficiência
e
boa
critica
do
nosso
compatriota
e
antigo
diplomata
1
o
exc.
mo
snr. A-
Ribeiro
Saraiva,
colla-
borador
dislinclissimo
d
’
esie
jornal,
e
em
quem
a
avançada
idade
e
a
longa
ausência
da
palria,
não
tem
feiio
esmorecer
o
seu
grande
animo
patriota
e
uma
virilidade
intelectual
mais
que
admiráveis.
Prosiga,
pois, aquelle valoroso
defensor da
boa
causa
no
caminho
que tem
trilhado
ha
tantos
annos,
e
Deus
lhe prolongue
a
saude
e
vida~
para
gloria
d
’
esta
infeliz ter
ra
e
confusão
dos
inimigos
da
justiça
e
do
direito.
—
Também
muito agradou
o
artigo
do
nosso,
incontestavelmente
primeiro
escri-
plor,
o
snr.
Souza
Monteiro,
vindo no
«Commercio»
de
28.
Contra
aqtiillo
o que
podem
dizer
os bonifrates
laralhões
que
querem
attribuir
tudo
mau
ao
calholicis-
mo?
—Apologistas
e
macaqueadoresde
quan
tos
libertinos
apparecem
por
esse
mundo
de
Christo,
veem
tagarelar
de
papo
le
vantado,
mas
o
açoute
ainda
felizmente
vae
apparecendo
e fazendo-lhes recolher
ao
bucho
as
íarofias
macaqueiras,
—
que
com
o
serem
taes não
deixam
de
dar
contin
gência
ao
ingresso
na
Academia,
para
eterna
demonstração
da
actual
decadência
d’
esla.
Com
o
excessivo calor
dos últimos
dias
teem
augmentado
as
doenças
próprias
n uma
cidade
onde
os
elementos
de
he-
giene
são
uma
mentira.
Aqui toleram
se
os
focos
de
iníecção
como
em
plena Áfri
ca.
Ha
um bairro
muito
populoso,
o
de
Alcantara, onde
o
celebre
caneiro
é
ura
panlano
cujas
emanações
mefíticas
estão
empestando
a
atmosfera
que
ahi re
respira;
a
par
a isto
vê-se
exposta á
venda fru-
cta
verde e
podre,
sagões
de
tavernas
iinmundos
e
exhalando
um
fétido
insup-
porlavel.
No
entanto
no orçamento
do
estado
figura
uma
verba
explendida
para
a
manutenção
da
hegiene
publica,
mas
que
eu
digo
ser
para
a
hegiene
dos
he-
gieneiros
de
si
mesmo.
M.
GAZETILHA
Curso
superior
«li»
Wemiiinrio
Conciliar.
—
Obtiveram classificações
hon
rosas
no
anno
lectivo
de
1876
—
1877,
os
seguintes
alumnos d’
este
curso:
1.
®
anno:
—
distinctos,
Francisco
Au
gusto
Martins
Vicente,
Joaquim
Antonio
da
Silva, e
Manoel
José
Antunes
Bar
bosa.
2. °
anno:
—
í.®
accessit,
Pedro
Gon
çalves
Sanches;
accessit,
Porfirio
Antonio
da
Silva
e Isaac
José
Pereira
Bacellar;
dislincto,
João de
Castro
Meirelles.
3.
°
anno:
—
í.®
accessit,
Justino
d
’
Oli-
veira;
2.°
accessit,
Laurentino
José
Dias.
JWovo
doutor
em
medicino.
—
Aca
ba
de
chegar
a
esta
cidade
o
n-sso
pa
trício
e
estimado
concidadão,
o
snr.
dr.
Antonio
Casimiro
da Cruz
Teixeira,
filho
do
exc.
m0
snr.
Franciscó
Casimiro
da
Cruz
Teixeira.
O joven
medico
concluiu
ha
dias
a
sua
fortuna
na
faculdade
de
medicina
pela
Universidade
de
Coimbra.
Felicitamos
o
seu
exc.
ai
®
pae,
e
esta
cidade,
que
foi
berço d
’aquelle
cavalheiro
que
pelas suas
qualidades
e
saber tanlo
a
enobrecerá.
mbSicoçõo.
—
Recebemos
a
primei
ra
caderneta
d
’
uma
obra
intitulada
Alnvcz
da
África—
Viagem
de
Zanzibar
a.
Bengue'-
la por
V.
L.
Cameron.
—Traducção do
itiglez
por Francisco
de
Lencastre.
Constará
esta
importante
pnbl
crção
de
2
volumes,
contendo
800
paginas,
132
gravuras
sendo 27
de
paginas
e,
as de
mais
iulerc. liadas
no
texto,
e um
mappa
da
África
com o itinerário do
viajante.
j
A
correspondência
deve
ser
dirigida
ao traductor
Francisco
de
Lencastre,
lar
go
de
S. Marlinho,
10. 2.®
andar, Lis
boa.
Portugal
antigo
e
moderno.
—
Recebemos
o
fascículo
120.° do
Portugal
antigo
e
moderno,
do
snr.
Pinho
Leal.
Conclue
uma
extensissima
e
interes
sante noticia
sobre
a
cidade
do
Porto.
Revista de
Theologia.
—
Está
pu
blicado
o
n.®
4 d’esta
revista,
cujo
sum-
mario
é
o
seguinte:
—
Os
livres
pensadores
e
a
ordem
so
cial,
—
Dr.
Moita
Veiga:
O
clero
catholico,
—
Dr. Menezes:
Cal/iolicismo.—
Dr. Fran
ça
Bettencourt:
O
estado moral
da
socie
dade.
—
Dr.
Lino:
Btbliographia,
Drs.
Lino
e
Bettencourt.
^ouieaçiío.
—
Foi
notneado
segundo
bibliothecario da bihliotheca
publica
d
’esta
cidade,
o snr.
Alberto
Carlos
Leite.
Corpo
de policio.—
Em
virtude da
junta
geral d
’este
districto
ter
votado os
precisos meios
para
a
creação
de
um
cor
po
de
policia
para
esta
cidade,
vão
por
estes
dias
aífixar
se os
competentes
edi-
taes
annunciando
concurso para
a
organi-
sação
d
’
este
corpo
de
segurança.
Itloviment»
d.»
Honpital
de S.
Mareou.
—
Doentes
existentes
em
22
de
julho:
89
homens
e
198
mulheres.
Entraram
durante
a
semana
finda: 23
homens
e
19
mulheres.
Sahiram:
21
homens
e
20
mulheres.
Falleceram:
6
homens
e 4
mulheres.
Ficaram
em
tratamento
em
28
de
ju
lho:
85 homens
e
103
mulheres.
Preço
dos
cerrara
—
Na terça-feira
ultima,
n
’esla
cidade,
o
preço
dos
cereaes
foi
:
Tr
go................................................
800
Milito
alvo....................................... 600
Centeio........................................
400
Milho
branco................................
420
» amarello
...............................
420
Painço.............................................. 480
Cevada
.............................................
480
Batata.............................................. 600
Feijão
vermelho
.............................
960
»
amarello...............................
760
»
branco
...............................
960
»
rajado
................................
640
»
fradinho...............................
-
480
Azeite
......................................................
5$2()0
Cmninho
de
ferro
nereo.—
N
’um
meeting
recentemente
effectuado
em
New-
York, relataram-se
os
resultados
salisfa-
ctorios
da
exploração
do caminho
de
ferro
aereo
d’
aquella
cidade.
Designa-se
com
este
nome,
um
cami
nho
de
ferro
sustentado
por
columnalas
de
folha
de
ferro
5,'n 50
acima
da
rua.
Formou-se
uma
companhia
para
explo
rar
este
systema,
sob
a
denominação
de
«New-York
elevated
Railroad
Company».
Auctorisada para
isso
pelas
côrtes,
come
çou
em
1867 e
acabou
em
1870
uma
linha
a
partir da Bateria,
na
extremidade
sul
na
cidade,
.
tendo
4
a
5
kilometros de
ex
tensão
pela
avenida
de
Washington,
(a
9.
a
)
até
á
gare
principal
do
caminho
de
ferro
de
Hudson
Ri
ver.
As
columnas
são
de
ferro
da
compa
nhia
Phenix;
leem
0,
m
20
de
diâmetro
e
são espaçadas de 7,111
5".
Cada
uma
(felias
se
bifurca na
parte
superior,
tran
sversalmente
á
rua
para receber
uma
tra
vessa
sobre
a
qual
assentam
os rails.
Nos
passeio
estão
collocados
a
distan
cias
de
cerca
de
800
metros,
machinas
fazendo
cada
uma
mover
um
tambor
no
qual
se
enrola
um cabo de reboque.
A
regularidade
do
plano
das
cidades
americanas
presta-se
admiravelmente
a
este
genero
de viação,
cujo
estabelecimento
ainda
não
foi
tentado
na
Europa.
túnel
lie
Monte
Cenis.
—
Uma
pessoa
situada
no centro do
tunel
acha-
se
a
215 kilomeli*os
de
Genebra,
a
705
de
Paris,
a
94
de
Turim,
a
525
de
Ve
neza,
561
de
Florença,
a
932
de
Roma,
a
1:204
de Vienna
pelo caminho de
Som-
meering
e
pelo
de
Brenner,
a
1:559
de
Berlim,
e
a
3:037
de
S. Petersburgo.
Calcula-se
que
o
volume
de pedra
extra-
hida
do
fundo
da
montanha
desde
31
de
agosto
de
1857,
rté
24
de
dezembro
de
1870
se
eleva
a
mais
de
8
10:000
metros
cúbicos.
Todo
o
tunel
está
revestido
d
’
uma
abobada
de
cantaria,
excepto
uma
pequena
parte,
que por
ser
de
quartzo não
carece
d’aquella
precaução.
A
espessura
d’
aquella
muralha
é
de
70
a
80
centímetros;
empregaram-se
na
sua
eonstrucção
120:000
metros
cúbicos
de
pedra
e 16
milhões
de
tijolos.
Com
a
mes
ma
quantidade
de
pedra
e
de
tijolos
se
poderia
construir
uma
forte
muralha
desde
busa
até
Florença.
Consumiram-se
uns
5:500:000
metros
de
inecha
para
pegar
fogo
ás
minas,
nas
qua.s
se queimaram
aproxitnadartiente
um
milhão
de kilogrammas
de
polvora
de ma
neira
que,
contendo
só 4/2
grammas
de
polvora
cada
cartucho
de
espingarda
com
a polvora
empregada
na
perfuração
do
tu
nel
ler-se-iam
podido fazer
223
milhões
de
cartuchos,
e
50:000
tiros
de
espingar
da
diários,
durante os
treze
annos
que
durou
a
obra.
O
lunel
mede
12:200
me
lros.
tVavioH
couraçado»
do
mundo,
aetualmente em estudo
de eom-
bater.—
Os
navios couraçados
do
mundo,
aetualmente
em
estado
de combater,
são
os
seguintes:
INGLATERRA
Peças
Achilles
14
Audacious
14
Agincourt
17
Alexandra
12
Bellonphon
]g
Black
Prince
14
Cafedonía
24
Defence
16
Enterprise
4
Favorite
8
Reclor
18
Hercules
14
Invincible
14
Iron
duke
14
Lord
vardeu
18
Lord
Clyde
18
Minolaur
26
Nelson
12
Northampton
12
Northumberland
28
Ocean
24
Palias
4
Penelope
n
Penice
contort
24
Repulte-
10
Research
4
Rcsistance
16
Royal
Alfred
18
Royal
vak
24
Shannon
9
Sullan
12
Supmb
12
Seviftsure
14
Temeraire
8
Thunder
14
Triumph
14
Valiam
18
Vi
per
4
Vixen
4
Warrior
14
Waler
witch
4
Zealous
20
TORRES
Abyssinia
4
Agamemnon
4
Ajax
4
Cerberus
4
Cyclops
4
Devaslalion
4
Dreadnaught
4
Glallon
2
Gorg-on
4
Hecale
4
Hydra
4
Inflexible
4
Magdala
4
Monarch
7
Prince
albert
4
Royal
albert
4
Royal
sorezeign
5
Scorpion
4
Thunderer
4
Wivern
4
Fiory
4
BATERIAS FLOTTANTES
Erebus
16
Terror
8
Thunderbolt
16
ESPORÕES
(Ranes)
Rotspor
3
Ruport
4
SUMMA.R10
Couraçados, navios
do
mar
alto
42
»
Torres
21
»
Baterias
3
»
Esporões
(Ranes)
2
Total, couraçados
68
Peças
de grande
calibre
725
Envenenameiito
do
arcebitajio
Checa.
—
A
’
cerca
do
envenenamento
do
arcebispo
Checa lê-se
0
seguinte
no
«Va-
lerland»:
Descobriram-se
os
auctores
d
’este
cri
me
que
são:
0
famoso
Joaquim
Chiriboga,
antigo
redactor
do
«Luz
del Pueblo»,
no
Valparaiso;
Manuel
Correja
Ceballos,
as
auctorisado sómente
a reforçar
eventual
mente
as
tropas
escalonadas
ao
snl.
AnedoetaR.
—
Das
«Leituras
Poptila.
res»
copiamos
as
seguintes
anedoctas.
D.
Adelia
casou
successivamente
com
dois
irmãos,
viuva
d
’
um casou com
outro.
Tinha
na sala
o
retrato
de
seu
primeiro
marido.
Um
visinho
que
foi
a
sua
casa,
parando
em
frente
do
retrato,
perguntou-
lhe:
—E’ d’
alguma
pessoa
da
família
este
retrato
®
—
E’
0
retrato
do
meu
pobre
cunhado,
respondeu elía.
=-Na
occasião
d
’nm
naufragio
um
jo-
ven
marinheiro
comia
tranquilío
um
pe
daço
de
pão.
O capitão
parou
deanle
d
’elle
dizendo
lhe:
«Admiro
como
ha
quem
te
nha
coragem para comer
em
momentos
tão
críticos
!
—
Não tem
que
admirar,
respondeu 0
impassível
marujo,
estando
para
beber
uma
tal
golada, não
acha
que
é
prudente comer
um
pedacinho
de
pão?
—Annuncio
americano
—
Um
habitante
de
Chicago
pede
ao
ladrão
que
lhe
roubou
0
balde
e
a
corda
do
seu
poço,
que
ve
nha
lambem
buscar
0
poço,
do
qual
não
póde
servir-se.
^ortiigurzrs
fallecidoM.
—
Desde
10
de
julho
a
15 de
julho,
falleceram
no
Rio
de
Janeiro,
os
seguintes súbditos
por-
lugftezes:
José
d
’Almeida
Santos,
60
a ,
v.;
An-
tonio
Vieira
d
’
Almeida,
29
a.,
c ; Luiz
Pinto
Soares
da
Costa,
43
a.,
c.;
José
Gonçalves,
53 a.,
s.; João
Antonio
Ve
lhote,
49
a.,
c.;
Francisco Júlio
de Souza,
4’
1
a., v.; João
José
Trindade
50
a.,
c.;
Francisca
Candida,
25 a
,
s.;
Antonio
Go
mes
da
Silva, 59 a.,
s.;
Antonio Martins,
32
a.,
s.;
João
Monteiro
d
’
Almeida,
34
a.,
s.;
Thomé
José
da
Costa
46
a.,
v
;
José
Pereira
Campello
22
a.,
s.;
e
Antonio
Coelho
Dias,
60
a., c.
I.tiz
electrica.—
Fizeram-se
ultima-
mente
no
palacio da
Industria
de
Paris,
experiencias curiosas
sobre
a
luz
ele-
clrica.
A
superfície
interior
do
palacio,
que
é
de
12:000
metros,
foi
illuminada
por
dois
reverberos
electricos
compostos,
cada
um,
de
seis
lampadas
suspensas
a
27
metros
de altura.
Estas
doze
machinas
do
systema
Gramme,
eram
movidas
por
duas machi
nas
a
vapor
com
a
força
de
25
cavallos
cada uma.
O
effeito
foi
extraordinário.
As
estatuas
collocadas
no
interior
da
nave,
illumma-
das
por
uma
luz
vertical, produziam
um
effeito
esplendido.
Estas
experiencias
deviam-se
ter
repe
tido
lodos
os
dias
:
e
tem
por fim
deter
minar
as
melhores
condições
para a
illu-
minação electrica d’esse
immenso
edifí
cio.
Calcula-se
que
seriam
necessárias
pelo
menos
1:009
velas
repartidas
com
igual
dade de
metro
a
metro
de
distancia,
para
produzir
0
mesmo
effeito
que se
obteve
com
a
luz electrica.
A
Santininui
Virgem.
—
Escre
vem da Prussia
á
«Civiltá»
de
21 de
ju
lho
:
«As
noticias
de
Marpingem
continuam
a
ser
consoladoras,
apesar
das
immensas
contrariedades
que
leem
de
soffrer
os
lieis.
As
apparições
(de
Nossa
Senhora)
con
tinuam
na
egreja
parochial,
e
na egreja
da
aldeia visinha,
onde
os
meninos
assistem
á
missa.
A Virgem Santíssima
não
nos
abando
na;
por
conseguinte seremos
salvos.
As
curas
maravilhosas por
virtude
da
agua de
Marpingem
são
sempre
numero
síssimas
em
todas
as
partes
da
Allema-
nha
e
nos
paizes
estrangeiros.
Em
Munick
é
agora
mesmo annunciada
a
cura
estrondosa
de
um
joven
protes-
lante.
Continua
a
ser
difficilimo
0
accesso
a
Marpingem
e
á
miraculosa
fonte.
Uma
grande
quantidade
de
gendarmes
estão
alh
postados,
e em Tholey,
e
em
Irekudeiler,
afim
de
molestarem
os
pere
grinos
que
continuam
a
ser
numerosíssi
mos e
que
chegam
aos
centenares
cada
dia.
A
20
de
maio
duas
senhoras
belgas,
uma
das quaes
filha
do
ex-mmistro
De-
morlier,
foram
prezas
e
mellidas no
cár
cere, d’
onde
não
poderam
sair,
apesar
de
lodos
os esforços,
senão
no
dia
se
guinte.»
Dotumento importante.—
A.
Gru
de
Bruxellas
publica
um
importantíssimo
documento
encontrado
na
bihliotheca
e
Urbino.
O
documento
é
uma
carta
do
Nunci
de
Paris,
dirigida
a
Roma
a
14
de
ma'
0
sassino
condemnado
á
morte
e
cuja
pena
foi
commutada
por
Garcia
Moreno
em
1869,
em
desterro;
Manuel
Pareja, indi
víduo
muito
conhecido
pela
policia por
maltratar
sua
mae;
José Moncaya
e
Vi
cente
Solis um
dos
assassinos
de
Garcia
Moreno.
Este
ultimo
deitou,
durante
a
adoração
da
Cruz,
0 veneno
nas
galhetas.
Todos
estes
malvados
são
companhei
ros
do
capitão
general
Vêntimiglia,
e
eram
muito
ligados
com
o ministro
general
Carbó.
O
zeloso
juiz
Camillo
de
la
Bar-
rera,
que
procedera
contra
os
culpados,
foi
perseguido
por
causa
de
pretendido
abuso
de
poder,
e
encarcerado
e
0
secer-
dote
Andrade,
imputado
de
ler
sido
0
auctor
do
crime,
foi
prezo
e
prohibida
a
publicação
da sua
defeza
que
fizera
im
primir; no entanto os
verdadeiros
culpa
dos
gozavam
de
completa
liberdade.
A
geral
indignação
do
povo, porém,
obrigou
0 governo a
prender os
assassi
nos.
Theatro»
na
Europa.
—
Ha
em
to
da
a
Europa
1:631
thealros,
sendo
em
França
387;
Ilalia
346;
Hespanha
168;
Grã-Bretanha
150;
Áustria
156;
Allema-
nha
191;
Rússia
e
Polonia
46;
Bélgica
34;
Hollanda 23;
Suécia
e
Noruega
18;
Dinamarca
15; Portugal
16
(parece-nos
que
0
calculista
enganou-se
a
nosso
res
peito);
Turquia
4;
Grécia
4;
Roumania
3;
Servia
1.
O IViagara.
—
A
cataracta
«lo
Niagara
acaba
de perder
um
dos
seus maiores
at-
tractivos: 0
grande
rochedo
saliente
deno
minado
«Tahle-Rock», que
avançava
60
pés por
cima
do
ahysmo,
na
margem
ca
nadiana, perlo
da
quéda
de Fer-á-Che-
val.
A
violência
do
corrente
levou
0
mez
passado
tudo
quanto restava
do
«Table-
Rock».
Não se
vê
d
’
elle
0
menor
vestí
gio.
Gozava-se
d
’
este
lugar
um
panorama
magnifico
e
liam-se
n
’este
rochedo
cerca
de
4:000
nomes
gravados desde
ha
uni
século
pelos
visitantes
de
todos
os
pai-
zes.
Já
em
1818
se
tinham
destacado
enor
mes
penedos,
com
um
fragor
espantoso;
em
1829 foi
tão
violento
0
choque
que
em
quasi
toda
a
província
se
julgou
ser
um
tremor
de
terra; 0
derrocamento
pro
duziu-se
n
’uma extensão
de meio
acre.
Calcula-se
no
peso
de
60
toneladas
a
mas
sa
de
rochedos
que
acabam
de
rolar no
fundo da cataracta,
para
onde
foi
arras
tada
uma
grande
quantidade
de
arvores.
Este
incidente
era
previsto
desde
muito
tempo,
porque
as
aguas
minavam
cada
vez
mais
a
margem
canadiana por
baixo
do
«Table-Rock».
Guerra
«lo Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do Oriente,
são
os
que
seguem:
Londres 31—
O
«Times»
recebeu
um
telegramma
do
seu
correspondente
annun
ciando
que
Eyoub-Pachá
foi
completamen
te
balido
pelos
russos
sob
0
cominando
de
Onzvitch
nas
proximidades
de
Rousts-
chouk.
Os
russos
tomaram
30
canhões,
10
bandeiras
e
aprisionaram
5:000
homens
Os resultados
das
batalhas
de
sahbado
e
do
mingo
em
Plevna
parece
terem
sido também
favoráveis
aos
russos.
Vienna
31
—A
mobilisação
do
exercito
austríaco
comportará provavelmente
quatro
divisões
na
Croacia
e
Dalmacia
Estas
di
visões
estacionarão
na
fronteira.
Londres
31
—
Na
camara
dos deputados
Wolf
declarou
que
sexta-feira
proporá
que
se
tomem as
medidas
necessárias
para
as
segurar
as
garantias
da
manutenção
dos
tractados
da navegação
do
Danúbio,
Bos-
pho
e
Dardanellos.
Respondendo,
Wal.ley
disse
que
é
muito
duvidoso
que
0 governo
peça este anno qualquer
credito
supplemen-
lar
para
enviar
tropas
para
0
oriente,
pois
que
na
aclualidade
é
inútil.
Julga
não
dever
dar
mais
explicações
a
respeito
das
intenções
do
governo
ácerca
da
guerra
do
Oriente.
Londres
1
—
Diz
0
«Times»
que
a
res
posta
de
Norlhcoth
na
camara
dos
depu
tados
significa
que
a
Inglaterra
guardará
a
neutralidade. Ô
«Daily
Telegraph»
insere
um
despacho,
annunciando
que
Osman-Pa-
chá bateu
60:000
russos
em
Plevna
e,
Suieiman-Pachá
ficou
vencedor
n’
um
comba
te
nos
Balkans.
Niksich
está
sendo
bombardeada
pelos
monlenegrinos,
mas
recusa
render-se;
lo-
ram
repellid
>s
as
tropas
russas que
de
Ar-
dahan
(Asia)
marcham
para
Erseroum
em
reconhecimento.
Vienna
1
—
0
conselho
de
ministros
re-
;
solveu não
decretar
a mobilisação
parcial
ou
geral
do
exercito
austríaco.
Andrassy
fo.
de
1610,
dia
em
que foi assassinado
Hen
rique
IV
o
Grande,
rei de
França.
O
Núncio
conta
que
o
rei
logo
que
foi
ferido
pediu
confessor,
e
não
se
po
dendo
confessar,
fez
um
acto
de
contric-
ção
de
seus peccados
e
recebeu
a
absol-
vição’do
Cardeal
de
Soudis.
S.
Francisco
de
Salles
havia
dito
que
um
rei,
que
linha
prestado
tão
grandes
serviços
á
Egreja,
e
que
.sempre
perdoou
a
seus
inimigos
deveria
receber
na
hora
da
morte uma
graça
especial
de
Deus para
a
sua
salvação
eterna.
E o Santo nutria
a
mais
firme
persua
são,
de
que
a
Divina
Misericórdia
o
re
ceberia
em
seus
braços.
Agora
toda
a
duvida
está
tirada.
O
importante
documento
de Urbino
mostra que
o grande
rei morreu
contricto
e
absolvido.
Fome no
Cear»,
—
Refere
o
«Cea
rense»
:
«Só
póde
calcular
a
grandeza
dos
nos
sos
males,
quem
se
acha
no
ttieatro
dos
acontecimentos.
No Bom
Jesus
tem
mor
rido á fome alguns velhos. Um
d
’e,lles
deixou oito
filhos,
que
estão
prestes
a
ter
a
sorte do
pae.
As
ruas
e
os
sitios
estão
como
arraiaes;
confrange
o
coração
verem-se tantas
mulheres
e
creanças cho
rarem
com
fome
e
pedindo
de
comer
pelo
amor
de
Deus!»
Deus
inspire
os
que
pódem
soccor-
rel
os a
acudir-lhes
cora
a
necessária
prom-
ptidão.
Morte
d’
iun sábio.—
Morreu
o
R.
P.
Heller,
sabio
jesoita
allemão.
Morreu
no
noviciado
de
Freinberg,
perto
de
Lintz,
onde
elle
dirigia
os
estudos.
Livro»
girohibiilos.
—
Por
decreto
da
Sagrada
Congregação
do
Index datado
de
12
de
julho
proximo
passado
e
pro
mulgado
a
17,
foram
condemnados
os
an
dores
e
obras
seguintes
:
Borabelli Rocco.—L'Infallibililà de le
Romano
Pontífice ed
il
Concilio
ecumenico
Vaticano,
dialogo
Ira
un
Teologo
ed
un
Razionalis
ta
—
Milano, tip,
del
libero
pen-
satore
F.
Garetti,
1872.
—
Sloria
critica de
l
’
origine
e
svolgimen-
to
del
Domínio
Temporale
del
Papi,
scrit-
ta
su documenti
originali
ed
autentici.
—
Roma,
dai
tipi d’
ella
tipographia
romana,
1877.
—Calhecisme
calholique.
— Berne,
im-
primerie
Jent
et
Reinert, 1876.
—L
’
Eglise
et
la
Republique, avec
une
preface
par
Corentim
Guyh, deputé.
—Pa
ris.
—
Causes
inlerieurs
de
la
faiblesse
ex-
lerieure
de
1’
Eglise
en
1870
—
Rome,
im-
primerie
de
J.
Aurelli (Tomi
IX
in
qui-
tuor
parles
divisi).
Desordem
e
vietiinas.—
Segundo
as
correspondências
americanas,
as
desor
dens
de
Pittsburgoe
de
Balmitore
já
cau
saram
210
victimas, sendo 60
mortos
e
150
feridos.
Emigrados eatholieos.
—
O
prin-
cipe
Carlos
de
Lserábnrgo,
presidente
da
sociedade
catholica
protectora
dos
emi
grados,
fez
saber
que
o
R.
P. Lambert
unido
á
capella
especialmente
para
os
emi
grados eatholieos,
na
rua
J.
B.
Eyries,
no
Havre,
está
conslantemente
á
disposi
ção
dos
emigrados
eatholieos.
A
sociedade
protectora
tem
além
d
’
is-
to
representantes nas
seguintes
cidades
:
Anvers
:
M.
Wurdon, rua
de
Mov,
n.°
44
•
Liverpool:
M. W.
Frosta
47,
Duke
streat.
Londres:
M. John
Arnal,
12,
Walden
Street
East
End.
New-York:
M.
Koblé.
Tbird
Street,
185.
Estes
snrs. estarão
sempre
promptos
para
soccorrer
e
auxiliar
os
emigrados
ca-
tholicos.
Appeio
á caridade.
—
A
entrevada
Maria Anlonia
Ferreira,
viuva
do
Antonio
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem
agora
os
seus
padecimentos
mais
aggravados,
achando-se
sem
meios
de
subsistência
pa
ra
poder
tratar-se
no
pouco
tempo que
lhe
resta
de
vida. Imploramos,
pois,
a
caridade
das
almas
piedosas,
para que
se
lembrem
da
infeliz
com
uma
esmola.
A
sua residência
é
na rua
do Alcaide,
n.°
17,
n
’
um
quarto
á porta
da rua.
SECÇÃO
D£
COMMUSICADOS
Snr.
redaclor.
Summamente penhorado
pira
com os
ill.
mos
e
revd
raos
snrs.
Directores
do
Col-
legio
de
S.
Luiz,
actualmente
estabelecido
na
quinta
da
Armada,
suburbios d’
esta
cidade, cumpre-me
agradecer-lhes
publica-
mente
e
por
este
meio, o
convite
que
me
fizeram dando-me
occasião
a
gosar
as
delicias
d
’
uma
festa
toda de
impressões
suavíssimas
e
enlhusiasticas.
Peço,
snr.
redaclor,
que
louvando
a
iniciativa
de
tão
illustres
Directores,
os
quaes
empenhados
na
instrucção
d’
aquellas
tenras creaturas
que
lhes
foram
confia
das,
promoveram
uma
festa
da qual
es
tou
certo
colheram
doce
fruclo.
Permit-
ta-me
que
lhe
dê
minuciosa conti
do
que
se
passou
no
dia 30 do
rnez
proximo
pas
sado.
Na
manhã
d
’este faustoso
dia
depois
das
9
horas
foi
cantada
com
toda
a
so-
lemnidade
em
honra
da
Immacolada
Con
ceição
da Virgem
Santíssima,
uma
missa
na capella
d’aquella casa,
assistindo
a
ella
muitas
famílias
d esta
cidade.
Finda
esta
solemnidade
ficou
a capella á vene
ração
publica,
seguindo
os
convidados
para
a
salla
do
Collegio.
A
’ tarde
cantou-se
a
Ladainha
na
mes
ma
capella
em
honra
da
Santíssima
Vir
gem,
linda
a
qual foram os
convidados
tomar
logar
n
’
utn pequeno
theatrinho,
pa
ra
se
deliciarem
com
as
recitações
prati
cas
nas
ires linguas—
franceza,
ingleza
e
atina.
Nada
direi
mais
do
que as
poesias
estavam
divinamente
escriptas,
e
foram
recitadas
com o
mimo e brandura
que
ellas
requeriam,
cabendo a
honra
do
des
empenho
aos illustres
ensaiadores,
e
a
gloria
aos
interpretes
d
’ellas,
os
quaes
foram muito
victoriados,
sendo-lhes
offe-
recidos
ramos
de
flores,
pombas,
etc
etc.
No
final
desempenharam,
tresalumnos,
uma
pequenina
e
muito
engraçadissima
comedia
que
foi
o
delírio
dos
espectado
res:
diga-se
de
passagem
que
os
papeis
foram
bem
interpretados
pelos
jovens acto-
res,
entre
os
quaes
sobresahiu
o
alumno
Bastos.
Que este
siga
na estrada
das let-
tras
que
poderá
um
dia
gloriar
os seus.
Gumpre-me
dizer
alto
e
bom
som
que
faz
honra
ver
o
desenvolvimento
d'aquellas
creaturas
ás
quaes
é
daia
a
mais
subli
me
instrucção,
e
a
quem
são
dados lam
bem
os
meios
mais
elíicazes
para
a cul
tura
do
espirito.
Depois, a
amabilidade
com que
os
di
gnos
Directores'
recebiam
os
seus
convi
vas,
dando assim
um
raro
exemplo
aos
seus
alumnos
e
deixando
penhorados
aquel-
les que
tiveram
a
honra
de
gosar
a
de
licia
d
’
esta
festa.
A capella,
a
salla
e
o
theatrinho
es
tavam
adornados
com
todo
o
gosto,
pro-
prio
da
festa, toda
escholar,
e
além
de
tudo
um
dia
lindíssimo
para
se
poder
sentir
as
impressões
d
’uma
tal
festivida
de.
Entre
os
convidados
sobresahia
a
no
bre
familia
da
casa
de
Infias,
a
do
ex.
‘
n
°
snr.
Bento
da
Luz
Pereira
da
Silva,
a
illuslre
familia Rocha
da rua do
Souto,
e
entre
muitas
pessoas
que
não posso
estar
aqui
a
ennumerar,
recordo
me
de
ver
alh
os
ill.mos
e
revd.m°s snrs.
Manoel
Martins
Aguiar,
Luiz
Gomes,
Marinhas
etc.
A
v.,
snr.
redaclor,
peço
para
fazen
do
publico
o meu
reconhecimento,
dar
publicidade
ao meu
communicado,
sendo
certo
que
estou
saudoso
d
’
uma
lesta de
tal
ordem,
e
que
honra os
promotores
d
’
ella,
em
favor
da instrucção
dos
alum
nos
do
Collegio de
S. Luiz.
O
meu
temperamento,
naturalmete fraco,
eslava
arruinado
em
cònsequencia
de
uma
horrível
dispepsia
que durava
ha
oito
ao-
nos,
tratado
sem
resultado
algum lavora-
vel
pelos médicos,
declaravam
que
alguns
mezes
de vida
me
restariam,
quando
a
eminente
virtude
da
sua
Kevaleaeière
me
restituiu
a
saude.
—
A.
B
kuneliére
,
cura.
Cura
n.°
45:270.
—
Tísica.—
M.
Ro-
berts,
d’
uma
constipação
pulmonar
com
to^e,
vomotos,
constipação
e
surdez
de
25
annos.
Cura
n.°
74:442.—Courmes,
por
Ven
ce
(Alpes-Miritimos),
julho
de
1871.
—
«De
pois
que fiz
uso
da
sua
benetica
Revii-
íeacière,
sinto
novo
vigor;
a
laryngite
de
que
soífro
ha
dois
annos
tende
a
desap-
parecer asdio
como
os incoramodos
que
sentia
em
todos
os
membros.
Seis
vezes
mais
nutritiva do
que
a
car
ne,
sem
esquentar, economisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em remedios.
—
Preços
fixos
da venda por
raiudo
em
toda a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de
*/
4
kilo,
500
; de
*/s
kiio
800
rs
;
de
urn
kilo,
ládOO
reis;
de
2
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los,
6$400;
e
de 12
kilos, 12$004
rs-
Os
biscoitos
da Revalesciére
que
sé
po
dem
comer
a
qualquer
hora, vendem-se
em
caixas
a 800
e
l$400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
RevaSeseière eho®olsta«Sa
, ella res-
tuue
o
appettite,
digestão,
sotnoo,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e sustenta
dez vezes
mais
que
a
carne,
e
que
o chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
e
em paus, em
caixas de
folha
de
lata
de
12
chavenas, 500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis;
de
48
chavenas,
1^400
; de
120
chavenas,
3^200
reis,
ou
25 reis
cads
chavena.
du
aiRav
c.
’
iaviited
.
-
Place
Vendòtne,
26,
Paris.
77
Regent-
Streel,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceuticos, droguistas, mer-
eieiros,
etc.,
das
províncias
devem
diri
gir
os seus pedidos
ao
deposito
Central ;
snr. Serzedello &
C.
a
Largo
do Corpo
Santo
16,
Sxishoa,
(por grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
Irmãos, rua
Aurea,
12—
Por-
£a,
J.
do Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
=■
Aveiro,
F. E.
da
Luz e
Costa,
pharm.
—
Bareelloe,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm., Largo
da
Ponte.
—
JiwjK.
Domingos
J.
V.
Machado, drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm., rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rui
do
Souto.—
Vianna do
Can
tei
flo,
Afionso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
fiuimarSet,
A
J.
Pereira
Martins,
pharra.—
Antonio
d
’
Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Rainha,
29
e
33.
—
Penoflel,
Miranda, pharm
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria,
77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
K.
J.
Pinto,
pharm.,
Largo
dos
Lòyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita, 160;
Fontes
& C.a
,
drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to Antonio,
225
a
227.
—
Ponte
do
li
ma.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Povo» do Vttrzim,
P.
Machado de
Oliveira,
pharma.
—
Volença
do
Minho,
Francisco
José de
Sousa,
pharm.—
Villa
d» Conde,
A.
L.
Maia
Torres,
pharm.
SAODE
1 TODOS
sem
medicina,
pur
gantes,
nem despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha
de
saúde,
REVAI
i
ESCIÈBE
DL
BARRY
de
Londres.
3S>
annoí
d
’invaríavel
sueeeoeo
3
Combatendo
as
indigestões
(despe-
psias)
gastrica,
gastralgia
,
ílegma, ar
rotos,
ventos,
flatos,
amargôr
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomitos,
irritações
intes-
tinaes,
bexigas,
diarrea, dizenteria,
cólicas,
tosse, alhsma,
falta
de
respiração,
oppressão.
congestões,
mal
dos
nervos,
diabelhes,
debili
dade,
todas
as
desordens
no
ptfito,
na
gar
ganta,
do
alito,
dos
bronclíios,
da
bexi
ga,
do
figado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do
cerebro
e
do
sangue.
85.000
curas
entre
as
quaes
contam
-se
a do du
que
de
Pluskow,
da
exm.
a
snr.
a
marque-
za
de
Bréhan,
de
Lord
Stoart
de
Decies,
par
(finglateira,
do
doutor
e
professor
Wurz
r,
ctc.
etc.
Cura
n.°
65:311.
—
Vervant.
28
de mar
ço de
1866.—
Senhor.—Bendito
seja
Deu-.!
a
sua
Revaleseière
salvou-me
a vida.
mittir
a
falta
d
’
animo e
o
seu
melindroso
estado
de
saude.
Braga
2
de
Agosto
de 1877.
(410) Manuel
José
Fernandes
Pereira.
íw
w
Aguas
mineraes
De
Vidago,
de
Verira,
d
’
Enlre-os-Rios,
de
Seidlitz,
das
Caídas
da
Rainha,
do
Gerez,
das
Pedras
Salgadas,
de
Cabeço
de
Vide,
Alcalinas
de
Moura,
e
de
Vi-
chy.
Vendem-se
na pharmacia
Alvim,
Praça
d
’
Alegria.
(412)
PRODUCTO PI1AR.HAOEUTO E CilYHICO
Agua
florida,
o
mais
exquisito
e
suave
perfume=Tonico
oriental,
conservador
e
aformoseador
dos
cabellos=Pilulas
depura
tivas,
e
salsa
parrilha
de Brystol=Reva-
lescière
du
Barry,
simples e
chocolatado=
Magnesia
calcinada,
de
Henry,
em
frasqui-
nhos=Medicamentos
dosimelriques
do
dr.
Burggraeve
=
Agua
circassiana=
Vigor
do
cabello,
de
Ayer=Leile
Divino=Oleo
da
Pérsia=Perfume
oriental=Aguas
de
Colo-
nia,
de
differentes
auctores=>Ingecção
cal
mante
de
Barnit=-Xarope
peitoral de Rey=
Xarope
peitoral
de
James
=
Dito peitoral
balsamico,
de
Vieira,
e
outros
muitos,
de
diversos
auctores=
Essência
de
café,
de
Moka-=Pós
d
’
arroz=Saboneles
melicinaes
=
Ditos
d
’alcatrão.
e ditos
de pó
d
’arroz
==Pó
insecticido,
e
apparelhos
proprios
para
a
sua
applicação=-Pós
para
pratear,
e
outros
muitos
preparados
modernos.
Vendem-se
na
pharmacia
Alvim. Praça
d
’Alegria.
(413)
PAVÕBS
Na
rua
de
S.
Gonçalo,
n.°
6,
vende-
se
um
casal
de
pavões.
Quem os
pretender
dirija-se
alli. (414)
O
conselho
administrativo
do
regimen
to
de
infanteria
8,
faz
publico,
que no
dia
21
do
corrente
mez,
por
10
horas
da
manhã,
na
salla
das sessões do
mes
mo
conselho,
tem
de
proceder
á
arrema
tação
dos
generos
necessários
para
con
sumo
no
rancho
do
regimento
e dietas
dos
doentes
em
tratamento no hospital
re
gimental,
e
bem
assim
a
lenha
para
con
sumo no
dito
rancho
e
nas guardas da
guarnição
durante
a
estação
invernosa.
Os
generos
acima
ditos
são
os
seguin
tes
:
Carne
de vacca, bacalhau, toucinho,
unto,
azeite, macarrão,
pão
alvo
para
so
pa,
grão
de
bico,
feijão
branco,
amarello,
encarnado, e de mistura,
vinagre,
sal
e
mais
temperos.
As condições
para
a dita
arrematação
estarão patentes
no
mesmo
conselho
todos
os
dias
não
santificados,
desde
as
10
horas
da
manhã
até ás
2
da
tarde.
Quartel
em
Braga,
2
de
agosto
de
1877.
Bernardo
Oso>io,
(407)
Alferes-Secrelario.
AO
PUBLICO
A&WEMENTOS
■ias wi
M
lá
0
abaixo
assignado,
vem
por este meio
agradecer
a
todas
as
exm.a
’
snr.
as
e
mais
cavalheiros
que
o
visitaram
por
occasião
do
desastre
acontecido
a
seu innocente
e
extremoso
filho,
na
tarde
do
dia
24
de
julho
passado,
e
depois
durante
seu
tra
tamento,
e
afinal o
acompanharam
e as
sistiram
á
missa
de
gloria que
leve
lo
gar
na egreja
dos
Congregados,
no
dia
31
do
dito
raez;
e
d
’
ahi á
sua
ultima
mo
rada.
Especialmente a
todos
os
meninos de
diversas
escolas, que
assistiram
á
missa,
e
o
acompanharam
ao
cemiterio.
Para
com
tolos
se
confessa
summa
mente
penhorado,
pedindo
desculpa
de
o
não
fazer
pessoalmente
por
lh
’o
não
pre-
Joaquim
José
de
Barros,
d
’
esta cidade,
participa
ao
publico
que o
carro que
tem
para
Carrazedo
e
Feira
Nova
ás
3
horas
da
tarde,
desde
o
dia
6
do
corrente,
fica
saindo
ás
4,
e
retira
o que
trazia ás
quin
tas
e
sextas-feiras
eraquanto
não
vae á
Feira
Nova,
porque
estando
a
estrada
proin-
pta
continúa diariamente
na
fórina
do
cos
tume;
porisso
todas
as
quartas-feiras
volta
de
Carrazedo
ás
6
horas
da
tarde
para
Braga.
(4<I8)
VENDA
DE
CASAS
Vende-se duas
moradas
de
casas
de tres
andares, na rua Nova
de
Sousa,
n.°
28,
em
frente á
Mise
ricórdia.
Quem
as
perlender.
falle na
rua
do
Campo,
n.°
20,
e
ahi
se
dirá
com
quem
se
deve
tratar.
(169)
WB
Faz-se
publico
que
os
exames
dos alum-
tios
internos
e
externos
da
3.
a
circums-
cripção
que
requereram
perante
o
Reitor
do
Lyceu Nacional
de
Braga, começarão
na
Academia
Poiytechnica
do
Porto
nos
dias
seguintes:
Os
de
francez,
inglez,
latim e
latini-
xlade,
2.
a
parte, de
mathematica,
philoso-
phia
e
intrcducção
começarão
no
dia
13
de
agosto;
os
de portuguez
a
14 ou
16;
os
de
desenho
a
13
ou
14; os
de
mathe-
matica, l.
a parte,
a
17
ou
18;
e
os
de
geographia e
historia
a
16
de
agosto.
Es
tas
datas
poderão
ser alteradas
para
algum
dia
mais
tarde,
por
circumstancias
im
previstas,
mas
nunca
o
serão
para
mais
cedo.
A
ordem
da
chamada
é
a
que
cons
ta
das listas aílixadas
no
Lyceu
Nacional
de
Braga
e
na
Academia
Poiytechnica
do
Porto.
Os
alumnos
extranhos apresentarão
no
aclo do
primeiro exame
ao
presiden
te
do
jury
o
attesiado
da
frequência,
de
clarando
onde
estudaram
e com
quem,
de
vendo
o
attestado
ser
assignado
peloalum-
no
e
por
seu
pae,
tutor
ou
pessoa
que
os
represente,
e
reconhecidas,
as
assigna-
turas
peranie
tabelião.
Se
tiverem
de
fa
zer
outro
exame,
solicitarão
na
secretaria
o
attestado
já
apresentado
no
primeiro
exame
para
o
apresentarem
ao
jury
do
segundo,
e
assirn por diante.
—
Os
alum
nos
internos
substituirão aquelle
attestado
por
uma
nota do
secretario
do
Lyceu
on
de
estudaram
com
a assignatura
do
alum-
no
e
do
secretario
reconhecidas
por
tabe
lião.
Se
por
doença
faltarem
á
chamada
no dia
designado
para
o
seu
exame
são
obrigados
a
fazerem
apresentar,
n
’
esse
dia
e
durante
o
tempo
que
o
jury
funccio-
nar,
documento
sellado
e
reconhecido
que
justifique
a
falta.
A
ordem
do serviço dia-
rio
dos
exames
é
atlixada
com
anticipa-
ção
devida
no
edilicio
da
Academia
Po
iytechnica.
Porto
e
secretaria
da
3.
a
circumscri-
pção
de
exames,
1
de
agosto
de
1877.
0 Presidente,
X406)
Adriano
Machado.
A
V
ISO
São
convidados
a
reunirem-se
em
as
sembleia
geral,
pelas
5
horas da
tarde
do
dia
6
do
corrente,
na
casa
da Asso
ciação
Commercial
de
Beneficencia
em
Bra
ga,
todos
os
socios
da
mesma,
afim de
se
clegerein
alguns
membros
que
faltam
pa
ra
os
diversos
corpos
gerentes,
e
bem as
sim
para
se
resolverem
alguns
assumptos
d
’inieresse para a
mesma Associação.
Braga
3
de agosto de
1877.
Francisco
José
Vieira
de Carvalho.
<4H)
1.°
Secretario
d
’Assembleia Geral.
Luiz Máximo
d
’
Araújo
Tinoco,
reitor
da
freguezia
de S.
Paio
de
Pousada,
faz
publico
que
tem
conlractado
a
venda
da
seguinte
propriedade
—
a
Quinta
da
Porta,
com
suas
pertenças,
situada
na
freguezia
de
S.
Paio
de
Pousada
—-venda
que
faz
a
Bernardino da Costa
Rocha,
da
freguezia
de
S.
João
de
Rei,
comarca
de
Lanhoso,
por
preço
de vinte
e
tres
contos
e
qui
nhentos
mil
reis;
e
se
alguém
se
consi
derar
com
algum direito
e
acção
a
esta
propriedade,
que
o
não
tenha
registrado
na
respectiva
Conservatória,
queira
reclamai
o
-no
praso
de
dez
dias,
quer
seja
pela
im
prensa,
quer
por
qualquer
outro
modo
judicial.
Braga 31 de
julho
de 1877.
(405)
B1SCURS0
do
deputado
francez
cretholieo
O CONDE ALBERTO
DE MUN
Pronuneindo
no
encerramento
da
assembleia geral
dos
menbros
da
obra
dos
cie
cuias
calholicos
de
operários
TRATUZtDO PELO
SENNA
FREITAS
Dedicado
ás
Associações
Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’
esta
redacção
por
60
rs.
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES
A
VAPOR
Para
S. Vicente, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceilando
também
passageiros
de
3.
3
classe,
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS,
PARANAGUÁ.
SANTA
CATARINA,
RIO
GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S.
PAULO,
CANPOS,
VICTORlt,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao.
sul
de
Pernambuco
PELO
MESMO
PHEÇO
ÇJUE
Pt
KA.
O
RIO
OE
JANEIRO
PAQUETES
A
ELBE
.
MINHO
.
TAGUS
.
13
de
Agosto
28
de
Agosto
13
de
Setembro
PREÇOS
GOMMODOS
Cada
paquete
«1
’
eata
campanhia
leva
a
bordo
eriadoa
e
eoeinheiros
portuguezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
a«
classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em
qualquer
Agencia
proiincial,
a
conducção para Lisboa
é
por
conta
da
Cmpanhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora precisa
para
obter
trasbordo.
A
bordo
os
passageiros
teem
grátis
cama,
roupa de
eama,
eo-
mida
feita
por
eosiuBaeiros
portuguezes,
vinho
duas
vezes
por
dia,
assistência
medica,
serviço
de
eriados
e
outras
despezas.
A
EXPERIENCIA
de
mais
de
um
quarto
de
século
tem
feito
com
que
os
paquetes
d’esta
companhia
(a
mais
antiga
na
carreira do Brazil) sejam conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso
pela iimpesa, boa
ordem,
bom
tratamento e
accomodações
a
bordo,
è
pelos
melhoramentos
mais
modernos tanto
para a hygiene
como
para
a commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que teem de
passageiros
e
pelos innu-
meros
agradecimentos
que ha
archivados em
varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo
Governo
Inglez
para
a
conducção
das
suas
maias
do
correio, e
por
este
serviço
recebe
a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador e
Impe
ratriz
do Brazil, como também S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
AGENCIA CENTRAL,
rua
dós
Inglezes,
23,-do
agente
GUILHERME
C.
TAIT;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as principaes cidades e villas.
Agente
em
Braga
o
snr.
João
Manoel
da Silva
Guimarães,
rua do
Souto.
SOVO
ESTABELECIMENTO
»E
(EH4
DE
José
Joaquim
Ferreira Duarte
ARCO
DA
PORTA
NOVA
E
LARGO
DA
PRAÇA
Vem por
este
meio
declarar
ao
publico
e
aos
seus
amigos
e
que
já
são
seus fre-
guezes
que
desde
o
dia
29
de
julho,
abre
o
seu
estabelecimento
tio
sitio
declarado;
porisso
pede
e
espera
que
os
seus
ami
gos
o obsequeiem
com
as
suas
protec-
ções,
pois
o
annonciante
presta-se
a
fazer
os
preços
mais
commodos
do
<]ue nin
guém.
Braga
30
de
julho
de
1877.
(403)
José
Joaquim
Ferreira
Duarte.
PBEVEXÇle
0
abaixo
assignado
previne,
para
não
haver
ignorância,
que
ninguém compre
nem
arrende
ao
snr. Ignacio
José
Fernandes
Braga,
e
mulher,
da
cidade
do
Porto,
a
casa
sita
na
rua
de
D.
Pedro
V.
n.°
19,
d
’
esta
cidade
;
porque
se
acha
esta
mes
ma
em
questão perante
o
tribunal
judi
cial
;
e
para
melhor
satisfação
do
publico
se
declara
que
a
questão
corre
pelo car
tono
do
escrivão
João
Marcos d
’
Aranjo
Ribeiro,
e
é
habitada
pelo
abaixo
assigna
do
;
apesar
da
casa
ter
escriptos,
nada
será
valido.
Outrosim
protesta
contra
qualquer
pa
pelucho
ou
annuncio
que
appareça
con
tra
a
sua
probidade
;
não
se
queixando
senão
da
mesmo
snr. Ignacio.
Braga
6
de
julho
de
1877.
Antonio
José
Cerqueira
da
Silva
Braga.
(364)
ATTE^Çî
Narcisa Uandida
Mendes,
da
rua
de
S.
Geraldo
n.°
23,
ensina
a
bordara
branco,
matiz,
ouro,
e
a
lazer
flores. (399)
S
*
ih
nE
Lfc
GUADIANA
. .
NEVA
.
.
.
MONDEGO.
.
.
BOA
.
2S
de
Setembro
13
de
Outubro
.
28
de
Outubro
Vinho
verde
Na
rua
da
Boa-Vista.
n.°
113,
se
diz
quem
vende
qtia'ro
pipas
de
vinho
verde
bom
(404)
Companhia
Edificadora
e Inuus-
Irial Brucarense.
Secieclitde
nuonyma
de
responsa
bilidade
limitada
Os
snrs.
accionislas
são
convidados
a
fazer
as
14.a e
15.a
entradas
ou
10
°l0
de
suas
acções.
de
6
a
10
do
proximo mez
de Agosto,
das 10 horas
da
manhã
ás 2
da tarde,
no
escriplotio
da
Companhia,
rua
da
Cruz
de
Pedra
n.°
6
a
12.
Braga
27
de
Julho de 1877.
Os
directores,
Francisco
da
Silva
Araújo.
Lrancisco
IJaplisla
da
Silva. (397)
Precisa-se
de
pessoa
habilitada
em
es-
cripluraçào
commercial
; quem
se
achar
n
’essas condições,
póde
dirigir-se
a João
da
Costa Palmeira,
n'esta
cidade.
VENtó.l
»E
CASAS
Uma
na rua
do
Charqueiro de
1
Ji-jL
andar
e
quintal,
n.°
4.
àfeãa
p
u3s t
erreaSi
n
.os
7
e
g,
com
quintal,
na
dita
rua.
Duas nas escadas
de
Guadelupe,
com
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trata
se
com
a
Ge-
rencia
do
Banco
do
Minho.
(263)
Corographia
de
Carvalho
Vende-se
no
escriptorio
da
administra
ção
d
’
este
jornal
e
na
rua
Nova
n.°
5.
Preço,
3
volumes.
....
l$500.
Precisa-se
de
um
substituto
para
um
recruta,
trazendo
os documentos
legaes.
Para tratar, no
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho.
n.°
5.
(402)
I1VRARIA
bEMEMíi
CHARIIRON >
BRAGA
Ultimas
publicações
(
obras
completas
)
PADRERIVAUX
Historia
Ecclesiaslica,
desde
o
seu
co
meço
até
1876,
traduzida
da
6
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra,
3. vol
..................................
3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso de
Religião,
ou verdade
e
bel-
leza
da
religião
chrislão,
traduc-
ção
do
padre
iMesquila
Pimentel
1
vol.................................................
1$200
BALMES
0
Protestantismo
comparado
com
o
Catholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
4
vol. 2$100.
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote,
1
vol.
br.
500
cart...................................................
$600
Ancora
de
Salvação,
1
vol.
br.
5<>0
cari..............
•
..............................
$600
D.
MARIA DO
PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas
nos
preceitos
do
Decálo
go. 1 vol
........................................
$500
DR.
LUIZ MARIA
DA
SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de
Nosso
Se
nhor
Je^us
Christo,
recitado
na
Sé
Ca-
thedral
de
Coimbra.
Preço..................
200
rs.
LIÇÕES
l>A
LIVGI
A
HIVVCFZA
Um
professor
com
longa
pratica
de
en
sino,
oflerece o
seu
préstimo
para
leccio-
nar
graminaticalmente
em
sua
casa
e ca
sas
particulares,
elementos
da
lingna
fran-
ceza
comprehendendo
lêr,
escrever,
tra
duzir
e
fallar
a
dita
lingua.
A
quem convier
póde
dirigir-se
á
rua
de
D.
Gualdim,
casa
n.°
8.
(278)
Precisa-se
de
um
caseiro
para
uma
quinta,
5
kilomelros
distante
d’
esta
cidade,
que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou então,
dons caseiros
de-
quatro
pessoas
cada
um.
para
então
divi
dir
a
quinta
ao
meio.
Quem
estiver
nes
tas
circumstancias
falle com
Antonio
Joa
quim
Loureiro,
Rua
Nova,
n.°
2.
(300)
Casa
para
alugar
Aluga-se
a
casa
n.°
88, da
rua
da
Boa.
Vista,
tem
comodidades
para
doas
famí
lias,
para
tractar
na casa
n.°
85,
da
mès-
ma rua.
(352)
CIRURGIî
DENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO PORTO
Largo do
Barão
de
S.
Martinho
n.°
5
BR
a
GA.
*Faz
tudo
quanto diz
respeito
á
sua
arte
e coniinúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(186)
FILiAL
M CAIXA
FCO.VOMICA
PEKHORI8TA
Sociedade
anónima
de
responsabilidada
li
mitada
Capital
...................
5OOiOOU$OO®
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com
entrada
pela
rua
do
Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis, ferramenus,
e
sobie
lodo
e
qual
quer
objecto
do
valor
não
inferior
a
109
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio
dia.
0
gerente-—A. G.
Ferreirinha.
BRAGA,
iYPOGRAPHIA
LUSITARA
—1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
