comerciominho_02081877_670.xml
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-
»
.
.
s
-
IOKIIA COIIMERÍ.IAI., 1C
■£
E NOTICIOSA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO
JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA N.°
3
E.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PREÇO DA
ASSIGNATURA
5.° ANNO
Braga,
12
mezes
..............................
1&600
»
6
»
..........................
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
ceda
linha
.....................
20
Repetição
....................................
10
PUBLICA-SE
ÁS
TERÇAS, ftUINTAS E
SABBADOS.
Províncias,
12
mezes
...............
2&000
»
6
»...............
1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3§600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3$600
Folha
avulso
........................
10
N.°
670
por
excellencia;
mas agora também se
tinha
deixado
levar
pela
corrente
do
tempo,
e
seria diflicil
encontrar
nella o
apoio
que
dantes
tinha
prestado.
«Honlem
deu
8.
Sanlilade
audiência
aos
Calholicos
Peregrinos
Suissos
em
nu
mero
de
uns
150 presididos
pelo Bispo de
Basilea.
VIL
—
«Roma,
26
de
Maio.
—Diz-se
que
com
um
tapete
de
Goblins,
e
outros
pre
sentes,
enchendo
5
caixas,
mandados
por
Mac
Mahon
ao
Santo
Padre,
escrevera
elle
lambem
uma carta,
exprimindo
a
confiança
de
que,
na
séria
posição
em
que
a
França
agora se
encontra,
Sua
San
tidade
continuaria
para
com ella
a
benevo
lência
que
semjre
lhe mostrava.
VIII.
—
«O
ò
Bispos
Allemães
que
apro
veitando
a
occasião
das
peregrinações
se
juntaram
em
Roma,
para
consultar
sobre
sua
conducla
futura,
receberam
noticias,
de
que
o
Governo
de
Berlim
está
disposto
a
levar
a
lula,
até
á
ultima,
caso
elles
mostrem
a
menor
tendencia
a
manifestar
conducla
mais
hostil
ainda
dantes
contra
elle.
Diíleriram,
por
tanto,
para
futura
consideração
suas desisões.
«O
Governo
de
Madrid,
em
vista
da
actitude
antagonista
que
lhe
manifesta
uma
porção
do
Clero
Episcopal,
fez
represen
tações
ao
Vaticano
para
que
usando
da
sua
autoridade,
dissuadisse
os
recalcitrantes
de
crear-lhe
embaraços.
De
um
lado, o
Vaticano
manifesli
desinclinação
a
inter
vir;
do
outro,
coulinua-se
apertando
com
elle.
IX. —
«O
Vaticano
está seriamenle
de
terminado
a
adoptar
uma
linha
de
conducla
decisiva
a
seguir
contra
a
Rússia,
para
forçal-a,
se
é
possível,
a
dar
explicitas
decla
rações quanto
á
sua
polilica
religiosa
na
Polonia».
As
severidades
Russas
na
Polonia
con
tra
os Calholicos,
demasiado
parecem
re
querer
algum
remedio,
imas
onde
poderá
elle
achar-se,
a
não
ser
que
o
Todo
Po
deroso
queira dal-o
ou
suggeril-o
1
—
Con
tinua
a
conciza
e
judiciosa relação
do
Gor-
respondente
do
Times:
—
X.
—«Roma,
29
de
Maio.
—
O
Papa
deu
audiência
esla
manhã,
na
Sala
do
Consis-
lorio, a
alguns
Peregrinos
Portuguezes em
numero
de
uns
200.
Eram
presididos
pelo
Cardeal
Patriarcha
de
Lisboa, que
leu
uma
adresse,
a
que
S.
Santidade
respondeu
por
extenso.
Apresentáram
uma
quantidade
de
valiosos
donativos.
Uma
senhora
tirou do
braço
um
custoso
bracelete,
e
pôl-o
aos
pés
do
Papa.
Ao entrar e
sahir
da
Sala,
foi
o
Papa
saudado
com altos
applausos
pelos peregiinos, gritando sViva
o
Papa!
Viva
a
Religião
Calholica
!
«Dizem-me
que
no
dia
12
do
corrente
S.
M.
Vicior
Manoel
escrevera
a
Pio
IX
uma caria,
congralulando-o
sobre
o quin
quagésimo anniversario do
seu
Episcopado
A
esla
caria
mandou
o
Papa
resposta,
agradecendo
a S.
M.
pelos
bons
desejos
expressados;
aproveitando
ao
mesmo
tempo
a
occasião
para
pedir-lhe,
não
permitlisse
que
o
seu
Governo
commellesse a
injus
tiça
de
despojar
as
parochias
e
as
Contra
rias
convertendo as
propriedades
das
mes
mas;
de outra
sorte,
seria
elle
Pontífice
obrigado a
protestar
contra este
novo
ata
que
á
Igreja
nos termos que
julgasse
con
veniente.
A
esla
carta
do
Papa
não
deu
resposta
o
Rei».
A.
R. SARAIVA.
A
«Nação»
n.
8
9652
publica
o
seguin
te
artigo, que
com
a
devida
veuia
tran
screvemos:
«Não
inspira
menos interesse,
especial
mente ás
nações
da
raça latina,
a
altitude
que
a
França
tem tomado
depois
do dia
BH4(;A
^HVT4-FEIHt
8
l»E
AGOSTO
DE
1897
A
’
Rcdacção
do
«Commereio
do
H
íu
I
iob
.
Londres,
18 de
Julho, 1817.
SUMMARIO.
[Conclusão]
VI.
—
Recepção
interessante
por
Sua
Santidade,
da Peregrinação
dos
Zoa
vos
Pon
tifícios.—
Ditas
de
Peregrinações
Austríaca,
e
Suissa.
VII.
—
Presente
e
Carta
de
Mac
Mahon
a
Sua Santidade.
VIII.
—
Nova
ameaça
Prussiana
aos
Bis
pos
Allemães.—
O
Governo
de
iMadrid
que
rendo
que
o
Papa
dicte
política
ao Clero de
Hispanha.
IX.
—
O Vaticano
e
a
Rússia,
a
res
peito
da
Polonia.
—A
Peregrinação
Portu-
gueza.
X.
—
Carta
de Victor Manoel
ao
Papa,
e
resposta
de
Sua
Santidade.
VI.
—
Foi
de tal transcendência
o
resul
tado
da
Allocução
de
Sua
Santidade (que
o
Times
teve
a
impudência
de
ridicularisar),
que
me
parece
não
devo
abandonar
a tenção
que
fiz
de
ir
dando
aos
leito
res
do
Apostolo
toda
a
resumida
historia
da recepção
das
diversas
Peregrinações,
ou
de
seus
incidentes
mais
significativos,
segundo
a
relação do
Correspondente
Es
pecial
do
mesmo
Times;
pela
razão
de
que,
assim,
ninguém
poderá
accusar
nossas
relações
de parcialidade
ou desfiguração.
Tratarei
sómente
de
resumir
quanto
possa,
colhendo
as
particulares
e
circunstancias
mais
importantes e
significativas.
«A
27
de Maio
pela
manhã,
deu
S.
Santidade,
audiência
aos representantes
dos
Zoavos
Pontifícios, entre
os quaes
re
presentantes se
achavam
inglezes,
Fran
cezes,
Belgas,
Allemães,
um
Húngaro,
e
um
Hispanhol.
Foram
estes soldados pe
regrinos
apresentados
pelo
General
Kantzler,
Commandante
em chefe
do
Exercito
Pon
tifício.
«O
conligente
Irlandez
foi
representada
pelo
Capitão
d
’
Arcy,
Chevalier
O
’
Clery,
e
Capitão
Delahoyde;
os
Francezes
pelo
Coronel
d
’
Albiouse e
uns
40
oíliciaes.
Le
ram,
o
Coronel
d’
Albiouse
uma adresse
em
Francez, e o
Capitão
d
’
Arcy
uma
em
Inglez,
ambas
expressivas
de
amor
filial
e
devoção
á
Santa Sé;
desejando
ardente
mente
voltar
ao
estandarte
do
Pontífice,
caso
que
o
Santo
Padre
viesse
a
care
cer
dos
seus
serviços
outra
vez;
expri
mindo
ao
mesmo
tempo
suas
aspirações
ao
restabelecimento
do
poder
tempo
ral.
«O
Papa ao
responder-lhes
commoveu
alguns
até
o
ponto
de
lhes
correrem
as la
grimas.
Disse,
eslava convencido
que
elles
lhe
eram
ião
firmes
e
lieis
como
o
tinham
provado
por
seu
valor
no
campo
de
ba
talha;
mas
não
fez
allusão
á
possibilidade
de
serem
outra
vez
requeridos
os
serviços
delles.
«Entre
os
Zoavos
Francezes
achavam-
se
dois, o
Capitão
Wiard,
e
o
Capitão
Paxal
—
que
depois
se
tinham feito monges
Trapistas,
e
a
quem
o
Superior
tinha
dado
licença
de
virem
assim
na
deputação.
«Recebeu
depois
o
Pontífice
uns
300
peregrinos
Austríacos,
presididos
pelo Con
selheiro privado
Blutn,
e
por
vários
Bispos.
Em
resposta
disse
o
Papa, que
a Áustria
se
tinha
prezado
sempre,
em
tempos
pas
sados,
de
proteclora
dos
direitos
da Igreja.
Mais
de
uma
vez
os
linha
defendido
com
as
armas.
Era
chamada
nação
Catholica
19
de
maio,
do
que
a
grande
guerra
do
Oriente.
Promelte
esta
faser grandes
alterações
no
mappa
da
Europa, e
sem
podermos
ainda
dizer,
de
que
lado se
pronunciará
a
victoria,
nem
se
ella será
um
bem
ou
um
novo
flagello
para
a humanidade,
podemos,
todavia,
assegurar
que custará
muitos milhares
de
vidas,
que
deixará
milhares
de
viuvas
e
orfãos
envolvidos
na
dôr
e
na
miséria,
muitos
campos
por
agri
cultar,
e
não
poucas
povoações
reduzidas
a
cinzas
Pelo
contrario,
a
França
diz
ás
nações
da
raça
latina:
Estamos
de
ha
muito
agi
tadas
pelo vulcão
revolucionário;
de
tem
pos
a
tempos
uma explosão
vem
cobrir
de
sangue
e
lagrimas
os
nossos
campos
e
cidades,
ninguém
póde
contar
com
o
fu
turo,
porque
cada
uma
d
’
essas
explosões
reduz
á
miséria
um
grande
numero
de
famihas;
a
familia
vae-se
tornando
de
dia
a
<lia
uma
mentira;
porque
os
laços
da
moral que
a
prendiam,
não
pódem
existir
desde
que
se
quebram
os
laços
da
Reli
gião.
E'
necessário
sairmos
d
’
este
estado;
e
se
a
França
foi
a
culpada
dos
males
que
ha oitenta annos
soffreinos,
deve
ella
ser
a
primeira
a
procurar
dar
remedio
a
esses
males.
Mas
a
França
só
se
póde
salvar,
e
salvar
as
outras
nações,
pelo
restabeleci
mento
da
monarcliia;
e
só
a
monarchia
legitima,
a
monarchia
dos
Bourbons
é
pos
sível em
França.
Esta
Familia
a
quem
a
França
tanto
deve,
e
de
quem
tanto
tem
a
esperar,
não
podia até
aqui
fazer
o
que
é
proprio
d’
ella;
porque
a
revolução
conseguira
divi-
dil-a.
Tinha-o
permiltido
Deus,
para
pu
nir
a
França.
Hoje,
graças
a
Deus,
gra
ças
ao
patiiolismo
que
anima
cada
um
de seus membros, está
reunida
com
um
só
pensamento,
com
um
só
fim:—
Salvar
a
França
.
E
a
França
vae
ser
salva.
Era
tempo
de
cessarem
as
lacerantes
dores,
que opprimiam
o
Augusto
Chefe
da
Casa
de
Bourbon,
quando
olhava para
a
sua
França,
e
a
via
tão
infeliz.
Deus
compadeceu-se
d’
elle,
fazendo
en
trar,
no
dia
16
de maio,
aquélla
bella
nação
no
caminho
por
onde
se
ha-de
salvar.
A
monarchia,
a
filha dos
séculos,
a
mãe
fecunda
dos tempos,
é
o
unico
meio
de
restituir aos
povos,
viclimas
da
revo
lução,
o
seu
amigo
esplendor,
e
de
lhes
assegurar
o
futuro.
A
monarchia,
uns
a
monarchia
legiti
ma,
a
monarchia
christã,
é
o
direito,
é
a
estabilidade,
é
a
ordem,
é
a
garantia
da
liberdade.
A
monarchia
legitima
significa
no
in
terior
a
tranquiilidade, porque
só
ella
póde
acabar
os
partidos,
reconstituindo
a
nação;
no exterior,
o
respeito,
que
não
merece,
nem
póde
ter
um
povo,
quando
divido em
partidos,
e
entregue
á
vertigem
revolucio
naria.
Teem
recorrido
a
tudo
os
revolucioná
rios,
para
obstar ao
restabelecimento
da
monarchia
legitima;
por
ultimo
fizeram
correr
que
a
Europa queria
que
a França
tosse
republicana.
E
’
falso,
completamenle
falso;
porque
a
Europa
nada
tem
a lucrar
com
o
enfraquecimento da França;
pódem
desejal-o
a
Ilalia
e
a
Allemanha,
as
ou
tras
potências
de ceito
que
não.
«Quando
em
outubro
de
1873,
diz
a
«Union»,
se
julgava
ler
o
momento
de
voltar
o
Rei,
os
embaixadores da
Ingla
terra.
da
Rússia,
e
ua
Áustria,
juntavam
seus
votos
aos
nossos;
e
o
não
se
reali-
sar
então
esla
esperança,
causou
lhes
ver
dadeira
pena».
Não são
as
nações
estrangeiras
a
causa
de
não
estar
a
monarchia
restabelecida
em
França,
esta
desgraça provinha
unicamente
da
divisão
dos monarchistas.
Conhecem-n
’
o
os
republicanos,
conhe-
cem-n’
o
os
imperialistas;
d
’aqui
as
intrigas
que
uns
e
outros
constantemente
pozeram
em
jogo
para
obstar
á
união;
d
’
aqui
a
raiva
dos
imperialistas,
quando
conhece
ram
que
a união
eslava
feita,
e
que
to
dos
os
monarchistas
reconheciam
por
che
fe
Henrique
V,
que
todos
reconheciam
por
successor
deste
o
Senhor
Conde
de
Paris.
No
seu
furor
os
bonapartistas
decla
ram
guerra
a
Mac-Malion,
e
ao
seu
go
verno.
Pouco
póde
isso
importar ao Marechal;
para
os
legitimistas
é
uma
fortuna; porque
se
fossem á
urna
de
combinação
com elles,
haviam
de
ser
atraiçoados,
sempre
que
elles
o
podessem
fazer.
Grandes males
trouxe
á
França
a re-
publca;
mas
não
são
inferiores
as
des
graças
que
ella
deve
ao
império:
republi
ca
e
império
são filhos
da
mesma
mãe»
a
revolução.
E
se os
legitimistas
não
que
rem
prejudicar
a
sua
bella
posição;
não
transijam
com
revolucionários,
qualquer
que
seja a
côr
que
estes
vistam.
Diremos
comtudo
por
amor
da
justiça,
que
são
muito
mais
respeitáveis
os
repu
blicanos,
que
os
sectários
d’essas
legiti
midades
pardas,
que
lanlo
leem
prejudicado
a
Europa.
Inspira
pois
muito
mais
interesse
a
at-
litude
da
frança,
do
que
a
guerra
do
Oriente;
porque
d’esta
não
pódem
provir
tantos bens,
como
d
’
aquella;
porque
esla
ameaça fazer
correr
rios
de
sangue,
aquella
offerece
aos
povos
o
ramo
de
oliveira, sym-
bolo
da
paz.
Fazemos
votos
pela
restauração
da
Fran
ça,
porque
ella significa
a
liberdade, filha
do
direito;
a
igualdade,
concedida
pela
justiça;
e
a
fraternidade,
prescripta
pela
lei
do
Senhor.
E
estes
bens,
concedidos
á
França
pela
monarchia
legitima,
serão
communs
ás
na
ções
que
fazem causa
commum
com
a
França.
GAZETILHA
O
mosteiro
de
Rendufe
—
Ainda
fumegam
as
paredes
do
grandioso
mosteiro
de
Santo
André
de
Rendufe,
que
um
pa
voroso
incêndio,
principiado
por 8
horas
da
tarde
de
domingo,
29
do
passado,
reduziu lotalmenle
a
um
montão
de
cinzas
e
entulho.
As
suas
ruinas
causam
horror ainda
aos
menos
impressionáveis.
De
lodo
aquelle
edilicio
vastíssimo
ape
nas
poude
ser
salva
a
egreja,
monumento
magestoso e
admiravel
pela
sua obra
de
talha,
a
botica,
o
celleiro
e
as
casas
dos
caseiros. A
sachristia
ficou
lambem
com-
plelamente
destruída,
conseguindo
apenas
salvar-se
alguns
paramentos
e
alfaias.
Eis
alguns
promenores:
A
triste
nova do incêndio correu
em
breve
a
lançar
a
confusão e
o
desespero
nos
povos
circumvisinhos, acudindo muita
gente,
que
não
poude
nem
soube
dominar
o
incêndio,
que
lendo
estado
lalenle
por
bastante
tempo
irrompeu
furioso
e
terrí
vel, parecendo
achar-se
ateiado
por
todo
o
edilicio
com
igual
intensidade.
A
’
s
3
horas
da
madrugada
do
dia
30
vieram
á
estação
provisória
dcs
bombeiros
voluntários
pedir soccorro,
e
ás
3
horas
e
3
e
tres
quartos já
a
bomba d
’
estes
brio
sos
bjinbeiros
eslava
trabalhando no
locai
do
incêndio.
Em
tres quartos
d
’
hora
venceram
a
stancia que
medeia
entre
a
cidade
e
olges d’
este
convento
tornaram-se notáveis
a
10
onvento,
distancia
.
essa
superior
k'!ometros!
Com
a
bomba
foi
o
piquete
que
n
’aquella
noite
de
serviço
á
estação,
era
composta
das
praças Ricardo,
nando,
Antonio
Luiz
e
Oliveira,
commando
do aspirante
da
Joaquim
Rebello,
ajuntando-se-lhes
as
pra
ças
Loroto,
Luiz,
Albino,
aspirante
Eduar
do
Magalhães,
e
tomando
o
commando
o
2.®
commandante
dr. José Borges
de Fa
ria.
Momentos
depois
seguiam
dois
carros,
o
primeiro
com
o commandante
Adolpho
Pimentel,
director
da
ambulancia,
Alfredo
Passos,
praça da
mesma
dr.
Jeronymo
Pimentel,
e
as
praças
Herminio,
Mattos,
Castanheira, 2.°
patrão,
Lourenço
de
Ma
galhães
e
Costa
Em
seguida logo
appareceram
lambem
no incêndio
o digno
commandante
dos
bombeiros
municipaes,
Gaspir
Leite,
mais
praças
de
voluntários,
tres
praças
de
mu-
nicipaes,
um
dos
donos
da
quinta,
Ma-
noc'
Gomes,
José
Lacerda,
Eduardo
e
Joaquim
Vianna
Dos
primeiros no incêndio
foi
lambem
o
digno
delegado
de
Villa
Verde,
dr.
Au
gusto
Pimentel.
Desde
as
3
horas
e
tres
quartos
da
madrugada
até
ás
11
trabalharam
os
vo
luntários
activa
e
incessantemente,
poden
do
conseguir
salvar
a
egreja,
onde
por
tres
vezes
o fogo
se
communicou,
que
em
nada
ficou
deteriorada.
Tomando
o descanço
d
’
um
quarto
de
hora, continuaram
o
trabalho
até
á
1 da
tarde,
e
descançaram
de novamente
ou
tro
quarto
d
’
hora, volveram
etn
seguida
ao
serviço,
que
só
abandonaram
ás
4
A
’
s
1Q
horas,
o
digno
commandante
dos
mnnicipaes,
vendo
extenuados
os
bom
beiros
voluntários,
mandou
vir
da
cidade
uma
bomba,
que,
chegando
depois
das
4
horas
da 'arde,
—
quando
o
serviço
já
li
nha
cessado,
não
chegou
a
trabalhar.
A
dedicação,
actividade
e
energia
em
pregadas
pelos
digníssimos
bombeiros
vo
luntários,
está
acima de
todo
o
elogio.
E'
de
justiça
co<
fessar-se
que
o com
mandante
dos
bombeiros
municipaes,
Gas
par
Leite,
trabalhou
com
a
maior dedi
cação,
coadjuvando
os
voluntários
com
a
melhor
das
boas
vontades,
e
merecendo
por
isso
justo
louvor.
Dirigiu
o
serviço o
1.°
commante
dos
voluntários,
Adolpho
Pimentel, que
ás 8
e
meia
da
manhã
teve
de retirar-se para
vir
ao
tribunal
defender
dois
réos,
entre
gando
por
essa
occasião
o
commando
ao
immediato
José
Borges.
Todos
os voluntários,
bem como
as
tres
praças
municipaes,
fizeram
o
que
po-
deram,
distinguindo-se entre
todas,
segun
do
nos
informou o
1,°
commandante
dos
voluntários,
o
commandante
dos
munici
paes, Gaspar
Leite,
e
os
voluntários
Eduar
do
Magalhães,
Ricardo,
Loroto,
Herminio,
Luiz
relojoeiro,
Antonio
Luiz, Castanheira,
Alfredo
Passos,
José
Gosta,
Lourenço,
Joaquim
Rebello
e
Jeronymo
Pimentel.
Também
trabalharam
com vontade
e
dedicação
os
voluntários
Mattos,
Albino,
Oliveira,
Fernando, Lopes. Niz,
Louzada
e
Silva
Júnior.
O
modo
por
quê
se portou
a
compa
nhia
dos
voluntários,
o
breve
espaço de
tempo
em
que
compareceu no
incêndio,
augtnentou
a
sympathia
que
já
tínhamos
por
esta
tão
nobre
como
util
instituição.
Felizmente
não
houve
desgraças
a
la
mentar.
ficára
e
que
Fer-
sob
o
atnbnlancia,
mas
I
pela resistência
tenacíssima
que
offereceram
ao
exercito
invasor,
arvorando
o mosteiro
n
’
um castello
fortificado.
Abandonando
os
exercícios
religiosos,
e
acompanhados
dos
seus
collegíaes,
uniram-se
ao
povo
das
cercanias
e
ás
tropas.
e
pelejaram
com
grande
denodo
pela
defeza
da
patria
D
’este mosteiro saíram
varões
notabi
líssimos,
tanto
pela
sua
illustração
como
pela
sua
piedade,
a
ennumeração
dos
quaes
é
sobremaneira
difificil,
se
não
impossível
j
como
é
o
escrever
hoje
uma
historia
exa-
cta
e
completa
de
cada
uma
das
nossas
ordens
monásticas.
S.
Domingoa.
—
No
dia
4
fesleja-se
no
Recolhimento
da
Tamanca
a
Imagem
do
glorioso
S.
Domingos
de
Gusmão,
Fundador
da Ordem dos
Prégadores.
Na
sexta-feira
á
noite ha
arraial,
e
no
sabbado
missa solemne a
instrumental,
e
sermão,
prégado
pelo
snr.
dr.
Domin-
Moreira Guimarães, um dos nossos
ora
dores
mais
justamente
apreciados.
Mais
festividades.
—
No
domingo
tem
logar
na
egreja
parochial
de
S.
clor
a
festividade
do
SS.
Sacramento,
missa
solemne,
Exposição,
sermão,
e
cissão
de
tarde,
a
qual
costuma
ser
com
grande pompa.
No
sabbado
ha
raiai.
—
No
templo
da
Senhora
Branca
se
a
festividade
da
Virgem
d
’
esta
invoca
ção,
tendo
de
manhã
missa
solemne
a
in
strumental,
Exposição,
e
de
tarde
ser
mão.
Na vespera
ha também
arraial
«A
Palavra».
—
Entrou, com
o
n.°
1494,
no
sexto
anno
da
sua publicação,
a
«Palavra»,
excellente
diário
religioso
que
se
publica
no Porto.
Felicitamos
cordealmente
o nosso esti
mável
collega.
Vi-
com
pro-
feila
ar
faz-
Falleeiniento.—
Finou-se
ha
dias, na
sua
casa
proximo
de
Lousada,
a
exc.
ma
snr.
D.
Leonor
de
Barros
e
Mendonça,
extremosa
mãe
do
nosso
amigo
o
exc.
ino
snr.
dr.
João
de
Mendonça
a
quem
en
viamos
comprimentos
de
pesames
Aos
leitores
pedimos
um
P.
N.
e A
M. pela
alma
da
nobre
e
virtuosa
finada.
Outro.
—
Falleceu.
no
dia
29 do
pas
sado,
na
cidade
de
Coimbra,
onde
exercia
o
logar
de
escrivão da
fazenda,
o
snr.
Domingos
Clemente
Vieira
Machado.
Pedimos
as
orações dos
leitores
pela
alma d
’
aqnelle nosso
finado
amigo.
Era o
mosteiro
de
Santo
André
de
Rendnfe
situado
em
paragem
pitoresca,
a
duas
léguas
ao
norte
d
’
esta
cidade,
em
território
do
concelho
d’
Amares,
actual-
menle.
Foi
começado
a
edificar
pelo
anno
de
1100
da
era vulgar,
por
D.
Egas
Paes
de
Penagate,
fidalgo
dos principaes
na
corte
de D
Henrique, e
pelo
mesmo
acabado
e
dotado
liberalmente
nos annos
de
1107.
Em
1369 foi
reformado
pelo
ejrdeal
infante
D.
Henrique,
como
legado
da
Sé
Apostólica.
Todo
elle
foi
reedificado
; o
p
'
jeiro
quartel
do
século
actoal.
A egreja
é
edificação
do
commendatario
D.
Henrique
de Sousa, grande
bemfeitor
que
f<
'
d’
aquelle
convento.
O
mosteiro
linha
oulr
’ora
a
jurisdicção
de
quatro
coutos:
—o
do
mosteiro,
o
de
S.
Thiago
de
Sabariz,
o de
S.
Pedro de
Codeceda.
e
de
Santa
Maria de Paredes
Seccas.
Destes
perderam
com o
andar
dos
tempos
os
dois
últimos,
conservando os
outros
dois
até
á
suppressão
das ordens
monaslicas,
em
1834.
Na
invasão
francesa,
em
1809,
os mon-
Discurso
do
conde
de
Mun.
—
Recebemos este
notável discurso
do
illus-
tre
deputa
lo
catholico,
pronunciado
no
anniversario da
fundação
dos
círculos
ca-
tholicos
de
operários, e
traduzido
em
vul
gar
pelo
snr.
padre
Senna
Freitas.
E’
uma
verdadeira
peça
de
eloqoencia
chris-
lã,
e
um
modelo
de
franqueza,
e
íirmis-
sima
energia
na
propugnação
da
boa
cau
sa.
Quem nos
dera
em
Portugal
muitos
d
-s grandes
caracteres
calholicos,
como
o
conde
Alberto
de
Mun
!
A
versão
é
oíferecida
ás
Associações Calholicas
do
Porto
e
Braga.
Parece-nos
bem
ocioso
en
carecer
aos
leitores
a
excellencia
d
’
aquelle
discurso
proferido
por
um
homem
tão
merecida
e
favoravelmente
conhecido
hoje
do
mundo
catholico,
e
por
isso mesmo
temos
por
sobejo
recommendar
a
sua
lei
tura
aos
nossos
assignantes
Companhia Erfiflcndara,—
Para
os
diílerentes
cargos
administrativos
d
’
esta
companhia
foram eleitos:
Para
a
Meza
da
assembleia
geral,
os
snrs.
João
Carlos
Pereira
Lobato,
presi
dente;
Fernando
Castiço,
vice
presidente;
dr.
José Alves de
Moura,
1.® secretario;
João
Augusto
d’
Oliveira
Braga,
2.°
secre
tario.
Directores
os snrs.
Francisco
da
Silva
Araújo,
e
Francisco
Baptista
da Silva.
Conselho
fiscal,
os
snrs.
Antonio
José
Gonçalves
Braga,
Manoel
Luiz
Ferreira
Braga,
e
José
Pinto
Barbosa,
vogaes
ef-
fectivos; José
Antonio
d’Ohveira
da
Costa
Gonçalves,
e
Domingos
Jqsé
Ferreira Bra
ga,
supplentes.
Meza
de Santa
Cruz.
—
Acha-se
já
constituída
a
nova
Meza
de
Santa
Cruz,
a
qual
ficou
assim
composta:
Provedor,
o
ex."°
snr.
Gaspar
Pinto
de
Mello
Abreu
e Lima;
presidente,
o
revd.°
Manoel Alves
de
Castro;
secretario,
o revd
0
Manoel
Martins
de
Aguiar;
ve
dor
da
fazenda, o ex.
‘°°
dr
Nicolau
Ba
rata;
ex-vedor,
o commendador
José
Joa
quim
Gomes
d
’
Araujo
Alvares;
vedor
das
Missas,
o
revd.
0
João
d
’Aguiar;
thsoureiro
da casa,
João d
’Oliveita
e Silva;
thesou-
reiro dos legados,
José
Antonio
dos
San
tos
Coelho;
mordomos,
Manoel
José Ro
drigues
de
Macedo,
Bento Joaquim da
[Conceição,
Joaquim
José
da
Silva
Pipa
Antonio
José
Peixoto
Braga
e
o
revd.
Antonio
Xavier
_Couto.
Pnsse.—
Já
tomou
posse
a
commis
são
administradora
do
Real
Sanctuario
do
Bom
Jesus
do
Monte.
Meza
da
Misericórdia.
—
Ainda
não
está
lotalmente
constituída
a
Meza
da
Mise
ricórdia.
Já
falleceu.—
O
filhinho do
snr.
Fernandes
Pereira,
ao
qual
succedera
o
desastre
que
noticiamos
ha
dias, já
falle
ceu.
Damos
os
nossos
sentimentos
ao
con
sternado
pae.
Policia
civil.
—
O
snr. dr.
Manoel
de
Brito
já
tomou
posse
do
cargo
de
com-
missario
do
corpo
de
policia civil.
Obito.
—
O
«Direito»
traz
a
seguinte
triste noticia,
cujas
expressões
fazemos
nossas:
Falleceu
no
domingo
pelas
9
horas
da
manhã,
em
Milheirós
da
Maia, o
pae
do
nosso
amigo
e
nrimeiro
collaborador
do
«Direito»,
o
ill.
mo
e
revd.10
®
snr.
padre
João
Vieira
Neves
Castro
da
Cruz.
O fallecido
nasceu
em
1789
e
linha
por
tanto
88
annos
de
idade
menos
18
dias.
Nasceu,
viveu
e
morreu
em Milheirós
da
Maia.
Foi
bom
filho,
bom
pae e bom
amigo.
Era
tido
e
havido
como um
dos
me
lhores
e
mais
honrados
lavradores
da
Maia.
Foi sempre catholico exemplar,
c
aman
te
dos
bons
princípios religiosos
e
polí
ticos,
e
nos
mesmos
educou
seus
filhos.
SofTreti,
com muita
resignação,
espaço
de
seis
mezes,
no
fim
dos
quaes
entregou
a
Deus o
que
era
de
Deus e
á
terra
o
que
era da
terra.
Damos os
pezames
ao
nosso
bom
ami
go
o
ill.’
n
»
e
revd.
,n
°
snr.
Padre
João
Vieira
Neves
Castro da
Cruz,
e
a toda
sua
illustre
familia,
e
pedimos
a
todos
os
nos
sos
assignantes
e
leitores
um
Padre
Nosso
e
Ave
Maria
pela
alma
do
finado,
afim
de
que
Nosso
Senhor,
perdoando-lhe
as
suas
faltas,
o
tenha na
sua
divina
presença.
iVovo Jesuíta.
—
Na
índia
a
Egreja
catholica
alcançou
ultimamenle
um
assi-
gnalado
triunfo.
O
snr.
L^k
Gowan,
illustre
l.general
inglez,
que
deu
tantas
provas
de
valor
na
guerra
indiana,
não
só
abraçou
a
nossa
banta
Religião, mas
entrou
na
Companhia
de
Jesus.
Contando
já
52
an
nos
<le edade,
e
não
podendo
seguir
o-
estudos
proprios
d
’aquella
O
dem
religiosa,
pediu
e
obteve
ser
admittido
no
humilde
grau
de
irmão
coadjutor.
Honrosissima distineçõo.—
Lê-se
na
«Voce delia
Veritá»:
O
Santo
Padre
dignou
se
condecorar
com o titulo
de
conde
romano
o intrépido
confessor
da
Fé
Felis
Loe.
Foi-lhe
parti
cipada
a
noticia
na
vespera da
sua par
tida
de
Roma.
Elle
tinha
sahido
ainda
ha
pouco de
uma
cadeia
de Prussia,
onde esteve
bas
tantes mezes,
graças
ao
despotismo
de
Bismark.
Galardão
ae.vdemieo.
—
Foi
propos
to
socio
correspondente da academia
real
tlas
sciencias
o
snr.
dr.
Francisco
Martins
Sarmento,
de
Guimarães.
Bleus
n«n
trrídettir.—
Existe
pro
ximo
a
Gand,
Bélgica,
uma peregrinação
á
imitação
da
de
Lourdes. Alli se
operam
muitos
milagres.
Eis
aqui
um,
infelizmente
d
’
um
genero
excepcional:
Dous
jovens
impios
d
’um
collegio
do
Estado
pretenderam
um
dia
zombar,
do
que
elles
chamavam
a
crédula
simplicidade
dos
peregrinos.
Chamaram
para
isso
um
estouv
do
me
nos
criminoso
que
elles,
que
devia repre
sentar
o
papel
de
viclima
e
disseram-
lhe:
«Nós
tapar-te-hemos
os
olhos,
tu
farás
de
cego,
conduzir-te-hemos
á
fonte.
Alli,
tn
resarás
á
Virgem, esfregarás
os
olhos
com
a
agua
da
fonte,
gritarás
que
estás
Icurado,
que
a
vista
te
foi
restituída».
Estando o
papel
bem
aprendido,
os
tres
asnos
caminharam
para
Ortakes.
Na
volta
d
’
um
caminho,
vendaram
os
olhos
do
seu
camarada, depois
conduziram
pela
mão
o
pretendido
cego.
O
grupo
interessante
é
cercado
com
sympathia;
os
estudantes
derramam
lagri
mas
de crocodilo
pela
infelicidade
do
seu
amigo.
Este
chega-se
á
fonte;
dão-lhe
agua;
tira
a
venda, esfrega
os olhos;
mas
não
vê
nada,
tinha
cegado
realmente.
Grita,
chora,
chama
sua
mãe,
e
o
ter
ror
lhe
arranca
diante
da
multidão
con
sternada
a
confissão
de
seu
crime.
i
O
rapaz
está hoje
n
’
uma
casa
de
;
satide.
Confitiíto
insuspeito.—
Uina
folha
liberal
diz
o
seguinte:
«No
seminário
episcopal
de
Coimbra
foram
feitos
com
toda a
regularidade
os
exames
preparativos
para
os
alumnos
que
se
destinam
ao
estado
ecclesiastico.
Alli
q
serviço
escolar
faz-se
melhor
que
n’
ontros
estabelecimentos
de
instrucção,
com quanto
a
retribuição
do
seminário
seja
diminuta
em
relação
á ^ue os
professores
recebem
n
’
aquelle».
Como
elles
eliiam.,..—
Os
irmão-
sinhos.
-.
da
terra
do macarroni expediram
aos
seus
confrades
a seguinte
circular
que
o
«C. da
Tarde»
publica
e
commenta:
«lllustrissimos
e
poderosíssimos
irmãos:
a triste
e
especial
situação
em
que
nos
encontramos
(coitadinhos
I
estes
coitadinhos
é
nosso)
impõe
nos o
dever de
vos
infor
mar
de
que a
audacia
incrível
da
reac-
ção
clerical
ameaça
invadir
todos os
pai-
zes
do
mundo
e
particularmente
a
Italia.
(Esta
audacia
que
ameaça
não
deixa
de
ter
graça).
Não podemos
permanecer
por
mais
tempo
silenciosos
em
presença
da
guerra,
que se
nos
fa"
e
dos
rudes
ata
ques,
que
os inimigos da
liberdade
dirigem
contra
as
mais
sagradas
conquistas
do
pro
gresso
humano.
(Estas
sagradas
conquistas
serão
o uso
do punhal
e
agoa
tufana?
quem
o
duvida
9
)
......
O perigo
é
commom;
todos
(os
irmãosinhos.*.)
ameaça,
e em especial
os
italianos.
De
que
serviu
no
nosso
paiz
a
extrema
moderação
dos políticos
de
todos
os
partidos?
(Deve
saber-se que
esta
m<
deração
extrema
espoliou
o
Sumrao
Pon
tífice,
arrasou templos,
expolsou
religiosos
de
ambos
os
sexos,
etc.,
etc.
De
que
serviram
os
privilégios
outorgados
pelo
Edado
á
Egreja?
Que privilégios,
poderosíssimos
irmãos?
Tendes
tanto
de máos,
como
de loucos.
Os
vo
;
sos
males
só
pódem
curar-se
com
banhos
de
chuva
e
com algum
outro cal
mante,
que
só
á
vista
póde
ser
appli-
cado.
Monumento
i»
Sl»i*k,espeare. —
?ormou
se
em
Inglaterra
uma
commissão
de
trinta membros,
pertencentes
á
alta
sociedade,
afim
de
reunir
os
fundos
n.
•
cessarios para
levantar,
em
Street
Gord,
um
monumento
em
honra
de
Shakeipea-
re.
Construir-se-ha
nas
margens
de
Aoon
um
edifício comprehendendo
um
theatro,
consagrado
á
representação
das
tragédias
do
granle
poeta,
uma bibliotheca
destina
da
a
livros
de assumptos
theatraes,
e uma
galeria
para as
obras
de
arte que
se
re
ferirem
a
Shakespeare.
Metade
do
capital
necessário
está
subscripto,
e
esperava-se
poder
lançar
a
primeira
pedra
do
thea-
tro
a
23
de
abril.
Fxplnmções
ás
regiões
oretiens.
_,êmos
no
«J. do
Coinmercio»:
O
projecto, de
que
já
aqui
falíamos,
do
capitão
americano Howgale,
para
al
cançar
o
polo
norte,
estabelecendo
para
este fim
uma colonia
além
de
Fort Foulk,
está
em começo de
execução.
Deve
já
ter
partido
dos Eslados-Unidos
da
America
uma
expedição
commandada
pelo
capitão
Tyson,
que
foi
um
dos
oíli-
ciaes
do «Polaris»
quando
este
navio
em
1871 foi
ao
polo norte.
Esta
expedição
segue
derrota
até
ás
paragens onde
o
«Discovery»,
navio
inglez,
ultimamenle
invernou,
e
escolherá
ahi
um local con
veniente
e
apropriado
para
estabelecer
a
projectada
colonia,
que
deve
marchar no
proximo
anno
de
1878.
Compor-se ha
es
ta
colonia
de
uma vintena
de
homens
es
colhidos, devidamenle
aprovisionados,
e
que
serão
instailados
nas
melhores
e
mais
adequadas
condições,
fazendo-se-lhe
casa
e
dando-se-lhe todos
os
elementos
neces
sários
á
vida
d’
aquellas paragens,
e
ao
genero
de
trabalhos
de
que
vão
encarre
gar
se.
A
sua commissão
durará
Ires
annos,
findos
os
quaes,
no
caso
de
se
não
ter
ainda alcançado
o
fim
desejado,
a
colo
nia
será
novamente
aprisionada e refoiça-
da com
novo
pessoal.
Espera
o capitão
Howg.ite
que
estes
homens
se
acclimarão
sem
grande
diíli-
culdade
aos
rigores
do
clima,
e
poderão
então
formar
com
vantagem
a
expedição
definitiva
que
em
trenó
demandará
o
ex
tremo
o
apoio
norte,
aproveitando-se
ra
pidamente
a
estação
em
que
os gelos
se
afastam,
e
abrem
o
c
linho
do
polo.
Os
americanos
contam além
d'isso
en
treter
communicações
annuaes
com
a
co
lonia
polar.
A
ultima
expedição
feita
pela
Inglater
ra
ao
polo
norte,
composta
dos
navios
«Alerte»
e
«Descovery»
e commandada
pelo
captain
Nares,
não satisfez
aos
desejos
e
ás
aspirações
inglezas,
comquanto
se ti
vesse
adiantado
um
pouco as
que
a
an-
o
bons
por
tecederam,
e
obtivesse
alguns
importantes
esclarecimentos
para a
sciencia.
Uma
commissão
de
inquérito
foi
en
carregada
pelo
almirantado
de
estudar
di
versos
factos
relativos
á
expedição,
e
en
tre
elles as
causas
da
epidemia
de escor
buto
que atacou
as
equipagens
dos
dois
navios,
e
obrigou
Nares
a retirar
mais
cedo.
N’
este
pomo
o
relatorio da
commis
são
é
desfavorável
ao
commandante
da
expedição,
impondo-lhe
grande
respon
sabilidade
no
desenvolvimento
da
epide
mia.
No
entretanto,
a
mesma
commissão
entende
que
uma
melhor
distribuição
de
trabalho,
e
transições
menos
bruscas quaes
não
é
facil
haver
em
expedições
idas
da
Europa
para
proseguirem
logo
nos
seus
trabalhos de
exploração,
devem dar saiu
tares
e
proveitosos
resultados.
O
professor
Nordenskiold,
de
Stochol-
mo,
contava
também
partir
n’
este
mez
para
as
embocaduras
dj
Yenissei,
e
de
lá,
alcançar,
por caminhos
ainda
desco
nhecidos
o estreito
de
Behring,
entre
a
Asia
e
a
America,
e
depois prosegoir na
sua
viagem
a
leste
e
ao
sul
da
Asia,
e
voltar
á Europa
pelo
canal
de
Suez.
Nordenskiold crê
na
existência
de
um
mar
relativamente
livre,
que
lhe
permit-
tirá
entrar
no
estreito
de
Behring.
Ainda,
porém, que
o
sabio
e
infatigável
profes
sor
não
allinja
o
fim
a
que
se
propõe
a
sua
viagem fornecerá uma
opulenta
co
lheita de
preciosas
indicações
tanto
so
bre
a
vida
animal,
como
sobre
a
natu
reza n’
estas
diversas regiões do mar
gla-
■cial
arclico.
A
relação
das
ultimas
viagens
do
Nor-
denskio'd, n
’
estas
paragens e
embocadu
ras
do
Yenissei,
acaba
de
ser
publicada
no
idioma
Irancez
em
Upsal.
E
’
importan
te
sobre
o
duplo
ponto
de
vista
scienli-
íico
e
commercial.
o
jornaiísmo.
—
No
1.°
de
janeiro
de
1877
publicavam-se
em
Paris
836 jor-
naes.
Durante o
anno
de
1876
appare-
ceram
de
novo n
’
aquella
cidade 242
jor
naes.
Os grandes jornaes políticos
são
51,
e
d
’
estes
15
principiaram
a
publicar-se
em
1876.
Independente
dos
jornaes políticos,
as
folhas
cujo
numero
augmentouem
maior
proporção
foram
as
consagradas
a
bellas-
artes.
D’
esla especialidade
publicam-se
em
Paris 15
jornaes;
de
geographia
ha
8;
85
tratam
especialmente
questões
financeiras
ou
d’
economia
política.
Os
jornaes
illus-
trados
que
appareceram
sob
variados
L>r-
matos,
são
54.
Ha
16
jornaes
do
sporl;
49
religiosos;
66
de jurisprudência; 20
de geographia
e
historia;
74
de
leituras
recreativas;
20
de
inslrucção;
52
de
litteralura
e
philoso-
phia; 3
de
photographia;
9
d
’
architectu-
ra;
4
de
archeologia; 8
de
musica;
7
de
lheatro;
68
de
modas,
sendo 3
de
touca
dos; 77
de lechnologia;
74
de
medicina
e
Pharmacia;
43
de
sciencia; 22
d
’
arte
mi
lilar
e
marinha;
31 de
sciencia
agrícola;
16
de sciencia
hypica;
14
revistas;
etc.
E
’
curioso
aproximar
estas
cifras
das
que
dá
a estatística
da
imprensa
na
ou
tra
extremidade
da
Europa,
em
Constan
linopla
por
exemplo.
Ha alli 75
jornaes,
18
d
’elles escriplos
em
turco,
12
em
gre
go,
13
em
arménio,
4
em
búlgaro,
2
em
hebreu.
2
em
hespanhol,
I
em
arabe,
1
em
persa, 1
em
italiano,
1 em
inglez
e
o
resto
em francez.
Um
jornal,
o
«Levanl
Herald»,
apparece
metade
em
ingzez
e me
tade
em
francez.
A
America
é
a
terra
promellida
dos
jornaes.
Crescem
alli
e
multiplicam se
em
proporções
desconhecidas
na
Europa.
As
sim
os
8.000.
ou
mais,
que se
publicam
nos Estados-Umdos,
excedem
todos
os
das
outras
nações
do
mundo.
O
que
é
para
admirar
é
que,
entre
esse
numero,
6:235,
ou
mais
das
Ires
quartas
partes,
são
pu
blicações
bebdomadarias,
quer
dizer,
que
entre
nós
tem pouca
acceilação.
Naturalmenle
o estado
de Nova-York
fornece
o
maior
numero;
publicam-se
al
li
1:818;
só
na cidade
publicam-se
mais
de
400.
•
E’
coisa
para
notar
que o
oeste é
mui
to
maior
eroprehendedor
em
matéria
de
jornaes
do
que
o
este
da
America.
A
Ca
lifórnia está
no quarto
logar
quanto
ao
nu
mero
de
jornaes
quotidianos.
Durante
os
últimos
cinco
annos,
nos
Estados-Unidos
appareceram
cada
dia,
termo
medio, 6
jor
naes
novos;
mas
como
ao
pisso
que
uns
appareciam,
desappareciam outros,
o
au-
gmento
real
não
passou,
durante
esse
periodo
de
2:000
jornaes.
Alguns
dos
nomes
dos
jornaes
ameri
canos
pareceriam
aos
europeus
motivo
sof-
íiciente
para
a sua
queda.
Vejr-se
por
exemplo:
o
«Espião
da
União»,
o
«Bello
Gigante»,
o «Grande
Michado
da
Liber
dade»,
o «Democrata
sem
medo»,
e
até
a
«Illiada
d
’Hoinero». Apesar
de
tudo
isso
alguns
jornaes
americanos conservam-se
a
um certo
nivel
d'ordem
e
de
boa edu
cação.
Fnllecimento.
— No
dia
27
do
cor-
i
‘
ente
falleceu
nas
Caídas
de
Visella
a
snr.
a
D.
Emilia
Rosa
da
Silva
Gomes,
viuva,
moradora
na
rua
do
Bomjardim,
da
cidade
do
Porto.
Deixou
testamento
cerrado
feito
e ap-
provado
em
data
de
29
de maio de 1873
pelo
tabellião-ajudante,
o
snr.
Manuel
Ri
beiro
da
Silva.
N
’
elle
se
encontram
as
seguintes
disposições:
Diz
ser
viuva
de
Antonio
José
Gomes,
de cujo
matrimonio
existem
3
filhos
de
nomes
Antonio,
José
e
Emilia,
a
quem
nomeia
seus
universaes
herdeiros
das
suas
terças
parles
de
sua
herança.
Lega
a
terça
restante
a
sua
filha
Emi
lia.
Nomeia
para
1.®
testamenteiro
o
tutor
de
seus
filhos
ao
snr.
José
Joaquim
da
Silva,
morador na
rua
da
Alegria;
para
2.®
testamenteiro
o
pro tutor o
snr.
Anlo-
nio Rodrigues
de
Carvalho,
morador
na
rua
de
Santo
Ildefonso,
ambos
do
Porto.
O
seu
funeral
será
feito á
vontade
do
seu
testamenteiro.
Quer
que
por
sua alma
se
digam
40
missas
e
pela
de
seu
marido
outras
40,
no
praso
de
seis
mezes,
na
freguezia
da
sua
naturalidade,
em
S.
Miguel
das
Caí
das
de
Visella.
Incêndios.
—
No
domingo,
pelas
9
horas
da
noite,
manifestou-se
principio
de
incêndio
no
prédio
n.°
107
da
travessa
do
Bolhão.
habitado
pelo snr.
José
da
Cos
ta.
O
fogo
leve
origem
no
lume
do
fo
gão
e
foi
apagado
de prompto por
dous
bombeiros
municipaes,
que
moram visi-
nhos.
O
prejuiso
foi
insignificante.
Ven
ceu
o prémio
a
bomba dos voluntários.
Pelas
10
horas
e
meia
da
noite
torna
vam
as torres a
dar
signal.
D’esta
vez
era
um
grande
incen
iio, que
se
tinha
ma
nifestado
no arinazem
n.°
5
da
rua
dos
Queimados,
em
Villa Nova
de
Gaya,
pro
priedade do
snr.
Antonio
Francisco
Alves
Guimarães,
e onde
estava
estabelecida
uma
vasta
ofFicina
de
tanoaria,
pertencente
aos
snrs.
Costa
&
C.
a
Quando
as
torres
deram o
signal,
já
todo o
grande armagem era
preza
das
chammas.
Em
poucos
momentoss ficou
tudo
reduzido
a
cinzas.
O edifício
todo,
o
vasilhame e
madei
ras
que
estavam
dentro.
O
armazém
con
tíguo,
pertencente
ao
mesmo
proprietá
rio
e
occupado
pela
tirma
commercial
in
gleza
Trower
e
Lawson,
lambem
solfreu
prejuízos
no
telhado,
ticando
igualmente
queimados
os
lapamentos
de oito arcos de
pedra
que
dividem os
dous
referidos
ar
mazéns;
porém
os
vinhos
que n’
elle
estão
armazenados
nada
soffreram.
O
armazém
incendiado
estava
na
Com
panhia
Segurança.
Não
se
sabe
o
que
deu
causa
ao
sinistro.
Os
bombeiros
municipaes
do
Porto
retiraram
ás
5
horas da
manhã.
A
1.
a
bom
ba
que
d’
esta
cidade
acudiu
foi
a
da 4.
a
estação.
Quando
o
fogo
estava
quasi
dominado,
originou-se
um
grave conflicto
entre
os
bombeiros municipaes
do Porto e
os
vo
luntários,
do
qual
chegaram
a
resultar
al
guns
ferimentos.
Lamentamos
profundamenle
que
taes
factos
se
dêem
entre
duas
corporações
que
prestam relevantissimo serviço
á
so
ciedade,
e,
comquanto
o
motivo
que dá
origem
á
desharmonia
que
parece
exis
tir
entre
ellas
não
seja
senão o
de
uma
nobre
emulação,
nem por
isso
deixam
de
ser
censuráveis
os
excessos
que
se prati
quem
de
parle
a
parle,
e
muito prejudi
cial
para
o
bem
commum
o
eíleito
de
taes
desinlelligencias.
—
(
Commercio
do
Porto).
Guerirc*
«lo
Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
„
Constantinopla
28. —
O
Reouf-Pachá,
empenhou
com
os russos
em
Eski-Saghra,
uma
encarniçada
batalha.
As
perdas
são
consideráveis
dos dous
lados.
Pariz 28.
—
Mac-Mahon,
respondendo
ao
discurso
do
presidente
do tribunal
do
commercio
de
Bruges,
disse
que
a
Fran
ça
emprega
lodos
os
esforços
para
que
tique
locahsada
a
guerra
do
oriente.
A
paz
é o
primeiro objectivo da
política
fran-
ceza.
Bucharesl
29.
—
Os
roumanos
occupam
Nikopolis
desde
hontem de
manhã.
Roma
29.
— O
governo italiano
reno
vou
ás
potência
a
alfirmativa
da
resolu
ção
de
guardar
a
neutralidade.
Constantinopla
29
—
O
sultão
incumbiu
Midhat-Pachá,
ex-ministro,
de
sondar
as
intenções
dos gabinetes
interessados
na
questão
do
Oriente.
Midhat-Pachá
regres
sou
a
PIombiers,
d
’
onde
partirá
para
a
Inglaterra.
No
caso
que
os
russos
tomem
Andrinopla,
o
sultão
irá para
Brossa, na
Asia.
Londres
30.
—
O
«Times»
diz
que
os
imperadores
da
Allemanha
e
da
Áustria
encontrar-se-hão
brevemente
em
Salzbourg.
Um
telegramma
de
Belgrado
annuncia
a
dissolução
da
Skupchtina.
Constantinopla
30
—Houve
combate
nos
arredores
de Kars,
sendo
repellidos
os
rus
sos.
Diversos
despachos
de Mahomet-ali-Pa-
chá
e
Reouf-Pachá
annunciam
varias
es
caramuças
insignificantes.
O commandan-
te
Ronslchouk
responderá
em
conselho
de
guerra.
Redif-Pachá
está
gravemente
enfermo.
Londres
30. —
Vão
partir
brevemente
para
Malta
novas tropas.
O periodico
«Slo-
be»
noticia
que
esquadra
turca
do Mar
Negro
operou
um
desembarque
de
tropas
em
Kerlrudc..e,
as
quaes
se
apoderaram
de
varias
possessões
russas.
Vienna
30.
—
Os
ministros
húngaros
Ibram
chamados
a
Vienna
afim
de
toma
rem
parte
no
grande
conselho que
ha
de
decidir
sobre
a
opporlunidade
da mobilisa-
ção
parcial
do
exercito
austríaco.
Constantinopla
30.
—Os
generaes
tur
cos,
Osman-Pachá
e
Mehemelh-Ali
Pacha,
intentaram
reunir-se em
Tirnowa,
para
cortar
a
retirada
aos russos
que
passa
ram
os
Balkans,
mas
foram
repellidos.
Os
monlenegrinos atacaram
Nicksich.
Londres
30.
—O
«Times»
desmente a
noticia
de
que
mais
tropas
inglezas
irão
a
Malta.
Annuncia
que
o
csarwitcb
derrotou
Jeul-Pachá,
em
Roustchouk.
Portuguezes falleeidoa.
—
Desde
28
de
junho
a
6
de
julho,
falleceram
no
lio
de
Janeiro, os
seguintes
súbditos
por
tuguês
:
Antonio
Fernandes
Sousa
Alves;
55
a.,
c.;
Geraldo
Mendes
Franco, 20
a.,
c.;
Joaquim Luiz do
Couto
Lopes,
24
a
,
s.;
Manuel
Gonçalves
Arias,
21
a.,
s.; For-
tunato
de
Carvalho,
38
a.,
c;
Maria
Can-
dida,
69
a.,
c.;
José
de
Faria.
20
a.,
s.;
Antonio
Agostinho, 29
a.,
s.;
Manuel
Lo
pes
da
Silva,
80
a.,
c.;
Maria
Vieira
Belencourl, 62
a.,
s.;
Anua
do Rosário,
34
a.,
c.;
Abilio
Coelho, 13 a
;
Pedro
José
Alves
Mendonça,
51
a.,
c.;
Umbo-
lina
Julia
da
Conceição, 28
a.; s.;
Rai-
mun
lo Pereira,
33
a,
s.;
Luiz
Teixeira
Magalhães,
23
a.,
s.;
João
da
Rocha
29
a.,
s.; Maria
Rosa
Martins,
30
a.,
v.;
Francisco
Alves
dos
Santos,
35
a.; José
Maria
Leitão, 33 a.,
c.;
Rosa
Narcisa, 8 4
a.,
v.;
Manuel
Bento,
50 a., s
;
Manuel
Pereira
dos
Santos,
36
a.,
v.;
Joaquim
Ferreira
da
Fonseca,
27
a
,
s.;
Germano
(de
tal),
30
annos
pre-umiveis; Simão
Antonio
Gonçalves,
52
a.,
c.;
José
Fer
reira
do
Rego,
64 a
,
s.;
José
Marques
d
’
Almeida,
54
a.,
v.;
Maria
Isabel
da
Ro
cha,
28
a.,
c.;
Manuel
Nunes,
2(3
a.,
s
;
Semião
da
Cunha
Bronchado,
65
a.,
v.;
Antonio
Vianna, 30
a.,
c.
Falleceram
em
Pernambuco,
desde
25
de
junho,
a
11
de
julho
os
seguintes
súb
ditos
portuguezes:
Manuel
Teixeira,
25
a.,
c.; Antonio
Joaquim
Rebello
Bastos, 55
a., c.,
Her-
milo
Chaves
de
Sousa
44 a.,
v.; Miguel
José
Soares,
51
a.,
s.;
Domingos
da Sil
va Pinto,
60
a.,
v.;
Gualdino
Martins
Fortado,
13
a.
ço,
1866.
—
Senhor.
—
Beindito
seja
Deus!
V
sua
Kevaleseíère
salvou
me
a
vida.
O
meu temperamento,
naluralmeoie
f<aco,
eslava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível
dispepsia que
durava
ha
oi'o
an
nos,
tratado
sem resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam
que
al
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quao-
'
l(
\
a
eminente
virtude
da
sua
Hevalex-
cière
me
restituiu a
saude.
—
A.
B
kune
-
lièiíe
,
cura.
Cura
n.«
78:364.
—
Mr.
e rn.
mc
Leger,
de doença
do
íigado,
diarrhea, tumor
e
vó
mitos.
Cura
n.°
68:471.
—
Mr.
Pierre
Castel-
li. abbade, de
prostração
completa
oa
edade
de
85
annos;
a
Revuleseière
r
moçou-o.
«Prégo,
confesso,
visito
os dceo-
les,
dou
granles
passeios
a
pé,
e
sinto o
espirito
lúcido
e
a
memória f
esca.»
Seis
vezes
mais nutritiva
do
que
a car
ne,
sem
esquentar,
ecouomisa
cincoenla
vezes
o
seu
preço
em
remedio
”
.
—
Preços
Sxos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de folha de
lata,
de
«/*
kilo,
500
;
de
*/,
kilo 800
rs
;
de
um
kilo,
1$4ÍO
reis; de 2 »/
t
kilos,
3^.00
reis;
de
6
ki-
os,
6^400;
e
de
12
kilos,
12^000
rs.
Os
biscoitos
da
fíevalesciére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora vendem-se
em
caixas
a
800
e
l$400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é
a
Revaleseiere
ehoeolntaria
;
ella
res-
titue
o
appettite,
digestão,
somno,
energia
e
carnes
duras
ás
pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e sustenta dez
vezes mais
ue
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem
esquentar.
Em
pó
e
em
paus,
em
caixas
de
folha
de
ata
de
12
chavenas,
500
reis;
de
24
cháve
nas,
8C9
reis;
de
48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
30200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
1»U
B4BRY
«fe
C.
1
LI.VKirED.
—
Place
Vendòme,
26,
Paris;
77
Regent-
Streef, Londres;
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pharmaceuticos, drognistas, mer-
cieiros,
etc.,
das
provinc:as
devem diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Cor;
o
Santo 16,
ILisboa,
(por
grosso
e
miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça de
D.
Pedro.
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12;
Par
to,
J.
de Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI
NHO.
=
<veíro,
F.
E.
da Luz,
e
Costa,
pbartn.
—
Barcelloa,
Antonio
João
de
Sousa
Ramos, pharm.
—
Largo
da
Ponte.
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pharm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
óc
Irmão,
rui
do
Souto.
Vianna
do
Caa-
tello,
Afllonso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros, drog.,
Rua
grande,
149.
Guimarães,
A
J.
Pereira
Martios
1-
pharm., Antonio d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
Silva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29
e
33;
Penallel,
Miranda,
pharm.
;
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Umão,
Rua
da
Banhanha-
ria,
77, J.
R.
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha,
E.
J.
Pinto,
pharm., Largo
dos
Loyos,
36,
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
Cedofeita,
160,
Fontes
&
C.
a,
drogs,
Pra
ça
de
D. Pedro,
105
a
108.
Antouio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Ruã
de
San
to
Antonio,
225 a
227;
Ponte do
Li
ma,
A.
J.
Rodrigues-Barbosa,
pharm.;
Povoo
do
Varzim,
P.
Machado
de
Oli
«eira, pharma.
;
Valença
do
Vlinho,
Francisco José
de
Sonsa,
pharm.;
VttU
de
Conde,
A.
L.
Maia
Torres
phiriu.
SAUDE
A
TODOS
sem
medicina,
pur
gantes, nem
despezas,
com
o
uso
da
delicio
sa
farinha de saúde,
BEVALESClÈaE
DL
BARRY
de
Londres.
José
Maria
Ribeiro
Retina, pharmaceu-
tico,
summamente
penhorado
para
com
todos
os
illm.®s
e exm.®’
snrs.
e
snr.as
que
tiveram
a
delicadeza
de
o
visitar
na
occasião
da dolorosa enfermidade
de
que
já
se
acha
restabelecido,
o
que
muito
agra
dece
ao
exm.
0
snr. Manuel
Joaquim
Ro
drigues
Valle,
seu
assistente
(que
tanto
para
isso
se
esmerouj,
e
não
podendo,
como
desejava,
agradecer-lhes
pcssoalmen-
te,
o
faz
por
este
meio,
protestando|
a
lodos
seu
reconhecimemo.
(395)
30 annos
d
’invariavel
sueeesHO
2
Combatendo
as indigestões (despepsia)
gaslrica,
gastralgia,
llegma.
arrotos,
atnaigor
na
bocca,
piluitas. nauseas,
vomitos,
irrita
ções
inteslinaes,
bexigas,
dizenteria,
cólicas,
tosse,
alhsma,
falta
de rc
piração, oppressão,
congesiões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debili
dade,
<.od.is
.
desordens
no
peito,
na
gar
ganta,
do
alilo,
dos bionchio
c
,
da
bexiga,
do
ligado, dos
rins,
dos
infestinos.
da
mucora,
do
ceiebro
e
do sangue,
85:000
curas
en
tre
as quaes
conlam-se
a
do
duque de
Pluskow,
da ex.
ma
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
Lord Stuart
de
Dicies,
par
d
’
Io-
glalerra,
o
doutor
e pioléssor
Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311.—
-Vetvanl,
28
dem
a--
AGRADECiraTOS
Bento
José
de
Brito,
da
freguezia
de
Prado,
residente
ha
muitos
annos
na
de
Sabariz,
Comarca
de
Villa
Verde,
extre
mamente
penhorado
para
com
todos os
,illm.®s
e
exm.
os
snrs. que
se dignaram
cumprimenial-o,
pela
occasião
do
lalleci-
mento
de
sua
nunca
assás
esquecida
e
presada
mãe,
Antonio
Maria
de
Macedo,
os
exm.
os
e
revm.
os
snrs.
assim
como,
pela
assistência que
os mes
mos
se
dignaram
fazer aos
oíficios fúne
bres,
que
tiveram logar na
egreja
paro-
chial
de
Prado,
no
dia
18
do
corrente;
vem por
este
meio
agradecer
e
protestar-
lhes
o
seu
eterno
reconhecimento.
Igualmente, não
pode
deixar
de
o
fa-
er,
para
com
Arcypreste
do
dislricto,
ecclesiaslico
de
"Villa Verde,
e
Abbade
de Sabariz,
(este
por
officiar
e
celebrar
gratuitainenle, no
acto
do
enterro)
e
ao
grande
numero
dos
illm.
cs
e
revm.
os parochos,
e
mais clero,
que
tão
espontânea,
como
gratuitamente,
se
dignaram
celebrar
o
sacrifício
da
missa,
e
assistir
aos oíficios
do
corpo
presente.
A
todos
a
sua
profunda
e
eterna
gra
tidão.
(400)
ANNUNCIOS
Luiz
Máximo
d*Araujo
Tinoco,
reitor
da
freguezia
de
S.
Paio
de
Pousada,
faz
publico
que
tem
conlractado
a
venda
da
seguinte
propriedade—
a Quinta
da
Porta,
com
suas
pertenças,
situada na
freguezia
de
S.
Paio de
Pousada—venda
que
faz
a
Bernardino
da Costa
Rocha,
da freguezia
de
S.
João
de
Rei,
comarca
de
Lanhoso,
por
preço
de
vinte
e
tres
contos
e
qui
nhentos
mil
reis;
e
se
alguém
se consi
derar
com
algum direito e acção
a
esta
propriedade,
que
o
não
tenha
registrado
na
respeciiva
Conservatória,
queira
leclamal
o
no
praso
de dez
dias, quer
seja
pela
im
prensa,
quer
por
qualquer
outro
modo
judicial.
Braga
31
de
julho
de
1877.
(405)
DISCURSO
do
deputado
francez
eatltolieo
O
CONDE ALBERTO DE MUN
Pronunciado
no
encerramento
da
aRRembleia
geral
doa
menbros
da
obra
dos
eirculoa
catholieoa
de operários
TRADUZIDO
PELO
PADRE
SEJUWA. FREITAS
Dedicado
ás Associações Catholicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’esta
redacção
por
60
rs.
NOVO
ESTABELECIMENTO DE
CERA
DE
José
Joaquim
Ferreira
Duarte
ARCO
DA
PORTA
NOVA
E
LARGO
DA
PRAÇA
Vem
por
este
meio declarar
ao publico
e
aos
seus
amigos
e que
já são
seus
fre-
guezes
que
desde
o
dia
29
de
julho,
abre
o
seu estabelecimento
no
sitio
declarado;
porisso
pede
e espera
que
os
seus ami
gos
o
obsequeiem
com
as
suas
protec-
ções,
pois
o
annunciante
presta-se
a
fazer
cs
preços
mais
commodos
do que
nin
guém.
Braga
30
de
julho
de 1877.
(403)
José
Joaquim
Ferreira
Duarte.
Companhia
Edificadora
e
Indus
trial Bracirense.
Sociedade
anonynia
de
responsa
bilidade
limitada.
Esta
companhia
acaba
de
inaugurar
a
sua
fabrica
de
moagem
de
cereaes
movi
dos
a
vapor,
com
todos
os
aparelhos
de
limpeza roais aperfeiçoados,
por
meio
dos
quaes
limpa
os
cereaes
de toda
a
matéria
ex
tranha,
fornecendo
ao
publico farinha
<le
puro
grão,
expurgado
de
terra,
pedras
€
outras
sementes,
que
dão
mau
gosto á
farinha
e
prejudica
a
saude do consumi
dor.
N
’
esta fabrica, aberta
todos
cs
dias
não
santificados,
desde
manhã
até
á
noite
:
recebe-se
em
deposito
livre
de
armazena
gem,
qualquer
porção
de cereaes,
para
serem moidos
por
conta
do
depositante.
Estes
cereaes
serão
seguros
por
conta
da
Companhia
contra
o
risco
de
fogo.
O publico
encontra
n
’este estabeleci
mento
abondancia
de farinha
para
comprar
«
trocar
por
cereaes,
quando
estes
sejam
de
superior
qualidade
e
a
par
da
mais
es
crupulosa
limpeza
e aceio,
rigorosa
exati
dão
no
pezo,
e
tratamento
benevolo
e
at-
tencioso.
(396)
prevenção
O
abaixo
assignado
previne,
para
não
haver
ignorância,
que ninguém
compre
nem
arrende
ao
snr.
Ignacio
José
Fernandes
Braga,
e
mulher,
da
cidade
do
Porto,
a
casa
sita
na
rua
de
D.
Pedro
V,
n.°
19,
d
’
esla
cidade; porque se acha
esta
mes
ma
em
questão
perante
o
tribunal
judi
cial ; e para
melhor
satisfação
do
publico
se
declara
que
a
questão
corre
pelo car
tório
do
escrivão
João
Marcos
d
’Araujo
Ribeiro, e
é
habitada
pelo abaixo
assigna
do
;
apesar
da
casa
ter escriptos,
nada
será
valido.
Outrosim
protesta
contra qualquer
pa
pelucho
ou
annuncio
que appareça
con
tra
a
sua
probidade
;
não
se
queixando
senão
da
mesmo
snr.
Ignacio.
Braga
6
de
julho
de 1877.
Antonio José
Cerqueira
da
Silva Braga.
(364)
m
<D
>>
3
m
o
fl
<D
ffl
©
O
O
S
S
s
«
co
-2
.2
§
CL
«
F
o
8
B
3
8
B
S
<D
O
85
«?
«
B
g
<%>
O:
■B
■B
§
?
8
B
=>
«
M
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o
S
A
S
CÕ
,
O a
8
«
£
2
8
s
•
o-
cz>
<3
CL
■S
■
s
Precisa-se
de
pessoa
habilitada
em
es-
cripluração
commercial
; quem
se
achar
n
’essas condições,
pode
dirigit-se
a
João
da Costa
Palmeira,
n'esta
cidade.
VENDA
DE
CISAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
andar
e
quintal,
n.°
4.
Duas terreas,
n.
os
7
e
8,
quintal,
na
dita
rua.
Duas
nas
escadas
de Guadelupe,
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
perlender
trata
se
com
a
Ge
rência
do Banco
do
Minho. (263)
de
1
com
com
Companhia
Edificadora
e
Indus
trial
Rracarense.
Sociedade
anoiiyiiia
de responsa
bilidade limitada
Os snrs.
accionislas
são
convidados
a
fazer
as
14.
a
e
15.
a
entradas
ou
10
°í0
de
suas acções.
de
6
a
10 do
proximo
mez
Agosto,
das
10
horas
da
manhã
ás
2
tarde,
no escriptoiio
da
Companhia, rua
Cruz de
Pedra
n.°
6
a
12.
Braga
27
de
Julho
de
1877.
Os
directores,
Francisco da Silva
Araújo.
Francisco fíaptisla
da
Silva.
(397)
de
da
da
Corographia
de
Carvalho
Vende-se
no
escriplorio
da
administra
ção
d
’este
jornal
e
na
rua
Nova n.°
5.
Preço, 3
volumes
....
1$500.
C1RER6IÍO
DEVTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO
PORTO
Largo
do Barão
de
S.
Martinho
n.°
5
BR
a
GA.
Faz
tudo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e continúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(186
FILIAL
D
a
CAIXA
FCO.Ve.YIICA
PENHORISTA
Sociedade anónima
de
responsabilidada
mitada
Capital
..................
SOOiOOO^OOO
RUA
NOVA
DE SOUSA,
N.° 9
(Também
com entrada
pela
rua
do Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramenlis,
e
sobie
todo
e
qual
quer
objecto
do valor
não
ioferior
a
IO
j
réis.
Recebe
pequenas
quantias
em
deposito
a
praso
ou
á
ordem
abonando
juros
aos
depositantes.
A
caixa
está
aberta
todos
os dias
des
de
as
9
hora
da manhã
até
ás 7
da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará aberta
só
até
ao
meio
dia.
O
gerente
—
A. G.
Ferreirinha.
li-
C.
CS
s
ESGOLA AM ERICANA
Consultorio
a
toda
a hora,
tanto
como
de
noite
Rua
do
Campo
(antiga
de
dia
>
orta
de
S.
Francisco)
n.°
22.
(343)
H.2
a
O o
S
a>
O
ao
oc
«2
«>
09
W
2
Q
li
O
M
x
SC
CQ
aã
S
tz>
s
s
p,
e
■
ú
h
c
o
MB
tf
e
OS ÚLTIMOS MOMENTOS
D’
UM
COHDEMNADO
PELO
R. P.° MARGHAL
MISSIONÁRIO
APOSTOLICO
Traduzido
da
19.a
edifão
POR
João
Baplista
da
Silva
Bamos.
Vende-se
em
Braga
nas livrarias
tholica
e
Germano,
rua
do
Souto.
Preço
....
40
rs.
Ca-
Vinho
verde
Na
rua
da
Boa-Visla,
n.°
113,
se
diz
quem
vende
quatro
pipas
de
vinho
verde
bom
(404)
ATTENÇÃO
Narcisa Candida
Mendes,
da
rua
de S..
Geraldo
n.°
23,
ensina
a bordar
a
branco,
matiz,
ouro,
e
a
fazer
flôres.
(399)
Na
rua
de
S.
Marcos n.°
50,
se
ven
de um
alambique
completo, para
a estilação.
(398)
Precisa-se de
um
(substituto
para
um
recruta,
trazendo
os
documentos
legaes.
Para
tratar,
no
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho,
n.°
5.
(402)
Precisa
Re
«le
um
cueiro
para
uma
quinta,
5
kilomelros
distante
d
’esta
cidade,,
que
tenha
de
seis
pessoas
gran
des
para
cima;
ou
então,
dons caseiros
de
quatro
pessoas
cada
um.
para
então
divi--
dir
a
quinta
ao
meio.
Quem
estiver
nes
tas
circumslancias
falle
com
Antonio
Joa
quim
Loureiro,
Rua
Nova,
n.°
2.
(300).
Casa
para alugar
Aluga-se
a
casa
n.°
88,
da
rua da
Boa
Vista,
tem
comodidades
para
duas
famí
lias,
para
traclar
na casa
n.°
85, da
mes
ma rua.
(352)
filll.ffi.ll
UMKIS
DO
ALTO
DOURO
»A
CASA
DE
VII
j
I
j
A
POUCA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram a
retalho
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
Vinho
tinto
de
meza.
(sem garrafa)
»
j
»
s
a
>
Lagrima
....................................
Branco
de
meza........................
tinto
de
me.a
fino.
.
.
.
de
prova
secca.
.
.
.
.
Malvasia
de
2/
.........................
>
velho...............................
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
Roncão
.
.
Alvaralbão.
Velho
de
1851
a
retalho
par.
150.
190
200
210-
270
300
360
400
500
700
560
600
meza
50
e
80,
o
quartilho
tinto,
e branco
l^O.
Responde-se
e
garan'e-
e
a
pureza
e-
ioa
qualidade
de
lodos
esíns
vinhos,
po
dendo
lodo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
irocesso
chymico.
(4l-jr)
ics
bc
JOSE
DA
SILVA
FLWDÃO
Com
loja
de fato
feito
68,
Campo
de SanCAnna (lado
de
baixo J,
68.
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
guezes,
tanto
d
esta cidade
como-
d
as
Prov
*
nc
’
as
fi
ue
lem nm
bonito
ill
1
e
variado
sortimento
de
fato fei-
to, casimiras
para
fato
muito
baratas,
cortes
de calça
a
1^500,
2$00fr
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós
de
casimiia
e
de alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca, assim
como
camisas
de
600
reis
para cima, ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
pauno
familiar»
e
meotes,
bonets
de
gorgurào de
seda
e
de
casimira
de todas
as
qualidades,
de
500
rs.
até
803
;
mantas
de
seda
de
to
dos os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer
qualquer
obra
que lhe
seja
encommendada,
e
prompti-
íica-se
a
íicar
com
elb
quando
não
fique
á
vontade
do
freguez.
(1*)
agua
do
gerez
Na
pharmacia
do
Hospital
de
S.
Mar
cos
ha
deposito
de
agua
do
Gerez,
em
garrafas
de
1/4
de
litro
(250
grammas),
colhida pelo
respectivo
pbarmaceutico.
Preço
da
agua
e
garrafa
100
rs.
Só
a
agua
60
rs.
De
duzia
para
cima,
para pharmaceu-
ticos,
abatimento
de
10
0/0.
Para
encommendas
em
grande,
só
o
tempo
preciso
para
ir
colher.
(394)
BRAGA,
TYPOGRAPHIA LUSITANA—1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
