comerciominho_02101877_695.xml
- conteúdo
-
FOMIA.
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA
NOVA
N. 3
E.
-----------
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Braga,
12
mezes.............................. 1&600
»
6
.......
Correspondências
partic.
cada
linha
Annuncios
cada linha. ....
|
Repetição
.
.
BBAGA
—
TEíliÇA-FKSaA
S
«UTtJBK»
DE
1893
5.° ANNO
Mezsa
«I,%
JEtseríeardta.
KE
ALVARÁ
DE DISSOLUÇÃO
DE
D.
José
de Menezes da
Silveira
e
Castro,
Marquez
de
Vallada
e
Conde
de
Capa-
rica.
do
Conselho de
Sua Magestade,
Par
do
Reino,
Official-mór
da
Casa
Real,
Gran
Cruz
da
Ordem
de
Nossa
Senhora
da
Conceição de
’
Vtlla Viçosa,
Gfan-Cruz
e
Balio
da
Ordem
Hospita
leira,
Militar
e
Soberana
de
S.
João
de
Jerusalem, Commendador
da Ordem
de
Christo
e
da
Antiga
e
Esclarecida
Or
lem
de
S.
Thiago
do
Mérito
Scien
lifico,
LUlerario
e Artístico
e.
Governa
dor Civil
do
dislricto
de
Braga.
e
Soberana
de
S.
João
Tendo chegado
ao
meu
conhecimento,
que
o
lhesoureiro
da
meza
da
Real
Ir
mandade
da
Misericórdia
d’esta
cidade,
(1)
que
devia
acabar
sua
gerencia
no
fim
de
Junho
do corrente anno,
havia
feito
pe
rante
a
referida
meza,
por
termo
de
30
de
Junho
d’
esle
mesmo
anno, declaração
solemne
de
que
não
podia entregar o saldo
de
alguns
contos
de
reis,
(2) em que
se
achava
alcançado,
porque
d
’elles
precisava
para
utilidade
do
seu
casal
como
tudo
consta
do
referido
termo,
obtendo
da
mesma
meza a
graça
de
uma
moratoria
de
trinta
dias
para satisfazer
esta divida
sagrada,
e
sendo
certo
que
decorridos
os
trinta
dias
c finda
a moratoria
não
sa
tisfez, ou,
o
que
é
o
mesmo,
não
cum
priu
a promessa,
a
meza
por termo
de
quatro
de
agosto
lhe
permilliu
mutuar
ttque!le capital
em
que
se
declarara
alcan
çado
por
escriplura
de
hypotheca
sem
(1)
O
exc.
in0
snr.
governador
civil
an-
,
dou
tão
de
leve
e precipiladamente
na
confecção
d
’
esle
alvará,
ou foi
tão
desas-
tradamente
informado,
que
logo
no
prin
cipio
d
’
esle
documento
vfítcial
trocou
os
nomes
dos
thesourados,=dizendo
que
fôra
o
da
Misericórdia
o alcançado;=o
que
é
inexactissimo,
pois
que
o
lhesoureiro
d
’
esta não
só
saldou as
suas
contas,
como
não
dá
margem
á
minima
duvida
o
termo
respeclivo;
mas
até adiantou
dinheiro
para
as
despezas
correntes, e
o
qual
ainda
se
lhe
deve.
O
alcance deu-se na
repartição
do
1
Hospital.
(2)
Não seria muito
mais rasoavel,
e
digno,
substituir a
expressão
generica
de
«alguns
contos
de
reis»-
t
-
especial
mente
n’
esta
epoca
de
contos
e
contos,
—
pela
de
signação
dos
taes
contos?
No
alcance
alludido
só
entra
a
quantia
de
cêrca
de
2
contos
e
tanto,
que
tinha
sido
mandada
entrar
no
Banco
do
Minho,
e
cuias
promissórias
se
achavam,
por
con
fiança,
não
na
Arca,
mas
nas maos
do
lhesoureiro:—quantia a
cuja
responsabili
dade
se não
eximem
os
clavicularios
res-
pectivos.
O
restante
de
4 contos
e
tanto
era
dinheiro
recebido
de
ordinárias,
o
alcance
dos
quaes
não
era
do
conhecimento
da
Meza,
porque
eram
quantias
recebidas
nos
ullimos
mezes
da
gerencia,
e
só
quando
se
fecha
a conta
corrente
no
fim
do
an
no,
é que
pode
verificar-se
o
montante.
'
Podemos
asseverar
que
os
bens
hypo-
thecados
a
este
saldo,
são
mais
que
mui
to
suílicientes
para
o
pagarem;
e quando
assim
não
fôra os
onze
ex-mesarios
o
pro
henclicriam.
PUBLICÀ-SE
850
40
20
10
ÁS
TERÇÃS,
QUNTAS
E
SABBÃDOS.
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
Províncias,
12
mezes
.........................
2|000
»
6
»......................... 1&050
»
sendo
duas
assignaturas 3|600
Brazil,
12 mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso
...............................
N.° 695
fiadores
(31
que
veio
a
lavrar-se
no
diaj
dez d
’
agosto
d
’esle
anno
nas notas
do
ta-
bellião
João
Marcos d
’
Aratijo
Ribeiro,
e
sendo muito para estranhar
que
devendo
fazer-se
a
eleição
da
nova
meza
em
2
de
Julho
se
não
fizesse
senão
nos
últimos
dias
do
mesmo mez,
é
ainda
mais
para estra
nhar
que
a
referida
meza
presidida
pelo
Secretario
Geral d’este
Governo
Civil o
Conselheiro
Marquez
Murta
não
désse
posse
á
nova
meza
senão
no dia
primeiro
de
setembro
(4)
aproveitando
este intervallo
para
praticar
um
acto
em
que
assumiu
uma
gravíssima responsabilidade.
Considerando
que á
ancloridade
superior
administrativa
incumbe
velar pela
regula
ridade
e
boa
administração
dos
estabele
cimentos
de
piedade
e
beneficencia,
glo
riosas
instituições
que
honram
a
fé dos
nossos
antepassados
e
que
são
monumen
tos
perpetues
da
santa
religião que
pro
fessamos
e
padrões
augustos
da
caridade
dos
porluguezes
de
todas
as
eras,
e
sendo
certo
que
nenhuma
responsabilidade
cabe
á
meza novamente
eleita
da
santa
casa
por
os
actos
praticados
pela
meza
que a
precedeu;
acontecendo,
porém, que
algum
dos
irmãos da antiga
meza
foi
eleito
para
a
nova,
e,
sendo mesmo
algum
dos
si
gnatários
da
escriptura
de
hypotheca
a
que
se
refere
este
alvará,
e,
sendo
pos
sível
agitar-se
questão sobre
a
validade
e
conveniência da
dita
escriplura,
que
ape
nas
foi assignada
pela
maioria
da
meza
e
não
sendo
conveniente
por
estas
razões
que
nenhum
dos
signatários
d
’
esle
docu
mento
fique
fazen
lo
parle da
meza
da
Irmandade
da
Misericórdia
d
’esta
cidade,
tenho
por
conveuienie
uzar
da
faculdade
que
me
confere o
artigo
22(5
n.°
2 do
codigo
administrativo
e
dissolver,
como
por
este dissolvo,
a
aclual
meza
da
Ir
mandade
da
santa
casa
da
Misericórdia
da
cidade
de
Braga
e
nomeio
para
adminis
trar
esta
corporação
até
á
epocha
marcada
no
estatuto
para
a
eleição
de nova
meza,
uma
commissão
administrativa
que
será
composta
de
Henrique
Freire
de
Andrade
(3)
Esta
insinuação
da
falta
de
fiado
res
exigidos
pelo
Compromisso
da
Irman-
j
a
j
e
—
a
responsabilida
le
dos
quaes
foi
pelo
Codigo
diminuída
consideravelmente,
pois
estes
só
pagam o
que
faltai
depois
de
vendida
a
ultima
cadeira do
fiado
—
ac-
cusaria
uma
irregularidade,
se
se
tratasse
de
dar
a
juro
o
dinheiro,
e
este
se
hou
vesse
de
tirar
da
arca
para
tal
fim.
Mas
a
questão
é
muito
outra.
Tractou-se
de
ac-
ceitar
por
escriplura
urna
garantia
e
se-
gurança a
proceder
MM
-------------- .
ções,
colhida
de documentos,
e
todos
os
<
mais
actos
que de
costume
e
lei
ha
a
;
proceder.
A
publicidade
dada
a
tal
caso
(
como
o
presente,
alem de
desneccessaria,
i
importaria
o
descredilo
e
talvez
a ruma
d
’
um
negociante;
mas
sem
a
menor
van
tagem
para
o Hospital.
O
procedimento,
pois,
da Meza, longe
1
de
dever
censurar-se,
só
merece
encomios
justíssimos
de
toda
a
gente
sensata
e
<
a
maioria
dos
Irmãos
da
Misericórdia,
um
dos
deveres
da
qual
corporação
é
ter
ca
ridade
para com
o
proximo,
principiando,
como
é
de
justiça,
pelos seus confrades,
è
nunca
jamais
concorrer
para
os
diíia-
mar.
Ora,
o
que
louvavelmente
a Meza
procurou
evitar,
acaba
este
famoso
aivaia
de
o
destruir,
vindo
espalhar
pela
voz
retumbante
da
imprensa
o
descredilo
d
um
negociante;
e
isto
—
o
que
é
eslranhavel—
sem
neccessidade
alguma,
porque
a
divida
está, repelimol-o,
mais
que
garantida.
(4)
As
datas
de
fl,
e
s
de
setembro
de
1877,
devem
ficar
archivadas nos
annaes
Coutinho
Bandeira,
proprietário,
que
será
’
*
----- Ives
UVUIV,
—
-
-
-
-
Braga,
proprietário
e capitalista,
que
será
o
principal
lhesoureiro,
do Conego
dr.
Antonio
Lopes
de
Figueiredo,
que
será
o
escrivão,
de
Lourenço
de
Magalhães
Araújo
Pimenlet,
dr.
Antonio
Maria
Pinheiro
Tor
res
e
Almeida,
de Antonio Pinto
de
Men
danha,
Conego
dr.
José
Gomes
Martins,
Conselheiro
Francisco
Xavier
de
Souza
Torres
e
Almeida,
do
dr.
Antonio
José
Vieira
da
Cruz,
do
Medico
cirúrgico
Ma
noel
Marques
da
Silva
Pereira,
de
Ma
noel
José
Rodrigues
de Macedo,
nego
ciante
e
proprrietario,
de
Fernando
Cas
tiço,
proprietário,
e
de
João
Esleves
Cei-
queira
Amorim
Barbosa.
Dado
e
passado
sob
o
sello
das armas
d’
este Governo
Civil
em
Braga
aos
<S
de
setembro
de
1877.
Marquez
de
Vallada.
.......
-
■ II
—
xw»
~
(
Coutinho
Bandeira,
proprietário,
que
lo presidente,
de
Antonio
José
Gonçal
,4»
Kedaeçiio
d®
«Cossiancreí®
d®
Minlao».
Londres,
21
de
Setembro,
1877.
SUMMARIO.
II.
—
iEra,
ou não,
homem
que
tinha
religião,
e
Catholico?
UI
—Tenção
de
fazer-lhe um
enterro
solemnissimo
á
custa
do
Estado,
abando-
E
’
a
questão,
se
Thiers
era
ou
não
homem
religioso
e Catholico?
Ha
quem
aíTirme, que
seus paes
eram
Protestantes,
e
que
elle
fôra
educado
nes
sa
crença.
Havia
muito
quem
o classifi
casse
na
categoria
de livre-pensador
e
Vol-
taireano.
Per
outra
parte,
correu
em
Pa
ris.
no
dia
4
(immediato á
sua
morte),
que
o
Cura
de
Saint
Germain
linha
sido
chamado
para
assistir-lhe
nos
últimos
mo
mentos.
e
lhe
tinha
dado
as absolvições,
ainda
que
não
fôra já
possível
adminis
trar
lhe
os Sacramentos.
Ao
mesmo
tempo,
todavia,
corria
ou
tro
rumor,
que
Madama
Thiers. «respei
tando»
as
preoccupações
de
seu
marido,
se
abstivera
de
mandar
chamar
um
sacer
dote!
Também,
com
tudo,
se
diz,
que,
pou
co
antes
da sua
morte,
elle
tivera
com
um
amigo
uma
conversação
a
respeito
de
religião,
a qual,
se
a
relação
que
d
’e!la
se
dá foi exacta,
de esperança
Refere-se.
vezes
invoco
a
ventura de
los
e
ignorantes,
mas
em quem o
homem
il
I
ustrado
encontra
sua
esperança
e
con
solação.
Tenho
por
convicção defendido a
religião
Christã,
como
a
que
assegura
no
mais
alto
grao
a
grandeza
da
França,
e
a
liberdade
em
seu
melhor
sentido, e
creio
que
a
sociedade,
sem
o
Catholicismo,
ca-
I
cupações
não
me
mettem
medo,
e
nunca
receio
oppor-me
a
ellas
quando
se trata
•
de
grandes
e
nobres
interesses.»
(Occorre-me
a
mim
mesmo
aqui
ago
ra,
a este
respeito,
um
facto,
que
tem
:
peso
em
confirmação,
até
certo
ponto,
da
•
precedente
sentença
de
Thiers.
Não
me.
lembra
precisamente o
objecto,
mas era
■
questão
muito
importante
que
se
ia
tra-
i
lar
na
Gamara, tocante
á
Religião;
e
o
celebre
Bispo
d
’
Orieans,
sabendo
que
se
ia
fazer
grande
opposição
anti
-religiosa
ao
objecto,
correu
a
casa
de
Thiers
para
concertar
com
elle
a
defensa
do
ponto.
E
’
sabido
também
que
Thiers
sustentava
os
direitos
do
Papa,
e
era
muito
oppnsto
â
patifíssima
occupação
de
Roma
pela
Buz
zurrada.
Continuando
o
que
antes
ia
tran
screvendo
como
dito
por
Thiers:
—
)
«O
Materialismo
é
ao
mesmo
tempo
uma
estupidez
e
um
perigo.
Pela minha
parte
sou
apaixonadamenle
crente
na
re
ligião.
e
se
eu
tivesse mais
tempo
e
for
ça,
desejaria
confundir
o
materialismo
em
uorne
da
sciencia
e
do
bom
senso».
«Isto
é
fallar
eloquente
e
nobremente»,
(exclama um
dos
papeis
Conservadores de
Paris),
«reílecle
lustre
nas
feições
do
ve
lho,
que
nos
faz
perdoar-lhe
muitos
êrros
e faltas».
Commenlando
sobre
isto,
o
We
kly
Regisler
e
Calholic-Slandart,
diz:
—
«Sup-
pondo
seja
verdade
esta
reminiscência,
po
deria
isso
abater
um
tanto
o
rancor
ex
pressado
contra
o Defuncto,
por
M.
Luiz
Veuillot,
o
Redactor
do
Universo:
aiuda
que
apenas
poderia
abater
um
apice
no
odio
que
francamente
lhe
é
confessado
por
■
M.
Paulo
de
Cassagnac
nas
columtias
do
i
Paiz»,
o seu
papel.
I
A.
R.
SARAIVA.
é
objecto,
até
certo
ponto,
e
consolação.
que
elle
dissera
:
—
«Muitas
aquelle
Deus em
que
tenho
crer,
que
é
negado
por to-
bvlClll IJ
1'51 *1* V <*
| • ’
9
»
’
I
1
I
nado
por
louca
perlenção
de
Madama hina
n
um
terrível
cahos.
Loucas
preoc-
.
1
pnnfJPÃPQ
nãn
mnllíim mmln
n mirroo
Thiers.
.
IV.
—
Alteração
total
hoje
do
senti
mento
Inglez
a respeito
da guerra
Turco-
Russa, comparado
com o
de
ha um
anno.
Direcção
Ingleza na guerra,
e
dinheiro
In-
glez,
provavelmente.
—
Esperança
de
que
os
resultados
sejam
favoráveis
a
Reli-
g'
d°V._A
Buzzurrada
Italiana
pedindo
in-
strucções
a
Bismark,
para
persegnii a
Igreja
Calholica de
mãos-dadas
com a
I
rus
sta.
n.
_
Para
nós
Catholicos,
e
para
o
Apostolo,
ha
um
ponto
muito
importante,
ligado
com a
vida e
morte
de
Thiers,
que
seria
de
grande
satisfação
se podesse
yn
a decidir-se
bem
de
positivo,
como
chris-
làmenle
devemos
desejar
e
desejaremos.
um
alcance,
á
qual
se
devia
_____
immedialamente,
sem
as
de
longas
da
exigencia
de fiadores,
informa-
mais
actos
que
de
costume
e
lei
ha
a
da Irmandade
da
Misericórdia
da
culade i
de
Braga
,
1
A
primeira
é a
da
acta
da entrega
a
nova
Meza
(dissolvida),
e
a
da
publicidade
legal
do
alcance
do
lhesoureiro
do
Hospi
tal.
A
entrega
não
podia
ser
feita
mais
cedo-
pois
havia
na
vespera
expirado o
praso
de
20
dias sobre o registro e
praso
que
a
lei
ordena
para
a
escriplura
ficar
gosandodo
privilegio
de
preferencia.
Don
de
se
vè
que
a
tão
negregada
demora
foi
necessária,
e
que
a
Meza
transada
andou
oplimamente
assim,
não
querendo
acarre-,
tar
mais
responsabilidade
com
culposa
precipitação.
A
segunda,
porque
no
mesmo
dia
em
que
a Egreja
celebra
a Natividade
da
San
tíssima Virgem,
e quando a
nova
Meza
dissolvida
com 8
dias
d
existência) pra
ticava
o
primeiro
aclo
publico da
sua
terencia.
assistindo
á
festividade,
que
ella
Fazia
celebrar,
da
sua
Padroeira
sob
a
■
invocação
de
N.
Senhora da
Misericórdia,
.
nesse
mesmo
dia,
e
talvez
a
essa
mesma
hora,
lavrava-se
no
governo
civil
o
alvará
da
sua
dissolução!...
.
,
Agora,
aiuda
com
vista
ao
alvara,
uma
pergunta:
—
Qual
será
o
motivo
por
que
neste
celebre
documento
se
faz
men
ção
unicamente d'um
só nome dos ONZE
que
compunham
a
Meza transacla
.
Meditemos.
(Continua)
InaBxrn,
99
de
setesafibr®
d®
(Do
nosso
correspondente.)
Quando
a
mim
mesmo
perguntava
tal
é
a
escassez
de
novidades
—
por matéria
para
a
minha
correspondência,
veio-me
ás
mãos
o
portentoso
«Diário de Noticias»
de
boje,
que.
parecendo
não luctar
com
as
mesmas
difficuldades,
apresenta
um gran
de
formato,
o
que
equivale
dizer
que
maior
numero
de
novidades
e
barbarismos
são
botados
aos
ventos
da publicidade.
Traz
o
seu
folhetim
em
prosa dedicado a
Ale
xandre
Herculano
pelo
snr.
Guerra
Jun-
queiro,
cujas
composições
poéticas,
notá
veis
pela
excentricidade
e
deslocação
de
figuras,
tem
desnorteado
os mais pacien
tes
críticos;
e
a
prosa que
tenho á vista,
não
destoando
d
’aque!ia
poética,
diz-nos
d
’este
novo
panegirista
do
«grande
histo
riador»
o
que vai
um
famoso
coveiro,
que
ao
snr.
Sousa
Monteiro escapou
de
men
cionar
na
galeria
dos
que
innumerou
no
seu
artigo
do
«Commercio»,
de
25.
Não
cabe
aqui
uma
analyse
critica
lit-
teraria
ao
folhetim,
cuja
prosa
rescende
aos
tétricos
e
refolhudos
alexandrinos
do
citado
auctor.
Pomos
de
parte
as
figuras
estapafúrdias,
o
estilo
espaventoso
do
mesmo,
a
impro
priedade
dos
termos
encabeçada
desde o
primeiro periodo
em
que
ha
um
reappa-
recimenlo
antes
de
um
desapparecimenlo;
d
’isto
não
fazemos
cargo
a
quem
tem
de
honrar as
columnas
do
primeiro
jornal
de
algaravia mascarada,
e
porisso
ter
de
ser
cohereute
e
harmonico
com
o
jornal;
—
va
mos
ás
ideias
do
panegirista, e
digam-nos,
por
Deus, se
se por
"ellas
tivesse
de
se
fazer
obra
para
apreciação
do
finado
escriptor,
se
o
pobre
não
ficava
perfeitamente
en
terrado
para
a
posteridade.
.
A
historia
de
Portugal era
como
um
enorme
«palacio
desmantelado
•>
(sic)
com
as
janellas
trancadas,
as
paredes
fendidas
pelos
raios,
«cobertas
de
lepra»
(sic) e
on
de
ninguém
ousára
peneirar,
com
medo
que
desabassem
aquellas
«podres,
escadarias
monumenlaes (ainda
sic)
que
contavam
já
setecentos
annos
de
exislincia.
Inspirava
ter
ror.
Andavam
lá
dentro
lobishomens,
appa-
rições
lugubres.
«pliantasmàs
com
sudários»
(mais
sic).
«As
corujas
eus
milagres»
(mil
vezes
sic,
snr.
ultra
impio)
esvoaçavam
si-
nistfamenle
n'aquellas
escwidões
supersti
ciosas. Os
ralos
Unham
feito
o
ninho
nas
estantes,;
roiarn
os
archivos.
Ouvia-se
o
piar
dos
mochos
e
os
assobios
das cobras.
Discreteia
por
este
theor
até
dizer-nos
que
o
finado historiador
foi
o unico
pedrei
ro
que
se aventurou
no
meio
d
’
aquel-
les
entulhos tenebrosos
a
restaurar
o
gran
de
monumento
nacional.
O
artista
é
per-
feitamenle
classificado,
e
se
n
’
aquelle
cm-
broglio
de
necedades
e
hydrophobia
ma
çónica
ha
uma
frase
acertada,
é
a
da
ta
classificação.
Mas
Alexandre
Herculano, no dizer do
panegirista
esquentado,
não
foi
só
pedrei
ro,
foi
carpinteiro,
paleographo,
limpa
cha
minés,
e
depois
de
ser
isto
tudo vem
á
rua
dizer
aos
transeuntes
estufados:
Po
dem entrar.
D’iqui
segue
uma
estirada
de
ohjurgatorias
impias
com
que
o po-sesso
mos
ra
o
rancor
que
lhe
vae
na
entranha
vomitando
toda
a
bilis
hydrophoba, que
já
mal
lhe
lá
cabe,
em
cinco
columnas
do
fo
lhetim.
Se
Alexandre
Herculano
não
fôra
um
talento
que
todos
acatam
e
admiram,
e
muitos
lamentam
por
o
ler
posto
ao
ser
viço
d
’uma
causa
infasta, teria
a
sua
con-
demnação
para
a
posteridade
n
’estes es
peculadores
ignóbeis
que
veem
junto
do
cadaver
—
como
as
aves
de
rapina
—
comba
ter
pelos
princípios
nefastos
da
seita
ma
terialista.
Os
que
professamos
as
crenças
da
verdade
—
a
religião
sacrosanta
de
Chris-
to
-
deprecamos
a
misericórdia
divina
para
a
alma
sem
deixar
de
admirar
o
talento
do
homem.
Os panegiristas
accommodati-
cios,
os
falsarios
da
razão
e
da
intelligen-
cia
veem
sobre
o
pó
da
campa
espoja-
rera-se,
e
em
nicromancias
ridículas
fa
zer
propaganda
maçónica
e
materialista.
Se
aqueiie
antes
panegirista
pagão
Elias
Perei
ra.
teve
por
bem
mandar
para
o
capliveiro
eterno
o
finado
historiador,
e»te outro. Guer
ra
Junqueiro,
não
o
manda
para
melhor
sitio,
<
ianda-0
(o
espirito
sublime)
para
sete
palmos
de
terra!
—
O
ponto
de
ad
miração
não
é
nosso,
está
no
folhetim,
nós
poríamos
mais
que
um
se
n’
estas
ima
gens
malandrinas não
víssemos
a
hyper-
hole
das
doutrinas
nefastas
destes prosé
litos
de
Satanaz.
O
folhetinista
conclue
por
insinuar
que
basta
para
se
erguer um monumento
gran
dioso
á
memória
do
finado, que
se
reú
nam
para
isso
as
pedras
com
que
o
apedreja
ram.
Aqui
ha
um
êrro
de
tempo
do
ver-
vo,
deve
lèr-se as
pedras
com
que
o
es
tão
apedrejando
os
seus
panegirislas,
ten
do
logar
distincto
o
de
que tratamos.
Ora
pois,
Deus
se
amercie d’estes
im
penitentes
energúmenos,
e
lhes
esclareça
o
espirito
para
nos
darem
melhores
lições
tanto
de
litteratura
como
de
moral.
■HLiKTrTr
33
St
A.TT
t J
A
IHWÃ
WA CARIO4DE
—
Quem vem
lá!—
A
caridade.
—
Não
conheço;
alto
ahi!
Não
passa,
que
á
liberdade
Sentinella
faço
aqui.
D
’
onde
vem
c
’
o
seu
rosário?
—
D
’onde
venho?
Do Calvário,
Nasci,
criei-me
c
’o a
Cruz.
—
Arreda
com
taes
bisarmas
!
O'
patriotas,
ás
armas!
Que
esta
gente
é
de
Jesus.
—
Esp
’
rai,
talvez
enganada
Fosse
em
França
por
meu
mal,
Cuidei
que
esta
era
a
fallada
Terra fiel,
Portugal.
—
A terra
é
aqui, mas
agora
Não
se
admiltera
de
fóra
Senão
soldados
ou reis;
O
mais
é
tudo
de casa,
Por
isso não
f.<zeis
vasa
C’
o
as
coisas
que cá
trazeis,
—
Mas.
.-
—
Não
passa,
tenho
dito
!
Estrangeirice
!
Isso
não;
Se
fosse
um
livro
bonito
Alguma
constituição,
Cabelleireiro
ou
dentista.
Ou
dansarina
ou
modista.
Isso podia
passar;
Mas
coisas
que
teem
perigo
Não passam
aqui
comigo
Sem
eu
ás
armas
chamar.
—
Então
de
pTigo
ou
estrangeira
E
’
esta
cruz
que
trago
aqui?!
—
De
certo,
que
essa bandeira
Teem
os
jesuítas
por
si.
Nada,
cruzes só
cá
feitas,
Só
nacionaes
ás
direitas,
E
até d
’aço
as temos
cá.
—
Oh
!
Esta
os
povos
fazia
Todos
irmãos!
—
Quem diria
O
atrazo
em que
a
França
está
!
—
E
com
a
Cruz
confortar-vos
Vinha
no
leito
da
dòr;
Vinha
os
filhos ensinar-vos
Só
por
amor
do Senhor!
—
Sendo
mulher?
Que maldade?
Arriscada
a
castidade
D
’
um
patriota
talvez
!
E
aos
filhos,
ó
patriotismo,
Ensinar-lhe
um chrislianismo
Que
falia
a
Deus
em
francez.
—
Então
Deus...—
Olhe
se
louca
Não
está,
fuja
d’
aqui:
Em
lhe
vendo
essa
touca
Verá
o que
vae
por
ahi
!
—Viram-n
’
a
já
protestantes
E
por
terras
mui
distantes
Viram-n’
à
os
turcos também
E
nenhum...
—
Já
nós
lá
vamos!
Então
quer
que
nós
sejamos
Como
os
turcos?
Muito
bem.
—
Ai padres!—
Que
é
7
quem são estes
?
Sotainas
!
Temos
peor!
Fostes
vós
que
os
cá
trouxestes?
—
São
ministr
s
do
Senhor.
—Ah são
frades?! Cerca!
cerca!
A
’
s
armas
!
Fogo
!
não
perca
0
patriotismo
esta
vez;
A
isto,
fogo,
pedrada
!
Braio
!
assim,
rapasiada;
Assim
é
que
é
portuguez.
Agora
por
este
lado:
— Patriotas, quem
vem
lá?
—
Um vcsso
fiel
alliado,
Que
vem
prégar-vos
por
cá.
—
Que
prégas tu?
—
Reformada
A
crença
que
andava
errada
D’andar
dos
Papas
na
mão.
—
Pois
sim,
préga;
haja
egualdade
Tolerância
e
liberdade
P
’
ra
qualquer
religião.
João
de
Lemos.
ALBXlHiOKE
HEHCULOO
Verga-lhe
a
fronte
ao
pezo
das
idéas
No
meditar
profundo.
Alonga
os
olhos
J
elo
campo
vastíssimo
das
letras,
i
não
vê
um
rival! Tudo é
pequeno,
Se
assoma
o
gran
colosso.
Infatigável
dineiro
da
sciencia
o
alvião
empunha
dasga
as
entranhas
lôbregas
do
solo,
á
vae
direito
ao
coração
do
abysmo
Jescobrir mil
thesouros,
que
olhos
frívolos
Não
sonharam
sequer.
Conhece
o
mundo,
Por
isso
é
triste.
Do
antro
das
vigílias
Surge
pallido!..,
A
turba o
não
compre-
hende.
Que
não
lera
olhos
p
’ra
medir
o
enorme
Gigante
de
saber.
A
inveja
eslorce-se,
E
os
olhos
cerra.
Queres
ler
seu
nome?
Tens
a
primeira
letra
á
foz
do
Tejo,
E
a
ultima
no
extremo do
universo.
Vianna
do
Castello.—
Setembro
de
1877.
B.
Wernéck.
SAZÍTÍm
meia
hora
depois do
meio
dia,
foi
en
contrado
morto
dentro
de
um
baleeiro,
contendo
vinho
e
bagaço,
Manoel
dos
San
tos
Malva,
casado,
de
Ançã.
A
morte
foi
por
asfixia produzida
pelo
vapor do
vinho
em
estado
de
fermentação.
Ignora-se
por
quanto
tempo
o
desgra
çado esteve
morto
dentro
do
baleeiro.
A
’
s
9
horas
e
meia
da
manhã
ainda
elle
foi
visto
ir
caminho
da
adega.
Só
depois
do
meio
dia,
e
quando
alguém
da
familia
despejava
para
dentro
do
baleeiro
mais
algumas
uvas,
é
que depararam
com
o
morto,
e
clamaram
por
soeçorro.
Síssgsslsas-
eonenrso.
—
Vae realisar-
se
em Liége um singular
concurso
de
gatos.
Serão
os
gatos
concorrentes
levados
á
praça
publica
á meia
noite
e o
prémio
concedido
áquelle
que,
guardada
a pro
porção
das
distancias,
voltar
mais
depressa
a
casa de
seu
dono.
<S8«9riH»
«!e
Portugal.
—O
snr.
R.
Valente
publica
na «Nação»
o
seguinte
artigo,
que
com
a
devida venia
transcre
vemos:
Portugal,
apresenta
realmente
um
es-
pectaculo maravilhoso
nos
annaes
do
mundo.
Principiando
por
um
simples condado,
limitado
pelo
reino
de
Castella,
Occeano,
e pelas
povoações submettidas aos
mouros,
rompendo
á força
de
esforços
quasi
in
críveis
todas
as
barreiras
e
diques
que
se
oppnnharn
ao
seu
engrandecimento;
constitue-se
em
reino,
sendo
seus
adver
sários,
depois
de
vencidos
na
lucta,
obri
gados
a reconhecer
a
nossa
autonomia
!
Depois
não
lendo
com
quem
sustentar
lucta
na
Península
Hispanica,
e
não
que
rendo
deixar consumir
no
ocio
os
brios
militares,
dirige
seus
exércitos
para
as
plagas
Africanas,
e
Ceuta
cáe
debaixo
do
poder
dos portuguezes,
e
o
estandarte
da
Cruz,
tremula
na
própria
Barbaria
!
E
’
por
isso
que
o
barao
de
Seplenville
dizia:
«Realmente
foi
uraa
raça
de
heroes,
-a
d
’
esses
valentes
luzitanos,
qtje
conse-
«guiram
aniquilar
o
poder
serraceno,
e
«levantar
por
cima
das
suas
ruinas,
ainda
«fuineganles,
uma
nação
forte
e
indepen-
«dente».
Certamente
foi
um
povo
patriota
aquel-
le,
que,
curvado
debaixo
do pèzo
do
seu
infortúnio,
obrigado
a obedecer
ao
ven
cedor,
vigiado
nos
seus
menores
movi
mentos,
desprovido
de
recursos,
mas
não
de
esperanças,
leve
coragem
bastante para
recuperar
sua
liberdade,
e
bastante
ener
gia
para
a
conquistar.
Mas
com
que
no
mes
saudar
esses
ouzados
navegadores,
para
sempre
celebres,
que
desprezando
a
morte, rindo
dos
perigos,
sem
outro
alvo
que
o
de
se
sac
ificarem
pela
gloria
do
seu
paiz,
foram
erguer
o
estandarte
por-
luguez,
e
obrigar
os
indigenas
do
Novo
Mundo,
a
inclinarem-se
perante
o
sceptro
da
casa
de
D. Allonso
Henriques,
da
de
Aviz,
ou
sob
a
auctoridade
da
de
Bra
gança
!
Que
gloriosos
títulos
não
mereceram
esses
reis
de
Portugal,
que
lendo
nas
suas'
mãos a sorte
e
o
futuro
dos
paizes
d
’
alem-mar,
souberam-nos
tirar
do
estado
de
baldios
improducúvos,
para
d
’
elles for
mar
uma fonte
tnexgolavel
de
riqueza,
um
Paçtolo
deslumbrante,
uma
leira
de
pro
missão
ante
a
qual
a
Europa curvava
a
cerviz.
Os navios
fazem-se
de
veíla,
sul
cando
mares
desconhecidos,'
e
voltara
carregados
de ouro
e
de
inelaes
precio
sos.
Não é
sómente
Ceuta
a
constrangida
a
subinetler-se
ao
dominio
portuguez.
Tan
ger.
Azilla,
A:amor,
Tile,
Almedina,
Ma-
zagão,
e
outras
povoações,
participam da
mesma
sorte!
Outras
ainda
mais
notáveis
cidades
pôssuiram,
e
foram
uma
immensa
fileira
<te
paizes
e dc
povos,
dos
quaes
nem
ainda
era tempo
algum
se
tinha
ouvido
fallar
taes como
— Senegal.
Arguma,
Gambla,
Cazamanza,
Cabo
Bojador,
Serra
Leõa,
Zanztbar,
Macassá,
Java,
China,
Ja/ana-
patào,
Travaneor,
e
Australia.
Mas
basta.
Eram tantos
e tão
diversos
os
paizes,
aos
quaes
os
portuguezes le
varam
o
Evangelho,
que
D.
João
III
mandou
fundar
em
Goa,
o
Seminário
da
Santa
Fé,
para
n’
elle
serem
educados
os
meninos
Canarins,
Malabares, Chingatas,
Malaibs,
Javs.
Chinas
e
Alexis.
A
’
vista
do
exposto não
é
para
admi
rar
que
os povos
estrangeiros,
procuras
sem
estudar
a
nossa
língua,
com o
fim
de
poderem
ter
relações
mais
direclas
comnosco.
Em
1538
vieram
a
Portugal,
quatro
nobres
Malabares,
só
com
o
intuito
de
ap-
prenderem
a lingua
portugueza.
E
tanto
para
estes
como
para
os
Ethio-
Aberturn
«Ins
nulas
no
Senai-
naria
e
a
niisaa
«lo
Espirito San
to.
—
No
proximo
domingo
pelas
10
horas
da
manhã
na
Capella
do
Paço
Archiepis-
copal
haverá
a
Missa do
Espirito
Santo,
a
que
são convidados
a
assistir
todos
os
Pro
fessores
do Simiuario
Conciliar,
e
todos
os
Collegiaes,
e
estudantes
externos
do
mesmo
Simiuario,
e
no fim
da
qual
o
Ex.
rat)
Snr.
Arcebispo
Primaz
descerá
á
dita
Capella,
e
cantado
o
Veni
Creator Spiritus,
e
a
respecliva
oração
o
decano
dos
Professores
o
Revd.
a
Conego Manins
fará
nas mãos
do
Ex.
mo
Prelado
a
Profissão
de
Fé man
dada
pelo
SS.
Padre
Pio
IV
e
Pio
IX,
e
depois
todos
os
outros
Professores
a
seu
turno
irão jurar
a
mesma
fé
pondo
a
mão
direita
sobre
o
missal
e
aos
pés
do
Ex.‘
“
'
Prelado,
e
concluído
este
acto
irão
lodos
em
préstito á
sala dos
Arcebispos
e
ahi
o
Revd.
1110
Dr
Dias
fará
a
oração
de
sapiência
a
quem
este
anno
compele
por
escala.
Fnrtida,-.
No
comboio
da
noite
de
28
de
setembro,
e
quando já
estava im
presso
o n.
u
passado
d
’
este
jornal,
partiu
para
Lisboa
o ex.
mo
snr.
marquez
de
Vailada,
governador
civil
deste
districto.
Ficou
inltrinamenie
exercendo
este
elevado
encargo,
o ex.,no commendador
Felix
Maria
Gomes
d
’Araujo
Alvares,
logar
que
por
lei
lhe
pertence,
na
qualidade
de
mais
antigo
conselheiro
de
districto,
e
que
s.
exc.a
já
ha
tempos,
por
igual
motivo,
exerceu
com
geral
satisfação,
pelo
excellente
modo
como
n
’
elle
se
houve.
draiide
deagrnfa.-A
’
s
10
horas
da
noite
do
dia
23
do
passado
setembro,
no
casal
da Reboriça,
freguezia
de
S.
Maninho de Bornes,
incendiou-se
a
casa
em que
habitavam
os
caseiros
de
Anlonio
Júlio
Gonçalves,
,e
com
tal
vehemencia
que,
de
cmco
pessoas,
que
dentro
esta
vam a
dormir
e
que acordaram
quando
já
lhes
era
sobremodo
diílicil escapar
á
morte
imminente,
só
uma
se
poude
salvar,
lançando-se da janella
abaixo
Esta
ultima foi
Eduardo
Pereira
Jú
nior,
e
as
que pereceram
foram
sua
mu
lher
Izabel
ua Pureza
Pedregal,
d
’
idade
de
34
annos,
e ires filhos:
Deolinda
de
10
annos,
Maria de
3,
e
Emilia
de
1.
Parte
do
esqueleto da
infeliz
mã
i
ap-
pareceu,
tendo achegados
a
si
os
restos
de
suas tres
íilhiiihas,
junto a
uma
das
paredes
da
casa
pa>a
onde
iam
fugindo
ao
iògo.
Tinham
mais
um
filho
de
6
annos,
que,
por
se
achar
fóra
de
casa,
não
foi
envolvido
nas
chammas.
Nada
ficou
possuindo
o
sobredito
ca
seiro,
porque
nada
mais tendo
do
que
alguma
mobília
indispensável
para
o
uso
domestico,
tudo
foi
consumido
pelas
cham
mas.
CompasaliÊt»
Carris
ile
Perra de
Rraga.—
No
proximo
sabbado reune
a
assembleia
geral
da
Companhia
Carris
de
Ferro
de
Braga, para
liquidação,
por
cau
sa
de
haver
muitos
accionistas
que
não
entraram
com
as
prestações
e
ser
neces
sário
satisfazer
aos
credores
da
companhia,
os
qnaes
continuarão
com
o
movimento
da
mesma.
«O
Universo
IlSoiisí
rasiu».
—
Publi-
cou-se
o
n.u
39
d
’
este
semanario:
contém
variedade
d
’
artigos
e
duas
gravuras,
senão
a
primeira,
de
pagina
com,dela:
represen
ta—
a
Praça
dos
Bomulares
e o
Monumento
do
Duque
da
Terceira.
E’
uma excellente
publicação
de instruc-
ção
e
recreio,
que
recommendamos.
Níoticias
«is»
França.—
O
jornal
offi
ciai
francez
publica
dois decretos,
um
mandando
proceder
ás
eleições
para
depu
tados
no
dia
14 de
outubro,
e outro
mandando
reunir
as camaras
no
dia
7
de
novembro.
O
snr.
bispo
de
Orleans publicou
uma
famosa
allocução,
recommendando
aos
elei
tores
que
se
não
abstenham,
como
teem
feito
em
outras
vezes,
porque
d
isso
lhes
vem
grave
responsabilidade;
lembra-lhes
que
devem todos
votaç em
homens
que
vão
á
camara
sustentar
os
bons
princi
pios.
KSesgraça.
—
Lêmos
no
«Conimbri-
cense»:
No
domingo,
23
do
passado,
seria
pes
que
já
estavam
estudando
a
nossa
língua, na
referida
cidade,
compoz
o
nosso
insigne
João
de Barros,
a
sua celebre
grammatica
da língua
portugueza.
Não é
de
admirar
que
tal
succedesse
n
’
aquellas
epochas
de
tanta gloria,
de
tanta
grandeza:
hoje
mesmo
a
lingua
por
tugueza
é
uma das mais
faltadas no
uni
verso!
E
isto
n
’
uma epocha
em que
es
tamos tão
decadentes
e
pequeninos
I
A
lingua
portugueza
não
circumscripta ao
povo
que
a
falia;
ainda
e
a
lingua
do
commercio
Aziatico.
Falla-se
desde
o
Cabo
Non
até
ás
ilhas
do
Japão,
e
desde
a Madeira,
até
ao
Brazil—
eis
o que
diz
Mr.
Sané.
Que
povo tão
pequeno houve
jámais
que
assim
tornasse
necessário
o
conhe-
cimenio
do
seu
idioma?
E uma lingua que
não
sendo já
fatiada
desde
remotas
eras,
em
alguns
paizes,
comtudo
ainda
se encontram
n’
elles
ves
tígios
do
seu emprego.
Pode-se
seguramente
aíTirmar,
diz
um
profundo
esçriptor
do
nosso
tempo,
que
o
porluguez
é
fâllado.
por
mais
de
14
milhões
de
indivíduos,
distribuídos
da
ma
neira
seguinte:
Brazil 6
milhões—
Portugal
e
Ilhas
5
ditos—
Possessões
portuguezas
e
estrangei
ras
3
ditos
—
•Total
14
milhões.
Eis
uma
gloria
em
que
Portugal
não
tem rival.
E
qnaes
foram
os
motores
de
tanta
grandeza
?
O
missionário-e
a
Cruz.
E
se
hoje,
infelizmente,
vemos
as
nos
sas
colonias
passarem
a
mãos
estranhas,
é
porque
por
aquellas paragens
já
não é
visto
o
sacerdote,
cathequizando
os
gentios:
n’
uma
palavra,
já
não
existem
as
ordens
Religio
as.
Qual
será
o
futuro
de
tão
ricas
pos
sessões
?
Só
Deus
o
sabe!
Mas
se
as
cousas
caminharem,
como
tem
caminhado
desde
1834
até
hoje,
ai
das nossas possessões
que
as veremos
empalmadas
pela
Senhora
Inglaterra.
Deus
nos
acuda.
KliaaH
de
petroleo.—
Não
são uni
camente
as
minas de ouro
e
prata
que
criam
as
enormes
fortunas
que
acusam
alguns
americanos;
mas
também
as
minas
de
petroleo;
que
continuam
a fornecer o
mundo
de
azeite mineral.
Sabeis
quantos
poços
se tem
perfura
do
na
Pensylvania
e
na
Verginia
Occiden
tal,
principaes pontos
productores? 20:000 !
E
esta
exploração
data
de
1860!
Avaliam-
se esle>
20:000
poços
no
custo
de
200:000
contos, ou
seja
20
contos
de
reis
cada
um.
Avalia-se
lambem
a
producção
em
109
milhões
de barris
de
petroleo,
valendo
á bocca
dos
poços 240:000
contos;
e
no
porto
de
embarque,
300:000
contos de
reis,
em New-York,
Baltimore
e
Philadel-
phia.
O
valor
á
bocca
dos
poços dá
o
pre
ço
de
3$000
aproximadamente,
por
bar
ril,
contendo
160
litros.
Hoje vale
me
nos.
U
algarismo da
exploração
annoal
to
tal,
excede 10
milhões
de
barri»;
é
o
tri
pulo do que
era
ba
alguns
annos
Caminho»
de
ferr»
eongtruido»
e
em exploração.—
Eis uma
curiosa
nota
dos
caminhos
de
ferro
construídos
e
em
exploração:
1.
a
ordem:
Norte
e lésle,
502
kilo-
melros,
Lisboa
a
Eivas
e
Gaya;
Minho
e
Douro,
82
Porto
a
Barcelks
e de
Er-
mezinde
a
Cabide;
sul
e
sueste,
174,
Bar
reiro,
Casa
Branca
e
Quintos.
2.
a
ordem:
ramal de
Braga,
16
kilo-
metros,
de
Nioe
a
Braga;
ramal
de
Setú
bal,
13,
do
Pinhal
Novo a
Setúbal;
ra
mal
de
Extremoz,
78,
Casa
Branca
a
Extremoz;
ramal
do
Algarve,
47,
Beja
a
Casavei.
3.
a
ordem:
linhas
da
Povoa
de Varzim,
28
kilometros,
Porto
a
Villa
do Conde
e
Povoa.
Total
940
kilometros
construídos,
sendo
758
de
l.
a
ordem,
154
e
2,
a
e
28
de
3.
a
Industriaes:
linhas
de
Aljustrel,
19
kilometros; de
Pomarão,
18;
dos
Monges,
5;
por locomotivas. Linha
de
S.
Marti-
nho,
37;
do
Cabo
Mondego,
4;
do
Bra
çal, 8; por cavallos.—Somrna 91
kilome
tros.
Caminhos
de
ferro
em
construcção:
1.
a
ordem:
norte, 4
kilometros,
Villa
Nova
de
Gaya
ao Porto;
Minho
e
Douro,
174,
de
Barcellos
por
Vianna,
Caminha,
Valença
e
Tuy
Cahide
ao
Pinhão;
sul
e
sueste,
11,
Quintos
a
Serpa.
2.
a
ordem:
ramal
do
Algarve,
58
ki
lometros,
da
Portella
da
Silveira
a
Faro;
Bougado
a
Guimarães,
10,
do
Bougado
a
Santo
Thyrso.—
Total 257
kilometros,
sen
do
189
de
l.
a
ordem
e
68
de
2?
Kwerrí»
«fio
Briesite.—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Peslh
26
—
-Os
russos
atacaram
pelo
lado
E.
de
Plevvna,
mas
foram
repelidos
com
perdas
abandonando
um
canhão.
Os
montenegrinos
tomaram
Goransko.
O
partido
de
paz
ganha
terreno
na
Servia.
Paris
27
—
Um
despacho
russo
calcula
em
l:fi00
homens
os
reforços
turcos
che
gados
a
Plewna.
Do
lado
de
Rouslchouk
e
Balkans
ha
tranquillidade.
Paris
28
—
Os
jornaes
de
Vienna
dizein
que
Mehemel-Alli
se
retirou
para
Karalom
e
já
não
impede
as
communicaçõês.
Malogrou-se
o
ataque
dos
romanios
ao
segundo
reduclo
de
Grevitz.
Constantinopla
27
—Um
telegramma
de
Osman-Pachá
annuncia
que
terça-feira
os
russos
atacaram
com
grandes
forças
a
guarda
imperial,
mas
que
foram
repellidos
perdendo
1500
homens.
Os
combates
continuam
em
Plewna.
Os
russos
atacam
com 100:600
ho
mens.
Erzeroum 27
—
Os
russos receberam
consideráveis
reforços.
Acabam
de
chegar
a
Balderivan
22:039
homens.
Está
imminente
uma
batalha.
Paris
28
—Um
despacho
de
Constan
tinopla
confirma
a retirada
de
Mehemet-
Alli
para
occupar
mais
favoráveis
posi
ções.
Um
destacamento
de
bachi
bazouks,
no
dia
26
bateu
dois
batalhões
russos
nas
proximidades
de
Elena.
A
’a
nlmt»8
earitalivas.
—
Indicamos
ás
almas
caritativas
uma
pobre
mulher
que
se
acha
a
braços
com
a
miséria
ex
trema.
Habita
na
congosta
de
Portas,
n
0
5.
Appefio
sí
earídade.
—
A
entrevada
Maria
Anlonia
Ferreira,
viuva
do
Antonio
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem agora
os
seus
padecimentos
mais
aggravados,
achando-se
sem
meios de subsistência
pa
ra
poder
tratar-se
no
pouco tempo
que
lhe
resta
de
vida.
Imploramos,
pois,
a
caridade
das
almas
piedosas,
para
que
se
lembrem da
infeliz
com
uma
esmola. A
sua
residência
é
na
rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n
’
um
quarto
á
porta
da rua.
ââSBE
A
TODOS
sem
medicina,
por-
ganles,
nem
despezas,
com
o uso
da
delicio
sa
farinha
de saúde,
iwâmcÉas
DU
BARRY
de
Londres.
34Í
«Fssxviariavefi
asxeeesaií»
2
Combatendo
as
indigestões (despepsia)
gastrica,
gasiralgia,
ílegma,
arroios,
amargor
na
bocca,
pituitas,
nauseas,
vomites,
irrita
ções
intestinaes,
bexigas,
dizenleria,
cólicas,
tosse,
athsma,
falta
de
respiração,
oppre«são,
congestões,
ma!
dos
nervos,
diabeihes, débil i
dade,
todas
as desordens
no
peito,
na gar
ganta,
do
alito,
dos
bronchies.da
bexiga,
do
fígado,
dos
rins,
dós
intestinos,
da
mucosa,
do
ceiebro
e
do
sangue,
85:000
curas
en
tre
as
quaes
coi>tam-se
a
<Jo
duque de
Pluskow,
da
ex.
,tla
snr.
a
marqueza
de
Brehan,
Lord
Stuart
de
Oicies,
par
d
’U>-
glaterra,
o
doutor
e
piofessor Wurzer,
etc.
etc.
Cura
n.°
65:311.
—
Vervant,
28
de
mar
ço,
1866.
—Senhor.
—Bemdito
seja
Do-!
\
sua Hevaleseière
salvou
me
a
vida.
O
meu
temperamento,
naliiralmente
fiaco.
estava
arruinado
em
consequência
de
uma
horrível dispepsia
que
durava
h»
cito
an
nos,
tratado
sem
resultado
algum
favorá
vel
pelos
médicos,
que
declaravam que
al-‘
guns
mezes
de
vida
me
restariam,
quan
do
a
eminente
virtude
da
sua
SSevafips-
cière
me
restituiu
a
saude.
—
A.
B
kijne
-
li
È
re
,
cura.
Cura
n.°
78:364.
—
Mr.
e
tn.
me Leger,
de
doença
do
figado,
diarrhea, tumor
e
vo
milos.
Cura
n.°
68:47/.
—Mr.
Pierre
Castel-
li,
abbade,
de
prostração
completa
na
edade
de
85
annos
;
a
Hevalescière
re
moçou-o.
«Prégo,
confesso,
visito
os
doen
tes,
dou grandes passeios
a
pé,
e
sinto
o
espirito
lúcido
e
a
memória
Pesca.»
E’
seis
vezes mais
nutritiva
do
que
a
éa?-
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes
o seu preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miudo
em
toda
a
pe
ninsula
:
Em
caixas
de
folha de lata,
de
kilo.
500
; de
</,
kilo
800
rs
;
de
um
kilo,
l$40C
reis;
de
2‘
/
t
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki
los,
6$400;e
de
12
kilos,
120000
rs.
Os
biscoitos
da
RevalascÂére
que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendam-se
em caixas
a
800
e
10400
reis.
O
melhor chocolate
para
a
saúde
é a
ÍSevaiesscSère
ehoselatadn
;
elia
re.s-
titue o
appettite,
digestão,
sotnoo,
energia
e
carnes
duras
ás pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta dez
vezes
maif
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário
sem
esquentar.
Em
pó
e
e-m
paus,
em
caixas
de folha
d<
lata
de
12
chavenas,
500
reis
;
de
24
cháve
nas,
800
reis,
de
48 chavenas,
10400
;
de
120
chaveuas,
30200
reis,
ou
25
reis
cada
chavena.
ÍKI BABKY
C.a MffilTKD.
-
Place Veudòtne,
26,
Paris.
77 Regenl-
tàtreet,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os
pbarmaceuticos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc.,
das províncias
devem
diri
gir
os
seus
pedidos
ao deposito
Central
;
snr.
Serzedello
&
C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
aasfi»»»,
(por
grosso
e
miudo);
Azevedo
Filhos,
praça de D.
Pedro,
31,
32,
Barrai
&
timão»,
rua
Aurea, 12
—
?or-
J.
de
Sousa
Ferreira
&
irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPÓSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NH0.=*Aveivo,
F.
E.
da
L
uz
e
Gosta,
phann.
—
fiSiarcell«»«i, Antomo' João
de
Sousa
Ramos,
pbann., Largo
da
Ponte.—
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Plnrm., rua
dos
Chãos'31
—
Pipa
ác
Irmão,
rua
do
Souto.
—
Vias?mis
tóo <Da«-
ÉeíS®, Àfiouso
drog.,
rua
da
Picota;
J.
A.
de
Barros,
drog.,
Rua
grande. 140.
—
Gwtisisaaríg®». A.
J.
Pereira Martins,
pharm.—
Aotonio
d
’Araujo
Carvalho, Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
silva,
drog.,
Rua
da Bainha,
29
e
33.
—
«•rnsíBrl,
Miranda,
pharm.
—
Fos-ío.
M.
J.
de Sou
sa Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Veimelha;
E.
J.
Pinto,
pharm., Largo
dos
Loyos,
36;
Viuva
Desirè Rahir,
Rua
de
Cedofeila,
160;
Fontes
&
C.
a
,
drogs.,
Pra
ça
de D. Pedro,
105
a
108;
Antonio
J.
Saldado,
Pha<macia
Central,
Rua
de
San
to
Antonio,
225 a
227.—JRezste
do
<«*•
m®.
A,
J. Rodrigues
Barbosa,
pbann.
—
rua
«So
Vurzim,
P.
Machado
de
Q!i«e'ra,
pharuia.
—
Valença
do
.Vinho,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.—
Vifila
râ-i
©oaaaie,
A.
L.
Maia
Torres
pharm.
Agradecimento
e
convite.
Álvaro
Maria
da
Costa
e
Manuel
Au
gusto da
Costa,
penhorados
pelos
obsé
quios que
receberam
de
todas
as
pessoas
de
sua
amisade
e
relações,
poi
occasião
do
faliecimento
de
sua
sempre
chorada
mãe,
Quiteria de
Jesus
Maria
da
Costa,
servem-se
d
’este
me'0
para
a
todos
agra
decerem os
obséquios
que
lhe
dispensaram;
e convidam
para
se
dignarem
assistir
a
uma
missa,
que
por alma
da
finada
será
celebrada
na
quarta-feira,
por
9
horas
da
manhã,
no
altar
de
S. Pedro de Rales,
da
Sé
Primaz.
Por
tudo
se
confessam
gratos
e
reconhecidos.
(514)
Os
abaixo
assignados,
penhoradissimos
para com
todas
as exm.
aí
senhoras,
e
exm.os
snrs.
que
os
cumprimentaram,
e
tiveram
a
bondade
de
se
interessar
pelo
estado
de
seu
filho
e
irmão,
Frederico
Au
gusto
Cruz,
pela
occasião em
que
esteve
gravemente
enfermo
no
local
do
Senhor
do
Monte,
veem
por
este
meio,
emquan-
to
o não
fazem
pessoalmenle,
agradecer
muito
cordealmente
as
provas
de
estima
e dedicação
que
lhes
foram
manifestadas,
protestando
a
reciprocidade
de
sua estima,
e
eterna gratidão.
Braga,
29
de
setembro
de
1877.
(521)
Emitia
Adelaide
Cruz
Joaquim
Pereira
da
Cruz
Carlos
Vilo
Pereira
da
Cruz.
Thomé
de
Sousa
Pereira
Veiga,
José
Rodrigues
Pereira
Veiga
e
suas
famílias,
servem-se
d
’
este
meio
para
agradecerem
à
todas
as
pessoas
de
sua amisade e
rela
ções
que
lhe
prestaram
serviços
e
os
cum
primentaram
por occasião
do
fallecimento
de
seu esiimado
irmão,
Antonio
Caetano
Pereira
Veiga.
Por
esta
mesma
fóruia
agra
decem
á
Direcção
do Monte-Pio
de
S.
José
e
socios do
mesmo,
a
generosa
resolução
que
tomaram
não só
acompanhando
á ul
tima
morada o
finado,
mas
também
todos
os
serviços que ao mesmo
dispensaram
como
ultima
humenagem
prestada
áquelle
que
tinha
sido
um
de
seus
socios;
a to
dos
se
confessam
agradecidos
e
proieslam
sua
gratidão indelevel.
(522)
Os
abaixo
assignados,
veem
por
este
meio
agradecer
ás
pessoas
que
se
digna
ram
cumprimentai
os.
e
lhe
prestaram
ser
viços
por
occasião
do
failecimento
de
seu
presado
marido
e
irmão,
Antonio
Caeta
no
Pereira
Veiga; a
todos
protestam
seu
reconhecimento
e
gratidão.
Braga,
27
de
setembro
de 1877.
Anlonia
Narcisa
d’
Araújo
Veiga
José
Antonio
Pereira
Veiga.
Éditos
de
30
dias
Pelo
juiso
de
direito
da
comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
do
quinto
oíTicio
Antonio José
Gonçalves, se
publi
cam
éditos de
trinta
dias
a
contar
da
pu
blicação
do
ultimo ânnuncio,
a
citar
todos
os
credores
e
legatários
incertos
do
finado
Manuel
José
Esteves,
morador
que
foi
no
logar
da
Fonlaínha,
freguezia
de
Espi
nho
da mesma
comarca,
para
no
dito
praso
deduzirem
os
seus
créditos
e
direi
tos,
e
assistirem,
querendo,
aos
termos do
inventario
orfanologico
que
se
processa
por
obito
do
mesmo
finado.
Braga
29
de
setembro
de
1877.
O
escrivão
do 5.°
offieio
Antonio
José
Gonçalves.
Verifiquei.
(518)
Cunha
Pimenlel.
FRANCISCO
JOSÉ DE PAIVA
Ru» de Santo
Amtmwíw
«Sras
Traveu-
sas,
n.° fiS.
Participa
a
todos
os
mestres
e
ama
dores
de
musica,
que
acaba
de
receber
inn
bom
sortimento
de instrumentos
músicos,
tanto
de
metal
como
de
madeira,
;e
har
mónicos)
assim
como um
sortido
de cor
das
de
todas
as
qualidades,
para
todos
os
instrumentos,
e
recebeu
muitos
ac
esso-
rios
pertencentes
á
mesma
arte.
Tem
mu
sicas
im
ressas
pa
a
piano,
piano
e
canto,
e
diversos instrumentos,
o
que tudo
ven
de por
preços
comtrodos.
W. B.
Tninliem se enettrrega
de
eneosnimeíulaB
n
’
este
ajenero.
(525)
------- -------- ---- -------
----------------
------------------
,
IBUBASÍÇ
A
Antonio
José
da
Silva
Mello,
com
es
tabelecimento
de ourivesaria, participa
ao
publico
em
geral,
e
em particular
aos
seus
amigos e
freguezes, que
mudou
o
seu
es
tabelecimento
que
tinha
no
largo
do
Pa
ço
n.°
9,
para
o
mesmo
largo
n,°
3;
es
pera
pois
de
todos,
lhe continuem
a
dis
pensar
novos
favores,
e
convida
a
visi
tarem
o
seu
novo
estabelecimento, aonde
poderão
encontrar
um
variado
sortimento
de
objeclos
da sua
arte.
(520)
Armação para loja
Vende-se
duas
estantes
envidraçadas
e
um
mostrador,
tudo
por preço
commodo.
Largo
de
S.
Francisco
n.°
9,
loja
de
sola.
(524)
ÉDITOS
Pelo
juiso
de
direito
da comarca
de
Braga,
e
cartorio
do
escrivão
do
qum-’
to
cilicio,
Anlonio
José
Gonçalves,
se
pu
blicam
éditos,
a
citar
lodos
os
credores;
e
legatários
incertos
do
finado
José
Ro
drigues,
lambem
conhecido
por
José
Pi
Ião,
morador
que
foi
no
logar
da
Carca-
míja,
freguezia
de
S.
Martinho
de
Dume,
da
mesma
comarca;
para
no
praso
de
trin
ta
dias,
a
contar
do
ultimo
annuncio
que
se
publicar,
deduzirem
os seus
créditos
e
direitos,
e
assistirem,
querendo,
aos ter
mos
do
inventario
que
se
processa
por
obilo
do
dito
finado.
Braga 29
de
setembro
de
1877.
O
escrivão
do
5.°
oíficio
Antonio
José
Gonçalves.
Verifiquei.
(519)
Cunha Pimenlel.
Arrematação
O
concelho
administrativo
n
’
infanteria
8
annuncia, que
no
dia
12
do
proximo
futuro
mez
de
outubro,
pelas
11
horas
da
manhã
tem
de proceder
á
arrematação,
em
hasta
publica do
fornecimento
de
1:724
kilogrammas
de
palha
côlmo,
convidando
para esse
fim
a quem convier
encarregar-
se
do
dito
fornecimento
a
comparecer
no
seu
quartel
no
indicado
dia
e
hora.
Quartel
em
Braga,
29
de
setembro
de
1877.
O
Secretario
José
Teixeira
Pinto,
(526)
alferes
d
’infanleria 8.
DISSOLUÇÃO SOCIAL
E
TRAS
PASSE
DE NEGOCIO
O
abaixo
assignado
declara
que
tendo
sociedade
tacita
com
o
snr.
José
Velloso
de
Sousa
Guimarães,
desde
1
de
julho
de
1870,
liquidára
e
dissolvera
em
26
de
maio
do
anno
corrente;
e
que a este
mes
mo
snr.
e
conjuntamente
ao
snr.
Anlo
nio
d
’
Araujo
Rocha,
fizera
cessão
e
tras
passe
de
tudo
o
que
compunha
o
seu
acti-
vo,
confórme as
condições
da
respectiva
escriplora
exarada
nas
notas
do
Tabelião
João
Marcos d
’
Araujo
Ribeiro,
d
’
esta ci
dade,
com
data
de
18
d
’agosto
d
’
este
mes
mo
anno.
Mais
declara
que
a
extincta
sociedade
nada
ficou devendo
a
pessoa
alguma.
Braga
1
d
’outubro
de
1877.
Manoel
Anlonio
da Silva
Pereira
Guimarães.
(523)
VENB.l
BE
CASAS
Uma
na
rua
do
Charqueiro
de
1
andar
e
quintal,
n.°
4.
Duas
terreas, n.os
7
e
8,
com
quintal, na
dita
rua.
Duas
nas
escadas de Guadelupe,
com
quintal,
n.
os
16
e
17.
Uma
na
rua
das
Aguas,
feita
de
novo.
Quem
as
pertender
trata
se
com
a
Ge-
rencia
do
Banco
do
Minho.
(263}
CIKUlt&IÃO
OESTISTA
APPROVADO
PELA
ESCOLA MEDICO-CIRURG1-
CA
DO
PORTO
Rua
de
S.
Marcos
n.°
19.
BR
a
GA.
.
•*
Faz tudo
quanto diz respeito á
sua
arte
e
continua operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580
ARRENDA-SE
Uma morada
de
casas
de dous
andares,
com
quintal
e
poço e construída
de
novo,
na
rua
de
S.
Geraldo n.°
18.
Trata-se na
mesma.
(482)
Venda
de prédios
Quem
pertender
comprar,
duas
mora
das
de
casas
e
dois
terrenos,
na
praia
de
banhos
d
’
Apulia,
falle com
Antonio
dos
Santos
d
’
Azevedo
Magalhães.
O
producto
da venda,
convido,
póde
ficar
na
mão
do
comprador
a
juro
de 5
0|Q
ao
anno
me
diante
a
respectiva
hypolheca.
(509)
a
saísir
de
I.isbnn
SALIER em
5
de
Outubro
KRON
PR1NZ em
15
»
Para
Bahia,
5lâo
levando passageiros
de
3.a
classe
para
Santos,
Rio
Grande,
Paranaguá,
Santa
Calharina,
Porto
Alegre,
com
transbordo
no
Rio
de Janeiro
e
acceitando
passageiros
para
as
principaes
cidades
do
interior
como
S. Paulo,
Campinos,
Campos,
etc.
pelo
preçOjdas
passagens
para
o
Rio
de
Janeiro
Esta
companhia
de
paquetes,
uma
das primeiras na
carreira
do
Brazil,
ainda
que
pouco conhecida pelo pouco
tempo
que
tem
de
existência,
fez
grande
redução nos
preços rias
suas passagens,
sendo
a
de
3.
a
classe
para o Rio
de
Ja
neiro
com
transporte
do
raminho de
ferro
até
Lisboa
365000
reis.
Todos
os
mais
esclarecimentos,
dão-se na rua
do Souto
n.°
56
no
agente
da
companhia.
[584]
Carvalho
y
S.
a
de um
gosto agradavel, adoptados com grande exito ha mais de 20 annos pelos
melhores
médicos de Paris; curâo os deflussos, gripe, tosse, dores de garganta,
catarrho
pulmonar,
irritações do peito, vias urinarias e da bexiga. Paris,
BLAYN,
Pharmacien à Paris, 7, rue du Marché Saint-Honoré. Preços 540 a
810
reis.
Pasta 260 reis,
Em Lisboa : Barreto, e em todas Pharmacias. etc.
Hygieni»*
y
pretervatíva;
abaolutamenta
a unieaqw eunaem Lhe juntar mais nada. Vende-
se
nas principie»
pharmacias do mundo. Exigir a
instruoçio
do uso. (M aáo» de
exito.} Pttll, casa do
ia Mogenta, /N. Lista, S' Barreto Loreto 28 í 30.
INJECTION
BROU
Linimento
BOYER-MICHEL
para caval-
los, lazendo
as vezes
de fogo e não deixando
vestígios
do
seu
emprego M
ichbl
, pharm
v-
ceutico
em Aís
(na Provença) França. -
Preço
1,000
reis. — Em
Lisboa <> snr Barreto. Loreto, n
°
28-30/25)
FLUIDE
IATIF
oe
JONES
Por
suas propriedade»
benefica»,
goza este pro
ducto de alta e merecida reputaçSo.
Suaviza e ama
cia
a
pelle, allivia as irritações causadas pelas mu
dança»
de
clima, pelos
banhos do mar,
impressões
dosagradaveis
do
vento ou do calor, etc, etc.
Uma
simples applicaçSo faz desapparecer as ra
chaduras
das m5os e dos beiços. Preço 650
reis.
PARA
0S
CUIDADOS
D0
TOUCADOR
É
muito digno de ser
recommandado ó Sabão
latif,
que possue
todas as propriedades suavizan-
tes
doFluide.eumaroma
delicadíssimo.Preço
500 r'.
23, Boulevart
des
Capucines, Paris,
De Fronte da entrada do Grand-:lotei.
Fabricante
de
Escova» Inglesas Perfumeria, Loja
de
papel,
Objetos
de Fantasia, Estojos diversos,
g
Cutelaria, Artigos
de
Luxo, Luvas, etc.
Deposito
em
Lisboa,
snr.
Barreio,
Loreto
n.°
28
—
30
(26
*)
TENDA
.
0 H
Vende-se
a
quinta do
Bar
rai, sita no
logar
do
mesmo
nome,
na
freguez/t
de
Semelhe,
a limilar
com
a
de
S. Jerony-
mo
de
Real,
junto
a
Braga,
com
todas as
suas
pe
’
tenças,
juntas
ou
separadas,
é
os bens
das
Pêgas,
ua
freguezia
de S.
Je-
ronymo,
a
limitar
com
aquelles
Os
bens e
montados
a limitar
em
parte
com
os
da
quinta
de
Real.
Para tractar,
rua
dos
Capellistas
C-
Braga.
(495)
NOVO
HORÁRIO
Teixeira,
Mesquita
&
C.
a
,
fazem
pu
blico que as
suas
diligencias
que
diaria
mente
tem
para
a
Povoa
de
Lanhoso
e
Senhora
do
Porto,
ás
6
horas
da
manhã
e 2
e tres
da
tarde,
desde o
dia
1
d
’
ou-
tubro principiam
a sair ás
seis
e
meia da
manhã,
e
de
tarde
á
uma hora
para
a
Senhora
do Porto
e
2
para a
Povoa
de
Lanhoso.
Annuncia
mais
Manuel Teixeira
que a
sua
diligencia
que
diariamente
tem
para
o
Penedo
a
sair
de
Braga
ás
5
e
meia
ho
ras
da
manhã,
desde
o dia 10
de
outubro
em
diante,
principia
a
sair
ás
7
horas
da
manhã,
em
direitura a
Salamonde.
Os
bilhetes
vendem-se
em
Braga, na
tabacaria
do
bem
conhecido
Ribeiro
Braga,
na
praça
do
Barão de S.
Martinho
n.°
29.
Braga 28
de
setembro
de
1877.
(513)
Pelos
annunciantes=Z?í6eã
’o
Braga.
FESTIVIDADE NO LOGAR DA
NAIA
Os devotos
da milagrosa
Imagem de
N.
Senhor
das
Afflicções,
que se
venera na
sua
capella
da Naia,
freguezia
de
Ferreiros,
leem
destinado
fazer
a
solemne
festivida
de
ao
mesmo
Senhor
no
dia 7
d
’
oulubro
,
proximo,
havendo
na
manhã
do
dito
dia
confessores
na
capella,
para
os
fieis
que
d
’
elles
se
queiram
ulilisar,
sendo lhes
con
cedidas
pelo
Exm.°
e Revm.°
Snr.
Arce
bispo
Primaz
60
dias
de indulgência.
Ha
verá lambem
de
tarde sermão
e
no
fim
leilão
de
prendas,
durante
o
qual
tocará
uma
banda
de
muziea
escolhidas
peças.
Os
mesmos
devotos
fazem
publico
que,
até
á
festividade
do
anno passado,
tinham
sido
ditas na capella
e
na
parochial
egre
ja
de
Ferreiros,
215
missas
pelas
Almas
de
lodos
os
bemfeitores
vivos
e
defun-
ctos,
e
desde
então
até
agora
teem
sido
ditas mais
71,
na
mesma
capella,
e
pela
mesma intenção,
nos
domingos
e
dias
san
tos.
(515)
GOLLEGIO INGLEZ
DO
Sagrado
toraçãw
<íe
Tlarin, Virgem
Itíisnue
u
latia
RUA
DE
S.
MIGUEL-O-ANJO
Abrem-se as
aulas
no dia
1
do
pro
ximo
outubro.
Este
collegio
continua
a
funccionar,
segundo
as
condições
do
respectivo
pro-
gramma,
que
se
enviará
a
quem
deseje
ter
esclarecimentos
d
’
esla
casa
de
educa
ção
para
meninas.
Braga
21
de setembro
de
1877.
A
Directora
Thereza
Hennessy.
(508)
Arrematação
A
Commissão
administradora
da
Santa
Casa
da
Misericórdia
d
’
esta
cidade,
faz
publico,
que
no
dia
15
do
proximo
mez
(Tontubro,
pelas 10
horas
da
manhã,
leià
logar
na
ante-sala
das
sassões
a
arremata
ção
do
fornecimento
de
carne
de
boi
e
de
vitella,
de
pão
trigo
e
de
mistura
para
os
doentes
do
Hospital
de
S.
Marcos,
assim
como
a
de
cera
precisa para
as
egrejas
da Misericórdia e
do
Hospital.
As
condições
acham-se
patentes na
se
cretaria
do
referido
Hospital.
Braga
28
de
setembro
de
1877.
O Secretario
da
Commissão
(516)
João
Manuel
Corrêa.
DINHEIRO
A
JURO
Quem
quizer
dar
4
a 5
contos
de
reis
a
juro,
sobre
hypotheca
e
fia
dor,
falle n’
esta
redacção que se
di
rá
quem
o
pretende.
(517)
O
bacharel
José
Joaquim
Gomes d
’
Arau-
|o
Alvares
faz publico
que,
não
respon
de,
nem
jámais
responderá
por
divida ou
obrigação
alguma
conlrahida
por seu
filho,
José
Gomes
d
’
Araujo
Alvares,
e protesta
contra
a
nullidade
de
qualquer
acto
ou
contracto,
a
que pess<
as
mal intenciona
das
o
tenham
levado
ou
possam levar.
Aluga-se
a
casa
n.°
7,
na
praça
d
’
Alegria,
construída
de novo
e
com elegancia. Esta casa tem
uma
boa loja
para
qualquer
negocio,
e
póde-
se
alugar
junta
ou
em
separado.
Quem
a
pretender
falle
com
seu
dono
na
rua
No
va
de
Sousa
n.° 56.
(474)
Arções
e
promissorins
ile
baneoa
e
eoEiipiiiiiiiag
Compram-se
e
vende-se
na
rua
Nova
de
Sousa n.° 9.
(510)
Os
RebiifadoH
mytiliews,
de
na
tureza
balsami.ca, calmante, peitoral
e
ex-
pectorante,
são o melhor
dos
remedios
até
hoje conhecidos
nas doenças
tossicol.osas.
Caixa
200 reis.—
Meia
caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Anlonio, 227,
no
Porto.
Em Braga:
PHARMACIA
DOS
0R-
PHÃOS,
praçg
Municipal.
(455)
BRAGA,
TYPOGR
à
PIIIA
LUSÍTÀ.JSA--
1
8
i".
Parte de Comércio do Minho (O)
