comerciominho_01111877_708.xml
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-
FOKMA
COMMEllíIIAE,,
MJElLJMaMOSIA.
®2
I^XíTICHSSA..
EDITOR
E
PROPRIETÁRIO JOSÉ
MARIA
DIAS
DA
COSTA,
RUA NOVA
N.°
u
E.
■ffijt*-.'--
wxmwaWF
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
PREÇO
DA
ASSIGNATURA
5.°
ANNO
Brasa,
12 mezes
..................
1&600
,
’
6
.......
•
850
Correspondências
partic.
cada
linha
40
Annuncios
cada
linha
........
20
Repetição........................ 10
PUBLICA-SE
AS
TERÇAS. QUINTAS
E
SABBADOS.
Províncias,
12
mezes...............
2&000
»
6
»
...............
1&050
»
sendo
duas
assignaturas
3&600
Brazil,
12
mezes,
moeda
forte.
.
3&600
Folha
avulso.......................
10
N.
“
708
O
dobrar dos campanarios,
que
hoje nos
vém surprehender
no
meio das nossas
tristezas,
ou das
nossas alegrias,—
dos
nossos
risos
ou das nossas la
grimas;
convoca-nos a um lo
gar
de acerbas recordações,
a
um
logar de infinita
saudade.
E’
aquelle,
onde no seio do
pó cohabitam os despojos'
mor-
taes
dos
entes
que mais caros
nos foram durante o seu pere
grinar por este valle de pran
tos.
Não
ha
ninguém que não
tenha por quem chorar,
e
orar
neste
dia.
Oremos, pois, pelos
que nos
precederam ao
entrar
nos
áditos
da
Eternidade, para que ama
nhã
orem
por nós os
que ainda
não tiverem os seus dias con
tados.
BISACSA
—
QUIKTA-FEIKA
fl
5>E
imOBR®
ÊJE
A»
eaeoEns
tíitxêiss.
Já
alguns
orgãos
da
imprensa
liberal
andara
ahi
a
proclair.ar-nos
as
excellen-
cias
das
escolas
d
’instrucção
primaria
mixlas,
isto
é,
onde
os
alumnos
de
ambos
os
sexos
são
educados
promiscuamente.
Nem
são
para
nos
surprehcnderem
es
tes
encomios
das
folhas
revolucionarias
a
urnas
instituições,
cujo
resultado
deve
ser
necessariamente
a
desmor.disação
precoce
das
creanças;
pois
que
é
sab
do
que
a
revolução
nasceu
da
corrupção
dos cos
tumes,
d’
ella
vive,
e
n
’
ella
tem
as
suas
mais
bem
fundadas
esperanças.
E
facil
nos seria,
se
nos pedissem
as
provas
d
’es-
te
nosso
asserto,
apresenlal-as
tiradas
não
só
dos
factos,
qne
ahi
presenceamos
ge
ralmente,
mas
lambem
das
próprias
con
fissões
dos
revolucionários
mesmos.
Póde
haver
todavia
alguém
de boa
fé,
que
se
deixe
seduzir
pelo
canto
da
sereia,
e
que
acredite
nos
miríficos
resultados
das
taes
escolas
mixlas,
tão
apregoadas
pelas
trombetas
liberaes,
e
que
se
dizem
adoptadas
com
máximo
proveito
nospaizes,
que'
marcham
na
vanguarda
da
civiiisação.
Cumpre
portanto
que.
para
prevenir
os
incautos
e
desilludir
os
illusos,
cite
mos
o que
occorre
n
’um
d
’
esses
paizes,
exaclamente
n
’
aquelle, que
ahi
nos
é pro
posto
todos
os
dias como
modelo
pela
im
prensa
liberal;
queremos dizer
nos
Esta
dos-Unidos
da America.
E
para
esta
nossa
exposição
soccorrer-nos-hemos
de
uma obra
recentemente
publicada
em
França
(1876).
e
baseada
não
só
na
observação
directa
e
viva dos
factos,
mas
lambem
no
testi-
munho
de
muitos
americanos auciorisados
pelo
seu
caracler, pelas
suas luzes
e
pela
sua
posição social.
Dêmos
pois
a
palavra
ao
snr. Cláudio
Jannet,
cujo
excedente
livro
—Les
Etals-
Lnis
Contemporams
— ousamos
inculcar
áquelles,
que
de boa fé
quizerem instruir-
se
sobre o
que
seja
a
grande
republica
modelo,
que
faz
a
admiração
e
o
enlêvo
dos
nossos
políticos
e
estadistas.
d’agua
chilra.
«Reconhecemos
igualmente
(diz
elle)
a
influencia
da
maçonaria
no
syslema
das
escolas
mixlas
para
rapazes
e
raparigas,
que
ella
propaga
por
toda
a
parte,
não
obstante
a
repulsão,
que
inspira
ás
fatni-
lias
honestas.
Tal
syslema está
hoje
es
tabelecido
em
muitas das
grandes
cidades
americanas,
sob
o
império d’esse
engôdo
banal,
que
as
lojas sabem
tão
bem
pro
duzir.
Gaba-se
a
emulação, que
se
esta
belece
entre
as
creanças
dos
dois
sexos,
o
adoçamento
dos
costumes,
que
se
produz;
íica-se
extasiado
diante
das
fi
guras
e
das
danças, que
os
rapazes
e
as
meninas
executam ao
som
do
piano
to
cado pela
mestra
da
classe,
e
que fazem
lembrar
os
córos
antigos.
Mas
para
quem
quer
descer
até
ao
fundo
das cousas,
o
resultado
de tudo
isto
é
uma
horrível
de
pravação
dos
costumes da
infahcia, de
pravação
bem
mais
grave
do
que
aquella,
que
se
traduziria
por
uma
elevada
cifra
de
nascimentos
naturaes».
Aqqi transcreve
o estimável
auctor,
em
appoio
do
que
acabamos
de
ver,
o
testimonho
insuspeito
do
jornal
americano
«New-York
Herald»,
o
qual
diz
que o
professor
Agassir,
querendo
investigar
re
centemente
as causas
do
espantoso
desen
volvimento
da prostituição
na cidade
de
Boston, percorrêra
os
antros
do
infame
vicio,
cujas
desgraçadas
victimas
inquirira
sobre
as
causas,
que
as
haviam
arrastado
ã
sua
queda;
e
soubera
cora
grande sur-
preza,
que
a
maior parte
d
’
ellas
a
attri-
buiam
á
influencia,
sob
que
haviam
es
tado
nas
escolas
publicas,
em grande
nu
mero
das
quaes
os livros
e
as gravuras
roais
obscenas
circulam
entre
as creanças
dos
dois
sexos.
E este
mal,
accrescen-
tava o
referido
periodico,
não
se
limita
só
a
Boston,
mas
estende
se
a
outras
cidades,
e até
aos
campos.
«No
seu ultimo
relaiorio
(prosegue
mr.
Jannet)
o superintendente
das escolas
de
Broockiyn
assignalou
os
graves
abusos
moraes,
que
produz
a
promiscuidade
das
creanças
dos
dois
sexos. Constanlemenie
estão
jreferindo
os
jornaes
factos
d
este
genero;
mas
a
iufatuação
do
publico é tal,
que se
fecham
voluntariamenlo
os
olhos
aos
escândalos,
só
para
se
não
abandonar
uma
pratica
evidentemente
errónea».
Ora
entre
nós
o
procedimento
dos jor
naes,
que
devendo
saber
o
que
tal
pra
tica
tem
produzido
de
mau
lá
por fóra,
persistem
em
querer
aqui inlroduzil-a,
não
merece
só
o
nome de
infaluação.
E
’
cousa
muito
peior;
é
refinada
má
fé;
é
ura
crime
de
lesa-sociedade,
pois
o
que
se
pretende
é
corromper
a
mulher,
e
por
meio
d’
esta
a familia,
e
por
meio
da
fa
mília
a
sociedade
inteira.
Isto
é Ires
vezes infame;
e
a
razão
recusar-se-ia
a
acreditar
tanta
perversi
dade,
se
não
tivéssemos
ahi
as
provas,
de
que
são
calculados
todos
estes
exforços
da
revolução
para
corromper
tudo,
porque
é
do
meio
da
corrupção geral
que
ella
espera
ver
sair
o
seu
final
e
incontestável
triunfo.
Estejam pois
de
sobre-aviso
os
homens
de
boa
fé.
Não se deixem
embair
pelos
capciosos
discursos
d
’
estes
arautos
da
edu
cação
á
moderna,
se
não
querem
levar
a
sociedade
a
um
abysmo,
de
que
ne
nhuma
força
humana
poderá
talvez de
pois
salval-a.
d
.
m
.
s.
A
’
Redaeçílo
do aConimereio
do
Minho».
Londres,
49
de
Outubro,
4877.
SUMMAR1O.
(.ConclusãoJ
V.
—A
crise
eleitoral,
e
lula
dos Partidos
em
França.
V.
—
Um dos
mais
perniciosos
exem
plos
que
a
Inglaterra
nos
deu,
e
fomen
tou
n
’
outras
nações
para
que
n
’isso a
imi
tassem,
foi
a
praga
dos Partidos.
Faz
saudades
a
quem
ainda viveu
em
tempo
que
tal
praga
não
existia
na
Pairia,
esse
estado
de
cordial
irmandade
e
compatrio-
lismo
verdadeiro.
A Inglaterra
sabe
muito
bem
porque,
e
para
que
fomentou
e
fez
nascer
nas
outras
nações
da
Europa essa
piaga
dos
partidos,
á
sua
imitação delia,
na parle que
a
cousa
tem
de
mao,
de
peior,
para
essas
outras
nações;
e
que
muito
pouco
a
affecta a ella
própria.
Quero
dizer,
a
realidade,
a
verdadeira
divisão
e
antagonismo
político
entre
os
diversos
partidários.
Aqui,
a
divisão,
o
antagonismo
dos
partidos,
com
pouquís
sima
excepção
não é
mais
que
uma
farça,
um jogo;
que
se reduz,
a
ver
quem
hade;
por
esta
vez levar
o
bôlo
do
poder,
dos
j
empiegos
e da influencia,
por
algum tempo;
mas
sem
n
’isso
pôr
inimizadas,
odios
e
rancores
profundos;
e
sobre
tudo,
debaixo
da
inlelligencia,
que
n
’aquillo
em
que
vá
verdadeiramente
o
interesse
capital,
ou
o
perigo
da influencia
e
grandeza,
e
poder
da
Patria
do
Estado,
não
ha
partidos
—
Tory,
Whig, ou
Radical
mesmo,
é
tudo
um.
Em
nenhum
outro
paiz
da Europa a
cousa
assim
é;
fora
d’
aqui,
o interesse
do
partido
prefere
a
todo
outro;
e
leva
o
mesmo
interesse
partidário
comsigo, certo
rancor
pessoal,
certa
hostilidade,
certa
in
veja,
que, no
conjunto
dos
partidos
diver
sos,
os
torna
como
duas
nações
inimigas
e
rivaes,
que
a
todo
proposito
se
hosti
lizam
e
contrariam.
Assim um partido
puxa
o carro
do
Estado
para
a direita,
o
outro
para
a
esquerda;
e
portanto,
quando
o
carro
se
move para o
lado
do
partido
que,
pelo
momento, tem
mais
força,
mo
ve-se
para
ahi,
sim,
mas
com a
velocidade
e
vigor
diminuídos
no
valor
da
resiten-
cia
que
lhe
oppõe
o
partido
antago
nista.
Aqui
não
succede
assim, senão
em
cousas
de
pouca
inonta,
e
sem
prejuízo,
para
o
Estado;
é esgrima
e
diversão:
ma§,
desque
se
trata
de interesses
vilães,
ou
mesmo
de
grande
importância
sómente
para
a
communidade,
cessa
a influencia
e
sentimento
partidário
e
lodos
os
cha
mados
partidos
começam
a
puxar
pela
carroça
commum
na
direcção conve
niente.
A
Inglaterra
conhece,
que
nos
outros
paizes
onde ella
tem
conseguido
inocular
um
simulacro
do
seu
syslema
de Governo
(que não
pode
ser
utilmente
applicado,
sem
mudanças,
senão
a quem
tenha
ca
racler
idêntico
ao
Inglez),
produz
elle
di
visão, desordem,
anarquia
(mais
brava
ou
mansa),
desordem,
fraqueza,
subserviência
a
ella Inglaterra,
e
lisonja
á
sua
vaidade;
sendo
ainda
comprimentada
e
recebendo
agradecimento,
por
ler
anarquizado as
nações,
e
ter nellas introduzido
a
desor
dem,
a
dissipação,
o
desgoverno,
a
des
união,
e
com
isso
tudo,
a fraqueza
e
a
vergonha.
E
’
á
vista
desta
verdadeira
theoria,
que
se
deve
avaliar
o
modo
porque
es
crevem
e
ajuizam
ou
inculcam
o que
se
passa
neste
momento
em
França,
os
Cor
respondentes
Inglezes;
por
exemplo
o
do
Times
em
Paris, que,
no
primeiro deste
mez
lhe
escreveu:
—
«O
voto
de
14
de
Outubro»
(quando
vam
ter
logar
as
elei
ções)
«será
inleirainente
plebiscitario;
pro
nunciando,
sem
possibilidade
de incerteza,
entre
os
dois
Partidos.
Não
admira pois,
que
solemnes
vozes
de
advertência
e
cau
tela
se
dirijam
á
França.
O
Papa
ergueu
a
sua
voz
das
profundezas
do
Vaticano,
e pronunciou
um
discurso
dos
mais
polí
ticos
e
urgentes que
jamais
sahiram
de
seus
lábios».
Diz
depois,
que
apareceu
também ad
vertência
de
Mgr.
Dupanloup;
que se pu
blicou
o
que
Thiers
acabava
de
escrever,
e
retocava
ainda
quando
morreu.
Diz
mais,
que
o
Conde
de
Chambord,
corre
que
«não
dirá
nada, e
fará
bem.
Que
o
Príncipe
Imperial
lambem
nada dirá;
e
fará
mal».
O
que
depois
acrescenta
é
curioso,
eil-o
aqui,
falando do
Conde
de
Chambord e
do
Napoleãozito:
—
«Ha
uma
differença
completa
entre
estes
dois
Pretendentes.
O
Conde
de
Cbam-
bord
não
tem
adversários,
mas
tem
ini-
nligos.
Quem não
é
por
elle
é
contra elle.
Desgosta-se
do
que
elle
desejava fazer.
Mesmo
aquçlles
a
quem
a
sua
preserça
sobre
o
trono
de
França
exasperaria, não
lhe perdoam
o
ter
desdenhado
a
offerta
que
delle
se
lhe
fez;
e
tão
pouco
lhe
per
doam
o
ler
aspirado
ao
mesmo
tbrono.
Mas
todos,
apezar
do
edio que
lhes
ins
piram,
sam
forçados
a
admittir
o
mérito
da
franqueza
de
seus
movimentos
retra-
grados.
Os
seus
partidários,
pelo
contra
rio, não são impopulares.
Sabe
se
que
detestam
a
liberdade
moderna,
muito
mais
pelas
liberdades
que
ella
deu,
que
pelos
crimes
que
perpetrou;
porque
estes
lhes
fornecem
argumentos
para
invectivarem
contra
ella;
emquanto
as
liberdades
lhes
sam
a
eíles
obstáculo.
Mas
entie
os
seus
concidadãos, conservara
respeito
pessoal,
e
apezar
do
seu fanatismo,
sabe-se,
que
sam
incapazes
de
violência,
fraude,
cu
trai
ção».
E
’
preciso
que
seja
tudo
isto
muita
verdade,
para
’
que
este
liberalíssimo
Cor
respondente
assim
fale;
e
á
vista
desta
opinião
e
sentimentos,
é
possível, nas
eleições
que vam
ter
logar
brevemente,
á
opinião
monarchica
encontre
mais
apoio
do
que
se
pensa,
principalmente
pelos pro
vincianos.
Se
não
estou
muito
enganado,
este
mesmo
grande empenho
que
se
mostra
na
Inglaterra
pelo
triumpho
da
Republica
em
França,
se
nelle
lá
se,
advertir,
não
creio
ajude
as
causas
que
aqui
se
tem
a
peito,
a
da
Republica entre
uns,
a do
Napo-
leãozito
entre
outros,
e
talvez
os mais
im
portantes,
(inclusive
a
Familia
Real,
que
faz
tantas
festas
e
acolhe
com
tantas
at-
lenções,
o
napoleãozito
e
sua
Mãi). De
resto,
se
elle,
como
é
probabilissimo,
se
guir
as
inspirações
do
Pai
(que
affectando
tanto imitar
seu
Thio o Grande,
o
desi-
naitava
no
ponto
principal, opposiçào
aos
Inglezes
e
a
Inglaterra],
não
pode
este
paiz
desejar
outra
cousa,
ou
que mais
lhe
con
venha,
que
ter no
tbrono Francez
um
Proconsui
Britânico.
15.
A.TT
«J
SSL
AVE
MABIA
Ave,
Maria!
—
Como
um
templo
immenso
Depois
das
pompas
de
solemne
oflicio,
Magestoso,
severo,
inda
fremente
De
cânticos
divinos,
quando tristes
Nos
candelabros
de
ouro
os cirios
dormem,
E
a
lampada
sagrada
a
medo
brilha
Entre
nuvens
de
incenso,
derramadas
Pelas naves
sombrias;
horas
graves
Em
que
muita
oração,
muito soluço,
Soam
atraz
dos
dóricos
pilares,
Tal
nos
parece
a terra,
quando
ao
longe
Fenece
o
dia.
e a
noite
se
apropinqua....
— Ave
Maria!...
O
pavilhão
celeste
Sobre
nossas
cabeças
se arredonda,
Puro como
a
illusão
de
uma
creança
!
Pio
porlico
sublime
do
Oriente
surge
fagueiia
a
estrella
vespertina,
E,
além,
de
nossas
pobres
freguezias
Nos
altos,
alvejantes
canipanarios,
Sôa,
pausado
e
lento,
o
velho
bronze
Dobrando;-
—
Ave
Maria!
—
O
viajante
Que
vem de terra
estranha
e
a
patria
busca,
bq
ajoelha
na
beira
do
caminho,
—
Ave Mariã—
suspiroso
falia.
O cabreiro
que
desce
das montanhas,
Ao
redil
conduzindo
a
grei
singela,
Pára,
levanta
para
os
céos
os
olhos,
E
diz:
—
Ave
Maria!
—
A
mãe
querida
Chama
zelosa
a
prole
abençoada,
Junta
á lareira
da
tranquda
choça,
E
lhes
repele
a
saudação divina.
—
Ave Maria!...
na
soidão
dos
mares
Murmura
o
navegante.—
Ave
Maria!
Resa
o triste
mendigo
nos
alpendres
Dos
paços
festivaes
!
—
O
rico
e
o
pobre,
O
poderoso, o
humilde,
o
rei
e
o povo,
—
Ave
Maria!
—
nessas
horas
dizem!...
—
Ave
Maria!—
Pallida-
e
chorosa,
Eila
medita
á
porta
da
cabana,
A
mais
formosa
e
pura
entre
as
mulheres,
Quando,
volvendo
á estrada
os
bellos
olhos,
A
’
luz
incerta
e
frouxa
de
crepúsculo
Avista
o
Filho
amado
e
seus
amigos.
Fagundes
Varella.
Ineendio.
—
Por
4
horas
da
manhã
d
’
anle-hontem
pegou
fogo
na
casa
da
Quinta
dos
Apostolos,
propriedade
do
nosso
amigo,
o
ex.'nu
snr.
Luiz
do
Valle
Campos
Barreto,
O
fogo
foi
descuberto
por
uns
carreteiros
que
passavam
na
estrada
de
Barcellos,
os
quaes
immediatamenle foram
avisar
os
caseiros
da
mesma
propriedade.
Em pouco
tempo
se
reuniram
no
logar
do sinistro
para
cima
de
cem
lavradores;
das
fregue-
zias de
Ferreiros,
e
Lomar,
es
quaes
em
menos
de
meia
hora
pozeram
a
salvo
toda
a
mobilia
da
casa, cuja
vigia
era
feita
pelo
regedor,
cabos
de
policia,
rei
tor
e
outras
pessoas
amigas
dedicadas
da
angustiada
familia
do
snr.
Luiz
do
Valle.
O
não
ter
o
incêndio
tomado
maiores
pro
porções
deve-se
á
louvável
temeridade
d’
a!guns
lavradores,
que,
conjunctameule
com
o
dono
da
propriedade,
arrostaram
com
os
maiores
perigos. O
snr.
Luiz
do
Valle ainda
sollreu
alguns
incommodos,
por
causa
das
chammas.
Também
compareceu no
local
do
fogo
a
bomba
dos
bombeiros
voluntários,
e
com
ella
muitos
cavalheiros
d
’
esta
cidade,
Estamos
auclorisados
a
dizer,
que,
ten
do
allluido
alli
mais
de
quatrocentas
pes
soas,
e
achando-se toda
a
mobilia
confu-
samente espalhada
pelos
terreiros
da
casa,
nada
faltou.
O
incêndio
consummiu
toda
a
cosinha
e
suas
pertenças,
uma
carruagem,
e
muita
madeira
de
carvalho
e
castanho.
Além
d’
isso
foram
quebrados
vários
moveis,
em
consequência
da
precipitação
com
que
fo
ram
tirados
para
o
campo.
O
prejuízo
é
calculado
n
’
um
conto
de
reis.
Um
pobre
lavrador
do
logar
da Naia,
indo
acudir
ao
fogo,
e
não
acertando
com
o
portal
da quinta, subiu
ao
muro
da
mesma;
porém
com
tanta
infelicidade
que
caiu
d’
elle
abaixo,
ficando
em
estado
muito
perigoso.
Camnho
de ferro.
—O
novo
horário
que
tem
de
regular,
depois
da
inaugura
ção
da
ponte sobre o
Douro,
d
’
harmonia
com
o antigo horário
de
Lisboa,
emquanto
e-te
não
for
alterado, é
o
seguinte:
l.
°
de
Braga ao
Porto
até
Coimbra,
podendo os
passageiros
seguir
a
estrada
de
Barcellos,
bem
como
a
do
Douro e
todas as
suas
intermediárias:
Partida,
de
Braga,
6
h.
Io
m.
da
manhã
(comboio
n.
u
2): recebe
em
Nine
os
passageiros
do comboio
Jde
Barcellos,
(n.°
6)
e
larga para
Barcellos
os
que
para
alli
forem,
no
comboio
(n.°
5)
de
Nine,
que
parte
ás
7
h.
5
m.
Em
Ermezinde
larga
os passageiros
que
vão
para
o
Douro,
os
quaes
devem
sair
para
Cahide
ás
9
h.
12 m.
da
manhã
(comboio
n.°
21).
Chega
ao Porto
ás
8
h.
42
m.,=po-
dendo
seguir
para
Coimbra no
comboio
das
9
h. da
manhã.
2.
"
de Braga
ao
Porto
directamente
a
Lisboa,
e
do
entroncamento
para
Ma
drid:
Parte
ás
2
h.
22
m.
da
tarde
(comboio
n.°
4).
Em
Nine
larga
a
passageiros
para
Bar
cellos
(comboio
n.°
9)
ás
3
h.
5
m.,
e
recebe
os
do
comboio n.°
10.
Em
Erme
zinde
larga
os que
teem
de
seguir
para
Cahide
no
comboio n 0 23,
ás
5
h.
8
m.
da
tarde.
Chega
ao
Porto
ás
4
h.
38
m.,
e
se
gue para
Lisboa
no
comboio
do
correio.
‘
1.®
do
Porto
n
Braga,
que
conduz
os
passageiros,
e
o
correio
de
Lisboa:
Parte
ás 8
h.
45
m. (comboio
n.°
f).
Recebe
em
Ermezinde
os
passageiros
do
comboio
n.°
22
em
Nine
os
de
Barcellos
do comboio
n.°
8.
Chega
a
Braga
ás
11
h.
7
m.
2.°
do
Porto
a
Braga.
Sáe
do
Porto
ás
4
h.
40
m.
da
tarde
(comboio
n.°
3):
traz
os
passageiros
de
Coimbra.
Em Ermezinde
recebe
os
passageiros
do
comboio
n.°
24, e
em
Nine
os de
Bar
cellos,
do
comboio
n.°
12.
Chega
a
Braga
ás
6
h.
57
m.
da
tarde.
íííovo
jornas.—Vae
publicar se
em
Lisboa
um
novo jornal,
illustrado,
com
o
titulo
de
«O
Occidente».
—
Segundo
o
prospecto
que
nos
foi
remettido,
assevera
mos
que
será publicação
importantíssima,
lilteraria
e
artisticamente
fallando
Fwlãssa
cívíí.
—
Começou hontem a
funccionar
o
corpo
de policia
civil
d
’
esla
cidade.
Os
novos
policias
mandaram,
a
expen-
sas
suas,
tocar
uma banda
de
musica
á
porta
do
snr.
governador
civil,
para
assim
festejarem
esta
inauguração.
Kccíêfieaçãa.
—
Em
o n.°
27
do
pas
sado,
publicamos
um
communicado
do
revd.
0
reitor
João Pereira
do
Lago
Oli
veira,
depois
da
assignatura
do
qual
ap-
pareceu,
por
evidente
descuido
de
compo
sição,
o nome do
snr.
padre
João
Re-
bello
Cardoso
de
Menezes.
Um
entre
milhentos
sinistros
typogra-
phicos.
aJoFíoa!
das
Síaenas».
—Publicou-se
o n.
#
130 d
’
esta
interessante
revista
de
litteratura
e
modas,
o
mais
antigo
jornal
que
se
publica
em
Portugal
dedicado
ás
senhoras, contendo
a
deseripção
das
mais
elegantes
toiletles para passeio, baile,
vi
sita,
jantar,
noiva,
para
meninas,
etc.,
detalhe
dos
mais modernos
chapéos,
e
to
das
as
indicações
tendentes
a
modas;
ar
tigos
de
litteratura,
poesias,
etc.
Acom
panha
cada
numero
d
’
este
jornal
dois
fi
gurinos
bellamente gravados e
illuminados
em
Paris,
e
uma
folha
de
debuxos
e
mol
des para
cortar
fato
de
senhoraes.
Papel
Haonstoi*
p<ira
aprender
a escrever.
—Ideou
o
reverendo
padre
Aguiar,
professor
de
surdos-mudos
em
Guimarães,
um
papel
para
se
aprender
a
escripla,
de
que
são
surprehendentes
os
resultados
obtidos.
E’
baratíssimo
este
papel
monitor,
custando
apenas
10
reis
cada
folha
de
8
paginas:
e
n
’
uma
serie
de
8
folhas
tem
os
professores
das escho-
las primarias
todos
os exercícios
graduados
d
’
escripta
desde
os primeiros
traços
até
um
bello
cursivo.
Coma
variação
das
côres
d
’
este
papel,
dispostas
artificiosamente,
captiva-se
a
al-
tenção
e
o
gosto
das
crianças,
para
quem
a
aprendizagem
da
escripla
é
um
recreio
em
logar
de
ser
trabalho
fatigante.
Os
professores
e
os
alumnos
podem
comprar
as
folhas
a
uma e
uma:
e
terão
em
breve
de
certo
algum
deposito d
’ellas
n
’
esta
ci
dade.
E
’
pouca
toda
a
recommendação
d
’
esta
invenção
utilíssima.
Premíoa,
—
Para
a
loteria
de
26
de
outubro
do
corrente
anno
venderam-se
no
estabelecimento
do
snr.
Lourenço Marques
d
’
Almeida,
do
Porto,
os seguintes pré
mios
N.°
103
com
4500000
reis
e
3394,
3883,
6084, 6200,
8350,
11301,
12166,
17160,
22216,
22228,
22232,
31184,
32812,
32827,
33682
com
540000
reis
cada
um
1
Pormenores.
—
A
’
cerca
do
parricídio
praticado
na
Carapinheira,
concelho
de
Monte
ruór-o-Velho,
do
qual
deu
notícia
o
nosso
illustrado
correspondente
de
Coim
bra,
communicam
d
’
aquella
villa
ao
«Pro
gressista»,
de
Coimbra,
os
seguintes
por
menores:
«Chegou hontem
á
tarde
a
esta
villa
uma
força
de
12
praças,
de
infanleria
14,
para
fazer
a guarda
da
cadeia,
até
que
d
’
aqui
seja
removido
para
as
cadeias
de
Santa
Cruz
e
preso
Joaquim
Gonçalves
Rama,
a
quem
hoje
foi
intimado o
des
pacho
do
meritissim®
juiz
de
direito
d’
esta
comarca,
que
o
inicia
como
author
da
morte
de
seu
pae
Francisco
Gonçalves
Rama
Na
tarde
do
dia
22
do
corrente,
foi
apprehendido
pelo
administrador
d
’
este
con
selho
o
cano
da
clavina cora
que
aquelle
desnaturado
filho matou
seu
pae,
e
que
estava
enterrado
no
cerrado
contíguo
á
casa de
habitação
do
assassino. A
cronha
da
clavina
não
appareceu;
e
segundo
af-
íirma
a
sogra
do
assassino
foi entregue
ás
chammas.
As
authoridades
d
’
esta
comarca
são
dignas
do maior
louvor
pelo
zelo
e
es
forços que
téem
empregado
para
que
não
fique
impune
tão
grande
crime.
E'
geral
a indignação
dos
habitantes
d
’
esta comarca
contra
aquelle
criminoso,
protestando
os
habitantes
da
Carapinheira
fazer
justiça
por
suas
mãos, quando por
ventura
aquelle
monstro
escapasse
á
acção
dos
tribunaes».
Guena
do
Oriente.
—
Os
últimos
telegrammas
relativos
á
guerra
do
Oriente,
são
os
que
seguem:
Bucharesl
.
26
—
Começou
anle-hontem
o
bombardeamento
contra
Roustschouk
e
Slobozie,
durando
até hontem
pela
ma
nhã.
As
noticias
de
Kalatrach
annunciain
que
as
tropas
de
Zimmerman
approximam-se
de
Sdistria. Durante toda
esta
semana
tem
pasado
por
aqui
grande
numero
de
tropas
russas
dirigindo
se
para
a
Bulgaria.
S.
Petersburgo
28—0
«Golos»
diz
que
o
general
Tergoukassoff
persegue
Ismail
Hakki-Pachá
para
além
de
Karakelissa e
o
general
Heymann,
lendo atravessado
os
montes
Soghanly,
tomou
posições
ua
re-
ctaguarda
dos
turcos
que
retiraram
para
os
la
los
de
Erzeroum.
Segundo
o
mesmo
periodico
então
começadas
as
negociações
para
a
capitulação
de
Kars.
Constantinopla
28
—Ismail
Hakki-Pachá
chegou hontem
a
Kaprukoi
depois
de
va
rias
escaramuças
com
os
'russos
das
quaes
a
mais
notável
foi
em
Delibaba.
Ismail
Hakkir-Pachá
deve
operar
hoje
a
su;>
juncção
com
Moukhtar-Pachá
que
actualmepte se
encontra
em Goetches,
nos
arredores
de
Zevvin.
Os
russos
continuam
bombardeando
Kars.
Paris
28
—
Asseguram
vários
periódicos
que principiaram
as
negociações
directas
entre
a
Turquia e
a
Rússia.
Assegura-se
que
as
eleições
municipaes
de
Paris
se
rão
fixadas
para
o
dia
25
do
proximo
mez.
Pondim
29
—
Hontem
os
russos
ataca
ram e
t<maram a
povoação
de
Telisch
na
estrada
de
Sofia,
aprisionando
7
tabors
(companhias),
1
pachá,
vários
oíliciaes
e 3
canhões.
Berlim 29
—
Foi submettido
a
conselho
federal
o
tratado geral
jde
extradição
his-
pano-allemão
feito sobre
as
bases
do
tra
tado
de Berga
em
24
de
dezembro
de
1874.
Assegura-se
que
ha
negociações
ence
tados
entre
as
potências
neutras
para
se
propor
a
mediação
nos
belligeranles,
na
primeira
occasião
favoravel
logo depois
da
tomada
de
Plewna
Parece que
a
Italia,
poiada
pela
Alle-
manha
de
accordo
com
a
Áustria,
tomará
a iniciativa.
A
viagem
de
Crispi
não
é
extranha
a
essas
negociações.
A
Inglaterra,
dado
esse
caso,
favorecerá
a
Turquia.
A
Allomanha
conta
com a
adhesão da Rússia.
Constantinopla
29
—
Suleyman-Pachá
enviou reforços
á guarnição
de
Bazardjik
onde
ha
levantadas
novas
obras
de
de
fesa.
Moukhtar-Pachá,
estabelecido
entre
Ko-
prukoi
e
Zewin,
cobre
Erzeroum.
Notíeins
<ia
Frsnça
—Parece
pro
vável
a
próxima
formação
d
’
um
gabine
te de transição
ou
para
simples
expe
diente.
O
«Fançais»
diz
que
os
ministros
es
tavam
decididos
a
apresenlar-se
nas
ca-
maras
para
defenderem
a
sua política
e
reivindicar
toda
a
responsabilidade.
Entre
tanto,
não
querendo
diílicultar
solução
differente,
estão
promptos
a
demiltir-se
desejando
o
marechal
chamar
outros
con
selheiros.
O
«Moniteur» desmente
que
esteja
pro-
jectada
segunda
dissolução,
e
declara
que
são
ridículos
os
boatos
de
golpe
de
Es
tado.
E
’
para
fins
de
novembro que
o
ge
neral
Grant partirá para
Hespanha,
em
seguida
para
Lisboa,
e
depois
para
Se-
vilha.
Malaga,
Gibraltar,
Tanger
e
Egy-
pto.
—
Das
15
eleições
de
desempate*
rea-
lisadas
hontem
o
resuliado
foi
o
se
guinte:
Conservadores
11,
republicanos 4.
Em
3
dislricto
não
se
apresentaram
os
can
didatos
republicanos
por
se
considerarem
eleitos
elo
escrutínio
no
dia
lí.
O
numero
total
dos
deputado
eleitos
excepto
as
colonias,
é:
republicanos
320,
conservadores
210.
—
A
«France»
pretende
que
está
fixado
para
23
de
janeiro
proximo,
no
dia
de
Santo
Ildefonso,
q
casamento
da
princeza
Mercedes
de
Mentpensier
com o
seu
primo
0
rei
de
Hespanha.
Curioso.-
Em
Moscou,
S.
Petersbur
go,
Odessa,
e
finalmente,
nas
cidades
mais
notáveis
da
Rússia,
as
senhoras
acabam
de
inaugurar nas
suas
loiletes
uma
excên
trica
moda.
Offereceram
os
seus
diamantes
ao
the-
souro,
e
substituiram-nos
pelos
botões
arrancados
aos uniformes
dos
ofiiciaes
e
soldados
mortos
’
na
guerra.
Em
toda
a
parte
em
que ellas
entrara,
no
basar
como
nos
sa-lôes
ou
no
lheatro,
a
populaça,
ao
ver
n
’
aquelles
patrióticos
enfeites
sauda-as
com
toda
a
considera
ção.
KAáxâit*
eoatra
na
iisjgseraa
envil-
Sosas.
—
Existia
ifuma
das
cidades
de
França
urna
mu
her,
que
nascida
na
opu
lência,
(mas
espúria)
caindo
em
decadên
cia
se
viu
impellida
a
abrigar-se
sob
a
protecção
d’
essa
copada
arvore,
cujas
raí
zes
estão
no
céo,
e
sua
frondente
vege
tação
tantos
benéficos
pomos
esparge
so
bre
a
terra;
mas
estando
costumada
á
intriga
palaciana,
e
coi
roendo-lhe
a
inveja
conslantemente
o
intimo,
em
breve
come
çou
por
meio
de
pérfidas armas
a
désfa-
zer-se
nas
casas,
onde
tinha
ingresso,
das.
pessoas
que
presumia
fazerem-lhe
sombra;
porém
uma
d
’
ellas
sentindo
o
influxo
viperino
minar-lhe
o
socego,
con-
traminou
apertando-lhe
o
pescoço
até
fa
zer-lhe.
sair
a
lingua,
e
com
um
patino
novo de
estopa
embeb
do
em vinagre
e
sal
lhe
friccionou
forlemente
a
lingua,
fazendo
impdlir
assim
toda
a
rheuma
nella
contida.
Desnecessário
é
dizer-se
os
beneficos
resultados
d
’
esle
remedio
obtidos, e
quanto
a
humanidade
lucrou!!...
Importando
Portugal
todas
as
inovações
estrangeiras,
bem
seria
que
também
fizesse
aequisição
d
’
este
elixir como
preservativo
contra
a
intriga
e maledicência, que
tão
funestas
consequências
ordinariamente
acar
reta
ao
seio
d
’uma
nação,
d
’uma
familia.
Portuguezes
falteeSdos.—
Fallece-
ratn
no
Rio
de Janeiro,
desde
1 a
7
de
outubro,
os
seguintes
portuguezes:
Florinda
Dommgues
de
Jesus,
39
an
nos,
casada;
José
Gomes Santiago,
23
a.,
solteiro;
Antonio
Manoel
do
Valle, 35
a.,
s.;
Antonia
Carolina
de
Jesus,
34
a.,
s.;
João
Marinho
Alves,
38
a.,
s.;
José
Ber
nardo
Valente,
22
a
,
s.;
Constantino
José
Gonçalves,
42
a.,
s.;
Agostinho
Machado
Costa,
25
a.,
s.;
Maria
José
Nunes,
31
a.,
c.;
Antonio José
Pereira
Coefiio,
14
a.,
s.;
Francisco
José
Gomes Gomes
Gui
marães,
47 a,,
viuvo;
José
Borges
Franco,
24
a.,
s.;
José
Nogueira, 39
a.,
c.;
Anas-
tacia
Vieira
do'
Couto;
José
Joaquim
de
Mattos,
39
a.,
v.;
Heitor
Cordeiro
de
Araújo,
31
a.,
c.;
Albma
de
Souza
Mo
reira,
31
a.,,
s.;
José
Pereira
de
Oliveira
Machado,
45
a.,
c.;
Antonio
Ferreira
Pinto,
55
a.,
c.;
Antonio
Dias
Targiny,
47
a.,
s
;
Bernardo
Pereira
Brito,
35
a.,
c.;
Maria
Mendes,
filha
de
Jacinlho
Ma
neei
Mendes,
20
a.,
s.;
Jacinlho
Manoel
Teixeira,
35
a.,
s
;
Joaquim
Álvaro
Bâ-
ptista,
42
a.,
s.; Antonio
da
Silveira Pe
reira
Torres,
38
a.,
s.;
João
Pedro
Fer
reira, 52
a.,
s.;
Antonio Bernardino
Coe
lho
da Silva, 36
a.,
s.;
José
Domingos,
37
a.,
c.;
Manoel
Pedro
de
Rezende.
31
a.,
s
;
Rodrigo
José
Ferreira
Guimarães,
67
a.,
c.;
José
Vieira
Dias,
37
a.,
c.;
Antonio
Neveiras
do Rego Aberans,
32
a.,
c.; Henrique
Pinto
de
Azevedo,
14
annos.
—Em
Pernambuco
também
falleceram,
desde
29 de
setembro
a
8
de
outubro,
os
seguintes
portuguezes:
João
ADes
Pereira
da
Silva,
57
annos,
casado;
Antonio
Henrique
da
Costa
43
a.,
solteiro;
José
Joaquim
Ribeiro
Vianna,
49
a.,
s.; João
Manoel
Pereira,
36
a.,
viuvo;
Anna
Rita
Ayres
Infanta
Ferreira
Bar
bosa,
78
a.,
c.;
Antonio
Lopes
Ferreira,
<5TíP55tSS3M«St.r« i
18
a.,
s.;
Manoel
Rodrigues
de
Azevedo,
38
a.,
c.
A
’
s almas
caridosas.
—
Recommen-
damos
ás
almas caridosas
ama
infeliz
viuva,
moradora
na
rua
de
S.
Bernabé,
n.° 13,
(solão).
Tendo
80
annos
d
’
edade,
e
porisso
sem
poder
applicar-se
a qualquer
trabalho,
lucta
com
a
miséria
extrema.
Appeio
á
caridade.
—
A
entrevada
Maria
Antonia
Ferreira,
viuva
do
Antonio,
dos
Granginhos,
e
que
ha
tempos
saiu
do
Hospital
com
moléstia
incurável,
tem
a-gtffa
os
seus padecimentos
mais
aggravades,
achando-se
sem
meios
de
subsistência
pa
ra
poder
tratar-se
rto pouco
tempo
que
lhe
resta
de
vida.
Imploramos,
pois, a
caridade
das almas
piedosas,
para
que
se
lembrem da infeliz
com
uma
esmola.
A
sua
residência
é
na rua
do
Alcaide,
n.°
17,
n’
um
quarto
á porta
da rua.
telío,
Aflonso drog.,
rua
da
Picota;
J.
A. de
Barros,
drog.,
Rua
grande,
140.
—
GuimarSei, A.
J.
Pereira
Martins,
pharm.
—Anlonio
d
’Araujo
Carvalho,
Cam
po
da
Feira,
1;
José,
J.
da
bilva,
drog.,
Rua
da
Bainha, 29 e
33.—
^çnaSel,
Miranda,
pharm.
—
Porto,
M.
J.
de
Sou
sa
Ferreira
&
Irmão,
Rua
da
Banha
ria, 77;
J.
R,
de
Sequeira,
pharm.,
Casa
Vermelha;
E.
J. Pinto,
pharm.,
Largo
dcs
Loyos,
36;
Viuva
Desirè
Rahir,
Rua
de
,
Ce<+ofçita,
(60;
Fontes
&
C.a
, drogs.,
Pra
ça
de
D.
Pedro,
105
a
108;
Anlonio
J.
Salgado,
Pharmacia
Central,
Rua
de
San
to
An
tom-o,
225 a 227.
—
Ponte
da
IA-
ma.
A.
J.
Rodrigues
Barbosa,
pharm.
—
Po-s-aies dfii»
Warzim,
P.
Machado
de
Oliveira,
pharma.
—
Valença
rio .llínlto,
Francisco
José
de
Sousa,
pharm.
—
Viíla
4*
Conde,
a
.
L.
Maia
Torres,
pharm.
AO
PUBLICO
SAÚDE
À
TODOS
sem
medicina, pur
gantes,
nem
despezas,
com
o
uso da
delicio
sa
farinha de saúde,
DU
BARliY
de
Londres.
80
tí
’intvari«vel
staeccsse
1
Combatendo
as indegestões
(dispepsias)
gastríca
,
gastralgia
,
ílegma
,
arrotos,
amargor
na
boeca,
pituitas,
nauseas,
to-
mitos,
irritação
intestinal,
bexigas,
diarrea,
disenteria,
collicas,
tosse,
asthma,
falta
de
respiração,
oppressão,
congestões,
mal
dos
nervos,
diabethes,
debilidade,
todas
as
des
ordens
no
peito, na
garganta,
do
ahto,
dos
broncbiles,
da
bexiga,
do
ligado,
dos
rins,
dos
intestinos,
da
mucosa,
do cerebro
e
do
sangue
85:000
curas
entre as
quaes
con
tam-se
a
do duque
de
Pluskow
das
ex.
mas
snr.
as
marqueza
de
Bréhan,
duqueza
de
Casllestuart,
dos
exm.
cs
snrs.
Lord
Stuart
de
Decies,
par
d
’
Ingliterra,
o
doutor
e
professor
Warzer,
etc.
etc.
N.°
49.842:
M.me
Marre
Jurie Joly,
de
cincoenta
annos
de
constipação,
indiges
tão,
nervoso,
insomnias, asthma,
tosse,
flatos,
espasmos
e
nauseas.
—N.°
46:270:
M.
Roberts,
d
’
uma
constipação
pulmonar,
coto
tosse,
vomitos,
constipação
e surdez
de
25
annos.
—
N.°
46:210:
O
doutor
em
medicina
Mattio,
d
uma
gastralgia
e
irrita
ção
de
eslomago,
;ue
o
faziam
vomitar
15
a
18
vezes
por dia,
duiaote
oito
annos.
—
N.°
46.218:
o coronel
Watson,
de
got-
ta,
oevralgia
e
constipação
obstinada.
—
N.°
18:744:
o
doutor
em
medicina
Shorland.
d
’
uma
hydropisia
e
constipação.
— N.®
49:522:
M.
Baldwin,
completa
prostação,
paralysia
da
bexiga e
dos
membros,
em
consequêncih
de excessos
da
mocidade.
E
’
seis
vezes
mais
nutritiva
do
que
a
car
ne,
sem
esquentar,
economisa
cincoenta
vezes o
seu
preço
em
remedios.
—
Preços
fixos
da
venda
por
miúdo
em
toda
a
pe
nínsula
:
Em
caixas
de
folha
de
lata,
de l
li
kilo,
500
; de
í
li
kilo 800
rs
;
de
una
kilo, 1$400
res;
de
2
*/
4
kilos,
3$200
reis;
de
6
ki-
los, 6$400;
e
de
12
kilos,
12$000
rs.
Os
biscoitos
da
Revalesciére que
se
po
dem
comer
a
qualquer
hora,
vendem-se
em
caixas
a 809
e 1^400
reis.
O
melhor
chocolate
para
a
saúde
é
a
g&eTíraSescière
eBae®®latada j
ella
res-
titue
o
appettile,
digestão,
sotnoo,
energia
e
carnes
duras
ás pessoas,
e
ás
creanças
as
mais
fracas,
e
sustenta
dez
vezes
mait
que
a
carne,
e
que
o
chocolate
ordinário,
sem esquentar.
Em
pó
e
em paus, em
caixas
de folha
de
lata
de
12
chavenas, 500
reis
;
de
24-
cháve
nas,
800
reis;
de 48
chavenas,
1^400;
de
120
chavenas,
3^200 reis,
ou
25 reis
cada
chaveaa.
aw
BAHEE
C.a
LUIÍTEB.
-
Piace
Vendòme,
26,
Paris.
77
Regent-
Street,
Londres.
Valverde,
1,
Madrid.
Os pharmaceiilicos,
droguistas,
mer-
cieiros,
etc., das províncias
devem
diri
gir
òs
seus
pedidos ao deposito
Central
;
snr.
Serzedello
& C.
a
Largo
do
Corpo
Santo
16,
(por
grosso
e miudo)
;
Azevedo
Filhos,
praça
de
D.
Pedro.
31,
32,
Barrai
&
Irmãos,
rua
Aurea,
12
—
Por
to,
J.
de
Sousa
Ferreira
&
Irmão,
rua
da
Banharia,
77.
DEPOSITOS
ENTRE
DOURO
E
MI-
NiIO.=Aveir<>,
F.
E.
da Luz
e
Costa,
pharm. —
EJ»reello», Anlonio
João
de
Sousa
Ramos,
pharm..
Largo
da
Ponte.
—
Braga,
Domingos
J.
V.
Machado,
drog.,
praça
Municipal,
17
—
Antonio
A.
Pereira
Maia,
Pàarm.,
rua
dos
Chãos
31
—
Pipa
&
Irmão,
rui
do
Souto.
—
Víasisaa dofaa-
João
da
Costa
Palmeira
tem
para
ven
der
em
sua
quinta
em
Santa
Eulalia
de
Tenões,
enxertos
de macieira,
pereira,
damasqueiro,
ameixoeira,
pecegueiros
de
Amarante,
ameixoeira
do
Canadá,
nespe
reiras,
laraflgeiras,
nogueiras,
vides,
tudo
boas qualidades; bem
como
salgueiros
com
raiz,
e
estacas
de choupo.
Trata-se
na
rua
de
D.
Gualdim
n.°
2.
(572)
OECttiAR.aÇî.
Manoel
José de
Miranda,
proprietário,
da
freguezia
de
Roriz,
concelho
de
Bar-
cellos,
abaixo
assignado,
declara
e
faz
pu
blico
por
este
meio,
que
nada
deve
a
pes
soa
alguma,
nem
por titulo
publico
ou
particular,
nem
por
letra contrahida por
si
nem
mesmo
firmada
ou
endossada
a
pessoa
alguma,
nem
por
acto
ou
contra
cto
algum
verbal;
e
governando-se
com
o
rendimento
de
seus
bens,
não
precisa, nem
tenciona
contrahir
d
’
ora
em diante
divida
ou
obrigação
alguma;
e
por
isso
se
al
guma
apparecer anterior
ou
posterior a
este
annuncio
é
falsa,
e
como
tal
protesta
contra
a
sua
nullidade
e
falsidade, para
usar
dos
meios
e acções
civis
e
crimes
que
por
direito
lhe
competirem.
Braga, 29
de
Outubro
de 1877.
(571;
Manoel José
de
Miranda.
Os
abaixo
assignados,
naturaes da
Pa
lestina,
nascidos
e
moradores
em
Betblem,
calholicos apostolicos
romanos,
educados
pelos
padres
missionários
d
aquella
Terra
Santa,
e
recemchegados
a este
paiz,
pre-.
vinem e
declaram
que
os
rosários,
e
me
dalhas
que expõem
á
venda
são
bentos,
teem
o
mérito
de
serem
tocados
no
Pre
sépio
e
no
Sepulcliro do
Senhor,
e
o de
serem
feitos
no
seu
paiz
com
madeiras,
arbustos
e
conchas
procedentes do
Monte
Olivete,
do
Tabor,
do
Rio
Jordão,
lagos
da
Galiléa,
Mar
Morto e Jericó,
e
de
outros
vários
pontos
da
Palestina,
o
que
aqui
declaram
para
que
ninguém
possa
dizer
que
surprehendem a
boa
fé
dos
compradores.
Cópia
do
Santo
Sepulchro,
como
está
em
Jerusalem,
feita
de
nacar
e
ébano,
conchas
de
nacar,
medalhas,
cruzes,
pul
seiras,
alfinetes,
brincos,
boquilhas,
rosa-
rios
de
nacar,
rosários
de ossos,
de
(ru
elas,
pedras
do Rio
Jordão,
onde foi
baptisado
o
Senhor,
copos
e
candelabros
de
pedras
do
Mar
Morto,
escapulários,
rosários
de
osso,
de
oliveira
do
Monte
das
Oliveiras,
photographias
dos
Logares
Santos,
registos
de
flores
naturaes
da
Terra Santa,
feitas
por
desenhos
das
re
ligiosas
de
Bethlem,
rosas
de
Jericó,
as
quaes
teem
um
mérito
especial,
como
póde
vêr-se
no livro
intitulado:
O
devoto
Peregrino,
por
frei
Anlonio
del
Castillo,
procurador
da
Terra
Santa;
e pastilhas
da
cova
onde
se
escondera
a
Virgem
com
o
menino,
quando
Herodes
o
procurava
para
o
malar,
e
cujo
merecimento
é
ex
plicado
no
cilado
livro.
Todos
estes
objectos
se
vendem
por
preços modicissimos.
Rua
de
S.
Marcos
n.°
11—
por
8
dias.
N
B.
Nos
domingos
e
dias
santifica
dos
não
estará
aberta
a
exposição.
Carlos
Eues.
Sardiago
Jaime
Abularach.
FILIAL DA CAIXA
ECONÓMICA
PENHORISTA
Sociedade
anónima
de
respmsabilidada
li
mitada
Capital...................SOOiOOO^OOO
RUA
NOVA
DE
SOUSA,
N.°
9
(Também
com entrada
pela
rna
do Campo)
BRAGA.
Empresta
dinheiro
sobre
ouro,
prata,
joias,
papeis
de
credito,
cereaes,
roupas,
moveis,
ferramenns,
e
sobre todo
e
qual
quer
objecto
do valor
não inferior
a
100
réis.
Recebe-se
dinheiro
em
deposito a pra
so
ou
á
ordem
abonando
juros
conven
cionáveis.
A
caixa
está
aberta
todos
os
dias
des
de
as
9
hora
da
manhã
até
ás
7 da
noite,
e
nos
dias
santificados
estará
aberta
só
até
ao
meio dia.
O
gerente
— A.
G. Ferreirino.i.
RUA
DE S.
MARCOS,
N.õ.t
V-
Vende
papeis
pinta-
dos
para
guarnecer
sallas, |
lindíssimos
gostos,
a prin-
S
cipiar
em
80
reis
a
peça.
f
^■3
CISWRSIî OENTISTA
APPROVADO
PELA ESCOLA MEDICO-CIRURGI-
CA
DO PORTO
Vende
olio,
tintas
e
vernizes
para
pinturas
de
casas,
tudo
de
boa
quaii-
dade.e
preços
muito
resu
midos.
TiBA
BE QUINTA
Vendc-se
a
quinta
do
Bar
rai,
sita
no
logar
do
mesmo
nome,
na
freguezia
de
Semelhe,
a
limitar
com
a de
S.
Jerony-
ino
de
Real,
junto
a Braga,
com
todas
as
suas
pe*
tenças,
juntas
ou
separadas, e os bens
das
Pêgas,
na
freguezia
de
S.
Je-
ronymo,
a
limitar
com
aquelles.
Os
bens
e
montados
a
limitar
em
parte
com
os da
quinta
de
Real.
Para tractar,
rua
dos
Capellistas
20
C-
Braga.
(495)
COLLEGIO
INGLEZ
DO
Sagrisdo
Coração
<le
Haria,
Virgem
Jinmaculada
RUA
DE
S.
MIGUEL-O-ANJO
Abrem-se
as
aulas
no dia
1
do
pro-
ximo outubro.
Este
collegio
conlinúa
a
funccionar,
segundo as
condições
do
respectivo
pro-
gramma,
que
se
enviará
a quem
deseje
ter
esclarecimentos
d
’
esla
casa
de
educa
ção
para
meninas.
Braga
21
de
setembro
de 1877.
A
Directora
Miss
Thereza Hennessy.
(508)
Rua
de
S. Marcos
n.°
19.
BR A
G
A.
Faz todo
quanto
diz
respeito
á
sua
arte
e
conlinúa
operando
grátis,
pobres
e
soldados.
(580;
Vende
cimento
roma-
no para
vedar
aguas,
ges-
§
so
para
estuques
de
ca-
sas,
tudo
de
primeira
qua^
A lidade.
w
CIUIIRGIÍO
DENTISTA
DA
Escola Americana
Consultorio
a
toda
a
hora,
tanto
de
dia
como
de
noite.
Rua
do
Campo
(antiga
J
orta
de S.
Francisco)
n.°
22.
(582)
lIllMffl
IIL VIIWJ
DO
ALTO
DOU.ã.0
RA
CASA
»E VíLLA
P®«
’CA
RUA
DO
SOUTO
N.°
15-Braga.
N
’
este
armazém
se
encontram
a
retalha
as
seguintes
qualidades
de
vinhos
enga
rrafados
:
MUITA
ATTEMÇÁO
Reposiê®
ri®
higeoãSwB
de Vaiongo
1
—
LARGO
DA
LAPA
—
1
Estes biscoitos são
muito
recommenda-
veis
tanto
pela
qualidade
das
farinhas,
per-
éição
porque
são
feitas,
como
pelo seu
baixo
preço
em
relação
a
qualidades.
Vmho
tinto
de
meza. (sem
garrafa)
150
D
>
PD.
190
» Lagrima
....................................
200
»
Branco
de
meza
.......................
210
»
tinto
de
meza
fino.
.
.
.
270
»
de
prova
secca. ....
300
«
Malvasia
de
2/........................
360
»
»
velho........................
400
i>
Malvasia,
Bastardo
e
Moscatel
a
500
»
Roncão
...................................
700
»
Alvaralhão
...................................
560
>
Velho
de
1854
....
600
»
a retalho
pam
meza
50
e
8t
>,
0
AcçSeB
e
premissorias
de
Iianeos
e
companhias
Compram-se
e
vende-se
na
rua
Nova
de
Sousa
n.°
9.
(510)
Preços
porque
são
vendidos:
Biscoito
valonguense,
kilogramma
280
Tosta
doce
280
Biscoito
macarrão
280
Bolacha
doce
280
Biscoito
Brazileiro
»
300
Dito
imperial
330
Bolachinha
de
araruta
340
Tosta
azeda
(581)
190
Aluga-se
uma
boa
casa
de
um
•
q®.
andar,
construída de
novo,
com
bastantes
commodos,
com
quintal
e
poço,
na
rua da
Ponte
n.°
58.
Para
vêr-se
e
tratar,
no
n.°
58
C.
(542)
EECCI®NAMENTO.
No
largo
de
S.
Miguel-o-Anjo,
7, lec-
ciona-se
Francez, Rhelorica,
e
Philoso-
phia,
—
habilitando-se
para
exame
em
to
das
estas
disciplinas.
quartilho
tinto,
e
branco 120.
Responde-se
e
garante-se
a
pureza
boa
qualidade
de
todos
estes
vinhos,
po
dendo
todo
e
qualquer
consumidor
man-
dal-o
experimentar
por
meio
de
qualquer
processo
chymico.
(
tt
41)
CONTRIBUIÇÕES.
O
cofre
da
recebedoria
d
’esta
comar
ca
estará
aberto
desde
o
dia
2
de
no
vembro
até 1 de
dezembro
proximo
para
a cobrança
das contribuições
predial,
in
dustrial,
de
renda
de
casas
e
sumptuaria
e
da
decima
de
juros
do
corrente
anno.
(569)
RUA
NOVA,
N.°
ft
Ha
para
vender
um
tranqueiro
e
uma
sacada de
pedra
do
monte
das
Caídas.
Trata-se
na
mesma
rua
e n.°
(5^
17 -
EUA
DE
S.
VICENTE
-
17
3EáS
CS-
x-íà».
;WBI & mm$£S
■
bk >x«9«»
sEfciAiffza.Es
MACHINAS
LEGITIMAS
DA
COMÀMIIA
FABSIL
m
Os
nnicos
fabricantes
de
machinas
para
coser,
com
casas
estabelecidas
em
Portugal
para
fornecer
directamente
ao
publico
e
as
quaes
obtiveram maiores
prémios
na
exposição
universal
de
Philadelphia
I
I
GRANDES
FACILIDADES DE PAGAMENTOS I
1
Para adquirir as melhores
machinas conhecidas
UM
ANNO
DE
PRAZO
Sesu
augniento
algum
nos
preços,
ou
dez
por
eento
de
abatimento
por
prompto pagamento
Earsisro
grátis
em
casa
»
o
comprador
EÇAM
CATALOGOS
ILLUSTRADOS
Com listas de preços e as condiçõos de vendas a prasos
U $SB>$StmUl.
DA
COMPANHIA
FABRIL
SINGER
17, RUA DE S.
VICENTE, 17
BRAGA
ou
.
NA
SUÃ
3Ê5S5—
SSS-y
ItLA H2AL HSLEZA
(INCORPORADA
POR
CARTA
REAL)
LINHA
QUINZENAL
DE
PAQUETES A
VAPOR
Para S.
Vicente, Pernambuco,
Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres
Acceitando
também
passageiros
de
3.
3
classe,
com
trasbordo
no Rio
de
Janeiro,
para
SANTOS, PARANAGUÁ,
SANTA
CATARINA,
RIO GRANDE
DO
SUL,
PORTO
ALEGRE,
CAMPINAS,
S. PAULO,
CANPOS,
VICTORIA,
MACEIÓ,
e
outros
pontos
do
litoral
e
interior
do
Brazil,
ao
sul
de
Pernambuco
FEEO
MESMO
PREÇO
QUE
P4BA
O
RIO
OE
JUVEIBO
PAQUETES
A
SAlB
ii
>E
LISBOA
ELBE
...................
13
de
Novembro
TAGUS
.
. .
.
.
li
de
Dezembro
MINHO
...
.
28 de
Novembro
GUADIANA
.
.
.
28
de
Dezembro
PREÇOS
GOMMODOS
Cada
paquete
d’esta
companhia
leva
a
bordo
criados
e
eosinheiros
portuguezes
para
commodidade
dos
passageiros
de
todas
as
classes.
Sendo
as
passagens
pagas
na
Agencia
Central
no
Porto
ou
em qualquer Agencia
provincial, a
conducção para
Lisboa
é
por
conta
da
Companhia.
Os
passageiros
com
trasbordo
no
Rio
de
Janeiro,
teem
sustento
e
hospedaria
gratuita
durante
a
demora
precisa
para
obter
trasbordo.
A
bordo
os
passageiros
teem
grátis
cama,
roupn
de
eaina,
to-
mida
feita
por
cosiniieiros
portuguezes,
vinho
duas
vezes
por
dia,
assistência
medica,
serviço
de
criados
e
outras
despezas.
A
EXPER1ENC1A
de
mais
de
ura
quarto
de
século
tem
feito
com
que os
paquetes
d
’
esta
companhia
(a
mais
antiga na carreira
do
Brazil) sejam conhecidos
pela
regularidade,
velocidade
e
segurança
excepcional;
além
d
’isso
pela limpesa, boa
ordem,
bom
tratamento
e
accomodações
a
bordo,
e
pelos
melhoramentos
mais
modernos
tanto
para
a
hygiene
como
para
a
commodidade
dos
passageiros.
ISTO
É
COMPROVADO
pela
grande
concorrência
que
teem
de
passageiros
e pelos
innu-
meros
agradecimentos
que ha
archivados
em varias
agencias.
SÃO
ESTES
OS
PAQUETES
preferidos
pelo Governo
Inglez para
a
conducção
das
suas
ma'as do
correio, e
por
este
serviço
recebe a
companhia
um
importante
subsidio.
TIVERAM
ESTES
PAQUETES
a
honra
de
conduzir
Suas
Magestades
o
Imperador
e
Impe
ratriz
do
Brazil,
como
lambem
S.
A.
o
Infante
D.
Augusto.
TODAS
AS
INFORMAÇÕES
e
bilhetes
de
passagem
podem
ser
obtidos
no
PORTO
na
AGENCIA CENTRAL,
rua dós
Inglezes,
23,
do
agente
GUILHERME
C.
TA1T;
e
nas
provín
cias
nas
agencias
e
correspondências
estabelecidas
em
todas
as principaes
cidades
e
villas.
Agente
em Braga
o
snr.
João
Manoel
da
Silva
Guimarães, rua
do
Souto.
JOSE’ DA SIL VA FUNDÃO
Com
loja
de
fato
feito
43
—
Largo
do
Barão
de
S.
Martinho
—43
Participa
aos
seus
amigos
e fre-
guezes,
tan(od
’
esta
cidade
como
rw
d
as
províncias
que tem
um bonito
lll
1
e variado
sortimento
de
fato
fci-
to,
casimiras
para
fato
moito
baratas,
cortes
de
calça
a
l$500,
2$000
e
2$500
reis;
tudo
fazendas
modernas.
Guarda
pós de
casimiia
e
de
alpa-
ques
inglezes,
roupa
branca,
assim
como
camisas
de
600
reis
para
cima,
ceroulas
de
400
reis
até
800,
de
patino
familiar,
e
meotes,
bonets
de
gotgurão de
seda
e
de
casimira
de
todas as
qualidades,
de
500
rs.
até
80!*;
manias
de
seda
de
to
dos
os
feitios.
Encarrega-se
de
fazer qualquer
obra
que
lhe
seja
encommendada,
e
prompii-
fica-se
a
íicar
cem ella
quando
não
fique
ã
vontade
do
freguez.
(583)
BREVE COMPENDIO
DE
ORAÇÕES
E
DEVOÇÕES
ADOPTADAS PELOS
MISSIONÁRIOS
QUARTA
EDIÇÃO
Novamente
correcla e
muito
augmentada
com
novas
orações
e devoções
indul-
genciadas,
e
concedidas
posterior-
mente
á
ultima
Raccolta.
Com approvação
de
8.
Exc.
&
Rev.
ma
o
Snr.
D.
João
Chrysostomo
de
Amorim
Pessoa,
Arcebispo
Primaz.
Vende-se
em
Braga, na rua
Nova
n.°
3 E,
e
nas
principaes
livrarias;
e
no
Porto
na Livraria
Calholica,
Praça
de
D.
Pedro,
«
na
Portuense
de Manuel
Malheiro,
rua
do
Almada.
Preço
em
brochura.
.
.
. 160
reis
>
encadernado
....
240
a
LIVRARIA
BORDA
LO
Travessa
cia
Tictoria
n.°
4
8,
fl,°
andar,
Ejíshou
N
’
esle estabelecimento ha
um variado
sortimento
de differeutes'
obras,
Roman
ces,
Historias,
Comedias,
Dramas,
Scenas
Cómicas
e
Almanachs
para
1878,
e
faz-se
abatimento
para
negocio,
e
remettem-se
os
calalogos
grátis,
e
qualquer
das
obras
abaixo
mencionadas
são
remettidas francas
de
porte
aquem
enviar
o
seu
importe
em
estampilhas.
MANUAL
DAS
DAMAS,
tratado
de
fa
zer
flôres
artificiaes ornado
de
estampas
500,
MANUAL DO
COSINHEIRO,
modo
do
preparar
as melhores
iguarias
da
cosi-
nha
portugueza
e
franceza,
arte
de co
peiro
e pasteleiro
240,
MANUAL
DO
PRESTIDIGITADOR,
livro
de
sortes
di
vertidas
tanto
de
mãos
como
de
cartas
e
physica
recreativa,
ornado
de
80 estam
pas
500,
MANUAL DO
CONSERVE1RO
E
CONFEITEIRO,
modo
de fazer
bolios pas
teis,
doces,
gelados,
240,
MANUAL
DE
DANSA.
arte
de
aprender
a
dansar
sem
mestre
120,
MANUAL
DAS SINAS,
ex
plicação
das
sinas
e
sonhos
120.
/fiSía.
Aluga-se
a
casa
n.°
7,
na praça
Od
’
Alegria,
construída
de
novo
e
com
elegancia.
Esta
casa
tem
uma
boa
loja
para
qualquer
negocio, e
póde-
se
alugar
junta
ou
em
separado.
Quem
a
pretender
falle
com
seu
dono
na
rua
No
va
de
Sousa
n.°
56.
(474)
Os
Rebuçados
mytiliees,
de
na
tureza
balsamica,
calmante,
peitoral
e
ex-
pectorante,
são
o
melhor
dos
remedios
até
hoje
conhecidos
nas
doenças
tossicolosas.
Caixa 200
reis.
—Meia caixa
100
reis.
Unico
deposito:
PHARMACIA
CEN
TRAL,
rua
de
Santo
Anlonio,
227,
no
Porto.
Em
Braga:
PHARMACIA
DOS
OR-
PHÃOS,
praça
Municipal.
(455)
LiVRAKIA
CH.UDRON
BRAGA
Utíltua»
pubiieações
(OBRAS
COMPLETAS)
PADRE
RIVAUX
Historia
Ecclesiastica,
desde
o
seu
co
meço
até 1876,
traduzida
da 6.
a
edição,
por
Francisco
Luiz
de
Sea-
bra, 3.
vol
...................................
3$000
PADRE
SCHOUPPE
Curso
de
Religião,
ou
verdade
e
bel-
leza
da religião
chrislão,
traduc-
ção
do
padre
Mesquita
Pimentel
1
vol
.................................................
l$200
B.
ALMES
0
Protestantismo
comparado
com
o
Calholicismo
nas
suas
relações
com
a
civilisação
europea,
4
vol.
2$ 100
PADRE
MACH
Maná
do
Sacerdote,
1
vol.
br.
500
cart
.......................................................
$600
Ancora
de
Salvação,
1
vol.
br.
500
cart
........................................................
$600
D.
MARIA
DO
PILAR
A
Lei
de
Deus,
collecção
de
lendas
baseadas
nos
preceitos
do
Decálo
go,
1
vol...................................
$500
DR.
LUIZ
MARIA DA SILVA
RAMOS
Sermão
sobre
a
Divindade
de Nosso
Se
nhor
Jesus
Christo,
recitado
na
Sé
Ca
thedral
de
Coimbra.
Preço
..................
200
rs.
EKÇESÕ
RA
MKGUA
FRAXCEZA
Um
professor
com
longa
pratica
de
en
sino,
offerece
o
seu
préstimo
para
leccio-
nar
grammalicalmenle
em
sua
casa
e
ca
sas
particulares,
elementos
da
lingua
fran
ceza
comprehendendo
lér,
escrever,
tra
duzir
e
fatiar
a
dita
lingua.
A
quem
convier
póde
dirigir-se
á rua
de
D.
Gualdim,
casa n.°
8.
(278)
FRANCISCO
JOSÉ DE PAIVA
SS
isb
de
Santo
Antonio
das Traves-
8M,
n.°
tS,
Participa
a todos
os
mestres e
ama
dores
de
musica,
que acaba
de
receber
um
bom
sortimento
de
instrumentos músicos,
tanto
de
metal
como
de
madeira,
(e
har
mónicos) assim
como
um
sortido
de
cor
das
de
todas
as
qualidades,
para
todos os
instrumentos,
e
recebeu
muitos
accesso-
rios
pertencentes á
mesma
arte.
Tem
mu
sicas
impressas
pa>a
piano,
piano e
canto,
e
diversos
instrumentos,
o
que tudo ven
de
por
preços
comrrodos.
W.
ES.
Também
te
enearrega
de
eneommendas
n
’
este
genero.
(525)
DISCURSO
deputado
franeez
catholieo
O CONDE
ALBERTO
DE MUN
{•rontsneiado
no
eneerramerato
da
assembleia geral dos menbroS
da
obra
dos
eireulos
catlwlieos
de
operários
TRADUZIDO
PELO
PABHE SESSA
FREITAS
Dedicado
ás
Associações
Catliolicas
do
Porto
e
Braga.
Vende-se
n
’esla
redacção
por
60
rs.
BRAGA, TYPOGRAPHIA
LUSITAJíA—
1877.
Parte de Comércio do Minho (O)
