comerciominho_29011876_451.xml
- conteúdo
-
Assigna-see
vende-se
no
escriptorio
do
editor
e
proprietário
Josi
Maria
Dias
da
Costa,
rua
Nova
n.°
3
E,
para
onde
deve
ser
dirigida
Ioda
a
correspondência
franca de
porte.
=As
assi-
K»ateras
são
pagas
adiantadas
;
assim
como
as
correspondên
cias
de
Interesse
particular.
Folha
avulso
10
rs.
P
reços
: Draga,
anno
1^600
rs.=Semestre
850
rs.==Pro»8n-
cias,
anno
2^400
rs
e
sendo
duas
4&000
rs.=Semestre
U256
rs.=Brazil,
anno
4&400
rs.=Semestre
2&300
rs.
moeda
forte,
ou
10^000
reis e
5&500
reis
moeda
fraca.=Annuncios
por
linha
20 rs.,
repetição
10 rs. Para
os
assignantes 20
®/8
d
’
abatimento
St®
UB
BíS
ÁS
TERÇAS,
QUINTAS
E
SABBADOS.
BBA@A-
SABBWO 89 S»E
JAAÍEIÍJM
ÍPlEndríd,
®4
<le janeiro.
(
Correspondência
particular
do
<
Commer-
cio
do
Minho»
}
Não
me
enganei
quando lhes
disse
na
minha
ultima
correspondência
que
o
ele
mento
pre
dominante
uas
lutas
eleiloraes
era
o conciliador.
Effectivamente
nas
elei
ções
effectoadas
foi
este
elemento
que
triunfou.
A
mataria
obtida,
ou
antes,
a
arran
jada
pelo
governo,
suplanta
todas
as fac-
ções
de
opposição
reunidas.
Nem outra
coisa
era
de
esperar,
pois
que
onde
cão
preponderou
a
violência,
actuou
o
dinheiro
e
todo
o
mais
séquito
de
corrupção.
N
’estas
condições
o
que
representará
esta
rcpresítilução
nacional
?
Que
legalida
de
podem
ter
aos
olhos do
paiz
as
reso
luções
tomadas
na
casa
parlamentar sobre
os
destinos
da
nação?
Feliz
sistema
e
feliz paiz,
o
que
o
sus
tenta
para
espanto
de
todas
as
nações
cultas
I
Nao
obstante
ter-se
prendido
muito
a
atlenção
ao
reto
eleitoral
n
’
estes
últimos
dias,
e
urna
em
Madrid
não
recebau
mais
de
8:000 votos,
sendo
certo que
esta
po
pulação
é
superior
a
290.000
habitantes,
o
que
significa
a
índifie-eriça
publica
pelo
sistema
e
pelo
governo
que
nos domina.
E
note
se
ainda
que
no
numero
d
’estes
votos
entrou
o
elemento
militar
acorren
tado
pela
soa
subordinação
aos
mandato»
superiores.
Isto
acontece
nas
barbas
do
governo
e
na
sede
de
todas
as
influencias
da
po
lítica
liberal
I
!
Felicito-me
porque
continuo
annun-
ciando
ihes
mais
progiessos
da
causa
car-
lista.
As
noticias
do
norte
vão subindo
de
interesse
á
proporção que se
avisinha
o
golpe
deci
ivo
que
tem
de
acabar
com
as
p'etençõts
ridículas
do
governo
de
Madrid
e
dos
seus
generaes.
O
governo
mandou
espalhar
a
noticia
de
qii<'
as
forças
carlistas
deixaram
de
hostilisar
a
Ht
rnani.
Ha
dias
disse
eu
em
uma
das minhas
correspondências
qua
será
provável
que
os
carlistas
suspendam
os
seus
fogos
sobre
Hernani.
Isto porém
obe
dece
a
um
plano que
será
posto
em
acção,
mas
do qual não
devo
dar
maior luz.
Posso
coiirttido
assegurar
que
tal
plano
não
principiou
ainda
a
ter
execução,
e
portanto
é falsa
a
noticia
do
levantamento
do
sitio
de
Hernani.
Quando
àe
der
o
caso
nao
terá
que
surprehender
ninguém,
mas
por
ora
não
se
deu,
posso-o
sílir-
mar.
E
’ coisa
sabida
que
o
snr.
D.
Carlos
mandou
stabelecer
em
Oãate
uma
casa
de
m.-eda,
onde
se
estão
fundindo
os
di
nheiros
que
circulam
nas
províncias
çecu-
padas
pelo
exercito
carlista.
Por
um
real
decreto,
firmado
pelo snr.
minisl.o
da
f.senda,
o
conde
del
Pinar,
se
ordenou
o
curso
forçado
d
’
esta
moeda.
Acabamos
de
ver
tres
exemplares,
um
de
10
cêntimos,
outro
de
5
cêntimos,
e
as
chamadas
medalhas.
A
moeda
de
cobre
de
10
cêntimos
pesa
10
grammas.
Em
uma
das faces
tem
a
real
elig e
do sor.
D.
Cailos,
e
em
re
dor
uma
iegei
da
que
diz:
Carlos
VIIpor
la
gracia
de
Dios fíey
de
las
Espanas.
Na
divisória
do
principio
e
fim
da
luscri-
pção
tem
uma
flor
de
hz,
simbolo
de
di
nastia
Bourbonica.
No
reverso
tem
as
ar
mas
de
Hispanha
e
aos
lados
duas coroas
e
a
letra
C
eulerlaçada
com o
algarismo
7
(Carlos
7.°).
Na
parte
inferior ba
dois
ramos
de
louro,
crusados,
e
em
redor
diz:
—
10
cêntimos
de
peseta,
uma
mayarida
(simbolo
de
legitimidade)
1875,
e
uma
flor
de
iiz.
As
moedas
de 5 cêntimos
pesam 5
grammas,
e
são
em
tudo
iguaes
nos
dise-
res
e
símbolos
ás
de
10
cêntimos.
As
medalhas
foram feitas para comme-
morar
a
inauguração
da
casa
da
moeda
carlisia.
Estas
medalhas
são de
prata ou
de
cobre.
A
de
praia,
que
é
maior
que
os
antigos
duros
pesa
24
grammas.
Tem
em
uma face um
escudo,
ern
cujo
centro
ba
a
letra
C
e
o
numero
VII, tendo
na
parte
superior
uma
corôa,
e
na
inferior
dois
ramos
de
louro
crusados. No
reverso
diz: Beal
Casa
de Moneda.
Onale
1875.
A
de
cobre
lera
iguaes
inscripções,
e
pesa
27
1/2
cêntimos.
O
preço
da
de
prata
é
de
30
reales
(l$260
reis)
a
de
cobre 4
reales
(168
reis
aproximadamente).
O
tempo
no norte
tem
sido
como
se
estivessemos
na
primavera.
Esta é
a
ver
dade
apesar do
que
diseui os jornaes.
E’
facil
pois
ver
que
as
grandes
forças
iibe-
raes
não
atacaram
1
ainda
as
nossas
posi
ções,
porque
apesar
do graude
numero,
não
confiam
ainda
uo
que
aclualtnenle tem.
Tal
é
o
receio
qoe
lhes
inspiram
os
po
bres
carlistas.
Só
do
lado
de
Estella,
isto
é
na
linha
de
Pamplona
a
Tafalla
tem o
governo
de
Madrid 52:000 homens
e
7:401)
cavallos.
Pelos
dados
que
obtive,
uão
contando
cora
os
racionamentos
da
tropa
e
gados,
curta
esta
força ao
governo
cada
mez
3.150:848
pesetas
(504.135^680
reis
aproximadamen-
te)-
A
’
data
em
que
escrevo
erta
deve
es
tar
o
snr.
D.
Carlos
em
Durango.
S.
M.
saiu
de
Estella
para Tolosa, não
se de
vendo
demorar
nesta
cidade.
As
tropas
carlistas
continuam
a
não
deixar
socegar
os
aflousinos
em
Puenle
la
Rema
e
Oteiza.
Por
difierentes
lados tem
sido
perseguidos
pelos nossos
soldados
que
lhes
tem produsido
nas
suas
tilas
perdas
de
consideração.
A
animação
dos carlistas
nas
posições
perto
de
S.
Sebastião
cresce
de
ponto.
O
soldado
carlista
folga
ern
ser
atacado,
potque
confiando
nos
seus
chefes
obtem
sempre, ou
com raríssimas
excepções
o
triunfo desejado.
Depois d^s
ultimas
esca
ramuças
o
fervor
é
manifesto
do
no-so
lado,
assim
como
no
inimigo
se
nota
bas
tante
desfallecimento.
Ha
momentos
em
que
como um
instinclo
natural
dé
hispa-
ohoes os
faz
esquecer
os
transes
e a po
sição
em
que
se
acham.
Não
poucas veses
se
ouve
diserem:
—
Guiris
(e o
nome
que
se
dá
aos
affonsioos) queres
um
bocado
de
tertúlia
(conversação).
—
Queremos,
carcas
(é
o
nome
que
os
liberaes
dão
aos
carlistas).
—
Palavra
de honra
de
bons
hipanhoes?
—
Palavra de
bons
irmãos
I
—
Amigos
por Deus?
—
E
pela
Virgem
!
—
Adelanle
cristianos.
E
o
pacto
de
honra está
feito;
põem-
se
de
lado
as
armas,
e
em vez
da
cartu-
cheira
vae a
borracha
do
vinho.
Caminham
uns
para
os
outros,
e
cer
ram-se
as
mãos.
Enhorabuena
companero
—
E
que
tal
a
esfrega
d
’
esla
manhã?
—
Caramba!
Trasem
calor
até
no
as
sobio
I
—
Uma
pinga.
A
borracha toma
a
altura
de
palmo
e
meio
longe
da
bocca,
e
o
bello
vinho
ua-
varro
consola
as
guelas
guiris
—
Agora
um
puro...-
e
o
carlista vo
iuntario
saboreia o bom
castellano
que
lhe
offerta
o
inimigo.
Mais
palavra
meoos
palavra.
..
—
Vão
com
Deus
guiris.
—
Até logo,
carcas.
Este-
até logo
é umas
veses
terrível
co
mo
o
despontar d
’um
raio, que ameaça a
destruição;
outras
veses
significa
uma au
rora
de
paz,
porque
ao
altear
da
noite
uns
vultos
negros
se
arrastam
pelo
chão,
e
ao chegarem perto
das
nossas
avança
das, que
lhes
grilam
—
quien
vive? a
res
posta
é
:
—
Espana y
Carlos
VII
!
—
Camarada,
outra
pinga da
de
fia
pouco,
e
viva Deus
e
a Virgem
e todos
os
santos
e
anjos
da
corte
do
céo I
Não
obstante
o
fogo
inimigo
bnsca
di
minuir
os
nossos
soldados,
ainda
que
feliz
mente
bem
poucos
desastres
se
contam.
Só
do
forte
de
S.
Marcos
os
liberaes
tem
arrojado
até
boje sobre
os
voluntários
carlistas
19:543
projectis
de
artilheria.
Sobre
Hernani
teem os
carlistas
enviado
8:856
projectis, quasi
o
dobro
dos
que
dispararam
sobre
Bdbau
durante
tres
me
ses
de cerco.
Sobre
S.
Sebastião
houve
no
dia
20
uma
verdadeira
chuva
de
fogo. Era
o
dia
em
que
a
cidade
festejava o seu
orago
com
musicas
e mascaradas,
bailes
e
heresias
na
egreja
de
Santa
Maria.
Digo
heresias,
porque
aproveitando
se
a
reunião
do povo
na
casa
do
Senhor,
em
presença
do
Sacramento,
e
achando-se
reunidas
as
corporações
e
auctoridades
da
cidade,
um capellão
de
um
dos
corpos,
subindo
ao
púlpito,
profanou
aquelle
lo
gar
santo
com
a
voz
da
libertinagem
que
a
revolução
inspira.
Lisongeando
aquelle
falso
sacerdote
o
coração
do povo
com
louvores
pela
excellencta
da
religião
ca-
tholica,
tomou-a
como
pretexto para
ex
citar
odios
e
lançar
maldições
contia
a
parte
de
Hispanha
que
defende
a
bandeira
de
Deus.
Qoiz
provar a
religião
da
liber
dade,
antepondo
á
voz
d’
a
egreja
a
voz
da
rasão,
ao
chefe
supremo
da
egreja ca
thoíica
o
seu Aflonso
Xll.
Deus
porém
castigou
a
audacia
pela
mão
dos
seus
defensores.
Todas as
posições
carlistas
em
redor
de
S.
Sebastião
accenderam
os
seos
fo
gos
contia
a
praça.
As
granadas
cahiara
de
todos
os
lados em
meio
das
festas,
misturando
o grito dos
moribuodes
com
as
vozes
das
musicas,
e
substituindo
as
alegrias
populares
pela
consternação
ge
ral
em
um
espectaculo
de
sangue
e
de
morte.
Uma
das
viclimas,
entre
os
feridos
foi
o
snr.
Viliuch,
correspondente
de
uma
folha
libeial de
Madrid,
n
’aqttélla
cidade.
O
snr.
Viiinch,
é
um
joven
cheio
de
vida
e
de
esperanças,
de
talento
e
de
enthusiasmo.
Pondo
de
parte
a
divergên
cia
das
nossas
opiniões
políticas
lamen
to
o
amigo
pessoal
e
o companheiro
de
estudos,
o
liberai
sincero
merece-me
res
peito,
o
poeta
distincío,
qual
é
o
snr.
Vi-
lioch,
tem
direito
á
admiração
dos
que
apreciam
o
sen
notável
talento.
Quiz
Deus
poréns
que
um
dos
ho
mens
rniis
conhecidos
e
populares
da
Biscaya
expiasse
a
culpa
d
’aquelles
que
pelejam
contra
a
soa causa.
São
altos
os
seus
desígnios.
Uma
granada
inutilisou
ambas
as
per
nas
ao desventurado
poeta.
A
direita
foi-
lhe
itnmedialamenle
amputada,
a
esquerda
pouca
esperança
ha
de se
salvar.
Uma
das
mais
formosas e
mais dis-
tinclas
doozellas,
das
priucipaes
familias
da
cidade,
ficou
sem
ma
braço,
cortado
como
por
encanto
por
um
casco.
Seria
longo
relatar
aqui
o
numero
de
victimas
d
’
aquelle
dia
de
lucto.
Perlo
de Viciaria
annunciain
as
lín
guas
do
governo
que
houve
ura
grande
combate
enlie tres
batalhões
e
doas
com
panhias
de atiradores
affonsinos
e
uma
for
ça
carlista,
tomando
os
liberaes a
estação
aduaneira
em
que
estavam
os
carlistas
em
Sobijana
e
Morillos!
Este
grande
feito
de
armas
(que
as
sim
o
classifica o
general
em
chefe
das
forças
liberaes)
é
a
íiual
de
contas um
mons
parluriens.
Toda
aquella
força
atacou
doze
mique-
leles
(guardas
liscaes)
que
alli
faziam
o
serviço
da
alfandega
carlista.
Apesar
da
enorme
desproporção
da
força,
a
avançada
liberal
foi
recebida
a
tiros
;
e
com
tanta
arrogancia
se
conduziram
os
carlistas,
que
fizeram
stippor
alli
a existência
de
outras
forças,
e
por espaço
de
4
horas
conti
veram
o
inimigo,
tiroteando-se
sempre.
Ao
cabo
d
’
este
tempo, desenganados
os
liberaes
da
triste
figura
que
estavam
fa
zendo
estenderam-se
para
cercar
os
mi-
queletes. Estes
porém,
sem
perderem
o
animo
buscaram
refugio
sem
deixarem de
se
bater
sempre
na
retirada.
Occnparatn
pois
as
forças liberaes
aquel
le
ponto,
que
nem
é
porção
estratégica,
nem
ao menos
ponto fortificado.
Os
car-
listas
estabeleceram
a
sua
alfândega
n
’
oo-
tro
ponto
de
passagem
do
mesmo
lado
em
que
se
achavam.
Falloti-se
ahi
muito
contra
o
general
Pérola, assim
como
se
tem
fallado
de
mentirosas
apresentações.
As
apresenta
ções existem
só
ua
cabeça
dos
corresponden
tes
ou
nos
desejos
e
exfotços
infruc.life-
ros
do
governo.
Emqnauto
ao
geoeral
Pe-
rula
eis
o
período
de
um
tehgramma
que
ha
poucos
dias
aquelle
general
dirigiu
a
8.
M. El-Rei
D.
Carlos:
«A
honra
dos
armas
de
Vossa
Magas-
lade
ficará
fiem
manifesta, e
dará
que
fallar
na
historia
:
Estella
será
a
vossa
sepultura
ou
a
do
inimigo.»
As
folbas
liberaes
dizem boje
que
os
liberaes apagaram os
fogos
carlistas
da
bateria
de
Arralsain.
Posso
afiançar-lhes
que
ante-hontem
esta
bateria
fez sobre
o
inimigo
51 tiros,
os
qu.ies
na
maior
par
te
se dirigiram
contra
Artola.
Já
que
lhes
fallei
acima
das
despesas
que faz
o
exercito
liberal,
não
se
perde
rá
nada
que
lhes diga
quaes
são
os
sol
do»
do
exercito
carlista.
Ainda
que
não
tenha
esta
noticia
outra
utilidade,
mos
trará
por
mais
um
meio
qual
é
a
dedica
ção
cora
que
servem
os
heroes
de
Deus
Palria
e
Rei.
Os
brigadeiros
carlistas,
pois,
vencem
mensalmente
320
reales;
os
coronéis 280
reales;
os
tenentes
coronéis
250
reales;
os
commandantes
200
reales
;
os
capitães
200
reales;
(desconl<<ndo-se
a
cada
um 24
reales
para
a
musica)
os
tenentes
160
reales
;
os
alferes
120
reales
;
os
l.
us
sar
gentos
60
reales
;
o< 2.
0S
sargentos
50
reales;
os
cabos
40
reales;
os voluntários
30
reales
Além
d’
estes
soldados,
os
ofiiciaes teem
duas
rações
e
o
soldado
uma.
A
administração
militar
não
tem
ra
ções.
O
seus
soldados,
porém,
são:
O
intendente
recebe
mensalmente
1
200
reales;
o
subintendenle
960
;
comandante
de
primeira
760;
commandante
de se
gunda 680;
oflicial
de
primeira
54;
ofli-
cial
de
segunda
480;
oflicial
de
terceira
420.
Apesar
de
ser
tão
diminuto
o
soldo
do
exercito
carlista,
mais
de
uma
vez
tem
acontecido
que
no
momento
de
lhe
ser
pago,
ofiiciaes
e
soldados
teem
offerecido
ou
metade
ou
a
totalidade
d
’elle
para
o
cofre
dos
armamentos.
As
noticias
do
estrangeiro
continuam
sendo
boas.
Sabe-se
agora
de
mais
uma
palhaça
da,
que
está
praticando
o
governo
de
Ma
drid
para
illudir
os
néscios.
O
snr.
D. Antonio Bernal
de
0
’
Reilly
é
o
cônsul hispanhol
em
Bayoi
ne.
Como
é
costume,
os
forasteiros
que
chegam
áquelie
ponto
da
França
para
passarem
para
Hispanha
sem
meios,
dirigem-se
ao
cônsul,
que
para
isso
tem
uma
verba
vo
tada.
O
nosso
cônsul
pois
diz
a
lodosos
maltrapilhos
que
pedem
a
sua
prolecção,
que
não
tem
dinheiro
senão
para
os
apre
sentados
carlistas, e
que
se
o
indivíduo
que
pede
o
seu
auxilio
qutr
passagem,
irá
como
apresentado.
Eis
pois
como
são
os
apresentados
que
envia
o
cônsul
de
Bsyon-
ne,
dizendo
serem
ofiiciaes
do
exercito
carlista!! Esta
gente
vive
de
mentira,
e
com
ella
medra.
t.
A*
r«<lacç#o do
«Apostolo».
Londres, 23
de
desembro,
4875.
(.Conclusão)
[V.
—
Não
sei
que
positividade haja no
seguinte
extracto
que
copio
de
uma
car
ta
ao
«Times»
do
seu
correspondente
em
Paris;
mas,
como
a
cousa,
a
ser
ver
dade,
interessa
aos
negocios
ou
objectos,
que
especialmente
fazem
a
província
do
«Apostolo»,
por
isso
traduzo
o
mesmo
extracto
;
diz
elle
:
«O
redactor
do
«Figaro»,
que
ha
in
ventado
mais
projectos
do
que
francez
algum
vivo, mudou
subitamente
de
lácti
ca,
e
em vez de repellir
os
ataques
de
M.
Veuillot,
resolveu
encontral-o
no
mes
mo
terreno.
Diz-se,
que
começou
sem
detença
a
negociar
para
comprar esse
pa
pal
religioso,
e
colligiu em
roda
de
si
um
certo numero
de
escriptores
ecclesias-
ticos de
valor
litterario
considerável
;
de
sorte
que
M.
de
Vdlemessant
que
era
já
o
defensor
do
throno,
e
a
quem
o
conde
de
Chambord
tinha
dado
um
abraço,
por
isso
mesmo,
acha-se
a ponto
de
tornar-
se
campeão
ciliciai
do
altar,
publicando
um
papel
religioso
orthodoxo,
expargado,
as subscripções
ao
qual
serão exactamen-
te
ígoaes
ao
preço
do
custo,
e cujos
pro
veilos serão
dedicados
a
empresas
religio
sas.»
A isto
só
tenho
da
minha
parte
que
acrescentar,
o
meu
oxalá
que
assim
seja;
pois,
se
os
dois
campeões,
ambos
de
mui
to
talento sem
duvida,
qtiizerem
escre
ver
como
calholicos,
não
poderão
dei
xar
de
concordar
nas
doutrinas
e
nas ten
dências.
O
que
o mesmo
correspondente
ainla
acrescenta
da
sua
alg'beira,
bem
que
a
sua
tendencia
não
é,
já
se
entende,
favo
rável
ao
catholicistno,
oão
deixa,
todavia,
de me
agradar;
eis o que
contintía
di
zendo
:
«Tal
é
o
que
corte
em
círculos
os
mais
bem
informados
sobre
matérias
jor
nalísticas,
e
não
creio
que
os
annaes do
jorna
ismo
francez
contenham
cousa
mais
estranha
do
que
esta:
que
um
homem
dirija
ao
mesmo
tempo
o jornal
da
lou
cura
parisiense, e
um da orthodoxia
reli
giosa.
O
homem
comtudo
é
engenhoso.
Conhece
melhor qne
nioguem
o
publico
em
qne
tem
que
recrutar
leitores
e
sub-
scriplores,
e
pode-se estar seguro que
no
ponto
de
vista
de
negocio
dará golpe
ao
jornal
de
seu
adversário
que nem
todas
as
ca:
tas
episcopaes
serão
capazes
de pa
rar.
Em
todo
caso,
o
publico
desinteres
sado
terá
um
espectaculo
attractivo
,na
íucta
qne
vae
começar
entre
o «Univers»
e
seu
futuro
rival
no
campo
da
orthodo
xia
e Ultramontanismo,
a
preço
reduzi
do.»
—
Da
minha
parte,
só
tenho
a
dizer
ao
correspondente
do
«Times»,
que
lhe
agradeço
a
noticia,
e
que
a
estimo,
e
que
se
os
dois
homens,
ambos
de tão
reco
nhecido
talento
se
põem
a
defender
o
tal
«Ultrsmootanistno»
é
o
caso
de este
di
zer,
e
eu
lambem
:
Inter
duos
litigantes
terlius
gaudet.
V.
—
Lê-se
no
«Ecco»
de
Londres,
d’es-
ta
tarde
o seguinte
paragrafo,
que
nada
contém,
que
eu
não
saiba
muito
bem,
e
lia
muito
tempo;
porém
muito
estimo
que
a
cousa
assim
appareça
aífirmada
por
au-
thoridadc
tão
competente
e
tão
insus
peita
:
E
ntrevista
com
o
conde
de
chambord
Diz
um
correspondente
de
Pariz.
que
Mr.
Bntler
Johnstone,
membro
do
parlamen
to
(Britânico)
tendo-lhe
sido
dado
por
M
de
St.
t.hèron
uma
carta
de
introducção
para
o
conde
de
Chambord,
teve
com
elle
uma
entrevista
em Vienna,
e
d
’esla ma
neira
commuoica
as
suas
impressões
á pes
soa
que
lhe
deu
a
carta
:
«Se,
corai)
en
lhe
disse,
senhor,
eu
«julguei
poder
ver
no
acto
de
abnegação
«de
sua
altesa,
do
qual
lhe
fatiei
a
V.,
o
«coração
e
o
caracter
de
wm
homem,
con-
«fesso
que
até esta
entrevista
não
tinha
«eu
aem
ainda
suspeitado
a
elevação
da
«intelligencia
e
espirito
de
sua
altesa
real
«
—
grande
Deus! quantas
vezes
o
mundo
«se
engana a
respeito
dos homens e
das
«cousas
!
—se
fosse
sabido
quão
justas,
le-
«gaes,
e
rectas,
são
as
suas
ideias
poli-
«cas,
não
desesperaria
eu de
ver
posto
«fim,
ainda
em
nosso
tempo,
ao
cahos
«que
vae
nos
espíritos,
e
confusão
nas
«ideias
políticas
de nossos
dias.»
Este
testimuoho
faz
igual
honra ao
príncipe
e
ao membro
do
parlamento
que
assim
o
dá;
para
mim,
como
disse,
não
tem
novidade,
porque
tal
conceito
ha
mui
to
tenho
do príncipe,
pelo
conhecimento
de sua
pessoa,
e justa,
despreoccupada
apreciação
de
suas
palavras, de seus
es-
criptos,
e
de seus
actos.
VI.
— Só
me
resta
tempo
para
dizer
duas
palavras
a
respeito das
cousas
de
D.
Carlos,
e
são :
—
Que
as
olho
com
mui
ta
satisfação
pelos
arranjos
sensatos,
civis
e
militares,
que
ultimamente
lá
tenho
visto
fazer.
Uma
das
excedentes cousas
ultimamente
feitas
foi
a
nomeação
do
con
de
de
Caserta
(sobrinho
da
Inperatriz do
Bradl)
para
chefe
d
’
eslado
maior
de
D.
Carlos
E’
neto
do
grande
archidnqne Car
los
d
’Austria,
que
Napoleão
I
respeitava
como
general
;
é
sobrinho
do
vencedor
de
Custosa;
é
discípulo
distincto
da
Escola
de
Artilheria
em
Nápoles;
distinguiu-se
na
defensa
de
Capua
contra os
Flibusteiros,
Garibaldinos
e
Piemontezes
;
distinguiu-se
na
heroica
defensa
de
Gaeta.
E
’
o
ho
mem
que
devia
occupar
o
logar
que
ago
ra
occupa.
a
.
r
.
saraiva
.
GAZETILHA
SlTIBSCKKiFÇÃfí»
E’
digno de
toda a attenção
o barbaro
exemplo
gue estão
dando
os liberaes affonsinos
contra os prisioneiros carlistas.
Em
casa do snr. Manoel
José
Vieira da
Rocha, rua
do Souto,
se
recebem todas as esmolas
com
que as
almas compassivas
queiram
minorar o
estado tris
te d’
aquellas victimas
da santa
causa
da religião e do direito.
JV. SenEiora
«ir*
—
• Festeja-se
na
próxima quarta-feira
a
Imagem
da
Virgem,
que
sob
a
invocação de
N.
Se
nhora
da
Luz
se
venera
em
Guadelupe.
Dexigas.—
Tem grassado
esta
terrí
vel epidemia
em algumas
freguezias
do
concelho
de
Villa
Verde.
ftirève.—
Perto
de
2.000
trabalhado
res
mineiros
acabam
de
se
declarar
em
grève
nas
minas
de
carvão de
Hafody-
Bwch
e
de
Wynnstay
(paiz
de
Galles)
por
causa
da reducção de
salarios.
Ageneins.—O
snr.
Magalhães
Júnior
abriu
um
novo
escriptorio
de
agencias,
no
largo
da
Senhora
A
Branca,
n.°
13
O
snr.
Magalhães
Júnior
é
nm
cava
lheiro
dotado
d
’
excelleoles
qualidades,
que
lhe
assegurarão
bom
êxito
á sua em
presa.
Hm
traidor.—
No
dia
13
do
corren
te
foi
degredado
publicamente
em
Tolosa
o
capitão
Cardona,
culpado
de
traição
e
condemnado
á
morte
pelo
conselho
de
guerra.
S.
Mageslade
o
snr. D.
Carlos
VII
commulou-lhe
a
pena
pela
de
traba
lhos
públicos
por
toda
a
vida.
Sendo
em
pregado
na
secretaria
de
campanha
de
S.
M.
correspondia-se
com
o
inimigo,
ao
qual
commuoicava
certos
segredos que
o
podiam
interessar.
Queiit*.
—
Ha
dias caiu
d
um
andaime
d
’umas
obras
que
se
estão
fazendo
oa
rua
de
S.
Marcos, um
oílicial
de
carpinteiro,
que ficou
muito
maltratado.
Foi
recolhi
do
ao
hispilal
de S.
Marcos.
A
nova rnn da Sé. —
Dizem-nos
que
vae
proceder-se
á
demolição
e
ali
nhamento
das
casas
n.°
2,
3,
4
e 3,
do
largo
da
Sé,
cujo
pagamento
d
’
expropria-
ção acaba
de
ser
effectuado.
Dizem
nos
também
que,
sob
o
pretex
to
de esquadiiar
o
terreiro,
o cunhai
da
casa
n.°
2
tem de
sair
fóra
alguns cen
tímetros,
o
que
nos
parece
mal
enten
dido.
A exm.a
camara
deve
alteoder
a
que
o
pretexto
allegado
não
passa
de
mera
frivolidade;
porque
a
fronteira
da
Sé
tam
bém não
está em
esquadria
com
a
roa,
e
modificações eventuaes qne
o
projecto
pode
soffrer
emquanto
se
não
leva
a ellei-
to
talvez
venham a
exigir
a
demolição
da
casa n.°
1.
Entre
parentbesis
:
no
paragrafo
ante
cedente
deixamos
entrever que
se
demo
rará
a execução
do
projecto,
e
íizemol-o
mui
iutencionalmente. Entendemos
que
a
expropriação
qne
deve
ser
feita
para
já,
é
a
da rua
do
Campo,
que
conduz
ao
edi
fício
da
camada
e
á
Praça
Municipal.
So
bre
este
objecto
fallaremos
mais
d
’
es-
paço.
Voltando
ao
assumpto,
diremos
que
o
alinhamento
não
deve
ser
feito
do
modo
acima
alludido,
porque,
além
d
’oulras ra-
sões,
quanto
mais fôr saliente a
sua
ex
trema
do
lado
do sul,
mais
fica
prejudi
cada
a
perspectiva
da
rua,
parecendo
que
não
ha
saida
do
terreiro
para
traz
da
Sé.
Fasemos
estas
pequeninas
observações,
promettendo
dar-lhes
maior
desenvolvimen
to
em
occasiâo
opportuna.
Um projecto
de
novo jornal —
A
Enperançu. —
Alguns
ecclesiasticos e
seculares
—(os
rev.
os
padre Daniel
Thimo-
theo
Rademaker,
padre
Eugênio
V.
Dias,
prior
de Arroios,
padre
João
M.
P.
da
Gama
—
Calendarista
do Patriarchado,
padre
Luiz
B.
de
C. Pacheco;
os
snrs.
José
da
Silva
Castello
Branco,
Antonio
Mendes
Lages
—
medico
pela
Universidade
de
Coim
bra,
dr.
Fernando
M.
d
’Almeida Pedro-
zo,
Joaquim
José
Coutinho Castello,
Fran
cisco
M.
F. e
Mello.
Antonio
Marliniano
de
Moraes,
e
José
Maria
de
Sousa Mon
teiro),
reumram-se
com
t
o
intuito
de em
prehenderera
a
publicação
d
’
tim
diário
de
noticias
em
Lisboa,
que
será
catholico pri
meiro
de tudo,
e
que
se
absterá
por
completo
de
tratar
a
questão
dynaslica.
N
’outr»
occasiâo esperamos fallar
mais
largamente
d
’esta
empresa
que
se
nos
an
tolha
utilíssima
e
até necessária.
Por
ho
je
limitamo-nos
a
pedir
para
ella
a
pro-
lecção
e
auxilio
de
todos os
que
se
pre
zam
de
calholicos
e
portoguezes.
O
preço
do
diário
será
baratíssimo.
Por
anno
3$000
reis,
em
Lisboa,
etc.
;
jornal
avulso
10
reis.
Bom
será
que se
apressem
todos
os
que
quizerem
coadju
var
a
empresa,
pois
nos
consta
qne o
jornal,
não
contando
com
outros
fundos
além
das
assignaturas,
não
sahirá
sem
ter
d
’
elles
um
numero
sufficiente.
Mas
bas
tarão
as
assignaturas?
Aos
calholicos
que
estejam
no
caso de poderem
prestal-o,
pede-se
algum
outro
subddio,
quer
seja
por uma
vez,
quer
temporário.
Toda
a
correspondência
a
este
respei
to
deve
ser
dirigida
ao
<exm.°
snr.
Joa
quim
José
Coutinho
Castello—
na Livraria
Cal
holica
—
Lisboa.»
E’
mais uma tentativa de
regeneração.
Deus
lhe
ponha
a
virtude!
A
nossos
collegas,
tanto
da
capital
como
das
províncias,
pedimos
o
seu
apoio,
transcrevendo
esta
notícia
e
empregando
quae<qtier
outros
meios que seu zêlo
lhes
suggerir.
—
(fiem
Publico).
SJailes de
manearais.—
Começam
no
proximo
domingo os bailes
de
tnascaras
no
thealro
de
S.
Geraldo.
Rua
<lt*
ZJoa Vista.—
Pedem-nos
os
moradores
da
rua
da
Boa-Vista
que
lem
bremos
á
exm.’
camara
a
necessidade
de
concluir
a
reconstrucção
encetada
n’
aquel-
la
rua,
cujos trabalhos
estão
paralisados.
a
rua
da
Boa-Vista
é
uma
das
de
maior
transito
da
cidade
e
uma
das
que
me
nos
commodidades
apresenta.
Dialogo.
—
Entre
um
cartazeiro
e
um
candidato
:
—
Vccè também
affixa
o
manifesto
do
meu
adversário?
Onde
fica
o
meu?
—
O
seu
?...
fica
por
baixo 1
Xerríveí
aeeidente.
— Um
terrível
accideute
succedeu
na
linha
de
Versalhes,
entre
Clamart
e
a
estação
do
Oeste-Cein-
ture.
A
locomotiva
esmagou
dois
trabalha
dores,
que
ficaram
reduzidos
a
uma
mas
sa
informe
de carne
e
ossos
partidos,
sen
do
impossível
reconhecer
os
cadaveres.
a
ponto
de
se
misturarem
os
restos
dos
dois
infelizes
Heroina.
—
Entre os
insnrreclos
da
Herzegovma
milita
urna
joven
e
riquíssi
ma
hollandeza, chamada
D.
Merkus,
fer
vente
catholica
que
empregou
300
francos
na
conslrucção
de
uma
capella
em
Jeru
salém,
a
qual
mamem
á
sua
costa.
Tem
vinte
e
seis
a vinte
oito
annos;
o
seu
rosto
oão
é
regular
nem
bello,
roas
muito
siropaihico,
especialmente
quando
se
sorri,
o
que
faz
poucas
vezes,
mostran
do
duas
filas
de
dentes
pequeninos
e
al
vos.
E
’
morena,
com
cabellos
negros
e
olhos
azues
um
pouco
profundos
e
de olhar
vago,
d
’
esses
olhares
que
se
perdem
oo
infinito.
E
’
animosa,
e
soffre
as
privações
e
a
inclemência
da
estação
como
um
rude
monlanhez
;
sopporta
com
stoicismo a
fo
me
e
a
sêde,
caminha
dias
inteiros,
e
ha
vendo
atirado
fóra
com
as
elegantes
bo
tinas
de
Pariz,
calça
hoje os
opanki
—
pe
daço
de pelle
de
cabra
ligada
ao
derre
dor
do pé
e
da
perna
com
um
cordel
—
com
os
quaes
salta
de
rocha
com
a des
treza
d
’
um
gamo.
A
joven
Merkus,
oão obstante
as
fa
digas
e
as
privações,
jurou combater
en
tre
os insurreclos
até
que
nem um só
cliristão
soffra
o
despotismo
dos
turcos.
Inspecção.—
Pelo
snr.
engenheiro
Mattos,
direclor
do
caminho
de
ferro do
Minho,
foram
ha
dias
iospeccionados
os
trabalhos
em
execução entre
Valença
e
Vil
la
Nova
de
Cerveira.
A
reforma dr» Carta.—Na sessão
da
camara
dos snrs. deputados,
de
13
de
janeiro,
foi
mais
uma
vez apresentado pe
lo
snr. José
Luciano
o
projecto
da
refor
ma
da Carta.
Posto
á votação nomi
nal
para se
saber
se
a
camara
o
apoia
va,
ou não,
disseram
regeito 37 snrs.
de
putados,
e
approvo
17,
sendo
conseguin-
temente
regeitado.
Entre
os
qne
approvaram
a
proposta
encontramos,
com
surpresa,
o
nome
do
snr.
conde
de
Bertiandos,
deputado
por
este
circulo.
Amigos
pessoaes
de
s.
ex.a
,
lamenta
mos profundamente
que
o nobre titular
fi
zesse
a
sua estreia
apoiando
uma
propos
ta
anti-catholica,
que
não
póde
estar
de
harmonia
com a
maior
parte
dos
eleito
res
que o levarrm
ao
parlamento
E
não póde,
e
não
deve,
e não
está
d
’
harmooia
coro
os sentimentos
da
maio
ria
dos
eleitores
d
’
este
circulo,
e
da
maio
ria
dos
portoguezes, que
são
essencialmen
te
calholicos,
porque
o
arl.
6.°
da
Carta,
para
o
qual
o
partido
hislorico
pede
prin
cipalmente
reforma,
é
assim
concebido
:
<iArt.
6.°
A
religião
catholica apostólica
romana
continúa
a
ser
a
religião
do
reino.
Todas
as
outras
religiões
serão
permiltidas
aos estrangeiros
com
seu
culto
domestico
ou
particular,
em
casas para
isso
destina
das,
sem
fôrma
alguma
exterior
de
templo».
Ora
Portugal
não
quer
este
artigo
re
formado,
não quer
a
liberdade
de
culios,
não
quer
deixar
de
ser
catholico,
não
ac-
ceita a
doutrina
dos
«espíritos
fortes»,
oão
perfilha
as
ideias
avançadas
do
partido
his
tórico,
—
o
mais
antipathico
de
quantos
fer
vilham
n
’
este
paiz.
Sentimos,
pois,
que
o snr.
conde
de
Bertiandos
fosse
tão
infeliz
na
sua
primei
ra
votação,
de
todo
anti-calholica
e
de
todo
anti-nacional.
As
propostas e
leis
que
trazem
a
chan-
cella
do
snr.
José
Luciano,
(queríamos
dizer
—
do
partido
hislorico)
são
sempre
ultra-ex-
cellentes.
As
consequências
tíalgumas
d’
el-
las
já
se
vão
mostrando,
por
exemplo
:
a
venda
dos
passaes,
o
não
provimento
das
cadeiras
das
cathedracs,
etc.,
etc.
Por
eptirno
effeito
d
’esta ultima,
acha-
se
a nossa cathedral
reduzida
a
seis
co-
negos:
se
um
d'elles
estiver
doente
ou
au
sente,
já
não
ha
numero
bastante
para
um
pontificai.
E
viva
o
partido
hislorico,
e
os
salva
dores
da
patria
e
das
balatas.
Eleição.
—
Terá
logar
no
dia
3
de
fe
vereiro a
eleição
dos
procuradores
á
jun
ta
geral
d
’
este
districto.
Hibliotbeca
do
Cura
«3’AIdeóa.
—
Dissolveu-se
a
sociedade
que
na praça
do
Porto
girava
sob
a
firma
de
Leilão &
Ma-
thías,
proprietários
da
excellente
empfresa
litteraría
denominada
Bibliot/ieca
do
Cura
d'Aldeia,
ficando
todo
o
activo
e
passivo
a
cargo do snr.
Joaqmtn
Antunes
Leitão,
que
continua
com
a
mesma
empresa
Caíninlsos de ferro
do
NlinB»®
e
Douro.
—
Já
foi
apresentado
na
camara
elecliva
o
relatorio
sobre
a
conslrucção
dos
caminhos de
ferro
do
Minho
e Douro.
Vè-se
que
até
31
de
outubro do
anno
pas
sado
a
despesa
feita com
os
dois
caminhos
foi
de
4.412:809^963
réis;
sendo
réis
2.832:563^390,
com
o
caminho
de ferro
do Minho, e
1.360:244^373
réis
com
o
ca
minho
do
Douro.
No
caminho
de
ferro
do
Minho
estão
abertos
á
circulação
34
kilo-
melros
e
no
caminho
do Douro
38.
ArremnCação.—
No
dia
26
do
pro
ximo
fevereiro
teem de
ser
arrematados
no
ministério
da
fazenda
os
segui:
tes
bens
per
tencentes
ao
passal
de
S. João
das
Caídas
de
Vizella
:
Campo
dos
Fornos,
medindo
2:930
me
tros
quadrados,
com
uma
casa
lerrea.
que
confronta
do
nascente
com
terras
de
João
da
Sdva,
do
poente
com
a
estrada
de
Gui
marães
a
Arouca,
do
norte
com
Jm
quim
Ribeiro
da Costa,
e
do
sul
com
caminho
para
a
egreja
—
2:960^000.
Campo
dos
Fornos,
medindo
80.)
m
tros
quadrados,
que
confronta
do
nascente
com
a
estrada
de
Guimarães
a
Arouca,
do poen
te
e
norte
com
terras do
passal,
e
do
sul
com
caminho
do
Moinho
do
Abbade
—
800^000.
Bouça
das
Pedras,
medindo
3:
í
11
me
lros quadrados,
que
confronta
do
nascen
te
com
a estrada
de
Guimarães
a
Arouca,
do
poente
cotn
terras
do passal,
d
)
nor-
le
com
caminho
do
Moinho
do
Abbade,
e
do
sul
com
o
rio
Visella.
Tem
casas
terreas
de
pedra
com
nove
poria
e
cinco
janellas
com
Lente
para
a
estrada,
e uma
outra
casa
terrea
de
madeira
com
frente
para
o
cruzeiro,
com tres
portas
e
uma
janella
—
3:114-3000.
Bouça
das
Pedras,
medindo
1:416
me
tros
quadrados,
que
confronta
do nascen
te
com terras
do
passal,
do poente
com
a
estrada
de
Guimarães a
Arouca,
do
nor
te
com
o
adro
da
egreja
e
do
sul
com
o
rio
Vizella.
Tem-uma casa
terrea
de
ma
deira
com
quatro
portas
e
uma
janelle,
e
mais
um
barracão
que
serviu
ás
obras
pu
blicas
—
1
:416$000
Subsídio. —
Foi
concedido
á
cama
ra
municipal
de
Guimarães
o
subsidio
de
1
1325000
réis,
para
a
consirucção
do
lanço
da
estrada
municipal
de
Guimarães
a
S.
Torquaio,
comprehendido
entre
a
Ma
dre de
Deus
e
o rio
Celho, na
extensão
de
1653
m,62.
XTova
linha <lc ciretinnalaçào.
—
Auctorisou-se o
director
das
obras
pu
blicas
do
Porto
a despender
a
quantia
de
700^000 réis
com
a
continuação
dos
estu
dos
de
uma
nova
linha
de
circumvalação
na
cidade
do
Porto.
Caminhe de
ferro «í® Minho.—
O
rendimento
do
caminho
de
ferro
do
Minho,
na
semana
linda
em
7
do
corren
te,
foi de 2:6525360
réis.
O
numero
total
de
passageiros
foi
de
5:924.
O
rendimento
total
tem
sido
de
réis
84:1495113.
Niugeni ao redor do
mundo. —
O
capitão
do
navio
francez,
mr.
Biard,
le
va por
diante
0
seu projecto
de empre-
heuder
uma viagem
ao
redor
do
muodo
em
um
navio-escola,
e
espera
reunir
para
a primavera
próxima os
ciacoenta
viajan
tes
de
que
necessita.
Tenciona
seguir
0
itinerário do
Havre
a
Nova
York por Lisboa
e
Madeira,
de
pois visitar
as
Antilhas,
0
Brazil,
0
Pra
ta,
0
estreito
de
Magalhães, 0
Chile, Oto-
hali.
Nova
Zelandia,
e
Nova
Caledónia
;
d
’
alli
seguir
para
0
Japão,
China,
Bata-
via,
índia,
Aden,
e
Port-Said,
e
depois
de
haver percorrido
76
mil kilometros
em
vinte
e
cinco
travessia
durante
194
dias
de
marcha
e TIO de passagens,
chegará
a
Marselha
ao
cabo
de dezes
de
sabida
do
Havre.
/i
maçnutayia
nada tem eam
a
religião.—
E
’
o que
se
ouve
dizer cons
tante-mente
pelos
ignorantes
que
de nada
sabem,
pelos
irmãos
que são
suspeitos
e
pelos
prudentes
cujus
Deus
venler.
Contra
essa
calumnia
protesta
solem-
nemente
a
Família
Maçónica
de 12
do
corrente
nos
seguintes
termos
referindo-se
a
Pio
IX:
«Só
pó
le
acreditar
na
saulidade desse
PERVERSO
a imbecilidade
e
a
hypocrisia,
aquella
pela
estupidez
e
esta
pela
requintada
perversidade.
«Entretanto,
é
AO
MAIS
CELEBRE
CRIMINOSO
DOS
NOSSOS
DIAS
a
quem
se
curvam
essas
misérrimas
confrarias
ca-
tholicas—apostólicas
—
romanas
embrutecidas
pela
vergonhosa crença
de
adoração
aos
pedaços
de
madeira
A
QUE
CH
a
MAM
IMA
GENS
!
«
Ah
!
e
não
vos
sóbe
0
rubor
ás
faces ?
!
«E
quereis
deixar
as
vossas
consciên
cias
chegarem
ao
estado
de
putrefaeção
em
que
se
acham
as
consciências
do Bo
judo
fradalhão
do
Apostolo E
A
DO PAPA
REI
?
«O
que
se
tem
visto
de mais
ridícu
lo,
é
esse
homem
CARCOMIDO
PELOS
VÍCIOS
E
CRIMES
alardear a
sua beslun-
ta
infallibilidade,
apregoada
por
essa
cafila
de
bonzos,
que
traficam
com
a
estúpida
cre
dulidade...
«Referindo-nos
á
cafila
de
bonzos,
claro
fica,
que
sempre
delia
isenta
está
a illus-
trado,
excepção
do clero
braziletro.
«Deus
inspire
a Viclor
Emmanuel,
pa
ra
que
no
mais
breve espaço
de
tempo,
em
nome
de Deus
e
bem
da
humanidade,
mande
desentulhar
0
Vaticano.»
A
excepção
comprehendeu
os
A.
Mar
tins,
Guilherme
Braga,
Monte
Carmello,
Arèas,
Rocha e outros d’
esta
laia.
São
os
padres
que
a
maçonaria
adinitte
e
prote
ge
!
r
Vergonha
das
vergonhas
!
Depois
do
que
íica
transcripto quize-
ramos
encontrar
um
d’
esses
prudentes
que
aconselham
sempre
0
emprego
dos
pan-
nos
quentes,
para
perguntar-lhe
—
quem
são os provocadores
?
E
esses
pobres
diabos
da Familia
Ma
çónica
amda
comem
pão
!
Nunca se
viu
lauta igoorancia
e
tanto
cynismo
juntos
!
Vamos
registrando
esses
desabafos
para
desengano
dos
que
ainda
se
deixam
illu-
dir
por
esses
sordidos
especuladores.
(«Apostolo»)
lainstre enferma.—
Acha-se grave
mente
enfermo
em Santa
Combadão
0
pae
do
snr.
conego
Alves Matheus.
Adjudicação.
—
Foi
adjudicada
no
Porto
ao
snr.
Antonio
da
Costa
Oliveira
Maia
pela
quantia de
2:1385009
a
barca
portuguesa
«Thiers».
A
eaniar»
dos
Fstados-TTnidos.
—
O
correspondente
do
«Wolord»,
em
Was
hington,
calcula
que
a
camara
dos
repre
sentantes
americanos,
custa
á
nação
cerca
de
96:0005900
reis
por
dia, ou
2:4005000
reis por
hora
e
385400
reis
por minuto.
Ha
dias
nm
membro
do
congresso
propoz
que
se
mudasse 0
nome
ao
vapor
«John
Jones»,
pelo
de
«Thomrz
Jenkins». Em
pregou
5
minutos
em
disel-o, de
fórma
que
custou
ao
povo
americano a frioleira
de
1925000
reis.
EUaducção.—
Consta
que 0
snr.
di-
rector
do
caminho de
ferro do
Minho pro
poz
nova reducção
para
a
pequena
velo
cidade,
sendo
os principaes
generos
con
templados
com
a
reducção,
0
sal
e
o figo.
A
reducção
abrange
lambem
a
aguar
dente,
genebras,
licores,
manteigas, quei
jos,
aço
em bruto,
manteiga
fresca,
e
queijo
fresco,
figos
em
caixas
e
sal;
ovos,
laranjas,
limões,
fructa
verde,
trapo,
pre
go*, lã
soja, ferro
em
verga,
vergalhões,
chapas
de
ferro,
carvão
e
pedra
de
cal.
Almat «Io
outro
mundo.—
Acre
ditam
os
índios
concows
da
Califórnia
que
os chins
são
indios
que
resuscitaram
e
que
perderam
sua
lingua em consequên
cia
de
crimes
que
cometeram
em
sua
pri
meira existência.
Os
chins
começaram
a
apparecer
nos
Estados
Unidos
em
fins
de
1849
e
na
primavera
de
1850.
Batalhão
«le
niyope*
—
Diz-se
que
0
systema
francez
que
admitte
0
serviço
voluntário
no
exercito
por
um
anno
deu
logar
a
descobrir
se
que
36
por
cento
das
rapazes
das
classes
superiores
são
tnyopes.
Os vidros
numeios
2
e 3
não
os aju
dam
a
lèr
as
tabolelas
das
lojas do
ou
tro
lado de
ruas
estreitas.
O
general
Cissey
recommenda a
for
mação
de um
corpo
de
voluntários de
vista
curta.
l)m i»r»«Iigío artintieo.—
Um
artis
ta
allemão
por
nome Gabriel Max,
tem
desenhado
0
rosto
do
nosso
Salvador
com
um
earacteristico
muito extraordinário.
O
engenho
esmerado do
primoroso
e
laborio
so
artista chegou
a
tal
ponto,
que
os
olhos
no
retrato
apparecem
fechados
vistos
de
longe,
e
se
abrem
gradualmente,
ao passo
que
os
espectadores
se
approximam
do
quadro.
Esta
impressão
dura
até
que
0
visitador
esteja
mui
perto
do
retraio,
quan
do
os
olhos
do
rosto
outra
vez
se
fecham.
Falteeimenlo.—
Falleceu
no
Porto
0
snr.
padre
José
da
Purificação
de
Sou
za
Ribeiro,
egresso
da
ordem
dos
Agos
tinhos
Reformados,
capellão
e
mestre
de
ceremouias
do
cabido
da
Sé
do
Porto,
com-
missario da V.
O
3.a
de S.
Francisco
e
encarregado do
expediente
da
bulia
n
’
aquella
diocese.
Coincidência
notável
—
0
governo
hespanhol
está
metlido
em
camisa
de
onze
va<as.
Lucta
contra
0
candidato
La
Iglesia
(0
Egreja)
era
Palencia.
Lucta
cootra
0
candidato
Deus, em
Jaen
E
por
ultimo,
deu baixa ao
coronel
Christo,
no
exercito.
De
modo
qoe
0
gabinete
hespanhol
es
tá
mal
com
a
Egreja,
com
Deus, e com
Christo.
—
(«C. das
Províncias»).
Cura «Ia tiniea.—
Os jornaes
ameri
canos
e
inglezes
dão
noticia
de
um
reme-
dio
descoberto
para a
cuia
da
tisica,
da
qual
se contam
vantajosos
re*ultados,
acon
selhando a
sua
reproducção
nos
jornaes,
em
beneficio
d
’
aquelles
a
quem
possa
convir.
Consiste
este, no
uso
de
uma
infusão
em
agua
do
verbascum
thapsus
L.,
plan
ta
do
Canadá,
muito commura
em
Hespa-
nha que
se
toma
misturada
com
café
as-
sucaraJo,
durante
tres
a
seis
meses,
segun
do
a
gravidade
da
moléstia.
Cotn este remedio,
aílirma-se
ter-se
ob
tido a
cura
radicai
etn
casos
muito
de
sesperados.
íSatxa.
—
No mercado
bimensal
de
Pon
te
do
Lima,
um
dos
principaes
do
Minho,
os
cereae*
baixaram
sensivelmente,
facto
que
0
povo
recebeu
cora
iodisivel satisfação.
Aviso.—
N
’
esta
redacção,
rua
Nova n.°
3,
precisa-se
lallar
com
os
herdeiros
de
José
Ferieira,
natural
d
’
esta
cidade
de
Bra
ga,
fallecido
em
Buenos-Ayres,
para
inte
resse
dos mesmos.
EXPEDIENTE
»A AWMIAIST3<A -
ÇÃO.
Temos
recebido
varias
cartas
de
nos
sos
assignantes,
nas quaes
uns
se
quei
xam
de
não
lerem
recebido
os
recibos
de
quantias
que
nos
tem
enviado,
e
outros
ignoram
0
debito
da
assignalura,
por
te
rem
entregue
quantias
a
alguns
de
nossos
correspondentes,
que
0
eram do
«Futuro»,
e
dos
quaes
não
recebemos
as
notas
para
a'competente
descarga.
Porisso
vamos
co
meçar
a
publicar 0 nome
dos
cavalheiros,
cujas
assignaturas
estão
pagas,
e
espera
mos
que
nos
continuarão
a
prestar
a
sua
dedicada coadjuvação,
servindo
isto
tam
bém de
estimulo
para
os snr.
assignantes
que se
acham
em
divida,
e
de
aviso
aos
que
satisfizeram
aos
correspondentes
aci
ma
referidos.
Arcos,
—
Pa
Ire
Cipellão
da
Peueda,
até
21
d
’abril
de
1876.
—
Abbade
de
Cabreiro,
até
5
de
Mar
ço
de 1876.
Amares.
—
Abbade
de
Ferreiros,
até
31
de
dezembro
de
1875.
—
Padre
José
Pedro
de
Carvalho,
até
21
de
novembro
de
1873.
Arganil.
—
Padre
José
Antonio de
Paiva,
até
19
de
novembro
de
1873.
Bragança.—
Padre
Manoel Paulino
de
Moura,
até
31
de
dezembro
de
1873.
Barca.
—
Abbade
de
Brilello, até 29
de
fevereiro de 1876.
—
Abbade
de
Lindoso,
ate
3
de
outu
bro
de
1875.
—
Manoel
de
Faria
Malheiro,
até
6 de
aneiro
de
1876.
Bahia.—
Antonio d
’
Ascenção
de
Sousa
Menezes,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Barcellos.
—
Joaquim
Alves
de
Faria,
até
17
de
abril
de
1876.
—
Reitor
de
Viiiar de
Frades,
até 13
de
junho de
1876.
—
Reitor
de
Quintiães,
até
31
de
dezem
bro
de
1875.
—
Valentim
Augusto
Ferreira,
até
31
de dezembro
de
1875.
Padre
João
B.
Martins
Moreira,
até
31
de
dezembro
1873.
—
Manoel
José
da
Silva Mattos,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Caminha.
—
Dr. Antonio Luiz
d
’
Antas
Fi
tai Carneiro,
até
31
de
dezembro
de
1876.
Coura.
—
Fr. Francisco
do
Livramento,
até
13
de
setembro
de
1873.
—
Dr.
José
Joaquim
Dantas
Bacellar,
até
31
de
dezembro
de
1875.
—Padre
José
Maria
de
Barbosa,
até
31
de
outubro
de
1875.
—
João
Manoel de
Azevedo
Pôço,
até
19
de
Março
de
1876.
—
João
Luiz
Ribeiro,
até
31
de dezem
bro
de
1876.
Coimbra
—
José
Dias
Simões,
até
6
de
maio de
1876.
Cabeceiras.—
Padre
Domingos
Gonçal
ves
da
Silva
Ramos,
até
19
de
julho
de
1876
Castello Branco.—
Antonio
Elleuterio,
até
15
de
janeiro
de
1876.
Carrazedo de
Monlenegro.
—
Padre
Anas
tácio
Manoel
Mendes
Saraiva,
até
30
de
ju
nho
de
1876.
Chaves.
—
Padra
Antonio
Gonçalves
Amaro,
até
31
de
dezembro
de
1873.
—
Padre
José
Gonçalves dos
Santos,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Esposende.
—
Padre
José
Antonio
de
Sá,
até
31
de
dezembro
de
1875.
—
Padre
Joaquim
de
Viilas
Boas,
até
31
de
dezembro
de
1875.
—
Padre
Manoel
Ferreira
Neves,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Estarreja.—
Manoel
Soares
da
Silva,
até
19
de
Março
de
1876.
Ferreira (Alentejo). — José
G.
Lança
Sobrinho,
até 30
de
junho
de
1876.
Freixo
d
’
Espada
á
Cinta.
—
José
Antonio
M.
Cordeiro,
até
13
de
dezembro
de
1875.
Faro.
—
Padre
Autonio
José
dos Reis,
até
31
de
dezembro
de
1875.
Guimarães.
—
Padre
Antonio
José
Torri
nha
Machado,
até
31
de
dezembro
1875.
Lixa.—Reitor
de
Arnosella,
até
30
de
Março
de
1876.
Lisboa.
—Manoel
Pereira,
até
19
de
se
tembro
de 1876.
[
Continua]
DE
8;
íiíHLOII
Domingo
30
de
janeiro
de
1876
ENTRADA
DO
CARNAVAL
BAILE
DE
CASCARAS
Camarotes
de
l.a
ordem.
.
.
.
600
rs.
»
>
2.a
»
....
800
»
»
»
3.a
»
.
. .
.
400
»
Entrada
geral
...................................
120
»
Damas
decentemeiite
mascaradas
tem
entrada
grátis
até
ás
9
horas.
Principia
ás
8
horas
e acaba
á
meia
noite.
AGRADECIMENTOS
João
Luiz
Pipa
e
sua mulher
D.
An
na
Casimira d'Oliveira
Braga, Joaquim
Jo
sé
da
Silva
Pipa,
e
sua
mulher
D.
Emitia
Candida Ferreira,
não
podendo agradecer
pessoalmente
como
desejavam
a todas
as
exc
mas
snr.
as
e
ill.
mos
e
exc.
raos
snrs.
que
se
dignaram
cumprimenlal-os,
por
occasião
do
fallecimento
de
sua
muito
presada
ir
mã
e cunhada
D.
Maria
Julia
dos
Desam
parados
d
’
Almeida Pacheco,
e
bem
assim
a
todas
as
pessoas
que
lhe
fizeram
a
hon
ra-de
assistir
aos
oflicios
fúnebres
e
acom
panhar
o
cadaver até
ao
cemiterio publi
co,
o
fazem
d
’este
modo, protestando
a
todos
o
seu mui
profundo reconhecimen
to
e
sincera
gratidão.
E
do
mesmo
modo
agradecem
aos
muito
revd.
os
sacerdotes
que
tiveram
a
bondade
de dizer
missa
e
assistir
ao
funeral
gratuitamente.
(2934)
/173/
D.
Augusta
Eduarda
de
Sousa
Loba
to,
viuva, e
seus
filhos,
extremamente
pe
nhorados
para
com
aquelles
excellentissi-
mos
senhores
e
senhoras,
que
por
occa-
siâo
do
fallecimento
de
sua
presadissima
mãe
e
avó,
fallecida
em
Lisboa
se
digna
ram
cumprimenlal-os
portão
triste
aconte-
mento,
desejando
a
todos e
a
cada
um
de
per
si
agradecer
sua
delicada
visita,
e
não
lhe sendo
possível
faze!-o pessoalmenle,
veem
por
este meio
mostrar
a
lodos
o
seu
reconhecimento,
protestando
a
snmma
e
sincera
gratidão.
(2913)
~ÀWUNÕÍÕS~
Venda
de bens de raiz
Francisco
José
da
Silva,
morador
n®
largo
da
Sé,
n.°
1,
d
’
esta
cidade,
vende
o
campo
chamado
da Codeceda,
no
logar do
Bairro,
freguezia
de
Ferreiros,
qua
produz
pão, vinho
e
matto,
com
seu estanca-rios
e
o
campo
chamado
da
Portella
no
logar
da
Sardinheira,
na
freguezia
de
Sequeira,
que
também
produz
pão,
vinho
e
matto,
e
faceia
com
a
estrada
Nova. Esta venda
é
para
pagamento
de
dividas
a
que
as
mes
mas
propriedades
se
acham
hypolhecadàs,
sendo
pagas
no
acto
da
escriptura
de
ven
da,
os
créditos
pesam
nas mesmas;
e
por
isso
póde-se
contratar
livremente
cotn
o
annuncLnte
a
venda
das mesmas
proprie
dades,
pois
primeiro
que
tudo
quer
pa
gar
a
quem
deve.
Braga
27
de
janeiro
de
1876.
(2935)
Francisco
José
da
Silva.
BANCO MERCANTIL
DE
20»
2ERL CS-
Soeiedade nnonyma de responra-
bilidade
limitada
São
convidados
os
snrs.
accionistas
d
’es-
te
Banco
a
reahsarem
a
quinta
e
ultima
prestação
de
20 p.
c. ou
105000
rs.
por
acção
Jesde
0
dia
20
até
29
de
fevereiro
proximo,
em
Braga
na
sede do
Banco, e
no
Porto
na agencia
Praça
de
D.
Pedro
n.°
22.
A
este
mesmo
acto
serão
trocados
os
títulos
provisorios
por um
documento
de
clarando
cada
snr.
accionisla
se
deseja
ag
suas acções, ao portador,
ou
averbadas,
devendo
n
’este
ultimo
caso
indicar
tam
bém 0
nome
da
pessoa
ou
pessoas
a
quem
se
deve
fazer 0 averbamento.
Braga
26
de
janeiro
de
1876-
Pelo
Banco
Mercantil
de
Braga
Os
directores
José
Antonio
Bebello
da
Silva
João
da
Cosia
Palmeira
José
Joaquim
Lopes
Cardoso.
Vende-se
a
quinta
denominada
da
Togeira,
sita
no
logar
de
San
ta Tecla,
da
freguezia
de
S. Vic-
tor
d
’
esta cidade.
Dão-se os
esclarecimentos
na
rua
do
Souto,
casa
n.°
10.
(2946)
PORTO
NA
QUINTA
DE
RORIZ
3-EUA DAS FLOSES-1,3
POBTO
(JUNTO
À EGREJA
DA MISERICÓRDIA)
CO.nPRA
E
VEXIBE
JOSE
’
I. FERREIRA
RORIZ
FORNECEDOR
DA
CASA REAL
InseripçSc»
<le
as8enA<ntnentt*
Bitas
de
eoupon»
DEPOSITO CENTRAL,
RUA
DAS
FLORES, 35 37
E
39
Dita»
de
divida externn
Titulo» hispanhoe» internas
PRIMEIRA
E ANTIGA i HOfflZ I CASA FELIZ
aís
sHSHTf-;1
S
FORT»
1
-
RUA
DAS
FLORES
-
3
(
junta
á
egraja
da
misericórdia
)
SORTE
BRANDE
«
è
,.
B.OOOSOOO
Koteria
<ln Sainta C
ks
»
<I
í
» ffRiserieortlin
de
Eisboa
Extracção
a
3
de
Fevereiro
■)
0
proprietário
annuncia
aos
seus
freguezes, e
ao
ç publico,
que
em
todo
o
sabão
fabricado
na
sua
fabri-
t
ca,
e que
na
mesma se vender,
ou
no
Deposito Cea-
£ trai,
se
fará
o
desconto
de
6
por
cento
sobre
os
pre-
?
ços
estabelecidos,
de
uma
caixa
para cima.
Salisfaz-se
5
com
promptidão qualquer
pedido
que
seja feito
do
di-
□ to
genero,
tanto
d’
esta
cidade
como
das
províncias
e
6
se
garante
a
sua
boa qualidade.
Ditos
externos
Coupons dos ditos jsí
veneidos.
so-
©3“
Sacca,
toma
leiras
e
dá
cartas
de
credito
bre
Lisboa
e
diversas
praças estrangeiras,
e
se
encar
rega
de
compra
e
venda
de
titulos
de
divida
publica nas
mesmas
praças.
JOSÉ
IGNACIO
FERREIRA
RORIZ
AFIANÇADO
NO GOVERNO CIVIL
DO PORTO, NA CONFOR
MIDADE DO
EDITAL DE 28
DE JULHO DE
1860
Tetn
á
venda
no
seu
estabelecimento
bilhetes
intei
ros
a
5$000
rs.
—Meios ditos,
a
2$600—Quartos,
a
1^300
—
Oitavos,
a 680
—Caulellas
de
500,
230
e
130
rs.
rtó
O
mesmo
satisfaz
com
promptidão
todas
e
quaesquer
èA
encommendas que
lhe
sejam
feitas
das
províncias,
aitt-
da
que
sejam
em
grande
quantidade,
e
vindo acompa-
nhadas
do
seu
importe
em
vales
dos
correio
;
e
no
fim
da
exlracção
remette
a
lista
dos
prémios
aos
seus
freguezes,
mas
quando
a
não
recebam
em
tempo
com-
4$
petente
lerão
a bondade
de
a
requisitar.
(Y
*)
«
í
a
1.
'V
>
1
â
$
S
iBSOTASé
Vae
brevemente
ser
arrematado
em
basta
publica o
prédio
n.°
71, 71 A,
71
B
e
71
C,
situado na
rua
de
S.
Victor,
fo-
reiro
á
Mitra
Primaz
com
utn
foro
de
575
reis,
e
que
consta
de
casa
d’um
andar,
bom
quintal
e
poço.
O
prédio
é
pertencente
a
Bernardino
d
’Araujo
Carvalho
Reis.
(2947)
Banco
Commercial,
Agrícola e
Industrial
de Viila Beal
Igseiedadle
nnoiiyiiia de
respsnsaln-
lidade limitada.
A
gerência
annuncia
que
ern
26 do
corrente
começa
o
pagamento
do
dividen
do
do
2.°
semestre
do
anno
p. p.,
na
rasão
de
l$>750
rs.
por
acção;
na
séde
do
Ban
co
em
Viila
Real,
e
nas
suas
agencias
do
mesmo
no
Porto,
Braga, Vianna,
Lisboa,
Guarda,
Vireu,
Guimarães,
Caminha
e
Fafe.
O
dividendo
será
pago
somente
em
pre
sença
das
acções
definitivas.
Banco de
Viila
Real,
em
24
de
janeiro
de
1876.
Os
gerentes
João
Pinto
Ferreira
(2938) Agostinho
José
da
Costa.
PHEVEAÇÃO
Antonio
Joaquim Correia d
’
Araojo,
de
clina
de
si
a
responsabilidade
dos
actos
de
Adelino
Augusto
Alves
Ferreira
que
deixou
de
ser
seu
caixeiro, desde
o
dia
22
do
cor
rente.
Braga
24
de
janeiro
de
1876. (2942j
MESTRA
Offerere-«e
uma
para
casa
particular.
Quem
pretender
queira
dirigir-se á redac-
ção
d
’
este
jornal
em
carta
fechada
com
as
iniciaes
A.
P.
C.
(2941)
LKCC1ON1STA
Um
indivíduo
coropetenlemente
habili
tado
cflerece
se
para
leccionar
Instrucção
Primaria
e
Latiuidade,
por preços
rasoa-
veis.
Dirigir-se
ás
Palhotas,
n.°
15.
CARTÕES
D1T
VÍ
s
IT
a
T
d
E
CASAMENTO
luiprinienge na
«Livraria
Catholira»
DE
Joaquim
José Vieira
da
Rocha,
10
—
Rua do
Souto
—
10
BRAGA.
Preços:
cada
cento
impressão
e
cartão
branco
liso,—
400,
440, 450,
550
e
650
rs.
Ditos
tarjados
para
luto,
impressão
e
cartão,
—
700
e
750
rs.
(2870)
Domingos
José
Alves
Braga, negocian
te
da
rua
dos Chãos
d’
esta
cidade,
previ
ne o
publico
de
que
por
titulo
particular
de
21
de
novembro
ultimo,
comprou
a
Manoel
Ramos
Barros
Pereira
e
mulher
Anua
Joaquina
da
Cunha,
da
freguezia
de
Covellas,
comarca,
da
Povoa
de
Lanhoso,
uma
coutada
denominada
das
Fogueiras,
de
naturesa
de praso,
situada
nos
limites
da
predita
freguezia,
de
cuja
compra
pagou
a
respectiva
contribuição
de
registro,
e co
mo
lhe
constasse
que
os
vendores
tem
ro
gado
com a
mesma coutada
a algumas pes
soas,
faz
esta
declaração para
evitar
ques
tões
futuras.
Braga
20
de
janeiro
de
1876.
(2930)
Nova
fundição de
ferro
e
me-
taes
De
Aiatemio Germano
Ferreirisaha
Travessa
de S. João—Braga.
O
proprietário
d
’
esla
oflicina
funde
to
da
a
obra
de
ferro
e
metal,
de qualquer
tamanho
e
natureza
que
seja,
assim
como
também
faz memórias
de
ferro
ou metal,
tudo
pelos
preços
do
Porto,
e com
a
ma-
xima
perfeição.
BANCO
COMMERCIAL
DE
VIANNA
Sociedade
anonyma
de respwmrabi-
lidade
limitada
Desde hoje
em
diante
está
aberto
o
pa
gamento
do
dividendo
de
7
p. c.
ou
7$000
réis
por
acção
relativo
ao
2.° semestre
de
1875
aos
snr.
accionislas
d'esle
banco,
anto
na sua
séde
como
nas
suas
caixas (i-
iaes
do
Porto
e
Coimbra.
O
pagamento
na caixa
filial
do
Porto
tem
logar
nas
segundas, quartas
e
sextas
feiras
desde
as
10 horas
da
manhã
á
1
da
tarde.
Os
snrs.
accionislas
que
residem
em
ou
tras
partes
do
paiz
aonde
houver
agen
cia
d
’este
banco,
e
alli
quizerem
receber
os
seus
dividendos,
podem
dirigir-se
so
respectivo
agente
Vianna do Caslello
21
de
janeiro
de
1876.
Pelo
Banco
Commercial
de
Vianna.
Os
directores
José Alves
de
Sousa
Ferreira
A.
Alberto
da
Rocha
Páris.
(2933)
<4
BAMBE
DEPOSST®
DE MACEII-
MAS
ME tOMTUBA
DE
H.
S6ISH&BB
CoMBtrwidra»
par M. •?.
Petit, «1*
KUruxellas
13
—
-Praça
de
Carlos
Alberto
—
14
PORTO.
N’este estabelecimento
encontra-se
á
venda
um
grande
sortimento
de
machinas
de
costura
;
para
famílias
e
costureiras,
próprias
para
todo
o
trabalho de obra
bran
ca
e
fina
de côr.
Para
alfaiates,
estofado
res,
chapelleirqs
etc.
:
podendo executar
toda
a obra
de
panno
e
couro
fino.
De
lançadeira
grande
(levando
300
metros
de
fio.)
Para
calçado,
correames, arreios
etc.
De
braço,
especiaes
para
calçado,
poden
do
metter
elásticos
e
fazer
toda
a
sorte
de
concertos.
—
Portáteis,
de
mover
á
mão,
podendo
também
funccionar
com
pe
dal,
muito convientes
para
famílias.
De
bordar,
executando ada>iravelmen(e
toda
a
qualidade
de
bordados,
a
branco
e
côres,
em
relevo
etc.;
próprias
para
modistas,
cos
tureiras, estofadores,
corrieiros
: esta
ma-
chitia,
uona
das
maravilhas
da industria
mo
derna,
póde
fazer
a
fortuna
da
pessoa
qne
a possuir.
De
cravar
calçado,
que
em
pou
cos
minutos
cravam, parafusando
com to
da
a
segurança,
um
par
de
calçado.
O re
sultado
d
’este
trabalho
é
muito
superior
ao
actualmente
adoptado?
De
lavar, indispen
sáveis
ao
uso
domestico,
recomendáveis
pela
economia
que
resulta,
não
só
da
lava
gem,
como
da
conservação
da
roupa.
To
nas
estas
machinas são
acompanhadas
de
um completo
soitimenlo
de
accessorios
que
facilitam
a
execução
de
todas
as
obras.
Garante-se
a
perfeição
e
duração
de
to
das
as
machinas
vendidas,
e
attendendo-se
ao perfeito
trabalho
e
á
solidez
da
sua
consirticção
póde
affoulamenle
asseverar-se
que
não
tem
rival na
modicidade
dos
pre
ços.
A
fim
de proporcionar
aos
compra
dores
todas
as
vantagens,
esta
casa
não
só lacilita o pagamenio
por
prestações, mas
lambem
a aprendizagem,
para
o
que
fez
vir
do
estrangeiro
um
artista
perfeito
co
nhecedor
do
machinismo,
e
duas
senhoras,
para
praticamente
darem
as
necessárias
ex
plicações.
Ha
completo
sortimento
de al
godões,
linhas,
lãs
e
sedas,
em todas
as
côres,
para
bordados
e
costura,
assim
cq
-
mo
todos
os
accessorios e
peças
sobreselentes
para
as
diversas
machinas.
Qualquer
con
certo
de
que
necessitem
as
machinas
ven
didas
n
’
este
estabelecimento
será
feito
im-
mediatainenle
e
com
toda
a
perfeição.
Exe-
cuta-ss
a
preço
rnodico
qualquer
obra
de
bordados
para
modistas,
estofadores,
alfaia
tes,
etc.
Este
estabelecimento
tem o
exclusivo
da
importação,
das
machinas
d
’
esle
auctor
em
Portugal.
Faz-se
abatimento
a
quem
comprar
por
atacado.
Deposito
em
Braga,
em
casa dos
snrs.
Almeida
& Pereira.
(2904)
ATTENÇÂO
Vende-se
um
moinho
de
moer
á
mão,
em
bom
estado,
moe
toda
a
qualidade
de
pão.
Quem
pertender
falle
na
rua
de S.
Barnabé
n.°
18
em
Braga. (2931)
COADJUTOR
Precisa-se
d
’um
em
uma
freguezia
pro-
ximo
d
’
esta
cidade.
Quem
se
achar
ha
bilitado para
isso
queira
participar
n’
esta
redacção.
2901
BRAGA
:
TYP08RAPHIA
LUSITANA
—
1876.
C
Parte de Comércio do Minho (O)
